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Da greve de comerciantes ao ataque dos EUA: relembre a onda de protestos que tomou o Irã

Publicado em: 28/02/2026 13:24

Vídeo mostra coluna de fumaça na capital do Irã após ataque de Israel e dos EUA Os Estados Unidos atacaram o Irã neste sábado (28). A ofensiva ocorre após semanas de negociações entre os países na tentativa de fechar um acordo que limite ou encerre o programa nuclear iraniano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A ação militar acontece em um momento delicado para o regime iraniano, que ainda lida com as consequências da onda de protestos registrada nas primeiras semanas de 2026. As manifestações ganharam repercussão mundial após serem duramente reprimidas por forças de segurança, resultando em milhares de mortes e de prisões de civis. No último fim de semana, o Irã voltou a registrar protestos. Desta vez, de estudantes que retomavam o semestre estudantil. Na ocasião, Teerã advertiu os manifestantes a não ultrapassarem "limites". Entenda como os protestos começaram Os protestos no Irã começaram diante da insatisfação popular com a situação econômica do país. A moeda local sofreu forte desvalorização, enquanto o custo de vida aumentou. A população enfrenta inflação elevada, acima de 40% ao ano. Somente em 2025, a moeda local perdeu cerca de metade do valor em relação ao dólar e atingiu a mínima histórica. O descontentamento também cresceu diante da desigualdade entre cidadãos comuns e a elite do país, além de denúncias de corrupção no governo. 💸 Crise prolongada: O Irã enfrenta dificuldades econômicas há anos, impactado principalmente pela reimposição de sanções pelos Estados Unidos e outros países. A medida foi adotada em 2018, quando Trump deixou o acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano. EUA e outros países temem que o Irã esteja enriquecendo urânio para desenvolver uma bomba nuclear. Teerã nega a acusação e diz que o programa tem fins pacíficos. Mesmo com essa justificativa, sanções e restrições comerciais desestimularam negócios com o país e afetaram exportações, investimentos e o sistema financeiro. A situação também piorou após o conflito entre Irã e Israel, em junho de 2024. Na ocasião, forças israelenses e dos EUA atacaram alvos ligados ao programa nuclear iraniano. ✊ Início das manifestações: Os primeiros registros dos protestos ocorreram em 28 de dezembro, quando comerciantes iranianos iniciaram uma greve e fecharam lojas em reação à situação econômica. As manifestações ganharam força na capital, Teerã, e se espalharam para outras cidades no dia seguinte, com apoio principalmente de jovens e estudantes. Além das questões econômicas, os manifestantes também passaram a exigir a queda do governo do aiatolá Ali Khamenei. Na tentativa de conter os atos, o presidente Masoud Pezeshkian prometeu abrir um canal de diálogo com representantes da sociedade para discutir as demandas da população. 👉 Desde a Revolução Islâmica de 1979, o Irã é uma república teocrática, em que a autoridade máxima é o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. Ele está no poder há mais de 30 anos. O regime é alvo de críticas por violações de direitos humanos e restrições a liberdades sociais, especialmente entre os mais jovens, que encabeçaram vários protestos nos últimos anos. Carros são incendiados durante protesto em Teerã, capital do Irã, no dia 8 de janeiro de 2026 West Asia News Agency/Reuters Repressão brutal Após os protestos tomarem as ruas no início de janeiro, Teerã passou a reprimir os manifestantes com violência extrema. O regime também chegou a bloquear o acesso à internet e restringir as comunicações. Relatos de iranianos naquelas semanas narraram uma repressão brutal, com pilhas de corpos e tiros contra a população. Segundo organizações humanitárias, milhares de manifestantes foram mortos e outros milhares detidos. Vídeos que circularam na época mostram corpos enfileirados. (Assista abaixo). Imagens mostram corpos enfileirados em frente a necrotério do Irã após repressão Protestos nas universidades No fim de semana dos dias 21 e 22 de fevereiro, estudantes iranianos iniciaram uma nova onda de protestos contra o regime Khamenei, com manifestações em diversas universidades no Irã. Foram registrados confrontos, mas as agências de notícias não conseguiram verificar se havia mortos. Na ocasião, Teerã ameaçou os manifestantes com mais uma repressão violenta. Desde então, não há mais relatos de protestos no país. Estudantes iranianos contra e a favor do governo Khamenei entram em confronto na Universidade de Tecnologia Amirkabir, em Teerã, em 22 de fevereiro de 2026. UGC/AFP VÍDEOS: em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1

Palavras-chave: tecnologia

Adolescentes que vão votar pela 1ª vez falam por que vão às urnas em 2026: 'Expressar minha opinião'

Publicado em: 28/02/2026 12:49

Adolescentes que vão votar pela 1ª vez falam por que vão às urnas em 2026 Rede Amazônica Durante a vida escolar, estudantes participam da eleição para escolher representantes do grêmio estudantil — entidade formada por alunos para defender os interesses deles. A experiência funciona como uma espécie de preparação para uma responsabilidade maior que chega aos 16 anos: o direito ao voto. Roraima tem 7.140 eleitores de 16 e 17 anos aptos a votar nas eleições de 2026. No pleito, serão escolhidos governador, vice-governador, senador, deputados federais e estaduais. Ao todo, o estado tem 387.802 eleitores. 🗳️ Cidadania — O poder do voto é o ponto de partida do projeto Amazônia Que Eu Quero 2026, que neste ano tem como tema "Democracia na era digital: o uso das novas tecnologias no processo eleitoral". Iniciativa da Fundação Rede Amazônica, a ideia é discutir como as ferramentas digitais influenciam a participação política e a escolha dos representantes. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Mesmo sem ser obrigada a ir às urnas porque o voto é facultativo para adolescentes, a estudante Eloá Barros, de 16 anos, está entre os que aguardam com ansiedade a primeira votação. "Estar tendo esse contato com as eleições, de ter essa responsabilidade de escolher uma pessoa que vai representar a gente no âmbito eleitoral, traz, com certeza, um nervosismo", afirmou. Eloá integra a chamada geração alfa, formada por adolescentes nascidos a partir de 2010. Hiperconectados e acostumados a se informar e se posicionar por meio das telas, eles veem no voto, segundo a estudante, mais uma forma de expressão social. "Fico bastante feliz, porque agora posso contribuir de uma forma mais responsável e expressar minha opinião publicamente [por meio do voto]", resumiu a estudante. Atenta ao impacto das redes sociais no debate público, a estudante Catharina Uchôa, de 16 anos, destacou que é necessário que os jovens eleitores estejam atentos à circulação de conteúdos enganosos durante o período eleitoral para fazer uma escolha consciente. “Principalmente neste ano, com o avanço da inteligência artificial. Também já vi muitos vídeos de pessoas fingindo ser políticos ou de políticos que contribuem para as fake news, atribuindo a eles características positivas ou tentando enganar pessoas com menor entendimento da internet, como idosos e também os mais jovens, como nós", alertou Catharina. O 1º turno das eleições está marcado para o primeiro domingo do mês de outubro, no dia 4. Mas, como propõe o Amazônia Que Eu Quero, o exercício da cidadania começa antes do dia da votação, passa pelo acesso à informação, pelo uso consciente das tecnologias e pelo entendimento de que o poder do voto continua nas mãos de cada eleitor. A expectativa da Justiça Eleitoral é que o número de eleitores aumente ao longo da campanha de regularização, período em que adolescentes e jovens podem emitir o título. LEIA MAIS: Temporada 2026: Amazônia Que Eu Quero debate poder do voto e uso da tecnologia nas eleições Democracia na era digital: o uso das novas tecnologias no processo eleitoral Amazônia Que Eu Quero 2026 Criado em 2019, o Amazônia Que Eu Quero é uma iniciativa da Fundação Rede Amazônica, em parceria com o Grupo Rede Amazônica, e chega à 5ª edição este ano. O projeto promove a educação política e socioambiental, incentivando a participação da população e o diálogo com diferentes setores da sociedade. Também realiza o levantamento de propostas junto a gestores públicos, com foco no desenvolvimento sustentável da região. Em 2026, a iniciativa quer estimular o senso crítico do eleitor e ampliar o acesso à informação. O debate acontece em um momento em que celulares, redes sociais e inteligência artificial fazem parte da rotina da população. Segundo a diretora executiva da fundação, Mariane Cavalcante, o objetivo é fortalecer a capacidade de decisão do cidadão. "O projeto tem um objetivo muito simples: trazer informação para a população para que ela tenha capacidade crítica para eleger seus gestores públicos", afirmou. 'Amazônia Que Eu Quero 2026' debate o poder do voto e o uso da tecnologia nas eleições Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

