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IFRN abre 258 vagas em cursos de graduação; ingresso ocorre com notas do Enem

Publicado em: 01/06/2026 10:19

IFRN Instituto Federal do Rio Grande do Norte Campus Natal Central Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi/ARQUIVO O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) abriu inscrições para um processo seletivo que oferece 258 vagas de graduação. O ingresso é previsto no segundo semestre de 2026. A seleção é voltada para pessoas candidatas que tenham concluído o ensino médio e que realizaram alguma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entre os anos de 2021 e 2025. 📁 CLIQUE AQUI PARA VER O EDITAL 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de junho, com custo de R$ 25. De acordo com o cronograma oficial, o resultado final da seleção será divulgado no dia 24 de julho. Os candidatos aprovados deverão realizar a matrícula de forma online, entre os dias 27 e 30 de julho, anexando a documentação exigida no edital. Agora no g1 Vagas As vagas são distribuídas em seis campi do Instituto e estão divididas da seguinte forma: Cursos Superiores de Licenciatura 📍 Macau Biologia: 9 vagas - Noturno 📍 Natal-Centro Histórico Educação Física: 40 vagas - Noturno 📍 Nova Cruz Química: 40 vagas - Noturno Cursos Superiores de Tecnologia 📍 Ipanguaçu Agroecologia: 40 vagas - Matutino 📍 Natal-Central Gestão Ambiental: 40 vagas - Noturno Gestão Pública: 40 vagas - Vespertino 📍 Natal - Zona Norte: Marketing: 40 vagas - Vespertino Vídeos mais assistidos do g1 RN

Palavras-chave: tecnologia

Esqueça os fones caros: Philips TAT1209 entrega resistência e boa bateria com preço baixo

Publicado em: 01/06/2026 09:34 Fonte: Tudocelular

O Philips TAT1209 se trata de um fone de ouvido intra-auricular que prioriza combinar um design resistente e uma bateria de boa duração no mesmo produto. Agora, dá para encontrá-lo em promoção no mercado brasileiro. O acessório na sua variante TAT1209BK/00 está disponível na Amazon pelo preço de R$ 121 à vista no Pix, ou por R$ 127 parcelados em até 4x sem acréscimos no cartão de crédito. "Fone de ouvido sem fio TWS Philips TAT1209BK/00 na cor preto, com bluetooth, microfone, tecnologia IPX4 e 18 horas de reprodução." Amazon R$121 Ver Oferta Sobre o dispositivoO Philips TAT1209BK/00 consiste em um fone de ouvido que mira oferecer uma boa durabilidade, com a presença da classificação IPx4 para oferecer resistência a respingos d’água e suor.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Baldur’s Gate 1 e 2 terão remake com retorno de designer original, diz rumor

Publicado em: 01/06/2026 08:18 Fonte: Tudocelular

Um remake do clássico Baldur’s Gate 2 estaria em desenvolvimento pela Wizards of the Coast, com a possibilidade de que o projeto inclua também o primeiro jogo da franquia. O rumor, divulgado pelo portal PC Gamer, aponta para uma estratégia de resgate da série, contando ainda com o possível retorno do designer original dos jogos da BioWare.As novidades teriam partido de uma fonte familiarizada com a iniciativa e trazem como grande destaque o envolvimento de Kevin Martens, um dos líderes de design do Baldur’s Gate 2 original. O desenvolvedor possui um histórico de respeito, tendo trabalhado em clássicos como Mass Effect e Neverwinter Nights, e deixou a BioWare em 2009 para atuar como líder de conteúdo em Diablo 3, na Blizzard. Recentemente, ele já colaborava com a Wizards of the Coast no RPG Exodus, e agora estaria de volta ao universo de Forgotten Realms.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Como a Nvidia desafia Apple e Intel ao anunciar chip de IA para computadores pessoais

Publicado em: 01/06/2026 07:38

O chip RTX Spark será incluído em uma nova linha de PCs com Windows AFP via Getty Images A Nvidia anunciou um novo chip para PCs em uma tentativa de ganhar espaço no mercado de dispositivos integrados com tecnologia de inteligência artificial (IA). 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 "Essa reinvenção do computador é tão significativa quanto foi a reinvenção do telefone no que hoje conhecemos como smartphone", afirmou o diretor-executivo da Nvidia, Jensen Huang, ao apresentar o chip RTX Spark. Huang fez o anúncio na segunda-feira (01/06), em discurso antes da abertura da feira de tecnologia Computex, em Taipei, Taiwan. O RTX Spark é "um novo superchip... para a era dos agentes pessoais de IA — oferecendo uma nova classe de computador que passa de ferramenta a colega de trabalho", afirmou a Nvidia em seu site. Agora no g1 Ele será incluído em uma nova linha de PCs com Windows produzidos por Lenovo, HP, Dell, Microsoft Surface, Asus e MSI. Eles devem estar disponíveis na segunda metade do ano, com modelos da Acer e da Gigabyte na sequência. A mudança representa um desafio para nomes de destaque no mercado de computadores, como Apple e Intel. Lenovo, HP, Dell e Apple representaram quase 75% do mercado mundial de computadores pessoais nos três primeiros meses deste ano, de acordo com a empresa de pesquisa Gartner. O boom em centros de dados que alimentam a IA ajudou a Nvidia a se tornar a empresa mais valiosa do mundo, com uma avaliação de mercado de mais de US$ 5 trilhões. No domingo (31/05), os Estados Unidos agiram para fechar uma possível brecha no envio de chips como os processadores Blackwell da Nvidia para a China. Orientações publicadas pelo Departamento de Comércio esclareceram que é necessária uma licença para exportar os chips de IA mais avançados para subsidiárias de empresas chinesas sediadas fora da China. O governo americano vem tentando impedir que empresas chinesas comprem os chips de computador de ponta necessários para desenvolver tecnologias cruciais de IA. Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês). LEIA TAMBÉM: Nvidia: o boom de IA ​​que impulsiona empresa mais valiosa do mundo apesar de tensões entre EUA e China O imigrante ex-lavador de pratos que fundou a Nvidia, gigante dos microchips que vale mais que Google e Amazon

Carro com câmeras inteligentes, unificação das áreas Azul e Verde e novas formas de pagamento: entenda mudanças no estacionamento rotativo de Bauru

