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Por que a Torre de Pisa — e outras construções pelo mundo — inclinam mas não caem?

Publicado em: 13/05/2026 11:19

Torre de Pisa, na Itália, é inclinada PHOTOFIRES VIA GETTY IMAGES A Torre Inclinada de Pisa é um dos marcos mais emblemáticos da Itália. Mas não é a única estrutura inclinada para um lado — das casas dançantes na Holanda à Pagoda da Colina do Tigre, na China, existem pontos turísticos instáveis em todo o mundo. Mas por que eles se inclinam? E por que isso não significa necessariamente que eles vão cair? Por que alguns prédios se inclinam? Turistas fazem a festa com Torre de Pisa SOL DE ZUASNABAR BREBBIA VIA GETTY IMAGES Existem várias razões pelas quais as estruturas se inclinam para um lado, de acordo com Mandy Korff, professora de prática geotécnica na Universidade de Tecnologia de Delft e Deltares, na Holanda. Em alguns casos, como nas icônicas casas dançantes da Holanda, isso se deve ao tipo de fundação usada. “No centro da cidade de Amsterdã, a maioria das casas é construída com estacas de madeira”, diz Korff. Ela explica que as estacas são instaladas em pares sob as paredes e fachadas dos edifícios. Eles se estendem por 12 metros no solo, que é composto por argila macia, turfa ou areia. “Se estiverem assim e as estacas permanecerem em boas condições, nada acontece com as casas”, diz ela. Mas, segundo ela, se começarem a se degradar ou apodrecer, podem surgir rachaduras — e a deterioração irregular ou a distribuição desigual de peso pode fazer com que os edifícios se inclinem ao longo do tempo. Casas inclinadas na Holanda KARL HENDON VIA GETTY IMAGES O caso de Pisa As condições do solo também podem fazer com que edifícios se inclinem para um lado — como é o caso da icônica torre de Pisa. Nunziante Squeglia, professor de mecânica do solo e fundações na Universidade de Pisa, faz parte de uma equipe que monitora a inclinação da torre. “A torre começou a se inclinar desde o início de sua construção devido à extrema maciez do solo. [Ela afundou] entre três e quatro metros”, disse Sgueglia à BBC. Os edifícios também podem se inclinar devido às mudanças feitas pelo homem no solo — por exemplo, a torre da Oude Kerk (Igreja Velha), em Delft, na Holanda. "É muito menos conhecida [mas] se inclina de forma semelhante à Torre de Pisa", diz Korff. “Está inclinado em direção ao canal porque o solo de um lado foi escavado para o canal e é mais macio de um lado. Então, [há] menos pressão para mantê-la na posição vertical e, quando eles a construíram, ela começou a se inclinar.” Mudanças nas águas subterrâneas também podem fazer com que um prédio se incline. E às vezes, diz Korff, os edifícios são projetados para serem inclinados. “Muitas casas em Amsterdã são construídas inclinadas para frente porque era assim que as casas comerciais eram construídas no passado”, disse ela. “Elas eram construídas frequentemente ao longo dos canais para armazenamento e, para facilitar o transporte para dentro da casa. Então, se elas se inclinam para frente, não significa que haja um problema. Mas quando elas se inclinam para o lado, você sabe com certeza que essa não era a intenção.” Corrigindo a inclinação Então, com todas essas estruturas inclinadas, por que não estamos mais preocupados? Um prédio inclinado não significa necessariamente que não seja estruturalmente sólido, de acordo com Korff. "Ele precisa se inclinar bastante para se tornar estruturalmente instável", diz. Mas, às vezes, as inclinações precisam ser corrigidas — como foi o caso da Torre Inclinada de Pisa. Embora a torre tenha começado a se inclinar muito cedo, as medições mostraram que ela piorou no século 20, com a inclinação da torre aumentando constantemente. “A situação era muito preocupante”, diz Squeglia. E então, em 1989, a Torre Cívica na cidade italiana de Pavia desabou. De acordo com Squeglia, esse foi o “gatilho” para a torre de Pisa fechar no ano seguinte. Havia muitas ideias de como endireitar levemente a Torre Inclinada de Pisa para torná-la segura novamente. “A técnica escolhida foi a extração do solo”, diz Squeglia. “Sem tocar na torre, 37 metros cúbicos de solo foram extraídos do lado norte da fundação.” A torre reabriu 11 anos depois. Um caso “especial” Mas esse método de endireitar um prédio não é comum, de acordo com Korff. “Isso é muito especial para Pisa — você não faria isso em condições normais”, diz ela. Se um prédio inclinado tem estacas de madeira como as casas em Amsterdã, substituir as fundações pode impedir que a inclinação piore — mas é “invasivo” e envolve a remoção do piso térreo. Também é possível corrigir a inclinação levantando uma casa da mesma forma que se levanta um carro, disse Korff — mas, às vezes, isso pode causar mais danos do que benefícios. "Se estiver muito inclinada, também é bastante perigoso colocá-la reta, porque a casa também se adaptou ao fato de estar inclinada", disse. "É preciso ter muito cuidado para, pelo menos, não piorar a situação." Embora alguns edifícios possam ser estabilizados, também existem desvantagens. “Eles podem fazer todo tipo de coisa com edifícios — tudo é possível”, disse Korff. “Mas custa muito dinheiro [e] é complicado.” O impacto das mudanças climáticas A pesquisa de Korff descobriu que existem cerca de 75 mil casas somente na Holanda que são construídas sobre estacas de madeira e correm risco de danos, com quase três vezes mais em risco devido a fundações rasas. E esses problemas podem estar prestes a piorar. “Com as mudanças climáticas e as mudanças nas águas subterrâneas, às vezes vemos algumas mudanças mais rápidas”, diz Korff. Se o nível da água subterrânea cair, as estacas de madeira ficam expostas ao ar, o que pode acelerar os danos. Mudanças na água subterrânea também podem afetar as camadas do solo, o que tem um efeito indireto nas casas com diferentes tipos de fundação. Mas ela acrescentou que foi um processo lento. E quanto à Torre Inclinada de Pisa, sua inclinação foi reduzida em mais de 40 cm após 11 anos de trabalho, que foi concluído em 2001. Os engenheiros acreditam que seu futuro está garantido pelo menos nos próximos 200 anos.

Palavras-chave: tecnologia

O que é Acesso à Rede de Confiança Zero (ZTNA)?

