Arquivo de Notícias Resultados para: "tecnologia"

Concurso da Cidasc tem 28 vagas e salários de até R$ 12,5 mil para atuar em Florianópolis; veja como se inscrever

Publicado em: 03/01/2026 16:06

Dicas de como estudar para concursos públicos com Thaynara OG A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) abrirá concurso público para 28 vagas de oito cargos diferentes, de níveis médio e superior. Os salários podem chegar a R$ 12,5 mil. As inscrições estarão abertas de 12 de janeiro a 11 de fevereiro. Os aprovados vão trabalhar em Florianópolis. Confira o edital. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Florianópolis abre concurso público com salários de até R$ 21 mil Concurso da Polícia Científica tem 60 vagas com salários de R$ 27,7 mil Cargos As vagas oferecidas são para os seguintes cargos: 11 vagas para analista de tecnologia da informação e comunicação, divididas entre as especialidades de banco de dados, sistemas e negócios e redes e telecomunicações; 2 para técnico de suporte de informática (nível médio); 7 para administrador; 2 para advogado; 2 para contador 1 para engenheiro civil; 1 para jornalista; 1 para designer gráfico; 1 para psicólogo. A prova será aplicada em Florianópolis, Lages, na Serra, e Chapecó, no Oeste. A taxa de inscrição custa R$ 120 para nível médio ou técnico e R$ 150 para nível superior. Elas devem ser feitas via internet. O concurso também formará cadastro reserva e há vagas para pessoas com deficiência. A banca organizadora é a Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese). As contratações têm como objetivo elevar os serviços de atividade administrativa e de tecnologia de informação e comunicação, além de repor desligamentos. 🤔Qual o papel da Cidasc? A Cidasc é uma empresa pública responsável pela defesa agropecuária no estado, promovendo o desenvolvimento agrícola. A empresa atua em diversas frentes, incluindo a fiscalização, a inspeção de produtos de origem animal e vegetal e a educação sanitária. Ela desempenha um papel estratégico na defesa sanitária animal e vegetal, inspeção de produtos de origem agropecuária e apoio à competitividade do agronegócio catarinense, contribuindo para que Santa Catarina mantenha o status sanitário diferenciado no cenário nacional e internacional. Servidor da Cidasc Ricardo Wolffenbüttel/Secom/Divulgação 📅Cronograma Confira abaixo as principais datas do concurso: 12 de janeiro a 11 de fevereiro - inscrições 20 de fevereiro - homologação das inscrições 11 de março - provável divulgação dos locais de prova 15 de março - previsão para aplicação da prova objetiva 15 de abril - provável divulgação do resultado final do concurso VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Palavras-chave: tecnologia

UFU tem 3.279 vagas para o Sisu em 2026, incluindo cursos de IA e Cibersegurança

Publicado em: 03/01/2026 15:06

Campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia Arquivo Portal Comunica/Alexandre Costa A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) terá 3.279 vagas na edição 2026-1 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), um aumento em relação à edição anterior e uma das maiores ofertas já registradas pela universidade. As inscrições para os candidatos interessados vão de 19 a 23 de janeiro, e o resultado da chamada regular está previsto para 29 de janeiro. O aumento de vagas vem junto com a expansão do número de cursos, que passou de 94 para 96 opções nas quatro cidades com campi da UFU: Uberlândia, Ituiutaba, Patos de Minas e Monte Carmelo. Entre as novidades desta edição estão graduações voltadas para áreas estratégicas ligadas à tecnologia e ao mercado de trabalho do século XXI. Em uma iniciativa alinhada a tendências globais, a UFU aprovou recentemente a criação dos cursos de Inteligência Artificial e Cibersegurança, que estreiam na oferta do próximo semestre letivo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Esses cursos são resultado da adoção do programa Universidades Inovadoras, do Ministério da Educação, que busca fortalecer a formação acadêmica em áreas de alta demanda. Os novos cursos, bacharelado em Inteligência Artificial e bacharelado em Cibersegurança , têm duração de quatro anos e devem entrar no processo seletivo do Sisu 2026/1, oferecendo 30 vagas cada. Além dessas opções, a UFU também ampliou sua oferta com cursos como Ciência de Dados e Estatística e Engenharia de Computação com Inteligência Artificial Aplicada, que reforçam a aposta da universidade em formação tecnológica de ponta. A distribuição das 3.279 vagas será dividida entre ampla concorrência (1.601 vagas) e critérios específicos (1.678 vagas), conforme a legislação que incentiva a inclusão de estudantes de escolas públicas, baixa renda e grupos subrepresentados. Os candidatos podem se inscrever no portal do Sisu a partir de 19 de janeiro, usando as notas das edições de 2023, 2024 ou 2025 do Enem. Para concorrer, é necessário ter obtido nota acima de zero na redação. Como serão os novos cursos da UFU? Todos os cursos serão oferecidos no campus Santa Mônica, em Uberlândia, com duração de quatro anos, ou seja, oito semestres letivos, sendo disponibilizadas 30 vagas por semestre. São eles: Graduação em Ciência de Dados e Estatística Bacharelado Noturno Graduação em Engenharia de Computação com Inteligência Artificial Aplicada Bacharelado Vespertino Graduação em Cibersegurança (novo) Bacharelado Noturno Graduação em Inteligência Artificial (novo) Bacharelado Matutino Programa Universidades Inovadoras e Sustentáveis O Programa Universidades Inovadoras e Sustentáveis foi lançado pelo Ministério da Educação em outubro, como parte do Plano de Transformação Ecológica do governo federal. A iniciativa busca transformar as universidades federais em polos de inovação e sustentabilidade, conectando ciência, empresas e sociedade para impulsionar a neoindustrialização e a transição ecológica do país. A proposta envolve ações integradas com outros ministérios, como Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente e Indústria, além da Advocacia-Geral da União, para criar um ambiente favorável à inovação. VEJA TAMBÉM: UFU aprova cursos de Inteligência Artificial e Cibersegurança UFU aprova cursos de Inteligência Artificial e Cibersegurança LEIA TAMBÉM: Concurso público da UFU para docentes tem salários de até R$ 13,2 mil; veja como se inscrever Prefeitura de Patos de Minas abre concurso público com 165 vagas e salários de até R$ 5,4 mil; veja como se inscrever Com salário de até R$ 4,3 mil, Cemig abre inscrições para concurso de eletricista em Uberlândia e região VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Petróleo, China, Doutrina Monroe: o que está por trás da ofensiva de Trump na Venezuela

