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Caminhões-escola oferecem cursos gratuitos de tecnologia e empreendedorismo em Maceió

Publicado em: 01/09/2025 14:41

Ação oferece cursos de tecnologia e empreendedorismo Ascom/Prefeitura de Maceió Dois caminhões-escola oferecem cursos gratuitos até sexta-feira (5) nos bairros do Jacintinho e Pajuçara, em Maceió. A ação é voltada para pessoas que desejam aprender sobre tecnologia e empreendedorismo. Os cursos estão disponíveis para o público a partir de 14 anos. As inscrições podem ser feitas clicando aqui. O participante deve levar um documento com foto. No Jacintinho, as aulas ocorrem em frente ao terminal de ônibus do Conjunto José da Silva Peixoto. Já na Pajuçara, a ação acontece na Rua Basileu Mendes, ao lado do antigo campo do CRB. 📲 Participe do canal do g1 AL no WhatsApp Veja abaixo os cursos oferecidos: Canva Pacote Office Redes Sociais para Negócios Informática para o Primeiro Emprego Empreendedorismo VÍDEO: Alunos de AL participam de simulado preparatório do Enem Alunos de AL participam de simulado preparatório do Enem Assista os vídeos mais recentes do g1 AL Leia mais notícias da região no g1 AL

Palavras-chave: tecnologia

Com apoio do Sicoob, Softville movimenta ecossistema de inovação em SC

Publicado em: 01/09/2025 14:34

Desde 2019, o Sicoob está entre os principais mantenedores da Fundação Softville, incubadora de startups sediada no Ágora Tech Park, em Joinville (SC). Com aporte mensal, a cooperativa contribui para a manutenção e ampliação das atividades da instituição, que é referência em Santa Catarina. Para Grasiéle Nazário, executiva na Fundação Softville, o apoio do Sicoob vai além do financiamento. Ela conta que o incentivo contribui para o desenvolvimento das atividades da incubadora. — O Sicoob tem sido um parceiro estratégico fundamental para a Fundação Softville. Por meio dessa colaboração, garantimos a continuidade da oferta de mentorias, eventos, capacitações e suporte técnico para startups em diferentes estágios. Essa parceria também fortalece a conexão entre o ecossistema de inovação e o setor cooperativo — afirma. A Softville mantém o foco em negócios de base tecnológica, independentemente do setor. A incubadora trabalha com empreendedores desde a fase de ideia até a consolidação no mercado. — Embora muitos dos casos estejam nas áreas de software, indústria, educação e saúde, nosso modelo não é segmentado por setor, desde que a tecnologia esteja no centro da solução. Além da incubação, a Softville também apoia empresas de tecnologia de diferentes portes por meio da associação e de outros projetos que promovem conexões, desenvolvimento empresarial e articulação com o ecossistema regional — detalha a executiva. A instituição participa da Midihub, a rede de incubadoras criada pela Associação de Tecnologia de Santa Catarina (ACATE). O projeto engloba 11 instituições, e utiliza uma metodologia reconhecida pelo ranking UBI Global entre as cinco melhores incubadoras do mundo por três vezes. Impacto em números Mais de 30 startups já passaram pelo programa de incubação Softville. Essas empresas já captaram mais de R$ 3,6 milhões em investimentos, geraram mais de R$ 14,8 milhões em faturamento, atenderam mais de 58 mil clientes (B2B e B2C) e criaram mais de 250 empregos diretos, além de contribuírem com mais de R$ 1,3 milhão em impostos pagos. Atualmente, a Fundação está localizada dentro do Ágora Tech Park, centro de inovação de Joinville, o que amplia o alcance das ações da fundação e potencializa os resultados das startups incubadas. — O ambiente favorece a conexão entre startups, grandes empresas, universidades e centros de pesquisa, além de ampliar as oportunidades de parcerias, negócios e desenvolvimento tecnológico. Para as startups incubadas, essa proximidade com outros atores do ecossistema gera acesso facilitado a conhecimento, networking qualificado e possíveis clientes, além de reforçar sua credibilidade perante o mercado — explica Grasiéle. Planos para os próximos anos Ao completar 30 anos em 2025, a Softville projeta um ciclo de expansão. A meta é estabelecer a incubadora como uma referência nacional em inovação e intensificar a conexão entre startups, instituições financeiras e o setor produtivo. Segundo a executiva, a fundação aposta agora em fortalecer os programas de incubação e pré-incubação, crescer a rede de empresas associadas e consolidar a Expoinovação, evento promovido pela Softville, nacionalmente. — Para alcançar esses objetivos, a cooperação com instituições como o Sicoob é fundamental. Além do apoio financeiro, parcerias como essa agregam credibilidade, ampliam o alcance das ações e fortalecem a conexão entre o ecossistema de inovação e os setores produtivos da cidade. Juntos, podemos transformar Joinville e região em um polo cada vez mais atrativo para empreendedores, investidores e talentos — finaliza Grasiéle Nazário. Para saber mais sobre a atuação do Sicoob junto ao ecossistema de inovação catarinense, acesse o site da instituição.

Palavras-chave: tecnologia

Baleia-jubarte passa com filhote perto costa de Arraial do Cabo no fim da temporada de migração; vídeo

Publicado em: 01/09/2025 14:23

Bebê de baleia-jubarte é flagrado junto com a mãe na costa de Arraial do Cabo Um bebê de baleia-jubarte foi avistado com a mãe, neste domingo (31), passando próximo à costa de Arraial do Cabo , na Região dos Lagos do Rio. A temporada de avistamento das baleias começou em julho e termina em setembro. O período marca a migração da espécie para a reprodução. Logo que começou a temporada, uma família de baleias foi filmada acompanhada por um filhote nas águas da cidade. 📱 Siga o canal do g1 Região dos Lagos no WhatsApp. A presença frequente desses gigantes do mar tem encantando moradores, pesquisadores e turistas que embarcam em passeios para acompanhar o fenômeno. Segundo a Fundação do Meio Ambiente, Ciência, Pesquisa, Tecnologia, Esporte e Lazer (Funtec Ambiental), Arraial do Cabo é apontada pelo Instituto Baleia Jubarte como o melhor ponto do Brasil para observação terrestre desses animais. A passagem, que indica a qualidade do meio ambiente, ajuda a movimentar a economia local e a promover a educação ambiental, conforme explicou Ronnie Plácido, presidente da Funtec. Baleia com filhote é avistada na costa de Arraial do Cabo Arraial do Cabo 360 Graus

Palavras-chave: tecnologia

É #FAKE vídeo de águia resgatando filhote de leão ameaçado por crocodilos; imagens foram geradas com inteligência artificial

