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Como a demora para pedir uma cerveja na praia virou um negócio de R$ 60 mil por mês

Publicado em: 03/01/2026 03:00

Como demora no atendimento em quiosque de praia fez cliente frustrado faturar mais de R$ 60 mil por mês Você já enfrentou dificuldades para fazer pedidos naqueles típicos quiosques à beira-mar? O sol forte, o movimento intenso e o garçom que parece nunca chegar. Foi exatamente dessa situação que nasceu uma ideia milionária. Em um dia comum de praia no Rio de Janeiro, o empresário Carlos Eduardo Ernanny só queria uma cerveja gelada. O que ele ganhou, no entanto, foi inspiração para criar um negócio que hoje fatura R$ 60 mil por mês: um aplicativo que conecta banhistas e garçons, agilizando o atendimento nos quiosques e barracas à beira-mar. “Eu estava ali, tentando pedir, e pensei: por que não usar tecnologia para resolver isso?”, lembra Eduardo. A curiosidade virou projeto. Ele percorreu quase 40 quilômetros de praias cariocas fazendo pedidos e cronometrando o tempo de espera. O resultado chamou atenção: em média, os clientes levavam 13 minutos para conseguir ser atendidos. “Em 13 minutos, alguém passa vendendo alguma coisa e você acaba comprando de quem está passando. O barraqueiro perde a venda”, explica. Com a ajuda de amigos, ele levantou R$ 300 mil e desenvolveu uma plataforma simples e eficiente: os garçons registram os pedidos diretamente no celular, sem papel e sem erro. O sistema ainda mostra o cardápio em tempo real, controla o estoque e avisa quando um produto está acabando. O aplicativo já está presente em todas as praias do Rio, em Búzios, nos litorais norte e sul de São Paulo e também no Ceará. Para empreendedoras como Jane Alves de Oliveira e Ana Paula Correa, que há 18 anos comandam barracas de praia, a tecnologia virou aliada indispensável. “O atendimento ficou muito mais rápido. O faturamento dobrou e a gente parou de perder produto por falta de controle”, diz Jane. Carlos Eduardo Ernanny criou um app que conecta banhistas a barracas de praia e facilita atendimento TV Globo/ Reprodução Tooda Endereço: Rua Barão do Flamento, 22, sala 402, Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.220-900 Telefone: 21-98108-4720 E-mail: contato@tooda.com.br Site: https://tooda.com.br/ Instagram: https://www.instagram.com/apptooda/

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CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)

Publicado em: 03/01/2026 02:00

Muito poucas organizações conseguem fornecer telureto de cádmio e zinco. Kromek via BBC Deitar-se de costas dentro de um grande scanner de tomografia, o mais quieto possível, com os braços acima da cabeça e durante 45 minutos, não é das coisas mais divertidas. Era isso que os pacientes do Royal Brompton Hospital, em Londres, precisavam fazer durante certos exames pulmonares. Mas, com a instalação de um novo equipamento no ano passado, o tempo diminuiu para apenas 15 minutos. Isso se deve, em parte, à tecnologia de processamento de imagens do aparelho, mas também a um material especial conhecido como CZT (sigla em inglês para telureto de cádmio e zinco), que permite à máquina produzir imagens tridimensionais muito detalhadas dos pulmões dos pacientes. "Com este scanner, obtêm-se imagens maravilhosas", afirma a médica Kshama Wechalekar, chefe de medicina nuclear e PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons) do hospital. "É uma verdadeira façanha de engenharia e física." Veja os vídeos que estão em alta no g1 O CZT da máquina foi fabricado pela empresa britânia Kromek, uma das poucas do mundo capazes de produzi-lo. Talvez você nunca tenha ouvido falar dele, mas — nas palavras de Wechalekar — ele está provocando uma "revolução" na imagiologia médica. Esse material incrível ainda tem muitos outros usos, como em telescópios de raios-x, detectores de radiação e scanners de segurança em aeroportos. E sua demanda só cresce. Kshama Wechaleka com o novo equipamento no Royal Brompton Hospital de Londres. Guy's and St Thomas' NHS Foundation Trust via BBC As pesquisas sobre os pulmões dos pacientes realizadas por Wechalekar e seus colegas envolvem a detecção de numerosos coágulos de sangue minúsculos em pessoas com covid prolongada, ou de um coágulo maior conhecido como embolia pulmonar, por exemplo. O scanner, que custa um milhão de libras esterlinas (cerca de R$ 7,4 milhões), funciona detectando os raios gama emitidos por uma substância radioativa injetada no corpo dos pacientes. Mas a sensibilidade do scanner também significa que é necessária uma quantidade menor dessa substância do que antes. "Podemos reduzir as doses em cerca de 30%", afirma a médica. Veja mais: Como é o jato executivo mais rápido do mundo, capaz de voar sem escalas para quase todo o planeta Que fim levou o DeepSeek? Fenômeno do começo de 2025 perde fôlego em meio a suspeitas de chips proibidos e espera por novo modelo Grande demanda, pouca oferta Embora os scanners baseados em CZT não sejam novos, equipamentos de corpo inteiro e de grande porte como este são uma inovação relativamente recente. O CZT existe há décadas, mas sua fabricação é notoriamente difícil. "Levou muito tempo desenvolvê-lo para que se tornasse um processo de produção em escala industrial", afirma Arnab Basu, diretor-executivo e fundador da Kromek. Nas instalações da empresa em Sedgefield, na Inglaterra, há 170 pequenos fornos em uma sala que Basu descreve como "semelhante a uma fazenda de servidores". Nesses fornos, um pó especial é aquecido, fundido e depois solidificado, formando uma estrutura monocristalina. Todo o processo leva semanas. "Átomo por átomo, os cristais se reorganizam […] até ficarem completamente alinhados", explica Basu. O CZT recém-formado, um semicondutor, pode detectar partículas minúsculas de fótons em raios-x e raios gama com precisão incrível, funcionando como uma versão altamente especializada do sensor de imagem baseado em silício sensível à luz que existe na câmera do seu smartphone. Cada vez que um fóton de alta energia incide no CZT, como o raio-x, ele mobiliza um elétron, e esse sinal elétrico pode ser usado para gerar uma imagem. A tecnologia de scanners anterior utilizava um processo em dois passos, que não era tão preciso. "É digital", detalha Basu. "É um único passo de conversão. Preserva toda a informação importante, como o tempo e a energia dos raios-x que atingem o detector de CZT; é possível criar imagens coloridas ou espectroscópicas (que permite diferenciar materiais, tecidos ou substâncias)." Ele acrescenta que scanners baseados em CZT já são usados atualmente para detecção de explosivos em aeroportos do Reino Unido e para escanear bagagens despachadas em alguns aeroportos dos EUA. "Esperamos que o CZT seja incorporado ao segmento de bagagem de mão nos próximos anos." O material escolhido Mas nem sempre é fácil conseguir CZT. Henric Krawczynski, pesquisador da Universidade de Washington em St. Louis, nos EUA, já utilizou o material anteriormente em telescópios espaciais suspensos em balões de grande altitude. Esses detectores podem captar raios-x emitidos tanto por estrelas de nêutrons quanto pelo plasma ao redor de buracos negros. O professor Krawczynski precisa de peças muito finas de CZT, de 0,8 mm, para seus telescópios, pois isso ajuda a reduzir a quantidade de radiação de fundo captada, permitindo um sinal mais claro. "Gostaríamos de comprar 17 detectores novos", afirma. "É realmente difícil encontrá-los tão finos." A Kromek não pôde ajudá-lo porque, segundo Basu, a empresa enfrenta uma grande demanda atualmente. "Apoiamos inúmeras organizações de pesquisa", acrescenta. "É muito difícil fazer cem coisas diferentes. Cada projeto de pesquisa requer um tipo muito específico de estrutura de detector." Muitos outros cientistas também utilizam CZT. No Reino Unido, uma grande modernização do centro de pesquisa Diamond Light Source, em Oxfordshire, melhorará suas capacidades graças à instalação de detectores baseados em CZT. O Diamond Light Source é um sincrotron - que acelera elétrons ao redor de um anel gigante, a uma velocidade próxima à da luz. Os ímãs fazem com que esses elétrons, ao passarem, percam energia na forma de raios-x, direcionados em linhas de luz para, por exemplo, analisar materiais. Alguns experimentos recentes envolveram a análise de impurezas no alumínio durante sua fusão. Compreender melhor essas impurezas pode ajudar a melhorar as formas recicladas do metal. Com a atualização do Diamond Light Source, cuja conclusão está prevista para 2030, os raios-x produzidos serão significativamente mais brilhantes, o que significa que os sensores existentes não conseguirão detectá-los corretamente. "Não faz sentido gastar todo esse dinheiro em melhorar essas instalações se não for possível detectar a luz que elas produzem", diz Matt Veale, líder do grupo de desenvolvimento de detectores no Conselho de Instalações Científicas e Tecnológicas, uma das partes interessadas no Diamond Light Source. Por isso, mais uma vez, o CZT foi o material escolhido. Veja mais: VÍDEO: robô chinês anda mais de 100 km sem parar, bate recorde e entra para o Guinness Book VÍDEO: Japonesa se casa com personagem do ChatGPT: 'Me apaixonei'

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Com reservatórios no limite, especialistas alertam para necessidade urgente de se combater desperdício de água

