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Facilities assume papel estratégico na governança de empresas e condomínios

Publicado em: 06/04/2026 15:11

Delphos integra serviços de manutenção, limpeza e segurança para transformar o suporte operacional em estratégia de gestão Delphos/Divulgação A gestão de facilities atravessa um momento de consolidação estratégica no Brasil. O que antes era tratado como atividade de apoio operacional hoje integra o núcleo das decisões de governança em empresas e condomínios que buscam eficiência, previsibilidade e mitigação de riscos. Em um ambiente marcado por maior complexidade regulatória, pressão por redução de custos e necessidade de ambientes seguros e produtivos, a integração de serviços como manutenção predial, limpeza técnica, zeladoria e segurança tornou-se fator determinante para a sustentabilidade operacional. Facilities não é mais apenas execução. É coordenação inteligente de pessoas, processos e tecnologia. Mercado em expansão e profissionalização acelerada O avanço do setor é respaldado por dados. O Global FM Impact Report 2023 – Country Brazil, divulgado pela ABRAFAC (Associação Brasileira de Property, Workplace e Facility Management), aponta que o mercado brasileiro de Facility Management movimentou aproximadamente US$ 23 bilhões em 2022. O estudo indica crescimento anual de 8,7% no FM total e 9,3% no modelo de Integrated Facilities Management (IFM), que consolida múltiplos serviços sob gestão única. A terceirização especializada já representa cerca de US$ 9,5 bilhões desse volume. Análises da Mordor Intelligence reforçam que a digitalização, a busca por eficiência energética e o uso de tecnologias inteligentes continuarão impulsionando o setor nos próximos anos. O movimento evidencia uma mudança estrutural: organizações estão substituindo modelos fragmentados por arquiteturas integradas de gestão. A zeladoria preventiva da Delphos atua de forma contínua para evitar que falhas simples se tornem grandes problemas estruturais Delphos/Divulgação Facilities como engenharia operacional aplicada A gestão moderna de facilities estrutura-se em três pilares principais: 1. Limpeza técnica e zeladoria estratégica Em ambientes corporativos, industriais e hospitalares, a limpeza técnica envolve protocolos rigorosos, controle de contaminação e uso de equipamentos especializados. A zeladoria, por sua vez, atua de forma preventiva e contínua, garantindo correções ágeis e evitando que pequenos desvios evoluam para falhas estruturais. 2. Manutenção predial preventiva e corretiva A manutenção preventiva reduz custos emergenciais, amplia a vida útil de ativos e evita interrupções operacionais. Sistemas elétricos, hidráulicos, climatização e infraestrutura crítica exigem monitoramento constante. Organizações que operam apenas de forma corretiva acumulam passivos técnicos invisíveis que, inevitavelmente, se transformam em custos elevados. 3. Segurança integrada A segurança, dentro da lógica de facilities, ultrapassa a vigilância tradicional. Ela envolve: Monitoramento por câmeras com análise inteligente Controle de acesso físico e digital Sensores perimetrais e integração de dados Protocolos operacionais padronizados A integração entre tecnologia e equipes treinadas fortalece a proteção de pessoas, ativos e informações. Integração como diferencial competitivo Quando manutenção, limpeza e segurança operam de forma isolada, aumentam-se as chances de retrabalho, falhas de comunicação e desperdício de recursos. O modelo integrado permite: Centralização da gestão Indicadores de desempenho consolidados Tomada de decisão baseada em dados Padronização de protocolos Redução de redundâncias Facilities passa a atuar como sistema coordenado — não como departamentos desconectados. DelphosA manutenção preventiva realizada pela Delphos garante eficiência energética e reduz o impacto ambiental das operações prediais Delphos/Divulgação Benefícios estratégicos para empresas e condomínios Organizações que adotam gestão estruturada de facilities registram ganhos objetivos: Maior eficiência operacional Redução de custos de longo prazo Preservação do patrimônio Conformidade regulatória facilitada sustentabilidade ambiental e energética A gestão integrada amplia previsibilidade e reduz vulnerabilidades ocultas. Delphos: inteligência aplicada à gestão integrada de serviços Com experiência consolidada em segurança patrimonial e operações corporativas, a Delphos posiciona-se como referência na integração estratégica de facilities. A empresa combina: Gestão centralizada de múltiplos serviços Tecnologia aplicada ao monitoramento e controle Indicadores de desempenho mensuráveisProtocolos operacionais estruturados Equipes capacitadas e supervisionadas continuamente Ao integrar manutenção, limpeza técnica e segurança sob uma única governança operacional, a Delphos transforma facilities em ferramenta estratégica de eficiência e proteção patrimonial. Mais do que terceirização de serviços, trata-se de engenharia operacional aplicada à realidade de cada cliente. Um novo padrão de governança operacional A evolução do setor demonstra que facilities deixou de ser custo administrativo para tornar-se ativo estratégico. Empresas e condomínios que adotam modelos integrados ganham previsibilidade, controle e vantagem competitiva. Em um ambiente onde eficiência e segurança caminham lado a lado, a gestão estruturada de facilities consolida-se como elemento central da sustentabilidade organizacional. A Delphos reafirma seu compromisso com esse novo paradigma: integrar pessoas, processos e tecnologia para transformar gestão operacional em valor estratégico duradouro.

