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Mulher de 33 anos morre após moto cair em ribanceira na Mogi-Bertioga

Publicado em: 05/04/2026 15:00

Casal cai de ponte após acidente na Mogi-Bertioga Uma mulher de 33 anos morreu no acidente de motocicleta registrado na tarde deste sábado (4), na Rodovia Mogi-Bertioga (SP-098), em Biritiba-Mirim. A informação foi confirmada pela Prefeitura de Bertioga. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a vítima estava na garupa da moto, conduzida por um homem de 32 anos, quando o veículo teria derrapado em uma curva, na altura do km 82. Com o impacto contra a mureta, os dois foram arremessados para uma ribanceira. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp A Prefeitura de Bertioga informou que a vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao Hospital Municipal em estado grave. De acordo com o Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS), responsável pela gestão da unidade, ela recebeu atendimento imediato, com manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), mas não resistiu. A morte foi registrada no fim da tarde. LEIA TAMBÉM: Casal fica ferido após moto perder controle e cair em barranco na Mogi-Bertioga O acidente aconteceu no sentido litoral. Segundo a Polícia Militar Rodoviária, o homem teve ferimentos leves e estava consciente no local. Ainda de acordo com a SSP, o condutor realizou o teste do bafômetro, que apontou resultado negativo para ingestão de álcool. A motocicleta foi apreendida para perícia. O caso foi registrado como homicídio culposo e colisão na direção de veículo automotor na Delegacia de Polícia de Biritiba-Mirim. A Concessionária Novo Litoral (CNL), que administra a via, informou que a ocorrência foi registrada por volta das 16h e envolveu o choque da motocicleta contra a barreira. Ainda segundo a concessionária, o trânsito no trecho não foi afetado e seguiu normalmente. Acidente aconteceu na Mogi-Bertioga neste sábado (4) Arquivo/TV Diário Assista a mais notícias do Alto Tietê

Palavras-chave: tecnologia

Agrishow 2026: visitantes terão app com inteligência artificial para não se perder na feira

Publicado em: 05/04/2026 14:34

Agrishow 2026: visitantes terão app com IA para não se perder na feira Um aplicativo oficial com inteligência artificial para facilitar o deslocamento dos visitantes está entre as novidades para melhorar a experiência do público da Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país que acontece em Ribeirão Preto (SP) entre 27 de abril e 1º de maio. "Vamos receber visitantes de todo o Brasil e de mais de 50 países. É importante, então, oferecermos a melhor experiência possível. Para isso, investimos cada vez mais em tecnologia para aprimorar a jornada de visitação. Um dos destaques, por exemplo, é que o público terá acesso a um aplicativo com inteligência artificial que indicará trajetos personalizados., afirma João Carlos Marchesan, presidente da feira. Cerca de 200 mil pessoas são esperadas no recinto com 520 mil metros quadrados, onde devem estar representadas 800 marcas nacionais e internacionais com soluções para o campo que devem e converter em negócios. Na edição de 2025, foram R$ 14,6 bilhões em intenções de compra firmadas. Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Tecnologias chamam atenção do público da Agrishow nesta quinta-feira (1º), em Ribeirão Preto (SP). Rogener Pavinski/g1 Estandes temáticos Além dos grandes estandes, que por si só já são uma atração à parte com tratores, drones e colheitadeiras de última geração, estão confirmados espaços temáticos como um ônibus interativo com ações educativas para o trânsito em que os visitantes poderão usar óculos simuladores de embriaguez e interagir com mascotes. A área será montada em parceria com a Empresa de Mobilidade Urbana de Ribeirão Preto (RP Mobi). Outros estandes já consolidados em edições anteriores também devem diversificar a experiência do visitante, como o "Agrishow Labs", dedicado à divulgação de inovações de startups do agronegócio, além do "Agrishow Pra Elas", focado na valorização da atuação feminina no campo, com palestras e bate-papos. LEIA TAMBÉM Em meio à guerra no Oriente Médio, Agrishow mira expansão de máquinas agrícolas movidas a biocombustíveis Faturamento com máquinas agrícolas cai 17% no 1º bimestre; setor projeta baixa e cenário desafiador em 2026 Visitantes da Agrishow 2025 em Ribeirão Preto, SP, conferem mapa da feira Érico Andrade/g1 Internet gratuita e aplicativo com IA A organização também garantiu uma melhor experiência digital aos visitantes. O público não só contará com wi-fi gratuito no recinto como também pode baixar gratuitamente o aplicativo oficial com melhorias. A plataforma, disponível nas lojas de aplicativo, não só permitirá acessar mapa interativo, programação e informações sobre os expositores, como também conta com uma inteligência artificial, chamada de Flora, que será capaz de indicar localizações de banheiros, estandes, praças de alimentação e horários de atrações e demonstrações, além de sugerir roteiros personalizados dentro da feira. O aplicativo ainda contará com um chat para que os próprios visitantes conversem entre si. Será possível fazer uma busca por perfis baseados em áreas de interesse e de atuação. Serviço Agrishow 2026 Data: 27 de abril a 1º de maio de 2026 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 - Ribeirão Preto (SP) Horário: das 8h às 18h Informações e ingressos: no site oficial da feira Ruas lotadas na Agrishow 2025 em Ribeirão Preto (SP). Rogener Pavinski/g1 Veja mais notícias da Agrishow 2026

Daniel Santos renuncia ao cargo de prefeito de Ananindeua

Publicado em: 05/04/2026 14:25

Daniel Santos, ex-prefeito de Ananindeua, na região metropolitana de Belém. Reprodução O prefeito de Ananindeua, Daniel Santos (Podemos), renunciou ao cargo na quinta-feira (2) para se candidatar a governador do Pará. A saída foi oficializada no Diário Oficial do Município da última sexta-feira (3), dentro do prazo legal de desincompatibilização eleitoral. ➡️ De acordo com as regras da Justiça Eleitoral, o afastamento é obrigatório para quem exerce função pública e pretende concorrer a outro mandato. Daniel Santos (Podemos) havia anunciado, em agosto de 2025, nas redes sociais, a pré-candidatura ao governo do Estado. Com a renúncia, o vice-prefeito Hugo Atayde (PSDB) será o novo chefe do executivo municipal. A cerimônia de posse será realizada no Plenário da Câmara Municipal, em data ainda não informada. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Carreira política Natural de Açailândia (MA), Daniel Santos nasceu em 25 de agosto de 1986. Formado em Medicina, ele se estabeleceu em Ananindeua, onde iniciou a trajetória na vida pública. Foi eleito e reeleito vereador, depois deputado estadual, chegando à presidência da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa). Em 2020, Daniel foi eleito prefeito de Ananindeua no primeiro turno e, na eleição municipal de 2024, conquistou a reeleição. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará

Palavras-chave: câmara municipal

A história da monobloco, a humilde cadeira branca de plástico que conquistou o mundo e inspirou Bad Bunny

Publicado em: 05/04/2026 13:40

Ricky Martin apareceu sentado em uma cadeira de plástico no show do intervalo de Bad Bunny no último Super Bowl, nos Estados Unidos. Kevin Mazur/Getty Images for Roc Nation Você pode não saber o nome dela, mas talvez esteja lendo esta reportagem sentado nela. Também é possível que tenha alguma recordação associada a elas. Pode ser o churrasco no quintal dos amigos, onde sempre cabe mais um, já que elas ficam empilhadas no canto. Ou a cerveja gelada no bar da praia, com os pés enterrados na areia, suando com o calor pelo contato com o plástico. A cadeira monobloco — aquela humilde cadeira de plástico, normalmente branca, que você sem dúvida conhece e onde já descansou tantas vezes — é o móvel mais utilizado do mundo, um objeto tão popular que transcendeu todas as fronteiras. Barata, versátil, leve e resistente às intempéries, a cadeira monobloco é fabricada com uma única peça de plástico, geralmente polipropileno, e se tornou um ícone de projeto industrial que desperta amor e ódio em igual medida. Bad Bunny faz primeiras apresentações no Brasil, em São Paulo Os detratores afirmam que sua onipresença a transforma em um símbolo de vulgaridade, de mau gosto, assassina da estética e um exemplo da cultura do descartável, com suas graves consequências para o meio ambiente. A cadeira de plástico chegou a ser proibida por dez anos nos espaços públicos da Basileia, na Suíça, porque elas prejudicavam, ao menos na visão das autoridades, a estética da cidade. Já os defensores destacam seu projeto democrático e todas as principais qualidades que levaram ao sucesso: ela pode ser empilhada, pesa pouco, é muito barata e, geralmente, possui um formato ergonômico que a torna muito cômoda. A monobloco ocupa lugar privilegiado na capa do premiado disco Debí Tirar Más Fotos, do artista porto-riquenho Bad Bunny, o que diz muito sobre esse laço sentimental que une tantas pessoas a esse tipo de cadeira e às lembranças que ela pode trazer. A cadeira monobloco está por toda parte Frank Bienewald/LightRocket via Getty Images/BBC A cadeira é fabricada injetando-se uma resina de plástico líquida em um molde a cerca de 230°C, que é resfriada e endurece em seguida. "A monobloco é a combinação do desejo tão arraigado entre os designers de criar a cadeira perfeita, fabricada de forma industrial", diz Paola Antonelli, diretora do Museu de Arte Moderna de Nova York, nos Estados Unidos (MoMA, na sigla em inglês), no vídeo relativo à exposição Pirouette: Turning Points in Design (Pirueta: Pontos de Inflexão no Design, em tradução livre), de 2025. Como essa cadeira foi inventada Os designers começaram a fazer experimentos com a fabricação de cadeiras com uma só peça de material na década de 1920. Os primeiros testes utilizaram uma chapa metálica, que era prensada, ou madeira laminada. Mas foi em 1946 que o desenvolvimento do plástico como material resistente e com enorme versatilidade levou o arquiteto canadense Douglas Colborne Simpson (1916-1967) a criar, em colaboração com o engenheiro James Donahue (1917-1996), um protótipo de cadeira empilhável com uma única peça de plástico. Esta cadeira pode ser considerada a primeira monobloco da história, mas não saiu do protótipo. Nos anos que se seguiram, os avanços com materiais conhecidos como termoplásticos permitiram a industrialização do processo. Para isso, foram empregados pellets ou pequenas bolinhas de material plástico como polipropileno. Ao serem aquecidas, elas se liquefazem e podem ser injetadas em um molde. E a tecnologia também permitia a fabricação desses moldes em cores chamativas. Produtos vindos desta inovação viraram símbolos do design industrial, como a cadeira Panton, criada entre os anos 1958 e 1967 pelo designer dinamarquês Verner Panton (1926-1998); a cadeira Bofinger, criada entre 1964 e 1967 pelo arquiteto alemão Helmut Bätzner (1928-2010); a Selene (1961-1968), do projetista italiano Vico Magistretti (1920-2006); e a Universale (1965), do também italiano Joe Colombo (1930-1971). Todos esses modelos hoje são objetos de desejo de colecionadores e amantes do design, principalmente de interiores. Eles podem ser encontrados nos museus e em lugares sofisticados. Mas como passamos da Panton ou da Bofinger para a humilde cadeira de plástico das praias? A fabricação dessas peças continuava sendo cara, mesmo de forma industrial. Até que, em 1972, o engenheiro francês Henry Massonet (1922-2005) criou sua Fauteuil 300 (Cadeira 300, em tradução), considerada o arquétipo da cadeira de plástico barata, segundo o museu de design Vitra, localizado na cidade de Weil am Rhein, no sudoeste da Alemanha. Para aprimorar a eficiência do processo de fabricação, Massonet conseguiu reduzir a duração do ciclo de fabricação para apenas dois minutos e comercializou a cadeira através de sua empresa, a Stamp. A Fauteuil 300 tinha braços e era muito parecida com a monobloco de hoje. Mas, inicialmente, ela não foi muito popular, já que teve o azar de surgir junto com a primeira grande crise do petróleo, em 1973. "Os móveis de plástico haviam sido um presságio do futuro, mas, naquela época, eram considerados cada vez piores", diz sua descrição no Vitra. "Isso como resultado não apenas do aumento do preço da matéria-prima, mas também de uma nova consciência ambiental." Branca ou colorida, a cadeira monobloco é onipresente nas praias, como nesta imagem da praia do Francês, localizada em Alagoas Getty Images/BBC Mas Massonet nunca patenteou sua invenção, segundo Paola Antonelli, que é diretora do departamento de arquitetura e design do MoMA, em Nova York. Isso permitiu que muitas empresas copiassem seu processo de fabricação e seu modelo, que foi alterado várias vezes. Na década de 1980, o grupo francês Grosfillex conseguiu fabricar sua cadeira de jardim de resina a um custo tão baixo que pôde lançá-la no mercado a preços muito competitivos, multiplicando exponencialmente sua popularidade e transformando a monobloco em um produto de massa. Durabilidade Em muitos lugares, a quebra de uma perna não significa que a cadeira será jogada fora Getty Images/Via BBC Dê uma olhada nos seus álbuns de fotos, como fez Bad Bunny. Essa cadeira certamente aparece em mais de uma imagem, seja na sua casa, seja nas suas viagens mais exóticas. Você a encontra, por exemplo, na medina de Rabat, no Marrocos; em uma reunião política em Marselha, na França; em um restaurante nas ruas de Pequim, na China; revestida de tecido em uma festa de casamento em Buenos Aires, na Argentina; ou nas ruas de alguma pequena cidade mediterrânea, onde as vizinhas a levam à tarde para passear e conversar ao ar livre e ver o tempo e a vida passarem. E não há só cadeiras brancas. Elas são fabricadas em muitas cores, com designs diferentes, com e sem braços, de diversas qualidades. Mais de uma vez, os pés dos modelos mais econômicos foram quebrados ao receberem alguém mais pesado ou que gosta de se balançar. Mas outras duram décadas. Calcula-se que a fabricação da cadeira monobloco custe cerca de US$ 3 (cerca de R$ 16) e, em muitos lugares, ela chega a ser vendida por apenas US$ 10 (cerca de R$ 52), o que faz dela um objeto onipresente. Mas US$ 10 não valem o mesmo em Acra (Gana) e em Berlim (Alemanha). Por isso, em algumas sociedades ricas, ela é um objeto que é jogado fora quando estraga. Mas, em muitos outros lugares, é consertada e adaptada às necessidades dos usuários. Cadeiras brancas de plástico costuradas com arame ou presas com talas são comuns em bairros mais humildes e nas zonas rurais de muitos países. Por isso, a cadeira monobloco encarna um paradoxo, segundo Antonelli, do MoMA. "Em alguns países, ela é produzida em massa e descartada rapidamente, enquanto, em outros, é valorizada e reparada, o que reflete diferentes percepções do seu valor." Para ela, "sua natureza multifacética simboliza a complexa cultura do consumo no mundo de hoje". Para o teórico social Ethan Zuckerman, o design de alguns objetos "atingiu tamanho grau de perfeição que eles não precisam ser adaptados para ter sucesso, seja na África, seja nos bairros residenciais dos Estados Unidos". Zuckerman foi diretor do centro de meios de comunicação cívicos do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, conhecido como MIT, na sigla em inglês. Seu estudo, intitulado Those White Plastic Chairs – The Monobloc and the Context-Free Object (Aquelas Cadeiras Brancas de Plástico — A Monobloco e o Objeto Livre de Contexto, em tradução livre) traz uma advertência para os críticos de objetos como esta cadeira tão popular. Para ele, "desprezá-los é um risco: os objetos como a monobloco alcançaram uma fama mundial com que poucos seres humanos sequer sonharam".