Publicado em: 01/09/2025 14:19

É #FAKE vídeo que mostra águia resgatando filhote de leão ameaçado por crocodilos; imagens foram geradas com uso de inteligência artificial Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo que mostra uma águia salvando um filhote de leão cercado por crocodilos. É #FAKE. g1 📲 Como a checagem chegou ao Fato ou Fake? Leitores enviaram sugestão pelo nosso WhatsApp: +55 (21) 97305-9827. 🛑 Como é a publicação falsa? Publicado neste sábado (30), onde passou de 1,5 milhão de visualizações, o vídeo tem a seguinte legenda: "São nos piores momentos que a ajuda chega de onde menos esperamos. Nunca perca sua fé. Ótimo final de semana amigos!". As cenas mostram um filhote de leão ilhado em uma pedra, perto da margem de um rio ou lago. Ao redor, quatro crocodilos estão à espreita. Subitamente, surge uma águia, que suspende o filhote e entrega a um leão adulto, na margem oposta. A narração do vídeo e o logotipo no canto superior direito da tela imitam programas de TV sobre vida selvagem. ⚠️ Como foi a checagem? O Fato ou Fake submeteu o conteúdo ao SynthID Detector, ferramenta do Google que verifica conteúdos gerados com a inteligência artificial (IA) da própria companhia. Resultado da análise: tanto o áudio quanto o vídeo foram criados com esse recurso (veja infográfico abaixo). O SynthID é uma tecnologia que aplica uma marca d'água diretamente em vídeos, imagens, áudio ou texto fabricados sinteticamente. Essa técnica é imperceptível para humanos, mas detectável pelo sistema. O Fato ou Fake também mostrou o vídeo ao biólogo Izar Aximoff. Ele afirmou que, com certeza, se trata de material criado com IA: "Essa águia de cabeça branca só ocorre no continente norte-americano. Por outro lado, o leão não ocorre no continente americano". É #FAKE vídeo que mostra águia resgatando filhote de leão ameaçado por crocodilos; imagens foram geradas com uso de inteligência artificial Reprodução É #FAKE vídeo que mostra águia resgatando filhote de leão ameaçado por crocodilos; imagens foram geradas com uso de inteligência artificial Reprodução Veja também Conflito Israel x Irã: as imagens que são #fato e as que são #fake Conflito Israel x Irã: as imagens que são #fato e as que são #fake VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Primeiro monitor de 1.000Hz do mundo será lançado pela AntGamer em parceria com AMD

Publicado em: 01/09/2025 14:17 Fonte: Tudocelular

A maioria dos monitores de alto desempenho atualmente tem entre 120 e 240 Hz, alguns modelos avançados podem alcançar até 610 Hz, como o novo AOC Agon CS24A/P, mas a AntGamer anunciou hoje que lançará um modelo que atinge quase o dobro disso: 1.000 Hz.O novo monitor foi mencionado durante a conferência Peak New Products and Ecological Co-creation realizado na última sexta-feira (29). Nele, a AntGamer confirmou que o monitor terá várias tecnologias de aprimoramento de imagem, começando com um sistema de luz de fundo com escurecimento local, tecnologia Black Frame Insertion (BFI). O BFI é uma nova estratégia para reduzir o desfoque de movimento ao inserir quadros pretos entre os quadros normais da tela, o que aumenta a percepção da imagem pelo jogador em jogos rodando acima de 120 fps.Clique aqui para ler mais

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Senac Itapetininga abre inscrições: cursos em turismo, negócios e tecnologia

Publicado em: 01/09/2025 13:43

Unidade do Senac de Itapetininga: educação que transforma vidas Tiago Paiva O acesso à educação de qualidade é um dos maiores diferenciais na hora de conquistar espaço no mercado de trabalho. Pensando nisso, o Senac Itapetininga anuncia novas inscrições para o Programa Senac de Gratuidade (PSG), que oferece cursos totalmente gratuitos, com material incluso e sem taxas de matrícula, voltados a jovens e adultos com renda familiar de até dois salários mínimos por pessoa. Com foco em Turismo e Hospitalidade, Gestão e Negócios e Tecnologia da Informação, a unidade abre oportunidades para quem deseja se qualificar, iniciar uma carreira ou se recolocar profissionalmente. Como funcionam as bolsas do Senac As inscrições para os cursos gratuitos acontecem on-line, diretamente pelo site do Senac. O candidato deve ficar atento: os processos seletivos começam sempre 20 dias antes do início das aulas, às 12h, e as vagas são preenchidas por ordem de inscrição. Não há provas, taxas ou mensalidades — basta atender aos critérios do programa, preencher a inscrição dentro do prazo e comprovar a renda. Uma vez selecionado, o estudante recebe acesso a todo o material didático necessário para acompanhar as aulas. Cursos disponíveis em Itapetininga Neste semestre, os interessados encontram opções em diferentes áreas: Turismo e Hospitalidade: Hospitalidade e Atendimento em Serviços de Saúde (25 de agosto a 17 de setembro) e Estratégias de Branding e Marketing Digital para o Setor do Turismo (22 de setembro a 15 de outubro). Gestão e Negócios: Técnico em Recursos Humanos (25 de agosto de 2025 a 1º de setembro de 2026). Tecnologia da Informação: Técnico em Informática em duas turmas: 1º de setembro de 2025 a 20 de maio de 2027 e 6 de outubro de 2025 a 22 de abril de 2027. São cursos que dialogam diretamente com as demandas do mercado atual e abrem portas para diferentes setores. Resultados que comprovam a diferença Estudos internos mostram que o impacto da formação pelo Senac é imediato: cerca de 70% dos alunos de cursos técnicos conquistam uma vaga de trabalho em até um ano após a conclusão. Além disso, a Pesquisa Nacional de Avaliação dos Egressos do Senac revelou que 86,4% dos ex-alunos melhoraram o desempenho profissional depois da formatura. Outros resultados positivos apontam para aumento de renda (34%), promoções (21,5%) e até a conquista do primeiro emprego com carteira assinada (18,9%). Por que escolher o Senac? O Senac é referência nacional em educação profissionalizante, com metodologias práticas, docentes qualificados e cursos reconhecidos pelo mercado. Em Itapetininga, a unidade mantém infraestrutura moderna e conteúdos alinhados às tendências das profissões. A iniciativa de oferecer bolsas 100% gratuitas reforça o compromisso da instituição em democratizar o acesso ao ensino de qualidade, especialmente para jovens e adultos que querem mudar seu futuro por meio da educação. Como se inscrever Para participar, os interessados devem acompanhar as datas de abertura de inscrições no site do Senac Itapetininga e garantir a vaga o quanto antes. É importante lembrar que o envio do formulário não garante a matrícula, já que as vagas são limitadas e preenchidas por ordem de chegada. Senac Itapetininga Rua Dom Joaquim, 495 – Centro – Itapetininga/SP Site oficial: www.sp.senac.br/senac-itapetininga Garanta sua oportunidade de crescer profissionalmente com uma formação gratuita, completa e reconhecida pelo mercado.

