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Ibovespa dispara 12% em janeiro e tem terceira maior alta mensal em 16 anos

Publicado em: 30/01/2026 19:50

Painel mostra variação de mercado na B3, em São Paulo. Amanda Perobelli/Reuters Com valorização de 12,56% em janeiro, o Ibovespa registrou sua terceira maior alta mensal desde 2010, segundo levantamento de Einar Rivero, da consultoria Elos Ayta. O resultado fica atrás apenas de março de 2016, quando o principal índice da bolsa avançou 16,97%, e de novembro de 2020, que teve alta de 15,90%. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O Ibovespa encerrou esta sexta-feira (30) em queda de 0,97%, aos 181.364 pontos. Ainda assim, o recuo não foi suficiente para apagar os ganhos: além do avanço no mês, o índice acumula valorização de 42,90% em 12 meses. Para analistas do mercado, não se trata de empolgação passageira. A expectativa é que o Ibovespa mantenha o fôlego e encerre 2026 com desempenho sólido, apoiado em fatores econômicos relevantes ao longo dos próximos meses. Entre os principais vetores estão os possíveis cortes de juros no Brasil e nos Estados Unidos — movimentos que, se confirmados, tendem a favorecer ativos de maior risco, como as ações negociadas em bolsa. Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 Além disso, as ofensivas geopolíticas do presidente americano, Donald Trump, têm gerado instabilidade e receio nas economias desenvolvidas, levando investidores a buscar mercados emergentes, como o brasileiro. Mas o cenário não é garantia de resultados: os mesmos fatores de incerteza que favorecem o mercado brasileiro podem, a depender dos desdobramentos, frear ou reverter a alta. Nesse contexto, pesam especialmente a imprevisibilidade de Trump e o cenário eleitoral no Brasil. Entenda abaixo como cada um desses pontos impacta os mercados e o que esperar para o Ibovespa em 2026. Juros no radar e o Brasil como 'porto seguro' O Banco Central do Brasil (BC) sinalizou que vai começar a reduzir a Selic em março. A projeção do mercado financeiro é que a taxa básica de juros, atualmente no maior nível em quase 20 anos, caia 2,75 pontos percentuais até o fim de 2026, passando de 15% para 12,25% ao ano. Nos EUA, também há expectativa de corte nos juros até o fim deste ano. Em 2025, o Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, cortou a taxa três vezes, reduzindo o referencial à faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, o menor patamar desde setembro de 2022. 🔎 Na prática, juros menores nos EUA diminuem o rendimento das Treasuries, os títulos do governo americano, que são vistos como os investimentos mais seguros do mundo. O movimento faz investidores buscarem aplicações mais rentáveis em mercados emergentes. Nesse cenário, o Brasil tem se destacado, favorecendo a bolsa e o real. “Juros mais baixos tornam outros ativos mais atrativos, como as ações. Esse é um lado importante da balança”, explica André Galhardo, economista-chefe da consultoria Análise Econômica. O especialista reforça que os riscos geopolíticos intensificados por Trump — como a ofensiva na Venezuela, que resultou na prisão do líder Nicolás Maduro, e as ameaças de anexação da Groenlândia — têm tornado o Brasil um “porto seguro”, com potencial de boa rentabilidade para investidores. O g1 já mostrou que a bolsa brasileira passou a ser vista como relativamente barata e com maior potencial de retorno. Com investimentos no exterior oferecendo ganhos menores, investidores têm antecipado compras de ações de empresas brasileiras, em busca de valorização. Entrada de estrangeiros Ricardo Peretti, estrategista da Santander Corretora, destaca que o investimento internacional tem desempenhado papel preponderante no mercado interno. Em 2025, investidores não residentes no Brasil aplicaram R$ 25,4 bilhões em compras líquidas na bolsa de valores brasileira, lembra o economista. “Em 2026, até 20 de janeiro, esses investidores já somam R$ 8,7 bilhões líquidos em compras de ações brasileiras." “Ou seja, o investidor estrangeiro segue sendo o principal responsável pela valorização do mercado local nos últimos meses. Se a rotação de recursos globais para mercados emergentes continuar, a probabilidade de o índice local renovar máximas é grande”, acrescenta. Mas o que pode azedar os ânimos? Para economistas, a palavra que deve resumir o Ibovespa em 2026 é volatilidade. Embora as projeções ainda apontem para um saldo positivo, o sobe e desce da bolsa deve ganhar protagonismo diante do fator Trump e do calendário eleitoral brasileiro, em outubro. André Galhardo, da Análise Econômica, destaca que investidores não avaliam apenas o potencial de valorização das empresas listadas, mas também os riscos no radar. “Tudo isso pode afetar o ambiente de negócios e trazer problemas para algumas companhias. Esse é o outro lado da balança, com potencial de impacto negativo”, analisa. Dyego Galdino, CEO da Global 360 Invest, segue a mesma linha. Ele reforça que a política comercial do republicano, por meio de ameaças e aplicação de tarifas, pode gerar pressão inflacionária global e afetar os preços das commodities. “Os resultados das grandes empresas podem desacelerar, deixando o mercado dependente das expectativas em relação às empresas de tecnologia”, diz. Rafael Costa, fundador da Cash Wise Investimentos, lembra que a alta de 34% do Ibovespa em 2025 foi puxada exclusivamente por fatores externos e que o Brasil, apesar do bom desempenho da bolsa, segue enfrentando problemas fiscais — ou seja, dificuldades nas contas públicas. 🔎 A preocupação com os cofres públicos brasileiros ganhou destaque nos últimos anos, mas acabou ficando temporariamente “na gaveta”, enquanto o mercado passou a acompanhar com mais otimismo a redução dos juros nos EUA e os preços ainda baixos das ações brasileiras. Por isso, "alguns países tiveram resultados muito melhores do que o Brasil, como Polônia, Coreia do Sul e a própria Colômbia”, diz Costa, ao indicar os riscos fiscais do país como um desafio. O peso das eleições As eleições devem ter papel central na volatilidade da bolsa e do dólar. Para especialistas, a oscilação do Ibovespa em dezembro funcionou como um termômetro do que o mercado deve acompanhar neste ano. Naquele mês, o anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, por exemplo, fez o dólar disparar e a bolsa recuar mais de 4% em apenas um dia. 🔎 Para o mercado, a escolha dificulta a convergência em torno de um candidato de centro-direita — como Tarcísio de Freitas, visto como mais competitivo para unificar a direita e enfrentar Lula (PT) — e amplia a incerteza sobre ajustes fiscais mais consistentes. Em janeiro, porém, novas pesquisas eleitorais colocaram Flávio Bolsonaro em segundo lugar na disputa e mostraram que a vantagem de Lula em um eventual segundo turno diminuiu. O movimento contribuiu para a queda do dólar e a alta do Ibovespa. Rafael Costa, da Cash Wise Investimentos, avalia que a Faria Lima não está preocupada necessariamente com o nome do vencedor, mas com os rumos da economia no próximo governo. "Porém, é difícil esperar mudanças econômicas do atual presidente. Então, a reeleição de Lula pode causar uma quebra de expectativa no mercado", diz. Já André Galhardo, da Análise Econômica, acredita que um ajuste nas contas públicas é necessário — e, por isso, deverá ser anunciado no início de 2027, independentemente do presidente eleito. "A Faria Lima tende a acreditar que uma reforma nas despesas é mais provável em governos de direita. Mas qualquer vencedor terá de adotar uma política de contenção de gastos, o que pode impactar positivamente o dólar e o mercado de ações no Brasil", diz. Até onde o Ibovespa pode ir? Caso o cenário positivo prevaleça, há espaço para que o principal índice da B3 ultrapasse, pela primeira vez, os 200 mil pontos, segundo as projeções mais animadoras. Analistas do Itaú BBA, por exemplo, avaliam que o Ibovespa pode encerrar o ano aos 185 mil pontos. Em uma leitura mais otimista, o índice poderia superar os 252 mil pontos. A Santander Corretora, por sua vez, projeta que o índice alcance 195 mil pontos ao fim de 2026, com sucessivas renovações de recordes ao longo do ano. Rafael Costa, da Cash Wise, destaca que o índice não deve avançar de forma linear, em razão da volatilidade do mercado. “Onde o Ibovespa vai parar? Aos 180 mil, 200 mil, 250 mil pontos? Ninguém sabe. Mas, sim, há uma grande possibilidade de o mercado continuar avançando neste ano”, afirma. Relembre o que fez a bolsa disparar em 2025 Segundo especialistas ouvidos pelo g1, o bom desempenho da bolsa brasileira no ano refletiu, sobretudo, os seguintes fatores: Cortes de juros nos EUA, com expectativa de novas reduções em 2026; Realocação de investimentos em meio a incertezas sobre as contas públicas e a política econômica de Donald Trump nos EUA, o que favoreceu ativos brasileiros; Expectativa de cortes de juros no Brasil, com o mercado de olho em 2026; Maior resiliência do Brasil nas tensões comerciais com os EUA, reduzindo impactos sobre empresas exportadoras; Ações de empresas brasileiras ainda negociadas abaixo dos níveis pré-pandemia, o que atraiu investidores; Expectativa de mudanças no cenário político, em especial na condução das contas públicas, com a proximidade das eleições de 2026.

