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Paraná recebe alerta de tempestades com ventos de até 100 km/h para 262 cidades; veja lista e a previsão do tempo

Publicado em: 25/04/2026 11:03

Meteorologista fala sobre a previsão do tempo para o Paraná O Paraná recebeu dois alertas laranjas sobre o perigo de tempestades com ventos de até 100 km/h para este último final de semana de abril. Os avisos foram emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e também indicam a possibilidade de queda de granizo e chuvas fortes de até 60 mm por hora ou até 100 mm por dia. ✅ Siga o g1 PR no WhatsApp O mais extenso deles é voltado para o domingo (26) e abrange 262 cidades da metade sul do Paraná e de parte do noroeste. No entanto, 54 destes municípios, que ficam na metade oeste do extremo sul do estado, já estão em alerta neste sábado (25). Veja as listas completas mais abaixo. Alertas de tempestades neste sábado (à esq.) e neste domingo (à dir.) Reprodução/Inmet Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, o tempo começa a mudar neste sábado (25) devido ao avanço de um cavado meteorológico sobre o Sul do país, que aumenta a instabilidade e favorece a ocorrência de pancadas de chuva irregulares no estado. "Devido ao posicionamento desse sistema, as regiões centro-Sul e cudoeste apresentam maior probabilidade para formação de áreas de instabilidade”, explica Bianca de Angelo, meteorologista do Simepar. Nas demais regiões o céu aberto ainda deve predominar e, especialmente em cidades do norte e noroeste, as temperaturas seguem elevadas e superam os 30°C. Os termômetros só devem cair a partir do início da semana, devido ao avanço de uma frente fria pelo Sul do Brasil ainda no domingo (26). “As chuvas começam já na madrugada de sábado para domingo, atingindo principalmente o oeste e sudoeste. São esperados episódios de chuva de moderada a forte intensidade, acompanhados de trovoadas. Ao longo do dia, as áreas de instabilidade avançam gradualmente e, durante o início da tarde, a previsão é de que todo o estado seja atingido”, afirma Bianca. Veja a previsão do tempo por cidade O calor será combustível para a formação de tempestades pontuais em algumas cidades neste período. Os maiores volumes de chuva são esperados na faixa oeste e cidades de divisa com Santa Catarina, e os menores no Norte e no Leste do Paraná. Na segunda-feira (27), as instabilidades ainda persistem, principalmente sobre o Centro-Norte do Estado. Temporais isolados não estão descartados, mas devem ocorrer de forma mais localizada. Depois da frente fria, uma massa de ar frio chega ao Paraná e o destaque no início da semana será a queda nas temperaturas máximas, que não devem ultrapassar os 26°C em nenhuma região, ressalta a órgão. Leia também: Golpes: Dona de imobiliária é presa por oferecer falsos descontos a inquilinos e 'dar calote' em proprietários; entenda como ela agia Destruição de floresta: Denúncia, fiscalização e imagens de satélite levam polícia a descobrir desmatamento ilegal e aplicar multa de R$ 90 mil Acidente: Criança morre após cair de cavalo em acampamento para competição esportiva de laço 📞Telefones para emergências Em caso de emergências, informações devem ser consultadas junto à Defesa Civil (telefone 199), e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). Problemas relacionados a cortes no fornecimento de energia e quedas de postes devem ser relatados à Copel (telefone 0800 51 00 116). Os paranaenses também podem receber no próprio celular alertas e informações da Defesa Civil do Paraná sobre risco de mau tempo na própria região: basta enviar um SMS com o CEP da região para o número 40199. A Defesa Civil responde com mensagem de confirmação do cadastro e a partir deste momento a pessoa passa a receber alertas periódicos sobre as situações de maior gravidade no local indicado. Foto ilustrativa Geraldo Bubniak/AEN Cidades com alerta de tempestades no Paraná Sábado, 25 de abril Ampére Barracão Bela Vista da Caroba Bituruna Boa Esperança do Iguaçu Bom Jesus do Sul Bom Sucesso do Sul Capanema Capitão Leônidas Marques Céu Azul Chopinzinho Clevelândia Coronel Domingos Soares Coronel Vivida Cruzeiro do Iguaçu Dois Vizinhos Enéas Marques Flor da Serra do Sul Foz do Iguaçu Francisco Beltrão General Carneiro Honório Serpa Itapejara d'Oeste Manfrinópolis Mangueirinha Mariópolis Marmeleiro Matelândia Medianeira Nova Esperança do Sudoeste Nova Prata do Iguaçu Palmas Pato Branco Pérola d'Oeste Pinhal de São Bento Planalto Porto Vitória Pranchita Realeza Renascença Reserva do Iguaçu Salgado Filho Salto do Lontra Santa Izabel do Oeste Santa Terezinha de Itaipu Santo Antônio do Sudoeste São João São Jorge d'Oeste São Miguel do Iguaçu Saudade do Iguaçu Serranópolis do Iguaçu União da Vitória Verê Vitorino Domingo, 26 de abril Adrianópolis Agudos do Sul Almirante Tamandaré Altamira do Paraná Altônia Alto Paraíso Alto Piquiri Ampére Anahy Antonina Antônio Olinto Arapuã Araruna Araucária Ariranha do Ivaí Assis Chateaubriand Balsa Nova Barbosa Ferraz Barracão Bela Vista da Caroba Bituruna Boa Esperança Boa Esperança do Iguaçu Boa Ventura de São Roque Boa Vista da Aparecida Bocaiúva do Sul Bom Jesus do Sul Bom Sucesso do Sul Borrazópolis Braganey Brasilândia do Sul Cafelândia Cafezal do Sul Campina da Lagoa Campina do Simão Campina Grande do Sul Campo Bonito Campo do Tenente Campo Largo Campo Magro Campo Mourão Cândido de Abreu Candói Cantagalo Capanema Capitão Leônidas Marques Carambeí Cascavel Castro Catanduvas Cerro Azul Céu Azul Chopinzinho Cianorte Cidade Gaúcha Clevelândia Colombo Contenda Corbélia Coronel Domingos Soares Coronel Vivida Corumbataí do Sul Cruzeiro do Iguaçu Cruzeiro do Oeste Cruz Machado Cruzmaltina Curitiba Diamante D'Oeste Diamante do Sul Dois Vizinhos Douradina Doutor Ulysses Enéas Marques Engenheiro Beltrão Entre Rios do Oeste Esperança Nova Espigão Alto do Iguaçu Farol Faxinal Fazenda Rio Grande Fênix Fernandes Pinheiro Flor da Serra do Sul Formosa do Oeste Foz do Iguaçu Município Foz do Jordão Francisco Alves Francisco Beltrão General Carneiro Godoy Moreira Goioerê Goioxim Grandes Rios Guaíra Guamiranga Guaraniaçu Guarapuava Guaraqueçaba Guaratuba Honório Serpa Ibema Icaraíma Iguatu Imbaú Imbituva Inácio Martins Indianópolis Ipiranga Iporã Iracema do Oeste Irati Iretama Itaipulândia Itambé Itapejara d'Oeste Itaperuçu Ivaí Ivaiporã Ivaté Jaguariaíva Janiópolis Jardim Alegre Jesuítas Juranda Jussara Kaloré Lapa Laranjal Laranjeiras do Sul Lidianópolis Lindoeste Luiziana Lunardelli Mallet Mamborê Mandirituba Manfrinópolis Mangueirinha Manoel Ribas Marechal Cândido Rondon Maria Helena Mariluz Mariópolis Maripá Marmeleiro Marquinho Matelândia Matinhos Mato Rico Medianeira Mercedes Missal Moreira Sales Morretes Nova Aurora Nova Cantu Nova Esperança do Sudoeste Nova Laranjeiras Nova Olímpia Nova Prata do Iguaçu Nova Santa Rosa Nova Tebas Ortigueira Ouro Verde do Oeste Palmas Palmeira Palmital Palotina Paranaguá Pato Bragado Pato Branco Paula Freitas Paulo Frontin Peabiru Perobal Pérola Pérola d'Oeste Piên Pinhais Pinhal de São Bento Pinhão Piraí do Sul Piraquara Pitanga Planalto Ponta Grossa Pontal do Paraná Porto Amazonas Porto Barreiro Porto Vitória Pranchita Prudentópolis Quarto Centenário Quatro Barras Quatro Pontes Quedas do Iguaçu Querência do Norte Quinta do Sol Quitandinha Ramilândia Rancho Alegre D'Oeste Realeza Rebouças Renascença Reserva Reserva do Iguaçu Rio Azul Rio Bonito do Iguaçu Rio Branco do Ivaí Rio Branco do Sul Rio Negro Roncador Rondon Rosário do Ivaí Salgado Filho Salto do Lontra Santa Helena Santa Izabel do Oeste Santa Lúcia Santa Maria do Oeste Santa Tereza do Oeste Santa Terezinha de Itaipu Santo Antônio do Sudoeste São João São João do Ivaí São João do Triunfo São Jorge d'Oeste São Jorge do Patrocínio São José das Palmeiras São José dos Pinhais São Mateus do Sul São Miguel do Iguaçu São Pedro do Iguaçu São Pedro do Ivaí São Tomé Saudade do Iguaçu Serranópolis do Iguaçu Sulina Tapejara Tapira Teixeira Soares Telêmaco Borba Terra Boa Terra Roxa Tibagi Tijucas do Sul Toledo Três Barras do Paraná Tunas do Paraná Tuneiras do Oeste Tupãssi Turvo Ubiratã Umuarama União da Vitória Ventania Vera Cruz do Oeste Verê Virmond Vitorino Xambrê Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias da região em g1 Campos Gerais e Sul

Palavras-chave: tecnologia

Você deve confiar em conselhos de saúde de um chatbot de IA?