Publicado em: 03/01/2026 10:04

Explosões são reportadas em Caracas, Venezuela Após meses de especulações e operações marítimas perto da costa da Venezuela, os Estados Unidos atacaram neste sábado (3) diversos pontos de Caracas e capturaram o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa. Para justificar as ações militares que vinha fazendo no Caribe e a pressão econômica sobre Caracas, o governo americano alegava combater o narcotráfico e rotas de drogas associadas a grupos criminosos ligados à Venezuela. Além disso, descreve Maduro como líder de um regime corrupto e diz agir por questões de segurança regional. Autoridades dos EUA aplicaram medidas diretamente a familiares de Maduro, ampliaram sanções e promoveram um bloqueio total a navios petroleiros ligados ao país sul-americano — escalando a pressão política e econômica sobre Caracas. Também houve apreensão de embarcações. Em resposta, o presidente venezuelano classificou as ações como tentativa de golpe e ameaça à soberania, chamando as interceptações de “roubo descarado” e “pirataria naval criminosa”. Ele ainda acusa Washington de usar o combate às drogas como pretexto para forçar sua saída do poder. Mas o que está, de fato, por trás da ofensiva dos EUA? Para especialistas ouvidos pelo g1, os interesses vão muito além do combate ao tráfico e incluem fatores econômicos e geopolíticos, como o interesse pelo petróleo e a relação da Venezuela com a China — principal rival de Trump. Veja, abaixo, alguns pontos de interesse do presidente dos EUA na Venezuela: De olho no petróleo A Venezuela concentra a maior reserva comprovada de petróleo do planeta, com capacidade de aproximadamente 303 bilhões de barris — ou 17% do volume conhecido —, segundo a Energy Information Administration (EIA), órgão oficial de estatísticas energéticas dos EUA. Esse volume coloca o país à frente de gigantes como Arábia Saudita (267 bilhões) e Irã (209 bilhões), com ampla margem. Grande parte do petróleo venezuelano, porém, é extra-pesado, o que exige tecnologia sofisticada e investimentos elevados para extração. 🔎 Na prática, o potencial é enorme, mas segue subaproveitado devido à infraestrutura precária e às sanções internacionais que limitam operações e acesso a capital. Nesse contexto, há um claro interesse dos EUA. Segundo a EIA, o petróleo pesado da Venezuela "é bem adequado às refinarias norte-americanas, especialmente às localizadas ao longo da Costa do Golfo". O jornal americano "The New York Times", por exemplo, afirmou que a commodity é prioridade na ofensiva contra o governo de Nicolás Maduro. Segundo a publicação, Washington tem feito negociações secretas com Caracas, justamente com foco no petróleo. Para Marcos Sorrilha, professor de história dos EUA na Unesp Franca, o presidente norte-americano tem interesse na produção venezuelana por um motivo principal: reduzir preços internos e, assim, aliviar o custo de vida no país. "O petróleo venezuelano seria uma estratégia de barateamento do preço do combustível para os americanos. É algo que está nas expectativas de Donald Trump", diz. Nesse contexto, o republicano atinge dois objetivos simultaneamente: ao buscar favorecer a economia dos EUA, também pressiona a produção e as exportações de petróleo da Venezuela — setor central para a economia do país e para a sustentação do governo de Nicolás Maduro. Os efeitos iniciais já começaram a aparecer nesta semana. Reportagem da Bloomberg News indicou que Caracas enfrenta falta de capacidade para armazenar petróleo, em meio a medidas de Washington para impedir que embarcações atraquem ou deixem portos venezuelanos. Proximidade com a China Antes das amplas sanções econômicas impostas pelos EUA à Venezuela, em 2019, os norte-americanos eram os maiores importadores do petróleo bruto do país. O restante das exportações tinha como principais destinos a Índia, a China e a Europa. Após as sanções, grande parte das vendas externas passou a ocorrer por meio de acordos de petróleo em troca de empréstimos, usados para quitar dívidas. Nesse arranjo, a China disparou sua participação e desempenha papel central. "A Venezuela mantém uma relação cooperativa com a China em áreas muito críticas, como petróleo e mineração", destaca Carolina Moehlecke, coordenadora do mestrado profissional em Relações Internacionais da FGV. A especialista reforça que o gigante asiático, principal adversário comercial dos EUA, tem emprestado dinheiro para a Venezuela utilizando embarques de petróleo como garantia. 🔎 Com isso, grande parte das exportações venezuelanas foi destinada à China. Por meio dos acordos, o país asiático já concedeu quase US$ 50 bilhões em empréstimos ao longo da última década, em troca de petróleo bruto. Segundo o relatório mais recente da Energy Information Administration, a China recebeu 68% das exportações de petróleo bruto da Venezuela apenas em 2023. O economista-chefe da Análise Econômica, André Galhardo, destaca que Donald Trump demonstra uma intenção clara de "manter os laços muito bem atados" na América Latina, diante do avanço da presença da potência asiática na região. "A China tem exercido uma influência muito grande nos países latino-americanos, e os EUA não têm interesse nessa aproximação geopolítica chinesa. Então, existem questões estratégicas de toda ordem: geopolíticas, econômicas, geográficas", diz Galhardo, sobre a postura de Trump. Para o economista, esse movimento também explica a redução das tensões de Donald Trump com o Brasil e a aproximação do republicano com a Argentina, em um gesto de expansão da influência norte-americana na América do Sul. "De repente, Trump passou a achar Lula um homem bom, né? Isso também acontece porque o Brasil se tornou um dos maiores produtores de petróleo do mundo, está prospectando volumes na margem equatorial, além do Sul do país, e planeja investir na extração de petróleo na África", acrescenta. Embora o Brasil não esteja entre os 10 países com maiores reservas, é o sétimo maior produtor de petróleo, com cerca de 4,3 milhões de barris por dia, segundo o órgão oficial de estatísticas energéticas dos EUA. "O mesmo acontece na Argentina: a aproximação dos EUA tem muito mais relação com as reservas de petróleo — especialmente após descobertas em Vaca Muerta — do que com um alinhamento ideológico com Javier Milei", acrescenta Galhardo. Abertura para empresas dos EUA Por trás da tentativa de Trump de derrubar o governo de Nicolás Maduro também está a intenção do governo dos EUA de expandir o mercado da América do Sul para companhias norte-americanas, explica Marcos Sorrilha, da Unesp. O professor lembra de conversas públicas de María Corina Machado, principal líder da oposição a Maduro, com Donald Trump Jr., nas quais ela defendia a abertura do mercado venezuelano a empresas dos EUA. "Então, há também interesse em expandir parcerias de empresas norte-americanas no mercado venezuelano, não apenas para a extração de commodities e produtos primários, mas também para a exploração de processos e produtos industriais dentro do país", afirma. Em seu segundo mandato, Donald Trump tem adotado políticas e firmado acordos comerciais para incentivar exportações americanas e ampliar o acesso a mercados internacionais, inclusive com iniciativas para aumentar as vendas de tecnologia a países aliados. Doutrina Monroe: a estratégia por trás da agenda de Trump Conforme mostrou o g1, o governo de Donald Trump pretende ampliar o foco na América Latina e reduzir o peso de outros compromissos globais, transferindo parte das responsabilidades a aliados, segundo a nova estratégia de política externa publicada pela Casa Branca no início deste mês. O plano prevê um ajuste da presença militar global dos EUA “para enfrentar ameaças urgentes” no Hemisfério, além de recalibrar a atuação em áreas cuja relevância diminuiu para o país nas últimas décadas. Nesse sentido, o documento menciona explicitamente a Doutrina Monroe, formulada há mais de dois séculos, e afirma que Washington deve “retomar” seus princípios na relação com a América Latina. 🔎 Criada em 1823, a Doutrina Monroe estabelecia que qualquer intervenção de potências europeias no hemisfério ocidental seria considerada uma ameaça à segurança dos EUA. Ao mesmo tempo, definia a região como uma área de interesse estratégico prioritário para Washington. Carolina Moehlecke, da FGV, ressalta que a nova estratégia de política externa dos EUA resgata a doutrina de forma mais ofensiva, "ao estabelecer a América Latina como a região prioritária para sua segurança e prosperidade". "Além disso, amarra essa prioridade a evitar que a China, principalmente, tenha acesso a recursos estratégicos na região, alguns dos quais a Venezuela consegue fornecer", diz. Marcos Sorrilha, da Unesp, avalia que a estratégia retoma uma visão voltada à consolidação da hegemonia continental, com o objetivo de afastar concorrentes da região — especialmente a China — e assegurar a expansão dos interesses econômicos dos EUA na América Latina. Segundo ele, há um paralelo com a política adotada na virada do século XIX para o XX, que buscava a expansão das empresas americanas na região por meio da Open Door Policy (Política da Porta Aberta). No contexto mais amplo da política externa dos EUA, "esse objetivo era sustentado, quando necessário, pelo uso da força”, conclui. Infográfico mostra cerco dos EUA contra a Venezuela Arte/g1 Governo Trump vai aumentar presença militar na América Latina em nova política externa Trump e Maduro AP Photo/Evan Vucci; Reuters/Leonardo Fernandez

