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Com reservatórios no limite, especialistas alertam para necessidade urgente de se combater desperdício de água

Publicado em: 02/01/2026 21:37

Com reservatórios no limite, o desperdício preocupa Com reservatórios no limite, o desperdício preocupa. Enquanto falta água para muita gente, milhões de litros se perdem em vazamentos. Especialistas alertam: combater essa perda é um desafio que o Brasil não pode mais adiar. Torneiras secas no começo do ano. Com as manobras de redução de pressão por causa da crise hídrica, a água não tem força para chegar na caixa em partes altas da cidade. E tem sido assim há um mês na casa da Adriana, na Zona Noroeste de São Paulo. “Nesse tanque é água da caixa, não tem também, porque a água não sobe da caixa. E aqui é o que vem da rede, olha a situação: não tem água”, conta. Enquanto isso, na mesma região, água tratada escorre em um vazamento, que chamou a atenção da gerente de planejamento Elaine Favari: "Eu economizo a água, para daí a gente passar aqui na rua e ver esse absurdo aqui?", pergunta. Reduzir o desperdício é um enorme e urgente desafio brasileiro. Segundo o Instituto Trata Brasil, em países desenvolvidos, as perdas giram em torno de 15%. Aqui é mais que o dobro disso. "Hoje, infelizmente, nós perdemos 39,5% de todo o volume de água produzido antes de chegar na casa de cada cidadão”, afirma Luana Pretto, presidente executiva do Instituto Trata Brasil. Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso, estão entre as cidades que mais desperdiçam. São perdas que afetam a todos que dependem desse bem comum. "A gente acaba captando muito mais água no rio do que deveria estar captando. E o impacto econômico também, porque essa ineficiência nesse sistema de distribuição gera um maior custo de produção de água e uma maior tarifa para a população”, diz Luana Pretto. Com reservatórios no limite, especialistas alertam para necessidade urgente de se combater desperdício de água Jornal Nacional/ Reprodução Em São Paulo, a captação nas represas bateu recorde em 2025: quase 71 mil litros por segundo - 3% mais que em 2024 e 8% acima de 2023. Em uma sala da Sabesp, novas tecnologias estão sendo implantadas para, de maneira remota, controlar a pressão, detectar ligações clandestinas e acompanhar vazamentos e reparos com mais precisão. Os primeiros testes feitos em 2024 mostram como a tecnologia pode ajudar a reduzir o desperdício. Em uma área da rede de 50 km no Centro de São Paulo, os métodos convencionais detectaram 14 vazamentos. Com o uso da inteligência artificial e dos satélites, o número saltou para 81 vazamentos identificados na mesma área. O satélite detecta vazamentos por diferenças de temperatura no solo. O sistema deve ser implantado até 2027. O Brasil tem meta de reduzir as perdas em 25% até 2033. "Hoje, nós temos em torno de 36 mil vazamentos no estado todo por mês. E uma das principais ações é o combate aos vazamentos. Sejam os vazamentos visíveis ou os não visíveis, os não detectados visivelmente, que a gente usa tecnologia de ponta também para poder identificar”, afirma Nivaldo Rodrigues, diretor regional da Sabesp. Mas além da tecnologia, é preciso o uso consciente e olhos atentos para denunciar o desperdício. A Sabesp afirmou que consertou o vazamento mostrado na reportagem. A Águas Cuiabá declarou que vai investir R$ 250 milhões até 2030 em ações para reduzir perdas. E o Departamento de Água de Várzea Grande disse que os vazamentos são consequência de problemas antigos; que busca soluções definitivas e faz reparos diários para garantir o abastecimento. LEIA TAMBÉM Moradores de São Paulo, maior cidade do Brasil, relatam falta d’água Calor extremo e chuvas irregulares: combinação se repete com cada vez mais força e frequência

Vereador perde mandato por crime de peculato no interior do Tocantins

Publicado em: 02/01/2026 21:34

Câmara de Monte Santo do Tocantins Reprodução/Google Street View O Tribunal Regional Federal (TRF-1) suspendeu os direitos políticos do vereador Rogério Rezende Silva (União Brasil), da Câmara de Monte Santo do Tocantins, região central do estado. O parlamentar recebeu condenação transitada em julgado por peculato. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A suspensão foi publicada no Diário Oficial do município nesta sexta-feira (2). Rogério Rezende Silva não poderá mais recorrer da decisão. Ao g1, o político informou que respeita as instituições e o Estado Democrático de Direito, mas que não concorda com a forma como foi praticado o referido ato (leia nota na íntegra abaixo). 🔍 "Peculato é um crime contra a administração pública, previsto no artigo 312 do Código Penal, que ocorre quando um funcionário público se apropria ou desvia dinheiro, valores ou bens móveis que estão sob sua guarda ou posse em razão do cargo." Com a extinção do mandato, a Câmara de Vereadores de Monte Santo do Tocantins deve convocar o respectivo suplente para tomar posse nos próximos dias. Leia também Justiça suspende ato do governador do Tocantins e garante nomeação em órgão de contas Câmara de Palmas encerra ano legislativo com aprovação da LDO de 2026 A presidente da Câmara, Luciana Ferreira Dias, foi procurada para comentar sobre a extinção do cargo de Rogério Rezende Silva, mas até a última atualização desta reportagem não havia se manifestado. Íntegra da nota Eu, Rogério Rezende Silva, venho a público manifestar-me a cerca do ato praticado pela Presidente da Câmara Municipal de Monte Santo do Tocantins, que declarou, de forma unilateral, a extinção do meu mandato de vereador, sob o fundamento de suspensão dos direitos políticos. Embora respeite as instituições e o Estado Democrático de Direito, não posso concordar com a forma como o referido ato foi praticado, uma vez que desconsiderou o devido processo legal legislativo, violou o Regimento Interno da Casa e suprimiu prerrogativas essenciais, como o contraditório, a ampla defesa e a apreciação pelo órgão competente. Ressalto que a extinção do mandato, ainda que em tese de natureza declaratória, não autoriza a prática de atos arbitrários ou à margem das normas internas, as quais vinculam a atuação da Mesa Diretora — que sequer tomou conhecimento de tal ato — e garantem a legalidade dos procedimentos legislativos. Diante disso, informo que todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis estão sendo adotadas para o reconhecimento da nulidade do ato e para o restabelecimento da legalidade, confiando que a Justiça e o próprio Poder Legislativo corrigirão a ilegalidade cometida. Agradeço à população que me confiou o mandato e reafirmo meu compromisso com a legalidade, a transparência e a defesa das instituições, certo de que o respeito às normas é condição indispensável para a democracia. Rogério Rezende Silva VEJA TAMBÉM: Decisão liminar suspende ato de Wanderlei Barbosa Decisão liminar suspende ato de Wanderlei Barbosa Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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IPTU 2026: Prefeitura de SP divulga calendário de pagamento do imposto; primeira parcela vence em 1º de fevereiro; confira

Publicado em: 02/01/2026 18:24

Imagem aérea da região central de São Paulo, com a Avenida Paulista no centro da imagem de maio de 2000 Agliberto Lima/Estadão Conteúdo/Arquivo A Prefeitura de São Paulo publicou nesta sexta-feira (2) o edital com o calendário de pagamentos do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O valor do tributo, entretanto, ainda não foi disponibilizado para consulta. O texto aprovado na Câmara Municipal no ano passado – de autoria do prefeito Ricardo Nunes (MDB) – autorizou um aumento de 10% no valor do imposto para o ano de 2026 para imóveis residenciais. Segundo a Secretaria da Fazenda, os carnês serão enviados a partir de 16 de janeiro, e a primeira parcela tem data de vencimento prevista para 1º de fevereiro. Já a consulta online poderá ser feita no site da prefeitura a partir de 15 de janeiro (veja aqui). Quem decidir pagar o imposto à vista terá um desconto de 3%, e o vencimento também será no mês de fevereiro. "Os contribuintes vão receber inicialmente a notificação de lançamento do imposto com a opção de pagamento à vista ou da primeira parcela. Uma novidade é que em 2026, pela primeira vez, não haverá o envio de uma segunda correspondência com as demais parcelas do IPTU aos contribuintes que não efetuarem o pagamento à vista", afirmou a gestão Ricardo Nunes (MDB). Calendário de pagamentos do IPTU 2026 em São Paulo. Reprodução/PMSP O vencimento será: no dia escolhido, para os contribuintes que fizeram opção via atualização cadastral; no dia 09 ou no dia 14, para os contribuintes que não fizeram opção de dia de vencimento ou no dia 20, para os contribuintes que optaram pela notificação por Administradoras de Imóveis, vencendo a primeira parcela no mês de março. O pagamento, à vista ou das parcelas, poderá ser feito segunda via do boleto emitida pela internet, disponível a partir de 15 de janeiro em www.prefeitura.sp.gov.br/iptu. Os vencimentos nos dias em que não haja expediente bancário serão prorrogados para o primeiro dia útil seguinte, sem nenhuma cobrança de acréscimo. A postagem das notificações para os contribuintes isentos ocorrerá a partir de 25 de fevereiro. O não pagamento de qualquer parcela do IPTU sujeita o contribuinte à inscrição no Cadin municipal. Quem não receber a notificação de pagamento até a data limite da tabela acima pode emitir uma segunda via pela internet ou informar o problema em qualquer uma das Subprefeituras.

