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Por que suas fotos dos anos 2000 podem estar perdidas para sempre — e como preservar as atuais

Publicado em: 23/12/2025 15:11

Segundo estimativas recentes, calcula-se que cerca de 5,3 bilhões de fotografias digitais sejam tiradas todos os dias no mundo Getty Images via BBC No meu aniversário de 40 anos, pedi aos meus amigos e familiares um único presente: fotos minhas do início dos meus 20 anos. Minha própria coleção de imagens dessa época — aproximadamente entre 2005 e 2010 — é terrivelmente pequena. Existe um vazio entre os meus álbuns de fotos impressos da época da faculdade e minha pasta do Dropbox (serviço de armazenamento em nuvem) com registros dos meus primeiros anos como mãe. Tudo o que consegui encontrar daquela época foi um punhado de fotos de baixa resolução, em que apareço em um bar fazendo algo estranho com as mãos. E o resto? Ficou para trás por causa de um computador quebrado, contas de e-mail e redes sociais inativas e um mar de pequenos cartões de memória e pendrives perdidos no caos de várias mudanças internacionais. É como se minhas lembranças não passassem de um sonho. Descobri que não sou a única. No início dos anos 2000, o mundo passou por uma transição repentina e drástica da fotografia analógica para a digital, mas levou um tempo para encontrar um armazenamento fácil e confiável para todos aqueles novos arquivos. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Como não perder fotos e vídeos para sempre? Guia indica onde guardar arquivos 'Mil vezes melhor que celular': por que as câmeras Cyber-shot estão saindo da gaveta Hoje em dia, seu smartphone envia cópias de segurança das fotos para a nuvem assim que elas são tiradas. Muitas imagens capturadas durante a primeira geração de câmeras digitais não tiveram a mesma sorte. Conforme as pessoas trocavam de aparelhos e os serviços digitais surgiam e desapareciam, milhões de fotos se perderam no caminho. Há um buraco negro no registro fotográfico que atravessa a sociedade. Quem tinha uma câmera digital naquela época provavelmente perdeu boa parte das imagens quando deixou de usá-la. Mesmo hoje em dia, os arquivos digitais são muito menos permanentes do que parecem. Mas, se você tomar as medidas certas, ainda é possível proteger suas fotos atuais do mesmo esquecimento. Global 8000: como é o jato executivo mais rápido do mundo Quarto privativo, cama e TV de 32": como é o avião que fará voo mais longo do mundo 'Vejo você em 4 anos': a despedida de adolescentes às redes após proibição na Austrália Neste ano, comemora-se o 50º aniversário da fotografia digital. A primeira câmera digital era um equipamento volumoso e pouco prático, que mais parecia uma "torradeira com uma lente", como explicou seu inventor, Steve Sasson, à BBC. Décadas se passaram até que as câmeras digitais se tornassem um produto de consumo viável, mas, no início dos anos 2000, praticamente todos os meus conhecidos tinham uma. Tiramos milhares de fotos e as compartilhamos em álbuns online com nomes como "Terça à Noite!" ou "Viagem à Nova York — parte 3". Mas será que alguém do meu círculo teria essas imagens 20 anos depois? Quando perguntei, descobri que pouquíssimos as guardaram. Todos enfrentavam os mesmos problemas que eu. Como podia haver tão pouco material de um período tão repleto de fotos? Ao observar nossa relação com as fotografias, o intervalo entre 2005 e 2010 se revela como um microcosmo da Era da Informação. É uma vida inteira de inovação, rupturas e acesso condensado em apenas cinco anos da cronologia da história humana. A revolução digital O ano de 2005 foi um bom momento para quem usava câmeras digitais. Naquele ano, o avanço da tecnologia digital derrubou as vendas de câmeras analógicas, segundo dados da Associação de Produtos de Câmera e Imagem (Cipa, na sigla em inglês). A concorrência acirrada reduziu o preço das câmeras digitais compactas básicas a ponto de torná-las compras por impulso. A qualidade dos equipamentos também melhorou rapidamente, dando a alguns consumidores uma desculpa para atualizar suas câmeras compactas uma ou até duas vezes por ano. Pense nisso: durante um século, a fotografia pessoal foi um processo lento e deliberado. Tirar fotos custava dinheiro. Cada rolo de filme rendia um número limitado de fotos. E se você quisesse ver suas fotos, tinha que gastar tempo revelando o filme ou pagar um laboratório para fazer o trabalho, e depois repetir todo o processo se quisesse cópias impressas. No entanto, a partir de 2005, todas essas barreiras ruíram num piscar de olhos. Logo, os consumidores estavam produzindo milhões de fotos digitais por ano. Mas o que parecia uma época de abundância fotográfica foi, na prática, um momento de extrema vulnerabilidade. Cartões SD, pendrives e discos rígidos externos eram as formas de armazenamento preferidas na década de 2000 Getty Images via BBC "[Os consumidores] não tinham consciência do que não sabiam", afirma Cheryl DiFrank, fundadora da My Memory File, empresa que ajuda clientes a organizar bibliotecas de fotos digitais. "A maioria de nós não dedica tempo para compreender de fato as novas tecnologias. Simplesmente descobrimos como usá-las para atender às nossas necessidades imediatas... e resolvemos o resto depois." Segundo DiFrank, na época as pessoas não tinham consciência de que não conseguiriam "resolver o resto mais tarde". A memória do consumidor médio estava espalhada de forma precária por uma ampla gama de tecnologias portáteis de primeira geração, vulneráveis a perdas, furtos, vírus e à obsolescência: câmeras, cartões SD, discos rígidos, pendrives, câmeras Flip Cam, CDs e um emaranhado de cabos USB que funcionavam com alguns dispositivos, mas não com outros. Ao mesmo tempo, os laptops começaram a superar os computadores de mesa pela primeira vez na história. As pessoas passaram a armazenar e visualizar fotos apenas nesses aparelhos, que, infelizmente, também eram mais fáceis de quebrar ou perder. As vendas de câmeras digitais dispararam em 2005, atingiram o pico em 2010 e depois despencaram, segundo a Associação de Produtos de Câmera e Imagem. O iPhone da Apple foi lançado em 2007, e os telefones celulares logo revolucionaram por completo a então nascente explosão da fotografia digital. Os consumidores rapidamente adotaram a nova tendência fotográfica, muitas vezes sem se deter em proteger as fotos que já haviam feito. O 'buraco negro' A dor de perder fotos é algo pessoal para Cathi Nelson. Em 2009, seu computador e o disco rígido externo de backup foram roubados de sua casa. Como na época ainda não havia serviços de armazenamento em nuvem acessíveis, ela perdeu para sempre grande parte das memórias de sua família. Ironicamente, Nelson agora ganha a vida ajudando outras pessoas a recuperarem suas fotos perdidas. Naquele mesmo ano, Nelson fundou a organização The Photo Manager, que reúne profissionais especializados em organizar acervos de fotos digitais. Naquela época, as coleções de fotos já estavam tão desorganizadas que havia uma enorme demanda por ajuda profissional, diz ela. "As pessoas estão sobrecarregadas pelas opções, pela tecnologia e pela quantidade de dados", escreveu Nelson em um relatório técnico sobre o problema. Os membros da Photo Manager estão constantemente ajudando seus clientes com o "buraco negro" digital de 2005-2010. "Vejo isso repetidamente, essa coisa toda do 'buraco negro' digital", diz Caroline Gunter, integrante do grupo. "Houve um período, do início dos anos 2000 até 2013, em que era muito difícil para as pessoas se organizarem e muitas fotos acabaram se perdendo." Nelson, Gunter e outros membros da organização contam que recuperam imagens pixeladas de bebês feitas em celulares Nokia com teclado físico, resgatam fotos armazenadas em