Publicado em: 01/06/2026 07:29

Câmeras inteligentes começam a monitorar vagas rotativas em Bauru O estacionamento rotativo de Bauru (SP) passa por uma série de mudanças que incluem a unificação das antigas áreas Azul e Verde, novos meios de pagamento e a implantação de um sistema de fiscalização com câmeras inteligentes instaladas em carros. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Fiscalização 'inteligente' De acordo com a Emdurb, dois veículos equipados com câmeras de reconhecimento óptico de caracteres (OCR) vão circular pelas áreas do rotativo, identificando automaticamente veículos estacionados sem pagamento registrado ou em desacordo com as regras. LEIA TAMBÉM Prefeitura de Bauru implanta projeto piloto de 'Rua Acalmada' para reduzir acidentes; entenda Trecho da SP-255 entre Igaraçu do Tietê e São Manuel tem bloqueios e operação 'Pare e Siga' Prefeitura de Bariri sofre ataque hacker e perde R$ 135 mil de contas bancárias A operação começa nesta segunda-feira (1º). A aplicação de multas, no entanto, terá início apenas no dia 16 de junho, após o período de 15 dias de adaptação dos motoristas. O sistema funciona de forma integrada: caso o pagamento não seja identificado, o veículo retorna ao local cerca de 10 minutos depois. Se a situação não for regularizada, a imagem é encaminhada para a emissão do auto de infração. Veículos equipados com câmeras inteligentes passam a monitorar estacionamento rotativo em Bauru (SP) Divulgação Novas formas de pagamento As mudanças também envolvem o pagamento do estacionamento, que poderá ser feito: pelo aplicativo Rotativo Bauru; por parquímetros que estão sendo instalados; por QR Code nas novas placas, com opção de pagamento via Pix; ou com apoio dos orientadores do sistema. Permanência máxima de 2 horas para todas as vagas Com a unificação das áreas Azul e Verde, todas as vagas do estacionamento rotativo passam a seguir a mesma regra: permanência máxima de duas horas, com tarifa de R$ 3 e possibilidade de uma recarga adicional. Credencial física deixa de ser aceita Emdurb unifica áreas do estacionamento rotativo e muda regras para idosos em Bauru Outra mudança importante atinge idosos e pessoas com deficiência: a credencial física deixa de ser aceita no estacionamento rotativo. O cadastro deve ser feito no aplicativo, com validação via CPF junto à Emdurb, ou nos parquímetros, com auxílio de funcionários. As opções disponíveis são "Idoso 2h – R$ 0" e "Deficiente 2h – R$ 0". Segundo a Emdurb, a credencial física passa a ser válida apenas em vagas regulamentadas fora do sistema rotativo, como em estabelecimentos privados. Estacionamento rotativo em Bauru (SP) passa por mudanças Reprodução/TV TEM Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

Palavras-chave: hacker

Pix ameaçado? O que é investigação do governo Trump sobre práticas comerciais no Brasil

