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Finep lança edital de R$ 150 milhões para fortalecer pesquisa e inovação na Amazônia Legal; saiba como participar

Publicado em: 26/01/2026 16:31

Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) Divulgação A Finep, agência de fomento vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), realiza nesta quarta-feira (28), às 16h, um encontro presencial na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), em Belém. O evento, aberto ao público, vai apresentar detalhes da chamada “Infraestrutura para a Amazônia Legal — Pró-Amazônia 2025”, que destina R$ 150 milhões a projetos de pesquisa e inovação na região. A iniciativa tem o objetivo de reduzir desigualdades regionais, promover a interiorização da pesquisa científica e formar profissionais qualificados em áreas estratégicas. Durante o encontro, representantes da Finep vão explicar as regras do edital, o processo de inscrição e esclarecer dúvidas das Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs), públicas e privadas. Inovação e sustentabilidade Os recursos, provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), são não reembolsáveis e abrangem gastos com equipamentos, serviços, bolsas de pesquisa e infraestrutura. As propostas poderão contemplar temas como biotecnologia e biodiversidade, agricultura sustentável e agroecologia, energias renováveis, recursos hídricos, desenvolvimento urbano sustentável, saúde pública e tecnologia da informação e comunicação, incluindo inteligência artificial e conectividade. O presidente da Finep, Luiz Antônio Elias, disse que "o edital representa um marco para desenvolver o ecossistema local, demonstrando compromisso com a construção de um ambiente de renovação robusto e competitivo a nível internacional”. Regras e prazos Podem participar instituições com CNPJ próprio sediadas na Amazônia Legal. Cada uma poderá submeter até três propostas como Executora, com até duas instituições coexecutoras, sendo no máximo uma de fora da região. O valor solicitado por proposta deve ser entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões. O cadastro básico e envio de documentos devem ser feitos até 30 de janeiro, às 17h. Já o envio das propostas completas encerra em 26 de fevereiro, também às 17h. Mais informações estão disponíveis no portal financiamento.finep.gov.br. Dúvidas podem ser enviadas ao e-mail cp_proamazonia2025@finep.gov.br. Serviço Agenda Pró-Amazônia – Pará 📅 Data: 28 de janeiro (quarta-feira) 🕓 Horário: 16h 📍 Local: Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM) — Av. Almirante Barroso, 426, Belém/PA 🎫 Participação gratuita, sem necessidade de inscrição VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará

Cinco alunos de escola centenária são aprovados em universidades públicas pelo Provão Paulista

Publicado em: 26/01/2026 16:15

Escola centenária de Rio Claro aprova alunos em universidades públicas A Escola Estadual Joaquim Ribeiro, em Rio Claro (SP), inicia 2026 com muitos motivos para comemorar. A instituição completa 100 anos e também recebeu a notícia de que cinco alunos do ensino médio foram aprovados em universidades públicas. Os estudantes conquistaram as vagas através do Provão Paulista, projeto do Governo de São Paulo voltado para alunos da rede pública de educação que facilita o ingresso em instituições estaduais de ensino superior. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram O diretor da escola, Rogério Ruba, comenta que a mentalidade de jovens e famílias têm mudado com o passar do tempo, de forma gradual, e que a instituição trabalha para orientar os estudantes em relação ao futuro. “Desde que ele [aluno] chega aqui, nós trabalhamos que o ensino médio é preparar para o mundo do trabalho. Percebemos que as famílias quando vem pras reuniões, já vem com perguntas e indagações a respeito do futuro do estudante”, fala o diretor. Entre os profissionais da escola, o professor Euclides Garuti explica que a preparação dos estudantes para o Provão contou com simulados ao longo do ano letivo, para que eles pudessem treinar o emocional e conseguir conter a ansiedade e nervosismo nos dias oficiais. Ana Júlia, Francielle, Deydson e Saulo então entre os alunos da Escola Estadual Joaquim Ribeiro, em Rio Claro, aprovados em universidades públicas pelo Provão Paulista Reprodução/EPTV Mais notícias da região: TECNOLOGIA: Alunos da Etec criam app gratuito que agiliza atendimentos de primeiros socorros; veja como usar CRIME: Veja o que se sabe sobre o motorista atacado pela ex com líquido corrosivo no interior de SP Estudo e dedicação 📗 A estudante Francielle de Almeida, de 17 anos, foi aprovada na primeira chamada para cursar educação física na Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro, e não conteve a emoção. Ela conta que foi necessário abrir mão de algumas atividades e definir prioridades para que o resultado fosse positivo. "Quando saiu a primeira chamada e eu vi meu nome lá, meu Deus do céu, que felicidade! Em outubro eu sai do meu trabalho de babá pra poder me dedicar mais aos estudos, conseguir ter o foco todo nisso e conseguir passar", explica a aluna. Francielle fala que o Provão ser somente para os alunos de escolas públicas facilita na concorrência. Por isso, ela não quis perder a oportunidade, dedicou o tempo livre aos estudos e procurou informações para entender o processo de seleção. Já Ana Júlia Rodrigues da Silva tem o sonho de se tornar diplomata. Para alcançar seu objetivo, ela precisa cursar três graduações. A primeira já está garantida, pois foi aprovada para o curso de geografia, também na Unesp. Aos 18 anos, Deydson Amâncio da Silva também faz parte dos estudantes da escola que foram aprovados. Ele vai integrar o curso de inteligência artificial na Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Rio Claro . Estudantes da Escola Estadual Joaquim Ribeiro, em Rio Claro, aprovados em universidades públicas Reprodução/EPTV Oportunidade única🎓 Entre os aprovados também está Saulo Bernardino do Nascimento, que foi aceito na Universidade de São Paulo (USP), e vai cursar Engenharia de Alimentos em Pirassununga. A aprovação é mais do que uma grande conquista para o estudante, mas um marco histórico em sua família. “Eu fui, da minha família tanto materna quanto paterna, o primeiro a ser aprovado em uma universidade pública. Na minha família, faculdade e estudo em geral é um luxo, porque querendo ou não, no nosso convívio social, é um luxo", conta o estudante. Saulo fala ainda sobre a forma como as gerações anteriores a ele, na sua família, não tiveram a oportunidade de estudar e como isso tornou suas histórias mais difíceis. "Meus avós e meus pais sempre conquistaram tudo na base da força, do trabalho, então ter a oportunidade de conseguir um diploma de ensino superior, pra mim é uma sensação incrível. 'Tô' maravilhado", finaliza o adolescente. REVEJA VÍDEOS DA EPTV: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

Uespi faz 40 anos e governo determina “choque educacional” para elevar nível acadêmico

Publicado em: 26/01/2026 15:45

Universidade Estadual do Piauí. Roger Cunha - Ascom Uespi A Universidade Estadual do Piauí (Uespi) entra em um novo ciclo de sua história ao completar 40 anos de atuação. Além de mais de R$ 100 milhões investidos pelo Governo do Estado na modernização e ampliação da infraestrutura física da instituição, o governador Rafael Fonteles determinou a realização de um “super choque educacional” com foco na elevação do nível acadêmico, no desempenho institucional e na ampliação das oportunidades para os estudantes do ensino superior estadual. A estratégia prevê a expansão do acesso a cursos tecnólogos, mestrados, doutorados e bolsas de pesquisa. A proposta é garantir que os alunos que tiveram mais oportunidades no ensino médio encontrem, no ensino superior público estadual, condições iguais ou até melhores para sua formação profissional e acadêmica. “O momento agora é de fazer o super choque educacional na educação superior. Por isso lançamos o programa Mais Formação, Mais Renda, ampliando o acesso ao ensino superior, com mais cursos tecnólogos, mais formação profissional, mais mestrados, doutorados e bolsas de pesquisa”, afirmou Rafael Fonteles. Segundo o governador, a Uespi, sob a nova reitoria do professor Paulo Henrique, e o Piauí Instituto de Tecnologia (PIT) são eixos centrais dessa transformação, especialmente pela interiorização e pela oferta de cursos alinhados ao mercado de trabalho. O PIT tem foco em cursos tecnólogos de dois anos, enquanto a Uespi amplia sua capilaridade e diversidade de formações em todas as regiões do estado. A mudança ocorre após a gestão do ex-reitor Evandro Alberto e marca uma nova fase da universidade, agora com metas mais ambiciosas de qualidade e alcance. Paralelamente às mudanças acadêmicas, o ano de 2025 foi marcado por um intenso ciclo de entregas estruturais na Uespi. Os investimentos superiores a R$ 100 milhões transformaram os campi da instituição em verdadeiros canteiros de obras, fortalecendo a expansão do ensino superior público no Piauí. Em maio, foi inaugurado o novo prédio de salas de aula do Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL), no Campus Poeta Torquato Neto, em Teresina. Com área de 1.200 metros quadrados e investimento de R$ 3.595.163,40, o espaço beneficia diretamente 941 estudantes de quatro cursos da área de Ciências Humanas. O prédio conta com dois pavimentos, dez salas de aula, salas administrativas, elevador, rampas, banheiros acessíveis e espaços de convivência. Já em outubro, a universidade entregou o prédio do Centro de Ciências da Educação, Comunicação e Artes (CCECA), também na capital. O equipamento possui dois pavimentos, dez salas de aula, elevador, banheiros adaptados, redes elétrica e hidráulica modernas e sistema completo de prevenção e combate a incêndios, reforçando as condições de ensino e acessibilidade. Centro de Ciências Humanas e Letras ganhou novo prédio. Ascom Uespi Mais de 4 mil vagas no Sisu Com a divulgação das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cresce a expectativa dos estudantes piauienses para o ingresso no ensino superior público. No SiSU 2026, o Piauí contará com 11,5 mil vagas, sendo 4.260 destinadas à Universidade Estadual do Piauí. Na Uespi, as vagas estão distribuídas em 105 cursos presenciais, com ingresso nos semestres 2026.1 e 2026.2, abrangendo os campi de Teresina, Campo Maior, Corrente, Floriano, Parnaíba, Oeiras, Picos, Piripiri, São Raimundo Nonato e Uruçuí. A distribuição reforça a política de interiorização da universidade e amplia o acesso ao ensino superior público em todas as regiões do estado.