Projetos do MA vencem etapa estadual do Prêmio Educador Transformador e avançam para final nacional

Publicado em: 28/02/2026 09:48

As educadoras Christiane Praseres Lima Cunha, Karini da Silva Pinto e Ecleid Maria Bonfim Vieira, de São Luís (MA), são finalistas na categoria Gestão Educacional Transformadora. Divulgação/Sebrae Três projetos de educadores do Maranhão venceram a etapa estadual do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e vão representar o estado na fase nacional do Prêmio Educador Transformador. A premiação é realizada pelo Sebrae, em parceria com o Instituto Significare e a Bett Brasil. Os projetos são de professores de Tutóia, Açailândia e São Luís. Eles ficaram em primeiro lugar nas categorias Inclusão e Sustentabilidade na Educação, Inovação Pedagógica e Metodologias Ativas e Gestão Educacional Transformadora. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Maranhão no WhatsApp Os vencedores da etapa estadual foram os professores Lute Rafael de Souza e Evania Maria Ferreira dos Santos, além das gestoras pedagógicas Karini da Silva Pinto, Ecleid Maria Bonfim Vieira e Christiane Praseres Lima Cunha. Além de troféu, certificado e selo digital, os selecionados vão participar, com todas as despesas pagas, da Bett Brasil 2026, maior evento de educação e tecnologia da América Latina. O resultado final será divulgado durante o encontro, que acontece de 5 a 8 de maio, em São Paulo. Os primeiros colocados na etapa nacional, em cada categoria, vão receber pacote completo para participar da Bett UK 2027, em Londres, e um MBA em Educação Empreendedora a distância. Projeto transforma biomassa em biocombustível O professor Lute Rafael de Souza, de Tutóia (MA), é finalista da categoria Inclusão e Sustentabilidade na Educação. Divulgação/Sebrae O professor Lute Rafael, de Tutóia, desenvolveu um projeto que propõe a produção de biocombustível a partir da biomassa de mangue acumulada nas praias da cidade. Segundo ele, a ideia surgiu ao perceber que o material, visto por muitos como sujeira, poderia ter potencial energético sustentável. “Durante a fase de imersão, notei a grande quantidade de biomassa (galhos, folhas, flores e fragmentos vegetais) trazida pelas marés e acumulada na faixa litorânea. Em conversas com moradores, ficou evidente que esse material é visto como sujeira que prejudica a paisagem e o turismo local”, relata. O projeto estimula a investigação científica e o protagonismo dos estudantes. “Mais do que criar um produto final, o projeto tem como foco o processo investigativo. Ele transforma um problema ambiental em um laboratório vivo de aprendizagem, estimulando pensamento crítico, análise de dados, experimentação e tomada de decisão baseada em evidências”, detalha. Tecnologia e empreendedorismo social A professora Evania Maria Ferreira dos Santos, de Açailândia (MA), é finalista na categoria Inovação Pedagógica e Metodologias Ativas. Divulgação/Sebrae Em Açailândia, a professora Evania Maria criou o projeto “Jovens de Mídias”, voltado ao desenvolvimento de habilidades digitais e ao empreendedorismo social. A iniciativa começou como uma proposta para registrar atividades escolares e evoluiu para ações na comunidade. O grupo já realizou feira de empreendedorismo, palestras sobre uso seguro das mídias e mapeamento de microempreendedores locais. “É um projeto que visa desenvolver habilidades técnicas em ferramentas digitais, fortalecer a autoestima, o senso de coletividade, o vínculo com o território e o protagonismo dentro e fora da escola. Na formação temos oito alunos participantes, dois destes são bolsistas de um curso de informática patrocinado pela Secretaria de Educação, com o objetivo de auxiliarem os demais”, acrescenta Evânia Maria. Leitura e protagonismo estudantil Em São Luís, as gestoras Karini da Silva Pinto, Ecleid Maria Bonfim Vieira e Christiane Praseres Lima Cunha desenvolveram o projeto “Gostei, Indiquei: o protagonismo e a formação do comportamento leitor”. A proposta busca fortalecer a relação dos estudantes com a leitura na rede pública de ensino. “Buscamos estimular o comportamento leitor com estratégias que valorizem a escuta, a troca de experiências, a escolha consciente de textos e o diálogo entre diferentes linguagens e gêneros textuais”, explica Karini. “O principal objetivo é fortalecer o protagonismo dos estudantes, incentivando a leitura como uma prática social, crítica e significativa”, afirma. Como obter mais informações Quem quiser saber mais sobre o prêmio ou sobre as ações do Sebrae pode procurar a sede da instituição, no bairro Jaracaty, em São Luís. As informações também estão disponíveis no portal oficial e na Central de Atendimento, pelo telefone 0800 570 0800, que também funciona via WhatsApp.

Palavras-chave: tecnologia

Polícia prende suspeito de criar 'bailes virtuais' no Roblox com conteúdo sexual e apologia ao crime

Publicado em: 28/02/2026 09:33

Roblox: o que pais precisam saber sobre a segurança das crianças A Polícia Civil prendeu, na manhã deste sábado (28), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, um homem suspeito de criar e administrar “bailes virtuais” dentro do Roblox que expunham crianças e adolescentes a conteúdo sexual e apologia ao crime. A ação faz parte da “Operação Fim de Jogo”, conduzida pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo a investigação, as salas funcionavam dentro da plataforma de jogos online, amplamente utilizada por menores de idade, e permitiam simulações envolvendo armas, drogas, bebidas alcoólicas e incitação a práticas criminosas. Polícia prende suspeito de criar 'bailes virtuais' no Roblox com conteúdo sexual e apologia ao crime Reprodução Durante a operação, além da prisão de um dos suspeitos, os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados a outros dois investigados. O material recolhido será periciado para aprofundar a apuração. A Polícia Civil alertou que a internet não é um ambiente seguro para acesso irrestrito por crianças e adolescentes e orientou que responsáveis acompanhem as interações dos filhos em plataformas digitais. Casos suspeitos podem ser denunciados em delegacias especializadas. O que é o Roblox A plataforma onde os “bailes virtuais” foram identificados é o Roblox, um dos ambientes digitais mais populares entre crianças e adolescentes. O serviço reúne milhares de jogos criados pelos próprios usuários e permite interação por meio de avatares personalizados. Segundo dados divulgados pela empresa, a plataforma tem cerca de 144 milhões de usuários diários no mundo. Desses, 50 milhões têm menos de 13 anos e 57 milhões estão na faixa entre 13 e 17 anos. A maior parte acessa o serviço pelo celular. Roblox Reprodução A criação de conta é simples e, em alguns casos, não exige envio de documentos para verificação de idade. No início do ano, o Roblox passou a adotar verificação facial para tentar restringir o acesso de menores a determinados recursos, como chats, medida que gerou críticas dentro da própria comunidade de usuários. Jogos impróprios e investigações Autoridades apontam que, apesar do caráter lúdico da plataforma, parte dos conteúdos criados por usuários apresenta temas inadequados para menores. Entre os ambientes identificados por órgãos de investigação estão: bailes virtuais com músicas sexualizadas; jogos com apologia a facções criminosas; simulações de ataques em escolas; espaços que incentivam automutilação ou suicídio; jogos que oferecem recompensas por “matar pessoas”; mundos com “venda de crianças”. Delegacias especializadas relatam que conteúdos denunciados podem levar semanas para serem retirados do ar. Porta de entrada para crimes Segundo núcleos de investigação digital, grande parte das vítimas monitoradas em apurações recentes iniciou contato com agressores dentro da própria plataforma. A estratégia, de acordo com investigadores, inclui adultos que se passam por crianças, estabelecem vínculos afetivos e transferem a conversa para outros aplicativos, onde iniciam manipulação emocional e pedidos de envio de fotos ou vídeos íntimos. 'Foi um estupro de vulnerável de forma digital', diz mãe de menina que sofreu abuso através do Roblox Casos recentes no Paraná e no Rio Grande do Sul ilustram esse tipo de dinâmica. Em uma das ocorrências, uma menina de 11 anos passou a ser chantageada após contato feito em um jogo. Em outro caso, um adolescente foi identificado como responsável por divulgar imagens íntimas de uma vítima de 12 anos. O que diz a plataforma Em nota, o Roblox afirma que suas medidas de segurança superam as adotadas por outras plataformas e que não permite compartilhamento de imagens ou vídeos no chat. A empresa diz que monitora as comunicações, proíbe conteúdos que promovam atividades ilegais e mantém ferramentas de denúncia. A companhia também afirma que utiliza verificações humanas e automatizadas para identificar e remover conteúdos inadequados. Debate legal e proteção digital O tema ganha relevância em meio à implementação do Estatuto da Criança e do Adolescente Digital (ECA Digital), aprovado no ano passado e que entra em vigor em 1º de março. A norma estabelece regras mais rígidas para proteção de menores em plataformas online. Crianças protestam no Roblox contra restrição do uso do chat Reprodução/X A discussão sobre redes e jogos digitais para crianças também avança em outros países. A Austrália já adotou restrições, a Espanha estuda medidas semelhantes e, na Califórnia, famílias e escolas movem ações judiciais contra empresas de tecnologia por supostos danos a menores. A Polícia Civil informou que as investigações sobre os “bailes virtuais” continuam e que novas diligências podem ser realizadas nos próximos dias.