Palavras-chave: tecnologia

Decepção? Google Pixel 10a pode ser lançado sem melhorias esperadas pelos fãs

Publicado em: 01/09/2025 13:22 Fonte: Tudocelular

O Google Pixel 10a é o modelo que deve chegar ao mercado com a proposta de ser o mais acessível da linha apresentada recentemente pela companhia. Entretanto, os rumores mais recentes sobre o aparelho pode não agradar aos usuários que esperavam por uma versão mais poderosa dele. Um vazamento recente sobre o modelo aborda o assunto e diz que o dispositivo será lançado com a implementação de um chip Tensor G4, o mesmo que equipou a geração anterior dos celulares. Ou seja, a companhia pode abrir mão de usar o mesmo chip da série principal de smartphones.Outro ponto importante é que Google deve usar o armazenamento do tipo UFS 3.1, em vez da tecnologia mais recente usada nos modelos, a versão 4.0. Além disso, o modelo mais acessível pode chegar sem o uso de um sensor telefoto em seu conjunto, mas isso já é esperado por não ser um modelo mais robusto.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

VÍDEO: buzinas e tambores são usados para evitar que maritacas devorem plantações de jabuticaba

Publicado em: 01/09/2025 07:31

Agricultores usam buzinas e tambores para espantar maritacas das jabuticabeiras Elas são barulhentas, coloridas, andam em bandos e adoram frutas. Mas, as maritacas têm feito estragos em plantações de jabuticaba em Casa Branca (SP), capital estadual da fruta. As aves se tornaram um problema para uma família de produtores rurais que tenta de tudo para espantar as aves do local. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram De funcionários batendo em baldes às caixas de som que simulam barulhos de fogos ou até de gaviões e buzinas, todas as tentativas são válidas para evitar o prejuízo da colheita, principalmente no inverno, quando há menos frutas nos pés. A safra principal acontece de agosto a setembro. “Tenho dois funcionários que andam nos períodos da fruta pelo pomar com um balde fazendo barulho, o meu marido montou uma caixa de som dessas recarregáveis que ficam soltando barulho de fogos, gavião, então elas assustam também. Além de comerem as frutas, elas derrubam o pé inteiro e acabamos perdendo muito. Principalmente em épocas como o inverno, que temos menos fruta”, disse Priscila de Oliveira Fargan, de 44 anos. Maritacas atacam plantações de jabuticaba e se tornam uma praga para produtores rurais de Casa Branca EPTV Mais notícias da região: MORANGO DO AMOR: Pai e filhos ensinam como fazer o doce que viralizou no 'Sabor de Casa' ITOBI: Falta de água afeta até prefeito no interior de SP: 'Fiz almoço 3h da madrugada com água da geladeira' VOLUNTARIADO: Projeto arrecada embalagens de leite para proteger casas de assentamento do frio em São Carlos; veja como doar Espantadores de maritacas No pomar da Priscila, dois funcionários trabalham das 7h30 às 16h30 espantando as aves, mas elas retornam, e ficam se revezando entre as propriedades. Ao todo, são 9 pomares, um do lado do outro. Priscila de Oliveira Fargan é produtora de jabuticaba em Casa Branca EPTV A agricultora comentou que a ave virou uma praga não só para quem cultiva jabuticaba. "A proporção disso está grande não só para gente. Por exemplo, na região quem tem plantação girassol, café e cana sofre tanto quanto a gente, é uma praga. Elas dão muito trabalho, e é uma quantidade muito grande mesmo, e a forma que aprendemos a lidar é desta forma, com barulho, fogos e caixa de som. Eu brinco que quando conseguimos espantar elas daqui, vão para a plantação do meu primo", contou. Na propriedade da prima e produtora rural, Andressa Fargan, não é diferente. Buzinas e barulhos também são formas de espantar as maritacas para outro canto. "Nosso problema com ela é grande, mas nem tem muito o que fazer, a gente acaba buzinando, fazendo barulho, batendo lata, é complicado porque não tem outra alternativa. Do jeito que saem de um lugar que estão param em outro próximo de onde estavam. A bichinha é complicada", comentou Andressa. Agricultores espantam maritacas com barulhos de tambores, buzinas em Casa Branca (SP) Arquivo pessoal Safra de gerações A produção, de modo geral, tem a característica de avançar por gerações da família de Priscila Fargan e de sua prima, Andressa Fargan. Elas são da 4ª geração de produtores rurais de jabuticaba. Casa Branca é a capital estadual da jabuticaba e movimenta até R$ 20 milhões na safra EPTV Mesmo com as aves atrapalhando bastante, a fruta é um grande sucesso econômico em Casa Branca na geração de empregos . Andressa Fargan seguiu os passos do pai, o seu José Roberto Fargan, no cultivo de jabutica em Casa Branca EPTV De acordo com a Prefeitura de Casa Branca, são gerados mais de 1,5 mil empregos diretos e indiretos na época da colheita. Doces, bebidas e até cachaça são preparados com a frutinha de casca preta. Segundo estimativa da Casa da Agricultura, a fruta chega a movimentar R$ 20 milhões de reais por safra. Na cidade, são 141 hectares usados para o cultivo, o que equivale a uma área de quase 198 campos de futebol. São 141 hectares usados para o cultivo de jabuticabeiras em Casa Branca, o equivalente a uma área de quase 198 campos de futebol EPTV Segunda a família Fargan, a colheita principal da safra ainda está por vir, mas os sistemas de irrigação e tecnologia ajudam a antecipar uma parte. Antes, costumava ser safra única, mas agora se colhe praticamente o ano todo. A dedicação familiar rende uma média de 500 toneladas da fruta por ano. Cultivo de jabuticaba movimenta economia e gera empregos em Casa Branca REVEJA VÍDEOS DA EPTV CENTRAL: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

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Dores nas costas? Entenda como tratamento gratuito com laser ajuda pacientes em universidade mineira