Palavras-chave: tecnologia

Litoral do RN tem cinco pontos impróprios para banho no primeiro fim de semana do ano; veja locais

Publicado em: 03/01/2026 09:07

Praia de Areia Preta, em Natal Igor Jácome/g1 O litoral da região metropolitana de Natal tem pelo menos cinco pontos impróprios para banho neste fim de semana, segundo o Boletim da Balneabilidade das Praias do Rio Grande do Norte emitido nesta sexta-feira (2) pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável de Meio Ambiente (Idema). Conforme o documento, do total de 51 trechos analisados, 46 praias estão próprias para o banho. 📳Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Os pontos identificados como impróprios são: Foz do Rio Pirangi, em Nísia Floresta; Rio Pirangi (Ponte Nova), em Parnamirim; Rio Pirangi-Pium (Balneário Pium), em Parnamirim; Areia Preta (Escadaria de Mãe Luíza), em Natal; Maracajaú (Mercado Público), em Maxaranguape. O Programa Água Azul visa apresentar aos banhistas e turistas as condições das praias monitoradas. Segundo o Idema, uma base de dados analisa a quantidade de coliformes termotolerantes encontrados nas amostras de água coletadas semanalmente. A classificação tem por base as normas determinadas na Resolução n.º 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente - Conama. Os pesquisadores usam os resultados de cinco semanas consecutivas, para avaliar se o trecho está impróprio ou não. Se dois ou mais desses resultados possuírem mais de mil coliformes fecais por 100 ml de água, a praia é classificada como imprópria. E se na análise mais recente houver mais de 2.500 coliformes fecais, com apenas esse resultado ela já passa a ser considerada imprópria. O estudo é uma parceria entre o Idema, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (Funcern). Veja os vídeos que estão em alta no g1

Palavras-chave: tecnologia

Kátia Lopes, ex-miss e modelo do interior de SP, morre aos 64 anos; ‘uma pessoa alegre, uma mãe incrível’, diz filho

Publicado em: 03/01/2026 08:00

Ex-miss e modelo de Guapiara morreu na quarta-feira (31) em Itapeva após uma semana internada Reprodução/Redes sociais Kátia Lopes, ex-miss e modelo de Guapiara (SP), morreu aos 64 anos, em Itapeva (SP), na quarta-feira (31). Eleita Miss Vale do Ribeira em 1970, ela construiu uma carreira na moda e na publicidade, com trabalhos no Brasil e no exterior, antes de se dedicar a ações filantrópicas na cidade onde vivia. Segundo a família, Kátia sofreu um mal súbito e ficou internada por uma semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital de Itapeva. O filho único, JeanPaul Lavarone, de 32 anos, contou ao g1 que esteve ao lado da mãe durante todo o período de internação. O corpo foi sepultado na manhã desta quinta-feira (1º), em Guapiara. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp “Era uma pessoa alegre, sempre ajudando as pessoas, muito presente na parte filantrópica da cidade. Ninguém nunca fala mal dela. Uma mãe incrível”, disse JeanPaul. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ao g1, o filho relembrou a trajetória profissional da mãe. Ele contou que Kátia iniciou a carreira em 1970, após ser eleita Miss Vale do Ribeira. Depois, mudou-se para a capital paulista em busca de oportunidades e chegou a atuar em diferentes áreas, inclusive fora da moda. Em 1970, Kátia foi eleita como Miss Vale do Ribeira e logo depois iniciou sua carreira como modelo e garota propaganda Reprodução/Redes sociais Em uma dessas tentativas, uma profissional da área viu uma foto de Kátia e entrou em contato oferecendo trabalho na recepção de um evento, durante o lançamento de um produto de tecnologia japonesa. No local, ela conversou com diversos convidados e chamou a atenção pela simpatia e beleza. O diretor da empresa incentivou o contato da modelo com outros participantes. A partir disso, Kátia passou a receber novos convites e atuou em diversos eventos, como modelo fotográfica e garota propaganda de marcas. Ela também participou de programas de televisão, como a vinheta de carnaval da TV Globo. Em seguida, mudou-se para a Itália, onde conheceu o pai de Jeanpaul, se casou e viveu por sete anos. Depois, voltou ao Brasil, deu continuidade à carreira e se aposentou aos 40 anos. De volta à Guapiara, abriu uma pousada e passou a atuar em ações filantrópicas na cidade. Aos 64 anos, Kátia faleceu em Itapeva, após uma internação devido a um mal súbito Arquivo pessoal/JeanPaul Lavarone Uma das participações mais reconhecidas da modelo de Guapiara é em uma propaganda de refrigerante Arquivo pessoal/JeanPaul Lavarone *Colaborou sob supervisão de Carla Monteiro Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região

Palavras-chave: tecnologia

Estudante do interior de SP conquista tricampeonato em maior maratona de tecnologia entre escolas brasileiras: 'Frutos do esforço'