Publicado em: 01/06/2026 07:16

Lula anunciou acordo no mês passado para negociar impasse sobre tarifas e investigação comercial americana Ricardo Stuckert/Divulgação Menos de um mês após os governos de Brasil e Estados Unidos terem chegado a um acordo para negociar um impasse envolvendo tarifas e uma investigação comercial americana, existe a expectativa de que a Casa Branca anuncie medidas que rompam esse acordo. Segundo fontes ouvidas pela BBC News Brasil, o governo dos EUA estaria próximo de anunciar o resultado de uma grande investigação comercial iniciada contra o Brasil em julho do ano passado — na qual acusa o governo brasileiro de uma série de práticas comerciais desleais. As acusações serviram como base para o governo americano adotar uma série de tarifas contra produtos brasileiros. Entre as acusações dos americanos estão tarifas preferenciais e injustas, proteção inadequada dos direitos de propriedade intelectual, falta de combate ao desmatamento ilegal e práticas que prejudicam a competitividade das empresas no setor de comércio digital e serviços de pagamento. O amplo pacote de acusações vai de reclamações sobre o Pix, sistema de pagamentos do Banco Central, até queixas sobre o desmatamento ilegal. Veja os vídeos em alta no g1 Agora no g1 No mês passado, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump discutiram o tema em reunião de mais de três horas na Casa Branca. Após o encontro, Lula disse que equipes dos dois governos deveriam fechar uma proposta para resolver o impasse sobre tarifas de exportação e a investigação comercial aberta pelos americanos contra o Brasil. Segundo Lula, os dois presidentes receberiam uma nova proposta para encerrar as desavenças em 30 dias — prazo que se encerraria no próximo domingo (07/06). "Eu falei assim: 'Vamos colocar um grupo de trabalho e vamos permitir que esse moço [do Ministério] da Indústria e Comércio do Brasil, junto com o teu ministro do Comércio, sentem em 30 dias e apresentem para nós uma proposta para a gente poder bater o martelo'", disse Lula a jornalistas logo após o encontro. "Quem estiver errado vai ceder. Se a gente tiver que ceder, nós vamos ceder." Na semana passada, os governos dos EUA e Brasil voltaram a entrar em atrito após o governo americano anunciar que passará a classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. A medida foi anunciada por Trump dois dias após um encontro no Salão Oval com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — pré-candidato à Presidência nas eleições de outubro e rival de Lula. "Nós não aceitamos ser tratados como moleques. Não aceitamos ser tratados como uma republiqueta", disse Lula, sobre a decisão americana. O que motivou a investigação? Segundo especialistas ouvidos pela BBC News Brasil na época em que a investigação foi lançada, a visão geral era a de que a investigação tem caráter político e de proteção a empresas americanas, ao mesmo tempo em que traz muitas alegações que são contraditórias e imprecisas — embora algumas das acusações comerciais façam sentido. "Para mim é claro que o governo Trump está tentando dar motivação econômica para que as tarifas impostas contra o Brasil não sejam ilegais", disse na época Guilherme Klein Martins, professor da Universidade de Leeds, no Reino Unido. Segundo o economista, os argumentos apresentados pelo presidente americano na carta em que anunciou oficialmente a imposição da taxa de 50% às exportações brasileiras mostram claramente que seu descontentamento é com o fato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ter se tornado réu na ação que apura a tentativa de golpe de Estado e com outras decisões do Judiciário brasileiro. Bolsonaro acabou condenado em setembro do ano passado e está atualmente cumprindo pena de 27 anos, em prisão domiciliar. A motivação puramente política, porém, "poderia gerar um problema interno nos Estados Unidos", diz Klein. Lula disse na semana passada que Brasil não aceita "ser tratado como moleque", após anúncio da Casa Branca sobre classificação de facções criminosas como organizações terroristas Ricardo Stuckert / PR Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior dos primeiros governos Lula, afirma que o descontentamento americano com algumas das políticas comerciais brasileiras já existia há anos, mas foram usados no contexto atual para justificar uma investigação nos termos da Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. Esse trecho da legislação americana permite que o USTR realize apurações sobre práticas que supostamente prejudicam o comércio internacional americano e determine se há ou não irregularidades. A intenção é punir ações consideradas discriminatórias contra empresas americanas com sanções aos países-alvo. "A relevância econômica de algumas dessas reclamações é muito pequena e boa parte, se não a maior parte delas, não têm justificativa fática nenhuma", afirma Barral. Ainda segundo o especialista em comércio exterior, Trump já argumentou no passado que as tarifas anunciadas por seu governo nos últimos meses contra diversos países seriam uma tentativa de combater o déficit comercial dos EUA com essas nações. No caso brasileiro, porém, a balança comercial é positiva para os americanos. "Usar a seção 301 é uma forma dos EUA se garantirem ao aplicar essas tarifas contra o Brasil", diz. Comércio digital e serviços de pagamento eletrônico No documento divulgado pelo USTR sobre a investigação comercial, uma das áreas apontadas como foco da apuração é a de mídia social e serviços de pagamento eletrônico. Segundo o órgão, existem evidências de que o Brasil se envolve em diferentes "atos, políticas e práticas que podem prejudicar a competitividade das empresas norte-americanas envolvidas em comércio digital e serviços de pagamento eletrônico" no país. O USTR cita um julgamento do STF sobre regulamentação das plataformas digitais no país como um exemplo. Segundo a instituição, a corte votou para "tornar as empresas de redes sociais responsáveis por postagens ilegais de seus usuários, mesmo na ausência de uma ordem judicial para remover esse conteúdo". A mudança descrita se refere ao recurso julgado pelo STF sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet. O trecho original da lei previa que as plataformas digitais só seriam responsabilizadas por danos causados por conteúdos ofensivos se, depois de uma ordem judicial específica, não tomassem providências para retirar o material do ar. A nova decisão da corte não invalidou totalmente esse entendimento, mas definiu que em casos de crimes, atos ilícitos e contas inautênticas (criadas por robôs, por exemplo), as empresas de mídia social se tornam responsáveis se, após serem notificadas extrajudicialmente (pela vítima ou advogado), não removerem o conteúdo e a Justiça considerar o material ofensivo posteriormente. STF decidiu que as empresas de mídia social podem ser responsabilizadas por conteúdos criminosos postados por terceiros Getty Images via BBC Mas em outros tipos de infração, como nos crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação), ainda é necessária uma ordem judicial para retirar o conteúdo do ar. O USTR também afirma em seus documentos que a Justiça brasileira teria emitido "ordens secretas" instruindo companhias de mídia social americanas a "censurar centenas de postagens e retirar dezenas de críticos políticos, incluindo cidadãos dos EUA, de suas plataformas por discursos legais em solo americano". A afirmação é uma referência à determinação do ministro Alexandre de Moraes para bloqueio de diversos perfis em redes sociais administrados por usuários acusados de atentar contra a democracia brasileira e o processo eleitoral, levando à invasão, em 8 de janeiro de 2023, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal. Para Bruna Martins dos Santos, gerente de políticas e advocacia da Witness, organização internacional sem fins lucrativos focada em tecnologia e direitos humanos, a União Europeia (UE) também enfrentou problemas semelhantes, quando o bloco também foi pressionado pelo governo Trump por suas regras digitais. Desde que assumiu a Casa Branca pela segunda vez, o republicano repete que a regulação das big techs pela União Europeia é uma manobra para enfraquecer os negócios americanos nos 27 países do bloco. "Vivemos em um momento de exportação de agenda doméstica dos EUA, de uma extrema proteção da atuação de empresas privadas e de relativização de obrigações que foram colocadas ao redor do mundo em torno da atuação desses atores", afirma Santos. "Por isso mesmo esses os argumentos [apresentados na investigação] não têm sentido", opina. "Diversos países ao redor do mundo, enquanto nações soberanas, dedicaram anos à elaboração de regulações em torno do ambiente digital e de serviços digitais." Ainda segundo a especialista, não houve censura na decisão judicial que determinou a retirada de postagens do ar e suspensão de contas nas redes sociais. Para Santos, os alvos das determinações eram reincidentes, possuíam seguidores fiéis envolvidos em incitação de violência e ameaçaram o próprio STF e seus ministros, levando à tomada de ações mais drásticas. Pix ameaçado? Ainda na área digital, o governo americano também colocou o Pix em sua mira, acusando o sistema de pagamentos desenvolvido pelo Banco Central de ser uma prática desleal, que prejudicaria empresas americanas que atuam no setor. "O Brasil também parece envolver-se em uma série de práticas desleais em relação aos serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a promover seu serviço de pagamento eletrônico desenvolvido pelo governo", diz um trecho do documento que não elenca a quais práticas supostamente ilegais ele se refere. Pix foi lançado em 2020 e entrou na mira de uma investigação do governo americano Getty Images via BBC Para especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, a inclusão do Pix na investigação seria uma forma de proteger as big techs e serviços de pagamentos americanos, como Whatsapp Pay, Apple Pay e Google Pay. "Estamos falando aqui de uma competição tecnológica, onde os EUA visam tirar qualquer tipo de tecnologia que possa oferecer algum tipo de inovação e que não esteja sendo gerida dentro do próprio país ou que não esteja sob controle dos EUA", diz Bruna Martins dos Santos. "A gente sabe que o Pix é um método de pagamento extremamente inovador e relevante para o contexto brasileiro, com grandes níveis de adesão. De nenhuma maneira ele deveria ser visto como uma prática desleal de serviço de pagamento eletrônico." E segundo Welber Barral, o argumento de que, por ser ligado ao Banco Central, o método de pagamento gera uma concorrência desleal, não é apropriado. Segundo o ex-secretário, a Organização Mundial do Comércio (OMC) permite em suas normas que empresas públicas atuem em setores em que há falhas de mercado. "Temos uma população desbancarizada muito grande no Brasil. O Pix foi também uma forma de integrar essas pessoas no mercado financeiro", diz. Além disso, afirma Barral, os EUA também possuem empresas públicas atuando para suprir falhas de mercado. "É o caso, por exemplo, do Serviço Postal dos Estados Unidos, que atua na área de correio. Mas isso não quer dizer que a UPS [empresa privada de transporte e logística] possa processar o governo americano", diz. "E o Pix não proíbe a concorrência, quem quiser pode usar Apple Pay, PayPal, etc. Não há nenhuma proibição de concorrência." Tarifas preferenciais O Escritório do Representante Comercial dos EUA também acusa o Brasil de reduzir tarifas de forma "injusta e preferencial" ao firmar acordos comerciais preferenciais de escopo parcial com parceiros comerciais globalmente competitivos, ao mesmo tempo em que aplica tarifas mais altas às importações americanas. O órgão americano cita especialmente a Índia e o México