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Programa gratuito para formação em tecnologia abre inscrições para jovens talentos em SC

Publicado em: 28/05/2026 15:03

PHP é usado por muitos sites na internet em sistemas StockSnap/Pixabay Jovens a partir de 18 anos formados ou cursando áreas de tecnologia, engenharia ou correlatas podem se inscrever no programa Jovens Talentos, que oferta uma turma de férias do curso gratuito voltado para a área de desenvolvimento e programação de softwares, com foco em linguagem PHP. As inscrições acontecem até 14 de junho, somente pela internet, com as aulas previstas para o mês de julho de forma presencial em Rio do Sul, no Vale do Itajaí. A capacitação gratuita é ofertada pela govtech catarinense IPM Sistemas. JOVENS TALENTOS: saiba como se inscrever e mais detalhes ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp O programa existe desde 2001 e já formou mais de 1.000 profissionais para o mercado de tecnologia. Os participantes também terão chance de contratação no fim do curso, conforme disponibilidade de vagas. Para participar, os candidatos devem ter: Idade a partir de 18 anos (ou completar 18 anos em 2026); Ensino técnico ou superior (completo ou em andamento) nas áreas de tecnologia, engenharia ou campos relacionados; Afinidade por exatas, tecnologia e inovação; Bom raciocínio lógico; Conteúdo: Banco de Dados HTML e CSS JavaScript PHP básico e conexão banco PHP Orientado à objetos As aulas serão no período das férias estudantis. O primeiro encontro será em 4 de julho (sábado), no Centro de Tecnologia da IPM, em Rio do Sul. Confira as vagas de trabalho da semana no Balcão de Emprego do JA VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Palavras-chave: tecnologia

Fintech da Faria Lima movimentou sozinha mais de R$ 1 bilhão em dinheiro vivo em esquema com PCC, diz Receita Federal