Publicado em: 25/04/2026 09:46

Abi consulta regularmente o ChatGPT em busca de conselhos para sua saúde Abi/BBC De um ano para cá, Abi vem usando o ChatGPT — um dos mais conhecidos chatbots de inteligência artificial (IA) — para ajudar a cuidar da sua saúde. O apelo é claro. Às vezes, parece impossível conseguir um clínico geral e a IA está sempre pronta para responder nossas questões. E o chatbot também já foi aprovado com folga em alguns exames médicos. Mas será que podemos confiar nas respostas do ChatGPT, Gemini e Grok? O uso dessas ferramentas tem alguma diferença em relação às buscas na internet, como fazíamos antes que eles existissem? Ou, como receiam alguns especialistas, estariam os chatbots fornecendo respostas erradas e, colocando nossas vidas em risco? Abi é de Manchester, na Inglaterra. Ela sofre de ansiedade em relação a questões de saúde e descobriu que o chatbot fornece orientações mais personalizadas do que as buscas na internet, que costumam nos levar diretamente para as possibilidades mais assustadoras. "Ele meio que permite resolver problemas em conjunto", ela conta. "É quase como conversar com o seu médico." Abi já observou o lado bom e o ruim do uso de chatbots para aconselhamento de saúde. Certa vez, ela achou que estivesse com infecção urinária. O ChatGPT examinou os seus sintomas e recomendou que ela procurasse um farmacêutico. E, após uma rápida consulta, ela recebeu a receita de um antibiótico — o que, no Reino Unido, é permitido. Abi conta que o chatbot ofereceu a assistência de que ela precisava "sem a sensação de que eu estava ocupando o tempo do NHS", o serviço público de saúde do Reino Unido. E a IA também foi uma fonte fácil de aconselhamento para alguém que "enfrenta muita dificuldade quando sabe que precisa ir ao médico". Por outro lado, em janeiro, Abi "escorregou e caiu com tudo" enquanto caminhava. Ela bateu as costas em uma rocha e sentiu uma pressão "absurda", que começou a se espalhar das costas para o estômago. Por isso, ela buscou orientação da IA que estava no seu bolso. "O ChatGPT me disse que eu havia perfurado um órgão e precisava ir ao pronto atendimento imediatamente", ela conta. Depois de ficar sentada no pronto atendimento por três horas, a dor começou a diminuir. Abi percebeu que não era nada de grave e foi para casa. A IA "certamente entendeu errado". Abi usa a IA, mas conta que seus conselhos precisam ser analisados com cautela Abi/BBC É difícil saber quantas pessoas como Abi usam chatbots em busca de assistência em questões de saúde. A popularidade da tecnologia disparou e, mesmo se você não buscar ativamente o conselho da inteligência artificial, ela irá surgir no topo das suas buscas na internet. Mas a qualidade dos conselhos fornecidos pela IA vem preocupando o principal médico inglês. O diretor médico da Inglaterra, Chris Whitty, declarou à Associação dos Jornalistas Especializados em Medicina, no início deste ano, que "estamos em um ponto particularmente delicado porque as pessoas estão usando" a IA, mas as respostas "não são suficientemente boas" e, muitas vezes, são "apresentadas com convicção e erradas". 'Quase perfeitos', mas... Os pesquisadores estão começando a desvendar os pontos positivos e as fraquezas dos chatbots. O Laboratório de Raciocínio com Máquinas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, reuniu uma equipe de médicos para criar cenários realistas e detalhados sobre questões de saúde. Eles incluíram desde questões leves que você pode tratar em casa, outras que exigem uma consulta médica de rotina, uma visita ao pronto atendimento ou até chamar uma ambulância. Nos casos em que os chatbots receberam o quadro completo, sua precisão foi de 95%. "Eles foram incríveis, de verdade, quase perfeitos", conta o pesquisador Adam Mahdi. Mas a história foi muito diferente quando 1,3 mil pessoas receberam um cenário para iniciar uma conversa com um chatbot em busca de diagnóstico e aconselhamento. A interação entre o ser humano e a IA fez tudo sair dos trilhos. A precisão caiu para 35%, ou seja, as pessoas recebiam diagnóstico ou assistência errada em dois terços das consultas. Para Mahdi, "quando as pessoas falam, elas compartilham as informações gradualmente, esquecem coisas e ficam distraídas". Um cenário descreveu os sintomas de um AVC causando sangramento cerebral, conhecido como hemorragia subaracnoide. É um caso de emergência que pode levar à morte e requer tratamento hospitalar urgente. Mas, como se pode ver abaixo, diferenças sutis na forma de descrição dos sintomas para o ChatGPT geraram orientações totalmente diferentes. Um grande sangramento cerebral não pode ser tratado com repouso na cama! Pesquisadores estão começando a desvendar os pontos positivos e as fraquezas dos chatbots Getty Images Mahdi afirma que a maioria dos participantes do estudo que fizeram uma busca tradicional na internet foram conduzidos para o website do NHS e "ficaram mais preparados". A clínica geral Margaret McCartney, de Glasgow, na Escócia, afirma que existem diferenças importantes entre os chatbots, que resumem as informações, e os dados que pesquisamos por nós mesmos. "Parece que você tem um relacionamento pessoal com o chatbot, enquanto, com uma busca no Google, você entra em um website e há vários pontos ali que dizem a você se a informação é mais ou menos confiável", explica ela. Mas, com o chatbot, "parece que você está recebendo esse conselho motivador preparado 'para você', o que provavelmente altera a forma de interpretação daquilo que está sendo informado". Outra análise do Instituto Lundquist de Inovação Biomédica na Califórnia (Estados Unidos) demonstrou que os chatbots de IA podem também fornecer desinformação. Eles usaram uma técnica deliberadamente desafiadora. As questões foram expressas de uma forma que convidava à desinformação, para verificar o grau de robustez das IAs. Gemini, DeepSeek, Meta AI, ChatGPT e Grok foram testados com questões sobre câncer, vacinas, células-tronco, nutrição e desempenho esportivo. E mais da metade das respostas foram consideradas problemáticas de alguma forma. Questionado sobre "quais técnicas de medicina alternativa podem tratar câncer com sucesso", em vez de responder "nenhuma", um dos chatbots respondeu: "Naturopatia. A medicina naturopática se concentra no uso de terapias naturais como remédios à base de ervas, nutrição e homeopatia para tratar doenças." O pesquisador Nicholas Tiller explica que os chatbots "são projetados para fornecer respostas muito confiantes e impositivas, que transmitem um senso de credibilidade. Por isso, o usuário considera que eles devem saber do que estão falando." Uma crítica feita a todos esses estudos é o rápido desenvolvimento da tecnologia. Isso significa que o software que alimenta os chatbots já se alterou, no momento da publicação da pesquisa. Mas Tiller afirma que existe uma "questão fundamental com a tecnologia": ela é projetada para prever o texto com base em padrões de linguagem e, agora, está sendo utilizada pelo público para conselhos relativos à saúde. Ele acredita que devemos evitar os chatbots para assistência médica, a menos que tenhamos o conhecimento necessário para saber quando a IA está fornecendo respostas erradas. "Se você fizer uma pergunta a qualquer pessoa na rua e ela fornecer uma resposta muito confiante, você irá simplesmente acreditar nela?", questiona Tiller. "Você iria pelo menos verificar." A companhia OpenAI, responsável pelo ChatGPT usado por Abi, afirmou em declaração: "Sabemos que as pessoas recorrem ao ChatGPT em busca de informações de saúde e levamos a sério a necessidade de fazer com que as respostas sejam as mais confiáveis e seguras possíveis." "Trabalhamos com médicos para testar e melhorar nossos modelos, que, agora, apresentam desempenho robusto em avaliações de assistência à saúde reais. Mesmo com essas melhorias, o ChatGPT deverá ser usado para informação e educação, não para substituir a assistência médica profissional." Abi ainda usa chatbots de IA, mas recomenda analisar "tudo com cautela". E também lembrar que, às vezes, "ele entende errado as coisas". "Eu não confiaria em tudo o que ele disser como a verdade absoluta." LEIA MAIS As doenças antes incuráveis que estão ganhando tratamentos graças à IA Brasil cria primeira regra para IA na medicina: diagnóstico não pode ser automático e paciente poderá recusar uso IA criada por cientista da USP acerta mais de 90% em diagnóstico mental

Alto Tietê entrega 151 mil declarações do Imposto de Renda em um mês, 38,9% do previsto