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Imersão total: Xiaomi anuncia Redmi Buds 8 Pro com áudio espacial, ANC e 33h de uso

Publicado em: 28/02/2026 08:57 Fonte: Tudocelular

A Xiaomi aproveitou a sua passagem pela MWC em Barcelona para renovar todo o seu ecossistema de aparelhos na Europa. A marca chinesa realizou um evento gigantesco e revelou ao mundo os novos celulares da linha Xiaomi 17 com a versão avançada 17 Ultra, além do relógio inteligente Watch 5 e novos tablets. No meio desse mar de anúncios poderosos, a empresa também guardou espaço de destaque para o áudio e apresentou de forma oficial o fone de ouvido sem fio Redmi Buds 8 Pro.O pequeno acessório foi lançado no final de janeiro na China e foca em entregar um som rico e detalhado aos consumidores mais exigentes. A estrutura interna abriga um driver triplo coaxial composto por um tweeter de cerâmica de 6,7 milímetros e um diafragma de titânio de 11 milímetros, uma combinação arquitetada de forma específica para reproduzir graves profundos e vocais cristalinos. A união entre suporte à tecnologia Dolby Audio e áudio dimensional da própria Xiaomi oferece modos espaciais customizados para aprimorar diferentes cenários de uso, como a reprodução de músicas, vídeos, jogos e audiolivros.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Quem são os aliados de EUA e Irã no Oriente Médio

Publicado em: 28/02/2026 07:21

EUA e Israel realizam ataque coordenado contra o Irã Os ataques de EUA e Israel ao Irã são mais um movimento que ocorre no tabuleiro geopolítico do Oriente Médio. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A região, uma das mais conflituosas do mundo desde meados do século XX, também é uma das que mais abriga bases militares norte-americanas. As bases são um indicativo da importância que os EUA dão à região. Ao longo dos anos Washington construiu uma série de alianças com países, inclusive com o Irã — Teerã rompeu as relações, no entanto, com o triunfo da Revolução Islâmica, em 1979, que derrubou o xá Mohammad Reza Pahlavi e instituiu o regime dos aiatolás. Desde então, os iranianos costuraram uma rede de apoio entre os vizinhos, majoritariamente entre os grupos xiitas. Os principais atores dessa rede não costumam ser líderes de países, mas organizações que atuam paralelamente ao Estado, às vezes instaurando governos rebeldes. Ao mesmo tempo em que os EUA construíram uma sólida rede de apoio, o ataque ao Irã está longe de ser consenso - muitos estados pró-Washington se posicionaram contra uma guerra por motivos próprios. Veja, abaixo, quais são os principais aliados dos EUA e do Irã na região: Aliados dos EUA Israel: é o principal aliados dos EUA no Oriente Médio, recebendo armamento e compartilhando inteligência e tecnologia militar. Arábia Saudita: Riad mantém laços estreitos com o Ocidente e com os EUA há décadas, com desavenças pontuais que jamais chegaram perto de escalar para um conflito aberto. Por ser o mais poderoso país sunita da região, além de controlar Meca, a cidade mais sagrada do Islã, há uma desavença aberta entre o país e o Irã, xiita. Emirados Árabes Unidos: o país na península arábica mantém uma forte cooperação militar e econômica com os EUA. Jordânia: a monarquia da família Hashem é uma tradicional aliada das potências ocidentais, assim como a família Saud, da Arábia Saudita. Bahrein: aliado de primeira hora da Arábia Saudita e dos EUA, que estabeleceu um acordo com o país insular do Golfo Pérsico para abrigar a sua Quinta Frota marítima. Kuwait: é um aliado estratégico dos americanos no Golfo Pérsico. Os EUA saíram em defesa do país quando este foi invadido pelo regime de Saddam Hussein, do Iraque, em 1990. Desde então, os dois países são parceiros em diversos acordos de Defesa. Egito: embora não se alinhe automaticamente aos EUA em todas as questões do Oriente Médio, o governo do Cairo recebe ajuda militar americana desde os anos 1970, quando se viu obrigado a reconhecer Israel e se aproximar do Ocidente para receber de volta o controle da Península do Sinai, conquistada por Tel Aviv em 1967. Atualmente, tenta adotar uma postura de mediador de conflitos na região. Síria: o país era um dos principais aliados do Irã durante o regime de Bashar al-Assad, cuja família pertencia a um ramo da minoria xiita local. Com a queda de Assad, o atual presidente interino, Ahmed Al-Sharaa, um ex-integrante da Al Qaeda (sunita) local, busca aproximação com Trump e com Israel. Embora seja visto com desconfiança pelos ocidentais, ele manteve o espaço aéreo aberto para aviões militares israelenses atacarem o Irã na guerra de doze dias em junho de 2025. Aliados do Irã Iêmen (houthis): o país é efetivamente controlado pelos houthis, um grupo xiita que tomou o controle da capital, Sanaa. O regime não tem amplo reconhecimento e é considerado rebelde por boa parte da comunidade internacional. Os houthis recebem apoio militar de Teerã e empreendem ataques ocasionais a Israel. Hezbollah: o grupo extremista é um partido libanês xiita dotado de uma milícia que age como força paramilitar. Enquanto o Líbano permanece formalmente neutro, o Hezbollah atua em forte aliança com Teerã. O grupo foi fortemente enfraquecido em 2024 com o ataque a pagers do grupo por Israel, e pela morte de seu líder Hasan Nasrallah. Hamas: um dos raros aliados sunitas do Irã. Tanto o Hamas, originário da Irmandade Muçulmana, quanto os aiatolás compartilham a aversão ao estado de Israel com raízes na identidade islâmica. Paquistão: não é considerado um país do Oriente Médio, mas faz fronteira com o Irã e costuma se alinhar a Teerã quando o vizinho é atacado ou ameaçado. Países neutros ou aliados ocasionais As redes de apoio no Oriente Médio não são estanques; os países mantém objetivos, aliados e inimigos próprios. Alguns deles se destacam por posições deliberadamente neutras ou por seus canais diplomáticos: Catar: sede da maior base americana dos EUA na região, Al Udeid, o país tem maioria xiita, estabelecendo um canal de relações com o Irã. O emirado com sede em Doha não considera os conflitos na região como de seu interesse e tem buscado adotar um papel de mediador. Omã: o sultanato tem como princípio central da sua diplomacia a neutralidade pragmática e aposta na estratégia de não confrontação e mediação de conflitos. Frequentemente ele age como canal de diálogo entre rivais. Iraque: ao mesmo tempo em que é parceiro dos EUA na área de defesa, desde a queda de Saddam Hussein, em 2003, o atual regime de governo busca equilibrar as forças xiitas e sunitas da sociedade. Por meio dos políticos xiitas, Teerã e Bagdá normalizaram relações. Mapa mostra as bases militares dos EUA no Oriente Médio. Kayan Albertin/Arte g1 Bases dos EUA Os EUA possuem 19 bases militares no Oriente Médio, oito delas controladas pelo país e outras 11 com presença de tropas e equipamentos militares, segundo o Congresso norte-americano: Kuwait: 5 bases; Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Arábia Saudita e Síria: 2 bases cada; Egito, Jordânia, Omã, Catar: 1 base cada. A maior delas fica no Catar. É a de Al Udeid, que abriga cerca de 10 mil soldados. Outras bases da região, principalmente na Jordânia, têm sido utilizadas para acumular jatos de guerra para um eventual ataque contra o Irã. Em janeiro, países da Península Arábica, que tem alguns dos maiores aliados dos EUA no Oriente Médio, proibiram o governo Trump de utilizar seus espaços aéreos e terrestres para lançar um ataque contra o Irã. Foi o caso da Arábia Saudita, da Jordânia, e dos Emirados Árabes Unidos. Onda de protestos no Irã Bruna Azevedo/Editoria de Arte g1 Ali Khamenei e Donald Trump Gabinete do Líder Supremo do Irã via AP; AP Photo/Evan Vucci

