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Lei que obriga instalação de desfibriladores em locais de grande circulação é aprovada em Rio Branco

Publicado em: 28/05/2026 08:00

Lei obriga instalação de desfibriladores em locais de grande circulação em Rio Branco Um projeto de lei que obriga a instalação de Desfibrilador Externo Automático (DEA) em locais de grande circulação foi aprovado nessa terça-feira (26) pela Câmara Municipal de Rio Branco. A medida, proposta pelo vereador Felipe Tchê (PP), se aplica a empresas privadas com atendimento ao público, instituições de ensino públicas e privadas, centros comerciais, supermercados e shoppings, entre outros. Consta no projeto que o critério para classificar os espaços é o de média diária de duas mil pessoas ou capacidade a partir de 150 pessoas simultâneas. Após a aprovação, o texto seguirá para sanção ou veto do prefeito Alysson Bestene (PP). 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp 💡 O desfibrilador é um equipamento portátil destinado à análise do ritmo cardíaco e que permite identificar arritmias e aplicar choques elétricos para restabelecer o ritmo normal do coração. Equipamento é utilizado para emergências cardíacas Reprodução/RPC Outra regra definida pela legislação aprovada é de que eventos temporários, como festas, feiras, shows, cultos e competições esportivas com público superior a 500 pessoas também serão obrigados a disponibilizar o DEA durante as atividades. LEIA MAIS Vereador do AC é acusado de agredir dono de bar com copo em discussão por conta de R$ 172 Isenção de taxas em concursos a pessoas com fibromialgia, limite de emendas, e mais: veja projetos aprovados em Rio Branco NR-1: Regra que amplia fiscalização sobre saúde mental no trabalho entra em vigor nesta terça; veja o que muda Estabelecimentos que possuam mais de 99 funcionários, em especial comércios, academias, indústrias, aeroportos e rodoviárias, também será obrigatória a presença de profissional habilitado e capacitado para utilização do desfibrilador e atendimento de primeiros socorros. Justificativa A justificativa principal apresentada no projeto é a proteção da vida dos cidadãos e a adequação da cidade às melhores práticas de saúde pública e segurança. O texto utiliza dados nacionais que apontam a alta incidência de parada cardiorrespiratória como principal causa de morte súbita, com cerca de 300 mil pessoas anualmente. “De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a cada minuto que passa sem atendimento, a chance de sobrevivência de uma pessoa em PCR diminui entre 7% e 10%”, reforça a proposta. Ainda segundo a lei, o objetivo é democratizar o acesso a essa tecnologia, já que o desfibrilador é um equipamento portátil e de uso leigo, ou seja, pode ser operado por qualquer pessoa treinada. Punições O projeto estabelece punições para os estabelecimentos e repartições que descumprirem a obrigação: Advertência por escrito - com prazo para regularização de até 30 dias; Multa de 5 mil UFIRs [Unidade Fiscal do Município, que uniformiza parâmetros para multas], que pode ser dobrada em caso de reincidência e Suspensão do alvará de funcionamento ou interdição do estabelecimento/evento em caso de descumprimento reiterado ou risco iminente à vida. Reveja os telejornais do Acre

Palavras-chave: câmara municipaltecnologia

Câmara de Piracicaba vota projeto que pode criar moradias sociais à comunidade Pantanal

Publicado em: 28/05/2026 07:52

Vista aérea da comunidade Pantanal em Piracicaba Prefeitura de Piracicaba/Divulgação A Câmara Municipal de Piracicaba (SP) votará em segunda discussão, nesta quinta-feira (27), o Projeto de Lei Complementar que pode alterar o Plano Diretor de Desenvolvimento para a criação de uma Zona Especial de Interesse Social (ZEIS) em área vizinha à comunidade Pantanal, uma ocupação irregular no bairro Jardim Itapuã. 🔎 Segundo a prefeitura, as ZEIS são áreas demarcadas para a construção de moradias populares ou para a regularização de assentamentos informais. Nelas, o poder público regulariza moradias, urbaniza áreas, melhora infraestrutura e constrói habitações para famílias de baixa renda. A nova zona, identificada como ZEIS 2K, será destinada prioritariamente a famílias com renda de até 1,5 salário mínimo, segundo o projeto de lei. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram A proposta foi votada pela primeira vez na noite desta segunda (25), na 29ª Sessão Ordinária, quando obteve 20 votos favoráveis e dois contrários — o presidente votou e um vereador não compareceu à sessão. Objetivo da lei complementar O propósito da nova legislação é aperfeiçoar os mecanismos urbanísticos voltados à política habitacional. Na prática, o projeto de lei faz alterações técnicas e cartográficas no Plano Diretor de Desenvolvimento de Piracicaba. Mapas Alterados: O projeto altera parcialmente o Mapa 4 (Macrozonas na Área Urbana) e o Mapa 5 (Zoneamento na Área Urbana) do Plano Diretor Ajustes Cartográficos: Foram realizados ajustes no Mapa de Macrozonas para refletir essas mudanças As mudanças afetam os perímetros da Zona Urbana de Ocupação Restrita (ZUOR) e da Zona Urbana de Requalificação de Bairros 2 (ZURB 2), para adequar a legislação para a implantação de projetos de moradia popular. Agora no g1 Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Piracicaba.

Palavras-chave: câmara municipal

Alunos de escola pública ganham prêmio nacional de robótica ao criar sistema com IA para analisar qualidade da água