Publicado em: 13/05/2026 11:16

O modelo tradicional de segurança corporativa, que confiava em qualquer usuário apenas por ele estar inserido na rede da empresa, já não atende às exigências atuais do mercado. Com o avanço do trabalho híbrido e remoto e o uso intenso da nuvem, infraestruturas como o Acesso à Rede de Confiança Zero (ZTNA) se tornaram cada vez mais importantes. Em vez de liberar toda a rede de uma vez, o ZTNA parte do princípio de que nada deve ser confiável por padrão. A ideia é simples: "nunca confiar, sempre verificar". Um relatório da Okta Inc. divulgado pelo Instituto Brasileiro de Cibersegurança (IBSEC) aponta que 55% das organizações já implementaram uma estratégia Zero Trust em seus fluxos de trabalho para garantir que o usuário acesse apenas o que é estritamente necessário para a execução das suas atividades, o que ajuda a criar uma camada de proteção que mantém os sistemas invisíveis para quem não tem autorização. Os pilares da Confiança Zero Diferente de sistemas que validam o acesso apenas no momento do login, o ZTNA trabalha com uma verificação dinâmica e constante através de uma combinação de tecnologias, entre elas: Acesso baseado em identidade para garantir que apenas pessoas autorizadas iniciem o processo Controle granular e privilégio mínimo para que o colaborador visualize e acesse apenas o aplicativo específico para a sua função em vez da infraestrutura inteira Micro segmentação de aplicações e divisão da rede em pequenos segmentos isolados para impedir que uma ameaça se espalhe lateralmente Verificação e avaliação contínua do dispositivo durante toda a sessão para monitorar possíveis mudanças de comportamento ou surgimento de vulnerabilidades, o que faz o acesso ser revogado imediatamente Conexão nativa em nuvem, permitindo fácil integração com softwares SaaS e data centers com baixa latência Perímetro Definido por Software (SDP) para que os recursos corporativos fiquem ocultos na internet pública. Sem um endereço IP visível para varreduras externas, a superfície de ataque diminui drasticamente Por que o ZTNA é a evolução natural da VPN? A VPN (Virtual Private Network, ou Rede Privada Virtual) funciona como uma extensão da rede da empresa. Ela estabelece uma conexão segura e criptografada para a transmissão dos dados, protegendo os usuários contra acessos e monitoramentos não autorizados, principalmente em redes Wi-Fi públicas. Por muito tempo, conceder acesso via VPN foi o padrão ideal, pois o escritório tinha um perímetro bem definido e os dados estavam centralizados em um único local. Porém, com o aumento expressivo do trabalho remoto e do uso da nuvem, o ZTNA surge como a evolução necessária dessa tecnologia. Como aumentar a segurança das suas equipes remotas Ao contrário da VPN, que foca em colocar o usuário dentro de uma rede segura, o ZTNA busca conectá-lo individualmente a cada serviço ou arquivo de que ele precisa ao assumir que nenhuma conexão é confiável por padrão. Para isso, ele verifica a identidade do usuário e as condições de segurança do dispositivo o tempo todo, liberando apenas o acesso estritamente necessário para cada tarefa e impedindo que ameaças se espalhem internamente. Por que a sua empresa precisa do ZTNA? Para as empresas, as vantagens do ZTNA vão além da proteção de dados e contribuem diretamente para a agilidade operacional: Defesa contra ameaças sofisticadas: Os modelos de segurança tradicionais, que concedem amplo acesso à rede para os colaboradores, são frágeis contra invasões sofisticadas, principalmente diante de credenciais roubadas. O ZTNA elimina a confiança implícita e reduz o risco de ataques que exploram a liberdade que dispositivos e usuários internos costumavam ter 10 dicas para melhorar o gerenciamento de senhas corporativas Maior segurança para trabalho híbrido e remoto e recursos baseados em nuvem: O ZTNA garante que as políticas de segurança sejam aplicadas com o mesmo rigor independentemente de o colaborador estar na sede da empresa, em casa ou em trânsito Bloqueio ao movimento lateral na rede: Diante de uma invasão, o maior perigo é o cibercriminoso se movimentar de um sistema simples para um banco de dados crítico. Como o ZTNA segmenta o acesso por aplicação e necessidade, ele cria barreiras que tornam quase impossível essa movimentação lateral Construindo um modelo Zero Trust na sua empresa Estimativas do Gartner apontam que, até 2027, empresas com políticas sólidas de Zero Trust reduzirão em até 80% os prejuízos causados por ataques cibernéticos. A equipe de especialistas da Ligga Telecom está preparada para apoiar a sua empresa no desenho de uma jornada de Confiança Zero. Conheça nossas soluções corporativas e conte com a gente para construir uma infraestrutura mais segura e resiliente para o seu negócio.

Palavras-chave: cibernéticotecnologia

Fundação Cecierj abre vagas para graduação em novo polo de Paraty

Publicado em: 13/05/2026 11:00

Fundação Cecierj chega a Paraty com inscrições abertas para o Vestibular Cederj 2026.2 Filipe Dutra/Fundação Cecierj Estão abertas as inscrições para o Vestibular Cederj 2026, que acontece em Paraty (RJ). Serão ofertados 18 cursos de graduação e os interessados podem se inscrever até domingo (17). Segundo a organização, ao todo, são 7.505 vagas em 44 polos do estado do Rio de Janeiro. O polo integrado Paraty Fundação Cecierj vai funcionar no Parque Ipê com 30 vagas para graduação em Ciências Contábeis, 30 vagas para Design Gráfico e 10 vagas para o curso de Tecnologia em Sistemas de Computação. As inscrições podem ser realizadas pelo site. Um espaço para estudo será disponibilizado gratuitamente na modalidade semipresencial pelas instituições de ensino superior que compõem o Consórcio Cederj. Vídeos em alta no g1 ✅Clique aqui e entre no canal do g1 no WhatsApp O modelo pedagógico permite que o estudante realize a maior parte das atividades de forma remota, com encontros presenciais obrigatórios nos polos de apoio para tutorias e avaliações. VÍDEOS: as notícias que foram ao ar na TV Rio Sul

Palavras-chave: tecnologia

Huawei FreeClip 2 em oferta: fone de ouvido entrega design diferenciado e preço baixo