como países que se beneficiariam dessas tarifas preferenciais. "Este tratamento preferencial aplica-se a centenas de produtos em vários setores, como produtos agrícolas, veículos automotores e peças, minerais, produtos químicos e máquinas", diz o USTR. Segundo o ex-secretário de Comércio Exterior Welber Barral, o Brasil tem, de fato, um acordo parcial com o México, focado nos setores automobilístico e químico. Também existe, no âmbito do Mercosul, um tratado com a Índia. Em vigor desde 2009, ele prevê preferências tarifárias para 450 linhas tarifárias de cada lado. Barral explica que, com essas tarifas preferenciais, produtos comprados do mesmo fabricante, mas originários de países distintos, podem ser taxados de forma totalmente diferente. "Uma empresa como a Ford, por exemplo, tem fábricas tanto no México como nos Estados Unidos. Para exportar um modelo de carro para o Brasil, pode pagar tarifa zero se vier do México, e de 35% se vier dos Estados Unidos. É uma diferença grande", diz. "E alguns mercados envolvidos são setores de interesse para os americanos." Produção de carros no México: Brasil tem, de fato, um acordo parcial com o país, focado nos setores automobilístico e químico Getty Images via BBC Fiscalização anticorrupção Outro ponto levantado pelo governo americano diz respeito ao combate à corrupção e à ideia de que empresas americanas poderiam estar em desvantagem em um ambiente com pouca transparência. "As evidências indicam que a falta de aplicação de medidas anticorrupção e a falta de transparência no Brasil podem prejudicar empresas americanas envolvidas em comércio e investimentos no Brasil e levantam preocupações em relação às normas relativas ao combate ao suborno e à corrupção", diz a USTR. O órgão ainda cita um protocolo de entendimento para comércio e cooperação econômica assinado por Brasil e Estados Unidos, assinado em 2021, que estabelece, entre outras coisas, que os dois países buscariam promover medidas anticorrupção. Em 2024, o Brasil registrou sua pior nota e pior colocação na série histórica do Índice de Percepção da Corrupção da organização Transparência Internacional, considerado um dos principais indicadores de corrupção do mundo. Segundo a organização, o Brasil estaria falhando em reverter a trajetória "de desmonte da luta contra a corrupção", levando a um "processo de captura do Estado pela corrupção" evidente principalmente por conta da presença "cada vez maior e explícita" do crime organizado nas instituições estatais. Para Welber Barral, a ideia defendida pelos EUA em suas alegações "não está totalmente errada". O especialista afirma, porém, que a corrupção no Brasil não é uma questão que será resolvida com a aplicação de tarifas por Washington. Proteção à propriedade intelectual e rua 25 de março Os EUA ainda se queixam sobre o Brasil se envolver "em uma variedade de atos, políticas e práticas que aparentemente negam proteção e aplicação adequadas e eficazes dos direitos de propriedade intelectual". O país se baseia principalmente na alegação de que o governo brasileiro estaria falhando em combater a venda de produtos falsificados e a pirataria em áreas como streamings e jogos eletrônicos. O USTR cita também a rua 25 de Março, tradicional polo de comércio popular no centro de São Paulo, para criticar as supostas falhas na proteção e aplicação adequada e efetiva dos direitos de propriedade intelectual. Há ainda queixas sobre a demora para a análise e aprovação de pedidos de patente no país. "O impacto da atual pendência média de pedidos de patente de quase 7 anos (e 9,5 anos para patentes farmacêuticas concedidas entre 2020 e 2024) é reduzir o prazo da patente", diz o órgão comercial americano. Rua 25 de Março, tradicional polo de comércio popular no centro de São Paulo, também entrou na mira da investigação Getty Images via BBC Para Guilherme Klein Martins, da Universidade de Leeds, a inclusão das queixas sobre pirataria "servem muito mais como uma desculpa do que um fato" para sustentar as tarifas e a investigação. "Pirataria e comércio ilegal são um problema do mundo inteiro, não apenas do Brasil", diz. Um relatório de 2025 elaborado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) sobre as tendências em torno da pirataria identifica China, Bangladesh, Líbano, Síria e Turquia como as principais fontes desses produtos ilícitos. Sobre a demora para a análise dos pedidos de patentes, o vice-presidente Geraldo Alckmin — que no ano passado ocupava o ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços — afirmou que o Brasil estava se esforçando para se adequar ao padrão internacional. No Brasil, o responsável pela concessão das patentes é o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O órgão tem sido alvo de críticas e reclamações nos últimos anos. Titulares de invenções passaram a ir ao Judiciário para, caso a caso, buscar uma recomposição de prazo quando ficam anos esperando a decisão do órgão. Em maio de 2021, o STF declarou inconstitucional o parágrafo único do artigo 40 da Lei de Propriedade Industrial (LPI), que previa prazo mínimo de patentes de 10 anos da concessão, para compensar demora na análise do pedido de patente superior a 10 anos da data do depósito. "O INPI estava levando sete anos para registrar uma patente. Nós reduzimos para seis, para cinco, para quatro. No final do ano deve chegar a três. E o ano que vem, dois anos, que é o padrão internacional", disse Alckmin no ano passado, após as alegações americanas. Welber Barral afirma ainda que, apesar da demora ser uma realidade, não há discriminação contra os EUA, o que torna a queixa ilógica. "Um inventor brasileiro ou uma empresa suíça também passam por esse problema. Não é algo direcionado contra os EUA", diz. Etanol A investigação comercial americana também incluiria o comércio de etanol entre Brasil e EUA. Segundo o USTR, o Brasil abandonou o tratamento recíproco e virtualmente livre de impostos para o etanol, que promovia o comércio bilateral, e impôs tarifas de importação íngremes e injustas sobre o etanol dos EUA. O órgão comercial americano diz também que as exportações de etanol dos EUA para o Brasil caíram significativamente devido a essas tarifas, indicando uma desvantagem considerável para os produtores norte-americanos. "Essa é uma reclamação americana de muito tempo. Já houve muitas negociações, implementação de cota e postergação das decisões", diz Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior. Segundo o especialista, as taxas do Brasil ao etanol americano são, de fato, muito mais elevadas do que as encontradas pelos produtores brasileiros nos EUA. E a principal razão para isso, diz, é a necessidade de proteger as usinas no nordeste do país. "Entra muito etanol americano na região, onde a produção é menos eficiente do que nos EUA", explica. As importações do biocombustível americano estão sujeitas a uma tarifa de 18%, que é comum para todos os países membros do Mercosul. Já os EUA impõem atualmente uma tarifa de 2,5% sobre as importações de etanol brasileiro. Durante as negociações, o Brasil chegou a propor que os EUA aumentassem a cota de importação de açúcar brasileiro para o país em troca de uma redução das tarifas ao etanol, de forma a recompensar os produtores brasileiros que fazem o etanol a partir da cana-de-açúcar. Mas o plano nunca foi considerado por Washington. "Os EUA estão exigindo unilateralmente que o Brasil reduza a tarifa sem sequer responder à proposta brasileira", diz Barral. Importações de etanol americano estão sujeitas à tarifa de 18% no Mercosul. Já os EUA impõem taxa de 2,5% sobre as importações de etanol brasileiro Getty Images via BBC Especialistas afirmam ainda que o etanol americano é resultado de uma produção viabilizada por subsídios ao milho, prática que influencia diretamente o preço do combustível. Para alguns, portanto, a tarifa aplicada pelo Brasil ao etanol americano serviria como um mecanismo de defesa comercial. "O Brasil também poderia alegar que se sente injustiçado porque o etanol nos EUA é produzido de uma maneira cheia de subsídios", avalia o economista Guilherme Klein Martins. "Isso abre espaço para uma discussão mais ampla sobre o que é uma tarifa justa ou injusta." Desmatamento ilegal Os EUA também se queixam de que o Brasil não consegue aplicar suas próprias leis contra o desmatamento, prejudicando produtores agrícolas e de madeira americanos. "A conversão de terras desmatadas ilegalmente para a produção agrícola proporciona uma vantagem competitiva injusta às exportações agrícolas, reduzindo custos e expandindo a disponibilidade de insumos agrícolas", alega o governo de Donald Trump, que ainda aponta o Brasil como grande concorrente dos EUA nas vendas globais de produtos agrícolas, "incluindo carne bovina, milho e soja". O documento inicial da investigação comercial reconhece que "as taxas de desmatamento diminuíram nos últimos anos" no país, mas afirma que o patamar atual ainda é alto. O Relatório Anual do Desmatamento (RAD 2024) do MapBiomas, divulgado em maio deste ano, revelou uma redução de 32,4% na área desmatada no Brasil em 2024 em comparação com 2023. Cinco dos seis biomas brasileiros tiveram redução no desmatamento, segundo o levantamento. A área total desmatada no acumulado dos últimos seis anos (2019-2024), porém, atinge a marca alarmante de 9.880.551 hectares, uma área comparável ao tamanho da Coreia do Sul. Para o secretário executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini, o combate ao desmatamento no país tem se mostrado instável ao longo dos últimos anos, a depender do governo. O especialista faz críticas contundentes às políticas ambientais do governo de Jair Bolsonaro, que segundo ele "era omisso em relação à questão" e "impulsionou o crime ambiental". Segundo governo americano, dificuldade do Brasil em combater o desmatamento prejudica produtores agrícolas e de madeira americanos Getty Images via BBC "E Donald Trump, em seu primeiro mandato, manteve relações estreitas e de apoio com o governo Bolsonaro", aponta Astrini, que vê as acusações americanas neste momento como uma demonstração de hipocrisia. O secretário do Observatório do Clima afirma ainda que a gestão do republicano abandonou qualquer tipo de ajuda ao controle do desmatamento na Amazônia, ao contrário de outros presidentes americanos, e que a forma como o tema está sendo tratado nesse momento pode ser entendida como uma ameaça à soberania. "O combate ao desmatamento deve ser realizado única e exclusivamente pelo governo brasileiro de forma autônoma. Ajudas externas são bem-vindas, mas elas não devem ameaçar a soberania brasileira", opina ainda o especialista. Para Guilherme Klein, da Universidade de Leeds, as alegações sobre desmatamento são as que mais poderiam fazer sentido entre todas apresentadas pelo USTR. Segundo ele, aumentar tarifas de importação ou restringir a importação com base em deflorestamento ou emissões de carbono é uma tendência, com, por exemplo, a implementação de mecanismos pela União Europeia. O chamado Mecanismo de Ajustamento de Carbono nas Fronteiras (CBAM) da UE estabelece um preço para o carbono emitido durante a produção de bens com elevado teor de carbono importados para o bloco. O economista afirma, porém, que essas taxações ocorrem de maneira muito diferente da adotada pelos EUA com o Brasil. "Não cabe como justificativa para aumentar em 50% a tarifa de todas as importações", diz. "Está muito fora do tom." * Com reportagem de Julia Braun, da BBC News Brasil em Londres 'Tensão' sobre tarifas e surpresa em terras raras: os bastidores da reunião entre Lula e Trump na Casa Branca Governo Trump classifica CV e PCC como terroristas e Flávio Bolsonaro comemora: 'Grande dia' 'Crise de quê?': Flávio Bolsonaro aposta em Trump e debate sobre facções contra desgaste do caso Master

