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Unila abre concurso público para professores; remuneração é de R$ 13 mil

Publicado em: 25/11/2025 04:02

Unila, em Foz do Iguaçu Reprodução/RPC A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu, abriu um concurso público que oferta nove vagas para Professores do Magistério Superior. Todas as oportunidades exigem titulação de doutorado. Conforme o edital divulgado pela instituição, a carga horária prevista é de 40 horas semanais, com dedicação exclusiva. A remuneração para esse regime é de R$ 13.288,85. Leia mais: Câmara Municipal de Londrina abre concurso público com salários de até R$10 mil; veja como participar Concurso público da UFPR oferece 17 vagas para professores; veja como participar As inscrições ficam abertas até 13 de dezembro e as datas das próximas etapas de avaliação ainda não foram divulgadas. Veja abaixo como participar. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PR no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Leia também: Acidente: Pastor morre enquanto retornava de missão humanitária em Rio Bonito do Iguaçu Maringá: Mulher é procurada há quatro meses no Paraná BR-158: Uma pessoa morre e sete ficam feridas após carro bater de frente com ônibus 📲 Como participar Os interessados devem realizar o processo de inscrição exclusivamente pelo site da Unila. A taxa é de R$ 215,00 para todas as vagas. É importante ficar atento a novas versões do edital para obter informações específicas sobre datas e locais de provas. 💡 Áreas e Oportunidades Ciências Sociais Aplicadas (Política Social e Serviço Social) - 2 vagas Ciências Sociais Aplicadas (Administração Pública) - 1 vaga Ciências Humanas (Ciência Política, Sociologia, Políticas Públicas) - 2 vagas Bioquímica (Biologia Molecular) - 1 vaga Agronomia (Fitotecnia) - 1 vaga Farmacologia (Farmacologia Geral) - 1 vaga Zootecnia (Genética e Melhoramento de animais domésticos) - 1 vaga 📝 Provas O concurso irá seguir as etapas de avaliação abaixo: Prova escrita: para todos os candidatos, de caráter classificatório e eliminatório; Prova didática: caráter classificatório; Análise de títulos e currículos: caráter classificatório; Defesa de proposta de atuação acadêmica: caráter classificatório; Prova prática: quando houver, caráter classificatório. Os cargos são válidos por dois anos, podendo ser prorrogados uma única vez, por mais dois anos. Vídeos mais assistidos do g1 PR: Veja mais notícias da região em g1 Oeste e Sudoeste.