Palavras-chave: câmara municipal

Como a Alexandria estrutura modelos estáveis de energia compartilhada

Publicado em: 02/01/2026 17:58

O mercado de energia compartilhada no Brasil entrou em uma nova etapa. Após um período de crescimento acelerado, o setor passou a lidar com desafios ligados à previsibilidade operacional, à organização comercial e à estabilidade da base de clientes. Nesse contexto, a Alexandria vem estruturando um modelo que vai além da geração de energia. A empresa integra alianças entre usinas, infraestrutura digital própria e gestão organizada da base de clientes com o objetivo de criar operações mais estáveis, previsíveis e alinhadas às práticas valorizadas pelo mercado institucional. Quando gerar energia não é mais o único desafio Na avaliação da Alexandria, a geração deixou de ser o único fator determinante para o sucesso de projetos no modelo compartilhado. A forma como essa energia é comercializada, distribuída e administrada ao longo do tempo passou a ter impacto direto na sustentabilidade dos projetos. Operações com baixa organização comercial tendem a enfrentar maior rotatividade de clientes, processos pouco padronizados e dificuldades para escalar. Esses fatores aumentam o risco percebido da operação e comprometem a previsibilidade dos resultados. Foi a partir dessa leitura que a empresa ampliou sua atuação, passando a se posicionar como estruturadora de um ecossistema comercial e relacional voltado à energia compartilhada. Aliança entre usinas como estratégia de estabilidade Um dos pilares desse modelo é a formação de alianças entre usinas. Em vez de operar com ativos isolados, a Alexandria promove a integração de diferentes projetos sob uma lógica coordenada de comercialização, relacionamento com clientes e governança. Essa estrutura permite diluir riscos, equilibrar oferta e demanda ao longo do tempo e estabelecer padrões comuns de operação. A coordenação entre usinas contribui para maior continuidade operacional, especialmente em um setor sujeito a variações regionais e mudanças de mercado. Tecnologia como base de governança Para sustentar essa organização, a Alexandria desenvolveu uma infraestrutura digital própria. Aplicativos e sistemas internos funcionam como uma camada de governança, organizando fluxos comerciais, contratos e relacionamento com clientes. A tecnologia permite centralizar informações, acompanhar a base de consumidores de forma contínua e padronizar processos, aumentando a transparência entre os agentes envolvidos. Nesse modelo, o uso da tecnologia não é um fim em si, mas um meio para garantir controle, previsibilidade e organização. Alinhamento com práticas valorizadas pelo mercado institucional A integração entre alianças de usinas, base pulverizada de clientes e governança digital aproxima os projetos estruturados pela Alexandria de critérios observados pelo mercado institucional na avaliação de operações de infraestrutura. Aspectos como previsibilidade operacional, estabilidade de receitas e capacidade de gestão ao longo do tempo costumam ser considerados em análises de risco. Embora a empresa não atue na atribuição de ratings, seu modelo contribui para organizar esses vetores dentro da energia compartilhada. Um novo patamar de maturidade para a energia compartilhada Ao estruturar projetos com foco em organização comercial, tecnologia e relacionamento, a Alexandria busca posicionar a energia compartilhada em um estágio mais maduro no Brasil. Nesse cenário, esses elementos deixam de ser acessórios e passam a integrar o núcleo da estratégia. A proposta é fortalecer um ecossistema mais sólido, transparente e preparado para crescer de forma sustentável. Sobre a Alexandria A Alexandria atua no mercado de energia compartilhada com foco na organização de ecossistemas que integrem geração, tecnologia e relacionamento. A empresa desenvolve modelos que conectam usinas, clientes e canais comerciais, buscando maior previsibilidade operacional e alinhamento com as melhores práticas institucionais do setor. Saiba mais sobre os serviços e modelos disponíveis no site da Alexandria.

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Defesa Civil emite 'alerta severo' para risco de temporal com raios e ventania em Caraguatatuba e Ubatuba

Publicado em: 02/01/2026 17:28

Defesa Civil emite 'alerta severo' para risco de temporal com raios e ventania em Caraguatatuba, SP Patrick César/TV Vanguarda Os moradores e turistas de Caraguatatuba e Ubatuba receberam, na tarde desta sexta-feira (2), um alerta de celular da Defesa Civil informando sobre risco severo diante da chegada de uma chuva forte na cidade. Em Caraguatatuba, a mensagem "alerta severo" apareceu nos celulares às 17h13 junto com um som agudo e vibração. No texto, a Defesa Civil informou: "Chuva forte se espalhando por Caraguatatuba. Tem raios e vento. Atinge municípios vizinhos. Tenha cuidado nas próximas horas". Mais tarde, por volta das 18h46, foi a vez de Ubatuba receber o alerta severo. A mensagem foi a mesma. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp O alerta foi desenvolvido pelo governo federal para sinalizar riscos de desastres e orientar a população. Os alertas usam a tecnologia “cellbroadcast” e "saltam" na tela do celular, sobrepondo-se a qualquer conteúdo que esteja sendo exibido no momento - leia mais abaixo. Todas as 46 cidades do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira, Litoral Norte de SP e região bragantina estão em situação de alerta por causa da chuva. Segundo a Defesa Civil de SP, há previsão de chuvas intensas pelo menos até domingo (4). Defesa Civil alerta que chuvas intensas podem provocar alagamentos e deslizamentos na região na semana do Ano Novo Cellbroadcast: saiba como ativar as notificações de alerta severo da Defesa Civil Por causa do volume de chuva, o solo pode ficar encharcado, provocando risco de transbordamento de rios, alagamentos e deslizamentos, por exemplo. Em caso de emergências, os moradores podem acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou a Defesa Civil pelo 199. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Tecnologia de alerta O novo sistema de alerta de desastres do governo federal começou a funcionar no fim de 2024. A partir da localização dos celulares, a Defesa Civil de cada estado envia a mensagem de acordo com o nível de risco para enchentes, deslizamentos e outros desastres relacionados à chuva. O recebimento do aviso não depende de um cadastro do usuário. Além de não precisar de cadastro, o alarme sonoro funciona até mesmo em celulares no modo silencioso e só sai da tela se o usuário mostrar que leu a mensagem, em uma tecnologia chamada “cellbroadcast”. Para receber o sinal, é preciso ter um celular comprado depois de 2020 – cujos modelos já são compatíveis com a tecnologia – e acesso às redes 4G ou 5G das operadoras - saiba mais sobre a tecnologia clicando aqui. Defesa Civil emite 'alerta severo' para risco de temporal com raios e ventania em Caraguatatuba, SP Patrick César/TV Vanguarda Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Corumbataí vive três meses de racionamento de água e moradores cobram solução

Publicado em: 02/01/2026 17:24

Racionamento de água completa 3 meses em Corumbataí Corumbataí (SP) completa três meses de racionamento de água nesta sexta-feira (2) . A medida começou a valer em 2 de outubro do ano passado, após decreto publicado no dia 26 de setembro, que determinou a interrupção diária do abastecimento das 13h às 16h, em razão do aumento do consumo e da limitação do sistema de captação. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Segundo a prefeitura, o problema não está na falta de água, mas na capacidade do sistema, que não acompanhou o crescimento da cidade. O prefeito João Batista Altarugio Filho (PSD) explicou que a captação do município é feita por meio de mina e permanece a mesma desde 1986. “Naquela época, Corumbataí tinha cerca de 680 imóveis. Hoje, são aproximadamente 1.700. Ou seja, o município praticamente triplicou de tamanho, mas a entrada de água continuou a mesma”, afirmou. Ainda de acordo com o prefeito, o consumo aumenta significativamente nos períodos de calor, o que sobrecarrega o sistema. “De março a agosto, normalmente não temos problema, porque o consumo é menor. Mas em dias muito quentes, como os últimos 15 dias, o uso de água cresce e não conseguimos atender toda a demanda”, disse. A prefeitura afirma que o racionamento de horas foi adotado para tentar minimizar os impactos, mas moradores relatam que, em alguns bairros, o período sem água é maior. Para tentar resolver o problema, a prefeitura avalia duas opções, uma nova captação de água, que exigiria obras em área ambiental, e a perfuração de um poço profundo no Aquífero Guarani, com custo estimado entre R$ 600 mil e R$ 700 mil. Corumbataí completa 3 meses de racionamento de água e população relata prejuízos EPTV Mais notícias da região: LEME: Homem é multado em R$ 73,5 mil por realizar rinha de galo no interior de SP VARGEM GRANDE DO SUL: Menina de 7 anos fica gravemente ferida após ser atropelada enquanto brincava no interior de SP POLÍCIA: Foragido da Justiça morre em confronto com a Polícia Militar em São Carlos Reclamações Moradores de Corumbataí relatam dificuldades enfrentadas durante o período de racionamento de água. Entre as principais queixas estão a falta de água por períodos superiores ao divulgado pela prefeitura, prejuízos financeiros, transtornos na rotina diária e impactos na saúde e no bem-estar de famílias com idosos, crianças e pessoas com necessidades especiais. “Tem dia que ficamos até oito horas sem água. Chegamos em casa cansados à noite e não tem água para tomar banho ou lavar louça. E a conta não é barata. Está prejudicando muito a gente”, reclamou a faxineira Silvana Rodrigues da Silva. A autônoma Neuza Sampaio disse que a populção está saturada com a falta de solução. "Quando a água volta, vem suja. Precisa resolver urgente porque a população não aguenta mais, estamos saturados com isso", comentou. No caso do autônomo Fábio Henrique Pastro, o prejuízo foi grande. “Minha máquina de lavar queimou por causa da falta de água. O conserto ficou em R$ 900”, disse. O que disse o prefeito Questionado sobre as queixas, o prefeito disse desconhecer interrupções superiores ao período determinado pelo decreto, mas reconheceu que bairros mais altos podem demorar mais para voltar a receber água após o restabelecimento do abastecimento. “Quando a água é religada, ela começa a encher os reservatórios a partir dos pontos mais altos da cidade. Até chegar aos bairros mais afastados, pode demorar mais, mas não significa que o fornecimento tenha sido interrompido por oito horas”, explicou. Para resolver o problema de forma definitiva, a prefeitura estuda duas alternativas: uma nova captação de água, que exigiria cerca de 7 quilômetros de tubulação passando por uma Área de Proteção Ambiental (APA), e a perfuração de um poço profundo no Aquífero Guarani, no bairro Alto da Serra. Expectativa de solução Segundo o prefeito, o poço deve ter cerca de 250 metros de profundidade e custo estimado entre R$ 600 mil e R$ 700 mil. “Já temos R$ 500 mil aprovados pela Câmara Municipal. Se ultrapassar esse valor, o restante será pago com recursos próprios”, disse. A expectativa é que o processo de licitação seja iniciado em janeiro e, se não houver atrasos, o poço esteja pronto até março. “Se tudo correr bem, acredito que até março a gente consiga resolver esse problema”, afirmou. Enquanto isso, moradores seguem cobrando uma solução urgente para o racionamento, que já dura três meses e tem impactado a rotina da população. REVEJA VÍDEOS DA EPTV CENTRAL: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