CDs e enfrentam o atendimento ao cliente de sites de álbuns online, como Snapfish ou Shutterfly. "Nossos membros sempre dizem que este é o único trabalho que fazem em que as pessoas choram quando recebem tudo de volta", afirma Nelson. Ao mesmo tempo, ocorreu outra mudança radical: a livre troca de fotos online. Não só tínhamos a capacidade de gerar milhões de fotos, como também podíamos compartilhá-las com toda a humanidade, de uma forma que parecia muito mais permanente do que realmente era. Em 2006, a plataforma de redes sociais MySpace era o site mais popular dos Estados Unidos e, para muitos, tornou-se o serviço preferido para compartilhar e armazenar fotos. Seu reinado, porém, durou pouco. O Facebook foi lançado em 2004 e, em 2012, já contava com mais de 1 bilhão de usuários. O MySpace logo caiu no esquecimento, deixando para trás inúmeras fotos e outras lembranças digitais. Em 2019, o MySpace anunciou que 12 anos de dados haviam sido apagados devido a uma falha acidental no servidor. A empresa afirmou que "todas as fotos, vídeos e arquivos de áudio" publicados antes de 2016 foram perdidos para sempre — toda uma geração de imagens perdida no tempo. No entanto, o MySpace não era o único centro de armazenamento de fotos. Empresas como a Kodak, a Shutterfly, a Snapfish, a rede de farmácias Walgreens e muitas outras empresas também investiram em serviços de fotos online. Os clientes recebiam galerias de fotos online gratuitas, e as empresas podiam gerar receita com impressões e brindes. Inicialmente, o modelo foi um sucesso estrondoso. A Shutterfly, por exemplo, abriu seu capital em 2006 com uma oferta pública inicial de grande repercussão, que arrecadou US$ 87 milhões (aproximadamente R$ 430 milhões). Perdidas para sempre O restante do que ocorreu ficou para os livros de história e para os estudos de caso das escolas de negócios. A Kodak, por exemplo, entrou em processo de falência — embora a empresa tenha ressurgido anos depois. A Shutterfly adquiriu todas as fotos da Galeria Kodak EasyShare, mas minha experiência pessoal mostra que isso não foi uma boa notícia para minhas imagens. Para transferir as fotos da Kodak EasyShare para a Shutterfly, era necessário vincular as duas contas — uma tarefa que nunca concluí, apesar dos vários e-mails enviados pela Shutterfly me incentivando a fazê-lo. Os e-mails de marketing da empresa prometiam aos clientes que as fotos jamais seriam apagadas. Algum tempo depois, porém, ao acessar minha conta, descobri que as imagens estavam arquivadas e inacessíveis. Um porta-voz da Shutterfly afirmou que minha história é conhecida e que a empresa fez todo o possível para auxiliar os clientes na transição para a Kodak. No entanto, infelizmente, algumas fotos se tornaram irrecuperáveis ​​com o tempo. A Kodak lançou muitos modelos de câmeras digitais nas décadas de 1990 e 2000 Getty Images via BBC A Shutterfly ainda mantém parte dessas imagens, mas a empresa não as libera. Segundo um porta-voz, não é possível acessar, baixar ou compartilhar fotos armazenadas na Shutterfly a menos que se faça uma compra a cada 18 meses. Posso usar essas fotos para criar um produto como um calendário fotográfico, que a Shutterfly vende com prazer, mas não consigo acessar meus arquivos a menos que faça compras regulares. É quase como se minhas memórias estivessem sido sequestradas. "O que as pessoas não compreendem é que um dos maiores custos dos negócios online é o armazenamento", afirma Karen North, professora da Escola de Comunicação Annenberg da Universidade do Sul da Califórnia (Estados Unidos). "Havia tanto entusiasmo com as novas tecnologias que não se deu atenção real — muito menos atenção pública — à necessidade de um modelo de negócios sustentável." Na década de 2000, o custo do armazenamento digital era consideravelmente maior do que é hoje. O armazenamento em nuvem externa para as empresas estava apenas começando a surgir naquela época, e muitas empresas precisavam construir e manter seus próprios servidores, o que era um gasto enorme. Os consumidores produziam milhões de fotos digitais, mas, a longo prazo, as empresas online não conseguiam arcar com os custos de armazená-las, afirma North. "No início dos anos 2000, havia a ideia de que tudo o que fosse colocado na internet deveria ser gratuito", diz North. "Todos vivíamos nossas 'segundas vidas' de graça. O Gmail era gratuito. Hoje, ao olhar para trás, fica claro como uma pequena taxa de assinatura da Kodak ou de qualquer um desses sites poderia ter protegido nossas lembranças." O que aconteceu, em vez disso, foi que os consumidores passaram a pagar um preço diferente: todas aquelas fotos carregadas e compartilhadas rapidamente (mas não impressas ou armazenadas em um disco rígido externo) entre 2005 e 2010 ficaram seriamente comprometidas. "Estamos maravilhados com toda essa coisa grátis", diz Sucharita Kodali, analista de mercado varejista da Forrester Research. "Ninguém se pergunta: 'O que acontecerá daqui a cinco ou dez anos?' Perdemos completamente nossa capacidade de pensamento crítico porque fomos deslumbrados pela internet gratuita." As soluções atuais de armazenamento de fotos podem parecer mais permanentes, mas, segundo especialistas como Nelson, os riscos continuam os mesmos. "Psicologicamente, as pessoas não entendiam a diferença entre dados digitais e uma fotografia física", diz Nelson. "Pensamos que estamos vendo uma fotografia real. Mas não estamos. Estamos vendo um monte de números." Você pode segurar uma foto na mão, mas os dados estão a apenas um clique de desaparecer. Como proteger suas fotos "Tudo se resume à redundância", afirma Nelson. "Corremos um risco muito maior hoje do que quando as fotos eram simplesmente impressas." Se os consumidores dependerem demais da nuvem, o destino de suas fotos estará nas mãos de uma empresa que pode falir ou decidir apagá-las completamente. "Ou veja o meu exemplo do roubo de um disco rígido externo, que eu considerava o backup ideal", acrescenta Nelson. "É por isso que a redundância é fundamental." Especialistas em gerenciamento de imagens costumam seguir a chamada regra do 3-2-1 para o armazenamento de fotos. A lógica é manter sempre três cópias de cada imagem: duas guardadas em mídias diferentes (como a nuvem e um disco rígido externo) e uma terceira cópia armazenada em um local físico separado, como um HD deixado na casa de um parente. Essa é a melhor proteção contra falhas tecnológicas e desastres naturais. Aprendi essa lição da pior forma. Hoje, salvo todas as fotos que recebo por SMS ou e-mail no meu dispositivo, que tem backup automático no Google Fotos. Uma vez por mês, faço backup do Google Fotos no meu HD externo. Também é uma boa ideia editar suas fotos diariamente. Sentir que você tem um número administrável de fotos significa que você tem mais chances de estar no controle. "O volume [de fotos] atualmente é insano", diz Gunter. "A seleção de fotos é o que está causando problemas para as pessoas, porque elas não têm tempo. Elas simplesmente continuam acumulando bagunça." No meu aniversário de 40 anos, recebi alguns tesouros que nunca tinha visto antes. Havia uma foto minha com o cabelo incrivelmente curto; o futon estranho que não conseguimos vender e acabamos deixando na calçada; os azulejos de um banheiro que já não existe; bolsas enormes e desnecessárias. Encontrei até um vídeo granulado do meu cachorro, gravado com um celular antigo, no qual uma amiga diz estar apaixonada por "um cara qualquer" — o mesmo cara com quem ela se casou 15 anos depois. Há algo que hoje sabemos e que naquela época não sabíamos: as redes sociais, ou qualquer serviço online, podem não ser guardiãs confiáveis de nossas fotografias. Cabe a nós assumir a responsabilidade real por nossas memórias e reduzir os riscos envolvidos.