Palavras-chave: tecnologia

Apple repete estratégia consolidada para popularizar seus óculos inteligentes

Publicado em: 01/06/2026 07:16 Fonte: Tudocelular

A Apple tem uma estratégia que já funcionou para popularizar seus óculos inteligentes: a ideia é repetir tática de mercado que transformou seu relógio em um sucesso de vendas. Ou seja, a ideia da fabricante não se resume a enfrentar apenas os aparelhos rivais do setor de tecnologia, como faz a Meta, mas abalar o segmento tradicional de armações como um todo e roubar clientes das óticas.Quando lançou o Apple Watch lá atrás, a meta de Cupertino ia muito além de rivalizar com os modelos digitais da Pebble e da Motorola da época. A empresa mirou diretamente em fabricantes de relógios de pulso clássicos, como Swatch, Fossil e Seiko. Agora, de acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, o alvo dos novos óculos inclui gigantes como Oakley e Ray-Ban na faixa de preço entre 200 e 500 dólares. "[A Apple] acredita que sua marca forte, o design industrial e a integração com o iPhone farão com que pessoas em busca de novos óculos regulares optem por um par da Apple. O ecossistema existente da Apple de mais de 2 bilhões de dispositivos ativos, sua presença global no varejo e a promessa de recursos de inteligência artificial que poderiam ajudar as pessoas a interagir com o mundo ao seu redor também ajudarão."Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Com Google TV! Smart TV SEMP de 55" entra em promoção em até 21x sem juros

Publicado em: 01/06/2026 07:10 Fonte: Tudocelular

Opção para quem está buscando uma televisão inteligente encorpada e acessível, a Smart TV SEMP 55S62 oferece um conjunto bastante caprichado de recursos. Além de sair de fábrica com Google TV, o modelo embarca resolução 4K, suporte a conteúdos em HDR e sistema de som com Dolby Audio. Sua versão de 55 polegadas atinge ótimo preço nesta oferta da Amazon — ao usar o cupom TCL200OFF, você pode levar o aparelho por R$ 1.999, com possibilidade de parcelamento em até 21 vezes sem juros no cartão Amazon, e 12 vezes sem juros nos demais cartões. SEMP, Smart TV 4K UHD, 55“, Google TV, Google Assistente, Comando por Voz, Googlecast Integrado, Design Sem Bordas, Dolby Audio, 55S62 Amazon R$ 1.999 Ver Oferta Sobre o dispositivoCom tamanhos variados que vão de 43 a 65 polegadas, a linha de Smart TVs SEMP S62 se destaca por empregar tecnologias de ponta a um preço bastante acessível.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

MSI lança portátil Claw 8 EX AI+ e notebook com RTX 5090 durante a COMPUTEX 2026

Publicado em: 01/06/2026 07:04 Fonte: Tudocelular

A MSI anunciou nesta segunda-feira a sua nova geração do console portátil Claw na COMPUTEX 2026. Trata-se do MSI Claw 8 EX AI+, que chega junto com outros produtos e um notebook com design em comemoração aos 40 anos da marca. A ideia da empresa é apostar na integração de inteligência artificial e hardware robusto para competir no mercado de games, com destaque para o chip Intel Arc G3 Extreme. MSI aposta em novo portátil gamer com chip Intel Arc G3 Extreme De modo geral, o modelo revelado na COMPUTEX 2026 foi revelado pela companhia como o primeiro portátil gamer do mundo equipado com o processador Intel Arc G3 Extreme, projetado especificamente para consoles portáteis. Em comparação com outros dispositivos do portfólio, ele traz melhorias como: Novos grips ergonômicos; Gatilhos e analógicos com Hall Effect; Motor háptico avançado; Integração com modo Xbox para retomada rápida de partidas. Tela de 120 Hz e XeSS 3 prometem salto em desempenho As demais especificações deste console portátil incluem painel de 8 polegadas Full HD+ com taxa variável de atualização de 48Hz a 120Hz, bem como suporte a tecnologias como XeSS 3 e Multi-Frame Generation para ampliar o desempenho em jogos. No mais, o aparelho conta com a GPU integrada Intel Arc B390, até 32GB de RAM LPDDR5X e bateria de 80Wh.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Dell lança XPS 16 Creator Edition com hardware monstruoso e solução completa da NVIDIA para IA

Publicado em: 01/06/2026 06:43 Fonte: Tudocelular

Mirando o segmento de alta performance, a Dell acaba de lançar o novo XPS 16 Creator Edition. O notebook representa um marco para a linha, deixando de focar apenas na produtividade tradicional para oferecer desempenho gráfico de nível profissional, impulsionado por hardware da NVIDIA. O grande diferencial da novidade é a plataforma NVIDIA RTX Spark, que integra agentes pessoais e tecnologias de inteligência artificial (IA), além do pacote completo de soluções RTX da NVIDIA. É o primeiro notebook XPS a entregar a plataforma completa de IA da marca.Com promessa de alta capacidade de processamento e bateria para o dia todo, o novo XPS 16 suporta até 128 GB de memória unificada, em um hardware que permite uma reprodução mais suave para edições em 4K no formato 4:2:2, além de garantir exportações velozes e agilidade em multitarefas que envolvem cenas complexas em 3D.Clique aqui para ler mais

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Twitch anuncia novidade que promete revolucionar o consumo das lives

Publicado em: 01/06/2026 06:36 Fonte: Tudocelular

A Twitch anunciou durante a TwitchCon Rotterdam 2026 uma série de novidades para a plataforma, incluindo um recurso que promete mudar a forma como as lives são consumidas em celulares e computadores. A principal aposta da empresa atende pelo nome de Dual Format, tecnologia que permite transmitir simultaneamente nos formatos horizontal e vertical. A novidade chegará oficialmente no próximo mês para streamers parceiros e afiliados. A ideia da Twitch consiste em adaptar automaticamente a experiência para cada tipo de tela, oferecendo visualização vertical em smartphones sem abandonar o formato tradicional usado no PC.Segundo a Twitch, usuários mobile passarão a visualizar as transmissões em tela cheia vertical, aproveitando melhor o espaço do celular. Já quem acompanha pelo computador continuará assistindo no clássico modo horizontal das lives tradicionais.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