Publicado em: 28/05/2026 14:30

'Fluxo Oculto': operação faz buscas na Faria Lima, em SP O secretário especial da Receita Federal, Robinson Sakiyama Barreirinhas, afirmou nesta quinta-feira (28) que uma das fintechs investigadas na Operação Fluxo Oculto movimentou sozinha mais de R$ 1 bilhão em dinheiro vivo em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). As autoridades não revelaram o nome da fintech. Batizada de Fluxo Oculto, uma nova fase da Operação Carbono Oculto, a ação conduzida pelo grupo de atuação e combate ao crime organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e pela Receita Federal cumpriu cerca de 60 mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. 🔎 Fintech é uma empresa de tecnologia que oferece serviços financeiros digitais, como contas, transferências, pagamentos e empréstimos, geralmente por aplicativos e plataformas online. No total, os relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações atípicas e suspeitas de quase R$ 26 bilhões, além da retomada do uso de fintechs e plataformas de pagamento, que funcionaram como “dutos financeiros” do grupo criminoso. "Foram desvendadas seis fintechs que movimentaram R$ 26 bilhões. Só uma delas movimentou em dinheiro mais de R$ 1 bilhão em dinheiro vivo, o que nem deveria ser possível no caso das fintechs. Claramente em lavagem de dinheiro do crime organizado", apontou Barreirinhas. "Nós tínhamos no Brasil um vácuo regulatório, de governança, quer permitia às fintechs atuarem sem a transparência, sem os mesmos deveres que são impostos há duas décadas aos bancos e demais instituições financeiras". "Gosto de lembrar que, quando a Receita Federal foi fechar essa brecha regulatória, fomos vítimas da maior onda de fake news da história da Receita. Mentiras dizendo que a Receita iria monitorar Pix, tributar o Pix. Mentiras que, volta e meia, tentam emplacar novamente", completou. "Nós vimos quem era o interessado disso: as organizações criminosas, que se valiam e se valem ainda dessas fintechs para a lavagem de dinheiro", destacou o secretário. É #FAKE que norma da Receita Federal prevê monitoramento de todo PIX acima de R$ 5 mil Segundo o Ministério Público de São Paulo, apesar da deflagração da operação Carbono Oculto em 2025, o grupo não interrompeu as atividades. Pelo contrário, houve aumento do volume de desvio de nafta (solventes petroquímicos importados) e abertura de novas empresas de fachada para ocultar o dinheiro do esquema. ➡️ A Operação Carbono Oculto mirou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro com ligação ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo as investigações, o grupo atuava em toda a cadeia do setor de combustíveis, usando também fundos de investimento para ocultar o patrimônio ilícito. Os promotores afirmam que a organização ligada à facção PCC se reestruturou rapidamente, expandiu as operações e manteve o mesmo padrão criminoso detectado no ano passado. Nova operação Dinheiro apreendido pela ‘Operação Fluxo Oculto’ na manhã desta quinta-feira (28). Reprodução/TV Globo Um dos principais pontos da investigação desta quinta-feira (28) foi o acesso às contas gráficas (registros internos) vinculadas às chamadas contas-bolsão, que as fintechs mantinham em bancos tradicionais. 💰 Contas-bolsão são contas bancárias únicas abertas por fintechs em um banco tradicional para centralizar e movimentar dinheiro de um grupo de clientes, como se fosse um cofre comum. Para o banco em que a conta-bolsão foi aberta, o titular da conta é apenas a fintech que a abriu. Até então, todo o dinheiro que a fintech movimentava em uma determinada conta vinculada a bancos tradicionais não informava qual cliente era dono de cada parte do dinheiro que estava nas contas-bolsão. Essas contas-bolsão criaram um ponto cego para o sistema antilavagem de dinheiro. Esses mecanismos trouxeram múltiplas possibilidades para a blindagem patrimonial e a lavagem de capitais, segundo revelou a primeira fase da operação. Com o acesso às contas gráficas, os promotores conseguiram o registro interno das transações, como origem e destino, remetente e beneficiário da conta de pagamento, efetuado pela instituição de pagamento, relacionada à “conta-bolsão”. Isso só foi possível porque, nessas contas gráficas, os recursos dos usuários transitam por contas mantidas em nome da própria fintech junto a bancos tradicionais. ➡️ De acordo com o MP, quando o dinheiro cai na conta bolsão, o banco só sabe que ele é da fintech, não sabe o CNPJ ou CPF do depositante. A fintech mantém um livro de registro com esses dados, de quem é realmente o dono do dinheiro. Isso é justamente a chamda conta gráfica. ‘Operação Fluxo Oculto’ explica diferença das contas usadas para ocultar dinheiro do PCC através de fintechs na Av. Brigadeiro Faria Lima. Reprodução/TV Globo Operação Fluxo Oculto Operação Carbono Oculto: segunda fase mira novo esquema de lavagem de dinheiro do PCC O Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e a Receita Federal realizam na manhã desta quinta-feira (28) a nova fase da Operação Carbono Oculto. A ação cumpre 59 mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Os principais alvos são empresários, operadores logísticos e laranjas do esquema, que continuaram atuando mesmo após as operações policiais anteriores. Um dos prédios alvos da megaoperação na Avenida Faria Lima, famoso centro financeiro do país David Irikura/TV Globo O grupo passou, por exemplo, a concentrar movimentações de dezenas de postos para tentar despistar a fiscalização e as investigações. Em um dos casos, as operações de 56 postos de combustíveis eram feitas em uma única conta. Além disso, os alvos migraram, nos últimos meses, recursos entre várias fintechs e usaram novas empresas para substituir antigas já expostas. A investigação mostrou que o esquema, liderado por Mohamad Hussein Mourad (o "Primo") e Roberto Augusto Leme da Silva (o "Beto Louco") manteve a lavagem de dinheiro por meio de fintechs, alterando empresas e quadros societários para continuar ocultando patrimônio da adulteração de combustíveis e sonegação de impostos, e mantendo conexões com o PCC. Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo. Divulgação/MP-SP Os dois estão foragidos desde agosto do ano passado, mas em decorrência da Operação Tank, deflagrada pela Polícia Federal no mesmo dia da Carbono Oculto. Eles tentaram fechar um acordo de delação premiada com o MP de São Paulo, mas a proposta foi rejeitada pelos promotores. Para o MP, os empresários omitiram informações sobre lavagem de dinheiro, conexões do esquema com o PCC e corrupção policial. Os relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações atípicas e suspeitas de quase R$ 4 bilhões e que o uso de fintechs e plataformas de pagamento funcionaram como “dutos financeiros” do grupo. Mohamad Hussein Mourad, conhecido como "Primo", e Roberto Augusto Leme da Silva, o "Beto Louco" Montagem g1/Reprodução/Redes sociais/Polícia Civil 'Máfia do nafta' Em outras duas frentes de atuação na operação de desta quinta-feira, os agentes cumprem mandados contra empresas e pessoas que atuavam na “máfia do nafta” e adulteração de combustíveis. O grupo usava empresas de solventes petroquímicos importados, que possuem tributação muito inferior, para serem vendidos ilegalmente como gasolina automotiva. O prejuízo com a sonegação fiscal é estimado em mais de R$ 200 milhões na diferença tributária contabilizada. Esta fase está dividida em três frentes. Veja abaixo. FRENTE 1: Engenharia financeira e lavagem de capitais via fintechs Esta frente atua como o "duto financeiro" da organização criminosa liderada por "Primo" e "Beto Louco", viabilizando a ocultação do patrimônio bilionário e mantendo conexões com o PCC. Modus Operandi: O grupo usa instituições de pagamento para lavar dinheiro, valendo-se do modelo de "contas-bolsão" e "contas gráficas". Os recursos de dezenas de postos de combustíveis da organização são depositados em uma única conta bancária sob o CNPJ da fintech ("conta-bolsão"). A separação de quem é o dono do dinheiro ocorre apenas no sistema interno da fintech ("conta gráfica"), criando um ponto cego (camada de ocultação) que impede o Banco Central e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) de rastrearem a origem, o destino e os reais titulares dos recursos. Quando o esquema sofre fiscalização, a organização migra rapidamente os recursos de uma fintech para outra. Pessoas e Empresas Envolvidas: Lideranças e Operadores: Mohamad Hussein Mourad e "Beto Louco" (líderes), Lucas Tomé Assunção (gerente contábil do grupo). Fintechs e seus Gestores: BK Bank, Ceopag (ligada a Kawel Rodrigo Lotti), Sispay (Marcelo Artur Motta Ramos Marques e Vera Lucia Teixeira), Vpay, Yaw e Smart Solutions Group. Conexões com o PCC: A Yaw interligou-se ao esquema via Shelby Holdings, empresa atrelada a Ricardo Romano (investigado por ligações com o PCC). A Sispay revelou vínculos com Luiz Sérgio Ferreira da Mota, alvo de operações anteriores contra a máfia dos ônibus ligada à mesma facção. Valores Movimentados: A Smart Solutions Group movimentou mais de R$ 1,2 bilhão, sendo cerca de metade unicamente para a GGX Global (holding de postos do grupo criminoso). A Ceopag registrou movimentações atípicas em curtíssimo prazo de R$ 359 milhões em créditos e R$ 513 milhões em débitos. No total consolidado, relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações atípicas de sujeitos obrigados na ordem de R$ 3,86 bilhões. FRENTE 2: A máfia do nafta e adulteração de combustíveis Esta frente expõe a fraude física e tributária: o desvio de solventes petroquímicos importados (nafta), que possuem tributação muito inferior, para serem vendidos ilegalmente como gasolina automotiva. Modus Operandi: Produtoras e importadoras de solventes emitem milhares de notas fiscais falsas ("espelho") atestando a venda de NAFTA para empresas químicas de fachada. Essas falsas indústrias químicas são registradas em nome de "laranjas" (frequentemente pessoas vulneráveis ou beneficiárias de programas sociais) em endereços fictícios. Na realidade, o produto físico nunca chega a essas empresas; os caminhões desviam a rota e descarregam o NAFTA diretamente em distribuidoras e terminais terrestres, onde o solvente é misturado à Gasolina Tipo A. O combustível adulterado é, então, revendido aos consumidores finais nos postos. Pessoas e Empresas Envolvidas: Núcleo de Comando e Produtoras: Raffaele Vestenius Masi e Aldo Antônio Masi (titulares e gestores de fato da produtora Petrodansk), auxiliados por João Eduardo de Albuquerque (gestor operacional). A empresa SMAX também emite notas para a fraude. Logística e Laranjas: Ítalo Giovanni Bergamo (coordenador do recrutamento de laranjas e emissão de conhecimentos de transporte), Igor de Souza Amorim e Gilmar Amorim (logística). Michele Gomes Vieira Silva e Simone Alves de Oliveira atuaram abrindo dezenas de empresas de fachada (como MGK, Zurk, Kore Transportes). Distribuidoras e Terminais (Destino real): Distribuidora Saara, Petroriente Distribuidora e os terminais terrestres Tercom (Paulínia) e Arujá Terminais. Valores e Volumes Identificados: Desvio comprovado de mais de 135 milhões de litros de Nafta em pouco mais de dois anos. Apenas a Petrodansk emitiu mais de 10.076 notas fiscais falsas, totalizando R$ 1,49 bilhão. O prejuízo com a sonegação fiscal é estimado em mais de R$ 200 milhões na diferença tributária auferida. FRENTE 3: Ocultação patrimonial via fundos de investimentos (FIDCs) Como complemento direto da Máfia do NAFTA, o grupo utiliza o mercado financeiro formal para liquidar as operações fraudulentas e mascarar os beneficiários do lucro da adulteração. Modus Operandi: Para que o dinheiro da gasolina adulterada retorne de forma "limpa" para as produtoras (Petrodansk/SMAX), as empresas-fantasma emitem boletos. Quem paga esses boletos são Fundos de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados (FIDC-NP). Contudo, as cessões ocorrem sem deságio (sem desconto) e com prazos curtíssimos (às vezes de 1 dia), o que subverte a lógica do mercado financeiro e prova que a transação é fictícia. Esses fundos são "fechados", possuindo apenas um ou dois cotistas, funcionando exclusivamente como uma camada final de lavagem de dinheiro (layering) para pagar faturas ilícitas. Pessoas e Empresas Envolvidas: Fundos: Zeus FIDC-NP, Gran Capital FIDC-NP e FIDC DB Crédito Global. Gestores/Beneficiários: Guilherme Mourão Vaz (Diretor da Actual DTVM/Gran Capital), Edward Bertelli Júnior (Libertas Asset), Luis Roberto Zaratin Soares (Ello Gestora). Na ponta dos beneficiários, figuram Gledson Pacheco e Antônio Correa de Freitas Junior (que operam a Nova Rubília Instituição de Pagamento e a distribuidora Saara), e Guilherme Ali de Paula (Pix Card / Atena FIP). 👉 A defesa deles não foi localizada. Valores Identificados: Para o bloqueio de bens (confisco), a operação mirou o patrimônio líquido dos fundos que serviam de duto: R$ 85 milhões (Zeus), R$ 72 milhões (Gran Capital) e R$ 47 milhões (DB Crédito Global).

