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Saiba como tecnologias desenvolvidas no interior de SP garantem avanços no diagnóstico e tratamento do câncer de mama

Publicado em: 25/10/2025 12:49

Série 'Resistir': Hospital Amaral Carvalho realiza estudos com biópsia líquida em Jaú Pesquisas e novas tecnologias desenvolvidas em hospitais e universidades do centro-oeste e oeste paulista estão ajudando a transformar o enfrentamento do câncer de mama. Do diagnóstico mais rápido e confortável à possibilidade de monitorar a doença com métodos menos invasivos, os estudos têm demonstrado que a ciência é aliada fundamental para aumentar as chances de cura e garantir mais qualidade de vida às pacientes. Em Jaú, o Hospital Amaral Carvalho participa de uma pesquisa com biópsia líquida para auxiliar no monitoramento da doença. Na Unesp de Botucatu, pesquisadores implantaram um protocolo que permite diminuir o tempo da ressonância para diagnóstico. E em Presidente Prudente, um estudo revela que a alimentação influencia diretamente no tratamento oncológico. A terceira reportagem da série “Resistir” exibida no TEM Notícias 1ª Edição mostra esses três estudos, em três cidades diferentes, relacionados ao câncer de mama. (Assista à reportagem acima). 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Monitoramento menos invasivo Biópsia líquida permite detectar fragmentos do tumor em fluidos corporais, como sangue e urina, sem necessidade de internação Reprodução/TV TEM Em Jaú (SP), pesquisadores do Hospital Amaral Carvalho estudam uma alternativa promissora para o acompanhamento das pacientes: a biópsia líquida. A técnica permite detectar fragmentos do tumor em fluidos corporais, como sangue e urina, sem necessidade de internação. “A biópsia líquida identifica células tumorais e fragmentos de DNA que o tumor libera no organismo”, explica a farmacêutica bioquímica Ludmilla Thomé Domingos Chinen, responsável pela pesquisa. Segundo ela, o método é menos invasivo e com resultados mais rápidos e de menor custo. LEIA TAMBÉM PRIMEIRA REPORTAGEM: Mulher que perdeu filha no parto durante tratamento contra o câncer de mama faz última quimioterapia SEGUNDA REPORTAGEM: Redes de apoio transformam a luta contra o câncer de mama em acolhimento, esperança e autoestima O foco atual dos estudos é o monitoramento da doença como forma de saber se a paciente está respondendo ao tratamento e ajustar a terapia precocemente, evitando efeitos colaterais desnecessários. “Nossa intenção é que essa tecnologia chegue à rede pública futuramente, pois ainda estamos em fase de pesquisa.” Farmacêutica bioquímica Ludmilla Thomé Domingos Chinen, responsável pela pesquisa Reprodução/TV TEM As enfermeiras fazem o convite para as pacientes colaborarem de forma voluntária. Mais de 200 pacientes participam do estudo que envolve coletas de sangue a cada seis meses. Para a educadora física Gabriela de Souza Amaral, diagnosticada em março, contribuir para o estudo é um gesto de solidariedade. “Acredito que participar pode ajudar outras pessoas. É um novo caminho que se abre”, afirma. A enfermeira navegadora Bruna Montagna reforça o impacto humano das pesquisas. “Elas não ajudam só o hospital, mas as próximas pacientes que vão precisar do tratamento. É um gesto de amor.” Foco dos estudos é o monitoramento da doença como forma de saber se a paciente está respondendo ao tratamento e ajustar a terapia Reprodução/TV TEM Ressonância com tempo menor No Hospital das Clínicas da Unesp, em Botucatu (SP), um grupo de pesquisadores desenvolveu um protocolo abreviado de ressonância magnética, capaz de reduzir o tempo do exame de 30 para apenas 8 minutos sem perda de qualidade no diagnóstico. O novo método foi publicado na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia e já está em uso no hospital. O protocolo foi baseado nos estudos de uma médica alemã que, há uma década, conseguiu reduzir o tempo do procedimento. “Esse exame é voltado para mulheres com alto risco de desenvolver o câncer de mama. Antes, conseguíamos realizar cerca de oito exames por mês. Agora, com o novo protocolo, ampliamos para 40”, explica o professor Eduardo Carvalho Pessoa, da Faculdade de Medicina da Unesp. Protocolo abreviado de ressonância magnética reduz o tempo do exame de 30 para apenas 8 minutos Reprodução/TV TEM A residente em radiologia Thais Lima Fragoso detalha que o protocolo eliminou etapas desnecessárias, como as sequências coronal e sagital. “Conseguimos reduzir o tempo sem prejudicar a qualidade da imagem e nem a capacidade de rastreamento”, afirma. Para quem passa pelo exame, a mudança faz diferença. Alini Corrêa, técnica de enfermagem, descobriu o câncer após sentir um caroço na mama. “Os exames são desconfortáveis. Quanto mais tempo ficamos na posição, parece que o tempo não passa. Esse protocolo mais rápido ajuda muito”, diz. Além de aumentar a eficiência, o novo formato tornou o processo mais humanizado. “Antes, muitas pacientes não conseguiam concluir o exame por causa do desconforto. Agora, esse problema diminuiu em cerca de 90%”, afirma a biomédica Fernanda Lofiego Renosto. Segundo a residente em mastologia Thais Ribeiro Melo, o impacto também é clínico. “A mamografia é o exame padrão, mas ainda há de 30% a 40% dos diagnósticos feitos em estágios mais avançados. A ressonância, especialmente com o protocolo abreviado, aumenta as chances de detectar a doença mais cedo.” Hospital das Clínicas da Unesp, em Botucatu (SP) Reprodução/TV TEM Alimentação e prevenção Outro campo que tem despertado atenção é a relação entre alimentação e câncer de mama. Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), em Presidente Prudente, revelou que a maioria das pacientes em tratamento consome alimentos inflamatórios, como ultraprocessados, frituras e carnes processadas, e poucos alimentos anti-inflamatórios, como frutas, verduras e peixes. Professora e nutricionista oncológica Sandra Genaro Reprodução/TV TEM “A maioria das mulheres avaliadas consumia alimentos que favorecem a inflamação no organismo”, explica a professora e nutricionista oncológica Sandra Genaro. “Quando há uma alimentação equilibrada e individualizada, os efeitos colaterais da quimioterapia diminuem e o paciente consegue manter melhor a imunidade e o tratamento.” A pesquisadora Bianca Francisco da Silva acrescenta que o acompanhamento nutricional faz diferença até no bem-estar. “As pacientes relatam que, com orientação alimentar, enfrentam o tratamento de forma muito mais leve.” A aposentada Maria Geni dos Santos é um exemplo disso. “Eu era uma formiga que comia duas barras de chocolate por dia. Mudei totalmente minha alimentação e percebi que fez bem. Ganhei peso comendo certo, descascando mais e desembalando menos”, conta. Maria Geni dos Santos, aposentada Reprodução/TV TEM ❤️‍🩹 'Resistir' Reportagem: Luís Negrelli Imagens: Aceituno Júnior, Gustavo Luz e Jamie Raphael Produção: Andressa Santana Edição de texto: Yonny Furukawa Edição de imagens: Luan Lima, Barbara Góes e Helo Hess Edição de texto web: Eric Mantuan e Mariana Bonora Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília Assista às reportagens da série

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Dia do Servidor Público: confira o que abre e fecha em Caruaru

Publicado em: 25/10/2025 11:14

Dia do Servidor Público: veja o que abre e fecha em Caruaru Jorge Farias/PMC O Dia do Servidor Público, comemorado na próxima segunda-feira (27). A prefeitura de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, terá mudanças serviços interrompidos durante o feriado facultativo. O ponto facultativo se aplica às repartições públicas municipais, estaduais e entidades da administração direta e indireta. Os serviços essenciais, como da área da saúde, ficam mantidos para garantir o atendimento à população. De acordo com o Sindicato dos Lojistas do Comércio, o comércio de rua e os centros de compras também funcionam normalmente na data. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Confira abaixo os serviços públicos que irão abrir: Secretaria de Saúde: UPA, SAMU, Maternidade Municipal de Caruaru Santa Dulce dos Pobres e Hospital Manoel Afonso funcionarão normalmente; Via Parque: funcionará das 6h às 22h; Secretaria da Mulher: o Centro de Referência da Mulher Maria Neuma Silva Lira (CRM) segue com funcionamento 24h. Também é possível entrar em contato com o CRM por meio do número: (81) 98384-4310; Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome: mantém o plantão do auxílio funeral, pelos números (81) 98384-2410 e (81) 98384-3756. O atendimento da pernoite para a população em situação de rua funciona normalmente, na Rua Souza Lima, s/nº, bairro Nossa Senhora das Dores (rua paralela à Rua Saldanha da Gama). A equipe de abordagem social também estará em atividade; Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Economia Criativa: o Centro de Atendimento ao Turista, no Monte Bom Jesus, funcionará das 8h às 20h; Ceaca: o mercado estará aberto. Confira serviços públicos que estarão fechados Ceaca: o administrativo será fechado AME Animal também estará fechada. Secretaria de Sustentabilidade e Bem-estar Animal: os parques municipais estarão fechados, para manutenção; Detran-PE: Sede, Ciretrans, shoppings e Expresso Cidadão não funcionarão;