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Mostra com 80 obras de mais de 20 artistas mulheres da Amazônia estreia em Belém

Publicado em: 30/01/2026 19:43

Obra de performance de Rafa Bqueer integra a exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas” Rafa Bqueer A produção artística de mulheres amazônicas ocupa o centro da cena em Belém a partir desta quinta-feira (30), com a abertura da exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”, na CAIXA Cultural Belém. Em cartaz até 8 de março, a mostra reúne cerca de 80 obras e propõe um olhar amplo sobre a criação feminina na Amazônia, articulando arte, território, memória, ancestralidade e experimentação contemporânea. O percurso expositivo apresenta trabalhos de 21 artistas da região Norte, de diferentes gerações, linguagens e trajetórias. Estão reunidas obras de Renata Aguiar, Keila Sankofa, Lúcia Gomes, Elaine Arruda, Elieni Tenório, Nina Matos, Diná Oliveira, Sanchris, Lise Lobato, Barbará Savannah, Rafaela Moreira, Rafaela Kennedy, Val Sampaio, Rafa Bqueer e Cristiane Martins, do Pará; Auxiliadora Zuazo, Rita Loureiro, Auá Mendes e Wira Tini, do Amazonas; e Yaka Huni Kuin e Rita Huni Kuin, do Acre. Juntas, elas constroem um panorama que atravessa pintura, gravura, escultura, fotografia, performance, arte digital, videoarte e registros históricos. Com curadoria de Sissa Aneleh, a exposição adota um recorte decolonial que valoriza as narrativas produzidas a partir dos próprios territórios amazônicos. As obras abordam temas como corpo, gênero, identidade, cultura indígena, história afro-brasileira, tecnologias ancestrais, afetividade e artivismo, tensionando estereótipos e deslocando a Amazônia do lugar de paisagem para o de linguagem, suporte e potência estética. Ao longo da mostra, o público também tem acesso a uma programação educativa e formativa gratuita. Estão previstas oficinas presenciais de economia criativa voltadas à formação técnica e profissional de mulheres que atuam — ou desejam atuar — nas artes visuais, abrangendo áreas como produção executiva, projetos coletivos e montagem de exposições. Para o público infantojuvenil, a programação inclui vivências sensoriais inspiradas em sementes e sons da natureza amazônica, estimulando outras formas de percepção ambiental por meio da arte. Outro eixo da exposição articula artes visuais, tecnologia e inovação. Um espaço imersivo permite que parte das obras seja acessada em ambiente virtual, por meio de realidade expandida, com visitas em 360 graus e interações digitais. Nesse circuito, o público também participa da ativação coletiva “Mensagem para a Amazônia”, deixando registros audiovisuais sobre a importância da preservação ambiental, que passam a integrar a obra ao longo da itinerância. Depois de Belém, “Amazônicas: Poéticas Femininas” segue para outras capitais brasileiras, ampliando o alcance das produções e fortalecendo a presença das artistas amazônicas no circuito nacional de artes visuais. A exposição é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras, por meio da Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres, realização do Governo do Brasil e apoio da CAIXA. Serviço 📍 Amazônicas: Poéticas Femininas 📅 30 de janeiro a 8 de março de 2026 📍 CAIXA Cultural Belém, no Porto Futuro II 📲 Informações e inscrições: Instagram: @museudasmulheres 📲 Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.

Palavras-chave: tecnologia

Prefeitura de Duque de Caxias derruba monumento de Oscar Niemeyer para instalar torre de segurança

Publicado em: 30/01/2026 19:41

Prefeitura de Duque de Caxias derruba monumento de Oscar Niemeyer para instalar torre de segurança Um monumento projetado por Oscar Niemeyer foi derrubado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, para a instalação de uma torre de segurança com câmeras e tecnologia de inteligência artificial. A obra, intitulada Movimento do Trabalhador, ficava às margens da Rodovia Washington Luís e foi construída em 2006. Segundo a prefeitura, a retirada do monumento foi necessária por causa da grande movimentação na área, onde seria instalada a estrutura de monitoramento. Após questionamentos, o município informou que ainda pretende instalar uma segunda torre de segurança no local, mas não esclareceu se ela poderia ser posicionada em outro ponto próximo, sem a derrubada da obra. Em nota, a prefeitura afirmou que, antes da remoção, foi realizada uma pesquisa técnica que não identificou qualquer tipo de tombamento do monumento em âmbito federal, estadual ou municipal. Prefeitura de Duque de Caxias derruba monumento de Oscar Niemeyer para instalar torre de segurança Reprodução/TV Globo A destruição da obra gerou críticas de moradores da cidade, que registraram imagens dos escombros e manifestaram indignação nas redes sociais. De acordo com Kadu Niemeyer, neto do arquiteto, a obra foi uma das primeiras a utilizar concreto branco, material pouco comum à época. “Na época em que essa obra foi construída não se usava o concreto branco. Era uma coisa rara, foi um dos primeiros projetos em que se usou o concreto branco. Quando não entendemos o valor do que temos, perdemos mais do que um prédio, perdemos história e referência”, afirma o neto. Essa não é a primeira polêmica envolvendo a Prefeitura de Duque de Caxias e obras de Niemeyer. Em 2021, a marquise do Teatro Raul Cortez, no Centro, foi fechada com tijolos, o que descaracterizou o projeto original. Na ocasião, a prefeitura afirmou que a intervenção atendia a uma exigência do Corpo de Bombeiros e que tinha autorização do escritório de Niemeyer. O bisneto do arquiteto, Paulo Niemeyer, negou a autorização.

Homicídios sobem na cidade de SP em 2025, e sequência de quedas é interrompida

Publicado em: 30/01/2026 19:35

Homicídios sobem na cidade de SP em 2025, e sequência de quedas é interrompida A cidade de São Paulo teve aumento no número de homicídios, quebrando uma sequência de quatro anos com melhora nos índices. Foram 481 registros em 2024 e 501 no ano passado, um aumento de 4,15%. No estado, foram 2.517 homicídios em 2024, contra 2.438 em 2025, uma queda de 3,13%. O número de vítimas de homicídios também subiu. Foram 530 no município em 2025, o que representa alta de 6% em relação a 2024, quando houve 498 vítimas. Os dados fazem parte do balanço divulgado nesta sexta-feira (30) pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), que reúne os indicadores de criminalidade da capital paulista e do estado entre janeiro e dezembro. O aumento interrompe uma trajetória de redução observada desde 2021, quando a capital registrou 561 casos de homicídio doloso. Em 2022, o número passou para 560; em 2023, para 481; e, em 2024, o número se repetiu, 481. Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) Polícia Civil Em 2025, os meses com maior número de vítimas na capital foram junho, com 56 homicídios dolosos, dezembro, com 55, e setembro, com 52. Os menores registros ocorreram em outubro, com 28 casos, e em maio, com 31. No estado de São Paulo, o cenário foi de queda. Ao todo, foram registradas 2.527 vítimas de homicídio doloso em 2025, número inferior ao de 2024, quando houve 2.630 mortes. A redução também se mantém na comparação com 2023 (2.728), 2022 (3.044) e 2021 (2.841). Segundo a SSP, dezembro foi o mês com maior número de vítimas no estado em 2025, com 256 registros, enquanto agosto apresentou o menor índice do ano, com 193 homicídios dolosos. 4 em cada 10 assassinatos na cidade de SP foram cometidos por policiais em 2024, revela Anuário Estado de SP registra queda de roubos e furtos em 2025, segundo dados da SSP A Secretaria da Segurança Pública informou que "o enfrentamento aos crimes contra a vida é prioridade permanente pela SSP e integra o programa SP Vida, que analisa todas as ocorrências para subsidiar ações operacionais, investigativas e de prevenção. Deste modo, a cidade de São Paulo encerrou 2025 com a segunda menor quantidade de mortes intencionais em 25 anos, enquanto o estado registrou, pelo terceiro ano consecutivo, o menor número de homicídios dolosos da sua série histórica, apesar da oscilação mencionada". "Além disso, a capital obteve os menores índices de roubos desde 2001, com quase 20 mil assaltos evitados, o que se estendeu para crimes como latrocínios e roubos de veículos, os quais alcançaram o menor patamar em 25 anos. Entre as ações que possibilitaram as quedas, vale mencionar a prisão e apreensão de mais de 47,4 mil criminosos (alta de 9,1%) e apreensão de 3,3 mil armas de fogo. As forças policiais atuam integradas reforçando o policiamento preventivo, ações de inteligência e investigação, além do uso de tecnologia, como o Programa Muralha Paulista, para orientar as estratégias operacionais, garantindo respostas rápidas e efetivas para preservar vidas e reduzir a criminalidade na capital." Estado bate recorde de feminicídios Em 2025, o estado de São Paulo registrou o maior número de casos de feminicídio para um ano desde que a série histórica foi iniciada, em 2018. Entre janeiro e dezembro, foram 266 ocorrências — em média uma mulher foi assassinada a cada 33 horas. Os dados são da Secretaria da Segurança Pública (SSP). No ano anterior, 246 mulheres foram mortas no estado. Ou seja, em um ano, os casos de feminicídio aumentaram mais de 8%. A escalada de violência contra as mulheres também é verificada na capital. A cidade de São Paulo também bateu recorde histórico de feminicídios. Em 2025, foram registradas 60 mortes — contra 49 em 2024. Isto é, um aumento de mais de 22%. Advogado é morto a tiros na Zona Leste de SP Reprodução Veja os números de feminicídio na capital por ano: 2018: 29 casos 2019: 44 casos 2020: 40 casos 2021: 33 casos 2022: 41 casos 2023: 38 casos 2024: 49 casos 2025: 60 casos Procurada pelo g1, a SSP afirmou que "o enfrentamento à violência contra a mulher é prioridade do Governo de São Paulo, que estruturou uma política integrada e permanente para prevenção, proteção e resposta rápida às vítimas". "Na Segurança Pública, os investimentos destinados às ações específicas de proteção à mulher cresceram 231,4% de 2023 a 2025, passando de R$ 3,5 milhões para R$ 11,8 milhões em comparação ao período de 2019 a 2021", informou em nota.