Publicado em: 28/05/2026 07:32

Alunos de escola estadual do noroeste de SP são destaque em competição nacional No laboratório de robótica de uma escola estadual do noroeste de São Paulo nasceu um projeto que mistura análise da qualidade da água com a inteligência artificial, e que foi o segundo mais premiado do país durante a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), realizada na Universidade de São Paulo (USP). Dentro da Escola Estadual Professora Maria das Dores Ferreira Rocha, em Santa Rita d'Oeste (SP), fios, peças impressas em 3D, microscópios adaptados e computadores dividem espaço com sonhos que parecem grandes demais para estudantes de 14 anos, mas que chamaram a atenção de especialistas em ciência e engenharia. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Batizado de "AquaLab IA”, o sistema desenvolvido pelos alunos Daniel Ponzani Fernandes, Raynan Vitor Garrio e Tiago Murilo Marques Dias combina robótica, microscopia e inteligência artificial. Os estudantes Raynan Garrio, Daniel Fernandes e Tiago Marques Dias, da escola estadual Maria das Dores Ferreira Rocha, de Santa Rita d'Oeste (SP) TV TEM/Reprodução Na feira realizada na USP, o trabalho foi premiado também como o destaque do Estado de São Paulo. Além disso, o AquaLab IA garantiu vaga para mais uma competição nacional: a Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic), prevista para setembro, em Santa Catarina. Por trás das medalhas e troféus, no entanto, existe uma história que mistura curiosidade científica, preocupação ambiental e transformação pela educação. Projeto dos estudantes de laboratório de robótica de escola estadual em Santa Rita d'Oeste (SP) foi o segundo mais premiado no país na Febrace, tradicional feira de ciências e engenharia TV TEM/Reprodução Engenharia e ciência O equipamento criado pelos estudantes de Santa Rita d'Oeste funciona como uma espécie de laboratório portátil. Uma amostra de água é colocada no sistema, que utiliza um microscópio adaptado com webcam para captar imagens microscópicas. “Somos sempre incentivados nas aulas a usar engenharia e ciência para ajudar as pessoas. A gente descobriu que a poluição da água afeta o mundo inteiro. Daí surgiu a ideia de criar um projeto para analisar a qualidade da água”, conta Raynan, aluno do 9º ano, à TV TEM. Essas imagens são enviadas a um software treinado com inteligência artificial, responsável por interpretar os dados e apontar possíveis alterações na água. Em poucos segundos, o computador apresenta os resultados. AquaLab IA, sistema de análise da qualidade de água, que mistura robótica com inteligência artificial, foi desenvolvido por estudantes de escola pública do interior de SP e premiado em feira nacional de ciências e engenheria TV TEM/Reprodução Diversas análises Segundo o professor de robótica Edson Antonio Henrique, orientador do grupo, o diferencial está na capacidade de reunir diversas análises em um único sistema, algo que normalmente exige equipamentos caros e separados. O projeto analisa dez parâmetros da qualidade da água. O primeiro módulo verifica microscopia, pH, turbidez e sólidos dissolvidos. O segundo é sobre DBO (demanda bioquímica de oxigênio) e o terceiro está relacionado aos coliformes fecais e E. coli, conforme explica o professor. Mais do que inovação tecnológica, o educador destaca o impacto social da proposta. Segundo ele, o sistema foi pensado para ser acessível. Estudante Rayan Garrio, de Santa Rita d'Oeste (SP) demonstra o funcionamento do sistema AquaLab IA, que mistura robótica com IA para analisar a qualidade da água TV TEM/Reprodução O professor destaca que existem equipamentos no mercado que fazem análises deste tipo, mas não com todos os parâmetros ao mesmo tempo. Outra vantagem do projeto dos alunos é o custo reduzido: entre 2% e 3% do valor de outros aparelhos. “O que também chamou atenção na feira foi a idade deles. São jovens de 14 anos desenvolvendo um projeto com tecnologia avançada e usando IA”, destaca à TV TEM. Qualidade da água A ideia ganhou ainda mais relevância conforme os estudantes passaram a pesquisar problemas ambientais em cidades da região noroeste. Nos últimos meses, imagens de rios cobertos por água esverdeada e episódios de mortandade de peixes se tornaram frequentes em afluentes do Rio Tietê. Um dos casos mais recente ocorreu no Ribeirão São Jerônimo, em Zacarias (SP), que ficou coberto por uma crosta verde. Foi durante essas pesquisas que Tiago percebeu que o AquaLab IA poderia ajudar a compreender as causas desse fenômeno. “A gente pode saber se tem uma carga orgânica muito grande na água e isso ajuda a prevenir desastres, como a morte de peixes, que acontece quando o oxigênio fica muito baixo”, explica Tiago. No laboratório da escola, cada estudante assumiu uma função específica no desenvolvimento do projeto. Raynan ficou responsável pelas peças utilizadas na estrutura física do equipamento. Outros integrantes atuaram na programação do sistema e na análise dos dados. Tudo começou a partir das aulas de ciências e cresceu dentro do projeto de robótica da unidade. O ambiente já se tornou referência na região. LEIA MAIS: Urutau visita sacada de apartamento e encanta morador Bancos de leite ajudam bebês prematuros e acolhem mães no noroeste de SP Idosa faz crochê durante diálise e doa peças a pacientes e funcionários de hospital Premiações Há mais de dez anos, o laboratório da escola acumula premiações em feiras nacionais e internacionais. O espaço virou uma espécie de celeiro de jovens pesquisadores, especialmente na cidade do interior, onde oportunidades ligadas à ciência nem sempre chegam com facilidade. Entre os exemplos está a universitária Ana Elisa Brechane da Silva, considerada a grande medalhista do projeto. Ana Elisa Brechane da Silva entrou para o curso de Engenheria da Unesp depois de receber prêmios por projetos criados no laboratório de robótica de escola estadual em Santa Rita d'Oeste (SP) TV TEM/Reprodução Ex-aluna da escola, ela participou da mesma feira em que os meninos foram premiados e chegou a apresentar trabalhos em cidades como Los Angeles e Atlanta, nos Estados Unidos. Durante a aula de robótica, Ana Elisa criou o protótipo intitulado “ConnectBreathe” (conectar e respirar), que pode diagnosticar e apoiar o tratamento de asma, bronquite e outras doenças respiratórias. Atualmente, ela cursa Engenharia Elétrica na Universidade Estadual Paulista (Unesp). “Foram 12 prêmios recebidos pela robótica da escola. Eu participo desse projeto desde o sexto ano. Uma vez que a gente faz parte da robótica, ela nunca sai do nosso coração”, diz a universitária. Ana afirma que pretende manter viva a experiência iniciada ainda na escola pública. “Quero seguir esse legado na faculdade. Desenvolver projetos que ajudam as pessoas através da tecnologia e da ciência”, ressalta. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

ASUS Vivobook 15: notebook acessível com Ryzen 7 e 512 GB em oferta por menos de R$ 3 mil