Palavras-chave: tecnologia

Câmara de Ourinhos aprova reajuste de 113% no salário dos vereadores para próxima legislatura

Publicado em: 23/12/2025 15:03

Câmara de Ourinhos aprova reajuste de 113% no salário de vereadores A Câmara Municipal de Ourinhos (SP) aprovou, na última sessão do ano, um reajuste salarial de 113% para os vereadores, que passarão a receber R$ 15,9 mil por mês a partir da legislatura 2029–2032. Atualmente, o subsídio é de R$ 7.577. Os salários do prefeito, do vice-prefeito e dos secretários municipais também foram reajustados. Além do aumento salarial, os vereadores aprovaram a ampliação do número de cadeiras no Legislativo, que passará de 15 para 19 parlamentares na próxima legislatura, e a criação do 13º salário para vereadores e secretários municipais. As mudanças entram em vigor somente a partir de janeiro de 2029. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Câmara de Ourinhos aprovou reajuste salarial para a próxima legislatura Câmara Municipal de Ourinhos/Divulgação A votação foi unânime entre os parlamentares presentes. Nenhum vereador se manifestou contra as propostas; apenas o vereador Ederson Kita não votou por estar de licença. Em nota, a Câmara Municipal informou que o reajuste não beneficia os atuais vereadores e atende às exigências constitucionais e às orientações do Tribunal de Contas, que determinam que a fixação de subsídios ocorra de um mandato para o outro. Segundo o Legislativo, o valor aprovado está abaixo do limite legal, equivalente a 50% do subsídio dos deputados estaduais, e a proposta foi apresentada de forma conjunta, sem interesse individual. Ainda de acordo com a nota, desde 2012 não havia fixação formal dos subsídios, o que teria gerado uma defasagem acumulada ao longo dos anos. A Câmara afirmou que a medida busca corrigir essa distorção de forma legal, transparente e sem impacto no equilíbrio das finanças públicas. Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

Palavras-chave: câmara municipal

Está na hora de atualizar a conexão e a cibersegurança da sua empresa?

Publicado em: 23/12/2025 14:58

Um estudo global divulgado recentemente apontou que 55% das empresas brasileiras sofreram algum tipo de ataque cibernético com perdas materiais nos últimos 12 meses e 84% delas tiveram a mesma experiência em algum momento de sua operação. Analisando as empresas entrevistadas ao redor do mundo que também sofreram ciberataques, 68% delas observaram um impacto considerável no preço de suas ações e 92% enfrentaram consequências legais ou regulatórias, como multas e ações judiciais. Para que a sua empresa não precise fazer parte desses resultados, nem enfrente prejuízos como os citados acima, abaixo estão 7 sinais claros de que a cibersegurança da sua empresa precisa ser modernizada. Sua empresa não conta com uma equipe de segurança digital e/ou seus funcionários não estão devidamente treinados para se proteger de ciberameaças Sua empresa não conta com políticas, protocolos de resposta ou monitoramento contínuo diante de ciberataques, o que faz com que a organização reaja – em vez de prevenir – aos ataques digitais Sua empresa utiliza plataformas em nuvem, mas não realiza o backup regular dessas informações, nem as protege de forma adequada Os sistemas e redes da sua empresa acumulam tentativas de login suspeitas, principalmente de regiões ou dispositivos desconhecidos Sua empresa não controla a forma como os colaboradores acessam redes e sistemas corporativos, sendo que o acesso via dispositivos pessoais ou através de conexões Wi-Fi públicas pode aumentar os riscos de segurança a dados sensíveis Sua empresa não se preocupa em manter atualizados os softwares e sistemas operacionais Sua empresa não realiza backups regularmente, não conta com um plano de recuperação diante da perda ou do roubo de dados, nem possui uma estratégia adequada de backup, como a redundância no armazenamento de dados, por exemplo Se a sua empresa se identificou com dois ou mais desses sinais, a questão deixa de ser “se” um ataque vai acontecer e passa a ser “quando”, e qual será o impacto dele nas suas operações. Quando a rede também precisa de um upgrade Não é apenas a cibersegurança que dá sinais quando está vulnerável de alguma forma: a conexão é outra peça do quebra-cabeça corporativo que ajuda a mostrar quando a infraestrutura já não acompanha a realidade empresarial. Entre os sinais claros que indicam que a conexão cresceu menos do que o próprio negócio estão: Reclamações constantes de internet lenta e diminuição da velocidade de resposta ao utilizar sistemas críticos, acessar arquivos compartilhados e fazer chamadas de vídeo Lentidão significativa em horários de pico Dificuldade para suportar novos softwares ou sistemas empresariais Falta de escalabilidade da rede, com dificuldade para suportar novos colaboradores, aumento no tráfego ou no volume de dados Precisa modernizar? Conte com a Ligga! Conexão e cibersegurança funcionam como uma via de mão dupla. Não existe rede de qualidade sem proteção adequada, nem segurança robusta em uma rede instável. Para ter o melhor dos dois mundos quando se fala em conectividade ágil e segura, a melhor opção é ter a Ligga como a sua parceira de negócios. Oferecemos planos de internet 100% fibra para um desempenho incomparável, além de soluções de segurança como anti-DDoS e proteção integrada SD-WAN para blindar a sua empresa contra ameaças digitais. Conheça nossas soluções e descubra qual a melhor combinação de serviços para o seu negócio.

Palavras-chave: cibernético

É #FATO: Baleia-beluga 'dá banho' em homem após ele desrespeitar aviso e continuar fumando em área proibida

