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Maricultura catarinense é referência em gastronomia e fortalece turismo regional

Publicado em: 14/11/2025 16:38

Santa Catarina é referência nacional em maricultura, ou seja, o cultivo de organismos aquáticos, como peixes, moluscos e algas. De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), o Estado responde por 98% da produção brasileira de ostras e mexilhões, com destaque para regiões como Florianópolis, Palhoça e Governador Celso Ramos. Ao todo, o estado conta com 356 maricultores ativos, responsáveis por gerar cerca de 1.500 empregos diretos, segundo o Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca (Cedap/Epagri). Por trás desses números, está uma cadeia produtiva que aposta em ciência e inovação para transformar a produção catarinense, que alimenta restaurantes e fortalece o turismo no estado. A maricultura começou a ser estruturada em Santa Catarina no fim da década de 1980, por meio de projetos da Epagri e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O objetivo era oferecer uma alternativa de renda sustentável para pescadores artesanais, tradicionalmente dependentes da pesca de captura. A iniciativa deu origem a um novo ciclo econômico no litoral, com impacto direto na geração de empregos e na valorização de comunidades tradicionais. Atualmente, o cultivo de moluscos está presente em 12 municípios e movimenta mais de R$ 80 milhões por ano. Na safra 2019/2020, foram comercializadas 15 mil toneladas de moluscos bivalves, segundo dados oficiais da Epagri, que representa um marco histórico para o setor. Pesquisa e sustentabilidade de ponta A estrutura da Epagri é um dos pilares do avanço da maricultura catarinense. Além de promover cursos e assistência técnica, a empresa participa da ordenação das áreas de cultivo, da legalização das fazendas marinhas e do desenvolvimento de protocolos higiênico-sanitários. Um dos projetos mais inovadores de Santa Catarina nasceu dentro da UFSC. No Laboratório de Camarões Marinhos (LCM), o engenheiro agrônomo, professor pesquisador Felipe do Nascimento Vieira lidera pesquisas que atuam com ciência e sustentabilidade. “O Laboratório de Camarões Marinhos trabalha há 40 anos com o desenvolvimento de tecnologias para a reprodução e cultivo de camarões marinhos. Buscando a sustentabilidade dos cultivos, há cerca de 20 anos, o LCM iniciou pesquisas com o cultivo de camarões em sistema de bioflocos microbianos”, explica. O sistema de bioflocos contribui para reduzir o uso de água no cultivo de camarões. Segundo o pesquisador, o sistema convencional utiliza mais de 90 mil litros para cada quilo do crustáceo, enquanto a produção com bioflocos resulta em um uso de aproximadamente 400 litros. A técnica recicla nutrientes e transforma os resíduos em fonte de alimento natural para os animais. Integração e inovação A equipe do LCM desenvolveu a chamada Aquicultura Multitrófica Integrada (AMTI), que associa o cultivo de camarões a outras espécies, como peixes, macroalgas e plantas halófitas. Entre as espécies estudadas estão a tilápia, a tainha e plantas como salicórnia, alecrim-do-mar e alface-do-mar, ingredientes que já chegam a restaurantes de alta gastronomia. “As macroalgas duplicam a biomassa toda semana quando as condições são ideais. Já as plantas halófitas, como a salicórnia, têm grande interesse pela indústria alimentícia e farmacêutica, podendo alcançar 20 euros o quilo no mercado europeu”, afirma. O sistema ainda reduz a pegada de carbono, pois as plantas fixam nutrientes e carbono em biomassa verde. Atualmente, o projeto catarinense já conta com parcerias internacionais, como a Csiro, agência nacional de pesquisa da Austrália, e a Universidade de Melbourne. Da fazenda ao prato O vínculo entre maricultura e gastronomia é um dos diferenciais do litoral catarinense. A integração de pesquisa, produção e turismo deu origem a experiências únicas, como a Rota das Ostras, no Ribeirão da Ilha, e eventos como a Festa Nacional da Ostra (Fenaoestra), em Florianópolis. Nessas iniciativas, o visitante conhece mais sobre as fazendas marinhas, aprende sobre o cultivo e saboreia pratos frescos, preparados à beira-mar. De acordo com Patrícia Mattos, gestora de Economia Azul do Sebrae/SC, o segmento fortalece o turismo de experiência e o empreendedorismo local. “Os maricultores são protagonistas na valorização da gastronomia e da cultura. A produção de ostras, mexilhões e vieiras tem impulsionado a culinária catarinense, atraindo visitantes e estimulando a economia do mar”, afirma. Ela explica que o Sebrae trabalha para fortalecer a gestão e a comercialização dos produtos. Segundo a profissional, o turismo de experiência em Santa Catarina está muito relacionado à maricultura, já que visitas às fazendas, degustações e eventos temáticos geram novas fontes de renda e fortalecem o vínculo entre o visitante e o território. Gastronomia criativa e sustentável Os ingredientes cultivados nos laboratórios e fazendas marinhas já inspiram chefs e produtores locais. A cerveja Gose Salicórnia, da cervejaria catarinense Lohn Bier, produzida com plantas cultivadas pelo laboratório da UFSC, é um exemplo. Além disso, restaurantes da Grande Florianópolis e do Sul do país também incorporam macroalgas e plantas marinhas ao cardápio. “Estes novos ingredientes têm o potencial de colocar Santa Catarina em um lugar de ainda mais destaque na culinária nacional, com inovação, criatividade e sabor”, afirma o professor Felipe.

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A cesta de Natal na era digital: o valor humano por trás do gesto

Publicado em: 14/11/2025 16:30

A cesta de Natal na era digital: o valor humano por trás do gesto – Crédito: Divulgação Nos últimos anos, empresas de diferentes setores aceleraram a digitalização de suas operações. Reuniões migraram para videoconferências, comunicações internas foram centralizadas em plataformas, treinamentos passaram a ser feitos por streaming e programas de reconhecimento ganharam fluxos automáticos. O ambiente corporativo se tornou mais ágil, conectado e eficiente. Mas, ao mesmo tempo, menos presencial. Embora esse modelo funcione em termos operacionais, pesquisas recentes mostram um efeito paralelo: a sensação de distanciamento emocional entre organizações e colaboradores. Segundo levantamento da Workhuman (2023), 65% dos trabalhadores afirmam que o reconhecimento hoje “parece mais impessoal” do que há cinco anos. A importância dos rituais corporativos Nesse contexto, rituais especialmente os de fim de ano ganham novo valor. Eles não servem apenas para marcar um encerramento, mas para reforçar a ideia de pertencimento: reconhecer o caminho percorrido, os desafios superados e o esforço coletivo. No Brasil, a cesta de Natal se consolidou como um desses rituais. Ela não ocupa o mesmo lugar de um comunicado interno ou de um benefício digital, ela chega à casa, envolve a família e se conecta ao espaço onde as relações afetivas acontecem: a mesa. A cesta não encerra o ano pela lógica do resultado, mas pela lógica da convivência. Por que o gesto físico importa? Ao contrário de benefícios que permanecem invisíveis, como créditos, saldos e pontuações, a cesta é um objeto concreto. Ela pode ser vista, tocada, aberta, compartilhada. Essa materialidade produz um tipo de reconhecimento que não depende de discurso, ele é percebido na ação. Quando um colaborador leva a cesta para casa, o gesto se desloca do campo corporativo para o campo da vida cotidiana. E é ali que ele adquire significado. A cesta de Natal na era digital: o valor humano por trás do gesto – Crédito: Divulgação No híbrido, o concreto sustenta o coletivo Com equipes distribuídas, horários flexíveis e interações fragmentadas, a cultura interna depende cada vez menos de presença constante e cada vez mais de marcos claros. A cesta de Natal funciona como esse marco. Ela diz, de forma simples: “Este ano aconteceu. Você fez parte dele.” E essa mensagem não precisa de manual, campanha ou apresentação. Ela é compreendida no momento em que a cesta é colocada sobre a mesa. Equilibrar não é escolher: tecnologia + rituais A digitalização segue sendo essencial para o funcionamento das empresas, ela organiza processos, amplia acesso e reduz custos operacionais. Mas vínculos não se mantêm apenas com eficiência. Eles se mantêm com sentido. Rituais corporativos, como a entrega da cesta de Natal não competem com a tecnologia. Eles complementam aquilo que a tecnologia não faz: tornam o vínculo palpável. No fim, a questão é simples: Em um mundo onde quase tudo pode ser enviado por mensagem, o que ainda precisa chegar pelas mãos?