Publicado em: 03/01/2026 08:00

Estudante de Rio Preto é tricampeão em maratona de tecnologia entre escolas brasileiras Um estudante de São José do Rio Preto (SP) é tricampeão na maior maratona de tecnologia entre as escolas brasileiras, que contou com 290 mil participantes. Caetano Pieralisi, de 16 anos, recebeu a premiação da Maratona Tech no dia 26 de novembro de 2025, em São Paulo (SP). Assista ao vídeo acima. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Ele, que está no segundo ano do ensino médio em uma escola particular de Rio Preto, conquistou a primeira medalha na competição no ano de 2023, quando estava no nono ano do ensino fundamental. Em 2024, no primeiro ano do ensino médio, Pieralisi foi premiado pela segunda vez. O ouro em 2025 veio após o desenvolvimento de uma plataforma direcionada ao ensino de tecnologia para crianças e adolescentes. Caetano Pieralisi, de São José do Rio Preto (SP), conquistou três medalhas de ouro na Maratona Tech Arquivo Pessoal Em entrevista ao g1, Caetano disse estar muito grato por mais uma conquista e sonha em alcançar novos títulos. “Ser premiado na Maratona Tech foi a materialização de algo que venho construindo há anos, que é a paixão pela tecnologia. Foi a realização de um sonho e me deu a certeza de que vale muito a pena se dedicar e buscar aprender sempre, pois mesmo que não seja imediatamente, os frutos do esforço chegam, e isso é muito recompensador”, comentou. Diante de um mercado tecnológico voltado para adultos e com alto custo, surgiu a ideia do projeto premiado no ano passado. A plataforma foi desenvolvida para dispositivos móveis, como celulares, tablets e computadores, com conteúdo direcionado às faixas etárias mais jovens. À reportagem, Caetano comentou que o aplicativo está em fase de testes, mas deve ser lançado em breve. “O projeto que rendeu a medalha vem sendo desenvolvido há muito tempo e exigiu muito estudo, várias noites sem dormir e diversos testes. Já apresentei ele para diversas pessoas e fui colhendo feedbacks para melhorar. A competição exige uma prova sobre conhecimentos da tecnologia e IA. Tive que assistir várias aulas e consumir muitos conteúdos sobre o assunto para conseguir um bom desempenho”, comentou. Após a premiação, ele participou de uma imersão em polos de tecnologia e inovação, na capital paulista, onde visitou empresas como iFood e Arco Educação. “Essa imersão me mostrou projetos muito legais e me deu a certeza de que quero empreender na área da tecnologia. Tive muito apoio da minha família, e sem eles não seria possível. Meus pais sempre me incentivaram, me motivaram e me deram espaço para aprender, me desenvolver e errar”, finaliza. Caetano Pieralisi, de São José do Rio Preto (SP), conquistou três medalhas de ouro na Maratona Tech Arquivo Pessoal Orgulho Caetano teve o primeiro contato com o setor aos oito anos, quando estudou em uma escola voltada à formação tecnológica. Desde então, passou a desenvolver soluções voltadas à resolução de problemas, à inovação e à construção de projetos com propósitos associados à sociedade. Ao longo dos anos, participou de olimpíadas, imersões e projetos educacionais, os quais foram essenciais para aprimorar seus conhecimentos. A premiação na Maratona Tech deixou o pai, Flávio Sambatti, de 47 anos, orgulhoso. “A sensação é de muita alegria e satisfação, por ver o esforço e dedicação dele sendo recompensados. Sempre acreditei na meritocracia, e o Caetano é o exemplo disso”, comentou o pai. Caetano Pieralisi (à esquerda) e o pai Flávio Sambatti (à direita) em São José do Rio Preto (SP) Arquivo Pessoal Flávio trabalha na área de consultoria de Recursos Humanos e lembra que, desde pequeno, o filho sempre teve habilidade ao mexer nos equipamentos eletrônicos da família. Ele diz que os pais estimularam Caetano, mas nunca deixaram de respeitar as principais características do jovem. “Ele era muito pequeno e já tinha uma habilidade em mexer em nossos computadores de trabalho. Além de sempre ser curioso para saber como os aparelhos funcionavam, adorava desmontar tudo e identificar o que cada peça fazia. Ele é muito maduro para a idade. Sua maior qualidade é seu caráter, sua firmeza moral, pois sempre faz as coisas da forma correta, sem atalhos ou jeitinhos”, finaliza o pai. Incentivo Caetano Pieralisi, de São José do Rio Preto (SP), e a pedagoga Janaína Bertoldi de Souza Arquivo Pessoal Atualmente, Caetano estuda no Colégio Pollicare, onde os alunos desenvolvem um trabalho estratégico de consultoria em Olimpíadas Estudantis. Durante a preparação para a Maratona Tech, ele foi supervisionado pela pedagoga Janaína Bertoldi de Souza, de 39 anos. Ao g1, ela revelou que Pieralisi tem facilidade para transformar ideias em soluções práticas, além de ser muito dedicado. “O incentivo ao pensamento crítico e o estímulo à criatividade fazem a diferença. Ver Caetano se destacar criando um aplicativo para ajudar crianças reforça a importância da educação como ferramenta de transformação e inspiração”. Para Janaina, ver o aluno se destacando em competições que reúnem estudantes de colégios conceituados reforça a importância do setor de tecnologia, que tende a ser promissor nos próximos anos. Caetano Pieralisi, de São José do Rio Preto (SP), conquistou três medalhas de ouro na Maratona Tech Arquivo Pessoal “A tecnologia é uma importante aliada da sociedade e da aprendizagem nos dias atuais. Como educadora, poder ajudar no desenvolvimento das habilidades dos alunos é fantástico! Caetano se encontrou na tecnologia, participa das startups criando programas, com comprometimento e gosto, acompanhá-lo em algumas competições sempre foi muito gratificante”, finaliza a pedagoga. Veja mais notícias da região em g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

Palavras-chave: tecnologia

Estudante de escola pública do interior da BA é aprovada em 7 universidades norte-americanas

Publicado em: 03/01/2026 06:00

Estudante de escola pública da Bahia é aprovada em 7 universidades norte-americanas O sonho de estudar fora do Brasil começou de forma despretensiosa para a estudante baiana Maria Clara Dutra, de 19 anos. Ao assistir um vídeo sobre o processo de admissão em universidades americanas, ela descobriu um caminho que, até então, parecia inexistente em sua cidade. Anos depois, o que era apenas curiosidade, se transformou em realidade: Maria Clara embarcou no dia 31 de janeiro para cursar Engenharia de Computação na Augustana University, na Dakota do Sul, após um processo seletivo longo, complexo e diferente do modelo brasileiro. Formada pelo Colégio Estadual de Tempo Integral Adinália Pereira de Araújo, localizado em Itarantim, no sudoeste da Bahia, ela concluiu o ensino médio em 2023 e foi aprovada em outras sete universidades americanas em 2025. A jovem também garantiu aprovações em instituições brasileiras como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), para Engenharia Mecânica, além da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), em Engenharia Aeronáutica. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Ao g1, Maria Clara contou que a preparação para vestibulares no exterior começou no ensino fundamental e exigiu pesquisa, apoio da família e da escola, além de dedicação diária aos estudos. “Era uma coisa que eu nunca tinha visto na minha cidade ou na região. Era uma coisa muito distante para mim”, relembrou. A partir disso, ela passou a buscar informações, assistir a relatos de estudantes aprovados e assistir vídeos com relatos de quem já havia passado pela experiência. Maria Clara Dutra relata como foi preparação para processos seletivos Ao longo do processo, Maria Clara se candidatou a diferentes cursos e foi aceita em áreas como Engenharia Aeroespacial, Engenharia Mecânica e Matemática, em universidades norte-americanas. No entanto, optou pela Engenharia de Computação, área com a qual mais se identifica e que, segundo ela, tem grande destaque nos Estados Unidos. “É um país muito forte nessa área, com muitas oportunidades em grandes empresas e centros de tecnologia”, explica. A estudante contou que, diferente do vestibular brasileiro, a seleção para universidades americanas leva em conta diversos critérios. Além das notas escolares a partir do 9º ano, Maria Clara precisou fazer o Scholastic Assessment Test (SAT), considerado o principal vestibular dos EUA, prova de proficiência em inglês, enviar cartas de recomendação de professores, listar atividades extracurriculares, prêmios, participação em olimpíadas e escrever redações pessoais explicando sua trajetória e objetivos. Também foi necessário apresentar documentos financeiros. A preparação acadêmica começou cerca de quatro anos antes da aplicação, com foco em boas notas, participação em olimpíadas de conhecimento e fortalecimento do currículo. Já o processo de candidatura em si levou aproximadamente um ano, período dedicado às provas, redações e envio da documentação. Estudante de escola pública do interior da Bahia é aprovada em 7 universidades norte-americanas Rafaela Paixão/g1 Apesar de ter sido aprovada em universidades brasileiras, Maria Clara decidiu não se matricular, pois o sonho de estudar fora já estava definido e sua rotina de estudos foi voltada, principalmente, para provas no exterior. Como precisava comprovar que é fluente em inglês, a estudante fez um curso preparatório específico para o Test of English as a Foreign Language (TOEFL), exame de proficiência em inglês. No entanto, para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), segundo ela, não houve uma preparação direcionada. Sobre a escolha pela Augustana University, ela relatou que levou em conta fatores como o curso oferecido, o estado ser considerado tranquilo e a instituição estar alinhada com seus valores religiosos. “A Augustana é uma faculdade cristã, e isso foi importante para mim, porque sou católica”, afirma. Outro ponto decisivo para ela escolher a universidade foi a bolsa de estudos, que cobre integralmente a anuidade do curso. As despesas com moradia, alimentação e material acadêmico ficarão sob responsabilidade da família da estudante. "Além da Augustana, recebi da Stetson University, na Flórida, e da Loyola University, na Louisiana, mas optei pela instituição da Dakota do Sul", falou a baiana. LEIA TAMBÉM: Estudantes recebem prêmio internacional por jogo de tabuleiro inspirado no bloco afro Ilê Aiyê Estudante de cidade da Bahia fica em primeiro lugar em seleção de redações e assume vaga em programa do Senado Federal Filho de catadora de latinha é aprovado em universidade na Espanha e se prepara para intercâmbio Maria Clara exibe medalhas que ganhou em diversas Olímpiadas Arquivo pessoal O apoio da escola e do diretor da escola, Amisson Nunes, foi fundamental para a conquista. Ele e os professores auxiliaram ela nas inscrições em olimpíadas, no envio de documentos, cartas de recomendação e até com equipamentos para realização de provas. Ela participou da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronautica, Olimpíada Canguru de Matemática e da Olimpíada Nacional de Ciências, conquistando medalhas de prata e bronze, além de menção honrosa. "Quando eu precisava de um computador para poder fazer alguma prova, ele me emprestava. Sempre tive muito apoio. Eles sempre acreditaram muito em mim e falavam: 'você vai conseguir'", afirmou a estudante. Estudante baiana diz que recebeu apoio de professores e diretor da escola Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