Palavras-chave: câmara municipal

Os edifícios de bambu que resistem a terremotos

Publicado em: 25/11/2025 04:01

Trabalhador posiciona um caule de bambu verde em um centro de tratamento do material nas Filipinas Base Bahay Foundation Em abril de 2016, um terremoto de 7,8 graus de magnitude atingiu o Equador, causando graves danos à cidade litorânea de Manta. O vibrante distrito comercial de Tarqui, no centro da cidade, foi completamente destruído. As ruas foram marcadas por profundas fissuras que engoliram os escombros das construções de concreto. Manta, em grande parte, foi reconstruída. Mas uma parte inesperada do legado do terremoto permanece visível até hoje. Na região da cidade mais afetada durante o terremoto, um mercado de peixe se destaca sob um pavilhão de bambu na orla. Ali ficam também o centro de informações turísticas, um restaurante e um posto dos bombeiros, todos construídos com bambu. Na verdade, centenas de casas tradicionais de bambu permanecem de pé por toda a cidade e na província de Manabí. "Todas elas foram construídas antes do terremoto", conta Pablo Jácome Estrella, diretor regional para a América Latina e o Caribe da Organização Internacional de Bambu e Rattan (Inbar, na sigla em inglês). "Elas permaneceram de pé." O bambu é utilizado como material de construção na América do Sul, África e Ásia há milênios. Ele é encontrado em grande quantidade em muitos países desses continentes. Mas, apenas recentemente, sua resiliência sísmica começou a ser mais reconhecida. Cada vez mais pesquisas e testes de impacto em laboratório indicam que suas notáveis propriedades naturais podem fazer do bambu um material ideal para suportar terremotos. Em todo o mundo, das Filipinas ao Equador, passando pelo Paquistão, existem atualmente projetos de construção que buscam usar esse material natural que engenheiros e arquitetos consideram melhor que o aço. Construções que vergam No litoral do Equador, as pessoas costumavam esperar o quarto-crescente, ou o quarto-minguante, para colher bambu. Depois, elas o levavam para o mar, para limpeza e preservação, explica Jácome Estrella. "Costumamos dizer que temos 10 mil anos de história de bambu", segundo ele. E outras culturas também usam bambu há muito tempo para construir tetos e outros elementos interiores. Mesmo com este histórico, o potencial do bambu nem sempre foi tão conhecido em Manabí. Jácome Estrella conta que, nos anos 2000, um professor de arquitetura de Manta percebeu que o corpo de bombeiros da cidade evitava a construção com bambu, acreditando que o material é inflamável. O bambu, de fato, é naturalmente inflamável, mas existem tratamentos retardantes de chamas que controlam essa propriedade. Por isso, ele começou a trabalhar como bombeiro voluntário. "Ele os convenceu a construir um posto de bombeiros de bambu", segundo Jácome Estrella. Este primeiro posto tinha um teto enorme em abóbada, capaz de acomodar diversos carros de bombeiros e caminhões-pipa. E ele resistiu ao terremoto de 2016. "Natureza projetada para vergar", afirma o professor Bhavna Sharma, da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. Suas pesquisas se concentram no uso do bambu nas construções. O posto de bombeiros de Manabí, no Equador, foi uma das muitas estruturas de bambu que resistiram ao forte terremoto ocorrido em 2016 Nick Aspinwall Os caules de bambu, ocos e verticais, são leves, o que reduz a massa da estrutura. Pesquisas indicam que a ductilidade que permite a eles suportar fortes ventos também faz com que eles absorvam choques sísmicos. "As construções precisam se mover em um terremoto", explica Sharma. "Nós queremos apenas controlar o quanto elas se movem." Uma pesquisa realizada após o terremoto, com mais de 1,2 mil construções em Manabí, concluiu que, de forma geral, os edifícios de concreto reforçado sofreram danos maiores que as construções de bambu e madeira, segundo o engenheiro estrutural Sebastian Kaminski, da consultoria britânica especializada em engenharia Arup, que fez parte da missão. Mas esta tendência foi revertida em algumas cidades. Segundo ele, os dados pós-terremoto também precisam ser considerados com certa cautela. Neste caso, por exemplo, eles foram coletados várias semanas após o evento, quando muitas construções já haviam sido demolidas. Atualmente, um projeto lançado em 2021 pela Inbar e pela Agência Espanhola de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional construiu centenas de novas casas de bambu na província de Manabí, onde fica a cidade de Manta. O projeto também ensinou técnicas de construção com bambu a cerca de 200 alunos da Universidade de Manabí, como o tratamento dos caules de bambu e a montagem de painéis. O custo de construção de uma casa de dois quartos é de menos de US$ 20 mil (cerca de R$ 107 mil), segundo Jácome Estrella, o que é praticamente o mesmo custo de uma casa construída com materiais convencionais. "Temos uma expressão que diz: é a madeira dos inteligentes", afirma ele, sobre o bambu. "É renovável, sustentável e causa baixo impacto ao mercado." Essas casas novas são inspiradas em um método de construção tradicional chamado bahareque, ou pau a pique, em português. Nele, uma rede de bambu é coberta por uma camada de argila úmida. Revolucionário Os pesquisadores começaram a olhar mais seriamente para o bambu por volta da virada do século. Em 1999, um terremoto de 6,2 graus de magnitude atingiu a região produtora de café do centro-oeste da Colômbia. Naquela ocasião, observadores notaram que as estruturas de pau a pique aparentemente resistiram em percentual maior do que as de material de alvenaria, como tijolos e blocos de cimento. "Aquele terremoto revolucionou o sistema", segundo Luis Felipe López, gerente-geral da Fundação Base Bahay. Com sede em Manila, nas Filipinas, a organização desenvolve e constrói casas de bambu no país asiático. "Ficou muito evidente para o governo que essas casas de bahareque salvaram muitas vidas", relembra ele. López nasceu na região colombiana atingida pelo terremoto. Naquela época, ele trabalhava na sua tese sobre engenharia estrutural e observou que havia escassez de pesquisas sobre as propriedades estruturais do bambu. Os códigos de construção globais foram desenvolvidos utilizando séculos de pesquisas realizadas por engenheiros dos Estados Unidos e da Europa, que "nunca viram bambu na vida", segundo ele. E o Sul Global "copiou e colou do norte os seus códigos de construção". Escritório construído com bambu em Kanya Kawayan, na província de Batangas (Filipinas) Base Bahay Foundation O terremoto inspirou o governo colombiano a convidar especialistas como López para pesquisar as propriedades do bambu Guadua, a espécie doméstica usada no país para construções de pau a pique. Em 2002, suas descobertas fizeram da Colômbia o primeiro país do mundo a ter um código de construção específico para o uso de bambu. López acabou levando seu trabalho para a Fundação Base Bahay, fundada em 2014 para criar um laboratório de estudo do desempenho do bambu. As Filipinas sofrem frequentes tufões e terremotos e serviram de local perfeito para o projeto. Pesquisadores dos Estados Unidos e da Europa ficaram fascinados com os estudos sobre o bambu, concentrados principalmente na América Latina. "As universidades do norte global disseram: 'Espere aí, este material parece super interessante'", destaca López. "Porque foi o momento em que as mudanças climáticas começaram a ganhar importância." As florestas de bambu crescem com incrível rapidez e agem como sifões de carbono. Ou seja, elas absorvem mais carbono do que liberam. Por isso, construir com bambu no lugar de materiais como aço e concreto pode reduzir drasticamente o carbono liberado nas construções. Além disso, o bambu também é barato e disponível em muitos países. "Tudo isso faz parte das vantagens do bambu, seus benefícios em termos de florestamento regenerativo", explica Sharma, "mas há também as ideias de sustentabilidade em relação à igualdade socioeconômica." 