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Presidente da Câmara de Varginha, suspeito de atropelar jovem, deixa presídio após pagar fiança

Publicado em: 02/01/2026 17:13

Presidente da Câmara de Varginha, suspeito de atropelar jovem, deixa presídio após alvará de soltura Graziele Raposo / EPTV O presidente da Câmara Municipal de Varginha (MG), Marco Antônio de Souza, conhecido como Marquinho da Cooperativa (PMN), deixou o presídio nesta sexta-feira (2), após passar por audiência de custódia. Ele havia sido preso em flagrante na madrugada de quinta-feira (1º), suspeito de atropelar um jovem de 19 anos, fugir do local sem prestar socorro e dirigir sob efeito de álcool. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Durante a audiência de custódia, realizada por videoconferência às 14h desta sexta-feira, o preso foi ouvido em ato registrado na presença de agentes penitenciários. Em seguida, o Ministério Público se manifestou favorável à concessão de liberdade provisória mediante pagamento de fiança. Já a Defensoria Pública pediu a liberação sem fiança. O advogado da vítima solicitou participação na audiência de custódia, mas o pedido foi negado. Ao analisar o auto de prisão em flagrante, o magistrado considerou que não houve irregularidades no procedimento policial e homologou a prisão. Na decisão, o juiz entendeu que não estavam presentes os requisitos para a decretação da prisão preventiva. A decisão aponta que o vereador é réu primário, não possui condenações criminais anteriores, tem residência fixa e exerce atividade lícita. "Embora a conduta imputada revele gravidade concreta, especialmente em razão da evasão do local do acidente, não se vislumbram, no presente momento, elementos que demonstrem a imprescindibilidade da prisão preventiva", afirmou no documento. Presidente da Câmara de Varginha é preso por suspeita de atropelar jovem e fugir sem prestar socorro Redes sociais O juiz também destacou que os crimes imputados são, em princípio, de natureza culposa, ou seja, sem intenção deliberada de causar o resultado. Com isso, foi concedida liberdade provisória mediante o pagamento de fiança no valor de R$ 10 mil, além do cumprimento de medidas cautelares, como comparecer a todos os atos do processo quando intimado, manter o endereço atualizado e não se ausentar da comarca sem autorização judicial. Após o pagamento da fiança, foi expedido alvará de soltura. Marquinho da Cooperativa deixou o Presídio de Varginha por volta de 17h, menos de 24 horas após a entrada na unidade prisional. A decisão foi assinada pelo juiz Maurício Navarro Bandeira de Mello. O atropelamento De acordo com o boletim de ocorrência, o atropelamento aconteceu por volta das 3h da quinta-feira (1º), primeiro dia do ano, na Avenida Celina Ferreira Otoni, no bairro Padre Victor. Conforme o BO, a vítima e a namorada relataram à Polícia Militar que voltavam de um show realizado no Centro de Eventos, caminhando pelo lado esquerdo da via, próximo a um matagal, quando a caminhonete, que seguia no sentido contrário, atingiu o rapaz. Com o impacto, o jovem foi arremessado ao chão. O motorista não parou para prestar socorro e fugiu do local. A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Bom Pastor, onde recebeu atendimento médico e foi liberada. A partir da identificação do veículo, os policiais conseguiram localizar a caminhonete e o condutor, o vereador Marco Antônio de Souza, em uma região conhecida como Chácaras Rio Verde. Presidente da Câmara de Varginha é suspeito de atropelar jovem e fugir sem prestar socorro Durante a abordagem, os militares constataram no suspeito sinais claros de embriaguez, como hálito etílico, olhos avermelhados e fala desconexa, situação confirmada por uma testemunha que acompanhou a ocorrência. O vereador se recusou a realizar o teste do bafômetro. Ele afirmou que esteve em uma festa para buscar a esposa e negou ter consumido bebida alcoólica, alegando não beber há mais de 30 anos. Apesar disso, segundo o boletim, os sinais de embriaguez eram evidentes. Diante da fuga do local do atropelamento, omissão de socorro à vítima e suspeita de condução sob efeito de álcool, Marco Antônio foi preso em flagrante pelos crimes previstos no Código de Trânsito Brasileiro. Durante a ocorrência, os policiais também constataram que a caminhonete estava com a documentação em atraso desde 2024. O veículo foi apreendido e removido por um guincho credenciado. Ainda conforme o boletim, durante a abordagem o vereador apresentava comportamento agressivo, sendo necessário transportá-lo no compartimento de segurança da viatura. Após passar por atendimento médico no Hospital Bom Pastor, ele foi levado para a delegacia de Polícia Civil, acompanhado por sua advogada. Do local, o parlamentar seguiu para o Presídio de Varginha, onde deu entrada ainda na quinta-feira (1º) e permaneceu à disposição da Justiça. Caminhonete estava com a documentação em atraso desde 2024; veículo foi apreendido e removido por um guincho credenciado EPTV/Reprodução Segundo a Polícia Civil, a prisão em flagrante de Marco Antônio de Souza foi confirmada pelos crimes de: tentativa de praticar lesão corporal culposa na direção de veículo automotor; afastar-se o condutor do veículo do local do sinistro, para fugir à responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída; conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência. A EPTV, afiliada da Globo, tentou entrar em contato com a defesa do vereador, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Marco Antônio de Souza exerce atualmente o terceiro mandato como vereador na cidade. Ele assumiu a presidência da Câmara Municipal há cerca de um ano, no início da legislatura 2025–2028. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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Tornados no Paraná: entenda como funciona a classificação de gravidade do fenômeno

Publicado em: 02/01/2026 17:11

Tornados são registrados no Paraná com ventos de 120 km/h Nesta quinta-feira (1), o Paraná registrou dois tornados em Mercedes, na região oeste do estado. O fenômeno, o primeiro do ano, foi classificado como F1, na Escala Fujita, nível considerado moderado, com velocidade do vento estimada entre 116 km/h e 180 km/h, segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). Assista acima. Apenas em 2025, segundo o Simepar, o Paraná registrou quatro tornados. Todos foram confirmados na região central do estado. Em Rio Bonito do Iguaçu e Guarapuava, os fenômenos foram classificados como F4, considerada devastadora, com velocidade do vento estimada entre 332 km/h e 418 km/h. Cerca de 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu ficou destruída. Os outros dois tornados ocorreram em Turvo e Santa Maria do Oeste e tiveram menor potencial de destruição. A classificação feita pela Escala Fujita é usada no Brasil para medir a gravidade dos tornados com base nos danos provocados. Quanto maior for a destruição, maior é a categoria atribuída ao fenômeno. A escala vai de F0 a F5. ✅Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Leia também: Prisão: Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, é preso no Paraná por ordem do STF Apologia ao nazismo: Servidor público é preso na véspera do Réveillon por publicar ameaça com símbolo nazista, no PR Vandalismo: Mulher arranca e vandaliza 40 árvores plantadas por voluntários em Curitiba Como funciona a classificação Dois tornados são registrados no Paraná Tiago Vendramin Existem duas formas principais de classificar tornados, a Escala Fujita (F) e a Escala Fujita Aprimorada (EF). No Brasil, a versão aprimorada não é adotada oficialmente. O Simepar utiliza a Escala Fujita tradicional. De acordo com o Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos (NWS), a análise é feita a partir dos estragos deixados pelo tornado. Especialistas avaliam estruturas atingidas, como casas, galpões, árvores e postes, para estimar a velocidade do vento que atuou no local por, pelo menos, três segundos. A partir dessa estimativa, o tornado recebe uma classificação. Escala Fujita (F) F0: ventos entre 65 km/h e 116 km/h — danos leves F1: ventos entre 116 km/h e 180 km/h — danos moderados F2: ventos entre 180 km/h e 253 km/h — danos consideráveis F3: ventos entre 253 km/h e 332 km/h — danos severos F4: ventos entre 332 km/h e 418 km/h — danos devastadores F5: ventos entre 418 km/h e 511 km/h — destruição extrema Escala Fujita Aprimorada A Escala Fujita Aprimorada (EF) é usada oficialmente em países como os Estados Unidos desde 2007. Ela também vai de EF0 a EF5 e segue o mesmo princípio de estimar a força do tornado a partir dos danos observados, não de medições diretas do vento. Segundo o NWS, essa escala utiliza uma lista de 28 indicadores de danos, que incluem diferentes tipos de construções e estruturas. Cada indicador recebe uma pontuação, e o conjunto dessas informações define a categoria final do tornado. Além disso, por ter sido desenvolvido nos EUA, a escala leva em conta as práticas construtivas americanas, que não refletem necessariamente as utilizadas no Brasil. Ao contrário daqui, as casas nos EUA não costumam ser feitas em alvenaria, por exemplo. Por esse motivo, os profissionais que fazem as medições em outros países precisam adaptar os parâmetros para estimar a velocidade dos ventos. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

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Tempestades perdem força no Paraná no fim de semana, mas calor e sensação de abafamento continuam; veja previsão