Palavras-chave: tecnologia

Apple, 50 anos: 3 sucessos e 3 fracassos da empresa em sua história

Publicado em: 06/04/2026 14:26

Quem é o funcionário mais antigo da Apple que ganhou ações, hoje avaliadas em milhões Poucas empresas conseguiram definir como as pessoas usam a tecnologia no seu dia a dia tão categoricamente quanto a Apple. A empresa comemorou seus 50 anos de fundação na semana passada. Ela foi fundada por dois Steves, em uma garagem de São Francisco, no Estado americano da Califórnia. Seu sucesso foi realmente estrondoso, mas a companhia também foi marcada por alguns fiascos notáveis. Atualmente, cerca de uma a cada três pessoas do planeta tem um produto da Apple. Para Emma Wall, estrategista-chefe de investimentos da empresa de serviços financeiros Hargreaves Lansdown, este sucesso tem muito a ver com o marketing da empresa, além do seu próprio hardware. "Eles venderam um sonho", ela conta. Fachada da loja da Apple em Manhattan, em Nova York, em 21 de julho de 2015 REUTERS/Mike Segar Tim Cook se isola como CEO mais longevo da Apple; veja as diferenças para Steve Jobs Apple, 50 anos: funcionário mais antigo ganhou ações que hoje valem milhões Wall acredita que eles desenvolveram algo "bastante novo na época — a ideia de que a marca é tão importante quanto a linha de produtos." A série de sucessos da Apple, sem dúvida, diminuiu após a morte do visionário Steve Jobs (1955-2011), um dos seus fundadores. A empresa passou a se concentrar mais em aprimorar sua tecnologia já existente. Ken Segall, diretor criativo de Jobs por 12 anos, declarou à BBC que o atual executivo-chefe da Apple, Tim Cook, fez um "trabalho incrível" de adaptação com o passar do tempo, mantendo a rentabilidade da empresa. Mas ele destaca que muitos puristas da Apple ainda não se sentem tão animados com a fase atual da companhia, pois "eles se lembram da antiga Apple, que era Steve Jobs." Com a Apple completando meio século de existência, pedimos a especialistas e analistas da tecnologia que observassem algumas das mudanças mais significativas trazidas pela empresa para o mundo da tecnologia e as ocasiões em que ela, indiscutivelmente, errou o alvo. iPod (sucesso) Longe de ser o primeiro aparelho de música digital portátil na época do seu lançamento, em 2001, o iPod é um dos "produtos mais simbólicos da Apple", segundo Craig Pickerill, do blog The Apple Geek — não apenas pelo que ele foi, mas "pelo que ele mudou". "Os aparelhos de MP3 eram desajeitados, sua armazenagem era limitada e gerenciar sua biblioteca de músicas parecia dar trabalho", relembra ele. "O iPod mudou tudo isso quase da noite para o dia." O iPod foi lançado em 2001 e abriu o caminho para que o download legal de música digital se tornasse o padrão do setor Getty Images via BBC O design de anel de clique diferenciava o aparelho, que introduziu a biblioteca iTunes, abrindo o caminho para que o download legal de música digital se tornasse o padrão do setor. Lançado em 2007, o iPod Touch foi projetado pela mesma equipe que viria a inventar o iPhone — que rapidamente superou o iPod. "Sem o iPod, a Apple provavelmente não teria o apoio financeiro e a maturidade operacional necessárias para assumir a complexidade da indústria do smartphone", afirma o analista de tecnologia Francisco Jeronimo, da empresa de pesquisa de mercado IDC. iPhone (sucesso) Mais de 200 milhões de iPhones são vendidos todos os anos. São cerca de sete aparelhos comprados a cada segundo, em algum lugar do planeta. Para Ben Wood, da empresa de análise de mercado CCS Insight, o iPhone é o "Hotel Califórnia dos smartphones". Quando você tem um, é "muito improvável que você saia" do ecossistema da Apple para um aparelho concorrente, com sistema Android. "iPod, telefone e comunicador via internet. Não são aparelhos separados, este é um aparelho", declarou Steve Jobs, radiante com a primeira versão do celular nas mãos, ao apresentá-lo ao mundo em 2007. 'iPod, telefone e comunicador via internet': Steve Jobs apresentou a primeira versão para o mundo em 2007 AFP via Getty Images Como muitos produtos revolucionários da Apple, o iPhone não foi o primeiro exemplo da sua espécie. Outros telefones já tinham capacidade de acesso à internet ou telas sensíveis ao toque. Mas a jornalista especializada em tecnologia Kara Swisher defende que seu "belo marketing" ajudou a catapultar o aparelho para o público. "Ele fez você pensar no iPhone não como um aparelho tecnológico, mas como um dispositivo de romance", afirma ela. Apple Watch (sucesso) Na época do lançamento do Apple Watch, em 2015, Steve Jobs já havia morrido de câncer. Mas seu sucessor, Tim Cook, assumiu com um propósito condizente com seu predecessor: produzir o melhor relógio de pulso do mundo. Em termos de receita gerada para a Apple (cerca de US$ 15 bilhões, ou R$ 78 bilhões), é difícil argumentar que o smartwatch mais vendido do mundo não tenha atingido seu objetivo. "Como negócio isolado, o Apple Watch ficaria confortavelmente entre as 250 a 300 maiores empresas dos Estados Unidos", segundo Wood. O sucessor de Jobs, Tim Cook, queria produzir o melhor relógio de pulso do mundo Getty Images via BBC Seu primeiro protótipo era relativamente básico, mas seus modelos futuros também foram pioneiros na tecnologia de saúde vestível. Funções como o monitoramento cardíaco fizeram dele um importante promotor da tecnologia de saúde e fitness. Atualmente, acredita-se que o Apple Watch venda mais unidades todos os anos do que toda a tradicional indústria de relógios de pulso suíços. Apple Lisa (fracasso) De certa forma, o computador pessoal Apple Lisa, lançado em 1983 pelo alto preço de cerca de US$ 10 mil (cerca de R$ 52 mil, pelo câmbio atual), foi inovador. Ele foi um dos primeiros PCs a incorporar uma interface gráfica de usuário (GUI, na sigla em inglês) e um mouse. O Apple Lisa foi lançado em 1983 por cerca de US$ 10 mil (R$ 52 mil) Science & Society Picture Library via BBC Mas o analista de tecnologia Paolo Pescatore afirma que o computador, destinado às empresas, era "caro demais", o que impediu seu sucesso comercial. O fracasso, para ele, demonstrou que "estar à frente na curva não é suficiente se o produto estiver mal posicionado". A Apple aprenderia com seus erros ao lançar o Macintosh original, um ano depois, com preço relativamente melhor para o consumidor final, de US$ 2.495 (cerca de R$ 13 mil, pelo câmbio atual). Teclado 'borboleta' (fracasso) O teclado com design "borboleta" da Apple foi um mecanismo introduzido nos laptops em 2015. Para Pickerill, ele foi um "raro deslize de confiabilidade". Usado em aparelhos como o MacBook Air, o design consistia em equipar os teclados com teclas de encaixe bilateral que pareciam asas de borboleta. O design do teclado foi um 'raro deslize de confiabilidade' Bloomberg via Getty Images/BBC Mas ele dividiu opiniões. Algumas pessoas afirmavam que o mecanismo dificultou a digitação nos teclados, dando a impressão de que a Apple estaria "priorizando a pouca espessura e não a durabilidade", segundo Pickerell. Em 2019, a empresa apresentou um novo MacBook Pro de 16 polegadas, sem o teclado borboleta. Vision Pro (fracasso) Para Wood, um fracasso notável e muito mais recente da Apple foi o headset Vision Pro, o primeiro lançamento importante da empresa desde o Apple Watch. Wood acredita que a grande aposta da Apple na realidade aumentada acabou sendo muito "complicada", sem conteúdo que permitisse igualar o sucesso de outros produtos da empresa. Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual O site de notícias de tecnologia The Information afirma que a companhia reduziu a produção do headset de US$ 3,5 mil (cerca de R$ 18 mil) poucos meses após o lançamento, devido à baixa demanda e à grande quantidade de estoque não vendido. O fracasso significa que a Apple "provavelmente será cautelosa para entrar rapidamente em áreas relacionadas, como óculos inteligentes", segundo Wood. A grande aposta da Apple na realidade aumentada acabou sendo muito 'complicada' Getty Images via BBC

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Lixo digital: aplicativos feitos por IA lotam a App Store com erros graves