Palavras-chave: tecnologia

Compositor de Ribeirão Preto ganha destaque internacional com trilhas sonoras nos maiores streamings do mundo; conheça

Publicado em: 05/04/2026 12:33

Conheça compositor de Ribeirão Preto, SP, que escreve trilhas para streamings do mundo Guitarra, violão, bateria, contrabaixo, violino, piano e violoncelo são alguns dos instrumentos que o compositor Vitor Zafer, natural de Ribeirão Preto (SP), domina. Aos 36 anos, ele é o maestro por trás de trilhas sonoras de diversas produções nas maiores plataformas de streaming do mundo, como Netflix, Disney e HBO. Também produtor musical, Zafer entrou há 15 anos no mercado de trilhas sonoras, unindo duas paixões: música e cinema. Para Zafer, as redes sociais foram um ponto chave no início da carreira. Em 2011 ele se juntou a um grupo nas redes sociais com compositores e produtores musicais que postavam seus trabalhos, trocavam perguntas e conversavam sobre diversos temas. "Eu tinha feito uma música com piano e violino e postei lá falando: 'olha só, fiz uma música, depois deem uma olhadinha e tudo mais'. A partir dessa mostra do meu trabalho, é como se tivesse colocado numa vitrine e eu recebi o contato de alguns compositores para poder gravar o violino para eles gravar o instrumento." Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Vitor Zafer, compositor e produtor musical de Ribeirão Preto, SP Murilo Corazza/g1 O interesse do compositor pela área das artes começou dentro de casa, já que Vitor cresceu em um lar de músicos. "A gente morava em uma edícula no fundo de onde funcionava a escola de música da minha mãe. Então eu cresci literalmente dentro desse ambiente. Até a minha mãe brinca que os meus brinquedos, na época eram os instrumentos da escola." Mas nem só de sons se vive um músico. O produtor também construiu uma relação com o universo do audiovisual. "Acho que eu desenvolvi uma uma relação muito íntima com os filmes. E é daí que nasce a vontade de fazer música para filme, para série, para o audiovisual de maneira geral." Aproximação pelas redes sociais Apesar do multi-instrumentista ter crescido com o universo da música, foi a conectividade da geração que abriu as portas para que a paixão se tornasse profissão, diz. A partir de pesquisas, buscando entender como funcionava o mercado audiovisual no Brasil, Zafer descobriu que a característica das trilhas sonoras despertavam nele o desejo de compor para filmes. "Como eu sempre tive essa influência, desde de música, de orquestra, de música popular, de instrumento solo, eu vi ali uma oportunidade de colocar tudo junto." Vitor Zafer, compositor e produtor musical de Ribeirão Preto, SP Murilo Corazza/g1 Ele começou a compor, mas ainda precisava de um espaço para divulgar as músicas. Foi quando ele viveu a virada de chave necessária para começar a trabalhar. Aos 22 anos ele se juntou a comunidade no Facebook com compositores do país todo, que permitiu que suas composições fossem ouvidas. "Meu primeiro passo na indústria não é como compositor, mas é como músico instrumentista, gravando o meu instrumento para trilhas de cinema, de filmes, séries e tudo mais." Zafer diz que no início, achava que para fazer músicas precisaria estar nas capitais. Com o tempo, ele encontrou espaço para produzir e compor na cidade natal. "Nossa geração ela viveu em uma expansão da tecnologia muito grande e muito rápida, que é o principal elemento que mudou para todos nós é a conectividade. Então eu comecei fazendo aqui de Ribeirão Preto, fazendo para São Paulo, depois fazendo trabalhos com projeção nacional, depois fazendo também para para fora do Brasil. Mas eu acho que essa conectividade me permitiu estar sempre aqui e fazendo daqui para fora." A tecnologia deu o empurrão para o músico, mas no dia a dia ele regata as raízes com o analógico como suas principais referências. Vitor diz que, quando era criança, tinha o costume de assistir a filmes alugados em fita VHS mais de uma vez para analisar os detalhes. "Sempre passava o final de semana com a minha mãe em casa assistindo alguma coisa nova. Tinha essa coisa de assistir mais de uma vez, de gostar daquela história. Sempre assisti os filmes assim. Vou ouvindo a música, prestando atenção nas cores e na história." LEIA TAMBÉM: Centenária, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto foi criada após incêndio em teatro; conheça a história Orquestra Sinfônica comemora 100 anos com concertos especiais em Ribeirão Preto, SP Do roteiro à trilha Em tantos anos na indústria da música e do cinema, Zafer precisou desenvolver uma forma de compor as músicas com criatividade e inspiração, mas sem ultrapassar o deadline. O tempo é muito aliado do nosso trabalho, mas ao mesmo tempo é um desafio. Em 2026, os prazos são cada vez menores. Então tem algumas técnicas para conseguir desenvolver um trabalho, às vezes com alguma referência. Se eu estou num momento sem muita inspiração, eu pesquiso uma uma referência pra um trabalho e a partir daquilo me vem algumas ideias, que é um ponto de partida para que eu possa criar alguma coisa nova e legal Vitor Zafer, compositor e produtor musical de Ribeirão Preto, SP Murilo Corazza/g1 Mesmo com a prática em dia, cada trabalho tem sua particularidade, diz. As ideias de trilhas surgem de formas diferentes, segundo o produtor. "Muitas vezes nasce de uma ideia do zero, às vezes chega essa ideia pronta, às vezes chega um roteiro que ainda não tem nada filmado e eu começo a pensar música a partir do roteiro. As vezes chega ao filme já com uma montagem pronta. As vezes chega o filme com uma música de referência que o diretor já gostou. Então eu acho que são várias possibilidades, tem diversos caminhos" Foram muitos projetos nos últimos 15 anos, mas um trabalho chamou a atenção no portfólio de Zafer. Ele fez parte da composição da trilha sonora da animação "Tito e os Pássaros", pré-indicada ao Oscar em 2019. A animação recebeu diversos prêmios e o compositor relembra o processo de gravação. "Gravamos com orquestra em Londres e em Portugal. Também gravamos no estúdio dos Beatles, o Abbey Road. Foi um trabalho muito premiado e que, evidentemente, me colocou no radar. Foi gostoso de realizar, com orquestra e com bastante coisa programada também." Em um salto para 2026, o compositor comentou que o projeto mais recente que finalizou envolve a Copa do Mundo. "É um documentário que vai ser lançado esse ano. Foi um trabalho muito legal, que a gente teve a oportunidade de trabalhar músicas brasileiras com gêneros brasileiros e também as músicas com um estilo mais cinematográfico e com cordas, com um dramaticidade. Então, foi um documentário muito versátil." Vitor Zafer, compositor e produtor musical de Ribeirão Preto, SP Murilo Corazza/g1 Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