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UEPB implanta catracas com reconhecimento facial e amplia vigilância eletrônica no campus de Campina Grande

Publicado em: 30/01/2026 18:39

UEPB reforça segurança com reconhecimento facial A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) iniciou a implantação de catracas eletrônicas com identificação biométrica facial em prédios do campus I, em Campina Grande, Agreste da Paraíba. O sistema de reconhecimento facial deve entrar em funcionamento com o retorno das aulas presenciais do semestre 2026.1, previsto para abril. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp As aulas do semestre 2025.2 retornam de forma presencial na segunda-feira (2), após a greve docente ocorrida entre os meses de setembro e dezembro do ano passado e um período de atividades remotas de 10 dias, entre 10 e 20 de dezembro. Neste retorno presencial, previsto para os meses de fevereiro e março, o acesso aos prédios permanece livre, sem a utilização das catracas com reconhecimento facial, cuja implantação ainda está em andamento, mas, o monitoramento por câmeras já em pleno funcionamento. Nesta primeira etapa, as catracas estão sendo instaladas na Central Acadêmica Paulo Freire e no Centro de Ciência e Tecnologia (CCT). De acordo com a universidade, quando o sistema estiver em operação, o acesso a esses prédios será realizado exclusivamente por meio de reconhecimento facial. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Monitoramento nas áreas da universidade Catracas com reconhecimento facial são instaladas no campus I da UEPB Foto: Divulgação/UEPB De acordo com a universidade, cerca de 168 novas câmeras de segurança já estão instaladas em pontos estratégicos do campus. O sistema conta com monitoramento eletrônico integrado e parceria com a Polícia Militar, por meio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), além da vigilância interna da própria instituição. Algumas das câmeras utilizam inteligência artificial, capaz de identificar situações de risco ou emergência e acionar automaticamente a equipe de segurança. A Central Acadêmica Paulo Freire passou a contar com quatro câmeras por andar, com visão de 360 graus e capacidade equivalente a oito câmeras convencionais cada. As medidas de segurança ganham ainda mais relevância após o ataque a tiros ocorrido em 3 de abril de 2025, dentro de uma copiadora na Central Acadêmica Paulo Freire (CAPF). Na ocasião, Keine Diniz, de 40 anos, foi morto, e o copista Wesley Porto ficou ferido. O autor dos disparos, Flávio Medeiros, tirou a própria vida após o crime. Segundo a Polícia Civil, o ataque foi motivado por vingança e teria sido premeditado, após o suspeito não aceitar o fim de um relacionamento e descobrir que a ex-esposa estaria se relacionando com a vítima. Outras pessoas também foram afetadas pela situação, incluindo uma estudante que pulou do primeiro andar durante a correria e um idoso que passou mal após ouvir os tiros. Cadastro será feito pelo SUAP Novo sistema de segurança começa a ser implementado na UEPB Foto: Divulgação/UEPB O cadastramento da biometria facial será simples e totalmente digital, realizado por meio do Sistema Unificado de Administração Pública (SUAP). A base de dados vai reunir informações de estudantes matriculados e servidores da instituição, que serão encaminhadas à empresa responsável pela implantação das catracas. A fotografia utilizada no cadastro deverá seguir critérios semelhantes aos exigidos em documentos oficiais, como fundo branco, imagem atualizada e ausência de acessórios, a exemplo de óculos e bonés, além de não permitir paisagens ou outros elementos no enquadramento. Cada integrante da comunidade acadêmica vai receber um link individual para realizar o cadastro da biometria facial, que será vinculada ao banco de dados do sistema de controle de acesso. O projeto prevê a instalação de 12 catracas eletrônicas com reconhecimento facial. “Esse novo sistema ainda é um protótipo. O semestre 2025.2 será um período de experimentação, com seis meses de avaliação. A partir de 2026.1, a ideia é que só tenha acesso quem estiver devidamente cadastrado”, explicou a pró-reitora da UEPB, Weruska Brasileiro Ferreira. Quando estiver em funcionamento, o fluxo de pessoas na Central Acadêmica Paulo Freire e no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) será monitorado pelo Centro Integrado de Comando e Controle de Campina Grande (CICC). Além dos prédios acadêmicos, a universidade já implantou um controle de acesso mais rigoroso em laboratórios que utilizam substâncias químicas fiscalizadas pelo Exército e pela Polícia Federal. De acordo com a universidade, os equipamentos utilizam inteligência artificial e possuem alta sensibilidade para identificar movimentos bruscos, brigas e situações consideradas suspeitas. A estrutura de segurança inclui ainda a instalação de 14 totens de segurança, tecnologia adotada em estratégias de combate à criminalidade em espaços públicos. Com a expansão da vigilância eletrônica, o Câmpus I passou a contar com mais de 600 câmeras distribuídas em pontos estratégicos. Outra medida anunciada é a implantação de botões de pânico, que devem entrar em fase de testes ainda neste semestre. A proposta é que, ao acionar o dispositivo em situações de risco, o usuário tenha contato direto com o setor de segurança da UEPB e com a Polícia Militar, ampliando a resposta rápida a ocorrências dentro da universidade. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Carnaval 2026 em Juiz de Fora: veja esquema especial de trânsito e ônibus para os blocos