Publicado em: 28/05/2026 06:55 Fonte: Tudocelular

Boa alternativa para quem está atrás de um notebook baratinho para trabalho e estudos, o ASUS Vivobook 15 entrega construção caprichada e uma ficha técnica encorpada. Além do processador AMD Ryzen 7, o computador tem entre os pontos altos a tela Full HD e a certificação militar de resistência. Na variante com sistema Linux, 8 GB de RAM e 512 GB de SSD, o dispositivo atinge ótimo preço nesta oferta da Shopee, ao ativar o cupom "TODAS AS LOJAS R$90 OFF" na página de promoções da loja — você pode levá-lo por R$ 2.669 ao pagar no PIX, ou R$ 2.909 em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito. Notebook ASUS Vivobook 15 M1502YA AMD Ryzen 7 5825U 8GB Ram 512GB SSD Linux 15,6" FHD Silver - NJ611 Shopee R$ 2.669 Ver Oferta Sobre o dispositivoO Vivobook 15 (modelo M1502YA) chama atenção pela ficha técnica de bom custo-benefício, começando pelo processador AMD Ryzen 7 5825U. Equipado com 8 núcleos, o chip oferece na prática um multitarefas fluido e resposta rápida para tarefas do cotidiano, seja no trabalho, nos estudos ou em momentos de lazer.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Oferta: fones PULSE Explore trazem áudio planar magnético ao PS5 com desconto

Publicado em: 28/05/2026 06:50 Fonte: Tudocelular

Os fones de ouvido PULSE Explore para PS5 podem ser a aquisição ideal para uma experiência mais imersiva em suas sessões de jogatina. Trata-se de fones com alto-falantes planares magnéticos inspirados em estúdio que prometem reproduzir sonoridade ambiente com menos distorção, além de graves profundos e mais. As pessoas interessadas neste dispositivo podem optar pela aquisição dele na Amazon por R$ 789 à vista via Pix com 7% de desconto. Do mesmo modo, dá para comprar o modelo de forma parcelada, com pagamento em até 10x de R$ 84,90 sem juros, totalizando R$ 849. "Fones de ouvido sem fio PULSE Explore? ? Midnight Black" Amazon R$789 Ver Oferta "Fone de Ouvido Pulse Explore Playstation PS5 Bluetooth" Amazon R$849 Ver Oferta Sobre os fones de ouvidoEm geral, o PULSE Explore inaugura uma nova geração de áudio para jogos com seus drivers planares magnéticos, tecnologia antes restrita a equipamentos de estúdio. Esses drivers entregam som extremamente detalhado, graves profundos e distorção ultrabaixa, permitindo ouvir cada nuance exatamente como os desenvolvedores pretendiam.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Funcionário do Google é acusado de usar dados internos e ganhar US$ 1 milhão com apostas

Publicado em: 28/05/2026 06:39

Logotipo do Google EPA Um funcionário do Google foi preso por supostamente usar seu acesso a informações internas da empresa para fazer apostas lucrativas com sucesso na plataforma de mercado de previsão Polymarket. O procurador dos EUA para o Distrito Sul de Nova York disse que indiciou o engenheiro do Google Michele Spagnuolo de violar as leis de abuso de informação privilegiada por causa de várias apostas que ele fez por meio da plataforma. Embora Spagnuolo seja um cidadão italiano que vive na Suíça, ele foi detido na quarta-feira (27/05) e levado perante um juiz federal em Nova York. Spagnuolo supostamente usou informações às quais teve acesso antecipado por meio de seu trabalho no Google, com sede nos EUA, para fazer apostas que lhe renderam ganhos de US$ 1,2 milhão (cerca de R$ 6 milhões). Uma porta-voz do Google disse que a empresa está "colaborando com as autoridades em sua investigação" e que o funcionário foi colocado em licença. A informação interna que teria sido utilizada consistia em material de marketing acessado "usando uma ferramenta disponível para todos os funcionários, mas usar essas informações confidenciais para fazer apostas é uma violação grave de nossas políticas", acrescentou. Um porta-voz da Polymarket disse que a plataforma "trabalhou em estreita colaboração" com as autoridades na investigação. Agora no g1 "A negociação em blockchain é transparente, rastreável, e agentes mal-intencionados deixam rastros", acrescentou o porta-voz. Blockchain é uma espécie de registro digital aplicado às criptomoedas, que são a única forma de pagamento que a Polymarket aceita. A Procuradoria dos EUA trabalhou com o Federal Bureau of Investigation (FBI, a polícia federal americana) na prisão de Spagnuolo. Ele foi solto mediante fiança de US$ 2,25 milhões, de acordo com a ABC News. Embora Spagnuolo supostamente tenha usado o nome de usuário AlphaRaccoon na Polymarket e suas apostas tenham sido feitas com criptomoedas de várias contas, o FBI disse ter detectado suas contas ao encontrar uma que ele havia aberto com um documento de identificação italiano. Spagnuolo não respondeu a um e-mail solicitando comentário. De acordo com perfis online, ele trabalhou no Google por mais de 12 anos como engenheiro focado em segurança da informação. Ele começou a usar a Polymarket em 2024 e, entre outubro e dezembro do ano passado, o gabinete do procurador dos EUA disse que Spagnuolo fez US$ 2,7 milhões em apostas relacionadas ao Google. Ao usar informações internas, ele conseguiu obter mais de US$ 1 milhão em lucros com essas apostas, segundo o gabinete. Os documentos do tribunal dizem que as apostas mais lucrativas supostamente feitas por Spagnuolo na Polymarket foram prever corretamente quem seria e quem não seria a pessoa mais pesquisada no Google em 2025. Ele supostamente apostou contra nomes como Bianca Censori e o presidente Donald Trump, e escolheu o cantor D4vd como primeiro lugar quando a plataforma de apostas atribuía probabilidades quase nulas a esse resultado. Os documentos judiciais dizem que, quando Spagnuolo fez essa aposta em novembro, ele sabia que D4vd havia se tornado a pessoa mais pesquisada no Google porque tinha acesso a informações que o gigante de buscas havia coletado antes de serem divulgadas ao público. D4vd está atualmente preso por supostamente ter assassinado uma adolescente. Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês). LEIA TAMBÉM: A 1ª grande vitória do balconista de farmácia que lançou movimento pelo fim da escala 6x1 com desabafo no TikTok