Publicado em: 06/04/2026 14:08 Fonte: Tudocelular

A App Store recebeu mais de 235 mil novos aplicativos nos três primeiros meses de 2026, um número que representa um salto de 84% em relação ao mesmo período do ano anterior. O aumento expressivo se deu por causa da nova febre de criar programas com o auxílio de inteligência artificial. E traz um problema em seu encalço: a falta de qualidade de muitas dessas novas aplicações, que chegou a gerar até mesmo uma nova profissão no mercado.Ferramentas como o Claude Code, da Anthropic, e o Codex, da OpenAI, permitem a construção de sistemas completos por pessoas sem qualquer experiência em programação. É possível criar um novo aplicativo e publicá-lo nas lojas oficiais em pouquíssimo tempo. Contudo, a qualidade destas criações passa longe do ideal, e muitos dos aplicativos gerados por máquinas apresentam tantas falhas que o mercado precisou inventar uma nova categoria de profissionais na área de tecnologia: os especialistas em limpeza de código. Executivos e curiosos adotaram a novidade para maximizar lucros de forma rápida, mas o resultado prático é uma verdadeira invasão de software com defeitos graves na loja oficial.Clique aqui para ler mais

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Pesquisa detecta antibióticos em rios e alerta para risco de superbactérias

Publicado em: 06/04/2026 13:57

Descarte de substâncias nos rios estão criando superbactérias diz pesquisa Rio Meia Ponte - Wikimedia Commons/ Túllio F O descarte inadequado de antibióticos e a falta de tratamento de esgoto estão transformando rios brasileiros em criadouros de superbactérias. Um estudo da Universidade Estadual de Goiás (UEG) identificou substâncias antimicrobianas em diversos pontos de coleta nos rios Extrema e Meia Ponte, no Cerrado. 📱 Receba conteúdos do Terra da Gente também no WhatsApp As substâncias são classificadas como poluentes emergentes (PEs): compostos químicos que ameaçam o meio ambiente e a saúde, mas que ainda não possuem regulamentação ou monitoramento por lei. Entre as causas principais estão o esgoto sem tratamento, o descarte incorreto de remédios e o uso indiscriminado de medicamentos. VIU ISSO? As plantas do Brasil que têm formas tão estranhas que parecem extraterrestres VÍDEO: Homem grava boipeva tentando engolir sapo-cururu enorme Filhote da jiboia mais rara do mundo é encontrado vivo pela 1ª vez em SP Riscos à saúde e ao lazer Descarte de substâncias nos rios estão criando superbactérias diz pesquisa Pexels/ pixabay A presença desses resíduos cria o cenário ideal para o surgimento de bactérias resistentes. Nas amostras coletadas em Goiás, os pesquisadores revelaram a presença da Staphylococcus aureus, bactéria ligada a infecções severas e resistente ao antibiótico meticilina (MRSA). O risco se estende a humanos e animais através do contato com a água, solo e alimentos contaminados. “As superbactérias tornam infecções mais perigosas, difíceis de tratar e potencialmente fatais, sendo um dos maiores desafios atuais da medicina”, afirma Igor Romeiro dos Santos, autor principal da pesquisa. Segundo o estudo, a contaminação pode desencadear infecções generalizadas, como a sepse, e exige que a água passe por tratamentos muito mais rigorosos antes do consumo, além de tornar o uso dos rios perigoso para o lazer. Impacto no ecossistema Descarte de substâncias nos rios estão criando superbactérias diz pesquisa Rio Meia Ponte - Wikimedia Commons/Túllio F Além da resistência bacteriana, o excesso de nutrientes vindos do esgoto causa a eutrofização. Esse processo favorece a proliferação de algas que bloqueiam a luz solar, impedindo a fotossíntese de plantas submersas e reduzindo o oxigênio na água. “Essa poluição compromete a qualidade da água utilizada para consumo e para a vida aquática, favorecendo a ocorrência de doenças infecciosas, intoxicações e a bioacumulação de contaminantes na cadeia alimentar”, completa Igor. O resultado é um ciclo de morte de peixes e outros organismos, gerando ainda mais decomposição e proliferação bacteriana. Cenário global e local O problema não é exclusivo do Cerrado. Uma pesquisa do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da USP (CENA/USP) também revelou a presença de 12 tipos de antibióticos no Rio Piracicaba, em São Paulo. Veja o que está em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 O local concentra contaminantes de esgoto tratado, resíduos domésticos e da agropecuária. “A detecção de antimicrobianos não é um caso isolado, mas sim um problema que ocorre no Brasil e no mundo, pois a origem está ligada ao descarte de efluentes sem tratamento, agricultura, pecuária e aquicultura”, pontua o pesquisador da UEG. Um estudo global de 2019 já apontava que rios de 72 países apresentam concentrações de antibióticos que favorecem a resistência bacteriana. Para Igor Romeiro, a situação expõe fragilidades estruturais no Brasil, como a baixa cobertura de coleta e a falta de tecnologias para remover contaminantes específicos. A tese sugere que o monitoramento constante e o estudo da resistência bacteriana na água são ferramentas essenciais para auxiliar no controle desse problema ambiental e de saúde pública no país. *Sob supervisão de Rodrigo Peronti. VÍDEOS: Destaques Terra da Gente Veja mais conteúdos sobre a natureza no Terra da Gente

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E no Android? Google lança novo aplicativo com IA offline para iPhone

Publicado em: 06/04/2026 13:45 Fonte: Tudocelular

O Google acaba de lançar sem nenhum alarde um aplicativo que deve revolucionar como você faz anotações e gravações de voz. Trata-se do Google AI Edge Eloquent, um aplicativo que usa inteligência artificial local avançada para escrever textos com ditado e o melhor: ele é totalmente gratuito.Para fornecer reconhecimento avançado de voz, o Google AI Edge Eloquent utiliza um modelo de IA baseado em Gemma, a mesma tecnologia por trás do Gemini, mas especializada neste tipo de tarefa para funcionar até quando você está sem uma conexão Wi-Fi ou dados móveis. O modo offline vem desativado por padrão, pois a conexão com a sua conta do Google permite que o reconhecimento entenda palavras-chave, nomes e expressões usadas no seu Gmail. Você também pode adicionar nomes e palavras próprias ao aplicativo manualmente.Clique aqui para ler mais

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O que é o 'lado oculto' da Lua e por que ele nunca é visto da Terra?