Publicado em: 13/05/2026 10:43 Fonte: Tudocelular

A Huawei trouxe o FreeClip 2 ao Brasil em janeiro de 2026, para ser o seu novo fone de ouvido com design em “C” e trazer melhorias em relação ao antecessor. Lançado por R$ 1.299, agora ele surge por menos no varejo nacional. O acessório pode ser encontrado no Mercado Livre pelo preço de R$ 899 à vista no Pix ou parcelado sem juros em até 18x no cartão Mercado Pago ou até 10x nos demais cartões de crédito. A oferta é válida para as cores azul, branca, preta e rosa. "Fone De Ouvido Sem Fio Huawei Freeclip 2 C-bridge Design Tecnologia Open-ear Bluetooth 6.0 Ip57 Reconhecimento Automático De Posição Azul" Mercadolivre R$899 Ver Oferta "Fone De Ouvido Sem Fio Huawei Freeclip 2 C-bridge Design Tecnologia Open-ear Bluetooth 6.0 Ip57 Reconhecimento Automático De Posição Branco" Mercadolivre R$899 Ver Oferta "Fone De Ouvido Sem Fio Huawei Freeclip 2 C-bridge Design Tecnologia Open-ear Bluetooth 6.0 Ip57 Reconhecimento Automático De Posição Preto" Mercadolivre R$899 Ver Oferta "Fone De Ouvido Sem Fio Huawei Freeclip 2 C-bridge Design Tecnologia Open-ear Bluetooth 6.0 Ip57 Reconhecimento Automático De Posição" Mercadolivre R$899 Ver Oferta Sobre o dispositivoEm suas principais características, o Huawei FreeClip 2 mira em entregar uma ergonomia em seu design, com um peso de 5,1 gramas e uma estrutura redesenhada para esta geração, a fim de fornecer maior flexibilidade e estabilidade. Ainda na parte de construção, está presente a certificação IP57, com resistência contra poeira e água.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Homem em situação de rua tenta fugir do frio, entra em cabine de praça de pedágio desativada do Paraná e cai em buraco de 5 metros

Publicado em: 13/05/2026 10:40

Homem cai em buraco de 5 metros em praça de pedágio desativada em Arapongas Um homem de 47 anos caiu em um buraco de cinco metros dentro da praça de pedágio desativada de Arapongas, no norte do Paraná, na BR-369. Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu na madrugada desta quarta-feira (13), enquanto a vítima tentava encontrar um abrigo para fugir do frio. O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) possui duas estações nas proximidades da cidade, que registraram a temperatura às 3h, horário em que a queda aconteceu. A estação de Londrina - a 38 quilômetros - registrou 9.2ºC. A de Apucarana - a 20 quilômetros -, 13.5ºC. ✅ Siga o g1 Londrina e região no WhatsApp Roberto Caseiro, sargento do Corpo de Bombeiros, explicou em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, que o homem entrou em uma das cabines do pedágio. Entretanto, o alçapão que dá acesso a um túnel estava aberto, e isso causou a queda da vítima. Acidente aconteceu em praça de pedágio desativada, em Arapongas. Júnior Evangelista/RPC Leia também: Veja quando: Onda de frio no Paraná começa a perder força e tem data para acabar Mãe e filha morreram: como polícia descobriu que homem mentiu sobre acidente Alep: Conselho de Ética aprova pedido de cassação do deputado Renato Freitas Um colega que estava acompanhando o homem conseguiu fazer contato com a concessionária responsável pelo trecho da rodovia, que iniciou o atendimento e acionou os bombeiros para o resgate. A vítima foi encaminhada a unidades de saúde da região para atendimento médico. Na manhã desta quarta-feira, ele permanecia internado. "[...] ele teve uma fratura na pelve, o que indica que provavelmente ele deve ter caído sentado", o sargento explicou. Em nota enviada ao g1, a EPR disse que as áreas são de acesso restrito. Leia na íntegra: "A EPR Paraná reforça que as cabines desativadas das antigas praças de pedágio são áreas operacionais de acesso restrito. Os locais estão ostensivamente sinalizados e devidamente isolados com tapumes. A concessionária lamenta o incidente ocorrido na madrugada desta quarta-feira (13), na antiga praça de pedágio desativada de Arapongas. A concessionária realizou atendimento pré-hospitalar e acionou o Corpo de Bombeiros para auxílio no atendimento. O homem, que apresentou ferimentos leves, foi encaminhado ao hospital para avaliação médica". Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias em g1 Norte e Noroeste.

Palavras-chave: tecnologia

Entenda a reviravolta na "taxa das blusinhas", agora zerada

Publicado em: 13/05/2026 10:31

O que é a 'taxa das blusinhas', que Lula cancelou após quase dois anos? Chegou ao fim a apelidada "taxa das blusinhas", conforme Medida Provisória (MP) assinada pela presidente Luiz Inácio Lula da Silva na terça-feira (12). Foram quase dois anos de cobrança de 20% de imposto sobre compras internacionais de até 50 dólares (o equivalente hoje a cerca de R$ 245), com objetivo de combater o contrabando e forçar a regularização das plataformas de comércio online. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 "O contrabando, que era uma marca presente nesse setor, foi eliminado. Agora, o setor regularizado vai poder usufruir dessa isenção sobre esses produtos", afirmou o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron. Pacotes de roupas em uma fábrica da Shein em Guangzhou, província de Guangdong, China, em 1º de abril de 2025. Reuters O governo também argumentou que a revogação beneficia a população de baixa renda, que recorre ao varejo online de baixo custo. A decisão foi celebrada pela Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que reúne gigantes do setor. Mas desagradou a indústria brasileira. Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o fim da cobrança "cria vantagem para fabricantes estrangeiros em detrimento da produção nacional", impactando desproporcionalmente micro e pequenas empresas. Já entidades do setor têxtil destacaram que a medida poderia colocar empregos em risco e negativamente impactar a arrecadação pública. Por que foi criada a "taxa das blusinhas"? A cobrança no Brasil foi iniciada em agosto de 2024, no âmbito do Programa Remessa Conforme (PRC). Embora tenha se popularizado como "taxa das blusinhas", o imposto não valia só para roupas ultrabaratas. Estavam incluídas diversas mercadorias de baixo valor encomendadas do exterior por pessoas físicas no Brasil. A cobrança veio em reação ao crescimento do comércio online, alavancado durante a pandemia de covid-19 por empresas como AliExpress, Shein, Amazon, Alibaba e Shopee. Segundo a Receita Federal, chegavam, à época, entre 500 e 800 mil compras internacionais ao Brasil por dia. Segmentos da indústria nacional levaram a pauta a Brasília, argumentando que havia competição desleal entre produtos vendidos dentro do país e pelas gigantes globais do comércio online. Mesmo sancionada por Lula, a medida nunca pareceu convencê-lo. O presidente chamou de "irracional" tributar as classes média e baixa, que compram do exterior sem sair do país, enquanto as classes média e alta têm maior margem para fazer compras isentas de imposto em viagens internacionais. A cobrança gerou resultados? Com a iniciativa, o objetivo da Receita Federal era certificar empresas de comércio eletrônico, aplicar o imposto já no ato da compra e reduzir o tempo que as mercadorias ficam estacionadas nas alfândegas. Desde então, 45 empresas obtiveram a certificação. Até 2024, as importações de até 50 dólares estavam sujeitas apenas ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços, que vai para os cofres estaduais. Somou-se, a partir de então, a taxa federal de 20% para estas compras. A tributação foi impopular. Em contrapartida, a arrecadação pública com o imposto, acumulada desde o início do programa, gira em torno de R$ 10 bilhões. De acordo com a Receita Federal, entre 2024 e 2025, o imposto arrecadado foi de R$ 7,8 bilhões. Já nos primeiros quatro meses de 2026, o valor foi de R$ 1,78 bilhão, com alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, segundo levantamento da CNI, a medida resultou em R$ 4,5 bilhões em importações evitadas, aumentando a movimentação da economia brasileira. A confederação estimou ainda os empregos preservados em 135,8 mil. Celular com aplicativo da chinesa Shein DANIEL CYMBALISTA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO Quem não gostou do imposto? Mas nem todos enxergam a redução das importações como positiva. Em debate na Câmara dos Deputados em outubro, representantes do setor de mobilidade de transporte internacional reclamaram de um freio de investimentos, com cancelamentos de planos de expansão e perdas financeiras para empresas. Já a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), afirmou que a "taxa das blusinhas" impactava os estados mais pobres do Brasil. "É o consumidor que tem de estar no centro dessa discussão", disse. À época, era debatido um projeto de lei, de autoria do deputado Kim Kataguiri (União-SP), para pôr fim ao imposto. Em março, a pesquisa Latam Pulse Brasil, da Atlas Intel, apontou que 62% dos brasileiros achavam que a "taxa da blusinha" havia sido um erro de Lula – o maior percentual dentre 14 decisões avaliadas. A manutenção ou revogação da medida vinha dividindo membros do alto escalão do governo. Segundo apurou o jornal Folha de São Paulo, a decisão de Lula em derrubar o imposto teria sido política, em vista das eleições deste ano. Como fica agora? Quase setenta entidades do varejo, que se posicionaram em abril contra um futuro fim da "taxa das blusinhas", previram que o comércio investiria R$ 100 bilhões este ano no Brasil. "Este investimento estaria ameaçado caso houvesse um retrocesso nos passos já dados rumo à isonomia tributária," disse o texto publicado no portal Jota. Para compras de valor superior, a tributação continuará fixada em 60%, cobrada no ato da compra em sites certificados pelo PRC. Nestas plataformas, o consumidor ganha, entretanto, o equivalente a 20 dólares de desconto. Há também cobrança do ICMS. Pela MP assinada na terça-feira, o imposto para as compras de até 50 dólares será zerado, enquanto permanecerão os 60% para as demais importações. Para sites sem a certificação do programa, todas as importações por pessoas físicas, de qualquer valor, estão sujeitas ao imposto federal de 60%, mais ICMS. Nestes casos, a tributação é cobrada depois da compra. Governo anuncia fim da taxa das blusinhas