'Dádiva de Deus' Desde 2014, a Fundação Base Bahay construiu mais de 800 casas em 10 comunidades espalhadas pelas Filipinas. A entidade começou na região de Bicol, que sofre com tufões anualmente. As casas são construídas com painéis de parede compostos de bambu, um sistema diretamente inspirado no pau a pique. Nele, painéis de bambu são amarrados com fios e tela e recebem acabamento de cal ou cimento. As casas ainda precisam ser testadas em terremotos maiores, mas já suportaram diversos tufões, segundo López. O formato triangular dos painéis de bambu fornece estabilidade durante os terremotos. Eles se movem horizontalmente e as conexões dos painéis de parede podem absorver os ventos de um tufão, da mesma forma que absorvem energia sísmica. "É suficientemente leve para um terremoto e pesado o suficiente para um ciclone", explica a engenheira da Inbar Liu Kewei, que trabalhou no desenvolvimento da técnica. "Os arquitetos sempre dizem que o bambu natural é uma dádiva de Deus", segundo ela, "porque a natureza criou este tipo de planta com caule oco." Impulso global Em fevereiro de 2025, visitei o laboratório da Fundação Base Bahay no centro da capital filipina, Manila. López e eu caminhamos sem pressa pelo local. Encontramos pesquisadores de universidades filipinas e britânicas. Eles realizavam testes com plantas de bambu colhidas e com bambu industrializado — produtos elaborados em formatos e tamanhos padronizados para uso como madeira de construção. Casa feita de bambu em Manabí, no Equador Nick Aspinwall López e seus colegas publicaram muitos estudos sobre o desempenho sísmico do bambu ao longo dos anos. Além do seu trabalho na Colômbia e nas Filipinas, ele passou a colaborar com os esforços em andamento para padronizar os códigos de construção globais com bambu. Mas a inclusão do bambu em códigos de construção padronizados ainda é difícil. Ao contrário dos produtos de madeira industrializados, é difícil padronizar os caules de bambu naturais, com seus tamanhos e formatos diferentes, apesar das características estruturais similares. "Você simplesmente o trata e usa", explica López. "Você usa o que a natureza der a você." Ainda assim, desde o terremoto de 1999 na Colômbia, a Organização Internacional para a Padronização (ISO, na sigla em inglês) adotou códigos de construção com bambu. O último deles, publicado em 2021, "ainda é a última geração" sobre o tema, segundo Kaminski. Ele atuou como colaborador para o seu desenvolvimento. Os governos do Peru, Equador, Bangladesh, Índia e México também desenvolveram códigos de bambu nacionais. Já as Filipinas e o Nepal estão atualmente elaborando esses códigos, destaca ele. Como qualquer material, o comportamento das construções de bambu em um terremoto depende da qualidade do seu projeto, construção e manutenção, segundo Kaminski. "Se qualquer um desses pontos não for bem feito, as construções de bambu podem ser tão vulneráveis aos terremotos quanto outros materiais", explica ele. Para Kaminski, o maior benefício das construções com bambu tradicionais é que elas tendem a ser leves. Por isso, elas atraem menos forças sísmicas, podem absorver parte dessa energia e existe uma certa amarração dos postes. "Basicamente, como elas costumam ser leves, seu colapso representa menos riscos à segurança e à vida dos seus ocupantes", destaca o engenheiro. Kaminski relembra que, na sua experiência, as comunidades costumam acreditar que o bambu pode resistir aos terremotos, mas não que o material seja durável. Isso ocorre porque as pessoas conhecem estruturas tradicionais que não são tratadas para proteção completa contra insetos e infiltração de água. "É sempre essencial tratá-lo e mantê-lo seco", orienta ele. "A analogia frequente, aqui, é que a construção precisa de um bom chapéu e botas." É possível tratar o bambu com o inseticida boro e, da mesma forma que as casas de madeira, estruturas com bom desempenho incluem telhados na parte superior e paredes à prova d'água para garantir que o bambu fique seco. Centro de tecelagem construído com postes de bambu curvados em Batangas, nas Filipinas Base Bahay Foundation É claro que a resiliência aos terremotos não é a única característica que atrai as pessoas ao bambu. Arquitetos de todo o mundo começaram a construir estruturas grandiosas e sustentáveis com bambu. Elas variam desde desajeitados pavilhões no Vietnã até os jardins de bambu do Aeroporto Internacional Kempegowda, em Bengaluru (antiga Bangalore), na Índia. Na Europa e nos Estados Unidos, a única espécie nativa de bambu é uma gramínea lenhosa encontrada no sul dos Estados Unidos. Lá, seu uso é incomum. Mas o clima agradável do sudeste americano pode suportar plantas de bambu para uso comercial e em construções, o que chamou a atenção dos pesquisadores de materiais. Bambu para uso em emergências O bambu também pode ser um material extremamente útil para a recuperação após a ocorrência de desastres, segundo Kaminski. Em 2018, ele escreveu um guia para o uso de bambu em estruturas de assistência nos campos de refugiados rohingya, em Bangladesh. A arquiteta paquistanesa Yasmeen Lari também foi pioneira no uso de bambu para construir casas de assistência após desastres, como ocorreu depois do terremoto que atingiu o norte do Afeganistão em 2015. "O que fizemos foi fortalecê-las, inserindo barras de aço nas fundações", ela conta. "Tudo realmente foi unido muito bem, para que pudesse balançar." Lari começou, então, a projetar casas de bambu de ultrabaixo custo no Paquistão: estruturas de tijolos de barro com telhados de bambu e o interior das paredes com bambu inserido. Elas utilizavam apenas materiais disponíveis localmente, eliminando a necessidade de aço. As estruturas foram usadas como abrigos para desastres resistentes a enchentes, após as cheias de 2022, que deixaram um terço do Paquistão debaixo d'água. Em 2023, Lari ganhou uma medalha de ouro real do Instituto Real de Arquitetos Britânicos, em reconhecimento ao seu trabalho humanitário no setor da arquitetura. Lari conta que, em 2021, ela e os pesquisadores da Universidade NED de Engenharia e Tecnologia, no Paquistão, submeteram um modelo em meia escala dessas estruturas a um teste em uma mesa vibratória, simulando a força do terremoto de 7,2 graus de magnitude ocorrido em Kobe, no Japão, em 1995. O modelo resistiu a 100% da força daquele terremoto, depois a 200% e chegou a 250%. "Nada aconteceu", relembra Lari. Ela conta que a estrutura só começou a ceder com 670% da potência do terremoto de Kobe. Inspiradas pelo método tradicional Dhajji de construção com pedaços de madeira, as casas de Lari podem ser construídas por até US$ 88 (cerca de R$ 472). Este valor, segundo ela, representa menos de 10% do necessário para cada casa de assistência construída pelo Banco Mundial. O organismo informou à BBC que o custo de reconstrução de uma casa de um único quarto no Paquistão é de cerca de US$ 1,4 mil a US$ 1,6 mil (cerca de R$ 7,5 mil a R$ 8,6 mil). Com sua tecnologia de construção com bambu, a Fundação Base Bahay construiu cerca de 20 casas em Palanog, na cidade de Tacloban, nas Filipinas Base Bahay Foundation Depois das cheias do Paquistão, em 2022, Lari conta que o Banco Mundial insistiu na reconstrução com tijolos e concreto. "As tradições locais nunca tiveram a chance de sobreviver ou ser perpetuadas", lamenta ela. Um porta-voz do Banco Mundial declarou à BBC que a capacidade de uso mais amplo de tecnologias como o bambu em esforços de reconstrução, muitas vezes, é limitada pela falta de testes de laboratório e pelos códigos de construção locais. "Muitos códigos locais não incluem normas de resiliência para práticas de construção tradicionais, o que restringe a adoção de materiais como o bambu", segundo o organismo. O Banco Mundial destaca que, no Paquistão, o uso do bambu foi limitado por muitos fatores, como o nível de aceitação pela comunidade, a falta de conhecimento local e de treinamento dos trabalhadores locais para a construção baseada no bambu e a falta de instalações de testes ou tratamento estabelecidas naquela província. Conexão com a natureza Mas a instituição afirma que "reconhece o valor das tecnologias de construção adaptadas localmente, como o bambu, que podem oferecer soluções de baixo custo, sustentáveis e resistentes em muitos contextos". Um exemplo, segundo o Banco Mundial, foi a reconstrução da região produtora de café da Colômbia, após o terremoto de 1999. Uma nota de orientação oficial adotada por uma associação de engenharia do país determinou como o bambu poderia ser usado nas construções com segurança e eficiência. Mas, no Paquistão, como nas Filipinas e no Equador, existe uma noção que é prejudicial: de que o bambu é "o material dos pobres", segundo Lari. Mas, hoje, esta percepção é mais questionada do que nunca. Embora as estruturas de bambu sejam limitadas a um ou dois pisos, os arquitetos, agora, estão testando construções de bambu mais altas, com múltiplos andares — uma possível comprovação da viabilidade do bambu em estruturas de alta densidade em larga escala. Para Liu, as pessoas que experimentam o bambu pela primeira vez, muitas vezes, são tomadas pela sensação de que uma estrutura estável e resistente a desastres também pode trazer maior conexão com a natureza. "Quando você está em uma casa de bambu, acho que poderá se comover com a atmosfera. Ao entrar em um ambiente natural, você se sentirá mais confortável." Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Earth.