Publicado em: 30/01/2026 18:35

Banda Daki durante o carnaval de 2023 em Juiz de Fora TV Integração/Reprodução O Carnaval 2026 começou em Juiz de Fora e, para garantir a festa dos foliões e a mobilidade urbana, haverá operação especial de trânsito e transporte. O esquema contará com o uso de tecnologia em tempo real e reforço de agentes nas ruas a partir deste sábado (31), com a saída dos primeiros blocos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana (SMU), o planejamento visa garantir a fluidez das vias e a segurança de quem vai curtir os cortejos. Painéis de mensagens viárias serão instalados em pontos estratégicos, e os aplicativos Waze e Cittamobi exibirão alertas em tempo real sobre interdições e rotas alternativas. Interdições A folia na região central será dividida em dois circuitos principais: Circuito Júlio Guedes: Ocupa a Avenida Francisco Bernardino, saindo das proximidades do Viaduto Roza Cabinda até a Praça da Estação. Durante os desfiles, a avenida terá o trânsito totalmente interrompido, assim como seus acessos. A orientação para motoristas é utilizar as avenidas Brasil e Barão do Rio Branco como alternativas. Circuito Zé Kodak: Abrange o trecho entre o Parque Halfeld e a Praça da Estação. O trânsito será interrompido apenas temporariamente durante a passagem dos blocos nos cruzamentos da Avenida Rio Branco e Getúlio Vargas com a Rua Halfeld. A parte baixa da Halfeld e a Rua Paulo de Frontin permanecerão fechadas durante os deslocamentos. Mudanças no transporte coletivo Mais de 150 linhas de ônibus sofrerão alterações nos itinerários por causa dos desfiles no Circuito Júlio Guedes. Já no Circuito Zé Kodak, não haverá desvios fixos, apenas retenções momentâneas. Confira os itinerários que serão praticados pelas mais de 150 linhas com desvios: Linhas 101 - 102 - 103 - 105 - 107 - 109 - 110 - 116 - 150 - 155: Av. Getúlio Vargas, Av. Presidente Itamar Franco, Av. Rio Branco, … Linhas 300 - 301 - 302 - 303 - 304 - 305 - 306 - 308 - 309 - 313 - 315 - 321 - 322 - 325 - 326 - 331 - 332 - 335 - 399: Rua Osório de Almeida, acessar o Viaduto Eng. Renato José Abramo, Av. Brasil (Margem Direita), Ponte Luiz Ernesto Alves Filho, Avenida Brasil (Margem Esquerda), Rua Benjamin Constant, Viaduto Roza Cabinda, Rua Jarbas de Lery Santos e Av. Getúlio Vargas, … Linhas 400 - 408 - 411 - 413 - 415 - 420 - 423 - 425 - 426 - 427 - 428 - 429 - 430 - 431 - 432 - 433 - 434 - 435 - 436 - 448: Rua Benjamin Constant, Viaduto Roza Cabinda, Rua Jarbas de Lery Santos, Av. Getúlio Vargas, Av. Presidente Itamar Franco, Viaduto Augusto Franco, Ponte Nelson Silva, Avenida Brasil (Margem Esquerda), … Linhas 412 - 422 - 424 - 438 - 439 - 440 - 441 - 443 - 444 - 445 - 447: Av. Sete de Setembro, Rua Carlos Otto, Av. Brasil (Margem Esquerda), Rua Benjamin Constant, Viaduto Roza Cabinda, Rua Jarbas de Lery Santos, Av. Getúlio Vargas, ... Linhas 519 - 523 - 529 - 543 - 545 - 546 - 549 (Desvio pela Av. Itamar Franco e retorna na Av. Getúlio Vargas): Sentido Bairro / Centro: … Av. Presidente Itamar Franco, Viaduto Augusto Franco, Ponte Nélson Silva, Avenida Brasil (Margem Esquerda), Rua Benjamin Constant, Viaduto Roza Cabinda, Rua Jarbas de Lery Santos e Av. Getúlio Vargas, … | Sentido Centro / Bairro: … Av. Getúlio Vargas, Av. Presidente Itamar Franco, ... Linhas 532 - 534 - 535 - 541 - 547 (Desvio pela Av. Itamar Franco e retorno pela Benjamin Constant): Bairro / Centro: … Av. Presidente Itamar Franco, Viaduto Augusto Franco, Ponte Nelson Silva, Avenida Brasil (Margem Esquerda), … | Centro / Bairro: … Avenida Brasil (Margem Esquerda), Rua Benjamin Constant, Viaduto Roza Cabinda (Alça), Av. Francisco Bernardino, Rua Barão de Cataguases, ... Linhas 516 - 530 - 533 - 536 - 538 - 540 - 542 - 603 - 604 - 605 - 606 - 607 - 608 - 609 - 610 - 613 - 614 - 615 - 616 - 618 - 621 - 700 - 701 - 702 - 704 - 705 - 709 - 737 (Acesso pela Av. dos Andradas e retorno pela Av. Barão do Rio Branco): Bairro / Centro: Sem alterações | Centro / Bairro: … Av. Getúlio Vargas, Av. Presidente Itamar Franco, Av. Barão do Rio Branco, Rua Silva Jardim, Rua Francisco Bernardino, Rua Barão de Cataguases, Av. dos Andradas, … Linhas 703 - 706 - 707 - 710 - 711 - 712 - 713 - 714 - 715 - 716 - 717 - 718 - 719 - 720 - 721 - 722 - 723 - 725 - 726 - 727 - 728 - 729 - 730 - 731 - 732 - 733 - 734 - 735 - 736 - 738 - 739 - 740 - 741 - 742 - 743 - 744 - 745 - 747 - 748 - 749 - 751 - 752 - 757 - 761 - 767 - 777 (Acesso pela Rua Afonso Pinto da Mota): … Av. Getúlio Vargas, Av. Presidente Itamar Franco, Viaduto Augusto Franco, Ponte Nelson Silva, Avenida Brasil (Margem Esquerda), … Linhas 708 - 753 - 758 (Acesso pela Av. Brasil): Av. Brasil (Margem Direita), Ponte Arthur Bernardes (Rua Halfeld), Av. Brasil (Margem Esquerda), … Pontos de ônibus alternativos para embarque e desembarque Em substituição ao ponto de ônibus da Travessa Dr. Prisco: Linhas 100 e 600: Pontos da Av. Itamar Franco e Av. Rio Branco; Linhas 700: Pontos da Av. Getúlio Vargas e Av. Brasil (exceto 700, 704, 705 e 737). Em substituição ao ponto de ônibus da Praça da Estação: Linhas 300, 400 e 500: Pontos da Av. Brasil e Av. Getúlio Vargas. Em substituição ao ponto de ônibus da Av. Francisco Bernardino (próximo à Rua São Sebastião): Linhas 100 e 600: Pontos da Av. Pres. Itamar Franco e Av. Rio Branco; Linhas 500: Pontos da Av. Rio Branco e Av. Getúlio Vargas; Linhas 700: Pontos da Av. Getúlio Vargas, Av. Pres. Itamar Franco e Av. Rio Branco. Em substituição ao ponto de ônibus da Rua São Sebastião: Linhas 300: Pontos da Av. Brasil e Av. Getúlio Vargas. Em substituição ao ponto de ônibus da Rua Ângelo Falci: Linhas 400: Pontos da Av. Brasil (Margem Esquerda) e Av. Getúlio Vargas. Em substituição ao ponto de ônibus da Rua Bahia: Linhas 300: Pontos da Av. Brasil (Margem Esquerda) e Av. Getúlio Vargas. LEIA TAMBÉM: Pré-carnaval, Festa do Morango e Bin: confira a agenda cultural para o fim de semana em Juiz de Fora Carnaval 2026 em Juiz de Fora, Rio Novo, Ubá, São João del Rei e mais: veja onde curtir a festa ASSISTA TAMBÉM: Diversão e Arte: quadro traz dicas de música, exposições, festivais, shows e mais Diversão e Arte: quadro traz dicas de música, exposições, festivais, shows e mais VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

Palavras-chave: tecnologia

Foragido por homicídio é preso durante show em Governador Valadares

Publicado em: 30/01/2026 16:41

Homem procurado é preso durante show no aniversário de Governador Valadares Polícia Militar Um homem de 29 anos, com mandado de prisão em aberto pelo crime de homicídio, foi preso na madrugada desta quinta-feira (29) durante um evento realizado no Parque de Exposições de Governador Valadares, no Leste de Minas. A prisão aconteceu durante o show da dupla Maiara e Maraísa, que fazia parte da programação de aniversário da cidade. Segundo a Polícia Militar, o suspeito foi identificado por câmeras de videomonitoramento com tecnologia de reconhecimento facial, que apontaram a presença do foragido no local. Contra ele havia um mandado de prisão referente a um homicídio cometido em 2 de novembro de 2025. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Após o alerta emitido pelo sistema, equipes que atuavam no policiamento do evento foram acionadas. Os militares localizaram o homem, realizaram a abordagem e confirmaram a identidade, cumprindo o mandado judicial. Depois da prisão, o homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil. A Polícia Militar destacou que o uso da tecnologia de reconhecimento facial tem auxiliado na identificação de foragidos e no reforço da segurança em grandes eventos. Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.

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Trump diz que Irã 'quer acordo' e que fixou data para resposta, mas mantém mistério: 'Apenas eles sabem'