Publicado em: 23/12/2025 14:00

Beluga 'deu banho' em homem por fumar; embora verídica, cena foi ensaiada g1 Circula nas redes sociais o vídeo de uma baleia-beluga lançando um jato de água em um homem que fumava um cigarro em uma área com o aviso de 'proibido fumar'. É #FATO. selo fato g1 🟢O que diz a publicação? Publicado no X no dia 7 de dezembro, onde já acumulou mais de 2,4 milhões de visualizações, o post exibe uma baleia-beluga disparando um jato de água, em um aquário, enquanto um homem fumava um cigarro. O enunciado traz mais detalhes: "No Dalian Ocean World, um homem ignorou os avisos da equipe e continuou fumando. Nesse instante, uma baleia-beluga, por trás, lançou um jato d'água — bem no alvo! — apagando seu cigarro da maneira mais estilosa possível". Nos comentários da publicação, houve quem duvidou da autenticidade do vídeo. "Isso é claramente IA", diz um dos usuários. ✅ Por que a cena é verdadeira? O Fato ou Fake submeteu o vídeo ao Hive Moderation e ao Decopy AI ferramentas que conseguem identificar o uso de inteligência artificial na produção de um determinado conteúdo. Resultado da análise: mais de 98% de probabilidade do vídeo ser real. Para encontrar a origem desse conteúdo, o Fato ou Fake usou a ferramenta InVID e fragmentou o material em vários frames (imagens estáticas). Depois, selecionou uma dessas "fotos" e fez uma busca reversa nos pesquisadores Google Lens, Yandex e Bing. Essa pesquisa serve para verificar se o conteúdo havia sido reproduzido anteriormente e em qual contexto. A pesquisa apontou que o vídeo circulou amplamente por meios de comunicação da China. Um post do dia 2 de dezembro, da "Chinese Global Television Network", mostra que o incidente viral aconteceu no aquário "Sun Asia Ocean World", na cidade de Dalian, na China. Apesar do vídeo ser real, a ação da beluga foi ensaiada e o homem que aparece fumando na cena não é um turista, mas sim um funcionário do aquário: "O aquário informou posteriormente que o incidente foi, na verdade, um ensaio para filmar um vídeo promovendo a segurança contra incêndios e conscientizar o público que é proibido fumar dentro de espaços fechados, de acordo com regulações nacionais". Em outro vídeo feito no mesmo cenário, publicado no dia 27 de maio de 2025 pelo portal "ZI-China", mostra a mesma baleia esguichando água para apagar uma pequena fonte de incêndio, molhando dois homens trajados com roupas de bombeiro. Sobre o vídeo, aparece a seguinte caixa de texto: "Simulação de incêndio com baleia-beluga". Baleia-beluga 'dá banho' em homem que desrepeitou aviso de 'proibido fumar' em aquário na China g1 Beluga 'deu banho' em homem por fumar; embora verídica, cena foi ensaiada g1 Veja também É #FAKE vídeo de idosos em asilo explicando fantasias de Halloween nos EUA Veja os vídeos que estão em alta no g1 VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Palavras-chave: inteligência artificial

Orçamento de Boa Vista bate novo recorde e supera R$ 3,4 bilhões para 2026

Publicado em: 23/12/2025 13:38

Orçamento foi votado e aprovado na manhã desta terça-feira (23), na Câmara Municipal de Boa Vista Yara Ramalho/g1 RR Vereadores de Boa Vista aprovaram nesta terça-feira (23) o orçamento recorde de mais de R$3,4 bilhões para 2026. Educação, Urbanismo e Saúde serão as áreas que receberão os maiores valores. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA), aprovado pela Câmara Municipal aprovou um montante 19,48% maior do que o do ano de 2025, que foi de R$ 2,85 bilhões. O orçamento total aprovado por unanimidade (23 votos) pelos vereadores foi de R$ 3.416.455.494,00. ✅ Receba as notícias do g1 Roraima no WhatsApp Deste montante, aproximadamente R$ 2,5 bilhões são destinados ao Orçamento Fiscal (Poderes Legislativo e Executivo) e R$ 908,8 milhões compõem o Orçamento da Seguridade Social. A maior fatia dos recursos será destinada à Educação, que sozinha deve receber mais de R$ 816 milhões, somando os recursos da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) e o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB). Os recursos que compõem o orçamento são provenientes de receitas correntes, como a arrecadação de tributos municipais (IPTU, ISS), transferências constitucionais da União e do Estado (FPM e ICMS), além de convênios e operações de crédito. Em comparação à Lei Orçamentária Anual de 2014, em que os vereadores aprovaram R$ 612,6 milhões, o valor de 2025 chega a ser mais de cinco vezes maior. Veja o crescimento no gráfico abaixo: Veja as cinco áreas com maior orçamento em 2026: Educação: R$ 816,6 milhões Urbanismo: R$ 593,6 milhões Saúde: R$ 495,0 milhões Administração: R$ 361,8 milhões Previdência Social: R$ 282,8 milhões Tramitação e detalhes O texto foi assinado pelo então prefeito em exercício Marcelo Zeitoune em setembro de 2025. Nele, foram estabelecidas as metas e prioridades da gestão para o próximo ano. Entre outras disposições importantes, o projeto autoriza o Executivo a realizar a abertura de créditos suplementares de até 30% do total da despesa, permitindo ajustes no remanejamento de verbas conforme a necessidade da administração pública ao longo de 2026. A nova lei entrará em vigor no dia 2 de janeiro de 2026. Veja reportagem sobre o assunto: Vereadores aprovam inclusão de emendas parlamentares na LOA 2026 Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

Palavras-chave: câmara municipal

HMD desafia rivais com novos fones DUB que prometem até 70h de bateria

Publicado em: 23/12/2025 13:11 Fonte: Tudocelular

A HMD acaba de incluir seis novos fones Bluetooth no seu catálogo de produtos: HMD DUB X50 Pro, DUB X50, DUB S60, DUB P70, DUB P60 e DUB P50 acabam de ser anunciados recheados de recursos interessantes, com promessa de chamadas nítidas, compatibilidade com vários dispositivos e bateria de longa duração. Embora variem na autonomia e na presença de funções premium, os novos fones compartilham o “DNA” da marca, garantindo uma experiência de uso padronizada, onde até mesmo quem paga pouco leva as tecnologias essenciais de conectividade.Começando pelas semelhanças, todos os fones possuem conexão Bluetooth 5.3, modo de baixa latência e cancelamento de ruídos do ambiente (ENC) – o que garante chamadas limpas, sem barulhos externos.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Como foto de mãe que recebeu corpo do bebê em caixa de papelão expõe crise de saúde no Equador