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Senai oferece 851 vagas em cursos técnicos gratuitos em Natal e Mossoró

Publicado em: 26/01/2026 15:28

Senai oferece mais de 800 vagas no RN Divulgação/Senai O Senai do Rio Grande do Norte abriu nesta segunda-feira (26) inscrições para 851 vagas em cursos técnicos gratuitos presenciais, em Natal e Mossoró (veja todas as vagas disponíveis no final da reportagem). As áreas de formação variam de acordo com o município e incluem Eletrotécnica, Eletromecânica, Refrigeração, Automação Industrial, Segurança no Trabalho, Administração, Logística, Edificações, Desenvolvimento de Sistemas, Design de Moda e Marketing. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp 👉 As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente on-line, pelo site https://www.rn.senai.br/oportunidades. ⚠️ As inscrições seguem até 13 de fevereiro, mas podem ser encerradas antes, caso seja atingido o número máximo de participantes esperados para o processo seletivo. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A seleção será realizada por ordem de inscrição e mediante apresentação da documentação exigida no edital. Em Natal, são oferecidas 451 vagas. Em Mossoró, 400. Quem pode participar O público-alvo para os cursos são pessoas a partir de 16 anos, com ensino médio concluído ou em andamento, dependendo da área escolhida. O início das aulas é previsto para: 2 de março em Mossoró; 6 de abril em Natal. Os cursos têm duração de um a dois anos, em média. A iniciativa faz parte do Programa de Gratuidade Regimental do SENAI-RN, voltado à inclusão social, por meio da formação profissional de pessoas de baixa renda. Oportunidade Dados divulgados pelo Senai mostram que profissionais de nível técnico, quando comparados com os de nível médio, chegam a ganhar cerca de 40% a mais no Rio Grande do Norte. Além disso, pesquisa com ex-alunos da instituição aponta que quase 90% dos egressos estão ocupados profissionalmente. “O conhecimento é a base e esse é um bom momento para investir na vida profissional. Cada dia mais, o mercado exige competências novas, exige conhecimento aprofundado e o curso técnico dá essa oportunidade”, diz o diretor regional do SENAI-RN, Rodrigo Mello. Veja as vagas Cursos em Natal (CTGAS-ER) 📍 Na capital potiguar, os cursos técnicos serão oferecidos pelo CTGAS-ER, localizado no Hub de Inovação e Tecnologia (HIT) do SENAI (Av. Capitão-Mor Gouveia, 2770 – Lagoa Nova). Técnico em Eletrotécnica (Turmas manhã e tarde) | Carga horária: 1.260 horas Técnico em Marketing (Turmas manhã e tarde) | Carga horária: 800 horas Técnico em Eletromecânica (Turmas manhã e tarde) | Carga horária: 1440 horas Técnico em Refrigeração (Manhã) | Carga horária: 1.200 horas Técnico em Segurança do Trabalho (Turmas manhã e tarde) | Carga horária: 1.200 horas Técnico em Edificações (Manhã) | Carga horária: 1.200 horas Técnico em Design de Moda (Tarde) | Carga horária: 1.260 horas *São oferecidas 41 vagas em cada curso. Cursos em Mossoró (CETIB): 📍 Em Mossoró, as aulas serão realizadas no Centro de Educação e Tecnologias Ítalo Bologna (SENAI/CETIB), na Rua José Leite, 100 – Abolição. Técnico em Administração (Turmas manhã e tarde) | Carga horária: 820 horas Técnico em Logística (Turmas manhã e tarde) | Carga horária: 1000 horas Técnico em Automação Industrial (Turmas manhã e tarde) | Carga horária: 1280 horas Técnico em Segurança do Trabalho (Turmas manhã e tarde) | Carga horária: 1.200 horas Técnico em Eletrotécnica (Turmas manhã e tarde) | Carga horária: 1.260 horas Técnico em Eletromecânica (Turmas manhã e tarde) | Carga horária: 1.440 horas Técnico em Desenvolvimento de sistemas (Tarde) | Carga horária: 1.200 horas *São oferecidas 35 vagas no Técnico em Segurança do Trabalho e, nos demais cursos, 30 vagas, cada. Vídeos mais assistidos do g1 RN

Palavras-chave: tecnologia

Funcionários do Google, Meta, OpenAI e outras pedem que CEOs usem influência para pressionar governo contra o ICE

Publicado em: 26/01/2026 15:23

Homem é baleado e morre durante operação do ICE em Minneapolis Mais de 400 funcionários de gigantes de tecnologia dos Estados Unidos assinaram um abaixo-assinado pedindo que CEOs de empresas de tecnologia usem sua influência política para pressionar a Casa Branca contra a atuação violenta do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE). O movimento ocorre em meio a uma escalada de críticas à agência, envolvida na morte de dois americanos durante protestos e denunciada por usar crianças como “isca” em operações de imigração (veja mais abaixo). A carta é assinada por trabalhadores de empresas como Google, Meta, Microsoft, Amazon, Spotify, YouTube, OpenAI, Apple, TikTok, PayPal e Nvidia, entre outras. No texto, os signatários convocam líderes das big techs a ligarem para a Casa Branca pedindo que o ICE deixe as suas cidades, cancelem contratos empresariais com a agência e denunciem publicamente a violência atribuída ao órgão (veja na íntegra abaixo). “Queremos ter orgulho de trabalhar na área de tecnologia… Podemos e devemos usar nossa influência para acabar com essa violência”, afirma o texto. Os trabalhadores dizem que a indústria de tecnologia tem peso político real em Washington e citam como exemplo outubro passado, quando executivos do setor ligaram para a Casa Branca após Trump ameaçar enviar a Guarda Nacional a São Francisco — e o presidente recuou. Aumento da truculência Manifestantes carregam cartazes condenando o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) perto do local onde um homem identificado como Alex Pretti foi morto a tiros por agentes federais que tentavam detê-lo, em Minneapolis, Minnesota, EUA, em 24 de janeiro de 2026. REUTERS/Tim Evans O cenário ficou mais tenso após a morte de Renee Good, no dia 7 de janeiro, durante confrontos com agentes federais em manifestações contra ações do ICE em Minneapolis. Desde então, milhares de moradores foram às ruas para protestar contra a truculência da agência e a apreensão de imigrantes. Na última quinta-feira (22), pelo menos quatro crianças foram detidas por agentes federais, e uma delas teria sido usada como “isca” para tentar atrair seus familiares. A operação ocorreu na terça (20), mas só foi divulgada dias depois. No sábado (25), a tensão aumentou ainda mais após a morte de Alex Pretti, cidadão americano baleado por agentes federais durante um protesto contra as políticas de imigração do presidente Donald Trump, o que gerou nova onda de revolta e manifestações. Carta na íntegra (trechos traduzidos): A indústria de tecnologia exige que o ICE saia de nossas cidades. Somos profissionais da indústria de tecnologia nos Estados Unidos. Todos nós testemunhamos o assassinato brutal de um cidadão americano pelo ICE nas ruas de Minneapolis. Depois, o governo Trump mentiu descaradamente sobre o ocorrido. Não chegamos a essa situação da noite para o dia. Há meses, Trump envia agentes federais às nossas cidades para criminalizar a nós, nossos vizinhos, amigos, colegas e familiares. De Minneapolis a Los Angeles e Chicago, vimos bandidos armados e mascarados espalharem violência desenfreada, sequestros, terror e crueldade sem fim à vista. Isso não pode continuar, e sabemos que a indústria de tecnologia pode fazer a diferença. Quando Trump ameaçou enviar a Guarda Nacional para São Francisco em outubro, líderes da indústria de tecnologia ligaram para a Casa Branca. Funcionou: Trump recuou. Hoje, convocamos nossos CEOs a pegarem o telefone novamente: Liguem para a Casa Branca e exijam que o ICE deixe nossas cidades. Cancelem todos os contratos da empresa com a ICE. Denunciem publicamente a violência do ICE. Queremos ter orgulho de trabalhar na área de tecnologia. Queremos ter orgulho das empresas para as quais trabalhamos. Podemos e devemos usar nossa influência para acabar com essa violência. Veja mais: Meta, TikTok e YouTube serão julgados por acusação de viciar jovem de 19 anos; caso pode abrir enorme precedente Como um brasileiro invadiu os sistemas da Nasa e foi reconhecido pela agência americana