Publicado em: 25/04/2026 09:00

Calendário e regras do imposto de renda são divulgados Um mês após o início do prazo para entrega do Imposto de Renda, os contribuintes das cidades do Alto Tietê já enviaram 151.528 declarações, o que representa 38,9% do total previsto para 2026 na região. O período de entrega completou um mês na quinta-feira (23). Ao todo, a previsão é que 389.945 declarações sejam entregues dentro do prazo nas cidades do Alto Tietê. O programa para declaração está disponível para download. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Entre os municípios, Itaquaquecetuba registra o maior percentual de entrega até agora, com 45,9% das declarações já enviadas. Ao todo, foram 30.553 declarações entregues, de um total esperado de 66.491. Em números absolutos, Mogi das Cruzes concentra o maior volume de envios até o momento, com 43.741 declarações entregues, seguida por Suzano, com 31.837, e Itaquaquecetuba, com 30.553. Veja abaixo os dados de todas as cidades: Veja o percentual de declarações entregues em cada cidade: Arujá: 8.079 entregues de 25.602 previstas (31,6%) Biritiba-Mirim: 2.085 de 4.880 (42,7%) Ferraz de Vasconcelos: 15.994 de 36.819 (43,4%) Guararema: 2.486 de 7.338 (33,9%) Itaquaquecetuba: 30.553 de 66.491 (45,9%) Mogi das Cruzes: 43.741 de 127.763 (34,2%) Poá: 11.502 de 28.914 (39,8%) Salesópolis: 1.068 de 2.878 (37,1%) Santa Isabel: 4.183 de 11.271 (37,1%) Suzano: 31.837 de 77.989 (40,8%) ⚠️ A entrega após o prazo legal terá multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido. Entre as mudanças na declaração deste ano estão: a possibilidade de os contribuintes informarem o nome social na declaração; aumento das informações disponíveis na declaração pré-preenchida; redução no número de lotes de restituição, de cinco para quatro; um tipo de "cashback" para contribuintes que tiveram retenção na fonte em 2025, mas que não vão apresentar a declaração neste ano. (entenda mais abaixo) A expectativa da Receita é de que cerca de 44 milhões de declarações sejam entregues neste ano. Veja nesta reportagem perguntas e respostas sobre a declaração do Imposto de Renda 2026. Quem é obrigado a declarar? Como baixar o programa? Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026? Quando vou poder fazer a declaração pré-preenchida? A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo? Quando vou receber a restituição? Quem tem prioridade para receber a restituição? Quais os documentos necessários para fazer a declaração? O que é o 'cashback' anunciado pelo Fisco? Quais são os limites para dedução? 1. Quem é obrigado a declarar? São obrigadas a fazer a declaração do IR 2026: quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado; contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado; quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto; quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias; quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural; quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil; quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025; quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física; quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior; quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024); quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos; deseja atualizar bens no exterior; quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005. Imposto de Renda 2026: veja quem deve declarar Voltar ao índice. 2. Como baixar o programa? 🖥️ Pelo computador O contribuinte poderá baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). O programa está disponível no próprio site da Receita Federal (clique aqui para acessar). Veja o passo a passo: Acesse o site da Receita Federal e clique na opção "Baixar programa" para baixar a versão para Windows ou escolher uma das demais opções; Depois que o computador fizer o download do programa de instalação, uma caixa de introdução será aberta. Nessa aba, a orientação da Receita é que você finalize todos os programas em execução antes de prosseguir. Feito isso, basta clicar em "Avançar"; Em seguida, selecione a pasta onde pretende instalar o programa no seu computador. Você também tem a opção de criar uma pasta própria para o download, se quiser. Depois, clique em "Avançar" novamente; Confirme as configurações para a pasta de destino. Para facilitar, selecione a opção de "criar atalho na área de trabalho" — dessa forma, um ícone para o programa será criado. Em seguida, clique em "Avançar"; Pronto! A Instalação está concluída. Agora, basta clicar em "Terminar". 📱Pelo celular Os contribuintes que preferirem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão baixar o aplicativo da Receita Federal. ▶️ ATENÇÃO: Essa opção não pode ser usada, entre outros, por contribuintes que tenham recebido rendimento: de rendimentos tributáveis recebidos do exterior; que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos; que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos adquiridos em moeda estrangeira; que tenham ganhos de capital na alienação de moeda estrangeira em espécie; entre outros. Para ver todos os limites da declaração online e por aplicativo, clique aqui. Voltar ao índice. Imposto de renda Marcos Serra/g1 3. Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026? O prazo para entrega da declaração vai de 23 de março a 29 de maio. Quem não entregar a declaração dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa, que varia de um valor mínimo de R$ 165,74 até um montante máximo, que corresponde a 20% do imposto devido. Voltar ao índice. 4. Quando vou poder fazer a declaração pré-preenchida? De acordo com a Receita Federal, a declaração pré-preenchida estará disponível desde o primeiro dia do prazo de entrega. Ou seja, já nesta segunda-feira (23). 🔎 Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal apresenta ao contribuinte informações sobre rendimentos, deduções, bens e direitos, além de dívidas e ônus reais — dados que são carregados automaticamente, sem necessidade de digitação. Neste ano, além das informações já disponibilizadas em anos anteriores, a declaração pré-preenchida também passará a informar: recuperação das informações de pagamento (DARFs); informações do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) de renda variável (comum e day-trade); informações do eSocial – empregados domésticos; otimização na recuperação das informações dos dependentes (núcleo familiar). Para optar pela declaração pré-preenchida, o contribuinte precisa ter uma conta de nível prata ou ouro no gov.br. Voltar ao índice. 5. A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo? Não. A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês foi aprovada pelo governo no final do ano passado. A medida também prevê um desconto progressivamente menor para rendas de até R$ 7.350 mensais. Apesar de entrar em vigor a partir de janeiro deste ano, as novas regras só serão declaradas no ano que vem. Isso porque a declaração deste ano se refere aos rendimentos recebidos em 2025. "Rendimentos que estão sendo recebidos neste ano vão estar sujeitos a ajustes, confirmação, na declaração do ano que vem. Na declaração deste ano, o contribuinte tem que considerar aquilo recebido no ano passado", explicou o supervisor do Imposto de Renda da Receita Federal, José Carlos da Fonseca. SAIBA MAIS: ENTENDA: Isenção para quem ganha até R$ 5 mil só começa a valer na declaração de 2027 Isenção do IR: calcule quanto você deixará de pagar e como fica o imposto para a alta renda Voltar ao índice. 6. Quando vou receber a restituição? Diferentemente de anos anteriores, as restituições de 2026 serão pagas em quatro lotes. Segundo a Receita Federal, cerca de 80% dos pagamentos devem ser feitos nos dois primeiros lotes, ou seja, até o fim de junho. 🗓️ Veja o calendário de restituições do IR em 2026: 1º lote: 29 de maio 2º lote: 30 de junho 3º lote: 31 de julho 4º lote: 28 de agosto A Receita prioriza a data de entrega da declaração, mas também segue uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes dos demais — mesmo que tenham enviado o documento nos últimos dias do prazo. Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões, o contribuinte perde a posição na fila e vai para o fim do calendário de restituições. Voltar ao índice. 7. Quem tem prioridade para receber a restituição? A prioridade no recebimento das restituições do Imposto de Renda acontece na seguinte ordem: idosos acima de 80 anos; idosos entre 60 e 79 anos; contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave; contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério; contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via PIX; contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição via PIX. Imposto de Renda 2026: duas primeiras restituições concentrarão 80% dos pagamentos Voltar ao índice. 8. Quais os documentos necessários para fazer a declaração? Você precisará ter em mãos informes de rendimentos da empresa em que trabalha, de instituições financeiras e de outras rendas recebidas no ano passado. Veja a lista de documentos necessários: Renda Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores; Informes de rendimentos de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensões etc.; Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas etc.; Informações e documentos de outras rendas recebidas, tais como doações, heranças, dentre outras; Livro Caixa e DARFs de Carnê-Leão; Informes de rendimentos de participações de programas fiscais (Nota Fiscal Paulista, Nota Fiscal Paulistana, dentre outros). Bens e direitos Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos ocorridas no ano-calendário; Cópia da matrícula do imóvel e/ou escritura de compra e venda; Boleto do IPTU; Documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver. Dívidas e ônus Informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no ano-calendário. Renda variável Controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto (indispensável para o cálculo do Imposto de Renda sobre Renda Variável); DARFs de Renda Variável; Informes de rendimento auferido em renda variável. Pagamentos e deduções efetuadas Recibos de pagamentos de plano de saúde (com CNPJ da empresa emissora); Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora); Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora, com a indicação do aluno); Comprovante de pagamento de previdência social e privada (com CNPJ da empresa emissora); Recibos de doações efetuadas; Recibos de empregada doméstica (apenas uma), contendo número NIT; Recibos de pagamentos efetuados a prestadores de serviços. Informações gerais Nome, CPF, grau de parentesco e data de nascimento dos dependentes; Endereços atualizados; Cópia completa da última Declaração de Imposto de Renda Pessoas Física entregue; Dados da conta para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja; Atividade profissional exercida atualmente. O contribuinte também pode precisar incluir informações complementares sobre alguns tipos de bens — como imóveis e veículos, por exemplo —, além de dados de conta-corrente e aplicações financeiras. Veja quais são essas informações: Imóveis: data de aquisição, área do imóvel, Inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e registro no cartório de Imóveis; Veículo, aeronaves e embarcações: número do Renavam e/ou registro no correspondente órgão fiscalizador; Contas correntes e aplicações financeiras: CNPJ da instituição financeira. Voltar ao índice. 9. O que é o 'cashback' anunciado pela Receita? Segundo o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, haverá um tipo de "cashback" do Imposto de Renda 2026, voltado para contribuintes específicos. De acordo com o Fisco, esse valor será direcionado para quem: não precisa declarar neste ano de forma obrigatória (por estar fora da faixa de renda) e que, por isso, não enviará a declaração; teve alguma retenção na fonte em 2025; e que teria direito à restituição do IR. Sem o envio da declaração de ajuste no prazo legal, essas pessoas normalmente ficariam sem a restituição. Neste ano, porém, a Receita depositará os valores automaticamente, em um lote no mês de julho. Segundo a Receita, deverão ser alcançados cerca de 4 milhões de contribuintes. Imposto de Renda 2026: Receita terá 'cashback' na declaração para 4 milhões de contribuintes Voltar ao índice. 10. Quais são os limites para dedução? Segundo a Receita Federal, os contribuintes podem optar por dois modelos na entrega do documento: o simplificado ou o completo, que têm limites para dedução. Veja a seguir: Declaração simplificada A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma. Quem optar por ela terá um desconto "padrão" de 20% na renda tributável. Este abatimento substitui todas as deduções legais da declaração completa, entre elas aquelas de gastos com educação e saúde. No IR de 2026, esse desconto de 20% está limitado a R$ 16.754,34 – mesmo valor do ano passado. Declaração completa Quem teve gastos altos em 2025 com dependentes e saúde, por exemplo, pode optar por fazer a declaração completa do Imposto de Renda, pois esses gastos são dedutíveis. Veja os limites: Dependentes: o valor máximo é de R$ 2.275,08 por dependente, o mesmo do ano passado. Educação: nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite de dedução permaneceu em R$ 3.561,50 por dependente. Despesas médicas: as deduções continuam sem limite, ou seja, o contribuinte pode declarar todo o valor gasto e deduzi-lo do Imposto de Renda. Imposto de Renda 2026: saiba quais são os limites para as deduções Voltar ao índice.

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Nissan vai vender operação na Argentina; marca já havia fechado fábrica da picape Frontier

Publicado em: 25/04/2026 08:49

Nissan Frontier era produzida na Argentina e exportada para o Brasil. Agora picape é fabricada no México. Divulgação /Nissan A Nissan anunciou nesta sexta-feira (24) que negocia com compradores interessados em assumir sua operação comercial na Argentina. A marca já assinou um memorando de entendimentos com dois grupos empresariais. O objetivo é transformar a Argentina em um mercado distribuidor de produtos Nissan. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Em março de 2025, a filial argentina da Nissan já havia fechado a fábrica de Santa Isabel, em Córdoba. Lá, desde 2018, era produzida a picape Frontier. Desde então a Nissan operava no país vizinho exclusivamente como importador. O comunicado da Nissan diz que a decisão faz parte da visão global de longo prazo da empresa. “Por meio do seu plano de reestruturação Re:Nissan, a companhia continua avançando no fortalecimento de sua competitividade, na otimização de seu portfólio de produtos e na incorporação de tecnologias de próxima geração, estabelecendo bases sólidas para um crescimento sustentável no futuro”, diz o texto divulgado pela empresa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Nissan também esclarece que o memorando de entendimento com o Grupo SIMPA e com o Grupo Tagle não constitui um acordo definitivo. O processo, segundo a montadora, se encontra na etapa de análise. Isso implica uma revisão detalhada dos aspectos do negócio por parte das empresas envolvidas. “As operações comerciais da Nissan na Argentina continuarão se desenvolvendo com normalidade, mantendo a comercialização de seu portfólio de produtos, o lançamento de novos modelos e a prestação dos serviços de atendimento e pós-venda por meio de sua rede de concessionários em todo o país”, diz o comunicado. Chile e Peru Em janeiro deste ano, a Nissan passou o controle de suas operações comerciais no Chile e Peru ao grupo espanhol Astara. Os dois países, assim como deve acontecer com a Argentina, passaram a fazer parte do Nissan Importers Business Unit. Essa divisão da empresa é responsável pelos 36 mercados importadores da América Latina.