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Distrito de Inovação projeta novo modelo de desenvolvimento econômico para Itajaí

Publicado em: 28/05/2026 14:04

Itajaí já é referência nacional pela força do porto e pela posição estratégica na logística do sul do Brasil. Agora, a cidade dá um passo rumo ao futuro com o Distrito de Inovação, para ser um polo de tecnologia, empreendedorismo e desenvolvimento sustentável. Com esse projeto, a cidade tem planejado a transformação financeira para as próximas décadas. O projeto em fase de planejamento, foi projetado em uma área de 221,8 hectares no bairro Itaipava. No mesmo espaço, o distrito vai integrar indústrias, empresas de tecnologia, startups, universidades, moradias e espaços de convivência. Do total da área, 67% serão destinados à preservação ambiental, para que crescimento e sustentabilidade caminhem juntos. A previsão é de que a novidade integre a região da Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí-Açu (AMFRI) e impacte toda a economia do Litoral Norte catarinense. Quando pronto, o distrito deve atuar como um ecossistema que conecte empresas, centros de pesquisa e poder público, para gerar empregos qualificados, ampliar oportunidades e elevar a renda regional de forma sustentável e competitiva. Além das indústrias e empresas de tecnologia, o Distrito de Inovação prevê a criação de um bairro planejado com moradias de qualidade, prédios corporativos e espaços de convivência. Um polo farmacêutico entre os maiores do país Um dos destaques do projeto é a instalação de um polo farmacêutico de escala internacional dentro do Distrito de Inovação. Para o prefeito Robison Coelho, o anúncio representa uma virada estratégica para a economia local. “Nós vamos ter no Distrito de Inovação um dos maiores polos farmacêuticos do país. É um segmento em que Itajaí ainda não atuava diretamente como setor produtivo, apenas na importação. É uma área que gera muita receita, muitas divisas e tem um papel estratégico para a soberania nacional ", afirma. Segundo Robison, o município já concluiu todas as etapas de consultas e análises junto aos órgãos de controle e está na fase final para a assinatura do contrato. A expectativa, com o projeto, é a geração de centenas de empregos, especialmente em setores essenciais com as mudanças da Reforma Tributária. Inovação em Itajaí já tem base consolidada O Distrito de Inovação é uma iniciativa que teve como referência o Centro Regional de Inovação Elume, inaugurado em 2023 no município, com investimento superior a R$ 8 milhões. Localizado na área onde será implantado o futuro distrito, o Elume já funciona como um hub de desenvolvimento de negócios inovadores, com infraestrutura tecnológica, serviços compartilhados e suporte especializado para startups, empresas e projetos de pesquisa. Toda a região da AMFRI é atendida no Centro, que conta com universidades como UFSC, IFSC, UDESC e Univali, além do poder público e do setor produtivo. Essa convergência permite que a pesquisa acadêmica se transforme em soluções práticas, e que empresas tenham acesso a conhecimento e tecnologia em escala regional. O distrito amplia esse conceito, já que a proposta contempla diferentes tipologias de espaços produtivos, como lotes industriais, fábricas de design padrão e fábricas de alta tecnologia. Quando pronta, toda a estrutura deve atender desde empresas em estágio inicial até indústrias já consolidadas. Indústria de defesa e logística estratégica Para além da tecnologia, Itajaí também assinou um protocolo de intenções com a Fiesc e o Sebrae para a criação de um polo da indústria de defesa na cidade. O setor já tem uma grande relevância no município, berço do projeto Classe Tamandaré, que envolve a construção de quatro corvetas para a Marinha brasileira. “A meta é expandir essa indústria, abrindo oportunidade para empresas locais ou que se instalarem no município possam vender seus produtos para a Marinha, o Exército e a Aeronáutica, que é um grande mercado para vários equipamentos e insumos” explicou Robison. Um dos fatores que reforçam o potencial do projeto em Itajaí é a vocação logística da cidade. O município conta com porto, universidades, proximidade com aeroportos e, em breve, um dos principais aeroportos executivos do Brasil. Além disso, a malha viária também é estratégica, já que as rodovias BR-101, BR-470, Jorge Lacerda e Antônio Heil conectam Itajaí com o resto do país. A expectativa do prefeito é que Itajaí mantenha, nos próximos anos, um ritmo de crescimento acima das médias estadual e nacional. Segundo ele, a cidade deve continuar o processo de desenvolvimento ao investir e apoiar as iniciativas que já funcionam. — Itajaí vai continuar crescendo e se desenvolvendo em um ritmo muito maior do que a média nacional e estadual, gerando mais empregos e oportunidades. Nós temos um crescimento populacional previsto e precisamos garantir que esse desenvolvimento aconteça de forma equilibrada e sustentável — conclui. Acompanhe todos os conteúdos da série Caminhos do Litoral Norte no site do g1.

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Empresa referência em engenharia civil promove evento em Balneário Camboriú

Publicado em: 28/05/2026 13:52

A terceira edição do evento “União Fundações” transformou Balneário Camboriú em um importante polo de debate sobre inovação e tecnologia aplicada à engenharia civil. Realizado no dia 6 de maio, no Ocean Place, o encontro reuniu cerca de 250 participantes entre engenheiros, empresários, estudantes, professores, fornecedores e representantes do poder público. Criado pela empresa catarinense União Fundações, referência há 16 anos no setor de engenharia civil e especialista em fundações de obras de larga escala, o evento destacou as principais tendências e avanços tecnológicos que vêm impactando o setor construtivo brasileiro, especialmente nas áreas de monitoramento e execução de fundações. A empresa já construiu fundações de diversos projetos que fizeram história no litoral catarinense. O Yacht House e o One Tower, em Balneário Camboriú, estão na lista das obras mais relevantes que ajudaram a projetar a marca em todo o território nacional. Agora, a empresa está responsável pela fundação do Senna Tower – empreendimento que terá o título de prédio residencial mais alto do mundo. Programação diferenciada Com o tema “Novas Fronteiras em Fundações: Instrumentação, Telemetria e Controle da Execução”, um dos pontos altos da programação foi a palestra do Dr. Ricardo Born, referência nacional no segmento, que apresentou soluções inovadoras e discutiu os desafios da modernização da engenharia no país. Além do conteúdo técnico, o encontro também reforçou a integração entre mercado, centros acadêmicos e setor público. Entre as autoridades presentes esteve o vice-prefeito de Camboriú, Jozias, evidenciando a relevância institucional do evento para o desenvolvimento regional. A programação contou ainda com recepção aos convidados, cerimonial de abertura, jantar de relacionamento e momentos de networking, favorecendo a troca de experiências e a criação de novas parcerias estratégicas. Segundo o engenheiro Tércio Barduzzi, responsável técnico da União Fundações, a iniciativa busca ir além da atualização profissional e fortalecer o futuro da construção civil na região. “O desenvolvimento da nossa região passa diretamente pela qualificação técnica e pela inovação no setor construtivo. Aproximar estudantes, profissionais e empresas é fundamental para preparar a engenharia para os desafios do futuro”, destacou. Mercado e centros acadêmicos interligados A aproximação entre universidades e mercado foi apontada como um dos principais diferenciais desta edição, incentivando a formação de novos profissionais alinhados às demandas atuais da construção civil. Com lotação máxima e avaliação positiva dos participantes, o evento União Fundações consolida-se como uma das principais iniciativas voltadas ao debate técnico e institucional da engenharia no litoral catarinense, com expectativa de expansão nas próximas edições. Saiba mais sobre a empresa catarinense que constrói fundações dos prédios mais altos do Brasil!