O que é a 'tarefa de seleção de Watson' — e por que ela é um dos problemas de lógica mais desconcertantes da história

Publicado em: 01/06/2026 06:32

'tarefa de seleção de Watson' BBC / Daniel Arce A Tarefa de Seleção de Wason já foi descrita como "o paradigma experimental mais pesquisado na psicologia do raciocínio". Embora o nome e a descrição possam sugerir algo complexo, trata-se de um experimento surpreendentemente simples e incrivelmente revelador. O "Wason" por trás de tudo isso é o britânico Peter Wason, um dos psicólogos mais influentes e criativos do século 20. Ele tinha um estilo de trabalho pouco convencional, como relatou seu aluno e colaborador Philip Johnson-Laird: "Ele defendia que os psicólogos nunca deveriam saber ao certo por que estavam conduzindo um experimento". Em vez de partir de uma hipótese que precisava ser confirmada ou refutada, ele inventava experimentos e, com base nas observações geradas, formulava hipóteses. Agora no g1 Seu interesse era o pensamento humano, então ele criava tarefas que revelassem seus segredos. Os experimentos cujos resultados se desviavam do esperado, em certo sentido, faziam com que a mente "se entregasse". Essa atitude fascinava seus alunos, que participavam de seus experimentos. "Depois, com o cachimbo na mão, ele explicava onde haviam se equivocado; sua aparência marcante combinava com a imagem que se tinha de Sherlock Holmes", recordou Johnson-Laird ao escrever o obituário de Wason em 2003. E o mais famoso dos experimentos que criou, porque mostrou que o raciocínio humano não era como se acreditava, foi a Tarefa de Seleção, que ele escreveu pela primeira vez há cerca de 60 anos e, desde então, tem sido um dos enigmas cognitivos mais estudados. Teste seus conhecimentos! Você vê quatro cartas, cada uma com uma letra de um lado e um número do outro. As faces que você vê possuem as letras E e K, e os números 4 e 7. Dizem a você que se uma carta tiver uma vogal de um lado, ela terá um número par do outro. A pergunta é: qual ou quais cartas você teria que virar para verificar se essa regra é verdadeira? Quais cartas você viraria para verificar se a regra é verdadeira? BBC / Daniel Arce No experimento original, pouquíssimas pessoas, apenas cerca de 10%, resolveram o quebra-cabeça corretamente, ignorando a carta crucial e selecionando combinações incorretas. A chave é sempre ter em mente o que a regra diz: se houver uma vogal, então deve haver um número par. E também, o que ela não diz: que todos os números pares devem ter uma vogal que nem todas as consoantes devem ter números ímpares. Portanto... E: pode confirmar ou refutar a regra. K: é irrelevante neste caso: a regra não diz nada sobre consoantes, então não importa qual número apareça do outro lado. 4: é aqui que muitas pessoas se confundem. Intuitivamente, parece importante porque a regra menciona "números pares"... mas não diz "se houver um número par, então há uma vogal". Então, se você virar a carta e houver uma vogal, você apenas confirma a regra, mas se houver uma consoante, você não a refuta. 7: Esta é a carta crucial, pois é a única que pode refutar a regra. Por ser um número ímpar, se o outro lado tiver uma vogal, ela a destrói imediatamente. A combinação correta é E e 7. Desde que Wason escreveu sobre este experimento em 1966, muitos estudos o replicaram, frequentemente variando as letras e os números, ou até mesmo substituindo alguns por cores ou formas. O que não mudou muito foram os resultados. O padrão típico é mais ou menos este: cerca de 45% escolhem E + 4 cerca de 35% escolhem apenas E cerca de 4% escolhem corretamente E + 7 O problema, como Wason disse corretamente, é "enganosamente simples", mas também esclarecedor. Eliminar o erro Por que tão poucos acertam? Getty Images/BBC O que foi revolucionário no trabalho de Wason foi converter antigas intuições filosóficas sobre as limitações da razão humana em fenômenos que podiam ser estudados experimentalmente. Aristóteles já havia estudado as falácias do raciocínio, ou seja, os erros que podem surgir em argumentos lógicos. Séculos depois, Francis Bacon advertiu em Novum Organum que a mente humana tende a favorecer as ideias que já acredita serem verdadeiras. Como escreveu em 1620: "O entendimento humano, uma vez que adotou uma opinião, atrai todo o resto para apoiá-la e concordar com ela". Bacon acreditava que as pessoas tendem naturalmente a buscar confirmação e ignorar tudo o que contradiz suas crenças: uma intuição que hoje parece surpreendentemente próxima do que chamamos de viés de confirmação. Muitos outros perceberam o mesmo, mas talvez a influência filosófica mais importante sobre Wason tenha sido Karl Popper. Ele sustentava que "a ciência não consiste em encontrar confirmações, mas em eliminar o erro." Em sua visão, a investigação científica deveria concentrar-se em buscar provas decisivas que pudessem refutar uma teoria, em vez de acumular exemplos que a apoiassem. Foi justamente isso que fascinou Wason: que, ao se deparar com problemas simples de raciocínio, a maioria das pessoas parecia fazer espontaneamente o contrário. Esse contraste não era uma vaga intuição: alguns anos antes, ele já havia começado a explorar essa mesma ideia com outro experimento igualmente simples e um tanto lúdico. 2-4-6 Getty Images/BBC Qual, afinal, é a regra? No problema 2-4-6, os participantes são informados de que existe uma regra oculta que gera sequências de três números. Sua tarefa é descobri-la. Para começar, o experimentador deu um exemplo: 2 – 4 – 6 Os participantes são solicitados a propor outras sequências de três números para tentar deduzir a regra, e o experimentador informa se a sequência se encaixa ou não na regra. A maioria das pessoas, quase imediatamente, formulou uma hipótese, como "a regra é somar 2", ou algo semelhante: "contar múltiplos", "somar os dois primeiros números para obter o terceiro". E a partir daí, começaram a testar sequências como: 8 – 10 – 12 3 – 6 – 9 50 – 100 – 150 Todas eram razoáveis. Todas se encaixavam. Todas "confirmavam" a ideia inicial. Mas nenhuma delas realmente testou a regra. Todas permaneceram dentro do mesmo tipo de exemplo que já parecia válido. O que quase ninguém fez foi tentar algo que pudesse quebrar a hipótese, como: 1 – 2 – 3 3 – 5 – 7 10 – 5 – 0 Ou seja, casos que forçariam o experimentador a dizer "não". E é aqui que o experimento começa a se tornar revelador, pois a regra real era muito mais simples do que quase todos imaginavam: qualquer sequência de números em ordem crescente. A maioria dos participantes levou muito tempo para descobrir a regra, ou nunca a descobriu, não porque a regra fosse difícil, mas porque sua abordagem para encontrá-la era tendenciosa desde o início: em vez de tentar refutar suas próprias hipóteses, eles tentaram confirmá-las. E foi isso que a Tarefa de Seleção de Wason confirmaria mais tarde. O resultado foi desconcertante. Indicou que a maioria das pessoas falhava sistematicamente nesse tipo de problema abstrato. Nas palavras de Wason (1968), "a tarefa de seleção reflete uma tendência à irracionalidade na argumentação, na medida em que os participantes erram". Ele chegou a sugerir que, nesses tipos de situações, "a irracionalidade, e não a racionalidade, é a norma". Mas então, os psicólogos começaram a perceber algo muito estranho, e a história se tornou ainda mais interessante. Cervejas e refrigerantes Durante as décadas de 1970 e 1980, pesquisadores como Richard Griggs e James Cox estudaram sistematicamente algo curioso: quando o problema era formulado em termos cotidianos, o desempenho melhorava drasticamente. O cenário era o seguinte: você está em um bar e sua função é fazer cumprir uma regra. Você recebe quatro cartas. Cada uma representa um cliente: um lado mostra o que ele está bebendo e o outro, sua idade. As cartas que você vê são: Cerveja, Refrigerante, 20, 17. A regra é: se uma pessoa bebe álcool, ela deve ter mais de 18 anos. Quais cartas você teria que virar para verificar se alguém está violando a regra? Quais cartas você viraria para verificar se a regra está sendo seguida? BBC / Daniel Arce A resposta correta é: Cerveja e 17 anos. A lógica é exatamente a mesma que com as letras e os números: você precisa virar a carta que confirma a regra (a pessoa que está bebendo cerveja tem mais de 18 anos?) e a que a refuta (o jovem de 17 anos está bebendo álcool?). O refrigerante não importa — a regra não diz nada sobre quem pode beber refrigerante — e o mesmo vale para o jovem de 20 anos: mesmo que ele beba cerveja, não estará infringindo nenhuma regra. Mas aqui acontece algo surpreendente: nesse cenário, a maioria das pessoas acerta sem dificuldade. O problema lógico é idêntico ao das cartas abstratas, mas algo no conteúdo — uma situação social reconhecível, uma regra que faz sentido — muda completamente a forma de raciocínio. A partir daí, o experimento de Wason deixou de ser apenas um teste de lógica e se tornou um campo de batalha teórico. Leda Cosmides, da perspectiva da psicologia evolucionista, propôs uma explicação provocadora: talvez o raciocínio humano não seja projetado para a lógica abstrata, mas sim para detectar trapaceiros em interações sociais. Dessa perspectiva, não é que falhamos na tarefa de Wason: é que somos extraordinariamente bons em uma versão diferente dela, uma que tem consequências reais no mundo social. Outros pesquisadores dizem que a mente humana não é um sistema de lógica perfeita, mas um sistema com limites: racionalidade suficiente, não ótima — uma ideia que Herbert A. Simon, ganhador do Prêmio Nobel de Economia, desenvolveu sob o nome de racionalidade limitada. E os psicólogos Daniel Kahneman e Amos Tversky ampliaram essa linha de pensamento, mostrando que nossos julgamentos são guiados por atalhos mentais sistemáticos, não por dedução lógica estrita. Além do laboratório A mente humana é o enigma Getty Images É difícil superestimar a influência da Tarefa de Seleção de Wason. Na psicologia cognitiva, ela se tornou uma referência: poucas tarefas experimentais geraram tantos estudos, tantas replicações e tanto debate. Seu impacto se estendeu muito além disso. Na filosofia da ciência, a tarefa se tornou um exemplo vívido da assimetria entre confirmação e falsificação que Popper havia descrito no abstrato: não é que as pessoas não entendam lógica, mas sim que algo em nossa arquitetura mental nos inclina a buscar confirmação. Na economia comportamental, o trabalho de Kahneman, Tversky e outros se baseou diretamente nessa mesma fonte. E na educação, o experimento é usado para ensinar pensamento crítico. Mais recentemente, o experimento entrou no campo da inteligência artificial. Quando pesquisadores querem medir se um modelo de linguagem realmente raciocina ou simplesmente reconhece padrões, um dos testes clássicos é uma versão da tarefa de Wason. Os modelos mais avançados resolvem o problema facilmente em sua forma abstrata — eles têm acesso a toda a lógica formal já escrita —, mas cometem erros surpreendentemente semelhantes aos humanos quando o conteúdo muda de maneiras sutis ou inesperadas. A tarefa permanece, em certo sentido, um raio-X do raciocínio. E esse é talvez o aspecto mais duradouro do trabalho de Wason: não a tarefa em si, mas a questão que ela deixou em aberto. Não se trata de saber se os humanos são irracionais, mas sim por que falhamos precisamente onde falhamos e sob quais condições paramos de falhar. A mente não é uma máquina lógica defeituosa. É algo mais estranho e interessante.