Publicado em: 30/01/2026 15:41

Trump pressiona Irã por acordo e Teerã devolve ameaça O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (30) que o Irã deseja um acordo e que uma data limite foi fixada por ele para que Teerã dê sua resposta. Irã se diz aberto ao diálogo, mas fala em revidar em caso de ataque "O Irã acolhe o diálogo e não busca a guerra": a declaração em tom mais ameno, após dias de troca de farpas entre o governo iraniano e os Estados Unidos veio do presidente do país, Masoud Pezeshkian, nesta sexta-feira (30). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O que pode acontecer se os EUA atacarem o Irã? 7 possíveis cenários Segundo a mídia estatal iraniana, Pezeshkian conversou com o presidente dos Emirados Árabes Unidos sobre as ameaças que vem sendo feitas por Donald Trump e disse que não deseja um conflito. Porém afirmou que, caso o Irã seja atacado, "responderá imediata e decisivamente a qualquer agressão". O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian IRIB/via Reuters TV/Divulgação via REUTERS Também nesta sexta, em viagem à Turquia, o chanceler do Irã, Abbas Araqchi, afirmou que está preparado para negociações com os EUA sobre o acordo nuclear desejado por Trump, mas ponderou que as conversas precisam ser "justas e equitativas". Disse que, até o momento, não há nenhum planejamento entre os dois países para uma reunião em que se possa discutir um possível acordo, e que o governo iraniano não abrirá mão de manter e expandir suas capacidades de Defesa. "Teerã está preparada para ambos os cenários: guerra ou diplomacia. Espero que os EUA ajam com bom senso e lógica", declarou. As capacidades de Defesa citadas por Araqchi estão diretamente ligadas ao programa nuclear iraniano. Washington acusa Teerã de estar desenvolvendo uma arma nuclear, porém o aiatolá garante que a tecnologia é usada apenas para fins de proteção do país. O Irã não permitiu que a agência da ONU que cuida do tema inspecionasse suas usinas. O Irã é uma república teocrática, que une princípios religiosos aos do governo, por isso, apesar de ter um presidente, o aiatolá é o líder supremo do Irã. Atualmente, o cargo é ocupado por Ali Khamenei. Na quarta-feira (28), quando o conflito entre o país e os EUA escalou após um post do presidente americano, Donald Trump, se gabando da "enorme armada" que está a caminho do Oriente Médio após sua ordem. Um alto funcionário do governo iraniano, o conselheiro sênior do khamenei Ali Shamkhani, já havia garantido então que qualquer ataque dos EUA será considerado o início de uma guerra. "Um ataque limitado é uma ilusão. Qualquer ação militar dos EUA , de qualquer origem e em qualquer nível, será considerada o início de uma guerra , e sua resposta será imediata, abrangente e sem precedentes, visando o agressor, o coração de Tel Aviv e todos os apoiadores do agressor", declarou. Antes dele, outros representantes de Teerã já haviam se pronunciado. O perfil oficial da missão do Irã junto à ONU disse que o país está pronto para o diálogo, mas não deixará de se defender: "O Irã está pronto para o diálogo baseado no respeito mútuo e nos interesses comuns, mas se pressionado, se defenderá e responderá como nunca antes". Ali Khamenei e Donald Trump Gabinete do Líder Supremo do Irã via AP; AP Photo/Evan Vucci EUA X Irã Em seu post em uma rede social, Trump também relembrou a grande operação realizada pelos EUA em parceria com Israel no país em junho do ano passado, quando três instalações nucleares do país foram bombardeadas. Disse que um novo ataque ao país será "muito pior" e que o "tempo está se esgotando": "Esperamos que o Irã se sente à mesa de negociações o mais breve possível e chegue a um acordo justo e equitativo – sem armas nucleares - um acordo que seja bom para todas as partes. O tempo está se esgotando, é realmente essencial! Como eu disse ao Irã uma vez, façam um acordo! Eles não fizeram e houve a “Operação Martelo da Meia-Noite”, uma grande destruição do Irã. O próximo ataque será muito pior! Não deixem isso acontecer novamente". No começo do mês, Trump já havia feito ameaças ao Irã devido ao grande número de mortes causadas pela repressão do governo aos protestos que estão acontecendo no país. Ele chegou a dizer que a ajuda estava "a caminho", mas as tensões enfraqueceram após as autoridades iranianas desistirem das execuções de manifestantes presos que estariam sendo planejadas. Segundo ativistas, a repressão sangrenta do Irã contra protestos em todo o país matou pelo menos 6.159 pessoas até o momento. De acordo com uma reportagem do jornal "The New York Times", Trump está considerando uma ampla gama de opções militares para utilizar contra o Irã e enfraquecer o regime Khamenei, mas ainda não tomou uma decisão. O conjunto atual de opções incluiria bombardeios e até a possibilidade de forças americanas realizarem operações especiais encobertas em locais dentro do Irã. Nos últimos dias, Trump também vem ponderando se uma mudança de regime seria uma opção viável, afirmou a reportagem. LEIA TAMBÉM: Protestos ou acordo nuclear? Trump silencia sobre as manifestações em nova ameaça de ataque ao Irã Trump considera atacar líderes do Irã para estimular manifestantes a derrubar o regime, diz agência Irã X Europa Guarda Revolucionária do Irã anuncia manobras militares após ameaça de Trump Nesta sexta, uma autoridade iraniana também atacou a União Europeia por causa da decisão tomada pelo bloco nesta quinta-feira (29), de incluir a Guarda Revolucionária do Irã em sua lista de organizações terroristas. Na rede social X, o alto funcionário de segurança iraniano Ali Larijani contou que o país planeja designar as Forças Armadas dos países da UE em sua lista negra como "terroristas". "A União Europeia certamente sabe que, de acordo com a resolução da Assembleia Consultiva Islâmica, os exércitos dos países que participaram da recente resolução da UE contra a Guarda Revolucionária são considerados terroristas. Portanto, as consequências recairão sobre os países europeus que tomaram tal atitude", escreveu. Em meio a essas tensões, a Guarda Revolucionária anunciou nesta quinta que realizará exercícios com munição real no Estreito de Ormuz, rota de exportação de petróleo mais importante do mundo e ponto estratégico para os maiores produtores de petróleo do Golfo, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos. VÍDEOS: mais assistidos do g1

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Organização criminosa transportou ao menos R$ 82,8 milhões com carros-fortes em esquema de adulteração de combustível e tráfico de drogas, no PR