Palavras-chave: tecnologia

'A gente cai, mas levanta. Não pode nunca desistir', diz primeira comandante brasileira do maior avião comercial do mundo

Publicado em: 25/11/2025 04:01

Do preconceito à cabine do A380: a jornada da 1ª comandante brasileira do maior avião comercial do mundo "Nunca desistam dos sonhos. A gente consegue realmente tudo o que a gente quer, desde que você tenha foco, comprometimento, dedicação, resiliência. Às vezes, a gente passa por períodos [difíceis] na vida, tanto na vida pessoal quanto na profissional. A gente levanta. A gente cai, mas levanta. Não pode nunca desistir, [deve] sempre continuar lutando." A frase, que resume a trajetória de Karina Buchalla Lutkus, de 46 anos, sintetiza também o marco histórico que ela conquistou: tornou-se a primeira brasileira a assumir o posto de comandante do Airbus A380 da Emirates, o maior avião comercial do mundo. Após 28 anos de carreira marcados por obstáculos, preconceito e até tentativas de fazê-la desistir, a piloto alcançou o momento mais emocionante de sua vida profissional em 27 de outubro deste ano. Filha de piloto, ela sabia desde pequena que queria seguir os passos do pai, mesmo ciente de que ainda havia pouco espaço para mulheres na aviação e de que enfrentaria desafios. "Parece que passa um filme: 28 anos voando, desde a menina até todas as adversidades e obstáculos superados. É um misto de realização, felicidade, vitória. Eu me emocionei bastante, e o checador do exame percebeu e disse: 'É um longo caminho'. Eu respondi: 'Você não faz ideia'. Foi demais", disse, em entrevista ao g1. Antes de morar na capital paulista e seguir para Dubai, o começo da carreira foi em São José do Rio Preto, interior de São Paulo. Ela conta que, quando fez 16 anos, o pai, na época comandante da companhia aérea Varig, começou a perguntar para qual curso ela prestaria no vestibular. "Eu sempre falava, desde pequena, que queria ser piloto. Eles acharam que eu iria mudar de ideia e desistir. Mas falei: 'Pai, quero ser piloto'. Ele tinha muito receio do que eu poderia sofrer por causa de preconceito e falava: 'Como você vai casar e ter filhos?'. Eu falei: 'É o que eu quero, é o que eu amo'. Ele: 'Então, vamos para o aeroclube, vou te levar para fazer um voo de instrução. Se você realmente gostar, eu deixo você começar o curso'." Karina Buchalla Lutkus se tornou a primeira mulher brasileira a comandar um Airbus A380 Arquivo pessoal Karina foi para o aeroclube e relembra que ficou sabendo depois que o pai pediu para o instrutor fazer manobras mais radicais. "Era para tentar me fazer desistir, me assustar um pouco. Porém, a cada manobra que ele fazia, mais eu gostava, mais eu queria. Quando a gente pousou, o instrutor virou para o meu pai e falou: 'Puxa, ela tem jeito. Ela gostou, ela adorou'." "A partir daquele momento, meu pai me deu todo o apoio, toda a orientação técnica, os caminhos que eu teria que seguir, horas de voo, exames, como conduzir essa carreira. E minha mãe me deu o suporte emocional, sempre me incentivando a conquistar aquilo que eu queria. Minha mãe sempre priorizou isso: 'Faça aquilo que você sonha, seja independente, conquiste tudo o que você deseja'", lembra. 'Desiste, isso não é coisa de mulher' Karina afirma que o começo sempre é o mais difícil na aviação, ainda mais por não haver muitas mulheres pilotando. "A aviação, nesse começo, já é difícil, até conseguir as horas de voo necessárias para entrar numa companhia aérea. Sendo mulher, ficou um pouco mais difícil. Tive casos de não me deixarem voar no próprio curso. Quando comecei a fazer o [curso de] piloto privado, alguns colegas de sala falavam: 'Desiste, você nunca vai servir para isso, não é coisa de mulher'. Mas eu nunca dei bola. Eu tinha todo o suporte em casa e segui meu caminho." Karina Buchalla Lutkus quando pilotou monomotor pela primeira vez foi destaque em jornal regional Reprodução/Diário da Região Conseguir um emprego foi ainda mais desafiador. Karina diz que chegou a trabalhar sem ganhar salário. "Eu consegui voar em um aerotáxi em Rio Preto. Voava aeronaves de pequeno porte, como Navajo, Baron, Seneca. Depois houve uma mudança de dono, e um deles não estava muito feliz em ter uma mulher conduzindo os aviões dele. Acabei, então, indo para Cuiabá. Voei por um período lá. Eu tinha um primo piloto, que fez o contato com um amigo dele, também piloto em Cuiabá", relata. "Trabalhei em torno de três anos sem ganhar salário nenhum. Eu trabalhava de graça, pagava minhas despesas, mas ganhava horas de voo. Isso já me ajudou muito para conseguir as horas necessárias para ingressar numa companhia aérea." Em 2001, Karina participou de um processo para pilotos da Varig, com cerca de 3 mil candidatos. Ao chegar à etapa final, faltando pouco para ser admitida, o processo foi cancelado. "Eu comecei o processo, fui passando em todas as etapas e, quando estava na última, no simulador, foi exatamente no dia 11 de setembro de 2001, quando ocorreu o atentado das Torres Gêmeas. Isso causou uma crise mundial na aviação, a Varig reviu os planos e cancelou a admissão. Então eu cheguei a passar em tudo, mas não entrei." No ano seguinte, passou em um processo da então TAM. "Estava feliz da vida, entrei direto no Airbus 320, aeronave supermoderna. Fiz todo o treinamento em simulador, estava com uniforme pronto. Um dia antes do meu primeiro voo, a TAM sofreu dois acidentes pequenos no mesmo dia e também teve que rever os planos. Eles interromperam o trabalho de cerca de 400 pilotos, e eu fui demitida um dia antes do meu primeiro voo." Dois anos depois, Karina retornou para a TAM e desta vez conseguiu voar. Ficou até 2019, quando pediu desligamento para ir para a Emirates. "Entrei [na TAM] como copiloto de Fokker 100, e fiquei um ano e dois meses. Depois fui para o Airbus 320 e fiquei 10 meses. Em seguida, fui para o Airbus 330, fazendo voos internacionais para Europa e Estados Unidos. Fiquei quase quatro anos no 330. Com tempo total de seis anos de TAM, fui promovida a comandante da frota 320 — 319, 320 e 321", relembra. No comando da maior aeronave do mundo Karina Buchalla Lutkus se tornou a primeira mulher brasileira a comandar um Airbus A380 Arquivo pessoal Karina ressaltou que entrar na Emirates sempre foi seu sonho. Além dela, há outras mulheres de diversas nacionalidades que atuam na empresa como piloto. "Eu sempre quis voar uma grande aeronave pelo mundo inteiro e em uma grande empresa aérea internacional. Adiei um pouco porque meu pai estava doente. Ele tinha mal de Parkinson. Depois que ele faleceu, fui em busca daquilo que eu sempre sonhei." Ela conta que quando a Emirates contrata o piloto como primeiro oficial, já há um planejamento para que o profissional se torne comandante. "O processo para se tornar comandante começa no primeiro dia. A gente tem todo o treinamento inicial como copiloto. Depois, a cada três meses, passamos por sessões de simulador, uma sessão de handling [voo manual], outra de emergências gerais aplicadas aos diversos cenários das rotas da Emirates", diz. "A cada seis meses, os cenários mudam. Com isso, você cobre uma grande margem de adversidades que podem acontecer no voo. Quando atinge o número de horas, setores de voo, pousos e decolagens, vários fatores, você se torna elegível ao processo de upgrade." Ainda conforme Karina, o processo inclui: Avaliação psicotécnica; Duas provas teóricas de sistemas e procedimentos; Entrevista com o piloto-chefe; Entrevista com a equipe administrativa. Após a aprovação, começa o curso de upgrade, que dura cerca de três meses, com várias sessões de simulador. Depois, começa a instrução em rota. No final, há o voo de liberação para o cheque e o cheque final (voo de familiarização em aeronave). "No cheque final, já estou voando com um copiloto; o examinador fica no 'jump seat' [pequeno assento usado pela tripulação de cabine]. Quando finalizei o último voo, dei a mão para o checador e ele disse: 'Parabéns, muito bem-feito'. Naquela hora, tive certeza de que tinha passado. Foi o momento mais emocionante de toda a minha carreira." "É incrível pilotar uma aeronave que leva esse número de passageiros por voos de 15, 16 horas, com todo o conforto e segurança. A redundância dos sistemas é incrível. É muita tecnologia. A Emirates tem uma frota incrível. É muito prazeroso, muito gratificante sentir que estou no comando de uma nave dessas. Só de tripulação, são 24 comissários. É demais." Rotina Karina Buchalla Lutkus se tornou a primeira mulher brasileira a comandar um Airbus A380 Arquivo Pessoal Depois de morar anos em São Paulo, atualmente Karina mora em Dubai com o marido, piloto aposentado, e os dois filhos pequenos. "Eu e meu marido nos conhecemos quando eu era copiloto do Airbus 330 na TAM, e ele era meu passageiro. Depois nos casamos. No Brasil, era complicado os dois voando, por serem voos mais curtos, com muitos dias fora de casa. Aqui em Dubai, eu fico, em média, dois a três dias fora e cinco dias em casa. Estou sempre em casa." "Meu marido cuida das crianças quando eu estou voando, e cuidamos da casa juntos. Não temos funcionários. Fazemos questão de aproveitar nossos filhos. A qualidade de vida é excelente. Sou muito feliz com a empresa, com o avião, com a segurança do país e com tudo o que Dubai proporciona", destaca. Airbus A380 da Emirates Divulgação/Emirates Ela conta que, em caso de voos longos, como Dubai–Brasil (15 horas), Nova Zelândia (16 horas) ou alguns destinos nos EUA, viajam quatro pilotos: dois comandantes e dois copilotos. "Até a metade do voo, uma dupla opera e a outra descansa. Há uma área reservada para descanso, com cama e sistema de entretenimento. Na metade do voo, ocorre o revezamento. Antes do pouso, voltamos cerca de uma hora antes, para revisar os procedimentos. No dia seguinte, inverte", diz. "Minha escala é superbalanceada. A Emirates foca muito para que estejamos sempre aptos e descansados. Isso me permite fazer o que eu amo e, principalmente, curtir minha família aqui em Dubai, que é meu principal suporte." Karina Buchalla Lutkus se tornou a primeira mulher brasileira a comandar um Airbus A380 Reprodução/g1 Karina Buchalla Lutkus ao lado do marido que também é piloto, atualmente aposentado Arquivo pessoal

Palavras-chave: tecnologia

Huawei anuncia linha Mate 80 com novo design, brilho recorde e modelo inédito Pro Max