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Luxo sobre as águas movimenta a economia de Santa Catarina

Publicado em: 14/11/2025 16:24

Santa Catarina é protagonista na indústria náutica brasileira. Com polos produtivos em Biguaçu, Itajaí e Palhoça, o Estado responde por mais de 60% da produção nacional de embarcações de lazer, segundo a Associação Náutica Brasileira (Acatmar). O setor, que conta com estaleiros, fornecedores e prestadores de serviço especializados, transforma o luxo em motor de desenvolvimento econômico. A vocação catarinense para o mar é resultado de um ecossistema completo. Além de Santa Catarina ter um dos litorais mais procurados pelos turistas no Brasil, o setor também é beneficiado por incentivos fiscais, infraestrutura portuária e a tradição industrial do estado. Um dos projetos estaduais para fomento da atividade é o Pró-Náutica, que oferece benefícios, como a redução da alíquota do ICMS sobre embarcações e sobre a compra de insumos. Hoje, o cluster náutico catarinense emprega milhares de profissionais e sustenta uma rede de micro e pequenas empresas, responsáveis por serviços essenciais como marcenaria, estofaria, elétrica e metalurgia. Tradição e sofisticação catarinense Entre os ícones dessa indústria, está a Schaefer Yachts, fundada por Marcio Luz Schaefer em 1992. O estaleiro nasceu em São José, inicialmente com o nome Kiwi Boats, e ganhou destaque nacional ao lançar a linha Phantom, projetada e executada no Estado. Com o crescimento da demanda, a fábrica foi transferida para Palhoça e, posteriormente, expandiu-se para Biguaçu, onde hoje abriga uma das estruturas mais modernas da América Latina. Celso Finkler, gerente de marketing da Schaefer Yachts, afirma que o protagonismo catarinense começou nos anos 2000, com a expansão da fábrica e a adoção de processos industriais pioneiros. “Ganhamos autonomia com a verticalização da produção, incorporando marcenaria própria e equipamentos de alta precisão. Isso elevou o padrão de acabamento e consolidou a Schaefer como referência em design e tecnologia”, destaca. A empresa introduziu no Brasil o processo de infusão de resina a vácuo, ainda pouco utilizado no mundo, e implantou um centro de usinagem CNC de cinco eixos, capaz de moldar blocos de até 75 pés com precisão milimétrica. Esses diferenciais fizeram da marca uma das mais reconhecidas do continente, com embarcações exportadas para mercados exigentes. “A mão de obra local é extremamente valorizada. Investimos em cursos e aperfeiçoamento técnico para formar profissionais cada vez mais experientes, o que garante a excelência dos barcos mais desejados do país”, reforça Finkler. Inovação com DNA catarinense Outra referência é a Intech Boating, sediada em Palhoça e comandada por José Antonio Galizio Neto. Fundada em 2007, a empresa atuou inicialmente na produção de embarcações de serviço de alto desempenho, voltadas a operações como patrulhamento e praticagem. Em 2011, ingressou no mercado de lazer ao firmar parceria com a italiana Sessa Marine, com a criação do único parque fabril da marca fora da Itália. Com uma estrutura de 20 mil metros quadrados, a Intech produz embarcações entre 27 e 60 pés, e concentra todos os processos de engenharia, laminação, marcenaria e montagem. Segundo a diretora de marketing, Débora Felipe, a força catarinense vem da combinação entre tecnologia e cultura industrial. “O Estado possui uma rede sólida de fornecedores e profissionais qualificados. Esse ambiente nos permite entregar embarcações com padrão internacional de excelência, reconhecido em toda a América Latina”, afirma. O estaleiro mantém vínculos próximos com o design italiano e investe em automação, monitoramento remoto e personalização. Segundo Débora, cada barco produzido pela marca é exclusivo, e reflete o talento e identidade de Santa Catarina. O papel dos pequenos fornecedores A base desse ecossistema é formada por centenas de pequenos empreendedores. Tapeceiros, marceneiros, serralheiros e fabricantes de peças sob medida fornecem insumos e serviços de alto valor agregado. Para o presidente da Acatmar, Mané Ferrari, essa rede é o que sustenta o padrão de excelência do setor. “Essas empresas oferecem flexibilidade e inovação, adaptando-se às demandas de cada projeto. Cada embarcação de luxo é uma peça única, e isso só é possível graças à especialização desses profissionais”, explica. Segundo ele, o setor náutico é responsável por gerar quatro empregos diretos e oito indiretos por embarcação. O setor movimenta desde o fornecimento de materiais para a fabricação dos barcos, até o turismo e a manutenção. O avanço da indústria náutica também impõe desafios. A falta de reconhecimento do setor como motor econômico e a insegurança jurídica ainda limitam novos investimentos, conforme comenta o presidente da Acatmar. “A instabilidade regulatória e tributária, especialmente com as discussões sobre o Imposto Seletivo na Reforma Tributária, traz incerteza e ameaça a competitividade dos estaleiros nacionais”, observa Ferrari. Para enfrentar essas questões, a criação da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Náutico e da Economia do Mar, instalada no Senado em outubro de 2025, é um marco para o segmento. O grupo pretende atuar na formulação de políticas públicas, consolidar a percepção do setor como ativo estratégico e construir um marco regulatório estável. O Sebrae/SC também tem papel relevante nesse processo. De acordo com Patrícia Mattos, gestora estadual de economia azul, a instituição atua para fortalecer os pequenos negócios da cadeia náutica por meio de capacitação, orientação técnica e programas de inovação. “O setor náutico é uma vitrine do potencial catarinense: une tecnologia, sustentabilidade e economia criativa. Nosso trabalho é garantir que os pequenos empreendedores cresçam junto com os grandes estaleiros”, afirma.