Palavras-chave: inteligência artificial

Primeiro do mundo: LG inicia produção de painel OLED RGB Stripe com 240 Hz

Publicado em: 28/05/2026 06:33 Fonte: Tudocelular

A LG começou a fabricar em massa o seu mais novo painel OLED RGB Stripe com taxa de atualização de 240 Hz, componente voltado para monitores premium com a promessa de unir qualidade de imagem e muito mais nitidez. Com o avanço dos PCs equipados com inteligência artificial, a fabricante notou um aumento na demanda por telas de última geração e a resposta da marca sul-coreana é exatamente este novo display.A estrutura RGB Stripe organiza os subpixels vermelho, verde e azul em linha, característica que garante textos e números pequenos muito mais definidos em comparação aos visores convencionais, segundo a empresa. O resultado é um cansaço visual menor, detalhe crucial para entregar uma experiência bem mais confortável durante o trabalho com programação ou edição de textos por horas a fio. A tela une a boa densidade de 160 ppi com a fluidez dos 240 Hz e a fabricante afirma ser a primeira a alcançar essa marca em um display OLED com estrutura RGB Stripe. Outro destaque da ficha técnica é a tecnologia de Frequência e Resolução Dinâmicas, também conhecida como DFR. O recurso permite alternar os modos de exibição de maneira simples para o usuário escolher entre alta resolução em 4K a 240 Hz ou taxa de quadros extrema em Full HD a 480 Hz. O objetivo é oferecer um monitor pronto para fazer tudo com excelência, seja para jogar ou focar na produtividade.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Intel lança processadores Arc G3 otimizados para consoles portáteis com Windows

Publicado em: 28/05/2026 06:18 Fonte: Tudocelular

Confirmando incontáveis rumores, a Intel anunciou nesta quinta-feira (28) a nova linha de processadores Intel Arc G3, desenvolvida especificamente para consoles portáteis. Baseados na mesma arquitetura da família Core Ultra 300 Panther Lake, os chips trazem ajustes que os fariam entregar uma experiência mais equilibrada de alto desempenho gráfico e eficiência energética, buscando bater de frente com rivais como os Ryzen Z2 da AMD.Os lançamentos incluem o top de linha Intel Arc G3 Extreme e a opção mais simples Intel Arc G3. Os modelos são derivados da família Core Ultra 300, contando dessa forma com a litografia Intel 18A na CPU, que embarca adaptações para garantir um equilíbrio melhor entre consumo e performance. Com isso, como apontaram vazamentos, os processadores vem embarcados com 14 núcleos, em vez de 16, divididos em 2 P-Cores de alto desempenho (arquitetura Cougar Cove), 8 E-Cores de alta eficiência (arquitetura Darkmont) e 4 LP E-Cores de baixo consumo (Darkmont).Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

TP-Link anuncia roteador Archer 8 com Wi-Fi 8 antes do padrão existir, mas enfrenta barreiras nos EUA

Publicado em: 28/05/2026 06:17 Fonte: Tudocelular

Talvez você ainda nem tenha um roteador com Wi-Fi 6 em casa, mas a TP-Link acaba de anunciar o Archer 8, seu primeiro roteador equipado com a tecnologia Wi-Fi 8. Contudo, não se sinta atrasado: o detalhe que mais chama a atenção no lançamento é que o padrão de Wi-Fi em questão não deve ser finalizado até março de 2028, quase dois anos depois do lançamento do novo roteador, que estreia apenas no próximo mês de outubro.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Projeto da Ueap leva cursos de impressão 3D com reciclagem de garrafas PET a escolas do Amapá

Publicado em: 28/05/2026 06:01

Projeto da Ueap leva cursos de impressão 3D com reciclagem de garrafas PET a escolas Um projeto da Universidade do Estado do Amapá (Ueap) mostra como a reciclagem pode ganhar novas formas com a tecnologia. Pesquisadores e estudantes da instituição transformam garrafas PET em filamentos para impressoras 3D. A iniciativa oferece cursos gratuitos nas escolas estaduais, para ensinar a comunidade a transformar as garrafas na matéria para a impressão, e aplicar a tecnologia em sala de aula. Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça Os objetos produzidos podem ser usados na produção de peças de engenharia, utensílios domésticos e até brinquedos. O professor Felipe Tavares, líder do grupo de pesquisa , explica que a iniciativa une sustentabilidade e inovação. “Reciclar deixou de ser apenas uma prática sustentável. Hoje é uma necessidade diante dos impactos ambientais. A impressão 3D é uma ferramenta que pode ajudar a reduzir o descarte irregular de plásticos”, afirmou. Felipe Tavares, professor de Química na Ueap. Isadora Pereira/g1 Segundo ele, impressoras 3D têm preços acessíveis, semelhantes aos de impressoras comuns. O professor explica que esse avanço tecnológico permite que qualquer pessoa, mesmo sem grandes investimentos, possa adquirir o equipamento e começar a produzir objetos em casa “Com esse equipamento, qualquer pessoa pode produzir peças em casa, desde suportes de celular até componentes de máquinas. A ideia é mostrar que a reciclagem não precisa depender apenas de grandes empresas”, disse. Objetos feitos por impressão 3D por meio do projeto. Isadora Pereira/g1 O acadêmico de Engenharia Química Lucas Rafael participa da iniciativa como bolsista. Ele conta que o projeto trabalha para deixar em evidência a tecnologia em colaboração com a conscientização ambiental. “Nosso propósito é evitar que as garrafas cheguem ao meio ambiente. A partir delas, conseguimos produzir filamentos e criar objetos em impressoras 3D. Uma garrafa PET pode levar até 600 anos para se decompor. Por isso, precisamos pensar em soluções que reduzam esse tempo e deem novos usos ao material”, afirma. Lucas Rafael é acadêmico de Engenharia Química e participa da iniciativa como bolsista. Isadora Pereira/g1 Sobre o processo O processo começa com a transformação das garrafas PET em filamentos. Esses fios são usados nas impressoras 3D e passam por testes de resistência e temperatura. “Não é só produzir o material reciclado, mas avaliar suas propriedades técnicas. Queremos entender se ele mantém a mesma resistência ou se perde qualidade rapidamente”, explica Tavares. Coleta e limpeza: As garrafas PET são recolhidas e passam por um processo de higienização. É necessário retirar rótulos, cola e qualquer resíduo para garantir a qualidade do material. Corte em fitas: depois de limpas, as garrafas são cortadas em tiras finas, que se tornam a base para o próximo estágio. Filamento é produzido no Núcleo de Tecnologia da Ueap. Isadora Pereira/g1 Aquecimento e fusão: as fitas passam por um bloco de aquecimento que atinge cerca de 240 a 250 graus. Nesse ponto, o plástico é derretido e começa a ganhar forma. Produção do filamento: o material derretido é moldado em formato de fio contínuo, semelhante a uma corda. Esse filamento é ajustado para não ficar nem muito grosso nem muito fino, garantindo que funcione corretamente na impressora 3D. Modelagem e impressão: com o filamento pronto, ele é colocado na impressora 3D. A partir daí, softwares de modelagem permitem criar objetos diversos, desde suportes de celular até peças para robótica. Materiais que realizam o processo da impressão do material 3D com o filamento de garrafa PET Isadora Pereira/g1 LEIA MAIS: Projeto do AP que transforma caroço de açaí em gás de cozinha recebe certificado de viabilidade Bio-óleo produzido a partir do caroço de açaí no Amapá pode ser alternativa ao gás e petróleo Cursos gratuitos Em 2025, foram realizados três mini cursos gratuitos, com duração de dois a três dias, voltados para a comunidade. Bolsistas de extensão ensinaram como transformar garrafas PET em filamentos e usar impressoras 3D. Neste ano, o projeto foi ampliado para escolas, com previsão de atender estudantes e professores. Na última semana, o Colégio Amapaense recebeu o projeto. “Queremos que os alunos aprendam a construir peças e vejam na prática como a tecnologia pode ser usada para reciclar”, destaca o professor. Fio para filamento é produzido com material de garrafa PET reciclado, no Amapá. Isadora Pereira/g1 Projeto é desenvolvido na Universidade do Estado do Amapá. Isadora Pereira/g1 Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