Publicado em: 25/11/2025 02:54 Fonte: Tudocelular

Após diversos vazamentos e teasers, a Huawei anunciou a linha Mate 80 nesta terça-feira (25) em um evento realizado na China. Entre os destaques, os modelos chegam com novo design, câmeras aprimoradas e chipsets atualizados para desempenho superior. A linha Mate 80 é considerada a mais importante da Huawei devido às tecnologias aplicadas, diferenciando-se da série Pura — anteriormente conhecida como linha P. Após enfrentar desafios relacionados à escassez de suprimentos, a família retornou em 2023 com o Mate 60 e agora chega com aprimoramentos significativos, incluindo o lançamento do inédito Mate 80 Pro Max.A nova geração é composta por quatro dispositivos: Huawei Mate 80, Huawei Mate 80 Pro, Huawei Mate 80 Pro Max e Huawei Mate 80 RS Ultimate Design. Os modelos apresentam diferenças relevantes, mas compartilham foco em alto desempenho e câmeras avançadas, atendendo públicos distintos.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Microsoft e Crocs se unem novamente para lançar edição limitada inspirada no Xbox

Publicado em: 25/11/2025 02:26 Fonte: Tudocelular

A Microsoft e a Crocs se uniram mais uma vez para lançar uma edição limitada inspirada no Xbox, transformando o clássico tamanco em um verdadeiro tributo ao console verde mais famoso do mundo. "Prepare-se para um design híbrido, entre um tamanco e o icônico controle do Xbox com botões e joystick, uma ferramenta perfeita para jogar no sofá e relaxar", disse a Microsoft ao apresentar o fruto da colaboração com a Crocs. Essa não é a primeira vez que o universo geek e a moda casual se encontram. Antes, a parceria entre as marcas já havia rendido os Crocs inspirados no Windows XP, uma homenagem nostálgica ao sistema operacional que marcou gerações.Clique aqui para ler mais

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iPhone 14, 15, 16, 16e: Qual modelo 'antigo' comprar?

Publicado em: 25/11/2025 02:00

Qual iPhone antigo vale mais a pena em 2025? O iPhone 17, lançado em setembro, é o celular mais recente da Apple. Cá entre nós, segue caro, não? Mas qual modelo "antigo" compensa comprar agora na Black Friday? As melhores escolhas para quem procura um aparelho novo, na caixa, com boa relação custo-benefício, são o iPhone 15 e o iPhone 16e (o "intermediário" da Apple). O Guia de Compras testou os lançamentos da Apple nos últimos anos e pode ajudar nessa escolha, considerando o custo-benefício. Em novembro, o iPhone 15 era encontrado por cerca de R$ 4.700, enquanto o iPhone 16 custava R$ 5.200. O iPhone 16e saía por volta de R$ 3.800, contra R$ 4.200 do iPhone 14, que é um modelo mais antigo e que já saiu de linha. O iPhone 16 só vale a pena na Black Friday se o preço estiver abaixo de R$ 5.000. iPhone 15 e 16e: custo-benefício e recursos atualizados iPhone 15 iPhone 16e iPhone 15 e 16e rodam o sistema iOS 26, o mais recente, mas só o iPhone 16e é compatível com a Apple Intelligence, a inteligência artificial da fabricante. A linha "e" (novo nome do iPhone SE) traz o chip mais avançado da marca, o A18 Bionic, e uma duração de bateria enorme. Mas tem só uma câmera e a tela é mais básica. É um iPhone mais simples, mas ainda potente. Vale notar que é um aparelho fabricado no Brasil. Entre seus recursos estão edição de fotos com remoção de pessoas e objetos, integração da Siri com o ChatGPT, revisão de textos, gravação e transcrição de ligações e criação de imagens artificiais. O celular atende sozinho: g1 testa a função no iPhone e no Galaxy O iPhone 15, mesmo sem a inteligência artificial, é uma boa escolha em relação aos modelos antigos por ser o primeiro da marca com conector USB-C, substituindo o padrão Lightning. O que muda do iPhone 15 para o iPhone 16? Assim, qualquer cabo usado para recarregar a maioria dos Androids também serve para o iPhone. É possível usar acessórios USB-C, como microfones e SSDs externos, para backup de fotos e vídeos. A longevidade do sistema operacional também conta. Quanto mais antigo o lançamento, mais rápido o celular pode ficar obsoleto e perder acesso a novos recursos do iOS. A Apple costuma atualizar seus celulares com novas versões do iOS por cinco ou seis anos após o lançamento. O iPhone 15, lançado em 2024, deve receber atualizações até 2028 ou 2029. O iPhone 16e, lançado em 2025, deve ser atualizado até 2030 ou 2031. Por que iPhone 14 e 16 não compensam agora? O iPhone 16, apesar de mais recente, ainda custa mais que outros modelos. Em novembro, era vendido por cerca de R$ 5.200, bem mais que o 15 ou o 16e. Tem câmeras parecidas com as do iPhone 15, o mesmo conector USB-C e a vantagem de rodar a Apple Intelligence. Já o iPhone 14 segue caro para o que oferece, em torno de R$ 4.200 – dele, é mais comum encontrar aparelhos usados nas lojas. Em novembro, custava mais que o iPhone 16e, que tem mais recursos (R$ 3.800) e tempo estimado de atualização de sistema. iPhone 16 iPhone 14 Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. iPhone 15 (à frente) e iPhone 16e: melhor custo-benefício na Black Friday Henrique Martin/g1 5 diferenças entre o iPhone 17 e o iPhone 16 Mais finos que um lápis: g1 testa o iPhone Air e o Galaxy S25 Edge

Palavras-chave: inteligência artificial

Adeus, Windows?! Google prepara novo Android para PCs que deve matar o ChromeOS

Publicado em: 25/11/2025 01:34 Fonte: Tudocelular

Por mais que o Google tenha o ChromeOS para notebooks de entrada e outros dispositivos com formato de PC tradicional, esse software nunca foi muito popular. Por isso, a gigante das buscas tem trabalhado ativamente em um novo sistema ainda mais completo e que acaba com todas as limitações do ChromeOS, sendo que ele será baseado no Android que conhecemos dos smartphones. E, segundo o pessoal do Android Authority, o projeto do Aluminum OS começou a ganhar forma, uma vez que o Google tem publicado diversas vagas de emprego no LinkedIn, onde deixa bem claro que está em busca de programadores que trabalhem com um Android voltado a telas maiores.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

RAM LPDDR6 será utilizada nos celulares de 2026, mas há um porém

Publicado em: 25/11/2025 01:26 Fonte: Tudocelular

A próxima geração de smartphones deve trazer um novo avanço de desempenho: a adoção da memória RAM LPDDR6 a partir de 2026. A informação foi divulgada pelo leaker Digital Chat Station, que afirma que o novo padrão será exclusivo dos modelos flagship equipados com os chips Snapdragon 8 Elite Gen 6, da Qualcomm, e Dimensity 9600, da MediaTek. Segundo o informante, o motivo da exclusividade está no aumento significativo dos custos de fabricação e no preço mais alto da nova tecnologia de memória. Com isso, apenas plataformas premium devem implementar o padrão, o que também deve elevar o preço final dos celulares topo de linha.Enquanto isso, os smartphones intermediários continuarão utilizando RAM LPDDR5 e LPDDR5X, que seguem entregando bom desempenho com custo mais acessível.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

iPad mini 8 deve estrear com tela OLED, mas há um porém

Publicado em: 25/11/2025 01:23 Fonte: Tudocelular

O iPad mini 8 pode surpreender aos consumidores, já que a fabricante promete — finalmente — abandonar o tradicional painel LCD e adotar a tão aguardada tecnologia OLED. A mudança deve trazer mais contraste, cores vibrantes e eficiência energética, aproximando a experiência visual da oferecida pelos iPads Pro, mas com algumas diferenças. Mesmo com o upgrade, para manter o preço equilibrado e a diferenciação em relação ao modelo maior, nem tudo será de ponta. O iPad mini 8 não contará com a tecnologia LTPO, que é usada em displays com taxa de atualização variável, e também não adotará Tandem OLED, que é visto nos modelos mais avançados, como o iPad Pro com chip M5. Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Conheça processo usado por amigos e familiares de Preta Gil para transformar cinzas em diamante