Publicado em: 06/04/2026 12:18

Por que existe um lado oculto da Lua? A missão Artemis II, da Nasa, iniciada na última quinta-feira (1º), marca um momento histórico: pela primeira vez em mais de 50 anos, quatro astronautas estão a caminho da Lua para um voo rasante que os levará aonde nenhum humano esteve desde a década de 1970. Durante a jornada, eles passarão pelas "costas" do nosso satélite natural, ou seja, pela face que fica escondida de quem está aqui na Terra. ➡️Afinal, por que a Lua nunca mostra o seu "outro lado" para nós? Não é nada pessoal. O fenômeno é resultado de um ajuste gravitacional que mantém o satélite "travado" em relação ao nosso planeta. Nesta reportagem, entenda: O que é a rotação sincronizada? Por que a Lua leva o mesmo tempo para girar e para orbitar a Terra? Qual a diferença entre lado oculto e lado escuro (e por que Pink Floyd não foi preciso cientificamente)? O que os astronautas da Artemis II devem encontrar por lá? 🌕 Por que a Lua mostra sempre a mesma face para a Terra? Lua nunca mostra 'as costas' para a Terra NASA/EPIC A Lua não gira só em torno da Terra — ela também gira em torno de si mesma, em total sincronia. Esse é um fator determinante na explicação de por que não vemos as "costas" do satélite. Para entender a dinâmica, imagine dois movimentos ocorrendo simultaneamente: Rotação: O giro da Lua em torno de si mesma Translação: O giro da Lua ao redor da Terra A Lua leva exatamente o mesmo tempo — cerca de 27,3 dias — para completar ambos os movimentos. Isso faz com que sempre a mesma face do satélite fique visível para quem está na Terra. “Se ela não girasse em torno de si mesma, veríamos todos os seus lados ao longo de um mês. Para manter a mesma face voltada para o centro da órbita, ela precisa completar uma volta de 360° sobre o próprio eixo enquanto completa uma volta ao redor da Terra”, afirma João Batista Garcia Canalle, astrônomo e coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). 🌙 Por que o tempo de giro é igual? A Lua girava muito mais rápido antes. No entanto, a gravidade da Terra exerceu uma espécie de "fricção" constante sobre o satélite ao longo de milhões de anos. O "puxão" desigual: A gravidade da Terra atraía a Lua com tanta força que acabou deformando o satélite, criando um leve abaulamento (como se a Lua ficasse levemente esticada, em formato de ovo). O efeito de freio: Como a Lua girava rápido, esse "calombo" saía do alinhamento com a Terra. A gravidade do nosso planeta, então, puxava esse calombo de volta, agindo como um freio invisível. O ajuste final: Aos poucos, essa resistência foi diminuindo a velocidade de rotação da Lua. Esse processo de "frenagem" só se estabilizou quando os tempos se igualaram: 1 volta em torno de si mesma = 1 volta em torno da Terra. “Ao longo de muito tempo, a interação gravitacional entre a Terra e a Lua fez esse sistema evoluir para um estado mais estável”, diz José Lages, professor de física e coordenador de itinerários formativos do Colégio Andrews (RJ). 🌘 Lado oculto ou lado escuro? Um erro comum, cometido até pela banda Pink Floyd no álbum “The Dark Side of The Moon” (1973), é chamar a face escondida de "lado escuro da Lua". Na verdade, o lado oculto recebe tanta luz solar quanto o lado que vemos. Lado Oculto: É uma definição geográfica. A maior parte dessa face nunca pode ser vista diretamente da Terra. Lado Escuro: É uma definição de iluminação. Refere-se a qualquer parte da Lua que esteja passando pela noite lunar naquele momento. Durante a fase de Lua Nova, por exemplo, o lado que vemos da Terra está totalmente no escuro, enquanto o lado oculto está plenamente iluminado pelo Sol. 🌕 O que existe do outro lado da Lua? Segundo Canalle, o lado oculto: “quase não possui os famosos "mares" (aquelas manchas escuras de lava basáltica que vemos daqui); é muito mais acidentado e repleto de crateras de impacto; tem uma crosta mais espessa do que o lado voltado para nós”. Caio Britto, autor de física do Sistema de Ensino pH, explica que há várias hipóteses para explicar essas diferenças. “A mais atual e mais aceita é a que cada face sofreu níveis de aquecimento/resfriamento diferentes no início do nosso Sistema Solar. Essa diferença de temperatura fez com que houvesse mais cristalização no lado oculto, criando superfícies irregulares, e, no lado visível, as pedras e cristais foram derretidos e criaram uma superfície mais lisa e plana”, diz. 🚀 Qual a relação com a missão Artemis II da Nasa? Como a Lua é um corpo sólido e opaco, ela bloqueia as ondas de rádio vindas da Terra. Elas não conseguem chegar ao lado "oculto". Quando a cápsula Orion passar por trás da Lua, os astronautas ficarão sem comunicação direta com a Nasa por alguns minutos. Todo o “corpo” da Lua funcionará como um bloqueio aos sinais enviados da Terra — a “massa” do satélite natural ficará entre o ponto onde estarão os astronautas e o ponto da face visível da Lua, onde chegam as ondas de rádio. Será um isolamento total por um intervalo curto de tempo. Se tudo der certo, os tripulantes serão os primeiros humanos a verem o lado oculto com os próprios olhos desde a missão Apollo 17, em 1972. Eles poderão documentar detalhes geológicos que os satélites, mesmo com alta tecnologia, ainda tentam desvendar completamente.

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IA avança e pressiona iniciantes: estudo mede impacto da tecnologia nos empregos

Publicado em: 06/04/2026 12:18

Veja os vídeos que estão em alta no g1 A inteligência artificial já começa a ter efeitos mensuráveis sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos, segundo um levantamento do banco Goldman Sachs. De acordo com o estudo, trabalhadores em início de carreira são os mais afetados por essa transformação. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O banco estima que, desde o lançamento do ChatGPT, o avanço da inteligência artificial tenha reduzido o crescimento mensal da folha de pagamento do país em cerca de 16 mil vagas. O estudo também aponta um aumento de 0,1 ponto percentual na taxa de desemprego associado a esse processo. Segundo Elsie Peng, analista do Goldman Sachs, o impacto tem sido mais forte entre profissionais com menos experiência. “Grande parte do custo está recaindo sobre os trabalhadores menos experientes”, escreveu a analista no relatório. Para chegar às conclusões, a equipe do banco criou um sistema de pontuação que mede dois efeitos diferentes da inteligência artificial sobre o emprego: quando a tecnologia substitui trabalhadores e quando ela passa a complementar o trabalho humano. Os dois efeitos da IA no mercado de trabalho Nos casos de substituição, tarefas antes feitas por pessoas passam a ser realizadas por sistemas automatizados. Esse movimento tem sido mais evidente em áreas como atendimento telefônico, análise de sinistros de seguros e cobrança de contas. Nesses setores, o estudo aponta redução do número de empregados e aumento do desemprego. Por outro lado, há situações em que a inteligência artificial atua como ferramenta de apoio, ajudando profissionais a realizar tarefas com mais rapidez ou eficiência. Nesses casos, a tecnologia tende a reforçar a atividade humana em vez de substituí-la. Segundo o levantamento, esse efeito tem contribuído para o crescimento do emprego em áreas como educação, direito e gerenciamento de obras. “Os setores mais expostos ao uso da IA como ferramenta registraram aumento no emprego e leve redução nas taxas de desemprego, o que compensou parte das perdas observadas em outras áreas”, afirmou o banco. O Goldman Sachs também ressalta que o impacto total da inteligência artificial sobre o mercado de trabalho pode ser menor do que essas estimativas indicam. Isso porque os cálculos não consideram totalmente novos postos ligados ao desenvolvimento da própria tecnologia. Entre esses empregos estão, por exemplo, vagas associadas à construção de centros de dados e ao aumento da demanda por trabalhadores em setores que podem crescer com ganhos de produtividade impulsionados pela IA. Divulgação Professor e alunos utilizando inteligência artificial, ilustrando a nova rotina acadêmica. - Divulgação