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Huawei Mate 80 Pro em oferta: celular avançado com tela OLED, câmera de 50 MP e IP69

Publicado em: 13/05/2026 10:06 Fonte: Tudocelular

A Huawei anunciou o Mate 80 Pro no Brasil em abril de 2026, como o seu celular avançado que combina alta tecnologia a um custo competitivo. Disponível por R$ 9.999, agora ele aparece mais barato no varejo nacional. O smartphone pode ser encontrado no Mercado Livre pelo preço de R$ 6.999 à vista no Pix ou parcelado sem juros em até 18x no cartão Mercado Pago ou até 10x nos demais cartões de crédito. A oferta é válida para as cores dourada, preta e verde. Smartphone Huawei Mate 80 Pro Celular 16gb+512gb Tela Oled De 6,75 Polegadas Com Bordas Planas Sistema De Câmera Com Cores Reais Bateria De 5750 Mah Vidro Kunlun De 2ª Geração Dourado Mercadolivre R$6.999 Ver Oferta Smartphone Huawei Mate 80 Pro Celular 16gb+512gb Tela Oled De 6,75 Polegadas Com Bordas Planas Sistema De Câmera Com Cores Reais Bateria De 5750 Mah Vidro Kunlun De 2ª Geração Preto Mercadolivre R$6.999 Ver Oferta Smartphone Huawei Mate 80 Pro Celular 16gb+512gb Tela Oled De 6,75 Polegadas Com Bordas Planas Sistema De Câmera Com Cores Reais Bateria De 5750 Mah Vidro Kunlun De 2ª Geração Verde Mercadolivre R$6.999 Ver Oferta Sobre o dispositivoO Huawei Mate 80 Pro oferece uma traseira com um círculo superior para conter as suas câmeras principais, além de um inferior que busca formar o símbolo do infinito quando posicionado na horizontal. Também aparece por aqui a certificação IP69, para resistência contra poeira e água.O Huawei Mate 80 Pro está disponível na Shopee por R$ 7.999. (atualizado em 14 de April de 2026, às 10:50)Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

A cidade futurista em '8D' que mostra como a China se transformou desde a última visita de Trump