Palavras-chave: tecnologia

Como a demora para pedir uma cerveja na praia virou um negócio de R$ 60 mil por mês

Publicado em: 03/01/2026 03:00

Como demora no atendimento em quiosque de praia fez cliente frustrado faturar mais de R$ 60 mil por mês Você já enfrentou dificuldades para fazer pedidos naqueles típicos quiosques à beira-mar? O sol forte, o movimento intenso e o garçom que parece nunca chegar. Foi exatamente dessa situação que nasceu uma ideia milionária. Em um dia comum de praia no Rio de Janeiro, o empresário Carlos Eduardo Ernanny só queria uma cerveja gelada. O que ele ganhou, no entanto, foi inspiração para criar um negócio que hoje fatura R$ 60 mil por mês: um aplicativo que conecta banhistas e garçons, agilizando o atendimento nos quiosques e barracas à beira-mar. “Eu estava ali, tentando pedir, e pensei: por que não usar tecnologia para resolver isso?”, lembra Eduardo. A curiosidade virou projeto. Ele percorreu quase 40 quilômetros de praias cariocas fazendo pedidos e cronometrando o tempo de espera. O resultado chamou atenção: em média, os clientes levavam 13 minutos para conseguir ser atendidos. “Em 13 minutos, alguém passa vendendo alguma coisa e você acaba comprando de quem está passando. O barraqueiro perde a venda”, explica. Com a ajuda de amigos, ele levantou R$ 300 mil e desenvolveu uma plataforma simples e eficiente: os garçons registram os pedidos diretamente no celular, sem papel e sem erro. O sistema ainda mostra o cardápio em tempo real, controla o estoque e avisa quando um produto está acabando. O aplicativo já está presente em todas as praias do Rio, em Búzios, nos litorais norte e sul de São Paulo e também no Ceará. Para empreendedoras como Jane Alves de Oliveira e Ana Paula Correa, que há 18 anos comandam barracas de praia, a tecnologia virou aliada indispensável. “O atendimento ficou muito mais rápido. O faturamento dobrou e a gente parou de perder produto por falta de controle”, diz Jane. Carlos Eduardo Ernanny criou um app que conecta banhistas a barracas de praia e facilita atendimento TV Globo/ Reprodução Tooda Endereço: Rua Barão do Flamento, 22, sala 402, Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.220-900 Telefone: 21-98108-4720 E-mail: contato@tooda.com.br Site: https://tooda.com.br/ Instagram: https://www.instagram.com/apptooda/

Palavras-chave: tecnologia

CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)