Fiasco! NVIDIA é obrigada a remover seu vídeo do DLSS 5 após denúncia de direitos autorais

Publicado em: 06/04/2026 12:15 Fonte: Tudocelular

A NVIDIA enfrentou um problema inesperado após ter seu próprio vídeo do DLSS 5 removido do YouTube. A situação ocorreu após uma denúncia em massa de direitos autorais envolvendo o trailer da tecnologia. O caso começou quando uma emissora italiana utilizou trechos do vídeo em sua cobertura. Em seguida, um funcionário teria enviado uma série de notificações DMCA, levando o sistema da plataforma a derrubar todos os conteúdos relacionados, incluindo o material original da própria NVIDIA.Acabamos de entrar no segundo trimestre de 2026, mas já podemos considerar que o anúncio do DLSS 5 da NVIDIA se tornou um dos eventos mais vergonhosos do ano. Recebida com uma enxurrada de memes na internet, a tecnologia se tornou alvo de descrença entre os jogadores, manchando o histórico impecável das versões anteriores do DLSS. Clique aqui para ler mais

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Defesa da Terra: telescópio acha 11 mil asteroides e monitora o Sistema Solar

Publicado em: 06/04/2026 12:02 Fonte: Tudocelular

Em menos de um ano de atividade e ainda sem funcionar em sua capacidade máxima, o Observatório Vera C. Rubin já transformou a astronomia e a forma de observar o espaço. A mais recente análise de dados revela a descoberta de mais de 11 mil novos asteroides, um número expressivo que representa apenas uma fração do poder do equipamento de ponta instalado no Chile.A tecnologia do novo telescópio acelera o ritmo das descobertas a um nível sem precedentes, e os cientistas também conseguiram registrar mais de 80 mil objetos já conhecidos. A alta precisão do sistema permite rastrear corpos celestes que haviam sumido dos catálogos astronômicos por causa da incerteza de suas órbitas. O grande atrativo desta leva de dados para a segurança do planeta é a identificação de 33 objetos próximos da Terra, conhecidos pela sigla NEOs. Os pesquisadores monitoram estes corpos de forma constante devido à possibilidade de cruzarem a órbita terrestre. O maior deles possui cerca de 500 metros de largura, mas os especialistas descartam qualquer risco imediato de colisão com o nosso planeta.Clique aqui para ler mais

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Investidores pressionam Amazon, Microsoft e Google por gasto de água e energia em data centers nos EUA

Publicado em: 06/04/2026 11:02

Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas Gigantes de tecnologia como Amazon, Microsoft e o Google, da Alphabet, estão sendo pressionadas por investidores por causa do impacto ambiental de seus centros de dados nos Estados Unidos. As três empresas abandonaram recentemente projetos bilionários de data centers após oposição de comunidades locais. Agora, acionistas cobram mais transparência sobre o consumo de água e energia dessas operações. Segundo a agência de notícias Reuters, mais de uma dezena de investidores aumentaram a pressão antes das assembleias anuais, realizadas nesta primavera no hemisfério norte. Eles pedem dados mais detalhados sobre o consumo de água e as estratégias de conservação, em um momento em que as empresas ampliam a sua infraestrutura — impulsionada principalmente pelo avanço da inteligência artificial. A gestora Trillium Asset Management, por exemplo, com mais de US$ 4 bilhões sob gestão, apresentou em dezembro uma resolução à Alphabet pedindo esclarecimentos sobre como a companhia pretende cumprir suas metas climáticas diante da crescente demanda energética dos data centers. Em 2020, o grupo se comprometeu a cortar pela metade suas emissões e usar energia livre de carbono até 2030. No entanto, segundo a Trillium, as emissões aumentaram 51%, deixando investidores “no escuro” sobre como as metas serão atingidas. Uma proposta semelhante já havia obtido apoio de quase um quarto dos acionistas independentes no ano passado. Já a Green Century Capital Management afirmou que discute com a Nvidia a possibilidade de apresentar uma resolução para garantir que os ganhos de curto prazo com inteligência artificial não resultem em riscos climáticos e financeiros no longo prazo. Como funciona um data center? E por que ele pode consumir tanta energia e água? Uso de água entra no radar O consumo de água virou um dos principais pontos de atenção. Em 2025, data centers na América do Norte usaram quase 1 trilhão de litros de água, segundo a consultoria Mordor Intelligence — volume próximo à demanda anual da cidade de Nova York. Empresas como Meta, Google, Amazon e Microsoft passaram a adotar sistemas de resfriamento em circuito fechado, que consomem menos água. Ainda assim, os dados divulgados são inconsistentes. A Meta informou o consumo apenas em instalações próprias — sem incluir unidades alugadas ou em construção. Entre 2020 e 2024, o uso de água da empresa cresceu 51%, alcançando 5.637 megalitros, o suficiente para abastecer mais de 13 mil casas por um ano. Já o Google divulgou dados de unidades próprias e alugadas, mas não das operadas por terceiros. Amazon e Microsoft apresentaram números totais, sem detalhamento por unidade. Segundo investidores, esse nível de detalhamento é essencial para avaliar riscos operacionais e a capacidade das empresas de gerenciar impactos ambientais — incluindo iniciativas para reposição de água. Um porta-voz da Amazon afirmou que a empresa vem ampliando a divulgação de dados específicos por unidade e que está comprometida em ser uma “boa vizinha”, investindo em eficiência energética e redução do consumo de água. Pressão por transparência local Para analistas, ainda falta clareza sobre os impactos nas comunidades. “Não vimos divulgação suficiente sobre o consumo de água e seus efeitos locais”, disse Jason Qi, da Calvert Research and Management. A Microsoft afirmou que sustentabilidade é um “valor central” e que trabalha para enfrentar desafios ambientais com soluções de longo prazo. O Google não comentou, e a Meta não respondeu aos pedidos. Já Dan Diorio, vice-presidente da Data Center Coalition, disse que o engajamento com comunidades virou prioridade. “Ser transparente sobre o uso de água e energia é essencial para que moradores entendam que os projetos não vão pressionar recursos locais”, afirmou. Logo do Google em uma convenção de tecnologia em Paris, na França, em 25 de maio de 2018 CHARLES PLATIAU/Reuters

Volkswagen lança T-Cross Seleção por R$ 129.990; veja tudo da edição limitada do SUV