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O que é o arsênio, substância usada por secretária para envenenar médico de 90 anos no ES

Publicado em: 28/02/2026 04:01

Arsênio foi encontrado em médico de 90 anos de Vitória, Espírito Santo, e suspeita é que ex-funcionária dava água de coco envenenada Reprodução Presente na conservação de madeira, na produção de ligas metálicas e em herbicidas, o arsênio voltou ao noticiário após ser apontado como substância usada no envenenamento do médico cardiologista Victor Murad, de 90 anos, em Vitória. O médico afirma ter sido envenenado pela própria secretária, Bruna Garcia, que, segundo a investigação, também desviou dinheiro de suas contas ao longo de anos. Ela está presa, acusada de desviar mais de R$ 500 mil e colocar arsênio na água de coco servida ao profissional. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp De acordo com a Polícia Científica, desde 2012 foram registrados seis casos positivos de intoxicação por arsênio no estado. Antes do episódio envolvendo o cardiologista, o último registro havia sido em 2014. O pós-doutor em Ciências e professor dos cursos de Química e Farmácia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Wanderson Romão, explicou que a administração do arsênio em humanos é incomum e restrito a situações específicas. Médico fala sobre envenenamento por arsênio no ES LEIA TAMBÉM: CINCO DENUNCIADOS PELO MP: Presos foram forçados a votar em candidatos escolhidos por organização criminosa no ES 'ALUCINAÇÕES': Irmãos do RJ que ficaram 60h perdidos no Pico da Bandeira contam como enfrentaram os dias sem água e comida Como exemplo, ele citou o tratamento de pacientes em remissão de leucemia promielocítica aguda. Por isso, segundo o professor, tanto a comercialização quanto a aplicação devem ser monitoradas para evitar intoxicações que podem levar à morte. Atualmente, cerca de 70% do consumo mundial da substância ocorre como conservante de madeira, na forma de arseniato de cobre e cromo. O elemento também é empregado na indústria de tecnologia e no agronegócio. “Vemos também o uso na fabricação de semicondutores nas indústrias do silício, em aditivos de ligas metálicas para gerar um elemento menos pesado para a fabricação de computadores, por exemplo. Ou também ligado ao sódio pela indústria do agro para a fabricação de herbicidas e inseticidas, em alguns casos”, explicou o professor. Substância sem cheiro, cor ou gosto As investigações envolvendo o caso do cardiologista capixaba apontaram que um frasco contendo 100 gramas de óxido de arsênio (As₂O₃), também chamado de trióxido de arsênio, foi comprado por Bruna Garcia em uma loja que fornece artigos para laboratórios, no Centro de Vitória. Para a compra no valor de R$ 49,50, foi utilizado o nome e o CNPJ do marido, de acordo com nota fiscal localizada durante as investigações. A secretária Bruna Garcia, suspeita de envenenar médico de 90 anos, comprou 100 gramas de arsênio por R$ 49,50, em Vitória, de acordo com nota fiscal localizada durante as investigações Reprodução Segundo o professor da Ufes, o trióxido de arsênio é uma das formas mais comuns no mercado, geralmente apresentado como pó branco. "O trióxido de arsênio é um pó branco, não tem cheiro, nem cor, nem gosto, o que facilita o uso por envenenamento por criminosos. Já em casos de intoxicação menos graves, provoca vômitos violentos, diarreias, dores abdominais", afirmou. Dependendo da quantidade administrada, a substância pode causar a morte. Em doses menores e repetidas, pode provocar intoxicação crônica. Lacunas na legislação Em 2025, o Conselho Federal de Química (CFQ) se manifestou sobre a necessidade de um controle mais rigoroso para a produção e comercialização de algumas substâncias arsenicais, após a morte de uma adolescente depois de comer um bolo envenenado, em São Paulo. O professor Romão corrobora com a necessidade de se trabalhar para ter uma legislação que minimize os riscos de mau uso para todos os tipos de substâncias com arsênio. “O problema nunca é o que existe na natureza, sempre são as pessoas, principalmente nesse caso. O arsênio está sendo tirado de contexto, da indústria e da finalidade que deveria ter, colocado em um ambiente que não deveria estar, com um objetivo bem claro que é o criminal”, avaliou. No Brasil, o Exército regula a venda e o uso de substâncias como o tricloreto de arsênio e o hidreto de arsênio (arsina), usados principalmente em fins militares. No entanto, segundo o CFQ, há lacunas na regulamentação do óxido de arsênio e de outros compostos arsenicais. Projetos de Lei n° 1381/2025, do deputado federal Gilson Daniel (PODE-ES), e nº 985/2025, do deputado federal Lula da Fonte (PP/PE), são exemplos de ementas propostas com o objetivo de corrigir essa brecha. Os textos falam sobre a proibição da venda de substâncias arsenicais a pessoas físicas, criando um controle mais rigoroso sobre o transporte, o armazenamento, além da identificação do comprador e a justificativa técnica de uso. Médico Victor Murad, 90 anos, foi envenenado pela secretária Bruna Garcia para encobrir roubo de R$ 700 mil em clínica, no Espírito Santo Reprodução O primeiro aguarda designação de relator na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços (CICS), enquanto o segundo aguarda parecer da Comissão de Saúde (CSAUDE). Enquanto isso, empresas que comercializam produtos químicos devem estar registradas no Sistema CFQ/CRQs e cumprir exigências de licenciamento ambiental e sanitário, conforme o Inventário Nacional de Substâncias Químicas. Entenda caso do médico capixaba O médico cardiologista Victor Murad, de 90 anos, alega ter sido envenenado lentamente por sua própria secretária, Bruna Garcia, funcionária de confiança, que é investigada por desviar dinheiro de suas contas. O caso, que agora é tratado pela polícia e pelo Ministério Público como tentativa de homicídio qualificado associada a fraude financeira. Clínica do médico Victor Murad, que diz ter sofrido envenenamento por arsênio, está fechada, em Vitória, Espírito Santo TV Gazeta Bruna trabalhava na clínica de Murad desde 2013. Ela é filha de uma antiga funcionária que trabalhou com o cardiologista por duas décadas. Por causa desse vínculo, a secretária detinha controle total sobre as finanças do médico, que não utilizava ferramentas digitais como o PIX. "Confiava cegamente nela, foi esse meu mal. Acreditava nela, assim, ela encanta qualquer um. É uma serpente", desabafou o médico. A investigação aponta que Bruna desviou R$ 544 mil ao longo de 12 anos. O dinheiro era usado para financiar um padrão de vida luxuoso, com viagens para a Disney e hotéis de alto padrão, enquanto o médico via seu patrimônio diminuir sem explicação. "Quando eu fui uma vez questionar o gerente, falei: 'Como é que pode que meu saldo não sobe?'. O gerente dizia que eu estava gastando demais. E era ela que estava tirando o dinheiro", relata Murad. Segundo o promotor Rodrigo Monteiro, os saques eram frequentes e variados: "Eram valores de três, quatro, até dez mil reais. Às vezes duas, três transferências no mesmo dia". Cortina de fumaça Para o Ministério Público, o envenenamento começou quando os desvios ficaram prestes a ser descobertos. A intenção da secretária seria jogar uma cortina de fumaça e afastar a responsabilidade pelos crimes financeiros através da morte da vítima. Enquanto Bruna ostentava em redes sociais, o médico apresentava sintomas graves e inexplicáveis: Dores intensas e vômitos com sangue; Anemia profunda e fraqueza nas pernas; Agravamento dos tremores e rigidez da doença de Parkinson. O veneno, segundo a polícia, era misturado à comida e à água de coco servidas na clínica. Devido ao mal-estar constante, Victor Murad precisou fechar o consultório que mantinha há mais de 30 anos. Defesa nega acusações Bruna Garcia está presa desde outubro e deve ser levada a júri popular por tentativa de homicídio qualificado. O advogado de defesa, James Gouveia, nega todas as acusações. "Ter um laudo que foi envenenado não comprova que a Bruna o envenenou. Pode ter sido outra pessoa, pode ter sido acidental", afirmou o advogado. Bruna Garcia Barbosa, suspeita de envenenar um médico de 90 anos por arsênio para encobrir um desvio de cerca de R$ 700 mil, no Espírito Santo Reprodução/TV Gazeta Sobre o dinheiro, a defesa sustenta que toda a movimentação financeira era de conhecimento do médico e devidamente autorizada por ele. O marido da suspeita, Alisson Oliveira Marinho, chegou a ser preso preventivamente em setembro do ano passado, com a esposa, mas acabou sendo solto em novembro devido à ausência de indícios de participação no crime. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