Publicado em: 02/01/2026 17:03

Calor no Paraná José Fernando Ogura/AEN A previsão do tempo indica que as tempestades intensas registradas ao longo da semana no Paraná devem perder força neste fim de semana. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a mudança ocorre com a chegada de uma massa de ar mais seco sobre o estado. “O tempo começou a mudar ao longo desta sexta-feira (2). Um ar mais seco já está se aproximando do estado, tanto que nas regiões Oeste e Sudoeste já não se espera eventos severos como os registrados ao longo da semana”, explica o meteorologista Reinaldo Kneib, do Simepar. Na quinta-feira (1), um tornado com ventos de até 120 km/h foi registrado em Mercedes, no oeste do Paraná. O fenômeno foi classificado como F1, segunda categoria mais baixa na escala de tornados, segundo o Simepar. Não houve registro de ocorrências na Defesa Civil Estadual. ✅Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Chuvas ainda ocorrem em parte do estado Apesar da redução dos temporais, ainda há previsão de chuva em algumas regiões. No Norte, Campos Gerais e Leste do Paraná, as pancadas devem ocorrer principalmente no período da tarde. No Noroeste, a chuva pode aparecer em diferentes momentos do dia. Mesmo com a nebulosidade, o tempo segue abafado em todo o estado. No sábado (3), uma massa de ar menos aquecida e com menor umidade avança sobre grande parte do Paraná. Com isso, o volume de chuva diminui. “No Litoral, ainda há previsão de pancadas isoladas, mas com baixo volume. Na Região Metropolitana de Curitiba, o sol aparece entre nuvens. No Interior, predomina a nebulosidade variável, e no Oeste e Sudoeste pode ocorrer garoa ocasional à tarde”, afirma Kneib. Estado aind aterá chuvas isoladas RPC No domingo (4), o tempo fica mais estável, com predomínio de sol no Interior do estado. As temperaturas, no entanto, entram em declínio com a atuação de um ar menos aquecido. Após uma semana com máximas próximas dos 30 °C em várias cidades, os termômetros devem marcar cerca de 20 °C em Curitiba e na Região Metropolitana. No Litoral, as máximas ficam entre 23 °C e 24 °C, com possibilidade de garoa isolada. Leia também: Prisão: Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, é preso no Paraná por ordem do STF Apologia ao nazismo: Servidor público é preso na véspera do Réveillon por publicar ameaça com símbolo nazista, no PR Vandalismo: Mulher arranca e vandaliza 40 árvores plantadas por voluntários em Curitiba VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Norte e Noroeste.

Palavras-chave: tecnologia

Depilação a laser conquista público masculino com eficácia e conforto

Publicado em: 02/01/2026 16:26

Público masculino representa uma parcela significativa do mercado de estética Não+Pelo/Divulgação O tabu ficou no passado. Atualmente, o público masculino representa uma parcela significativa do mercado de estética, e um serviço em particular lidera essa busca: a depilação a laser . No topo do ranking de preferência e buscas, a Não + Pelo consolida-se como uma marca referência para os homens que buscam praticidade, higiene e bem-estar. Mas o que faz com que eles escolheram a Não + Pelo em um mercado tão competitivo? Tecnologia de ponta e conforto Uma das maiores receitas dos homens ao buscar depilação é a dor, especialmente em áreas onde os pelos são mais grossos. A Não + Pelo utiliza tecnologias que priorizam o conforto . O sistema de refrigeração da ponte minimiza o impacto térmico, tornando a sessão muito mais tolerável do que os métodos convencionais ou lasers mais antigos. Praticidade para a rotina atarefada O homem moderno valoriza o tempo. O tratamento da Não + Pelo é focado em eficiência: sessões rápidas, resultados duradouros, menos tempo gasto com lâminas em casa e fim dos problemas com foliculite (pelos encravados). As regiões mais procuradas por eles A busca não é apenas por estética, mas também por desempenho (no caso de atletas) e higiene. As áreas campeãs de busca na rede são: barba, costas e ombros, tórax e abdômen. "A Não + Pelo entende que o cuidado masculino exige uma abordagem direta. Oferecemos um ambiente profissional e resultados que impactam diretamente na autoestima e na liberdade do homem moderno", explica Melissa Merlo, empresária e uma das franqueadas da Não + Pelo.

Palavras-chave: tecnologia

Jovem morre após cair de cavalo, em Goiás

Publicado em: 02/01/2026 16:12

Jovem morre ao cair de cavalo Um jovem de 22 anos morreu depois de cair de um cavalo, em uma fazenda de Jesúpolis, na região central de Goiás. Caio César Mendes Teixeira estava cavalgando quando o animal empinou e caiu sobre ele, de acordo com a TV Anhanguera. A Câmara Municipal da cidade publicou uma nota de pesar pela morte do jovem, desejando que familiares, amigos e colegas tenham "força e conforto para enfrentar essa irreparável perda". ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Nas redes sociais, diversos amigos lamentaram a morte de Caio César. Um deles publicou uma nota da "Comitiva Peão Véi", da qual o rapaz participava. "Que Deus conforte todos os familiares e amigos". Esse mesmo amigo afirmou que ele "sempre será lembrado" e se despediu, com uma foto do enterro do corpo, chamando-o de "boiadeiro". As homenagens dos amigos mostram que as cavalgadas faziam parte da rotina do jovem. Outro postou uma foto em que aparece posando com Caio César e outro amigo, cada um em cima de um animal. Caio César Mendes Teixeira morreu depois que o cavalo no qual estava empinou e caiu sobre ele. À dir. foto postada por um amigo, em homenagem a ele Reprodução/ TV Anhanguera e Perfil do Instagram/ Ailton Alves LEIA TAMBÉM Motociclista morre após atingir cavalo e ser atropelado por caminhonete na GO-060 Homem, cachorro e cavalo morrem após levarem choque de fio de ligação clandestina de energia que estava solto em lote, diz polícia VÍDEO: Cavalo tenta 'reanimar' égua que morreu após ser atropelada em Goiânia "Essa foto vai ficar para a história, irmão. 'Cê parou a muié na rua e pediu para ela tirar uma foto nossa, parecendo que tava se despedindo". De acordo com a TV Anhanguera, policiais atenderam ao chamado do acidente, em uma fazenda chamada Estrela. Policiais informaram que o cavalo teria se assustado, empinado e caído por cima de Caio César. Segundo informações da Polícia Militar à TV Anhanguera, o cavalo de Caio César teria se assustado e empinado, caindo, em seguida, sobre ele Reprodução/ Perfil do Instagram de Eduardo Oliveira e Reprodução/ TV Anhanguera O g1 entrou em contato com a Polícia Militar, pedindo mais informações, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.

Palavras-chave: câmara municipal

Novos radares de fiscalização começam operar a partir de 1º de fevereiro em Manaus; veja onde ficam

Publicado em: 02/01/2026 15:48

Onde tem radar eletrônico em Manaus? Divulgação/IMMU A partir do dia 1º de fevereiro, 34 novos radares começam a funcionar em diferentes ruas de Manaus. Segundo a Prefeitura, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), entre eles está uma tecnologia inédita na capital: detectores de eixo, usados para fiscalizar veículos pesados, como caminhões e carretas. Veja abaixo onde ficam. De acordo com o IMMU, os equipamentos passaram por testes e ajustes técnicos. O objetivo de aumentar a segurança na rua, reduzir acidentes e melhorar o controle do trânsito em corredores de grande movimento. Os detectores de eixo serão instalados em dez pontos da cidade. Eles identificam o tipo e o tamanho dos veículos que passam pelas vias e ajudam na fiscalização de caminhões e ônibus que circulam em áreas com restrição para veículos pesados. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp O diretor-presidente do IMMU, Arnaldo Flores, afirma que a medida busca tornar o trânsito mais seguro. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “O monitoramento de veículos de grande porte é essencial para evitar acidentes e reduzir a imprudência nas vias de Manaus. Estamos avançando com responsabilidade e planejamento”, afirmou. Ampliação da fiscalização Além dos detectores de eixo, o projeto prevê a instalação de: 15 pontos de fiscalização de avanço de sinal vermelho; 7 controladores de velocidade, com limite de 60 km/h; 2 lombadas eletrônicas, com limite de 40 km/h. Atualmente, Manaus conta com 27 radares em operação, que fiscalizam excesso de velocidade, avanço de sinal vermelho e parada sobre a faixa de pedestres. Com a ampliação, o sistema municipal de fiscalização eletrônica passa a ter maior cobertura em áreas com histórico de acidentes. Veja onde ficam os novos radares Detectores de eixo: Avenida General Rodrigo Otávio Ramos, antes do acesso da Ufam, Coroado, sentido Norte Avenida General Rodrigo Otávio Ramos, antes do acesso da Ufam, Petrópolis, sentido Sul Avenida Ephigênio Salles, após a avenida Via Láctea, Adrianópolis, sentido Leste Avenida Ephigênio Salles, após a avenida Dona Amine, Aleixo, sentido Norte Avenida Constantino Nery, após a avenida Álvaro Maia, São Geraldo, sentido bairro Avenida Constantino Nery, após a avenida Darcy Vargas, Chapada, sentido Centro Avenida Djalma Batista, após a avenida Álvaro Maia, Nossa Senhora das Graças, sentido bairro Avenida Djalma Batista, após a avenida Pedro Teixeira, Chapada, sentido Centro Avenida Leonardo Malcher, após a avenida Joaquim Nabuco, Centro, sentido Oeste Avenida Ramos Ferreira, após a rua Major Gabriel, Centro, sentido Oeste Controle de velocidade (60 km/h): Avenida Pedro Teixeira, nº 725, Dom Pedro I, sentido Oeste Avenida Pedro Teixeira com rua Salinas, Dom Pedro I, sentido Leste Avenida das Torres com rua Ordu, Monte das Oliveiras, sentido Norte Avenida Governador José Lindoso, oposto à rua Vasco Ataíde, Cidade Nova, sentido Sul Avenida do Turismo, nº 3.727, Ponta Negra, sentido complexo turístico Avenida do Turismo, oposto ao condomínio Mediterrâneo I, Tarumã, sentido aeroporto Avenida do Turismo com avenida Thales Loureiro, Ponta Negra, sentido complexo turístico Lombadas eletrônicas (40 km/h): Avenida São Jorge com travessa Doutor Alfredo da Mata, São Jorge, sentido Leste Avenida General Rodrigo Otávio Ramos com rua Maia Andrade, Crespo, sentido Oeste Avanço de sinal vermelho Avenida Pedro Teixeira com avenida Dom Pedro I, Dom Pedro I, sentido Oeste Avenida Pedro Teixeira com rua Paxiúba, Dom Pedro I, sentido Leste Avenida São Jorge com avenida Pedro Teixeira, Dom Pedro I, sentido Ponta Negra Avenida São Jorge com avenida Pedro Teixeira, São Jorge, sentido Leste Avenida Tefé com avenida Borba, Cachoeirinha, sentido Leste Avenida Tefé com avenida Borba, Cachoeirinha, sentido Oeste Avenida Timbiras com avenida Noel Nutels, Cidade Nova, sentido bairro Avenida General Rodrigo Otávio Ramos, acesso da Ufam, Coroado, sentido Norte Avenida Leonardo Malcher com rua Emílio Moreira, Praça 14, sentido Oeste Avenida Leonardo Malcher com rua Major Gabriel, Praça 14, sentido Oeste Avenida Brasil com avenida Padre Agostinho Caballero Martin, Compensa, sentido Leste Avenida Brasil com avenida Compensa, Compensa, sentido Oeste Rua Major Gabriel com avenida Tarumã, Praça 14, sentido Sul Avenida Max Teixeira com rua São Judas Tadeu, Flores Nova, sentido Leste Avenida Max Teixeira, oposto à rua São Judas Tadeu, Colônia Santo Antônio, sentido Oeste Segundo a prefeitura, os novos radares fazem parte de um conjunto de ações voltadas à prevenção de acidentes e à promoção de um trânsito mais seguro e humanizado na capital amazonense. LEIA TAMBÉM: Onde tem radar de velocidade em Manaus? Confira os 27 pontos ativos Radares instalados em Manaus vão fiscalizar tráfego de caminhões e carretas