Publicado em: 01/09/2025 07:20

Uemg de Passos oferece tratamento gratuito com laser para dores nas costas A Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), campus de Passos, mantém um projeto de extensão que utiliza a tecnologia a laser no tratamento gratuito de dores nas costas. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A proposta combina ciência, inovação e atendimento à comunidade, oferecendo uma alternativa moderna e acessível para quem busca alívio e melhora na qualidade de vida. O procedimento é realizado com equipamentos de última geração adquiridos com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Laser terapêutico: entenda como tecnologia pode ser aliada de quem sofre dores nas costas EPTV/Reprodução Terapia combinada O laser é aplicado em associação a outras técnicas fisioterapêuticas, como roller, vacuoterapia e ultrassom. Essa combinação potencializa os efeitos analgésicos e anti-inflamatórios, reduz tensões musculares, estimula a microcirculação e acelera os processos de recuperação. O tratamento pode ser indicado tanto para dores inespecíficas quanto para quadros pós-cirúrgicos. De acordo com a professora Fernanda Rossi Paulillo, docente de Biomecânica e Cinesiologia e coordenadora do projeto, a ação do laser vai além do alívio da dor. "Nós temos o laser, que gera ação analgésica e anti-inflamatória, ao mesmo tempo que a gente tem o estímulo mecânico dessas terapias combinadas, propiciando o relaxamento muscular. Essas técnicas melhoram a microcirculação," explica. Laser é associado à outras técnicas para auxiliar no alívio das dores EPTV/Reprodução Antes de iniciar as sessões, os pacientes passam por uma avaliação completa, que inclui análise postural, composição corporal, força muscular, nível de dor e até aspectos cognitivos e de memória; estes últimos associados a estudos sobre o envelhecimento. O atendimento é conduzido por uma equipe multidisciplinar formada por fisioterapeutas, além de estudantes de medicina, biomedicina e educação física. Além do tratamento para dores nas costas, o projeto já desenvolve pesquisas que relacionam saúde física e mental e, para os próximos anos, deve expandir o atendimento para condições como lipedema, sarcopenia e cicatrização de feridas, também utilizando a tecnologia a laser. Como participar Os interessados em participar devem entrar em contato pelo e-mail fer.nanda.rp@hotmail.com, onde recebem orientações sobre a triagem inicial. Após essa etapa, o paciente é encaminhado para o tratamento, que é oferecido de forma totalmente gratuita no laboratório da UEMG de Passos. Projeto deve expandir atendimento para condições como lipedema, sarcopenia e cicatrização de feridas, também utilizando o laser EPTV/Reprodução VÍDEOS: veja tudo sobre o Sul de Minas Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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Artistas criam mosaico a partir de latas de tinta spray: ‘Conscientização sobre o descarte correto’, diz idealizador

Publicado em: 01/09/2025 07:01

Artistas criam mosaico a partir de latas de tinta spray em Presidente Prudente Substituindo a tinta pelas próprias latas de spray, artistas do projeto social Aquarela, em Presidente Prudente (SP), criaram um mosaico de 16 m², elaborado com cinco mil latas de aerossol. Painel está exposto desde o dia 2 de julho, na Avenida Brasil, 65. Ao g1, o coordenador do projeto e professor de grafite há quase 10 anos, Itamar Xavier, 46 anos, comentou sobre o desafio para tirar a ideia do papel. “Esse material é 100% reciclável e pouco reciclamos. Pretendíamos desenvolver à conscientização sobre o descarte correto do aerossol”. 📺 VEJA COMO SINTONIZAR: TV TEM passa a transmitir o sinal da TV Globo na região de Presidente Prudente Artistas criam mosaico a partir de latas de tinta spray em Presidente Prudente (SP) Itamar Xavier/Divulgação A produção levou 10 dias para ser finalizada, com apoio de diferentes artistas que participam do Projeto Aquarela e, após pronto, o painel entrou para o ranking como maior mosaico de aerossol do país pelo RankBrasil, na quarta-feira (27), segundo Itamar. “O recorde foi estabelecido como maior do Brasil, possivelmente o maior do mundo, porém não foi quebrado um recorde e sim estabelecido”, afirmou. Para conseguir a quantidade de latas de tinta spray, aproximadamente 100 alunos do projeto, com idade entre sete e 15 anos, colaboraram na arrecadação ao longo de dois anos. Já a modelo do painel é a criança Joana, responsável pela maior arrecadação de embalagens durante a campanha. Artistas criam mosaico a partir de latas de tinta spray em Presidente Prudente (SP) Itamar Xavier/Divulgação Colorindo por meio da reciclagem Ao todo, foram arrecadadas 20 mil latas de aerossol desde o início da campanha. O material que sobrou foi vendido para reciclagem, revertendo recursos para oficinas artísticas. As latas foram cuidadosamente separadas por cores e fixadas com cola. “Nas minhas obras busco conscientizar o público sobre questões ambientais, sobre o consumo desenfreado de materiais e a tecnologia”, destacou o professor de grafite. Segundo a Prefeitura de Presidente Prudente, a produção do mosaico teve colaboração de artistas locais, como João Célio, o diretor do projeto, Fernando Diamante, e pelo proprietário da empresa parceira que cedeu o espaço para montagem e apoiou as premiações. A ação contou também com o apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) e da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semea). Os alunos que mais arrecadaram as latas de aerossóis receberam certificados pela participação e um kit de desenho. Artistas criam mosaico a partir de latas de tinta spray em Presidente Prudente (SP) Itamar Xavier/Divulgação Outros projetos realizados Durante a carreira, o artista Itamar Xavier já levou Presidente Prudente para o mundo por meio de exposições. “Utilizo o lixo eletrônico em diversas obras que têm sido destaque, sendo expostas em diversos lugares, até mesmo no carrossel Louvre, durante a feira de arte de Paris (2022), em mostras na Itália (2024), Finlândia e Japão (2021)”. “Como professor, em outros projetos da rede pública, estabeleci o recorde de maior imagem produzida com lixo eletrônico, na qual utilizamos 2 toneladas para produzir, também quebramos um recorde mundial de maior mosaico produzido com tampas plásticas”, continuou. Já no Projeto Aquarela, a iniciativa é voltada para crianças e adolescentes, de 6 a 15 anos, focando no desenvolvimento cultural e artístico, segundo o artista. “O projeto oferece aulas de diversas linguagens artísticas, como música, dança, teatro e artes plásticas, promovendo a expressão criativa e o aprendizado cultural”. “A proposta do projeto é proporcionar um ambiente inclusivo e enriquecedor, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e social das crianças e adolescentes envolvidos”, destacou. O artista Itamar Xavier já levou Presidente Prudente para o mundo, por meio de exposições Itamar Xavier/Arquivo pessoal Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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Projeto aposta em aulas de costura para ressocializar ex-presas no PI: 'sentença não é para sempre', diz professora