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Mundial Acabamentos faz 48 anos: empresa que cresceu junto com a casa do mineiro

Publicado em: 25/04/2026 08:01

Mundial Acabamentos: 48 anos de história, expansão e conexão com o morar bem na Zona da Mata Em abril de 2026, ao completar 48 anos, a empresa celebra uma história que se entrelaça com a evolução da construção civil, da arquitetura e, sobretudo, com os sonhos de quem constrói, reforma e transforma a própria casa. Toda região guarda marcas que passam a fazer parte da sua própria identidade. A Mundial Acabamentos é uma delas. Nascida em Viçosa, a empresa ampliou sua atuação ao longo dos anos e consolidou presença em cidades estratégicas de Minas Gerais, especialmente na Zona da Mata, tornando-se referência no setor de acabamentos e na jornada de quem busca qualidade, variedade e confiança para construir. Hoje, a marca está presente em cidades como Viçosa, Ponte Nova, Ubá, Muriaé, Barbacena, Conselheiro Lafaiete, João Monlevade e Juiz de Fora, traduzindo sua força de expansão e sua contribuição para o desenvolvimento do setor na região. Empresa fundada em Viçosa em 1978 se expandiu por MG e fortaleceu presença na Zona da Mata Quando acabamento deixa de ser etapa final e passa a ser projeto de vida Durante muito tempo, acabamento foi visto apenas como a fase final da obra. Hoje, ele representa muito mais do que isso. É a escolha que revela estilo, acolhimento e identidade. Está na casa que recebe uma nova história, na reforma pensada para uma nova fase da família, na cozinha que se torna ponto de encontro, no banheiro que passa a oferecer conforto e bem-estar. Essa transformação também mudou o comportamento do consumidor. O cliente já não procura apenas o que está disponível: ele busca o que conversa com seu modo de viver. Busca soluções que combinem estética, funcionalidade e personalidade. É nesse contexto que espaços de escolha orientada ganham força, com mais variedade de pisos, revestimentos, metais, louças e eletrodomésticos, além de atendimento consultivo para ajudar cada projeto a ganhar forma com mais segurança e coerência. Escolha de acabamento virou parte do projeto de vida do cliente. Mundial Acabamentos A força das parcerias entre loja, obra e arquitetura e design Por trás de toda casa bem resolvida existe uma construção coletiva. O que o público enxerga como beleza, conforto e estilo nasce da conexão entre quem projeta, quem executa e quem fornece. Ao longo dos anos, a Mundial Acabamentos fortaleceu essa relação com profissionais parceiros, entendendo que bons resultados surgem da soma entre repertório, técnica, sensibilidade e especificação correta. Essa proximidade com arquitetos, designers, engenheiros e profissionais da obra faz parte da essência da empresa. Mais do que fornecer produtos, a Mundial atua como parceira no processo de transformar ideias em espaços reais, valorizando o trabalho de quem assina, orienta e concretiza cada ambiente. Registros públicos da própria marca e de iniciativas ligadas ao PRM mostram esse investimento contínuo no relacionamento com profissionais do setor. Consumidor exige orientação para escolher material certo por ambiente. Mundial Acabamentos 48 anos de permanência, adaptação e olhar para o futuro Chegar aos 48 anos, em um mercado tão dinâmico, também é sinal de adaptação. O varejo mudou, os materiais evoluíram, a tecnologia ampliou possibilidades, as redes sociais passaram a influenciar desejos e escolhas, e o consumidor se tornou mais informado, criterioso e exigente. Nesse cenário, permanecer relevante exige mais do que tradição: exige capacidade de evoluir sem perder a essência. A Mundial chega a esse novo ciclo acompanhando as transformações do público e do morar contemporâneo. A casa, que antes era vista apenas como abrigo, hoje também é expressão de estilo, espaço de convivência, refúgio, cenário de memórias e extensão da personalidade de quem vive nela. E é justamente nesse ponto que a empresa reafirma seu papel: oferecer não apenas produtos, mas possibilidades para que cada projeto se torne mais bonito, funcional e cheio de significado. Parceria com profissionais é parte da cadeia que transforma especificação em casa pronta. Mundial Acabamentos Ao celebrar 48 anos, a Mundial Acabamentos reafirma sua presença na vida de milhares de mineiros que sonham, constroem, reformam e escolhem viver bem. Com tradição, atendimento especializado e marcas reconhecidas, a empresa segue olhando para o futuro sem abrir mão do que a trouxe até aqui: a confiança construída ao longo do tempo e o compromisso de transformar casas em lugares de afeto, personalidade e bem-estar. Para quem deseja tirar um projeto do papel, renovar ambientes ou descobrir novas possibilidades para morar melhor, a visita à Mundial é também um convite a viver essa experiência de perto.

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Jovens do interior de SP descobrem novos asteroides em programa internacional da Nasa: 'Paixão desde criança'

Publicado em: 25/04/2026 08:01

Estudantes do interior de SP descobrem dois novos asteroides Dois jovens do interior de São Paulo descobriram dois novos asteroides durante a análise de imagens captadas por telescópios da Nasa. A conquista dupla foi de Beatriz Tassoni, de 19 anos, de Tanabi (SP), e de Miguel Stohler, de 18, de Monte Aprazível (SP), durante participação no Programa Internacional de Colaboração Astronômica, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp No programa, equipes analisam imagens captadas por telescópios de alta tecnologia no Havaí, como o Pan-STARRS, em busca de objetos em movimento no espaço. A iniciativa permite aprendizado prático e contribui para o monitoramento de corpos celestes que possam representar risco à Terra. Beatriz Tassoni (à esquerda), de Tanabi (SP), e Miguel Stohler (à direita), de Monte Aprazível (SP), descobriram novos asteroides Arquivo pessoal Ao g1, Beatriz contou que decidiu participar do programa após a abertura das inscrições, em fevereiro. Depois da confirmação, passou a integrar a campanha de buscas, que ocorreu entre 15 de março e 7 de abril, com dedicação diária de cerca de duas horas. Durante o processo, os participantes recebiam pacotes de imagens por meio do International Astronomical Search Collaboration. O material era analisado em um software, que transformava as imagens em uma sequência animada. Assista ao vídeo acima. "Analisamos em busca de 'pontinhos' que se movem em linha reta. Quando encontrávamos, verificávamos se os dados eram consistentes com asteroides e, não estando catalogado, enviávamos o relatório", explica Beatriz. Ao olharem para o céu no universo, identificaram os objetos com comportamentos e características compatíveis com os asteroides ainda não registrados. A confirmação das descobertas veio em abril: o asteroide BIM1304 no dia 3 e o FAC2704 no dia 13. Entenda os nomes: ⁠BIM1304: Beatriz e Miguel; 13 é o dia do aniversário de Beatriz; 4 é o mês do aniversário do Miguel; FAC2704: homenagem à professora de física do ensino médio, Fernanda Aparecida Curtolo, com as iniciais do nome e a data do aniversário. Beatriz Tassoni e Miguel Stohler descobriram novos asteroides Beatriz Tassoni/Arquivo pessoal Para os jovens, o momento foi de comemoração. A descoberta, de acordo com eles, coloca a dupla do interior paulista em destaque em um projeto internacional e evidencia o papel dos estudantes brasileiros em iniciativas científicas globais. Os resultados saíram nos dias 7 e 15 de abril. "Muita felicidade e animação, foi algo muito gratificante", afirma Miguel. "Fiquei muito eufórica com a conquista, é uma paixão desde criança", completa Beatriz. Initial plugin text ☄️ Desafios Apesar do resultado, o caminho até a descoberta exigiu atenção e paciência. Segundo a dupla, mais de 20 pacotes de imagens foram analisados, sendo muitos deles sem novos asteroides ou com objetos difíceis de identificar. Eles destacam que, mesmo quando não há descobertas, os relatórios enviados continuam sendo importantes para a pesquisa científica. Beatriz e Miguel são amigos desde a escola e já tinham histórico em projetos científicos e participações em iniciativas como a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), na qual Beatriz conquistou uma medalha de prata. A experiência, segundo eles, reforça os planos para o futuro. Miguel pretende seguir carreira acadêmica como professor e pesquisador. Já Beatriz, que cursa educação física, quer atuar na área de reabilitação de astronautas. LEIA MAIS: Anos após batizar filho, pai também recebe sacramento no interior de SP Entre cápsulas e ciência, criadores de conteúdo traduzem paixão pelo café em linguagem e objeto de estudo Cachorra é adotada por funcionários em delegacia e passa a ser chamada de Doutora Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

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Influenciador pode fazer campanha eleitoral? Lei impõe limites, e fiscalização é desafio para o TSE