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A revolução da voz: como a IA da ElevenLabs transforma qualquer texto em áudio realista

Publicado em: 28/05/2026 13:45 Fonte: Tudocelular

Você já encontrou em algum momento aqueles vídeos na internet narrados por vozes mecânicas, travadas e sem nenhuma expressão? Por muito tempo, as ferramentas de transformação de texto em fala eram sinônimo de um áudio robótico. Mas o cenário tecnológico mudou, e uma das responsáveis pela evolução se trata da ElevenLabs. Imagine poder pegar qualquer roteiro, artigo ou livro escrito em português e, em questão de segundos, poder transformá-lo em um arquivo de áudio narrado com a emoção e as pausas de uma pessoa de verdade. É exatamente isso que a plataforma oferece com a sua função de Text to Speech, por meio de IA.O que é o Text to Speech da ElevenLabs?A ElevenLabs consiste em uma plataforma global especializada em dar vida à tecnologia, com ferramentas capazes de impulsionar as melhores empresas, criadores de conteúdo e desenvolvedores e equipes de marketing em todo o mundo.Clique aqui para ler mais

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Empresa de MS é alvo de nova fase da Operação Carbono Oculto contra esquema bilionário de combustíveis

Publicado em: 28/05/2026 11:40

Operação Carbono Oculto: segunda fase mira novo esquema de lavagem de dinheiro do PCC Uma empresa de Mato Grosso do Sul, localizada em Iguatemi, foi alvo nesta quinta-feira (28) da nova fase da Operação Carbono Oculto, que investiga um esquema criminoso no setor de combustíveis ligado a fraudes fiscais, sonegação de impostos e lavagem de dinheiro. Batizada de “Fluxo Oculto”, a ação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, em conjunto com a Receita Federal. Ao todo, foram cumpridos cerca de 60 mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Segundo as investigações, o esquema envolvia empresários, operadores logísticos e pessoas usadas como “laranjas” para esconder movimentações financeiras. As autoridades apontam que o grupo continuou atuando mesmo após operações anteriores, demonstrando um alto grau de organização. Esquema usava fintechs e concentrava operações 2ª fase da Operação Carbono Oculto cumpre mandado em MS Receita Federal De acordo com os investigadores, os suspeitos passaram a concentrar as movimentações financeiras de dezenas de postos de combustíveis em poucas contas bancárias para tentar dificultar a fiscalização. Em um dos casos identificados, as operações de 56 postos eram realizadas por meio de uma única conta. Além disso, o grupo teria transferido recursos entre várias fintechs — empresas de tecnologia do setor financeiro — e criado novas empresas para substituir outras já descobertas pelas autoridades. As fintechs investigadas estariam sediadas na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, considerada um dos principais centros financeiros do país. Ligação com o PCC A investigação também aponta que o esquema tem relação com a chamada “máfia do nafta”, grupo que atua no mercado de combustíveis e que teria entre os beneficiários integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). As autoridades afirmam que o grupo movimentou bilhões de reais e usava empresas para ocultar dinheiro obtido de forma ilegal. Mato Grosso do Sul já havia sido alvo em 2025 Essa não é a primeira vez que Mato Grosso do Sul aparece nas investigações da Operação Carbono Oculto. Na fase realizada em agosto de 2025, oito empresas do estado foram alvo de mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. Sete delas estavam localizadas em Iguatemi e uma em Dourados. Na época, a operação foi considerada uma das maiores do país contra o crime organizado no setor de combustíveis. As investigações apontaram que o grupo criminoso teria sonegado mais de R$ 7,6 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais. As buscas daquela fase foram realizadas pela Polícia Federal de São Paulo, dentro de uma força-tarefa que atuou em oito estados brasileiros. Máfia do nafta Em outras frentes de atuação na operação de desta quinta-feira, os agentes cumprem mandados contra empresas e pessoas que atuavam na “máfia do nafta” e adulteração de combustíveis. O grupo usava empresas de solventes petroquímicos importados, que possuem tributação muito inferior, para serem vendidos ilegalmente como gasolina automotiva. O prejuízo com a sonegação fiscal é estimado em mais de R$ 200 milhões na diferença tributária contabilizada. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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Ao rejeitar guerra justa, papa Leão acaba com 'permissão' católica para conflitos

