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Reforma tributária: atualização de processos e sistemas até 2026 é desafio para empresas

Publicado em: 22/11/2025 04:01

Miriam Leitão: Última etapa da Reforma Tributária mostra divisão de recursos A reforma tributária sobre o consumo exige ações na área de processos de gestão e de sistemas de emissão da nota fiscal por parte das empresas como forma de evitar problemas a partir de 2026. Essa é a avaliação de especialistas em tributação. Uma nova plataforma tecnológica que será inédita no mundo, 150 vezes maior do que o PIB, entra em funcionamento no próximo ano para operacionalizar os pagamentos dos impostos sobre produtos e serviços. ➡️ O novo sistema vai viabilizar e estruturar o pagamento dos futuros impostos sobre valor agregado (IVA), previstos na reforma tributária sobre o consumo (aprovada em 2024 pelo Congresso Nacional e sancionada no início deste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva). Já em fase de testes, o objetivo da Receita Federal é de que a plataforma esteja funcionando em 2026 sem gerar cobrança efetiva (alíquota será pequena, de 1%, que poderá ser abatida em outros tributos). A partir de 2027, quando haverá extinção do PIS e da Cofins federais, o sistema do "split payment" começará a operar em toda a economia para a CBS (tributo federal), focado principalmente nas negociações entre empresas — o chamado "business to business", sem abranger o varejo. De 2029 a 2032, haverá a transição do ICMS estadual e do ISS municipal para o IBS, com a redução gradual das alíquotas do ICMS e do ISS e o aumento gradual da alíquota do IBS (o futuro tributo sobre consumo dos estados e municípios). ➡️A Receita Federal não considera a perspectiva de grande complexidade para as empresas em 2026 (leia mais abaixo nessa reportagem). Lula sanciona com vetos a regulamentação da Reforma Tributária O que dizem especialistas De acordo com o especialista em TI e CSMO da Logithink, Fernando Brolo, o verdadeiro "calcanhar de Aquiles" das empresas está no processo de entrada documentos considerando o novo formato do sistema da Receita Federal. Para ele, as consequências práticas desse gargalo vão desde mercadorias paradas e incapacidade do contas a pagar, liquidar a fatura, até a possibilidade de a empresa não aproveitar os créditos tributários, gerando um impacto direto no fluxo de caixa. “As empresas estão subestimando a complexidade de receber e processar as notas de seus fornecedores, que virão com cerca de 200 novos campos. Se o sistema de gestão (ERP) não souber ler e validar essas informações, o processo simplesmente para”, disse Fernando Brolo, da Logithink. Segundo Reginaldo Stocco, CEO da vhsys, empresa de tecnologia voltada para micro e pequenos negócios, o novo sistema exige que as empresas reorganizem seu controle fiscal e contábil, atualizem os sistemas de gestão, simulem cenários, planejem o fluxo de caixa, capacitem equipes e revisem processos internos. "A reforma muda a estrutura de cálculo e de declaração de impostos, o que exige que as PMEs revisem desde o regime tributário até a forma como emitem notas fiscais e registram suas operações. Quem começar esse processo agora vai chegar em 2026 com vantagem. Essa mudança deve ser vista como uma oportunidade de modernizar a operação”, afirmou Reginaldo Stocco, da vhsys. Para Jhonny Martins, vice-presidente do SERAC, hub de soluções em contabilidade, educação e gestão corporativa, as empresas devem adequar os sistemas de gestão, de notas fiscais e de meios de pagamento, integrando-os aos bancos e às plataformas de arrecadação, o que demandará investimento tecnológico. "Adaptar a operação agora evita que o imposto se torne o gargalo do crescimento amanhã (...) O 'Split Payment' [um dos módulos do sistema da Receita Federal] traz mais previsibilidade para o fisco, mas também exige maturidade financeira das empresas. Quem se preparar agora vai atravessar essa transição com vantagem competitiva”, avaliou Jhonny Martins, do SERAC. Cláudio Costa, Head da Selbetti Business Consulting, avaliou que a transição para as empresas vai muito além da atualização de sistemas. Ele apontou a necessidade de integração entre áreas, de automação inteligente e de criação de indicadores confiáveis, o que torna a reforma "não apenas um desafio de conformidade mas também um catalisador para a transformação digital e das rotinas fiscais". "O custo de uma adaptação tardia pode ser alto: perda de competitividade, riscos de autuação e desorganização do fluxo financeiro. A reforma, por sua natureza, não é opcional. A urgência em se adequar não está apenas em atender a uma exigência legal, mas em proteger a continuidade operacional", acrescentou Cláudio Costa, da Selbetti Business Consulting. Receita Federal minimiza preocupações A Secretaria da Receita Federal negou que haverá um aumento de complexidade na emissão das notas fiscais, e também afastou interpretações de que poderá haver um cenário caótico para as empresas a partir de 2026. Segundo o órgão, os campos das notas fiscais serão praticamente os mesmos de hoje, como: CNPJ ou CPF, de compradores ou vendedores, além da quantidade de produtos, valor da venda e códigos tributários, por exemplo. ➡️A novidade é que o empresário terá de indicar se a venda é para o setor privado, para órgãos públicos ou entidades ligadas ao Prouni ( Programa Universidade para Todos). Em um primeiro momento, explicou o Fisco, as empresas terão de alimentar o sistema com o código de cada produto, ou serviço. Uma vez feita essa "amarração", o produto será reconhecido na hora da venda pelo sistema — viabilizando a emissão automática do documento fiscal. "Esses que imaginam que vai ser o fim do mundo, acredito eu que não conhecem o sistema. Recomendo muito que assistam às lives do projeto-piloto, que leiam os manuais da CBS. Acredito eu que boa parte de quem pensa que é o apocalipse não assistiu às lives do projeto-piloto que estão no canal da Receita Federal", disse o gerente do Programa de Implementação dos Sistemas da Reforma Tributária do Consumo da Receita, Marcos Flores. Ele admitiu que serão incluídos novos campos na confecção do sistema de notas fiscais, algo considerado rotineiro (pois ocorre com frequência) e relacionado unicamente com o trabalho desenvolvido pelas empresas de "software" - responsáveis por adequar os sistemas. Mas explicou isso não representará mudanças para o empresário, que compra os sistemas de gestão e emissão de notas prontos. "O contribuinte [empresário] só tem que fazer uma coisa: confirmar que a calculadora que a Receita disponibilizou gratuitamente já está acoplada ao sistema que emite as notas. Baixa a calculadora. Fez, vai funcionar, a nota vai sair. Para o colaborador que está na boca do caixa, não muda nada", afirmou Marcos Flores, do Fisco. Interface gráfica da calculadora da Receita que estará acoplada aos sistemas Reprodução de apresentação da Receita Segundo ele, o sistema foi desenhado para dar incentivos econômicos positivos aos empresários, conferindo também maior segurança. "Hoje, o empresário tem que contratar um contador, um advogado, para interpretar a legislação, colocar no sistema, emitir os documentos, fazer uma declaração, rezar para a interpretação ser a mesma das administrações tributárias e passar cinco anos torcendo para não dar problema. Agora ele tem a calculadora que mostra: essa aqui é a administração da Receita federal. Fica muito mais seguro", acrescentou Marcos Flores, do Fisco. ➡️No caso do controle dos créditos tributários de cadeias anteriores de produção, que passarão a ser pagos rapidamente, conforme premissa da reforma tributária, haverá três cenários: Apropriado: tributo efetivamente pago pelo fornecedor, ou pelo adquirente, gerando crédito para o comprador. Apropriado parcialmente: tributo foi pago parcialmente, o que pode estar relacionado com uma venda parcelada ainda não integralmente quitada, por exemplo. Não apropriado: sistema vai indicar quando não houver o pagamento, o que pode estar relacionado com vendas a prazo com vencimento futuro e consumo pessoal, entre outros. Sistema de apuração dos créditos tributárois Reprodução de apresentação da Receita Federal No caso de crédito não apropriado, segundo a Receita Federal, o empresário tem a opção de gerar um documento de arrecadação (Darf) como adquirente, realizar o pagamento, e quando for pagar o fornecedor, enviar só o valor líquido. O recolhimento pelo adquirente poderá ser utilizado quando o "split payment" não estiver disponível. Também pode esperar o fornecedor pagar, ou no futuro usar o "split payment" - que faz o recolhimento imediato. Como ficam os impostos com a reforma tributária Arte g1