Palavras-chave: tecnologia

'Inspirado na arte indígena': Ovos de Páscoa em cerâmica marajoara valorizam sabores e cultura da Amazônia

Publicado em: 05/04/2026 11:48

Mestre ceramista Carlos Pantoja é quem produz as cerâmicas dos ovos de Páscoa amazônicos que resgatam a origem já na embalagem. Arquivo pessoal / Divulgação 🏺🐰 Ovos de Páscoa que unem sabores amazônicos intensos à tradição milenar da cerâmica marajoara feita em Belém estão conquistando o público e críticos nacionais nesta temporada. A aposta, que nasce no Pará e combina ingredientes da biodiversidade amazônica com o trabalho artesanal de comunidades tradicionais, transformou o produto em um item de desejo que vai muito além do chocolate. 🤔 Ao invés de plásticos, tecidos e caixas convencionais, por que não colocar os ovos de Páscoa "embalados" em cerâmicas que revelam a origem do chocolate? No centro dessa valorização está o mestre ceramista Carlos Pantoja. Morador de Icoaraci, distrito de Belém, ele acumula 45 anos de experiência no ofício e faz parte da comunidade tradicional formada por cerca de 200 ceramistas da região. Mestre Pantoja é o responsável por dar forma às embalagens que se tornaram o diferencial da Mágio — Chocolates da Amazônia. Agora em São Paulo, a marca é a antiga De Mendes, empresa paraense de biotecnologia de alimentos do engenheiro, pesquisador e chocolatier César De Mendes. A ideia dos ovos de Páscoa de cerâmica surgiu há quatro anos, a partir de um convite do próprio César, que viabilizou a criação com o setor técnico de cadeia produtiva da empresa. Assim, o processo criativo é colaborativo, mas a alma das peças vem da ancestralidade. “Meu trabalho é inspirado na arte indígena marajoara antiga, junto com a inovação da cerâmica icoaraciense", explicou o mestre Pantoja. 🏺 Desde 2022, o artesanato cerâmico feito em Icoaraci foi instituído como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Município de Belém. Paraense produz chocolate de alto padrão com sementes de cacau nativo Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Nos primeiros anos, a produção era limitada para presentear amigos e familiares de colaboradores da biotech. Foi somente em 2026 que os ovos na cerâmica começaram a ser comercializados oficialmente na temporada da Páscoa, sem perder o selo de exclusividade. "Há quatro anos começamos a produção dos ovos de cerâmica em poucas quantidades. Ao longo dos anos, a produção só tem aumentado", contou Pantoja. 🏺 No ritmo do barro Mestre Carlos Pantoja em Icoaraci. Arquivo pessoal Enquanto o chocolate é preparado, as peças de cerâmica seguem um cronograma rigoroso que respeita o tempo da natureza e das mãos humanas. Ou seja, diferente da produção industrial, as etapas destes ovos de Páscoa exigem um planejamento que atravessa o ano inteiro. “A produção começa com a retirada do barro pelas comunidades ribeirinhas. Depois vem o beneficiamento, a modelagem, o grafismo, a secagem, a queima, a pintura e o empacotamento”, revelou Pantoja. 🗺️ O mestre explicou que esse ciclo garante que cada peça carregue não apenas o design, mas a história do território: utilizar essa cerâmica é uma forma de reconhecer a arte que já existia na Amazônia muito antes do período colonial. "A produção dos ovos de cerâmica foram feitos no 'icoaraciense'. Os traçados 'icoaracienses' são incisões profundas no barro, feitas quando a peça ainda está úmida. A inspiração dos traçados vem da cerâmica marajoara, com diversos estilos de grafismos (indígenas)." Cerâmica feita em Icoaraci com traços marajoaras é "casa" para o ovo de chocolate amazônico. Divulgação Para ele, ver a própria arte ganhar o Brasil por meio da Páscoa é uma forma de manter viva a memória do Pará. “A cerâmica marajoara carrega uma história muito antiga, e poder levar isso para um produto como esse é uma forma de manter essa cultura viva”, completou o ceramista. 📍 Cacau com endereço: 'de onde vem o meu chocolate?' Em edição limitada, a marca oferece três versões de ovos de Páscoa acompanhados da cerâmica: chocolate ao leite com praliné de avelã e caramelo de maracujá; chocolate ao leite com recheio de praliné de avelã; e chocolate ao leite com recheio de cupuaçu. "Todo o cacau que dá origem aos três sabores é adquirido de comunidades ribeirinhas, indígenas e agricultores familiares que cultivam a fruta 100% em sistemas agroflorestais ou em áreas de regeneração, onde o cacau cresce com outras riquezas da floresta, como o açaí, o taperebá, a castanha-do-pará e a pimenta-do-reino", detalhou a diretora de cadeia produtiva Cláudia Davis. Processo de produção do cacau e início do beneficiamento. Divulgação Segundo ela, para alcançar o padrão de chocolate premium, são mantidas equipes permanentes no Pará que oferecem assistência técnica contínua aos fornecedores. O trabalho foca no manejo das lavouras e, especialmente, nas etapas de fermentação e secagem — momentos cruciais para que os aromas e sabores do cacau se desenvolvam plenamente. Todo processo é feito no Pará e a finalização (moldagem e embalagem) é na fábrica em São Paulo, onde também fica a loja da Mágio — Chocolates da Amazônia. A marca é a antiga De Mendes, empresa paraense de biotecnologia de alimentos do engenheiro, pesquisador e chocolatier César De Mendes. 📲 A transparência do percurso completo, do Pará a São Paulo, é garantida por um sistema de rastreabilidade de ponta a ponta. Por meio de um aplicativo próprio, o produtor registra fotos de cada etapa da produção, mesmo sem acesso imediato à internet. Esses registros são validados via blockchain, (banco de dados digital), o que garante que as informações não serão alteradas e assegura ao consumidor a origem exata e a transparência do chocolate que chega a ele. 🌳 Paraense da casca ao recheio Cupuaçu é uma fruta nativa da Amazônia. Do Pará, o cupuaçu virou recheio de ovo de Páscoa com chocolate premium. Divulgação 😋 Se por fora a cerâmica encanta, por dentro o recheio reforça a identidade regional. Ingredientes como o cupuaçu são protagonistas. Nativo da Amazônia, a fruta "azedinha", em contraste com o dulçor do chocolate ao leite, garantiu o equilíbrio aprovado pelo público que incluiu o sabor entre os "melhores do ano" da temporada de Páscoa nas redes sociais e em revistas de gastronomia. “Fazer o nosso principal ovo com cupuaçu é parte dessa valorização dos ingredientes nativos. O cupuaçu foi muito bem avaliado, e isso tem a ver com essa valorização da brasilidade e dos ingredientes locais”, afirmou o diretor executivo da marca, Renan Tanzillo. VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.

