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TudoOppo: notícias, reviews e muito mais da gigante chinesa em um só lugar

Publicado em: 16/10/2025 04:02 Fonte: Tudocelular

O TudoCelular.com é pioneiro no mercado de tecnologia do Brasil, sendo um dos primeiros portais nacionais com foco na publicação de notícias e análises de celulares — que, posteriormente, viriam a se tornar smartphones —, e reconhecido internacionalmente por suas fichas técnicas, testes padronizados e ferramentas de comparativos. Na liderança do mercado nacional de tecnologia, segundo dados do SemRush e SimilarWeb, buscamos sempre oportunidades de informar aos nossos leitores sobre as frequentes mudanças que ocorrem em nosso país, algo que se ampliou nos últimos anos com a chegada de várias marcas chinesas consolidadas, como a Oppo. E por isso criamos o TudoOppo, uma página especial onde você encontrará tudo sobre a gigante chinesa, que vem reforçando sua estrutura no Brasil e pretende seguir rumo ao topo do mercado nacional, não apenas com smartphones como o recém-lançado Reno 14 como com outros produtos do seu amplo ecossistema.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Do frigorífico à energia nuclear: conheça o império bilionário dos irmãos Batista

Publicado em: 16/10/2025 04:01

Irmãos Batista entram para o setor de energia nuclear e ampliam império Bilionários e donos de mais de 50 marcas em setores diversos, os irmãos Wesley e Joesley Batista deram mais um passo na ampliação do seu império: a J&F acaba de entrar no setor de energia nuclear com a compra de uma participação na Eletronuclear por R$ 535 milhões. A operação, anunciada na última quarta-feira (15) pela companhia, aumenta ainda mais a presença da J&F em diferentes mercados. Atualmente, a holding controlada pelos irmãos administra oito grandes negócios e reúne mais de 50 marcas em setores variados, como o de proteínas animais, agronegócio, energia, comunicação e serviços financeiros. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Veja algumas das empresas ligadas aos irmãos Batista abaixo: Empresas ligadas aos irmãos Batista. Arte/g1 No centro do conglomerado está a JBS, uma das maiores empresas de processamento de carne do mundo. Com um valor de mercado estimado em cerca de R$ 70 bilhões, a empresa está listada na B3 e na Bolsa de Nova York. Não por acaso, o sucesso empresarial dos irmãos os coloca entre os bilionários brasileiros, com fortunas estimadas em US$ 4,3 bilhões (aproximadamente R$ 23,5 bilhões), segundo a Forbes. Expansão global da J&F A J&F nasceu em 1953, a partir de um pequeno açougue em Anápolis (GO), chamado "Casa de Carnes Mineira". A empresa foi fundada por José Batista Sobrinho — conhecido como Zé Mineiro, pai de Joesley e Wesley. A empresa iniciou suas atividades comprando e vendendo gado e, nas décadas seguintes, expandiu com matadouros e frigoríficos, sendo rebatizada para Friboi em 1975. A entrada da segunda geração da família, nos anos 1980, marcou uma nova fase de crescimento e profissionalização da companhia. Foi apenas nos anos 2000 que a empresa se consolidou como líder nacional em proteína bovina e iniciou sua expansão internacional com a compra da Swift Armour, na Argentina, seguida pela aquisição de seis frigoríficos no país vizinho nos dois anos seguintes. A expansão global continuou com aquisições nos Estados Unidos e na Europa, transformando a empresa em uma das maiores produtoras de proteína animal do mundo. Em 2007, a companhia passou a se chamar JBS e realizou sua abertura de capital (IPO), levantando R$ 1,6 bilhão. A partir de 2010, o grupo diversificou suas atividades, entrando nos setores financeiro, energético, de celulose, tecnologia e mineração. A holding também expandiu sua atuação no varejo, com a criação da Flora Higiene e Cosméticos. Atualmente, a J&F está presente em mais de 20 países, com destaque para a atuação da JBS. Veja abaixo: Infográfico - Mapa do império global da J&F Arte/g1 Escândalos políticos A trajetória dos irmãos Batista, no entanto, também é marcada por escândalos políticos. Em 2017, os irmãos revelaram em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que haviam gravado o então presidente Michel Temer autorizando pagamentos para garantir o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), após sua prisão na operação Lava Jato. Joesley também entregou ao Ministério Público Federal (MPF) uma gravação em que Aécio Neves (PSDB-MG) pede R$ 2 milhões para cobrir despesas com advogados que o defendiam em processos da Lava Jato. No auge do escândalo, os irmãos admitiram ter subornado cerca de 1.800 políticos. O faturamento do frigorífico saltou de R$ 4 bilhões em 2006 para R$ 170 bilhões em 2016. Os irmãos Batista se afastaram dos cargos de liderança da JBS durante o escândalo e foram posteriormente presos, acusados de negociar informações privilegiadas com base no acordo de delação. Mais tarde, acabaram absolvidos no processo. Em 2023, um ministro do Supremo Tribunal Federal suspendeu a multa aplicada à J&F no acordo de leniência, alegando que os promotores teriam agido de forma tendenciosa na época. O caso ainda aguarda uma análise mais ampla pelo tribunal. Irmãos goianos Joesley Batista e Wesley Batista estão na lista dos 10 maiores bilionários do Brasil, divulgada pela Forbes Divulgação/Forbes

Palavras-chave: tecnologia

ENTREVISTA: Langrafe, diretor da Honda, conta planos para novo WR-V e futuro de híbridos flex da marca