Palavras-chave: inteligência artificial

Huawei MatePad SE 11: tablet acessível com 128 GB surge em oferta por menos de R$ 1 mil

Publicado em: 01/06/2026 06:32 Fonte: Tudocelular

Alternativa para quem está buscando por um tablet baratinho para estudos ou consumo de mídia, o Huawei MatePad SE 11 oferece um pacote caprichado. Além da construção premium em metal, estão entre seus destaques a tela Full HD+ de 11 polegadas, o chip Kirin e a bateria de 7.700 mAh. Na variante com 128 GB de armazenamento, o dispositivo atinge ótimo preço nesta oferta da Shopee, ao resgatar o cupom "TECNOLOGIA R$100 OFF" na página de promoções da loja. Você pode levá-lo por R$ 966 ao pagar no PIX, ou R$ 1.059 com possibilidade de parcelamento em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito. HUAWEI MatePad SE 11" Tablet, Design de Corpo Único em Metal, 7700 mAh + Superbateria de 22,5 W Shopee R$ 966 Ver Oferta Sobre o dispositivoO MatePad 11 SE se destaca pela tela de 11 polegadas em painel do tipo LCD, que entrega imagens muito nítidas com a resolução Full HD+. A Huawei também reduziu as bordas do aparelho para garantir um aproveitamento frontal de 85% no formato de imagem 16:10. O brilho máximo alcança 400 nits e ajuda bastante na visualização de conteúdos em ambientes claros.O Huawei MatePad SE 11 está disponível na Shopee por R$ 1.159. Para ver as outras 6 ofertas clique aqui. (atualizado em 01 de June de 2026, às 02:54)Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

NVIDIA lança RTX Spark, superchip que promete "revolucionar" notebooks com Windows

Publicado em: 01/06/2026 06:15 Fonte: Tudocelular

Após meses de incontáveis rumores, a NVIDIA entrou oficialmente na briga dos PCs com Windows on Arm ao anunciar nesta segunda-feira (1) a RTX Spark, plataforma com os chips N1X e N1 que chega para brigar com AMD, Intel e Qualcomm. Desenvolvido em parceria com a MediaTek, a solução unifica CPU e GPU de ponta para entregar alto desempenho em games, criação e Inteligência Artificial, e promete "revolucionar" notebooks ultrafinos e mini PCs.Fabricado pela TSMC em 3 nm, o chip é basicamente uma variação do GB10 Superchip usado no mini PC para desenvolvedores DGX Spark. Assim sendo, o componente conta com 70 bilhões de transistores, CPU Grace de até 20 núcleos (10 Arm Cortex-X925 + 10 Cortex-A725) e GPU RTX Blackwell com 6.144 núcleos CUDA. A solução seria capaz de entregar 1 PetaFLOPS de desempenho em IA com dados no formato FP4, e especula-se que o poder gráfico seja equivalente ao de uma GeForce RTX 5070 Mobile.Clique aqui para ler mais