Palavras-chave: tecnologia

Inicia em Santarém a 3ª edição da Expo Favela Pará no Centro de Convenções em Santarém

Publicado em: 25/10/2025 10:57

Expo Favela de 2025 realizado em Santarém Ascom/Divulgação O município de Santarém, no oeste do Pará, recebe neste fim de semana a Expo Favela Innovation Pará 2025, que começa neste sábado (25) e segue até domingo (26). Pela primeira vez realizada fora de uma capital, a feira reúne 100 projetos selecionados para mostrar ideias criativas e soluções que surgem nas comunidades. O evento busca valorizar o potencial empreendedor das periferias e abrir caminhos para iniciativas capazes de transformar vidas e ganhar projeção nacional. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp A programação é diversa e inclui uma trilha de conteúdos que vai do empreendedorismo à tecnologia e games, passando por arte, cultura, música, cinema, literatura, beleza, moda e gastronomia. O objetivo é mostrar a diversidade de setores que se desenvolvem nas comunidades, impulsionar a economia criativa e fortalecer redes de apoio. Entre os destaques estão painéis como “Empreendedorismo que Transforma”, “Caminhos para o Sucesso: estratégias e dicas para conquistar os negócios” e o debate sobre “Protagonismo Feminino no Enfrentamento ao Racismo”. O encerramento do evento será com um grande show de MV Bill e Kmila CDD. Confira a programação da Expo Favela Pará 2025 Neste ano, a parceria com a Rede de Inovação e Bioeconomia do Baixo Amazonas (Ribba) vai ajudar a selecionar os 20 melhores negócios da feira. Inovação e protagonismo das periferias A iniciativa também dialoga com o calendário de eventos internacionais. Considerada uma prévia da COP30, a Expo Favela Pará se conecta às discussões da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, que este ano terá Belém como sede. A realização em Santarém reforça a ideia de que a inovação e o protagonismo das periferias estão diretamente ligados à sustentabilidade, inclusão e ao futuro econômico da Amazônia. Expo Favela Pará Programação - 25 de Outubro 10h - Abertura dos portões 10h30 - Abertura Expo Favela Pará 2025 11h30 - Certificação Capacita COP30 e Amazon Maker (SECTET) 13H - Empreendedorismo que Transforma 14h - A produção de Conteúdo que Impacta Realidades 15h - Cultura e Transformação Social 16h - Protagonista Feminino no Enfrentamento ao Racismo 17h - Caminhos para o Sucesso: estratégias e dicas para conquistar os negócios 18h - O Futuro é Agora: o papel da juventude na política 19h - Reconhecimento e Proteção aos Territórios 20h - A Liga da Amazônia 22h - Show de Encerramento - MV Bill e Kmila CDD Serviço: EXPO FAVELA INNOVATION PARÁ Local: Centro de Convenções de Santarém - Rodovia Eng. Fernando Guilhon Datas: 25 e 26 de outubro. VÍDEOS: mais vistos do g1 Santarém e Região

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Artista com trilha em novela hoje ajuda músicos a ganharem dinheiro sem perder a alma

Publicado em: 25/10/2025 10:01

Baixada em Pauta: Leandro Ramajo, artista e empresário, é o convidado da semana Artista com música em trilha de novela e apadrinhado por Chorão (1970 - 2013), Leandro Ramajo cresceu em uma família musical e hoje divide seu tempo entre os palcos e a gestão de carreiras. Com sua produtora, ele cria oportunidades para que músicos tenham onde tocar e recebam uma renda digna, seja em eventos corporativos, festivais ou circuitos alternativos. A empresa LVR Produções nasceu da inquietação de Leandro como músico freelancer, que dependia de convites esporádicos para tocar. Hoje, ele gerencia artistas, organiza shows e atua em eventos de grande porte, como festivais em shoppings e operações musicais em hotéis. Ele contou tudo isso aos jornalistas Matheus Müller e Luiz Linna no podcast Baixada em Pauta, revelando bastidores da sua trajetória e os caminhos que encontrou para transformar arte em profissão. Quem é Leandro Ramajo Leandro Ramajo Reprodução/Instagram Influenciado pela mãe, a pianista Mera Peoli, e pelo avô, o cantor Rubens Peniche — que trabalhou com nomes como Nelson Gonçalves e Hebe Camargo — Leandro iniciou sua trajetória musical ainda na infância. A música sempre esteve presente em casa, e o violão foi seu primeiro instrumento. Formado em Fusion pela Escola de Música e Tecnologia (EM&T), Leandro desenvolveu uma base técnica sólida que o levou a atuar como guitarrista, compositor e educador. Lançou seu primeiro álbum, Bons Ventos, em 2012. No ano seguinte, assinou com a Som Livre para o projeto Hip Hop – Conexão Baixada, que o levou à trilha sonora da novela Amor à Vida (TV Globo), marcando sua entrada no circuito nacional. A música na novela e o sonho realizado Em 2013, Leandro viu sua banda Conexão Baixada estrear na trilha sonora de uma novela da Globo. “A gente viu isso ser possível no primeiro capítulo”, contou, emocionado, sobre o momento em que a música foi ao ar. A TV Tribuna fez a cobertura do lançamento e registrou a reação da banda. “Todo mundo chorando”, lembrou Leandro. Foi a consagração de um trabalho que envolveu apadrinhamento, produção e muita persistência. Leandro Ramajo Reprodução/Instagram O impacto foi imediato: “A gente tá aí na rua, falou: ‘Ah, os caras da novela, os caras da novela’”, relembrou sobre a repercussão que tomou conta da cidade após a estreia. O apadrinhamento por Chorão e a força do networking A relação com Chorão começou por meio do cantor Tubarão, integrante da banda e amigo pessoal do líder do Charlie Brown Jr. “A gente teve uma relação muito legal com toda banda, mas um pouquinho mais com o Chorão porque ele era o cara que acreditava no projeto”, contou Leandro. O apoio foi além dos bastidores. “Teve um show que a gente foi fazer no Avelinos... daqui a pouco eu vejo ele carregando um amplificador meu, cara. Eu falei: ‘Tá doido, bicho, dá isso aí’. Ele falou: ‘Tá maluco, velho, vou’”, relembrou, destacando a simplicidade e parceria de Chorão. Esse gesto mudou o rumo da apresentação. “Ele chegou no camarim da gente, pediu para falar com o D2... Cara, mudou totalmente tudo”, disse Leandro. “A facilitação que ele dava de ajudar mesmo... era o lado parceiro, o lado de correr com a banda.” O livro como manual de erros e acertos Leandro lançou o livro Pisando nos Melhores Palcos, um guia prático para músicos que desejam transformar paixão em carreira. “Fiz tal besteira na época tal e jamais faça isso porque faltou tal”, explicou. O capítulo mais importante, segundo ele, é o 5: “O seu network está ruim”. Sem conexão, não há palco, banda, venda ou carreira. O livro foi lançado na última quinta-feira (22) na Pinacoteca Benedito Calixto, em Santos. A obra também aborda gestão de equipe, marketing digital, precificação de shows e transição para o mercado de eventos corporativos. É um mapa para quem quer pisar nos melhores palcos, com estratégia e propósito. Tecnologia na música: apoio ou ameaça? Leandro reconhece o avanço da inteligência artificial na criação musical, mas defende o sentimento como essência da arte. “Eu ainda sou dessa fase e pretendo me manter”, disse sobre compor com calma e emoção. Ele acredita que a IA pode ajudar em jingles e estruturas básicas, mas não substitui o coração. “A tecnologia para criação de música em outro aspecto que não dependa do coração e do sentimento pode ser muito bem-vinda.”