Palavras-chave: tecnologia

Uberlândia tem 35 mil infrações de trânsito a mais em um ano; veja ranking das mais cometidas

Publicado em: 05/04/2026 11:20

Número de passageiros caiu cerca de 80% em Uberlândia; carros; centro Reprodução/ TV Integração O número de infrações de trânsito aumentou 8% em Uberlândia, entre 2024 e 2025. Em 2025, foram registradas 492.867 infrações, o que representa 35 mil a mais do que em 2024, que fechou com 457.525 registros. Os dados são do Departamento Estadual de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG). Os tipos de infração são classificados entre "leve" e "gravíssima", com multas que variam de R$ 88,8 a R$ 880,41. ✅ Clique aqui e siga o perfil do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo o Detran-MG, o "aumento de infrações de trânsito em uma cidade pode ser atribuído a diversos fatores e, frequentemente, os dados refletem mudanças na forma de fiscalização, no fluxo viário ou na gestão do trânsito." O excesso de velocidade lidera a lista de infrações com mais de 240 mil em 2025. Em seguida vêm violações relacionadas ao excesso de velocidade, não identificação do motorista infrator e uso de cinto de segurança. Principais infrações de trânsito em 2025 Transitar em velocidade superior à máxima permitida em até 20%: 240.263 registros Avançar o sinal vermelho do semáforo: 45.789 registros Transitar em velocidade superior à máxima permitida em mais de 20% até 50%: 28.606 registros Multa por não identificação do condutor infrator (quando a infração é de responsabilidade de um determinado condutor e este não é identificado no ato do cometimento da infração, nem sendo o proprietário do veículo): 17.978 registros Deixar de usar o cinto de segurança, sendo condutor ou passageiro: 14.099 registros No caso de excesso de velocidade, as multas variam entre R$ 130,16 a R$ 880,41. O valor mais alto é pago quando a velocidade excedida fica acima de 50% do limite, o que é considerada infração gravíssima. Os pontos na carteira vão de 4 a 7. Já no caso de avançar o sinal vermelho, a multa também é considerada gravíssima e dá penalidade de R$ 293,47, além de 7 pontos na carteira. Em nota, o Detran-MG destacou a intensificação da fiscalização e a ampliação da capacidade de registro por meio do Autua, um aplicativo utilizado por agentes de trânsito em celulares para registrar infrações instantaneamente, substituindo blocos de papel. Conforme o Detran-MG, o órgão não tem nenhum radar de gestão própria. As infrações incluem vários órgãos de fiscalização, como a Prefeitura, Polícia Rodoviária Federal, Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit). Apenas pelo Detran-MG foram feitas 46.286 autuações em 2025 e 30.983 em 2024, um aumento de quase 49% no comparativo entre os dois anos. Essas infrações específicas são feitas pelos agentes de trânsito da Polícia Militar de Minas Gerais. Leia mais: Mais de 1,3 mil motoristas são multados por excesso de velocidade na região Câmeras com IA flagram falta de cinto e uso de celular em rodovias Excesso de velocidade e avançar o sinal lideram infrações em Uberlândia O departamento também explicou que alguns motivos contribuem para o aumento, como: Uso de tecnologias como radares e videomonitoramento para fiscalização; Alterações na sinalização e no ordenamento do trânsito, que demandam adaptação dos condutores; Crescimento da frota, do fluxo viário e aspectos comportamentais, como excesso de velocidade e uso de celular ao volante. Comportamento no trânsito Em relação ao comportamento, a psicóloga e advogada especialista em trânsito, Rosalia Pereira de Melo Neves, acredita que muitas infrações são resultado de um conjunto de aspectos do dia a dia, como distração, pressa e falta de atenção. "Às vezes começa com pequenas decisões, como não prestar tanta atenção numa sinalização, dar aquela acelerada a mais ou ir no automático. E quando isso vira hábito, a chance de infração aumenta bastante. Quando a pessoa está ansiosa ou com pressa, ela tende a dirigir mais no impulso do que na atenção", disse. Ainda de acordo com a profissional, que busca entender como as pessoas se comportam dirigindo, cidades como Uberlândia têm movimento intenso e naturalmente aumenta o nível de estresse. "Quando a cidade cresce rápido, você tem perfis de motoristas bem diferentes convivendo — gente mais experiente, gente mais insegura, estilos diferentes de direção — e isso pode gerar mais conflito no trânsito. Tudo isso junto acaba favorecendo comportamentos mais impulsivos e, consequentemente, mais infrações", avaliou. Orientações simples ajudam a evitar essas infrações de trânsito, como: Sair com antecedência, principalmente nos horários de pico (7h, 12h e 18h); Evitar dirigir irritado; Prestar atenção nos sinais de estresse; Não levar o trânsito para o lado pessoal pra evitar reações violentas. ASSISTA: Integração Auto: Infrações de trânsito mais comuns colocam motoristas em risco Integração Auto: Infrações de trânsito mais comuns colocam motoristas em risco VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