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Estética íntima: a nova busca feminina pelo bem-estar íntimo

Publicado em: 01/06/2026 06:01

Durante muito tempo, falar sobre a aparência ou o desconforto na região íntima era um assunto proibido. Mulheres conviviam com incômodos físicos e insatisfações em silêncio, sem saber que existiam tratamentos especializados, seguros e eficazes. Esse cenário, felizmente, está mudando. A estética íntima feminina deixou de ser tabu para se tornar um campo reconhecido da medicina, com técnicas avançadas que vão muito além da questão visual — e que impactam diretamente a qualidade de vida. A busca por procedimentos como ninfoplastia, harmonização íntima e rejuvenescimento íntimo cresceu de forma expressiva nos últimos anos no Brasil. Os dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica confirmam esse movimento, que acompanha uma tendência global de mulheres que decidiram cuidar de uma região do corpo historicamente negligenciada pela medicina e pela própria sociedade. Dra. Rozeny Anute Divulgação A Dra. Rozeny Anute, ginecologista e cirurgiã plástica com foco integral na saúde, beleza e estética da mulher, está à frente da Clínica Lady Care, com unidades em São José dos Campos, Caraguatatuba e São Paulo. Referência em estética íntima, ela explica: “A estética íntima não é sobre padrão de beleza. É sobre devolver conforto, funcionalidade e autoconfiança. Muitas pacientes chegam ao consultório com queixas que afetam o dia a dia — desde dor ao praticar exercícios até constrangimento na vida íntima”. Ninfoplastia: muito além da estética A ninfoplastia é a cirurgia de redução ou remodelamento dos pequenos lábios. Embora o nome remeta a um procedimento estético, na maioria dos casos a motivação é funcional. A hipertrofia dos pequenos lábios — quando eles excedem o tamanho habitual — pode causar uma série de incômodos concretos no cotidiano da mulher. Mulheres com essa condição frequentemente relatam desconforto ao usar roupas justas, como leggings e biquínis, dor durante a prática de exercícios físicos como ciclismo e spinning, irritação crônica na região, infecções urinárias e íntimas de repetição e constrangimento durante a relação sexual. São queixas reais que impactam a rotina e a autoestima, mas que durante anos foram minimizadas ou ignoradas por falta de informação. A cirurgia é realizada com anestesia local e sedação, dura em média uma hora e a recuperação é relativamente rápida. As técnicas modernas preservam a sensibilidade da região e permitem resultados naturais, com cicatrizes praticamente imperceptíveis. “A ninfoplastia é um dos procedimentos com maior índice de satisfação entre as pacientes. A mudança no conforto do dia a dia é imediata”, destaca a Dra. Rozeny. Um diferencial da Clínica Lady Care nessa área é a Técnica Anute-Rozeny, desenvolvida pela própria Dra. Rozeny ao longo de mais de 25 anos de formada. Trata-se de uma abordagem exclusiva que oferece benefícios importantes em relação às técnicas convencionais: maior preservação da sensibilidade, cicatrizes mais discretas, capacidade de corrigir todos os graus de hipertrofia e um resultado estético mais natural e harmônico. A técnica está em processo de publicação científica e já é tema de um livro técnico destinado à comunidade médica, consolidando a Dra. Rozeny como referência nacional em estética íntima. Clínica Lady Care / Divulgação Rejuvenescimento íntimo e medicina regenerativa Outra frente que ganhou destaque nos últimos anos é a medicina regenerativa íntima — um conjunto de tratamentos que utilizam tecnologia para restaurar tecidos e funções da região íntima feminina. O laser de CO2 fracionado é um dos recursos mais utilizados, com aplicações que vão desde o tratamento da atrofia dos tecidos íntimos até a melhora da incontinência urinária leve. A atrofia íntima — condição em que os tecidos da região se tornam mais finos, secos e menos elásticos — é extremamente comum após a menopausa, mas também pode ocorrer em mulheres mais jovens, especialmente após o parto ou durante o uso de certos medicamentos. Os sintomas incluem ressecamento, dor na relação sexual, ardência e até sangramento. O laser de CO2 estimula a produção de colágeno nos tecidos íntimos, promovendo hidratação, elasticidade e melhora da vasculatura local. O procedimento é ambulatorial, não exige anestesia geral, e cada sessão dura cerca de 15 a 20 minutos. Os resultados são progressivos e, para muitas mulheres, representam uma transformação significativa na qualidade da vida sexual e no bem-estar cotidiano. Além do laser, outros recursos fazem parte do arsenal da medicina regenerativa 00edntima: o ácido hialurônico injetável, utilizado para hidratação profunda e volumização dos grandes lábios, e a radiofrequência, que estimula a renovação celular e melhora o tônus dos tecidos. A combinação de técnicas, sempre personalizada, permite resultados ainda mais completos. Mitos e verdades sobre a estética íntima Como todo tema que envolve o corpo feminino, a estética íntima carrega mitos que precisam ser esclarecidos. Um dos mais comuns é a ideia de que a ninfoplastia causa perda de sensibilidade. Isso não corresponde à realidade: as técnicas cirúrgicas atuais preservam integralmente as terminações nervosas da região, e muitas pacientes relatam até melhora na sensibilidade após a cirurgia, justamente pela eliminação do excesso de tecido que causava desconforto. Outro mito frequente diz respeito à recuperação: muitas mulheres imaginam um pós-operatório doloroso e prolongado. Na prática, com as técnicas utilizadas hoje, a maioria das pacientes retorna às atividades leves em poucos dias. O desconforto é controlado com medicação simples, e as restrições principais — como evitar atividade física intensa e relações sexuais — duram em média quatro a seis semanas. “O medo do procedimento quase sempre é maior do que a realidade. E o arrependimento mais comum que escuto no consultório não é de quem fez — é de quem demorou para fazer”, comenta a Dra. Rozeny. O impacto na autoconfiança e na qualidade de vida O que a prática clínica mostra é que procedimentos de estética íntima têm um impacto emocional profundo. Mulheres que conviveram por anos com desconforto ou insatisfação relatam uma mudança que vai muito além do físico: a reconexão com o próprio corpo, a segurança na intimidade e a liberdade de usar as roupas que quiserem sem constrangimento. Na Clínica Lady Care, o atendimento em estética íntima é conduzido com escuta individualizada, planejamento cirúrgico detalhado e acompanhamento próximo no pós-operatório. O ambiente foi pensado para que a mulher se sinta acolhida e segura em cada etapa do processo. A primeira consulta é sempre de escuta. Antes de qualquer indicação de procedimento, a Dra. Rozeny dedica tempo para entender a história da paciente, suas queixas, suas expectativas e seus receios. Esse diálogo inicial é fundamental para construir um plano de tratamento que faça sentido para aquela mulher específica — porque não existe solução genérica quando o assunto é o corpo e a autoestima. “A estética íntima é sobre devolver à mulher algo que é dela: o direito de se sentir bem no próprio corpo. E quando essa mulher sai do consultório diferente de como entrou — mais leve, mais confiante —, eu sei que o meu trabalho fez sentido”, conclui a Dra. Rozeny Anute. Para agendar uma consulta na Clínica Lady Care, entre em contato pelo WhatsApp (12) 98310-0106 ou acesse o perfil @drarozenyanute no Instagram. Médica responsável: Dra. Rozeny Anute CRM 111.127 / SP

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