Publicado em: 13/05/2026 08:34

Quando o líder da China, Xi Jinping, receber seu colega americano em Pequim nesta semana, Donald Trump se lembrará de sua última visita em 2017 — ele foi internsamente cortejado, com um jantar na Cidade Proibida, uma honra que nenhum presidente dos EUA antes dele havia recebido. A recepção desta semana promete ser igualmente grandiosa, incluindo uma parada em Zhongnanhai, o exclusivo complexo de acesso restrito onde a principal liderança da China vive e trabalha. A agenda também será igualmente espinhosa, com o Irã sendo uma nova fonte de tensão, ao lado do comércio, da tecnologia e de Taiwan. Mas muita coisa mudou à medida que Trump retorna a uma China mais forte e muito mais assertiva. Agora, em um terceiro mandato sem precedentes, um ambicioso Xi vem avançando com planos para “novas forças produtivas” com pesados investimentos em energia renovável, robótica e inteligência artificial. Se o presidente americano e seu governo quiserem ver uma amostra do futuro que Pequim vem buscando na última década, eles precisam olhar além do centro imponente da capital, onde passarão a maior parte do tempo. No remoto e acidentado norte, a energia solar e eólica agora domina vastas paisagens. No sul industrioso, a automação está remodelando fábricas e cadeias de suprimentos, e megacidades como Chongqing se tornaram tema recorrente nos feeds de influenciadores nas redes sociais. Bilhões em financiamento estatal transformaram Chongqing, um centro industrial arenoso no sudoeste, em um símbolo poderoso de uma China em mudança que está adotando novas tecnologias, novos negócios e um novo adjetivo — descolado — enquanto tenta mostrar ao mundo uma face mais amigável. Em 2017, a China estava tentando provar que estava em pé de igualdade com os EUA, diz Ali Wyne, consultor sênior de pesquisa e defesa das relações EUA-China no International Crisis Group. “Acho que a delegação chinesa, compreensivelmente, gastou um enorme esforço diplomático tentando transmitir a impressão de que o presidente Xi estava no mesmo nível geopolítico que o presidente Trump. O que eu acho impressionante é que, desta vez, essa afirmação não é necessária por parte dos chineses.” Washington agora reconhece a China como “potência quase equivalente”, diz Wyne, que descreve Pequim como “indiscutivelmente o concorrente mais poderoso que os Estados Unidos enfrentaram em sua história”. A estação de metrô de Liziba é famosa entre visitantes com imagem de prédio que 'engole' o trem Crédito: Getty Images 'America First' versus estratégia de longo prazo da China Trump, por sua vez, pode muito bem ser o líder estrangeiro mais inconstante que a China já encontrou. Ele até tem um apelido aqui — Chuan Jianguo, que significa “Trump, o construtor da nação”. Online, muitos chineses acreditam que suas políticas polêmicas e guerras comerciais ajudaram a ascensão da China ao enfraquecer a posição global dos Estados Unidos. “Ele não se importa nem um pouco com as consequências”, diz um homem de meia idade em férias em Chongqing. “Ele deveria saber que compartilhamos o mesmo mundo. É uma aldeia global. Ele nem sempre deve colocar a América em primeiro lugar.” Ele diz que não quer compartilhar seu nome, enquanto se amontoa com a multidão em um mirante para ver o horizonte vertical e sobreposto, iluminado por neon de Chongqing. “A China vem criando estratégias voltadas para o futuro há décadas”, acrescenta, enquanto a “capital cyberpunk” mundial se ilumina atrás dele ao entardecer. Chongqing foi esculpida nas montanhas porque os construtores não tinham para onde ir além de construir para cima. As estradas sobem e contornam encostas íngremes, enquanto o metrô serpenteia por baixo e depois atravessa camadas de edifícios. Tudo se sobrepõe para criar o que os jornalistas de viagens apelidaram de cidade “8D” da China. Assim como os turistas empoleirados acima, os visitantes dos barcos abaixo tentam tirar a melhor foto: a paisagem vertical que paira sobre o rio Yangtze em tons de azul elétrico, magenta e vermelho. Esta é uma cidade que oferece uma janela para a tentativa de Pequim de rivalizar com o poder americano em mais de uma maneira. A China vem aprimorando seu poder brando e oferecendo aos turistas estrangeiros a entrada sem visto. Cerca de dois milhões deles colocaram Chongqing em sua lista imperdível no ano passado, ao lado de Pequim e Xangai. Mas o crescimento espetacular de Chongqing tem um preço. Sua construção envolveu um dos maiores esforços sustentados de construção urbana da história moderna. E o governo local, com uma população de mais de 30 milhões de pessoas, está agora fortemente endividado. Uma economia lenta e um setor imobiliário em dificuldades não estão ajudando. Além do horizonte futurista da cidade, há bairros mais antigos onde os trabalhadores separam pacotes ou vendem frutas e vegetais na esperança de ganhar alguns dólares por dia. As tarifas de Trump e agora a guerra entre EUA e Israel no Irã estão pressionando pontos sensíveis da economia chinesa, à medida que os preços das casas caem, o desemprego aumenta e o baixo consumo persiste. Apesar de tudo isso, o controle autoritário do Partido Comunista Chinês permaneceu firme. Muitos chineses hesitam em falar de política e, embora tenham uma mensagem para Trump, não quiseram compartilhar seu nome. “Quero dizer a Donald Trump que pare de agitar as coisas”, diz uma manicure cujos investimentos sofreram devido à desaceleração da economia global após a crise no Oriente Médio. Ainda assim, alguns jovens veem os EUA como um farol de liberdade e oportunidade. “Quando penso nos EUA, penso nisso: liberdade e as pessoas de lá podem encontrar sua personalidade e descobrir seu potencial”, diz uma estudante de moda em férias com sua amiga. “É um país cheio de criatividade e sabedoria, e muitos jovens chineses gostariam de estudar lá.” Isso se tornou um sonho mais incerto por causa dos laços tensos entre as duas superpotências nos últimos anos. Mas isso também fez com que engenheiros chineses impulsionassem a inovação em casa. A corrida: de robôs a EVs Em um laboratório principal de dois andares em um dos muitos novos centros de negócios em Chongqing, um grupo de crianças do jardim de infância ri de alegria enquanto observam um peixe-robô nadar ao redor do tanque. Outros robôs humanóides ganham vida e exibem seus movimentos de kung-fu ou dança descolada. As crianças estão ansiosas para se exibirem para as câmeras da BBC e a professora as ajuda a praticar inglês, fazendo-as repetir em uníssono: “Esse robô sabe dançar!” A China já tem o maior número de robôs industriais em suas fábricas, e o estado planeja investir cerca de 400 bilhões de dólares em robótica somente neste ano. Chongqing, que se encontra no centro desse investimento, pretende se tornar o Vale do Silício do oeste da China. Mas aqui e em todo o país, a robótica chinesa pode precisar da ajuda americana. Os robôs precisam de um cérebro que funcione rapidamente e é por isso que a China deseja comprar mais chips de IA de ponta da empresa norte-americana Nvidia. Isso pode ser um obstáculo na reunião desta semana. Em 2022, o governo Biden tentou frear a IA e a robótica chinesas negando-lhes semicondutores de ponta. O presidente Trump relaxou essa política. No ano passado, ele abriu caminho para a Nvidia começar a vender alguns de seus chips avançados para a China, mas não os mais avançados. Enquanto a China e os EUA lutam pela supremacia tecnológica, os analistas acreditam que há uma preocupação maior com a ascensão da IA. Alguns temem que um malfeitor com um laptop em um bunker em qualquer lugar possa hackear os serviços de saúde ou encontrar códigos de lançamento nuclear, e argumentam que este é um momento para os dois líderes pensarem no bem maior, e não na grande competição de poder entre as grandes potências. A concorrência certamente ditará a agenda. A China já está fazendo todo o possível para garantir que não confie nos EUA como seu principal parceiro comercial. As exportações da China para os EUA caíram cerca de 20% nos últimos anos e os Estados Unidos são agora o terceiro maior parceiro comercial da China, atrás do Sudeste Asiático e da União Europeia. A pompa da última visita de Trump não impediu que os EUA impusessem tarifas enormes sobre produtos chineses e Pequim aprendeu a lição. Quando Trump se tornou o líder presidencial em 2024, as autoridades chinesas começaram a trabalhar. Eles participaram de reuniões de think tanks em Washington quando mais uma vez o ouviram avisar que iria coibir o que considerava práticas comerciais chinesas injustas. Quando as tarifas chegaram no ano passado, a China foi o único país que não recuou. Se a frágil trégua comercial se manterá ou levará a um acordo mais substantivo, é a grande questão desta semana. Mas o último ano certamente encorajou Pequim. “Não dependemos do mercado dos EUA”, diz Lucia Chen, que vende carros elétricos para a Sahiyoo, uma empresa em Chongqing, que é uma cidade-chave nessa busca pela autossuficiência. Chongqing lidera o país na fabricação de automóveis, sustentando a posição da China como a maior montadora do mundo. Xi pediu ligações ferroviárias diretas daqui através da Ásia Central para a Europa, que custam cerca de 5 bilhões de dólares, e Chen considera essa ligação ferroviária útil para vender mais mercadorias aos clientes. “Estou bastante otimista sobre o desenvolvimento futuro da indústria de veículos elétricos de Chongqing”, diz ela em um passeio pela fábrica. “Minha família e amigos mudaram de carros a combustível para veículos elétricos. Por causa da guerra do Irã, os preços da gasolina aumentaram muito e muitos compradores estão considerando um veículo elétrico pela primeira vez.” Mesmo com a crise no Oriente Médio se arrastando, Trump está vindo para a China em parte para tentar acabar com a guerra. Ele espera a ajuda da China para intermediar um acordo com seu amigo Teerã — mais um sinal do papel agora fundamental de Pequim no cenário mundial. O presidente dos EUA também gosta de se gabar de ter um bom relacionamento com Xi e pode achar que pode negociar com o líder da China. Ele também vai querer algo tangível desta cúpula e, se vier a Pequim e conseguir sair dizendo que convenceu os chineses a comprar mais produtos americanos, poderá ver isso como uma vitória. Um vislumbre do futuro? Para a China, a vitória pode estar em uma visita de estado tranquila e bem coreografada. Um acordo comercial seria um grande alívio, mas mesmo sem isso, uma visita presidencial dos EUA após quase uma década aprimora a mensagem de Xi de que a China está aberta aos negócios e ao mundo. “Sinto que a China está ficando cada vez mais conectada ao mundo, mais integrada à comunidade internacional”, diz um fotógrafo em Chongqing. “Era muito difícil para mim ver pessoas com cabelos loiros como você no passado - mas agora eu conheço muitos estrangeiros. Somos todos como uma família.” Ele é um dos muitos que atendem a uma estranha economia local que surgiu aqui. Na beira do rio, do outro lado de onde um trem local entra em uma das torres residenciais, uma fila de visitantes fica de boca aberta. Uma mulher está gritando instruções para o marido tirar a foto da maneira certa quando o trem começa a chegar — ela mastiga como se tivesse terminado uma refeição deliciosa. Parece uma tendência ridícula, mas “comer trem em Chongqing” é viral. Um homem - com mais de 70 anos - brinca que participar desse espetáculo nas redes sociais o está ajudando a “ficar mais jovem de coração”. Essa é a China que Xi quer que o mundo veja mais enquanto ele tenta se retratar como um farol de estabilidade, em contraste com um Trump imprevisível. Já há cerca de um ano desde que Trump chegou ao poder, a ordem mundial mudou notavelmente, fortalecendo a mão de Pequim. Sua abordagem “America First” fez com que aliados e rivais se recuperassem de tarifas que vão e voltam, enquanto Pequim estendia o tapete vermelho para um desfile de líderes políticos do Ocidente, incluindo Reino Unido, Canadá e Alemanha. Claro, isso está longe de ser o quadro completo. Também há vigilância generalizada, controle estatal estrito sobre todos os meios de comunicação e qualquer tipo de dissidência ou crítica contra o governo ou os líderes do país não é tolerado. Mas em Chongqing, muitos visitantes veem o que pode parecer uma cena cinematográfica do futuro. A transformação da cidade pode ser lida como uma história de sucesso ou um sinal de alerta. De qualquer forma, oferece ao mundo — e a Donald Trump — uma prévia do que a China espera que esteja por vir. Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação.