Palavras-chave: tecnologia

Programa Escola de Férias: Secretaria Municipal de Educação do Rio está com inscrições abertas

Publicado em: 02/01/2026 15:38

Secretaria Municipal de Educação do Rio está com inscrições abertas para o Programa Escola de Férias Divulgação/SME A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro abriu inscrições para a colônia de férias destinada aos alunos da Pré-escola ao Ensino Fundamental II. O programa Escola de Férias sempre acontece durante os recessos escolares em unidades de ensino da rede carioca. As atividades do Escola de Férias acontecerão entre os dias 7 e 16 de janeiro, das 8h30 às 15h, em unidades municipais espalhadas pela cidade. As inscrições devem ser feitas diretamente no link até o dia 16 (último dia da colônia). No ato, o responsável deverá emitir o termo de responsabilidade (que está disponível no site) e levá-la à escola escolhida. "Sabemos que este período do ano pode ser vivido de formas diferentes por cada família. Nem todos têm a chance de viajar, mas toda criança merece curtir as férias. Pensando nisso, o Escola de Férias promove oficinas de arte, esportes, raciocínio lógico e diversas brincadeiras, garantindo muita diversão para os carioquinhas", afirmou o secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha. Serão oferecidas atividades de recreação, oficinas de inovação e tecnologia, corpo e movimento, construção do pensamento lógico, artes e musicalização, linguagem e comunicação. Os alunos inscritos no Escola de Férias da rede carioca recebem desjejum, almoço e lanche na unidade escolar escolhida para participar do projeto. Veja a lista das escolas selecionadas: GEO Edmundo Bittencourt - Rua Lopes Trovão, 287 - São Cristóvão GET CIEP Nação Rubro Negra - Praça Nossa Sra. Auxiliadora, S/N - Leblon Escola Municipal Ministro Orosimbo Nonato - Rua Darke de Mattos, 152 - Higienópolis CIEP Graciliano Ramos - Rua Jorge Lacerda, S/N - Jardim América Escola Municipal Mendes Viana - Estrada do Colégio, 940 - Colégio Escola Municipal Professor Escragnolle Dória - Rua Gil Eanes, 76 - Costa Barros GET Pio X - Rua Serra Negra, 103 - Tanque CIEP Olof Palme - Estrada do Taquaral, S/N - Bangu CIEP Francisco Cavalcante Pontes de Miranda - Estrada Moriçaba, S/N - Senador Vasconcelos Escola Municipal Casemiro de Abreu - Estrada do Mendanha, 4.842 - Campo Grande Escola Municipal Haydea Vianna Fiúza de Castro - Rua São Gomário, S/N, Vila Paciência - Santa Cruz CIEP João Mangabeira - Av. Ilha das Enxadas, S/N, Bancários - Ilha do Governador Veja os vídeos que estão em alta no g1

Palavras-chave: tecnologia

Administração, Contábeis e Pedagogia: por que os cursos tradicionais continuam formando carreiras sólidas