Publicado em: 03/01/2026 02:00

Muito poucas organizações conseguem fornecer telureto de cádmio e zinco. Kromek via BBC Deitar-se de costas dentro de um grande scanner de tomografia, o mais quieto possível, com os braços acima da cabeça e durante 45 minutos, não é das coisas mais divertidas. Era isso que os pacientes do Royal Brompton Hospital, em Londres, precisavam fazer durante certos exames pulmonares. Mas, com a instalação de um novo equipamento no ano passado, o tempo diminuiu para apenas 15 minutos. Isso se deve, em parte, à tecnologia de processamento de imagens do aparelho, mas também a um material especial conhecido como CZT (sigla em inglês para telureto de cádmio e zinco), que permite à máquina produzir imagens tridimensionais muito detalhadas dos pulmões dos pacientes. "Com este scanner, obtêm-se imagens maravilhosas", afirma a médica Kshama Wechalekar, chefe de medicina nuclear e PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons) do hospital. "É uma verdadeira façanha de engenharia e física." Veja os vídeos que estão em alta no g1 O CZT da máquina foi fabricado pela empresa britânia Kromek, uma das poucas do mundo capazes de produzi-lo. Talvez você nunca tenha ouvido falar dele, mas — nas palavras de Wechalekar — ele está provocando uma "revolução" na imagiologia médica. Esse material incrível ainda tem muitos outros usos, como em telescópios de raios-x, detectores de radiação e scanners de segurança em aeroportos. E sua demanda só cresce. Kshama Wechaleka com o novo equipamento no Royal Brompton Hospital de Londres. Guy's and St Thomas' NHS Foundation Trust via BBC As pesquisas sobre os pulmões dos pacientes realizadas por Wechalekar e seus colegas envolvem a detecção de numerosos coágulos de sangue minúsculos em pessoas com covid prolongada, ou de um coágulo maior conhecido como embolia pulmonar, por exemplo. O scanner, que custa um milhão de libras esterlinas (cerca de R$ 7,4 milhões), funciona detectando os raios gama emitidos por uma substância radioativa injetada no corpo dos pacientes. Mas a sensibilidade do scanner também significa que é necessária uma quantidade menor dessa substância do que antes. "Podemos reduzir as doses em cerca de 30%", afirma a médica. Veja mais: Como é o jato executivo mais rápido do mundo, capaz de voar sem escalas para quase todo o planeta Que fim levou o DeepSeek? Fenômeno do começo de 2025 perde fôlego em meio a suspeitas de chips proibidos e espera por novo modelo Grande demanda, pouca oferta Embora os scanners baseados em CZT não sejam novos, equipamentos de corpo inteiro e de grande porte como este são uma inovação relativamente recente. O CZT existe há décadas, mas sua fabricação é notoriamente difícil. "Levou muito tempo desenvolvê-lo para que se tornasse um processo de produção em escala industrial", afirma Arnab Basu, diretor-executivo e fundador da Kromek. Nas instalações da empresa em Sedgefield, na Inglaterra, há 170 pequenos fornos em uma sala que Basu descreve como "semelhante a uma fazenda de servidores". Nesses fornos, um pó especial é aquecido, fundido e depois solidificado, formando uma estrutura monocristalina. Todo o processo leva semanas. "Átomo por átomo, os cristais se reorganizam […] até ficarem completamente alinhados", explica Basu. O CZT recém-formado, um semicondutor, pode detectar partículas minúsculas de fótons em raios-x e raios gama com precisão incrível, funcionando como uma versão altamente especializada do sensor de imagem baseado em silício sensível à luz que existe na câmera do seu smartphone. Cada vez que um fóton de alta energia incide no CZT, como o raio-x, ele mobiliza um elétron, e esse sinal elétrico pode ser usado para gerar uma imagem. A tecnologia de scanners anterior utilizava um processo em dois passos, que não era tão preciso. "É digital", detalha Basu. "É um único passo de conversão. Preserva toda a informação importante, como o tempo e a energia dos raios-x que atingem o detector de CZT; é possível criar imagens coloridas ou espectroscópicas (que permite diferenciar materiais, tecidos ou substâncias)." Ele acrescenta que scanners baseados em CZT já são usados atualmente para detecção de explosivos em aeroportos do Reino Unido e para escanear bagagens despachadas em alguns aeroportos dos EUA. "Esperamos que o CZT seja incorporado ao segmento de bagagem de mão nos próximos anos." O material escolhido Mas nem sempre é fácil conseguir CZT. Henric Krawczynski, pesquisador da Universidade de Washington em St. Louis, nos EUA, já utilizou o material anteriormente em telescópios espaciais suspensos em balões de grande altitude. Esses detectores podem captar raios-x emitidos tanto por estrelas de nêutrons quanto pelo plasma ao redor de buracos negros. O professor Krawczynski precisa de peças muito finas de CZT, de 0,8 mm, para seus telescópios, pois isso ajuda a reduzir a quantidade de radiação de fundo captada, permitindo um sinal mais claro. "Gostaríamos de comprar 17 detectores novos", afirma. "É realmente difícil encontrá-los tão finos." A Kromek não pôde ajudá-lo porque, segundo Basu, a empresa enfrenta uma grande demanda atualmente. "Apoiamos inúmeras organizações de pesquisa", acrescenta. "É muito difícil fazer cem coisas diferentes. Cada projeto de pesquisa requer um tipo muito específico de estrutura de detector." Muitos outros cientistas também utilizam CZT. No Reino Unido, uma grande modernização do centro de pesquisa Diamond Light Source, em Oxfordshire, melhorará suas capacidades graças à instalação de detectores baseados em CZT. O Diamond Light Source é um sincrotron - que acelera elétrons ao redor de um anel gigante, a uma velocidade próxima à da luz. Os ímãs fazem com que esses elétrons, ao passarem, percam energia na forma de raios-x, direcionados em linhas de luz para, por exemplo, analisar materiais. Alguns experimentos recentes envolveram a análise de impurezas no alumínio durante sua fusão. Compreender melhor essas impurezas pode ajudar a melhorar as formas recicladas do metal. Com a atualização do Diamond Light Source, cuja conclusão está prevista para 2030, os raios-x produzidos serão significativamente mais brilhantes, o que significa que os sensores existentes não conseguirão detectá-los corretamente. "Não faz sentido gastar todo esse dinheiro em melhorar essas instalações se não for possível detectar a luz que elas produzem", diz Matt Veale, líder do grupo de desenvolvimento de detectores no Conselho de Instalações Científicas e Tecnológicas, uma das partes interessadas no Diamond Light Source. Por isso, mais uma vez, o CZT foi o material escolhido. Veja mais: VÍDEO: robô chinês anda mais de 100 km sem parar, bate recorde e entra para o Guinness Book VÍDEO: Japonesa se casa com personagem do ChatGPT: 'Me apaixonei'

Palavras-chave: tecnologia

Com reservatórios no limite, especialistas alertam para necessidade urgente de se combater desperdício de água

Publicado em: 02/01/2026 21:37

Com reservatórios no limite, o desperdício preocupa Com reservatórios no limite, o desperdício preocupa. Enquanto falta água para muita gente, milhões de litros se perdem em vazamentos. Especialistas alertam: combater essa perda é um desafio que o Brasil não pode mais adiar. Torneiras secas no começo do ano. Com as manobras de redução de pressão por causa da crise hídrica, a água não tem força para chegar na caixa em partes altas da cidade. E tem sido assim há um mês na casa da Adriana, na Zona Noroeste de São Paulo. “Nesse tanque é água da caixa, não tem também, porque a água não sobe da caixa. E aqui é o que vem da rede, olha a situação: não tem água”, conta. Enquanto isso, na mesma região, água tratada escorre em um vazamento, que chamou a atenção da gerente de planejamento Elaine Favari: "Eu economizo a água, para daí a gente passar aqui na rua e ver esse absurdo aqui?", pergunta. Reduzir o desperdício é um enorme e urgente desafio brasileiro. Segundo o Instituto Trata Brasil, em países desenvolvidos, as perdas giram em torno de 15%. Aqui é mais que o dobro disso. "Hoje, infelizmente, nós perdemos 39,5% de todo o volume de água produzido antes de chegar na casa de cada cidadão”, afirma Luana Pretto, presidente executiva do Instituto Trata Brasil. Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso, estão entre as cidades que mais desperdiçam. São perdas que afetam a todos que dependem desse bem comum. "A gente acaba captando muito mais água no rio do que deveria estar captando. E o impacto econômico também, porque essa ineficiência nesse sistema de distribuição gera um maior custo de produção de água e uma maior tarifa para a população”, diz Luana Pretto. Com reservatórios no limite, especialistas alertam para necessidade urgente de se combater desperdício de água Jornal Nacional/ Reprodução Em São Paulo, a captação nas represas bateu recorde em 2025: quase 71 mil litros por segundo - 3% mais que em 2024 e 8% acima de 2023. Em uma sala da Sabesp, novas tecnologias estão sendo implantadas para, de maneira remota, controlar a pressão, detectar ligações clandestinas e acompanhar vazamentos e reparos com mais precisão. Os primeiros testes feitos em 2024 mostram como a tecnologia pode ajudar a reduzir o desperdício. Em uma área da rede de 50 km no Centro de São Paulo, os métodos convencionais detectaram 14 vazamentos. Com o uso da inteligência artificial e dos satélites, o número saltou para 81 vazamentos identificados na mesma área. O satélite detecta vazamentos por diferenças de temperatura no solo. O sistema deve ser implantado até 2027. O Brasil tem meta de reduzir as perdas em 25% até 2033. "Hoje, nós temos em torno de 36 mil vazamentos no estado todo por mês. E uma das principais ações é o combate aos vazamentos. Sejam os vazamentos visíveis ou os não visíveis, os não detectados visivelmente, que a gente usa tecnologia de ponta também para poder identificar”, afirma Nivaldo Rodrigues, diretor regional da Sabesp. Mas além da tecnologia, é preciso o uso consciente e olhos atentos para denunciar o desperdício. A Sabesp afirmou que consertou o vazamento mostrado na reportagem. A Águas Cuiabá declarou que vai investir R$ 250 milhões até 2030 em ações para reduzir perdas. E o Departamento de Água de Várzea Grande disse que os vazamentos são consequência de problemas antigos; que busca soluções definitivas e faz reparos diários para garantir o abastecimento. LEIA TAMBÉM Moradores de São Paulo, maior cidade do Brasil, relatam falta d’água Calor extremo e chuvas irregulares: combinação se repete com cada vez mais força e frequência