Publicado em: 02/01/2026 21:37

Com reservatórios no limite, o desperdício preocupa Com reservatórios no limite, o desperdício preocupa. Enquanto falta água para muita gente, milhões de litros se perdem em vazamentos. Especialistas alertam: combater essa perda é um desafio que o Brasil não pode mais adiar. Torneiras secas no começo do ano. Com as manobras de redução de pressão por causa da crise hídrica, a água não tem força para chegar na caixa em partes altas da cidade. E tem sido assim há um mês na casa da Adriana, na Zona Noroeste de São Paulo. “Nesse tanque é água da caixa, não tem também, porque a água não sobe da caixa. E aqui é o que vem da rede, olha a situação: não tem água”, conta. Enquanto isso, na mesma região, água tratada escorre em um vazamento, que chamou a atenção da gerente de planejamento Elaine Favari: "Eu economizo a água, para daí a gente passar aqui na rua e ver esse absurdo aqui?", pergunta. Reduzir o desperdício é um enorme e urgente desafio brasileiro. Segundo o Instituto Trata Brasil, em países desenvolvidos, as perdas giram em torno de 15%. Aqui é mais que o dobro disso. "Hoje, infelizmente, nós perdemos 39,5% de todo o volume de água produzido antes de chegar na casa de cada cidadão”, afirma Luana Pretto, presidente executiva do Instituto Trata Brasil. Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso, estão entre as cidades que mais desperdiçam. São perdas que afetam a todos que dependem desse bem comum. "A gente acaba captando muito mais água no rio do que deveria estar captando. E o impacto econômico também, porque essa ineficiência nesse sistema de distribuição gera um maior custo de produção de água e uma maior tarifa para a população”, diz Luana Pretto. Com reservatórios no limite, especialistas alertam para necessidade urgente de se combater desperdício de água Jornal Nacional/ Reprodução Em São Paulo, a captação nas represas bateu recorde em 2025: quase 71 mil litros por segundo - 3% mais que em 2024 e 8% acima de 2023. Em uma sala da Sabesp, novas tecnologias estão sendo implantadas para, de maneira remota, controlar a pressão, detectar ligações clandestinas e acompanhar vazamentos e reparos com mais precisão. Os primeiros testes feitos em 2024 mostram como a tecnologia pode ajudar a reduzir o desperdício. Em uma área da rede de 50 km no Centro de São Paulo, os métodos convencionais detectaram 14 vazamentos. Com o uso da inteligência artificial e dos satélites, o número saltou para 81 vazamentos identificados na mesma área. O satélite detecta vazamentos por diferenças de temperatura no solo. O sistema deve ser implantado até 2027. O Brasil tem meta de reduzir as perdas em 25% até 2033. "Hoje, nós temos em torno de 36 mil vazamentos no estado todo por mês. E uma das principais ações é o combate aos vazamentos. Sejam os vazamentos visíveis ou os não visíveis, os não detectados visivelmente, que a gente usa tecnologia de ponta também para poder identificar”, afirma Nivaldo Rodrigues, diretor regional da Sabesp. Mas além da tecnologia, é preciso o uso consciente e olhos atentos para denunciar o desperdício. A Sabesp afirmou que consertou o vazamento mostrado na reportagem. A Águas Cuiabá declarou que vai investir R$ 250 milhões até 2030 em ações para reduzir perdas. E o Departamento de Água de Várzea Grande disse que os vazamentos são consequência de problemas antigos; que busca soluções definitivas e faz reparos diários para garantir o abastecimento. LEIA TAMBÉM Moradores de São Paulo, maior cidade do Brasil, relatam falta d’água Calor extremo e chuvas irregulares: combinação se repete com cada vez mais força e frequência

Como a Alexandria estrutura modelos estáveis de energia compartilhada

Publicado em: 02/01/2026 17:58

O mercado de energia compartilhada no Brasil entrou em uma nova etapa. Após um período de crescimento acelerado, o setor passou a lidar com desafios ligados à previsibilidade operacional, à organização comercial e à estabilidade da base de clientes. Nesse contexto, a Alexandria vem estruturando um modelo que vai além da geração de energia. A empresa integra alianças entre usinas, infraestrutura digital própria e gestão organizada da base de clientes com o objetivo de criar operações mais estáveis, previsíveis e alinhadas às práticas valorizadas pelo mercado institucional. Quando gerar energia não é mais o único desafio Na avaliação da Alexandria, a geração deixou de ser o único fator determinante para o sucesso de projetos no modelo compartilhado. A forma como essa energia é comercializada, distribuída e administrada ao longo do tempo passou a ter impacto direto na sustentabilidade dos projetos. Operações com baixa organização comercial tendem a enfrentar maior rotatividade de clientes, processos pouco padronizados e dificuldades para escalar. Esses fatores aumentam o risco percebido da operação e comprometem a previsibilidade dos resultados. Foi a partir dessa leitura que a empresa ampliou sua atuação, passando a se posicionar como estruturadora de um ecossistema comercial e relacional voltado à energia compartilhada. Aliança entre usinas como estratégia de estabilidade Um dos pilares desse modelo é a formação de alianças entre usinas. Em vez de operar com ativos isolados, a Alexandria promove a integração de diferentes projetos sob uma lógica coordenada de comercialização, relacionamento com clientes e governança. Essa estrutura permite diluir riscos, equilibrar oferta e demanda ao longo do tempo e estabelecer padrões comuns de operação. A coordenação entre usinas contribui para maior continuidade operacional, especialmente em um setor sujeito a variações regionais e mudanças de mercado. Tecnologia como base de governança Para sustentar essa organização, a Alexandria desenvolveu uma infraestrutura digital própria. Aplicativos e sistemas internos funcionam como uma camada de governança, organizando fluxos comerciais, contratos e relacionamento com clientes. A tecnologia permite centralizar informações, acompanhar a base de consumidores de forma contínua e padronizar processos, aumentando a transparência entre os agentes envolvidos. Nesse modelo, o uso da tecnologia não é um fim em si, mas um meio para garantir controle, previsibilidade e organização. Alinhamento com práticas valorizadas pelo mercado institucional A integração entre alianças de usinas, base pulverizada de clientes e governança digital aproxima os projetos estruturados pela Alexandria de critérios observados pelo mercado institucional na avaliação de operações de infraestrutura. Aspectos como previsibilidade operacional, estabilidade de receitas e capacidade de gestão ao longo do tempo costumam ser considerados em análises de risco. Embora a empresa não atue na atribuição de ratings, seu modelo contribui para organizar esses vetores dentro da energia compartilhada. Um novo patamar de maturidade para a energia compartilhada Ao estruturar projetos com foco em organização comercial, tecnologia e relacionamento, a Alexandria busca posicionar a energia compartilhada em um estágio mais maduro no Brasil. Nesse cenário, esses elementos deixam de ser acessórios e passam a integrar o núcleo da estratégia. A proposta é fortalecer um ecossistema mais sólido, transparente e preparado para crescer de forma sustentável. Sobre a Alexandria A Alexandria atua no mercado de energia compartilhada com foco na organização de ecossistemas que integrem geração, tecnologia e relacionamento. A empresa desenvolve modelos que conectam usinas, clientes e canais comerciais, buscando maior previsibilidade operacional e alinhamento com as melhores práticas institucionais do setor. Saiba mais sobre os serviços e modelos disponíveis no site da Alexandria.

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Defesa Civil emite 'alerta severo' para risco de temporal com raios e ventania em Caraguatatuba e Ubatuba

Publicado em: 02/01/2026 17:28

Defesa Civil emite 'alerta severo' para risco de temporal com raios e ventania em Caraguatatuba, SP Patrick César/TV Vanguarda Os moradores e turistas de Caraguatatuba e Ubatuba receberam, na tarde desta sexta-feira (2), um alerta de celular da Defesa Civil informando sobre risco severo diante da chegada de uma chuva forte na cidade. Em Caraguatatuba, a mensagem "alerta severo" apareceu nos celulares às 17h13 junto com um som agudo e vibração. No texto, a Defesa Civil informou: "Chuva forte se espalhando por Caraguatatuba. Tem raios e vento. Atinge municípios vizinhos. Tenha cuidado nas próximas horas". Mais tarde, por volta das 18h46, foi a vez de Ubatuba receber o alerta severo. A mensagem foi a mesma. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp O alerta foi desenvolvido pelo governo federal para sinalizar riscos de desastres e orientar a população. Os alertas usam a tecnologia “cellbroadcast” e "saltam" na tela do celular, sobrepondo-se a qualquer conteúdo que esteja sendo exibido no momento - leia mais abaixo. Todas as 46 cidades do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira, Litoral Norte de SP e região bragantina estão em situação de alerta por causa da chuva. Segundo a Defesa Civil de SP, há previsão de chuvas intensas pelo menos até domingo (4). Defesa Civil alerta que chuvas intensas podem provocar alagamentos e deslizamentos na região na semana do Ano Novo Cellbroadcast: saiba como ativar as notificações de alerta severo da Defesa Civil Por causa do volume de chuva, o solo pode ficar encharcado, provocando risco de transbordamento de rios, alagamentos e deslizamentos, por exemplo. Em caso de emergências, os moradores podem acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou a Defesa Civil pelo 199. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Tecnologia de alerta O novo sistema de alerta de desastres do governo federal começou a funcionar no fim de 2024. A partir da localização dos celulares, a Defesa Civil de cada estado envia a mensagem de acordo com o nível de risco para enchentes, deslizamentos e outros desastres relacionados à chuva. O recebimento do aviso não depende de um cadastro do usuário. Além de não precisar de cadastro, o alarme sonoro funciona até mesmo em celulares no modo silencioso e só sai da tela se o usuário mostrar que leu a mensagem, em uma tecnologia chamada “cellbroadcast”. Para receber o sinal, é preciso ter um celular comprado depois de 2020 – cujos modelos já são compatíveis com a tecnologia – e acesso às redes 4G ou 5G das operadoras - saiba mais sobre a tecnologia clicando aqui. Defesa Civil emite 'alerta severo' para risco de temporal com raios e ventania em Caraguatatuba, SP Patrick César/TV Vanguarda Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Tornados no Paraná: entenda como funciona a classificação de gravidade do fenômeno

Publicado em: 02/01/2026 17:11

Tornados são registrados no Paraná com ventos de 120 km/h Nesta quinta-feira (1), o Paraná registrou dois tornados em Mercedes, na região oeste do estado. O fenômeno, o primeiro do ano, foi classificado como F1, na Escala Fujita, nível considerado moderado, com velocidade do vento estimada entre 116 km/h e 180 km/h, segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). Assista acima. Apenas em 2025, segundo o Simepar, o Paraná registrou quatro tornados. Todos foram confirmados na região central do estado. Em Rio Bonito do Iguaçu e Guarapuava, os fenômenos foram classificados como F4, considerada devastadora, com velocidade do vento estimada entre 332 km/h e 418 km/h. Cerca de 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu ficou destruída. Os outros dois tornados ocorreram em Turvo e Santa Maria do Oeste e tiveram menor potencial de destruição. A classificação feita pela Escala Fujita é usada no Brasil para medir a gravidade dos tornados com base nos danos provocados. Quanto maior for a destruição, maior é a categoria atribuída ao fenômeno. A escala vai de F0 a F5. ✅Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Leia também: Prisão: Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, é preso no Paraná por ordem do STF Apologia ao nazismo: Servidor público é preso na véspera do Réveillon por publicar ameaça com símbolo nazista, no PR Vandalismo: Mulher arranca e vandaliza 40 árvores plantadas por voluntários em Curitiba Como funciona a classificação Dois tornados são registrados no Paraná Tiago Vendramin Existem duas formas principais de classificar tornados, a Escala Fujita (F) e a Escala Fujita Aprimorada (EF). No Brasil, a versão aprimorada não é adotada oficialmente. O Simepar utiliza a Escala Fujita tradicional. De acordo com o Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos (NWS), a análise é feita a partir dos estragos deixados pelo tornado. Especialistas avaliam estruturas atingidas, como casas, galpões, árvores e postes, para estimar a velocidade do vento que atuou no local por, pelo menos, três segundos. A partir dessa estimativa, o tornado recebe uma classificação. Escala Fujita (F) F0: ventos entre 65 km/h e 116 km/h — danos leves F1: ventos entre 116 km/h e 180 km/h — danos moderados F2: ventos entre 180 km/h e 253 km/h — danos consideráveis F3: ventos entre 253 km/h e 332 km/h — danos severos F4: ventos entre 332 km/h e 418 km/h — danos devastadores F5: ventos entre 418 km/h e 511 km/h — destruição extrema Escala Fujita Aprimorada A Escala Fujita Aprimorada (EF) é usada oficialmente em países como os Estados Unidos desde 2007. Ela também vai de EF0 a EF5 e segue o mesmo princípio de estimar a força do tornado a partir dos danos observados, não de medições diretas do vento. Segundo o NWS, essa escala utiliza uma lista de 28 indicadores de danos, que incluem diferentes tipos de construções e estruturas. Cada indicador recebe uma pontuação, e o conjunto dessas informações define a categoria final do tornado. Além disso, por ter sido desenvolvido nos EUA, a escala leva em conta as práticas construtivas americanas, que não refletem necessariamente as utilizadas no Brasil. Ao contrário daqui, as casas nos EUA não costumam ser feitas em alvenaria, por exemplo. Por esse motivo, os profissionais que fazem as medições em outros países precisam adaptar os parâmetros para estimar a velocidade dos ventos. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