Publicado em: 01/09/2025 06:17

Projeto aposta em aulas de costura para ressocializar ex-presas no Piauí Aline Chaves Aulas de costura industrial para mulheres que saíram do sistema prisional e suas famílias: essa é a proposta do Projeto Alvorada, desenvolvido pelo Instituto Federal do Piauí (IFPI), para apoiar a ressocialização e a inserção delas no mercado de trabalho. A iniciativa tem parceria com o Escritório Social da Secretaria de Justiça do Piauí (Sejus), que acolhe essa população. De acordo com a Sejus, ela é uma das ferramentas para reduzir a reincidência dos ex-presos, que é de 48% no estado. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Iniciado em 2021, o Projeto Alvorada abriu a segunda turma em abril deste ano no campus do IFPI na Zona Sul de Teresina. Além de aprenderem a manusear a máquina de costura, as alunas têm aulas de empreendedorismo e orientações sobre saúde, comunicação, matemática e tecnologia. A coordenadora do projeto, professora Aline Chaves, explicou que as estudantes saem habilitadas para produzir peças tradicionais e sustentáveis, como bolsas e outros acessórios. Os itens levam de duas a oito horas para serem confeccionados. “Tudo que a gente consegue trazer para agregar valor, mostrar também o nosso saber tradicional — porque todas essas manualidades fazem parte da nossa tradição nordestina — é importantíssimo que a gente valorize”, disse Aline. Segundo a professora, as alunas têm acesso aos mesmos serviços que os outros estudantes do IFPI, incluindo atendimentos médicos e psicológicos, biblioteca e alimentação. A única diferença é o processo de entrada, feito pelo Escritório Social. “Elas têm os mesmos direitos e as mesmas obrigações. Usam farda, cumprem horário e frequência, recebem uma formação mais ampla. A sentença [que elas cumpriram] não é para sempre”, completou a coordenadora. As participantes do projeto venderam alguns dos acessórios feitos por elas em uma feira ecológica, realizada no domingo (31), na Universidade Federal do Piauí (UFPI). Uma delas, Leila Maria, comemorou a oportunidade. “O projeto é muito bom, está nos dando condições de termos um curso profissionalizante no futuro. Nós temos muitas oportunidades através desse curso, não só de costurarmos. Está abrindo um novo horizonte”, comentou Leila. Galerias Relacionadas Reincidência de presos: quase metade volta a cometer crimes no Piauí, diz secretário VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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IA versus IA: como Unicamp usa inteligência artificial para reconhecer deepfakes e combater desinformação

Publicado em: 01/09/2025 05:02

Unicamp usa IA para identificar deepfakes e reduzir desinformação Com 200 pesquisadores no campus de Campinas (SP) e outros 350 colaboradores espalhados pelo mundo, o laboratório de inteligência artificial (IA) da Unicamp - chamado recod.ai - disputa em uma corrida de "gato e rato": criar técnicas para identificar falsificações digitais e reduzir os impactos da desinformação na sociedade. "A gente treina algoritmos para competir nesse jogo de gato e rato, mas a partir do momento que você cria um algoritmo novo de detecção, já tem outro grupo tentando criar outra IA melhor para geração", diz o coordenador do recod.ai, Anderson Rocha. Ou seja, se de um lado há quem use IA para criar rostos, cenários e vozes falsos em minutos, do outro existem sistemas treinados por pesquisadores para descobrir cada detalhe que denuncia a fraude. A batalha cotidiana de IA versus IA é uma realidade vivida no laboratório. O g1 visitou o laboratório, que completa 16 anos em 2025 e é pioneiro e um dos maiores da América Latina, para mostrar como operam algumas das ferramentas de inteligência artificial desenvolvidas lá. No vídeo que abre a reportagem, você pode conferir o algoritmo atuando na prática contra a desinformação. Abaixo, pode ler os diferentes usos aplicados da tecnologia ao clicar no que deseja conhecer primeiro: Como a Unicamp usa IA para combater deepfakes Uma dupla de IAs contra a desinformação Diversidade nos algoritmos: por que importa Aplicações da IA do recod.ai na sociedade "Então, sempre é geração, detecção, geração, detecção. É um jogo de gato e rato, mas até o momento pelo menos a gente não está tão para trás", completa Rocha, que é professor do Instituto de Computação da Unicamp . Como a Unicamp usa IA para combater deepfakes O "deepfake" é o uso de inteligência artificial para criar vídeos, imagens ou áudios falsos extremamente realistas. Para isso, substitui rostos ou vozes de pessoas na tentativa de enganar a percepção humana. A técnica vem sendo usada, por exemplo, em vídeos pornográficos envolvendo mulheres e até em golpes por mensagens em aplicativos. Segundo o professor, diferentes ferramentas de inteligência artificial desenvolvidas no laboratório têm detectado as falsificações. "A gente identifica ataques em SMS, WhatsApp, de alguém pedindo dinheiro fingindo ser um parente, um amigo", explica Rocha. Mas, como? Os algoritmos analisam pistas invisíveis ao olho humano. Iluminação, sombras, textura da pele, objetos incoerentes e até ruídos digitais são elementos usados para diferenciar uma imagem real de uma sintética. Os modelos agem com camadas de pré-processamento, que analisa frame a frame, focando especialmente na região da face. A ferramenta é alimentada com vídeos diversos em sua aprendizagem. “A textura da pele humana ainda não é perfeitamente imitada pela computação gráfica. Propriedades próximas ao cabelo, aos olhos, à boca, também são difíceis de copiar”, diz Rocha. Uma dupla de IAs contra a desinformação Segundo Gabriel Bertocco, outro pesquisador do laboratório, a ferramenta funciona com duas inteligências artificiais em conjunto, que possuem foco nas faces. O "resultado" vem em formato de porcentagem. Quando maior a porcentagem, maior a chance de a imagem ser falsa. Bertocco explica que, no caso da ferramenta do recod.ai, resultados acima de 10% se tornam suspeitos. "É preferível o modelo dizer que a imagem é verdadeira quando ele tiver uma certeza muito grande. Qualquer menor sinal de dúvida, se há algum processo de modificação, falsificação ou geração por inteligência artificial, ele já vai indicar uma probabilidade mais alta. Então, acima de 10% já é algo para ficar atento", explica. Diversidade nos algoritmos: por que importa Uma preocupação importante do grupo na criação de algoritmos é o viés. Há críticas contundentes sobre preconceito reproduzido em muitos conteúdos criados por inteligência artificial. Para não cair nessa armadilha, o grupo buscar ter diversidade, tanto entre os pesquisadores, como nos modelos que irão alimentar a IA. “Se você treinar um algoritmo só com pessoas brancas e jovens, ele vai falhar com pessoas mais velhas e de outras etnias. Por isso, precisamos de diversidade nos dados, nos algoritmos e nos times que desenvolvem as soluções”, diz Rocha. O professor reforça ainda a necessidade de ser crítico na forma como lidamos com a tecnologia. “Estamos vivendo um momento em que a inteligência artificial está aqui para ficar. Enquanto tivermos pensamento crítico, vamos usá-la como inteligência aumentada. Se deixarmos de ser críticos, podemos ser substituídos por ela em diversas atividades.” Aplicações da IA do recod.ai na sociedade Os resultados das inteligências criadas no laboratório já foram aplicados em diferentes contextos. Um aluno de doutorado desenvolveu técnicas para ajudar a identificar suspeitos de crimes em estádios de futebol, analisando imagens de várias câmeras ao mesmo tempo. Outro trabalho levou à criação de um algoritmo em uso na Polícia Federal para identificar pornografia infantil. O laboratório também atua em saúde. Entre os projetos, está o uso de relógios inteligentes para coletar dados biométricos de gestantes em parceria com o Hospital da Mulher da Unicamp (Caism). O objetivo é identificar sinais precoces de diabetes gestacional e até de depressão pós-parto. Outro estudo permitiu detectar sinais iniciais de doenças como Parkinson, Alzheimer e complicações cardíacas, antecipando diagnósticos e ampliando a janela de tratamento. “Cada vez mais a medicina deixa de ser reativa para se tornar preventiva, graças à coleta de dados sobre o corpo humano”, destaca Rocha. Laboratório 'recod.ai' da Unicamp é o maior da América Latina em pesquisa de inteligência artificial Estevão Mamédio /g1 VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas

'Sou+ Bauru': digitalização de acervos preserva memória ferroviária e história do município

Publicado em: 31/08/2025 18:16

'Sou+ Bauru': conheça os bauruenses que construíram a história do município A mudança do analógico para o digital fez com que as recordações também fossem transportadas do físico às telas. Essa mudança, impulsionada pelas tecnologias, também pode auxiliar na preservação não só de memórias pessoais, mas da história de cidades de todo o mundo. Em Bauru (SP), esse trabalho é realizado por historiadores, professores e alunos. No projeto "Sou+ Bauru", idealizado pela TV TEM com o objetivo de fortalecer o orgulho dos bauruenses, a equipe da emissora acompanhou como a digitalização consegue preservar a memória do município. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp 🚂 Museu Ferroviário de Bauru No Museu Ferroviário, localizado na Rua Primeiro de Agosto, Quadra 1, no Centro, o historiador Douglas Alvez Ruzzon passa os dias transformando negativos e fotografias antigas em arquivos digitais. "Estou digitalizando imagens todo dia, né? Seja fotografia de algum outro documento que precisa, processo, livro. Então, o acervo da ferrovia é bem variado e, por baixo, sei lá, umas 30 mil, 40 mil imagens, talvez mais", conta em entrevista à TV TEM. 'Sou+ Bauru': conheça os bauruenses que construíram a história do município Reprodução/TV TEM O trabalho começou em 2014, quando a historiadora Fabiana Rocha ainda era estudante. Durante as pesquisas da profissional, ela percebeu que os acervos museológicos de Bauru não tinham passado por nenhum processo de digitalização e, a partir dessa falta, pensou em produzir um projeto para iniciar o processo. LEIA TAMBÉM: Casal conclui em menos de 4 anos projeto de morar em todas as capitais do Brasil: 'Orgulho de conhecer nosso país' Peregrinação ao Menino da Tábua atrai milhares de romeiros a Maracaí; confira horários das missas Anta resgatada após incêndio florestal se recupera e volta a se alimentar após tratamento em Assis Segundo Fabiana, a digitalização é um processo contínuo: "Esse projeto é infinito. Ele vai sempre se adequando, ele vai se multiplicando e a gente sempre vai ter um acervo para digitalizar. Hoje, a gente tem a possibilidade de fazer o reconhecimento de caracteres, então todos os documentos podem ser pesquisáveis na própria fonte. A tecnologia é infinita, ela sempre vai trazer novas possibilidades". Para Douglas, o impacto vai além das fronteiras da cidade. "Eu estou contribuindo de alguma maneira para preservar não a memória da cidade, a memória regional, porque tem muita coisa que é da região toda, não é só de Bauru", relata. Fotografia digitalizada do Museu Ferroviário Regional de Bauru (SP) Reprodução/Museu Ferroviário Regional de Bauru As imagens, que antes ficavam restritas a arquivos físicos, agora podem ser acessadas de qualquer lugar. Para ex-ferroviários, a experiência é ainda mais emocionante. Waldir Messias Meireles, que trabalhou a vida inteira na ferrovia em Bauru, não esconde a nostalgia: "Voltar ao passado, um passado maravilhoso, do qual eu não vou me esquecer mais. Eu comecei como criança e me tornei homem lá dentro, cresci e aposentei na ferrovia". Ele reforça a importância da preservação: "É muito importante preservar, porque é para mostrar a ferrovia para o nosso país, para a nossa cidade, que cresceu em torno dos trilhos. Então, é um acesso para essa geração e para as próximas." 📚🗞️ Núcleo de Documentação e Pesquisa Histórica Gabriel Ruiz Pelegrina (Nuphis) Além do museu, o Núcleo de Documentação e Pesquisa Histórica Gabriel Ruiz Pelegrina (Nuphis), fundado em 1983 em Bauru, também atua na digitalização e catalogação de materiais. Núcleo de Documentação e Pesquisa Histórica Gabriel Ruiz Pelegrina (Nuphis) foi fundado em 1983 Reprodução/TV TEM O professor Vinícius Salles Barbosa destaca a contribuição da comunidade, já que boa parte do acervo de periódicos e do acervo bibliográfico foi feita por doação. "A própria comunidade, os chamados memorialistas, vão fazendo essa relação com o núcleo, e isso vai nos ajudando justamente a salvaguardar a memória da nossa cidade", explica em entrevista à TV TEM. A professora Cláudia de Oliveira, também participante do Nuphis, lembra que a preservação é uma forma de identidade local. "Esses lugares da memória também geram identificação, senso de pertencimento. Então, quando a gente faz esse trabalho de localizar esses acervos, de acondicionar, de buscar soluções de preservação e salvaguarda adequada, a gente está trabalhando com experiências do passado, mas que são ressignificadas para as gerações atuais e futuras", relata a professora. 'Sou+ Bauru': digitalização de acervos preserva memória ferroviária e história do município Reprodução/TV TEM Os estudantes da universidade também podem participar do processo e enriquecer sua formação acadêmica. Júlio Cavallaro, que entrou em 2025 no projeto, afirma que o contato com os documentos históricos é um mergulho no tempo. Ele acredita que esse contato ajuda a fortalecer a identidade local: "A questão do orgulho é uma construção histórica, né? Você ter esse sentimento de pertencimento, ter esse sentimento de 'eu sou bauruense', porque tiveram bauruenses antes de vocês." Entre crachás, jornais e milhares de fotografias, a história de Bauru vai ganhando novas formas de permanência - agora também em pixels, acessíveis a qualquer pessoa. Crachá de Waldir Messias Meireles, trabalhador aposentado da Ferroviária de Bauru (SP) Reprodução/TV TEM Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