Publicado em: 02/01/2026 15:16

Existe uma narrativa dominante sobre escolha de carreira que se repete em redes sociais, vídeos de orientação profissional e conversas de família: o futuro pertence à tecnologia, e quem não embarcar nessa onda ficará para trás. Cursos "tradicionais" seriam relíquias de um mundo que já não existe. A realidade do mercado de trabalho conta uma história diferente. Enquanto vagas em tecnologia de fato crescem aceleradamente, Administração, Ciências Contábeis e Pedagogia continuam entre os cursos que mais empregam no Brasil. Não por inércia ou falta de opção dos formados, mas porque organizações de todos os setores precisam de gestores, contadores e educadores. E continuarão precisando. A Faculdade Sagrada Família (FASF), em Ponta Grossa, oferece os três cursos no período noturno, com a mesma estrutura de apoio que caracteriza a instituição: corpo docente qualificado, parcerias regionais para estágios e inserção profissional, e o FASF Convivência para estudantes com filhos. A proposta é formar profissionais preparados para um mercado que valoriza competência prática, independentemente de modismos. O mito da obsolescência A cada ciclo de inovação tecnológica, surgem previsões de que certas profissões desaparecerão. Nos anos 1990, a informatização eliminaria os contadores. Nos anos 2000, a internet tornaria as escolas obsoletas. Nos anos 2010, aplicativos de gestão substituiriam os administradores. Nos anos 2020, a inteligência artificial faria tudo isso de uma vez. O que aconteceu na prática? O número de contadores no Brasil cresceu. As escolas continuam funcionando e contratando. Empresas de todos os portes mantêm áreas de gestão e administração. As ferramentas mudam. Os fundamentos permanecem. Um contador hoje usa sistemas que automatizam cálculos que antes exigiam horas de trabalho manual. Isso não eliminou a profissão, liberou o profissional para atividades de maior valor: análise, planejamento tributário, consultoria estratégica. O mesmo vale para administradores que usam dashboards em vez de planilhas, ou pedagogos que incorporam tecnologia em suas práticas educacionais. Profissões tradicionais não estão morrendo. Estão se transformando. E quem se forma com base sólida consegue acompanhar essas transformações. Administração: a linguagem universal das organizações Toda organização, empresa privada, órgão público, ONG, startup, hospital, escola, precisa ser administrada. Alguém precisa planejar, organizar, dirigir e controlar recursos para que objetivos sejam alcançados. Esse alguém é, frequentemente, um administrador. O curso de Administração da FASF forma profissionais generalistas, capazes de atuar em diferentes áreas funcionais: finanças, marketing, recursos humanos, operações, logística. É formação que oferece visão integrada de como organizações funcionam, competência rara e valorizada. O mercado para administradores é amplo e diversificado. Há oportunidades em empresas de todos os portes, de multinacionais a pequenos negócios locais. Há espaço no setor público, via concursos para cargos de gestão. Há demanda em consultorias que atendem clientes variados. E há, naturalmente, o caminho do empreendedorismo, para quem quer criar e gerir seu próprio negócio. A versatilidade é característica distintiva. Enquanto formações muito especializadas podem limitar opções, o administrador transita entre setores e funções com relativa facilidade. É profissional que pode começar em uma área e migrar para outra conforme interesses e oportunidades evoluem. Na região de Campos Gerais, administradores encontram mercado aquecido. Empresas locais de diversos setores, agronegócio, comércio, serviços, indústria, demandam profissionais de gestão. A formação na própria região, com estágios em organizações locais, facilita a construção de rede de contatos e a inserção profissional. Ciências Contábeis: a profissão que toda empresa precisa Se existe uma afirmação segura sobre o mercado de trabalho, é esta: enquanto houver empresas, haverá demanda por contadores. Toda organização que movimenta dinheiro precisa registrar, controlar e reportar suas operações financeiras. É obrigação legal. E o profissional habilitado para fazer isso é o contador. Não há substituto, não há atalho, não há automação que elimine essa necessidade. O curso de Ciências Contábeis da FASF prepara profissionais para atuar em múltiplas frentes: contabilidade empresarial, auditoria, perícia contábil, consultoria tributária, gestão financeira. É formação que combina conhecimento técnico específico com visão de negócios. O mercado para contadores tem características particulares. A demanda é estável e previsível, empresas não deixam de precisar de contabilidade em momentos de crise econômica. Na verdade, frequentemente precisam mais. Planejamento tributário, gestão de custos e análise financeira se tornam ainda mais críticos quando recursos são escassos. Há também diversidade de modalidades de trabalho. O contador pode ser funcionário de uma empresa, atuando em sua área financeira ou contábil. Pode trabalhar em escritório de contabilidade, atendendo múltiplos clientes. Pode abrir seu próprio escritório e construir carteira de clientes ao longo do tempo. Pode prestar concurso e atuar no setor público. Pode se especializar em auditoria ou perícia e atuar como profissional liberal. Para a região de Campos Gerais, contadores formados localmente representam ativo importante. Pequenas e médias empresas, que são maioria no tecido empresarial regional, dependem de profissionais contábeis que entendam sua realidade e estejam acessíveis. A proximidade geográfica e o conhecimento do contexto local fazem diferença. Pedagogia: formando quem forma Toda discussão sobre futuro do trabalho, inovação tecnológica e desenvolvimento econômico esbarra, em algum momento, na mesma questão: educação. Países que avançam investem em educação. Empresas que crescem treinam seus colaboradores. Famílias que prosperam priorizam a formação dos filhos. E quem faz a educação acontecer? Pedagogos e professores. O curso de Pedagogia da FASF é licenciatura que habilita para docência na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, as fases mais determinantes na formação de uma pessoa. Alfabetização, construção de raciocínio lógico, desenvolvimento socioemocional, primeiros contatos com ciências e humanidades, tudo isso passa pelas mãos de pedagogos. Mas a atuação do pedagogo vai além da sala de aula. O curso forma também para gestão educacional, coordenação pedagógica, direção de escolas, supervisão de ensino. E abre portas para espaços educacionais não escolares: empresas com programas de treinamento, hospitais com pedagogia hospitalar, ONGs com projetos educativos, editoras de materiais didáticos. O mercado para pedagogos tem características específicas. A maior parte das vagas está no setor público, em escolas municipais e estaduais. Concursos para professor da educação básica acontecem regularmente em praticamente todos os municípios. A estabilidade do serviço público atrai muitos profissionais. Há também espaço na rede privada de ensino e em instituições do terceiro setor. E a crescente preocupação das empresas com educação corporativa, treinamento, desenvolvimento, gestão do conhecimento, abre frentes de atuação para pedagogos em contextos organizacionais. Na região de Campos Gerais, a rede de ensino municipal e estadual é empregadora significativa de pedagogos. A formação local, com estágios em escolas da região, prepara profissionais conectados com a realidade educacional do território onde vão atuar. O valor da formação generalista Cursos como Administração, Ciências Contábeis e Pedagogia têm algo em comum: são formações generalistas que desenvolvem competências aplicáveis em múltiplos contextos. O administrador aprende a pensar estrategicamente, analisar cenários, liderar equipes e tomar decisões, habilidades úteis em qualquer setor. O contador desenvolve raciocínio analítico, atenção a detalhes e capacidade de traduzir números em informação para decisão. O pedagogo aprende a comunicar, facilitar aprendizagem, entender processos de desenvolvimento humano. Essas competências não se tornam obsoletas. Ferramentas e técnicas específicas mudam, mas a capacidade de pensar, analisar, comunicar e liderar permanece valiosa. Formações muito especializadas podem oferecer vantagem inicial no mercado, o profissional sai "pronto" para uma função específica. Mas essa especialização prematura também pode se tornar armadilha quando o mercado muda. O generalista, com base sólida e capacidade de aprender, adapta-se mais facilmente a novas demandas. Empregabilidade: o que dizem os números Dados de empregabilidade ajudam a contextualizar a discussão sobre cursos tradicionais. Administração figura consistentemente entre os cursos com maior número de profissionais empregados no Brasil. A amplitude de setores que absorvem administradores, de bancos a hospitais, de indústrias a startups, garante demanda diversificada. Ciências Contábeis mantém taxas de empregabilidade elevadas. A obrigatoriedade legal de escrituração contábil para empresas cria demanda estrutural que independe de ciclos econômicos. Em períodos de recessão, quando outras áreas sofrem com demissões, contadores frequentemente mantêm ocupação. Pedagogia apresenta dinâmica particular. O setor público é o maior empregador, e concursos acontecem de forma relativamente regular. A rotatividade de professores, aposentadorias, mudanças de carreira, mantém fluxo constante de vagas. Nenhum desses cursos promete enriquecimento rápido ou salários estratosféricos logo no início de carreira. O que oferecem é trajetória consistente, com progressão ao longo do tempo e estabilidade que muitas áreas "da moda" não conseguem garantir. Conciliar trabalho e estudo: a proposta da FASF Os três cursos são oferecidos no período noturno na FASF, seguindo a lógica institucional de atender estudantes que trabalham durante o dia. É configuração que faz sentido para o perfil típico de quem busca essas formações. Muitos candidatos a Administração já atuam em funções administrativas e buscam diploma para progressão na carreira. Aspirantes a Ciências Contábeis frequentemente trabalham em escritórios de contabilidade como auxiliares. Futuros pedagogos não raro já atuam como auxiliares de classe ou em funções educacionais que não exigem formação superior. O horário noturno permite que essas pessoas mantenham sua renda enquanto investem na qualificação. É arranjo que demanda esforço, trabalhar e estudar simultaneamente não é trivial, mas que viabiliza o acesso ao ensino superior para quem não pode se dar ao luxo de apenas estudar. O FASF Convivência complementa essa estrutura. Estudantes com filhos pequenos encontram espaço seguro para deixar as crianças durante as aulas. É diferencial que remove barreira concreta para mães e pais que, de outra forma, teriam que escolher entre cuidar dos filhos e buscar formação. Corpo docente e parcerias regionais A FASF construiu, ao longo de mais de treze anos de atuação em Ponta Grossa, corpo docente formado por mestres e doutores com experiência prática em suas áreas. Para cursos como Administração e Ciências Contábeis, isso significa professores que conhecem a realidade empresarial, que já atuaram ou atuam em organizações, que entendem os desafios práticos que os futuros profissionais enfrentarão. A teoria se conecta com a prática de forma orgânica. Para Pedagogia, significa docentes com vivência em sala de aula, em gestão escolar, em diferentes contextos educacionais. O futuro professor aprende com quem já enfrentou os desafios que ele encontrará. As parcerias com organizações da região de Campos Gerais garantem campos de estágio diversificados. Estudantes de Administração estagiam em empresas locais. Futuros contadores atuam em escritórios de contabilidade da região. Licenciandos em Pedagogia fazem estágio em escolas do município e do estado. Essa inserção regional tem valor duplo: desenvolve competências práticas durante a formação e cria vínculos profissionais que frequentemente se convertem em oportunidades de emprego após a graduação. O diploma como ponto de partida Cursos tradicionais oferecem algo que muitas formações mais recentes ainda não têm: reconhecimento consolidado no mercado. Quando um empregador vê "Bacharel em Administração" ou "Bacharel em Ciências Contábeis" em um currículo, sabe exatamente o que esperar. São formações com décadas de história, currículo regulamentado, competências bem definidas. Não há dúvida sobre o que o profissional aprendeu. Esse reconhecimento facilita processos seletivos, enquadramentos em planos de cargos e salários, progressões funcionais. É capital simbólico que cursos muito novos ainda estão construindo. Para concursos públicos, o diploma de curso tradicional abre portas específicas. Cargos de analista administrativo, contador público, professor da educação básica, todos exigem formação correspondente. É requisito inegociável. O diploma, naturalmente, é ponto de partida, não linha de chegada. O que o profissional faz após a graduação, as especializações que busca, a experiência que acumula, as competências que desenvolve, tudo isso determina a trajetória de carreira. Mas sem o diploma, muitas trajetórias simplesmente não começam. Escolha consciente, não resignada Optar por Administração, Ciências Contábeis ou Pedagogia em 2025 não precisa ser escolha por falta de opção. Pode ser, e frequentemente é, decisão estratégica consciente. É escolher estabilidade em vez de volatilidade. Demanda previsível em vez de bolhas que inflam e estouram. Mercado regional acessível em vez de competição globalizada. Progressão gradual em vez de apostas de alto risco. Para quem tem perfil mais conservador, responsabilidades familiares que exigem renda estável, ou simplesmente afinidade genuína com gestão, números ou educação, esses cursos fazem todo sentido. Não são escolhas glamorosas. Não rendem likes em vídeos de carreira. Não prometem salários de seis dígitos aos 25 anos. Mas formam profissionais que encontram trabalho, constroem trajetórias sólidas e contribuem de forma concreta para o funcionamento de organizações e da sociedade. Informações sobre os cursos Administração: Bacharelado com duração de quatro anos. Formação generalista em gestão de organizações, com disciplinas em finanças, marketing, recursos humanos, operações e estratégia. Prepara para atuação em empresas de todos os portes e setores, setor público e empreendedorismo. Ciências Contábeis: Bacharelado com duração de quatro anos. Formação completa em contabilidade empresarial, auditoria, perícia, consultoria tributária e gestão financeira. Habilita para registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC) e exercício pleno da profissão. Pedagogia: Licenciatura com duração de quatro anos. Habilita para docência na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental. Também prepara para atuação em gestão educacional e espaços não escolares de educação. Todos os cursos funcionam no período noturno, com acesso ao FASF Convivência para estudantes com filhos. Para saber mais Interessados em conhecer os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Pedagogia da FASF podem buscar informações sobre grade curricular, processo seletivo e condições de ingresso no site da instituição. O vestibular está com inscrições abertas. A faculdade oferece diferentes modalidades de ingresso, incluindo aproveitamento de nota do ENEM, transferência de outras instituições e segunda graduação. Mais informações: vestibular.fasf.com.br A Faculdade Sagrada Família (FASF) está localizada em Ponta Grossa, Paraná, e atua na formação de profissionais de nível superior desde 2011. A instituição oferece seis cursos de graduação no período noturno. Três deles, Enfermagem, Fisioterapia e Engenharia de Software, possuem nota máxima na avaliação do MEC.