Publicado em: 06/04/2026 11:00

Volkswagen T-Cross Seleção: SUV será vendido só até a Copa Enquanto o Brasil inteiro discute se Neymar deve ir à Copa do Mundo, a Volkswagen lança o T-Cross Seleção. A edição limitada do SUV custa R$ 129.990 e será vendida até o começo da competição. A nova versão usa como base a Sense, destinada a compradores corporativos. O motor é 1.0 turbo flex, com 128 cavalos e torque de 20,4 kgfm. O câmbio é automático de seis marchas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A lista de equipamentos de série tem como destaques ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos, faróis e lanternas de LED, painel de instrumentos digital, multimídia de 10,1 polegadas, freios a disco nas quatro rodas, volante com comandos, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, seis airbags e assistente de partida em rampa. Volkswagen T-Cross Seleção 2026 divulgação / Volkswagen Uma das novidades está escondida nos pneus Pirelli. Eles contam com a tecnologia Seal Inside, que evita o esvaziamento em caso de furo na banda de rodagem. Uma massa colada dentro do pneu consegue preencher um eventual furo. Esse material "abraça" o causador do estrago e impede a perda de ar. A tecnologia funciona com objetos de até 4 milímetros de diâmetro. Volkswagen T-Cross Seleção 2026 divulgação / Volkswagen Canarinho só na picape A Volkswagen tem uma cor marcante chamada Amarelo Canário. Porém, ela está reservada para a nova picape da marca, a Tukan. A novidade aqui é o azul Norway, que não está disponível na versão Sense do T-Cross. Não gostou desse tom? O Seleção também pode ser branco, preto ou cinza. As rodas de liga leve têm 17 polegadas e já são conhecidas da versão Comfortline. As maçanetas são pretas, e as capas dos retrovisores também. Na porta, um adesivo com a palavra ‘seleção’ vem acompanhado de cinco estrelas. Na tampa traseira, o nome do Brasil vem junto com o logo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O T-Cross Seleção é discreto, e a mesma filosofia se repete no interior. Volkswagen T-Cross Seleção 2026 divulgação / Volkswagen Esquema campeão Em ano de Copa do Mundo, todo brasileiro vira técnico da Seleção. E o T-Cross vem com um detalhe para quem gosta de dar pitaco em esquema tático. Na soleira da porta do lado esquerdo, aparecem cinco esquemas táticos com os números 58, 62, 70, 94 e 02. Dá para ver o Brasil de 1970 com quatro camisas 10 juntos: Pelé, Tostão, Rivelino e Gerson. E o futebol pragmático do técnico Carlos Alberto Parreira em 1994, com duas linhas de quatro jogadores na defesa e no meio-campo. Formação táticas dos times campeões do mundo pelo Brasil divulgação / Volkswagen E os três zagueiros Lúcio, Roque Júnior e Edmílson postados para encarar a Alemanha na final de 2002. Na verdade, Edmílson ficava na sobra, como líbero, e compunha o meio-campo na transição com a bola... Olha eu dando uma de técnico. Na outra soleira de porta, a frase "gigantes pela própria natureza" faz alusão ao hino nacional. Os tapetes têm costura azul e discreta etiqueta amarela "seleção". As pedaleiras em alumínio são emprestadas da versão Highline. Pedaleiras do Volkswagen T-Cross Seleção 2026 divulgação / Volkswagen Vale convocação Será que o T-Cross Seleção merece ser convocado para a sua garagem? A maioria dos itens é estética, com exceção dos pneus, que antes só estavam na versão Extreme, e das rodas maiores. No T-Cross Sense, elas usam calotas e têm 16 polegadas. O preço de R$ 129.990 pode fazer muito cliente voltar a pensar na Seleção. No portfólio da Volkswagen, o próximo T-Cross é o 200 TSI, por R$ 161.490. É verdade que aí a lista de equipamentos fica bem mais generosa. O T-Cross Seleção perde de 7 a 1 nesse quesito para o irmão mais caro. O 200 TSI vem, por exemplo, com ACC e frenagem de emergência. O T-Cross Seleção vai chamar a atenção de quem busca um SUV econômico, com bom preço e com a esperança de marcar a conquista do hexa. Ficha técnica Motor: 1.0 turbo, quatro cilindros em linha, flex Potência: 128 cavalos (etanol) / 116 cavalos (gasolina) Torque: 20,4 kgfm (etanol e gasolina) Tanque de combustível: 49 litros Câmbio: Automático 6 marchas Tração: Dianteira Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Direção: Elétrica Freios: Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira) Consumo gasolina: 12,1 km/l (cidade) e 14,5 km/l (estrada) Consumo etanol: 8,5 km/l (cidade) e 10,2 km/l (estrada) 0 a 100 km/h: 10 segundos Velocidade máxima: 192 km/h Comprimento: 4,29 m Largura: 1,76 m Altura: 1,57 m Entre-eixos: 2,65 m Peso: 1.259 kg Volkswagen T-Cross Seleção 2026 divulgação / Volkswagen

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EUA precisaram destruir 2 aviões C-130 com defeito durante resgate de piloto no Irã; conheça o modelo

Publicado em: 06/04/2026 10:57

Avião C-130 Hercules da Força Aérea dos Estados Unidos. Foto de 2020. Jon Alderman/Guarda Navional dos EUA O Exército dos Estados Unidos precisou destruir dois aviões de carga C-130 que apresentaram defeitos durante um resgate de alto risco a um piloto realizado no Irã durante o final de semana. A informação foi revelada por fontes militares dos EUA a jornais do país e agências de notícias internacionais. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp As aeronaves foram destruídas pelas tropas dos EUA por conta de um imprevisto durante a operação de resgate ao piloto do jato: elas apresentaram um defeito mecânico quando iriam deixar o território iraniano. As tropas são orientadas a destruir os equipamentos que precisam deixar para trás em missões desse tipo, para que o inimigo não se aproveite das peças ou tente copiar a tecnologia. O C-130 Hercules é um dos aviões militares mais utilizados no mundo, e seu custo unitário gira em torno de US$ 30 milhões (cerca de R$ 154,5 milhões) —modelos mais avançados podem chegar a custar até US$ 75 milhões (R$ 386 mi). Conheça abaixo o modelo: Fabricante: Lockheed Martin (dos EUA); Altura: 11,7 m; Envergadura: 40,4 m; Comprimento: 29,8 m; Peso máximo de decolagem: 75 ton; Carga máxima: 21,8 ton; Velocidade máxima: 593 km/h; Alcance previsto no tanque: 3.800 km; Há divergências entre o modelo exato do avião destruído no Irã. Enquanto jornais dos EUA e a agência de notícias AP falam em "aviões C-130", a agência Reuters mencionou o "MH-130", que é uma pequena variação no modelo. Os dados acima são do C-130 Hercules porque é a variante citada pelo maior número de fontes. Resgate de piloto americano no Irã foi dramático O Exército dos EUA possui atualmente mais de 350 aviões C-130, incluindo todas as variantes, entre Força Aérea, Guarda Costeira e Marinha. Essas aeronaves estão espalhadas ao redor do mundo e têm como principal propósito transporte de carga e de tropas. O C-130 começou a ser desenvolvido na década de 1950, durante a Guerra da Coreia, e surgiu da necessidade do Exército dos EUA ter uma aeronave capaz de transportar tropas e cargas, operando em locais com pouca infraestrutura. Conhecido pela resistência e versatilidade, o C-130 pode operar em pistas curtas, irregulares ou em condições extremas. Há versões adaptadas para pouso na neve e no gelo, utilizadas em regiões como Groenlândia e Antártida. Ao todo, mais de 60 países operam alguma versão da aeronave, desenvolvida em mais de 70 variantes diferentes. No Brasil, a Força Aérea Brasileira utilizou o C-130 Hércules entre 1965 e 2024. A frota foi substituída pelo KC-390 Millennium. Aeronaves C-130 estiveram envolvidas em acidentes recentes pelo mundo, que ainda estão em investigação pelas respectivas autoridades. Em março, uma aeronave caiu na Colômbia e matou ao menos 69 pessoas. Em fevereiro, outro avião esteve envolvido em um acidente na Bolívia que deixou 20 mortos. LEIA TAMBÉM: Irã e EUA rejeitam proposta de cessar-fogo apresentada pelo Paquistão, dizem agências SANDRA COHEN: Palavrões proferidos por Trump revelam mais desespero do que ameaça ao Irã Israel volta a atacar complexo petroquímico de South Pars, no Irã Veja os vídeos que estão em alta no g1 Avião C-130J Hercules da Força Aérea dos Estados Unidos. Foto de 2025. Tristan Truesdell/Força Aérea dos EUA