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Homem é baleado enquanto aguardava atendimento médico dentro de hospital na Bahia

Publicado em: 26/01/2026 15:21

Imagem do Hospital Regional de Paulo Afonso Google Maps Um homem foi baleado enquanto aguardava atendimento médico dentro do Hospital Regional de Paulo Afonso, no norte da Bahia. O caso aconteceu no domingo (25) e é investigado pela Polícia Civil como tentativa de homicídio. Segundo a PC, a vítima foi identificada como Robério dos Santos Pinheiro, de 30 anos. Familiares relataram que um homem usando capacete invadiu a unidade de saúde e efetuou os disparos contra ele. Robério foi socorrido por equipes do próprio hospital e encaminhado ao centro cirúrgico da unidade. O estado de saúde dele não foi divulgado. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia O caso pela 1ª Delegacia Territorial de Paulo Afonso, que realiza diligências para identificar o suspeito do crime. Imagens de câmeras de videomonitoramento da região e da unidade hospitalar devem auxiliar nas investigações. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) informou que, em parceria com a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), vem implantando gradativamente um sistema de videomonitoramento inteligente nas unidades de saúde, integrado às forças de segurança. Segundo a Sesab, o Estado tem ampliado o uso de tecnologias como reconhecimento facial e drones, com o objetivo de reforçar o combate à criminalidade e aumentar a segurança em espaços públicos, incluindo hospitais. LEIA TAMBÉM: Tio é morto a facadas após discussão com sobrinho em Alagoinhas; mulher ficou ferida Família é condenada a pagar R$ 1,4 milhão a mulher submetida a trabalho semelhante à escravidão por 42 anos na Bahia Pedreiro é internado em estado grave após ser agredido a pauladas durante briga por gasolina na Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

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Brasil tem mais de 546 mil afastamentos por saúde mental em 2025 e bate recorde pela segunda vez em 10 anos

Publicado em: 26/01/2026 15:00

O Brasil bateu, pela segunda vez em dez anos, o recorde de afastamentos do trabalho por transtornos mentais. Dados do Ministério da Previdência Social, obtidos com exclusividade pelo g1, mostram que o número de licenças voltou a crescer em 2025 e escancara um cenário de adoecimento cada vez mais amplo entre os trabalhadores do país. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça No ano passado, o g1 revelou com exclusividade que o Brasil já vivia uma crise de saúde mental, com o maior número de afastamentos por esse motivo em 10 anos em 2024. Em 2025, o cenário não só se repete como se agrava: mais de meio milhão de licenças foram concedidas por transtornos mentais, estabelecendo um novo recorde e ampliando o peso da saúde mental no total de afastamentos. Ao todo o país teve 4 milhões de licenças do trabalho. (Leia mais aqui) Em 2025, os afastamentos por ansiedade e depressão cresceram 15% em relação ao ano anterior e, somados, já formam o segundo maior motivo de afastamento do trabalho no Brasil, atrás apenas das doenças da coluna. À época do primeiro recorde, o governo discutia mudanças na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passaria a incluir a saúde mental entre os itens fiscalizados no ambiente de trabalho. Após pressão das empresas, porém, a medida foi adiada. E isso tem um custo alto para os cofres públicos. Só com o custo para o INSS em afastamentos, estima-se que o valor seja perto de R$ 3,5 bilhões. Especialistas apontam que, sem mudanças estruturais, o avanço dos transtornos mentais tende a se manter, impulsionado por vínculos precários, jornadas longas e instabilidade profissional. Nesta reportagem, você vai ler: O raio-x dos afastamentos em 2025 O recorde de afastamento por transtornos mentais no Brasil E por que isso está acontecendo? O cenário por estado E quem são as pessoas por trás dos números? Atraso na NR-1 O raio-x do afastamento Dados da Previdência Social mostram que foram concedidos mais de 4,1 milhões de afastamentos do trabalho por incapacidade temporária em 2025. O número é o maior em cinco anos e representa um aumento de 17,1% em relação a 2024. ATENÇÃO: Os dados abaixo se referem ao número de afastamentos, e não ao número de trabalhadores. Uma mesma pessoa pode ter mais de uma licença ao longo do ano, e cada afastamento é contabilizado separadamente. As dores nas costas e os problemas na coluna lideraram as concessões de benefícios no país. Em 2025, a dorsalgia (dor nas costas) foi a principal causa de afastamento de licença, com 237.113 pedidos concedidos, mantendo-se no topo do ranking. Na sequência aparecem os outros transtornos de discos intervertebrais, como a hérnia de disco, responsáveis por 208.727 afastamentos. 🔴 Mas, se a dor física sempre esteve ocupando os maiores índices na lista, desde o ano passado, o mercado de trabalho vem enfrentando uma nova realidade: os transtornos mentais vêm aparecendo no topo entre as causas de afastamento. A ansiedade levou a 166.489 afastamentos e a depressão a 126.608. Se somadas as doenças de saúde mental, elas já ultrapassam causas que sempre foram comuns de afastamento, como fratura de tornozelo. Veja abaixo o top 10 das doenças que mais geraram benefícios entre 2021 a 2025. 🔎 A licença por incapacidade temporária é concedida pelo INSS quando o trabalhador precisa se afastar do trabalho por mais de 15 dias, após passar por perícia médica. O recorde de afastamento por transtornos mentais no Brasil Os dados do Ministério da Previdência Social mostram que os afastamentos do trabalho por transtornos mentais atingiram, em 2025, o maior patamar da série recente – superando até mesmo o recorde de 2024. Somente em 2025, mais de 546.254 afastamentos do trabalho foram por questões de saúde mental. Isso representa um aumento de 15% em relação ao ano passado. A maior parte desses afastamentos está concentrada em dois diagnósticos: ansiedade e depressão. Os transtornos ansiosos lideram o ranking, com 166.489 licenças concedidas em 2025, seguidos pelos episódios depressivos, que somaram 126.608 afastamentos. Ou seja, o país tem, de novo, um cenário sem precedentes: o número de afastamentos em 2025 por saúde mental é o maior em uma década. A lista feita pelo Ministério da Previdência considera as doenças que mais geraram concessões de benefício. Entre elas, também estão: transtorno bipolar, dependência química, estresse grave, esquizofrenia e alcoolismo. Comparado com o último ano, todas elas tiveram alta. Voltar ao início. E por que isso está acontecendo? Os transtornos mentais são multifatoriais e não há uma explicação única para o que está acontecendo. ➡️ No entanto, depois de dois anos em recorde, com números sem precedentes, os especialistas apontam que a saúde do trabalhador vem sendo afetada por transformações que passam pelo modo de vida e organização em sociedade, mas, sobretudo, pelas mudanças no mercado de trabalho. A pandemia mudou o cenário para o mercado de trabalho e, ainda que a informalidade e desemprego tenham recuado no ano passado, os especialistas explicam que há uma cicatriz. Segundo os psiquiatras e analistas ouvidos pelo g1, situações como vínculos precários, jornadas longas e com pressão constroem um mercado que empurra as pessoas para um estresse crônico. As pessoas estão submetidas a vínculos precários, jornadas longas, pressão por mudanças na tecnologia. O cenário atual do mercado de trabalho está empurrando as pessoas para um estresse crônico e se traduzindo no que estamos vendo. É estrutural. O médico lembra ainda que os números são só a ponta de um problema maior. Já que o afastamento inclui apenas aqueles profissionais registrados e que se afastaram pelo INSS – licenças menores, ainda que por essas doenças, não são consideradas. Thatiana Cappellano, mestre em ciências sociais e especialista no mercado de trabalho, reforça que o mercado vem se transformando e, consequentemente, afetando quem atua e depende dele. Ela explica que o cenário reflete um movimento de anos e que deve permanecer nos próximos anos, caso nada seja feito. Os diagnósticos de ansiedade e depressão costumam ser demorados, o que indica que esse adoecimento vem se arrastando há muito tempo e só agora está aparecendo com mais força. Trata‑se de uma força de trabalho já desgastada. O médico psiquiatra Wagner Gattaz, especialista em saúde mental no ambiente de trabalho, explica que a questão não é mais só de trabalho ou só de saúde, de forma isolada, e que são necessárias medidas mais duras para transformar esse cenário. ➡️ O psiquiatra atua em uma empresa de consultoria que analisou mais de 150 mil trabalhadores para analisar a prevalência de doenças de saúde mental e o custo aos empregadores. Eles descobriram que as doenças representam um custo de 6% do total da folha de pagamento. Em algumas empresas, isso representa milhões. “É preciso que a doença mental não seja o vilão da história. Um dos estigmas é que é fingimento, que as pessoas estão aumentando sua dor. Como psiquiatra, preciso dizer, é difícil simular um quadro de sofrimento. E isso é tão grave que estamos vendo o aumento das taxas de suicídio no país”, explica Gattaz. O INSS não informou o quanto custou ao país essa crise, mas com base nos dados de 2024, as pessoas passaram em média três meses afastadas, recebendo cerca de R$ 2.140 por mês. Considerando esses valores, o impacto financeiro aos cofres públicos pode ter chegado a R$ 3,5 bilhões. Voltar ao início. O cenário por estado Em números absolutos, os estados mais populosos concentram a maior parte das licenças concedidas em 2025, mas a análise proporcional à população revela um cenário mais complexo, com estados menores apresentando taxas mais altas de afastamento por saúde mental. São Paulo lidera com folga o ranking nacional, com 149.375 afastamentos, seguido por Minas Gerais (83.321), Rio Grande do Sul (46.738) e Rio de Janeiro (41.997). (Veja no gráfico acima) Quando os dados são analisados proporcionalmente à população, no entanto, o mapa muda. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e o Distrito Federal aparecem entre as unidades da federação com as maiores taxas de afastamento por transtornos mentais por 100 mil habitantes, superando estados mais populosos. ➡️ Não há uma explicação para o índice de cada estado, mas os especialistas lembrar consequências de situações graves, como as enchentes no Rio Grande do Sul, por exemplo. Já estados do Norte e parte do Nordeste apresentam taxas mais baixas quando se observa o número de afastamentos por habitante. Voltar ao início. E quem são as pessoas por trás dos números? De acordo com os dados, as mulheres representam mais de 60% dos afastamentos por saúde mental, enquanto homens são pouco mais de 30%. Especialistas apontam que essa desigualdade está diretamente ligada a fatores sociais, como a menor remuneração, a responsabilidade do cuidado familiar e a violência. Mulheres ganham menos que homens em 82% das áreas, segundo levantamento do IBGE. (leia mais aqui) O Brasil registrou recorde de feminicídios em 2025 com quatro mulheres mortas a cada hora (leia mais aqui) Para Thatiana Cappellano, as diferenças sociais também se refletem no mercado de trabalho e, por isso, a questão precisa ser analisada sob a perspectiva de gênero. “É preciso olhar pela perspectiva de gênero. As mulheres enfrentam duplas e triplas jornadas, que vão muito além do trabalho formal, envolvendo cuidados com a casa, a família e outras responsabilidades. Essa sobrecarga mental constante pesa diretamente sobre elas”, explica. Capellano ainda reforça que esse impacto na mulher não é só uma questão de saúde, mas também econômica. Segundo o último Censo, as mulheres mantêm financeiramente 49,1% dos lares brasileiros. Isso significa que 35 milhões de famílias pelo país são mantidas por elas. Voltar ao início. Atraso na NR-1 A solução que Gattaz e outros especialistas citam já existia: a atualização da NR-1. No ano passado, o governo anunciou a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que estabelece as diretrizes de saúde no ambiente de trabalho. Com a atualização, passaria a contemplar também os riscos psicossociais. 🔎 O que isso significa? O MTE passaria a fiscalizar as empresas, podendo inclusive aplicar multas caso encontrasse trabalhadores que estão passando por situações que incluem metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais, falta de autonomia e condições precárias de trabalho. No entanto, após pressão de empresas, o Ministério do Trabalho cedeu e adiou por mais de um ano a validade da medida, que tem previsão para maio deste ano. Para Arthur Danila, psiquiatra que estuda o impacto do trabalho na saúde mental, o recorde pelo segundo ano consecutivo poderia ser evitado por medidas mais duras. “É um ano de atraso. As estatísticas mostram que o assunto é persistente e atrasar contribui para vermos índices cada vez maiores”, explica. Gattaz aponta que é preciso fazer valer a NR-1, acelerar as discussões de leis que certificam empresas promotoras da saúde mental e pensar políticas públicas para que o mercado de trabalho possa melhorar. "É preciso que o poder público responda a esses dados. Adotar políticas diminui o sofrimento das pessoas, aumenta a produtividade delas e da nação", explica. Voltar ao início. Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Hospital Santa Maria conquista acreditação ONA Nível 1