Publicado em: 30/01/2026 15:02

Laranjas recebiam ate R$ 1,5 mil em esquema envolvendo postos Em cerca de dois anos, uma organização criminosa movimentou ao menos R$ 82,8 milhões provenientes, direta e indiretamente, do esquema de adulteração de combustível e do tráfico internacional de drogas, segundo investigações da Polícia Federal (PF). As investigações apontam que a organização criminosa usava carros-fortes para transportar dinheiro vivo e ocultar a origem dele. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Ao longo das investigações, a PF analisou vários postos de combustíveis em Curitiba e Região Metropolitana. As investigações apontaram que o esquema acontecia de duas formas: fornecendo menos combustível do que o indicado na bomba ou aumentando a quantidade de etanol adicionado à gasolina. Em agosto de 2025, quando a operação foi deflagrada, o g1 divulgou a lista com os nomes dos postos investigados. Desde então, muitos desses postos foram vendidos para outros donos, que não são alvos da PF. Por esse motivo, a lista não consta nesta reportagem. A Justiça Federal aceitou a denúncia contra 18 pessoas envolvidas no esquema. LEIA TAMBÉM: Previsão do tempo: Paraná termina janeiro com alerta de tempestades em 97 cidades Estradas: Acidente que matou casal foi provocado por carreta que tentou fazer ultrapassagem, diz polícia Mega-Sena: Duas apostas do Paraná acertam a quina e ganham R$ 50 mil cada Como funcionava a lavagem de dinheiro? A denúncia do MPF aponta que o dinheiro proveniente de origem ilegal era colocado nos postos de combustíveis geridos pela organização criminosa. Depois, o dinheiro era coletado por carros-fortes e depositados em contas bancárias de uma empresa de tecnologia. Dessa forma, conforme a denúncia, os valores não tinham identificação de origem. Por fim, os valores eram transferidos para contas bancárias de pessoas vinculadas à organização criminosa. Conforme o MPF, entre abril de 2020 e março de 2022, foram ao menos 8.224 depósitos realizados. O diretor da instituição de pagamento foi denunciado por lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e integração de organização criminosa. Conforme o MPF, ele é filho de Ítalo Belon, réu por lavagem de dinheiro e organização criminosa. O g1 procurou a defesa de Ítalo, mas não teve resposta até a última atualização desta reportagem. Laranjas emprestavam os nomes por R$ 1,5 mil De 50 postos analisados em Curitiba e Região, 44 abasteciam menos do que o indicado na nota fiscal, aponta laudo da Polícia Federal TV Sergipe/Reprodução O uso de carros-fortes era apenas uma das camadas usadas no esquema, conforme apontado pela Polícia Federal. Postos de combustíveis – ponto inicial de colocação do dinheiro (depósitos em espécie). Empresas intermediárias/operadoras financeiras – usadas para ocultação e circulação de recursos. Empresas de topo (holdings/representações) – etapa de dissimulação e reinserção. Distribuidoras de combustíveis – usadas como integradoras finais. O esquema para adulteração de combustível e lavagem de dinheiro contava ainda com laranjas. As investigações da Polícia Federal revelaram que os criminosos abriam negócios usando os nomes de outras pessoas, que recebiam uma espécie de "mesada" de cerca de R$ 1,5 mil. O relatório final da investigação, ao qual a RPC teve acesso, aponta que os "laranjas" eram pessoas de renda baixa ou que trabalhavam informalmente. Eles emprestavam os dados para abertura de empresas, que eram usadas como fachada para lavagem de dinheiro da organização criminosa. Apesar de os postos estarem em nome de terceiros, as investigações apontaram que a operação era controlada por um grupo autointitulado "diretoria". Conforme a Polícia Federal, os investigados gerenciavam lucros, adulteração e fraudes por meio de um grupo de WhatsApp. A contabilidade do esquema era registrada em planilhas que apontavam o lucro de cada posto, assim como a distribuição do valor entre os integrantes. Um deles chegou a lucrar quase R$ 249 mil em um mês. Segundo o relatório da Polícia Federal, entre as evidências da lavagem de dinheiro, está a "quantidade colossal" de depósitos fracionados em dinheiro que os postos começaram a registrar logo depois de serem adquiridos pelo grupo criminoso, com um volume em média 187% maior, conforme a investigação. "Enquanto os postos fora do controle do grupo tiveram uma média mensal de depósitos no valor de R$ 95,6 mil por posto, aqueles sob controle dos investigados perfizeram o valor médio de R$ 276,3 mil", detalha o relatório. LEIA TAMBÉM: Redução: Após Petrobrás baixar preço de gasolina em R$ 0,14, distribuidoras reduziram valores em apenas R$ 0,05 no Paraná, diz sindicato do setor Ciência: Mais de 2,6 mil fósseis mais antigos que os dinossauros são descobertos durante obras de torres de alta tensão Hobbie: Curitibano transforma paixão de infância em coleção com mais de 100 luminárias públicas Gasolina a menos e qualidade inferior Laudo da Polícia Federal detalha resultados das amostras dos combustíveis Durante as investigações, agentes da Polícia Federal coletaram, disfarçados, as amostras de gasolina comum para a investigação. Em 46 deles a perícia comprovou algum tipo de irregularidade. Deles, 28 postos eram administrados pelo grupo criminoso. As coletas aconteceram entre os dias 26 de maio e 6 de junho de 2025. Segundo o laudo da perícia ao qual a RPC teve acesso, apenas seis das 50 amostras coletadas apresentaram a quantidade correspondente ao que estava descrito na nota fiscal fornecida pelos postos. Nos outros 44 casos, os postos forneceram menos combustível do que o indicado na bomba, com diferenças que variaram de 1% até 8,1% a menos do que o pago pelo consumidor. O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) determina que a variação aceitável entre o volume real e o informado é de até 0,5% para mais ou para menos. Aparência dos combustíveis coletados também foi analisada Reprodução/RPC A perícia também analisou se o aspecto, o teor de etanol e a massa específica estavam dentro das especificações de qualidade determinadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A análise apontou que 28 das 50 amostras apresentaram qualidade inferior à exigida. Na análise da aparência, uma amostra foi reprovada, porque não apresentou aspecto límpido, homogêneo e isento de impurezas. Em relação ao teor do etanol adicionado à gasolina, 28 amostras apresentaram valores acima do permitido. Nesta avaliação, as amostras reprovadas tinham de 35% a 79% de álcool misturado à gasolina – na época da coleta das amostras, a quantidade máxima de etanol adicionado permitida era de 27%, com margem de variação aceitável de até 2% para mais ou para menos. Conforme as investigações, a adulteração dos sistemas acontecia, inclusive, por meio de um aplicativo, diretamente no celular. A prática, conforme a Polícia Federal, além de configurar crime, causa danos diretos aos veículos dos consumidores e aumenta artificialmente o lucro dos criminosos. A polícia decidiu não indiciar os responsáveis por seis dos postos que apresentaram inconformidades na época. Segundo o relatório, apesar de terem apresentado inconformidades relacionadas à volumetria do combustível, a Polícia Federal não identificou outros elementos que permitam concluir a intenção de estelionato por parte dos responsáveis. As irregularidades em todos os postos serão apuradas em um procedimento administrativo pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ligação com o crime organizado Postos de combustíveis eram usados para lavagem de dinheiro RPC A investigação demonstrou que a fraude nos postos era a base de um esquema bilionário de lavagem de dinheiro do crime organizado. Os lucros obtidos enganando o consumidor eram injetados em uma estrutura financeira que movimentou bilhões de reais, utilizando empresas de fachada e "laranjas" profissionais para ocultar a origem ilícita dos recursos. De acordo com a PF, as investigações tiveram início em 2023, quando um homem condenado por tráfico internacional e a esposa passaram a ostentar bens de luxo em um condomínio de alto padrão em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O casal tinha mais de R$ 34 milhões sem origem lícita comprovada aplicados em imóveis, veículos, barcos e outros artigos de luxo. Durante as apurações, os agentes descobriram que eles se associaram a integrantes de uma empresa de produtos químicos e de uma distribuidora de petróleo com sede administrativa em Pinhais e sede operacional em Paulínia (SP). Utilizando a empresa, os investigados compraram insumos como nafta e metanol, usados em misturas ilegais de combustíveis. Em 2019, criaram uma distribuidora de petróleo que entre 2020 e 2023 declarou faturamento de mais de R$ 7 bilhões. Segundo a PF, a companhia foi criada e funcionou com recursos ilícitos. A investigação apontou que essa distribuidora estava ligada a pessoas citadas em esquemas de fraude de combustíveis em São Paulo e no Rio de Janeiro, inclusive com conexões com facções criminosas. A PF explicou que a lavagem de dinheiro seguia três etapas: colocação, dissimulação e integração. Colocação: o dinheiro ilegal entrava na economia formal por depósitos em espécie, muitas vezes fracionados em pequenas transações, além de transferências feitas por empresas de fachada registradas em nome de laranjas. Dissimulação: os valores circulavam entre diferentes empresas do grupo, com simulações de operações e fraudes fiscais. Integração: os recursos voltavam ao mercado como se fossem legais, registrados em contabilidade fraudulenta da distribuidora. Ao todo, foram identificados R$ 594 milhões em depósitos em espécie sem origem comprovada. Parte do dinheiro foi disfarçada como "adiantamento de clientes" ou movimentada por postos e lojas de conveniência. Os valores eram transportados em carros-fortes de empresas de pagamento também controladas pelo grupo. Além disso: R$ 148 milhões entraram diretamente nas contas da distribuidora; R$ 203 milhões foram depositados nas contas de postos e conveniências; R$ 163 milhões foram para uma instituição de pagamentos do próprio grupo, usada como "barreira" para ocultar a origem; R$ 80 milhões foram distribuídos em contas de 13 operadoras financeiras; R$ 482 milhões vieram de empresas de fachada ligadas a São Paulo. Mais de 120 empresas suspeitas ainda transferiram cerca de R$ 1,4 bilhão sem qualquer justificativa. No total, os investigadores estimam que mais de R$ 20 bilhões tenham circulado entre 2019 e 2025 em empresas sem declarações fiscais correspondentes. Operação mira 46 postos de Curitiba por lavagem de dinheiro e adulteração de combustíveis VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

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Jardim vertical com mais de 20 metros de altura promete ajudar a regular microclima, em Goiânia

Publicado em: 30/01/2026 15:00

Jardim vertical com mais de 20 metros de altura promete ajudar a regular microclima, em Goiânia, Goiás Divulgação/Promenade Um jardim vertical com mais de 20 metros de altura e 74 metros de comprimento que será instalado em um prédio de Goiânia promete um impacto positivo no microclima ao redor do empreendimento no Setor Marista. O jardim vertical deve reduzir a temperatura e aumentar a umidade. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Desenvolvido pelas empresas AFS Incorporação, Conceito, WV Maldi Incorporações e Joule Participações, o jardim vertical está previsto para ser implantando na Rua 15 com a Avenida T-9 e poderá ser visto à distância. O Complexo Promenade contará com uma parte residencial, o Bioma Wellness Life. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: Lamborghini investe no mercado imobiliário de luxo de Goiânia com edifício residencial e office Elevador para carros e custo de até R$ 10 milhões: conheça detalhes exclusivos de apartamentos de luxo na capital Arquitetura de luxo e vinícola no condomínio: veja detalhes do projeto da nova casa da mãe de Marília Mendonça O Engenheiro Ambiental e Especialista em Direito Ambiental Elio Jove afirmou que uma iniciativa como um jardim vertical melhora o paisagismo e o ambiente arborizado, com tecnologias de ponta a favor do meio ambiente. "A tecnologia anda com o desenvolvimento sustentável, e cada dia a preocupação com as melhorias ambientais são constantes, porque ajudam o meio ambiente, as próximas gerações, e agregam muito valor econômico", declarou. A pesquisadora do Observatório das Metrópoles, Núcleo Goiás, Núcleo Goiânia e professora de arquitetura da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-Goiás), Maria Ester de Souza, explica que a melhora o microclima acontece por causa das trocas de gás carbônico que a vegetação faz"A quantidade de poluição que os veículos na queima do combustível fóssil levam para aquele local, parado ou circulando, são filtrados na presença de árvore. Então, é isso que faz melhorar", esclareceu. Maria Esther afirmou que a iniciativa é positiva, mas é importante também que todo o entorno do empreendimento, como as quadras ao redor e as vias, colaborem para proporcionar a redução da temperatura da região. Design e neuroarquitetura A partir de conceitos de design sensorial e neuroarquitetura, o empreendimento se propõe ainda a criar ambientes que ofereçam conforto e bem-estar. Para isso, o Bioma Wellness Life contará com dois pavimentos de lazer com espaços destinados ao cuidado com o corpo e a mente. Entre os espaços, estão previstos: spa com banheira de contraste e área de relaxamento, sala de massagem e sala de yoga. No Complexo Promenade, o empreendimento promete agregar em um só espaço: moradia, serviços, experiências e conveniência com um mall de serviços gastronômicos cuja proposta de reduzir deslocamentos e incentivar o senso de comunidade. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Palavras-chave: tecnologia