Publicado em: 28/05/2026 11:34

O papa Leão 14 repudiou esta semana um importante ensinamento usado pela Igreja Católica desde pelo menos o século 5 para avaliar quando os países podem usar justificativas para travar guerras, em uma medida que, segundo especialistas, pode ter um impacto de longo alcance para as potências globais. A rejeição à doutrina veio no primeiro grande documento do papa, publicado na segunda-feira, que também pediu a regulamentação global dos sistemas de IA e fez o pedido de desculpas mais claro até agora pelo papel histórico da Igreja Católica no apoio à escravidão transatlântica. "A teoria da 'guerra justa', que tem sido usada com muita frequência para justificar qualquer tipo de guerra, agora está ultrapassada", escreveu Leão na encíclica, intitulada "Magnifica Humanitas". "A humanidade possui ferramentas muito mais eficazes e capazes de promover a vida humana e resolver conflitos, como o diálogo, a diplomacia e o perdão", disse ele. O cardeal de Chicago Blase Cupich, um aliado próximo de Leão que estava no Vaticano para a apresentação do texto na segunda-feira, afirmou à Reuters que o papa está preocupado com a forma como a teoria tem sido usada pelos líderes mundiais para justificar a guerra. "Temos que deixar claro que a teoria da guerra justa sempre foi concebida para ser uma restrição, não uma permissão que, infelizmente, alguns estão usando indevidamente para justificar suas decisões de ir à guerra em vez de buscar os caminhos da paz", declarou Cupich. Leão, que adotou um tom mais enérgico nos últimos meses e atraiu a ira do presidente dos EUA, Donald Trump, depois de criticar a guerra no Irã, criticou o número de guerras que assolam o mundo em seu texto e alertou que os lucros da indústria de armas são uma força motriz por trás dos conflitos. A teoria da guerra justa, que em geral diz que as guerras só devem ser travadas para se defender contra agressões, foi invocada por autoridades do governo Trump, incluindo o vice-presidente JD Vance, um católico, para defender a guerra no Irã. Em abril, depois que a conta oficial do papa no X postou que Deus "nunca está do lado daqueles que já empunharam a espada", Vance mencionou a teoria da guerra justa em um evento no Estado da Geórgia e pediu que o papa "tivesse cuidado ao falar sobre questões de teologia". Anna Rowlands, uma acadêmica britânica que participou da apresentação do documento do papa no Vaticano na segunda-feira, afirmou à Reuters que Leão está expressando preocupação com "uma nova era de conflitos em transformação, agora cada vez mais impulsionados pela tecnologia". "É uma declaração forte sobre a necessidade de (a teoria da guerra justa) ser colocada em um contexto mais amplo e renovado de critérios para construir a paz e resolver conflitos", disse ela sobre a afirmação do papa de que a teoria está desatualizada.

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WAAW by ALOK BOOM 200 em oferta: caixa de som com design elegante e som potente

Publicado em: 28/05/2026 10:58 Fonte: Tudocelular

A WAAW by ALOK BOOM 200 se trata de uma caixa de som compacta da marca, projetada para combinar um som potente e um design elegante. Agora, ela aparece mais barata no mercado brasileiro. O dispositivo pode ser encontrado na Amazon pelo preço de R$ 455 à vista no Pix ou parcelado sem juros em até 12x no cartão da loja ou até 9x nos demais cartões de crédito. Para chegar nesse valor, é necessário resgatar o cupom BOLANAREDE na página do produto. WAAW by ALOK Caixa de Som BOOM 200 Bluetooth, com 3 Alto-Falantes, Até 12h de Autonomia, Tecnologia TWS, 80W RMS Amazon R$455 Ver Oferta Sobre o dispositivoEm suas principais características, a WAAW by ALOK BOOM 200 se destaca por contar com um formato cilíndrico, com uma alça ergonômica para facilitar a empunhadura na hora de te acompanhar para qualquer lugar. Além disso, há a certificação IPx4, com resistência a respingos d’água.Clique aqui para ler mais

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Operação Fluxo Oculto, contra lavagem de dinheiro do PCC, tem alvos em Santos

Publicado em: 28/05/2026 10:36

Operação Carbono Oculto: segunda fase mira novo esquema de lavagem de dinheiro do PCC Dois alvos da Operação Fluxo Oculto, deflagrada nesta quinta-feira (28) pelo grupo de atuação e combate ao crime organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e pela Receita Federal, são de Santos, no litoral de São Paulo. Os suspeitos, no entanto, ainda não foram divulgados. A ação representa uma nova fase da Operação Carbono Oculto, que revelou o avanço do crime organizado no ecossistema do mercado de combustíveis, instituições de pagamentos e de investimento em agosto de 2025. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Na ocasião, pessoas e empresas foram alvos por suspeitas de ajudar o PCC a esconder o dinheiro obtido nos crimes. Apesar disso, as investigações apontaram que a organização criminosa continuou agindo para lavar dinheiro, adulterar combustíveis e sonegar impostos. Desta forma, a Operação Fluxo Oculto foi deflagrada nesta quinta-feira (28) com foco em seis fintechs [empresas que combinam finanças e tecnologia] e na adulteração de combustível com uso de nafta (solvente). Operação Fluxo Oculto foi deflagrada em cinco estados Divulgação/Receita Federal Segundo o Gaeco, as fintechs atuavam como ‘bancos paralelos’ dos criminosos. Elas integravam um núcleo utilizado para compensações financeiras internas entre diversas distribuidoras e postos de combustíveis, empresas e fundos de investimentos administrados pela organização criminosa, além de pagamentos de colaboradores e investimentos pessoais dos principais operadores. De acordo com a Receita Federal, as seis fintechs movimentaram mais de R$ 26 bilhões entre 2022 e 2025. Além disso, o MP-SP descobriu ainda um núcleo envolvido com o desvio de nafta petroquímica para terminais e postos de combustível. Uma apuração conjunta com a Agência Nacional de Petróleo (ANP) revelou a estrutura de falsidades, com venda de solventes para empresas-fantasma. A denúncia descreve estrutura criada para a abertura serial de empresas nos mais diversos estados do país. Segundo o MP, os denunciados utilizavam parentes, pessoas em situação de vulnerabilidade social e até presos para constituir pessoas jurídicas que supostamente adquiriam solventes, na prática desviados para a Grande São Paulo. Os recursos obtidos com o esquema eram remetidos a fundos de investimentos para ocultar os reais beneficiários da fraude. Ao todo, foram identificados quatro fundos que participavam do esquema e são alvos da operação, juntamente com duas administradoras de recursos e duas gestoras. Os quatro fundos investigados possuem, atualmente, patrimônio estimado em aproximadamente R$ 205 milhões. Em pouco mais de um ano, houve incremento patrimonial superior a 200% nesse montante. Gaeco e Receita Federal deflagraram a Operação Fluxo Oculto após investigações sobre esquema criminoso Divulgação/Receita Federal Mandados Ao todo, são cumpridos 59 mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Dentre eles, 30 são mandados de pessoas jurídicas, sendo dois de Santos. Além do Gaeco e da Receita Federal, participam da operação a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo e as Polícias Militar e Civil. Operação Fluxo Oculto cumpre 59 mandados de busca e apreensão em cinco estados Divulgação/Receita Federal VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