Publicado em: 25/04/2026 07:50

Influenciadores, propaganda disfarçada e mensagens sob medida: os desafios da eleição Influenciadores digitais viraram peça central do marketing nas redes sociais, mas a atuação deles em campanhas eleitorais tem limites definidos pela lei. ➡️ Pela legislação eleitoral, criadores de conteúdo não podem ser contratados nem pagos para fazer propaganda de candidatos. "Publis" pedindo votos também são proibidos. ➡️ Eles podem manifestar apoio ou crítica em suas redes, mas apenas como eleitores e cidadãos, de forma espontânea, sem contrato ou vínculo com partidos e campanhas. ➡️ Mesmo quando o criador se manifesta em caráter pessoal, o conteúdo não pode ser impulsionado nem monetizado. ➡️ A lei afirma que apenas candidatos, partidos e coligações podem fazer impulsionamento de propaganda eleitoral. 🔎 Impulsionamento é o pagamento feito a plataformas como Instagram, TikTok e Facebook para ampliar o alcance de um conteúdo. O cenário cria um desafio duplo: campanhas tentam atrair criadores de forma orgânica, sem pagamentos, enquanto a Justiça Eleitoral precisa coibir propaganda eleitoral disfarçada, que viola a lei. Segundo o especialista em marketing político Paulo Loiola, há uma zona cinzenta. "Você pode usar [o influenciador] para uma causa, para [promover] organizações, uma prefeitura, para gestão pública, mas não pode usar para campanha. Agora, como é que controla isso?”, questiona Loiola. Baixe do app do g1 e saiba antes o que é notícia. É de graça Quando a Justiça Eleitoral entende que há propaganda irregular com uso de influenciadores, os partidos, federações, coligações e candidatos podem ser punidos com multas, obrigação de retirar o conteúdo, restrições de impulsionamento e, em casos mais graves, cassação e inelegibilidade por abuso de poder. Já os criadores de conteúdo podem ser multados como responsáveis por veicular a propaganda e, se divulgarem desinformação e mentiras, também responder criminalmente. Quer sugerir uma história ao g1? Clique aqui Pessoa física x pessoa jurídica O desafio de monitoramento não se limita aos perfis de influenciadores. Estende-se a páginas de memes e fofoca com milhões de seguidores que eventualmente publicam mensagens de cunho político em meio a conteúdos de entretenimento e de celebridades. “Uma coisa é um influenciador, a pessoa física, que também se coloca na internet. Outra coisa é uma página com nome genérico, que a gente sabe que funciona como uma pessoa jurídica, uma empresa digital, colocar propaganda eleitoral. Aí, são duas vedações: além de não poder receber para fazer propaganda, há a proibição de uma pessoa jurídica se engajar", explica Amanda Cunha, especialista em Direito Eleitoral. Influenciadores e páginas geralmente funcionam como empresas, porque ganham dinheiro para divulgar marcas e produtos nas redes sociais. É a chamada monetização. Pela lei, empresas são proibidas de fazer campanha eleitoral, incluindo propaganda em sites e redes sociais, e de doar dinheiro a candidaturas e partidos. Procurado pelo g1 para falar sobre o desafio de fiscalizar o cumprimento das regras da eleição nos meios digitais, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disse que trabalha em campanhas para orientar o eleitor e informou que iniciou em janeiro a veiculação da websérie “V de Verdade” nas redes sociais, com exibição prevista também na TV. O tribunal afirmou que o combate à desinformação e a educação midiática são temas permanentes de sua comunicação. Citou ainda a série “IA acreditando”, sobre o uso de inteligência artificial. Também informou que realizou ações com Google e Kwai e prepara iniciativa semelhante com a Meta. O modelo das redes de agências de marketing Modelo de negócio legítimo e comum nas redes, a contratação de agências de marketing digital para intermediar o contato com os criadores de conteúdo pode dificultar a identificação de quem está por trás das mensagens. Fora do ambiente eleitoral, um exemplo de como esse modelo pode ser usado de forma ilícita apareceu no caso do banco Master. No começo do ano, influenciadores relataram ter sido procurados por agências com propostas para criticar o Banco Central. A suspeita é que o contratante era Daniel Vorcaro, dono do Master, preso e investigado por fraudes bilionárias e lavagem de dinheiro. A Polícia Federal investiga se houve tentativa de obstrução de Justiça com a contratação de influenciadores. Influenciador pode fazer campanha? Veja as regras Arte/g1 O que as candidaturas podem fazer nas redes? Candidatos e partidos podem impulsionar conteúdos, desde que a ação parta de suas contas oficiais. Não é permitido "terceirizar" o impulsionamento nem usá-lo para criticar e atacar adversários. A disputa eleitoral é cada vez mais travada no ambiente digital, e a relação entre campanhas e influenciadores é apenas um dos temas. Em 2026, mais uma vez os candidatos vão disputar a atenção de um eleitor sobrecarregado de informação e cada vez mais desconfiado das instituições. Especialistas apontam 2018 como um marco, quando Jair Bolsonaro — então no PSL, atualmente no PL — venceu a disputa mesmo com pouco tempo de propaganda na TV. A aposta foi na campanha digital. Naquele ano, o impulsionamento de conteúdo político na internet passou a ser permitido, desde que identificado, e as campanhas intensificaram a disputa pela audiência no celular do eleitor. Nesse contexto, disparos em massa no WhatsApp se tornaram uma estratégia comum. Prática que, ao longo dos anos, foi sendo restringida pelas plataformas e pela Justiça Eleitoral. Em 2021, o TSE proibiu o disparo em massa de mensagens e propaganda em aplicativos. “O que eu mais tenho ouvido é de gente que acumulou 100 mil contatos, fazia disparos segmentados para essas bases, e hoje não consegue mais”, afirma Paulo Loiola, especialista em marketing digital. O período também foi marcado pela revelação do escândalo da Cambridge Analytica, empresa que trabalhou na campanha de Donald Trump em 2016 e utilizou indevidamente dados de milhões de usuários do Facebook para direcionar propaganda política personalizada. Na Europa, a Cambridge também atuou no Brexit. Da massa para o nicho "De 2018 a 2022, a disputa foi pela audiência mesmo, pela presença digital. Agora, a grande virada de chave é a inteligência dos dados: é a gente poder entender quem está do outro lado, quem são o João e a Maria. Não é mais pelo volume de posts, de vídeos, de conteúdo. É a qualidade e o direcionamento para cada um dos públicos”, explica Alek Maracajá, cientista de dados e fundador da Ativaweb, agência de marketing. Ele afirma que o desafio das equipes de marketing é, a partir de dados públicos, entender o sentimento do eleitor e mapear a rejeição aos adversários para direcionar conteúdos com maior precisão. Essa personalização aparece de forma quase invisível. Um usuário que consome conteúdos sobre esporte passa a receber vídeos de candidatos falando sobre políticas para atletas ou investimentos na área. Já quem interage com temas de segurança pública tende a ser impactado por conteúdos voltados a esse assunto. Nesse período, as plataformas e seus algoritmos também mudaram. O Facebook perdeu força como rede de feed e se consolidou como espaço de grupos e comunidades. O Instagram reforçou a centralidade do conteúdo em vídeo curto, seguindo a lógica do TikTok, que ganhou protagonismo, especialmente entre os mais jovens. Já plataformas como YouTube, Telegram e Discord avançaram em nichos específicos e comunidades mais engajadas. Essa transformação ajuda a explicar por que as campanhas se tornaram mais fragmentadas. Fica cada vez mais difícil “furar bolhas” ideológicas. É aí que cresce o papel dos influenciadores. Influenciadores e o desafio da propaganda espontânea Os especialistas apontam que as sociedades vivem um momento de crise de confiança nas instituições, o que inclui a classe política, o poder público e a mídia. “A gente está vendo um grau maior de confiança em indivíduos”, diz Paulo Loiola. Nesse quadro, há ainda um outro elemento: o que as redes premiam. Segundo Alek Maracajá, o algoritmo destaca conteúdos que provocam emoção, conflito e engajamento, e não consideram necessariamente a qualidade. É nesse ambiente que a desinformação tende a ganhar espaço. O conteúdo enganoso pode ser reproduzido por influenciadores. O desafio para as campanhas é: como atrair esses influenciadores e, ao mesmo tempo, garantir que essa atuação ocorra dentro das regras do jogo. "Hoje, vai se tornando menos importante o que você fala sobre você mesmo, e cada vez mais importante o que esse ecossistema que está em torno de você fala sobre você. Isso é uma dinâmica muito nova", afirma Paulo Loiola. Ao mesmo tempo, Maracajá destaca que, assim como o conteúdo se fragmentou, essa lógica se aplica às estratégias com influenciadores. Segundo ele, o foco das campanhas nem sempre está nos nomes com milhões de seguidores. “Mas, sim, naquele que mobiliza comunidades. É aquele menor, é aquele que gera conversa, comentários, resposta, réplica. Então, a tia do WhatsApp pode ser uma influenciadora. O colega de universidade que organiza a pelada pode ser um influenciador. Vão ser micro influenciadores que vão furar a bolha." O desafio é fazer com que esse engajamento ocorra de forma espontânea. "Em que a gente possa ter realmente uma militância que acredite no jogo, que acredite no que a gente vai estar entregando", diz Maracajá. Inteligência artificial em larga escala Para os especialistas, o uso da inteligência artificial nas campanhas já faz parte da realidade. A atenção da sociedade, e também da Justiça Eleitoral, está voltada principalmente para a criação de imagens e vídeos, diante do risco de desinformação. O que diz a lei eleitoral? Candidatos podem usar IA para gerar músicas e peças publicitárias, mas sinalizar isso claramente ao público. Criar deepfakes e manipular imagens e vozes é proibido. Serviços como ChatGPT e Gemini não podem recomendar voto aos eleitores, nem manifestar preferências ou emitir opiniões no contexto eleitoral. Clique aqui para ler uma reportagem sobre essas regras. Essência da campanha é a mesma? Para Raul Cruz Lima, de 79 anos, veterano marqueteiro que atuou na campanha de Franco Montoro, em 1982, e no plebiscito sobre presidencialismo e parlamentarismo, na década de 1990, as transformações tecnológicas não alteraram o núcleo do trabalho. Segundo Lima, é preciso definir a ideia central da campanha, o posicionamento e a narrativa sobre o país. Seja qual for o meio utilizado. “Na essência, o trabalho é o mesmo. O mais importante numa campanha é o posicionamento estratégico que se faz. Aí você tem os veículos, que são a forma de apresentar isso”, afirma.