Como a Alexandria estrutura modelos estáveis de energia compartilhada

Publicado em: 02/01/2026 17:58

O mercado de energia compartilhada no Brasil entrou em uma nova etapa. Após um período de crescimento acelerado, o setor passou a lidar com desafios ligados à previsibilidade operacional, à organização comercial e à estabilidade da base de clientes. Nesse contexto, a Alexandria vem estruturando um modelo que vai além da geração de energia. A empresa integra alianças entre usinas, infraestrutura digital própria e gestão organizada da base de clientes com o objetivo de criar operações mais estáveis, previsíveis e alinhadas às práticas valorizadas pelo mercado institucional. Quando gerar energia não é mais o único desafio Na avaliação da Alexandria, a geração deixou de ser o único fator determinante para o sucesso de projetos no modelo compartilhado. A forma como essa energia é comercializada, distribuída e administrada ao longo do tempo passou a ter impacto direto na sustentabilidade dos projetos. Operações com baixa organização comercial tendem a enfrentar maior rotatividade de clientes, processos pouco padronizados e dificuldades para escalar. Esses fatores aumentam o risco percebido da operação e comprometem a previsibilidade dos resultados. Foi a partir dessa leitura que a empresa ampliou sua atuação, passando a se posicionar como estruturadora de um ecossistema comercial e relacional voltado à energia compartilhada. Aliança entre usinas como estratégia de estabilidade Um dos pilares desse modelo é a formação de alianças entre usinas. Em vez de operar com ativos isolados, a Alexandria promove a integração de diferentes projetos sob uma lógica coordenada de comercialização, relacionamento com clientes e governança. Essa estrutura permite diluir riscos, equilibrar oferta e demanda ao longo do tempo e estabelecer padrões comuns de operação. A coordenação entre usinas contribui para maior continuidade operacional, especialmente em um setor sujeito a variações regionais e mudanças de mercado. Tecnologia como base de governança Para sustentar essa organização, a Alexandria desenvolveu uma infraestrutura digital própria. Aplicativos e sistemas internos funcionam como uma camada de governança, organizando fluxos comerciais, contratos e relacionamento com clientes. A tecnologia permite centralizar informações, acompanhar a base de consumidores de forma contínua e padronizar processos, aumentando a transparência entre os agentes envolvidos. Nesse modelo, o uso da tecnologia não é um fim em si, mas um meio para garantir controle, previsibilidade e organização. Alinhamento com práticas valorizadas pelo mercado institucional A integração entre alianças de usinas, base pulverizada de clientes e governança digital aproxima os projetos estruturados pela Alexandria de critérios observados pelo mercado institucional na avaliação de operações de infraestrutura. Aspectos como previsibilidade operacional, estabilidade de receitas e capacidade de gestão ao longo do tempo costumam ser considerados em análises de risco. Embora a empresa não atue na atribuição de ratings, seu modelo contribui para organizar esses vetores dentro da energia compartilhada. Um novo patamar de maturidade para a energia compartilhada Ao estruturar projetos com foco em organização comercial, tecnologia e relacionamento, a Alexandria busca posicionar a energia compartilhada em um estágio mais maduro no Brasil. Nesse cenário, esses elementos deixam de ser acessórios e passam a integrar o núcleo da estratégia. A proposta é fortalecer um ecossistema mais sólido, transparente e preparado para crescer de forma sustentável. Sobre a Alexandria A Alexandria atua no mercado de energia compartilhada com foco na organização de ecossistemas que integrem geração, tecnologia e relacionamento. A empresa desenvolve modelos que conectam usinas, clientes e canais comerciais, buscando maior previsibilidade operacional e alinhamento com as melhores práticas institucionais do setor. Saiba mais sobre os serviços e modelos disponíveis no site da Alexandria.

Palavras-chave: tecnologia

Defesa Civil emite 'alerta severo' para risco de temporal com raios e ventania em Caraguatatuba e Ubatuba

Publicado em: 02/01/2026 17:28

Defesa Civil emite 'alerta severo' para risco de temporal com raios e ventania em Caraguatatuba, SP Patrick César/TV Vanguarda Os moradores e turistas de Caraguatatuba e Ubatuba receberam, na tarde desta sexta-feira (2), um alerta de celular da Defesa Civil informando sobre risco severo diante da chegada de uma chuva forte na cidade. Em Caraguatatuba, a mensagem "alerta severo" apareceu nos celulares às 17h13 junto com um som agudo e vibração. No texto, a Defesa Civil informou: "Chuva forte se espalhando por Caraguatatuba. Tem raios e vento. Atinge municípios vizinhos. Tenha cuidado nas próximas horas". Mais tarde, por volta das 18h46, foi a vez de Ubatuba receber o alerta severo. A mensagem foi a mesma. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp O alerta foi desenvolvido pelo governo federal para sinalizar riscos de desastres e orientar a população. Os alertas usam a tecnologia “cellbroadcast” e "saltam" na tela do celular, sobrepondo-se a qualquer conteúdo que esteja sendo exibido no momento - leia mais abaixo. Todas as 46 cidades do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira, Litoral Norte de SP e região bragantina estão em situação de alerta por causa da chuva. Segundo a Defesa Civil de SP, há previsão de chuvas intensas pelo menos até domingo (4). Defesa Civil alerta que chuvas intensas podem provocar alagamentos e deslizamentos na região na semana do Ano Novo Cellbroadcast: saiba como ativar as notificações de alerta severo da Defesa Civil Por causa do volume de chuva, o solo pode ficar encharcado, provocando risco de transbordamento de rios, alagamentos e deslizamentos, por exemplo. Em caso de emergências, os moradores podem acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou a Defesa Civil pelo 199. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Tecnologia de alerta O novo sistema de alerta de desastres do governo federal começou a funcionar no fim de 2024. A partir da localização dos celulares, a Defesa Civil de cada estado envia a mensagem de acordo com o nível de risco para enchentes, deslizamentos e outros desastres relacionados à chuva. O recebimento do aviso não depende de um cadastro do usuário. Além de não precisar de cadastro, o alarme sonoro funciona até mesmo em celulares no modo silencioso e só sai da tela se o usuário mostrar que leu a mensagem, em uma tecnologia chamada “cellbroadcast”. Para receber o sinal, é preciso ter um celular comprado depois de 2020 – cujos modelos já são compatíveis com a tecnologia – e acesso às redes 4G ou 5G das operadoras - saiba mais sobre a tecnologia clicando aqui. Defesa Civil emite 'alerta severo' para risco de temporal com raios e ventania em Caraguatatuba, SP Patrick César/TV Vanguarda Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Palavras-chave: tecnologia

Tornados no Paraná: entenda como funciona a classificação de gravidade do fenômeno