Publicado em: 16/10/2025 04:01

Marcelo Langrafe trabalha há 27 anos na Honda e assumiu a diretoria comercial de carros há pouco mais de 11 meses Kaique Mattos | g1 A Honda tem perdido espaço no mercado brasileiro. Parte do que explica a menor participação da marca no país é o encarecimento dos carros — que, em meio ao repasse de custos de importação e aos altos juros do país, tem se tornado cada vez menos acessíveis aos consumidores brasileiros. Além disso, a chegada dos carros chineses, mais atrativos e com preços mais competitivos que os da fabricante japonesa, tem intensificado a concorrência para a Honda no Brasil. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Enquanto os concorrentes oferecem uma vasta lista de configurações, por exemplo, a Honda ainda comercializa a 11ª geração do Civic em versão única. Veja os preços dos sedans médios vendidos pela Honda, Toyota e BYD: Honda Civic Advanced Hybrid: R$ 265.900; Toyota Corolla XEi: R$ 171.590; Toyota Corolla Altis Premium: R$ 199.490; Toyota Corolla GLi HEV: R$ 189.000; Toyota Corolla Altis Premium HEV: R$ 199.990; Toyota Corolla GR-Sport: R$ 199.790; BYD King GL PHEV: R$ 169.990; BYD King GS: R$ 175.990. É na tentativa de conter o avanço das fabricantes chinesas que montadoras tradicionais têm investido na modernização de suas fábricas no Brasil. Nos últimos meses, Volkswagen, Chevrolet e Toyota anunciaram aportes bilionários para renovar suas linhas de produção e lançar novos modelos. Com a Honda não é diferente: a marca japonesa prometeu investir R$ 4,2 bilhões na modernização de sua operação até 2030. Parte desse plano inclui a produção nacional do novo WR-V, que estreia em novembro no segmento de SUVs subcompactos, e chega para competir com Toyota Yaris Cross, Renault Kardian e Volkswagen Tera. O modelo será exibido ao público durante o Grande Prêmio de Fórmula 1 de São Paulo, segundo Marcelo Langrafe, diretor comercial da Honda Automóveis do Brasil, em entrevista exclusiva ao g1. O anúncio do investimento, feito em abril de 2024, começa a render frutos em um momento estratégico: a chinesa BYD tem se consolidado como uma das principais ameaças às marcas tradicionais. Nos últimos meses, superou a Renault em emplacamentos e já ultrapassou a própria Honda, que caiu da sétima para a oitava posição no ranking nacional de montadoras entre janeiro e setembro de 2025, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Confira o ranking de participação no mercado brasileiro: Volkswagen: 18,11%; Fiat: 15,70%; Chevrolet: 10,93%; Hyundai: 9,64%; Toyota: 7,21%; Jeep: 6,10%; BYD: 5,41%; Honda: 5,21%; Renault: 4,94%; Nissan: 3,68%. “É um mercado extremamente competitivo”, reconhece Marcelo Langrafe, diretor comercial da Honda Automóveis do Brasil, em entrevista ao g1. No cargo há pouco mais de um ano, Langrafe passou a maior parte de seus 27 anos de empresa atuando no setor de motocicletas, onde a Honda lidera com quase 70% do mercado. Agora, ele enfrenta o desafio de tornar os automóveis da marca mais atrativos para o consumidor brasileiro. Atualmente, o grande destaque da Honda é o HR-V, quarto SUV mais vendido do país, segundo a Fenabrave. No entanto, o restante da linha patina: o Civic, por exemplo, ocupa apenas a sexta posição entre os sedãs médios, atrás do BYD King, enquanto o City Sedan é o terceiro em seu segmento — perdendo para Onix Plus e Virtus — e o City hatch fica na sexta colocação, atrás até do Dolphin Mini, modelo de entrada da BYD. Além do WR-V, Langrafe revelou que a marca prepara outro lançamento para este ano, mas os detalhes seguem em sigilo. Em entrevista ao g1, o diretor também falou sobre a tecnologia híbrida flex, ainda em desenvolvimento pela montadora; sobre as instabilidades da economia brasileira e sobre a estratégia da marca para tornar os carros importados mais palatáveis para o consumidor. Veja a entrevista na íntegra no vídeo abaixo: G1 Carros entrevista Diretor Comercial da Honda Automóveis do Brasil A seguir, clique nos links para assistir aos cortes com os principais destaques: Híbridos flex: aposta atrasada; Juros altos e consumidores que pagam à vista; Investimento e produção; Importados: carros perdem capacidade de competir com rivais; De líder nas motos ao desafio nos carros. Híbridos flex: aposta atrasada Honda está atrasada na eletrificação e foco atual é híbrido flex Apesar da pressão das rivais, a Honda adota cautela na eletrificação. Segundo Langrafe, a marca investe em híbridos flex desenvolvidos no Brasil, mas ainda sem previsão de lançamento. “Nós temos uma estratégia de eletrificação que será aplicada gradualmente, conforme a demanda do mercado. O importante é que haja condições iguais de competição, para que isso seja positivo para o Brasil”, afirma o executivo. Por enquanto, apenas a Toyota oferece carros híbridos flex no país, como o Corolla e o Corolla Cross. Mesmo assim, as vendas são tímidas: de janeiro a agosto, apenas 12,9% dos Corollas e 15,6% dos Corolla Cross vendidos foram da versão híbrida flex. Langrafe acredita que o etanol será fundamental nessa transição. “A tecnologia híbrida é a ponte entre a combustão e o elétrico, e o etanol é o grande legado do Brasil.” Atualmente, a Honda já comercializa híbridos importados, como CR-V, Accord e Civic, mas os preços elevados limitam o alcance desses modelos. A promessa é de uma transição gradual e adaptada à realidade brasileira. Volte ao início. LEIA MAIS Honda HR-V 2026 é um SUV de poucas novidades, mas de muitos acertos; veja o teste Toyota Corolla Cross híbrido se esforça para peitar chineses, mas sofre com motor fraco; VÍDEO Expansão, novos carros e desmanche: os planos da Toyota para os R$ 11,5 bilhões em investimentos no Brasil Juros altos e o perfil dos consumidores brasileiros Honda não reconhece dificuldade de crédito para compra de seus carros O cenário macroeconômico também preocupa Langrafe. Com a taxa básica de juros (Selic) em 15% ao ano, a compra de bens duráveis tende a ser adiada pelos consumidores. “Sem dúvida, a taxa de juros influencia a decisão do consumidor”, reconhece Langrafe. Ainda assim, segundo ele, 75% dos clientes da Honda compram à vista, o que ajuda a minimizar o impacto da inadimplência. Questionado sobre a possibilidade de produzir no Brasil modelos atualmente importados — como CR-V, ZR-V e Civic —, Langrafe preferiu não dar detalhes. “Estamos atentos às necessidades dos brasileiros. Se houver oportunidade, vamos considerar. Mas, neste momento, não posso revelar nossas estratégias”, desconversa. Volte ao início. Investimento e produção Honda aposta em consumidor de até 50 anos para compensar juros altos Com um investimento de R$ 4,2 bilhões até 2030, a Honda pretende ampliar a capacidade produtiva de sua fábrica em Itirapina (SP). “A partir de dezembro, a planta vai operar em dois turnos completos, com capacidade anual de 120 mil veículos”, afirma o executivo. Mesmo com a expansão, a Honda ainda fica atrás da Toyota, que produz 268 mil veículos por ano em suas duas fábricas localizadas em Sorocaba (SP). Volte ao início. Importados: carros perdem capacidade de competir com rivais Não deve ser agora que o Honda Civic voltará a competir com o preço do Toyota Corolla A tradicional disputa entre Civic e Corolla, que durou décadas, perdeu força. A decisão da Honda de importar o Civic elevou os preços e reduziu as vendas, enquanto a Toyota fortaleceu sua linha de produção nacional. Para Langrafe, não há desequilíbrio. “Está dentro do plano que estabelecemos para esses modelos”, afirma. Volte ao início. Da liderança nas motos ao desafio no mercado de carros Desafios da Honda para lidar com o mercado de carros Langrafe passou grande parte da carreira na divisão de motocicletas da Honda, onde ocupou diferentes funções ligadas às vendas. Nesse segmento, a marca mantém uma liderança sólida há quase 40 anos, com cerca de 70% de participação no mercado — um domínio raro no setor automotivo global. Essa trajetória proporcionou ao executivo uma rotina mais estável do que a que enfrenta atualmente à frente da operação de automóveis. “O setor de motocicletas é um mercado construído basicamente pela Honda. Temos um portfólio diversificado, de alta qualidade, e uma participação única em nível global”, diz Langrafe. A comparação com o universo das motocicletas ajuda a explicar o tamanho do desafio. “Se traçarmos um paralelo, o mercado de automóveis se assemelha ao de motos de alta cilindrada, que é extremamente competitivo”, conclui o diretor comercial da Honda Automóveis do Brasil. Diretor Comercial da Honda, Marcelo Langrafe Kaique Mattos | g1 Volte ao início.

Palavras-chave: tecnologia

Supertempestade solar: o que acontece se o Sol 'desligar' a tecnologia na Terra? ESA testa resposta de missão