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Tempestades perdem força no Paraná no fim de semana, mas calor e sensação de abafamento continuam; veja previsão

Publicado em: 02/01/2026 17:03

Calor no Paraná José Fernando Ogura/AEN A previsão do tempo indica que as tempestades intensas registradas ao longo da semana no Paraná devem perder força neste fim de semana. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a mudança ocorre com a chegada de uma massa de ar mais seco sobre o estado. “O tempo começou a mudar ao longo desta sexta-feira (2). Um ar mais seco já está se aproximando do estado, tanto que nas regiões Oeste e Sudoeste já não se espera eventos severos como os registrados ao longo da semana”, explica o meteorologista Reinaldo Kneib, do Simepar. Na quinta-feira (1), um tornado com ventos de até 120 km/h foi registrado em Mercedes, no oeste do Paraná. O fenômeno foi classificado como F1, segunda categoria mais baixa na escala de tornados, segundo o Simepar. Não houve registro de ocorrências na Defesa Civil Estadual. ✅Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Chuvas ainda ocorrem em parte do estado Apesar da redução dos temporais, ainda há previsão de chuva em algumas regiões. No Norte, Campos Gerais e Leste do Paraná, as pancadas devem ocorrer principalmente no período da tarde. No Noroeste, a chuva pode aparecer em diferentes momentos do dia. Mesmo com a nebulosidade, o tempo segue abafado em todo o estado. No sábado (3), uma massa de ar menos aquecida e com menor umidade avança sobre grande parte do Paraná. Com isso, o volume de chuva diminui. “No Litoral, ainda há previsão de pancadas isoladas, mas com baixo volume. Na Região Metropolitana de Curitiba, o sol aparece entre nuvens. No Interior, predomina a nebulosidade variável, e no Oeste e Sudoeste pode ocorrer garoa ocasional à tarde”, afirma Kneib. Estado aind aterá chuvas isoladas RPC No domingo (4), o tempo fica mais estável, com predomínio de sol no Interior do estado. As temperaturas, no entanto, entram em declínio com a atuação de um ar menos aquecido. Após uma semana com máximas próximas dos 30 °C em várias cidades, os termômetros devem marcar cerca de 20 °C em Curitiba e na Região Metropolitana. No Litoral, as máximas ficam entre 23 °C e 24 °C, com possibilidade de garoa isolada. Leia também: Prisão: Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, é preso no Paraná por ordem do STF Apologia ao nazismo: Servidor público é preso na véspera do Réveillon por publicar ameaça com símbolo nazista, no PR Vandalismo: Mulher arranca e vandaliza 40 árvores plantadas por voluntários em Curitiba VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Norte e Noroeste.

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Depilação a laser conquista público masculino com eficácia e conforto

Publicado em: 02/01/2026 16:26

Público masculino representa uma parcela significativa do mercado de estética Não+Pelo/Divulgação O tabu ficou no passado. Atualmente, o público masculino representa uma parcela significativa do mercado de estética, e um serviço em particular lidera essa busca: a depilação a laser . No topo do ranking de preferência e buscas, a Não + Pelo consolida-se como uma marca referência para os homens que buscam praticidade, higiene e bem-estar. Mas o que faz com que eles escolheram a Não + Pelo em um mercado tão competitivo? Tecnologia de ponta e conforto Uma das maiores receitas dos homens ao buscar depilação é a dor, especialmente em áreas onde os pelos são mais grossos. A Não + Pelo utiliza tecnologias que priorizam o conforto . O sistema de refrigeração da ponte minimiza o impacto térmico, tornando a sessão muito mais tolerável do que os métodos convencionais ou lasers mais antigos. Praticidade para a rotina atarefada O homem moderno valoriza o tempo. O tratamento da Não + Pelo é focado em eficiência: sessões rápidas, resultados duradouros, menos tempo gasto com lâminas em casa e fim dos problemas com foliculite (pelos encravados). As regiões mais procuradas por eles A busca não é apenas por estética, mas também por desempenho (no caso de atletas) e higiene. As áreas campeãs de busca na rede são: barba, costas e ombros, tórax e abdômen. "A Não + Pelo entende que o cuidado masculino exige uma abordagem direta. Oferecemos um ambiente profissional e resultados que impactam diretamente na autoestima e na liberdade do homem moderno", explica Melissa Merlo, empresária e uma das franqueadas da Não + Pelo.

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Novos radares de fiscalização começam operar a partir de 1º de fevereiro em Manaus; veja onde ficam

Publicado em: 02/01/2026 15:48

Onde tem radar eletrônico em Manaus? Divulgação/IMMU A partir do dia 1º de fevereiro, 34 novos radares começam a funcionar em diferentes ruas de Manaus. Segundo a Prefeitura, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), entre eles está uma tecnologia inédita na capital: detectores de eixo, usados para fiscalizar veículos pesados, como caminhões e carretas. Veja abaixo onde ficam. De acordo com o IMMU, os equipamentos passaram por testes e ajustes técnicos. O objetivo de aumentar a segurança na rua, reduzir acidentes e melhorar o controle do trânsito em corredores de grande movimento. Os detectores de eixo serão instalados em dez pontos da cidade. Eles identificam o tipo e o tamanho dos veículos que passam pelas vias e ajudam na fiscalização de caminhões e ônibus que circulam em áreas com restrição para veículos pesados. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp O diretor-presidente do IMMU, Arnaldo Flores, afirma que a medida busca tornar o trânsito mais seguro. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “O monitoramento de veículos de grande porte é essencial para evitar acidentes e reduzir a imprudência nas vias de Manaus. Estamos avançando com responsabilidade e planejamento”, afirmou. Ampliação da fiscalização Além dos detectores de eixo, o projeto prevê a instalação de: 15 pontos de fiscalização de avanço de sinal vermelho; 7 controladores de velocidade, com limite de 60 km/h; 2 lombadas eletrônicas, com limite de 40 km/h. Atualmente, Manaus conta com 27 radares em operação, que fiscalizam excesso de velocidade, avanço de sinal vermelho e parada sobre a faixa de pedestres. Com a ampliação, o sistema municipal de fiscalização eletrônica passa a ter maior cobertura em áreas com histórico de acidentes. Veja onde ficam os novos radares Detectores de eixo: Avenida General Rodrigo Otávio Ramos, antes do acesso da Ufam, Coroado, sentido Norte Avenida General Rodrigo Otávio Ramos, antes do acesso da Ufam, Petrópolis, sentido Sul Avenida Ephigênio Salles, após a avenida Via Láctea, Adrianópolis, sentido Leste Avenida Ephigênio Salles, após a avenida Dona Amine, Aleixo, sentido Norte Avenida Constantino Nery, após a avenida Álvaro Maia, São Geraldo, sentido bairro Avenida Constantino Nery, após a avenida Darcy Vargas, Chapada, sentido Centro Avenida Djalma Batista, após a avenida Álvaro Maia, Nossa Senhora das Graças, sentido bairro Avenida Djalma Batista, após a avenida Pedro Teixeira, Chapada, sentido Centro Avenida Leonardo Malcher, após a avenida Joaquim Nabuco, Centro, sentido Oeste Avenida Ramos Ferreira, após a rua Major Gabriel, Centro, sentido Oeste Controle de velocidade (60 km/h): Avenida Pedro Teixeira, nº 725, Dom Pedro I, sentido Oeste Avenida Pedro Teixeira com rua Salinas, Dom Pedro I, sentido Leste Avenida das Torres com rua Ordu, Monte das Oliveiras, sentido Norte Avenida Governador José Lindoso, oposto à rua Vasco Ataíde, Cidade Nova, sentido Sul Avenida do Turismo, nº 3.727, Ponta Negra, sentido complexo turístico Avenida do Turismo, oposto ao condomínio Mediterrâneo I, Tarumã, sentido aeroporto Avenida do Turismo com avenida Thales Loureiro, Ponta Negra, sentido complexo turístico Lombadas eletrônicas (40 km/h): Avenida São Jorge com travessa Doutor Alfredo da Mata, São Jorge, sentido Leste Avenida General Rodrigo Otávio Ramos com rua Maia Andrade, Crespo, sentido Oeste Avanço de sinal vermelho Avenida Pedro Teixeira com avenida Dom Pedro I, Dom Pedro I, sentido Oeste Avenida Pedro Teixeira com rua Paxiúba, Dom Pedro I, sentido Leste Avenida São Jorge com avenida Pedro Teixeira, Dom Pedro I, sentido Ponta Negra Avenida São Jorge com avenida Pedro Teixeira, São Jorge, sentido Leste Avenida Tefé com avenida Borba, Cachoeirinha, sentido Leste Avenida Tefé com avenida Borba, Cachoeirinha, sentido Oeste Avenida Timbiras com avenida Noel Nutels, Cidade Nova, sentido bairro Avenida General Rodrigo Otávio Ramos, acesso da Ufam, Coroado, sentido Norte Avenida Leonardo Malcher com rua Emílio Moreira, Praça 14, sentido Oeste Avenida Leonardo Malcher com rua Major Gabriel, Praça 14, sentido Oeste Avenida Brasil com avenida Padre Agostinho Caballero Martin, Compensa, sentido Leste Avenida Brasil com avenida Compensa, Compensa, sentido Oeste Rua Major Gabriel com avenida Tarumã, Praça 14, sentido Sul Avenida Max Teixeira com rua São Judas Tadeu, Flores Nova, sentido Leste Avenida Max Teixeira, oposto à rua São Judas Tadeu, Colônia Santo Antônio, sentido Oeste Segundo a prefeitura, os novos radares fazem parte de um conjunto de ações voltadas à prevenção de acidentes e à promoção de um trânsito mais seguro e humanizado na capital amazonense. LEIA TAMBÉM: Onde tem radar de velocidade em Manaus? Confira os 27 pontos ativos Radares instalados em Manaus vão fiscalizar tráfego de caminhões e carretas

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Programa Escola de Férias: Secretaria Municipal de Educação do Rio está com inscrições abertas

