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Maior peixe de água doce de couro do Brasil e que pode pesar mais de 200 kg: conheça espécie que não pode ser consumida em Goiás

Publicado em: 13/04/2026 19:58

Irmãos pescam peixe de 2 metros e cerca de 100 kg que não pode ser consumido O maior peixe de água doce de couro do Brasil, a piraíba, atrai pescadores esportivos para a parte goiana do Rio Araguaia, onde, recentemente, novos registros de pesca do gigante surgiram. De acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente, na fase adulta, o peixe pode chegar a 3,6 metros e pesar mais de 200 kg. Segundo estudos da Universidade Federal de Goiás (UFG), a piraíba é um peixe com preferência por grandes rios com correnteza, tendo como habitat natural partes profundas e poços de grandes rios. O animal também é migratório e pode percorrer longas distâncias, chegando a 4 mil km para encontrar condições ideais para a desova. Para preservar a espécie, o estado de Goiás conta com uma política de "cota zero" do consumo e transporte da piraíba pescada. Por ser uma espécie protegida, a pesca da piraíba acontece apenas de forma esportiva, quando o peixe é solto logo após a captura. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Ainda segundo a norma de preservação, a pesca, incluindo a esportiva, se torna totalmente proibida durante o período da piracema, entre 1° de novembro e 28 de fevereiro. Ao g1, o tecnólogo ambiental e guia Rodrigo Viúva, de 42 anos, pontuou que preservar a espécie vai além da pescaria, e afirmou depender diretamente da saúde do rio para sobreviver. "Como guia, eu dependo diretamente da saúde do rio — se o peixe acaba, acaba também a experiência, o turismo e a renda de muita gente. E como tecnólogo ambiental, eu entendo que ele faz parte de um equilíbrio maior: é uma peça-chave no ecossistema. Quando a gente preserva essa espécie, a gente não tá protegendo só um peixe, mas todo um ciclo de vida, a cultura da pesca e o futuro das próximas gerações.", explicou. Monitoramento da espécie Conheça região onde peixes de até 2 metros são pescados A espécie também é monitorada em Goiás, principalmente pelo programa Araguaia Vivo 2030, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg). Esse monitoramento é coordenado por pesquisadores da UFG e PUC Goiás, que utilizam tecnologias baseadas em DNA ambiental (eDNA) para identificar a presença das piraíbas na água em Goiás, sem que seja necessária a captura do peixe. LEIA TAMBÉM: Irmãos pescam peixe de 2 metros e cerca de 100 kg que não pode ser consumido; vídeo Guia turístico pesca piraíba de mais de dois metros no Rio Araguaia; vídeo Conheça região onde peixes de até 2 metros e proibidos de serem consumidos são pescados De acordo com a Fapeg, a preservação da espécie é fundamental para a economia de municípios goianos como Nova Crixás e São Miguel do Araguaia, onde a pesca esportiva movimenta setores como o de serviços e pousadas. Pescados em Goiás Grupo de pescadores fisga piraíba de 1,8 metro Os irmãos e produtores rurais, Jardem Martins Parreira, de 40 anos, e Jadson Martins Parreira, de 38, pescaram uma piraíba de 2 metros (veja acima). Eles afirmaram que pescam há 9 anos e sempre quiseram fisgar um exemplar deste tamanho. A pesca aconteceu na parte do Rio Araguaia em Luiz Alves, distrito de São Miguel do Araguaia. Em Nova Crixás, o guia turístico Wesley Silva capturou uma piraíba de 2,16 metros de comprimento e em uma região do Rio Araguaia conhecido como “Viúva”. A piraíba capturada por Wesley tem cerca de 120 kg. Irmãos pescam piraíba de cerca de 2 metros e 100 kg no Rio Araguaia, em Luiz Alves, no norte de Goiás Arquivo Pessoal/Jardem Martins Parreira 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Palavras-chave: tecnologia

Após casa onde houve acidente com Césio-137 virar estacionamento, vasos de plantas são instalados para evitar entrada de carros; vídeo

Publicado em: 13/04/2026 19:22

Após casa do acidente Césio-137 virar estacionamento, vasos de plantas são instalados Após a casa onde houve o acidente com o Césio-137 virar estacionamento, cinco vasos de plantas são instalados na Rua 57, no Setor Aeroporto, em Goiânia, para evitar a entrada de carros. Segundo a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), o objetivo é preservar o espaço que deve permanecer isolado por normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O trabalho foi executado no sábado (11) pela equipe de jardinagem da Comurg com o objetivo de impedir o estacionamento irregular de veículos no local. De acordo com o órgão, foram utilizados cerca de 400 mudas ornamentais da espécie mini neve da montanha, além de terra adubada e mudas de cróton vermelho. A cápsula radioativa foi aberta no endereço da Rua 57, após o equipamento ser retirado das ruínas do Instituto Goiano de Radioterapia (IGR), que ficava nas proximidades. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Ao g1, a Comurg disse que a medida atende a pedidos de moradores e reforçou que o ponto deve ser tratado com respeito, sem qualquer tipo de ocupação ou circulação, em cumprimento às regras vigentes. Ainda informou que a solução cria uma barreira física sem alteração da estrutura do lote. Após casa onde houve acidente com Césio-137 virar estacionamento, vasos de plantas são instalados, Goiás Divulgação/Comurg LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Casa onde aconteceu acidente com Césio-137 vira estacionamento Césio-137: veja fotos e vídeos da época do acidente Césio-137: maior acidente radiológico da história deixou 4 mortos, 6 mil toneladas de lixo e ainda terá impacto por mais 200 anos Vídeo do estacionamento Casa onde aconteceu acidente com Césio-137 vira estacionamento Um vídeo gravado pelo produtor audiovisual Michel de Medeiros mostrou como estava a área da antiga casa, na Rua 57, um dos principais pontos de contaminação do acidente radiológico ocorrido em setembro de 1987. O vídeo acima mostra o lote sendo utilizado como estacionamento. O local é considerado um dos primeiros focos do acidente, que se tornaria o maior desastre radiológico em área urbana do mundo. Ao todo, quatro pessoas morreram diretamente em decorrência da exposição, e centenas foram afetadas. Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e divulgada pelo Governo de Goiás, cerca de 10 mil pessoas residiam ou trabalhavam nas áreas próximas onde o acidente aconteceu. Equipe da Comurg instala vasos de plantas em local do acidente do Césio-137 que virou estacionamento, Goiás Divulgação/Comurg Homenagem às vítimas do Césio-137 Um projeto apresentado na última quarta-feira (8) pelos vereadores Igor Franco (Podemos) e Luan Alves (MDB) propõe criar o “Dia em Memória das Vítimas do Césio-137”, a ser celebrado em 13 de setembro, data que marca o início da contaminação, em 1987. O projeto foi protocolado neste mês e ainda precisa passar por análise e votação na Câmara Municipal de Goiânia. Se aprovado, o feriado será incluído no calendário oficial da cidade e poderá contar com atividades institucionais voltadas à preservação da memória do desastre e à conscientização da população. A proposta inclui ações de conscientização sobre segurança radiológica e o manejo adequado de substâncias perigosas. Considerado o maior acidente radiológico da história a tragédia ocorrida em 1987 afetou mais de 1 mil pessoas, deixou 4 mortos, 6 mil toneladas de lixo e ainda terá impacto por mais 200 anos. As toneladas de lixo acumuladas durante a descontaminação, incluindo roupas, utensílios domésticos e materiais de construção, foram levadas para um depósito em Abadia de Goiás, onde foram enterrados e concretados. Vasos de plantas instalados no local do acidente do Césio-137 possui cerca de 400 mudas ornamentais, Goiás Reprodução/TV Anhanguera 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Palavras-chave: câmara municipal