Palavras-chave: tecnologia

O relógio que começa a contar quando algo morre

Publicado em: 31/08/2025 16:56

Willard Libby, químico americano, queria encontrar na natureza uma forma radioativa de carbono, o carbono-14. Getty Images/BBC Aquilo deveria estar no esgoto em grande quantidade. Willard Libby tinha certeza disso. Em meados dos anos 1940, o objetivo do químico americano (1908-1980) era encontrar na natureza uma forma radioativa de carbono, o carbono-14. Libby havia descoberto que, se a substância estivesse ali, ela deixaria um rastro de lento decaimento em plantas e animais mortos. Por isso, descobrir a quantidade presente nos seus restos revelaria quando eles morreram. Mas Libby precisava provar que o carbono-14 existe na natureza em concentrações condizentes com suas estimativas. Outros cientistas, antes dele, só haviam detectado carbono-14 sintetizando a substância em laboratório. Libby imaginou que os animais vivos depositassem carbono-14 nos seus excrementos. Por isso, ele recorreu ao esgoto. Mais precisamente, esgoto produzido pelas pessoas de Baltimore, nos Estados Unidos. Ali, ele encontrou o que estava procurando. Libby não sabia na época, mas sua ideia de usar carbono radioativo (radiocarbono) para datar objetos viria a ter todo tipo de aplicação no futuro. Willard Libby recebeu o Prêmio Nobel de Química em 1960 Getty Images/BBC Desde meados do século 20, a datação por radiocarbono confirmou a idade de inúmeros artefatos antigos. Ela também ajudou a resolver casos de pessoas desaparecidas, colocou traficantes de marfim na cadeia e chegou a permitir que os cientistas compreendessem as complexidades do clima no planeta. A datação por radiocarbono é uma das chaves que abrem as portas para entender o nosso mundo. Mas como surgiu o carbono-14? Libby entendia que a substância é produzida constantemente por raios cósmicos que atingiriam átomos de nitrogênio na atmosfera da Terra, alterando sua estrutura. O átomo de carbono-14 resultante se combina rapidamente com oxigênio, para produzir dióxido de carbono (CO₂) radioativo. De volta ao solo, as plantas absorvem parte daquele CO₂ radioativo no ar à medida que crescem, bem como os animais que se alimentam delas (incluindo os seres humanos). Enquanto a planta ou o animal estiver vivo, ele continua reabastecendo seu estoque interno de carbono-14. Quando morre, esse processo é interrompido. Como o radiocarbono se decompõe em velocidade conhecida, a medição da quantidade restante no material orgânico irá revelar a sua idade. Por isso, o carbono-14 é um relógio que começa a contar no momento da morte. 'Colocando tudo em ordem' Quando Libby confirmou a presença de carbono-14 no gás metano dos esgotos de Baltimore, ele começou a detectar radiocarbono em muitos objetos diferentes, o que permitiu que ele comprovasse a sua idade. Estes objetos incluíram, entre outros, o linho que envolvia os Manuscritos do Mar Morto e um pedaço de um navio encontrado na tumba do faraó egípcio Sesóstris 3°, que viveu cerca de 4 mil anos atrás. "O problema é que você não vai contar a ninguém o que está fazendo. É maluco demais", disse Libby posteriormente. "Você não pode dizer a ninguém que os raios cósmicos podem escrever a história humana. Você não pode contar isso a eles. De jeito nenhum. Por isso, mantivemos em segredo." Mas, quando Libby comprovou que funcionava, ele contou ao mundo. E, em 1960, ganhou o Prêmio Nobel de Química. Sua técnica funciona com material orgânico com até 50 mil anos de idade. Acima disso, existe muito pouco carbono-14 remanescente. Manuscritos do Mar Morto foram um dos primeiros objetos datados usando a tecnologia de carbono-14 Getty Images/BBC Atualmente, a datação por radiocarbono é fundamental para entendermos a nossa história. "Para colocar tudo em ordem, em termos de podermos comparar diferentes regiões específicas e compreender a velocidade da mudança, tem sido muito importante", explica Rachel Wood. Ela trabalha em um dos mais renomados laboratórios de datação por radiocarbono do mundo, a Unidade Aceleradora de Radiocarbono de Oxford, no Reino Unido. Wood e seus colegas datam materiais que incluem ossos humanos, carvão, conchas, sementes, cabelos, algodão, pergaminhos e cerâmica, mas também algumas substâncias mais estranhas. "Fazemos coisas realmente incomuns, como analisar urina de morcego fossilizada", ela conta. O laboratório usa um aparelho chamado espectrômetro de massa acelerador, para quantificar diretamente os átomos de carbono-14 em uma amostra. O processo é diferente do usado por Libby, que só conseguia medir a radiação emitida e deduzir, a partir dela, a quantidade de carbono-14 contida em uma amostra. O acelerador também pode datar amostras minúsculas, de apenas 1 miligrama em alguns casos. Libby precisava de uma quantidade de material muito maior. Datação de esqueletos A retirada de contaminantes que contêm carbono pode levar semanas. Mas o acelerador emite a idade estimada de uma amostra rapidamente em seguida. "É realmente emocionante poder observar os resultados imediatamente", afirma Wood. A datação por radiocarbono já resolveu antigas disputas. O caso do esqueleto humano descoberto em 1823 pelo teólogo e geólogo William Buckland (1784-1856) no País de Gales é um exemplo. Buckland defendia que o esqueleto não tinha mais de 2 mil anos, mas ninguém conseguia comprovar que ele estava errado. Por fim, a datação por radiocarbono demonstrou que, na verdade, os ossos tinham entre 33 mil e 34 mil anos de idade. Trata-se dos mais antigos restos humanos enterrados conhecidos no Reino Unido. Restos humanos bem mais recentes também revelaram seus segredos graças a esta tecnologia. Em 1975, uma menina de 13 anos de idade chamada Laura Ann O'Malley desapareceu em Nova York, nos Estados Unidos. E, nos anos 1990, foram encontrados restos humanos no leito de um rio na Califórnia, cuja origem foi atribuída a um túmulo histórico. Mas a datação por radiocarbono demonstrou no início deste ano que eles pertenciam a alguém nascido entre 1964 e 1967, que provavelmente morreu entre 1977 e 1984. As datas coincidem com a época do desaparecimento de O'Malley e análises de DNA confirmaram que os restos humanos eram da menina. Análises forenses costumam fazer uso do "pulso de bomba". Este método de datação por radiocarbono é possível devido às centenas de testes de armas nucleares atmosféricas ocorridos durante os anos 1950 e 1960. As explosões emitiram no ar imensas quantidades de carbono-14. Mas esses níveis artificialmente altos vêm caindo desde então. Por isso, ao comparar as medições de carbono-14 com esta curva de queda, é possível datar materiais de meados do século 20 para cá com muita precisão — de até cerca de um ano, em alguns casos. "Não conheço nenhuma outra técnica que chegue tão perto quanto esta", afirma Sam Wasser, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. "Sua utilidade é extraordinária." 'Prova concreta' Wasser analisou resultados de datação por radiocarbono de amostras de marfim, como parte das tentativas para desmantelar o comércio ilegal. Os dados podem comprovar se os elefantes morreram antes ou depois da proibição da venda de marfim, em 1989, independentemente das alegações dos traficantes. Edouodji Emile N'Bouke foi preso com base neste tipo de evidências. Ele foi condenado em Togo, em 2014. Os testes de DNA não descobriram a origem geográfica do marfim objeto de tráfico, mas a datação por radiocarbono mostrou exatamente quando os elefantes foram abatidos. Estas duas linhas de evidência foram "a prova concreta, fundamental para levar N'Bouke à justiça", segundo declarou posteriormente o Departamento de Estado americano. A datação por carbono-14 permite aos cientistas determinar se o marfim é de origem ilegal Getty Images/BBC A mesma técnica já revelou obras de arte como sendo fraudes. Um exemplo é a pintura de uma cena em uma aldeia, que um falsificador afirmava ter sido produzida em 1866. A datação por radiocarbono confirmou que, na verdade, ela foi pintada e envelhecida artificialmente nos anos 1980. A datação por radiocarbono também trouxe informações sobre as mudanças climáticas. Ela ajuda os cientistas a compreender o efeito das emissões de combustíveis fósseis para o clima do planeta. Os estudos de glaciares e ecossistemas antigos, por exemplo, passaram a ser muito mais precisos, graças à tecnologia. Estas pesquisas foram empregadas em relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês). O organismo recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2007 (ao lado do ex-vice-presidente americano Al Gore) pelo seu trabalho de disseminação de informações sobre as mudanças do clima. A datação por carbono-14 "também é muito útil para pessoas que desejam usar modelos climáticos para prever qual será o possível clima no futuro", explica Tim Heaton, da Universidade de Leeds, no Reino Unido. Os cientistas podem usar os registros de radiocarbono para determinar as mudanças do clima da Terra ao longo do tempo e verificar os modelos climáticos em comparação com estes resultados, para confirmar sua precisão. Diluição de carbono-14 Mas existe outro relógio em funcionamento. Os combustíveis fósseis contêm imensas quantidades de carbono, mas não de carbono-14. Os organismos que geraram o carvão, gás natural e petróleo morreram há tanto tempo que o carbono-14 que eles continham desapareceu muito tempo atrás. Com isso, as emissões de combustíveis fósseis estão diluindo o carbono-14 existente na atmosfera da Terra, o que traz efeitos diretos sobre a quantidade de radiocarbono que acaba nos organismos vivos. Heather Graven, do Imperial College de Londres, afirma que, no pior cenário, com emissões extremamente altas no próximo século, a precisão da datação por radiocarbono poderá desmoronar. "Algo recém-produzido terá a mesma composição [de radiocarbono] de algo que tenha, talvez, 2 mil anos de idade", explica ela. E a datação por carbono-14 não conseguiria diferenciar os dois materiais. A queima de combustíveis fósseis pode diluir a concentração de carbono-14 na atmosfera Getty Images/BBC Rachel Wood defende que estes problemas não irão surgir no futuro próximo. Mas a professora emérita Paula Reimer, da Universidade Queen's em Belfast, no Reino Unido, acredita que as emissões de combustíveis fósseis "amorteçam" a datação por radiocarbono e, em última análise, ameaçam sua precisão. Reimer passou vários anos trabalhando para que a datação por carbono-14 ficasse mais precisa. Ela realizou trabalhosas medições do radiocarbono encontrado nos anéis das árvores, para revelar variações dos níveis de carbono-14 ao longo de milênios. Agora, existem curvas extremamente precisas dos níveis de radiocarbono, que datam de cerca de 14 mil anos atrás. Mas as emissões de combustíveis fósseis podem, um dia, trazer o fim desta era de incrível precisão. Esta reportagem foi criada em coprodução entre a instituição Nobel Prize Outreach e a BBC. COP30 - Onde vai ser a COP 30?