Feirão de empregos em Uberaba reúne mais de 40 empresas e oferta 700 vagas de trabalho

Publicado em: 13/05/2026 08:25

Evento acontecerá na Funel, em Uberaba Funel/Divulgação O feirão de empregos Uberaba 'Contrata +' será realizado na sexta-feira (15), das 9h às 14h, na Fundação Municipal de Esporte e Lazer (Funel), em Uberaba. A ação reúne empresas da cidade e oferece oportunidades para quem busca emprego ou recolocação no mercado de trabalho. Até o momento, 48 empresas estão confirmadas, e a organização orienta que os interessados levem currículo atualizado e documentos pessoais. A expectativa é decerca de 700 vagas de trabalho, entre oportunidades para contratação imediata e cadastro de currículos, atendendo a diferentes perfis profissionais. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Oportunidade de contratação na hora Durante o feirão, os candidatos poderão participar de entrevistas no próprio local e, como já ocorreu em edições anteriores, há possibilidade de sair do evento já empregado. A iniciativa contempla vagas em setores, como indústria, comércio, serviços, construção civil e logística, do nível médio ao superior e técnico, além de abrir portas para futuras contratações por meio do contato direto com recrutadores. Feira da Agricultura Familiar Uma das novidades desta edição é a integração com a Feira da Agricultura Familiar, por meio da Secretaria do Agronegócio, que estará presente pela primeira vez dentro do evento. A proposta é oferecer ao público uma experiência ainda mais completa, com a comercialização de produtos regionais, como verduras, frutas frescas, doces, queijos e opções gastronômicas, incluindo o tradicional pastel frito na hora. Promovido pelo Sine Municipal, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação (Sedec), o feirão conta com a parceria de diversas instituições e empresas. “Estamos acionando nossas empresas e instituições parceiras para oferecer mais vagas e oportunidades à população”, afirmou o superintendente de Micro e Pequenas Empresas da Sedec, Rodrigo Batista O evento conta com o apoio de entidades como Sindicomércio, Cigra, CDL, Fiemg/Regional Vale do Rio Grande, Sebrae, Aciu e TV Integração, fortalecendo a rede de empregabilidade no município. LEIA TAMBÉM: Inteligência Artificial e Cibersegurança: Conselho de Graduação da UFU aprova dois cursos Demanda do mercado impulsiona novos cursos de tecnologia em universidades Com moscas e infiltrações, Laboratório de Anatomia Animal da UFU é interditado Organização orienta que interessados levem documentos e currículo atualizados Lílian Veronezi/Prefeitura de Uberaba VÍDEO: Feira de empregabilidade oferece vagas em Uberlândia Feira de empregabilidade oferece vagas em Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Inteligência Artificial na Unicamp Limeira: entenda como será a nova graduação aprovada para 2027