Engenharia de Software da FASF obtém nota máxima do MEC

Publicado em: 02/01/2026 15:05

O curso de Engenharia de Software da Faculdade Sagrada Família (FASF) conquistou a nota máxima na avaliação do Ministério da Educação. O conceito 5, topo da escala utilizada pelo MEC para classificar cursos superiores brasileiros, posiciona a instituição de Ponta Grossa como referência na formação de profissionais de tecnologia na região de Campos Gerais. O resultado chama atenção em um contexto específico: o Brasil enfrenta déficit estimado em centenas de milhares de profissionais de tecnologia, enquanto empresas de todos os setores disputam talentos capazes de desenvolver, implementar e manter sistemas digitais. A combinação de alta demanda com escassez de mão de obra qualificada criou um cenário onde a qualidade da formação se tornou diferencial decisivo para quem ingressa na área. A nota máxima obtida pela FASF não é apenas um selo institucional. Representa uma certificação oficial de que o curso atende aos padrões mais elevados exigidos pelo sistema de avaliação da educação superior brasileira, em um campo onde a velocidade das mudanças tecnológicas torna a atualização curricular um desafio constante. Como o MEC avalia um curso de tecnologia A metodologia de avaliação do Ministério da Educação aplica critérios objetivos organizados em três dimensões principais. Para cursos de tecnologia como Engenharia de Software, alguns aspectos ganham peso especial. A organização didático-pedagógica verifica se o currículo acompanha as transformações do mercado. Em uma área onde linguagens de programação, frameworks e metodologias de desenvolvimento evoluem rapidamente, manter a grade atualizada exige revisão constante. O MEC analisa se o que o curso ensina corresponde ao que o mercado efetivamente demanda dos profissionais. O corpo docente é avaliado tanto pela titulação acadêmica quanto pela experiência prática. Em tecnologia, essa combinação é particularmente relevante: professores precisam dominar fundamentos teóricos sólidos, mas também conhecer as ferramentas, práticas e desafios reais que os estudantes encontrarão quando ingressarem no mercado de trabalho. A infraestrutura contempla laboratórios, equipamentos, softwares e recursos tecnológicos disponíveis para os estudantes. Formar engenheiros de software exige acesso a ambientes de desenvolvimento adequados, máquinas com capacidade de processamento compatível com as demandas dos projetos e licenças de ferramentas profissionais. A FASF alcançou pontuação máxima nas três dimensões. O que isso significa na prática? Grade curricular preparada para o presente, e para o futuro Um dos aspectos que mais chamam atenção no projeto pedagógico do curso de Engenharia de Software da FASF é a atualização curricular voltada para tecnologias emergentes. A grade inclui disciplinas específicas de Inteligência Artificial e Machine Learning, áreas que deixaram de ser nichos especializados para se tornarem competências cada vez mais demandadas em praticamente todos os setores da economia. Profissionais capazes de desenvolver, treinar e implementar modelos de IA encontram portas abertas em empresas de todos os portes. Computação em Nuvem também integra o currículo. A migração de sistemas para plataformas como AWS, Azure e Google Cloud transformou a forma como software é desenvolvido, implantado e mantido. Engenheiros que dominam arquiteturas cloud-native têm vantagem competitiva significativa no mercado atual. O curso contempla ainda DevOps e práticas de integração e entrega contínuas (CI/CD), metodologias que se tornaram padrão nas empresas de tecnologia mais maduras. A capacidade de automatizar pipelines de desenvolvimento, garantir qualidade através de testes automatizados e realizar deploys frequentes e seguros é hoje requisito básico em equipes de alto desempenho. Engenharia de Dados completa o conjunto de disciplinas voltadas para tecnologias contemporâneas. Com o volume de dados gerados crescendo exponencialmente, profissionais capazes de projetar arquiteturas de dados escaláveis e eficientes são disputados pelo mercado. Essa atualização curricular não acontece por acaso. Exige acompanhamento constante das tendências tecnológicas, revisão periódica do projeto pedagógico e corpo docente conectado com as práticas do mercado. É um dos fatores que pesam na avaliação do MEC, e um dos que explicam a nota máxima obtida pela FASF. Fundamentos sólidos: a base que não envelhece Se a atualização tecnológica é importante, os fundamentos permanecem essenciais. O curso de Engenharia de Software da FASF equilibra disciplinas de tecnologias contemporâneas com uma base teórica robusta. Lógica de programação, estruturas de dados e algoritmos formam o alicerce sobre o qual todo o resto se constrói. Linguagens e frameworks mudam; os princípios fundamentais da computação permanecem. Profissionais com base sólida conseguem se adaptar a novas tecnologias com muito mais facilidade do que aqueles que aprenderam apenas a usar ferramentas específicas. Arquitetura de software ensina a pensar sistemas de forma estruturada, como organizar componentes, definir interfaces, garantir escalabilidade e manutenibilidade. É o tipo de conhecimento que separa desenvolvedores que escrevem código de engenheiros que projetam soluções. Engenharia de requisitos aborda uma das etapas mais críticas, e frequentemente negligenciadas, do desenvolvimento de software: entender o que precisa ser construído antes de começar a construir. Projetos fracassam mais por problemas de requisitos mal definidos do que por falhas técnicas de implementação. Qualidade e testes de software preparam os estudantes para garantir que o que foi desenvolvido funciona como esperado. Em um mercado onde bugs podem custar milhões e comprometer a reputação de empresas, profissionais que dominam práticas de qualidade são valorizados. Essa combinação de fundamentos sólidos com tecnologias atuais é o que permite formar profissionais preparados tanto para o mercado de hoje quanto para as transformações que virão nos próximos anos. Laboratórios equipados para desenvolvimento real A infraestrutura laboratorial do curso de Engenharia de Software da FASF foi projetada para oferecer aos estudantes um ambiente de desenvolvimento similar ao que encontrarão em empresas de tecnologia. Os laboratórios de informática contam com computadores de alta performance, capazes de rodar ambientes de desenvolvimento integrados, máquinas virtuais, containers e ferramentas de processamento de dados sem travamentos ou limitações de hardware. Os estudantes têm acesso a softwares profissionais, IDEs, ferramentas de versionamento, plataformas de cloud computing, ambientes de teste e frameworks de desenvolvimento. Aprender a usar as mesmas ferramentas que o mercado utiliza faz diferença quando chega a hora de buscar estágio ou emprego. Há também infraestrutura para projetos colaborativos, com ambientes configurados para trabalho em equipe, controle de versão e metodologias ágeis. Engenharia de Software é, por natureza, uma atividade colaborativa, desenvolver essa competência desde a formação é fundamental. Professores que conhecem o mercado por dentro O corpo docente do curso reúne mestres e doutores que combinam produção acadêmica com experiência prática em desenvolvimento de software, arquitetura de sistemas e gestão de projetos de tecnologia. Essa combinação tem implicações pedagógicas relevantes. Quando um professor explica padrões de projeto, metodologias ágeis ou arquiteturas de microsserviços, não está apenas reproduzindo conteúdo de livros. Está compartilhando conhecimento construído em projetos reais, com prazos reais, clientes reais e problemas reais. Os docentes conhecem os desafios que os estudantes enfrentarão quando ingressarem no mercado. Sabem quais competências são mais valorizadas, quais erros são mais comuns em profissionais iniciantes e quais práticas separam desenvolvedores medianos de engenheiros de alto nível. Essa conexão com o mercado também se reflete na atualização constante do conteúdo. Professores que acompanham as tendências tecnológicas trazem para a sala de aula discussões sobre ferramentas, práticas e abordagens que estão ganhando relevância, muitas vezes antes que cheguem aos livros-texto tradicionais. O mercado de tecnologia em números O contexto do mercado de trabalho para engenheiros de software merece atenção. Os números ajudam a dimensionar as oportunidades disponíveis para quem se forma na área. Estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) apontam déficit de profissionais de tecnologia no Brasil que pode chegar a centenas de milhares de vagas não preenchidas nos próximos anos. A demanda cresce mais rápido do que a capacidade de formação do sistema educacional. Esse descompasso entre oferta e demanda tem consequências diretas nos salários. Profissionais de tecnologia estão entre os mais bem remunerados do mercado brasileiro. Engenheiros de software em início de carreira frequentemente alcançam patamares salariais que profissionais de outras áreas só atingem após anos de experiência. A possibilidade de trabalho remoto amplia ainda mais as oportunidades. Engenheiros de software podem trabalhar para empresas de qualquer lugar do mundo sem sair de casa. Profissionais brasileiros atuando remotamente para empresas estrangeiras — frequentemente com remuneração em dólar ou euro — tornaram-se realidade comum no mercado. A diversidade de setores que demandam profissionais de tecnologia também chama atenção. Não são apenas empresas de tecnologia que contratam engenheiros de software. Bancos, varejistas, indústrias, empresas de saúde, agronegócio, logística, praticamente todos os setores da economia estão em processo de digitalização e precisam de profissionais capazes de desenvolver e manter sistemas. Onde engenheiros de software podem atuar A formação em Engenharia de Software abre portas para uma diversidade de trajetórias profissionais que vale conhecer. O desenvolvimento full Stack, capacidade de trabalhar tanto no frontend (interface com usuário) quanto no backend (lógica de negócio e dados), é uma das áreas mais demandadas. Profissionais versáteis que conseguem atuar em diferentes camadas de um sistema são particularmente valorizados em startups e empresas de menor porte. A engenharia mobile foca no desenvolvimento de aplicativos para smartphones e tablets. Com bilhões de dispositivos móveis em uso no mundo, a demanda por aplicativos de qualidade é constante. Especialistas em iOS e Android encontram oportunidades em empresas de todos os setores. Engenharia de dados é uma das áreas que mais crescem. Profissionais que projetam e mantêm infraestruturas para coleta, armazenamento e processamento de grandes volumes de dados são disputados por empresas que baseiam suas decisões em análise de informações. A engenharia de IA e Machine Learning