Publicado em: 02/01/2026 15:38

Secretaria Municipal de Educação do Rio está com inscrições abertas para o Programa Escola de Férias Divulgação/SME A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro abriu inscrições para a colônia de férias destinada aos alunos da Pré-escola ao Ensino Fundamental II. O programa Escola de Férias sempre acontece durante os recessos escolares em unidades de ensino da rede carioca. As atividades do Escola de Férias acontecerão entre os dias 7 e 16 de janeiro, das 8h30 às 15h, em unidades municipais espalhadas pela cidade. As inscrições devem ser feitas diretamente no link até o dia 16 (último dia da colônia). No ato, o responsável deverá emitir o termo de responsabilidade (que está disponível no site) e levá-la à escola escolhida. "Sabemos que este período do ano pode ser vivido de formas diferentes por cada família. Nem todos têm a chance de viajar, mas toda criança merece curtir as férias. Pensando nisso, o Escola de Férias promove oficinas de arte, esportes, raciocínio lógico e diversas brincadeiras, garantindo muita diversão para os carioquinhas", afirmou o secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha. Serão oferecidas atividades de recreação, oficinas de inovação e tecnologia, corpo e movimento, construção do pensamento lógico, artes e musicalização, linguagem e comunicação. Os alunos inscritos no Escola de Férias da rede carioca recebem desjejum, almoço e lanche na unidade escolar escolhida para participar do projeto. Veja a lista das escolas selecionadas: GEO Edmundo Bittencourt - Rua Lopes Trovão, 287 - São Cristóvão GET CIEP Nação Rubro Negra - Praça Nossa Sra. Auxiliadora, S/N - Leblon Escola Municipal Ministro Orosimbo Nonato - Rua Darke de Mattos, 152 - Higienópolis CIEP Graciliano Ramos - Rua Jorge Lacerda, S/N - Jardim América Escola Municipal Mendes Viana - Estrada do Colégio, 940 - Colégio Escola Municipal Professor Escragnolle Dória - Rua Gil Eanes, 76 - Costa Barros GET Pio X - Rua Serra Negra, 103 - Tanque CIEP Olof Palme - Estrada do Taquaral, S/N - Bangu CIEP Francisco Cavalcante Pontes de Miranda - Estrada Moriçaba, S/N - Senador Vasconcelos Escola Municipal Casemiro de Abreu - Estrada do Mendanha, 4.842 - Campo Grande Escola Municipal Haydea Vianna Fiúza de Castro - Rua São Gomário, S/N, Vila Paciência - Santa Cruz CIEP João Mangabeira - Av. Ilha das Enxadas, S/N, Bancários - Ilha do Governador Veja os vídeos que estão em alta no g1

Palavras-chave: tecnologia

Administração, Contábeis e Pedagogia: por que os cursos tradicionais continuam formando carreiras sólidas

Publicado em: 02/01/2026 15:16

Existe uma narrativa dominante sobre escolha de carreira que se repete em redes sociais, vídeos de orientação profissional e conversas de família: o futuro pertence à tecnologia, e quem não embarcar nessa onda ficará para trás. Cursos "tradicionais" seriam relíquias de um mundo que já não existe. A realidade do mercado de trabalho conta uma história diferente. Enquanto vagas em tecnologia de fato crescem aceleradamente, Administração, Ciências Contábeis e Pedagogia continuam entre os cursos que mais empregam no Brasil. Não por inércia ou falta de opção dos formados, mas porque organizações de todos os setores precisam de gestores, contadores e educadores. E continuarão precisando. A Faculdade Sagrada Família (FASF), em Ponta Grossa, oferece os três cursos no período noturno, com a mesma estrutura de apoio que caracteriza a instituição: corpo docente qualificado, parcerias regionais para estágios e inserção profissional, e o FASF Convivência para estudantes com filhos. A proposta é formar profissionais preparados para um mercado que valoriza competência prática, independentemente de modismos. O mito da obsolescência A cada ciclo de inovação tecnológica, surgem previsões de que certas profissões desaparecerão. Nos anos 1990, a informatização eliminaria os contadores. Nos anos 2000, a internet tornaria as escolas obsoletas. Nos anos 2010, aplicativos de gestão substituiriam os administradores. Nos anos 2020, a inteligência artificial faria tudo isso de uma vez. O que aconteceu na prática? O número de contadores no Brasil cresceu. As escolas continuam funcionando e contratando. Empresas de todos os portes mantêm áreas de gestão e administração. As ferramentas mudam. Os fundamentos permanecem. Um contador hoje usa sistemas que automatizam cálculos que antes exigiam horas de trabalho manual. Isso não eliminou a profissão, liberou o profissional para atividades de maior valor: análise, planejamento tributário, consultoria estratégica. O mesmo vale para administradores que usam dashboards em vez de planilhas, ou pedagogos que incorporam tecnologia em suas práticas educacionais. Profissões tradicionais não estão morrendo. Estão se transformando. E quem se forma com base sólida consegue acompanhar essas transformações. Administração: a linguagem universal das organizações Toda organização, empresa privada, órgão público, ONG, startup, hospital, escola, precisa ser administrada. Alguém precisa planejar, organizar, dirigir e controlar recursos para que objetivos sejam alcançados. Esse alguém é, frequentemente, um administrador. O curso de Administração da FASF forma profissionais generalistas, capazes de atuar em diferentes áreas funcionais: finanças, marketing, recursos humanos, operações, logística. É formação que oferece visão integrada de como organizações funcionam, competência rara e valorizada. O mercado para administradores é amplo e diversificado. Há oportunidades em empresas de todos os portes, de multinacionais a pequenos negócios locais. Há espaço no setor público, via concursos para cargos de gestão. Há demanda em consultorias que atendem clientes variados. E há, naturalmente, o caminho do empreendedorismo, para quem quer criar e gerir seu próprio negócio. A versatilidade é característica distintiva. Enquanto formações muito especializadas podem limitar opções, o administrador transita entre setores e funções com relativa facilidade. É profissional que pode começar em uma área e migrar para outra conforme interesses e oportunidades evoluem. Na região de Campos Gerais, administradores encontram mercado aquecido. Empresas locais de diversos setores, agronegócio, comércio, serviços, indústria, demandam profissionais de gestão. A formação na própria região, com estágios em organizações locais, facilita a construção de rede de contatos e a inserção profissional. Ciências Contábeis: a profissão que toda empresa precisa Se existe uma afirmação segura sobre o mercado de trabalho, é esta: enquanto houver empresas, haverá demanda por contadores. Toda organização que movimenta dinheiro precisa registrar, controlar e reportar suas operações financeiras. É obrigação legal. E o profissional habilitado para fazer isso é o contador. Não há substituto, não há atalho, não há automação que elimine essa necessidade. O curso de Ciências Contábeis da FASF prepara profissionais para atuar em múltiplas frentes: contabilidade empresarial, auditoria, perícia contábil, consultoria tributária, gestão financeira. É formação que combina conhecimento técnico específico com visão de negócios. O mercado para contadores tem características particulares. A demanda é estável e previsível, empresas não deixam de precisar de contabilidade em momentos de crise econômica. Na verdade, frequentemente precisam mais. Planejamento tributário, gestão de custos e análise financeira se tornam ainda mais críticos quando recursos são escassos. Há também diversidade de modalidades de trabalho. O contador pode ser funcionário de uma empresa, atuando em sua área financeira ou contábil. Pode trabalhar em escritório de contabilidade, atendendo múltiplos clientes. Pode abrir seu próprio escritório e construir carteira de clientes ao longo do tempo. Pode prestar concurso e atuar no setor público. Pode se especializar em auditoria ou perícia e atuar como profissional liberal. Para a região de Campos Gerais, contadores formados localmente representam ativo importante. Pequenas e médias empresas, que são maioria no tecido empresarial regional, dependem de profissionais contábeis que entendam sua realidade e estejam acessíveis. A proximidade geográfica e o conhecimento do contexto local fazem diferença. Pedagogia: formando quem forma Toda discussão sobre futuro do trabalho, inovação tecnológica e desenvolvimento econômico esbarra, em algum momento, na mesma questão: educação. Países que avançam investem em educação. Empresas que crescem treinam seus colaboradores. Famílias que prosperam priorizam a formação dos filhos. E quem faz a educação acontecer? Pedagogos e professores. O curso de Pedagogia da FASF é licenciatura que habilita para docência na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, as fases mais determinantes na formação de uma pessoa. Alfabetização, construção de raciocínio lógico, desenvolvimento socioemocional, primeiros contatos com ciências e humanidades, tudo isso passa pelas mãos de pedagogos. Mas a atuação do pedagogo vai além da sala de aula. O curso forma também para gestão educacional, coordenação pedagógica, direção de escolas, supervisão de ensino. E abre portas para espaços educacionais não escolares: empresas com programas de treinamento, hospitais com pedagogia hospitalar, ONGs com projetos educativos, editoras de materiais didáticos. O mercado para pedagogos tem características específicas. A maior parte das vagas está no setor público, em escolas municipais e estaduais. Concursos para professor da educação básica acontecem regularmente em praticamente todos os municípios. A estabilidade do serviço público atrai muitos profissionais. Há também espaço na rede privada de ensino e em instituições do terceiro setor. E a crescente preocupação das empresas com educação corporativa, treinamento, desenvolvimento, gestão do conhecimento, abre frentes de atuação para pedagogos em contextos organizacionais. Na região de Campos Gerais, a rede de ensino municipal e estadual é empregadora significativa de pedagogos. A formação local, com estágios em escolas da região, prepara profissionais conectados com a realidade educacional do território onde vão atuar. O valor da formação generalista Cursos como Administração, Ciências Contábeis e Pedagogia têm algo em comum: são formações generalistas que desenvolvem competências aplicáveis em múltiplos contextos. O administrador aprende a pensar estrategicamente, analisar cenários, liderar equipes e tomar decisões, habilidades úteis em qualquer setor. O contador desenvolve raciocínio analítico, atenção a detalhes e capacidade de traduzir números em informação para decisão. O pedagogo aprende a comunicar, facilitar aprendizagem, entender processos de desenvolvimento humano. Essas competências não se tornam obsoletas. Ferramentas e técnicas específicas mudam, mas a capacidade de pensar, analisar, comunicar e liderar permanece valiosa. Formações muito especializadas podem oferecer vantagem inicial no mercado, o profissional sai "pronto" para uma função específica. Mas essa especialização prematura também pode se tornar armadilha quando o mercado muda. O generalista, com base sólida e capacidade de aprender, adapta-se mais facilmente a novas demandas. Empregabilidade: o que dizem os números Dados de empregabilidade ajudam a contextualizar a discussão sobre cursos tradicionais. Administração figura consistentemente entre os cursos com maior número de profissionais empregados no Brasil. A amplitude de setores que absorvem administradores, de bancos a hospitais, de indústrias a startups, garante demanda diversificada. Ciências Contábeis mantém taxas de empregabilidade elevadas. A obrigatoriedade legal de escrituração contábil para empresas cria demanda estrutural que independe de ciclos econômicos. Em períodos de recessão, quando outras áreas sofrem com demissões, contadores frequentemente mantêm ocupação. Pedagogia apresenta dinâmica particular. O setor público é o maior empregador, e concursos acontecem de forma relativamente regular. A rotatividade de professores, aposentadorias, mudanças de carreira, mantém fluxo constante de vagas. Nenhum desses cursos promete enriquecimento rápido ou salários estratosféricos logo no início de carreira. O que oferecem é trajetória consistente, com progressão ao longo do tempo e estabilidade que muitas áreas "da moda" não conseguem garantir. Conciliar trabalho e estudo: a proposta da FASF Os três cursos são oferecidos no período noturno na FASF, seguindo a lógica institucional de atender estudantes que trabalham durante o dia. É configuração que faz sentido para o perfil típico de quem busca essas formações. Muitos candidatos a Administração já atuam em funções administrativas e buscam diploma para progressão na carreira. Aspirantes a Ciências Contábeis frequentemente trabalham em escritórios de contabilidade como auxiliares. Futuros pedagogos não raro já atuam como auxiliares de classe ou em funções educacionais que não exigem formação superior. O horário noturno permite que essas pessoas mantenham sua renda enquanto investem na qualificação. É arranjo que demanda esforço, trabalhar e estudar simultaneamente não é trivial, mas que viabiliza o acesso ao ensino superior para quem não pode se dar ao luxo de apenas estudar. O FASF Convivência complementa essa estrutura. Estudantes com filhos pequenos encontram espaço seguro para deixar as crianças durante as aulas. É diferencial que remove barreira concreta para mães e pais que, de outra forma, teriam que escolher entre cuidar dos filhos e buscar formação. Corpo docente e parcerias regionais A FASF construiu, ao longo de mais de treze anos de atuação em Ponta Grossa, corpo docente formado por mestres e doutores com experiência prática em suas áreas. Para cursos como Administração e Ciências Contábeis, isso significa professores que conhecem a realidade empresarial, que já atuaram ou atuam em organizações, que entendem os desafios práticos que os futuros profissionais enfrentarão. A teoria se conecta com a prática de forma orgânica. Para Pedagogia, significa docentes com vivência em sala de aula, em gestão escolar, em diferentes contextos educacionais. O futuro professor aprende com quem já enfrentou os desafios que ele encontrará. As parcerias com organizações da região de Campos Gerais garantem campos de estágio diversificados. Estudantes de Administração estagiam em empresas locais. Futuros contadores atuam em escritórios de contabilidade da região. Licenciandos em Pedagogia fazem estágio em escolas do município e do estado. Essa inserção regional tem valor duplo: desenvolve competências práticas durante a formação e cria vínculos profissionais que frequentemente se convertem em oportunidades de emprego após a graduação. O diploma como ponto de partida Cursos tradicionais oferecem algo que muitas formações mais recentes ainda não têm: reconhecimento consolidado no mercado. Quando um empregador vê "Bacharel em Administração" ou "Bacharel em Ciências Contábeis" em um currículo, sabe exatamente o que esperar. São formações com décadas de história, currículo regulamentado, competências bem definidas. Não há dúvida sobre o que o profissional aprendeu. Esse reconhecimento facilita processos seletivos, enquadramentos em planos de cargos e salários, progressões funcionais. É capital simbólico que cursos muito novos ainda estão construindo. Para concursos públicos, o diploma de curso tradicional abre portas específicas. Cargos de analista administrativo, contador público, professor da educação básica, todos exigem formação correspondente. É requisito inegociável. O diploma, naturalmente, é ponto de partida, não linha de chegada. O que o profissional faz após a graduação, as especializações que busca, a experiência que acumula, as competências que desenvolve, tudo isso determina a trajetória de carreira. Mas sem o diploma, muitas trajetórias simplesmente não começam. Escolha consciente, não resignada Optar por Administração, Ciências Contábeis ou Pedagogia em 2025 não precisa ser escolha por falta de opção. Pode ser, e frequentemente é, decisão estratégica consciente. É escolher estabilidade em vez de volatilidade. Demanda previsível em vez de bolhas que inflam e estouram. Mercado regional acessível em vez de competição globalizada. Progressão gradual em vez de apostas de alto risco. Para quem tem perfil mais conservador, responsabilidades familiares que exigem renda estável, ou simplesmente afinidade genuína com gestão, números ou educação, esses cursos fazem todo sentido. Não são escolhas glamorosas. Não rendem likes em vídeos de carreira. Não prometem salários de seis dígitos aos 25 anos. Mas formam profissionais que encontram trabalho, constroem trajetórias sólidas e contribuem de forma concreta para o funcionamento de organizações e da sociedade. Informações sobre os cursos Administração: Bacharelado com duração de quatro anos. Formação generalista em gestão de organizações, com disciplinas em finanças, marketing, recursos humanos, operações e estratégia. Prepara para atuação em empresas de todos os portes e setores, setor público e empreendedorismo. Ciências Contábeis: Bacharelado com duração de quatro anos. Formação completa em contabilidade empresarial, auditoria, perícia, consultoria tributária e gestão financeira. Habilita para registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC) e exercício pleno da profissão. Pedagogia: Licenciatura com duração de quatro anos. Habilita para docência na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental. Também prepara para atuação em gestão educacional e espaços não escolares de educação. Todos os cursos funcionam no período noturno, com acesso ao FASF Convivência para estudantes com filhos. Para saber mais Interessados em conhecer os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Pedagogia da FASF podem buscar informações sobre grade curricular, processo seletivo e condições de ingresso no site da instituição. O vestibular está com inscrições abertas. A faculdade oferece diferentes modalidades de ingresso, incluindo aproveitamento de nota do ENEM, transferência de outras instituições e segunda graduação. Mais informações: vestibular.fasf.com.br A Faculdade Sagrada Família (FASF) está localizada em Ponta Grossa, Paraná, e atua na formação de profissionais de nível superior desde 2011. A instituição oferece seis cursos de graduação no período noturno. Três deles, Enfermagem, Fisioterapia e Engenharia de Software, possuem nota máxima na avaliação do MEC.

Engenharia de Software da FASF obtém nota máxima do MEC

Publicado em: 02/01/2026 15:05

O curso de Engenharia de Software da Faculdade Sagrada Família (FASF) conquistou a nota máxima na avaliação do Ministério da Educação. O conceito 5, topo da escala utilizada pelo MEC para classificar cursos superiores brasileiros, posiciona a instituição de Ponta Grossa como referência na formação de profissionais de tecnologia na região de Campos Gerais. O resultado chama atenção em um contexto específico: o Brasil enfrenta déficit estimado em centenas de milhares de profissionais de tecnologia, enquanto empresas de todos os setores disputam talentos capazes de desenvolver, implementar e manter sistemas digitais. A combinação de alta demanda com escassez de mão de obra qualificada criou um cenário onde a qualidade da formação se tornou diferencial decisivo para quem ingressa na área. A nota máxima obtida pela FASF não é apenas um selo institucional. Representa uma certificação oficial de que o curso atende aos padrões mais elevados exigidos pelo sistema de avaliação da educação superior brasileira, em um campo onde a velocidade das mudanças tecnológicas torna a atualização curricular um desafio constante. Como o MEC avalia um curso de tecnologia A metodologia de avaliação do Ministério da Educação aplica critérios objetivos organizados em três dimensões principais. Para cursos de tecnologia como Engenharia de Software, alguns aspectos ganham peso especial. A organização didático-pedagógica verifica se o currículo acompanha as transformações do mercado. Em uma área onde linguagens de programação, frameworks e metodologias de desenvolvimento evoluem rapidamente, manter a grade atualizada exige revisão constante. O MEC analisa se o que o curso ensina corresponde ao que o mercado efetivamente demanda dos profissionais. O corpo docente é avaliado tanto pela titulação acadêmica quanto pela experiência prática. Em tecnologia, essa combinação é particularmente relevante: professores precisam dominar fundamentos teóricos sólidos, mas também conhecer as ferramentas, práticas e desafios reais que os estudantes encontrarão quando ingressarem no mercado de trabalho. A infraestrutura contempla laboratórios, equipamentos, softwares e recursos tecnológicos disponíveis para os estudantes. Formar engenheiros de software exige acesso a ambientes de desenvolvimento adequados, máquinas com capacidade de processamento compatível com as demandas dos projetos e licenças de ferramentas profissionais. A FASF alcançou pontuação máxima nas três dimensões. O que isso significa na prática? Grade curricular preparada para o presente, e para o futuro Um dos aspectos que mais chamam atenção no projeto pedagógico do curso de Engenharia de Software da FASF é a atualização curricular voltada para tecnologias emergentes. A grade inclui disciplinas específicas de Inteligência Artificial e Machine Learning, áreas que deixaram de ser nichos especializados para se tornarem competências cada vez mais demandadas em praticamente todos os setores da economia. Profissionais capazes de desenvolver, treinar e implementar modelos de IA encontram portas abertas em empresas de todos os portes. Computação em Nuvem também integra o currículo. A migração de sistemas para plataformas como AWS, Azure e Google Cloud transformou a forma como software é desenvolvido, implantado e mantido. Engenheiros que dominam arquiteturas cloud-native têm vantagem competitiva significativa no mercado atual. O curso contempla ainda DevOps e práticas de integração e entrega contínuas (CI/CD), metodologias que se tornaram padrão nas empresas de tecnologia mais maduras. A capacidade de automatizar pipelines de desenvolvimento, garantir qualidade através de testes automatizados e realizar deploys frequentes e seguros é hoje requisito básico em equipes de alto desempenho. Engenharia de Dados completa o conjunto de disciplinas voltadas para tecnologias contemporâneas. Com o volume de dados gerados crescendo exponencialmente, profissionais capazes de projetar arquiteturas de dados escaláveis e eficientes são disputados pelo mercado. Essa atualização curricular não acontece por acaso. Exige acompanhamento constante das tendências tecnológicas, revisão periódica do projeto pedagógico e corpo docente conectado com as práticas do mercado. É um dos fatores que pesam na avaliação do MEC, e um dos que explicam a nota máxima obtida pela FASF. Fundamentos sólidos: a base que não envelhece Se a atualização tecnológica é importante, os fundamentos permanecem essenciais. O curso de Engenharia de Software da FASF equilibra disciplinas de tecnologias contemporâneas com uma base teórica robusta. Lógica de programação, estruturas de dados e algoritmos formam o alicerce sobre o qual todo o resto se constrói. Linguagens e frameworks mudam; os princípios fundamentais da computação permanecem. Profissionais com base sólida conseguem se adaptar a novas tecnologias com muito mais facilidade do que aqueles que aprenderam apenas a usar ferramentas específicas. Arquitetura de software ensina a pensar sistemas de forma estruturada, como organizar componentes, definir interfaces, garantir escalabilidade e manutenibilidade. É o tipo de conhecimento que separa desenvolvedores que escrevem código de engenheiros que projetam soluções. Engenharia de requisitos aborda uma das etapas mais críticas, e frequentemente negligenciadas, do desenvolvimento de software: entender o que precisa ser construído antes de começar a construir. Projetos fracassam mais por problemas de requisitos mal definidos do que por falhas técnicas de implementação. Qualidade e testes de software preparam os estudantes para garantir que o que foi desenvolvido funciona como esperado. Em um mercado onde bugs podem custar milhões e comprometer a reputação de empresas, profissionais que dominam práticas de qualidade são valorizados. Essa combinação de fundamentos sólidos com tecnologias atuais é o que permite formar profissionais preparados tanto para o mercado de hoje quanto para as transformações que virão nos próximos anos. Laboratórios equipados para desenvolvimento real A infraestrutura laboratorial do curso de Engenharia de Software da FASF foi projetada para oferecer aos estudantes um ambiente de desenvolvimento similar ao que encontrarão em empresas de tecnologia. Os laboratórios de informática contam com computadores de alta performance, capazes de rodar ambientes de desenvolvimento integrados, máquinas virtuais, containers e ferramentas de processamento de dados sem travamentos ou limitações de hardware. Os estudantes têm acesso a softwares profissionais, IDEs, ferramentas de versionamento, plataformas de cloud computing, ambientes de teste e frameworks de desenvolvimento. Aprender a usar as mesmas ferramentas que o mercado utiliza faz diferença quando chega a hora de buscar estágio ou emprego. Há também infraestrutura para projetos colaborativos, com ambientes configurados para trabalho em equipe, controle de versão e metodologias ágeis. Engenharia de Software é, por natureza, uma atividade colaborativa, desenvolver essa competência desde a formação é fundamental. Professores que conhecem o mercado por dentro O corpo docente do curso reúne mestres e doutores que combinam produção acadêmica com experiência prática em desenvolvimento de software, arquitetura de sistemas e gestão de projetos de tecnologia. Essa combinação tem implicações pedagógicas relevantes. Quando um professor explica padrões de projeto, metodologias ágeis ou arquiteturas de microsserviços, não está apenas reproduzindo conteúdo de livros. Está compartilhando conhecimento construído em projetos reais, com prazos reais, clientes reais e problemas reais. Os docentes conhecem os desafios que os estudantes enfrentarão quando ingressarem no mercado. Sabem quais competências são mais valorizadas, quais erros são mais comuns em profissionais iniciantes e quais práticas separam desenvolvedores medianos de engenheiros de alto nível. Essa conexão com o mercado também se reflete na atualização constante do conteúdo. Professores que acompanham as tendências tecnológicas trazem para a sala de aula discussões sobre ferramentas, práticas e abordagens que estão ganhando relevância, muitas vezes antes que cheguem aos livros-texto tradicionais. O mercado de tecnologia em números O contexto do mercado de trabalho para engenheiros de software merece atenção. Os números ajudam a dimensionar as oportunidades disponíveis para quem se forma na área. Estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) apontam déficit de profissionais de tecnologia no Brasil que pode chegar a centenas de milhares de vagas não preenchidas nos próximos anos. A demanda cresce mais rápido do que a capacidade de formação do sistema educacional. Esse descompasso entre oferta e demanda tem consequências diretas nos salários. Profissionais de tecnologia estão entre os mais bem remunerados do mercado brasileiro. Engenheiros de software em início de carreira frequentemente alcançam patamares salariais que profissionais de outras áreas só atingem após anos de experiência. A possibilidade de trabalho remoto amplia ainda mais as oportunidades. Engenheiros de software podem trabalhar para empresas de qualquer lugar do mundo sem sair de casa. Profissionais brasileiros atuando remotamente para empresas estrangeiras — frequentemente com remuneração em dólar ou euro — tornaram-se realidade comum no mercado. A diversidade de setores que demandam profissionais de tecnologia também chama atenção. Não são apenas empresas de tecnologia que contratam engenheiros de software. Bancos, varejistas, indústrias, empresas de saúde, agronegócio, logística, praticamente todos os setores da economia estão em processo de digitalização e precisam de profissionais capazes de desenvolver e manter sistemas. Onde engenheiros de software podem atuar A formação em Engenharia de Software abre portas para uma diversidade de trajetórias profissionais que vale conhecer. O desenvolvimento full Stack, capacidade de trabalhar tanto no frontend (interface com usuário) quanto no backend (lógica de negócio e dados), é uma das áreas mais demandadas. Profissionais versáteis que conseguem atuar em diferentes camadas de um sistema são particularmente valorizados em startups e empresas de menor porte. A engenharia mobile foca no desenvolvimento de aplicativos para smartphones e tablets. Com bilhões de dispositivos móveis em uso no mundo, a demanda por aplicativos de qualidade é constante. Especialistas em iOS e Android encontram oportunidades em empresas de todos os setores. Engenharia de dados é uma das áreas que mais crescem. Profissionais que projetam e mantêm infraestruturas para coleta, armazenamento e processamento de grandes volumes de dados são disputados por empresas que baseiam suas decisões em análise de informações. A engenharia de IA e Machine Learning representa a fronteira mais avançada do mercado. Desenvolver modelos de inteligência artificial, treinar algoritmos de aprendizado de máquina e implementar soluções baseadas em IA exige conhecimentos especializados que poucos profissionais dominam, o que se reflete em remunerações elevadas. DevOps e engenharia de confiabilidade (SRE) focam em garantir que sistemas funcionem de forma estável, escalável e segura. São profissionais que fazem a ponte entre desenvolvimento e operações, automatizando processos e garantindo disponibilidade. A arquitetura de software é uma evolução natural para profissionais experientes. Arquitetos definem a estrutura de sistemas complexos, tomam decisões técnicas estratégicas e orientam equipes de desenvolvimento. Posições de liderança técnica, tech leads, engineering managers, CTOs, estão disponíveis para quem combina competência técnica com habilidades de gestão e comunicação. O empreendedorismo é caminho escolhido por muitos. Engenheiros de software têm a capacidade de transformar ideias em produtos funcionais, o que reduz significativamente a barreira de entrada para criar startups e negócios digitais. Trabalho remoto: a geografia deixou de ser limite Um aspecto do mercado de tecnologia que merece destaque é a consolidação do trabalho remoto como modalidade permanente, não apenas uma adaptação temporária a circunstâncias excepcionais. Empresas de tecnologia em todo o mundo contratam profissionais independentemente de onde moram. Para engenheiros de software, isso significa que a localização geográfica deixou de ser fator limitante na carreira. É possível morar em Ponta Grossa e trabalhar para uma startup do Vale do Silício, uma fintech de Londres ou uma empresa de e-commerce de São Paulo. Essa realidade tem implicações práticas importantes. Profissionais podem escolher onde morar com base em qualidade de vida e custo de vida, não apenas em proximidade com centros empresariais. Podem manter vínculos familiares e comunitários enquanto acessam oportunidades de mercados mais aquecidos. O trabalho remoto também democratiza o acesso a experiências internacionais. Engenheiros brasileiros trabalhando para empresas estrangeiras desenvolvem competências, constroem redes de contato e acumulam experiências que antes exigiam mudança de país. Para quem está escolhendo uma carreira, essa característica do mercado de tecnologia representa uma vantagem significativa. Poucas profissões oferecem tamanha flexibilidade geográfica combinada com remuneração competitiva. Quatro anos de formação intensiva O curso de Engenharia de Software da FASF tem duração de quatro anos, oito semestres que combinam disciplinas teóricas, atividades práticas em laboratório e desenvolvimento de projetos. A estrutura curricular foi organizada para construir competências de forma progressiva. Nos primeiros semestres, os estudantes estabelecem fundamentos em lógica, programação, matemática e estruturas de dados. Nos períodos intermediários, avançam para disciplinas mais especializadas em engenharia de software, arquitetura de sistemas e tecnologias específicas. Nos semestres finais, projetos integradores permitem aplicar o conhecimento acumulado em desafios que simulam situações reais de mercado. A ênfase em projetos práticos atravessa todo o curso. Engenharia de Software é uma disciplina aplicada, aprende-se fazendo. Os estudantes desenvolvem sistemas, enfrentam bugs, lidam com prazos e trabalham em equipe desde os primeiros períodos. A participação em Empresa Júnior oferece oportunidade de trabalhar em projetos reais para clientes reais, desenvolvendo competências técnicas e profissionais simultaneamente. É uma experiência que faz diferença no currículo e na preparação para o mercado. O Programa de Iniciação Científica (PIC) permite que estudantes interessados em pesquisa se envolvam em projetos acadêmicos, desenvolvendo habilidades de investigação e contribuindo para a produção de conhecimento na área. Estrutura pensada para quem trabalha O curso de Engenharia de Software da FASF é oferecido no período noturno. A escolha reflete uma compreensão da realidade dos estudantes da região. Muitos candidatos a cursos de tecnologia já trabalham durante o dia. Alguns atuam em áreas de TI e buscam qualificação formal para progressão na carreira. Outros trabalham em áreas diferentes e estão em processo de transição profissional. Há ainda aqueles que precisam manter renda enquanto investem na formação superior. O formato noturno viabiliza a conciliação entre trabalho e estudo. Mais do que isso: em tecnologia, trabalhar enquanto estuda pode ser vantagem. Profissionais que conseguem estágios ou posições júnior durante a graduação chegam ao final do curso com experiência prática que complementa a formação acadêmica. A FASF Convivência, espaço onde filhos de estudantes podem ficar durante as aulas, amplia ainda mais as possibilidades de acesso ao curso. Pais e mães que não têm rede de apoio para cuidar das crianças no horário noturno encontram na instituição uma estrutura que viabiliza a continuidade dos estudos. Conexão com o mercado regional A FASF construiu ao longo dos anos uma rede de relacionamentos com empresas da região de Campos Gerais. Essa conexão se traduz em benefícios concretos para os estudantes do curso de Engenharia de Software. Empresas parceiras oferecem campos de estágio onde os estudantes podem desenvolver competências práticas em ambientes profissionais reais. A experiência de trabalhar em projetos com prazos, requisitos e stakeholders de verdade complementa de forma significativa a formação acadêmica. Essas parcerias também funcionam como canais de inserção profissional. Empresas que conhecem a qualidade da formação oferecida pela FASF naturalmente consideram egressos da instituição quando abrem vagas. Muitos estudantes são efetivados nas empresas onde estagiam. Para o ecossistema regional, a existência de um curso de Engenharia de Software com nota máxima no MEC representa um ativo. Empresas locais que precisam de profissionais de tecnologia encontram mão de obra qualificada formada na própria região. Isso favorece o desenvolvimento econômico local e cria um ciclo virtuoso de formação e empregabilidade. Inteligência Artificial: ameaça ou oportunidade? Uma pergunta frequente entre quem considera ingressar na área de tecnologia diz respeito ao impacto da Inteligência Artificial no mercado de trabalho para desenvolvedores. A preocupação é compreensível: ferramentas de IA generativa capazes de escrever código se tornaram realidade. A resposta mais honesta reconhece que a IA está transformando a profissão, mas não no sentido de eliminá-la. O que está acontecendo é uma mudança no perfil de competências demandadas. Ferramentas de IA funcionam como assistentes que aumentam a produtividade de desenvolvedores. Automatizam tarefas repetitivas, sugerem soluções para problemas comuns e aceleram a escrita de código boilerplate. Profissionais que dominam essas ferramentas conseguem entregar mais em menos tempo. O que a IA não substitui, pelo menos no horizonte visível, é a capacidade de entender problemas complexos, projetar soluções arquiteturais, tomar decisões de design, avaliar trade-offs e garantir que sistemas atendam às necessidades reais dos usuários. Essas competências de nível mais alto continuam sendo domínio de engenheiros humanos. A inclusão de disciplinas de IA e Machine Learning na grade curricular da FASF prepara os estudantes para esse cenário. Em vez de competir com a IA, aprendem a utilizá-la como ferramenta e a desenvolver sistemas que incorporam inteligência artificial. É uma abordagem que transforma a suposta ameaça em vantagem competitiva. O que a nota máxima representa A conquista do conceito 5 pelo curso de Engenharia de Software da FASF não é ponto de chegada, é indicador de um padrão construído ao longo de anos de investimento em qualidade. Para estudantes matriculados, representa validação da escolha institucional. Para egressos, significa que seus diplomas carregam o reconhecimento oficial de uma formação de excelência. Para candidatos avaliando opções, oferece critério objetivo para orientar decisões. O desafio permanente é manter esse padrão. Avaliações do MEC são periódicas. Em tecnologia, especificamente, a velocidade das mudanças exige atualização constante do projeto pedagógico, do corpo docente e da infraestrutura. O conceito obtido em um ciclo não garante o mesmo resultado no seguinte. Para a região de Campos Gerais, contar com um curso de Engenharia de Software nota máxima representa vantagem competitiva. Profissionais qualificados tendem a permanecer na região, pelo menos nos primeiros anos de carreira. Empresas locais se beneficiam de acesso a talentos bem formados. E o ecossistema de tecnologia regional ganha densidade e maturidade. Uma carreira à prova de futuro Se existe uma característica que define o mercado de tecnologia, é a mudança constante. Linguagens surgem e caem em popularidade. Frameworks se tornam obsoletos. Paradigmas de desenvolvimento evoluem. Empresas que pareciam inabaláveis são superadas por startups que ninguém conhecia. Nesse contexto, a escolha de onde estudar ganha importância especial. Formações que ensinam apenas tecnologias específicas preparam para o mercado de hoje, mas podem se tornar defasadas rapidamente. Formações que combinam fundamentos sólidos com exposição a tecnologias atuais preparam profissionais capazes de se adaptar às mudanças que virão. O curso de Engenharia de Software da FASF foi estruturado com essa perspectiva. Fundamentos de computação, lógica, arquitetura e engenharia formam a base duradoura. Disciplinas de IA, cloud computing, DevOps e engenharia de dados garantem conexão com o mercado atual. A combinação produz profissionais preparados para o presente e adaptáveis ao futuro. A nota máxima do MEC é reconhecimento de que essa proposta está sendo executada com excelência. Para quem busca uma carreira em tecnologia, é um indicador que merece consideração. Para quem busca mais informações Interessados em conhecer detalhes sobre o curso de Engenharia de Software da FASF, grade curricular completa, processo seletivo, valores e condições de ingresso, podem acessar informações diretamente no site da instituição. O vestibular para o próximo período letivo está com inscrições abertas. A instituição oferece diferentes modalidades de ingresso, incluindo aproveitamento de nota do ENEM e transferência de outras instituições. Mais informações: vestibular.fasf.com.br/engsoftware A Faculdade Sagrada Família (FASF) está localizada em Ponta Grossa, Paraná, e atua na formação de profissionais de nível superior desde 2011. Além de Engenharia de Software, a instituição oferece cursos de graduação em Enfermagem, Fisioterapia, Pedagogia, Administração e Ciências Contábeis, sendo Enfermagem e Fisioterapia também avaliados com nota máxima pelo MEC.

Enfermagem da FASF conquista nota máxima na avaliação do MEC

Publicado em: 02/01/2026 15:01

O curso de Enfermagem da Faculdade Sagrada Família (FASF) acaba de entrar para um grupo seleto: o das graduações que conquistaram nota máxima na avaliação do Ministério da Educação. O conceito 5, que representa o topo da escala utilizada pelo MEC para classificar cursos superiores no Brasil, coloca a instituição de Ponta Grossa entre as referências de formação em saúde na região de Campos Gerais. A conquista não é trivial. Dos milhares de cursos de Enfermagem em funcionamento no país, apenas uma fração alcança esse patamar. Para chegar lá, é preciso atender a critérios rigorosos que vão muito além de ter boa infraestrutura ou professores titulados, embora esses elementos também pesem na balança. A notícia chega em um momento particularmente relevante para o setor de saúde brasileiro. Nos últimos anos, a demanda por enfermeiros qualificados cresceu de forma consistente, impulsionada tanto pelo envelhecimento populacional quanto pelas lições deixadas pela pandemia de COVID-19. O mercado absorve profissionais, mas tornou-se mais exigente quanto à qualidade da formação. O que significa, na prática, ter nota 5 no MEC Quando o Ministério da Educação avalia um curso de graduação, não está emitindo opinião. Está aplicando uma metodologia estruturada que analisa dezenas de indicadores objetivos, agrupados em três grandes dimensões. A primeira dimensão examina a organização didático-pedagógica. Os avaliadores verificam se existe coerência entre o que o curso promete formar e o que efetivamente entrega. Analisam se o currículo está atualizado com as demandas do mercado de trabalho, se há integração adequada entre teoria e prática, e se as metodologias de ensino desenvolvem autonomia e pensamento crítico nos estudantes. A segunda dimensão foca no corpo docente. Entram na conta a titulação dos professores, sua experiência prática na área de atuação, a produção científica que mantêm e o regime de dedicação aos alunos. Não basta ter doutores no quadro, eles precisam estar efetivamente envolvidos no ensino e na formação dos estudantes. A terceira dimensão avalia a infraestrutura. Laboratórios, bibliotecas, espaços de convivência, recursos tecnológicos, tudo é verificado in loco por comissões de especialistas designados pelo MEC. Para obter conceito 5, uma instituição precisa pontuar no topo em todas essas dimensões simultaneamente. É um crivo que poucos passam. Por dentro dos laboratórios que impressionaram os avaliadores Um dos aspectos que mais pesam na avaliação de cursos da área de saúde é a infraestrutura laboratorial. No caso da FASF, os avaliadores encontraram uma estrutura que vai além do convencional. O Centro de Simulação Realística da instituição reproduz ambientes hospitalares com alto grau de fidelidade. Há enfermarias completas com leitos, monitores e equipamentos idênticos aos encontrados em hospitais de verdade. Existem simulações de Unidades de Terapia Intensiva equipadas com manequins de alta tecnologia, modelos que reproduzem sinais vitais, reagem a medicamentos administrados e simulam emergências clínicas em tempo real. Salas específicas permitem o treinamento de procedimentos técnicos como punções venosas, curativos, sondagens e administração de medicamentos. Cenários de emergência são montados para exigir dos estudantes tomada de decisão rápida e trabalho em equipe coordenado. A lógica por trás desse investimento é conhecida na literatura de educação em saúde: profissionais que treinam exaustivamente em ambiente simulado cometem menos erros quando enfrentam situações reais. Em uma área onde equívocos podem custar vidas, a diferença é significativa. Além do centro de simulação, a FASF mantém laboratórios de anatomia, microbiologia e informática, este último equipado com projetores interativos e recursos voltados para o ensino de sistemas digitais de saúde, área cada vez mais presente no cotidiano dos profissionais de enfermagem. O perfil dos professores que formam enfermeiros nota 5 Uma análise do corpo docente do curso revela um padrão que ajuda a explicar o resultado na avaliação do MEC: a combinação de titulação acadêmica com experiência prática. Os professores que atuam no curso de Enfermagem da FASF são, em sua maioria, mestres e doutores. Até aí, nada que outras instituições não possam apresentar. O diferencial, segundo relatos de estudantes e egressos, está no fato de que esses docentes mantêm, ou mantiveram por longos períodos, atividade profissional em unidades de saúde da região. Na prática, isso significa que quando um professor explica como conduzir determinado procedimento ou como reagir a uma situação de emergência, não está apenas reproduzindo o que leu em livros ou artigos científicos. Está compartilhando conhecimento construído em anos de atuação clínica real. Essa característica do corpo docente tem implicações pedagógicas importantes. O ensino ganha concretude. As discussões em sala de aula se conectam com situações que os estudantes efetivamente encontrarão quando iniciarem suas carreiras. E os professores conseguem antecipar dificuldades e armadilhas que só quem viveu a rotina hospitalar conhece. Uma formação que vai além da técnica O projeto pedagógico do curso de Enfermagem da FASF chama atenção por um aspecto nem sempre presente em graduações da área: a ênfase em formação gerencial e humanística, além da técnica. O enfermeiro contemporâneo raramente atua apenas executando procedimentos. Em hospitais, clínicas e unidades de saúde, esses profissionais frequentemente lideram equipes, coordenam plantões, gerenciam recursos e tomam decisões que afetam o funcionamento de setores inteiros. A formação técnica, por mais sólida que seja, não basta para preparar alguém para essas responsabilidades. A grade curricular da FASF foi estruturada para contemplar essas múltiplas dimensões da profissão. Os estudantes aprendem procedimentos clínicos, farmacologia, fisiologia e todas as disciplinas técnicas esperadas. Mas também cursam conteúdos voltados para gestão de equipes, ética profissional e direitos humanos. A dimensão humanística, em particular, ganha destaque no projeto pedagógico. A Enfermagem é, em sua essência, uma profissão de cuidado. E cuidar bem exige mais do que competência técnica, exige capacidade de comunicação, empatia, sensibilidade às dimensões psicológicas e sociais que influenciam a saúde das pessoas. Egressos do curso relatam que essa formação mais ampla faz diferença no dia a dia profissional. Enfermeiros que sabem apenas executar procedimentos encontram teto na carreira. Aqueles que também sabem liderar, comunicar e compreender contextos têm trajetórias com mais possibilidades de crescimento. O contexto regional: demanda alta e oferta qualificada escassa A conquista da nota máxima pelo curso de Enfermagem da FASF ganha relevância adicional quando se observa o contexto do mercado de trabalho na região de Campos Gerais. A demanda por enfermeiros qualificados na região é consistente e crescente. Hospitais públicos e privados, clínicas especializadas, unidades básicas de saúde, serviços de home care e empresas com programas de saúde ocupacional absorvem profissionais continuamente. O problema, relatado por gestores de saúde da região, é encontrar candidatos com formação sólida o suficiente para assumir responsabilidades desde os primeiros meses de trabalho. A FASF, presente em Ponta Grossa desde 2011, construiu ao longo dos anos uma rede de parcerias com instituições de saúde da região. Essas parcerias se traduzem em campos de estágio para os estudantes, que têm a oportunidade de desenvolver competências práticas em ambientes reais de trabalho, e em canais de inserção profissional para os egressos. O reconhecimento do MEC tende a fortalecer essa dinâmica. Instituições de saúde que buscam profissionais qualificados naturalmente olham com mais atenção para egressos de cursos bem avaliados. E estudantes que buscam formação de qualidade passam a considerar a FASF como opção prioritária. Estrutura pensada para quem trabalha Um aspecto do curso que merece atenção é sua estruturação voltada para estudantes que precisam conciliar formação acadêmica com outras responsabilidades. O curso de Enfermagem da FASF é oferecido no período noturno. A escolha não é casual. Boa parte dos candidatos a cursos de Enfermagem já trabalha durante o dia, alguns na própria área de saúde, como técnicos de enfermagem que buscam progressão na carreira; outros em áreas diferentes, mantendo renda enquanto investem em uma transição profissional. O formato noturno permite que esses estudantes mantenham sua rotina profissional e financeira sem abrir mão da formação superior. É uma configuração que amplia o acesso ao curso para perfis que, em outras circunstâncias, seriam forçados a escolher entre trabalhar e estudar. Há ainda um diferencial que poucas instituições oferecem: a FASF Convivência. Trata-se de um espaço onde filhos de estudantes podem ficar, com segurança e acompanhamento, enquanto os pais assistem às aulas. Para mães e pais que não têm rede de apoio familiar para cuidar das crianças no horário das aulas, essa estrutura representa a diferença entre conseguir ou não cursar uma graduação. A existência da Convivência revela uma compreensão institucional de que formar profissionais de excelência passa por criar condições reais de permanência para estudantes com diferentes perfis e circunstâncias de vida. O que espera quem se forma em Enfermagem hoje O mercado de trabalho para enfermeiros no Brasil apresenta características que merecem atenção de quem considera ingressar na área. A demanda é alta e consistente. Segundo dados do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), o país ainda tem déficit significativo de profissionais para atender adequadamente a população. Essa escassez se traduz em oportunidades de emprego em praticamente todas as regiões do país. A diversidade de áreas de atuação também chama atenção. Enfermeiros podem trabalhar em hospitais e clínicas, em atendimento direto a pacientes. Podem se especializar em emergências e UTI, lidando com casos críticos. Podem atuar em saúde materno-infantil, em maternidades e pediatrias. O home care, atendimento domiciliar, é um mercado em expansão. A gestão de equipes abre caminho para posições de coordenação e liderança. A auditoria em saúde oferece oportunidades em operadoras de planos de saúde. A saúde pública absorve profissionais em unidades básicas e programas de atenção primária. Há ainda a possibilidade de empreender. Serviços de enfermagem em áreas como estética, cuidados domiciliares e consultoria podem ser estruturados por profissionais que desejam ter negócio próprio. Essa diversidade significa que a carreira em Enfermagem oferece múltiplas trajetórias possíveis. O profissional pode transitar entre áreas ao longo da vida, escolhendo caminhos que façam mais sentido para seus interesses e momento de vida. Cinco anos de formação: o tempo necessário para fazer direito O curso de Enfermagem da FASF tem duração de cinco anos — dez semestres de formação que combinam disciplinas teóricas, atividades práticas em laboratório e estágios supervisionados em instituições de saúde. A extensão do curso reflete a complexidade da formação necessária para atuar na área. Enfermeiros tomam decisões que afetam diretamente a vida das pessoas. Administram medicamentos, realizam procedimentos invasivos, identificam sinais de deterioração clínica, coordenam cuidados em situações de emergência. Não há atalho responsável para preparar alguém para essas responsabilidades. A estrutura curricular foi desenhada para construir competências de forma progressiva. Nos primeiros semestres, os estudantes estabelecem bases científicas em anatomia, fisiologia, microbiologia e farmacologia. Nos períodos intermediários, começam a integrar conhecimentos em disciplinas clínicas específicas. Nos semestres finais, os estágios supervisionados permitem aplicar o aprendizado acumulado em contextos reais de trabalho. Os estágios, em particular, representam momento crucial da formação. É quando o estudante deixa o ambiente controlado dos laboratórios de simulação e passa a lidar com pacientes reais, em situações reais, sob supervisão de profissionais experientes. A rede de parcerias da FASF com instituições de saúde da região garante campos de estágio de qualidade, onde os estudantes podem desenvolver competências práticas em ambientes autênticos de trabalho. O que a nota máxima significa para o futuro A conquista do conceito 5 pelo curso de Enfermagem da FASF não é um ponto de chegada. É um indicador de que a instituição construiu, ao longo dos anos, uma estrutura de ensino que atende aos padrões mais elevados exigidos pelo sistema de avaliação da educação superior brasileira. Para os estudantes atualmente matriculados, o reconhecimento representa validação da escolha que fizeram. Para os egressos, significa que seus diplomas carregam o peso de uma formação certificada como excelente pelos órgãos oficiais. Para candidatos que consideram ingressar na área, oferece um critério objetivo para orientar a decisão sobre onde estudar. O desafio para a instituição, daqui em diante, é manter o padrão. Avaliações do MEC são periódicas, e o conceito obtido em um ciclo não garante o mesmo resultado no seguinte. Será preciso continuar investindo em infraestrutura, atualizando o projeto pedagógico, mantendo um corpo docente qualificado e acompanhando as transformações do mercado de saúde. Para a região de Campos Gerais, a existência de um curso de Enfermagem com nota máxima representa um ativo. Profissionais bem formados tendem a permanecer na região onde estudaram, pelo menos nos primeiros anos de carreira. As instituições de saúde locais se beneficiam de uma oferta qualificada de mão de obra. E a população, em última instância, recebe cuidado de profissionais mais bem preparados. Para quem busca informações sobre o curso Interessados em conhecer mais detalhes sobre o curso de Enfermagem da FASF podem acessar informações sobre grade curricular, processo seletivo, valores e condições de ingresso diretamente no site da instituição. O vestibular para o próximo período letivo está com inscrições abertas. A instituição oferece diferentes modalidades de ingresso, incluindo aproveitamento de nota do ENEM e transferência de outras instituições. Mais informações: vestibular.fasf.com.br/enfermagem A Faculdade Sagrada Família (FASF) está localizada em Ponta Grossa, Paraná, e atua na formação de profissionais de nível superior desde 2011. Além de Enfermagem, a instituição oferece cursos de graduação em Fisioterapia, Engenharia de Software, Pedagogia, Administração e Ciências Contábeis, os três primeiros também avaliados com nota máxima pelo MEC.

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Galaxy S26 Ultra em imagem real, Xiaomi 17 Ultra chegou e Moto X70 Air Pro | Plantão TC

Publicado em: 02/01/2026 14:58 Fonte: Tudocelular

O ano novo chegou e agora é a hora de ficar bem informado com as principais notícias do mercado de tecnologia nessa semana de feriadão. E, nesta edição do Plantão TC, vamos destacar o vazamento de supostas imagens reais do Galaxy S26 Ultra, além do Xiaomi 17 Ultra finalmente chegando ao mercado. Além disso, tem também a onda dos celulares com bateria de 10.000 mAh, a Motorola prometendo muitos lançamentos para a próxima semana e muito mais.Clique aqui para ler mais

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Nova Maternidade fez mais de 6 mil partos e 72 mil atendimentos ambulatoriais em 2025

Publicado em: 02/01/2026 14:33

Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa Ascom NMDER A Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa (NMDER) encerra o ano de 2025 com expressivos avanços na saúde materno-infantil do Piauí. Até novembro, a unidade realizou 6.102 partos, um crescimento de 22% em relação ao mesmo período de 2024, e contabilizou 72.584 atendimentos ambulatoriais, reforçando sua presença estratégica no cuidado integral de gestantes e recém-nascidos. Com estrutura moderna, tecnologia de ponta e atendimento humanizado, a maternidade está preparada para receber casos de alta complexidade. Para a diretora-geral da NMDER, Carmen Viana Ramos, 2025 foi marcado por conquistas que consolidam a qualidade da assistência prestada. “Após um ano de adaptação, mudanças de espaço e reorganização interna, este foi o ano de colher resultados. Com a equipe estruturada e a maternidade funcionando plenamente, conseguimos focar no que mais importa: qualificar a assistência à mulher e ao recém-nascido”, ressaltou. Houve avanços significativos na implantação de protocolos assistenciais, na organização dos núcleos e comissões e na qualificação permanente das equipes. A unidade contou ainda com o apoio de consultorias de referência, como Sírio-Libanês e Hospital Moinhos de Vento, além da participação em projetos do Ministério da Saúde voltados à redução da mortalidade materna. “Conquistamos importantes certificações, como o selo da Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) e a certificação da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, consolidando a maternidade e o Banco de Leite como referências estaduais”, acrescentou a diretora. Banco de leite da Nova Maternidade Francisco Leal No âmbito ambulatorial, o Ambulatório Especializado para Gestantes e Crianças de Alto Risco registrou 72.584 atendimentos nos circuitos materno, infantil e em consultas especializadas de janeiro a novembro de 2025, um aumento de 13% em relação a 2024. O modelo multidisciplinar oferece acompanhamento integrado, incluindo consultas, exames e monitoramento contínuo, garantindo cuidado completo e de qualidade. “Esses resultados refletem o esforço integrado entre gestão e assistência, sempre com o paciente no centro. Ultrapassamos a marca de 6 mil partos e realizamos mais de 72 mil atendimentos ambulatoriais, mostrando nosso compromisso com a saúde materno-infantil. Investimos em capacitação, aperfeiçoamento de processos e fortalecimento da estrutura, garantindo mais segurança, qualidade e acolhimento às gestantes e seus bebês. Foi um ano de crescimento e responsabilidade no cuidado dos nossos pacientes”, explicou Marcele Avelino, diretora técnica da NMDER. Brena Raquel Ferreira Silva é mãe dos gêmeos Bento e José, que nasceram prematuros, com 35 semanas, no início de dezembro. Bento está na Unidade de Cuidados Intermediários Canguru (UCINCa), junto da mãe e do pai, enquanto José permanece na Unidade de Cuidados Intermediários Convencional (UCINCo). “A equipe tem me ajudado a superar minhas limitações, porque eu não sabia cuidar de criança. Estou aprendendo passo a passo: amamentar, dar banho, pegar no colo, entender o que eles precisam. O método canguru tem sido muito importante para nós. Eu e meu marido fazemos todos os dias, e sinto que faz diferença. É emocionante ter esse contato pele a pele. Me sinto feliz e segura aqui”, contou emocionada. Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa Ascom NMDER

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