Publicado em: 25/11/2025 00:01

Cinzas transformadas em diamantes: o desejo realizado de Preta Gil Amigos e familiares de Preta Gil recorreram a um procedimento que usa o carbono presente nas cinzas para criar diamantes de laboratório, um processo que combina alta tecnologia, pressão extrema e um toque de simbolismo afetivo. Em um laboratório, técnicos explicam que tudo começa separando o carbono ainda existente nas cinzas de outros componentes. “Usamos o carbono, depois, aplicamos nanotecnologia para remontar esse carbono até que ele se transforme em diamante”, diz Marcio Miyazaki, empresário e um dos sócios da Stargen Diamonds, empresa responsável por realizar o processo. Foi desse processo que nasceram 12 diamantes feitos a partir das cinzas da artista. “É algo a mais, algo para olhar e lembrar da pessoa querida”, continua. Amigos de Preta Gil ganharam um diamante feito com as cinzas da cantora. Divulgação Como é o processo? "A transformação laboratorial para ter um diamante é a simulação do que acontece no ambiente natural, só que com uma velocidade de tempo infinitamente maior", relata a empresária Mylena Cooper, CEO da The Diamond, empresa responsável pelo diamante da família Gil. “É um diamante igual ao que a natureza produz. Genuíno, com as mesmas propriedades químicas e físicas”, adiciona. No laboratório paranaense, o procedimento começa com sucessivas queimas para retirar enxofre, potássio e demais compostos, deixando apenas o carbono puro. Esse material vira um pó, que é submetido a alta temperatura e pressão para se transformar em grafite. Em seguida, o grafite é compactado em uma pastilha, mais fácil de manusear. A pastilha é colocada dentro de uma cápsula metálica e lacrada com várias chapas que garantem pressão e condução elétrica. O conjunto é aquecido a até 3.000 °C e levado a uma prensa capaz de simular condições da crosta terrestre. A pressão chega a equivaler ao peso do Monte Everest concentrado na ponta de uma agulha. Sob essas condições extremas, os átomos de carbono se reorganizam e o que levaria milhões de anos na natureza acontece em cerca de 60 horas: nasce o diamante bruto. Depois, ele passa por lapidação e polimento até ganhar brilho e forma. Os valores variam conforme o tamanho da pedra. Nessa empresa, o preço inicial para produzir um diamante de laboratório é de R$ 3.800. Cinzas de Preta Gil foram usadas para criar diamantes em laboratório. Reprodução/TV Globo/Fantástico Entenda a história Preta Gil, que morreu julho após complicações de um câncer no intestino, havia revelado a seus amigos o desejo de transformar suas cinzas em diamantes. E sua vontade foi atendida, conforme mostrou uma reportagem do Fantástico. A cantora tinha esse interesse desde que soube da possibilidade de produzir pedras preciosas em laboratório. Ao ver a chance de se tornar um diamante, Preta achou a ideia "magnífica". Parte das cinzas da cantora foi enviada a um laboratório em São Paulo com a missão de produzir diamantes para seus amigos. O processo utiliza o carbono presente nas cinzas, que é então trabalhado com nanotecnologia para se transformar em diamante. Um diamante é composto por um único elemento químico: o carbono. No laboratório, o carbono extraído é transformado em grafite e, em seguida, enviado à Índia, onde o processo de produção é finalizado. Com as cinzas recebidas, foram criados 12 diamantes para os amigos. Outra parte das cinzas foi destinada a um laboratório em Curitiba, responsável por criar um diamante para a família Gil. Neste caso, a produção da pedra foi realizada integralmente no Brasil, do começo ao fim. O diamante de 0,3 quilate da família Gil está pronto para ser entregue. Os diamantes destinados aos amigos de Preta também estão sendo enviados a eles. Anos atrás, Duh Marinho, Gominho, duas amigas e Preta tatuaram um diamante no dedo, um símbolo de amizade que, agora, se torna "muito mais". O diamante recebe um número de certificação marcado a laser, visível com uma lupa de 40 vezes, e inclui o nome da pessoa homenageada. Quando um feixe de luz encontra o diamante, ele se multiplica, o que serve como uma lembrança de que a luz da pessoa "continua se multiplicando infinitamente". "É igual diamante. Não quebra. A Preta é isso... Ninguém destrói, ninguém quebra. E ela era essa pessoa", concluiu Gominho Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1, Globoplay, Deezer, Spotify, Google Podcasts, Apple Podcasts e Amazon Music trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida. BICHOS NA ESCUTA O podcast 'Bichos Na Escuta' está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito.

Palavras-chave: tecnologia

Brasil firma acordo com OPAS para comprar vacinas atualizadas com preços menores

Publicado em: 25/11/2025 00:01

Vacina contra a dengue Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil O Ministério da Saúde assinou com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) um acordo para adquirir vacinas por meio dos Fundos Rotatórios da entidade, de acordo com informações apresentadas nesta segunda-feira (21), em São Paulo. A pasta afirma que o mecanismo permite compras regionais com preços mais competitivos e entrega mais rápida ao Sistema Único de Saúde (SUS). O acordo inclui também cooperação em logística, gestão de estoques e regulação sanitária. Segundo o ministério, o objetivo é ampliar a capacidade de resposta a emergências e surtos epidemiológicos, além de facilitar a incorporação de vacinas atualizadas no SUS. Compras regionais e vacinas mais modernas O uso dos Fundos Rotatórios permite que países das Américas negociem em conjunto com fabricantes, o que, segundo a OPAS, gera economia de escala e acelera a entrega de imunizantes. A entidade afirma ainda que está trabalhando com instituições brasileiras e regionais para incluir vacinas de novas tecnologias, como as contra o vírus sincicial respiratório (RSV) e, no futuro, a pneumocócica conjugada 20-valente (PCV20). Casos de pneumonia aumentam 20% em SP Participação brasileira na produção Paralelamente às compras, o governo aponta que o acordo fortalece instituições nacionais como Bio-Manguinhos/Fiocruz e Instituto Butantan, que poderão fornecer vacinas aos Fundos Rotatórios. Segundo o ministério, isso aumenta o ganho de escala e apoio à autossuficiência da região em imunizantes. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A OPAS informou que também organizará a demanda dos países e identificará outros produtores regionais para estruturar uma rede compartilhada de produção. Integração com iniciativas internacionais O Ministério da Saúde afirma que o avanço dialoga com frentes de cooperação já existentes. Entre elas: BRICS – acordo voltado a doenças associadas à pobreza e exclusão, incluindo produção de imunizantes; G20 – criação da Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo, que terá o Brasil na presidência pelos próximos dois anos e a Fiocruz como secretaria executiva permanente. Dentro desse arranjo, o Ministério cita a possibilidade de redes colaborativas com países como Argentina, México e Colômbia para produzir vacinas contra Covid, pneumonia e bronquiolite. Plataforma colaborativa em vacinas respiratórias Segundo o Ministério da Saúde, está em construção uma plataforma de atualização permanente de imunizantes respiratórios. A proposta prevê cooperação entre países da região e laboratórios públicos e privados brasileiros.