Publicado em: 02/01/2026 17:11

Tornados são registrados no Paraná com ventos de 120 km/h Nesta quinta-feira (1), o Paraná registrou dois tornados em Mercedes, na região oeste do estado. O fenômeno, o primeiro do ano, foi classificado como F1, na Escala Fujita, nível considerado moderado, com velocidade do vento estimada entre 116 km/h e 180 km/h, segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). Assista acima. Apenas em 2025, segundo o Simepar, o Paraná registrou quatro tornados. Todos foram confirmados na região central do estado. Em Rio Bonito do Iguaçu e Guarapuava, os fenômenos foram classificados como F4, considerada devastadora, com velocidade do vento estimada entre 332 km/h e 418 km/h. Cerca de 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu ficou destruída. Os outros dois tornados ocorreram em Turvo e Santa Maria do Oeste e tiveram menor potencial de destruição. A classificação feita pela Escala Fujita é usada no Brasil para medir a gravidade dos tornados com base nos danos provocados. Quanto maior for a destruição, maior é a categoria atribuída ao fenômeno. A escala vai de F0 a F5. ✅Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Leia também: Prisão: Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, é preso no Paraná por ordem do STF Apologia ao nazismo: Servidor público é preso na véspera do Réveillon por publicar ameaça com símbolo nazista, no PR Vandalismo: Mulher arranca e vandaliza 40 árvores plantadas por voluntários em Curitiba Como funciona a classificação Dois tornados são registrados no Paraná Tiago Vendramin Existem duas formas principais de classificar tornados, a Escala Fujita (F) e a Escala Fujita Aprimorada (EF). No Brasil, a versão aprimorada não é adotada oficialmente. O Simepar utiliza a Escala Fujita tradicional. De acordo com o Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos (NWS), a análise é feita a partir dos estragos deixados pelo tornado. Especialistas avaliam estruturas atingidas, como casas, galpões, árvores e postes, para estimar a velocidade do vento que atuou no local por, pelo menos, três segundos. A partir dessa estimativa, o tornado recebe uma classificação. Escala Fujita (F) F0: ventos entre 65 km/h e 116 km/h — danos leves F1: ventos entre 116 km/h e 180 km/h — danos moderados F2: ventos entre 180 km/h e 253 km/h — danos consideráveis F3: ventos entre 253 km/h e 332 km/h — danos severos F4: ventos entre 332 km/h e 418 km/h — danos devastadores F5: ventos entre 418 km/h e 511 km/h — destruição extrema Escala Fujita Aprimorada A Escala Fujita Aprimorada (EF) é usada oficialmente em países como os Estados Unidos desde 2007. Ela também vai de EF0 a EF5 e segue o mesmo princípio de estimar a força do tornado a partir dos danos observados, não de medições diretas do vento. Segundo o NWS, essa escala utiliza uma lista de 28 indicadores de danos, que incluem diferentes tipos de construções e estruturas. Cada indicador recebe uma pontuação, e o conjunto dessas informações define a categoria final do tornado. Além disso, por ter sido desenvolvido nos EUA, a escala leva em conta as práticas construtivas americanas, que não refletem necessariamente as utilizadas no Brasil. Ao contrário daqui, as casas nos EUA não costumam ser feitas em alvenaria, por exemplo. Por esse motivo, os profissionais que fazem as medições em outros países precisam adaptar os parâmetros para estimar a velocidade dos ventos. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

Palavras-chave: tecnologia

Tempestades perdem força no Paraná no fim de semana, mas calor e sensação de abafamento continuam; veja previsão

Publicado em: 02/01/2026 17:03

Calor no Paraná José Fernando Ogura/AEN A previsão do tempo indica que as tempestades intensas registradas ao longo da semana no Paraná devem perder força neste fim de semana. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a mudança ocorre com a chegada de uma massa de ar mais seco sobre o estado. “O tempo começou a mudar ao longo desta sexta-feira (2). Um ar mais seco já está se aproximando do estado, tanto que nas regiões Oeste e Sudoeste já não se espera eventos severos como os registrados ao longo da semana”, explica o meteorologista Reinaldo Kneib, do Simepar. Na quinta-feira (1), um tornado com ventos de até 120 km/h foi registrado em Mercedes, no oeste do Paraná. O fenômeno foi classificado como F1, segunda categoria mais baixa na escala de tornados, segundo o Simepar. Não houve registro de ocorrências na Defesa Civil Estadual. ✅Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Chuvas ainda ocorrem em parte do estado Apesar da redução dos temporais, ainda há previsão de chuva em algumas regiões. No Norte, Campos Gerais e Leste do Paraná, as pancadas devem ocorrer principalmente no período da tarde. No Noroeste, a chuva pode aparecer em diferentes momentos do dia. Mesmo com a nebulosidade, o tempo segue abafado em todo o estado. No sábado (3), uma massa de ar menos aquecida e com menor umidade avança sobre grande parte do Paraná. Com isso, o volume de chuva diminui. “No Litoral, ainda há previsão de pancadas isoladas, mas com baixo volume. Na Região Metropolitana de Curitiba, o sol aparece entre nuvens. No Interior, predomina a nebulosidade variável, e no Oeste e Sudoeste pode ocorrer garoa ocasional à tarde”, afirma Kneib. Estado aind aterá chuvas isoladas RPC No domingo (4), o tempo fica mais estável, com predomínio de sol no Interior do estado. As temperaturas, no entanto, entram em declínio com a atuação de um ar menos aquecido. Após uma semana com máximas próximas dos 30 °C em várias cidades, os termômetros devem marcar cerca de 20 °C em Curitiba e na Região Metropolitana. No Litoral, as máximas ficam entre 23 °C e 24 °C, com possibilidade de garoa isolada. Leia também: Prisão: Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, é preso no Paraná por ordem do STF Apologia ao nazismo: Servidor público é preso na véspera do Réveillon por publicar ameaça com símbolo nazista, no PR Vandalismo: Mulher arranca e vandaliza 40 árvores plantadas por voluntários em Curitiba VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Norte e Noroeste.

Palavras-chave: tecnologia

Depilação a laser conquista público masculino com eficácia e conforto

Publicado em: 02/01/2026 16:26

Público masculino representa uma parcela significativa do mercado de estética Não+Pelo/Divulgação O tabu ficou no passado. Atualmente, o público masculino representa uma parcela significativa do mercado de estética, e um serviço em particular lidera essa busca: a depilação a laser . No topo do ranking de preferência e buscas, a Não + Pelo consolida-se como uma marca referência para os homens que buscam praticidade, higiene e bem-estar. Mas o que faz com que eles escolheram a Não + Pelo em um mercado tão competitivo? Tecnologia de ponta e conforto Uma das maiores receitas dos homens ao buscar depilação é a dor, especialmente em áreas onde os pelos são mais grossos. A Não + Pelo utiliza tecnologias que priorizam o conforto . O sistema de refrigeração da ponte minimiza o impacto térmico, tornando a sessão muito mais tolerável do que os métodos convencionais ou lasers mais antigos. Praticidade para a rotina atarefada O homem moderno valoriza o tempo. O tratamento da Não + Pelo é focado em eficiência: sessões rápidas, resultados duradouros, menos tempo gasto com lâminas em casa e fim dos problemas com foliculite (pelos encravados). As regiões mais procuradas por eles A busca não é apenas por estética, mas também por desempenho (no caso de atletas) e higiene. As áreas campeãs de busca na rede são: barba, costas e ombros, tórax e abdômen. "A Não + Pelo entende que o cuidado masculino exige uma abordagem direta. Oferecemos um ambiente profissional e resultados que impactam diretamente na autoestima e na liberdade do homem moderno", explica Melissa Merlo, empresária e uma das franqueadas da Não + Pelo.

Palavras-chave: tecnologia