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Transformadores com tecnologia 100% brasileira são peças-chave na construção de cidade vertical futurista no Oriente Médio; entenda

Publicado em: 28/02/2026 03:00

Supercarreta com carga milionária para a Arábia Saudita para rodovia de SP Um transformador com tecnologia 100% brasileira vai ajudar a viabilizar a construção da “The Line”, megaprojeto da Arábia Saudita que prevê a criação de uma cidade linear de 170 quilômetros, totalmente abastecida por fontes de energia renovável. "Nessa primeira etapa do projeto, não é nem para levar luz para nenhuma residência, é simplesmente para uma infraestrutura de uma construção de uma cidade", explicou Alexandre Malveiro, diretor de Negócios e Transformadores da Hitachi. A "Linha" é uma cidade vertical futurista na Arábia Saudita Reprodução/Fantástico O Fantástico acompanhou a operação logística para levar uma das unidades — a quarta de um total de 14 — da fábrica, em Guarulhos (SP), até o Porto de Itaguaí (RJ), de onde segue para o Oriente Médio. Cada transformador, com um custo milionário, foi montado peça por peça e, juntos, têm potência para abastecer duas cidades do porte de São Paulo ou uma Nova York. O transporte de do equipamento de 11 metros e 540 toneladas exigiu uma supercarreta com mais de 50 eixos e 380 pneus, três cavalos mecânicos e ao menos 50 profissionais envolvidos. A viagem foi feita de madrugada para reduzir impactos no trânsito e incluiu inspeções da Polícia Rodoviária Federal, checagem constante de pneus e manobras milimétricas, especialmente na Serra das Araras, onde o comboio chegou a trafegar a 5 km/h. Ao ver o equipamento finalmente embarcado, o sentimento é de dever cumprido. "Chegar e ver o bichão indo embora é uma satisfação muito grande", desabafa Fabrício Verpa, gerente de logística. A operação enfrentou atrasos por questões mecânicas, climáticas e burocráticas. A previsão inicial de entrega de três transformadores em dois meses não se confirmou, acumulando mais de três meses de atraso. Ainda restam 11 unidades a serem embarcadas para atender ao cronograma saudita de modernização até 2030. Ouça os podcasts do Fantástico O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

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Doenças raras: brasileiros esperam 5,4 anos por diagnóstico, aponta estudo; confira as condições mais frequentes

Publicado em: 28/02/2026 01:00

Doenças raras: brasileiros esperam 5,4 anos por diagnóstico, aponta estudo; confira as condições mais frequentes Adobe Stock O Dia Mundial das Doenças Raras foi celebrado pela primeira vez em 29 de fevereiro de 2008 para reforçar o caráter raro das condições, já que esse dia só ocorre a cada quatro anos. Neste dia 28 de fevereiro, o g1 destaca um levantamento feito com mais de 12 mil brasileiros, que relevou que pessoas com essas doenças no país enfrentam, em média, uma espera de 5,4 anos até obter um diagnóstico definitivo. O estudo, publicado na revista científica Orphanet Journal of Rare Diseases, também mostra que quase um em cada cinco pacientes acompanhados em centros especializados segue sem diagnóstico confirmado. A pesquisa é a primeira análise nacional abrangente sobre o tema e foi conduzida pela Rede Brasileira de Doenças Raras (RARAS), reunindo dados de 34 serviços públicos de saúde entre 2018 e 2019. Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que passará a oferecer um novo exame genético de tecnologia avançada chamado Sequenciamento Completo do Exoma (WES), que promete reduzir tempo de diagnóstico para seis meses. As doenças raras afetam cerca de 13 milhões de brasileiros e estima-se que existam mais de sete mil tipos diferentes delas, sendo mais de 70% de origem genética. Suas causas podem envolver fatores genéticos, ambientais, infecciosos ou imunológicos, entre outros. No Brasil, a definição oficial considera rara qualquer doença que atinja até 65 pessoas a cada 100 mil habitantes. Fenilcetonúria e fibrose cística lideram casos O estudo identificou 1.778 códigos diagnósticos diferentes. As doenças raras mais frequentes foram: Fenilcetonúria (5,1%) Fibrose cística (4,1%) Acromegalia (3,1%) Osteogênese imperfeita (2,9%) Distrofia muscular (2,3%) Hiperplasia adrenal congênita (2,2%) Neurofibromatose (2,2%) Mucopolissacaridose (1,8%) Esclerose lateral amiotrófica (1,7%) Síndrome de Turner (1,6%) Outras condições raras conhecidas são: Síndrome de Marfan; Angioedema hereditário; Síndrome de Noonan Neurofibromatose: doença genética que causa tumores e desafios à saúde Os pesquisadores destacam que a alta frequência de fenilcetonúria e fibrose cística pode estar associada à presença de serviços de triagem neonatal entre os centros participantes. Entre os sinais e sintomas mais comuns das doenças raras em geral estavam: atraso global do desenvolvimento, convulsões e baixa estatura. Média de 5,4 anos para alcançar o diagnóstico não é exclusiva do Brasil Apesar de isoladamente essas doenças serem incomuns, coletivamente elas representam um importante desafio para a saúde pública. A chamada “odisseia diagnóstica” — período entre o surgimento dos primeiros sintomas e a confirmação da doença — dura, em média, 5,4 anos. Essa média reflete um desafio significativo, mas não exclusivo do Brasil, segundo a médica especialista em Patologia Clínica e diretora médica do centro de diagnósticos Werfen, Catalina Perez. “Em nível global, o atraso no diagnóstico nesse tipo de patologia costuma variar entre cinco e sete anos. Mas sob a perspectiva da saúde pública, cinco anos ainda representam um período clinicamente relevante, especialmente em doenças autoimunes sistêmicas ou vasculites, nas quais o dano orgânico pode progredir de forma silenciosa”, afirma Perez. A médica acrescenta que reduzir esse tempo não apenas melhora o prognóstico individual, mas também diminui complicações, hospitalizações e custos para o sistema de saúde. Os autores apontam que atrasos no acesso a testes moleculares podem explicar a elevada proporção de casos ainda sem definição diagnóstica. Segundo estudo anterior da própria rede, exames moleculares estavam disponíveis em pouco mais da metade dos centros participantes. Doenças raras afetam de 3,5% e 8% da população mundial, indicam estudos Estudos internacionais estimam que entre 3,5% e 8% da população mundial viva com alguma doença rara. No Brasil, isso representa de 7 a 16 milhões de pessoas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas, que variam de acordo com a enfermidade e a pessoa – mesmo quando se trata da mesma condição. Médicos alertam que muitas pessoas com doenças raras convivem durante anos com sintomas que consideram “normais” ou inespecíficos, como fadiga persistente, dor articular ou manifestações cutâneas, sem buscar atendimento especializado. Mais de 12 mil pacientes analisados O estudo avaliou 12.530 participantes atendidos em hospitais universitários, serviços de referência em doenças raras e unidades de triagem neonatal. A idade mediana era de 15 anos, e as mulheres representavam 50,6% da amostra. A maior parte dos pacientes nasceu nas regiões Sudeste (33,6%) e Nordeste (33,2%). Pessoas de 1.750 municípios brasileiros foram incluídas — cerca de 31% das cidades do país. Segundo os dados, 63,2% tinham diagnóstico confirmado, 19,5% estavam sob suspeita diagnóstica e 17,3% eram considerados sem diagnóstico. Sintomas começam cedo De acordo com o estudo, a média de idade do início dos sintomas das doenças raras foi de 0,8 ano. Mais de 80% dos pacientes apresentaram manifestações antes dos 18 anos. Mesmo assim, o diagnóstico pré-natal ocorreu em apenas 1,2% dos casos. Outros 9,9% foram identificados por meio da triagem neonatal. Excluindo esses dois grupos, a idade mediana no momento da confirmação diagnóstica foi de 10,4 anos. SUS financia maioria dos exames e tratamentos O Sistema Único de Saúde (SUS) foi responsável por financiar 84,2% dos exames diagnósticos e 86,7% dos tratamentos. Entre os pacientes, 54,3% recebiam alguma terapia específica para a doença rara ou para controle de sinais e sintomas. As abordagens mais comuns foram: Tratamento medicamentoso (55%) Terapias de reabilitação (15,6%) Terapias dietéticas (8,8%) O acompanhamento multidisciplinar foi relatado em 84% dos casos. Ministério promete reduzir tempo de diagnóstico para 6 meses com novo exame Na última quinta-feira (26), o Ministério da Saúde informou que o SUS vai ofertar um exame genético de tecnologia avançada para o diagnóstico de doenças raras. Segundo a pasta, o tempo de espera das famílias pela confirmação, que hoje é de até 7 anos, será de seis meses. O Sequenciamento Completo do Exoma (WES) vai atender a 90% dos casos de pessoas com doenças raras no Brasil, reduzindo o tempo de espera por um diagnóstico de 5 a 7 anos para 6 meses, promete o ministério. Na rede privada, esse exame custa de R$ 2 a R$ 5 mil por paciente. O investimento no SUS será de R$ 26 milhões por ano. O WES analisa a região do DNA onde se concentra a maioria das mutações genéticas com amostras de sangue ou saliva. Esse exame é fundamental para confirmar o diagnóstico de doenças raras genéticas, inclusive após o teste do pezinho. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou que a rede especializada do SUS, com foco em tratamento de doenças raras, aumentará em 120%. Para isso, a pasta destinou R$ 44 milhões que vão habilitar mais 11 novos serviços no SUS em quatro regiões do país. Internações frequentes e impacto na mortalidade Quase metade dos participantes (44,5%) já havia sido internada pelo menos uma vez. A média foi de 4,1 hospitalizações por paciente, com 5% registrando 13 ou mais internações. A taxa de mortalidade no período analisado foi de 1,5%. A idade mediana ao morrer foi de 20,3 anos, e a média, de 30,3 anos — 47 anos a menos do que a expectativa de vida brasileira em 2021, segundo os autores. As principais causas de morte registradas foram doenças do neurônio motor, fibrose cística e parada cardíaca. Histórico familiar da doença foi relatado em 21,6% dos casos. A taxa de consanguinidade foi de 6,4%, com maior frequência na região Nordeste (14%). Entenda o que é a ELA, doença degenerativa que destrói neurônios motores e vitimou o ator Eric Dane Desigualdades regionais e desafios Pacientes nas regiões Sul e Sudeste apresentaram proporção maior de diagnósticos confirmados, possivelmente devido à maior oferta de testes genéticos e recursos especializados. Os autores destacam que, embora estimativas internacionais indiquem que entre 3,5% e 8% da população possa ter alguma doença rara, o número de pacientes incluídos na pesquisa representa apenas uma fração do total esperado no país. Para os pesquisadores, os dados inauguram uma base nacional inédita que pode orientar políticas públicas, alocação de recursos e organização da rede de cuidados às doenças raras no Brasil. LEIA TAMBÉM: 'Não controlava meu corpo': sem diagnóstico por 4 anos, mulher tentou suicídio duas vezes até descobrir distonia Médicos conseguem "reescrever" DNA em tratamento inédito e curam bebê de doença rara; entenda como é feito A doença rara desvendada pela ciência na cidade onde 'todo mundo é primo' no sertão