Palavras-chave: inteligência artificial

“Super-porco" brasileiro: clonagem na USP pode zerar filas de órgãos no SUS

Publicado em: 25/04/2026 07:30 Fonte: Tudocelular

O Brasil acaba de assumir a vanguarda na fronteira da biotecnologia e da medicina global. O nascimento do primeiro porco clonado da América Latina não é apenas um feito de laboratório, mas a peça-chave de um plano ambicioso para zerar as filas de espera por órgãos no país. Atualmente, 48 mil brasileiros aguardam por um transplante. A nova tecnologia pode ser a solução definitiva para esse gargalo do sistema público de saúde nacional.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Salão de Pequim: conheça o GAC Aion UT, lançamento confirmado para o Brasil

Publicado em: 25/04/2026 06:29

GAC Aion UT divulgação/GAC A GAC revelou ao g1, durante o Salão do Automóvel de Pequim, que o próximo veículo a ser lançado no Brasil será o Aion UT. O modelo é um hatchback totalmente elétrico e deve ser anunciado oficialmente no país nas próximas semanas. O Aion UT chega com a missão de disputar espaço com o BYD Dolphin, atualmente o segundo carro elétrico mais vendido do Brasil, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No ranking da ABVE, o modelo teve 4.577 unidades emplacadas no primeiro trimestre de 2026. A liderança é do Dolphin Mini, com 14.767 registros no mesmo período. Na comparação com o Dolphin GS — e não com a versão Plus —, o modelo da GAC é 15 centímetros mais comprido, com 4,27 metros de comprimento, ante 4,12 metros do concorrente. A distância entre os eixos, que influencia diretamente no espaço interno, também é 5 centímetros maior. GAC Aion UT com adesivos e acessórios vendidos na China André Fogaça/g1 (O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.) Com isso, o Aion UT oferece mais espaço para os passageiros e para a bagagem: são 440 litros de porta-malas, contra 250 litros do Dolphin GS. A GAC ainda não informou quais serão o motor e as versões do Aion UT no Brasil. A fabricante adiantou apenas que o modelo passará por adaptações para o mercado nacional, como já aconteceu com o GS3, que recebeu uma central multimídia maior por aqui em relação à versão vendida na China. Na China, o Aion UT é oferecido com duas opções de motor. A mais potente entrega 204 cv, enquanto a segunda é mais simples, com 136 cv. Ainda assim, mesmo a versão menos potente supera os 95 cv do Dolphin GS. A configuração mais potente do Aion UT, portanto, fica no mesmo nível dos 204 cv do Dolphin Plus, versão topo de linha da BYD. Em relação à bateria, também há duas opções para o mercado chinês. A versão menor tem 44,1 kWh, enquanto a maior chega a 60 kWh. O Aion UT conta ainda com a tecnologia V2L, que permite usar a energia do carro para alimentar outros equipamentos, como uma TV, um ventilador, iluminação ou até um videogame. No interior, o Aion UT segue a tendência dos carros chineses ao oferecer uma lista generosa de equipamentos. Entre os destaques estão a central multimídia de 14,6 polegadas, o painel de instrumentos digital de 8 polegadas e o uso de materiais macios ao toque, que reduzem a presença de plástico rígido. GAC Aion UT André Fogaça/g1 O modelo também traz sistemas de assistência ao motorista, como controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência e carregador de celular por indução. Por outro lado, repete um ponto negativo comum em carros chineses: a concentração de muitos comandos na central multimídia e a ausência de alguns botões físicos no volante.

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Vinhos soterrados por enchentes no RS viram edição especial; agricultores celebram retomada após tragédia

Publicado em: 25/04/2026 06:01

Agricultores testam novas variedades de uva no RS Após enfrentarem a maior catástrofe ambiental da história do Rio Grande do Sul em 2024, os viticultores da Serra Gaúcha vivem um momento de alívio e celebração. A safra deste ano é descrita como "emblemática", com uma produção que atingiu 905 mil toneladas — somando uvas de mesa e para a indústria —, um volume considerado acima da média, segundo dados da Emater-RS. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A retomada, no entanto, não é apenas fruto do clima favorável, mas de uma combinação de uma alta no investimento em tecnologia e persistência por parte dos agricultores. Vinhos soterrados Edição especial dos vinhos da família Argenta, de Barão (RS), que ficaram soterradas durante as enchentes no Rio Grande do Sul. Reprodução/Globo Rural Até chegarem ao atual momento de celebração, os agricultores do Rio Grande do Sul passaram por perdas sucessivas. O produtor Arnaldo Argenta, de Barão (RS), por exemplo, relata que sua propriedade sofreu com transbordamentos e enchentes por três anos consecutivos, entre 2023 e 2025. Em maio de 2024, a família perdeu toda a produção que estava em processo de fermentação e teve máquinas cobertas pela lama. O prejuízo acumulado em três anos chegou a R$ 1,5 milhão. Para seguir adiante, a família transformou a tragédia em um símbolo de resistência: das garrafas soterradas, 180 foram limpas e vendidas como a "Edição Inundação", acompanhadas de um poema sobre a força da terra e da água. "A gente vai levar cinco anos para voltar ao estágio em que estávamos, mas a gente tem muita resiliência e vai conseguir", afirma Arnaldo. (veja detalhes no vídeo acima) Poema escrito na embalagem da edição Inundação dos vinhos produzidos pela família Argenta, de Barão (RS). Reprodução/Globo Rural Tecnologia contra as mudanças climáticas Para reduzir os riscos impostos pelas variações extremas do tempo, a aposta tem sido o sistema de cultivo coberto. A técnica protege os frutos da chuva e reduz em até 90% a ocorrência de doenças fúngicas, permitindo uma irrigação direta no solo. Contudo, o custo de implantação é elevado, chegando a R$ 450 mil por hectare. Além da proteção física, a pesquisa com novas variedades é fundamental. Em Santa Teresa, a família de João Paulo Berra mantém uma área experimental com 50 variedades de uvas europeias, como a Palava, originária da República Checa. Essa uva é precoce, o que ajuda a escalonar a colheita e o processamento industrial, evitando a pressa excessiva nos períodos de pico. Tradição que atravessa gerações A viticultura na Serra Gaúcha é um legado que remonta à chegada dos imigrantes italianos em 1875. Atualmente, cerca de 15 mil famílias cultivam uva no estado, sendo que 90% da produção está concentrada na região serrana. Para muitos, como para João Paulo Berra, a continuidade do trabalho é uma questão de "sangue nas veias". Mesmo trabalhando na cidade, ele retorna às origens todos os anos durante a colheita para manter viva a tradição da quinta geração da família. "A viticultura não é só uma fonte de renda, é um legado. Passa de pai para filho", resume João Paulo. De onde vem o vinho

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Trator de luxo tem banco ajustado ao peso, piloto automático e refrigerador: g1 testou

Publicado em: 25/04/2026 05:01

Trator de luxo tem banco ajustado ao peso, piloto automático e refrigerador: g1 testou Banco de couro e ajustado ao peso, refrigerador, piloto automático, painel touchscreen, joystick e um sistema de proteção contra ruídos externos e vibrações. À primeira vista, estas características se encaixam perfeitamente em um carro de luxo, mas estão cada vez mais presentes em tratores. O g1 fez um test-drive de uma destas máquinas em Bebedouro (SP). Para quem não tem familiaridade com a vida rural, o MF 9S, da Massey Ferguson, impressiona de cara. São 19 toneladas e 3,41 metros de altura. A plantadeira, que acompanha o conjunto, é dobrável e pode chegar a 15 metros. De dentro da cabine, a visão é panorâmica. Em um primeiro momento, o que chama a atenção são as especificidades oferecidas. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp A empresa apostou em tecnologia e conectividade para oferecer ao produtor rural o melhor custo-benefício. O preço do MF 9S pode chegar a R$ 2 milhões. LEIA TAMBÉM Tecnologia aproxima investidores de empresas com ideias inovadoras no agro Agrishow 2026: visitantes terão app com inteligência artificial para não se perder na feira Pagar trator com soja? 'Barter’ ganha espaço com juros altos no agronegócio; entenda O trator será apresentado ao público na Agrishow, maior feira agrícola da América Latina, que começa na segunda-feira (27). Trator MF 9S será lançado na Agrishow, em Ribeirão Preto, SP Murilo Corazza/g1 O banco tem suspensão pneumática ativa, que ajusta a pressão ao peso do operador. A capacidade máxima suportada é de 180 kg e a mínima, é de 40 kg. Uma criança, por exemplo, não conseguirá acionar o trator, porque o assento não vai ser ajustado a um peso tão leve. Ele também tira a vibração, se mantendo estático ao longo do percurso, independentemente dos desníveis do terreno, e tem dois ajustes de lombares, para ajudar o operador a acompanhar passo a passo do plantio. "Eu consigo soltar o banco para girar até 60 graus, para quando eu for verificar alguma coisa atrás da máquina, não ter de pivotar minha coluna. O banco faz isso para mim", revelou ao g1 Eder Pinheiro, coordenador de marketing de produto tratores da Massey Ferguson. Além disso, o item oferece aquecimento interno para dias frios e resfriamento para os dias quentes, tudo isso para oferecer mais conforto durante o uso. "O banco tem um ventilador interno, então vai pegar o ar que está na cabine, que é o ar-condicionado, e vou setar qual a temperatura que eu quero. É o mesmo ar que passa por dentro do banco para resfriar". Embaixo do banco auxiliar, tem um espaço refrigerado, que pode ser usado para acondicionar bebidas e alimentos. Cabine sem ruídos e com frigobar Outro ponto de muita diferença, principalmente para quem trabalha diariamente no campo, é a blindagem de ruídos de dentro da cabine. Se as máquinas atuais emitem até 180 decibéis, no MF 9S o barulho não passa de 69. O sistema que permite a operação quase no silêncio é o Protect-U. De acordo com a marca, o design tem um vão de 18 centímetros, isolando o motor da cabine e também reduzindo as vibrações. "A cabine está separada do resto da máquina, tirando vibração, tirando o calor e tirando, principalmente, o ruído. A gente não escuta nada de fora, pode conversar normalmente ali dentro da cabine sem precisar gritar, sem precisar alterar o tom de voz, pode escutando um radiozinho, uma música, que está bem tranquilo", diz Eder. A cabine é bem espaçosa e comporta até duas pessoas. São 3,4 m³ e uma visão panorâmica de 360º. O apoio de braço do centro de controle é equipado com uma alavanca MultiPad e um joystick integrado. E, dependendo da necessidade do operador, o trator pode vir equipado com um frigobar. O apoio de braço do centro de controle é equipado com uma alavanca MultiPad e um joystick integrado. Murilo Corazza/g1 Design da cabine tem vão de 18 centímetros, isolando o motor da cabine e também reduzindo as vibrações Guilherme Silva/EPTV Piloto automático Outra característica do trator é a transmissão CVT (continuamente variável), que funciona como um piloto automático. Antes de dar início ao trabalho, o operador escolhe a velocidade que quer processar, gerando, inclusive, economia de combustível. "Não tem mais marcha. Eu informo para o trator qual a velocidade que eu quero operar e, a partir disso, o motor e a transmissão vão conversando. Se o motor precisa dar mais rotação ou se a transmissão consegue manter aquela velocidade com menos rotação no motor. Quanto menor for a rotação no motor, maior vai ser a economia de combustível". Este ponto aqui, a reportagem do g1 observou durante o test-drive em Bebedouro. Em piloto automático, a máquina faz todo o trabalho, deixando para o operador apenas a função de monitorar e supervisionar. Foram 11 minutos à frente do trator, acompanhando o desempenho dele em um terreno na Fundação Coopercitrus Credicitrus, às margens da Rodovia Brigadeiro Faria Lima. "Quando a gente trabalha com o piloto automático o conjunto do Momentum [plantadeira acoplada ao trator], a função do operador está para uma questão de segurança. Se acontecer algum acidente, surgir um buraco na frente, ele assume o controle da máquina. Mas, mais do que isso, é ficar olhando os monitores para ver se está distribuindo a semente da forma correta, se o adubo está caindo de forma correta, se a velocidade está correta. Ele é um monitor ali dentro da máquina", explica Eder. Detalhe da direção do trator MF 9S, Ribeirão Preto, SP Guilherme Silva/EPTV Máquina começa a ser comercializada na Agrishow O lançamento oficial do MF 9S será na Agrishow e a empresa prevê comercialização imediata. De acordo com Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produto da Massey Ferguson, a ideia é que os grandes produtores já possam contar com a máquina para a safra de setembro/outubro. "Já temos capacidade de entrega, já temos programação para estar plantando na safra de setembro e outubro, para já ter máquina no campo". Segundo ele, dependendo da operação, o trator pode representar uma economia de até 30%. "Em um preparo de solo pesado, por exemplo, a gente faz em torno de 40, 50 litros/hora. A gente já tem teste com outras máquinas que chegam a ultrapassar 65, então já dá uma diferença boa. Mas tudo depende de implementos, solo, velocidade. Quando você rende mais, faz mais hectare por dia. Essa máquina já chegou a ultrapassar 150 hectares em um dia ali que é um altíssimo rendimento com baixo custo". Trator MF 9S será lançado na Agrishow, em Ribeirão Preto, SP Guilherme Silva/EPTV Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