Publicado em: 26/01/2026 14:52

Tatiany Santos, gerente de práticas assistenciais do HSM e dr. Marxwell Arruda, diretor técnico do HSM. Banco de imagens O Hospital Santa Maria (HSM), integrante do Grupo Med Imagem, conquistou a acreditação ONA Nível 1, certificação nacional que reconhece instituições de saúde comprometidas com a segurança do paciente, a qualidade assistencial e a padronização de processos. Segundo o diretor técnico da unidade, dr. Marxwell Arruda (CRM/PI 6609), a conquista é resultado de um trabalho coletivo, alinhado à estratégia institucional do grupo. “É um resultado de muitas mãos, que começa com uma visão clara do caminho que o grupo quer seguir, o da qualidade assistencial, e conta com o engajamento das direções, lideranças e de todo o time multiprofissional”, destaca. A certificação assegura que o paciente que procura o Hospital Santa Maria encontra um ambiente seguro, ético e baseado em boas práticas assistenciais, ou seja, o paciente tem a segurança de estar em uma instituição alinhada a protocolos, com processos bem definidos e foco permanente na qualidade e na segurança do cuidado. Dr. Marxwell ressalta ainda que o reconhecimento é fruto de um trabalho contínuo, validado por auditorias externas. “Não é uma autodeclaração. A acreditação comprova a existência de uma cultura de segurança do paciente, com governança clínica presente, avaliação constante de indicadores e melhoria contínua dos processos”, explica. Para a gerente de práticas assistenciais do HSM, Tatiany Santos (COREN-PI : 534.660-ENF), a acreditação representa o fortalecimento de uma cultura institucional que envolve todos os profissionais do hospital. “Quando falamos em acreditação hospitalar, estamos falando de muito mais do que a implementação de processos e protocolos. Falamos do desenvolvimento contínuo de uma cultura de qualidade e segurança do paciente, construída diariamente por todos os profissionais da instituição”, afirma. A gerente destaca que o trabalho vai além das equipes assistenciais e envolve toda a estrutura hospitalar. “Desde as equipes de segurança, rouparia e farmácia até aqueles que prestam assistência direta ao paciente, todos têm papel fundamental. Graças ao comprometimento e ao engajamento de todo o time, alcançamos a certificação ONA Nível 1 no Hospital Santa Maria”, completa. Investimentos Ao longo de 2025, o Hospital Santa Maria também realizou investimentos em estrutura e tecnologia, como a inauguração do pronto-socorro pediátrico, a modernização da área de coleta laboratorial e a implantação de uma UTI Pediátrica, ampliando a capacidade de atendimento com segurança e qualidade. “Com a acreditação ONA, o Hospital Santa Maria reafirma o compromisso do Grupo Med Imagem com um crescimento responsável, focado na qualidade assistencial, na segurança do paciente e na melhoria contínua dos serviços de saúde no Piauí”, finalizou o dr. Marxwell.

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Governo de PE nega denúncia sobre espionagem de secretário do Recife; advogado questiona legalidade e metodologia