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Veja como os astronautas da Artemis II tomam banho e se exercitam no espaço

Publicado em: 06/04/2026 10:49

Imagens mostram astronautas tomando banho e malhando no espaço Acontece nesta segunda-feira o momento mais importante da missão Artemis II: o sobrevoo lunar. Até chegar a essa etapa, porém, os quatro astronautas precisam encarar a rotina dentro dos apenas 9 m² da cápsula da espaçonave. Imagens divulgadas pela NASA mostram o dia a dia a bordo, com a tripulação trabalhando, se higienizando, comendo e até praticando exercícios físicos (veja no vídeo acima). 🌕 Os Estados Unidos retomaram o seu programa lunar com a missão Artemis II, expedição ao satélite lançada na quarta-feira (1º) após mais de meio século. Astronauta se limpa durante missão Artemis II Reprodução/Fantástico Qual o objetivo da missão Artemis II? Sônia Bridi mostra por que a Missão Artemis II é tão importante O principal alvo dessas missões é o polo sul da Lua. A região concentra indícios de água, considerado um recurso fundamental para o futuro da exploração espacial. 💧 A presença de água torna possível não apenas a permanência de astronautas, mas também a produção de oxigênio e combustível, abrindo caminho para missões mais longas e até para viagens a Marte. Simulação de atividades da Nasa na Lua Reprodução/TV Globo A estratégia envolve permanecer na Lua. A ideia é construir uma base de forma gradual, ampliada ao longo dos anos. Inicialmente, a estrutura deve funcionar com energia solar. Mais adiante, há a previsão de uso de um reator nuclear. Antes da chegada de astronautas, robôs serão enviados para preparar o terreno e instalar os primeiros equipamentos. 🔭 Além da sobrevivência humana, a Lua é vista como um grande laboratório científico. No lado oculto, onde a interferência da Terra não chega, telescópios poderiam observar o universo com mais precisão. A expectativa é enxergar mais longe e captar sinais do cosmos, em busca de respostas sobre a origem e a possibilidade de vida fora da Terra. 🗺️ A nova fase da exploração lunar também tem objetivos estratégicos. Depois de décadas sem missões tripuladas, a retomada acontece em meio a uma disputa geopolítica. A China avança rapidamente no espaço, já realiza voos tripulados há mais de vinte anos, tem sua própria estação espacial e enviou robôs ao lado oculto e ao polo sul da Lua. Os Estados Unidos planejam pousar na região em 2028; a missão tripulada chinesa deve ocorrer dois anos depois. A corrida não se limita a governos. Empresas privadas entraram no jogo, interessadas em recursos minerais. ⚛️ Um deles é o hélio-3, abundante na Lua e raro na Terra. Estima-se que o satélite tenha quantidade suficiente para produzir até dez vezes mais energia do que todo o petróleo, carvão e gás disponíveis no planeta. Um quilo do material custa mais de R$ 30 milhões, e volumes pequenos, aliados ao alto valor, tornariam viável a mineração lunar. O hélio-3 é apontado como combustível para reatores de fusão nuclear, tecnologia que pode mudar radicalmente a forma como o mundo produz energia. A corrida por esses reatores envolve países e empresas privadas e conecta diretamente a exploração da Lua ao futuro energético da Terra. No fim, a retomada do programa lunar levanta questões que vão além da ciência: quem vai controlar esses recursos, como será essa exploração e quem chegará primeiro. Por enquanto, tudo começa com o desafio mais imediato — garantir que missões tripuladas consigam ir, cumprir seus objetivos e voltar em segurança, abrindo caminho para uma nova era fora do planeta. Missões na Lua visam a exploração do universo e de recursos naturais Reprodução/TV Globo 🎧 Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

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Hubee e Favoo conectam estudantes da graduação à prática do agro na Amaggi

Publicado em: 06/04/2026 10:41

Alunos de Ciências Contábeis e Administração da Favoo durante visita técnica à Fazenda Carolinas, da Amaggi. Acervo O Hubee, hub de inovação das cooperativas Sicoob Credisul e Escola e Faculdade Favoo promoveram uma agenda integrada com a Amaggi, envolvendo uma visita técnica à Fazenda Carolinas e a recepção dos representantes da empresa no ambiente de inovação em Vilhena. A visita à Fazenda Carolinas contou com a participação de alunos dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Favoo, proporcionando contato direto com a operação de uma das maiores empresas do agronegócio. A programação incluiu conteúdos sobre segurança e instruções práticas, apresentação institucional e employer branding, sustentabilidade, áreas técnicas, controle agrícola, agricultura digital, planejamento e controle de manutenção, armazém, almoxarifado e pesquisa. A experiência permitiu aos participantes compreender como diferentes áreas se articulam para garantir eficiência operacional, uso estratégico de tecnologia e gestão integrada em larga escala. Dando continuidade à conexão, o Hubee recebeu a visita dos engenheiros agrícolas José Cássio Sousa dos Santos e João Marcos Rodrigues de Macedo, responsáveis pelo setor de agricultura digital da Amaggi. Durante o encontro, eles apresentaram e demonstraram tecnologias utilizadas na Fazenda Carolinas, compartilhando soluções com startups e empresas que fazem parte do ecossistema do Hubee. A iniciativa reforça a atuação do Hubee na conexão entre educação, mercado e inovação, promovendo experiências que aproximam estudantes e empresas de contextos reais, tecnologias aplicadas e novas possibilidades de desenvolvimento no território. Sobre a Favoo, uma cooperativa educacional Fundada em 2006, a Cooperativa Educacional de Vilhena é mantenedora da escola e da faculdade Favoo, com mais de 1.100 alunos. Desde 2019 é campeã no Enem no Estado e desde 2012 no município de Vilhena. Devido ao formato de cooperativa, a instituição reinveste todo seu resultado financeiro em infraestrutura e treinamento, o que garante o altíssimo nível de qualidade educacional e das instalações. Em parceria com a Sicoob Credisul a Favoo acaba de inaugurar um Hub que passou a compor o complexo da Favoo, instalada numa área de 60 mil metros quadrados. A faculdade oferece os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Direito, que tem nota máxima do MEC, e a escola recebe alunos a partir dos dois anos de idade. FAVOO conecta estudantes da graduação à prática do Agronegócio