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Boa Vista está entre as 10 capitais mais seguras do Brasil

Publicado em: 14/11/2025 16:06

A taxa de mortes violentas caiu de 31,6 (2023) para 23 (2025) a cada 100 mil habitantes. PMBV O Anuário 2025 de Cidades Mais Seguras do Brasil, elaborado pela MySide, coloca Boa Vista entre as 10 capitais com os melhores índices de segurança do país. A taxa de mortes violentas caiu de 31,6 (2023) para 23 (2025) a cada 100 mil habitantes. Uma melhora significativa, conforme aponta o estudo. A iniciativa compila dados de óbitos registrados pelo Ministério da Saúde e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Boa Vista ficou em 10º lugar no ranking. Para se ter uma ideia, a última colocada, Salvador, com 57,6 mortes a cada 100 mil habitantes, registra mais que o dobro de homicídios. O Secretário Municipal de Segurança e Ordem Pública, Cláudio Galvão destacou que os dados refletem o esforço da gestão em ações integradas para a garantia da segurança da população. A Central de Comunicação e Monitoramento acompanha em tempo real a movimentação da cidade PMBV “Estamos investindo pesado na área de tecnologia, ampliando a nossa central de comunicação. Esse ano, implantamos câmeras corporais, estamos interligando as escolas municipais à nossa central e em 2026 ampliaremos o número de câmeras de monitoramento, bem como o número de guardas. Muitas ações para que possamos atender aos anseios de nossa população”, disse. Tecnologia usada para prevenir e solucionar crimes Boa Vista conta com uma Central de Comunicação e Monitoramento que acompanha em tempo real a movimentação da cidade. São 90 câmeras instaladas em pontos estratégicos, recursos modernos para prevenir e solucionar crimes, apoiar investigações e oferecer mais transparência nas ações da Guarda Civil Municipal (GCM). Os guardas municipais utilizam câmeras corporais durante as abordagens. PMBV “Um dos diferenciais da cidade é o monitoramento de ruas e avenidas por 90 câmeras de segurança. Essas câmeras são capazes de fazer monitoramento das placas de veículos em tempo real! O sistema já permitiu a recuperação de veículos furtados e a solução de crimes como roubos e homicídios”, destacou o secretário adjunto de Segurança e Ordem Pública, Antônio Carvalho Filho. Os guardas municipais ainda utilizam câmeras corporais durante as abordagens. Os dispositivos registram áudio e vídeo durante atendimentos e patrulhamentos. As escolas também contam com esses equipamentos para reforço na segurança de alunos e servidores. Guarda Civil mais equipada do Brasil A GCM ganhou mais 150 guardas aprovados em concurso público no ano de 2023, chegando ao número de 456 agentes capacitados e preparados para combater a violência na capital. A Guarda Municipal ainda conta com sete grupamentos. PMBV A Guarda Municipal ainda conta com sete grupamentos: Grupamento Tático Municipal (GTAM), que engloba Canil e Grupo de Apoio Motorizado (GAM); Ronda Escolar; Ronda Comercial; Grupamento de Proteção Ambiental; Ronda Ostensiva Municipal (ROMU); Defesa Civil Municipal e Patrulha Maria da Penha. A Guarda Civil Municipal de Boa Vista é considerada uma das mais bem equipadas do país. Operações ocorrem com frequência na cidade, com o objetivo de coibir a prática de crimes e garantir a tranquilidade da população. Acesse aqui o link para o conteúdo completo do estudo.

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Escalabilidade da rede: como crescer sem perder velocidade e qualidade

Publicado em: 14/11/2025 15:53

O crescimento de uma empresa traz oportunidades, mas também novos desafios de conectividade. À medida que o time aumenta e a carteira de clientes se expande, surgem mais dispositivos conectados e maior tráfego de dados. Se a estrutura de rede não evoluir junto, o reflexo pode vir na forma de lentidão, instabilidade e até falhas de segurança. É como a estrutura de um prédio: se não houver uma boa fundação, problemas como rachaduras e infiltrações não demorarão a aparecer. Tudo isso pode interromper vendas, atrasar entregas, prejudicar o atendimento ao cliente e manchar a reputação da empresa, então, a rede corporativa deve ser pensada não apenas para atender as demandas de hoje com eficiência e segurança, mas principalmente estar preparada para o futuro. E é aí que entra a escalabilidade de rede, ou seja, a capacidade de uma infraestrutura crescer e se adaptar para suportar um aumento no número de usuários, dispositivos conectados ou volume de dados. Uma rede escalável mantém o desempenho mesmo sob maior demanda, garantindo que as operações não percam a qualidade. Existem dois tipos principais de escalabilidade: Vertical (scaling up): quando a empresa aumenta a capacidade de um mesmo equipamento, por exemplo, adicionar mais memória, processadores ou armazenamento a um servidor existente Horizontal (scaling out): quando novos dispositivos são adicionados à rede para distribuir a carga e garantir o desempenho mesmo durante picos de uso 5 sinais de que a sua rede precisa evoluir Alguns indícios mostram quando a infraestrutura atual já não atende às necessidades da sua empresa e que chegou a hora de atualizar a rede para evitar gargalos e vulnerabilidades operacionais: Lentidão constante, tempo de resposta alto e dificuldade para acessar sistemas ou arquivos em nuvem Interrupções frequentes que afetam reuniões online, operações de vendas ou de atendimento ao cliente Equipamentos como roteadores, switches e cabos estão muito defasados e já não suportam as novas demandas tecnológicas Há mais dispositivos conectados e houve um aumento na pressão sobre a largura de banda Houve um aumento no número de ataques cibernéticos bem-sucedidos como phishing, ransomware e DDoS 5 estratégias práticas para escalar a sua rede corporativa Crescer com segurança requer planejamento e a adoção de tecnologias que tornem a rede mais flexível e resiliente. A seguir estão as principais práticas que ajudam a alcançar esses fatores: Segmentação: dividir a rede em partes menores melhora o desempenho e reduz riscos de segurança e o congestionamento da rede. Com a segmentação também é possível isolar setores críticos (como financeiro) e limitar o impacto de falhas operacionais Virtualização: permite criar ambientes independentes dentro da mesma infraestrutura física, o que significa que, em vez de cada serviço depender de um hardware específico, várias redes virtuais podem operar simultaneamente sobre o mesmo equipamento, facilitando ajustes rápidos de configuração conforme a demanda. Tecnologias como Network Functions Virtualization (NFV) permitem substituir dispositivos físicos por funções executadas virtualmente, com o mesmo desempenho e menor custo operacional Redundância: consiste em criar caminhos alternativos e sistemas de reserva para garantir o funcionamento da rede mesmo em caso de falhas. Isso é feito através de links redundantes (se uma conexão falha, outra assume automaticamente), sistemas de failover (detectam falhas e redirecionam o tráfego em tempo real) e backups sincronizados, que evitam a perda de dados em caso de incidentes Serviços em nuvem: migrar parte da estrutura de rede para a nuvem amplia a capacidade de expansão sem grandes investimentos em hardware e novos equipamentos, permitindo que funções críticas sejam geridas remotamente por provedores especializados Segurança: a expansão da rede precisa vir acompanhada de políticas de proteção modernas, com soluções como VPNs (Redes Privadas Virtuais), que criam túneis criptografados entre usuários e servidores corporativos, protegendo os dados em trânsito; sistemas de detecção de intrusão (IDS/IPS), que monitoram e bloqueiam acessos indevidos em tempo real; e controle de acesso com autenticação multifator, garantindo que apenas pessoas autorizadas acessem informações críticas Escale sua rede corporativa com a Ligga Investir em uma rede escalável é investir no futuro da sua empresa, garantindo que ela possa crescer sem ser limitada por gargalos de conexão. Conte com a Ligga para que a sua empresa chegue cada vez mais longe, e sempre conectada. Além de banda larga 100% fibra óptica, também oferecemos serviços de IP dedicado, apoio para backup em nuvem, soluções de segurança com firewall dedicado e Anti-DDoS e redes privativas para manter múltiplas unidades online. Nossos serviços são escaláveis e adaptáveis para empresas de todos os segmentos, dos pequenos negócios ao setor público. Conheça nossas soluções em detalhes.