Mulher internada em estado grave por suspeita de envenenamento é transferida; filha de 6 anos morreu

Publicado em: 13/04/2026 18:48

Regional Leste, Juiz de Fora Letícia Damasceno/TV Integração A mulher de 34 anos, que teria sido envenenada junto com a filha, foi transferida para o Hospital Doutor João Penido, em Juiz de Fora. Ela e a criança de 6 anos deram entrada na Regional Leste, na tarde da última quinta-feira (9). A menina foi atendida, transferida para o Hospital Maternidade Therezinha de Jesus, mas morreu na madrugada do dia seguinte. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Já a mulher, segundo a Secretaria de Saúde, foi transferida na manhã de sábado (11) para o João Penido. A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) disse que não passa atualizações dos pacientes devido à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A Polícia Civil informou que o caso é investigado pela 1ª Delegacia Regional e que o delegado responsável, Vitor Fiuza, abriu inquérito, solicitou exame pericial e realizou oitivas. Um prato com resquícios de macarrão instantâneo que estava na casa das vítimas foi recolhido. Não há, até o momento, confirmação sobre o envenenamento ou possíveis causas. Mãe e filha apresentaram os mesmos sintomas Na tarde de quinta (9), mãe e filha deram entrada na Regional Leste. Segundo o Registro de Evento de Defesa Social (Reds), da Polícia Militar, ambas apresentavam os mesmos sintomas. Uma enfermeira da unidade suspeitou de envenenamento e acionou a polícia. Ainda conforme o documento, a criança teve uma parada cardiorrespiratória, foi intubada e transferida para o Hospital Maternidade Therezinha de Jesus. A mulher, que chegou consciente, evoluiu para parada cardiorrespiratória e salivação excessiva - assim como a menina - e também precisou ser intubada. Conforme o documento policial, como as duas apresentavam quadro semelhante, o médico levantou a hipótese de envenenamento. Um familiar das pacientes foi na casa para buscar possíveis alimentos consumidos e retornou com um chocolate, um biscoito e um iogurte, todos já abertos. Ele disse que o chocolate tinha partículas semelhantes a “chumbinho”, um raticida ilegal e altamente tóxico, mas a substância não foi vista pelo médico. No entanto, o médico relatou aos policiais que encontrou resíduos com características semelhantes no vômito da menina, “reforçando a suspeita de intoxicação”. Um prato com restos de macarrão instantâneo foi recolhido e encaminhado para perícia. LEIA TAMBÉM: Madrasta morre após comer feijão supostamente envenenado que ela mesma serviu ao marido e ao enteado em Cataguases Mulher é presa suspeita de envenenar cachorros em Juiz de Fora; VÍDEO ASSISTA TAMBÉM: Polícia Civil investiga possível morte por envenenamento em Cataguases Polícia Civil investiga possível morte por envenenamento em Cataguases VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

Palavras-chave: lgpd

Quem era a servidora pública que foi morta e teve dedo decepado em SP; filho foi preso

Publicado em: 13/04/2026 18:42

Andrelina Antonio, de 53 anos Reprodução/Redes sociais Andrelina dos Santos Antonio, de 53 anos, era servidora pública da prefeitura municipal de Santa Maria da Serra (SP) desde 2005. Ela foi encontrada morta em casa, neste sábado (11), e o próprio filho foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Piracicaba (SP), suspeito de matá-la. A prisão ocorreu quando ele chegava ao velório da vítima, neste domingo (12). Andrelina ocupava o cargo de diretora adjunta de administração, função que passou a exercer após ter sido inicialmente contratada como almoxarife há mais de duas décadas. O prefeito da cidade, Josias Zani Neto (PSD), publicou em uma rede social que a Prefeitura e a Câmara Municipal lamentam o ocorrido. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Piracicaba no WhatsApp “Andrelina não era apenas uma funcionária dedicada; uma mãe, era uma presença iluminada que, com seu profissionalismo e carinho, conquistou o respeito e a admiração de todos os colegas e da comunidade que serviu com tanto empenho”, contou o chefe do executivo. O prefeito informou que foi decretado Luto Oficial no município em sinal de respeito à trajetória de Andrelina e aos serviços prestados. Andrelina ainda foi lembrada, na mesma publicação, por sua atuação na igreja e pela música. Ela tocava saxofone. Jovem é preso durante velório por matar e decepar dedo da mãe para acessar celular O caso Segundo a investigação, o suspeito matou própria mãe na última sexta-feira (10) e, em seguida, cortou o dedo indicador da mão direita dela para desbloquear o celular e realizar transações bancárias. Após o crime, o suspeito fugiu e chegou a fazer postagens nas redes sociais afirmando que estaria em São Paulo (SP). O corpo da vítima foi encontrado na manhã de sábado, dentro da casa onde morava. Andrelina Antonio, de 53 anos Reprodução/Redes sociais Investigação Equipes da Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba iniciaram as diligências e investigações. A residência da mulher estava com objetos revirados. O telefone celular da mulher não foi encontrado no local. Conforme a polícia, a vítima teve a falange do dedo indicador da mão direita decepada. "Clara intenção de sua utilização para o desbloqueio biométrico do aparelho e eventuais outras transações", descreve a polícia Civil. Ainda segundo a investigação, câmeras de monitoramento registraram que um casal entrou na residência na sexta-feira (10), por volta das 18h e deixou o imóvel às 22h38. Eles foram flagrados entrando em um veículo Honda modelo HRV de cor branca. Após identificar a placa do veículo, foi constatado que o mesmo é um táxi, e que ele fora acionado para uma corrida naquela ocasião por uma pessoa posteriormente identificada como o filho da vítima. Jovem é preso durante velório por matar e decepar dedo da mãe para acessar celular em Santa Maria da Serra Reprodução/Polícia Civil de Piracicaba O taxista deixou o casal na rodoviária de São Pedro (SP). Depois, a dupla chamou um motorista de aplicativo para uma corrida com destino à rodoviária de Piracicaba. "As investigações avançaram e ficou evidente que o casal se hospedou em um hotel no centro de Piracicaba (SP) às 0h30, deixando o local no sábado por volta das 08h30, oportunidade em que foi possível identificar a mulher, de 34 anos, que o acompanhava". Deic Piracicaba, responsável pela investigação do caso Giuliano Tamura/EPTV Na sequência o casal retornou à rodoviária de onde pegou um ônibus com destino ao município de Campinas (SP). "Após o óbito da servidora ter repercutido nas redes sociais de seu filho, aparentemente ele efetuou postagens dizendo que tinha poucas informações do ocorrido, e que estaria ainda no município de São Paulo, onde de fato reside, dirigindo-se para Santa Maria da Serra", acrescentou a polícia. O homem foi preso quando chegada ao velório da mãe. A mulher que estava com ele segue foragida. Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Piracicaba