Publicado em: 23/12/2025 13:06

Yawa Sumpa viajou três horas de ônibus com os restos mortais da filha, até a localidade de Taisha, no Equador Gentileza comunidade Kaiptach/BBC No dia 29 de novembro, Yawa Sumpa Puar Alexandra, da comunidade indígena equatoriana achuar, recebeu o corpo da sua bebê em uma caixa de papelão. A menina de apenas um mês de idade havia dado entrada na noite anterior no Hospital Geral de Macas, na província de Morona Santiago, na Amazônia equatoriana. Ela sofria de um problema respiratório e morreu em poucas horas. A equipe médica recomendou à mãe que providenciasse um caixão. Mas ela, sozinha, a centenas de quilômetros da sua comunidade e sem falar bem espanhol, estava totalmente desamparada. Ela saiu em busca de ajuda, mas não tinha dinheiro e precisou voltar ao hospital. Ali, ela encontrou o caixão improvisado. Ele precisou ser carregado primeiramente até o parque principal de Macas, de onde saem as vans e ônibus para a cidade de Taisha, que fica a três horas de viagem. De lá, saem pequenos aviões que se dirigem à região onde vive a sua comunidade. "Como é possível que eles a deixem viajar assim, com um bebê morto em uma caixa de papelão?", questionou à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) um membro da comunidade achuar de Kaiptach, que ajudou inicialmente a mãe e tirou a fotografia que está no alto desta reportagem. "É doloroso ver a forma como os médicos nos tratam. É ultrajante e muito triste, pois somos seres humanos", lamenta ele. A municipalidade de Taisha foi quem finalmente ajudou a mãe, oferecendo um caixão e o voo de regresso para sua comunidade. "A família precisa trazer o caixão. O hospital não fornece. É assim em todo o país", conta à BBC o jornalista Christian Sánchez Mendieta, do jornal equatoriano El Mercurio. "Mas, na verdade, eles são encarregados de fazer os trâmites para pedir doação aos municípios ou às prefeituras. E, para isso, os hospitais têm um setor de assistência social." A equipe do jornal viajou para Morona Santiago em abril, depois que 10 crianças morreram de leptospirose, uma doença transmitida pelas fezes e pela urina de roedores, que costuma ter prognóstico favorável, quando o paciente é tratado com antibióticos. "São populações que têm costumes totalmente diferentes e moram em condições insalubres, mas sinto que existe uma espécie de racismo contra elas", afirma Sánchez Mendieta. A caixa de papelão, fechada com fita adesiva, com uma mensagem em espanhol: "Trate com cuidado." Gentileza da comunidade Kaiptach/BBC "Considerando a gravidade do fato, foram tomadas as medidas necessárias para impor sanções às pessoas envolvidas nesta irregularidade", informou o Ministério Público de Saúde do Equador, quando veio a público a foto da mãe e da caixa com o corpo da filha. A imagem registrada em Taisha levantou uma onda de indignação em todo o país e se transformou em um exemplo dramático de uma situação que ultrapassa as fronteiras da província de Morona Santiago: a crise da saúde pública equatoriana. Em 16 de novembro (13 dias antes da morte da menina em Macas), ocorreu uma consulta popular no Equador. O presidente Daniel Noboa apresentou quatro questões ao povo do país. As perguntas incluíam desde a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte até o retorno de bases militares estrangeiras ao Equador. A resposta foi "não". Google/BBC A derrota de Noboa foi inesperada, já que o presidente contava com 52,7% de popularidade entre os equatorianos, segundo uma pesquisa realizada em outubro pela empresa Cedatos. E, oito meses antes, ele conseguiu se reeleger no segundo turno, com mais de 55% dos votos. Outra surpresa foi uma das causas mencionadas no Equador para explicar a derrota: um país acostumado a falar quase exclusivamente das crises de segurança e das mortes violentas passou a mencionar a crise do setor de saúde. Tema político A falta de remédios e de todo tipo de material médico atingiu níveis críticos no final de setembro. O desabastecimento chegou a atingir até mesmo medicamentos considerados básicos, como a insulina, morfina, amoxicilina e produtos contra o câncer. A situação obrigou o governo Noboa a declarar estado de emergência no Instituto Equatoriano de Previdência Social (IESS, na sigla em espanhol — o organismo responsável por receber e administrar as contribuições dos trabalhadores do país para o sistema público) e no Ministério da Saúde. Somente nos últimos 20 meses, o país teve cinco ministros da Saúde. E, após esta rotação incomum, quem ocupa o cargo é a vice-presidente da República, María José Pinto. Uma das principais reclamações do presidente da Federação Nacional de Médicos do Equador, Santiago Carrasco, é exatamente a falta de liderança técnica e a má gestão derivada da falta de conhecimento do setor por parte dos seus dirigentes. A BBC News Mundo entrou em contato com a presidente da Comissão dos Direitos à Saúde e Esportes da Assembleia Nacional do Equador, Diana Blacio, do partido do governo, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem. "O orçamento da saúde sofreu reduções significativas", explica à BBC a congressista María Verónica Iñiguez Gallardo, da província de Loja, no sul do Equador. "De US$ 3,219 bilhões [cerca de R$ 18 bilhões], em 2023, o orçamento caiu para US$ 2,959 bilhões [R$ 16,5 bilhões] em 2024 e para US$ 2,798 bilhões [R$ 15,6 bilhões] em 2025", detalha ela. Dados do Banco Mundial indicam que, em 2021 e 2022, os recursos destinados à operação e manutenção do sistema sanitário equatoriano também foram reduzidos. Este orçamento inclui salários de funcionários, compra de medicamentos e insumos, serviços básicos como luz e água, manutenção de instalações e administração. Ou seja, apenas os custos do funcionamento diário dos hospitais, clínicas e programas de saúde, sem incluir grandes investimentos em novas instalações. Mas, para Iñiguez Gallardo, o mais alarmante é a gestão desses fundos. "Até julho de 2025, foram utilizados apenas 34,6% do orçamento, o que significa que os hospitais e centros de saúde operam com recursos mínimos", segundo ele. Estantes quase vazias A deputada pertence à Revolução Cidadã, o principal partido de oposição, liderado pelo ex-presidente Rafael Correa (2007-2017). "O desabastecimento de insumos e medicamentos é generalizado em todo o país", segundo ela. "Em setembro, os hospitais públicos relatavam um estoque de apenas 45% de medicamentos." Iñiguez Gallardo afirma que, por exemplo, nos hospitais Monte Sinai e do Guasmo (os dois maiores centros de saúde de Guayaquil, a capital econômica do país), a falta de insumos essenciais atingiu 80%. "Em outro hospital de Guayaquil, o Hospital Universitário, 18 recém-nascidos morreram depois de contraírem infecções associadas aos cuidados sanitários", ela conta. "Foi consequência da reutilização de cânulas contaminadas, um insumo que tem custo mínimo", de cerca de US$ 1 (R$ 5,60). Juan (nome fictício) é especialista do Hospital Geral Monte Sinai, que não deseja ser identificado. Ele descreve a precariedade do trabalho da instituição no último ano. "Uma pessoa que venha ser operada no hospital precisa trazer tudo", segundo Juan. "Faltam agulhas, cânulas, fios de sutura, anestésicos e analgésicos. Às vezes, não há nem mesmo algodão ou lençóis nas camas." "Temos atendimento 24 horas por dia, mas não há onde comer no hospital, pois as pessoas da cantina não recebem há meses." "Não podemos nem mesmo fazer análises de laboratório, como exames de sangue", conta ele à BBC News Mundo. "São serviços que praticamente não funcionam por falta de pagamento." "Como faltam muitos remédios, as famílias se veem obrigadas a recorrer a agiotas e pegar dinheiro emprestado com taxas de juros extremamente altas e abusivas", prossegue Juan. "Ou eles fazem isso, ou o familiar morre." "A crise de saúde se estende a toda a estrutura social. Vai muito além dos hospitais." A BBC News Mundo tentou entrar em contato com o Ministério da Saúde Pública pelos canais oficiais, mas também não recebeu resposta até a publicação desta reportagem. A promotoria equatoriana abriu uma investigação no Hospital Universitário de Guayaquil, após a morte de vários recém-nascidos em pouco tempo Getty Images/BBC Outros pacientes prejudicados pela atual escassez de medicamentos no Equador são os que necessitam de diálise ou sofrem de diabetes e precisam receber uma dose diária de insulina. Uma mobilização ocorrida em Guayaquil, no dia 28 de novembro, denunciou o desabastecimento de insulina. Diversas associações afirmam que a falta do medicamento se aprofunda desde 2023, afetando farmácias públicas e privadas. "Se você me perguntar como chegamos a esta situação, acredito que talvez se deva à má gestão do Estado no provisionamento das compras", explica a presidente da Fundação Diabetes Juvenil do Equador, Lucía Mantilla. "Os diabéticos precisam de insulina todos os dias", prossegue ela. "Não é algo que você possa tomar dia sim, dia não." "Atualmente, os membros da associação contam que precisam percorrer várias farmácias para encontrar uma ampola e, às vezes, a dividem por dois ou três dias." "Quando um paciente diabético não recebe a injeção de insulina, isso pode gerar altos índices de glicose, o que pode gerar cetoacidose", explica ela. "A cetoacidose exige intervenção hospitalar e o paciente, se não for atendido, pode entrar em coma diabético em casos extremos." Desde a pandemia Para vários especialistas consultados, a pandemia acelerou o colapso do sistema. A covid-19 atingiu Guayaquil com muita força. "Milhares de profissionais de saúde foram demitidos e vieram a público diversos casos de corrupção na compra de insumos médicos", conta Iñiguez Gallardo. "A pandemia teve grande impacto no Equador. Basta relembrar os caixões nas ruas", afirma o ex-especialista em saúde do Banco Mundial, Marcelo Bortman. "O país implementou um sistema que reservou os hospitais públicos para atender a covid e deixou para o setor privado os cuidados com as demais patologias", explica ele. Esta solução gerou a transferência de fundos dos serviços públicos para pagar a fatura das clínicas particulares. "Para que o sistema de saúde seja forte, é preciso ter recursos humanos adequados, estrutura e financiamento suficiente", explica Bortman. "Obviamente, os hospitais precisam ter equipamento e isso é cada vez mais caro, devido à tecnologia." A atual responsável pelo Ministério da Saúde do Equador é a vice-presidente da República, María José Pinto Getty Images/BBC "A maior parte do orçamento dos setores de saúde pelo mundo, em geral, se destina à operação, mas não há dinheiro para manutenção, nem melhorias. E, com o passar dos anos, se esses investimentos forem insuficientes, os serviços vão se deteriorando, bem como sua capacidade." Alta sem cirurgia O jornal El Mercurio noticiou recentemente a história de Féliz Aurelio Suqui, um paciente de 22 anos, que deu entrada há mais de 20 dias no Hospital José Carrasco Arteaga, na cidade de Cuenca, a terceira maior do país. Ele caiu de uma empilhadeira a 15 metros de altura, enquanto trabalhava. O relatório médico indica que ele sofreu, entre outras coisas, politraumatismo — muitos ossos quebrados, incluindo três vértebras. Suqui também teve colapso nos pulmões (pneumotórax) e está em estado grave. Mas, na falta do material necessário para a cirurgia, o hospital sugere dar alta ao paciente, para que ele espere em casa os insumos para a operação. O governo municipal de Taisha doou a Yawa Sumpa o dinheiro necessário para comprar o caixão da sua filha Foto cedida à BBC Se, nas cidades, a situação já é ruim, na zona rural é ainda pior. "Há muito poucos postos de assistência e de clínica geral na zona rural", descreve Sánchez Mendieta. "É preciso caminhar quatro horas pela floresta. São construções de madeira, que quase não têm os elementos básicos." Acrescente-se a isso que os médicos nas regiões remotas "quase sempre são recém-formados na universidade, em residência de um ano em medicina comunitária", explica Pablo Ponce, diretor do coletivo Violino Vermelho, uma associação que trabalha com comunidades indígenas no Equador. Ele vive com os achuar há cinco anos. "Mas é preciso ter médicos contratados, especialistas, um clínico geral e um pediatra", defende Ponce. "Nos postos de saúde da região, não há como fazer um exame de sangue. Não temos garantia de que haja eletricidade." Este sistema deixa a zona rural longe da região de distribuição de insumos e com falta de médicos especialistas. Foi esta situação que levou Yawa Sumpa a levar sua bebê ao hospital de Macas. E, quando acreditava que a assistência médica salvaria sua filha, ela encontrou um sistema em crise, que a deixou apenas com uma caixa de papelão nas mãos. Gráfico feito pela Equipe de Jornalismo Visual da BBC News Brasil. Cuba sofre com doenças transmitidas por mosquitos

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MagSafe para todos? Gadget simples leva recurso da Apple para o seu Windows

Publicado em: 23/12/2025 12:33 Fonte: Tudocelular

O MagSafe é um sistema magnético de conexão da Apple que se tornou bastante popular pelo uso em seus MacBooks, ampliado posteriormente para seus iPhones. Agora, os usuários podem desfrutar dessa praticidade em seus dispositivos tradicionais, desde de que tenham entrada USB-C de carregamento. MagSafe para todos Em geral, trata-se de um adaptador magnético, que tem como proposta evitar quedas acidentais, além de reduzir o desgaste das portas. Além disso, ele também pode ser útil para tornar o carregamento do notebook mais seguro, tudo por meio de um item que funciona em duas partes.No caso, um dos elementos fica conectado de forma permanente à porta do laptop. Enquanto isso, a outra se encaixa no cabo de carregamento ou em outro acessório USB-C. A conexão, enfim, acontece de forma magnética, o que evita acidentes, já que o cabo se soltará com facilidade, caso alguém tropece nele.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Presos forjam alvarás de soltura e fogem de presídio em MG

Publicado em: 23/12/2025 12:22

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Quatro homens fugiram do sistema prisional de Minas Gerais após apresentar alvarás de soltura falsificados. Até a manhã desta terça-feira (23), um deles já havia sido localizado e preso. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a fraude permitiu que os detentos deixassem a cadeia pela porta da frente e foi coordenada por um hacker preso durante operação, no início de dezembro, suspeito de invadir sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O homem conseguiu sair da unidade prisional (não divulgada) usando um documento falsificado e, de acordo com as investigações, também favoreceu outros presos. Eles são suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em manipular sistemas judiciais, incluindo alterações indevidas de mandados de prisão e alvarás de soltura. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp Ainda de acordo com o TJMG, todas as ordens judiciais fraudulentas foram identificadas e canceladas em menos de 24 horas após a emissão. O órgão informou também que as forças de segurança estaduais e federais foram acionadas imediatamente para a recaptura dos fugitivos, porém não divulgou a data da fuga. Em nota, o órgão afirmou que "segue empenhando constante vigilância para prevenir e combater qualquer tipo de violação aos seus sistemas". O g1 entrou em contato com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. Presídio em Minas gerais Agência Minas Gerais/Divulgação Confira os vídeos mais vistos no g1 Minas:

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TJMS mantém pedido de medidas protetivas on-line durante recesso

Publicado em: 23/12/2025 11:57

Protetivas On-line facilita acesso à Justiça para vítimas de violência em MS TJMS Mesmo durante o recesso forense, mulheres vítimas de violência doméstica e familiar em Mato Grosso do Sul não ficam sem apoio. O sistema Protetivas On-line, do Tribunal de Justiça de MS (TJMS), continua funcionando normalmente e permite a solicitação de medidas protetivas de urgência pela internet, de forma simples, rápida e segura. A ferramenta está em funcionamento há cinco anos e se consolidou como uma das iniciativas mais inovadoras do Judiciário sul-mato-grossense no enfrentamento à violência doméstica. O sistema foi lançado em julho de 2020 durante a pandemia da Covid-19 para garantir proteção a mulheres, crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência mesmo em situações de emergência. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Somente ao longo de 2025, o Protetivas On-line registrou 1.036 pedidos em todo o estado. A maior concentração foi em Campo Grande, com 444 solicitações, seguida por Caarapó (76), Dourados (62), Amambai (46) e Corumbá (44). Os meses com maior número de registros foram fevereiro, com 110 pedidos, agosto, com 109, e julho e setembro, ambos com 108 solicitações. O projeto nasceu de uma parceria entre a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar e a 3ª Vara da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Campo Grande, a primeira Vara de Medidas Protetivas do país, instalada na Casa da Mulher Brasileira. A proposta foi criar um canal direto de acesso à Justiça para mulheres que, por diferentes motivos, não conseguem comparecer presencialmente ao Judiciário. Idealizado pela juíza Jacqueline Machado e desenvolvido pelas equipes da Coordenadoria da Mulher — atualmente sob a gestão da desembargadora Jaceguara Dantas da Silva — e da Secretaria de Tecnologia da Informação do TJMS, o sistema permite que a própria vítima relate o que aconteceu e indique quais medidas protetivas precisa, usando celular, tablet ou computador. “O Protetivas On-line é uma ferramenta de baixo custo, altamente efetiva e que atende a várias demandas, como economia, rapidez e acesso à Justiça”, destaca o Judiciário. O projeto começou como piloto em Campo Grande e, devido aos resultados positivos, passou a integrar o Plano Estratégico do Poder Judiciário de MS 2021–2026, por ser uma iniciativa inédita no país. O reconhecimento também veio em nível nacional, com premiações como o Prêmio Enfam Social, na categoria Abrangência Nacional, além do 1º lugar no Ideathon da Associação dos Magistrados Brasileiros e o 3º lugar no Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral. Como solicitar a medida protetiva Para pedir a medida protetiva, a vítima deve preencher o formulário de avaliação de risco disponível no site do Tribunal de Justiça de MS, na área destinada às medidas protetivas de urgência. O pedido é enviado diretamente ao juízo competente e analisado em até 48 horas, conforme prevê a legislação. Não é necessário registrar boletim de ocorrência para fazer a solicitação, em cumprimento à Lei nº 14.022/2020 e à Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). ⚠️Violência contra mulher é crime e pode ser denunciada de forma segura e sigilosa. Em casos de emergência, ligue imediatamente para 190. Para denúncias e orientações, o número 180 fica disponível 24 horas por dia. Também é possível denunciar via WhatsApp pelo número (61) 9610-0180 ou (67) 99180-0542. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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A foto ideal acima do real: OPPO fala como a IA é o futuro da fotografia com celular