Publicado em: 26/01/2026 14:45

SDS detalha monitoramento a carro de secretário do Recife O governo de Pernambuco convocou uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (26) para esclarecer uma denúncia de que, supostamente, estaria espionando o secretário Gustavo Queiroz Monteiro, chefe de articulação política e social da prefeitura do Recife. Conforme a denúncia, veiculada no domingo (25) pela TV Record, um carro funcional utilizado pelo secretário foi vigiado por policiais civis entre agosto e outubro de 2025, e chegou a ter um rastreador instalado pelos agentes — medida com legalidade questionada por advogados (veja mais abaixo). ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE A Polícia Civil confirmou o monitoramento e disse que a investigação ocorreu devido a uma denúncia sobre recebimento de propina, e que o veículo da frota da prefeitura, usado pelo secretário, era o foco da apuração. A suspeita de recebimento de propina, segundo o governo, veio a partir de uma "grave denúncia anônima apontando a utilização de um veículo, por servidor público do município do Recife". De acordo com a denúncia, havia um grupo com no WhatsApp, com membros da Polícia Civil, em que agentes e delegados trocavam informações sobre a rotina do secretário. A existência do grupo, intitulado "Nova Missão", foi confirmado pela Secretaria de Defesa Social (SDS). O carro usado pelo secretário do Recife, da frota da prefeitura, era seguido desde o momento em que o Gustavo Monteiro saía de casa até a noite, quando ele voltava. Segundo a denúncia, outra pessoa monitorada era o irmão do secretário, Eduardo Monteiro, que é assessor da prefeitura do Recife. No grupo, os policiais compartilhavam fotos do carro, e, em determinado momento, citam a compra e colocação de uma "tag", aparelho utilizado para rastrear o veículo. O equipamento foi instalado quando o veículo estava estacionado num supermercado. Segundo o advogado de defesa do secretário, Eduardo Trindade, o monitoramento aparenta ser ilegal, com "uso e aparelhamento do estado para investigar pessoas ligadas à cúpula da prefeitura em altos cargos". "Fazer investigação não é ilegal, mas o que pode ser ilegal, se for comprovado, é a metodologia da época de outrora, que meu pai muito vivenciou enquanto advogava na defesa de presos políticos pela repressão, pelo golpe militar de 1964. Nos dias de hoje, se isso tiver sendo feito, monitoramento às escondidas, é algo muito preocupante e inaceitável pela atual sistemática do Estado Democrático de Direito", declarou. O advogado afirmou, ainda, que algo que chamou a atenção foi a ausência de um inquérito policial instaurado, algo que a Polícia Civil afirma ser normal no âmbito de uma investigação preliminar. "Seria uma investigação preliminar, sem inquérito policial, mas já com o uso de tecnologias que não me parecem, a uma primeira análise, compatíveis com uma verificação preliminar, como esse monitoramento através de rastreamento com o uso de 'tags'. [...] A compra dessa 'tag' teria sido feita de forma particular por um dos integrantes do grupo, e não de forma oficial por parte da Secretaria de Defesa Social. É o que parece. É isso que precisa ser investigado", declarou. Denúncia anônima Grupo em que policiais compartilhavam informações sobre monitoramento de secretário do Recife Reprodução/WhatsApp Durante a coletiva de imprensa, o secretário de Defesa Social de Pernambuco, Alessandro Carvalho, disse que deu a ordem para a investigação, depois que chegou à SDS um documento com imagens do secretário e de seu irmão, bem como uma foto do carro em um estacionamento. Carvalho afirmou que a denúncia foi feita de forma anônima. No documento, Gustavo Monteiro é referido como "'braço direito do prefeito', amigo de faculdade e responsável pela arrecadação e distribuição dos recursos financeiros" e como alguém que "coordena toda operação de arrecadação [de propina], e coloca seus irmãos para executar". Já o irmão, Eduardo Monteiro, seria ligado ao gabinete do prefeito, "conhecido e temido por todos os fornecedores" e "faz a operação acontecer em todas as secretarias com a cobrança da propina" para "arrecadar o dinheiro e até com manipulação em licitações para beneficiar as empresas que melhor podem arrecadar". Na denúncia, é dito que Eduardo Monteiro receberia pagamentos em dinheiro, em estacionamentos de shoppings, com valores de 4% a 5% de "faturamentos mensais" de fornecedores da prefeitura. "Caso o empresário não cumpra no mês, é bloqueado o pagamento no mês subsequente", diz o documento, que também cita a cobrança de 30% a 50% de propina por "valores a restituir ou com pendências de pagamentos gerados por reequilíbrios". O texto da denúncia também afirma que fornecedores que atuaram em festas, como o carnaval, devem pagar valores de 5% a 10% e que, por isso, "empresas de terceirização ligadas à prefeitura estão quebradas, não conseguem arcar com seus compromissos porque sofrem extorsão mensalmente em valores incompatíveis com os faturamentos". O pai dos dois, Henrique Monteiro, também é citado, como alguém conhecido "na Secretaria de Saúde com mesma finalidade" e que "já operou na Secretaria de Cultura do Recife". A denúncia também diz que exceções à suposta cobrança de propina seriam empresas de Romero Jatobá, pai do vereador Romerinho Jatobá (PSB), presidente da Câmara Municipal, que seriam "beneficiadas com manipulação desde a licitação até a contratação dos empregados". Segundo a Polícia Civil, o conteúdo da operação "Nova Missão" foi vazado supostamente por um policial investigado por outro crime. Governo nega irregularidade Sobre o monitoramento, a Polícia Civil informou que, conforme entendimento consolidado do Supremo Tribunal Federal (STF), denúncias anônimas, por si só, não são suficientes para a instauração de inquérito policial, e são utilizadas apenas como fonte de informação. "[...] Razão pela qual foram iniciadas as diligências preliminares, como de praxe, focadas na movimentação do veículo em questão, para verificação da procedência ou não da denúncia", diz a corporação. O secretário Alessandro Carvalho disse que a verificação prévia, antes da instauração de inquérito, ocorre para que uma simples denúncia anônima não cause "constrangimento com a instauração de um inquérito a quem não tinha justa causa para se instaurar o procedimento". Ele disse, ainda, que o foco da investigação preliminar era o veículo supostamente utilizado para o recebimento de propina. "Preciso de autorização para fazer interceptação telefônica, escuta ambiental, pegar um gravador, seja o que tipo for, e colocar no ambiente. Preciso de autorização para extrair informações de um aparelho celular. Agora, para fazer vigilância, não. [...] Todo o serviço foi feito em cima do veículo. O foco era o veículo, o Gol branco. Quem entrava, quem saía, para onde ia. Esse veículo depois foi trocado por um Onix Plus branco, também alugado. Mas não havia acompanhamento de rotina de secretário, de família de secretário, da casa dele, do veículo particular dele. Isso, não houve", declarou o secretário. Ainda segundo a SDS, a investigação preliminar foi realizada "sem qualquer tipo de violação de privacidade ou de exposição" e, ao final, "não houve instauração de inquérito policial, uma vez que não foi constatada a prática de nenhum ato ilícito". Questionado sobre a instalação de equipamento rastreador no carro, o secretário negou que houvesse ilegalidade e necessidade de mandado expedido pela Justiça, mesmo em investigação anterior à instauração de inquérito. "É uma técnica de investigação utilizada por qualquer polícia do Brasil e do mundo, e que não necessita de autorização judicial", disse. O advogado Yuri Herculano, diretor de prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE) e especialista em processo penal, conversou com o g1 sobre os limites da atuação policial sem que haja expedição de mandado pela Justiça. Ele disse que, justamente porque uma denúncia anônima, por si só, não valida a instauração de um inquérito, é possível realizar diligências preliminares, como as que teriam sido feitas pela Polícia Civil, para obter elementos mais robustos que justifiquem a abertura da investigação oficial. Entretanto, de praxe, é preciso autorização da Justiça para rastreamento de pessoas. A SDS diz que não rastreou pessoas, mas sim o veículo pertencente à frota do município. "Você pode acompanhar um sujeito, pode ficar, por exemplo, monitorando a residência, vendo quem entra e quem sai. [...] É possível que os policiais entrem nessa casa com base na denúncia anônima? Não. Que esses policiais requiram uma busca e apreensão com base na denúncia anônima? Não. Que eu coloque um rastreador num veículo? Não. Porque o uso de rastreador num veículo é uma medida invasiva, que atinge a privacidade do cidadão. Para que haja essa invasão de privacidade, preciso ter elementos mais robustos, um inquérito instaurado, autorização judicial para isso", declarou. Alessandro Carvalho também foi questionado sobre a possibilidade de a "tag" ter sido comprada de maneira pessoal por um dos delegados, e não pela SDS, e disse que a compra foi feita pela via institucional, mas que publicizar técnicas de investigação "só interessa ao bandido". "Você tem suprimento de fundo que lhe possibilita fazer despesas, e pode ser suprimento de fundo administrativo ou verba reservada, verba secreta, verba sigilosa, cada polícia dá um nome. Isso tem normativos que regulamentam e é algo que se faz de maneira corriqueira", declarou. O secretário Alessandro Carvalho disse que um inquérito policial deve ser aberto para apurar o vazamento de informações do setor de inteligência da Polícia Civil, devido à divulgação de imagens das conversas do grupo "Nova Missão". VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Palavras-chave: câmara municipaltecnologia

Vazamento expõe dados internos da Nike, diz site

Publicado em: 26/01/2026 14:42

Loja da Nike em shopping de São Petersburgo, na Rússia, em imagem de 25 de maio de 2022. Anton Vaganov/Reuters A Nike está investigando um possível ataque hacker que expôs ao menos 1,4 terabyte (TB) de dados internos da empresa. A informação foi revelada pelo site britânico de tecnologia The Register, que diz ter tido acesso a parte do material. 🔎 1 TB (terabyte) equivale a 1.000 gigabytes (GB). Para referência da capacidade de armazenamento, um disco de 1 TB consegue armazenar 250 mil músicas, até 60 horas de vídeo e 160 mil fotos. Segundo o portal, informações de clientes e funcionários da Nike não foram expostas nesse incidente. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ao The Register, a empresa afirmou que está apurando o caso. "Sempre levamos a privacidade do consumidor e a segurança dos dados muito a sério", disse um porta-voz da Nike ao portal. "Estamos investigando um possível incidente de cibersegurança e avaliando ativamente a situação", completou. O g1 também procurou a Nike e aguarda retorno. O The Register afirma que o vazamento teria sido realizado pelo grupo hacker WorldLeaks, que alegou ter acessado 188.347 arquivos dos sistemas da Nike. Entre o material estão diretórios com identificações como "Roupas Esportivas Femininas", "Roupas Esportivas Masculinas", "Recursos de Treinamento – Fábrica" e "Processo de Confecção de Vestuárias". Isso indica que, muito provavelmente, os golpistas tiveram acesso a informações sobre produtos e processos de fabricação, segundo o The Register. O portal lembra que o grupo WorldLeaks já fez outras "centenas de vítimas". Em julho de 2025, a Dell foi uma delas: o grupo alegou ter acessado 416.103 arquivos da fabricante de computadores. A empresa, por sua vez, afirmou que o WorldLeaks não teve acesso a informações sensíveis. Outro caso recente de vazamento de dados Pesquisador diz ter encontrado 149 milhões de senhas expostas na internet Na semana passada o g1 mostrou outro caso em que um pesquisador de cibersegurança da Ucrânia disse ter encontrado um banco de dados com 149 milhões de senhas expostas na internet. Como criar senhas fortes e proteger suas contas A lista inclui dados de usuários do Gmail, do Facebook, do Instagram, do Yahoo, de serviços de streaming e também do "gov.br", entre outros, segundo Jeremiah Fowler. Ao detalhar o caso para o ExpressVPN, serviço de rede privada baseado nas Ilhas Virgens Britânicas, o pesquisador afirmou que o material tinha 96 GB de dados brutos, incluindo e-mails, nomes de usuários e senhas roubadas de vítimas ao redor do mundo. Plataformas afetadas Ainda de acordo com o pesquisador, a lista de contas de e-mail expostas continha o seguinte volume de dados dessas plataformas: Gmail, 48 milhões; Yahoo, 4 milhões; Outlook, 1,5 milhão; iCloud, 900 mil; E-mails com final ".edu", 1,4 milhão. Outros serviços incluem: Facebook, 17 milhões; Instagram, 6,5 milhões; Netflix, 3,4 milhões; TikTok, 780 mil; Binance, 420 mil; OnlyFans, 100 mil. Vídeos de alimentos e objetos falantes criados com IA inundam as redes Fim do orelhão: Anatel começa retirada definitiva no Brasil Ferramenta gratuita da rede social X tem sido usada para criar imagens íntimas falsas

Independência de hardware: Microsoft revela novo chip de IA para acelerar o Azure

Publicado em: 26/01/2026 12:23 Fonte: Tudocelular

A Microsoft anunciou a introdução do seu mais novo chip com foco em inferência de inteligência artificial. Chamado de Maia 200, o componente é uma evolução do Maia 100, lançado pela empresa em 2023 e vem com melhorias que buscam um maior desempenho, além de especificações atualizadas. Novo chip de IA Em geral, ele foi projetado para rodar os maiores modelos de linguagem atuais com folga para os futuros. O chip possui mais de 100 bilhões de transistores e promete entregar 10 petaflops em FP4, bem como algo em torno de 5 petaflops em FP8.Concorrente de peso Atualmente, várias empresas de tecnologia se movimentam para criar seus próprios componentes para essa mesma finalidade. O Maia 200 da Microsoft tem como objetivo disputar mercado com os TPUs do Google e a linha Trainium da Amazon. Inclusive, ele oferece 3x mais performance em FP4 que o modelo de 3ª geração da Amazon e desempenho FP8 superior ao TPU v7 do Google.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

PF deve remarcar dois depoimentos do caso Master; medida atende a pedido das defesas

Publicado em: 26/01/2026 12:04

A Polícia Federal (PF) deve remarcar dois depoimentos de investigados no inquérito que apura supostas irregularidades na proposta de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB), que estavam previstos para esta segunda-feira (26). São as oitivas de dois empresários da empresa Tirreno: André Felipe de Oliveira Seixas Maia e Henrique Souza e Silva Peretto. O adiamento atende a pedido das defesas. Advogados alegaram que só tiveram acesso aos autos na semana passada e, em razão disso, não conseguiram ler todo o material. Alegaram que só após essa leitura, os empresários têm condições de responder perguntas de depoimentos. A PF então deve remarcar esses dois depoimentos, em data que ainda será decidida. Já o primeiro depoimento, de Dario Oswaldo Garcia Junior, diretor de finanças e controladoria do BRB, ocorreu e ele respondeu todas as perguntas. O teor do depoimento segue em sigilo. Oitivas na sede do STF PF retoma depoimentos no caso Master Os investigadores começaram a colher os depoimentos nesta segunda. Essa etapa pode definir se o caso fica no Supremo Tribuna Federa (STF) ou volta para a Justiça Federal. Os depoimentos começaram às 8h10, segundo informações obtidas pela TV Globo. As oitivas ocorrem na sede do STF, em sessões presenciais e por videoconferência. Na terça-feira (27) ainda, prestam depoimento: Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de Operações Financeiras do BRB; Luiz Antonio Bull, diretor de Riscos, Compliance, RH e Tecnologia do Banco Master; Angelo Antonio Ribeiro da Silva, sócio do Banco Master; Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Master.

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Acre tem mais de 1,6 mil bolsas do Prouni para o 1º semestre de 2026

Publicado em: 26/01/2026 11:22

Mais de 590 mil vagas no Prouni 2026 O Ministério da Educação (MEC) oferta 1.684 bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni) no Acre no processo seletivo do primeiro semestre de 2026. Do total, 1.026 bolsas são integrais, que cobrem 100% da mensalidade, e 658 são parciais, com desconto de 50%. As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas a partir desta segunda-feira (26) até a próxima quinta (29), exclusivamente pela internet, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Entre as graduações, o curso de administração lidera a oferta no estado, com 146 bolsas, das quais 85 são integrais e 61 parciais. Em seguida aparecem direito, com 139 bolsas (53 integrais e 86 parciais), e gestão pública, com 120 bolsas (62 integrais e 58 parciais). Veja abaixo os dez cursos com maior número de bolsas no Acre: Administração: 146 Direito: 139 Gestão Pública: 120 Gestão de Recursos Humanos: 99 Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 85 Gestão Comercial: 64 Gestão da Tecnologia da Informação: 57 Sistemas de Informação: 55 Sistemas para Internet: 46 Criminologia: 42 Alunos são beneficiados com bolsas de estudo integrais e parciais por meio de iniciativas como o ProUni e o Programa de Bolsa de Estudo Social da Unaerp - PBEST DICom Unaerp A maior parte das bolsas no estado está concentrada em Rio Branco, que soma 1.323 oportunidades, sendo 754 integrais e 569 parciais, distribuídas em 83 cursos em oito municípios. A distribuição completa por cidade pode ser consultada na página do Prouni, na opção 'Consulta de bolsas'. Veja abaixo a quantidade de cursos com bolsas disponíveis por cidade do Acre: Acrelândia: 1 curso Brasiléia: 20 cursos Cruzeiro do Sul: 48 cursos Feijó: 2 cursos Plácido de Castro: 1 curso Rio Branco: 83 cursos Sena Madureira: 15 cursos Tarauacá: 1 curso Detento acreano é aprovado no Enem e ganha bolsa integral para cursar Ciências Contábeis O resultado será divulgado em duas chamadas: a primeira no dia 3 de fevereiro e a segunda em 2 de março. O edital do programa foi publicado pelo MEC em 8 de janeiro. Para concorrer às bolsas integrais, o candidato precisa ter renda familiar bruta mensal per capita de até 1,5 salário mínimo. Já as bolsas parciais são destinadas a estudantes com renda per capita de até três salários mínimos. LEIA TAMBÉM: Detento ganha bolsa integral para cursar ciências contábeis dentro de presídio no AC: 'Quero ter meu próprio negócio' Estudante autista que tirou 900 na redação do Enem conciliava estudo com artesanato Com mais de 1,2 mil vagas, Ufac abre processo seletivo para cursos de bacharelado com notas do Enem; veja detalhes Em todo o Brasil, o Prouni vai disponibilizar 594.519 bolsas em instituições privadas de ensino superior, a maior oferta desde a criação do programa. Desse total, 274.819 são bolsas integrais e 319.700 parciais. Nacionalmente, os cursos com mais oportunidades são administração, com 63.978 bolsas, e ciências contábeis, com 41.864. VÍDEOS: g1

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Pintei, e agora? Como cuidar de cabelos com química