Palavras-chave: câmara municipal

Telefonia fixa empresarial volta ao centro das operações corporativas

Publicado em: 13/04/2026 18:06

A comunicação corporativa vive uma fase de reorganização. Durante anos, a expansão da telefonia móvel fez muita gente associar a palavra “operadora” quase exclusivamente a planos de celular, chips e internet 4G ou 5G. No mercado B2B, porém, essa lógica nunca deu conta de todas as necessidades. À medida que empresas ampliam equipes, distribuem atendimento entre unidades, digitalizam processos e passam a operar com mais dados, a telefonia fixa empresarial volta ao centro da discussão. Esse movimento não representa um retorno ao passado. Pelo contrário. O que ganha relevância agora é um modelo de comunicação baseado em nuvem, integração e capacidade de gestão. Em vez de depender apenas de linhas móveis dispersas, muitas empresas voltam a olhar para estruturas que permitam organizar chamadas, acompanhar desempenho, integrar voz com sistemas de dados e sustentar operações em escala. É nesse espaço que a Sigatel se posiciona. Quando a mobilidade não resolve tudo No consumo individual, a telefonia móvel domina a rotina. No ambiente corporativo, porém, mobilidade não substitui estrutura. Uma empresa que precisa operar atendimento, vendas, suporte técnico ou relacionamento com múltiplos contatos não pode depender apenas de aparelhos isolados, sem controle centralizado e sem rastreabilidade. Esse é um dos pontos que explicam a permanência da telefonia fixa empresarial como solução estratégica. O desafio não está apenas em falar com clientes, mas em construir um fluxo de comunicação que seja previsível, monitorável e escalável. Quando chamadas entram em volume, precisam ser distribuídas com lógica. Quando equipes crescem, precisam operar sob o mesmo padrão. Quando a gestão precisa tomar decisão, não pode trabalhar no escuro. A telefonia fixa empresarial mudou de papel O que o mercado passa a redescobrir não é o telefone fixo em seu formato tradicional, mas a sua evolução tecnológica. A base hoje está em VoIP corporativo, telefonia IP e estruturas em nuvem. Isso permite que a voz circule pela rede de dados com mais flexibilidade, qualidade e capacidade de integração. Na prática, a telefonia fixa empresarial deixa de ser um custo operacional estanque e passa a funcionar como parte da arquitetura da comunicação. A empresa mantém números comerciais, organiza ramais, monitora chamadas e amplia capacidade sem a rigidez dos modelos antigos. O que antes exigia hardware físico, manutenção local e expansão lenta passa a ser configurado com mais velocidade e menos fricção. O Aumento da produtividade com o uso de tecnologias. Divulgação. PABX em nuvem e a nova lógica da escala Uma das mudanças mais relevantes nesse cenário é a consolidação do PABX em nuvem. Em vez de depender de centrais físicas caras e engessadas, empresas passam a operar ramais, filas e roteamentos em um ambiente virtualizado, mais aderente ao ritmo do negócio. Esse modelo favorece operações híbridas, atendimento remoto, múltiplas unidades e crescimento por etapas. Ramais podem ser criados com rapidez, chamadas podem ser distribuídas com inteligência e o controle sobre a operação deixa de estar preso à estrutura física do escritório. Para empresas em expansão, isso significa ganhar elasticidade sem comprometer padronização ou governança. Voz integrada a dados deixa de ser diferencial e vira necessidade Outro ponto central dessa transformação é a integração da telefonia com CRMs e sistemas de gestão. Quando a ligação deixa de ser apenas um contato de voz e passa a gerar registro, histórico e dado operacional, a comunicação muda de patamar. Nesse modelo, chamadas podem ser vinculadas ao histórico do cliente, associadas à origem de um lead ou acompanhadas como parte de um processo comercial. Para a gestão, isso representa visibilidade. Para as equipes, representa contexto. E para a empresa, significa uma operação menos intuitiva e mais mensurável. Em um mercado cada vez mais orientado por dados, telefonia isolada tende a perder espaço. O impacto nas operações de atendimento e vendas Em áreas como inside sales, SDR, suporte técnico, atendimento receptivo e call center, comunicação não é acessório. É estrutura de produção. Nesses ambientes, recursos como URA, distribuição automática de chamadas, monitoramento em tempo real e gestão unificada por unidades passam a ter impacto direto sobre desempenho, aproveitamento da equipe e qualidade do atendimento. Quando não há controle sobre filas, chamadas e históricos, a empresa perde eficiência. Quando existe uma base tecnológica capaz de sustentar a operação, a comunicação deixa de ser gargalo e passa a apoiar crescimento. É justamente nesse tipo de demanda que operadoras especializadas em telefonia fixa empresarial encontram espaço para crescer. Processos internos dentro das empresas. Divulgação. Onde a Sigatel se posiciona nesse movimento É dentro desse cenário que a Sigatel se apresenta como solução. A empresa atua no mercado B2B com foco em telefonia fixa empresarial, VoIP corporativo, PABX em nuvem e estruturação de operações de atendimento em escala. Em vez de disputar a lógica do consumo individual, sua atuação está voltada para empresas que precisam de gestão, integração e performance. Esse posicionamento permite à Sigatel atender organizações que buscam reduzir custos operacionais, estruturar equipes comerciais, ganhar flexibilidade para modelos híbridos e integrar voz a sistemas de dados. O foco não está em vender um chip ou um pacote de minutos, mas em sustentar a comunicação como parte da infraestrutura de negócio. Comunicação deixa de ser consumo e volta a ser estratégia O mercado corporativo já entendeu que telefonia não pode ser tratada apenas como despesa inevitável. Quando a operação depende de atendimento, vendas, suporte e relacionamento, comunicação é peça estratégica. E à medida que as empresas revisam seus fluxos, digitalizam canais e exigem mais controle, a telefonia fixa empresarial volta a ganhar protagonismo, agora com outra base tecnológica e outro papel na operação. Nesse novo contexto, a diferença entre um modelo voltado ao consumo e outro desenhado para estrutura corporativa fica ainda mais clara. O que está em jogo já não é apenas conexão. É capacidade de crescer com organização, visibilidade e inteligência. Acesse o site da Sigatel e conheça as soluções completas de telefonia corporativa.

Palavras-chave: tecnologia

Instabilidade acelera revisão da telefonia empresarial nas empresas

Publicado em: 13/04/2026 17:57

Nos últimos meses, empresas de diversos segmentos sentiram os efeitos de um cenário que já vinha se formando: a instabilidade crescente nos serviços de telefonia empresarial. Oscilações inesperadas, quedas intermitentes, congestionamentos em horários de pico e indisponibilidade de canais mostraram que infraestruturas legadas já não acompanham mais o ritmo das operações modernas. Essa sensibilidade atinge áreas críticas. Uma fila estendida por falha de áudio impacta o atendimento. Uma linha indisponível prejudica vendas e suporte. Uma queda durante plantões, serviços públicos ou operações sensíveis compromete a relação com o cidadão e com o cliente. Em um ambiente onde cada segundo pesa na percepção de confiança, interrupções deixam de ser inconvenientes: tornam-se riscos operacionais. O movimento do mercado confirma a mudança. A adoção de modelos em nuvem, ambientes redundantes, Telefonia como Serviço (TaaS) e integrações omnichannel substitui o antigo modelo baseado exclusivamente em hardware físico. A telefonia passa a ser tratada como infraestrutura viva, monitorada, escalável e ajustável em tempo real — e não mais como um conjunto de equipamentos fixos que dependem de manutenção manual. Essa transição reduz vulnerabilidades conhecidas. Estruturas em nuvem distribuem carga, absorvem picos, evitam quedas por saturação e permitem que equipes acompanhem indicadores em tempo real. Além disso, ampliam previsibilidade: é possível ativar ramais, criar fluxos, expandir unidades ou redirecionar atendimento sem que isso gere interrupção ou necessidade de investimento físico imediato. A tecnologia como aliada das empresas. Divulgação. A Sigatel tem atuado diretamente nesse processo de mudança. Com mais de duas décadas de experiência, a empresa estrutura operações que exigem continuidade, integrando telefonia empresarial, Cloud PABX, redundância, monitoramento e canais digitais em um único ambiente. O objetivo é simples: evitar que oscilações externas se tornem gargalos internos e comprometam atendimento, vendas e rotinas essenciais. Para empresas que dependem de disponibilidade total — varejo, serviços, call centers, redes regionais, setor público e operações distribuídas — a estabilidade deixou de ser um diferencial e se tornou uma necessidade estrutural. E, nesse ponto, migrar para modelos modernos de telefonia é menos sobre tendência e mais sobre resiliência operacional. Produtividade empresarial. Divulgação. A instabilidade recente do mercado não apenas expôs fragilidades. Ela acelerou uma revisão ampla sobre como a telefonia deve ser tratada dentro da infraestrutura empresarial — como base, não como acessório. E essa revisão prepara organizações para operar com mais segurança, previsibilidade e capacidade de adaptação diante de qualquer cenário. Fortaleça sua comunicação e reduza riscos operacionais. Fale com a Sigatel e modernize sua estrutura de telefonia com estabilidade real. Acesse o site Sigatel e conheça todas as nossas soluções para telefonia empresarial.

Palavras-chave: tecnologia

São José dos Pinhais inova com Educação Digital no currículo escolar

Publicado em: 13/04/2026 17:46

São José dos Pinhais é o primeiro município da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) a tornar a Educação Digital e Midiática um componente curricular obrigatório no ensino fundamental da rede municipal. A novidade já integra oficialmente a grade e alcança todos os estudantes. A iniciativa antecipa uma diretriz nacional prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC Computação), que estabelece a inclusão de conteúdos ligados ao mundo digital, ao pensamento computacional e à cultura digital na educação básica. Na prática, o novo componente vai além do uso de tecnologias em sala de aula. A proposta é preparar os estudantes para compreender, analisar e utilizar ferramentas digitais de forma crítica, ética e criativa. Preparação começou antes da obrigatoriedade Apesar de a implementação ter se tornado obrigatória neste ano, o município iniciou o processo com antecedência. Desde 2023, a rede municipal desenvolve ações estruturadas de formação continuada para professores, com foco na integração da tecnologia ao ensino. Ao longo de 2025, foram realizados ciclos formativos conduzidos pelo Núcleo de Educação Digital (EDIG) da Secretaria Municipal de Educação, coordenado por Elaine Grebogy, Fábio Petroski e Halyne Czmola, responsável pela construção do Referencial Curricular de Educação Digital e Midiática, já homologado pelo Conselho Municipal de Educação. Além da formação docente, o núcleo também desenvolve projetos voltados à educação digital nas escolas, com iniciativas que envolvem práticas pedagógicas inovadoras, uso de tecnologias em sala de aula e estímulo ao pensamento crítico dos estudantes. Mais informações sobre os projetos e ações desenvolvidas pelo Edig podem ser consultadas no site edig.sjp.pr.gov.br. De acordo com a coordenação do núcleo, o planejamento antecipado foi fundamental para garantir uma transição mais qualificada. “Não estamos falando apenas de ensinar a usar tecnologia, mas de formar estudantes capazes de compreender o mundo digital em que vivem, com senso crítico e responsabilidade”, explica a coordenadora Elaine Grebogy. Segundo ela, o diferencial da rede municipal está justamente na construção interna do projeto. “O componente foi pensado por professores da própria rede, com formação específica na área. Isso garante que ele dialogue diretamente com a realidade das escolas e dos estudantes”, destaca. Formação continuada de professores prepara rede municipal para implementação da Educação Digital nas escolas de São José dos Pinhais. Divulgação/Prefeitura de São José dos Pinhais. O que muda na prática O novo componente curricular é estruturado a partir de quatro eixos: mundo digital, pensamento computacional, cultura digital e educação midiática. Enquanto a BNCC prevê três eixos - pensamento computacional, mundo digital e cultura digital -, o município incorporou a educação midiática como um diferencial, ampliando a abordagem e preenchendo lacunas identificadas nas diretrizes nacionais. Além do conteúdo teórico, a proposta envolve atividades práticas e metodologias ativas, em que o estudante assume papel protagonista no processo de aprendizagem. Projetos como robótica educacional, jogos pedagógicos e atividades interdisciplinares já fazem parte da preparação e passam a integrar as aulas. “A ideia é desenvolver habilidades como raciocínio lógico, criatividade, resolução de problemas e trabalho em equipe”, finaliza Grebogy. Educação digital como cidadania De acordo com a Secretaria Municipal de Educação de São José dos Pinhais, a proposta também está alinhada a uma visão mais ampla de educação. A cultura digital é tratada como parte do exercício da cidadania, considerando que o uso consciente das tecnologias é essencial na sociedade contemporânea. Com a implementação do novo componente curricular, a expectativa é que os estudantes estejam mais preparados para lidar com informações e ambientes digitais de forma crítica e responsável.

Palavras-chave: tecnologia

Por que gigantes de tecnologia estão investindo em energia nuclear

Publicado em: 13/04/2026 16:37

Imagem de conceito de pequeno reator modular (SMR) da agência pública americana Energy Northwest Divulgação/Energy Northwest Gigantes de tecnologia estão investindo em empresas americanas de energia para acelerar a criação de reatores menores, mais avançados e mais escaláveis do que usinas nucleares convencionais. O interesse nos chamados pequenos reatores modulares (SMRs, na sigla em inglês) cresceu devido à busca de empresas para ampliar a oferta de eletricidade aos data centers de inteligência artificial. ❓ Um data center ("centro de dados", em inglês) é um local que armazena e processa informações. Entre os tipos, estão os de nuvem (cloud), que operam serviços online, e de inteligência artificial, que treinam modelos de linguagem complexos. Os data centers estão na mira de projetos que buscam proibir a construção desses empreendimentos nos EUA. Alguns estados americanos já discutem suspender temporariamente a construção desses espaços. Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas Em janeiro, a Meta fez um acordo para financiar a criação de duas unidades nucleares da Terrapower capazes de fornecer até 690 megawatts de potência. A dona de Instagram, Facebook e WhatsApp fez ainda um acordo com a Oklo para criar um campus de energia nuclear de 1,2 gigawatts nos EUA. A Amazon, por sua vez, está trabalhando com a X-energy para colocar em operação pequenos reatores nucleares nos Estados Unidos que somarão 5 GW de potência até 2039. E o Google anunciou um compromisso com a Kairos Power para colocar seu primeiro pequeno reator nuclear modular em operação até 2030. Nenhuma geradora de energia nuclear nos EUA começou a produzir eletricidade de forma comercial porque os projetos enfrentam restrições de financiamento e riscos por serem os primeiros do tipo. Mas a corrida por energia adequada para alimentar data centers em meio à crescente demanda da IA dá um novo impulso ao setor. Os acordos com big techs dão às geradoras de energia "a certeza de receita que os bancos comerciais exigirão para a dívida de construção" de projetos de energia nuclear, disse Shioly Dong, analista da BMI, uma unidade da Fitch Solutions, em entrevista à Reuters. O uso de eletricidade nos EUA deve aumentar 1% este ano e 3% no próximo, segundo a Administração de Informação Energética (EIA), impulsionado principalmente pela demanda de data centers. Diante desse cenário, pequenos reatores modulares estão surgindo como alternativas nucleares mais fáceis de serem financiadas. Isso porque eles têm uma escala modular e cronogramas de construção mais curtos que reduzem a exposição ao capital inicial, disse Tim Winter, gerente de portfólio do Gabelli Utilities Fund (GABUX) da empresa de investimentos Gabelli Funds. "O setor precisa de alguém que assuma os riscos de custos excedentes e atrasos. O grau em que os hiperescaladores estiverem dispostos a fazer isso determinará o quanto de impulso (esses acordos dão ao setor)", acrescentou. A demanda por IA está levando os clientes a firmarem contratos de longo prazo que possam apoiar o desenvolvimento de projetos, disse Bonita Chester, porta-voz da Oklo. O acordo da empresa com a Meta, por exemplo, inclui financiamento para garantir combustível nuclear e avançar na primeira fase do projeto em Ohio. O interesse de compradores de energia de longo prazo também atrai alguns investidores institucionais para o setor, que historicamente depende de apoio governamental e financiamento de capital de risco. "Começamos a ouvir que os bancos estão ficando animados e interessados em fazer negócios nessa área, o que seria um grande desenvolvimento - ainda não tínhamos visto isso", disse Tess Carter, diretora associada da prática de energia e clima do Rhodium Group. Mas esses investidores institucionais ainda não estão fazendo aportes de larga escala. Isso porque o setor, descrito como "nuclear avançado", ainda tem obstáculos incluindo altos riscos de construção e tecnologia.

LG renova linha lava e seca com inteligência artificial e Ciclo Pet

Publicado em: 13/04/2026 16:17 Fonte: Tudocelular

Em um anúncio realizado no último dia 6 de maio, a LG Electronics anunciou uma nova linha de lava e seca de alta capacidade, focada especialmente no público brasileiro. Segundo a marca, a nova estratégia envolve trazer modelos de 15 kg e 16 kg, além de renovar a versão de 18 kg por completo. O objetivo é preencher uma lacuna do mercado atual, em que o consumidor que precisa migrar para uma máquina acima dos 14 kg se vê, muitas vezes, refém de modelos com capacidades e preços muito maiores. As novas opções preenchem essa categoria intermediária, ao mesmo tempo que o modelo de 18 kg é reposicionado em preço para se tornar mais competitivo.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: inteligência artificial

Quem era o professor morto em acidente de trânsito no sul de Minas

Publicado em: 13/04/2026 15:07

Selmo Ribeiro Figueiredo Júnior, que morreu em acidente no sul de Minas Reprodução/Redes sociais O professor Selmo Ribeiro Figueiredo Júnior, que atuava na Faculdade de Tecnologia (Fatec) na unidade de Piracicaba (SP), é uma das vítimas do acidente da noite de domingo (12), na Rodovia MG-179, em Espírito Santo do Dourado, no sul de Minas Gerais. O homem, de 44 anos, ficou preso às ferragens e não resistiu. Ele dava aulas de inglês na instituição desde 2024, para o curso superior de tecnologia em gestão empresarial, segundo o Centro Paula Souza, autarquia que administra as Fatecs. Em publicação nas redes sociais, a unidade de Piracicaba lamentou o falecimento do docente. "Neste momento de dor, manifestamos nossos mais sinceros sentimentos pela perda de um profissional estimado, cuja trajetória foi marcada pelo comprometimento e dedicação", escreveu. Conforme consta em sua conta no LinkedIn, Selmo era formado em Letras (português e inglês) pela Universidade do Estado de Mato Grosso, possuía mestrado em Linguística pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e doutorado em Filologia Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP). Concluiu em 2021 o pós-doutorado em Dialetologia e Morfossintaxe também na USP. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Piracicaba no WhatsApp Acidente A batida entre dois carros ocorreu na noite de domingo (12), na Rodovia MG-179, em Espírito Santo do Dourado (MG). Além do professor, que ficou preso nas ferragens e morreu no local, um homem, uma mulher e uma adolescente que estavam no outro carro ficaram feridos. O cachorro que estava no veículo morreu. Eles foram retirados do veículo por bombeiros e levados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para um hospital em Pouso Alegre (MG) com suspeita de fraturas. O corpo de Selmo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Pouso Alegre. O motorista do outro carro fez o teste do bafômetro, que deu resultado negativo para o consumo de álcool. Uma pessoa morreu e três ficaram feridas após uma batida entre dois carros na Rodovia MG-179, em Espírito Santo do Dourado, MG Polícia Militar Rodoviária/Divulgação VÍDEOS: Tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba

Palavras-chave: tecnologia

Do Piauí para o Mundo: programa bate recorde com 45 mil inscritos em 2026

Publicado em: 13/04/2026 14:49

Estudante intercambista. Letícia Santos O Programa ‘Do Piauí para o Mundo’ alcançou, em 2026, um marco histórico: 45 mil estudantes do ensino médio inscritos, em busca de um intercâmbio estudantil internacional. Segundo a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), o número representa um crescimento expressivo em relação à edição de 2025, que contou com 9 mil participantes, e reforça o sucesso da iniciativa, como referência em oportunidades na rede pública estadual. Com inscrições encerradas na última sexta-feira (10), o crescimento expressivo revela o fortalecimento da política educacional no estado. Ao todo, 481 escolas estaduais participam da edição deste ano. Criado a partir do Seduckathon, o programa é uma iniciativa do Governo do Estado que oferece intercâmbio gratuito a estudantes e professores da rede pública, promovendo imersão técnica e cultural em diferentes países e fortalecendo a educação de excelência no Piauí. Em 2026, o programa Do Piauí Para o Mundo amplia o número de vagas, destinos e públicos contemplados. Pela primeira vez, estudantes do ensino superior também passam a integrar a iniciativa, que reforça a política de internacionalização da educação pública no estado. Ao todo, serão ofertadas 500 vagas, mais que o dobro da edição anterior, sendo 380 para intercâmbios internacionais e 120 para intercâmbios nacionais. Os destinos internacionais também foram ampliados e agora incluem sete países: Alemanha, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Portugal e Singapura. Os participantes selecionados terão acesso a experiências acadêmicas e culturais em instituições renomadas ao redor do mundo. A edição deste ano traz ainda novas trilhas, incluindo modalidades exclusivas para professores e gestores, além da ampliação das áreas contempladas, com foco em tecnologia, empreendedorismo e mérito acadêmico. Entre as trilhas ofertadas, a de Empreendedorismo liderou a preferência dos estudantes, com mais de 27 mil inscritos, seguida pela trilha de Tecnologia da Informação, que reuniu cerca de 17 mil participantes. Os números demonstram o acerto do programa, ao alinhar as áreas estratégicas com o futuro profissional dos alunos. Programa de intercâmbio. Gabriel Paulino Para o secretário de Estado da Educação, Rodrigo Torres, o resultado reforça a importância da iniciativa. “Estamos extremamente entusiasmados com o alcance desta edição. Ver milhares de estudantes mobilizados em torno de uma oportunidade como essa mostra que estamos no caminho certo, investindo em uma educação que transforma vidas. O programa se consolida como uma política pública de grande impacto, capaz de abrir portas e ampliar horizontes para nossa juventude”, destacou o gestor.

Palavras-chave: tecnologia

Uber enfrenta novo julgamento por agressão sexual após indenização de US$ 8,5 milhões

Publicado em: 13/04/2026 14:48

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Após o revés em um julgamento recente com júri federal, nos Estados Unidos, a Uber voltará ao tribunal na terça-feira (14) para enfrentar as acusações de uma segunda mulher que afirma ter sido agredida sexualmente por um motorista chamado pelo aplicativo. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O julgamento ocorrerá no tribunal federal de Charlotte, na Carolina do Norte, e deve durar cerca de três semanas. O caso pode indicar se o veredicto recente de US$ 8,5 milhões no Arizona foi um episódio isolado ou um sinal de problemas maiores para a Uber, que enfrenta mais de 3,3 mil ações semelhantes reunidas no mesmo tribunal federal. Os dois processos são tratados como casos “pioneiros” — ações usadas como referência para orientar o andamento do restante do litígio. As decisões desses julgamentos podem ajudar a definir o valor das demais ações em eventuais acordos ou em uma solução coletiva. No processo que será analisado agora, a autora — que não teve o nome divulgado — afirma que o episódio ocorreu em março de 2019, pouco antes das 2h da manhã, ao chegar ao destino em Raleigh, na Carolina do Norte. Segundo a ação, o motorista teria agarrado a parte interna de sua coxa e perguntado se poderia "ficar com ela". A mulher afirma que deixou o veículo imediatamente. Uber diz que não é “transportadora pública” A Uber, que já enfrentou outras controvérsias relacionadas à segurança, não nega que o episódio tenha ocorrido. Nos documentos apresentados à Justiça, porém, a empresa afirma que atua como uma companhia de software, e não como uma "transportadora pública", categoria que inclui serviços de táxi e que, pela lei da Carolina do Norte, tem obrigação legal de proteger passageiros. A empresa também argumenta que os motoristas que usam a plataforma são contratados independentes. Por esse motivo, segundo a defesa, a Uber não poderia ser responsabilizada pelas ações individuais desses profissionais. ▶️ A discussão sobre se os motoristas devem ser considerados funcionários ou prestadores independentes acompanha a empresa desde o início de suas operações, tanto nos EUA quanto em outros países. O tema já motivou diversos processos judiciais e debates entre legisladores, mas ainda não há consenso. O julgamento na Carolina do Norte será conduzido pelo juiz distrital dos Estados Unidos Charles Breyer. Ele normalmente atua em San Francisco e também supervisiona o conjunto de processos movidos contra a Uber. Em comunicado divulgado na sexta-feira (10), um porta-voz da empresa afirmou que o episódio discutido nesse julgamento nunca havia sido relatado à Uber nem às autoridades policiais e só se tornou conhecido quando a ação judicial foi apresentada. "A agressão sexual é um crime horrível que levamos extremamente a sério. Continuamos focados em investir em tecnologia, políticas e parcerias que fortaleçam a segurança, ajudem a prevenir danos e apoiem as vítimas", disse o porta-voz. Os advogados da autora não responderam aos pedidos de comentário. No caso do Arizona, que resultou em condenação recente, a autora — moradora de Oklahoma — afirmou que um motorista da Uber a assediou e depois a estuprou durante uma corrida em 2023. Plataforma indeniza usuária em US$ 8,5 milhões Em fevereiro, um júri concluiu que o motorista atuava como agente da Uber e responsabilizou a empresa por suas ações. A mulher recebeu US$ 8,5 milhões por danos morais, mas o júri rejeitou o pedido de indenização punitiva. Os advogados da autora haviam solicitado mais de US$ 140 milhões. A Uber pediu ao juiz Breyer, que também presidiu esse julgamento, que anulasse o veredicto ou determinasse um novo julgamento. Além desses casos, a empresa enfrenta mais de 500 processos com acusações semelhantes em tribunais estaduais da Califórnia. Até agora, apenas um deles foi levado a julgamento. Em setembro, o júri concluiu que a Uber não havia adotado medidas para proteger a segurança da autora, mas decidiu que essa falha não foi um fator determinante para os danos alegados. Passageira com aplicativo da Uber aberto no celular, em foto ilustrativa. BRUNO FERNANDES/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Palavras-chave: tecnologia

Barba bem cuidada: os três passos essenciais para manter estilo e conforto

Publicado em: 13/04/2026 14:26

Muitos homens têm a barba como sua marca registrada. Ela vira parte do estilo, do jeito de se apresentar, da primeira impressão. Só que, no dia a dia, nem sempre ela acompanha essa intenção. Acorda desalinhada, fica áspera ao longo das horas, irrita a pele depois do barbear, perde definição no meio da correria. Aos poucos, o que deveria reforçar a presença começa a passar a impressão oposta. Não é só uma questão estética. Uma barba mal tratada incomoda, distrai, pesa no conforto e até na forma como alguém se sente em uma reunião, em um encontro ou em qualquer interação. E, entre compromissos, trânsito, treino e trabalho, o tempo para resolver isso parece sempre curto demais. O barbear vira uma tarefa rápida, feita no automático, sem muito critério. Mas não precisa ser assim. Quando existe uma sequência clara e produtos que facilitam o processo, tudo muda: menos esforço, mais precisão e um resultado que sustenta o visual ao longo do dia. A linha H2O Men, da H2O Evolution, foi pensada exatamente para isso: organizar o cuidado com a barba em três etapas diretas, com tecnologia e praticidade para quem não quer perder tempo, mas também não abre mão de um bom acabamento. > Conheça os problemas mais comuns do cabelo masculino e como tratá-los 1. Limpeza inteligente: o começo de tudo Remove impurezas sem agredir a pele, mantendo a barba macia, hidratada e com aspecto saudável ao longo do dia. Divulgação./H2O Evolution. A barba acumula resíduos ao longo do dia — poluição, suor, oleosidade e até restos de alimentos. Lavar apenas com sabonete comum não resolve o problema e ainda pode ressecar tanto os fios quanto a pele. Por isso, ter um produto específico faz toda a diferença. O shampoo H2O Men Barba atua removendo impurezas com pH neutro, sem agredir o rosto. Ao mesmo tempo, mantém os fios macios, hidratados e com brilho natural, além de deixar uma sensação de frescor imediata. Esse primeiro passo prepara a barba para tudo o que vem depois. Sem ele, qualquer tentativa de modelar ou raspar tende a ser menos eficiente. 2. Deslizamento preciso: barbear sem sofrimento Facilita o deslizamento da lâmina para um corte mais preciso, com menos atrito e mais conforto durante o barbear. Divulgação./H2O Evolution. Um dos maiores erros no barbear é ignorar o preparo da pele. Passar a lâmina diretamente, sem um bom produto, aumenta as chances de cortes, vermelhidão e ardência. O gel de barbear H2O Men foi desenvolvido justamente para facilitar esse processo. Com ativos como aloe vera, mentol e silicone, ele melhora o deslizamento da lâmina, permitindo um corte mais rente e uniforme. Na prática, isso significa menos atrito, mais controle e uma experiência muito mais confortável. Além disso, a hidratação durante o barbear ajuda a preservar a pele, evitando aquele aspecto sensibilizado que aparece depois. 3. Finalização estratégica: conforto que dura Ajuda a acalmar a pele após a lâmina, reduzindo irritações e mantendo a hidratação com sensação de frescor. Divulgação./H2O Evolution. Depois da lâmina, a pele fica mais sensível e precisa de atenção imediata. Ignorar essa etapa é o que costuma causar coceira, vermelhidão e aquela sensação incômoda ao longo do dia. O gel pós-barba H2O Men entra como um fechamento essencial. Formulado com menta, aloe vera e agentes hidratantes, ele ajuda a acalmar a pele rapidamente, criando uma barreira protetora que reduz irritações. O resultado é uma sensação de frescor prolongada, pele mais equilibrada e uma barba que mantém o aspecto alinhado por mais tempo. Menos tempo, mais resultado Cuidar da barba não precisa ser complicado. Com três etapas bem definidas — limpeza, preparo e finalização — é possível transformar completamente a experiência no dia a dia. A linha H2O Men foi desenvolvida para acompanhar esse ritmo: produtos que se complementam, simplificam o processo e entregam desempenho consistente, seja para quem mantém a barba cheia ou prefere um visual mais aparado. No fim, estilo não vem de passar mais tempo no espelho, mas de fazer escolhas mais inteligentes. Quer manter a barba e o cabelo sempre no ponto, sem perder tempo? Siga a H2O Evolution nas redes sociais e descubra soluções que acompanham o seu ritmo.

Palavras-chave: tecnologia

Trump nega que montagem de IA publicada por ele o retrava como Jesus: 'Era como médico'

Publicado em: 13/04/2026 14:25

Postagem de Donald Trump no domingo, 12 de abril Reprodução/Truth Social O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou nesta segunda-feira (13) que a montagem feita por inteligência artificial que divulgou neste domingo (12) na rede social Truth Social o retratava como Jesus. "Não era uma representação disso. Eu publiquei, e achei que era eu como médico. Tinha a ver com a Cruz Vermelha, como um trabalhador da Cruz Vermelha, que nós apoiamos — e só a imprensa falsa poderia inventar essa interpretação", afirmou após ser perguntado por jornalista. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Trump apagou a montagem de sua rede social mais cedo nesta segunda-feira, após receber críticas e acusações de blasfêmia. A imagem foi publicada por Trump logo após uma publicação de críticas ao papa Leão XIV, a quem chamou de "fraco". Na imagem gerada por IA, Trump é retratado com uma túnica branca, assim como Jesus geralmente é representado, abençoando um homem doente. Um brilho nas mãos do presidente sugere um caráter divino. Ao fundo aparecem a bandeira dos Estados Unidos, a Estátua da Liberdade, caças de guerra, gaviões e o que parecem ser divindades. (Veja na imagem acima) A publicação com a imagem não aparecia mais nas redes sociais do presidente dos EUA na tarde desta segunda, e a exclusão do post foi confirmada pela mídia norte-americana. O repórter Aaron Blake, da TV CNN Internacional, afirmou que "até mesmo alguns aliados de Trump classificaram [a imagem] como blasfêmia". Trump recebeu uma chuva de críticas de diversos setores e autoridades dentro e fora dos EUA, inclusive de sua base de apoio Maga ("Façam os EUA grandes novamente" em português), por conta da publicação. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A ex-deputada Marjorie Taylor Greene disse que a imagem "é mais do que blasfêmia, é o espírito do antiCristo". Outras figuras influentes do movimento conservador nos EUA que também criticaram Trump foram o coapresentador da Fox News Joey Jones e os ativistas Brilyn Hollyhand e Riley Gaines. Políticos do Congresso dos EUA, como o deputado Jim McGovern, também repudiaram nas redes sociais a montagem de IA. O governador da Califórnia —e principal opositor de Trump—, Gavin Newsom, reagiu à exclusão do post: "Agora delete sua presidência". A influencer de extrema direita Laura Loomer, que também é conselheira de Trump, saiu em defesa do presidente dos EUA e afirmou que "pessoas surtando por causa de um meme precisam se acalmar". A Casa Branca não se manifestou de forma oficial sobre a publicação até a última atualização desta reportagem. Trump, que não frequenta a igreja regularmente, conquistou ampla maioria dos eleitores cristãos na eleição de 2024. Ele também avançou entre eleitores católicos, que o apoiaram por 56% a 42%, após uma divisão mais equilibrada em eleições anteriores, segundo análise de Ryan Burge, professor de ciência política da Universidade de Washington e ex-pastor. Após sobreviver por pouco a uma tentativa de assassinato em julho de 2024, alguns apoiadores evangélicos disseram que isso era uma prova de que ele havia sido abençoado por Deus. Esta não foi a primeira vez que Trump irritou sua base eleitora cristã desde que foi eleito. Em maio de 2025, entre a morte do papa Francisco e o início do Conclave, que escolheria o novo papa, seu perfil oficial republicou outra montagem de IA, desta vez em que ele aparecia retratado como pontífice. Ele também recebeu críticas pelo episódio.

Palavras-chave: inteligência artificial

Diretora da OCA é exonerada após três anos no Acre

Publicado em: 13/04/2026 14:21

Fran Brito, diretora da OCA Acre Reprodução/Instagram Mais de três anos após ter sido nomeada como diretora da Organização em Centros de Atendimento (OCA), a gestora do órgão, Francisca das Chagas Brito Gomes, mais conhecida como Fran Brito, foi exonerada em edição do Diário Oficial do Estado (DOE) publicada nesta segunda-feira (13). A saída de Fran foi assinada pela governadora Mailza Assis (PP) por meio do Decreto nº 13.364-P, de 12 de abril. Na mesma edição, Clicia Regina Silva da Costa foi nomeada para o cargo. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Também houve mudanças na composição do Gabinete da Governadora (GabGov). Ney Amorim, que antes exercia o cargo de secretário extraordinário de Esporte e Lazer que ocupava desde novembro de 2023, foi nomeado para uma função dentro da pasta, ainda não divulgada. Amorim havia deixado o antigo cargo em 1º de abril, dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral para interessados em disputar cargos para as eleições de 2026. Governadora Mailza Assis anuncia novos secretários do 1ª escalão do Acre LEIA TAMBÉM: Gestores deixam cargos para concorrer às eleições de 2026 no Acre; confira mudanças Governadora Mailza nomeia o próprio marido como chefe do gabinete pessoal; veja demais mudanças Suplente e filho de Hildebrando deve assumir vaga na Câmara Municipal após ida de vereador para governo Secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre é exonerado após 3 anos; empresário assume Desde a última quarta-feira (8), a governadora mudou alguns cargos do alto escalão da administração pública. Entre essas mudanças está a nomeação da defensora pública Simone Santiago, esposa do ex-chefe do gabinete de Mailza, Jonathan Santiago, para a Secretaria da Mulher do Acre (Semulher) após a confirmação da saída da delegada Márdhia El-Shawwa. Na quinta (9), em edição extra no DOE, a governadora voltou atrás na nomeação do advogado Jonathan Santiago como chefe do gabinete pessoal e decidiu colocar o próprio marido, Madson Cameli, para comandar a pasta. Madson Cameli foi nomeado como chefe do gabinete da governadora Mailza Assis Arquivo pessoal Outras mudanças no alto escalão incluem o nome de José Bestene, que deixa a direção do Serviço de Água e Esgoto do Estado do Acre (Saneacre) e assume a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), e o vereador João Paulo Silva (Podemos) para a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (Seasdh). A governadora também definiu o delegado Pedro Paulo Buzolin para a direção da Polícia Civil, substituindo José Henrique Maciel, e o policial penal Leandro Rocha para a presidência do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen-AC) no lugar do delegado Marcos Frank. Na Secretaria Estadual de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict), Assurbanípal Mesquista foi exonerado do cargo em edição extra no DOE de sábado (11), com efeito retroativo de 3 de abril. No lugar dele, a governadora nomeou o empresário Márcio Valter Agiolfi, 1º secretário da Federação das Indústrias do Acre (Fieac) e presidente do Sindicato das Indústrias de Cerâmicas do Acre (Sindicer/AC). VÍDEOS: g1

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