Palavras-chave: tecnologia

Por que o dono da Ford criou a escala de trabalho 5x2 há 100 anos — e como isso impactou o mundo

Publicado em: 28/05/2026 05:20

Linha de montagem da Ford, em fotografia de 1913 Domínio Público/Autor desconhecido/Wikimedia Commons "O país está pronto para a semana de cinco dias [de trabalho]. Seguramente é algo que deve se espalhar por toda a indústria. […] Já é hora de nos livrarmos da ideia de que é 'tempo perdido' o lazer dos trabalhadores, ou um privilégio de classe." Essas palavras fizeram parte de um discurso há cem anos, no 1º de maio de 1926. Não foram proferidas por um operário, um líder sindical, um militante socialista ou um político trabalhista. O pronunciamento foi feito por um dos maiores magnatas da história da humanidade, o engenheiro mecânico e empresário Henry Ford (1863-1947), fundador da Ford Motor Company, considerado um pioneiro no formato industrial conhecido como linha de montagem em série. A partir daquela data, a jornada 5x2 se tornaria praxe em todo o seu gigantesco parque fabril — com 40 horas de trabalho por semana. A ideia de aumentar o fim de semana do trabalhador superava, a favor do proletariado, o que havia sido determinado em 1919 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) — e havia se tornado padrão internacional por convenção: o teto praticado era de 48 horas semanais. A decisão não foi tomada de uma hora para outra. A Ford já vinha testando em alguns departamentos o novo formato. Em artigo publicado no jornal The New York Times em março de 1922, o filho de Henry Ford, Edsel Bryant Ford (1893-1943), que presidia a empresa desde 1919, escreveu que "toda pessoa precisa de mais de um dia por semana para descanso e recreação". No texto, argumentava que "a Ford sempre buscou promover uma vida doméstica ideal para seus empregados" e disse acreditar que "para viver de forma apropriada, todo ser humano deveria dispor de mais tempo para passar com sua família". Henry Ford é tido como 'pai' da linha de montagem em série Ford Motor Company, Photographic Department , The Henry Ford Collections/Domínio público/Wikimedia Commons Após ser adotado voluntariamente pela Ford, o sistema se expandiu. Nos Estados Unidos, a jornada de trabalho semanal foi reduzida por lei em 1938 — limitada a 44 horas semanais. Em 1940, o teto cairia para as 40 horas semanais idealizadas por Ford 14 anos antes. Principalmente depois da Segunda Guerra Mundial, o sistema fordista de organização de trabalho fabril se espalhou pelo mundo. "O modelo americano de industrialização e economia nacional foi multiplicado nas sociedades que tomaram parte da reconstrução da economia mundial, a partir de 1945, como o Japão e a China", explica o historiador Paulo Henrique Martinez, professor na Universidade Estadual Paulista (Unesp). O advogado trabalhista Pedro Maciel entende a adesão ao sistema por causa do sucesso obtido. "O modelo começou a demonstrar uma vantagem econômica para as empresas, o que acabou por disseminar essa forma de jornada", diz. A concorrência acabou convencida de que menos horas trabalhadas "não significavam menos dinheiro". "Até os anos 1960, a formação de administradores e o adestramento de trabalhadores foram ações conjugadas, engatando patrões e empregados no compromisso pelo sucesso da empresa através da produção e da produtividade do trabalho", contextualiza o historiador. "Criou-se mesmo uma ilusão perversa, a de que um não existiria sem o outro." Vêm daí, relata Martinez, ideias como a de que o empregado precisa "vestir a camisa da empresa". Era a celebração de uma "paz social", ressalta o historiador, vendida por Henry Ford — um estratagema eficaz na contenção das insatisfações proletárias. Se regulamentar o descanso se tornou uma necessidade sobretudo com o advento do capitalismo industrial e as jornadas cada vez mais desgastantes, é fato que o fim de semana de dois dias representou a quebra de um paradigma que vinha desde a antiguidade. Um exemplo importante disso está no livro sagrado que está na base do mundo judaico-cristão. Na concepção do mundo contada no Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, Deus descansou no sétimo dia — depois de seis jornadas consecutivas de trabalho na obra da criação. O relato não deixa de ser um registro de como os antigos lidavam com organização entre trabalho e descanso. Mesmo antes de Ford, no entanto, houve casos pontuais de mudança. Professor de direito do trabalho na Universidade Presbiteriana Mackenzie, o advogado Claudinor Roberto Barbiero cita, por exemplo, uma fábrica têxtil dos Estados Unidos que havia instituído em 1908 a semana de cinco dias com o objetivo de acomodar trabalhadores judeus que guardavam o sábado. "A Ford deu escala e prestígio industrial ao modelo", enfatiza ele. "A prática deixou de parecer apenas uma concessão social e passou a ser vista como possível estratégia de gestão." Câmara aprova o fim da escala 6x1 e ainda vai ao Senado Tempo e dinheiro Henry Ford entendia que o progresso, ao mesmo tempo que poderia aumentar os ganhos do empresariado e a eficiência da produção, também deveria resultar em benefícios trabalhistas. Àquela altura, ele já havia criado um programa de bônus por produtividade aos seus trabalhadores e, em 1914, criado certa polêmica entre outros industriais por decidir dobrar o piso salarial dos seus empregados. O empresário argumentava que a própria linha de montagem possibilitava isso. Ao ser adotada na produção do modelo Ford T em 1913, o tempo necessário para um carro ficar pronto havia caído de 12 horas para pouco mais de 1h30. Ford entendeu que os operários também deveriam ser recompensados de alguma forma por esse gigantesco salto de eficiência. "Foi o crescimento das grandes corporações, com sua habilidade de usar o poder, o maquinário de ponta e, de forma geral, reduzir os desperdícios de tempo, material e energia humana que permitiu implementar a jornada de 8 horas diárias", reconheceu ele, no mesmo discurso de 1926. "Nessa mesma linha, novos progressos tornam possível instituirmos também a semana de cinco dias." Evidentemente, Ford respondia a uma demanda presente em sua época. Em artigo acadêmico publicado em junho de 