Veja concursos públicos com as inscrições abertas no Amapá; EDITAIS

Publicado em: 25/10/2025 09:01

Edital do concurso público do Ministério Público do Amapá é lançado Três concursos públicos estão em andamento no Amapá neste mês de outubro, com oportunidades para diferentes áreas e níveis de escolaridade. Os editais foram divulgados pelo Ministério Público do Estado (MP-AP), pela Prefeitura de Laranjal do Jari e pelo Instituto Federal do Amapá (Ifap). Os salários variam de R$ 1.412 a R$ 7.978 dependendo do cargo e da formação exigida. Os editais contemplam funções técnicas, administrativas e docentes (Confira editais e como se inscrever). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Ministério Público do Amapá (MP-AP) Ministério Público do Amapá MPE/divulgação O concurso do MP-AP oferece 15 vagas imediatas para cargos de nível médio e superior, além de formação de cadastro reserva. As inscrições vão até a próxima quarta-feira (29), pelo no site da Fundação Carlos Chagas (FCC). Veja o edital As vagas estão distribuídas entre os cargos de técnico ministerial (nível médio) e analista ministerial (nível superior), com especialidades em: Administração; Direito; Contabilidade; Engenharia Civil; Tecnologia da Informação. A remuneração para o certame é de até R$ 7.978,05 com benefícios adicionais previstos em lei. As etapas consistem em prova objetiva para todos os cargos e prova discursiva para nível superior. LEIA MAIS Ministério Público do Amapá abre concurso com salários de até R$ 7,9 mil; veja EDITAL Ifap abre 920 vagas para cursos técnicos integrados ao ensino médio no Amapá Amapá apresenta queda de 71,87% em número de inscritos para o 'Enem dos concursos' Prefeitura de Laranjal do Jari Laranjal do Jari, no Sul do Amapá Maksuel Martins/Secom A Prefeitura lançou edital com 79 vagas para cargos de níveis médio, técnico e superior. As áreas contempladas incluem saúde, educação, engenharia e administração. As inscrições foram prorrogadas até o dia 27 de outubro, pelo site oficial da prefeitura. Veja o edital A remuneração do concurso vai de R$ 1.412,00 e R$ 6.375,60, conforme o cargo e a carga horária. As etapas consistem em prova objetiva para todos os cargos e prova de títulos para cargos de nível superior. Veja cargos e vagas: Assistente Administrativo (5 vagas); Assistente Social (3 vagas); Biomédico (2 vagas); Técnico em Saúde (5 vagas); Profissional de Educação Física (2 vagas); Enfermeiro (7 vagas); Farmacêutico (3 vagas); Fisioterapeuta (4 vagas); Fonoaudiólogo (6 vagas); Médico - Clínico Geral (4 Vagas); Médico Ginecologista (1 vaga); Médico Cardiologista (1 vaga); Médico Ortopedista (1 vaga); Médico Pediatra (1 vaga); Nutricionista (2 vagas); Cirurgião Dentista (5 vagas); Psicólogo (3 vagas); Técnico de Enfermagem (15 vagas); Técnico de Laboratório (1 vaga); Técnico em Radiologia (1 vaga); Tecnólogo em Radiologia (1 vaga); Terapeuta Ocupacional (6 vagas). Instituto Federal do Amapá (Ifap) Campus Macapá do Instituto Federal do Amapá (Ifap) Carlos Alberto Jr/Arquivo G1 O Ifap abriu processo seletivo simplificado para contratação de professores substitutos com duas vagas. As inscrições vão de de 27 a 29 de outubro de 2025, pelo site do Ifap. Veja o edital A graduação na área específica requisitada, com o cargo horário de 40 horas semanais. A remuneração varia entre R$ 4.412,63 a R$ 7.356,02, conforme titulação, como: graduação, especialização, mestrado ou doutorado. 1 para Construção Civil (Campus Macapá); 1 para Contabilidade (Campus Laranjal do Jari). Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

Palavras-chave: tecnologia

Mapeamento acústico ajuda na identificação do mico-leão-preto

Publicado em: 25/10/2025 08:26

Observar primatas e fazer a contagem deles não é uma tarefa fácil. Os animais estão em constante movimento nas copas das árvores, o que dificulta o processo. Quando os indivíduos são de porte pequeno como é o caso do mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus) contabilizar o número de animais numa área é ainda mais complicado. Mas o uso da técnica de mapeamento acústico passivo (MAP) está permitindo a um grupo de biólogos a pesquisar essa espécie que é endêmica do Estado de São Paulo. O projeto é desenvolvido em locais diversos com vegetação nativa protegidos pela empresa de produção de celulose Suzano, nas regiões de Bauru e Sorocaba. Os micos-leões-pretos medem cerca de 30 cm de corpo e 40 cm de cauda e pesam, em média, 600 gramas Suzano "Inicialmente havíamos planejado realizar o monitoramento das populações de mico-leão-preto em apenas uma das áreas da empresa, onde o acompanhamento de um grupo da espécie já vinha sendo realizado. A escolha de uma única área deve-se ao fato de utilizarmos uma metodologia experimental". A técnica de MAP, integrada à detecção automatizada de vocalizações por inteligência artificial, é recente, o que requer treinamento e validação. Nesse sentido, em 2024, testamos a metodologia em uma das áreas, onde ela mostrou-se eficaz não apenas na detecção do mico-leão-preto, mas também na detecção de outras duas espécies de primatas, o bugio-ruivo (Alouatta guariba) e o macaco-prego (Sapajus nigritus). Com a validação de sua aplicabilidade, decidimos replicá-la em uma segunda área, onde foi possível detectar o mico-leão-preto e o macaco-prego. Com os resultados positivos que obtivemos, planejamos futuramente incorporar a terceira área no monitoramento", explica Yhasmin Paiva Rody, gerente de pesquisa e desenvolvimento em sustentabilidade da Suzano. Em cada área foram instalados de dez a vinte gravadores autônomos. Os pesquisadores processaram e analisaram 12480 horas de gravações. Os equipamentos foram programados para gravarem durante 21 dias das 6h às 18h, período em que os primatas estão mais ativos. Registro de um mico-leão-preto durante monitoramentos de fauna nas áreas da Suzano Suzano Em 2018, havia o registro de apenas um grupo de mico-leão-preto em uma das áreas monitoradas. Já em 2025 foram detectados mais oito grupo de primatas. O aumento dos grupos de mico-leão-preto pode ser explicado pelo aprimoramento da capacidade de detecção da espécie, consequência do maior esforço amostral e da eficácia da nova metodologia utilizada. Os primeiros registros do mico-leão-preto nas áreas da Suzano advinham de observações casuais, durante os monitoramentos de fauna, mas também pela busca ativa da espécie, utilizando metodologias tradicionais, como a transecção linear e o playback. "No caso da transecção linear ,método em que o observador percorre uma distância definida e registra os avistamentos, por tratar-se de um primata pequeno e que se locomove rápido na copa das árvores, sua observação em campo é difícil. No caso do playback ,método que consiste na reprodução de vocalizações da espécie-alvo, amplificada por um alto falante, a espécie pouco responde às vocalizações reproduzidas, especialmente após frequentes repetições". Em cada área foram instalados de dez a vinte gravadores autônomos Suzano Em 2024, com a implementação do projeto focado na espécie e que utiliza o monitoramento acústico como metodologia, conseguimos tanto confirmar a presença da espécie nas áreas, quanto identificar novos grupos. Esse resultado mostra a importância da incorporação de novas tecnologias nos monitoramentos de fauna, em particular para espécies raras e de difícil detecção, como o mico-leão-preto", conta Yhasmin Paiva Rody. A empresa tem um acordo de parceria para pesquisa com o Laboratório de Primatologia (LaP) da Unesp de Rio Claro, sob coordenação científica da Profa. Dra. Laurence Culot. Por meio desse acordo, alunos de graduação, pós-graduação e pesquisadores de pós-doutorado do laboratório, estão desenvolvendo estudos nas áreas da empresa, contando com o apoio logístico da Suzano para acessar as áreas que são de grande relevância para a conservação do mico-leão-preto. Além disso, participa do programa Inova Talentos, em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi. A pesquisadora responsável por executar o projeto de monitoramento e conservação do mico-leão-preto nas áreas da Suzano, Dra. Anne Sophie de Almeida e Silva, integra o programa Inova Talentos e é também pós-doutoranda do LaP. De acordo com o monitoramento realizado desde 2018 na primeira área de mata preservada, o mico-leão-preto alimenta-se principalmente de frutos do jerivá (Syagrus romanzoffiana), eles representam até 60% dos frutos consumidos pelos primatas naquele local. No entanto, a espécie é faunívora-frugífera ou seja, alimenta-se também de insetos e frutas. "Sabemos que sua dieta, que é faunívora-frugívora, varia de acordo com a área e com a disponibilidade de frutos. O que pudemos testar e verificar em nosso projeto é que, em uma das áreas da Suzano, a probabilidade de ocupação do mico-leão-preto esteve positivamente relacionada com a maior densidade de palmeiras de (Syagrus romanzoffiana). Para as outras áreas da empresa, ainda não temos essa informação. Estudos futuros sobre a ecologia alimentar das populações das outras áreas poderão nos ajudar a compreender a importância dessa palmeira na dieta do mico-leão-preto", informa Yhasmin Paiva Rody, gerente de pesquisa e desenvolvimento em sustentabilidade. Só no Estado de São Paulo, em 2024, a empresa registrou 221 espécies de animais nas fazendas monitoradas, entre eles 11 espécies de mamíferos, 192 espécies de aves e 18 espécies de anfíbios e répteis. Entre os animais avistados estão anta (Tapirus terrestres), muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides), queixada (Tayassu pecari), tapiti (Sylvilagus brasiliensis), aves como o papo-branco (Biatas nigripectus), macuco (Tinamus solitarius) e o bicudinho-do-brejo-paulista (Formicivora paludicola). VÍDEOS: Destaques Terra da Gente Veja mais conteúdos sobre a natureza no Terra da Gente