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Ceará recebe pontos de coleta gratuita para exames genéticos de doenças raras

Publicado em: 27/02/2026 21:22

Ceará tem ambulatório pioneiro para doenças raras e insuficiência respiratória O Ceará ganhou pontos de coleta de exames para identificar doenças raras na rede pública de saúde. No estado, as coletas são realizadas nos hospitais Infantil Albert Sabin (HIAS) e Universitário Walter Cantídio (HUWC), ambos em Fortaleza. A iniciativa faz parte de um projeto-piloto do Ministério da Saúde, que passa a ofertar no SUS um exame genético inovador e de alta tecnologia: o Sequenciamento Completo do Exoma (WES). O exame é capaz de atender até 90% dos pacientes que precisam do laudo em tempo oportuno no país. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp Segundo o Ministério da Saúde, um dos principais problemas enfrentados por quem necessita desse tipo de exame é a demora na confirmação diagnóstica. Com a nova oferta, o resultado será entregue em até seis meses. Antes, a espera podia chegar a sete anos, o que representa uma redução de 93% no tempo de espera. LEIA TAMBÉM: Ceará investiga quatro casos suspeitos de mpox no estado em 2026 Família tenta voo de UTI aérea avaliado em R$ 1,9 milhão para trazer cientista de volta ao Brasil As amostras coletadas nos estados serão enviadas para dois laboratórios públicos no Rio de Janeiro, responsáveis pela realização dos exames: o Instituto Nacional de Cardiologia (INC), que opera em fase piloto desde outubro de 2025, e a Fiocruz, cuja estrutura deve estar concluída até o fim de maio. O exame é fundamental para confirmar o diagnóstico de doenças raras genéticas. Ele analisa regiões do DNA onde se concentram a maioria das mutações genéticas, a partir de amostras de sangue ou saliva. O exame também contribui para a confirmação diagnóstica de doenças identificadas no teste do pezinho, como fibrose cística, fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme, outras hemoglobinopatias e hiperplasia adrenal congênita. Alinhada ao programa Agora Tem Especialistas, que busca reduzir o tempo de espera no SUS, a iniciativa terá capacidade para atender 100% da demanda nacional pelo exame, o equivalente a 20 mil diagnósticos por ano. Ceará recebe pontos de coleta gratuita para exames genéticos de doenças raras. Adobe Stock Assista aos vídeos mais vistos do Ceará

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Secretaria de Segurança Pública do Paraná assinou contrato de R$ 438 milhões com a Celepar um dia antes de governo publicar edital para privatizar companhia