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Filme iraniano feito inteiramente com IA e orçamento de US$ 2 mil estreia em festival de NY

Publicado em: 28/05/2026 10:32

"Dreams of Violets", filme feito totalmente com IA e orçamento de R$ 10 mil estreia em festival internacional Divulgação O Festival de Tribeca definiu a estreia mundial de "Dreams of Violets", com exibição marcada para o dia 10 de junho, durante a 25ª edição do evento em Nova York. De acordo com a Fountain 0, responsável pelo projeto, este é o primeiro longa-metragem com atores reais totalmente gerado por inteligência artificial a integrar a programação oficial de um festival de grande porte. Dirigido pelo cineasta iraniano Ash Koosha, o filme é um docudrama de 75 minutos inspirado nos protestos que tomaram as ruas de Teerã em janeiro deste ano. Sinopse Pôster de "Dreams of Violets", filme feito totalmente com Inteligência Artificial. Divulgação A trama acompanha cinco iranianos que se encontram em um beco da cidade antes de serem executados, sob o testemunho de Amir, um menino de 10 anos com paralisia cerebral. Os confrontos retratados refletem os conflitos reais entre autoridades e civis que resultaram em pelo menos 7 mil mortos e mais de 50 mil presos, segundo dados da Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos. Em comunicado, Jane Rosenthal, cofundadora de Tribeca, destacou o equilíbrio entre o recurso tecnológico e o impacto da mensagem política do projeto. "Neste momento da história, em que tanto a inteligência artificial quanto o Irã são centrais no debate global, este filme oferece ao público uma perspectiva rara e íntima de um conflito que muitos não conseguiram ver ou compreender completamente. O que nos comoveu não foi apenas a conquista tecnológica, mas a imediaticidade emocional e a urgência da própria história." Natural de Teerã e radicado em Londres, o diretor Ash Koosha iniciou o projeto logo após o anúncio dos massacres. Sem acesso a equipes de filmagem, atores ou ao próprio território iraniano, o cineasta utilizou ferramentas digitais para viabilizar a obra a partir de sua casa. O custo total da produção foi de cerca de US$ 2.000 (aproximadamente R$ 10 mil), em um processo que durou três meses. Feito totalmente com IA Docudrama 'Dreams of Violets' integra programação oficial do Festival de Tribeca Divulgação Para a criação do longa, foram combinadas ferramentas como a Kling AI para geração de vídeo, o Claude AI da Anthropic para ajustes de linguagem, e os sistemas Gemini e Nanobanana do Google para pesquisa e imagens, além de tecnologia proprietária da Fountain 0 para precisão de quadros. Koosha defendeu o caráter memorialístico da produção frente às discussões éticas sobre o uso da tecnologia em episódios reais. "Entendo que um filme gerado por IA sobre pessoas que realmente morreram levanta questões difíceis. Pensei nessas questões a cada minuto de cada dia em que trabalhei neste filme. Minha resposta é que a alternativa — o silêncio, o esquecimento, o resultado preferido do regime — é pior. O filme existe porque os mortos merecem ser vistos." Historicamente, grandes festivais de cinema têm restringido produções de inteligência artificial a mercados paralelos. Na última semana, o Festival de Cannes exibiu o longa de ação "Hell Grind", gerado por IA pela startup Higgsfield AI, mas limitou a exibição ao Marché du Film, proibindo produções do gênero na competição oficial. No ano passado, o Festival de Varsóvia também abrigou a estreia internacional do documentário gerado por IA "Post Truth", após exibição comercial na Turquia. O Festival de Tribeca de 2026 ocorre entre os dias 3 e 14 de junho.

Tudo confirmado: Motorola revela Edge 70 Pro+ com bateria de 6.500 mAh antes do lançamento

Publicado em: 28/05/2026 09:57 Fonte: Tudocelular

A Motorola já publicou todos os detalhes do Edge 70 Pro Plus no site oficial da Índia antes mesmo do anúncio marcado para 4 de junho. O modelo chama atenção principalmente pela bateria de 6.500 mAh com tecnologia de silício-carbono, que promete muita autonomia sem abrir mão do design fino, com apenas 7,34 mm de espessura e 190 gramas.Para dar conta do carregamento rápido da bateria gigantesca, a fabricante incluiu carregamento de 90 W com fio e 15 W sem fio, além de suporte para recarga reversa. No desempenho, o aparelho aposta no Dimensity 8500 Extreme, junto com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. Já no software, ele sai da caixa com Android 16 e a promessa de três atualizações do sistema e cinco anos de segurança. Na parte frontal, o destaque é a tela AMOLED de 6,8 polegadas com taxa de até 144 Hz e brilho que pode chegar a 5.200 nits. Para fotos, o conjunto traseiro traz três sensores de 50 MP, com câmera principal usando sensor Sony LYTIA 710 com estabilização óptica, além de uma ultrawide com macro e uma telefoto periscópio com zoom óptico de 3,5x.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Nothing é acusada de mentir sobre zoom de 140x do Phone (4a) Pro

Publicado em: 28/05/2026 09:42 Fonte: Tudocelular

A Nothing virou alvo de uma enxurrada de críticas nas redes sociais após publicar um post promocional sobre o Nothing Phone (4a) Pro. Na peça publicitária, a fabricante britânica afirmou que o dispositivo traz o "zoom mais poderoso do mercado", destacando a capacidade de alcançar uma aproximação de até 140x. A declaração disparou um alerta na comunidade de entusiastas de tecnologia, que reagiram de forma massiva contra a estratégia. A principal queixa dos usuários na rede social X (Twitter) gira em torno do fato de que o expressivo número de 140x refere-se estritamente ao zoom digital. Essa tecnologia não utiliza aproximação óptica real, dependendo de cortes agressivos via software e upscaling por inteligência artificial para ampliar a imagem.Diante disso, diversos comentários rotularam a campanha diretamente como "marketing enganoso", "propaganda falsa" e "truque". Os entusiastas apontam que a qualidade da foto se deteriora drasticamente nesses níveis extremos, tornando o recurso praticamente inútil para a fotografia do dia a dia.Clique aqui para ler mais

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Insta360 revela imagem das câmeras Luna Pro e Ultra com lente Leica para desafiar a DJI

Publicado em: 28/05/2026 09:04 Fonte: Tudocelular

A Insta360 acaba de revelar mais uma imagem dois novos modelos de câmeras compactas desenvolvidas em parceria com a Leica: a Luna Ultra e a Luna Pro. A colaboração, anunciada sob o slogan "Two visions, one language" (Duas visões, uma linguagem), une a tradição óptica da alemã com a tecnologia de captura e estabilização da Insta360. Os modelos chegam claramente posicionados para disputar o mercado dominado pela linha Osmo Pocket, da DJI. A imagem oficial mostra um design arrojado para ambos os modelos, com display frontal integrado e acabamentos que diferenciam claramente as propostas de cada versão.Clique aqui para ler mais

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Hisense lança primeiro monitor RGB Mini-LED do mundo com tela 4K e brilho absurdo

Publicado em: 28/05/2026 08:53 Fonte: Tudocelular

A Hisense apresentou nesta quinta-feira (28) o 32UX como o primeiro monitor RGB Mini-LED do mundo. O produto se destaca por oferecer a tecnologia diretamente das Smart TVs premium para o periférico de desktops. Este modelo chega com uma tela de 32 polegadas, com resolução 4K e uma taxa de atualização de 180 Hz. O objetivo da marca é posicionar o seu novo equipamento na categoria de monitor gamer de alto desempenho.O diferencial está no RGB Mini-LED, com a luz de fundo como principal característica. Na prática, enquanto os monitores LCD convencionais utilizam a iluminação branca ou azul, essa tecnologia aplica as cores vermelha, verde e azul nessa camada, reduz o número de LEDs e adiciona zonas de escurecimento, o que faz aumentar o contraste e o brilho.Clique aqui para ler mais

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Nota Piauiense: site apresenta instabilidade após liberação de mais de R$ 12 milhões em créditos

Publicado em: 28/05/2026 08:52

Nota Piauiense: Sefaz anuncia liberação de R$ 12 milhões em créditos no Piauí O site do programa Nota Piauiense, que propõe devolver parte de imposto em forma de crédito para o consumidor, vem apresentando instabilidade. O secretário da Secretaria de Estado da Fazenda, Emílio Júnior, explica que a oscilação ocorre por conta dos milhares de acessos simultâneos ao portal. O programa foi anunciado pela Sefaz na quarta-feira (27). Cerca R$ 12 milhões em créditos foram liberados no programa Nota Piauiense. A medida deve beneficiar cerca de 200 mil consumidores no estado. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp 🧾 O Nota Piauiense é um programa do Governo do Piauí que incentiva o consumidor a incluir o CPF na nota fiscal. A iniciativa devolve parte do ICMS, imposto sobre produtos e serviços, para quem participa. "Como são mais de 200 mil aptos a receberem, além de muitos outros que fizeram a consulta, teve uma instabilidade no sistema", afirmou o secretário. Nota fiscal Sefaz-PI Ainda de acordo com Emílio Júnior, o problema na rede já está sendo solucionado por equipes da área de tecnologia. "O volume de pessoas consultando o sistema foi muito grande. Talvez a nossa equipe de tecnologia não tenha tido uma dimensão disso, mas podem ficar tranquilo que nós resolveremos isso", afirmou Emílio. Como consultar os créditos? A população deve consultar as notas fiscais registradas no CPF, acompanhar os créditos, verificar o saldo disponível e pedir o resgate. O valor é depositado em uma conta bancária de mesma titularidade. Acesse o site da Sefaz aqui. O valor mínimo que pode ser solicitado é R$ 25. Após o pedido de saque, o cidadão pode receber o crédito em até 30 dias. *Eduarda Barradas, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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