LeCard amplia atuação no mercado e projeta movimentar R$ 2,5 bi em 2026

Publicado em: 30/01/2026 14:40

O setor de vale-refeição, vale-alimentação e benefícios corporativos é um mercado que movimenta bilhões de reais anualmente no Brasil e atende mais de 22 milhões de trabalhadores formais, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Nos últimos anos, esses números foram impulsionados pela criação do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), mudanças regulatórias e a digitalização dos serviços. Inserida neste mercado, a empresa capixaba LeCard tem ampliado sua atuação a nível nacional e projeta movimentar R$ 2,5 bilhões em transações em 2026. Essa expectativa vem após bons resultados no ano de 2025, em que a empresa registrou um crescimento de cerca de 15% na base de usuários e alcançou a marca de dois milhões de clientes. Para o CEO da LeCard, Erly Vieira, a evolução do setor tem alterado a forma como empresas e gestores públicos encaram os benefícios corporativos. “Trata-se de um mercado que movimenta cerca de R$ 170 bilhões anualmente. Ele deixou de ser apenas operacional e passou a ocupar um papel estratégico nas organizações, tanto do ponto de vista econômico quanto de gestão de pessoas”, afirma. Erly Vieira destaca que a eficiência, a transparência e a confiabilidade são pilares da atuação da LeCard LeCard/Divulgação Vieira destaca, ainda, que o ambiente atual exige atenção constante às regras do setor e à experiência dos usuários. Ele explica que as mudanças regulatórias e o avanço tecnológico aumentaram o nível de exigência. Com isso, eficiência, transparência e confiabilidade tornam-se fatores decisivos para empresas e trabalhadores. “Esses são os pilares que possibilitaram que a LeCard estivesse entre as 10 maiores empresas do mercado de benefícios e entre as 5 melhores do segmento", ressalta. A LeCard atende empresas privadas e órgãos públicos, com um portfólio que inclui cartões de refeição, alimentação, flex, combustível, farmácia, premiação, natal, presente, estudante, Elo e Visa. A atuação nacional da empresa é sustentada por uma rede com mais de 120 mil estabelecimentos credenciados em todo o Brasil, incluindo supermercados, restaurantes, farmácias e postos de combustível. Reconhecimento Seu recente desempenho levou a LeCard a integrar, pela primeira vez, o ranking do “Anuário 200 Maiores e Melhores Empresas do Espírito Santo”, elaborado pelo IEL/Findes e que reúne as empresas de maior relevância econômica do Estado. No ambiente interno, a empresa conta com cerca de 110 colaboradores e voltou a receber, em 2025, o selo Great Place to Work (GPTW) - melhores empresas para se trabalhar. No âmbito de satisfação do usuário, a LeCard se destaca entre as melhores no atendimento do Reclame Aqui, um reconhecimento ligado às práticas de gestão de pessoas e ao clima organizacional Segundo Erly Vieira, a estratégia para sustentar o crescimento passa por investimentos contínuos em tecnologia. Isso inclui o desenvolvimento de novos aplicativos, reforço da segurança digital e uso de inteligência artificial para aprimorar processos e atendimento. “O mercado segue em expansão, mas também mais atento às boas práticas. Nosso foco é crescer de forma responsável, acompanhando a evolução do setor e mantendo a confiança de clientes, contratantes, parceiros e usuários”, conclui. LeCard Site: https://lecard.com.br/ Instagram: @lecardbrasil

Iaspi Saúde amplia atendimento digital com suporte pelo WhatsApp; veja como acessar

Publicado em: 30/01/2026 14:37

Atendimento digital do Iaspi foi ampliado. Ascom Iaspi O Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Piauí (Iaspi) ampliou o atendimento digital, oferecendo chatbot e suporte pelo WhatsApp para os usuários, por meio do número 2222-0320. Com quase 15 mil ligações em 2025, a Central de Atendimento do Iaspi Saúde ganha destaque como um dos mais importantes meios de comunicação para os servidores estaduais. Este ano, os números consolidados até o dia 27 de janeiro, somam 1.659 ligações atendidas. Segundo a supervisora de Serviço da Central, Huana Kysságora, atualmente, o tempo médio de atendimento é de 19 minutos e o percentual de atendimento das ligações chega a 97.9% (cada atendente responde três chamadas de chat e voz ao mesmo tempo) e o grau de satisfação é de 4.6 em voz e 4.5 no WhatsApp. O Iaspi explica que o sistema é autoexplicativo, fácil e de rápido acesso, possibilitando a opção de falar com um atendente, nos casos mais complexos, quando houver a necessidade de contato humanizado, disponível no horário de funcionamento da central, das 7h às 19h. Pela internet o atendimento ocorre 24h, incluindo finais de semana e feriados. “Essa satisfação é medida por uma pesquisa após o atendimento, quando o usuário responde a duas perguntas: ‘Seu problema foi resolvido, sim ou não?’ e ‘Como o senhor avalia o atendimento do analista, dando uma nota de 1 a 5?”, explica a supervisora, acrescentando que a central é referência também para os prestadores, dando suporte técnico aos profissionais cadastrados no sistema. 70% dos serviços do Iaspi são ofertados de forma eletrônica Desde que passou a funcionar, o chatbot desenvolvido pela Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí (Etipi) se tornou um aliado do usuário, esclarecendo dúvidas, orientando sobre o atendimento do Iaspi Saúde e disponibilizando informações básicas, como rede credenciada, informações cadastrais (matrícula, limite de consultas, inclusão de titular e dependentes), endereço, horário de funcionamento, biometria e carteirinha digital. “A gestão está sempre buscando inovar, apostar em novas tecnologias, trabalhando para acompanhar a determinação do governador Rafael Fonteles de mudar o Estado através da transformação digital, e o Instituto tem avançado muito nesse sentido”, informa a diretora-geral do Iaspi, Daniele Aita. “Pelo menos 70% dos serviços do Iaspi são ofertados de forma eletrônica, nossa meta é seguir avançando. O Chatbot é mais uma opção, facilita e agiliza a comunicação com nosso usuário, em especial aquele que está mais distante da capital. Pelo WhatsApp ele tem informações básicas de forma rápida, fácil e segura”, enfatiza a gestora. O Iaspi esclarece que o Chatbot não realiza agendamento ou marcação de consulta. As consultas são agendadas diretamente no prestador, respeitando a agenda do médico, ou seja, apenas o profissional define quando e quantos atendimentos vai realizar por dia.

Palavras-chave: tecnologia

Fuga de cérebros na Apple: diretor da Siri e pesquisadores de IA deixam a empresa

Publicado em: 30/01/2026 12:45 Fonte: Tudocelular

A Apple perdeu quatro novos pesquisadores relacionados ao desenvolvimento de inteligência artificial ao longo das últimas semanadas. Não apenas isso, como um dos executivos mais importantes da Siri também deixou a empresa em um cenário que se repetiu bastante nos últimos tempos A debandada de janeiro: quem são os líderes que deixaram a Apple? O executivo da Siri que deixou as operações na maçã foi Stuart Bowers, rumo ao Google DeepMind. Além dele, a lista de pesquisadores que não fazem mais parte da companhia tomaram caminhos distintos e são: Yinfei Yang: saiu para fundar uma nova empresa; Haoxuan You: foi para a Meta (equipe de Superinteligência); Bailin Wang: também seguiu para a Meta (recomendações); Zirui Wang: foi para o Google DeepMind, assim como Bowers. Crise na Apple: Por que os pesquisadores de IA estão saindo? Em resumo, a Apple enfrenta uma turbulência interna atualmente em sua divisão responsável pelo desenvolvimento de IA. Os funcionários estão insatisfeitos com a decisão da empresa de terceirizar parte da tecnologia de IA para o Google e isso afetou diretamente a saída de talentos.Clique aqui para ler mais

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IFCE divulga lista de aprovados na chamada regular do Sisu 2026; veja como acessar

Publicado em: 30/01/2026 10:55

IFCE divulga lista com aprovados na chamada regular do Sisu 2026 IFCE/Divulgação O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) divulgou a lista dos candidatos aprovados na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026. A relação mostra os selecionados para 142 cursos de graduação ofertados em 31 municípios do Ceará. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp No total, o IFCE oferta 5.680 vagas para 2026, com início das aulas no primeiro e no segundo semestre do ano. Dentre os cursos contemplados, estão: Engenharia Civil, Pedagogia, Hotelaria, Química e Mecatrônica Industrial. 👉 Confira a lista completa de aprovados: clique aqui! Os candidatos também podem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior para conferir seu resultado individual. De acordo o IFCE, a pré-matrícula dos aprovados será realizada no campus em que o candidato se inscreveu, seguindo cronograma e orientações publicadas pelas unidades na página do SISU 2026 no IFCE. Informações sobre a documentação necessária também estão disponíveis no site. Os candidatos também devem observar prazos e orientações para a aferição por heteroidentificação dos candidatos negros (pretos e pardos). LEIA TAMBÉM: Resultado da chamada regular do Sisu 2026 está disponível; saiba como consultar Os estudantes que não foram aprovados na Chamada Regular podem manifestar interesse em participar da Lista de Espera até a próxima segunda-feira (2). Este passo é feito exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Como usar as notas do Enem para estudar no Brasil e no exterior Cronograma do Sisu 2026 Inscrições: 19 a 23 de janeiro (encerrado). Resultado da chamada regular: 29 de janeiro. Matrículas: a partir de 2 de fevereiro. Manifestação de interesse na lista de espera: 29 de janeiro a 2 de de fevereiro. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