Publicado em: 16/10/2025 03:01

Agência espacial europeia simula tempestade solar que poderia apagar satélites Imagine um apagão global no espaço e na Terra: satélites sem controle, GPS fora do ar, eletrônicos falhando e redes elétricas entrando em colapso. Foi esse o cenário extremo simulado por engenheiros da Agência Espacial Europeia (ESA) na Alemanha, em um exercício inédito que colocou à prova a capacidade humana de reagir a uma tempestade solar de grandes proporções. A experiência, realizada no Centro Europeu de Operações Espaciais (ESOC), em Darmstadt, reuniu dezenas de engenheiros e especialistas em clima espacial para enfrentar, de forma simulada, o pior pesadelo possível para a infraestrutura tecnológica moderna: uma supertempestade solar como a que atingiu a Terra em 1859, conhecida como Evento Carrington, a mais intensa já registrada. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Na época, o planeta ainda vivia a era do telégrafo. Mesmo assim, a tempestade foi capaz de causar incêndios nas linhas de transmissão e iluminar o céu noturno em cores avermelhadas até regiões tropicais. Países como Cuba tiveram até registros de auroras. Hoje, com o mundo totalmente dependente de satélites, internet e sistemas elétricos, um evento semelhante teria impactos catastróficos, e é exatamente esse tipo de cenário que a ESA quer evitar. CHUMBO: como metal pesado tóxico afeta crianças no Brasil e no mundo décadas após proibição Explosão solar registrada pela sonda Solar Orbiter, da ESA, em 30 de setembro de 2024. O evento durou cerca de 15 minutos e liberou uma radiação intensa, com potencial de interferir em comunicações na Terra. ESA & NASA/Solar Orbiter/EUI Team Uma erupção que veio com tudo O exercício fez parte da preparação para o lançamento do Sentinel-1D, novo satélite europeu de observação da Terra, previsto para decolar em 4 de novembro. O teste começou de forma normal, simulando o lançamento e as primeiras operações do satélite, com todos os sistemas funcionando e as comunicações estáveis. Poucos minutos depois, contudo, os dados começaram a apresentar falhas e o sinal do satélite ficou instável, como se tivesse sido atingido por uma forte erupção solar. ☀️ ENTENDA: uma erupção solar é uma explosão de energia na superfície do Sol causada pelo rompimento de campos magnéticos. Em poucos minutos, ela aquece o plasma a milhões de graus e libera radiação que pode interferir em satélites, GPS e comunicações na Terra. Segundo a ESA, o objetivo dessa fase era comparar a resposta da equipe a esse cenário extremo, em que uma erupção solar simulada de intensidade semelhante às maiores já registradas atingiria virtualmente o satélite, gerando falhas nos sistemas de comunicação, radares e navegação, exatamente como ocorreria durante uma tempestade solar real. Por isso, a partir desse ponto, o cenário ficou mais complexo. À medida que o cenário avançava, os sistemas começaram a responder de forma errática, simulando os efeitos de uma tempestade de classe X45, o tipo mais poderoso da escala usada para medir a intensidade dessas explosões. Em um evento real, uma erupção desse porte poderia provocar apagões generalizados em comunicações e redes elétricas. Segundo os cientistas, a radiação de um evento assim alcançaria a Terra em cerca de oito minutos, o que praticamente não deixa tempo para reação. Simulação de tempestade solar no centro de controle da ESA, na Alemanha, testou como equipes reagiriam a uma erupção extrema capaz de afetar satélites, comunicações e sistemas de navegação. ESA Assim, essa fase da simulação reproduziu os efeitos de uma ejeção de massa coronal, uma nuvem gigantesca de partículas carregadas lançada pelo Sol. Quando uma dessas nuvens atinge o campo magnético da Terra, ela pode causar tempestades geomagnéticas: distorções capazes de interferir no funcionamento de satélites, em redes de energia e até gerar auroras visíveis em latitudes incomuns, como já ocorreu no século 19. “Caso uma tempestade dessas aconteça, o arrasto dos satélites pode aumentar 400%, com picos locais na densidade atmosférica. Isso eleva o risco de colisões e reduz a vida útil das missões por causa do maior consumo de combustível”, afirmou Jorge Amaya, coordenador de modelagem de clima espacial da ESA. Durante o exercício, as equipes também simularam falhas nos instrumentos de orientação, perda de sinal e erros nos sensores que ajudam os satélites a se manterem na rota correta. A ideia era testar como as equipes reagiriam a falhas simultâneas, algo que poderia ocorrer em um cenário real de tempestade solar. “Se um problema assim acontecer de verdade, não há boas soluções. O objetivo seria apenas manter o satélite seguro e limitar os danos tanto quanto possível”, explicou Thomas Ormston, gerente adjunto de operações do Sentinel-1D. O treinamento também contou com a participação do Escritório de Clima Espacial da ESA, criado em 2022, e do Escritório de Detritos Espaciais, que monitora o risco de colisões em órbita. Ambos ajudaram a coordenar as respostas e a avaliar os possíveis impactos em outras missões. “A principal conclusão é que não é uma questão de ‘se’ isso acontecerá, mas de ‘quando’”, reforçou Gustavo Baldo Carvalho, oficial líder de simulação do Sentinel-1D. “A escala e a variedade dos impactos nos levaram ao limite, mas a equipe dominou o desafio.” Modelo de um satélite Sentinel-1, usado em treinamentos e testes da ESA. ESA/Mlabspace Risco solar vem aumentando Essa simulação da ESA faz parte de uma série de exercícios internacionais que vêm sendo realizados para preparar governos e agências espaciais diante do aumento da atividade solar. Como o Sol passa por ciclos de cerca de 11 anos, o atual, chamado Ciclo 25, está no auge. Segundo a Nasa, a agência espacial norte-americana, os últimos meses registraram um número de erupções acima do esperado. Entre 2024 e 2025, mais de dez tempestades solares classificadas como fortes atingiram a Terra: a maior quantidade desde 2003. Elas provocaram auroras em locais pouco comuns, como França, Alemanha e o norte dos Estados Unidos. Em alguns momentos, houve falhas temporárias em sinais de GPS e comunicações de rádio, que chegaram até afetar rotas aéreas e marítimas. Para reduzir riscos, diferentes países vêm reforçando esse monitoramento e a troca de informações. A ESA, por exemplo, antém o programa "Space Weather Readiness", responsável por simulações como a realizada na Alemanha. A NASA, por sua vez, desenvolve o plano Solar Storm 2030, que reúne cientistas e o setor elétrico dos EUA para definir medidas de proteção de satélites e redes de energia. Agências dos Estados Unidos, Europa, Japão e Canadá também realizam treinamentos conjuntos de resposta rápida, usando dados de satélites como o Solar Orbiter e o SOHO, que observam o Sol em tempo real. Esses testes ajudam a definir protocolos de alerta e a melhorar a comunicação entre centros de previsão. De acordo com especialistas, a meta é simples: não ser pego de surpresa. As tempestades solares fazem parte do comportamento natural do Sol e, embora a maioria cause apenas pequenas interferências, os órgãos de monitoramento querem garantir que o mundo esteja pronto caso uma erupção mais forte volte a ocorrer. Erupção solar extrema registrada em 2003 pelo observatório SOHO: a explosão, 28 vezes mais poderosa que uma típica flare de classe X, lançou bilhões de toneladas de plasma a mais de 8 milhões de km/h no espaço. ESA/NASA VÍDEO: Entenda a pesquisa sobre colonização interplanetária de Alysson Muotri Primeiro cientista brasileiro no espaço conduzirá estudo sobre colonização interplanetária

Palavras-chave: tecnologia

As mulheres que decidiram confrontar a Meta após perderem seus bebês: 'Anúncios lembram tudo que perdi'