Publicado em: 13/05/2026 07:39

Campus da Unicamp, em Limeira Reprodução/Prefeitura do Campus da Unicamp de Limeira A Unicamp oferecerá o curso de bacharelado em Inteligência Artificial (IA) e Ciência de Dados no campus de Limeira (SP) a partir de 2027. A criação da graduação foi aprovada pelo Conselho Universitário (Consu) nesta terça-feira (12). O Conselho também aprovou o curso de Relações Internacionais, que será oferecido em Limeira a partir de 2027. As propostas para a Faculdade e o curso de Direito foram retiradas da pauta e devem ser discutidas em outra ocasião. A nova graduação de Inteligência Artificial (IA) e Ciência de Dados será compartilhada entre a Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) e pela Faculdade de Tecnologia (FT), em período integral. Cursos semelhantes já existem em outras universidades públicas e privadas. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Segundo os professores Cristiano Torezzan e Leonardo Tomazeli, da FCA, o curso foi criado para formar profissionais capazes de ir além da programação. O objetivo é preparar o aluno para entender problemas, dialogar com outras áreas, buscar dados e implementar soluções. "O grande diferencial é uma formação mais holística, mais ampla, no sentido de que cobre mais áreas do que tradicionalmente um curso de ciência da computação, por exemplo. Então, vai ser um curso eminentemente prático. Então, o estudante vai ter contato com problemas reais já desde o primeiro ano", conta Tomazeli A proposta é desafiar os alunos a criar soluções para problemas da sociedade, discutir o uso ético da Inteligência Artificial e integrar conteúdos das ciências exatas com outras áreas, informaram os docentes. Unicamp Limeira Prefeitura de Limeira Como será o curso? O curso terá duração mínima de oito e máxima de 12 semestres, com carga horária de 3.240 horas. Serão 40 vagas para o período da manhã. A formação será dividida em seis eixos: matemática, estatística, computação, ferramentas de IA, ciência de dados e estágio. No final do curso, o estudante poderá escolher uma ênfase para se especializar em uma das áreas oferecidas, explicou Torezzan. As ênfases disponíveis serão: Cidades Inteligentes e Sustentáveis Administração Pública e Governo Digital Saúde e Esporte de Alto Rendimento Torezzan também afirmou que o curso terá disciplinas de “Projetos Integradores” em todos os semestres, para que os alunos apliquem o que aprendem em situações reais. Onde ele poderá trabalhar? O profissional formado poderá atuar em projetos de análise de dados e desenvolvimento de algoritmos, desde a concepção até a implementação de soluções em Inteligência Artificial. Vídeos em alta no g1 Curso interdisciplinar Os professores destacaram que, embora cursos como ciência da computação e engenharias tenham conteúdos parecidos, nem sempre cobrem toda a cadeia de conhecimento da área. Tomazeli reforçou que o desenvolvimento de projetos em IA vai além da programação e exige integração com outras áreas. "O aluno tem que ter condições de ver toda essa cadeia, desde a modelagem do problema, do entendimento do problema, da interlocução com os atores que trabalham na área específica. [...] Às vezes, o grande desafio de um projeto de IA nem sempre é a parte técnica, mas parte de interação, de discussão com aquelas pessoas, as partes que estão envolvidas naquele problema", afirma. Relações Internacionais e mudanças em Administração O curso de Relações Internacionais será oferecido pela FCA, em período integral, com 60 vagas a partir de 2027. Com a aprovação dessa graduação, o Consu também decidiu reduzir em 60 vagas o curso de Administração/Noturno da FCA, que atualmente oferece 180 vagas. A redução começa a valer em 2027 e, segundo a universidade, não altera o total de vagas da unidade, já que as vagas retiradas de Administração serão compensadas pela abertura de Relações Internacionais. *Com supervisão de Yasmin Moscoski Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Piracicaba.

Trump chegará logo mais à China para visita oficial; SIGA

Publicado em: 13/05/2026 07:29

Trump chegará logo mais à China para visita oficial; SIGA Chegada de presidente dos EUA está prevista para ocorrer por volta das 9h desta quarta (13). Esse será o segundo encontro entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping em menos de um ano. Conflitos globais, armas nucleares e inteligência artificial estão no radar. A viagem de Trump à China acontece em meio a tensões globais, com foco em Irã, Rússia e guerra na Ucrânia.. O encontro ocorre em meio a tensões entre os países, incluindo acusações sobre testes nucleares e disputas envolvendo Taiwan.. Na área de tecnologia, os EUA querem discutir a disputa sobre inteligência artificial e a produção de chips.. No comércio, os países vivem uma trégua temporária após uma guerra tarifária, e uma prorrogação no acordo pode ser anunciada.

Paraná registra geada e termômetros próximos de 0ºC pelo terceiro dia seguido; veja previsão do tempo

Publicado em: 13/05/2026 07:21

Paraná registra geadas pelo terceiro dia seguido Na manhã desta quarta-feira (13), pelo terceiro dia seguido, algumas cidades do Paraná registraram geada. Contudo, o fenômeno foi de fraca intensidade e atingiu menos municípios em comparação aos dias anteriores. Em General Carneiro, no Sul do estado, os termômetros marcaram quase -2ºC, segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). “Entre Curitiba, Campos Gerais e a região Centro-Sul, as temperaturas ficaram abaixo dos 5ºC”, explicou o meteorologista Lizandro Jacóbsen. ✅ Siga o g1 Paraná no WhatsApp Geada em General Carneiro Ana Maria Mello Jekel Segundo o órgão, o tempo segue estável no Paraná e não há previsão de chuva para os próximos dias. Até o momento, o dia mais frio do ano continua sendo segunda-feira (11), quando a sensação térmica chegou a -7,5ºC em General Carneiro e pelo menos três cidades paranaenses registraram temperaturas negativas. LEIA TAMBÉM: Onda de frio no Paraná começa a perder força e tem data para acabar; veja quando Próximos dias Geada em General Carneiro Ana Maria Mello Jekel O Simepar destaca que nesta quarta-feira continua frio no início da manhã no Paraná, com valores abaixo dos 5°C na metade sul do estado - com destaque para o Centro-Sul, Sudeste e Campos Gerais. “Nessas regiões, o potencial para geada é maior, variando de fraca a moderada em alguns pontos. Nas demais regiões, é baixa a probabilidade para ocorrência de geada, com o enfraquecimento da massa de ar frio”, ressalta. Segundo o órgão, o frio perde intensidade e pouquíssimas áreas podem ter geada no amanhecer desta quinta-feira (14) (veja no mapa abaixo). As temperaturas entram em elevação, e a condição é mais favorável para ocorrência de nevoeiros. Previsão de geada para esta quinta-feira (15) Reprodução/Simepar Geada: O que é e quais as condições necessárias para a formação do fenômeno? Para sexta-feira (15) já não há nenhuma previsão de geada para o Paraná, pois as temperaturas não ficam tão baixas e o tempo passa a ficar mais instável em diversas regiões do estado, afirma o Simepar. Leia também: Relembre: Parece neve: vídeo mostra avanço de chuva de granizo deixando rodovia coberta de gelo em menos de três minutos Veja: Mal súbito de motorista ao volante provoca acidente entre carro e ônibus Hantavírus no Paraná: Casos são de fevereiro e abril, mas só foram divulgados em maio; entenda o porquê 📅Previsão do tempo segundo o Simepar Meteorologista fala sobre o frio no Paraná Veja, abaixo, a previsão do tempo atualizada pelo Simepar nesta quarta-feira (13): Quarta-feira, 13 de maio Previsão atualizada para esta quarta-feira, 13 de maio Reprodução/Simepar Quinta-feira, 14 de maio Previsão atualizada para esta quinta-feira, 14 de maio Reprodução/Simepar Sexta-feira, 15 de maio Previsão atualizada para esta sexta-feira, 15 de maio Reprodução/Simepar Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Paraná