Publicado em: 23/12/2025 11:32 Fonte: Tudocelular

O futuro da fotografia com celular está no uso de inteligência artificial para aprimorar os resultados gerados pelos sensores dos dispositivos. Pelo menos, é nisso que a OPPO acredita ao destacar como a tecnologia poderá ser utilizada para compensar limitações que os smartphones atuais ainda possuem no quesito. Futuro da fotografia mobile nas “mãos” da IA? Esse assunto foi abordado em uma entrevista com Simon Liu, o Diretor Global de Imagem da companhia, que falou sobre esse e outros tópicos. De acordo com ele, é necessário ter uma perspectiva neutra em relação à IA e, para isso, comparou arma e faca, já que ambas são ferramentas, mas as intenções são mostradas pelo que se faz com elas.Com isso, o executivo afirmou que não vê limite algum para o uso de inteligência artificial, desde que as intenções das pessoas por trás delas sejam boas. Entretanto, caso as ideias não sejam boas, até mesmo o menor uso do recurso pode causar algum tipo de prejuízo.Clique aqui para ler mais

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Celulares com câmeras de altíssima definição devem ficar mais populares em 2026

Publicado em: 23/12/2025 11:30 Fonte: Tudocelular

2025 teve vários celulares com câmeras poderosas, como o Galaxy S25 Ultra, o iPhone 17 Pro Max e o Huawei Mate 80 RS Ultimate. Dentre eles, vários aparelhos surgiram com câmeras de altíssima definição com sensores de 200 megapixels e esta tendência deve continuar crescendo em 2026.A dica sobre a onda de câmeras ultrapoderosas vem do informante Digital Chat Station, que afirma que OmniVision e SmartSens estão trabalhando em novos sensores, sendo que vários deles são de 200 megapixels e um tem 50 MP, mas com tamanho de uma polegada para elevar a captação de luz.O mais poderoso deles seria o SmartSens SCC90XS de 200 MP com 1/1,28 polegada para ser a câmera principal de celulares premium com tecnologia LOFIC que aprimora a faixa dinâmica em ambientes escuros.Clique aqui para ler mais

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‘Chance de êxito no primeiro tiro é baixa’, diz professor sobre foguete que explodiu no MA

Publicado em: 23/12/2025 11:16

Primeiro foguete comercial lançado no Brasil explode após a decolagem A explosão do foguete sul-coreano HANBIT-Nano logo após a decolagem no Maranhão não indica falha da infraestrutura brasileira envolvida no lançamento, segundo avaliação de um professor que participou do projeto. Para Alex Barradas, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), o desempenho do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) esteve dentro do esperado, inclusive nos protocolos de segurança. “A infraestrutura (CLA) funcionou perfeitamente, inclusive na terminação de voo. O veículo coreano foi lançado pela primeira vez, e a chance de êxito no ‘primeiro tiro’ é baixa”, afirma Barradas, que é vice-coordenador do projeto Cientistas de Alcântara e coordenador do DARTi Lab. O foguete explodiu pouco mais de um minuto após a decolagem, na noite de segunda-feira (22), durante sua primeira missão orbital. Durante a transmissão ao vivo, a empresa responsável informou que havia sido identificada uma anomalia no voo e, em seguida, interrompeu o sinal. vale este - infográfico foguete Arte g1 Anomalia após a fase inicial do lançamento Outro pesquisador ligado ao projeto reforça que os sistemas sob responsabilidade brasileira operaram conforme o planejado e que a anomalia ocorreu após a fase inicial do lançamento. Para José Emanuel Figueredo, pesquisador em Indústria e Saúde Espacial e aluno de Ciência e Tecnologia da UFMA, os procedimentos de solo e de segurança foram executados com precisão. “Tudo o que estava sob responsabilidade do Brasil —sistemas de solo, infraestrutura do centro de lançamento e protocolos de segurança— aconteceu conforme planejado, com muita precisão. Mesmo com a explosão, o lançamento em si foi preciso”, diz. Segundo Figueredo, a anomalia foi observada cerca de 30 segundos após a decolagem, quando o foguete já havia superado a etapa inicial do voo. “A partir desse momento, o que ocorreu foi a perda da missão. Não foram divulgados mais detalhes técnicos, apenas que a investigação ficará sob responsabilidade da Força Aérea e da empresa dona do foguete”, afirma. Falha no foguete, não na base Segundo o professor, falhas em voos inaugurais não são incomuns no setor espacial. Lançamentos de estreia costumam servir para validar, em condições reais, sistemas de propulsão, controle e resistência estrutural do veículo. Nesse contexto, o acionamento do sistema de terminação de voo —mecanismo que interrompe a trajetória quando há risco de perda de controle— faz parte dos protocolos internacionais de segurança e indica que os procedimentos de solo funcionaram como planejado. Impacto científico O principal prejuízo do acidente, segundo Barradas, foi a perda das cargas científicas transportadas. “O ponto negativo é a perda de nossas cargas úteis, satélites e [dispositivos] inerciais”, diz. Além do prejuízo operacional, a explosão resultou na perda das cargas científicas que estavam a bordo do HANBIT-Nano. A UFMA tinha dois nanossatélites entre os experimentos transportados. “Foram mais de um ano de dedicação praticamente diária. Ver um trabalho que você acompanhou até o final ser destruído em segundos é muito duro para quem está envolvido”, relata Figueredo. O voo não era tripulado e levava experimentos científicos e equipamentos tecnológicos que seriam usados em pesquisas conduzidas por instituições do Brasil e da Índia. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a recuperação de dados ou de destroços. Após a interrupção do voo, equipes da Força Aérea Brasileira e do Corpo de Bombeiros do Centro de Lançamento de Alcântara foram enviadas ao local para avaliar os destroços e a área da queda. O voo não era tripulado. Durante a transmissão ao vivo, a empresa responsável informou apenas que uma anomalia havia sido identificada durante o voo. Foguete coreano explode em lançamento no Centro de Alcântara

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Educação do consumidor impulsiona avanço da energia compartilhada