Publicado em: 26/01/2026 11:06

Pintar o cabelo costuma marcar um momento de mudança. Seja para renovar a cor, iluminar os fios ou transformar completamente o visual, a química traz impacto imediato — no espelho e na estrutura do cabelo. Depois do procedimento, porém, surge a dúvida comum: e agora, como cuidar para manter os fios bonitos, saudáveis e com boa aparência? Cabelos com química exigem mais atenção porque passam por alterações internas que afetam força, hidratação e resistência. Isso não significa que o cuidado precisa ser complicado. Com informação, hábitos simples e escolhas certas no dia a dia, é possível reduzir danos, preservar o resultado da química e manter o cabelo com aspecto equilibrado por mais tempo. O que a química muda no cabelo Procedimentos como coloração, descoloração, alisamentos e outros tratamentos químicos alteram a estrutura do fio para alcançar o resultado desejado. Nesse processo, o cabelo tende a perder água, nutrientes e parte da sua proteção natural, ficando mais sensível ao ressecamento, à quebra e ao frizz. Por isso, após a química, o fio costuma responder de forma diferente à rotina de cuidados. Entender essa mudança ajuda a adaptar hábitos e evitar desgastes desnecessários. Limpeza adequada faz parte do cuidado Lavar o cabelo continua sendo essencial, mas a forma como isso é feito faz diferença. O ideal é optar por shampoos que limpem sem agredir, respeitando a sensibilidade dos fios e do couro cabeludo após a química. Evitar lavagens agressivas, excesso de produto e água muito quente ajuda a preservar o equilíbrio do cabelo e mantém os fios mais alinhados ao longo do tempo. Reposição de água e nutrientes é fundamental Após processos químicos, o cabelo tende a ficar mais seco e opaco. A reposição de água e nutrientes passa a ser parte central da rotina, ajudando a devolver maciez e flexibilidade. Tratamentos consistentes, feitos com regularidade, contribuem para que o cabelo fique mais resistente às agressões do dia a dia e responda melhor à escovação, ao desembaraço e à finalização. Atenção redobrada ao uso de calor Secador, chapinha e modeladores térmicos podem intensificar o desgaste de cabelos com química. Sempre que possível, vale reduzir a frequência de uso e evitar temperaturas muito altas. Quando o calor fizer parte da rotina, o cuidado deve ser ainda mais delicado, respeitando os limites do cabelo para evitar quebra e ressecamento excessivo. Pequenos hábitos que ajudam no pós-química Alguns ajustes simples fazem diferença na manutenção de cabelos quimicamente tratados: Desembaraçar com cuidado, começando pelas pontas Evitar prender o cabelo molhado Não esfregar os fios com força ao secar Manter uma rotina de cuidados com produtos adequados às suas necessidades Essas práticas ajudam a preservar a integridade do fio e prolongar a aparência saudável do cabelo. Cabelos com química pedem cuidado contínuo Manter cabelos bonitos após a química não depende de soluções complexas, mas de constância. Produtos formulados para cabelos sensibilizados, com tecnologia, ingredientes de origem natural e fórmulas equilibradas, apoiam esse processo e ajudam a tratar os fios com mais respeito. A H2O Evolution tem linhas que ajudam a apoiar a proteção e recuperação dos cabelos no dia a dia. A Intense Coco atua na nutrição e na restauração intensa, com néctar concentrado de coco, contribuindo para fios mais macios e com aspecto saudável. Já a Revitalize é voltada à restauração da fibra capilar, combinando óleo de argan e ômegas 3 e 6 para ajudar a reduzir a quebra e as pontas duplas, além de selar as cutículas. A linha Brilho Extremo, formulada com ácido hialurônico, contribui para hidratação profunda, controle do frizz e alinhamento dos fios, devolvendo o brilho natural do cabelo. Completando esse cuidado, a Nutri Ceramidas, aposta na suplementação de lipídios naturais e na proteína hidrolisada do trigo, fortalecendo os fios, protegendo contra danos externos e aumentando a flexibilidade — um cuidado importante para cabelos que passaram por processos químicos e precisam de mais suporte na rotina. Mudar o visual é só o começo. Cuidar bem dos fios no dia a dia é o que faz a diferença ao longo do tempo. Quer mais dicas práticas para cuidar de cabelos com química? Siga a H2O Evolution nas redes sociais e acompanhe conteúdos, orientações e novidades para manter seus fios bem cuidados, fortes e saudáveis.

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Como foi 'inventado' o feijão que está no prato de 60% dos brasileiros