Palavras-chave: tecnologia

Google TV no precinho: Smart TV SEMP de 43" entra em oferta por menos de R$ 1.600

Publicado em: 13/05/2026 07:05 Fonte: Tudocelular

Alternativa para quem está em busca de uma televisão inteligente baratinha, a Smart TV SEMP S62 chama atenção por oferecer um pacote bastante robusto de especificações. Além de resolução 4K, o modelo se destaca pela presença de HDR10+, som Dolby Audio e sistema operacional Google TV. Na variante de 43 polegadas, o aparelho atinge ótimo desconto nesta oferta da Amazon — você pode levá-lo por apenas R$ 1.599, com possibilidade de parcelamento em até 17 vezes sem juros no cartão Amazon, ou 12 vezes sem juros nos demais cartões. SEMP, Smart TV 4K UHD, 43?, Google TV, Google Assistente, Comando por Voz, Googlecast Integrado, Design Sem Bordas, Dolby Audio, 43S62 Amazon R$ 1.599 Ver Oferta Sobre o dispositivoCom design sofisticado e laterais ultrafinas, a Smart TV SEMP 43S62 se diferencia por oferecer tecnologia de ponta com um custo bastante competitivo, garantindo um forte custo-benefício.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

SUS vai oferecer teste genético para câncer de mama que identifica mutações hereditárias

Publicado em: 13/05/2026 07:01

O câncer pode estar no DNA da sua família: maior estudo genômico do Brasil encontra mutaçã Mulheres com câncer de mama atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) passarão a ter acesso a um teste genético de alta precisão capaz de identificar mutações hereditárias ligadas à doença. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (13) no Diário Oficial da União, por meio de portaria da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde. A tecnologia incorporada é o chamado sequenciamento de nova geração (NGS, na sigla em inglês), usado para detectar alterações nos genes BRCA1 e BRCA2 — mutações associadas a um risco elevado de câncer de mama e ovário. O exame permite descobrir se o tumor tem origem hereditária, informação que pode mudar tanto o tratamento da paciente quanto a estratégia de prevenção para familiares que ainda não desenvolveram câncer. Segundo a portaria, o SUS terá até 180 dias para começar a ofertar o teste na rede pública. A decisão representa um avanço na chamada medicina de precisão — modelo em que o tratamento é definido com base nas características genéticas do tumor e do paciente. Até hoje, esse tipo de exame estava concentrado principalmente na rede privada, onde pode custar milhares de reais. De acordo com a publicação, o teste será usado especificamente para “identificação de mutação nos genes BRCA1/2 em mulheres com câncer de mama”. Magnific O que muda para as pacientes Mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 estão entre as alterações hereditárias mais conhecidas ligadas ao câncer de mama. Mulheres portadoras dessas variantes têm risco significativamente maior de desenvolver a doença ao longo da vida. Além do impacto no risco futuro, a descoberta da mutação também interfere diretamente no tratamento do câncer já diagnosticado. Pacientes com alterações nos genes BRCA, por exemplo, podem se tornar elegíveis para medicamentos chamados inibidores de PARP — terapias-alvo desenvolvidas justamente para tumores com esse perfil genético. Sem o teste, essa possibilidade pode passar despercebida. A informação genética também pode orientar decisões sobre cirurgias preventivas e protocolos de rastreamento mais intensivos. O impacto para a família O resultado do exame não afeta apenas a paciente diagnosticada. Como as mutações podem ser herdadas, a identificação de uma alteração genética pode levar familiares a descobrirem que também carregam o risco — antes mesmo do aparecimento de qualquer tumor. Em reportagem publicada pelo g1 nesta terça-feira (12), o maior estudo genômico do câncer já realizado no Brasil mostrou que 1 em cada 10 pacientes analisados carregava uma mutação hereditária ligada ao câncer. Entre os familiares que aceitaram fazer o teste, quase 40% também tinham a mesma alteração genética, mesmo sem diagnóstico da doença. Segundo o estudo, identificar essas mutações antes do surgimento do câncer permite adotar estratégias preventivas, como ressonância magnética anual, colonoscopias mais precoces e, em alguns casos, cirurgias profiláticas. Tecnologia ainda é limitada no SUS Embora a incorporação represente um avanço, especialistas apontam que a estrutura de oncogenética no SUS ainda é concentrada em poucos centros especializados. A própria pesquisa do Mapa Genoma Brasil, coordenada pelo Hospital BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, apontou que o país possui menos de 500 geneticistas clínicos para uma população de mais de 200 milhões de habitantes. O estudo também destacou que muitos hospitais públicos ainda não dispõem de equipes treinadas nem de fluxo estruturado para aconselhamento genético e acompanhamento familiar.

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Linha Vivo X500 tem tamanhos de tela e tecnologia de câmera LOFIC reforçados em rumor

Publicado em: 13/05/2026 06:26 Fonte: Tudocelular

Novos rumores divulgados nesta semana reforçaram algumas das características já vazadas da família Vivo X500, próximos tops de linha da gigante chinesa. Além de mencionar os tamanhos de tela das variantes padrão, Pro e Pro Max, as informações citam características das câmeras do modelo mais avançado, que incluiria um sensor avançado com tecnologia LOFIC.As novidades foram divulgadas na rede chinesa Weibo pelo conhecido leaker Digital Chat Station e começam detalhando os tamanhos de tela dos primeiros 3 smartphones que inaugurariam a próxima geração da fabricante. Ao que parece, o modelo padrão do Vivo X500 deve chegar com 6,59 polegadas. Já o Vivo X500 Pro, apesar de mirar em um segmento mais premium, apostaria em um formato compacto de apenas 6,37 polegadas — acredita-se que a ideia é posicioná-lo como um rival direto do futuro iPhone 18 Pro, cujas dimensões estariam em uma faixa similar.Clique aqui para ler mais

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