Publicado em: 16/10/2025 02:01

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Qual o tamanho do meu bebê com seis semanas de gravidez? Qual é a data prevista para o parto? Quando devo marcar minha primeira consulta médica? Estas são algumas perguntas que as mulheres digitam nos mecanismos de busca quando descobrem que estão grávidas. Com Sammi Claxon, não foi diferente. Logo depois que ela começou a procurar respostas, os algoritmos detectaram que ela estava grávida e começaram a bombardeá-la com anúncios. Mas quando ela perdeu o bebê devido a um aborto espontâneo, os anúncios não pararam. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Após seu primeiro aborto espontâneo em 2021, Sammi teve mais quatro nos três anos seguintes. "Assim que você recebe o resultado positivo, você se sente como uma mãe", diz Sammi. "Você tem esse plano para o futuro na cabeça e quando isso te é tirado, é horrível." Sentimentos de vergonha e constrangimento fizeram com que Sammi se sentisse isolada. Sammi Claxon teve cinco abortos espontâneos BBC/Arquivo pessoal/Sammi Claxon Ela recorreu às redes sociais em busca de apoio e se lembra de ver seu feed repleto de anúncios relacionados a bebês, o que para ela foi devastador. Sammi, de Nottinghamshire, na Inglaterra, acabou se afastando das redes sociais, diz ela, para preservar sua saúde mental. Assim como Sammi, Tanya O'Carroll foi impactada por anúncios direcionados do Facebook quando descobriu que estava grávida em 2017. "Achei isso simplesmente enervante – isso foi antes mesmo de eu contar às pessoas na minha vida privada", disse ela à BBC. Em março, após Tanya entrar com uma ação judicial, o Facebook concordou em parar de direcionar anúncios a um usuário individual usando dados pessoais. A ação judicial de Tanya argumentou que o sistema de publicidade direcionada do Facebook se enquadra na definição de marketing direto do Reino Unido, dando aos indivíduos o direito de se opor. Veja mais: Facebook exclui grupo que vendia garrafas de bebidas usadas e tinha 11 mil pessoas Como o WhatsApp Web virou porta de entrada para ataque hacker com foco no Brasil 'Anúncios assustadores e invasivos' A Meta – dona do Facebook e do Instagram – afirmou que os anúncios em suas plataformas só poderiam ser direcionados a grupos de no mínimo 100 pessoas, e não a indivíduos, portanto, não seriam considerados marketing direto. Mas a Autoridade de Proteção de Dados do Reino Unido discordou. Tanya afirma que a Meta concordou em parar de usar seus dados pessoais para fins de marketing direto, "o que, em termos não jurídicos, significa que basicamente consegui desativar todos os anúncios assustadores, invasivos e direcionados no Facebook". Pelo que ela e seus advogados sabem, ela é agora a única entre os mais de 50 milhões de usuários do Facebook no Reino Unido que não é alvo de anúncios personalizados. Tanya acrescenta que agora há mais de 10 mil pessoas que se opuseram à Meta para que a empresa pare de usar seus dados para marketing direto – o que pode levar a novos processos judiciais. Mas o caso não mudou nada para muitas mulheres que perderam seus bebês, mas ainda assim foram "bombardeadas" com anúncios relacionados à gravidez. Rhiannon Lawson planejava seu bebê quando descobriu que estava grávida BBC/Arquivo pessoal/Rhiannon Lawson Entre elas estão Rhiannon Lawson, de Suffolk, na Inglaterra, que disse à BBC que ver aquelas duas linhas azuis em seu teste de gravidez encheu ela e seu parceiro, Mike, de "esperança". Como muitos outros futuros pais, eles deram um nome ao bebê em desenvolvimento. "Nós o batizamos de Fantus — em homenagem a um personagem infantil que víamos constantemente quando visitávamos amigos na Dinamarca", diz Rhiannon. Mas, após um sangramento no início da gravidez, um teste mostrou que Rhiannon havia sofrido um aborto espontâneo com oito semanas. Em outubro do ano passado, ela descobriu que estava grávida novamente e, desta vez, ficou mais tranquila com alguns exames iniciais. Mas então veio o ultrassom de 20 semanas, que revelou que o bebê – que o casal chamou de Hudson – tinha uma forma grave de síndrome do coração esquerdo hipoplásico, uma doença cardíaca congênita rara em que o lado esquerdo do coração é subdesenvolvido. "Não havia como seguir em frente", diz ela, e Hudson nasceu morto em março, com 22 semanas. Devastados, Rhiannon e seu parceiro usavam as redes sociais para obter apoio, além de jogar jogos de palavras online juntos. Rhiannon engravidou duas vezes, mas perdeu os dois bebês BBC/Arquivo pessoal/Rhiannon Lawson Mas, depois de se despedir do filho, o casal ainda se deparou com anúncios relacionados a bebês em seus celulares. "Aplicativos de gravidez ainda enviam notificações de marcos. Lojas de bebês oferecem descontos em itens que nunca precisaremos. Anúncios de carrinhos de bebê e itens essenciais para recém-nascidos aparecem nas rolagens de tela", afirma Rhiannon. "A tecnologia não entende a perda e, nos momentos em que menos esperamos, ela nos lembra com uma precisão devastadora do que não temos mais." Veja mais: Chefões das big techs se preparam para 'fim dos tempos': devemos nos preocupar também? TikTok recomenda conteúdo sexual e pornografia para crianças, denuncia relatório 'Consinta ou pague' No final de setembro, a Meta anunciou que lançaria um serviço de assinatura para usuários que não querem ver anúncios no Reino Unido. Isso significa que, para parar de ver anúncios, eles terão que pagar 2,99 libras (R$ 22) por mês. O modelo de publicidade, conhecido como "consinta ou pague", é uma forma de os proprietários de plataformas digitais gerarem receita com usuários que se recusam a ser rastreados. Mas Rhiannon afirma que isso não ajudará pessoas como ela. "Se eles [Meta] se importassem com seus usuários, cobrar para que não vejam conteúdo perturbador parece irracional", diz ela. Hayley Dawe diz que foi alvo de anúncios, apesar de ter mudado suas preferências BBC Após três tentativas malsucedidas de fertilização in vitro (FIV), Hayley Dawe e seu parceiro Anthony ficaram "chocados" ao descobrir que estavam esperando gêmeos e imediatamente se juntaram a vários grupos online de gêmeos e vasculharam a internet em busca de dicas e conselhos. Eles já tinham uma filha de seis anos, então estavam animados com as duas novas adições. Mas essa empolgação se transformou em devastação quando um exame ainda no início da gravidez confirmou que uma das gêmeas havia morrido uma semana antes. E no dia do próximo exame, a sala ficou em silêncio, pois sua outra gêmea também não tinha batimentos cardíacos — e havia morrido no dia anterior. "Eu fiquei devastada", diz ela. Hayley buscou apoio em fóruns online, mas se viu confrontada com anúncios de, entre outros itens, roupas de maternidade, travesseiros de gravidez e aplicativos de monitoramento de gravidez. Para Hayley, sair das redes sociais "não era uma opção", pois foi lá que ela encontrou outras mulheres passando por experiências semelhantes. A Meta afirma que os usuários do Facebook podem bloquear o acesso a tópicos de anúncios que não desejam ver por meio de suas configurações, que oferecem parentalidade como um tópico ao lado de coisas como chocolate, jogos de tabuleiro e luta livre. Hayley diz que ficou chocada ao ver que gravidez não foi listada como uma categoria separada e afirma que desativar a opção de parentalidade não fez diferença, com pelo menos cinco anúncios de gravidez aparecendo depois. Ela marcou alguns dos anúncios como spam, mas afirma que, três semanas depois, ainda estava sendo exposta a repetidas promoções de gravidez. Assim como Rhiannon, Hayley não é a favor de uma assinatura paga. "Por que tenho que pagar quando há opções para alterar preferências que parecem não funcionar?", questiona. Arturo Bejar diz que o botão 'marcar como spam' faz muito pouco BBC/Arquivo pessoal/Arturo Bejar As experiências de Sammi, Rhiannon e Hayley com o acionamento de conteúdo não são nenhuma surpresa para o ex-funcionário da Meta Arturo Bejar. "O [botão] marcar como spam não estava conectado a nada", diz Arturo, que fazia parte da equipe de gerência sênior. "Descobrimos que, em alguns casos, os relatórios de ajuda estavam sendo descartados porque eram muitos." Ele trabalhou para a Meta entre 2009 e 2015 e novamente de 2019 a 2021. Bejar também prestou depoimento ao Congresso dos EUA em 2023 sobre como acreditava que a Meta não estava mantendo os usuários seguros. "Eles adoram dizer que se importam, mas o que importa é atrair mais usuários para suas plataformas, para que possam ganhar mais dinheiro. Acho isso imperdoável. É desumano", acrescenta. Em resposta, um porta-voz da Meta disse: "Levamos essas preocupações a sério e continuamos a melhorar a sensibilidade e a precisão da forma como os anúncios são veiculados." "Nossos sistemas são projetados para compartilhar o conteúdo mais relevante e útil, mas não são perfeitos e alguns anúncios podem ocasionalmente parecer insensíveis ou mal colocados. À medida que continuamos a refinar nossos modelos, incentivamos as pessoas a optarem por bloquearem certas categorias." 'Me lembra de tudo o que perdi' A jornalista da BBC Hayley Compton perdeu três bebês BBC Sei como esses anúncios são angustiantes, porque faço parte do mesmo clube de pais do qual ninguém quer fazer parte. Dei à luz minha filha Liliana em 18 de abril de 2020. Carreguei-a por 40 semanas e, então, seu coração parou de bater dentro de mim — dois dias após a data prevista para o parto. Passei algumas horas preciosas tentando memorizar seu rosto, seu peso em meus braços e a sensação de sua pele ao toque. Tenho dificuldade com a palavra "perda", porque não a perdi como um molho de chaves entre as almofadas do sofá. Desde a morte de Liliana, tive uma filha e um filho, e outros dois abortos espontâneos. Sempre digo que sou mãe de dois bebês que posso segurar nos braços — e três que carrego no coração. Quando estou no meu mais vulnerável, vasculhando as redes sociais em busca de apoio, sou bombardeada por anúncios direcionados de bebês rindo, barrigas de gravidez exuberantes, famílias felizes, me lembrando de tudo que perdi. Veja mais: SP registra 4 casos de deepfakes sexuais em escolas, aponta levantamento da SaferNet; Brasil tem casos em 10 estados Influenciador morre durante transmissão ao vivo na França e acende alerta