Publicado em: 23/12/2025 11:08

Por muito tempo, a conta de luz foi vista pelos brasileiros como um custo difícil de entender e praticamente impossível de questionar. O valor final da fatura chegava todos os meses, e a maioria das pessoas simplesmente pagava, sem saber exatamente o que estava sendo cobrado, ou se havia alternativas. Esse comportamento começa a mudar com a chegada de novos modelos de consumo, como a energia compartilhada. Apesar do crescimento do setor nos últimos anos, um obstáculo ainda limita o avanço mais amplo da modalidade: a falta de informação clara para o consumidor final. Levantamentos e análises do próprio mercado apontam que o principal desafio da energia compartilhada hoje não está na tecnologia nem, necessariamente, no custo. Está no nível de entendimento das pessoas sobre como o modelo funciona e quais escolhas estão disponíveis. Um modelo que cresce mais rápido do que é compreendido A energia compartilhada permite que consumidores utilizem créditos de energia gerados em usinas renováveis, geralmente solares, para abater valores diretamente na conta de luz. Esses créditos são aplicados pela própria distribuidora local, sem que o consumidor precise mudar de concessionária. Mesmo com a expansão do número de projetos no país, a adesão ainda acontece de forma gradual. Na prática, muitas pessoas confundem o modelo com a instalação de painéis solares no próprio imóvel, acreditam que se trata de um investimento financeiro ou demonstram receio de alterar um serviço considerado essencial. Esse descompasso entre a oferta disponível e o entendimento do consumidor tem sido observado por empresas do setor, entidades ligadas à energia renovável e agentes regulatórios. A leitura é recorrente: não se trata de rejeição ao modelo, mas de falta de clareza. Informação antes da decisão Diante desse cenário, algumas empresas passaram a estruturar suas estratégias com foco na educação do mercado. É o caso da Alexandria, que afirma ter adotado a explicação contínua do funcionamento da energia compartilhada como base da relação com o público, antes de qualquer abordagem comercial. A iniciativa envolve produção regular de conteúdos informativos, formação de equipes voltadas à tradução de temas técnicos e participação em espaços de orientação ao consumidor. A ideia é reduzir dúvidas comuns e alinhar expectativas sobre o que o modelo pode — e não pode — oferecer. Em um mercado pouco familiar para a maioria da população, a lógica é simples: explicar antes de vender tende a gerar mais confiança do que pressionar por uma decisão rápida. Clareza como diferencial em mercados em transformação A aposta na educação do consumidor segue um padrão observado em outros setores que passaram por mudanças estruturais, como internet residencial, bancos digitais e a própria energia solar distribuída. Nesses mercados, empresas que priorizaram o esclarecimento conseguiram construir relações mais duradouras e reduzir níveis de cancelamento ao longo do tempo. No caso da energia compartilhada, a informação também ajuda a contextualizar limites e regras do modelo, evitando frustrações e interpretações equivocadas. Para o setor, isso contribui para uma adoção mais sustentável no médio e longo prazo. O papel de quem orienta o consumidor Outro efeito desse movimento é a mudança no papel de quem apresenta o serviço ao público. Em vez de atuar apenas como vendedor, esse profissional passa a exercer uma função mais próxima de orientação prática, ajudando o consumidor a entender sua própria conta de luz e a avaliar se o modelo faz sentido para sua realidade. Essa abordagem tende a elevar a qualidade da relação comercial e a percepção do setor como um todo, especialmente em um segmento historicamente associado a termos técnicos e pouca transparência. Um setor em fase de aprendizado A energia compartilhada ainda está em estágio inicial de adoção no Brasil, sobretudo entre consumidores residenciais e pequenos negócios. Isso torna a informação um fator decisivo para o próximo ciclo de crescimento da modalidade. Ao investir em educação e comunicação clara, empresas do setor contribuem para a maturação do mercado e para uma relação mais consciente entre consumidores e energia. Em um ambiente onde o preço costuma dominar a conversa, a clareza pode parecer um caminho mais lento. Mas experiências de outros setores indicam que é justamente essa abordagem que constrói confiança e relevância ao longo do tempo. Saiba mais sobre os serviços e modelos disponíveis no site da Alexandria.

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Hipermolde supera indicadores do setor e expande atuação para a Grande São Paulo

Publicado em: 23/12/2025 10:54

Com quase 100 profissionais dedicados, a Hipermolde utiliza a tecnologia para reduzir o tempo de montagem e o desperdício de materiais em cada projeto. Divulgação Jacupiranga, SP – Enquanto o mercado nacional de construção civil enfrentou um ritmo de crescimento moderado em 2025, revisado para 1,3% pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a Hipermolde Construções encerra o ano com resultados expressivos. A empresa, sediada em Jacupiranga, registrou um salto de 25% no volume de projetos em comparação a 2024, consolidando-se como uma força resiliente e em franca expansão no setor de pré-fabricados. Este desempenho superior é fruto de um aprimoramento contínuo dos serviços entregues ao longo de seus 33 anos de história. Ao focar na industrialização da construção, a Hipermolde consegue mitigar desafios comuns do setor, como a escassez de mão de obra qualificada — gargalo que atinge picos históricos de empregabilidade segundo o CAGED. A infraestrutura robusta da empresa permite que grandes estruturas sejam montadas com precisão milimétrica, reduzindo o tempo de canteiro e o desperdício de materiais. Consolidação Regional e Avanço Metropolitano A qualidade técnica e a infraestrutura logística da Hipermolde permitiram que a empresa rompesse as fronteiras do Vale do Ribeira. Recentemente, a organização colheu resultados positivos em trabalhos realizados na Região Metropolitana de São Paulo, atendendo projetos que exigem rigoroso controle de qualidade e prazos de entrega extremamente ágeis. No Vale do Ribeira, a consolidação da marca é visível em obras que já se tornaram referência: Logística em Registro: A estrutura fornecida para a Epcco, estrategicamente localizada em frente ao atacadista Spani, demonstra a capacidade da empresa em atender grandes centros comerciais. Infraestrutura em Pariquera-Açu: A parceria com a prefeitura local resultou no novo Centro de Eventos, onde a velocidade de montagem dos pré-fabricados foi essencial para a viabilização do espaço. Projetos Imobiliários: A colaboração com a Correa Adm de Imóveis Ltda reforça a confiança do setor privado na uniformidade e segurança das peças produzidas pela Hipermolde. Através de uma infraestrutura robusta, a Hipermolde atende demandas complexas em Registro e Pariquera-Açu, expandindo sua atuação técnica também para a Região Metropolitana de São Paulo. Divulgação Ciência e Tecnologia do Concreto O diferencial competitivo da Hipermolde permanece ancorado em sua abordagem científica. Com um laboratório próprio para ensaios de ruptura e controle de traço, a empresa garante que cada pilar ou laje atinja o Concreto de Alto Desempenho (CAD) necessário antes de sair da fábrica. Essa tecnologia assegura estruturas mais esbeltas e resistentes, ideais para a verticalização e grandes vãos industriais. Com uma equipe de cerca de 100 profissionais dedicados, a Hipermolde encerra 2025 reafirmando seu compromisso com a inovação. Para o próximo ciclo, a meta é manter a trajetória de crescimento, utilizando sua expertise técnica para solucionar os desafios de infraestrutura e sustentabilidade que o mercado imobiliário e industrial exigem. Seja em obras comerciais como a Epcco ou imobiliárias como a Correa Adm, a Hipermolde consolida sua marca através da excelência técnica e cumprimento rigoroso de prazos. Divulgação Fontes: CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) – Indicadores de Desempenho Setorial. CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego) – Índice de Empregos e Mão de Obra.

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