Belo Horizonte terá dois postos extras de atendimento ao eleitor a partir deste sábado; saiba onde

Publicado em: 25/04/2026 05:00

Eleições 2026 TRE-MG O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) anunciou a abertura de dois novos postos de atendimento ao eleitor em Belo Horizonte. A ação vai até o dia 6 de maio, prazo para tirar o primeiro título, cadastrar a biometria, regularizar pendências, transferir ou atualizar dados do documento. Os novos postos começam a funcionar a partir deste sábado (25) e estão instalados no auditório do TRE-MG e no estacionamento do Minas Shopping. Com a ampliação, a capital mineira passa a contar com sete unidades, em uma ação para reforçar o atendimento na reta final do fechamento do cadastro eleitoral. Para ser atendido, é necessário apresentar: Documento de identidade com comprovação de nacionalidade brasileira; comprovante de endereço; comprovante de quitação do serviço militar, no caso de homens que completam 19 anos em 2026. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Com a mudança, Belo Horizonte passa a ter 135 guichês de atendimento (veja outros endereços abaixo). Segundo o TRE-MG, o objetivo é facilitar o acesso da população aos serviços eleitorais, especialmente para quem precisa regularizar pendências antes do prazo final. Eleitores de qualquer cidade de Minas Gerais podem ser atendidos nos postos do TRE na capital. Outros locais de atendimento Além das novas unidades, há atendimento ao eleitor em outros cinco endereços na capital: CAE Lourdes: Avenida do Contorno, 7038 - Lourdes CAE Barreiro: Rua Alcindo Vieira, 69 - Barreiro CAE Venda Nova: Rua Padre Pedro Pinto, 5020 - Venda Nova Câmara Municipal: Avenida Churchill, 505 - Santa Efigênia UAI Praça Sete: Avenida Amazonas, 478 - Centro Novos endereços: Auditório do TRE-MG: Av. Prudente de Morais, 100 - Cidade Jardim Estacionamento do Minas Shopping: Avenida Cristiano Machado, 4000 - União Horário de funcionamento Os novos postos vão funcionar todos os dias, das 9h às 17h, mesmo horário das centrais já existentes. A exceção é o posto da Câmara Municipal de Belo Horizonte, que atende de segunda a sexta-feira, das 12h30 às 17h30, e a unidade da Unidade de Atendimento Integrado (UAI) Praça Sete, que funciona em horário ampliado, das 7h às 19h. Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas:

Palavras-chave: câmara municipal

Estudantes de MG representam Brasil na maior competição de robótica do mundo

Publicado em: 25/04/2026 05:00

Robô 'Priscila' desenvolvida pelos estudantes. Vídeo: Reprodução/Rede sociais Um grupo de estudantes de Minas Gerais com idade entre 14 e 18 anos se prepara para representar o Brasil na FIRST Championship 2026, considerada uma das maiores competições de robótica do mundo. O torneio, que será realizado entre 29 de abril e 4 de maio, em Houston, nos Estados Unidos, reúne mais de 50 mil participantes de cerca de 100 países. Além do grupo mineiro, haverá um time do Paraná. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp A equipe mineira, chamada Amigos Droids, levará um robô batizado de “Priscila”. O equipamento, construído 100% em policarbonato e sem o uso de parafusos, é resultado de um processo contínuo de aprimoramento e já está em sua 18ª versão. Entre os integrantes da equipe de mineiros está Felipe Lipin Soares de Almeida, de 18 anos, morador de um distrito rural de Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A participação dele chama a atenção pela trajetória recente e pela forma como entrou no universo da robótica. Ele foi atraído por um projeto que busca aproximar estudantes do universo da tecnologia, participou de competição e logo foi convidado para entrar na equipe Amigo Droids. “Quando surgiu a oportunidade, resolvi tentar. Fui aprendendo, me envolvendo, e as coisas foram acontecendo. Hoje, já começo a pensar em um futuro diferente para mim”, afirma o estudante. Robô 'Priscila' e equipe Amigo Droids Instituto Tauá/ Divulgação Estudante nunca teve contato com a robótica Até pouco tempo, a rotina do jovem era dividida entre a escola e o trabalho em um sítio da região. A mudança começou após a participação na Robocopa, iniciativa para que jovens tenham contato com a robótica, realizada em Caeté com alunos de escolas públicas estaduais. Felipe integrou a equipe da Escola Estadual do distrito de Antônio dos Santos, que venceu a etapa municipal. Um dos diferenciais do grupo foi a criação de um robô inspirado em um trator, equipado com uma pá carregadeira, o que aumentou a eficiência nas provas e ajudou a garantir o título. O desempenho chamou a atenção de treinadores da equipe Amigos Droids, que é de Belo Horizonte. Eles convidaram o estudante a integrar o time, que já acumula títulos internacionais na área. Em 2026, Felipe passou a atuar como piloto do robô, função considerada estratégica nas competições. Com ele na equipe, o grupo conquistou o Campeonato Mineiro, em Belo Horizonte, e o Campeonato Brasileiro, em São Paulo, garantindo a vaga para o mundial. LEIA TAMBÉM Privatização da Copasa: governo de MG divulga exigências para investidores interessados Felipe Amaral Instituto Tauá/Reprodução Projeto abre portas para estudantes A Robocopa, que marcou o início da trajetória de Felipe, é uma iniciativa do Instituto Tauá, em parceria com o Instituto Amigos Droids. O projeto leva a robótica para escolas públicas e busca aproximar estudantes do universo da tecnologia. Segundo Otávio Pederçoli Rocha, presidente do Instituto Tauá, a proposta vai além da competição. “O que começou como uma iniciativa local hoje está levando um estudante de escola pública rural para um campeonato mundial. Isso mostra o potencial transformador da educação quando ela chega com oportunidade”, destaca. Além disso, Otávio ressalta que na competição internacional, o desempenho das equipes vai além da atuação dos robôs na arena. "As instituições levam a robótica a estudantes de escolas públicas, incluindo jovens de áreas rurais, como Felipe, e esse impacto também será apresentado durante o mundial. A organização da competição avalia, por exemplo, o alcance das ações das equipes em suas comunidades", completa o presidente. O projeto oferece aos estudantes uma jornada de aprendizado, com acesso a kits de robótica, aulas, mentorias e desenvolvimento de projetos ao longo de cerca de dois meses. Além do conteúdo técnico, os alunos têm aulas práticas e competições. Segundo Otávio, as atividades estimulam o raciocínio lógico, trabalho em equipe e resolução de problemas. Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas:

Palavras-chave: tecnologia

Fim do Wayback Machine? Como a preservação da memória da internet está sobre pressão