Palavras-chave: tecnologia

VÍDEO: Bois ficam ilhados após propriedade alagar com chuva intensa em SC

Publicado em: 24/11/2025 21:48

Gado fica isolado após propriedade alagar com chuvas intensas em Luiz Alvez, SC Um grupo de bois ficou isolado em Luiz Alves, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, nesta segunda-feira (24) após a propriedade alagar com a chuva intensa (veja no vídeo acima). A Defesa Civil disse que houve enchente na cidade. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Veja as cidades que tiveram danos em casas e moradores que precisaram sair VÍDEO: imagens aéreas mostram cidade alagada Em Luiz Alves, choveu 180,2 milímetros entre 18h10 de domingo (23) e 18h10 desta segunda. O número é maior do que a média histórica esperada para todo o mês de novembro, que é de até 170 milímetros, de acordo com a Epagri/Ciram, órgão que monitora as condições meteorológicas do estado. A prefeitura suspendeu as aulas da tarde e da noite. O posto de saúde do bairro Canoas também não funcionou durante a tarde. Um abrigo foi aberto para atender moradores. Imagens aéreas mostram a situação de Luiz Alves. No vídeo, equipes sobrevoam casas e prédios submersos, vegetação e ruas encobertas pela enchente. O município registrou o maior volume de chuva em Santa Catarina no período de 24 horas, entre 18h de domingo e 18h desta segunda-feira. VÍDEO: imagens aéreas mostram cidade de SC alagada após maior acumulado de chuva em um dia Gado isolado pela chuva em Luiz Alves, SC Lincoln Pradal/NSC TV Mais de 30 cidades afetadas em SC Desde sábado (22), as chuvas intensas em Santa Catarina provocaram alagamentos e danos em pelo menos 33 cidades e quatro decretaram situação de emergência. Até a última atualização desta segunda-feira (24), a Defesa Civil contabilizava 406 casas afetadas e 148 pessoas que deixaram as próprias casas. Desse total, 133 foram para residências de parentes ou amigos (desalojados) e 15, para abrigos (desabrigados). Por causa dos ventos fortes, a Marinha fechou o canal de acesso ao Porto de Itajaí às 8h30 desta segunda. A passagem foi liberada às 16h20, após avaliação da corporação. O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina registrou um ferido, após três pessoas serem levadas pela correnteza no Rio Lageado em São Lourenço do Oeste, no Oeste de Santa Catarina, no sábado (22). O ferido não precisou de atendimento médico O mau tempo também atingiu o Rio Grande do Sul e o Paraná. Em Guarapuava, pedras de granizo do tamanho de ovos de galinha causaram estragos, e em Erechim, mais de 150 pessoas ficaram feridas (veja mais abaixo). Casa ficou embaixo d'água com chuvas intensas em Luiz Alves Ivanir Muller e Evanildo Pauli/Arquivo pessoal Emergência e interdições Ibirama, Petrolândia e Lontras, no Vale do Itajaí, Seara, no Oeste, e Massaranduba, no Norte, decretaram situação de emergência. Já Rio das Antas, Cunha Porã e Fraiburgo, no Oeste; Vitor Meireles, no Vale do Itajaí; Balneário Barra do Sul, no Norte, estudam adotar a mesma medida. Em Joinville, no Norte, houve pontos de alagamento na manhã desta segunda-feira. Por volta das 7h, ao menos quatro bairros registravam interdições e problemas causados pela água nas vias. Maiores acumulados de chuva Além de Luiz Alves, Balneário Barra do Sul, no Norte do estado, registrou 159,8 milímetros de chuva em 24 horas, enquanto Araquari, também no Norte, acumulou 149,8 milímetros no mesmo período. Maiores acumulados de chuva em Santa Catarina. Defesa Civil/Divulgação Sul afetado Além de Santa Catarina, o Rio Grande do Sul e o Paraná também são afetados pelo mau tempo. Pedras de granizo do tamanho de ovos de galinha atingiram Guarapuava, na região central do Paraná, durante um temporal registrado na tarde de domingo (23). A chuva causou estragos em diversas casas e mobilizou equipes da Defesa Civil. O temporal com granizo que atingiu Erechim, na Região Norte do RS, no domingo, deixou mais de 150 pessoas feridas e afetou mais de 25 mil moradores. A cidade decretou situação de emergência. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a tempestade foi influenciada por uma frente fria no oceano, que favoreceu a formação de um fenômeno chamado “cavado meteorológico”, uma área de baixa pressão que contribui para a formação de nuvens de tempestade. A frente fria não avançou sobre o Paraná, mas influenciou as condições do tempo na região. Grupo de bois isolado em Luiz Alves, após fortes chuvas Marcos Fernandes/NSC TV VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Palavras-chave: tecnologia

Investigação aponta que Master e BRB fizeram negócio de R$ 303 milhões com empresa de atendente de lanchonete investigada por golpe

Publicado em: 24/11/2025 21:05

Polícia Federal transfere banqueiro Daniel Vorcaro para presídio em Guarulhos (SP) A Polícia Federal transferiu o banqueiro Daniel Vorcaro, para um presídio em Guarulhos, São Paulo. E o jornal “O Globo” revelou nesta segunda-feira (24) novos detalhes da investigação de fraude no Banco Master. A investigação, que começou em 2024, levantou operações irregulares, como publicou nesta segunda-feira (24) o jornal “O Globo”. Master e BRB fizeram negócio de R$ 303 milhões com empresa de atendente de lanchonete investigada por golpe. Segundo o Ministério Público Federal, o Master vendeu ao BRB uma carteira de crédito – que é o conjunto de operações como empréstimos que uma instituição oferece aos clientes – que pertencia a uma empresa registrada no nome de uma atendente de lanchonete investigada por fraude com a maquininha de cartão. Os investigadores apontam que a transação possui indícios graves de fraude. A empresa The Pay Soluções de Pagamento Ltda. não possui empregados e tem como sócia administradora uma funcionária com salário de R$ 1.486. A investigação da Polícia Federal listou uma série de operações suspeitas entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB), com falhas consideradas graves. Houve omissão dos gestores do BRB e falha de seus métodos de prudência e governança em relação à aquisição de carteiras de crédito que significavam 30% de todos os ativos do banco público, constituindo, desse modo, forte indício de que o BRB buscou auxiliar o Master em sua crise de liquidez. Segundo a investigação, o Banco Master não tinha fundos suficientes para honrar os títulos que emitiu com vencimento em 2025. Comprou, então, créditos – sem realizar qualquer pagamento – de uma empresa chamada Tirreno. Em seguida, revendeu esses mesmos créditos ao BRB, que pagou cerca de R$ 12 bilhões pelo negócio. Segundo a PF, houve total falha de monitoramento dos ativos, pois a falsidade era grotesca e foi imediatamente identificada pelo Banco Central. O BRB, mesmo após o início da fiscalização, demorou três meses para encerrar o processo de compras de títulos do Master. O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, preso na semana passada durante a operação da Polícia Federal, foi transferido nesta segunda-feira (24) de uma cela da PF, em São Paulo, para o Centro de Detenção Provisória 2 de Guarulhos. Além do banqueiro, dois executivos – Luiz Antônio Bull e Alberto Felix de Oliveira Neto – também foram transferidos. Nesta segunda-feira (24), em São Paulo, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu a evolução constante nos processos de controle do sistema financeiro: “Bancos são instituições falíveis. O importante é a gente sempre aprender e conseguir inovar para que você não caia na repetição de problemas que aconteceram no passado. É muito importante que o BC tenha recursos para fazer investimento. Hoje, por exemplo, a inteligência artificial oferece uma série de ganhos para o setor de supervisão, para que você não tenha que trabalhar mais com a amostragem, com automação e fazer uma série de investimentos nessa área. Só para citar um exemplo, e é muito importante que o Banco Central consiga ter esse avanço”. A defesa de Daniel Vorcaro afirmou que pediu ao Superior Tribunal de Justiça que o empresário fique em liberdade. O advogado de Luiz Antônio Bull pediu hoje à Polícia Federal que marque o depoimento do cliente. Segundo ele, dessa forma, Luiz Antônio Bull vai poder esclarecer todas as acusações. O Jornal Nacional não conseguiu contato com a defesa de Aberto Felix de Oliveira Neto. Na noite desta segunda-feira (24), o Banco de Brasília (BRB) enviou uma nota para o Jornal Nacional sobre as investigações de fraude do Banco Master. Nela, afirma que segue normas rigorosas de governança e que é regulado pelo Banco Central. Sobre as carteiras adquiridas, declarou que está em curso uma apuração interna para levantar qualquer impropriedade e fazer a devida adequação legal. Polícia Federal transfere banqueiro Daniel Vorcaro para presídio em Guarulhos (SP) Reprodução/TV Globo LEIA TAMBÉM Banco Master: o que acontece com conta-salário, consignados e pensões após a liquidação