Entre solas e histórias: os sapateiros que resistem ao tempo e mantêm viva a arte do trabalho manual no interior de SP

Publicado em: 25/10/2025 08:01

Dia do Sapateiro: casal trabalha na fabricação de sapatos em Presidente Prudente O som compassado das máquinas, o cheiro de cola e o brilho do couro são parte da rotina de quem mantém viva uma das profissões mais antigas e essenciais do mundo: a do sapateiro. Na época em que quase tudo se tornou descartável, esses profissionais seguem costurando histórias, restaurando memórias e mostrando que o valor do trabalho artesanal está no cuidado e na alma de quem o executa. Em Presidente Prudente (SP), nomes como Jorge, Claudecir e Laura simbolizam a resistência de um ofício que atravessou gerações e segue de pé — mesmo diante da modernização e da desvalorização do trabalho manual. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp DIA SAPATEIRO PRUDENTE Stephanie Fonseca/g1 Herança de uma vida inteira dedicada ao calçado “Meu pai era artesão de calçados. Aprendi com ele ainda menino. A vida toda foi dentro do mercado de calçados”, recorda Jorge Luiz de Lima Araujo, natural do Rio Grande do Norte. Ele cresceu observando o pai trabalhar, acompanhando-o em oficinas e grandes marcas locais, em Presidente Prudente. O profissional lembra que, quando começou, tudo era muito artesanal. “Não existiam as máquinas modernas que temos hoje. A gente fazia ferramentas com o que tinha. Eu lembro de usar tampa de lata de leite em pó furada para lixar o couro”, conta. Jorge Luiz conta que começou na profissão inspirado pelo pai Jorge Luiz/Arquivo pessoal Segundo Jorge, a tecnologia facilitou o trabalho, mas também tornou o produto mais descartável. “Antes, a gente trabalhava para restaurar, para dar vida ao que tinha valor. Hoje, muita coisa é produzida de forma rápida e barata. Mas ainda existe material de qualidade que merece ser restaurado, não só consertado. Isso é devolver a história para os pés da pessoa.” Entre as histórias mais marcantes, ele lembra de mulheres que precisavam de calçados sob medida. Para ele, atender clientes com necessidades especiais ou pedidos exclusivos, como fantasias de personagens, o deixa satisfeito, pois produzirá algo que atenda a uma necessidade real. Fabricações que mudam a vida das pessoas levam contentamento a Jorge Jorge Luiz/Arquivo pessoal “Uma peça que marcou um tempo atrás foi um sapato de noiva de número 32 ou 31, de salto alto. A menina morava em Dracena, chegou a Prudente, e conseguimos tirar a medida dela, corrigir, fazer a forma e alcançar essa condição para que ela pudesse realizar o sonho dela”, compartilhou. Em outro momento, uma pessoa com a perna um tanto quanto grossa não conseguia usar botas, desde criança. “Nós trabalhamos, tiramos a medida e produzimos a peça para que pudesse vir de encontro à necessidade dela. Naquele momento eu vi uma mulher madura chorar de alegria pela primeira vez na vida ter possibilidade de calçar uma bota de maneira que ficasse confortável para ela.” Para ele, a principal dificuldade da profissão hoje é a falta de valorização e de material de qualidade. “O mercado está muito descartável. Existe trabalho, mas faltam profissionais. Se houvesse uma escola de formação, haveria muito campo de trabalho. O sapateiro sempre terá serviço, mas a profissão corre o risco de desaparecer por falta de interesse, não por falta de serviço.” Produções de Jorge Luiz, sapateiro em Presidente Prudente Jorge Luiz/Arquivo pessoal Mãos que trabalham juntas Claudecir Dogna Mané começou na profissão com cerca de 12 anos, após migrar da lavoura para a cidade com a família. São 54 anos dedicados à sapataria. “Aprendi com experiência e ajuda de amigos que já trabalhavam na área. Hoje, atuo com consertos e restaurações”, contou. Laura Alonso Luque Dogna entrou na oficina após o casamento. “Eu era professora, mas quando tive meu filho, parei de lecionar. Comecei a ajudar o Claudecir e me apaixonei pela profissão. Fui aprendendo, cuidando da parte de acabamento, revitalização e pintura dos calçados”, detalhou. O casal trabalha junto há cerca de duas décadas. Claudecir cuida da parte pesada, enquanto Laura fica com o atendimento e os detalhes finais. “Enquanto ele conserta, eu restauro a beleza”, diz Laura. Claudecir e Laura atuam juntos no ramo da sapataria Stephanie Fonseca/g1 A modernização trouxe desafios. “Hoje tudo é aparência. As pessoas olham mais para a estética do que para a qualidade. Querem o sapato novo, não o restaurado”, lamenta Laura. Claudecir acrescenta: “É muito sintético, muito plástico. Às vezes o sapato nem dá condições de arrumar. A cola não segura, o material é fraco. E mesmo avisando, a pessoa quer um resultado que nem sempre é possível. Ainda assim, a gente faz com carinho.” Eles destacam a diferença entre produção industrial e artesanal. “Tudo é mecanizado na indústria. Aqui, cada peça é feita à mão, com corte, colagem e acabamento detalhados. É demorado, mas o resultado é um produto especial, feito com cuidado e dedicação. O que sai das nossas mãos é único”, afirma Claudecir. O vínculo com os clientes ultrapassa o balcão da oficina. “Tem gente que atendi quando era criança e hoje atendo os netos”, conta Claudecir. Laura completa: “A gente tem clientes que viraram amigos. É uma relação de confiança. Eles sabem que aqui o trabalho é feito com amor e respeito. O calçado é algo pessoal, faz parte da história da pessoa.” Laura se dedica a acabamentos e outros detalhes Stephanie Fonseca/g1 Uma profissão que resiste Mesmo diante da produção em massa, esses profissionais mantêm vivo o trabalho manual. Jorge resume: “O artesão é uma dádiva. Quando você pega um couro e transforma em algo novo, sente orgulho. O que aprendi com meu pai me permite viver em qualquer lugar, porque o que vem das mãos é eterno.” Claudecir e Laura reforçam a mensagem: “O sapateiro sempre vai existir. Pode diminuir a quantidade de profissionais, mas a necessidade de restaurar, ajustar e criar produtos sob medida nunca vai acabar. Para quem quer entrar na profissão, é só ter vontade, dedicação e amor pelo que faz.” No Dia do Sapateiro, esses profissionais seguem firmes — não apenas consertando sapatos, mas restaurando histórias, memórias e o respeito por quem dedica a vida ao trabalho manual. Claudecir atua há mais de 50 anos no ramo da sapataria Stephanie Fonseca/g1 Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região

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Como os chatbots de IA estão transformando o atendimento ao cliente

Publicado em: 25/10/2025 08:01

O atendimento ao cliente no Brasil passa por uma transformação significativa impulsionada pela inteligência artificial. Cada vez mais presentes em diferentes setores, os chatbots com IA se consolidam como uma ferramenta essencial para melhorar a comunicação entre empresas e consumidores, tornando o processo mais ágil, organizado e personalizado. A evolução do atendimento digital Nos últimos anos, o uso de chatbots cresceu de forma constante entre as empresas brasileiras. A combinação de linguagem natural, aprendizado de máquina e automação de processos tem permitido diálogos mais fluidos e contextualizados, substituindo respostas padronizadas por interações mais próximas da linguagem humana. Na área da saúde, por exemplo, clínicas e hospitais têm adotado sistemas inteligentes para triagem de pacientes, agendamentos e envio de lembretes automáticos. Em Curitiba, a EvaChat tem apoiado empresas na gestão de atendimento via WhatsApp, oferecendo soluções que unem automação, inteligência artificial e análise de dados para aprimorar a experiência do cliente. Eficiência e organização no atendimento Estudos de mercado apontam que o uso de chatbots com IA pode contribuir para a redução de custos operacionais e aumento da produtividade das equipes de atendimento. Isso ocorre porque as tarefas repetitivas passam a ser automatizadas, liberando tempo para que os profissionais se concentrem em atividades estratégicas. Além da economia, as empresas relatam ganhos de agilidade, com respostas instantâneas e atendimento disponível 24 horas por dia. Outro benefício é a possibilidade de acompanhar indicadores em tempo real, como tempo médio de resposta, taxa de resolução e nível de satisfação do cliente. Impacto na experiência do consumidor O consumidor atual valoriza agilidade, conveniência e personalização — e os chatbots de IA ajudam as empresas a oferecer exatamente isso. Essas ferramentas interpretam intenções, ajustam o tom de conversa e criam interações mais humanas, melhorando a experiência do cliente em todos os canais de contato. Com a integração de relatórios e painéis de acompanhamento, as empresas conseguem identificar gargalos, antecipar demandas e aprimorar continuamente seus processos de atendimento. O futuro da interação inteligente O uso de inteligência artificial no atendimento marca o início de uma nova fase: a da automação cognitiva. O avanço dos chamados agentes de IA — sistemas capazes de compreender contexto e executar tarefas complexas — representa o próximo passo dessa jornada, em que tecnologia e atendimento caminham lado a lado. No fim das contas, a inteligência artificial não substitui pessoas: ela apoia equipes humanas, amplia a eficiência e permite que o atendimento seja mais rápido, empático e estratégico. Serviço: A EvaChat desenvolve soluções de chatbot e agentes de IA voltadas ao atendimento ao cliente e à automação de processos empresariais. Mais informações em: www.evachat.com.br

Ofertas de pisos laminados: saiba escolher entre os diferentes tipos e estilos

Publicado em: 25/10/2025 08:01

O piso é uma das partes mais importantes de uma casa e a escolha - certa ou errada - é uma das maneiras mais eficazes de transformar completamente um ambiente. E entre as opções disponíveis no mercado, o piso laminado tem se destacado como uma das escolhas mais inteligentes tanto pela aparência sofisticada, que imita a madeira natural, quanto pela facilidade de instalação, manutenção e excelente custo-benefício. Com diferentes ofertas de pisos laminados disponíveis atualmente, é possível encontrar modelos que se adaptam a todos os estilos e orçamentos, tornando esse tipo de revestimento uma tendência consolidada nas residências brasileiras. O laminado é considerado um piso sustentável, já que sua produção utiliza madeira de reflorestamento e processos industriais controlados, o que o torna uma alternativa ecologicamente responsável em relação à madeira maciça. Por que o piso laminado se tornou tão popular A estética da madeira sempre teve um papel importante na decoração de interiores. O visual acolhedor, o toque quente e o charme natural são características que remetem à sensação de conforto. O piso laminado surgiu como uma resposta moderna a essa demanda, combinando beleza, praticidade e durabilidade em um único produto. Enquanto o piso de madeira maciça exige alto investimento e cuidados constantes, o laminado oferece uma aparência muito semelhante por um preço mais acessível. O sucesso foi imediato: ele une texturas realistas, resistência a riscos e fácil limpeza, o que o tornou o queridinho de quem busca reformar sem complicação. Instalação rápida e sem sujeira Uma das maiores vantagens do piso laminado é a facilidade de instalação. Diferente do porcelanato, que exige argamassa, rejunte e tempo de cura, o laminado utiliza o sistema de encaixe “click”, em que as réguas se conectam umas às outras como um quebra-cabeça. Na prática, isso significa menos sujeira, obra rápida e economia de tempo. Em muitos casos, é possível instalar o piso em um único dia, sem precisar remover o piso antigo. Esse sistema também é reversível: se for necessário trocar alguma parte, basta substituir a régua danificada. Fale agora com a equipe da Balaroti pelo WhatsApp e descubra as melhores ofertas em pisos laminados, com orientações sobre instalação e manutenção! Limpeza simples e manutenção fácil Manter o piso laminado bonito e funcional não exige grandes esforços. Para a limpeza diária, recomenda-se o uso de vassouras de cerdas macias ou aspirador de pó, seguidos de um pano levemente umedecido com água e detergente neutro. O ideal é evitar o uso de produtos abrasivos ou o excesso de água, o que pode prejudicar o acabamento com o tempo. Com esses cuidados simples, o piso mantém sua aparência por muitos anos. Escolher entre as várias ofertas de piso laminado pode definir o estilo da sua casa com bom preço e conforto. Divulgação/FreePik Piso laminado: conforto térmico e instalação rápida Na hora de escolher o piso ideal para a casa, é comum comparar o laminado com outras opções muito conhecidas, como o porcelanato e o vinílico. Cada um tem suas vantagens, mas o laminado costuma oferecer o melhor equilíbrio entre preço, conforto e aparência. O piso laminado é valorizado pela instalação rápida, pelo conforto térmico e sonoro e pela estética que imita a madeira natural com excelente realismo. Além disso, tem custo acessível e combina bem com diferentes estilos de decoração. Seu único ponto de atenção é que não deve ser usado em áreas molhadas, como banheiros ou lavanderias. No fim das contas, o piso laminado se consolida como uma opção versátil, bonita e com excelente custo-benefício e é ideal para quem busca renovar o ambiente de forma rápida, prática e econômica. O piso laminado é ideal para salas, quartos, escritórios e corredores, oferecendo conforto sonoro, pois reduz o eco dos passos. Modelos e acabamentos: opções para todos os estilos O avanço das tecnologias de impressão e prensagem fez com que as ofertas de pisos laminados se multiplicassem. Hoje, há uma grande variedade de cores, texturas e formatos, permitindo personalizar o ambiente de acordo com o estilo desejado: Madeira clara (carvalho, amêndoa, freijó): ideal para ambientes pequenos, pois amplia a sensação de espaço e luminosidade. Madeira escura (ipê, nogueira, castanho): traz elegância e sofisticação, ótima para salas e dormitórios. Textura rústica: combina com decorações industriais e contemporâneas, destacando o aspecto natural. Acabamento acetinado: oferece brilho moderado e aparência mais refinada, perfeito para ambientes modernos. Além da estética, o piso laminado também pode receber tratamentos antialérgicos, antiderrapantes e antiestáticos, tornando-se ainda mais funcional. Tendência e conforto em um único material O piso laminado se consolidou como um dos revestimentos mais procurados no Brasil por unir design, praticidade e sustentabilidade. Ele oferece conforto térmico, acústico e visual, além de proporcionar uma sensação acolhedora que se adapta bem a qualquer estilo de decoração. Seja em apartamentos, casas ou escritórios, o piso laminado é uma escolha moderna e inteligente para quem busca beleza, rapidez na instalação e manutenção simples, sem pesar no orçamento. Fale agora com a equipe da Balaroti pelo WhatsApp e descubra o modelo ideal de piso laminado para transformar seu ambiente com estilo e economia!

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TP-Link lança Archer GE400 como novo roteador gamer Wi-Fi 7; veja detalhes

Publicado em: 25/10/2025 08:00 Fonte: Tudocelular

A TP-Link apresentou um novo produto com foco no público gamer. Trata-se do roteador Archer GE400, modelo que vem com tecnologias atualizadas na parte de conectividade (Wi-Fi 7), além de também ter elementos de iluminação RGB. Além disso, é um modelo que pode chegar em uma faixa de preço mais em conta. Essa pegada de um roteador mais acessível começou com o modelo Archer BE3600 da própria marca. Agora, ela visa ampliar as opções com o lançamento desse dispositivo que possui compatibilidade com redes Wi-Fi 7. Nesse sentido, a ideia é que o novo modelo se posicione abaixo dos Archer GE650 e Archer GE800.Ao que tudo indica, o roteador vem com velocidades de até 6,5 Gbps, enquanto na banda de 5GHz o número fica em 5.765 Mbps e 688 Mbps na faixa de 2,4 GHz. Isso é resultado da implementação das tecnologias MLO e 4K-QAM do Wi-Fi 7. O produto possui seis antenas para máxima cobertura, com Beaforming. Clique aqui para ler mais

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EUA e China tentam evitar escalada da guerra comercial e garantir reunião entre Trump e Xi nas negociações da Malásia

Publicado em: 25/10/2025 07:41

Por que os ímãs estão no centro da disputa comercial entre China x EUA? Autoridades econômicas dos Estados Unidos e da China encerraram seu primeiro dia de negociações em Kuala Lumpur no sábado (25), com um porta-voz do Tesouro descrevendo-as como "muito construtivas". As duas maiores economias do mundo estão tentando evitar uma escalada na guerra comercial e garantir que uma reunião aconteça na próxima semana entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp As negociações à margem da cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático traçarão um caminho a seguir depois que Trump ameaçou novas tarifas de 100% sobre produtos chineses e outras restrições comerciais a partir de 1º de novembro, em retaliação aos controles de exportação amplamente expandidos da China sobre ímãs de terras raras e minerais. As ações recentes, que também incluem uma lista de exportações dos EUA expandida que abrange milhares de empresas chinesas, interromperam uma delicada trégua comercial elaborada pelo secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, pelo representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, e pelo vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, em quatro reuniões anteriores desde maio. O principal negociador comercial da China, Li Chenggang, também participa das negociações. Uma testemunha da Reuters viu Li chegando ao lado de He no início do dia. Sobre as negociações, um porta-voz do Tesouro disse: "Elas foram muito construtivas e esperamos que sejam retomadas pela manhã". O governo da Malásia e os lados americano e chinês forneceram poucos detalhes sobre a reunião ou quaisquer planos de informar a mídia sobre os resultados. Pontos em discussão entre Estados Unidos e China EUA x China e a ‘lei da selva’  Os três funcionários tentarão abrir caminho para que Trump e Xi se encontrem na próxima quinta-feira em uma cúpula de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico na Coreia do Sul, uma conversa de alto risco que pode girar em torno de algum alívio temporário em tarifas, controles de tecnologia e compras chinesas de soja dos EUA. Minutos antes do início das negociações, Trump deixou Washington para sua viagem pela Ásia e expôs vários pontos de discussão para o encontro com Xi. Ele disse que os agricultores, afetados pelo congelamento chinês nas compras de soja dos EUA, e a ilha democrática de Taiwan, que a China reivindica como seu território, estariam na lista de tópicos discutidos. Trump acrescentou que não tem planos de visitar Taiwan. Ele também destacou a libertação do magnata da mídia de Hong Kong, Jimmy Lai, cujo caso se tornou o exemplo mais notório da repressão da China aos direitos e liberdades no centro financeiro asiático. "Temos muito o que conversar com o presidente Xi, e ele tem muito o que conversar conosco. Acho que teremos uma boa reunião", disse Trump. Trump deixou Washington na sexta-feira à noite para uma viagem de cinco dias à Malásia, Japão e Coreia do Sul, sua primeira viagem à região e a mais longa viagem ao exterior desde que assumiu o cargo em janeiro. A bordo do Força Aérea Um, ele disse aos repórteres que também gostaria que a China ajudasse Washington em suas negociações com a Rússia. Equilíbrio delicado Josh Lipsky, presidente de economia internacional do Atlantic Council em Washington, disse que Bessent, Greer e He devem primeiro encontrar uma maneira de atenuar sua disputa sobre as restrições à exportação de tecnologia dos EUA e os controles de terras raras da China, que Washington quer reverter. "Não tenho certeza se os chineses podem concordar com isso. É a principal vantagem que eles têm", disse Lipsky. Alguns desses anúncios podem recair sobre Trump, que deve chegar à capital da Malásia no domingo. "Não saberemos se Pequim conseguiu contrabalançar com sucesso os controles de exportação dos EUA com suas próprias restrições ou se induziu a continuação de uma espiral de escalada até que Trump e Xi se encontrem", disse Scott Kennedy, especialista em economia da China no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais de Washington. "Se eles fizerem um acordo, a jogada terá valido a pena. Se não houver acordo, todos precisarão se preparar para que as coisas fiquem muito mais feias." Terras raras e a escalada tarifária Terras raras e mineração: qual o impacto ambiental? As duas maiores economias do mundo estão tentando evitar que a escalada tarifária retorne a níveis de três dígitos em ambos os lados. O primeiro encontro de Bessent e Greer com He em Genebra, em maio, levou a uma trégua de 90 dias, que reduziu drasticamente as tarifas para cerca de 55% do lado americano e 30% do lado chinês, e retomou o fluxo de ímãs. A trégua foi prorrogada em negociações subsequentes em Londres e Estocolmo e expiraria em 10 de novembro. Mas a delicada trégua se desgastou no final de setembro, quando o Departamento de Comércio dos EUA expandiu enormemente uma lista negra de exportações para incluir automaticamente empresas com mais de 50% de propriedade de empresas já presentes na lista, proibindo as exportações dos EUA para milhares de outras empresas chinesas. A China reagiu com novos controles globais de exportação de terras raras em 10 de outubro, com o objetivo de impedir seu uso em sistemas militares. Bessent e Greer criticaram a medida da China como uma "tomada de poder na cadeia de suprimentos global" e prometeram que os EUA e seus aliados não aceitariam as restrições. A Reuters informou que o governo Trump está considerando um plano para aumentar a pressão com restrições a uma gama estonteante de exportações de software para a China, de laptops a motores a jato. O governo Trump aumentou a tensão na sexta-feira ao anunciar uma nova investigação tarifária sobre o "aparente fracasso" da China em cumprir os termos do acordo comercial de "Fase Um" entre EUA e China de 2020, que interrompeu a guerra comercial durante o primeiro mandato de Trump. LEIA TAMBÉM: Terras raras: como a China encontrou 'ponto fraco' de Trump Preço da soja despenca nos EUA com guerra comercial com a China; produtores pedem acordo comercial As 5 vantagens da China na guerra comercial com Trump e os EUA

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Mais de 4 mil alunos devem fazer 2ª fase da Olimpíada Brasileira de Matemática; veja locais de prova

Publicado em: 25/10/2025 07:01

Alunos do AC recebem medalhas por desempenho na etapa estadual da OBMEP em 2024 Mais de 4 mil estudantes de escolas públicas estaduais, federais e privadas do Acre participam, neste sábado (25), da segunda fase da 20ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas (OBMEP). Em Rio Branco, onde há 1.442 selecionados, as provas serão aplicadas em cinco escolas a partir das 12h30 (horário local). É aconselhável que os estudantes cheguem com uma hora de antecedência. (Veja os locais mais abaixo) 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A competição é nacional e ocorre, simultaneamente, em todo o país. Os Centros de Aplicação podem ser consultados no site da OBMEP e os estudantes devem portar documento de identificação. Também é permitido o uso de lápis e caneta esferográfica azul ou preta. Segundo o coordenador estadual, Sandro Ricardo, a avaliação é composta por seis questões discursivas, com duração de três horas. No estado acreano, as provas seguem até às 15h30. "Nos dois anos anteriores, nós centralizamos essa aplicação em um local só. No ano passado, por exemplo, foi na Ufac. Mas observamos que estava ocorrendo alguma evasão por conta [da distância] do local. Então, espalhamos pela cidade e vamos aplicar provas em cinco centros de aplicação", disse. Os locais de aplicação são: Escola Dr. Carlos Vasconcelos - Triângulo Novo Colégio Acreano - Centro Instituto de Educação Lourenço Filho - Bosque Escola Diogo Feijó - Floresta Escola Raimundo Gomes de Oliveira - Tucumã "Estamos tentando exatamente diminuir essa evasão, porque a ideia da OBMEP é exatamente identificar essas pedras preciosas que estão, às vezes, escondidas, e que precisam ser lapidadas. Não precisa que o aluno depois vá para a área de matemática, mas a gente sabe que as disciplinas de matemática e português influenciam muito em relação às outras", complementou. Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) é uma competição nacional Obmep/Divulgação/Arquivo Brasil Em todo o país, mais de 900 mil alunos do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio, classificados na primeira fase, estão aptos a participar da prova e concorrer às premiações da maior competição científica do Brasil, realizada desde 2005 pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa). Segundo a OBMEP, a iniciativa alcançou 5.556 municípios, o que corresponde a 99,93% das cidades brasileiras e mais de 57,2 mil escolas participantes. Oportunidades a partir da OBMEP Entre as oportunidades oferecidas pela competição científica está o Programa de Iniciação Científica Júnior (PIC Jr.), que oferece aulas avançadas de matemática para medalhistas nacionais da OBMEP. Alunos de escolas públicas que integram o programa recebem uma bolsa mensal de R$ 300, concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Outra possibilidade para os estudantes premiados é o ingresso no IMPA Tech, programa de graduação do Instituto de Matemática Pura e Aplicada que oferece bacharelado em Matemática da Tecnologia e Inovação. O processo seletivo leva em conta o desempenho em cinco olimpíadas científicas, como a OBMEP. Na edição de 2023, por exemplo, uma aluna de Brasiléia foi medalhista de prata a âmbito nacional e, agora, é estudante da instituição. Cerimônia premiou dezenas de estudantes com desempenho satisfatório na OBMEP 2024 em Rio Branco Sandro Ricardo/Arquivo pessoal Além disto, na última quinta-feira (23), uma cerimônia na Universidade Federal do Acre (Ufac) concedeu medalhas a estudantes que tiveram desempenho satisfatório na etapa estadual da prova. (Veja vídeo no início da reportagem) "Então são oportunidades, janelas, portas que se abrem para os alunos que são medalhistas", complementou o coordenador estadual. Nesta edição, mais de 8,4 mil medalhas nacionais serão distribuídas, sendo 650 de ouro, 1.950 de prata e 5.850 de bronze, além de 50 mil menções honrosas e 20,5 mil medalhas estaduais. VÍDEOS: g1

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Unicamp 2026: como revisar os livros obrigatórios da 1ª fase na véspera do vestibular

Publicado em: 25/10/2025 07:01

Unicamp 2026: veja tudo o que você precisa saber sobre o vestibular A 1ª fase do vestibular da Unicamp 2026, que será aplicada neste domingo (26), pode exigir dos candidatos a resolução de questões que abordam nove livros indicados pela universidade. O g1 conversou com um professor de literatura para entender o que pode ser feito na véspera da prova para que os candidatos se familiarizem um pouco mais com essas obras. 🚨O principal é: para quem não leu ou não sabe se entendeu, a dica é não cair no desespero. Vinicius Teixeira, do Colégio Oficina do Estudante, lembra que a Unicamp privilegia o olhar crítico e interpretativo -- não precisa querer decorar a obra -- e é possível reforçar o conhecimento com materiais de apoio. “A Unicamp tem um projeto chamado Cria Unicamp, com aulas no YouTube sobre as obras literárias, e o site da Comvest reúne provas anteriores com comentários e índices de acertos. É um excelente material para entender o tipo de questão que a banca elabora”, explica o professor Vinicius Teixeira. LEIA TAMBÉM: Unicamp 2026: veja tudo o que você precisa saber sobre o vestibular Temas e conexões 1ª fase do vestibular da Unicamp 2025 Antonio Trivelin/g1 Segundo Teixeira, uma das principais habilidades avaliadas no vestibular da Unicamp é a capacidade do estudante em estabelecer relações. O docente orienta que o estudante possa usar as obras para analisar temas que estão sendo discutidos atualmente na mídia, como, por exemplo, as questões climáticas da COP 30 ou o conceito de modernização. Entenda: 📖 Meio Ambiente (COP 30): o professor destaca que o tema ambiental, central por conta da COP 30, pode ser facilmente ligado à obra ‘A vida não é útil’, de Ailton Krenak. A literatura, neste caso, serve como um motor de reflexão sobre as "relações do homem com a natureza" e a necessidade de políticas públicas que mitiguem os problemas climáticos. 📖 Tecnologia/Modernização: embora as obras não tratem diretamente de inteligência artificial ou dos avanços na tecnologia de baterias, por exemplo, o tema da modernização e seus custos sociais podem ser analisados através de autores clássicos, como Lima Barreto. Teixeira cita ‘Vida e Morte de M. J. Gonzaga de Sá’ para refletir sobre como o desenvolvimento e a modernização podem gerar ônus, como a marginalização de pessoas. A história se passa no Rio de Janeiro do século XX, que enfrentava reformas urbanas que contribuíram para a circulação na cidade, mas acabou por provocar o início do processo de favelização. 📖 Problemas Sociais: a literatura que aborda a "escrevivência" em ‘Olhos d'Água’, de Conceição Evaristo, pode ser cobrada em conjunto com dados e matérias do cotidiano. O conceito foi criado pela escritora brasileira para unir, como sugere o termo, a escrita e vivência. Em edições anteriores, por exemplo, a Unicamp já conectou o conto ‘Maria’, de Evaristo, sobre o assassinato de uma mulher no ônibus, com casos de violência e fake news da época, exigindo uma análise da conexão entre a arte e crimes bárbaros na sociedade. Prova de interpretação sem “pegadinhas” Para Teixeira, as questões de literatura exigem dos candidatos uma extrema atenção na leitura dos enunciados e alternativas apresentadas. Característica que pode ser considerada uma vantagem, pois não é uma prova de “decoreba” e é possível encontrar pistas para as respostas no próprio texto. “A gente tem desde Machado de Assis até textos mais contemporâneos, como a ‘A vida não é útil’ do Ailton Krenak, ‘Olhos d'Água’ da Conceição Evaristo. Então confie no enunciado, olhe para os excertos que aparecem na prova porque eles direcionam, eles organizam, eles sistematizam o pensamento para esse estudante conseguir fazer uma boa prova”, fala O professor também reforça que a Unicamp não usa “pegadinhas” para elaborar as perguntas, mas incentiva que o estudante exercite interpretação e raciocínio. A universidade procura “alunos leitores” que conseguem fazer inferências e relacionar partes de um texto. “Foi-se o tempo em que o vestibular fazia perguntas para confundir o aluno. Hoje, as bancas querem selecionar estudantes preparados, que saibam ler o enunciado com atenção. O enunciado é o melhor amigo do candidato: se ele for ignorado, pode se tornar o pior inimigo”, conta. Como estudar na reta final? 📖 Provas anteriores: para o professor, o melhor método "em cima da hora" é olhar para as questões anteriores e para o material que a própria Comvest disponibiliza no seu site oficial, o que inclui, além das respostas e os comentários, os índices de acerto. 📖 ‘Cria Unicamp’: projeto com material de aulas e análises feitas por vários professores convidados sobre obras e outras disciplinas. Esse material está disponível no site da Comvest e os vídeos no canal oficial da Unicamp no YouTube. 📖 Cuidado com o ChatGPT: Teixeira não indica o uso de resumos gerados por inteligências artificiais. Ele afirma que o vestibular não busca a capacidade de memorização do estudante, mas, sim, a de fazer reflexões e a bagagem de leitura. Outra dica é a busca por materiais de suporte para enriquecer o contato com os livros, o professor sugere procurar pela obra em outros suportes de informação: Ailton Krenak: documentário ‘Vozes da Floresta’, entrevistas e palestras que abordam a base de oralidade do autor, que atua na luta pela proteção da natureza e dos povos originários ao menos desde a década de 1980. Conceição Evaristo: entrevistas com a escritora. Ela está em plena produção, então, não é difícil encontrar debates que ajudem a entrar em contato com a "voz" da autora. Para Alice no País das Maravilhas: filmes como o de Tim Burton podem ajudar na conexão, mas não substituem a leitura. Lima Barreto: ler crônicas curtas, como Queixa de Defunto, pode ajudar a entender a mistura que o autor faz entre humor e a crítica social. Adaptações em diversos formatos alternativos, como os audiolivros: podem apresentar outra perspectiva do texto e ser bastante interessantes. Primeira fase x segunda fase As questões de Literatura na Unicamp não estão restritas apenas à primeira fase, e possuem características bem específicas em cada momento. Assim, o professor falou sobre alguns pontos de atenção que precisam ser tomados: Leitura na 1ª e 2ª fase do Vestibular da Unicamp Lista de Obras Indicadas – Vestibular 2026 Prosas seguidas de odes mínimas (José Paulo Paes) Olhos d’água (Conceição Evaristo) A vida não é útil (Ailton Krenak) Casa Velha (Machado de Assis) Vida e morte de M.J. Gonzaga de Sá (Lima Barreto) No seu pescoço (Chimamanda Ngozi Adichie) Morangos mofados - Contos escolhidos (Caio Fernando Abreu) Canções escolhidas (Cartola) Alice no país das maravilhas (Lewis Carroll) Como o tema foi cobrado em anos anteriores? 1ª fase 2025: O excerto a seguir, do livro Alice no país das maravilhas, de Lewis Carrol, narra o encontro entre a protagonista e o Gato de Cheshire: O Gato apenas sorriu ao avistá-la. Alice achou que ele parecia afável. Mas como tinha garras muito compridas e dentes bem graúdos, sentiu que devia tratá-lo com respeito. – Gatinho de Cheshire – começou a dizer timidamente, sem ter certeza se ele gostaria de ser tratado assim, mas ele apenas abriu um pouco mais o sorriso. “Ótimo, parece que ele gostou”, pensou ela, e prosseguiu: – Podia me dizer, por favor, qual é o caminho para sair daqui? – Isso depende muito do lugar para onde você quer ir – disse o Gato. – Não me importa onde... – disse Alice. – Nesse caso não importa por onde você vá – disse o Gato. – ...conquanto que eu chegue a algum lugar – acrescentou Alice como explicação. – É claro que isso acontecerá – disse o Gato –, desde que você ande por algum tempo. (CARROLL, L. Aventuras de Alice no país das maravilhas. Tradução de Sebastião Uchoa Leite. São Paulo: Editora 34, p. 68-69, 2016.) A partir da leitura do trecho e da compreensão do todo da narrativa, pode-se afirmar que o excerto é um exemplo: a) do afeto que marca o contato que Alice estabelece com os habitantes do país das maravilhas. b) do estranhamento que Alice experimenta ao conhecer seres que não existiam no mundo de onde ela veio. c) da descoberta, por parte de Alice, do domínio que ela tem sobre as situações no país das maravilhas. d) da percepção, por parte de Alice, de que as palavras não têm sempre o mesmo sentido para quem as usa. Resposta da questão: D Assim, é correta a opção [D], pois, quando Alice pede ao Gato que lhe aponte o caminho para sair dali, o gato não responde objetivamente, pois é preciso saber qual o destino desejado. Cena da adaptação de 1951 de Alice no País das Maravilhas Reprodução/Walt Disney Pictures 2ª fase 2025: Em 1843, Gonçalves Dias compôs o poema “Canção do Exílio”, que serviu de inspiração a vários poetas ao longo do tempo, de que são exemplos o poema de José Paulo Paes e a canção de Chico Buarque de Holanda e Tom Jobim, reproduzidos a seguir. Canção do exílio, José Paulo Paes Um dia segui viagem sem olhar sobre o meu ombro. Não vi terras de passagem Não vi glórias nem escombros. Guardei no fundo da mala um raminho de alecrim. Apaguei a luz da sala que ainda brilhava por mim. Fechei a porta da rua a chave joguei ao mar. Andei tanto nesta rua Que já não sei mais voltar (PAES, José Paulo. Prosas seguidas de odes mínimas. São Paulo: Companhia das Letras, p. 19, 1992.) Sabiá , Chico Buarque de Holanda – Tom Jobim Vou voltar Sei que ainda vou voltar Para o meu lugar Foi lá E é ainda lá Que eu hei de ouvir cantar Uma sabiá Vou voltar Sei que ainda vou voltar Vou deitar à sombra de uma palmeira Que já não há Colher a flor Que já não dá E algum amor Talvez possa espantar As noites que eu não queria E anunciar o dia Vou voltar Sei que ainda vou voltar Não vai ser em vão Que fiz tantos planos de me enganar Como fiz enganos de me encontrar Como fiz estradas de me perder Fiz de tudo e nada de te esquecer (CHEDIAK, Almir (Org.). Songbook Tom Jobim. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, p. 88-89, 1990.) Identifique, em cada poema, a posição do eu-lírico em relação ao exílio. Justifique sua resposta apontando elementos de ambos os textos. Os dois poemas reproduzidos acima apresentam “negações”, a exemplo das que vemos nos versos “sem olhar sobre o meu ombro”, “não vi terras de passagem”, “não vi glórias nem escombros”, “que já não sei mais voltar”, “(...) uma palmeira que já não há”, “(...) a flor que já não dá”. Interprete comparativamente, em cada um dos poemas, o sentido da recorrência das negações. Resposta comentada: a questão aproveita um livro da lista obrigatória “Prosas seguidas de odes mínimas”, de José Paulo Paes e, com isso, estabelece comparações com outros autores e tempos literários. a) No poema de Paulo Paes, “Canção do exílio”, o eu lírico associa o exílio a um percurso existencial com o objetivo de crescimento e amadurecimento. As expressões como “Um dia segui viagem /sem olhar sobre o meu ombro”, “Apaguei a luz da sala”, “Fechei a porta da rua/a chave joguei ao mar” traduzem um contexto íntimo que demonstram o desejo de viver experiências. Já no poema de Chico Buarque, “Sabiá”, o eu lírico utiliza imagens nostálgicas para indicar a vontade de voltar, “Sei que ainda vou voltar / Para o meu lugar”. b) As negações no poema “Canção do exílio” de Paulo Paes, como em “Não vi terras de passagem/Não vi glórias nem escombros” revelam a indiferença das experiências que poderão aparecer ao longo do percurso sem desejo de retorno a um passado. Já no poema de Chico Buarque, “Sabiá”, o eu lírico manifesta o desejo de retorno ao passado, “Sei que ainda vou voltar/ Para o meu lugar”, o que talvez se torne impossível pela transformação das circunstâncias políticas que ocorreram no país: “uma palmeira que já não há”, “a flor que já não dá”. VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas.