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Presidente da Aleam, Roberto Cidade assume o governo do Amazonas após renúncias; veja trajetória política

Publicado em: 05/04/2026 10:33

Presidente da Aleam, Roberto Cidade assume o governo do Amazonas após renúncias. Herick Pereira O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Roberto Cidade (União Brasil), assumiu neste sábado (4), o governo do estado. A posse ocorre após as renúncias simultâneas do governador Wilson Lima (União Brasil) e do vice Tadeu de Souza (Progressistas). A sucessão é automática, prevista na Constituição Estadual. Como presidente da Aleam, Cidade passa a comandar o Executivo em meio à transição política, a seis meses das eleições gerais de 2026. Natural de Manaus, Roberto Cidade tem 39 anos e está em seu segundo mandato como deputado estadual. Desde 2021, preside a Aleam e já foi reconduzido três vezes, feito inédito na história da Casa. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Trajetória política Roberto Cidade iniciou a carreira política em 2016, ao disputar vaga de vereador em Manaus. Recebeu 6.285 votos e ficou como suplente. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Dois anos depois, assumiu cadeira na Câmara Municipal de Manaus, onde participou de votações relevantes, como a Lei Orçamentária do município. Ainda em 2018, foi eleito deputado estadual com 33.239 votos, o segundo mais votado do estado. Na Aleam, começou em 2019 como 3º vice-presidente da Mesa Diretora e presidiu a Comissão de Transportes no biênio 2019-2020. Em dezembro de 2020, foi eleito presidente da Aleam no primeiro mandato, aos 34 anos. Tornou-se o mais jovem e o primeiro novato a comandar o Legislativo estadual. Na pandemia de Covid-19, liderou votações estratégicas, como a criação de auxílio estadual permanente, a aprovação da Lei do Gás e a liberação de recursos do Fundo de Fomento ao Turismo (FTI) para a saúde nos municípios. Consolidação política Em 2021, presidiu o Partido Verde no Amazonas. No ano seguinte, migrou para o União Brasil e virou líder da sigla na Aleam. Em 2022, foi reeleito deputado estadual com 105.510 votos, recorde histórico no Amazonas. Em 2023, foi reconduzido por unanimidade à presidência da Aleam e garantiu novo mandato para 2025-2026, somando três gestões seguidas. Em 2024, assumiu o diretório municipal do União Brasil em Manaus e teve a pré-candidatura à Prefeitura da capital oficializada. No pleito, recebeu 187.566 votos. Renúncias de Wilson Lima e Tadeu de Souza Wilson Lima e Tadeu de Souza renunciaram aos cargos de governador e vice do Amazonas. As cartas foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da Aleam neste sábado (4). Nos documentos, os dois comunicam oficialmente a saída. As renúncias têm efeito imediato desde 4 de abril de 2026. Na carta, Wilson Lima afirma que a decisão é “em caráter irrevogável e irretratável”. Ele explica que a medida cumpre o prazo de seis meses de desincompatibilização exigido pela lei eleitoral antes das eleições de outubro de 2026. Wilson Lima e Tadeu Souza renunciam aos cargos de governador e vice do Amazonas. Diego Peres/Secom “Visando o cumprimento do prazo de seis meses de desincompatibilização exigido para a disputa de novo cargo eletivo nas eleições gerais de 2026”, diz trecho do documento. Não houve anúncio prévio da decisão. Wilson Lima também não informou qual cargo pretende disputar nas eleições de 2026. O ex-governador também agradeceu à população do Amazonas e destacou a parceria institucional com a Assembleia Legislativa durante o período em que esteve à frente do Executivo estadual. O vice-governador, Tadeu de Souza, apresentou carta semelhante, na qual também declara a renúncia em caráter irrevogável e menciona os mesmos fundamentos legais. Ele agradeceu ao povo amazonense e ao Legislativo estadual pelo período em que exerceu a função.

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USP investe em primeira fábrica de semicondutores do Brasil capaz de produzir 60 milhões de chips

Publicado em: 05/04/2026 08:51 Fonte: Tudocelular

Em meio à crescente disputa global por tecnologia de hardware, o Brasil começa a dar sinais de que quer mudar sua posição no mapa dos semicondutores. A Universidade de São Paulo (USP) lidera uma iniciativa que pode transformar a produção nacional com um conceito inovador e escalável, mirando autonomia em um dos setores mais estratégicos da atualidade. Os chips são peças fundamentais para praticamente tudo no mundo moderno, de smartphones a carros conectados. No entanto, o país ainda depende fortemente de importações, especialmente de mercados asiáticos como China e Taiwan, algo que já mostrou sua fragilidade em momentos de crise global. Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas

Publicado em: 05/04/2026 07:30

Fazenda que hospedou Dom Pedro II abre para visitação em Tietê Reprodução/TV TEM Uma paisagem que encanta, um lugar tranquilo para se conectar com a natureza e uma viagem no tempo. A histórica Fazenda da Serra, em Tietê (SP), cujo casarão de mais de 1.200 m² foi construído em meados de 1800, está abrindo suas portas para visitação, revelando um capítulo importante da história do Brasil. No final do Império, em 1879, a fazenda teve a honra de hospedar por cerca de uma semana o Imperador Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina. Entusiasta das ciências e da tecnologia, o monarca visitou a região para inaugurar uma ferrovia e, principalmente, para conhecer o manejo e a agricultura de ponta da época, durante o auge do ciclo do café. O que era parte do imaginário local agora poderá ser visto de perto em eventos pontuais ao longo do ano. Tesouros da época imperial A fazenda guarda preciosidades que remontam à visita. O corrimão da escadaria principal foi importado da França em 1876, especialmente para receber o imperador. O piso de madeira, a porta de entrada e até uma pia na sala são originais da época. Parte da pintura em estilo afresco foi cuidadosamente restaurada, mantendo viva a atmosfera do passado. Segundo relatos, Dom Pedro II tinha o costume de plantar uma palmeira imperial em cada local que visitava. Embora a árvore plantada na fazenda tenha caído com o tempo, seu tronco permanece no local como um vestígio da visita. De memória de família a atração turística As irmãs Regina Helena Dahas de Carvalho e Roselene Carvalho Santili herdaram a fazenda e, junto com suas filhas, preservam essa memória. Elas relembram a infância marcada pela presença do imperador no imaginário. "A vida toda brincamos aqui falando: 'Dom Pedro passou por aqui'", contam. Elas mencionam a construção de um "quarto de banho" com água corrente de mina, uma exigência do monarca na época. Agora, a família decidiu compartilhar essa riqueza com o público. Melina Santilli, filha de Roselene, está à frente da organização dos eventos. "Era algo que a cidade sempre pedia. Temos um patrimônio histórico muito importante para mostrar. Então, resolvemos abrir nossas portas", explica. As visitas guiadas incluirão novidades como um café da manhã e a degustação do café produzido na própria fazenda. Os eventos serão pontuais e divulgados previamente. A história completa, incluindo a senzala A experiência também oferece um olhar sobre o período da escravidão no Brasil. Os visitantes poderão conhecer a antiga senzala e a história de "Seu Pedro", um homem escravizado que, mesmo após a abolição, permaneceu na fazenda e viveu ali até os 105 anos, tendo conhecido pessoalmente Dom Pedro II. Ingrid Cury, uma das primeiras visitantes, se emocionou com a experiência. "É resgatar de onde viemos, a nossa história, os costumes. Cada pedacinho da fazenda me emociona, porque é como se a gente estivesse voltando nos livros de história e vendo um pouquinho da realidade da época", conclui. Veja a reportagem exibida no programa em 05/04/2026: Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais

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Páscoa com demo grátis: Jogo I Am Jesus Christ chega à Steam, mas há um porém

Publicado em: 05/04/2026 06:03 Fonte: Tudocelular

A tecnologia dos games agora chega a um território inesperado: a recriação interativa de histórias religiosas. E isso pode ser visto na prática no lançamento I Am Jesus Christ, que transforma um dos relatos mais conhecidos da humanidade em uma experiência digital imersiva e jogável. O título foi anunciado em 2022, mas chegou oficialmente à Steam na última quinta-feira (02) que, coincidentemente, era véspera o feriado religioso em que se recorda da crucificação de Jesus. Com um estilo de simulação que faz o título parecer um “The Sims gospel”, será possível reviver momentos icônicos no Novo Testamento, desde o batismo até a ressurreição, incluindo a realização de milagres conhecidos. Clique aqui para ler mais

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Startup de Roraima lança aplicativo que orienta produtores sobre uso correto de defensivos

Publicado em: 05/04/2026 06:00

Aplicativo criado por startup em Roraima auxilia agricultores com uso de defensivos agrícolas. Divulgação/Meu Campo Soluções Um grupo de empreendedores de Roraima criou o aplicativo "Meu Campo" de consultoria remota para ajudar produtores rurais a melhorar a colheita e a segurança no campo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp A ferramenta usa tecnologia para orientar agricultores sobre o uso correto de defensivos agrícolas, funciona até sem internet e já atende produtores de diversas regiões do estado. "Percebemos que muitos [produtores] não tinham conhecimento sobre as quantidades corretas de defensivos agrícolas e os equipamentos de segurança. Desenvolvemos uma espécie de consultoria remota, que pode ser acionada a qualquer momento, até mesmo off-line", relata Kácio Mourão, relações públicas da Meu Campo Soluções. O projeto nasceu como uma startup, modelo de negócio inovador e com alto potencial de crescimento. Esse formato tem impulsionado ideias sustentáveis em Roraima. "Hoje em dia, nosso aplicativo já tem uma primeira versão atuando em produções. Já prestamos auxílio a produtores do PA Nova Amazônia, Bom Intento, Água Boa e outras regiões. Nosso foco é simples: buscar meios e modos e resolver o problema à distância", explica Arthur Oliveira, desenvolvedor do "Meu Campo". Embora o setor local ainda esteja em fase de consolidação, o estado já começa a estruturar uma rede de apoio entre empreendedores, universidades e instituições para desenvolver soluções tecnológicas. Empreendedores da Meu Campo Soluções explicam proposta de app que ajuda no gerenciamento da terra. Nylo Monteiro/Rede Amazônica Potencial de expansão A ideia surgiu da parceria de profissionais de diferentes áreas com o propósito de melhorar a vida no campo. Atualmente, diversos agricultores utilizam o sistema, e a meta do grupo é expandir esse número até o final do ano. Segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Roraima possui hoje 126 startups mapeadas em diferentes áreas da economia. A maior parte desses negócios ainda está em estágio inicial, mas já demonstra potencial para gerar inovação. "O Sebrae atua com uma frente de apoio às startups através de consultorias, eventos, palestras e até mesmo com incentivo a créditos. Com o crescimento do agronegócio aqui no estado, têm surgido cada vez mais startups nesse ramo", ressalta Lucas Basgal, gestor de Fortalecimento da Inovação e de Startups do Sebrae-RR. Boa Vista concentra esse movimento, reunindo 109 empresas do tipo, o que consolida a capital como o principal polo tecnológico do estado. Startup Meu Campo Soluções é mais uma que inova com tecnologia no campo em Roraima. Divulgação/Meu Campo Soluções Apoio a startups no estado Criar uma empresa de inovação não é algo restrito a profissionais de tecnologia. Qualquer empreendedor pode desenvolver o próprio negócio, desde que apresente uma proposta diferenciada e com potencial de crescimento. "A gente está planejando este ano lançar um edital de aceleração que vai pegar startups que estão no início, e acompanhar de perto esses projetos e ideias inovadoras para que eles possam ter voos mais altos", planeja Basgal. Apesar da expansão do agronegócio, empreender com inovação ainda envolve desafios. Entre os principais obstáculos em Roraima estão o acesso a investimentos, a formação de mão de obra especializada e a conexão com mercados mais amplos. "Não foi fácil criar esses métodos, mas o trabalho em conjunto e o apoio do Sebrae foram o nosso ponto-chave", avalia Arthur Oliveira. Kácio Mourão complementa: "A gente tem especialistas de todas as áreas. É aquela coisa: o campo cresce e a gente também cresce". Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

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Dispositivo 3D da Unicamp recria ambiente da medula óssea e abre caminho para novos testes de remédios