Palavras-chave: inteligência artificial

VÍDEO: imagens aéreas mostram cidade de SC alagada após maior acumulado de chuva em um dia no estado

Publicado em: 24/11/2025 20:40

VÍDEO: imagens aéreas mostram cidade de SC alagada após maior acumulado de chuva em um dia Imagens aéreas mostram Luiz Alves, no Vale do Itajaí, alagada após a forte chuva que atingiu a região entre domingo (23) e esta segunda-feira (24). De acordo com a Defesa Civil, em apenas três horas choveu o equivalente ao previsto para uma semana no município. No vídeo, equipes sobrevoam casas e prédios submersos, vegetação e ruas encobertas pela enchente (assista acima). ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Veja as cidades que tiveram danos em casas e moradores que precisaram sair O município registrou o maior volume de chuva em Santa Catarina no período de 24 horas, entre 18h de domingo e 18h desta segunda-feira: foram 180,2 milímetros, segundo a Defesa Civil (veja a tabela abaixo). A prefeitura suspendeu as aulas da tarde e da noite. O posto de saúde do bairro Canoas também não funcionou durante a tarde. Um abrigo foi aberto para atender moradores, caso seja necessário. Mais de 30 cidades afetadas Desde sábado (22), as chuvas intensas em Santa Catarina provocaram alagamentos e danos em pelo menos 32 cidades e 3 decretaram situação de emergência. Até a última atualização desta segunda-feira (24), a Defesa Civil contabilizava 364 casas afetadas e 148 pessoas que deixaram as próprias casas para se abrigar com parentes ou amigos. Por causa dos ventos fortes, a Marinha fechou o canal de acesso ao Porto de Itajaí às 8h30 desta segunda. A passagem foi liberada às 16h20, após avaliação da corporação. O mau tempo também atingiu o Rio Grande do Sul e o Paraná. Em Guarapuava, pedras de granizo do tamanho de ovos de galinha causaram estragos, e em Erechim, mais de 150 pessoas ficaram feridas (veja mais abaixo). Casa ficou embaixo d'água com chuvas intensas em Luiz Alves Ivanir Muller e Evanildo Pauli/Arquivo pessoal Emergência e interdições Ibirama, Petrolândia e Lontras, no Vale do Itajaí, e Massaranduba, no Norte, decretaram situação de emergência. Já Seara, Rio das Antas, Cunha Porã e Fraiburgo, no Oeste; Vitor Meireles, no Vale do Itajaí; Balneário Barra do Sul, no Norte, estudam adotar a mesma medida. Em Joinville, no Norte, houve pontos de alagamento na manhã desta segunda-feira. Por volta das 7h, ao menos quatro bairros registravam interdições e problemas causados pela água nas vias. Até o início da tarde, a cidade tinha oito pessoas desabrigadas. Maiores acumulados de chuva Além de Luiz Alves, Balneário Barra do Sul registrou 159,8 mm de chuva em 24 horas, enquanto Araquari acumulou 149,8 mm no mesmo período. Para se ter uma ideia, a média histórica de chuva esperada para todo o mês de novembro na região é de 170 milímetros, de acordo com a Epagri/Ciram, órgão que monitora as condições meteorológicas do estado. Maiores acumulados de chuva em Santa Catarina. Defesa Civil/Divulgação Sul afetado Além de Santa Catarina, o Rio Grande do Sul e o Paraná também são afetados pelo mau tempo. Pedras de granizo do tamanho de ovos de galinha atingiram Guarapuava, na região central do Paraná, durante um temporal registrado na tarde de domingo (23). A chuva causou estragos em diversas casas e mobilizou equipes da Defesa Civil. O temporal com granizo que atingiu Erechim, na Região Norte do RS, no domingo, deixou mais de 150 pessoas feridas e afetou mais de 25 mil moradores. A cidade decretou situação de emergência. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a tempestade foi influenciada por uma frente fria no oceano, que favoreceu a formação de um fenômeno chamado “cavado meteorológico”, uma área de baixa pressão que contribui para a formação de nuvens de tempestade. A frente fria não avançou sobre o Paraná, mas influenciou as condições do tempo na região. Imagens aéreas de Luiz Alves, no Vale do Itajaí. Reprodução/Defesa Civil VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Palavras-chave: tecnologia

Polícia encontra equipamento de espionagem no gabinete da presidente da Câmara de Viana, no MA

Publicado em: 24/11/2025 20:21

Polícia recolhe equipamento de escuta instalado na Câmara de Vereadores de Viana A Polícia Civil recolheu, na manhã desta segunda-feira (27), um equipamento de espionagem encontrado no gabinete da presidente da Câmara Municipal de Viana, vereadora Lauri France Gomes. O dispositivo estava escondido atrás de um vaso de vidro em uma estante da sala. Na última sexta-feira (24), a vereadora, que é do Partido Republicano Democrático (PRD), notou um barulho estranho vindo da estante e desconfiou de algo incomum. Ela então acionou a polícia, que isolou o local até a manhã seguinte. O equipamento de escuta encontrado consistia em uma caixa preta com dois microfones: um externo e outro interno. A Polícia Civil agora investiga como o dispositivo funcionava, se transmitia sinais para alguém ouvir à distância ou se gravava as conversas na sala da vereadora. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Os investigadores, usando luvas, recolheram o equipamento, o vaso e outros objetos próximos que poderiam ter sido manipulados por quem instalou a escuta. Tudo foi embalado em sacos plásticos e levado ao Instituto de Criminalística, em São Luís, para análise técnica. Os policiais também fizeram uma varredura completa na sala para garantir que não houvesse outros dispositivos. Um procedimento investigatório já foi aberto e uma linha de suspeitos está sendo investigada. "Agora, vamos aguardar os laudos das perícias para concluir o caso e esclarecer o crime", disse um dos investigadores. Sobre a vereadora Lauri France Gomes Lauri France Gomes foi eleita vereadora de Viana em 2020 e reeleita no ano passado. Ela é a primeira mulher a presidir a Câmara Municipal da cidade. Polícia encontra equipamento de espionagem no gabinete da presidente da Câmara de Viana, no MA Reprodução/ TV Mirante

Palavras-chave: câmara municipal