Palavras-chave: tecnologia

IA que 'revive' familiares mortos viraliza e acende debate sobre tecnologia do luto

Publicado em: 22/11/2025 03:00

IA que 'revive' familiares mortos viraliza e acende debate sobre tecnologia do luto Um aplicativo que usa inteligência artificial para criar avatares de pessoas já falecidas tem gerado polêmica na internet. Chamado de 2Wai, o app permite recriar alguém virtualmente para interações ao vivo. Por enquanto, está disponível apenas nos Estados Unidos. Antes, é preciso gravar um vídeo da pessoa diretamente no app, que servirá para criar o avatar digital. O processo dura cerca de três minutos (entenda mais abaixo). Um vídeo que demonstra a tecnologia viralizou no X. Nele, uma mulher grávida aparece conversando com a própria mãe, que já morreu. A história avança e mostra a avó contando uma história para o bebê e, em seguida, a criança já crescida usando o app para interagir com ela. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Calum Worthy cofundador d 2Wai. Reprodução/X O vídeo da 2Wai, de quase dois minutos, foi publicado pelo cofundador da startup, Calum Worthy, e já ultrapassou 40 milhões de visualizações. Worthy, para quem não sabe, também é ator e ficou conhecido pela série "Austin & Ally", do Disney Channel, em que interpretou "Dez". O post logo recebeu uma enxurrada de comentários, a maioria críticos. "Essa é uma das coisas mais vis que já vi", escreveu uma pessoa. "Mais uma forma de as pessoas perderem completamente o contato com a realidade e evitarem o processo normal do luto", afirmou outra. 🤖 'Deathbots': testamos os robôs de IA que permitem 'conversar com os mortos' Como funciona o 2Wai? 2Wai cria "gêmeos digitais" de pessoas falecidas. Reprodução/2Wai O 2Wai é um aplicativo para criar "HoloAvatars", como a empresa chama os avatares, que não se limitam a pessoas já falecidas. A startup afirma que é possível gerar um "HoloAvatar" de "personagens", como um personal trainer, escritor, agente de viagem ou até astrólogo. Quando é de alguém que já faleceu, ele só pode ser criado se houver um vídeo gravado antes da morte — com a pessoa falando e se movimentando. A partir dessas imagens, a IA amplia o repertório do "gêmeo digital", que, segundo o 2Wai, consegue falar como a pessoa real, reconhecer o usuário e lembrar informações passadas. A empresa afirma que o app suporta mais de 40 idiomas, mas não diz se o português do Brasil está disponível. Por enquanto, o 2Wai está funcionando apenas para iPhone (iOS) nos EUA, mas chegará "em breve" a modelos Android. O serviço é totalmente gratuito atualmente, mas eles dizem que "assinaturas e compras dentro do app podem ser incluídas no futuro". Página do 2Wai na App Store. Reprodução/App Store Especialista ouvida pelo g1 alerta para o risco de dependência e para a "ilusão de realidade" ao usar IAs, especialmente durante o processo de luto. "A mesma tecnologia que oferece companhia pode gerar confusão entre o real e o simulado, criar dependência afetiva e, em alguns casos, amplificar a angústia", analisa Mariana Malvezzi, psicóloga e psicanalista da faculdade ESPM. 🔎 Grief tech: a técnica de replicar alguém que já morreu de forma digital com IA é conhecida como grief tech ("tecnologia do luto", em português). Plataformas desse tipo criam o que chamam de "clones digitais" ou "gêmeos digitais" que permitem conversar e interagir com versões virtuais de pessoas que já morreram. "Essa ilusão da IA pode minar a autonomia emocional, afastar o enlutado de rituais do luto e dificultar o movimento de simbolização, que é reconhecer a morte e, aos poucos, ressignificá-la", completa a especialista. Um em cada quatro brasileiros se imagina usando inteligência artificial para conversar com familiares já falecidos, aponta uma pesquisa da ESPM realizada neste mês para ao Dia de Finados. O levantamento ouviu 267 participantes que perderam entes queridos nos últimos dois anos. Tecnologia do tipo se espalha Inteligência Artificial já promete recursos para amenizar a dor de quem enfrenta o luto O uso de IA para "reviver" pessoas falecidas tem se tornado cada vez mais comum. Em maio, o g1 mostrou o caso de uma versão de inteligência artificial de uma vítima de homicídio que "marcou presença" em um julgamento no Arizona, nos EUA. A versão da vítima criada por IA disse ao atirador que lamentava que eles tivessem se encontrado no dia do crime, naquelas circunstâncias, e afirmou que, em outra vida, os dois poderiam ter sido amigos, segundo a agência Associated Press. Em outro caso polêmico, o jornalista Jim Acosta, ex-âncora da CNN norte-americana, "entrevistou" um avatar criado por IA de Joaquin Oliver, jovem de 17 anos morto no massacre em uma escola de Parkland, na Flórida, em 2018. O vídeo, publicado no YouTube, mostra Acosta ao lado da versão digital de Joaquin, recriada pelos pais a partir de uma foto antiga, com voz e movimentos gerados por IA. Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas Criminosos podem usar suas fotos nas redes para aplicar golpes financeiros? Por que a nova IA do Google virou a queridinha dos vídeos bizarros e bobos no TikTok

Futebol com drones? Conheça jogo que lembra quadribol de Harry Potter, criado no Vietnã

Publicado em: 22/11/2025 02:22

Futebol com drones? Conheça jogo que lembra quadribol de Harry Potter O Globo Repórter desta sexta-feira (21) mostrou como 70 anos após a guerra com os Estados Unidos, o Vietnã vive uma nova revolução — desta vez tecnológica. Em Ho Chi Minh, a maior metrópole do país, estudantes de escolas públicas e privadas experimentam um método inovador para aprender se divertindo: partidas de “futebol de drones”. A atividade faz parte das aulas de STEAM, que integram ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Duas vezes por semana, estudantes se reúnem para controlar drones em equipe, em um jogo que lembra o quadribol de Harry Potter: vence quem atravessa o arco com a “bolinha high-tech”. Segundo Huynh Duc Duy, professor da HDFPV Company, a prática vai além da diversão. “Eles aprendem a trabalhar em equipe, desenvolvem comunicação e raciocínio rápido. Quando voltam para a sala de aula, absorvem melhor o conteúdo”, explica. O objetivo é despertar paixão pela ciência e mostrar como ela pode melhorar a vida das pessoas. “É como controlar um carrinho de controle remoto, mas exige prática”, diz o educador. Para especialistas, iniciativas como essa podem ser um golaço no jogo da educação. O impacto é visível: um estudo internacional revelou que os dez piores alunos do Vietnã tiveram desempenho semelhante aos dez melhores do Brasil. ACRESCENTAR ASPA ESPECIALISTA SOBRE EDUCAÇÃO LÁ Veja a íntegra do programa no vídeo abaixo: Globo Repórter - Saigon: 70 anos da Guerra do Vietnã - 21/11/2025 Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:

Palavras-chave: tecnologia

Guarujá aprova lei que reserva 20% das vagas em concursos para quilombolas, negros e indígenas