1990 em The Journal of Economic History, o economista e historiador Robert Whaples, então professor na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, ressalta que, antes da Segunda Guerra, as lutas dos trabalhadores por menos horas de trabalho eram mais intensas do que as reivindicações por melhores salários. Não é que o empresário fosse "bonzinho". "A motivação de Henry Ford não foi apenas humanitária", diz o professor. Ele sabia o que estava fazendo — e como sua medida resultaria em melhores ganhos. Martinez analisa a decisão de Ford como consequência de "duas balizas" que regiam suas ações empresariais. Em primeiro lugar "a organização metódica do trabalho". Setor de produção de motores de indústria automobilística no Brasil, sem data identificada Arquivo Nacional Ford era um expoente das "teorias científicas de administração e de gerenciamento da produção", contextualiza o historiador, "desde os espaços da fábrica, passando pela disciplina de horários, turnos e demais atividades e intervalos de descanso, até a divisão de tarefas entre equipes e indivíduos, do fiscal ao operador manual". Na sua visão de negócios, para a indústria funcionar, tudo deveria seguir o roteiro. O segundo ponto era justamente que a divisão "programada e organizada do trabalho completava-se na dimensão do consumo dos bens industrializados", ressalta Martinez. Isso alimentava "um mercado de consumo de massas, para uma produção massiva realizada por grandes contingentes de trabalhadores". "Melhores salários e tempo livre completavam a fórmula para induzir e generalizar hábitos de consumo, expandindo assim a produção industrial", comenta o historiador. No fim do mês, a conta fechava — com lucros maiores. "O próprio argumento empresarial era que a empresa poderia produzir tanto ou mais em cinco dias do que em seis, porque a redução da jornada forçaria melhores métodos, maior concentração e mais eficiência por hora trabalhada", diz Barbiero. Na lógica fordista, era possível ao menos tanta produção em cinco dias quanto em seis. "E provavelmente mais, porque 'a pressão traria melhores métodos'", explica o professor. "Ford implantou uma equação bem-sucedida", analisa Martinez. "Buscava assegurar a disciplina e a regularidade do trabalho na fábrica, obtendo melhores resultados produtivos e econômicos, de um lado. E, de outro, estimulando hábitos e condições de consumo." Isso vinha com salários melhores e jornadas de trabalho menores. "A satisfação financeira e o acesso ao mercado de consumo pela massa operária trariam a paz social, ancorada no ciclo ininterrupto entre trabalho, produção e consumo", conclui o professor da Unesp. "Ford entendia que o trabalhador com tempo livre se tornaria também consumidor. Mais lazer significava mais passeios, viagens, compras e, no limite, mais uso e compra de automóveis", comenta Barbiero. Funcionários trabalhando em fábrica de motores em São Bernardo do Campo, em março de 1958 Arquivo Nacional No Brasil O Brasil começou a resolver, ao menos na legislação, o problema das jornadas desumanas de trabalho apenas nos anos 1930. Dois decretos, um de março, outro de maio de 1932, limitaram a jornada em oito horas diárias de trabalho e seis dias por semana. Era plataforma política do então presidente Getúlio Vargas (1882-1954). "[Governo este] com a construção de uma agenda trabalhista estatal, urbanização, industrialização e tentativa de organização das relações entre capital e trabalho", destaca Barbiero. Em 1943, a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) reforçou os limites da jornada. Seis anos depois, uma outra lei passou a garantir o descanso semanal remunerado. Para o advogado trabalhista Alessandro Vietri, pós-graduado na área pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o aumento do direito ao descanso do trabalhador brasileiro foi "gradual e tardio", se comparado ao que ocorreu nos Estados Unidos. Durante os debates da assembleia que criou a Constituição de 1988, que atualmente vigora no Brasil, havia propostas para que a jornada limite no país fosse de 40 horas semanais. "A reação das bancadas de deputados e senadores alinhadas aos interesses empresariais, financeiros e comerciais, resistiram e o texto constitucional consagrou a jornada de 44 horas", afirma o historiador Martinez. "Foi buscada uma compensação para esse acréscimo de horas, como a maior remuneração de horas-extras, o trabalho noturno, atividades de riscos, e assegurar outros direitos aos empregados." "O fim de semana de dois dias 'pegou' no Brasil principalmente após a Constituição de 1988, mas não de forma universal", aponta Barbiero. "A redução de 48 para 44 horas abriu espaço para a compensação do sábado em muitas empresas: em vez de trabalhar 8 horas de segunda a sexta e 4 horas no sábado, muitos empregadores passaram a distribuir as 44 horas em cinco dias, normalmente com jornadas próximas de 8h48 por dia." "Em outros casos, especialmente em áreas administrativas, tecnologia, indústria mais estruturada e empresas com políticas internas mais competitivas, adotou-se a jornada de 40 horas semanais, com oito horas por dia, de segunda a sexta-feira", explica o advogado. Henry Ford e sua mulher Domínio público/Autor desconhecido/Wikimedia Commons Vietri contextualiza que esse tipo de ajuste, no Brasil, acabou sendo viabilizado sobretudo por meio de acordos coletivos. O tema sempre suscita diferentes pontos de vista. "Traz à tona um debate complexo sobre como equilibrar o bem-estar social e a viabilidade econômica", pondera Vietri. "Vejo o fim de semana não apenas como período de descanso, mas um pilar da dignidade humana e da saúde mental do trabalhador, fundamentos estes que estão no cerne da nossa proteção constitucional". Ele defende, contudo, que a mudança na organização das jornadas não seja feita de forma abrupta, para que as empresas, sobretudo as menores, consigam se preparar. "O ponto mais interessante é que Ford percebeu algo que continua atual: o trabalhador não é apenas força de produção; ele também é parte do mercado consumidor", diz Barbiero. "Ao pagar melhor e liberar tempo, Ford fortalecia a própria lógica de consumo que sustentava a indústria automobilística."