Publicado em: 27/02/2026 19:57

Tribunal de Contas quer detalhes sobre contratos entre Secretaria de Segurança e Celepar A Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp) assinou um contrato de R$ 438 milhões com a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) em meio ao processo de privatização da companhia. O contrato, que tem validade de cinco anos, foi assinado no dia 5 de fevereiro. No dia seguinte, o Governo do Paraná publicou o edital do leilão para a privatização da Celepar – marcado, inicialmente, para o dia 17 de março na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3. O processo de privatização foi suspenso provisoriamente no domingo (22) após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino. Leia mais a seguir. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp O contrato prevê a prestação de serviços como computação em nuvem, agendamentos, consultoria especializada e soluções voltadas a informações estratégicas. Conforme o documento, a Celepar será a operadora, que trata informações pessoais em nome da secretaria, seguindo regras definidas pelo contrato. O documento aborda também a proteção de dados pessoais e estabelece que a Secretaria de Segurança Pública será a controladora dos dados, ou seja, a responsável por decidir como as informações serão tratadas. O texto ressalta que todo o tratamento dos dados será feito em nome da secretaria, que dará as instruções. O documento proíbe expressamente a Celepar de utilizar essas informações para qualquer outra finalidade, pública ou privada, que não esteja prevista no contrato. São informações que incluem, por exemplo, dados de empregados, usuários de serviços públicos, prestadores de serviço, fornecedores e quaisquer outros titulares cujos dados sejam necessários para a execução do contrato. Celepar foi fundada em 1964 e conta com 980 funcionários José Fernando Ogura/Arquivo AEN TCE pediu esclarecimentos Na sexta-feira (20), o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) encaminhou um ofício à Sesp pedindo esclarecimentos. O órgão solicitou que a Secretaria de Segurança Pública preste informações sobre o contrato assinado com a Celepar. Na prática, caso a privatização seja concluída, o contrato em questão deixaria de ser entre entes públicos. Entre as informações armazenadas pela Sesp estão Boletins de Ocorrência, dados sobre presos do estado, monitoramento por tornozeleira eletrônica e laudos da Polícia Científica. Porém, de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em nenhum caso, a totalidade dos dados pessoais da segurança pública pode ser tratada por uma empresa privada. O Governo do Paraná informou que parte dos dados da Secretaria de Segurança Pública foi separada com chaves de acesso e mecanismos de controle que permanecem exclusivamente sob a gestão do poder público. Segundo a nota, os dados foram isolados em um ambiente comparável a um "bunker", com acesso restrito exclusivo à Sesp. Não esclareceu, porém, que tipo de dados são esses. O governo informou ainda que a Celepar atua somente como operadora em relação a outra parcela dos dados. "A assinatura do contrato faz parte do processo que garante que Estado do Paraná cumpra a LGPD e reforça o que tem sido afirmado desde o início: os dados sensíveis continuarão sob tutela pública, portanto, sob governança estadual", diz a nota. LEIA TAMBÉM: Entenda: STF impede Câmara e Prefeitura do Paraná de vetarem participação da atleta trans Tifanny Abreu na Copa Brasil de Vôlei Saúde: Mulher sente 'dor de garganta', descobre infecção no peito e morre após passar por cirurgia Impasse com a Copel: Agricultor tem prejuízo de cerca de R$ 9 milhões após queda de energia causar morte de tilápias Venda da Celepar está suspensa O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino suspendeu, no domingo (22), o processo de privatização da Celepar. A decisão é provisória e ainda será avaliada pelo plenário do STF. A previsão é que isso aconteça na próxima sexta-feira, 6 de março. Dino determinou que o governo do Paraná adote medidas que garantam a proteção dos dados dos cidadãos paranaenses e as informe ao STF. A partir disso, o tribunal decidirá sobre a continuidade do processo de privatização. Na decisão, o ministro Flávio Dino apontou que existem "sucessivas decisões" do Tribunal de Contas do Paraná (TCE) que paralisam e retomam o processo de privatização da Celepar, o que "configura indesejado cenário de insegurança jurídica, inclusive para os futuros participantes da desestatização". "Esses direitos abrangem dimensões de altíssimo relevo jurídico, tais como os da privacidade, proteção contra discriminações e políticas de segurança pública. O controle sobre dados pessoais, especialmente sensíveis, constitui tema mundialmente debatido e de crescente importância, por isso mesmo objeto de rígidas políticas públicas nas mais diversas nações soberanas", escreveu o ministro. O governador Ratinho Junior informou que os dados estão levantados e que estão fazendo os esclarecimentos. "Nós vamos apresentar toda a fundamentação que foi pedida, e aí o plenário vai julgar. Nós entendemos que vai julgar a nosso favor, porque não tem nenhum motivo de não poder continuar essa modernização que queremos para a Celepar", afirmou o governador. O que dizem os citados O Governo do Paraná reforçou, por meio de nota, que os dados sensíveis continuam sob tutela pública. "A assinatura do contrato faz parte do processo que garante que Estado do Paraná cumpra a LGPD e reforça o que tem sido afirmado desde o início: os dados sensíveis continuarão sob tutela pública, portanto, sob governança estadual." À RPC, a Celepar informou que a legislação impede que a totalidade dos dados relacionados à segurança pública fique integralmente sob operação de entes privados. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

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Trump diz que está orientando agências federais a deixarem de usar tecnologia da empresa de IA Anthropic

Publicado em: 27/02/2026 18:47

O presidente dos EUA, Donald Trump, faz o discurso do Estado da União no plenário da Câmara do Capitólio dos Estados Unidos Kevin Lamarque/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (27) que estava instruindo todas as agências federais a pararem imediatamente todo o uso da tecnologia da empresa de IA Anthropic. Atualmente, a companhia tem um contrato de US$ 200 milhões de dólares com o Pentágono. Segundo Trump, haveria uma fase de transição de seis meses para agências, como o Departamento de Defesa, que utilizam os produtos da companhia. “Estou instruindo TODAS as agências federais do governo dos EUA a CESSAR IMEDIATAMENTE todo uso da tecnologia da Anthropic. Não precisamos dela, não a queremos e não faremos mais negócios com eles!”, disse Trump em uma postagem no Truth Social. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A fala de Trump surge em meio a uma disputa entre o Pentágono e o laboratório de inteligência artificial Anthropic sobre preocupações com a forma como os militares poderiam usar a IA em uma guerra. A Anthropic não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Criador do ChatGPT se recusa a posar de mãos dadas para foto com rival em evento de IA Chefões da OpenIA e da Anthropic se recusam a dar as mãos em evento

Governo de Alagoas divulga edital do concurso da Seplag com salário de R$ 5,7 mil

Publicado em: 27/02/2026 18:43

Diário Oficial de Alagoas Ascom Seplag O Governo de Alagoas divulgou o edital do concurso público para o provimento de vagas e a formação de cadastro reserva no cargo de Especialista em Gestão Pública na Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio de Alagoas (Seplag). A publicação consta no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (27). De acordo com o edital, o concurso será organizado e executado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) e contempla seis especialidades, todas com exigência de diploma de nível superior na área correspondente. Elas são: Administração: graduação em Administração ou Administração Pública; Análise de Sistemas: graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciência da Computação, Sistemas de Informação ou Tecnologia da Informação; Arquivologia: graduação em Arquivologia; Contabilidade: graduação em Ciências Contábeis; Geografia: bacharelado em Geografia; Planejamento: graduação em Direito Com remuneração prevista de R$ 5.767,15, o cargo envolve a realização de pesquisas, estudos, análises e atividades de planejamento, além da implantação, supervisão, coordenação e controle de trabalhos, com elaboração de projetos e planos e acompanhamento da execução. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Inscrições e provas As inscrições poderão ser realizadas exclusivamente pela internet, no site do Cebraspe, no período de 9 de março a 8 de abril de 2026. A taxa de inscrição é de R$ 120,00. Os candidatos que se enquadrarem nas hipóteses previstas em leis estaduais poderão solicitar isenção da taxa entre os dias 9 e 18 de março. A aplicação das provas está prevista para o dia 31 de maio de 2026, no turno da tarde, em Maceió. Para mais informações, basta consultar o edital publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira, a partir da página 32.

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EPR Litoral Pioneiro consolida ciclo de transformação