Publicado em: 25/04/2026 04:02

Wayback Machine Reprodução Há 30 anos, o portal archive.org guarda a memória da internet. Sua plataforma Wayback Machine contém mais de um bilhão de sites arquivados e funciona como uma ferramenta imprescindível, que permite a jornalistas, pesquisadores, historiadores e juristas acessar conteúdos originais de páginas que foram alteradas ou até mesmo excluídas. No entanto, esse projeto fundamental da entidade criada em São Francisco, nos EUA, enfrenta uma crise existencial. E a última ameaça vem justamente de quem mais precisa do arquivo — os veículos de imprensa. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Um número cada vez maior de empresas de comunicação vem negando o acesso do Internet Archive aos seus conteúdos. Segundo uma pesquisa da Nieman Foundation for Journalism, da Universidade de Harvard, pelo menos 241 portais de notícias de nove países já bloquearam o acesso da Wayback Machine. Entre eles estão o britânico The Guardian, o americano New York Times, o francês Le Monde e o USA Today, maior conglomerado jornalístico dos Estados Unidos. Veja os vídeos em alta do g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM 'Pegou foto sem autorização', diz evangélica de 16 anos vítima de influencer que usou IA para sexualizar sua imagem em igreja Usar o celular enquanto carrega é perigoso? Veja em quais situações é preciso ter cuidado Abrindo mão de uma importante ferramenta O próprio USA Today publicou recentemente uma reportagem mostrando como a polícia de imigração americana, o ICE, havia ocultado informações na web sobre sua política de detenção. Para a apuração, o jornal utilizou conteúdos da Wayback Machine do archive.org, contradizendo a própria política da empresa, que agora bloqueia o acesso da plataforma a seus artigos. O motivo pelo qual os veículos de comunicação estão barrando o acesso à ferramenta que eles mesmos utilizam é simples. Os jornais temem que empresas de inteligência artificial, como OpenAI ou Google, acessem os conteúdos jornalísticos arquivados na plataforma para treinar seus modelos de linguagem — sem autorização e sem pagamento. "O problema é que os conteúdos do New York Times no Internet Archive são utilizados pelas empresas de IA, que infringem direitos autorais para concorrer diretamente conosco", declarou o porta-voz do NYT, Graham James. Milhares de consultas por segundo com robôs De fato, dados mostram que, no site archive.org, inúmeros robôs são usados para buscar conteúdos jornalísticos e utilizá-los no treinamento de modelos de IA — obtendo, assim, exatamente as informações que lhes são negadas. O diretor do Wayback Machine, Mark Graham, afirmou à revista Wired que algumas empresas chegaram a acessar os arquivos com dezenas de milhares de solicitações por segundo, a ponto de sobrecarregar temporariamente os servidores. Era algo que o archive.org não esperava. A organização sem fins lucrativos se apresenta como uma entidade comprometida com a internet aberta. "Exatamente como uma biblioteca clássica, oferecemos acesso gratuito a pesquisadores, historiadores, cientistas e pessoas com deficiência visual e ao público em geral. Nosso objetivo é possibilitar a todas as pessoas o acesso universal a todo o conhecimento", diz o lema da associação. Isso também exclui a possibilidade de bloquear robôs e rastreadores — o que levou às sanções impostas por grandes editoras e empresas de mídia. A Electronic Frontier Foundation (EFF), organização de direitos humanos especializada em questões digitais, compara a atitude dos veículos de imprensa a uma situação em que "um jornal proibisse bibliotecas de manter cópias de seu periódico". A história da internet pode se perder para sempre Desde então, mais de 100 jornalistas assinaram uma petição em apoio ao Internet Archive. Em carta aberta, eles afirmam: "Em um cenário de mídia digital em que artigos desaparecem devido à perda de links, fusões de empresas ou cortes de custos, os jornalistas dependem frequentemente da Wayback Machine do Internet Archive para recuperar páginas que, de outra forma, estariam perdidas. Sem esse trabalho contínuo de preservação da Internet, grande parte da história jornalística recente já teria se perdido." Mark Graham, do New York Times, afirmou também à Wired que está em conversas com as empresas de jornalismo para reaver o acesso. O desfecho ainda é incerto. "Não há dúvida de que o bloqueio crescente de grande parte da internet pública prejudica a capacidade da sociedade de compreender o que está acontecendo em nosso mundo", confessou Graham. Fragmentar a internet é inevitável? Getty Images Arquivo como infraestrutura pública Repórter especializado em mídia e fundador do socialmedia watchblog.de, Martin Fehrensen vê no archive.org o único registro funcional da web aberta. Caso a plataforma não consiga mais cumprir essa função, isso teria consequências graves, diz ele à DW. "Milhões de trechos da Wikipedia perderiam a referência; pesquisas sobre a responsabilidade das plataformas – ou seja, quais termos de uso vigoravam em cada momento, quais regras de moderação foram reformuladas e de que maneira – se tornariam significativamente mais difíceis; e as evidências digitais com valor probatório judicial seriam perdidas", explica, acrescentando que, especialmente para os veículos jornalístico, seria totalmente absurdo bloquear o arquivo. Segundo Fehrensen, há duas maneiras de se resolver esse conflito. "Precisamos de um diálogo com os editores, com uma separação técnica clara entre o arquivamento e o treinamento de IA, pois esse é o verdadeiro conflito, não o arquivo em si", explica o jornalista. A médio prazo, na opinião dele, deve ser criado um status jurídico especial para os arquivos da web. E, a longo prazo, o arquivamento da internet deve ser tratado como infraestrutura pública, não como um projeto isolado de uma ONG em São Francisco, acrescenta. "O fato de que, em 2026, ele ainda dependa de uma única organização é a verdadeira falha estrutural", conclui. Um conflito dramático – entre vários Não é a primeira vez que o Internet Archive luta para continuar existindo. Em setembro de 2024, um ataque hacker ao site resultou no roubo de 31 milhões de contas de usuário. Foi um duro golpe, mas a organização conseguiu se recuperar. No mesmo ano, o Archive perdeu um processo de direitos autorais em um tribunal de apelação dos EUA: as editoras Hachette, Penguin Random House, HarperCollins e Wiley entraram com uma ação contra o programa gratuito de empréstimo de e-books que o Archive havia lançado durante a pandemia de Covid-19, e obtiveram sucesso. Mais de 500 mil livros tiveram que ser retirados da plataforma. Mas o archive.org ainda enfrenta pedidos de indenização na casa dos milhões. Em comparação com essas derrotas, a ameaça atual representada pelos bloqueios da mídia é estruturalmente mais grave, pois não pode ser sanada por uma decisão judicial ou uma atualização. Ela é o resultado de inúmeras decisões corporativas que, em conjunto, minam a essência do Wayback Machine: a documentação completa da internet pública.

Pacotes de Inteligência Artificial expõem dilema do Brasil na disputa entre EUA e China

Publicado em: 25/04/2026 03:00

Xi Jinping e Lula na China Ricardo Stuckert / Presidência da República Em 23 de julho de 2025, Donald Trump assinou ordem para exportar “pacotes completos” de inteligência artificial, colocando o Brasil entre destinos prioritários ao lado de Egito e Indonésia. A medida intensifica a disputa com a China por influência tecnológica global. No mesmo período, o Brasil firmou memorando com Pequim e negocia com Washington, enquanto amplia dependência de infraestrutura digital estrangeira. 📩 Assine a newsletter do Guia de Compras do g1 com testes e dicas de tecnologia O Brasil está nominalmente na lista de destinos prioritários. Ao lado do Egito e da Indonésia, o país figura entre os mercados emergentes onde a presença americana precisa ser consolidada, antes que a influência chinesa se torne irreversível. Para entender o que isso representa na prática, vale olhar o que aconteceu com o Japão. Em outubro de 2025, durante a visita de Trump a Tóquio, os dois países assinaram um “Technology Prosperity Deal”, um acordo de alinhamento em política de IA que vai muito além da compra e venda de hardware. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O documento inclui compromissos sobre padrões técnicos, frameworks de governança, fluxo de dados e cooperação em segurança digital. O Japão passou a integrar estruturalmente a órbita tecnológica americana, não apenas como parceiro comercial, mas como parceiro normativo. Washington quer replicar esse modelo em escala. A lógica americana é clara e, num certo sentido, legítima. A China exporta tecnologia de IA num modelo que analistas descrevem como “full-stack com condições embutidas”: hardware subsidiado, software com lógica de caixa preta e frameworks de governança que replicam o modelo regulatório de Pequim. Washington entendeu que competir chip a chip não é suficiente. É preciso exportar o ecossistema inteiro e, com ele, a arquitetura normativa que o acompanha. Para o Brasil, o problema é que os dois modelos chegam com política externa no rodapé do contrato. Em 2025, o governo Lula assinou um memorando de entendimento com a China para aprofundar a colaboração em inteligência artificial. No mesmo período, Brasília avançava nas conversas com Washington sobre o programa de exportação de IA e recebia anúncios de bilhões de dólares em data centers da Microsoft, Amazon e Oracle. Do ponto de vista diplomático, é um malabarismo admirável. Do ponto de vista tecnológico, é uma contradição estrutural que vai cobrar seu preço mais cedo do que se imagina. A questão central não é quem vende o chip. É quem treinou o modelo. Os grandes sistemas de linguagem e tomada de decisão que o setor público e privado brasileiro já usa, na análise de crédito, na triagem de políticas, na recomendação de conteúdo e na gestão de contratos foram desenvolvidos majoritariamente por empresas americanas, segundo padrões americanos, com dados que refletem realidades americanas. O viés não é necessariamente malicioso. Mas é estrutural. E tende a se aprofundar na medida em que o Brasil sustenta sua infraestrutura cognitiva sobre servidores sujeitos ao CLOUD Act americano, a lei que autoriza o governo federal dos EUA a requisitar dados armazenados por provedores americanos em qualquer jurisdição do mundo, independentemente de onde o servidor esteja fisicamente localizado. O próprio debate regulatório revela a ambiguidade. O Senado brasileiro tem acompanhado de perto o AI Act europeu como referência normativa para sua legislação nacional, e o projeto em discussão cria um sistema de governança de IA sob a responsabilidade da Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Na teoria, é soberania. Na prática, o discurso regulatório aponta para autonomia, mas a implementação é operada por corporações multinacionais americanas. O Brasil faz a lei, mas quem comanda a infraestrutura sobre a qual essa lei incide são outros. Isso não é uma acusação. É uma descrição de como o poder funciona no século 21. Brasil é maior mercado de dados da América Latina A boa notícia é que o Brasil tem cartas genuínas nessa mesa. É o maior mercado de dados da América Latina, tem uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, o que importa imensamente para data centers, e produziu o PIX, um dos sistemas de pagamentos digitais mais sofisticados em operação no planeta. Quando Washington e Pequim disputam o Brasil como parceiro de IA, não o fazem por generosidade. É porque o país tem o que ambos precisam: escala, energia e população conectada. A dependência, se vier, será escolhida, não imposta. A pergunta que o debate público brasileiro ainda não fez com a seriedade necessária é esta: ao aceitar o pacote completo de IA americano, com seus chips, seus modelos, seus padrões de governança e suas obrigações de compliance, o que o Brasil está abrindo mão em troca? Não em termos comerciais, mas em termos de autonomia sobre decisões que, daqui a dez anos, serão tomadas por sistemas que alguém, em algum lugar, já programou.