AMD lança chip Ryzen 5 7500X3D no mercado global como opção mais acessível

Publicado em: 14/11/2025 15:31 Fonte: Tudocelular

A AMD anunciou o processador Ryzen 5 7500X3D no mercado global. Nesse sentido, o novo modelo chega ampliar a linha de chips para gamers da marca e se torna a opção mais acessível com tecnologia 3D V-Cache da plataforma AM5. Ou seja, os jogadores poderão atingir altas taxas de quadros sem gastar tanto. Em geral, esse novo componente mira no segmento intermediário de alto desempenho e, diferente do modelo Ryzen 5 7600X3D, vendido somente nos Estados Unidos, esse produto estará disponível também nos mercados europeu e latino-americano. A ideia da AMD é democratizar o acesso à sua nova arquitetura Zen 4 + 3D V-Cache, algo que só se encontrada nos modelos mais sofisticados.Na parte de especificações, o novo chip vem com 6 núcleos e 12 threads do tipo Zen 4 e trabalha em frequência de 4,0 GHz, podendo chegar aos 4,5 GHz com boost. Além disso, ele possui gráficos integrados RDNA 2 com 2 unidades computacionais e trabalha com TDP de 65W, o que faz dele uma opção para setups mais compactos também.Clique aqui para ler mais

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É #FAKE foto de indígenas segurando faixa que diz 'libertem Bolsonaro'; imagem foi produzida com IA do Google

Publicado em: 14/11/2025 14:50

É #FAKE foto de indígenas segurando faixa que diz 'libertem Bolsonaro'; imagem foi produzida com IA do Google Reprodução Circula nas redes sociais uma imagem que mostra indígenas segurando uma faixa que diz "libertem Bolsonaro". É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é o post? Circulando no Facebook e no Instagram desde esta quarta-feira (12), o post exibe uma imagem de indígenas em uma floresta segurando uma faixa branca com a frase "libertem Bolsonaro". Em uma das publicações do Instagram, há uma caixa de texto sobreposta ao conteúdo que diz: "Indígenas com Bolsonaro". Na parte superior do material, que foi produzido com inteligência artificial (IA), há uma foto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a mesma utilizada no perfil de suas redes sociais. Na seção de comentários, usuários celebraram a manifestação, enquanto outros apontaram que o registro não é real. ⚠️ Por que isso é falso? O Fato ou Fake submeteu o vídeo ao SynthID Detector, ferramenta do Google que identifica conteúdo gerados com a IA da própria empresa. Resultado da análise: "Feito com IA do Google (vídeo) – Synth ID identificado em todo ou parte do conteúdo carregado". Essa tecnologia verifica uma marca d'água aplicada diretamente em vídeos, imagens, áudio ou texto fabricados sinteticamente. A técnica é imperceptível para humanos, mas rastreável pelo sistema. No caso analisado, o resultado apontou esse indicador em quase todo o quadro do registro (veja abaixo). A análise apontou que a foto de Jair Bolsonaro inserida na parte superior não foi criada com IA, mas o resto do quadro apresenta a marca d'água do Google. SynthID detectou nos pontos azuis a presença da marca d'água de IAs do Google. Reprodução É #FAKE foto de indígenas segurando faixa que diz 'libertem Bolsonaro'; imagem foi produzida com IA do Google Reprodução Veja também É #FAKE vídeo de idosos em asilo explicando fantasias de Halloween nos EUA É fake vídeo de idosos explicando fantasias cômicas para Halloween; tudo foi feito com IA VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Ministério define regras para investimentos em minerais estratégicos e espera captar R$ 5,2 bilhões ao ano

Publicado em: 14/11/2025 14:18

O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou nesta sexta-feira (14) uma portaria com regras para emissão de títulos (debêntures) para projetos de exploração de minerais estratégicos para ações de transição energética. A portaria da pasta também trata das chamadas terras raras. O investimento total esperado é de R$ 5,2 bilhões por ano, sendo R$ 3,7 bilhões em transformação mineral. 🔎Debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas não financeiras. Já os minerais críticos são recursos de importância estratégica para a economia. São essenciais para a fabricação de baterias, turbinas eólicas, painéis solares e eletrônicos. 🔎As terras raras, por sua vez, são um grupo de 17 elementos químicos com propriedades magnéticas e ópticas. Professor Rômulo Simões da UFPA explica um pouco mais sobre os minerais críticos. De acordo com a norma do MME, entre os recursos que serão explorados estão: cobalto; cobre; lítio; níquel; e os elementos químicos das chamadas terras raras. Segundo o governo, a portaria tem o objetivo de atrair investimentos privados, estimular a agregação de valor e fortalecer a indústria de transformação mineral. A medida deve beneficiar projetos estratégicos de sulfato de níquel e cobalto em São Paulo (SP) e Pará (PA), além de plantas de carbonato de lítio em Minas Gerais (MG). Isso, conforme o MME, pode impulsionar o desenvolvimento e as cadeias de baterias e armazenamento de energia. A estimativa da pasta é que até 49% dos recursos captados poderão ser destinados às etapas de lavra e desenvolvimento de minas, se estiverem vinculadas a projetos de transformação mineral. Interesse dos EUA por minerais críticos brasileiros expõe desafio de explorar reservas fundamentais à indústria de tecnologia Reprodução/TV Globo

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Com mais de mil vagas na região, vestibular das Fatecs encerra as inscrições nesta sexta-feira

Publicado em: 14/11/2025 14:13

Imagem de arquivo - Fatec de São José dos Campos é uma das unidades com vagas abertas Divulgação/Prefeitura de São José dos Campos Com mais de mil vagas na região do Vale do Paraíba, o vestibular das Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec) terá as inscrições encerradas nesta sexta-feira (14). Os alunos interessados em fazerem o vestibular referente ao primeiro semestre de 2026 devem se inscrever até às 20h desta sexta, no site da Fatec. A prova será aplicada no dia 14 de dezembro e a taxa de inscrição é de R$ 47. Nas cidades do Vale do Paraíba e da região bragantina, são oferecidas 1.080 vagas para os cursos gratuitos de Ensino Superior, de acordo com o Centro Paula Souza. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Na região, há vagas para diversos cursos, como, por exemplo, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão Empresarial, Logística, entre outros -- veja a lista completa mais abaixo. Entre as cidades, o polo de São José dos Campos é o que concentra o maior número de vagas: 220. Também há oportunidades para os estudantes de Atibaia, Bragança Paulista, Cruzeiro, Guaratinguetá, Jacareí, Pindamonhangaba, São Sebastião e Taubaté. Inscrições para o vestibular 2026 da Fatec Atibaia - 20 vagas Desenvolvimento de Software Multiplataforma: 20 vagas Bragança Paulista - 125 vagas Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 25 vagas Gestão da Tecnologia da Informação: 25 vagas Gestão Empresarial: 25 vagas Gestão Financeira: 25 vagas Logística: 25 vagas Cruzeiro - 125 vagas Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 25 vagas Gestão da Produção Industrial: 25 vagas Gestão de Eventos: 25 vagas Gestão Empresarial: 25 vagas Gestão Hospitalar: 25 vagas Guaratinguetá - 200 vagas Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 25 vagas Design de Mídias Digitais: 25 vagas Gestão Comercial: 25 vagas Gestão da Produção Industrial: 25 vagas Gestão da Tecnologia da Informação: 25 vagas Gestão Empresarial: 25 vagas Gestão Financeira: 25 vagas Logística: 25 vagas Jacareí - 75 vagas Desenvolvimento de Software Multiplataforma: 25 vagas Geoprocessamento: 25 vagas Meio Ambiente e Recursos Hídricos: 25 vagas Pindamonhangaba - 145 vagas Gestão de Negócios e Inovação: 25 vagas Gestão Empresarial: 20 vagas (EaD) Manutenção Industrial: 25 vagas Mecânica - Processos de Soldagem: 25 vagas Processos Metalúrgicos: 25 vagas Projetos Mecânicos: 25 vagas São José dos Campos - 220 vagas Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 25 vagas Banco de Dados: 25 vagas Desenvolvimento de Software Multiplataforma: 25 vagas Engenharia de Produção: 25 vagas Gestão da Produção Industrial: 25 vagas Gestão Empresarial: 20 vagas Logística: 25 vagas Manutenção de Aeronaves: 25 vagas Projetos de Estruturas Aeronáuticas: 25 vagas São Sebastião - 75 vagas Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 25 vagas Gestão Empresarial: 25 vagas Marketing: 25 vagas Taubaté - 95 vagas Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 25 vagas Eletrônica Automotiva: 25 vagas Gestão de Recursos Humanos: 25 vagas Gestão Empresarial: 20 vagas (EaD) Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Honda WR-V desafia rivais com mais espaço e preço competitivo; veja o teste

Publicado em: 14/11/2025 14:00

Honda WR-V reúne ótimo espaço e equipamento para ser o SUV com melhor custo-benefício A Honda apostou em uma fórmula simples, porém bem executada, para lançar o WR-V no mercado brasileiro. Sem a pretensão de oferecer o desempenho de um carro esportivo, o novo SUV da marca japonesa cumpre bem o papel de ser funcional para o dia a dia — seguro, espaçoso, bem equipado e sem exageros. O modelo começou a ser vendido em todo o país na última quarta-feira (12), com preços a partir de R$ 144.900 na versão intermediária EX e R$ 149.900 na topo de linha EXL. Mais de duas mil unidades comercializadas na pré-venda, tornando o WR V uma das prioridades na produção da Honda. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Com a demanda acima do esperado, a fábrica de Sumaré, no interior de São Paulo, ampliou a operação e passou a trabalhar com capacidade total para produzir o novo SUV. O g1 percorreu quase 200 km com o novo modelo e, nesta reportagem, você verá os principais pontos positivos e negativos do novo SUV da Honda. Honda WR-V 2026 EXL Preços e ficha técnica O lançamento do WR-V integra a estratégia da Honda, que planeja investir mais de R$ 4 bilhões até 2030 para modernizar sua operação e enfrentar a crescente concorrência dos carros chineses no mercado brasileiro. O WR-V estreia com uma lista ampla de itens de série e chega para competir tanto com SUVs subcompactos, como o Volkswagen Tera, Renault Kardian e o futuro Toyota Yaris Cross, quanto com os modelos compactos de categoria superior, como VW T-Cross e Hyundai Creta. (Veja a ficha técnica mais abaixo) Com o novo utilitário esportivo, a gama de SUVs da Honda passa a ser composta por: WR-V: de R$ 144.900 a R$ 149.900 HR-V: de R$ 163.200 a R$ 209.900 ZR-V: R$ 214.500 CR-V: R$ 352.900 Veja a ficha técnica: Motor confiável, mas insuficiente para o modelo Potência e torque Embora a Honda não informe o tempo de aceleração de 0 a 100 km/h do novo WR-V, testes feitos pelo g1 indicam que o modelo leva pelo menos 10 segundos para atingir essa marca. Isso porque o SUV conta com um motor 1.5 de injeção direta, que entrega 126 cavalos de potência e ao menos 15,5 kgfm de torque — ambos a rotações elevadas. Essa característica marca motores naturalmente aspirados e que não contam com turbocompressor para auxiliar na entrada de ar. Ou seja, isso exige que o motorista pise mais fundo no acelerador para extrair o máximo do conjunto. A transmissão CVT (tipo de câmbio automático que não usa marchas tradicionais), atua de forma suave no modo normal, mas aumenta as rotações no modo Sport — o que prepara o carro para retomadas e ultrapassagens mais rápidas, apesar de não acrescentar potência ou torque. Embora o WR-V cumpra bem sua função em trechos urbanos, onde não se exige alta performance, o SUV está longe de impressionar. As ultrapassagens exigem paciência, o motor é ruidoso e entrega menos do que o som sugere. Parte disso se explica pelo peso: embora utilize o mesmo conjunto mecânico do City Hatch, o WR-V é mais pesado, com 1.278 kg — 94 kg a mais do que o City. Vale considerar que, com porta-malas cheio e cinco ocupantes, o peso deve influenciar ainda mais no desempenho que o carro entrega. Honda WR-V EXL 2026 tem bagageiro com 458 litros de capacidade Divulgação | Honda E o conforto? Embora o projeto do WR-V tenha sido desenvolvido pelas equipes da Honda na Tailândia e Índia — que geralmente preferem suspensões mais macias —, no Brasil o modelo conta com uma calibragem mais firme, ideal para atender às demandas do mercado nacional. “O HR-V tem um comportamento mais esportivo. Já o trabalho feito na suspensão do WR-V foi pensado para o conforto que esse perfil de consumidor busca”, afirma Douglas Giatti, gerente de planejamento de produto da Honda Automóveis do Brasil. Diferente do que acontece no HR-V e no City, que possuem uma suspensão mais esportiva — transmitindo mais as irregularidades da rua para o motorista —, o WR-V oferece maior conforto. Em termos de estabilidade, por outro lado, há alguma inclinação da carroceria durante as curvas, mas nada acentuado — diferente do HR-V, por exemplo, que tem mais estabilidade graças ao ajuste mais firme. No geral, mesmo priorizando o conforto, o WR-V teve um bom desempenho no teste dinâmico e demonstrou um bom trabalho de adaptação da suspensão. Tamanho e visual externo As dimensões do WR-V chamam atenção: ele é 17 cm mais longo que o Tera e 13 cm maior que o Kardian. A altura também impressiona: são 18 cm a mais que o modelo da Volkswagen e 11 cm acima do Renault. Pessoalmente, a impressão de tamanho é ainda maior. Assim, embora seja um SUVs subcompactos, o WR-V pode ser facilmente comparado aos compactos de categoria superior — não apenas pelo tamanho, mas também pelo design. É o caso das lanternas que atravessam a tampa do porta-malas, por exemplo, que dão a sensação que o carro é mais largo. A grade dianteira, acompanhada de faróis afilados, também se destaca pelo tamanho e formato, o que dá a impressão de que o carro é equipado com um motor mais potente. Novo Honda WR-V chega por menos de R$ 150 mil Visualmente, a silhueta do WR-V é a de um SUV tradicional. Com esse formato, a Honda aproveitou bem o espaço, garantindo 2,65 m de distância entre as rodas da frente e da traseira, onde é "instalada" a cabine. Com essas dimensões, os concorrentes ficam em desvantagem, já que custam quase o mesmo, mas oferecem menos porta-malas: enquanto o Tera tem 350 litros, o Kardian 358 litros e o Hyundai Creta tem 422 litros, o Honda WR-V entrega 458 litros. Acabamento interno deixa a desejar É na cabine que aparecem os principais problemas do WR-V — e eles dificilmente passam despercebidos. O primeiro é o isolamento acústico: o ruído do motor invade oa cabine, especialmente em acelerações mais fortes. Ao lado de caminhões, é preciso aumentar bastante o volume do som para ouvir música. O barulho dos pneus no asfalto também foi constante durante os quase 200 km percorridos pelo g1 no sul do país. Mas não é só isso. Na parte traseira, há saída de ar-condicionado para quem vai na segunda fileira, mas não há tomadas USB ou USB-C. A única disponível é uma 12V, já ultrapassada para os padrões atuais. Dentro do apoio de braço dianteiro, não há forração e os parafusos ficam expostos, o que compromete o acabamento. As luzes internas também poderiam ser em LED, já que usam lâmpadas halógenas iguais às do Honda Fit 2012. Tecnologia que salva vidas Em compensação, o WR-V é bem equipado desde a versão de entrada, com o Honda Sensing, pacote de assistência à condução da marca. Honda WR-V tem motor 1.5 aspirado de 126 cv Divulgação | Honda O conjunto inclui sistema de permanência e correção de faixa, frenagem autônoma de emergência e piloto automático adaptativo, que mantém velocidade e distância do veículo à frente. Em viagens longas, é um aliado importante. O Hyundai Creta Comfort, que custa R$ 151.290, não traz esses itens de série; para adicioná-los, é preciso pagar mais R$ 3.700. Assim, ele fica R$ 5.090 mais caro que o WR-V EXL. A versão EXL do Honda também conta com bancos de couro, algo ausente no Creta de entrada. Vale lembrar que o Honda oferece esse pacote ADAS desde a configuração inicial, de R$ 144.900. Conclusão No fim, o WR-V acerta em vários pontos que o consumidor médio valoriza. Desempenho equilibrado, confortável, fácil de manobrar, um bom espaço — superior ao de Kardian e Tera — e excelente capacidade de porta-malas. Poderia ter acabamento melhor, freio de estacionamento eletrônico na versão mais cara e isolamento acústico mais eficiente. Mesmo assim, o carro tem mais méritos do que defeitos. Veja os pontos positivos e negativos: ✅ Espaço interno; ✅ Porta-malas; ✅ Nível de equipamentos; ❌ Desempenho; ❌ Isolamento acústico; ❌ Acabamento.

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Economia azul impulsiona desenvolvimento sustentável no litoral catarinense

Publicado em: 14/11/2025 13:53

Santa Catarina é referência nacional na economia azul, conjunto de atividades que unem desenvolvimento econômico e uso sustentável dos recursos marinhos. O conceito, que é apoiado pelo Sebrae/SC, abrange a operação dos portos, indústria náutica, a produção de pescados e a energia eólica, projetada para o futuro catarinense. Segundo a gestora estadual do projeto, Patrícia Mattos, Santa Catarina é uma das líderes nacionais em exportação e desempenho do setor marítimo, com crescimento estimado de 8,5% no primeiro trimestre do ano. Esses e outros dados estão disponíveis no estudo Foresight Náutico SC, elaborado pelo Sebrae, que mapeia tendências e oportunidades para o setor entre 2025 e 2035. “A pesquisa olhou especificamente para a indústria náutica e identificou as big tendências que vão guiar o setor na próxima década. A partir desse plano, vamos transformar os resultados em ações dentro dos projetos de economia azul no próximo ano”, explica Patrícia. Portos impulsionam negócios e inovação Os portos catarinenses são considerados motores da economia estadual. Além de impulsionar o comércio exterior, os complexos portuários geram uma extensa cadeia de oportunidades para micro e pequenas empresas que atuam em setores como transporte, armazenagem, manutenção, alimentação e serviços tecnológicos. Segundo Patrícia, os segmentos mais beneficiados pelos portos em Santa Catarina são os prestadores de serviços logísticos, transportadores, oficinas, fornecedores de embalagens e empresas de tecnologia que atendem exportadores e importadores. O Projeto Economia Azul do Sebrae oferece capacitações, consultorias e conexões estratégicas para que pequenos empreendedores possam ampliar a atuação dentro da cadeia marítima e portuária. Indústria náutica catarinense se destaca no país Responsável por mais de 60% da produção nacional de embarcações de lazer, Santa Catarina mantém polos de referência em Biguaçu, Itajaí e São Francisco do Sul. O setor movimenta centenas de fornecedores, de marcenarias e tapeçarias a oficinas especializadas e empresas de design, que garantem o acabamento e a sofisticação das embarcações produzidas no estado. “Esses fornecedores são fundamentais para a identidade e o diferencial competitivo da indústria náutica de Santa Catarina. São eles que produzem os acabamentos e componentes personalizados que agregam valor às embarcações”, comenta Patrícia. O Sebrae desenvolve ações específicas para fortalecer o setor, com capacitações, consultorias e rodadas de negócios voltadas à inovação e à internacionalização. Patrícia reforça que o ecossistema é essencial para projetar Santa Catarina para novos mercados. “O setor náutico catarinense não é mais visto isoladamente, mas como parte de um ecossistema de governança e desenvolvimento. Isso abre novas oportunidades de negócios, incentiva políticas públicas e amplia o potencial de internacionalização das nossas empresas”, reforça. Maricultura fortalece gastronomia e turismo A maricultura é um dos pilares da economia azul e faz de Santa Catarina o maior produtor nacional de ostras e mexilhões. Para o Sebrae, os maricultores são protagonistas na valorização da gastronomia e da cultura local. “A produção de ostras, mexilhões e vieiras tem impulsionado a culinária catarinense, atraindo visitantes e estimulando a economia do mar”, afirma Patrícia. O Sebrae apoia o setor com consultorias, capacitações e ações de valorização territorial, com foco em gastronomia, turismo e empreendedorismo. Roteiros de visitação, degustações e eventos temáticos têm ampliado o turismo de experiência e gerado novas fontes de renda para as comunidades costeiras. Energia eólica offshore amplia oportunidades Um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indica que o litoral catarinense está entre as áreas mais promissoras do país para geração de energia eólica offshore. O avanço dessa tecnologia representa uma nova fronteira econômica para o estado e abre espaço para a participação de pequenos negócios. “As cadeias de suprimentos e de serviços ligados à energia eólica offshore abrirão uma ampla gama de oportunidades para as micro e pequenas empresas catarinenses”, destaca Patrícia Mattos. Entre os segmentos com maior potencial, estão manutenção portuária, transporte, hospedagem e consultorias especializadas. Para o Sebrae, o desenvolvimento da energia eólica offshore trará investimentos em infraestrutura, tecnologia e qualificação profissional. “O Sebrae acredita que a transição energética só será bem-sucedida se for inclusiva e sustentável, e isso passa pelo fortalecimento dos empreendedores locais”, conclui a gestora. Plano de ação para o futuro do mar O Foresight Náutico SC marcou o início da prática do plano de economia azul, que deve orientar investimentos e políticas públicas até 2035. O objetivo é ampliar a integração entre empresários, gestores e instituições de pesquisa em torno da inovação e da sustentabilidade. Com atuação nos polos da Grande Florianópolis, Itajaí e São Francisco do Sul, o Sebrae/SC pretende consolidar Santa Catarina como referência nacional em governança marítima e desenvolvimento sustentável. Os interessados em saber mais sobre as oportunidades do setor podem acessar o site do projeto do Sebrae. Saiba mais sobre a atuação do Sebrae/SC no site da instituição.

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Rephrase AI apresenta recursos de reescrita para textos acadêmicos

Publicado em: 14/11/2025 12:47

Rephrase AI apresenta recursos de reescrita para textos acadêmicos – Crédito: Divulgação Escrever bem continua sendo um desafio na vida acadêmica: prazos curtos, textos densos e tom inconsistentes tiram a clareza de relatórios, resenhas e TCCs. A Rephrase AI oferece perfis de escrita para reorganizar e aprimorar o texto, do rascunho à versão final, mantendo a revisão e a autoria com o estudante. A escrita é um ponto central na avaliação escolar e universitária. Trabalhos como relatórios, resenhas, artigos e projetos finais exigem rigor na elaboração e no encadeamento de ideias. Entretanto, muitos estudantes relatam dificuldades em transformar conteúdos estudados em textos compreensíveis e bem estruturados. Entre os desafios mais frequentes estão: A necessidade de produzir trabalhos originais em prazos apertados Dificuldade de estruturar um texto que atenda às exigências da disciplina. Construção de frases extensas ou pouco objetivas. Repetição de termos e conceitos ao tentar alcançar a extensão solicitada. Ajuste do tom e do vocabulário ao padrão acadêmico. Falta de tempo para revisar e melhorar trechos antes da entrega. Para estudantes que utilizam leituras e referências diversas, pode haver ainda o receio de produzir textos com alta similaridade em relação às fontes consultadas, mesmo quando há esforço de reescrita. Nos últimos anos, o uso de ferramentas digitais de apoio à escrita passou a fazer parte da rotina acadêmica, especialmente em cursos que exigem produção constante de relatórios, resumos e análises críticas. Muitos estudantes utilizam esses recursos para organizar melhor suas ideias, revisar trechos que parecem confusos e ajustar o texto a diferentes exigências de disciplinas e professores. Esse movimento acompanha a necessidade de lidar com grande volume de informações e transformar conteúdo estudado em textos claros, coerentes e estruturados, algo que demanda tempo e domínio da escrita. Nesse contexto, soluções que auxiliam na revisão e na reorganização do texto ganham espaço como apoio ao processo de aprendizado. Funcionamento da Rephrase AI A Rephrase AI funciona de maneira simples: o estudante insere o texto original, escolhe o perfil de escrita desejado e recebe uma nova versão reformulada. O sistema reorganiza frases, ajusta construções e melhora a conexão entre parágrafos, resultando em um texto mais claro e coerente. A plataforma oferece diferentes estilos de linguagem, incluindo opções acadêmicas, formais e explicativas. Também é possível controlar o nível de formalidade, o vocabulário e o ritmo da exposição. Para trechos mais complexos, a ferramenta dispõe do modo SuperRephrase™, que realiza uma reestruturação mais profunda, útil para capítulos de TCC, introduções teóricas ou ensaios que exigem maior consistência. Aplicações no cotidiano acadêmico A ferramenta pode ser utilizada em diferentes momentos da produção escrita, desde o planejamento inicial até a revisão final. No desenvolvimento de relatórios de laboratório, o estudante pode inserir seu texto inicial e selecionar o perfil “Academic”. O resultado tende a apresentar maior precisão terminológica e clareza descritiva. Em revisões bibliográficas, a ferramenta ajuda a ajustar o texto para um estilo mais formal ao selecionar o perfil “Professional”, oferecendo transições mais claras entre autores e conceitos. Na preparação de apresentações ou resumos, o perfil “Creative” pode tornar o conteúdo mais acessível, sem perda das informações essenciais. Para estudantes que estão preparando seus trabalhos finais, a ferramenta pode auxiliar na harmonização dos capítulos, reduzindo diferenças de estilo entre partes escritas em momentos distintos. Benefícios observados pelos usuários Entre os benefícios apontados por estudantes e tutores acadêmicos estão: Redução do tempo dedicado à fase de reescrita. Melhora na clareza de argumentação e no encadeamento das ideias. Adaptação do vocabulário às normas e exigências da disciplina. Eliminação de repetições desnecessárias. Reforço da coesão entre parágrafos e seções do trabalho. Esses efeitos são especialmente relevantes em períodos de alta demanda, como semanas de entrega ou preparação de defesas. Papel da tecnologia no processo de aprendizagem A integração de ferramentas digitais ao estudo tem crescido de maneira estruturada nos últimos anos. No caso da escrita acadêmica, o objetivo não é substituir o esforço intelectual do estudante, mas apoiá-lo na etapa de expressão, que envolve organização lógica, escolha lexical e clareza comunicativa. A Rephrase AI orienta que o texto reformulado seja revisado pelo estudante, de modo que a escrita reflita sua compreensão do conteúdo e sua identidade discursiva. Isso evita dependência e preserva a autoria, mantendo a ferramenta como apoio e não como substituição do processo de elaboração. Considerações finais Com o volume crescente de demandas acadêmicas, a necessidade de desenvolver textos claros e bem estruturados permanece como desafio significativo para estudantes de diferentes áreas. A Rephrase AI se insere nesse contexto como um recurso que auxilia na reformulação e na melhoria da escrita, contribuindo para que ideias e argumentos sejam apresentados de maneira mais organizada e compreensível. Ao facilitar a etapa de produção textual, a ferramenta permite que o aluno dedique mais tempo à análise, interpretação e aprofundamento dos temas estudados. Dessa forma, a escrita deixa de ser obstáculo e passa a atuar como instrumento de construção e comunicação do conhecimento.

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Megamit Mitsubishi Sorocaba apresenta concessionária totalmente repaginada

Publicado em: 14/11/2025 12:21

O local tem 4.200 m² de área total e 3.200 m² de área construída Megamit/Divulgação A Megamit Mitsubishi inicia uma nova fase em Sorocaba, com a inauguração de sua concessionária totalmente repaginada, no dia 13 de novembro. Ainda mais moderna, tecnológica e sustentável, a loja foi adequada aos padrões mundiais de segurança, conforto e identidade visual da marca. Instalado na cidade há pouco mais de 24 anos, no mesmo endereço e sob a mesma direção desde o início, o espaço passou por um grande retrofit. Com investimento superior a R$ 1,5 milhão, a reforma durou pouco mais de quatro meses e gerou cerca de 50 empregos diretos. Sustentabilidade Segundo Franklin Fonseca, gerente de vendas da Megamit Mitsubishi Sorocaba, os fluídos provenientes das lavagens dos veículos e manutenções, agora, são coletados em sistemas ainda mais modernos e dentro das normais ambientais vigentes. Ainda com foco na sustentabilidade, toda a iluminação foi substituída por lâmpadas de LED e os pisos antigos deram lugar a tipos mais fáceis de higienizar. O principal objetivo dessas medidas é reduzir o consumo de energia, água e produtos de limpeza. A partir de 13 de novembro você já pode conhecer a nova Megamit Megamit/Divulgação As intervenções na iluminação também têm como finalidade oferecer mais conforto aos 22 funcionários e aos clientes. Com essa mesma intenção, houve a troca das telhas tradicionais por transparentes, assim como a substituição dos equipamentos de climatização por modelos com filtragem de partículas suspensas e odores. Novas tecnologias Com 4.200 m² de área total e 3.200 m² de área construída, a concessionária também ganhou novas tecnologias. Agora, conta com Wi-Fi gratuito em todo o ambiente, além de controle por inteligência artificial das televisões e dispositivos de segurança. Ainda, foi implementado um sistema de reconhecimento de placas veiculares via IA (Inteligência Artificial). Conforme Fonseca, essa ferramenta oferece mais segurança, por meio do controle efetivo de acessos. Ela ainda agiliza e personaliza o atendimento aos clientes. Isso porque, ao identificar a placa do automóvel, abre a cancela automaticamente e informa ao técnico responsável. Assim, quando entrar na loja para uma manutenção agendada, por exemplo, o proprietário de um Mitsubishi já terá um técnico prontamente à sua espera. Atenta às evoluções do mercado, a Megamit também possui, nesta nova etapa, toda a estrutura para revisões e reparos nos modelos elétricos de seu portfólio. “A Mitsubishi tende a focar em veículos eletrificados daqui para frente e a loja precisa se adequar a essa nova fase, que começou com o Outlander Híbrido Plug-in, mais novo lançamento da marca”, diz o gerente. Nesse sentido, ele destaca que adaptar as instalações às necessidades da atualidade foi justamente o foco de toda a reforma. “Queríamos atualizar a Megamit para o século XXI, porque o prédio, como foi inaugurado no final de 2001, tinha estrutura e aparência condizentes com aquela época. Nosso objetivo era, de fato, transformar a Megamit, e conseguimos!”, completa. Vendas A Megamit Sorocaba oferece quatro modelos novos da montadora japonesa – os SUVs Eclipse Cross, Outlander Híbrido e Pajero Sport, assim como a nova Triton, uma picape média. A unidade também vende seminovos de diversos modelos e marcas. O veículo de entrada é o Eclipse Cross Rush. O SUV compacto custa a partir de R$ 169.990,00 ou R$ 149.990,00 para Pessoas com Deficiência (PcDs).

Fraudes em licitações: vice-prefeito e secretários de Hortolândia são exonerados após operação da PF

Publicado em: 14/11/2025 12:18

Cafu Cesar, vice-prefeito de Hortolândia, foi levado à Delegacia da Polícia Federal Reprodução/EPTV O vice-prefeito de Hortolândia, Cafu Cesar (PSB), e os secretários municipais de Educação e Habitação foram exonerados após a operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes em licitações da educação. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (14). Segundo a publicação, Cafu, preso preventivamente na quarta-feira (12), foi exonerado do cargo de secretário de Governo. Veja detalhes abaixo: Carlos Augusto Cesar foi exonerado do cargo de secretário municipal de Governo, a partir de 12 de novembro. Rogério Mion foi exonerado do cargo de secretário municipal de Habitação, a partir de 13 de novembro. Carla Ariane Trindade foi exonerada do cargo de diretora do Departamento de Almoxarifado e Patrimônio, a partir de 13 de novembro. Fernando Gomes de Moraes foi exonerado do cargo de secretário municipal de Educação, Ciência e Tecnologia, a partir de 14 de novembro. O esquema Segundo a investigação, a organização criminosa usava lobistas para intermediar contatos entre a Life Tecnologia Educacional, empresa usada no esquema, e o poder público. O dinheiro arrecadado era lavado por meio da ação de doleiros que geravam o montante em espécie para repassar propinas aos envolvidos nas etapas anteriores. Segundo a PF, a maioria dos créditos recebidos pela Life entre 2021 e 2024 vem de recursos públicos. Os valores recebidos de Sumaré, Hortolândia e Morungaba totalizam R$ 99.399.812,87. A investigação também aponta um valor de R$ 11.757.440,96, possivelmente referente à cidade de Limeira. Com isso, o total proveniente de entes públicos é de R$ 111.157.253,83. Em termos de faturamento por notas fiscais, as vendas da Life para esses municípios somaram pouco mais de R$ 86 milhões. *Reportagem em atualização. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

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PIB do Amazonas apresenta crescimento de 2% e estado é a 16ª maior economia do país

Publicado em: 14/11/2025 12:17

Movimento no comércio de Manaus Marcelo Camargo/Agência Brasil O Produto Interno Bruto (PIB) do Amazonas chegou a R$ 161,7 bilhões em 2023, com crescimento de 2,05% em relação a 2022. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (14) pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), mantêm o estado na 16ª posição entre as maiores economias do Brasil. No ano anterior, o PIB do Amazonas foi de R$ 145,1 bilhões, com alta de 3,27%. O resultado foi puxado pela indústria de transformação, administração pública e crescimento dos setores financeiro e imobiliário. CONTEXTO: Os números referentes a 2023 foram divulgados em 2025 porque o cálculo do PIB segue a metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), alinhada às recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU). O processo exige dois anos de intervalo entre o período analisado e a divulgação dos resultados. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp A economia do Amazonas segue diversificada, com o setor de serviços sendo o principal motor da economia, movimentando R$ 73,9 bilhões. Veja o gráfico abaixo: Segundo o secretário da Sedecti, Serafim Corrêa, 2023 foi marcado por uma seca severa que dificultou a navegação e o transporte de cargas. Para reduzir os impactos, o governo estadual, em parceria com a iniciativa privada, instalou portos temporários e manteve o fluxo de mercadorias. “O ano de 2023 foi atípico, em que tivemos uma seca prolongada e ficamos 50 dias sem receber um único navio vindo de fora de Manaus. O resultado disso foi um baque muito forte na nossa economia. Ainda assim, o PIB amazonense cresceu e chegou a R$ 161 bilhões, o que é muito positivo, com um crescimento de 2,05%, apesar de todos os pesares. Portanto, boa notícia”, destacou o secretário. 💰 Polo Industrial de Manaus tem maior faturamento da história: setembro bate recorde com R$ 20,07 bilhões Contribuições As maiores contribuições vieram da administração pública (R$ 27,8 bilhões), outros serviços (R$ 14,5 bilhões) e comércio e reparação de veículos (R$ 13,9 bilhões). Atividades imobiliárias cresceram 6,66% e o setor financeiro e de seguros avançou 9,46%. A indústria cresceu 12,47% em 2023, somando R$ 55,1 bilhões. O destaque foi a indústria de transformação, que responde por mais de 80% do setor e 27,72% do PIB estadual. O Polo Industrial de Manaus registrou alta de 2,21%, puxada por equipamentos de transporte e bebidas. A indústria extrativa teve leve crescimento e a construção civil avançou de forma moderada. A agropecuária somou R$ 7,4 bilhões em 2023, equivalente a 4,6% da economia estadual. O setor segue importante para a geração de renda e emprego no interior. Panorama nacional No Brasil, o PIB chegou a R$ 10,9 trilhões em 2023, com alta de 3,24%. O resultado foi impulsionado pela safra recorde de grãos, melhora no mercado de trabalho e controle da inflação. A composição foi de 59,18% em serviços, 22,14% em indústria, 6,02% em agropecuária e 12,65% em impostos sobre produtos. São Paulo segue como maior economia do país, seguido por Rio de Janeiro e Minas Gerais. Na Região Norte, o Amazonas é a segunda maior economia, atrás do Pará, que registrou R$ 254,5 bilhões. O PIB regional chegou a R$ 646,5 bilhões, 5,9% do total nacional.

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