Palavras-chave: hackertecnologia

Cientistas brasileiros criam papel vegetal impermeável, antibacteriano e que pode substituir plástico

Publicado em: 16/10/2025 02:01

Papel vegetal com látex promete substituir plástico Um grupo de cientistas brasileiros desenvolveu um papel feito a partir de fibras vegetais e látex natural capaz de substituir o plástico em embalagens. O material, segundo o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), combina resistência mecânica, impermeabilidade e ação antibacteriana, sem deixar de ser biodegradável e reciclável. O estudo foi publicado no periódico "Chemical Engineering Journal" por pesquisadores do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano/CNPEM), em parceria com a Unicamp e a UFABC. Cientistas do Laboratório Nacional de Nanotecnologia do CNPEM, em parceria com a Unicamp e a UFABC, desenvolveram um papel biodegradável de origem vegetal que reúne alta resistência, barreira contra líquidos, oxigênio e ação antibacteriana. Divulgação/CNPEM O novo material é produzido a partir da interação eletrostática entre nanocelulose catiônica, extraída do bagaço da cana-de-açúcar, e látex natural da seringueira. As cargas opostas dessas substâncias se atraem, formando camadas alternadas que revestem o papel com firmeza e estabilidade. Cada componente desempenha um papel complementar: a nanocelulose cria uma barreira densa contra gases e óleos, enquanto o látex confere resistência à água, explica Juliana Bernardes, pesquisadora do LNNano e uma das responsáveis pelo estudo. Desempenho superior aos revestimentos sintéticos Nos testes laboratoriais, o papel com cinco camadas reduziu em 20 vezes a passagem de vapor de água e em 4 mil vezes a permeabilidade ao oxigênio. Também atingiu o nível máximo de resistência a óleos e gorduras e eliminou mais de 99% das células de Escherichia coli após contato direto. Os resultados mostram que a combinação entre nanocelulose e látex natural pode superar revestimentos convencionais feitos com polímeros sintéticos, sem uso de compostos fluorados (PFAS), frequentemente associados a riscos ambientais e à contaminação de solos e águas. Os pesquisadores avaliam que o material tem potencial para substituir embalagens, sobretudo nos ramos alimentício e cosmético. ""Nosso objetivo foi criar uma alternativa viável para reduzir a dependência de plásticos descartáveis", explica Juliana Bernardes. Cientistas do Laboratório Nacional de Nanotecnologia do CNPEM, em parceria com a Unicamp e a UFABC, desenvolveram um papel biodegradável de origem vegetal que reúne alta resistência, barreira contra líquidos, oxigênio e ação antibacteriana. Divulgação/CNPEM Reaproveitamento e escala industrial Diferentemente de outros papéis impermeáveis, o novo material mantém sua reciclabilidade. Ele pode ser reaproveitado no ciclo produtivo sem perda de propriedades, segundo o CNPEM. Para a etapa seguinte, o desafio será ampliar a produção. “Para viabilizar essa tecnologia em escala industrial, é fundamental estabelecer parcerias com empresas interessadas. (...) O custo projetado mostrou-se competitivo em relação às resinas poliméricas tradicionalmente empregadas”, afirma Juliana Bernardes. Pesquisa colaborativa e patente registrada O trabalho reuniu pesquisadores das áreas de química, engenharia química e biologia, responsáveis pela formulação das camadas, pelo processo de deposição e pelos testes antimicrobianos. O projeto recebeu financiamento da Fapesp e do CNPq, e já resultou em pedido de patente no Brasil. "Para o desenvolvimento deste projeto, foi composta uma equipe multidisciplinar, reunindo especialistas em química, engenharia química e biologia. (...) A integração dessas áreas do conhecimento foi determinante para viabilizar a transição de uma proposta laboratorial para um material com potencial de aplicação industrial", explica a pesquisadora.

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Professor virtual, máquina que 'lê' emoções e robô que disputa jogos de tabuleiro: como foi o primeiro dia do REC'n'Play

Publicado em: 16/10/2025 01:01

Primeiro dia de REC'n'Play tem máquina que 'lê' emoções e robô que disputa jogos de tabuleiro O festival de tecnologia e inovação REC'n'Play começou nesta quarta-feira (15), data em que se comemora o Dia do Professor. Entre as novidades deste primeiro dia de programação, que segue até sábado (18) no Bairro do Recife com mais de 700 atividades gratuitas, está um assistente virtual que ajuda professores a tirar dúvidas de alunos, 24 horas por dia, com uso de Inteligência Artificial (IA). Também teve equipamentos de robótica na Arena da Inovação, que trouxe nove expositores, incluindo um braço de robô que disputa jogos de tabuleiro e uma máquina que "lê" emoções (veja vídeo acima). ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE O "professor virtual" foi apresentado pelo desenvolvedor de software Érico Melo durante uma palestra para profissionais da educação. "Imagine que qualquer especialista que entra e se cadastra na plataforma configura uma personalidade que pode ser a personalidade dele, inclusive a voz, o trejeito, gírias, estilo de escrita. [...]. Ele consegue avaliar todas as interações que existiram com aquele agente e, inclusive, disponibiliza isso pelo WhatsApp", detalhou. Dono de uma escola, o professor Bruno Downey disse que já usa o "professor virtual" e tem tido bons resultados. "É óbvio que assusta no início, ainda é algo que, para a escola, é muito novo. Mas os alunos abrem a mente deles, eles enxergam um novo mundo. E aumenta a performance, principalmente dos alunos do ensino médio", afirmou. Confira programação do REC'n'Play Um dos espaços que mais chamam atenção do público do REC'n'´Play é a Arena da Inovação, que exibe diversas invenções de última tecnologia. Uma delas é uma máquina desenvolvida por cientistas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) que avalia a expressão no rosto das pessoas e "lê" as emoções que elas sentem. "A Inteligência Artificial e a visão computacional [...] são capazes de entender o que a gente está sentindo de acordo com princípios da psicologia e com análises da nossa expressão, do nosso corpo e do contexto do que está acontecendo", explicou o professor responsável pela pesquisa, identificado apenas como Francisco. Robô que disputa jogos de tabuleiro foi uma das invenções apresentadas no primeiro do festival REC'n'Play 2025 Reprodução/TV Globo Histórias inspiradoras Entre as palestras realizadas, o Movimento LED, da TV Globo, promoveu um encontro com profissionais da educação. Com mediação da jornalista Mônica Silveira, o bate-papo reuniu a mestra em cultura popular Imaculada Salustiano, o professor de geografia, mestre em educação e ex-BBB João Pedrosa, e a professora paraibana Patrícia Rosas, vencedora do Prêmio LED. "Eu acreditava, com 7 anos de idade, que ser professor era uma pessoa que cheirava. Eu disse: 'eu quero ser professora porque quero ter esse cheiro e levar esse cheiro para as pessoas'", contou Patrícia durante a palestra. Para os participantes, o evento representa um "caldeirão de conhecimento" que sugere soluções para as grandes questões da atualidade. "Aqui a gente consegue encontrar um mundo: um mundo de inovação, um mundo de tecnologia, mas, acima de tudo, um mundo de preocupação com pessoas, preocupação com o futuro. Então, a REC'n'Play me entrega muito essa perspectiva do que nós estamos construindo para o amanhã", disse o gerente de Implantação de Sistemas Érico Santos. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Como ter estilo e segurança em áreas externas com o porcelanato ideal

Publicado em: 16/10/2025 00:02

Escolher o revestimento certo para áreas externas é mais do que uma questão de gosto, é uma decisão que envolve segurança, resistência e conforto. Em regiões com alta incidência de chuvas ou áreas molhadas como quintais e piscinas, optar por porcelanatos com superfície segura pode evitar acidentes e ainda valorizar o projeto com personalidade e beleza. Piso antiderrapante que une beleza e proteção Acervo Vilarejo Na hora de planejar o espaço externo da casa, muitas dúvidas surgem: como equilibrar funcionalidade e estilo? Qual o material mais adequado? Como garantir durabilidade sem abrir mão da estética? Veja a seguir algumas dicas e informações importantes para acertar nessa escolha. 1. Revestimentos com superfície segura e texturas inteligentes Ao contrário do que muitos pensam, segurança não precisa significar um visual técnico ou sem graça. Os revestimentos atuais para áreas externas são desenvolvidos com tecnologia de superfície que garante aderência ao caminhar sem comprometer o design. Texturas suaves e discretas dão mais firmeza aos passos e se integram com harmonia ao projeto arquitetônico. Porcelanato para áreas externas com charme e personalidade Acervo Vilarejo 2. Versatilidade nos formatos e acabamentos Os porcelanatos para áreas externas estão disponíveis em grandes formatos, com bordas retificadas que oferecem acabamento preciso e elegante. Estilos que imitam pedra natural, cimento ou madeira são algumas das opções mais procuradas, perfeitas para quem deseja um espaço aconchegante e com ar contemporâneo. Porcelanato de grandes formato que une elegância, segurança e o visual autêntico da pedra Acervo Biancogres 3. Durabilidade para todos os climas Sol intenso, chuvas frequentes, variação térmica… As áreas externas enfrentam condições desafiadoras. Por isso, os porcelanatos ideais para esses ambientes precisam ter baixa absorção de água, alta resistência mecânica e estabilidade de cor. Um bom porcelanato, bem aplicado, mantém sua beleza por muitos anos. 4. Recursos inteligentes para ambientes mais seguros e eficientes Marcas renomadas vêm investindo em soluções cada vez mais completas, que aliam resistência a inovações técnicas. Alguns porcelanatos, por exemplo, contam com superfícies microtexturizadas que aumentam a segurança sem exigir manutenção complexa. Assim, é possível ter uma varanda bonita, segura e prática no dia a dia. Visite a Vilarejo Acabamentos e encontre a solução ideal para sua área externa Na Vilarejo Acabamentos, você encontra um mix completo de porcelanatos e revestimentos pensados especialmente para áreas externas. São mais de 4 mil opções em acabamento com estoque garantido, entrega todo dia e atendimento especializado. Visite uma de nossas lojas ou fale com nossos consultores para encontrar a solução que mais combina com o seu projeto. Visite uma das lojas em Araruama, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Macaé, Maricá e Rio das Ostras. Conheça a Vilarejo Conceito em Búzios, CasaShopping - RJ e Niterói.

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USP cria plataforma para calcular e agilizar compra e venda de crédito de carbono do Brasil

Publicado em: 15/10/2025 21:06

A USP cria uma plataforma para calcular os créditos de carbono A Universidade de São Paulo criou uma forma de calcular o crédito de carbono no Brasil. Uma plataforma para agilizar a compra e venda do crédito. É uma riqueza ainda pouco explorada no Brasil. Tudo o que empresas, população e governos fazem para preservar ou recuperar o meio ambiente pode virar crédito de carbono. Funciona assim: um crédito de carbono é uma unidade de valor, igual a uma tonelada de gás carbônico que deixa de ser emitida. A ideia do mercado é a da compensação. Atividades e processos que não conseguem cumprir metas de redução de gases do efeito estufa podem comprar créditos gerados por atividades que ajudam a retirar ou reduzir esses gases que agravam as mudanças climáticas. O objetivo dessa negociação é fazer a balança pender em favor do meio ambiente, já que, em alguns setores, é mais fácil reduzir as emissões do que em outros. “Você tem lá empresas de óleo e gás, siderurgia, transporte, por exemplo, aviação. E você tem as outras empresas que são as empresas geradoras de crédito de carbono, que investem em tecnologias que reduzem a emissão de CO₂ ou que eventualmente evitam a formação do CO₂, como por exemplo energias renováveis, carros elétricos, veículos elétricos, agricultura de baixo carbono”, diz Emilio Nelli Silva, diretor do Centro de Pesquisa para Inovação de Gases do Efeito Estufa/ USP. Para virar dinheiro, os créditos de carbono precisam ser checados e registrados em uma espécie de cartório digital, em uma registradora, uma plataforma digital como a que está sendo criada na Universidade de São Paulo. "É a primeira universidade a ter uma registradora. No mundo, existem registradoras que são muito mais caras, muito mais demoradas e que não estavam valorizando tanto para a gente o crédito como a gente acha que deveria", diz Ruy Rede, gerente de Transferência de Tecnologia e Inovação/ USP. Reflorestar e preservar árvores e matas são as formas mais conhecidas de se obter créditos de carbono. Mas mudar processos para poluir menos e consumir menos recursos também pode render, assim como dar um destino correto para o lixo. Tudo o que é levado para um dos pontos de recolhimento é pesado, fotografado e registrado. Quem leva, recebe o pagamento por PIX. USP cria plataforma para calcular e agilizar compra e venda de crédito de carbono do Brasil Jornal Nacional/ Reprodução Todo o material vai para a reciclagem e todo o processo está sendo bem documentado porque a empresa está se preparando para vender créditos de carbono e, assim, pagar até mais pelo material que recebe. “A expectativa é que dentro de seis meses, mais ou menos, a gente tenha já créditos que a gente consiga vender no mercado. No momento em que você recicla ao invés de retirar do meio ambiente, você está evitando essa extração e essas emissões. Então, daí que vêm os créditos de carbono da reciclagem”, explica Renata Tucci Lisboa, coordenadora de comunicação da Green Mining. Para isso, eles tiveram que ir atrás de empresas internacionais, que são as únicas que hoje fazem o registro dos créditos. Isso pode mudar com a plataforma desenvolvida na USP. Além da redução de custo, a expectativa é de valorização dos créditos gerados por empresas e biomas brasileiros. "O valor do nosso crédito de carbono vai poder aumentar no sentido de que você vai ter uma precisão maior nesse calculo, um conhecimento maior exatamente de como quantificar esse crédito de carbono. Isso, consequentemente, dá um valor maior no mercado", diz Emílio Nelli Silva. O CEO da empresa de reciclagem está otimista com o futuro desse mercado: “Além das florestas, além de gases nos aterros, temos a reciclagem e mais outros projetos interessantes de energia que podem beneficiar o Brasil para ter recursos entrando através de créditos de carbono”, afirma Rodrigo Oliveira, CEO da Green Mining. LEIA TAMBÉM O que é e como funciona o mercado de carbono? Como projeto no Pará quer recuperar floresta desmatada vendendo crédito de carbono? União Europeia propõe nova meta climática e pela primeira vez inclui compra crédito de carbono de países em desenvolvimento

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Líder mundial em CRM promove encontro internacional de vendas e tecnologia em Florianópolis

Publicado em: 15/10/2025 17:59

Florianópolis, um dos principais polos de inovação do país, recebe a terceira edição do CRM Zummit 2025, evento promovido pela Zoho, uma das líderes mundiais em softwares corporativos. Nesta quinta e sexta-feira (16 e 17 de outubro), o Oceania Park Hotel, nos Ingleses, será transformado em uma grande arena de conhecimento, aprendizado e conexões estratégicas, com alguns dos maiores nomes globais das áreas de vendas, marketing, tecnologia e gestão de relacionamento com o cliente. Com presença em mais de 150 países, 130 milhões de usuários e 18 mil colaboradores, a Zoho é referência em marketing e vendas. Por isso, leva à capital catarinense uma proposta que fortalece a educação corporativa e o incentivo à transformação digital de empresas de todos os portes. O evento é potencializado pelo Zoho CRM, braço de relacionamento com o cliente da companhia e carro chefe da Zoho globalmente. A edição deste ano reforça a estratégia global da marca de investir em eventos que criam experiências completas de imersão em conteúdo e prática profissional. Encontro entre tecnologia e estratégia O CRM Zummit é considerado o maior evento brasileiro dedicado exclusivamente ao universo do Customer Relationship Management (CRM) e às estratégias de negócios que giram em torno da experiência do cliente. Com três edições realizadas, o evento é espaço de referência para troca de ideias, compartilhamento de cases e desenvolvimento de competências voltadas à performance comercial. De acordo com Weverton Soares, gerente de marketing do Zoho CRM e idealizador do evento, a proposta é criar um ambiente de alto nível técnico, mas acessível e inspirador. — O Zummit foi desenhado para unir negócios e tecnologia em um mesmo palco, algo incomum no Brasil. Pensamos em um ambiente intimista, mas totalmente visual e interativo, onde o público é protagonista da própria jornada de aprendizado — afirma. A expectativa é reunir mais de mil participantes de diferentes regiões do país, entre gestores, empreendedores e profissionais que buscam aprimorar competências em vendas, relacionamento e tecnologia aplicada ao mercado corporativo. Seis trilhas simultâneas e conteúdo imersivo Um dos grandes diferenciais do evento está no formato inovador de seis trilhas simultâneas, em que as palestras acontecem lado a lado no mesmo palco. Cada participante usa fones de ouvido individuais, em uma dinâmica conhecida como silent talk, que permite que o público escolha, em tempo real, qual tema deseja acompanhar. — Os seis palestrantes ficam a poucos metros de distância e competem pela atenção de uma plateia de mil pessoas. Essa dinâmica exige domínio de palco, didática e criatividade. O conteúdo é metade da entrega; a outra metade é experiência — explica Weverton. A curadoria de conteúdo segue critérios rigorosos de seleção, com foco em temas atuais e aplicáveis ao dia a dia das empresas. O evento traz formatos variados, entre eles, palestras, painéis, workshops e mentorias. Além disso, adota um processo de aprovação que permite que os participantes avaliem desde a relevância do tema até a capacidade de inovação e clareza na comunicação dos palestrantes. Gigantes globais e nomes de destaque A programação do CRM Zummit 2025 inclui a presença de grandes referências internacionais do mercado de tecnologia e negócios. Entre as empresas confirmadas, estão Google, Microsoft, Zoom, IBM, TOTVS, SAP e Zoho. Ao todo, estarão presentes especialistas representantes de quatro países. Um dos momentos mais aguardados será a palestra da keynote speaker Donna Weber, autora do best-seller Onboarding Orquestrado e uma das maiores especialistas do mundo em Customer Success. Com trajetória reconhecida no Vale do Silício, Donna vai compartilhar práticas de engajamento e fidelização de clientes. O evento também contará com painéis voltados a temas como automação comercial, uso de inteligência artificial nas vendas, integração de equipes de marketing e dados de CRM, além de tendências globais em atendimento e relacionamento digital. Educação corporativa como propósito O CRM Zummit é um reforço do compromisso da Zoho com a formação contínua de profissionais. A empresa conta com uma universidade corporativana maior unidade que possui, localizada na Índia. No Brasil, promove eventos e treinamentos que priorizam o aprendizado como forma de fortalecer ecossistemas empresariais. — Costumo dizer que o nosso marketing não é de conteúdo, mas de educação. A Zoho sempre acreditou no poder do conhecimento como motor do crescimento. Por isso, cada participante do Zummit é certificado conforme o nível de profundidade do conteúdo que acompanha — destaca Weverton. As trilhas do evento foram desenhadas a partir dos desafios reais enfrentados por profissionais e empresas. Assim, a empresa deve criar um ambiente onde a troca de experiências se transforma em aprendizado prático. De Florianópolis para o mundo A escolha de Florianópolis como sede do evento reforça o papel da cidade como hub internacional de inovação. Conhecida por ter um ecossistema tecnológico em expansão, a capital catarinense atrai empresas, investidores e profissionais do Brasil e do exterior.O sucesso do formato brasileiro inspirou a expansão global do projeto. — Até então, todos os encontros eram destinados apenas à base de clientes e parceiros. Agora, até 2030, teremos edições também nos Estados Unidos, Austrália e Índia — afirma o idealizador. Confira mais informações sobre o CRM Zummit no site do evento.

Google Veo 3.1 é lançado com novas funções para criar vídeos a partir de imagens e mais

Publicado em: 15/10/2025 17:30 Fonte: Tudocelular

O Google DeepMind lançou o Veo 3.1 com novidades importantes ligadas aos vídeos com inteligência artificial. A princípio, o modelo de linguagem focado nas mídias agora ganhou uma funcionalidade quie permite transformar várias imagens em um único video contínuo, com áudio sincronizado. Essa é a principal nova funcionalidade que a tecnologia recebeu, com nome de “Ingredients do Video” (Ingredientes para o Vídeo). No caso, o usuário pode inserir diferentes imagens que não precisam estar necessidariamente ligadas. Além disso, é possível especificar um objeto, um personagem e até mesmo o estilo de arte do resultado.Com esses detalhes, o modelo de IA consegue sintetizar todos os elementos visuais e elaborar uma cena contínua que junta todas as fotos em um único vídeo. Do mesmo modo, o modelo consegue até mesmo adicionar áudio e sincronizar com todas as ações feitas nos clipes gerados pela IA.Clique aqui para ler mais

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Como escolher porcelanato para cozinha pequena sem errar no estilo

Publicado em: 15/10/2025 16:36

Em cozinhas pequenas, cada centímetro conta. E o piso certo pode fazer toda a diferença. A escolha do porcelanato para cozinha pequena é uma das decisões mais importantes em uma reforma, tanto pela estética quanto pela praticidade. Além de influenciar na sensação de amplitude, o tipo de revestimento impacta na manutenção, segurança e conforto térmico do ambiente. Mas, afinal, qual porcelanato escolher para uma cozinha compacta sem errar no estilo? Cores, acabamentos e formatos ajudam a valorizar o espaço, como combinar com armários e bancadas para transformar sua cozinha gastando menos. 1. Aposte em tons claros e neutros para ampliar o ambiente Em espaços reduzidos, a regra de ouro é simples: cores claras ampliam e iluminam. O porcelanato branco, bege, cinza-claro ou em tons amadeirados suaves é perfeito para refletir a luz e dar sensação de amplitude. O branco costuma ser predominante, justamente para ampliar a sensação de espaço. O preto entra em detalhes, na marcenaria inferior, nos metais ou em eletrodomésticos, garantindo o contraste sem pesar no visual. É possível encontrar porcelanatos de tons neutros com diferentes acabamentos, que vão desde o polido, ideal para quem busca sofisticação, até o acetinado, perfeito para quem prefere um toque mais natural e fácil de limpar. Porcelanato e muito mais para a sua cozinha! Veja o que o Balaroti oferece pelo WhatsApp 2. Escolha porcelanatos retificados para um visual moderno Os porcelanatos retificados possuem bordas retas que permitem rejuntes mais finos, criando um visual contínuo e elegante, ideal para cozinhas pequenas. Essa característica ajuda a dar a sensação de piso único e mais amplo. Além da estética, o rejunte fino facilita a limpeza, que é um ponto essencial em áreas de preparo de alimentos. Um porcelanato retificado 60x60 cm branco acetinadoi pode ser o toque ideal para um ambiente moderno e funcional. 3. Priorize o porcelanato antiderrapante na área de trabalho A cozinha é um dos ambientes mais sujeitos à umidade e respingos. Por isso, o porcelanato antiderrapante é indispensável para quem busca segurança e durabilidade. Ele pode ser usado tanto no piso principal quanto nas áreas próximas à pia ou fogão. Os modelos com tecnologia de superfície áspera são especialmente recomendados para quem tem crianças ou idosos em casa. O porcelanato pode fazer parte da decoração e montar uma versão de beleza juntamente com os armários. Divulgação/FreePik 4. Combine o porcelanato com armários e bancadas minimalistas Quando o espaço é pequeno, o equilíbrio entre revestimentos e mobiliário é essencial. Opte por armários lisos, com linhas retas e sem muitos detalhes, criando um visual limpo e atemporal. Em ambientes compactos, menos é mais. O ideal é manter a funcionalidade e a personalidade, sem pesar na visão e na estética. Essa estética moderna e funcional pode ser complementada por porcelanatos em padrões de cimento queimado ou mármore claro, criando harmonia entre os elementos. 5. Economia e estilo na mesma escolha Além de ser resistente e de fácil manutenção, o porcelanato é uma opção econômica a longo prazo. Por isso, vale aproveitar as promoções da Balaroti, que oferecem uma grande variedade de modelos com preços abaixo do mercado e condições facilitadas de pagamento. Quer ajuda para escolher o porcelanato ideal para sua cozinha? Fale agora com a equipe da Balaroti pelo WhatsApp e tire suas dúvidas com um especialista.

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'Família do tráfico' é presa em operação que apreendeu libras libanesas, sucres e intis peruanos em MG

Publicado em: 15/10/2025 15:10

Operação Incrédulos apreende materiais em Pitangui PM/Divulgação Seis pessoas foram presas durante uma operação da Polícia Militar (PM) e do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) em Pitangui. A ação, chamada de “Operação Incrédulos”, foi realizada na manhã desta quarta-feira (15) e teve como foco o combate ao tráfico de drogas e a desarticulação de uma organização criminosa de base familiar. Entre o material recolhido, chamaram atenção libras libanesas, sucres equatorianos, pesos bolivianos e intis peruanos. Também foram apreendidos uma pistola calibre .380 com dez munições, maconha e crack, duas balanças de precisão, doze celulares, dois veículos, R$ 5.255 em dinheiro e um caderno com anotações do tráfico. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens dos investigados. Segundo o MPMG, os celulares apreendidos vão passar por perícia, e o material recolhido vai ajudar a reforçar as investigações. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ainda conforme o Ministério Público, a operação foi antecedida por dois meses de monitoramento da Agência de Inteligência do 60º Batalhão da PM, com autorização judicial. Nesse período, os investigadores reuniram provas que embasaram os pedidos de mandados e outras medidas judiciais, todos autorizados pela Justiça. LEIA TAMBÉM: Estufa improvisada com 100 pés de maconha é descoberta em casa abandonada em Piumhi Entenda como vai funcionar laboratório de tecnologia contra lavagem de dinheiro em Divinópolis VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

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Governo entrega novo batalhão da PM e reforça segurança no Centro de Teresina

Publicado em: 15/10/2025 14:39

Batalhão vai reforçar a segurança no centro de Teresina. Gabriel Paulino/Secom O governador do Piauí, Rafael Fonteles, inaugurou, nesta quarta-feira (15), o novo prédio do 1º Batalhão da Polícia Militar (BPMPI), localizado na Rua David Caldas, no Centro-Sul de Teresina. A obra, realizada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-PI), teve investimento de R$ 1,75 milhão. O novo espaço foi totalmente reformado e ampliado, oferecendo mais funcionalidade e acessibilidade aos policiais e à população. No térreo, há recepção, salas operacionais, cozinha, refeitório e alojamentos com banheiros individuais. Já o pavimento superior conta com auditório, áreas administrativas e sala multifuncional para treinamentos e reuniões. Todos os ambientes são climatizados, com internet, mobiliário novo e estrutura adaptada às normas de segurança e acessibilidade. Assim como os demais batalhões da capital, o 1º BPM funciona 24 horas por dia, garantindo atendimento contínuo à população. Durante a solenidade, o governador Rafael Fonteles destacou que a entrega marca a modernização do primeiro batalhão da capital dentro do programa de ampliação e revitalização das Áreas Integradas de Segurança Pública (AISP). “Estamos revitalizando e modernizando todos os prédios da segurança pública, assim como fazemos na saúde e na educação. É o maior investimento da história em infraestrutura e tecnologia na segurança. Esse batalhão é o centro da segurança pública da região central, um espaço adequado tanto para o trabalho dos nossos policiais quanto para o atendimento da população”, afirmou o governador. Segurança reforçada Centro de Teresina terá reforço na segurança. Gabriel Paulino/Secom O secretário da Segurança Pública, Chico Lucas, destaca que o novo espaço é estratégico para o reforço das ações de combate ao crime na região central, que concentra grande fluxo de pessoas e comércios. “O 1º Batalhão precisava dessa revitalização. Estamos entregando uma sede estruturada e digna, que fortalece o policiamento e o atendimento à população. Mas, o problema do Centro não se resolve só com polícia, é preciso pensar em moradia, assistência social e recuperação de pessoas em situação de vulnerabilidade”, pontuou. Policiais atuarão no centro de Teresina. Gabriel Paulino/Secom O comandante-geral da Polícia Militar do Piauí, coronel Scheiwann Lopes, destacou a continuidade dos serviços prestados mesmo durante a obra e os resultados positivos já alcançados na região. “O batalhão continuou atuando durante a reforma e agora volta para um prédio moderno e funcional. Já são três meses sem homicídios no Centro e uma redução de mais de 50% nos casos de furtos e arrombamentos. Isso mostra o impacto do trabalho integrado e da presença policial”, finaliza o coronel.

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Com redução de 50% nos roubos de celulares, Piauí apresenta projeto em São Paulo

Publicado em: 15/10/2025 14:30

Apresentação de projeto de segurança. Douglas Ferreira - Rede Câmara SP Os expressivos resultados alcançados pelo Governo do Piauí no combate a roubos e furtos de celulares foram apresentados a vereadores e outras autoridades da cidade de São Paulo, nesta terça-feira (14). Em 3 anos, a redução deste tipo de crime no território piauiense foi de 50%. Representantes das forças de segurança do Piauí compartilharam a experiência desenvolvida no estado, durante a apresentação do Projeto de Lei que institui o Programa Municipal de Enfrentamento à Rede de Receptação e Recuperação de Celulares Roubados e Furtados, na capital paulista. “Relatamos o trabalho desenvolvido nos últimos três anos, que resultou em uma redução de 50% no número diário de roubos de aparelhos e também na taxa de roubos por 100 mil habitantes. São números muito positivos para o nosso estado, e queremos vê-los sendo repetidos em outras regiões do país”, destacou o diretor de inteligência da SSP-PI, delegado Anchieta Nery. O projeto em tramitação em São Paulo prevê a criação de mecanismos para facilitar a devolução de aparelhos às vítimas, inibir o comércio clandestino e reduzir os índices de criminalidade. Entre as medidas estão o registro e o cadastro de aparelhos telefônicos, a criação de uma plataforma digital de acompanhamento e campanhas educativas sobre o uso do código IMEI e de aplicativos de segurança. Delegados do Piauí apresentam projeto. Douglas Ferreira - Rede Câmara SP Durante a agenda, os representantes da SSP-PI participaram de uma coletiva de imprensa e de uma audiência pública da Comissão Extraordinária de Segurança Pública da Câmara. O debate contou com a presença de vereadores, representantes da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) e da Ouvidoria da Polícia de São Paulo. O convite partiu da bancada do PT na Câmara de Vereadores. O superintendente de Operações Integradas da Secretaria de Segurança Pública, delegado Matheus Zanatta, ressaltou que o reconhecimento da experiência piauiense, reflete o trabalho conjunto das equipes de segurança. “É motivo de muito orgulho ver o projeto ‘Meu Celular de Volta’, desenvolvido no Piauí, servir de referência para outros estados e capitais do país. Esse reconhecimento mostra que o trabalho integrado entre inteligência, tecnologia e ações de campo tem dado resultados concretos no enfrentamento ao roubo e furto de celulares”, finalizou. Também compôs a comitiva piauiense o diretor de Inteligência da Polícia Civil, delegado Yan Brainer.

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