Publicado em: 26/01/2026 10:47

Como foi 'inventado' o feijão que está no prato de 60% dos brasileiros Adobe Stock O feijão sempre esteve na base da alimentação do brasileiro — antes mesmo de o território se tornar Brasil. Já era consumido pelos nativos antes mesmo da chegada dos colonizadores europeus, lembra a gastrônoma e historiadora Camila Landi. Os povos originários costumavam comer feijão combinando-o com farinha de mandioca, aponta ela, que é professora e coordenadora do curso de Tecnologia em Gastronomia da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Até os anos 1960, eram muitas as variedades que coexistiam e dividiam as preferências, tanto dos produtores quanto dos consumidores. No Estado de São Paulo, por exemplo, eram comuns os feijões bico-de-ouro, rosinha, jalo, chumbinho, manteiga, mulatinho e roxinho. Desde os anos 1970, contudo, há um tipo que é preponderante no prato do brasileiro: o feijão-carioca, ou o feijão-carioquinha. Trata-se de um grão marrom claro, rajado com manchas mais escuras. Hoje ele é consumidor por 60% dos brasileiros, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O sucesso do feijão carioquinha é produto do trabalho da ciência brasileira, desenvolvido a partir de uma mutação que surgiu espontaneamente em uma plantação no interior de São Paulo. Menos feijão, mais doenças Menos feijão, mais doenças: queda no consumo do alimento coincide com avanço de doenças crônicas no país De uma bem-vinda mutação ao trabalho da ciência Um dos protagonistas dessa história é o engenheiro agrônomo Luiz D'Artagnan de Almeida, considerado o "pai do carioquinha", que morreu no último dia 2 de janeiro. Em um artigo publicado na revista da Sociedade Brasileira de Recursos Genéticos em 2017, em coautoria com a engenheira agrônoma Elaine Bahia Wutke, pesquisadora no Instituto Agronômico, em Campinas, ele contou como o carioca acabou se tornando "a mais bem sucedida cultivar na história brasileira do feijão". "Cultivar" é o termo que designa as plantas desenvolvidas a partir de técnicas de melhoramento genético, geralmente com o objetivo de atingir características agronômicas superiores, como maior produtividade e maior resistência a pragas. É diferente, por exemplo, da "variedade", que designa um grupo com diferenças que se desenvolveram naturalmente dentro de uma mesma espécie. Assim, o feijão-carioca é uma cultivar, não uma variedade. Crise do açaí: o que está roubando o 'arroz com feijão' dos mais pobres em Belém? O relato do agrônomo conta que tudo começou em 1963, no município paulista de Ibirarema, quando o engenheiro agrônomo Waldimir Coronado Antunes percebeu uma novidade em sua lavoura de feijão. Antunes, que depois enveredaria por carreira política, chegando a ser prefeito da cidade, era então chefe da Casa da Agricultura local. Na fazenda Bom Retiro, de sua propriedade, ele havia semeado um feijoeiro do cultivar chumbinho — que apresenta casca marrom-escura. "Passado um tempo, ele e um tio constataram algumas plantas cujos grãos possuíam textura listrada, manchados de preto e marrom, nessa mesma lavoura", escreveu Almeida. Segundo o agrônomo relata em seu artigo, Antunes era dado a uma "curiosidade profissional" pelas "coisas do campo" e então decidiu, por si só, fazer "uma experiência prática". "Percebendo que essas novas plantas eram mais robustas, cresciam com muita facilidade, eram menos suscetíveis às doenças e mais produtivas, fez seleção massal, acreditando se tratar de uma mutação genética natural", aponta. O engenheiro químico Luiz Gustavo Lacerda, professor de engenharia de alimentos na Universidade Estadual de Ponta Grossa, ressalta que esse é um capítulo importante da história, o fato de que ela começa a partir de "uma mutação natural". Deixar o feijão de molho ajuda na digestão? Entenda como tornar o preparo mais saudável "Muitas pessoas acreditam que surgiu por meio de modificações genéticas, em laboratório. Isso não é verdade", pontua ele à BBC News Brasil. A seleção massal realizada por Antunes é um método de melhoramento genético mais simples, feito a partir da colheita e mistura das sementes de plantas diferentes. Em sua casa, o feijão foi preparado e a família aprovou. O caldo parecia consistente e o aroma, atrativo. Três anos depois, Antunes resolveu separar um saco de 30 quilos desse feijão para análise. O material foi encaminhado ao Instituto Agronômico, em Campinas, órgão de pesquisa e desenvolvimento do governo estadual paulista. Foi quando, como pontua o artigo, a amostra foi "oficialmente catalogada" sob a denominação carioca — e o número I-38700. Luiz D'Artagnan de Almeida foi então designado como "responsável direto pelas avaliações", "pela multiplicação dessa cultivar" e para "seu futuro lançamento". Havia, porém, um receio: o preconceito dos consumidores. Naquela época, era estranho um feijão que não tivesse coloração homogênea. Poderia parecer algo ruim, estragado. Era preciso ressaltar os prós, para que os contras — de fundo meramente estético ou mesmo de hábito — fossem abafados. D'Artagnan de Almeida e sua equipe não só fizeram pesquisas. Dedicaram-se a divulgar os resultados. Viraram embaixadores do novo feijão. A primeira apresentação pública da variedade ocorreu em agosto de 1968, em encontro técnico realizado em Serra Negra. "Os pesquisadores divulgaram os animadores resultados que comprovavam a produtividade superior, a resistência às doenças prevalentes na época e as qualidades culinárias desse feijão", pontua o texto de Almeida. Em estudo publicado em 1971, foi constatado que o carioquinha rendia muito mais do que as outras variedades. Em média, produzia 1.670 quilos por hectare, enquanto bico-de-ouro e rosinha ficavam na casa dos 1.280 quilos. Mas se as vantagens para o produto pareciam inquestionáveis, ainda havia a barreira da preferência do consumidor. Em ata de reunião ocorrida na Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo em outubro daquele ano, ficou registrado que era preciso implementar um plano de multiplicação das novas sementes — mas havia o problema: "a premissa de sua não aceitação". No artigo, o agrônomo conta que "era bastante difícil a introdução e oferta de cultivares com sementes cujo tegumento fosse de coloração pintada ou rajada, como no caso do carioca". D'Artagnan de Almeida era um dos que advogavam para o fato de que era preciso também ressaltar as qualidades alimentícias do produto — e não só suas vantagens produtivas. No caso, suas referências vieram de casa. Afinal, se ainda quando a seleção da cultivar estava sendo feita, ele levou amostras para que sua mulher cozinhasse e o resultado havia sido aprovado pela família, ele também podia contar com o veredito profissional materno. A mãe do agrônomo talvez tenha sido a primeira a fazer o carioquinha de forma não caseira. Então proprietária de um restaurante em Monte Mor, no interior paulista, ela passou a usar o carioca em vez do feijão-preto em sua receita de feijoada. O engenheiro agrônomo Sérgio Aguusto Morais Carbonell, pesquisador do Instituto Agronômico, ressalta à BBC News Brasil este ponto. Além de a nova variedade produzir mais e ser mais resistente a pragas, "o feijão fazia um bom caldo e era muito saboroso". De forma massiva, a investida popular veio por campanha de marketing do governo paulista, que chegou a distribuir para as pessoas pacotinhos de meio quilo do novo feijão, acompanhados de encartes com receitas. Em parceria com a Associação dos Supermercados de São Paulo, o governo também montou barracas de degustação do novo feijão nos pontos de venda. Lançamento A cultivar foi oficialmente lançada em 1969, sob a responsabilidade de D'Artagnan de Almeida. Cinco sacas do feijão foram destinadas à multiplicação e amostras de semestres passaram a ser distribuídas a produtores, sobretudo na região sudoeste do estado, que concentrava a maior produção. Um folheto de quatro páginas acompanhava as amostras. Ali, além das vantagens produtivas, havia também a preocupação em apresentar as qualidades culinárias da nova versão — inclusive com receitas destinadas, àquela época, às donas de casa. Os agrônomos do Instituto de Campinas passaram a rodar o Estado dando palestras para agricultores e divulgando o novo feijão. Nessa campanha, eles acabaram ganhando um cabo eleitoral de peso: o agrônomo José Norival Augusti (1940-2017). Agrônomo da Casa da Agricultura de Taquarituba, ele sempre foi um sujeito obcecado por fazer com que os produtores rurais implementassem técnicas modernas, sustentáveis e de vanguarda, não se resignando a manter o conforto do que parecia óbvio. Ele era entusiasmado, afeito à incorporação de novidades. D'Artagnan de Almeida reconhece que os esforços de Augusti foram fundamentais para a disseminação das novas sementes. Não à toa, Taquarituba se autodenominaria a "capital do feijão" nos anos 1970. De acordo com o artigo de Almeida, Augusti "colaborou destacadamente para a difusão dessa cultivar, distribuindo amostras de sementes e realizando as primeiras vendas de sementes para a região". "Ele curiosamente relatou que, em conversas com o agricultor, incentivava aquele interessado na aquisição de 20 sacos de feijão bico-de-ouro que acabasse adquirindo pelo menos um do carioca", conta. Em livro sobre o tema publicado em 1992, Cultura do Feijão em Taquarituba, Augusti admite que havia uma desconfiança inicial dos agricultores porque o feijão era "manchadinho". Mas isso foi superado safra após safra — tanto pela maior produtividade e maior resistência a pragas como pela aceitação popular ao produto em si. No blog Fios da Memória, que Augusti manteve até seus últimos dias de vida, ele afirma que foi em Taquarituba ocorreram "as primeiras vendas comerciais" da nova variedade. "[Em 1972/1973] foi também iniciado o plantio do feijão-carioquinha e o município foi o primeiro a plantar comercialmente a variedade que depois foi adotada no país […]", crava. O agrônomo de Taquarituba também relata que fez experiências práticas, em cultivos de campo, comprovando que o feijão-carioquinha era mais resistente às pragas do que outras variedades. Como ressalta o professor Lacerda, eram plantas que "produziam mais e eram mais resistentes do que as demais". "O sucesso foi rápido. O feijão carioca se destacou por produzir mais do que as variedades tradicionais, além de apresentar maior resistência a doenças comuns da época", diz Lacerda. "Também conquistou os consumidores por formar um caldo mais claro e encorpado e por cozinhar mais rápido, o que facilitava o preparo no dia a dia." "Outro ponto importante foi sua capacidade de se adaptar bem a diferentes solos e climas em várias regiões do Brasil", acrescenta o engenheiro. "Esse desenvolvimento teve grande impacto na alimentação do país. Antes da década de 1970, o feijão preto era o mais consumido em muitas regiões. Com o aumento da produção do feijão carioca, o preço caiu e ele passou a fazer parte da mesa da maioria dos brasileiros." A cultivar acabou se espalhando por outras regiões do Brasil nos anos 1980, com boa aceitação. "A descoberta de uma mutação de feijão-chumbinho em uma lavoura […] foi origem de um novo tipo de feijão […]. O tipo carioca apresentava potencial altamente produtivo, resistência às doenças que acometiam a cultura, sabor agradável e rápido cozimento", pontua a publicação Arroz e Feijão: Tradição e Segurança Alimentar, da Embrapa. Está no prato da maioria da população, mas não é hegemônico considerando os paladares regionais, vale ressaltar. "O feijão-comum possui vários tipos comerciais, e os preferidos, dependendo da região, são o preto, o mulatinho, o carioca, o roxo-rosinha e o jalinho. O consumo do feijão-preto prevalece nos Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, sul e leste do Paraná, sudeste de Minas Gerais e sul do Espírito Santo, já o mulatinho é bastante consumido no Nordeste e o carioca em todo o Brasil, representando cerca de 60% da produção do País", esclarece a publicação da Embrapa. "O tipo roxo-rosinha é o preferido em Minas Gerais e Goiás. A pluralidade de tipos dá ao povo brasileiro, também diverso, mais uma experiência gratificante", conclui. "Por mais que seja produzido em outras regiões, o feijão carioquinha é mais consumido em São Paulo devido à própria divulgação na época aos agricultores paulistas da região e também, por resistências culturais diversas", analisa Landi. Carbonell lembra que houve um intenso empenho de D'Artagnan de Almeida e sua equipe em divulgar a novidade para os paulistas -- e isto impactou na adoção maciça. "O consumo do feijão carioca foi maior em São Paulo porque ele surgiu no próprio Estado, onde a produção se expandiu rapidamente, tornando o grão mais disponível e mais barato para a população local", analisa Lacerda. "Além disso, São Paulo já contava com forte estrutura agrícola, mercados consumidores urbanos e apoio da pesquisa, o que facilitou sua difusão." "Em outras regiões do país, o feijão carioca precisou competir com hábitos alimentares já consolidados e variedades tradicionais, como o feijão comum no Sul e Sudeste e o feijão-de-corda no Nordeste. Assim, a adoção fora de São Paulo foi mais lenta, não por falta de qualidade, mas pela força da cultura alimentar regional, embora com o tempo o feijão carioca tenha se espalhado e se tornado o mais consumido no Brasil", comenta Lacerda. Revolução carioca "Os resultados obtidos da pesquisa com melhoramento genético de feijão, a partir desse ponto, promoveram uma revolução no comércio de feijão no Brasil, marcando uma mudança na preferência dos consumidores para o tipo carioca", salienta o texto da Embrapa. Em artigo publicado pelo Instituto Agronômico no ano 2000, Almeida colocou o lançamento do carioquinha como "um divisor de águas na evolução dessa lavoura". "Esse fato promoveu uma reversão da tendência declinante da produtividade da terra, ao mesmo tempo em que formou o alicerce da modernização dessa atividade", escreveu o agrônomo. "Com isso, contrariando a perspectiva de que teria havido prioridade absoluta para produtos de exportação, a pesquisa publica paulista sustentou o desenvolvimento de uma cadeia de produção tipicamente de mercado interno." O Instituto Agronômico divulgou nota de pesar pela morte do agrônomo D'Artagnan de Almeida, ressaltando que sua pesquisa "revolucionou a mesa dos brasileiros". "Por sua contribuição científica, o pesquisador ficou carinhosamente conhecido como o 'pai do carioquinha' e recebeu diversas homenagens", pontua o texto. O engenheiro agrônomo Carbonell ressalta ainda que o feijão é um ingrediente indispensável à nutrição do brasileiro. "É um dos produtos do agro mais importantes para a segurança alimentar porque tem uma excelente quantidade de proteína e fibra em seus grãos, podendo ser consumido seco ou em subprodutos de outros alimentos como enriquecimento", pontua. "É um alimento com grande diversidade de tipos, portanto pode oferecer a lima população crescente de vegetarianos e veganos, opções de sabores e odores para novas culinárias e alimentação", acrescenta ele. Segundo o artigo coassinado por Almeida, o nome do novo feijão acabou ficando carioca por ideia de um dos empregados de Waldimir Antunes, que "percebeu a semelhança entre a aparência dos grãos e a dos porcos criados na fazenda, conhecidos por tal nome". "O curioso é que o nome carioquinha foi atribuído por sua similaridade com um porco caipira da região que possui a pelagem rajada, da raça carioca", comenta a historiadora Landi. "Portanto, foi uma associação pela similaridade da pelagem, não tendo relação com o Rio de Janeiro, como muitos pensam." Almeida ressalta que não passa de lenda urbana a versão de que o nome feijão-carioca seria em alusão ao padrão gráfico das famosas calçadas de Copacabana, no Rio.

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