Publicado em: 22/11/2025 00:17

Prefeitura de Guarujá (SP) define reajuste para o IPTU 2026. Alexsander Ferraz/AT A Prefeitura de Guarujá, no litoral de São Paulo, aprovou a Lei Municipal 5.365, que reserva 20% das vagas em concursos públicos para candidatos autodeclarados negros, pardos, quilombolas e indígenas. A norma foi sancionada pelo prefeito Farid Madi (Pode) e publicada no Diário Oficial em 19 de novembro, após aprovação pela Câmara Municipal no dia 28 de outubro. A política de cotas valerá para cargos e empregos na administração municipal, incluindo autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista. Segundo a prefeitura, o objetivo é reparar desigualdades históricas e ampliar a diversidade racial no funcionalismo. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: Guarujá sanciona lei que obriga fiação subterrânea em toda a cidade em 5 anos Como vai funcionar A reserva de vagas será aplicada apenas em concursos que ofereçam três vagas ou mais. Quem optar pela cota racial concorrerá simultaneamente às vagas reservadas e às de ampla concorrência, conforme sua classificação final. Veja detalhes: ▶️A nomeação dos aprovados seguirá critérios de alternância e proporcionalidade, respeitando a ordem de classificação e a relação entre vagas totais, reservadas e destinadas a pessoas com deficiência. ▶️Se não houver candidatos suficientes para ocupar as vagas reservadas, elas serão revertidas para a ampla concorrência e preenchidas pelos demais classificados. Autodeclaração e fiscalização A lei estabelece regras rígidas para garantir a veracidade da autodeclaração. O candidato deve se identificar como negro, quilombola ou indígena já no momento da inscrição. De acordo com a administração municipal, caso seja comprovada a falsidade da declaração, o candidato poderá ser eliminado do concurso e terá a posse anulada, após processo administrativo. Veja também Em Guarujá, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) anulou a Lei Complementar nº 291/2021 que previa a cobrança de taxas de até R$ 4,6 mil por dia para ônibus e vans de turismo que circulassem pela cidade. Entenda a lei polêmica: Justiça anula lei de Guarujá que cobrava até R$ 4,6 mil de ônibus e vans de turismo

Palavras-chave: câmara municipal

Ronaldinho Gaúcho estrela a Black do Chefe com descontos da MotoChefe

Publicado em: 22/11/2025 00:02

A MotoChefe, líder nacional em mobilidade elétrica, lança sua campanha especial de novembro: a Black do Chefe, estrelada por Ronaldinho Gaúcho. A ação celebra o período da Black Friday com descontos exclusivos nos modelos Ret e Soma, que passam de R$ 10.500 para R$ 8.490 à vista. A promoção é válida durante todo o mês de novembro e até o fim dos estoques, em todas as concessionárias MotoChefe espalhadas pelo Brasil. Com produção 100% nacional, os modelos se destacam pela autonomia, tecnologia e design urbano, reforçando o compromisso da marca com a inovação, sustentabilidade e acessibilidade no setor de mobilidade elétrica. De acordo com a MotoChefe, o objetivo da campanha é oferecer ao público condições especiais para adquirir produtos elétricos de qualidade, aproximando ainda mais a marca dos consumidores que buscam economia e estilo em seus deslocamentos diários. Ronaldinho Gaúcho com as scooters elétricas Ret e Soma para promoção de Black do Chefe Direitos de imagem reservados a MotoChefe Brasil

Palavras-chave: tecnologia

Revestimentos que transformam a piscina em destaque da sua área de lazer

Publicado em: 22/11/2025 00:01

Poucos cenários traduzem tão bem a ideia de lazer e bem-estar quanto uma piscina bem planejada. Seja no quintal de casa ou em um espaço de convivência, ela é o ponto de encontro nos dias de sol e, cada vez mais, ganha status de protagonista na área externa. Mas não basta pensar no formato ou tamanho: o revestimento é o detalhe que define não só a estética, mas também a durabilidade e a segurança desse ambiente. Beleza e durabilidade que vão além do visual Acervo Vilarejo O papel do revestimento Na hora de escolher o material para a piscina e seu entorno, porcelanatos e acabamentos especiais se destacam como apostas seguras. Versáteis, eles oferecem alta resistência à água, facilidade de limpeza e um visual sofisticado que acompanha as tendências da arquitetura contemporânea. Além disso, possibilitam efeitos variados: bordas infinitas, tons claros que ampliam a sensação de espaço ou superfícies que imitam pedras naturais, criando uma atmosfera de resort dentro de casa. Sofisticação ao seu espaço de lazer Acervo Vilarejo Já nas áreas de circulação, a prioridade deve ser por acabamentos antiderrapantes. Hoje, é possível encontrar porcelanatos que aliam essa segurança ao design, sem abrir mão da elegância. O resultado? Um espaço funcional e ao mesmo tempo esteticamente impecável. Cores e texturas em alta O azul segue como clássico nas piscinas, mas novas propostas vêm ganhando força. Tons de verde-água, areia e até cinza oferecem um ar contemporâneo e sofisticado. Para quem prefere ousar, o contraste entre a água cristalina e um deck em porcelanato amadeirado cria um efeito acolhedor e moderno. Projeto que une funcionalidade e sofisticação Acervo Vilarejo Curiosidade que inspira De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Piscinas e Acessórios (ANAPP), o Brasil possui a segunda maior frota de piscinas residenciais do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. E, cada vez mais, esses espaços são pensados não apenas como locais de lazer, mas como extensão do design da casa. Isso explica o crescimento na busca por materiais que conciliam estética e inovação. Se você deseja criar ambientes com mais sentido, equilíbrio e beleza, venha nos visitar. Nossas lojas estão prontas para inspirar você a construir o seu refúgio — com soluções de alto padrão, tecnologia e acolhimento em cada detalhe. Visite uma das lojas em Araruama, Maricá, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes, Niterói ou no CasaShopping – RJ.

Palavras-chave: tecnologia

Lula encontra neste sábado, às margens do G20, chanceler alemão que criticou Belém