Palavras-chave: tecnologia

Seleções e concursos em PE oferecem 534 vagas com salários de até R$ 13,2 mil; saiba como se inscrever

Publicado em: 31/08/2025 16:21

Cartão-resposta de prova de concurso katemangostar/Freepik Ao menos 534 vagas são oferecidas em concursos públicos e seleções simplificadas que estão com inscrições abertas em Pernambuco. As oportunidades incluem cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários de até R$ 13,2 mil. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Confira, abaixo, a lista que o g1 preparou com as principais informações sobre cada processo seletivo: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) Inscrições até quinta-feira (4); 77 vagas de ensino médio e superior para técnicos-administrativos; Salários de até R$ 4,9 mil; Confira o edital. Prefeitura de Gravatá Inscrições até sexta-feira (5); 154 vagas para cargos de níveis fundamental, médio e superior Salários de até R$ 2,1 mil; Confira o edital. Faculdade de Petrolina (Facape) Inscrições até 8 de setembro; 51 vagas para docente auxiliar, assistente e adjunto; Salários de até R$ 8,5 mil; Confira o edital. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Inscrições até 18 de setembro; 52 vagas para docente; Salários de até R$ 13,2 mil; Confira o edital. Prefeitura de Angelim Inscrições até 18 de setembro; 131 vagas de nível fundamental, médio, técnico e superior; Salários de até R$ 7,5 mil; Confira o edital. Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) Inscrições a partir de segunda-feira (1º) até 30 de setembro; 69 vagas para cargos de níveis médio e superior; Salários de até R$ 9,5 mil; Confira o edital. ⬇️ Veja como estudar legislação para concursos: Como estudar legislação para concurso? VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

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