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Chuva insuficiente e fora dos reservatórios agrava situação no Sistema Alto Tietê

Publicado em: 30/01/2026 10:46

Represa do Rio Jundiaí, em Mogi das Cruzes, tem níveis baixos g1 / Cauê Adamuz Janeiro não deve atingir a média de chuvas esperada nos reservatórios do Sistema Produtor Alto Tietê (SPAT). Segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), até o dia 30 de janeiro, o sistema registrou apenas 90,7% da precipitação necessária para manter os reservatórios. A previsão de chuva para o SPAT em janeiro, considerado o mês mais chuvoso do ano, era de 232,1 mm. No entanto, o mês chega ao fim sem alcançar o índice esperado. Até esta sexta-feira (30), o total de chuva registrado no sistema é de 210,5 mm. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp O período entre dezembro e janeiro costuma registrar as maiores médias de precipitação na região do Alto Tietê. De acordo com o mestre em ciências ambientais, Abner Ulisses Bueno da Silva, isso ocorre porque a região está inserida em um clima tropical de altitude. “O tropical de altitude é bem característico: ele vai ter um verão mais chuvoso e um inverno seco [...] Mas já nos meses de dezembro e janeiro, que deveriam ser os meses mais chuvosos, o volume de chuva está mais baixo.” O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) apontou que o SPAT apresenta sinais claros de crise hídrica e que não é possível garantir uma recuperação satisfatória do sistema durante o período chuvoso. Alto Tietê apresenta sinais claros de crisa hídrica, aponta Cemaden Apesar das pancadas de chuva e temporais registrados nas cidades da região nas últimas semanas, o volume não é suficiente para encher o sistema. O volume de chuvas não foi o suficiente para manter os reservatórios por oito meses seguidos. "Na maioria das vezes, não basta chover na cidade, tem que chover onde tem que chover, que é em cima desses reservatórios que nós temos aqui na região do Tietê", afirma Abner. Entre quarta (28) e quinta-feira (29), o acumulado de chuva foi de 410 milímetros entre Mogi das Cruzes e Suzano. As duas cidades sofreram enchentes e estragos de grandes proporções. Entretanto, no SPAT, houve um registro de apenas 27,4 mm de chuva. Confira os impactos das chuvas em Suzano O especialista explica que a concentração das chuvas no perímetro urbano não ocorre por acaso. A forma como as cidades são construídas gera áreas de calor que impedem a chuva de chegar às represas. "A cidade em si cria uma ilha de calor, um bolsão de ar [...] e quando ela [a chuva] chega nas áreas centrais, fica ali acumulada porque ela não consegue circular. [...] Dessa maneira, ela não vai ter força para levar essa chuva para as áreas de represa”, aponta. Segundo Abner, é possível prever onde a chuva vai cair, e ela tende a ser mais intensa nas áreas urbanas. “Então a gente precisa trabalhar com cidade”, conclui o especialista. Existe solução? Marco do DER, na represa Rio Jundiaí, em 2015 e em 2026 Initial plugin text Segundo a arquiteta e urbanista, professora da pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie e pesquisadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Klimapolis, Ana Paula Koury, uma solução para lidar com a falta de água nos reservatórios de abastecimento e com as enchentes nas cidades seria o sistema sustentável de drenagem. Este tipo de sistema pode mudar a forma como as cidades veem a água. “A gente foi educado a perceber a água como um recurso natural renovável, sempre disponível. A gente se acostumou com a ideia de que o Brasil é rico em recursos hídricos, e isso é verdade, mas isso não significa que a gente pode ter uma relação perdurável com a água. E isso vale tanto pra economia doméstica como pras cidades”. O sistema sustentável de drenagem se baseia no armazenamento da água e distribuição para as redes de abastecimento. Ou seja, quando chove, a água pode ser armazenada em cavidades subterrâneas ou em áreas alagáveis. Desta forma, a água infiltrada pelo solo permite a recarga dos aquíferos, que poderão ser reaproveitados pela população, assim como a água armazenada em espaços alagáveis. Isso auxilia o sistema de abastecimento e faz com que não haja dependência apenas dos sistemas de represas. Infográfico: Implementação de sistemas de drenagem sustentável g1 O g1 questionou todas as cidades do Alto Tietê sobre o uso de sistemas sustentáveis de drenagem e o reaproveitamento da água para o abastecimento. As cidades que responderam disseram que não possuem uma rede interligada de drenagem com o abastecimento. No entanto, elas possuem algumas ações que visam a sustentabilidade na drenagem (leia mais abaixo). Já a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) informou que utiliza água de aquíferos para o abastecimento das cidades do Alto Tietê. Essa água é captada por meio de 55 poços, instalados em 21 municípios da região. Mas não usa água de piscinões nem de reservatórios de armazenamento de água da chuva para o abastecimento público ou para reforçar represas de sistema produtor. Mogi das Cruzes é o único município da região que possui piscinões. Entretanto, a água excedente armazenada nesses espaços não passa por tratamento de despoluição e nem integra a rede de abastecimento. Ela segue para o córrego. “O problema dos piscinões é que a água não é reutilizada e ligada a um sistema”, pontuou a arquiteta e urbanista. Para colocar em prática o sistema de drenagem sustentável, é preciso pensar para onde a água da chuva vai ser armazenada, como será conduzida e como vai ser retida para ser utilizada no reabastecimento. Alguns exemplos de formas de drenagem são a retenção do excesso de água da chuva em caneletas, em praças alagáveis, pontos de infiltração da água nas casas, valetas que funcionam ao longo das vias diminuindo a velocidade da água, permitindo um escoamento superficial, para assim criar um sistema de distribuição, dentro de uma bacia hidrográfica. “Quando a chuva é abundante, a água tende a correr muito rápido pro mesmo lugar, causando inundações e alagamentos. [Esse] sistema distribuído permite economizar dinheiro em obras gigantescas de alagamentos e contribuir em ilhas mais frescas, por arborização, que podem ser capazes de ter um efeito de diminuição do calor extremo”, contou a professora. Ana Paula explicou que os modelos atuais de urbanizações estão enraizados nos pensamentos que dominaram o século XIX, de que a técnica era superior à natureza. Como naquela época não existiam mudanças climáticas, a percepção era de que a água devia ser descartada o mais rápido possível para o córrego, para o rio ou para o mar. “É entender que a água da cidade tem que ser reaproveitada, todo o sistema de drenagem tem que estar ligado a um sistema de saneamento e despoluição de forma a diminuir a perda de água. Há uma perda muito grande de água poluída. Antes de a água ser absorvida pela cavidade, é necessário que ela passe por uma despoluição. Uma forma de despoluir é a criação de lagoas com compartimentos diferentes que diluam os componentes poluidores ou que possuam plantas que filtrem esses componentes, fazendo a biogestão deles. Veja como as cidades do Alto Tietê lidam com o sistema sustentável de drenagem Biritiba Mirtim A prefeitura de Biritiba-Mirim informou que a cidade não possui um sistema sustentável de drenagem e nem piscinões. Limpezas de rios e córregos são realizadas para evitar enchentes causadas pelas chuvas. Guararema A Prefeitura de Guararema informou que não possui um sistema de drenagem sustentável integrado à rede pública. Mas o município incentiva e, em alguns casos, exige a adoção de soluções de retenção e infiltração de águas das chuvas em imóveis particulares. Não há uma conexão direta dessas estruturas privadas com reservatórios destinados ao abastecimento público. O município não possui piscinões e realiza a limpeza de bocas de lobo e galerias para evitar alagamentos causados pela chuva. Itaquaquecetuba A Prefeitura de Itaquaquecetuba informou que a cidade não possui um sistema sustentável de drenagem integrado a reservatórios para reutilização da água no abastecimento público. Como alternativa para evitar alagamentos, atua por meio de outras estratégias de controle de cheias, como a manutenção da infraestrutura, a recuperação de cursos d’água e a permeabilidade do solo. Mogi das Cruzes A Prefeitura de Mogi das Cruzes informou que a ilha Marabá e os parques Centenário e Leon Feffer foram construídos às margens do Rio Tietê, como áreas permeáveis que funcionam como bolsões de absorção natural de água. No entanto, essa água absorvida pelo solo ou encaminhada para o rio não possui ligação com a rede de distribuição de água. O município possui o piscinão do Parque Santana, que recebe o excesso de água do ribeirão Ipiranga. Após a diminuição do nível do ribeirão, a água armazenada no piscinão é bombeada para o curso d'água e segue seu caminho natural. Santa Isabel A Prefeitura de Santa Isabel informou que a cidade possui a lei 175/2015, que incentiva a implantação de sistema de aproveitamento de águas pluviais e a implantação do sistema de reúso nos imóveis do município. O município não possui piscinões e realiza a canalização do ribeirão Araraquara para evitar alagamentos. Suzano A Prefeitura de Suzano informou que a cidade não possui um sistema sustentável de drenagem e nem piscinão. O município realiza a limpeza de bueiros, galerias, valas de drenagem, rios e córregos para evitar alagamentos. Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê

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