Publicado em: 22/11/2025 00:00

Quem é Friedrich Merz, chanceler alemão que disse que país ficou contente de deixar Belém O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne, neste sábado (22), com o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz. O ministro alemão é o mesmo que virou assunto no Brasil após uma fala polêmica com críticas a Belém, sede da COP30. O encontro será às margens da 20ª edição da cúpula de chefes de Estado e governo do G20, que ocorre neste final de semana em Joanesburgo, na África do Sul. 🌍 O G20 reúne representantes de 19 países e da União Europeia, nações que representam cerca de 80% da economia global. A edição do ano passado foi presidida pelo Brasil e o Rio de Janeiro foi a sede da cúpula do grupo. Segundo o governo brasileiro, a edição deste ano do G20 vai discutir minerais críticos pela primeira vez. 🔎 Os minerais críticos são recursos de importância estratégica para a economia. São essenciais para a fabricação de baterias, turbinas eólicas, painéis solares e eletrônicos. Foto mostra Lula e chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, em evento preparatório para a COP30, em Belém, em 7 de novembro de 2025 Reuters/Anderson Coelho Chanceler alemão Na semana passada, Merz afirmou que a comitiva alemã na COP30 ficou contente em deixar Belém, no Pará, e voltar ao país europeu. Após elogiar a Alemanha como "um dos países mais bonitos do mundo" durante um discurso em um evento em Berlim na semana passada, o chanceler acrescentou: "Perguntei a alguns jornalistas que estiveram comigo no Brasil na semana passada: 'Quem de vocês gostaria de ficar aqui?' Ninguém levantou a mão. Todos ficaram contentes por termos retornado à Alemanha, na noite de sexta para sábado, especialmente daquele lugar onde estávamos". A fala causou mal-estar no Brasil e foi também criticada na Alemanha. O próprio presidente Lula rebateu, dizendo que Merz deveria ter aproveitado a cultura e a culinária paraenses durante a visita ao Brasil. Friedrich Merz não pretende se desculpar pela declaração sobre Belém e não vê nenhum dano às relações diplomáticas entre a Alemanha e o Brasil, segundo o porta-voz do governo, Stefan Kornelius, em coletiva na quarta-feira (19). A fala de Kornelius, no entanto, contradisse a interpretação de que o premiê teria expressado "desagrado" ou até mesmo "repulsa" por Belém. Ao mesmo tempo, o porta-voz afirmou que a fala de Merz foi tirada de contexto. Cúpula de líderes do G20 A 20ª edição da cúpula de chefes de Estado e governo do G20 ocorre nestes sábado (22) e domingo (23). Segundo o governo brasileiro, a edição deste ano do G20 vai discutir agenda econômica, mudança do clima, transição energética, minerais críticos e trabalho decente. O secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Philip Fox-Drummond Gough, afirmou que a programação do encontro na África do Sul prevê três reuniões temáticas, duas no sábado e uma no domingo, com os seguintes temas: Crescimento econômico sustentável, com abordagem no financiamento ao desenvolvimento, comércio e dívidas públicas "Mundo resiliente", dedicada à mudança do clima, redução de riscos de desastres, segurança alimentar e transição energética "Futuro Justo e Equitativo para Todos", com foco nos minerais críticos, trabalho decente e inteligência artificial Conforme o governo brasileiro, a principal entrega do encontro será a Declaração de Líderes, que está em negociação. Entre os avanços já consolidados ao longo da presidência sul-africana, o embaixador destacou o pioneirismo no tema dos minerais estratégicos. Conforme o governo brasileiro, a principal entrega do encontro será a Declaração de Líderes, que está em negociação. Entre os avanços já consolidados ao longo da presidência sul-africana, o embaixador destacou o pioneirismo no tema dos minerais estratégicos. “É a primeira vez que o G20 consegue um documento sobre minerais críticos, reforçando a ideia de que os países devem buscar o beneficiamento de minerais na origem”, afirmou.

Palavras-chave: inteligência artificial

Governo dos EUA acusa Google de monopólio em publicidade digital e exige dissolução de área

Publicado em: 22/11/2025 00:00

Google Arnd Wiegmann/Reuterus O governo dos Estados Unidos pediu, nesta sexta-feira (21), que um juiz federal determine a dissolução da área de publicidade digital do Google. Segundo o governo, a empresa mantém práticas anticompetitivas e suas promessas de mudança não são confiáveis. O pedido foi apresentado nas alegações finais de um processo que discute a tecnologia publicitária do Google — ou seja, o conjunto de ferramentas usado por sites para vender anúncios e por anunciantes para comprá-los. Este é o segundo grande processo antitruste que o Google enfrenta neste ano. Em setembro, um juiz rejeitou uma ação semelhante do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que pedia a venda do navegador Google Chrome, em outro caso antimonopólio. Veja os vídeos que estão em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA MAIS: Golpistas criam lojas online falsas da Shopee e Havan para Black Friday Cofundador do Google supera Bezos e se torna o 3º mais rico do mundo Os processos fazem parte de uma ofensiva do governo norte-americano para limitar o domínio das grandes empresas de tecnologia, como Apple, Amazon e Meta. Até agora, as decisões têm sido variadas. No início desta semana, outro juiz rejeitou uma ação do governo contra a Meta. Em documento enviado antes da audiência, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e procuradores de vários estados acusaram o Google de construir, de forma ilegal, monopólios em dois mercados ligados à tecnologia de anúncios. Segundo o governo, o Google controla ao mesmo tempo diferentes etapas do mercado de publicidade digital. "Estamos aqui para resolver o problema. Argumentaremos que a melhor solução é desmantelar o monopólio do Google, o que criará um novo concorrente", afirmou a procuradora-geral adjunta Gail Slater. O Google disse que o processo é exagerado e que a medida prejudicaria editores, anunciantes e consumidores. A empresa afirma que suas ferramentas integradas geram eficiência e inovação, e que separar o serviço seria tecnicamente inviável. A decisão do caso deve sair nos próximos meses.

Palavras-chave: tecnologia

TERMÔMETRO DA COP30 #DIA 13: conferência entra na prorrogação; entenda o que esperar

Publicado em: 22/11/2025 00:00

Olá, aqui quem escreve é Roberto Peixoto, repórter de Meio Ambiente no g1. Este é o Termômetro da COP30, edição #DIA 13, um boletim com o essencial que você precisa saber sobre a 30ª Conferência do Clima da ONU. Eu vou explicar para você, em 7 tópicos, como foi a sexta-feira em Belém. Eu conto que a COP entrou pela madrugada sem acordo e acabou empurrando as negociações para este sábado, depois de um dia inteiro marcado por impasses nos temas mais sensíveis. Vou falar também por que a ausência de referências aos combustíveis fósseis virou o principal ponto de tensão e levou países a aumentar a pressão por mudanças no texto final. E ainda explico como a disputa entre blocos, de um lado, quem exige algum tipo de transição; de outro, quem rejeita qualquer menção ao tema, deve determinar os rumos da conferência nas próximas horas, com a expectativa de um novo rascunho ainda nesta manhã. 1 - Em alta X em baixa EM ALTA: 🌍A presidência da COP30 colocou, pela primeira vez, a criação de um mecanismo global de transição justa em um rascunho oficial. A proposta abre caminho para que a ONU tenha um instrumento permanente voltado a apoiar países em desenvolvimento na mudança para economias de baixo carbono, organizando cooperação técnica, capacitação e troca de conhecimento. O texto ainda é inicial (não define formato, regras ou recursos) mas reconhece pontos considerados essenciais por especialistas, como proteção de trabalhadores, participação social e atenção a desigualdades históricas. Mesmo pouco concreto, o fato de entrar no rascunho já eleva o tema a um novo patamar político dentro das negociações climáticas. EM BAIXA: ⚠️O novo rascunho da COP30 deixou muita gente decepcionada. O texto tirou qualquer menção aos combustíveis fósseis e também apagou a ideia de um caminho claro para o fim do desmatamento. Na prática, diz que a transição é necessária, mas não explica como — nem quando. É por isso que a sensação é de retrocesso entre ambientalistas, bem no momento em que a pressão por mudanças deve crescer nas próximas horas. E tem mais: a União Europeia, que vinha evitando o confronto, agora disse claramente que não aceita sair de Belém sem alguma referência aos fósseis. O problema é que isso bate de frente com países que rejeitam qualquer menção ao assunto, e o impasse só aumenta. "A Europa transformou a menção aos combustíveis fósseis numa linha vermelha: eles finalmente verbalizaram que não saem daqui sem isso — mas outros países também têm suas linhas vermelhas, e ninguém quer ceder", explica Stela Herschmann, especialista em Política Climática do Observatório do Clima. 📝 ENTENDA O QUE PODE ACONTECER NAS PRÓXIMAS HORAS: A COP30 amanhece neste sábado ainda sem acordo final. As negociações seguiram pela madrugada e devem continuar ao longo da manhã, já que os países continuam divididos sobre os principais pontos do texto, especialmente combustíveis fósseis, financiamento e ambição climática. Fontes ouvidas pelo g1 afirmam que a presidência da COP deve apresentar uma nova versão do texto final da cúpula neste sábado. A partir daí, cada grupo regional vai avaliar se a redação é aceitável ou se precisa voltar para ajustes, um processo que pode atrasar a plenária final. Há também pressão adicional vinda de outros fronts: países africanos reforçaram o pedido por mais recursos para adaptação, e grupos vulneráveis cobram que o texto reflita a responsabilidade histórica das nações desenvolvidas. A avaliação geral é de que qualquer acordo agora dependerá de concessões simultâneas em várias frentes. O clima é de incerteza, mas a expectativa é de que a manhã deste sábado seja decisiva. Se houver consenso mínimo, a presidência pode marcar uma plenária ainda antes do meio-dia. Se as divergências persistirem, a COP30 corre o risco de se estender novamente. O presidente da COP30, o embaixador André Corrêa do Lago. Ueslei Marcelino/COP30 2 - Brisa de esperança: a virada da alimentação na COP30 O g1 Pará mostrou um dado inédito desta COP30: ao menos 30% dos alimentos servidos na conferência vieram da agricultura familiar amazônica. O levantamento identificou 8 mil famílias e 80 organizações rurais envolvidas no fornecimento, movimentando cerca de R$ 3,3 milhões na economia local. Essa diretriz colocou ingredientes típicos do Norte no centro dos cardápios da conferência. Ariá, muruci, bacaba, pupunha e outras preparações regionais foram incorporadas às refeições distribuídas aos participantes de quase 200 países. O Restaurante da Sociobio, por exemplo, utilizou 80% de produtos agroecológicos e serviu cerca de 120 mil pratos ao longo do evento. Como o Brasil tem 74% de suas emissões ligadas ao uso da terra e à agropecuária, a experiência reforçou o debate sobre sistemas alimentares sustentáveis dentro da agenda climática. A expectativa entre os organizadores é que o modelo adotado em Belém agora possa orientar futuras conferências. Agricultura familiar ganha espaço e destaque na COP30 em Belém 3 - Traduz aí, g1 O QUE É O BAM? O BAM é o Belém Action Mechanism, proposta que virou palavra da moda nos corredores da COP30. A ideia é criar um mecanismo para organizar, acompanhar e fortalecer a transição justa, ou seja, a mudança para uma economia de baixo carbono sem deixar trabalhadores e comunidades vulneráveis para trás. A transição justa não é nova: ela aparece no preâmbulo do Acordo de Paris, ganhou um programa próprio na COP27 e diálogos regulares na COP28. Mas, até hoje, tudo ficou no campo voluntário. O BAM tenta mudar isso ao pedir que países coordenem suas políticas, compartilhem experiências e criem formas mais claras de acompanhar o que está sendo feito. Ele também defende que o apoio internacional priorize financiamento que não gere dívidas e que tecnologias limpas sejam compartilhadas com países em desenvolvimento. O mecanismo foi construído por organizações da sociedade civil e recebeu apoio de diversos grupos, incluindo movimentos trabalhistas, coletivos de jovens, organizações de gênero e parte das lideranças indígenas presentes em Belém. O impulso maior veio quando o G77 + China, que representa cerca de 80% da população mundial, declarou apoio a um mecanismo de transição justa, um aceno direto na direção do BAM. Nem todo mundo, porém, está a bordo. Países como Reino Unido e Japão resistem à proposta e chegaram a receber o “Fóssil do Dia” por isso. Mas, para quem acompanha o tema de perto, o motivo da disputa é claro: sem planejamento, a transição energética corre o risco de repetir desigualdades e é justamente isso que o BAM tenta evitar. 4 - Pergunta do dia: por que gênero e raça viraram pontos de tensão na COP30? As negociações sobre gênero e raça entraram na reta final da COP30 com mais pressão do que o esperado. Esses temas não definem metas de carbono, mas fazem parte do conjunto de políticas que apoiam a implementação dos acordos climáticos, e é aí que surgiram os impasses. Países da Europa, do Oriente Médio e da América Latina defenderam que os textos fossem mais restritos, enquanto outros blocos insistiram que conceitos como “mulheres de ascendência africana” e interpretações mais amplas de gênero fossem mantidos. É um debate que acompanha a COP há anos, mas que ganhou peso extra agora porque o plano de ação de gênero está sendo atualizado para valer até 2034. Como funcionam as negociações na COP Na prática, o problema não é a existência desses termos, mas o efeito que eles podem ter sobre outras agendas, como a transição justa e a proteção de populações vulneráveis. Delegações alertam que, se o texto final recuar, políticas de adaptação e financiamento podem deixar de considerar quem mais sofre com secas, enchentes e calor extremo. Os entraves foram tão grandes que o tema saiu do nível técnico e passou ao nível político, um movimento raro nas COPs. Apesar disso, os rascunhos mais recentes mostram que as notas de rodapé foram retiradas e a linguagem mais inclusiva foi mantida. Para muitos negociadores, isso evita um retrocesso e permite que o tema avance junto com o restante do pacote climático. Quer mandar uma pergunta pro TERMÔMETRO? Envie pelo VC no g1 ou nos comentários desta reportagem 5 - Fóssil do Dia Integrantes da Climate Action Network realizam a cerimônia do “Fóssil do Dia” na COP30, prêmio simbólico que marca os países apontados como obstáculos às negociações climáticas. Climate Action Network O “Fóssil do Dia” desta sexta foi para a Rússia, segundo a Climate Action Network (CAN), rede que organiza a anti-premiação. A justificativa da CAN é que o país teria atrasado diferentes frentes das negociações da COP30, desde adaptação até transição justa, ao insistir em posições que mantêm os combustíveis fósseis no centro do texto oficial. A Rússia também contestou avanços nas discussões de gênero, defendeu termos ultrapassados e reforçou a ideia de “combustíveis de transição”, argumento usado por países que querem preservar espaço para o gás. O relatório ainda cita o contraste entre a meta doméstica russa, que deixa carvão e gás com papel dominante até 2050, e a participação das renováveis, hoje projetada para cerca de 3% em 2040. A CAN também destaca que a nova meta climática russa (NDC) segue entre as mais mal avaliadas do mundo e que a guerra na Ucrânia ampliou emissões e aumentou a dependência de receitas fósseis. Qual gás do efeito estufa é o maior vilão do clima? 🦖 O "Fóssil do dia" é um "prêmio" simbólico e irônico, concedido uma vez por dia durante as conferências climáticas da ONU. 6 - Você precisa assistir Arte que navega: conheça os abridores de letras, artistas que pintam os barcos da Amazônia A enviada especial do g1 a Belém, Paula Paiva Paulo, contou a história dos abridores de letras, os artistas responsáveis por pintar nomes e desenhos nos barcos da Amazônia. A tradição nasceu de um decreto de 1925 que obrigava as embarcações a exibirem seus nomes nas laterais. No Norte do país, essa regra acabou se transformando em um estilo próprio: letras grandes, curvas, cores fortes e ornamentos inspirados na tipografia vitoriana. No vídeo, a Paula conversa com artistas como Cuca, de Igarapé-Miri, e Hidaias Dias, do Marajó, nomes que começaram cedo e hoje têm seus trabalhos circulando pelos rios da região. Um detalhe curioso é que cada barco funciona, na prática, como uma galeria itinerante: ao navegar entre municípios, ele leva consigo o estilo de quem o pintou e acaba influenciando novos artistas ao longo do caminho. É assim que essa tradição segue se expandindo pela Amazônia, sempre em movimento. Vale a pena assistir para ver de perto como essa arte circula pelos rios e continua se reinventando geração após geração. COP 30 teve presença de 195 países e mais de 42 mil participantes; '2ª maior da história', diz Ministério do Turismo 7 - Além da imagem Ativistas exibem mensagens escritas nas mãos durante um protesto na saída de negociadores da COP30, em Belém, nesta sexta-feira (21). REUTERS/Anderson Coelho MAIS DO QUE UMA FOTO: A imagem acima mostra um grupo de jovens levantando as mãos com mensagens escritas na pele durante um breve protesto na Blue Zone da COP30. O ato aconteceu no momento em que negociadores deixavam uma das salas mais movimentadas do dia. O grupo pedia que o texto final incluísse referências explícitas à transição para longe do petróleo, do gás e do carvão, ponto que dividiu delegações ao longo de toda a semana e se tornou um dos focos de tensão nesta reta final das negociações. A cena também ajuda a entender o contraste com as duas COPs anteriores: em Dubai (COP28) e em Baku (COP29), manifestações foram fortemente restringidas e a circulação de movimentos sociais nos espaços oficiais era bastante limitada. Em Belém, apesar de regras de segurança, os corredores tiveram protestos diários e uma participação ampliada da sociedade civil, que voltou a aparecer de forma mais visível dentro e fora da Blue Zone. Amanhã, acompanhe mais um TERMÔMETRO DA COP30. Até lá! LEIA TAMBÉM: Por que rota para fim de combustíveis fósseis virou impasse na COP30? 'Fraco', 'furos inaceitáveis', traição à ciência': especialistas e organizações criticam rascunhos de textos da COP30 Acordo entre país da Oceania e instituição ligada à ONU é assinado em padaria de Belém após incêndio na COP 30

Palavras-chave: tecnologia

Cerca de 20% dos produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos seguem com tarifas entre 40% e 50%

Publicado em: 21/11/2025 21:32

Itens que têm maior peso na balança comercial continuam com alguma sobretaxa dos EUA A decisão do governo americano de retirar a sobretaxa de parte das exportações brasileiras deixou de fora itens com maior peso na balança comercial - principalmente os produtos industriais. A decisão do governo americano é retroativa a 13 de novembro e vem na esteira do aumento da inflação nos Estados Unidos, que atingiu 3% nos últimos 12 meses. Itens como café e carne, que os americanos importam em grande quantidade do Brasil, pesaram nessa conta. Duzentos e trinta e oito produtos brasileiros deixaram de pagar a sobretaxa de 40%. Esses produtos representam 36% das exportações para os Estados Unidos; ou em termos financeiros, US$ 14 bilhões. Os Estados Unidos, que são os maiores compradores do café brasileiro, ficam com 16% do que é exportado pelo país. Márcio Ferreira, presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, afirmou que o tarifaço fez as exportações do setor caírem pela metade entre agosto e outubro, na comparação com 2024. Agora, ele comemora a nova decisão de Donald Trump: “Realmente, foi uma notícia esplêndida. Nos últimos três meses, o prejuízo do Brasil com Estados Unidos foi da ordem de US$ 600 milhões. Ainda temos por trabalhar o café solúvel, porque esse não foi retirado. É um produto final acabado e que gera três a quatro empregos comparado ao café em grão. E, obviamente, que a gente sabe que é um trabalho complementar, mas em um prazo muito curto esperamos trazer de volta também para tarifa zero". A lista de produtos que não pagarão mais sobretaxas inclui também carnes, frutas, castanha de caju e especiarias. O setor de frutas abriu novos mercados nos últimos meses, batendo recorde de exportações entre julho e setembro. Os Estados Unidos compravam 17% de todas as frutas exportadas pelo Brasil. Com o fim do tarifaço, as expectativas para 2026 são muito boas. “Estamos de volta ao jogo, fortes. Então, nós estamos muito felizes para que nós possamos continuar fortes nas exportações”, afirma Guilherme Coelho, presidente da Associação dos Produtores de Frutas. Na quinta-feira (21), logo após a reversão das tarifas, o presidente Lula comemorou o anúncio americano durante a abertura do Salão do Automóvel, em São Paulo. Em um vídeo publicado em uma rede social, Lula disse que o agradecimento ao presidente Donald Trump seria apenas parcial: “Eu vou lhe agradecer só parcialmente porque eu vou agradecer totalmente quando tudo estiver acordado entre nós" Cerca de 20% dos produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos seguem com tarifas entre 40% e 50% Jornal Nacional/ Reprodução 64% das exportações brasileiras continuam sujeitas a algum tipo de tarifa adicional; 22% com sobretaxas entre 40% e 50%. É o caso de couro, pescados, mel e produtos industrializados como máquinas, motores, autopeças, aviões e do setor de madeira. “Em média, 50% da nossa balança comercial exportadora é com destino aos Estados Unidos. Cada dia que se arrasta essa negociação, nós vamos perdendo um share de participação que foi construído há décadas no mercado americano”, afirma Paulo Pupo, superintendente da Associação Brasileira da Madeira Processada. A Confederação Nacional da Indústria pediu urgência para um acordo. “O nosso grande desejo é que o governo brasileiro consiga extrair dos negociadores americanos uma suspensão temporária de todas as tarifas até o final do ano, já que o processo de negociação deve durar mais ou menos de dois a três meses. Estamos falando de pequenas, médias e grandes empresas, uma vez que mais de 10 mil empresas atuam nos Estados Unidos e estão sendo prejudicadas em grande parte pelas tarifas vigentes”, diz Frederico Lamego, da Confederação Nacional da Indústria. Especialistas avaliam que as novas rodadas de negociações com o governo americano vão envolver prioritariamente também outros temas além das tarifas. O governo brasileiro disse que está preparado para isso. O Brasil apresentou no dia 4 de novembro aos Estados Unidos, uma proposta detalhada com o que pode oferecer. O presidente em exercício, vice-presidente Geraldo Alckmin, disse que a negociação abrange mais áreas e segue sem interrupção: “Você tem temas tarifários e tem temas não tarifários. Então, temas não tarifários você tem redata, que é data center, o Brasil está atraindo investimentos na área de data center. O limitador da inteligência artificial no mundo é energia. O Brasil tem energia abundante e renovável. Terras raras, big techs, você tem toda uma pauta de conversa”. LEIA TAMBÉM Tarifaço de Trump: veja a nova lista de produtos brasileiros que ficam de fora das tarifas de 40% Tarifaço de Trump: apesar de nova lista de exceções, dois terços das exportações não estão isentas, diz CNI Após suspensão de tarifas a série produtos, Brasil trabalhará para EUA revogar sanções contra autoridades

Palavras-chave: inteligência artificial

Anvisa autoriza Embrapa a fazer pesquisas com a cannabis sativa, a planta da maconha

Publicado em: 21/11/2025 20:45

A Anvisa autorizou a Embrapa a fazer pesquisas com a planta da maconha - a cannabis sativa. A Embrapa esperava por essa autorização há um ano. A pesquisa é exclusiva para fins medicinais e científicos. Como a maconha é proibida no Brasil, nada, nenhum produto feito a partir dos estudos poderá ser comercializado. Três pesquisas vão ser iniciadas: Conservação do material genético da cannabis sativa, nome científico da maconha, para criar uma base de dados própria sobre a planta; Criação de tecnologias para a cannabis medicinal, com foco no canabidiol, óleo que já é utilizado legalmente para o tratamento de algumas doenças; Pré-melhoramento do cânhamo, uma subespécie da cannabis, para a produção de sementes e fibras que, segundo a Embrapa, têm grande potencial econômico. Anvisa autoriza Embrapa a fazer pesquisas com a cannabis sativa, a planta da maconha Jornal Nacional Antes, a Embrapa vai ter que cumprir várias exigências da Anvisa, que fará uma inspeção presencial para confirmar que todos os requisitos de segurança serão cumpridos, como um plano de controle para reduzir o risco de desvio, disseminação acidental e uso indevido da cannabis. Segundo a Embrapa, há um crescente interesse mundial na cannabis, que hoje tem importância econômica, social, ambiental e medicinal. O mercado de cannabis medicinal deve movimentar até o fim do ano R$ 1 bilhão no Brasil. Os dados são da própria Embrapa. As pesquisas podem ajudar o país a reduzir a dependência de insumos importados. "Hoje, o Brasil é importador de tecnologia das cadeias produtivas de cannabis medicinal porque temos no país um consumo estabelecido já há mais de dez anos e, no entanto, não temos a possibilidade de fazer a nossa produção nacional. Então, a inserção da Embrapa agrega o potencial de desenvolvimento de ciência e tecnologia nacional para subsidiar o desenvolvimento dessas cadeias produtivas, para que o Brasil não precise ficar dependente da importação de sementes, importação de cultivares e tecnologias diversas para respaldar o desenvolvimento dessas cadeias nacionais”, diz a pesquisadora da Embrapa Beatriz Emygdio. LEIA TAMBÉM Anvisa autoriza Embrapa a iniciar pesquisas com cultivo de cannabis Cannabis medicinal: entenda os efeitos da decisão do STJ e os próximos passos

Palavras-chave: tecnologia

PM que esfaqueou esposa e sogro até a morte ligou para o pai após o crime: 'Aconteceu uma tragédia'

Publicado em: 21/11/2025 19:24

PM mata esposa e sogro a facadas e morre alvejado por policiais em Piraju O Policial Militar Leonardo da Silva, de 25 anos, que esfaqueou o sogro e a esposa até a morte em Piraju (SP), na manhã desta sexta-feira (21), ligou para o pai após o crime para relatar que "havia acontecido uma tragédia". Ele foi morto pela PM O g1 obteve acesso ao boletim de ocorrência, que detalha que o pai de Leonardo entregou a arma e a munição do policial à corporação na noite anterior. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp "O último contato com o filho [Leonardo] foi através do telefone celular na data de hoje (21), por volta das 7h, quando estava a caminho do sítio. O filho relatou que tinha acontecido uma tragédia", consta no boletim. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a arma do PM foi recolhida após um registro de ocorrência envolvendo o policial na capital paulista, na quinta-feira (20). A pasta não deu detalhes do registro em questão. Pai e filha são mortos à facadas por homem nesta sexta-feira (21) em Piraju; Agressor é policial Reprodução/Redes sociais A mulher e o pai foram mortos no bairro Nova América. A corporação chegou ao local e flagrou Leonardo no momento em que esfaqueava a esposa, enquanto Paulo Sérgio já estava ferido e caído no chão. Os policiais atiraram contra o homem para contê-lo e impedir que ele também esfaqueasse a sogra. Os três foram encaminhados para o Hospital de Piraju, mas não resistiram aos ferimentos e morreram. Conforme apurado pelo g1, os corpos de Camilla, Paulo Sérgio e Leandro serão encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Avaré (SP). Os corpos serão velados na Câmara Municipal, ainda sem horário definido. O caso foi registrado como violação de domicílio, feminicídio, homicídio e é investigado pela Polícia Civil. Homem mata esposa e sogro à facadas durante briga familiar em Piraju (SP) nesta sexta-feira (21) Reprodução/Redes sociais 'Profissional exemplar' O presidente da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Piraju (SP), Marcos Tonon, lamentou a morte da advogada. Em vídeo enviado à TV TEM, Marcos conta que Camilla era presidente da Comissão da Mulher Advogada da cidade e descreve-a como uma "profissional exemplar". "Camilla exercia a presidência da Comissão da Mulher Advogada com extrema dedicação, liderando com grande capacidade, possibilidade e dinamismo esse colegiado, tendo promovido importantes ações e eventos em prol da advocacia local", diz. Presidente da OAB lamenta morte de advogada esfaqueada pelo marido policial em Piraju Segundo o presidente, a advogada era uma presença constante na luta pelos direitos da mulher em toda a região. "Foi presença constante e atuante na OAB, especialmente na defesa dos direitos das mulheres, no enfrentamento à violência doméstica e na valorização da mulher advogada. Lamentavelmente, ela soma-se às vítimas do feminicídio, crime que apesar da firme reprovação social, institucional e penal, cresce de forma alarmante em nosso país", lamenta. Três pessoas morreram após discussão familiar no bairro Nova América em Piraju, nesta sexta-feira (21) Reprodução/Anderson Moreira Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

Palavras-chave: câmara municipal

Prefeitura inaugura 1ª Central Pública de Reciclagem e nova UVR em Belém

Publicado em: 21/11/2025 19:21

PMB inaugura UVR e 1ª Central Pública de Reciclagem de Orgânicos. Paula Lourinho A Prefeitura de Belém inaugurou nesta sexta-feira (21) dois projetos de gestão de resíduos sólidos: a primeira Central Pública de Reciclagem de Resíduos Orgânicos e a nova Unidade de Valorização de Recicláveis (UVR) da Concaves, no bairro Terra Firme. As iniciativas fazem parte das ações do projeto Gestão de Resíduos Sólidos, Educação Ambiental e Inovação em Bioeconomia, um dos 37 grandes projetos da COP 30 da cidade. ✅ Clique e siga o canal do g1 PA no WhatsApp Maior capacidade de reciclagem A UVR da Concaves, com 1.770 m², foi totalmente reformada pela Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Seinfra), com financiamento da Itaipu Binacional. O espaço foi adaptado para coleta seletiva e educação ambiental, e conta com infraestrutura segura e adequada para escolas, instituições públicas, condomínios e empresas. A modernização vai ampliar a capacidade de triagem e reciclagem em 400%, chegando a processar até 300 toneladas mensais de resíduos. O número de cooperados também deve aumentar, garantindo melhores condições e inclusão produtiva para catadores e catadoras. Luiz Suzuki, gestor da Itaipu para COP 30, anunciou ainda reformas em mais três galpões para diminuir o lixo nas ruas e fortalecer a reciclagem. Especial Cop 30: reciclar o lixo reduz o impacto dos materiais no meio ambiente e gera renda Compostagem acelerada A nova central pública usa tecnologia de tambor rotativo para acelerar o processamento dos resíduos orgânicos, com capacidade para 150 toneladas por mês, podendo chegar a 180 com restos de poda. O sistema é mecanizado, desde a parte do tambor rotativo até a vermicompostagem, o que facilita o processo de transformar o resíduo em adubo orgânico de alta qualidade, reduzindo o envio a aterros e possibilitando a concretização da economia circular. A câmara, com 16 metros de comprimento, possui mistura e aeração automatizadas, o que reduz o tempo médio de compostagem para 30 a 45 dias. A composteira, desenvolvida pela startup gaúcha Igapó em parceria com Instituto Pólis, Global Methane Hub, Ministério do Meio Ambiente, governo estadual e Sebrae, realiza o tratamento em duas etapas: compostagem termofílica (alta temperatura) e vermicompostagem (ação de minhocas), mecanizando o processo e produzindo adubo orgânico de alta qualidade. O adubo gerado será destinado a agricultores familiares da região, fortalecendo a economia circular e o reaproveitamento sustentável dos resíduos. Victor Argentino, do Instituto Pólis, destaca que o projeto contribui para a redução das emissões do setor de resíduos sólidos: "Agora, provamos que é possível reciclar sobras de alimentos e resíduos vegetais, transformando-os em adubo orgânico por meio da compostagem." LEIA TAMBÉM Belém inaugura 1º espaço de reciclagem com pagamento via Pix Belém recebe barco movido a hidrogênio para coleta de recicláveis Quais as obras da COP? As 37 grandes obras urbanas são executadas por diferentes entes, como Prefeitura de Belém, Governo do Pará, Governo Federal e iniciativa privada, com apoio do setor público. Os empreendimentos estão distribuídos em quatro áreas: hospedagem, infraestrutura e desenvolvimento urbano, mobilidade e saneamento. Segundo levantamento feito pelo g1, a área de infraestrutura e desenvolvimento urbano é a que mais tem projetos e recursos. São 14 obras com orçamento de R$ 3,2 bilhões. Já mobilidade e saneamento são as categorias que atingem o maior número de bairros. A pavimentação de ruas e avenidas envolve 26 bairros, e gestão de resíduos sólidos, educação ambiental e inovação em bioeconomia abrangem 37 bairros, respectivamente. VÍDEOS com as principais notícias do Pará

Palavras-chave: tecnologia

Mulheres do Amazonas ganham protagonismo nacional no 'Liberdade para Empreender 2025'

Publicado em: 21/11/2025 18:57

O empreendedorismo feminino Freepik A Associação Comercial do Amazonas (ACA), presente há 154 anos no desenvolvimento do comércio, da indústria e dos serviços no estado, reforça seu compromisso com o empreendedorismo feminino por meio do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura do Amazonas (CMEC-AM). O CMEC-AM integra a rede nacional do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC Nacional), vinculada à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), atuando por meio das associações comerciais em todo o país. O CMEC Nacional funciona como um espaço de articulação para que mulheres líderes empresariais debatam temas que impactam a economia, o varejo, a indústria, o comércio e os serviços. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Além de estimular a economia criativa e a inclusão social, o conselho promove o protagonismo feminino no universo empresarial. No Amazonas, o CMEC-AM tem como missão oferecer capacitação, networking, visibilidade e representatividade para mulheres empreendedoras, fortalecendo competências em gestão, inovação e liderança, e ampliando a atuação do conselho nos municípios do estado. Liberdade para Empreender 2025 O tradicional evento “Liberdade para Empreender 2025”, organizado pelo CMEC Nacional em parceria com a CACB, é uma plataforma de debate, formação e conexão entre mulheres empreendedoras de todo o Brasil. Nesta edição, o tema será “On-line/Off-line – Empreender no Digital e Viver no Real: Equilíbrio é o Novo Sucesso”, abordando tecnologias, inovação, saúde emocional, inteligência artificial, liderança humanizada e os desafios contemporâneos das empresas. O evento oferece às participantes imersão em conteúdos atualizados e troca de experiências com mulheres de diferentes setores — comércio, serviços, indústria e cultura. A ACA e o CMEC-AM destacam a importância de levar essa iniciativa à realidade local, ampliando o acesso de associadas e empreendedoras do Amazonas à rede nacional e projetando o ecossistema amazônico no contexto brasileiro. Representatividade do CMEC-AM O CMEC-AM estará presente no evento com as seguintes lideranças da região Norte: Leonarda Safira Gaspar Pinheiro – Empresária, Diretora da ACA e Conselheira Estadual do CMEC-AM; Simone Nazareth Amazonas – Empresária e Diretora do CMEC-AM; Jeane Souza – Empresária, representando o CMEC-AM. A participação dessas lideranças reforça o compromisso da ACA com o empreendedorismo feminino e o protagonismo das mulheres do Amazonas em fóruns nacionais de negócios e cultura associativista. Convite às associadas e empreendedoras A ACA convida suas associadas, empresárias e empreendedoras da região a se engajarem com o CMEC-AM, participarem de suas ações e aproveitarem a conexão nacional proporcionada pelo evento, ampliando alcance de mercado, fortalecendo redes de apoio e inspirando novas práticas nos negócios. Mais informações, inscrições e materiais de divulgação estão disponíveis no site oficial do CMEC: www.cmecmulher.com.br.

É #FAKE que vídeo de indígena criticando Lula foi gravado na COP30; fala ocorreu em 2024

Publicado em: 21/11/2025 17:46

É #FAKE que vídeo em que indígena critica Lula foi gravado na COP30 Reprodução Circula nas redes sociais o vídeo de uma indígena fazendo críticas ao governo diante do presidente Lula (PT). As legendas alegam que a cena ocorreu durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que termina nesta sexta-feira (21) em Belém. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é a publicação falsa? O vídeo foi publicado em 12 de novembro no Instagram, onde passou de 118 mil curtidas. Mostra uma indígena fazendo críticas ao governo, ao Congresso e ao Judiciário durante uma cerimônia na qual Lula estava presente. Uma caixa de texto sobreposta às imagens diz: "Assistam ao vídeo que o PT não pode impedir de ser filmado. E o dia 11 ficará na história do Brasil". Mas isso é mentira: o post tira de contexto um registro feito, na verdade, em setembro de 2024 (leia mais abaixo). A descrição associa o conteúdo a conferência do clima na capital paraense: "[...]Durante o segundo dia da COP30 em Belém (11 de novembro de 2025), um grupo de manifestantes, incluindo representantes de tribos indígenas, estudantes e movimentos sociais, tentou invadir a Zona Azul, uma área restrita do pavilhão principal onde ocorrem as negociações oficiais. [...] A tentativa de invasão resultou em confrontos com a segurança, com relatos de quebra-quebra e feridos. [...] Autoridades brasileiras e da ONU estão investigando o ocorrido". O conteúdo fake viralizou após um episódio real, como relatou esta reportagem do g1: Protesto no segundo dia da COP30 deixa seguranças feridos e bloqueia saída na Blue Zone. O texto citou que um grupo com dezenas de pessoas passou pelas portas do pavilhão e tentou avançar rumo aos espaços onde estavam os participantes da conferência. Os manifestantes foram impedidos e acabaram entrando em confronto com os seguranças. Vídeos do protesto mostraram que a tentativa de invasão começou com a aproximação de um grupo que usava trajes indígenas. Logo na sequência, outros manifestantes carregando bandeiras de coletivos estudantis e faixas de protesto contra a exploração de petróleo chegaram ao espaço. ⚠️ Por que o post é mentiroso? Embora seja real – e não algo produzido por inteligência artificial (IA), por exemplo –, a cena ocorreu pouco mais de um ano antes da COP30. Ela foi gravada em 12 de setembro de 2024, durante o evento que marcou o retorno do Manto Sagrado Tupinambá ao Brasil. O Fato ou Fake extraiu trechos do vídeo e pesquisou esses fragmentos em motores de busca, como o Google Lens. Essa busca pode revelar se imagens idênticas foram publicadas antes na internet e em que contexto. Os resultados revelam que as mesmas cenas podem ser vistas no vídeo publicado em 2024 no canal do Ministério da Educação no YouTube. A indígena que fala no registro é a liderança indígena Yakuy Tupinambá, como relatou uma reportagem publicada na época pelo g1. Na ocasião, ela disse: "Temos hoje o pior congresso da história da República. Um judiciário egocêntrico e parcial e um governo, senhor presidente, que nós entendemos o porquê, enfraquecido, acorrentado às alianças e conchavos para se manter no poder". Em outro momento, falou a Lula: "Não somos seus oponentes". Esse trecho foi omitido do vídeo que viralizou recentemente e associou falsamente o material à COP30. Em seu discurso no local, o presidente respondeu à crítica da Yakuy Tupinambá. "E eu queria apenas que a companheira que falou aqui mudasse o seu discurso. Aqui não tem subserviência para ficar no poder, eu não preciso disso. O que você tem é inteligência política para saber que eu tenho um partido com 70 deputados em 513, que eu tenho 9 senadores em 81 e para eu aprovar as coisas eu sou obrigado a conversar com quem não gosta de mim, eu sou obrigado a convencer as pessoas a votarem". E continuou: "Um presidente da República não pode só fazer discurso, um presidente da república tem que cumprir a constituição, tem que cumprir a regra do jogo. Tem que respeitar a decisão do Congresso nacional, tem que respeitar a decisão da Justiça e, ao mesmo tempo, nós temos que preservar, temos que lutar". É #FAKE que vídeo em que indígena critica Lula foi gravado na COP30 Reprodução Veja também É #FAKE vídeo de idosos em asilo explicando fantasias de Halloween nos EUA É fake vídeo de idosos explicando fantasias cômicas para Halloween; tudo foi feito com IA VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Palavras-chave: inteligência artificial