representa a fronteira mais avançada do mercado. Desenvolver modelos de inteligência artificial, treinar algoritmos de aprendizado de máquina e implementar soluções baseadas em IA exige conhecimentos especializados que poucos profissionais dominam, o que se reflete em remunerações elevadas. DevOps e engenharia de confiabilidade (SRE) focam em garantir que sistemas funcionem de forma estável, escalável e segura. São profissionais que fazem a ponte entre desenvolvimento e operações, automatizando processos e garantindo disponibilidade. A arquitetura de software é uma evolução natural para profissionais experientes. Arquitetos definem a estrutura de sistemas complexos, tomam decisões técnicas estratégicas e orientam equipes de desenvolvimento. Posições de liderança técnica, tech leads, engineering managers, CTOs, estão disponíveis para quem combina competência técnica com habilidades de gestão e comunicação. O empreendedorismo é caminho escolhido por muitos. Engenheiros de software têm a capacidade de transformar ideias em produtos funcionais, o que reduz significativamente a barreira de entrada para criar startups e negócios digitais. Trabalho remoto: a geografia deixou de ser limite Um aspecto do mercado de tecnologia que merece destaque é a consolidação do trabalho remoto como modalidade permanente, não apenas uma adaptação temporária a circunstâncias excepcionais. Empresas de tecnologia em todo o mundo contratam profissionais independentemente de onde moram. Para engenheiros de software, isso significa que a localização geográfica deixou de ser fator limitante na carreira. É possível morar em Ponta Grossa e trabalhar para uma startup do Vale do Silício, uma fintech de Londres ou uma empresa de e-commerce de São Paulo. Essa realidade tem implicações práticas importantes. Profissionais podem escolher onde morar com base em qualidade de vida e custo de vida, não apenas em proximidade com centros empresariais. Podem manter vínculos familiares e comunitários enquanto acessam oportunidades de mercados mais aquecidos. O trabalho remoto também democratiza o acesso a experiências internacionais. Engenheiros brasileiros trabalhando para empresas estrangeiras desenvolvem competências, constroem redes de contato e acumulam experiências que antes exigiam mudança de país. Para quem está escolhendo uma carreira, essa característica do mercado de tecnologia representa uma vantagem significativa. Poucas profissões oferecem tamanha flexibilidade geográfica combinada com remuneração competitiva. Quatro anos de formação intensiva O curso de Engenharia de Software da FASF tem duração de quatro anos, oito semestres que combinam disciplinas teóricas, atividades práticas em laboratório e desenvolvimento de projetos. A estrutura curricular foi organizada para construir competências de forma progressiva. Nos primeiros semestres, os estudantes estabelecem fundamentos em lógica, programação, matemática e estruturas de dados. Nos períodos intermediários, avançam para disciplinas mais especializadas em engenharia de software, arquitetura de sistemas e tecnologias específicas. Nos semestres finais, projetos integradores permitem aplicar o conhecimento acumulado em desafios que simulam situações reais de mercado. A ênfase em projetos práticos atravessa todo o curso. Engenharia de Software é uma disciplina aplicada, aprende-se fazendo. Os estudantes desenvolvem sistemas, enfrentam bugs, lidam com prazos e trabalham em equipe desde os primeiros períodos. A participação em Empresa Júnior oferece oportunidade de trabalhar em projetos reais para clientes reais, desenvolvendo competências técnicas e profissionais simultaneamente. É uma experiência que faz diferença no currículo e na preparação para o mercado. O Programa de Iniciação Científica (PIC) permite que estudantes interessados em pesquisa se envolvam em projetos acadêmicos, desenvolvendo habilidades de investigação e contribuindo para a produção de conhecimento na área. Estrutura pensada para quem trabalha O curso de Engenharia de Software da FASF é oferecido no período noturno. A escolha reflete uma compreensão da realidade dos estudantes da região. Muitos candidatos a cursos de tecnologia já trabalham durante o dia. Alguns atuam em áreas de TI e buscam qualificação formal para progressão na carreira. Outros trabalham em áreas diferentes e estão em processo de transição profissional. Há ainda aqueles que precisam manter renda enquanto investem na formação superior. O formato noturno viabiliza a conciliação entre trabalho e estudo. Mais do que isso: em tecnologia, trabalhar enquanto estuda pode ser vantagem. Profissionais que conseguem estágios ou posições júnior durante a graduação chegam ao final do curso com experiência prática que complementa a formação acadêmica. A FASF Convivência, espaço onde filhos de estudantes podem ficar durante as aulas, amplia ainda mais as possibilidades de acesso ao curso. Pais e mães que não têm rede de apoio para cuidar das crianças no horário noturno encontram na instituição uma estrutura que viabiliza a continuidade dos estudos. Conexão com o mercado regional A FASF construiu ao longo dos anos uma rede de relacionamentos com empresas da região de Campos Gerais. Essa conexão se traduz em benefícios concretos para os estudantes do curso de Engenharia de Software. Empresas parceiras oferecem campos de estágio onde os estudantes podem desenvolver competências práticas em ambientes profissionais reais. A experiência de trabalhar em projetos com prazos, requisitos e stakeholders de verdade complementa de forma significativa a formação acadêmica. Essas parcerias também funcionam como canais de inserção profissional. Empresas que conhecem a qualidade da formação oferecida pela FASF naturalmente consideram egressos da instituição quando abrem vagas. Muitos estudantes são efetivados nas empresas onde estagiam. Para o ecossistema regional, a existência de um curso de Engenharia de Software com nota máxima no MEC representa um ativo. Empresas locais que precisam de profissionais de tecnologia encontram mão de obra qualificada formada na própria região. Isso favorece o desenvolvimento econômico local e cria um ciclo virtuoso de formação e empregabilidade. Inteligência Artificial: ameaça ou oportunidade? Uma pergunta frequente entre quem considera ingressar na área de tecnologia diz respeito ao impacto da Inteligência Artificial no mercado de trabalho para desenvolvedores. A preocupação é compreensível: ferramentas de IA generativa capazes de escrever código se tornaram realidade. A resposta mais honesta reconhece que a IA está transformando a profissão, mas não no sentido de eliminá-la. O que está acontecendo é uma mudança no perfil de competências demandadas. Ferramentas de IA funcionam como assistentes que aumentam a produtividade de desenvolvedores. Automatizam tarefas repetitivas, sugerem soluções para problemas comuns e aceleram a escrita de código boilerplate. Profissionais que dominam essas ferramentas conseguem entregar mais em menos tempo. O que a IA não substitui, pelo menos no horizonte visível, é a capacidade de entender problemas complexos, projetar soluções arquiteturais, tomar decisões de design, avaliar trade-offs e garantir que sistemas atendam às necessidades reais dos usuários. Essas competências de nível mais alto continuam sendo domínio de engenheiros humanos. A inclusão de disciplinas de IA e Machine Learning na grade curricular da FASF prepara os estudantes para esse cenário. Em vez de competir com a IA, aprendem a utilizá-la como ferramenta e a desenvolver sistemas que incorporam inteligência artificial. É uma abordagem que transforma a suposta ameaça em vantagem competitiva. O que a nota máxima representa A conquista do conceito 5 pelo curso de Engenharia de Software da FASF não é ponto de chegada, é indicador de um padrão construído ao longo de anos de investimento em qualidade. Para estudantes matriculados, representa validação da escolha institucional. Para egressos, significa que seus diplomas carregam o reconhecimento oficial de uma formação de excelência. Para candidatos avaliando opções, oferece critério objetivo para orientar decisões. O desafio permanente é manter esse padrão. Avaliações do MEC são periódicas. Em tecnologia, especificamente, a velocidade das mudanças exige atualização constante do projeto pedagógico, do corpo docente e da infraestrutura. O conceito obtido em um ciclo não garante o mesmo resultado no seguinte. Para a região de Campos Gerais, contar com um curso de Engenharia de Software nota máxima representa vantagem competitiva. Profissionais qualificados tendem a permanecer na região, pelo menos nos primeiros anos de carreira. Empresas locais se beneficiam de acesso a talentos bem formados. E o ecossistema de tecnologia regional ganha densidade e maturidade. Uma carreira à prova de futuro Se existe uma característica que define o mercado de tecnologia, é a mudança constante. Linguagens surgem e caem em popularidade. Frameworks se tornam obsoletos. Paradigmas de desenvolvimento evoluem. Empresas que pareciam inabaláveis são superadas por startups que ninguém conhecia. Nesse contexto, a escolha de onde estudar ganha importância especial. Formações que ensinam apenas tecnologias específicas preparam para o mercado de hoje, mas podem se tornar defasadas rapidamente. Formações que combinam fundamentos sólidos com exposição a tecnologias atuais preparam profissionais capazes de se adaptar às mudanças que virão. O curso de Engenharia de Software da FASF foi estruturado com essa perspectiva. Fundamentos de computação, lógica, arquitetura e engenharia formam a base duradoura. Disciplinas de IA, cloud computing, DevOps e engenharia de dados garantem conexão com o mercado atual. A combinação produz profissionais preparados para o presente e adaptáveis ao futuro. A nota máxima do MEC é reconhecimento de que essa proposta está sendo executada com excelência. Para quem busca uma carreira em tecnologia, é um indicador que merece consideração. Para quem busca mais informações Interessados em conhecer detalhes sobre o curso de Engenharia de Software da FASF, grade curricular completa, processo seletivo, valores e condições de ingresso, podem acessar informações diretamente no site da instituição. O vestibular para o próximo período letivo está com inscrições abertas. A instituição oferece diferentes modalidades de ingresso, incluindo aproveitamento de nota do ENEM e transferência de outras instituições. Mais informações: vestibular.fasf.com.br/engsoftware A Faculdade Sagrada Família (FASF) está localizada em Ponta Grossa, Paraná, e atua na formação de profissionais de nível superior desde 2011. Além de Engenharia de Software, a instituição oferece cursos de graduação em Enfermagem, Fisioterapia, Pedagogia, Administração e Ciências Contábeis, sendo Enfermagem e Fisioterapia também avaliados com nota máxima pelo MEC.