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Assinatura recortada e sentença privada: como suspeitos montaram golpe bilionário na herança do fundador do grupo Objetivo

Publicado em: 06/04/2026 10:26

A história inventada para tentar roubar parte de uma fortuna bilionária. Uma história construída com documentos falsos, decisões jurídicas controversas e personagens com passagens pela polícia levou autoridades a investigar uma tentativa de golpe de quase R$ 1 bilhão contra o espólio do empresário João Carlos Di Genio, fundador do grupo Unip/Objetivo. Di Genio morreu em fevereiro de 2022, aos 82 anos, deixando uma herança estimada em R$ 16 bilhões. Três meses depois, uma empresa desconhecida da família apresentou uma cobrança milionária com supostos contratos que traziam a assinatura dele. Segundo as investigações, o grupo usou contratos fictícios, assinaturas manipuladas digitalmente e até uma sentença arbitral para tentar dar aparência legal à cobrança milionária. A base do esquema era um suposto contrato de compra de 448 lotes em Piraju, no interior de São Paulo. O documento indicava que Di Genio teria adquirido as áreas anos antes de morrer, com o objetivo de expandir uma universidade. O valor inicial da cobrança era de R$ 635 milhões. Wagner Rossi Silva, dono da Fonamsp Reprodução/TV Globo Peritos, no entanto, identificaram indícios de fraude. De acordo com investigadores, a assinatura do empresário foi retirada de documentos autênticos e inserida digitalmente no contrato falso — uma técnica descrita como “recorte e colagem” com uso de tecnologia. “Eles pegavam uma assinatura verdadeira e inseriam em um documento fictício, retroagindo a data para quando ele ainda estava vivo”, afirmou um dos investigadores do caso. A cobrança foi apresentada à família por meio de uma empresa ligada a Luís Teixeira da Silva Júnior, que já havia sido investigado anteriormente por uso de documentos falsos. A defesa dele afirma que ele passou a integrar a empresa depois da assinatura do contrato e nega irregularidades. Sem apresentar os documentos originais solicitados pela família, o grupo recorreu a outro caminho: acionou uma câmara arbitral para validar a dívida. O ex-policial Rubens Maurício Bolorino Reprodução/TV Globo Após a família solicitar os documentos originais da suposta venda, que nunca foram apresentados, a empresa responsável pela cobrança, a Colonizadora, entrou na Justiça. Em seguida, os suspeitos recorreram a outro mecanismo: uma sentença de câmara arbitral que determinava o pagamento da dívida, agora elevada para quase R$ 1 bilhão. ⚖️ A câmara arbitral funciona como uma espécie de justiça privada. Em vez de levar o caso aos tribunais, mais demorados, as partes escolhem um árbitro para tomar a decisão. A sentença arbitral tem o mesmo valor de uma decisão judicial. ➡️ A câmara arbitral usada no esquema foi a Fonamsp (Fórum de Negócios e Finanças Internacionais e Nacionais por Arbitragem e Mediação), cujo dono é Wagner Rossi Silva, que tem passagens pela polícia por tráfico de drogas, estelionato e crimes contra o patrimônio. A arbitragem é um mecanismo legal no Brasil e permite que conflitos sejam resolvidos fora da Justiça comum. João Carlos Di Genio, fundador do grupo Unip/Objetivo Reprodução/TV Globo Sequência do golpe Segundo a investigação, a decisão foi tomada sem a participação da viúva de Di Genio. O grupo alegou que ela havia sido notificada três vezes, mas não compareceu. A polícia afirma, porém, que as notificações também foram fraudadas — incluindo a falsificação da assinatura de um porteiro. Especialistas apontam que a falta de fiscalização prévia sobre câmaras arbitrais pode abrir brechas para fraudes. Em nota, o Conselho Nacional de Justiça informou que essas entidades não são credenciadas pelo Judiciário, embora suas decisões possam ser revistas posteriormente pelos tribunais. Para reforçar a aparência de legalidade, os documentos também incluíam testemunhas. Entre elas, estava Rubens Maurício Bolorino, ex-policial civil com histórico criminal e investigações relacionadas ao tráfico internacional de drogas. De acordo com a polícia, o grupo atuava de forma organizada e explorou vulnerabilidades do sistema para tentar obter vantagem sobre uma herança estimada em R$ 16 bilhões. O inventário ainda não foi concluído. Durante as buscas, agentes encontraram o que descreveram como uma estrutura de fachada ligada ao esquema. A sede da câmara arbitral, segundo os investigadores, funcionava como um “showroom vazio”, sem sinais de atividade real. Os suspeitos são investigados por estelionato, falsidade ideológica, organização criminosa e tentativa de induzir a Justiça ao erro. Segundo o Ministério Público, também são suspeitos: Anani Cândido de Lara: sócio da empresa, teria participado da montagem dos documentos e contratos; Patricia Alejandra Ormart Barreto: teria simulado notificações sem conhecimento do espólio; Camila Mariana Alejandra Piaggio Nogueira Ormat: teria ajudado na formalização dos contratos; Carlos Xavier Lopes: ligado ao núcleo financeiro, atuaria para esconder a origem dos valores; Aline Cordeiro de Oliveira Boaventura: teria atuado como "juíza arbitral" em decisão simulada. Até o momento, apenas um suspeito foi preso: Jorge Alberto Rodrigues de Oliveira, apontado como facilitador. Outros oito investigados estão foragidos. O advogado da Fonamsp, Guilherme Amaral, afirma que procurou o Ministério Público e a Polícia Civil para esclarecer a situação. A defesa de Luiz Teixeira disse que ele entrou na empresa imobiliária depois que o contrato dos terrenos teria sido firmado com Di Genio, e que a perícia nos documentos não é oficial, mas contratada pela família do empresário. Afirma ainda que ele segue à disposição da Justiça para todos os esclarecimentos. A viúva de Di Genio afirmou, em nota, que confia nas investigações. A defesa dos demais citados não foi localizada ou não se manifestou até a última atualização desta reportagem. LEIA TAMBÉM Empresário alvo de operação por tentar desviar herança da Unip já foi investigado por falsificar laudo contra Boulos Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

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