Com portas abertas, Inpe terá exposições e visitas guiadas neste sábado (25)

Publicado em: 25/10/2025 06:01

Semana de Ciência e Tecnologia tem programação no Cemaden O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com sede em São José dos Campos (SP), terá uma ação de portas abertas para a comunidade neste sábado (25), com exposições e visitas guiadas para o público. Na sede do Inpe, a programação começa no Centro de Exposições, espaço que concentrará estandes do Inpe e de instituições parceiras, com maquetes de satélites e foguetes, óculos de realidade virtual com imersões pelo Pantanal e pela Amazônia, oficinas, atividades para crianças e uma Feira de Troca de Livros. Além das exposições, os participantes terão as visitas guiadas em diversos prédios do Inpe, como o Laboratório de Integração e Testes (LIT), o Museu de Satélites, o Centro de Controle de Satélites (CCS), o EMBRACE (Clima Espacial), o Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST), o Telescópio Solar Galileo, o Miniobservatório Astronômico e a Biblioteca. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Os visitantes participarão de uma jornada científica autoguiada, pois, ao chegar, cada pessoa receberá um mapa interativo com as opções de visitas guiadas e exposições. A cada parada, o visitante ganhará um carimbo em um “passaporte científico”, tornando a experiência mais divertida. Cada grupo será acompanhado por monitores e pesquisadores do Instituto, garantindo uma experiência mais informativa aos participantes. Segundo o Inpe, o objetivo da ação é oferecer a oportunidade para o público conhecer de perto o trabalho realizado pelo Instituto e explorar o universo da ciência e da tecnologia de forma interativa. O Inpe Portas Abertas integra a 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que este ano traz como tema “Planeta Água: cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território” - clique aqui e confira a programação. O Inpe de portas abertas é um evento gratuito e exclusivo para pessoas que se inscreveram antecipadamente pelo site. Na noite desta sexta-feira (24), as inscrições já estavam encerradas. Sede do Inpe fica em São José dos Campos Wilson Araújo/TV Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Enem 2025: Prefeitura de Salvador promove aulão preparatório

Publicado em: 25/10/2025 06:01

Imagem meramente ilustrativa de uma estudante com cadernos Freepik A Prefeitura de Salvador, em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), realizará mais uma edição do programa IngreSSar, com aula preparatória gratuita para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O evento será a partir das 12h do dia 7 de novembro, no Centro de Convenções de Salvador, situado na orla da Boca do Rio. Durante o aulão, os participantes terão acesso a uma revisão completa dos principais conteúdos cobrados no exame, com aulas e dicas de professores de diversos cursinhos preparatórios de Salvador. Estarão presentes docentes das áreas de Redação, Matemática, Biologia e Geografia. A expectativa dos organizadores é reunir mais de seis mil estudantes. Os estudantes interessados devem se inscrever pelo site do evento. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Segundo Fernanda Lôrdelo, titular da SPMJ, O "Mega Aulão" marca o encerramento das atividades preparatórias antes da aplicação do Enem. "É um momento dedicado aos estudantes de escolas públicas e privadas da capital, visando proporcionar descontração e alívio da tensão pré-exame. O evento oferecerá peças teatrais, brindes e dicas de professores renomados da cidade", explicou. O professor de História e coordenador pedagógico do evento, Ricardo Carvalho, ressaltou o caráter social da iniciativa: “Ao incluir um espetáculo teatral-musical no evento, ao lado de mestres consagrados na preparação para o Enem, o Mega Aulão gera repertório sociocultural e conteúdo de excelência para os jovens estudantes. É a realização do sonho de todo educador. Tudo isso feito de forma 100% gratuita é democratizar a educação e garantir o compromisso social dos gestores do projeto”. O Enem 2025 será aplicado nos dias 9 e 16 de novembro em todo o Brasil. No primeiro dia, as provas serão de Redação; Linguagens, códigos e suas tecnologias; e Ciências Humanas e suas tecnologias. No segundo fim de semana, ocorrerão as provas de Matemática; e Ciências da Natureza e suas tecnologias. LEIA TAMBÉM: Assessor parlamentar é preso suspeito de matar ex-companheira a facadas na Bahia Influenciadora 'ervoafetiva' nega participação em tráfico de drogas: 'Ninguém no mundo deveria ser preso por fumar maconha' Thais Carla revela novo peso seis meses após cirurgia bariátrica: 'progresso' Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

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