Palavras-chave: tecnologia

Um a cada quatro caminhões que circulam por rodovias do Triângulo trafegam com ocupantes sem cinto de segurança; veja ranking

Publicado em: 28/05/2026 04:01

Trecho rodovia BR-365 Uberlândia Patrocínio TV Integração/Reprodução Quase metade dos ocupantes de caminhões e carretas que passaram pela BR-365, em Monte Carmelo, trafegavam sem o cinto de segurança. Os dados são da EPR Triângulo, concessionária que administra nove rodovias estaduais na região. O levantamento foi obtido em primeira mão pela TV Integração. A pesquisa foi feita em abril de 2026 por meio de observação direta de motoristas e passageiros nas cabines manuais de oito praças de pedágio. O foco do estudo não foi o número total de pessoas observadas, mas a quantidade de veículos que circulavam com uma ou mais pessoas sem o cinto de segurança. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Os dados revelam que, no geral, 23,1% dos caminhões, carretas e bitrens trafegavam com ao menos um ocupante sem cinto ao longo dos mais de 600 quilômetros administrados pela concessionária, o equivalente a um em cada 4 veículos. Entre os veículos leves, a adesão ao cinto é maior, mas o índice ainda preocupa. O levantamento identificou que 9,4% de carros, caminhonetes e vans passaram pelas praças com pelo menos um ocupante sem o cinto. Veja o ranking de rodovias com mais ocupantes sem cinto de segurança em veículos pesados: BR-365, Monte Carmelo - 42% BR-462, Patrocínio - 39% MGC-452, Uberaba - 27,5% MG-427, Água Comprida - 26,6% LMG-798, Nova Ponte - 22,9% No caso de veículos leves, como carros e caminhonetes, os trechos nas rodovias de Patrocínio, Monte Carmelo e Água Comprida permanecem na lista. MGC-462, Patrocínio - 14,3% BR-365, Monte Carmelo - 14,1% MG-427, Água Comprida - 11% LMG-798, Nova Ponte - 9,4% BR-452, Perdizes - 8,5% Motorista flagrado sem cinto de segurança pela câmera de IA Créditos: EPR Triângulo De acordo com o gerente de operações da concessionária, Fábio Schoba, a obrigatoriedade do cinto de segurança já tem quase três décadas, mas ainda é possível flagrar usuários que insistem em ignorar essa proteção essencial. “ O cinto não é apenas uma regra: é um dispositivo que salva vidas. Já disponibilizamos esses dados para as polícias de Minas e vamos elaborar parcerias para fazer campanhas e blitz educativas para incentivar o comportamento positivo dos motoristas", disse. Além das campanhas, a concessionária informou que câmeras com Inteligência Artificial foram instaladas em pontos estratégicos próximos a Uberlândia, Nova Ponte e Monte Carmelo para reforçar o trabalho de fiscalização de infrações. Deixar de usar o cinto de segurança (motorista ou passageiro) é uma infração grave. A penalidade inclui multa de R$ 195,23 e a adição de 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). LEIA TAMBÉM: Carreta com 40 toneladas de cimento tomba após batida lateral na MGC-452 Carro atravessa rodovia durante fluxo intenso e bate em caminhonete O impacto vai além de multas e pontos na carteira. Entre 2025 e 2026, 35% dos acidentes fatais registrados nos trechos administrados pela concessionária tiveram a falta do cinto como fator potencializador. Muitas vítimas foram ejetadas do veículo ou tiveram ferimentos graves. Segundo o sargento da Polícia Militar Rodoviária, Michel Frank, responsável pelo policiamento nas rodovias estaduais, o cinto é essencial para evitar acidentes com morte. O cinto de segurança foi projetado com dois princípios básicos: o primeiro é garantir que motorista e passageiros não sejam ejetados do veículo. Em um acidente de trânsito, eles podem ter lesões mais graves. A segunda função é evitar que eles colidam com as partes fixas do veículo em uma freada brusca. O impacto pode causar fraturas internas que podem levar à morte", afirma. ASSISTA: Câmeras com inteligência artificial reforçam segurança nas rodovias Câmeras com inteligência artificial reforçam segurança nas rodovias VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Palavras-chave: inteligência artificial

Salão de Pequim: carros chineses já dirigem quase sozinhos nas cidades; g1 testou como funciona