Publicado em: 05/04/2026 06:00

Dispositivo 3D da Unicamp recria ambiente da medula óssea Pesquisadores da Unicamp desenvolveram um dispositivo 3D que recria, em laboratório, o ambiente da medula óssea. A tecnologia está em fase inicial de testes e, segundo os responsáveis pelo estudo, pode abrir caminho para novas formas de testar medicamentos. Os experimentos foram realizados com células de animais, em ensaios pré-clínicos e in vitro. Até o momento, o dispositivo não foi testado em humanos. Como funciona? O equipamento foi criado para reproduzir, fora do corpo, as condições que permitem a formação do sangue. Esse processo acontece na medula óssea e depende da interação entre diferentes tipos de células. De acordo com o pesquisador Marcus Corat, do Laboratório de Modelos Biológicos do Centro Multidisciplinar para Investigação Biológica (Cemib), o dispositivo consegue “mimetizar o ambiente de sinalização na medula óssea, onde você pode produzir células sanguíneas”. Na prática, ele funciona como uma estrutura onde essas células ficam organizadas e conseguem se comunicar, o que ajuda a manter a atividade por mais tempo. Dispositivo 3D imita ambiente da medula óssea em laboratório Igor Alisson/Inova Unicamp Oito anos de estudo O estudo começou há cerca de oito anos. Primeiro, os pesquisadores buscaram entender como recriar, em laboratório, a comunicação entre as células da medula óssea. Durante essa etapa, eles identificaram uma combinação de células que conseguiu preservar por mais tempo as características das células-tronco responsáveis pela formação do sangue. A partir daí, desenvolveram o dispositivo em 3D, feito de um material compatível com o corpo humano. Ele funciona como uma estrutura onde as células ficam organizadas e conseguem se manter vivas e funcionando. 'Minifábrica' de células Uma das principais aplicações em estudo é o uso da tecnologia para testar medicamentos. “[A ideia é que] A gente consiga testar in vitro diferentes drogas antes de tentar fazer isso com paciente. Então a gente consegue eliminar o uso de animais para fazer alguns testes na questão da hematopoese [produção de células sanguíneas]”, explica o pesquisador. Outra possibilidade, um pouco mais distante, é usar o dispositivo como um implante no corpo humano. A ideia é que ele funcione como uma espécie de “minifábrica” de células sanguíneas. “Nesse caso, ele poderia servir como um minitransplante dentro do organismo da pessoa e verificar se existe alguma rejeição”, afirma. A tecnologia teve pedido de patente depositado e está disponível para licenciamento, segundo os pesquisadores. Corat reforça que ainda vai levar tempo até que isso chegue aos pacientes. “Quando você tem alguém na família que poderia se beneficiar desse tipo de coisa, essa pessoa quer isso para ontem, mas existe todo um caminho científico e ético que precisa ser seguido”, frisa. Pesquisador Marcus Corat, do Laboratório de Modelos Biológicos do Centro Multidisciplinar para Investigação Biológica (Cemib) Igor Alisson/Inova Unicamp VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

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Velório de ex-prefeito tem banda, cerveja, buffet completo e até fogos de artifício em MG; VÍDEO

Publicado em: 05/04/2026 05:00

Velório com banda, fogos e comida farta chama atenção em MG Um velório com música, fogos de artifício, buffet completo e bebidas chamou a atenção de moradores de Cláudio, no Centro-Oeste de Minas. A despedida de Onias Guimarães Tolentino, de 74 anos, conhecido como 'Nanico' e ex-prefeito da cidade, foi marcada por um clima festivo, exatamente como ele havia pedido em vida, segundo familiares. A cerimônia, realizada no fim do mês passado, começou por volta das 6h e seguiu ao longo do dia, com tira-gostos, salgadinhos, refrigerantes e cervejas e até whisky para os convidados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Durante o velório, houve apresentação musical e até queima de fogos. No caixão, foram colocados itens simbólicos, como maços de cigarro, em referência aos hábitos do homenageado, que fumava em vida. Ele morreu após não resistir a um procedimento cirúrgico na vesícula. O ambiente, diferente do tradicional silêncio, foi marcado por momentos de emoção e também de celebração. De acordo com a família, a proposta era transformar a despedida em um encontro de lembranças e alegria. “Foi do jeito dele. Antes de 12h, muita gente estava chorando e, depois, já estava todo mundo alegre, dançando, do jeito que ele gostava. Ele era muito querido, não é porque era meu irmão, mas era uma pessoa fora da curva”, contou o irmão, Américo Tolentino. Velório de ex-prefeito tem banda, cerveja, buffet completo e até fogos de artifício em Cláudio Divulgação A escolha por um velório festivo partiu do próprio Onias, que havia manifestado o desejo de uma despedida leve. O pedido foi respeitado pelos familiares, que organizaram a cerimônia de acordo com a vontade dele. O formato incomum gerou repercussão na cidade, mas, segundo quem participou, o momento foi conduzido com respeito e marcado por boas memórias. Figura conhecida Onias Guimarães Tolentino foi prefeito de Cláudio em 1990 Reprodução/Redes Sociais Conhecido em Cláudio, Onias teve atuação na vida pública e na comunidade. Ele jogou futebol no Guarani de Divinópolis e foi prefeito do município em 1990. Familiares também destacam o perfil solidário, com ajuda frequente a moradores, muitas vezes de forma anônima. “Ele nunca fez nada para se vangloriar. Ajudava muita gente de forma anônima. Formou mais de 10 pessoas em faculdades. Meu irmão era muito do bem, uma pessoa maravilhosa”, finalizou Américo Tolentino. Em nota divulgada nas redes sociais, a Câmara Municipal de Cláudio lamentou a morte do político: Câmera de Cláudio lamenta morte do ex-prefeito Onias Guimarães Tolentino Câmera de Cláudio/Divulgação VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

Palavras-chave: câmara municipal

Microsoft muda regra da Lixeira do OneDrive no PC e isso pode confundir muita gente

Publicado em: 05/04/2026 04:29 Fonte: Tudocelular

A Microsoft está preparando uma mudança silenciosa, mas com impacto gigante e direto no dia a dia de quem usa o OneDrive. A partir do próximo mês, deletar um arquivo na nuvem não será mais tão simples de reverter no computador, e isso pode pegar muitos usuários de surpresa. A empresa confirmou que arquivos excluídos diretamente do OneDrive deixarão de aparecer na Lixeira do Windows ou no Trash do macOS. Na prática, isso significa que o conteúdo apagado na nuvem desaparecerá também do dispositivo local, sem passar pelo caminho tradicional de recuperação. Clique aqui para ler mais

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