Publicado em: 27/02/2026 17:49

O segundo ano de atuação da EPR Litoral Pioneiro consolida um ciclo de transformação das rodovias que conectam Curitiba ao Litoral e os Campos Gerais ao Norte Pioneiro, com impactos estruturais para o Estado do Paraná. Além das obras de recuperação viária realizadas desde o início da concessão, a concessionária já executa as ampliações de capacidade nas BR-277, BR-153 e BR-369, que somam R$ 1,5 bilhão em investimentos e têm entregas previstas para 2027. No segundo ano de concessão, a EPR Litoral Pioneiro investe R$ 445 milhões, valor que integra o total de R$ 8 bilhões previstos para os primeiros sete anos de administração das rodovias federais BR-153, BR-277 (entre Curitiba e Paranaguá) e BR-369, além das estaduais PR-092, PR-151, PR-239, PR-407, PR-408, PR-411, PR-508, PR-804 e PR-855. O volume de recursos reforça o compromisso contratual da concessionária com a excelência operacional, a modernização da infraestrutura e o desenvolvimento regional do Paraná. “Se trata de uma verdadeira transformação nas rodovias paranaenses que a EPR Litoral Pioneiro está executando com muito planejamento, responsabilidade regulatória e investimento estruturado de longo prazo. Não estamos falando apenas sobre entregas de obras, mas sim de desenvolvimento para as comunidades do entorno e crescimento da economia de todo o Paraná”, destaca diretor-presidente da EPR no Núcleo Paraná, Marcos Moreira. EPR Litoral Pioneiro consolida ciclo de transformação Divulgação Segurança e qualidade O trabalho da concessionária nestes últimos doze meses garantiu a elevação da qualidade do trecho atendido, com reflexos diretos na segurança viária e na preservação de vidas. Entre março de 2025 e fevereiro de 2026 a concessionária prestou 116 mil atendimentos, entre eles 24 mil de socorro mecânico e 5 mil atendimentos de socorro médico. Entre os personagens destas histórias estão mais de 20 pessoas que foram salvas pela área de escape da BR-277, em Morretes, e três famílias que contaram com o suporte da concessionária no nascimento de seus bebês, nas cidades de Curitiba, Paranaguá e Carambeí. Destaque também para a recuperação do pavimento realizado em todo o trecho atendido, conforme parâmetros de qualidade da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A previsão final é que sejam recuperados 415 quilômetros de faixas e cerca de 20 mil toneladas de pavimento sejam aplicadas no serviço de fresagem, além da realização de microrrevestimento e microfresagem em 1,5 milhão de m² de pista. O trabalho de recuperação contempla ainda a limpeza dos sistemas de drenagem, que receberam manutenção completa, a substituição de cerca de 200 placas de sinalização vertical e mil dispositivos de sinalização horizontal revitalizados. O segundo ano de concessão é marcado ainda pelo investimento em estruturas essenciais para a segurança das rodovias. A ponte sobre o riacho Passa Sete, na PR-408, em Morretes, recebeu reforço em sua estrutura, o que permitiu o aumento da capacidade no fluxo em direção a Morretes e Antonina, no Litoral do Paraná. Durante o período de interdição temporária, inclusive, nenhuma intercorrência foi registrada no local, situação que ilustra o cuidado com a sinalização e a comunicação aos usuários. O mesmo foi realizado na PR-407, em Paranaguá, onde as três passarelas para pedestres passaram por recuperação e reforço da estrutura. A concessionária também investiu em tecnologia, característica que será a marca do trabalho nos próximos anos. A câmera térmica para verificação do sistema de freios é um equipamento inédito adotado pela EPR Litoral Pioneiro para a segurança nas rodovias, especialmente nos trechos de serra. A implantação das novas balanças para pesagem em movimento - HS-WIM (High Speed Weigh-in-Motion) foi finalizada nas rodovias BR-277 (em Paranaguá e São José dos Pinhais), BR-153 (em Jacarezinho), BR-369 (em Jacarezinho) e PR-151 (em Piraí do Sul). Os dispositivos estão em processo de validação com os órgãos responsáveis para início da operação nas próximas semanas. A tecnologia amplia a capacidade de fiscalização e preservação do pavimento, contribuindo para maior segurança e sustentabilidade do corredor logístico. EPR Litoral Pioneiro consolida ciclo de transformação Divulgação A inovação está ainda na recuperação do pavimento rígido da avenida Bento Rocha, em Paranaguá. A concessionária adotou no local o uso do concreto de cura rápida, tecnologia australiana que permite que a rodovia seja liberada em poucas horas após o trabalho, sem interferir no intenso fluxo de caminhões em direção ao Porto de Paranaguá e reduzindo o tempo total do trabalho no trecho. Os caminhoneiros que circulam pelas rodovias administradas pela EPR Litoral Pioneiro terão também mais conforto a partir da inauguração do primeiro Posto de Parada e Descanso, nas próximas semanas. O prédio foi construído pela concessionária na PR-092, em Arapoti, com quase 400m² de edificação e 61 vagas seguras de estacionamento, além de espaço para descanso, refeitório equipado com aparelho de micro-ondas e bebedouro, lavanderia, banheiros com chuveiros e fraldário. A iniciativa está alinhada às diretrizes nacionais de valorização dos motoristas profissionais e promoção da segurança nas estradas. Entre as novas estruturas construídas pela concessionária estão também três postos da Polícia Rodoviária Federal, na BR-277 (Morretes), na BR-369 (em Bandeirantes) e na BR-153, em Santo Antônio da Platina, além de uma delegacia para corporação na BR-277 em Curitiba. Reconhecimento A atuação e o compromisso da EPR Litoral Pioneiro garantiram um marco inédito no estado. A empresa se tornou a primeira concessionária a receber recomendação para certificação do Sistema de Gestão Integrado (SGI) nas normas ISO 9001, 14001, 45001 e 39001. O reconhecimento comprova que a concessionária é comprometida com a gestão de qualidade de seus processos, atua com responsabilidade socioambiental, promove um ambiente seguro e saudável para seus colaboradores e trabalha na redução de riscos, com foco na preservação da vida. “Chegamos ao fim do segundo ano de concessão considerando o trabalho até aqui um sucesso, que faz a diferença na vida das pessoas e leva desenvolvimento aos municípios cortados por nossas rodovias”, avalia Moreira.

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Caçapava ganha primeira faculdade de Medicina; saiba como foi a inauguração

Publicado em: 27/02/2026 17:40

A cidade de Caçapava (SP) passa a contar com sua primeira faculdade de Medicina, inaugurada pela Faculdade Santo Antônio (FSA). O evento de inauguração reuniu o prefeito, vereadores, médicos, professores e outros profissionais da área da saúde, marcando um momento considerado histórico para o município. O curso começa com 60 vagas por ano, e as aulas estão previstas para iniciar no dia 16 de março. O vestibular será realizado no dia 7 de março, com provas em Caçapava e em São José dos Campos. Os candidatos também poderão utilizar a nota do Enem no processo seletivo. Registros da inauguração da Faculdade Santo Antônio Divulgação De acordo com a instituição, novas turmas estão previstas para o segundo semestre deste ano. Durante a cerimônia, o prefeito de Caçapava, Yan Lopes (Podemos), destacou a importância da chegada do curso para a cidade, que tem cerca de 100 mil habitantes, de acordo com dados do IBGE. “Quero parabenizar e agradecer à Doutora Elisa (Dra. Maria Eliza de Aguiar e Silva, mantenedora da FSA), essa agente de propulsão em nossa cidade. Desempenhamos muitos projetos em conjunto. O primeiro curso de medicina de Caçapava é o sinal de que a cidade está no caminho correto. Um marco para a cidade, um momento histórico para todos da região”, afirmou. Estrutura e tecnologia A Faculdade Santo Antônio aposta em tecnologia de ponta na formação dos alunos. Entre os destaques estão simuladores modernos, como um equipamento de simulação de parto - tecnologia comparável à utilizada pela Faculdade Albert Einstein (SP) - além de simuladores cirúrgicos. Segundo a instituição, os investimentos priorizam a formação prática e a qualidade do ensino desde o início do curso. Registros da inauguração da Faculdade Santo Antônio Divulgação Formação com foco humano e prática desde o início A mantenedora da faculdade, Dra. Maria Eliza de Aguiar e Silva, destacou que a criação do curso representa apenas a primeira etapa de um projeto mais amplo. “O sentimento é de uma primeira etapa vencida. Outras etapas terão que ser vencidas para que façamos um curso de qualidade e que melhore a saúde da população”, afirmou. Ela explicou que o curso seguirá as novas diretrizes curriculares da medicina e terá como foco a formação de profissionais mais preparados e humanizados. “Nossa proposta é formar médicos mais humanos e preparados para atender a comunidade”. Diretor-geral da faculdade, Raimundo Oliveira, e Dra. Maria Eliza de Aguiar e Silva, mantenedora da FSA Divulgação Entre os diferenciais, estão metodologias ativas de ensino, como PBL (aprendizagem baseada em problemas) e TBL (aprendizagem em equipe), além da integração entre teoria e prática desde os primeiros períodos. “Tecnologia desde o início, prática desde o início. Fazemos uma integração que desenvolve o raciocínio clínico desde o começo do curso”. Outro ponto destacado é a atuação dos estudantes nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) já no início da graduação. “Um dos cenários de aprendizagem tem que ser dentro das UBSs, conhecendo o território, os determinantes sociais e ambientais da saúde”. Projeto de longo prazo O diretor-geral da faculdade, Raimundo Oliveira, ressaltou que a implantação do curso é resultado de anos de planejamento. “Esse é um projeto de longo prazo, pensado e idealizado com muita responsabilidade pela formação médica no país, em Caçapava e para toda a região do Vale do Paraíba”. Registros da inauguração da Faculdade Santo Antônio Divulgação Segundo ele, a proposta pedagógica tem como base a integração entre teoria e prática desde o início da formação. “O aluno já começa com disciplinas práticas no primeiro período, desenvolvendo habilidades como anamnese, entrevista com pacientes e entendimento do SUS. A valorização do SUS”. Ele também destacou que a estrutura da instituição será um dos pilares da qualidade do curso. “A qualidade se materializa nos laboratórios, nos equipamentos e no corpo docente. É um conjunto da formação médica como um todo”. Registros da inauguração da Faculdade Santo Antônio Divulgação Impacto na região Além da formação acadêmica, a expectativa é que a faculdade contribua para o desenvolvimento da saúde pública e da economia local, com geração de empregos e maior acesso a serviços de qualidade. A presença de estudantes de medicina passa a movimentar a economia local em diferentes setores. “A chegada do curso de Medicina reforça o papel de Caçapava como polo educacional e de saúde no Vale do Paraíba”, resumiu o prefeito durante o evento. Para saber mais Saiba mais sobre o primeiro curso de medicina de Caçapava acessando o site oficial da FSA. Você também pode acessar o documento “Edital Medicina 2026” da FSA. Clique aqui para se inscrever para o vestibular agora.

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