Publicado em: 28/05/2026 04:01

Testamos um carro semiautonomo na China A China ainda não permite a circulação de carros totalmente autônomos, como acontece em algumas regiões dos Estados Unidos. Mesmo assim, as montadoras do país vêm testando e adotando recursos de assistência à condução cada vez mais avançados e próximos dessa proposta. O g1 testou um desses sistemas em um percurso totalmente urbano na cidade de Baoding, a cerca de 180 quilômetros de Pequim. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A tecnologia usada se chama NOA, sigla em inglês que significa “navegação em piloto automático”. Testes com o sistema já são realizados em algumas cidades, como Pequim, Xangai, Shenzhen e Wuhan. As montadoras chinesas — inclusive aquelas que já vendem carros no Brasil — vêm deixando os sistemas de assistência à direção cada vez mais completos e atuantes, embora o motorista ainda precise manter as mãos no volante. Em nenhum momento do teste foi possível deixar o banco do motorista vazio, como ocorre nos carros da Waymo, que operam serviços de táxi totalmente autônomos em algumas cidades americanas. Ainda assim, foi possível observar que o motorista seguiu as regras municipais para o uso desse sistema, principalmente a exigência de permanecer atento ao trânsito e com as mãos no volante — mesmo quando o carro faz os movimentos sozinho. Durante o teste, enquanto a equipe da reportagem seguia no banco do passageiro, o motorista mantinha apenas um dedo apoiado no volante e o rosto voltado para a frente, para que os sensores internos do carro não identificassem uma possível falta de atenção à via. Sistema de piloto semiautônomo NOA na China André Fogaça/g1 É dessa forma que a regra municipal é cumprida, com a ajuda de sensores que também estão presentes em carros vendidos no Brasil. É o caso do Volvo EX30 e do Leapmotor B10, que dão bronca no motorista quando ele desvia o olhar da via ou vira o rosto. Além dos sensores voltados para o interior do carro, há uma série de fatores que permitem que o NOA funcione de forma precisa e confiável. Entre eles estão: Conexão do carro à internet móvel, seja por 4G ou 5G; Sistema de mapas com GPS — que, na China, usa um sistema próprio chamado Beidou; Radares e sensores a laser (LiDAR), usados para identificar a posição dos veículos ao redor. Com a rota definida, o NOA passa a funcionar. No carro testado, o sistema era exibido nas telas do veículo. Na central multimídia, o mapa mostrava a rota e reunia diversas informações do trajeto, como o tempo para abertura ou fechamento dos semáforos, a indicação de faixas de pedestres e até quais infrações de trânsito podem ser registradas por radares fixos. A lista inclui infrações como a falta do cinto de segurança, o desrespeito aos pedestres, o excesso de velocidade e o uso do celular ao volante. Tela do NOA mostra tempo do semáforo, cones e outros veículos Arte/g1 Ao lado do mapa, era exibida uma representação tridimensional da via, com todas as faixas. O nível de detalhamento é muito maior do que o oferecido por aplicativos como Google Maps ou Waze no Brasil. Os sensores do veículo conseguiam identificar obstáculos na via, como carros, caminhões, ônibus, bicicletas, motos e até pedestres. Cada um aparecia com uma representação própria, ocupando o espaço à frente do carro, mas também atrás e nas laterais. Com base nas faixas indicadas no mapa e na posição de cada objeto, pessoa ou veículo, o carro conseguiu, sozinho, decidir se mudaria ou não de faixa e chegou até a desviar de uma bicicleta caída na rua. Carro muda de faixa sozinho André Fogaça/g1 O sistema identificou com seta a aproximação de uma saída à esquerda e começou a desacelerar o veículo antes da esquina. Durante todo esse processo, os pés do motorista permaneceram afastados dos pedais. O carro acionava a seta e mudava de faixa sozinho, mas também permitia intervenções manuais. Bastava o motorista indicar a intenção com a seta para que o NOA avaliasse se a manobra era segura e se a faixa ao lado permitia o tráfego — identificando, por exemplo, faixas exclusivas de ônibus ou de conversão. NOA se perdeu em retorno complexo O sistema funcionou bem e exigiu raríssimas intervenções do motorista. No entanto, em uma situação específica, o trajeto previa um retorno em “U”, no qual o carro sairia de uma pista com quatro faixas para acessar as quatro faixas do sentido oposto. NOA fica perdido em retorno André Fogaça/g1 O veículo desacelerou, acionou a seta e iniciou a conversão quando o trânsito permitiu a manobra, mas demonstrou menos precisão ao lidar com veículos mais rápidos que trafegavam pelas faixas da direita da via oposta. Nesse momento, o motorista assumiu o volante e concluiu o retorno que havia sido iniciado pelo NOA. Mesmo após esse episódio, o NOA reagiu sozinho a uma moto que cruzou à frente do carro, apesar de o sinal não estar verde para ela. O sistema desacelerou, aguardou a passagem da moto e seguiu o trajeto — sem buzinar, vale dizer. Também lidou com uma ultrapassagem entre dois caminhões, que desviavam de cones na pista. Carro desvia sozinho de caminhões, em meio a cones André Fogaça/g1 No fim do trajeto, o mapa indicava a saída de uma avenida mais larga para virar à direita em uma via menos movimentada. O NOA iniciou a manobra, mas o motorista assumiu o controle para concluí-la. Com isso, fica claro que o NOA reúne mais sistemas e combina um volume maior de informações do que o Autopilot da Tesla, por exemplo. O sistema americano se baseia principalmente em inteligência artificial e nas imagens captadas pelas câmeras do carro. A principal diferença entre os sistemas está na redundância de informações usada pelo NOA. Ele depende de mapas mais detalhados das vias, conexão constante com a internet, câmeras e radares extras de olho em tudo, além de um motorista atento, com as mãos no volante — mesmo sem aplicar força sobre ele. Esse sistema se assemelha ao Super Cruise, tecnologia da Chevrolet usada nos Estados Unidos e no Canadá. Nesses países, as exigências são maiores e o recurso de condução semiautônoma é limitado a estradas e vias expressas, com marcações de faixas bem definidas. Direção semiautônoma avisa pedestres e outros carros Há ainda um detalhe externo que diferencia o NOA do Autopilot: uma luz de tom verde-claro posicionada em áreas próximas às lanternas do carro. Quando essa luz está acesa, indica que o NOA está tomando decisões e conduzindo o carro durante o trajeto, seja em estradas ou em áreas urbanas. Luz verde-clara em carros chineses André Fogaça/g1 Não há uma regra nacional que obrigue o uso desse sinal, mas as montadoras passaram a adotar esse padrão para alertar pedestres e outros motoristas de que um sistema semiautônomo está em funcionamento. A proposta é fazer com que as pessoas ao redor fiquem mais atentas e redobrem os cuidados. Em outros veículos expostos no Salão do Automóvel de Pequim, o tamanho e a disposição dessa luz variavam. Em alguns modelos, ela era maior nas lanternas e incluía até pontos luminosos adicionais nas laterais; em outros, aparecia apenas como um pequeno traço brilhante.

Finalmente! Outlook para Windows vai receber caixa de entrada unificada

Publicado em: 28/05/2026 03:56 Fonte: Tudocelular

Depois de anos de reclamações e pedidos acumulados, a Microsoft confirmou que o Outlook para Windows finalmente receberá uma caixa de entrada unificada. O recurso, batizado de All Accounts view (Todas as Contas), foi adicionado ao roadmap oficial da empresa e tem lançamento previsto para agosto. A funcionalidade permitirá visualizar e gerenciar e-mails de múltiplas contas em uma única tela, sem mesclar as caixas de entrada. Ler, excluir, mover, arquivar e marcar mensagens de diferentes contas poderá ser feito sem abrir novas abas.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

WhatsApp vai mudar: atualização revela troca inesperada no serviço de GIFs

Publicado em: 28/05/2026 02:02 Fonte: Tudocelular

O WhatsApp surpreendeu o público ao trocar o seu serviço fornecedor de GIFs. A novidade foi revelada nesta quinta-feira na versão beta do Android. Assim, o atual Tenor deve dar espaço ao provedor Klipy, sendo que essa é uma resposta ao anúncio recente do Tenor de que descontinuará sua API oficial em 1º de julho de 2026. Como o WhatsApp depende dessa tecnologia para oferecer GIFs aos usuários, a manutenção do Tenor após essa data poderia interromper o funcionamento das buscas dentro das conversas.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia