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Defesa Civil emite 'alerta severo' para chuva forte no Litoral Norte de SP; há risco de alagamentos e deslizamentos

Publicado em: 24/11/2025 07:31

Defesa Civil emite 'alerta severo' para chuva forte no Litoral Norte de SP; há risco de alagamentos e deslizamentos Guilherme Ferraz/TV Vanguarda A Defesa Civil estadual emitiu um alerta severo para risco de chuva forte em Caraguatatuba e Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo, na madrugada desta segunda-feira (24). Ainda não se sabe se outras cidades da região também foram notificadas. A mensagem "alerta severo" apareceu nos celulares de madrugada, junto com um som agudo e vibração. No texto, a Defesa Civil informou: "Chuva forte persistente com risco alto para alagamentos e deslizamentos nas próximas horas em Caraguatatuba e Ubatuba. Mantenha-se em local seguro". O alerta foi desenvolvido pelo governo federal para sinalizar riscos de desastres e orientar a população. Os alertas usam a tecnologia “cellbroadcast” e "saltam" na tela do celular, sobrepondo-se a qualquer conteúdo que esteja sendo exibido no momento - leia mais abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Cellbroadcast: saiba como ativar as notificações de alerta severo da Defesa Civil Todas as 46 cidades do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira, Litoral Norte de SP e região bragantina estão em situação de alerta para tempestades. Segundo a Defesa Civil e o Instituto Nacional de Meteorologia, há previsão de chuvas intensas, com ventos de até 100 km/h, queda de granizo, queda de árvores, alagamentos e enxurradas. Em caso de emergências, os moradores podem acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou a Defesa Civil pelo 199. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Tecnologia de alerta O novo sistema de alerta de desastres do governo federal começou a funcionar no fim de 2024. A partir da localização dos celulares, a Defesa Civil de cada estado envia a mensagem de acordo com o nível de risco para enchentes, deslizamentos e outros desastres relacionados à chuva. O recebimento do aviso não depende de um cadastro do usuário. Além de não precisar de cadastro, o alarme sonoro funciona até mesmo em celulares no modo silencioso e só sai da tela se o usuário mostrar que leu a mensagem, em uma tecnologia chamada “cellbroadcast”. Para receber o sinal, é preciso ter um celular comprado depois de 2020 – cujos modelos já são compatíveis com a tecnologia – e acesso às redes 4G ou 5G das operadoras. Defesa Civil emite 'alerta severo' para chuva forte no Litoral Norte de SP; há risco de alagamentos e deslizamentos Guilherme Ferraz/TV Vanguarda Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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Lançamento iminente? Redmi Buds 8 Pro recebe nova certificação

Publicado em: 24/11/2025 06:35 Fonte: Tudocelular

Uma nova certificação publicada sugere que a Xiaomi que se prepara para lançar os novos REDMI Buds 8 Pro. Com o número de modelo M2535E1, o dispositivo deve ser a próxima adição da marca chinesa para o seu portfólio de fones de ouvido. O lançamento na China pode acontecer em breve. Fim de burocracias e anúncio iminente O provável novo fone de ouvido da companhia passou pela aprovação de rádio do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação há alguns meses. A certificação, então, indica que o modelo passou pelos procedimentos de regulamentação mais importantes da China.Em outras palavras, o REDMI Buds 8 Pro está cada vez mais próximo de ser lançado pela marca. O desenvolvimento, então, já deve estar concluído e é provável que esse produto já tenha entrado em fase de produção em massa. Deve ser apenas uma questão de tempo até que o anúncio oficial aconteça por parte da empresa.Clique aqui para ler mais

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Programa cria mais de 53 mil vagas em cursos técnicos e superiores no Piauí; veja áreas

Publicado em: 24/11/2025 06:00

Cursos e treinamentos ajudam o empreendedor a fortalecer seu negócio O Programa Mais Formação, Mais Renda vai criar mais de 53 mil novas vagas anuais em cursos profissionalizantes de curta duração, técnicos, de graduação e pós-graduação no Piauí. O lançamento acontece nesta segunda-feira (24), às 11h, no Palácio de Karnak, em Teresina. CONCURSOS: Governo vai ofertar mais de 5 mil vagas na educação e saúde EMPREGO: Teresina, Floriano e Picos têm mais de 380 vagas; confira lista Segundo o Governo do Piauí, o programa atende a “demandas concretas do mercado de trabalho” e de setores que crescem no estado, como energias renováveis, tecnologia, agronegócio, logística, serviços e turismo. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp A iniciativa será realizada em parceria com instituições públicas de ensino superior, centros de pesquisa, órgãos de fomento, instituições de tecnologia, Sistema S e entidades parceiras da gestão estadual. Para o secretário estadual de Educação, Washington Bandeira, o programa reconhece que um currículo sólido faz diferença em um mercado cada vez mais competitivo. “Toda essa oferta é planejada a partir de um intenso diálogo com as empresas e o governo, identificando as milhares de vagas de emprego e oportunidades de negócio que estão surgindo no estado", afirma o gestor. "É mais uma oportunidade para que os piauienses avancem, se qualifiquem e conquistem novos espaços no mundo do trabalho”, conclui Washington. Programa cria mais de 53 mil vagas em cursos técnicos e superiores no Piauí Divulgação/Seduc VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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Estudantes que tiveram férias por causa da COP 30 voltam às aulas em 3 cidades da Grande Belém

Publicado em: 24/11/2025 05:03

Volta as aulas são antecipadas em Belém, Ananindeua e Marituba devido à COP30 Nesta segunda-feira (24), mais de 168 mil estudantes da rede estadual de ensino voltam às aulas em Belém, Ananindeua e Marituba, após o calendário de férias de julho ter sido ajustado por causa da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30). 🗓️ Também retornam, nesta segunda-feira, as aulas em escolas municipais e particulares nestas três cidades da região metropolitana de Belém, depois das férias entre 5 e 21 de novembro, estabelecido em decreto estadual. Nos demais 141 municípios paraenses, as aulas já tinham retornado em 31 de julho. 📍 Nestas três cidades, também haverá aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio em datas diferentes: No dia 30 de novembro, as provas de linguagens, códigos e tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias, além da redação. No dia 7 de dezembro, com questões de ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. No Pará são mais de 289 mil inscrições confirmadas no Enem, incluindo 34 mil participantes autodeclarados pretos e 2 mil de indígenas. Mais de 63 mil inscritos do estado são concluintes do ensino médio público. Os dados são do Painel do Enem, disponibilizado no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do certame. Medida para a COP 30 Na realização da COP 30, as férias escolas foi uma medida para melhorar a mobilidade durante a conferência e também uma medida de segurança com crianças e adolescentes. A concessão das férias escolares teve dois períodos: o primeiro, de 30 de junho a 13 de julho, e o segundo entre os dias 5 e 21 de novembro. Os demais 141 municípios paraenses, que não foram afetados pela realização da COP 30 em Belém, seguiram um calendário diferente, com férias entre os dias 1º e 30 de julho. Nos dois casos, o Governo do Pará estabelece um ano escolar com início em 27 de janeiro e encerramento em 23 de dezembro, garantindo 200 dias letivos para todos os estudantes do Estado, sem nenhum prejuízo ao conteúdo educacional. A previsão é que, em 2026, o calendário escolar do Estado voltará a ser unificado. Volta às aulas da sférias de julho em Belém foi antecipada por causa da COP Amanda Pinheiro/TV Liberal LEIA TAMBÉM: Obras da COP 30: Conheça as escolas que devem servir de hospedagem em Belém 📲 Acesse o canal do g1 Pará no WhatsApp VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Leia as principais notícias do estado no g1 Pará

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Oppo Reno 13F é bom? Veja comparação com 4 celulares intermediários

Publicado em: 24/11/2025 05:00

Celulares intermediários: g1 testa 5 modelos com bom desempenho e custo-benefício O Oppo Reno 13F faz parte da categoria de celulares intermediários lançados neste ano. Esses aparelhos lembram muito seus "primos" mais caros, com muitas funcionalidades integradas e a promessa de um preço menor (mas nem todos). 📲 Eles rodam apps com inteligência artificial – já vêm com o Gemini, do Google, pré-instalado, tiram boas fotos e, no geral, têm uma boa desempenho com grande duração da bateria. O Guia de Compras testou 5 modelos com sistema Android. São eles: Jovi V50 Lite (R$ 2.500) Moto G86 (R$ 2.000) Oppo Reno 13F (R$ 2.500) Samsung Galaxy A56 (R$ 2.200) Xiaomi Redmi Note 14 Pro (R$ 4.600) Os valores foram consultados nas lojas da internet no meio de novembro. Foram avaliados o design, o desempenho em tarefas cotidianas e em jogos, a duração da bateria e as câmeras dos celulares. Veja os resultados a seguir e, ao final, a conclusão. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Jovi V50 Lite Moto G86 Oppo Reno 13F Samsung Galaxy A56 Xiaomi Redmi Note 14 Pro Design Vistos de frente, os celulares intermediários testados são bastante parecidos. Todos têm telas na faixa das 6,7 polegadas, com taxa de atualização de até 120Hz. A taxa de atualização significa quantas vezes a tela “pisca” para trocar uma imagem e, quanto maior, mais rápido aparece a informação para quem está usando o aparelho. Isso é um diferencial na hora de ver vídeos e jogar. Celulares intermediários vistos de frente: Jovi, Motorola, Oppo, Samsung e Xiaomi Henrique Martin/g1 O Jovi V50 Lite, como o nome diz, é uma versão mais básica do Jovi V50 (veja o teste), com acabamento em plástico e câmeras ressaltadas na traseira. O flash acende como um “ring light” para iluminar as fotos, como no outro modelo da marca. O aparelho vem nas cores ouro ou preto. Conta com proteção IP65 contra água e poeira (saiba quais são as diferenças entre os tipos de proteção). O Moto G86 segue uma proposta mais ousada, com uma espécie de couro falso na traseira e câmeras menos evidentes. As bordas metálicas acompanham a cor do celular, disponível em grafite ou vermelho. A proteção é IP68 e IP69 (água, poeira e jatos de alta pressão). O Oppo Reno 13F lembra muito o modelo mais avançado da marca, o Reno 13 (leia o teste). A versão em preto é bastante tradicional, mas a na cor lavanda chama a atenção por ter um padrão no plástico, como se fosse uma flor rabiscada ou uma explosão. Celulares intermediários vistos por trás: Jovi, Motorola, Oppo, Samsung e Xiaomi Henrique Martin/g1 Como no Moto G86, a proteção é do tipo IP68 e IP69, com o diferencial de que a Oppo permite tirar fotos embaixo d’água, com algumas restrições (somente água doce, nada de mar ou piscina, a 2 metros de profundidade até 30 minutos). A função subaquática da câmera funciona e utiliza vibrações para expelir a água quando a sessão de fotos acaba. Com traseira em vidro e bordas em alumínio, o Samsung Galaxy A56 até parece o topo de linha Galaxy S25. Ele segue o mesmo padrão do irmão mais caro, com as câmeras alinhadas na traseira. É o celular com mais opções de cores do teste, disponível em rosa, verde, preto e cinza. A proteção é do tipo IP67. O Redmi Note 14 Pro, da Xiaomi, tem as bordas curvas, com a tela acompanhando a lateral do aparelho, que tem estrutura em alumínio. É um diferencial aos demais, que seguem o padrão mais “chapado” dos smartphones. Seu display é um pouquinho menor (6,67”) na comparação com os outros celulares do teste. Tem proteção do tipo IP68. As cores disponíveis são preto, roxo e verde. Desempenho e bateria As configurações dos cinco intermediários estão dentro do esperado para a categoria, com: Processadores da Samsung (Galaxy A56), Qualcomm (Reno 13F) e MediaTek (Jovi, Motorola e Xiaomi), fabricados no processo de 4 nanômetros, com exceção do Jovi V50 Lite, feito em 6 nm. Para comparação, os topo de linha estão em 3 nanômetros; quanto menor o número, mais "poderoso" é o chip do celular. 8 ou 12 GB de RAM. Armazenamento generoso, com 256 GB em todos os modelos. Tanto o Motorola quanto o Xiaomi vêm com uma entrada para cartões de memória padrão microSD, algo raro de encontrar nos celulares em 2025. Nos testes de desempenho (veja ao final como são feitos), os melhores resultados vieram do Moto G86, seguido por Galaxy A56 e Redmi Note 14 Pro (quase empatados) e Oppo Reno 13F. Na avaliação de performance gráfica, que indica como o smartphone lida com gráficos como vídeos e games, o Galaxy A56 ficou na frente, seguido por Redmi Note 14 Pro, Moto G86 e Reno 13F. O da Jovi ficou na última posição nos dois testes. A duração da bateria variou bastante entre os celulares do teste por conta das distintas capacidades de cada um deles. O Jovi V50 Lite teve a maior duração (17h48) por conta da maior capacidade de bateria (6.500 mAh). O aparelho foi seguido pelo Oppo Reno 13F (12h40 com 5.800 mAh de capacidade) e Galaxy A56 (12h30 com 5.000 mAh). O Redmi Note 14 Pro atingiu 11h27, com bateria de 5.100 mAh. O último lugar do teste ficou com o Moto G86, com 9h32 e 5.200 mAh. Vale ressaltar que a duração da bateria varia conforme o uso individual e não significa que será igual para todos. No dia a dia, caso a bateria acabe antes do previsto, os smartphones avaliados vieram com carregadores rápidos. O da Motorola é o mais “lento”, com 33W de potência. Oppo, Samsung e Xiaomi têm carregadores de 45W. O da Jovi é de 90W e promete carregar a bateria de 0 a 100% em 52 minutos. Para comparação, o carregador padrão dos iPhones é de 20W. Câmeras Tirar fotos com celular intermediário em 2025 significa ter ótimas imagens. Agradeça ao trabalho quase mágico que ocorre graças à interação entre os sensores da câmera, o processador do celular e um pouco de inteligência artificial. Jovi V50 Lite, Moto G86, Oppo Reno 13F e Galaxy A56 têm um sensor principal de 50 megapixels. O Redmi Note 14 Pro, de 200 MP. Os resultados são excelentes para todos – com pouquíssimas mudanças entre eles. Dá para notar mais mudanças no tom do céu, nas fotos a seguir. Ou nas cores da orquídea: Mas não muito nas cores dos gatos. Além disso, todos têm uma grande angular de 8 MP – o Samsung tem 12 MP. Veja abaixo: e Os aparelhos da Oppo, Samsung e Xiaomi contam ainda com uma lente macro de 2 MP (5 MP no Samsung), para tirar fotos de detalhes. Todos permitem dar um zoom, também com bons resultados. Nas fotos feitas à noite, as diferenças aparecem bastante no equilíbrio de áreas escuras e claras. Os celulares da Jovi e da Samsung foram melhores nessa tarefa que os demais. A Motorola informou que o G86 terá uas atualizações de sistema. As selfies também são de alta resolução: 32 megapixels no Jovi, Motorola e Oppo, 20 MP no Xiaomi e 12 MP no Samsung. Conclusão Todos os celulares testados têm um bom desempenho no geral e tiram ótimas fotos. A duração da bateria variou bastante na avaliação, mas não são aparelhos que vão deixar seus donos sem energia no meio do dia. Na comparação pela melhor relação custo/benefício, o Moto G86 e o Samsung Galaxy A56, ambos na faixa de preço de R$ 2.200, são a melhor escolha. Além do valor, ambos têm boas câmeras e um ótimo desempenho. Na duração de bateria, o Jovi V50 Lite liderou com folga, com quase 18h de uso, seguido por Oppo, Samsung (ambos na faixa das 12h30) e Xiaomi (11h30). O Moto G86 teve a menor duração nos testes, com 9h32. Mas o da Jovi foi mais lento que os demais no desempenho. O tempo que a fabricante promete atualizar o sistema Android dos celulares é um ponto a levar em consideração na hora da compra. Com mais tempo de atualizações, mais durável pode ser o aparelho. O sistema, desenvolvido pelo Google, está hoje na versão 15, apesar de a versão 16 já estar disponível nos modelos mais caros, como os dobráveis. A Jovi informa que o V50 Lite contará com duas atualizações de Android e três anos de atualizações de segurança. A Motorola informou que o G86 terá duas atualizações de sistema e quatro anos de updates de segurança. No Oppo Reno 13F, serão seis anos de atualizações de segurança e cinco upgrades de Android. A Samsung diz que o Galaxy A56 tem seis anos de atualizações de segurança e que o produto terá suporte para até seis gerações de upgrade do Android. Para o Redmi Note 14 Pro, serão 3 atualizações de Android e quatro anos de updates de segurança. Como foram feitos os testes Os aparelhos foram emprestados pelas fabricantes e serão devolvidos. Para os testes de desempenho, foram utilizados três aplicativos: PC Mark e 3D Mark, da UL Laboratories, e o GeekBench 6, da Primate Labs. Eles simulam tarefas cotidianas dos smartphones, como processamento de imagens, edição de textos, duração de bateria e navegação na web, entre outros. Esses testes rodam em várias plataformas – como Android, iOS, Windows e MacOS – e permitem comparar o desempenho entre elas, criando um padrão para essa comparação. Para os testes de bateria, as telas dos smartphones foram calibradas para 70% de brilho, para poder rodar o PC Mark. Isso nem sempre é possível, já que nem todos os aparelhos permitem esse ajuste fino. Os testes foram feitos com as telas com taxa de atualização padrão (60 Hz). A bateria foi carregada a 100% e o teste rodou por horas até chegar ao final da carga. Ao atingir 20% ou menos de carga, o teste é interrompido e mostra o quanto aquele smartphone pode ter de duração de bateria, em horas/minutos. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. Quem são os novos fabricantes chineses que vendem celulares no Brasil? Celulares dobráveis em 2025: mais opções, mas bem mais caros

DF deve pagar tornozeleira violada por Bolsonaro; em 2021, Ibaneis vetou cobrança de presos

Publicado em: 24/11/2025 04:01

Veja como ficou tornozeleira de Bolsonaro; ex-presidente admite que usou ferro de solda O Governo do Distrito Federal deve arcar com a substituição da tornozeleira eletrônica violada por Jair Bolsonaro (PL). O ex-presidente foi preso preventivamente após admitir que usou um ferro quente para tentar romper o equipamento (veja o vídeo acima). Pelo contrato vigente entre a Secretaria de Administração Penitenciária do DF (Seape) e a empresa UE Brasil Tecnologia Ltda, cada tornozeleira custa R$ 245,84 aos cofres públicos. Em caso de dano, a multa é de três vezes o valor do dispositivo — R$ 737,52, inicialmente paga pelo GDF, que depois pode cobrar do monitorado. Em 2021, a Câmara Legislativa do DF aprovou um projeto que previa a cobrança pelo uso da tornozeleira e ressarcimento em caso de dano ou avaria para quem tivesse condições financeiras. A proposta, do deputado Cláudio Abrantes (PDT), passou em dois turnos, mas foi vetada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) e arquivada em 2024 sob a justificativa de que a medida invadia competência da União. Na legislação nacional, o ressarcimento ao erário (patrimônio público) é um princípio previsto na Constituição e na Lei de Improbidade Administrativa. Ele obriga quem causa dano ao patrimônio público a devolver integralmente o valor do prejuízo. No caso da tornozeleira, isso significa que Bolsonaro poderá ser responsabilizado pelo custo da reposição, já que a lei permite a cobrança. Ibaneis e a vice-governadora, Celina Leão (MDB), mantém uma relação de amizade com a família Bolsonaro. O g1 questionou à Seape se o valor pago pela pasta será cobrado do preso de Bolsonaro, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem. Como funciona o contrato A Seape mantém contrato com a empresa para fornecimento e monitoramento de até 4 mil tornozeleiras e dispositivos de proteção à vítima. O serviço inclui equipamento, software, monitoramento 24 horas, manutenção e reposição. Cada dispositivo custa R$ 245,84 por mês, e o contrato soma R$ 32 milhões. Esse valor cobre não apenas o aparelho físico, mas todo o serviço de monitoramento. De acordo com as regras, a empresa substitui imediatamente qualquer tornozeleira danificada para garantir a continuidade do monitoramento. Quando há destruição dolosa, como teria ocorrido no caso Bolsonaro, o governo paga à empresa e depois pode cobrar do usuário. Bolsonaro tentou romper dispositivo Tornozeleira de Bolsonaro com avarias Reprodução / PF Um relatório da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal divulgado neste sábado (22) aponta que a tornozeleira de Jair Bolsonaro“possuía sinais claros e importantes de avaria". Segundo o documento, havia, no equipamento, "marcas de queimadura em toda sua circunferência, no local do encaixe/fechamento do case”. O alarme da tornozeleira disparou à 0h07. Imediatamente, a equipe que faz a segurança de Bolsonaro foi acionada pela Secretaria de Administração Penitenciária do governo do Distrito Federal, responsável pelo aparelho. A escolta, então, confirmou a violação e fez a troca à 1h09. Segundo o despacho, a informação inicial recebida pelo governo era de que "o monitorado [Bolsonaro] havia batido o dispositivo [tornozeleira] na escada". LEIA TAMBÉM: VÍDEO: sala de Estado Maior da PF onde Bolsonaro ficará detido tem cama, TV, banheiro e frigobar CELINA LEÃO: Vice do DF publica foto com Bolsonaro e versículo; e recebe Michelle no aeroporto Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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Cidades resilientes: aumento de eventos climáticos extremos no PR exige novo modelo de construções, alertam especialistas

Publicado em: 24/11/2025 03:00

Aumento de eventos climáticos extremos exigem novo modelo de construções A destruição em cidades no Paraná por tornados ao longo dos anos, como aconteceu em Rio Bonito do Iguaçu em 7 de novembro, se soma à discussão mundial sobre a capacidade de resistência estrutural de casas e comércios a eventos climáticos extremos – e a recorrência e intensidade dos eventos reforça a questão. Antes de Rio Bonito do Iguaçu, Marechal Cândido Rondon, no oeste do estado, teve diversas casas destruídas, em 2015, também durante a passagem de um tornado. Veja números abaixo. Para especialistas, o Paraná vive um momento em que precisa se discutir como o estado pode ajudar a população a se preparar para enfrentar adversidades como essas e, ao mesmo tempo, proporcionar a construção das chamadas cidades resilientes. O conceito, de caráter interdisciplinar, dá condições dos municípios se prepararem para enfrentar tornados, enchentes e outros eventos climáticos extremos com o menor dano possível e maior capacidade de recuperação. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp A pesquisadora Karin Linete Hornes, especialista em tornados e professora na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), explica que os desastres climáticos no Paraná têm sido cada vez mais frequentes. O estado é considerado, inclusive, o segundo maior corredor de tornados do mundo. “Nós sofremos constantemente desastres relacionados a eventos climatológicos e meteorológicos. O Paraná teve mais de 12 mil ocorrências e aproximadamente 15 milhões de pessoas afetadas nas últimas quatro décadas. Todos os municípios tiveram algum prejuízo ligado a esse tipo de evento [...] Os órgãos de emergências, hospitais e prefeitura precisam ser extremamente bem construídos, porque esses locais servem de abrigo e vão auxiliar a população", afirma a pesquisadora Karin Linete Hornes. Segundo ela, os vendavais são os fenômenos que mais provocam danos no estado. "São 3.867 registros de ocorrências no mesmo período, segundo a Defesa Civil. E há subnotificação, porque muitos lugares sofrem prejuízos, mas não acionam o órgão", diz. Para Hornes, o Paraná ainda não trabalha de forma consistente com educação climática e prevenção. “Nós precisamos atuar na educação ambiental e na educação climática, explicando quais fenômenos mais acontecem no Paraná e como eles nos afetam, assim, conseguimos construir cidades que resistam aos fenômenos que ocorrem aqui”, afirma. Fotos: como está sendo a reconstrução de Rio Bonito do Iguaçu Veja se você tem direito: Paranaenses de 29 cidades podem sacar 'FGTS Calamidade' Preparo, impacto e capacidade de recuperação Rio Bonito do Iguaçu (PR), após o tornado de 7 de novembro Henrique Cabral Segundo o pesquisador Eduardo Gomes Pinheiro, doutor em Gestão Urbana pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o conceito de cidades resilientes prevê uma relação direta entre preparo, impacto do evento climático e capacidade de recuperação. Segundo ele, as cidades resilientes, que se antecipam ao problema, sofrem menos danos e retomam as atividades mais rapidamente. “A resiliência atravessa todas as etapas do ciclo de desastres, a prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação, e deve orientar o planejamento urbano como um todo”, diz ele. Pinheiro destaca que muitos municípios ainda não consideram que podem enfrentar desastres recorrentes, o que é um erro, segundo ele, especialmente em estados como o Paraná, onde enchentes, granizo e estiagens se repetem todos os anos. Para ele, cada obra e ação pública deveria partir da pergunta: isso aumenta ou reduz a vulnerabilidade do município aos eventos climáticos que fazem parte da nossa realidade? Como esse tipo de raciocínio costuma ficar fora das práticas administrativas, cidades seguem sendo construídas sem infraestrutura adequada, o que intensifica perdas humanas, destruição de patrimônio, impactos na economia local e até interrupções no calendário escolar Reconstrução emergencial com casas pré-fabricadas Segundo a Defesa Civil, 90% de Rio Bonito do Iguaçu ficou destruída e mais de mil pessoas ficaram desabrigadas. Sete pessoas morreram e cerca de 830 ficaram feridas. O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) realizou cerca de 2,2 mil laudos de inspeção técnica depois da passagem do tornado e observou preliminarmente que 40% dos imóveis da cidade foram totalmente destruídos. Outros 60% podem ser recuperados, com danos que variam de reparos simples a intervenções estruturais complexas. No processo de reconstrução, o secretário de Estado das Cidades, Guto Silva, explica que o governo realiza atua em duas frentes. Na primeira, 140 engenheiros voluntários produziram laudos sobre cada residência afetada. De acordo com ele, os documentos vão orientar a distribuição de recursos. Paralelamente, o governo estadual autorizou a construção de 320 unidades habitacionais com casas pré-fabricadas. As obras começaram em 17 de novembro e priorizam casas de modelo construtivo mais rápido, que levam cerca de dois meses para estarem prontas. Dessas moradias, 200 serão erguidas nos próprios terrenos devastados e 120 em um novo bairro, que está sendo estruturado. No dia 20 de novembro, o estado divulgou que as casas são pré-fabricadas em woodframe, uma estrutura de madeira leve, e possuem sala, cozinha, dois quartos, banheiro e área de serviço, com tamanhos que variam entre 46 m², 51 m² e 53 m². Segundo o governo, a previsão é de que a primeira casa seja concluída em até 10 dias. O coronel Ivan Ricardo Fernandes, coordenador executivo da Defesa Civil, explica que a instalação das casas pré-fabricadas exigem preparações técnicas, como a fundação dos terrenos, antes delas serem efetivamente levantadas. Projeto mostra divisão das casas pré-fabricadas de Rio Bonito do Iguaçu Eduardo Andrade/RPC O secretário Guto Silva afirma que a Secretaria das Cidades firmou protocolos com a Organização das Nações Unidas (ONU Migração) para desenvolver projetos de municípios, segundo ele, mais resilientes. “Vamos analisar todos os episódios com calma, identificar as causas e construir soluções de longo prazo. É um trabalho detalhado para reduzir impactos ambientais e fortalecer a segurança das cidades”, afirma. Rio Bonito do Iguaçu (PR) após o tornado de 7 de novembro Henrique Cabral Tornados têm sido mais destrutivos no Paraná ao longo dos anos Segundo estudos da pesquisadora Maria Cristina Pietrovski, de 2018 a 2023, a região Sul registrou 92 tornados - a maior ocorrência em comparação com as outras regiões do país. No período, 17 deles foram no Paraná. Anos antes do período analisado, outros eventos similares também causaram grandes problemas no estado, entre eles, o tornado de maio de 1992, que atingiu Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, classificado como F3. À época, seis pessoas morreram. Outro tornado aconteceu no mesmo mês e ano em Borrazópolis, no norte do estado, deixando 12 mortos. Em Nova Laranjeiras, um evento registrado em 1997 provocou quatro mortes e 72 feridos. Paraná é o terceiro estado do país com a maior ocorrência de tornados RPC Um dos episódios mais recentes foi em Marechal Cândido Rondon, no oeste, em novembro de 2015. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), os ventos ultrapassaram 115 quilômetros por hora. A prefeitura informou que 1,5 mil casas foram danificadas, 200 empresas tiveram prejuízos e cerca de 14 mil residências ficaram sem energia. A pesquisadora Karin Hornes estava em Marechal Cândido Rondon no dia do tornado e diz que a lembrança nunca se apaga. Ela conta que o desespero foi maior porque um de seus filhos estava na escola e ela não conseguia contato devido à falta de energia e telefone. “Quem passou por isso nunca mais esquece. A destruição é muito rápida e intensa. Eu nunca mais esqueci o som, a velocidade, a força. Quando saí de casa, vi um portão levantado e uma árvore arrancada pela raiz na Avenida Rio Grande do Sul. Eu realmente chorei. Não conseguia passar e não sabia como estava o meu filho.” Para o climatologista Francisco Mendonça, a repetição e a força dos tornados no Paraná têm relação direta com o aquecimento global. “Os tornados estão mais repetitivos e mais intensos do que no passado. Um ou outro antigo pode ter tido magnitude semelhante, mas não havia essa frequência.” Ele afirma que é necessário repensar a estrutura urbana, com áreas de proteção e mata ao redor das cidades para amortecer os ventos. Sem isso, diz ele, comunidades podem ser destruídas novamente por futuros eventos severos. Orientações para proteção Hornes orienta que moradores acompanhem alertas de institutos como Simepar, Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e também observem o céu, nuvens e mapas de radar. Ela recomenda que as casas tenham pelo menos um cômodo seguro, mais resistente que os demais, como um porão ou um espaço com vigas, laje e colunas reforçadas. "Entre embaixo de uma mesa, de uma cama. Isso ajuda a evitar ferimentos por estilhaços", recomenda. Para quem estiver dirigindo, a orientação é se afastar do fenômeno e estacionar longe de postes e árvores. "Estacione em local seguro, coloque o cinto e fique em posição fetal. Se não houver abrigo, use cobertores ou colchões para proteção extra", diz. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

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Apple destaca resfriamento e desempenho do iPhone 17 Pro em novo comercial

Publicado em: 24/11/2025 02:38 Fonte: Tudocelular

A Apple publicou um novo comercial do iPhone 17 Pro em seu canal oficial no YouTube, destacando a câmara de vapor do flagship e o desempenho do chipset A19 Pro — solução adotada para reduzir o superaquecimento e garantir performance sustentada. Antes do lançamento, rumores já indicavam que os modelos avançados da linha iPhone 17 receberiam a tecnologia de câmara de vapor para maximizar a eficiência térmica. Agora, a Apple confirma o recurso em uma campanha intitulada “Desempenho Máximo”, com duração de um minuto.O vídeo começa com um homem correndo por uma paisagem desértica quando nuvens de tempestade se formam sobre ele. Uma gota d’água cai do céu, evapora ao tocar sua testa e o concede um desempenho sobre-humano, permitindo que ele execute múltiplas tarefas ao mesmo tempo.O Apple iPhone 17 Pro Max está disponível na Mercadolivre por R$ 10.249. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Apple iPhone 17 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 9.321. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. (atualizado em 24 de November de 2025, às 06:50)Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Motorola lança Moto G57 Power com bateria generosa em mais um país

Publicado em: 24/11/2025 02:20 Fonte: Tudocelular

Após ser anunciado na Europa no início do mês, o Moto G57 Power foi lançado oficialmente na Índia. O smartphone intermediário mantém as mesmas especificações da versão europeia, incluindo o Snapdragon 6s Gen 4, 8 GB de RAM e até 16 GB de RAM virtual. Um dos principais destaques do aparelho é sua bateria de 7.000 mAh, que conta com carregamento TurboPower de 30W. A Motorola utiliza células de silício-carbono, tecnologia comum em modelos chineses e já presente em outros dispositivos da marca.Na parte frontal, o Moto G57 Power traz uma tela LCD Full HD+, taxa de atualização de 120 Hz, brilho de 1.050 nits e proteção Corning Gorilla Glass 7i. O conjunto de câmeras inclui um sensor principal Sony LYT-600 de 50 MP, ultrawide de 8 MP e câmera frontal também de 8 MP.O Motorola Moto G57 Power ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Google prepara recurso nativo que deve aumentar integração do Android 17 com PCs

Publicado em: 24/11/2025 02:09 Fonte: Tudocelular

O Google tem se preparado para preencher uma das "lacunas históricas" do Android ao adicionar um recurso nativo que facilita o "copia e cola" entre celulares e PCs com Windows. A novidade está presente no código do último beta do Android 17 e o recurso deve se chamar "Universal Clipboard", sendo que a inspiração é claramente o "Handoff" da Apple. Assim, você poderá copiar um texto no seu smartphone e colar diretamente no PC Windows ou tablet Android sem precisar de aplicativos de terceiros.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Laboratório Cristália investe R$ 350 milhões na fábrica de Montes Claros

Publicado em: 24/11/2025 00:03

Foi inaugurada a planta farmacêutica do laboratório Cristália em Montes Claros. A cerimônia contou com a presença do prefeito Guilherme Guimarães, do vice-prefeito Otávio Rocha, de secretários municipais, do cofundador e presidente do Conselho do laboratório, Ogari Pacheco, além de importantes entes políticos e empresariais. Durante a cerimônia, o presidente da Cristália destacou o investimento de cerca de R$ 350 milhões na construção da planta de biotecnologia em Montes Claros. Ele ressaltou ainda a expansão que será responsável pela produção da toxina botulínica (botox), usado para tratamentos estético e terapêutico. Atualmente, o laboratório opera na cidade com quatro linhas em funcionamento. Com a expansão, a capacidade de produção vai passar para sete linhas, podendo ampliar dos atuais 300 para 500 empregos diretos. O laboratório obteve da Anvisa o Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF) que habilitou a produção de medicamentos sólidos orais como analgésicos, narcoanalgésicos, antipsicóticos e psicotrópicos. Durante o evento, o prefeito de Montes Claros destacou o protagonismo do município no segmento farmacêutico. “Montes Claros caminha para ser o maior polo farmacêutico e logístico do país. Aqui a gente tem uma atuação conjunta entre a classe produtiva e o poder público, além de uma classe universitária forte, com mão de obra qualificada. Eu fico muito honrado de ser prefeito de Montes Claros neste momento, presenciando as várias indústrias que estão se instalando e expandindo no município”, destacou o prefeito. O presidente da Cristália, Ogari Pacheco, falou sobre a expansão da produção na unidade. “Temos orgulho de ser um laboratório nacional. Além do funcionamento atual, vamos expandir e colocar a região na vanguarda da produção de medicamentos”, afirmou. INVESTIMENTOS CONFIRMAM MONTES CLAROS COMO POLO FARMACÊUTICO NACIONAL Solon Queiroz/SECOM-PMMC

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Preta Gil: Amigos e família transformam cinzas de cantora em diamantes

Publicado em: 23/11/2025 23:17

Cinzas transformadas em diamantes: o desejo realizado de Preta Gil Preta Gil, que morreu julho após complicações de um câncer no intestino, havia revelado a seus amigos o desejo de transformar suas cinzas em diamantes. E sua vontade foi atendida, conforme mostrou uma reportagem do Fantástico. A cantora tinha esse interesse desde que soube da possibilidade de produzir pedras preciosas em laboratório. Ao ver a chance de se tornar um diamante, Preta achou a ideia "magnífica". Parte das cinzas da cantora foi enviada a um laboratório em São Paulo com a missão de produzir diamantes para seus amigos. O processo utiliza o carbono presente nas cinzas, que é então trabalhado com nanotecnologia para se transformar em diamante. Um diamante é composto por um único elemento químico: o carbono. No laboratório, o carbono extraído é transformado em grafite e, em seguida, enviado à Índia, onde o processo de produção é finalizado. Com as cinzas recebidas, foram criados 12 diamantes para os amigos. Outra parte das cinzas foi destinada a um laboratório em Curitiba, responsável por criar um diamante para a família Gil. Neste caso, a produção da pedra foi realizada integralmente no Brasil, do começo ao fim. A transformação laboratorial simula o que ocorre na natureza, mas com uma velocidade de tempo infinitamente maior. O produto final é um diamante "genuíno", com as mesmas propriedades químicas e físicas de uma pedra extraída da natureza. Para isolar o carbono da amostra, são utilizados diversos processos de queima. O objetivo é extrair outros materiais, como enxofre, potássio e outros compostos orgânicos, deixando apenas o carbono puro. O químico Dennys Alves mostrou que este carbono, inicialmente em pó, é submetido a alta pressão e temperatura para ser transformado em grafite. Esse grafite é então condensado em uma pastilha, que facilita o trabalho. A pastilha de grafite é colocada dentro de uma cápsula, que possui componentes para aplicar pressão e parte elétrica. A temperatura é elevada a 2000 ou até 3000 graus. O material segue para uma prensa que simula as condições da crosta terrestre. Nessa prensa, a pastilha é submetida a uma pressão altíssima. A pressão é comparada a "todo o peso do Monte Everest na cabeça de uma agulha". Sob tanta pressão, os átomos de carbono se reorganizam. O que levaria milhões de anos na natureza, acontece em aproximadamente 60 horas nesse processo, resultando no diamante bruto. Após a produção, o diamante bruto é lapidado e polido até atingir seu brilho e formato final. Os custos para fabricar um diamante de laboratório variam conforme o tamanho, partindo de R$ 3.800 nesta empresa. O diamante de 0,3 quilate da família Gil está pronto para ser entregue. Os diamantes destinados aos amigos de Preta também estão sendo enviados a eles. Anos atrás, Duh Marinho, Gominho, duas amigas e Preta tatuaram um diamante no dedo, um símbolo de amizade que, agora, se torna "muito mais". O diamante recebe um número de certificação marcado a laser, visível com uma lupa de 40 vezes, e inclui o nome da pessoa homenageada. Quando um feixe de luz encontra o diamante, ele se multiplica, o que serve como uma lembrança de que a luz da pessoa "continua se multiplicando infinitamente". "É igual diamante. Não quebra. A Preta é isso... Ninguém destrói, ninguém quebra. E ela era essa pessoa", concluiu Gominho. A reportagem também destacou o caso de Mário e Sônia. O casal, que se conheceu aos 15 anos, teve as cinzas misturadas pelas filhas para a produção de uma única pedra. Mário morreu em 2021 devido à Covid, e Sônia em dezembro de 2023, por complicações de um tratamento contra o câncer. A pedra simboliza a relação "inquebrável" dos dois. Uma de suas filhas, a psicólogaTaisa Berlingieri relatou a emoção de ver a transformação das cinzas e memórias em algo "tão valioso e bonito assim". Outra parte das cinzas do casal se transformou em flor, sendo jogada na árvore mais bonita do quintal, onde o vento e o sol trazem paz. Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1, Globoplay, Deezer, Spotify, Google Podcasts, Apple Podcasts e Amazon Music trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida. BICHOS NA ESCUTA O podcast 'Bichos Na Escuta' está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito.

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Dados inéditos revelam avanço da violência contra a mulher no Brasil, mostra pesquisa nacional

Publicado em: 23/11/2025 22:15

180, central de atendimento à mulher, completa 20 anos O Brasil enfrenta uma realidade assustadora de violência contra a mulher, conforme revelam dados inéditos da maior Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher. O Fantástico, da TV Globo, teve acesso exclusivo aos números que traçam um perfil da agressão no país e destacam a urgência do combate a essa crise. O levantamento acontece no momento em que o "Ligue 180", a Central de Atendimento à Mulher, completa 20 anos de funcionamento. Os números da pesquisa, realizada pelo Instituto DataSenado e que entrevistou cerca de 22 mil brasileiras (21.641) este ano, impressionam. Cerca de 71% das violências são testemunhadas por alguém, sejam crianças ou adultos. O coordenador do Instituto DataSenado, Marcos Ruben de Oliveira, ressalta que grande parte dessas testemunhas são os próprios filhos da mulher agredida. Outro dado chocante é que 40% das testemunhas adultas não tomam nenhuma atitude para ajudar no momento da agressão. A pesquisa também mostra uma mudança na percepção das agressões. Até 2021, a maioria dos casos declarados era de violência física. Contudo, a violência psicológica passou a ser a mais relatada e percebida desde então. No resultado mais recente, 88% das mulheres relataram ter vivido violência psicológica em algum momento da vida. Cerca de 70% das vítimas buscam ajuda primeiro na família, enquanto apenas 3 em cada 10 procuram uma delegacia (comum ou "da Mulher"), geralmente quando a violência atinge um patamar insuportável. O Ligue 180 é a principal porta de entrada para a denúncia e o acolhimento. Em duas décadas, a Central prestou mais de 16 milhões de atendimentos. Nos dez primeiros meses de 2025, o número de ligações para o serviço subiu 33% em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo a coordenadora-geral do 180, Ellen Costa, esse aumento demonstra que muitos casos estavam subnotificados. Ela aponta que mulheres que sofriam violência há mais de cinco ou dez anos conseguiram força para romper com o ciclo e confiar no serviço. "Quando ela decide ligar e fazer uma denúncia, é um grande passo que ela está dando para sair dessa situação de violência. E a partir do momento que ela deu esse passo, nós aqui do outro lado precisamos estar preparados para atender, para acolher, para não julgar, para dizer que aqui do outro lado tem mulheres que vão ser como se fossem suas amigas", conta Ellen Costa, coordenadora-geral do 180. Dramaturgia incentiva vítimas a denunciar Para dar voz aos relatos que chegam à Central, a produção do Fantástico convidou três atrizes brasileiras para emprestarem seus rostos e vozes para depoimentos reais. Giovanna Lancellotti, Sheron Menezes e Bianca Bin leram denúncias que detalham a crueldade dos agressores (veja no vídeo acima). “Ele me agrediu bastante, mesmo quando eu estava grávida”, “quando eu tive a bebê, ele pegou e deu um chute na minha cesárea”. A dramaturgia tem funcionado como um importante incentivo para as vítimas. As atrizes viveram ou vivem, na ficção, cenas de abusos e agressões, ajudando mulheres a se enxergar como vítimas ao assistirem à TV. Sheron, que interpretou a Sol em 'Vai na Fé', disse que sua personagem ajudou mulheres a entenderem que 'aquilo que sofreram, era um abuso'. Em 'Dona de Mim', Giovanna lembrou que, após as cenas de assédio e estupro de sua personagem, a TV Globo exibia o aviso do 180. E Bianca, protagonista de 'O Outro Lado do Paraíso' em 2017, afirmou carregar com honra a função social de sua personagem, que ajudou a enaltecer a importância do canal de denúncia. Ligue 180 A Central Ligue 180 funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, de Brasília, e o número é gratuito. Qualquer pessoa pode ligar para denunciar ou buscar informações sobre todos os tipos de violência. A vítima que liga é acolhida por outras mulheres "que são qualificadas em violência de gênero", como conta a coordenadora Ellen Costa. O objetivo é atender de forma humanizada, acolhedora e sem julgar. Para proteger quem cuida, o Ligue 180 dispõe de oito psicólogas que se revezam em turnos, oferecendo apoio psicológico para as atendentes. Muitas delas são sobreviventes de violência de gênero, como uma atendente que sofreu violência patrimonial e psicológica do ex-marido. Além disso, o serviço protege os dados das mulheres, depoimentos e denúncias. A partir de julho de 2024, o 180 implementou a tecnologia blockchain, adicionando uma nova camada de proteção que torna “extremamente difícil, impossível de você hackear, invadir e mudar as informações”, relata a gerente-geral Jaqueline Sutarelli. A hotline encaminha as denúncias, principalmente as que envolvem violência doméstica e familiar (Lei Maria da Penha), para os órgãos de apuração nos estados. A Central busca as delegacias especializadas ou as delegacias comuns, caso as primeiras não existam. O serviço também cobra uma resposta e acompanha o fluxo da denúncia junto ao Ministério Público, verificando se a mulher conseguiu medida protetiva, atendimento psicológico ou serviços de autonomia econômica. O objetivo é garantir que a vítima não seja perdida na trajetória de rompimento do ciclo de violência. A violência contra a mulher é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das crises de direitos humanos mais persistentes e negligenciadas do mundo. O relatório indica que o índice de agressões não cai há 20 anos, e que uma em cada três mulheres já sofreu violência sexual por parte de um parceiro íntimo ao longo da vida. O Ligue 180 é a porta para a liberdade, mas é crucial lembrar: se a vítima estiver sendo ameaçada de morte ou for uma emergência, é necessário ligar para o 190, a Central de Atendimento da Polícia Militar. Novelas passaram a indicar o Ligue 180, ao final dos episódios que retratavam violência. Reprodução Fantástico Se você está passando por algum tipo de violência, busque ajuda. Ligue 180. Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Palavras-chave: tecnologia

Fuvest 2026: professores de cursinhos apontam erro em questão de matemática

Publicado em: 23/11/2025 21:29

Chegada dos candidatos para a 1ª fase da Fuvest na faculdade Unip, na Chácara Santo Antônio, na Zona Sul de SP LEANDRO CHEMALLE/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO Professores de cursinho apontaram um erro em uma questão de matemática da prova da Fuvest deste domingo (23). De acordo com o professor Giuseppe Nobilioni, coordenador de matemática do Objetivo, "a questão número 3, da versão V1 da prova de hoje, da primeira fase da Fuvest, é uma questão em que o examinador apresenta um texto e faz cinco afirmações a respeito daquele texto, e nenhuma das cinco alternativas é garantidamente correta. Em cada uma delas pode ser que sim, pode ser que não. Não se pode garantir nenhuma das cinco como correta". Assim, para o Objetivo, não há resposta para a questão entre as alternativas apresentadas. Victor Pompeo, professor de matemática do Curso Anglo, concorda com o colega. "A questão 3 da prova V1 da Fuvest 2026 aborda uma eleição para um conselho composto por cinco membros, com sete candidatos inscritos e um total de 35 eleitores. O enunciado fala de um candidato, Aleph, que perde em todos os critérios de desempate e está analisando quantos votos precisa para garantir sua eleição. Note o uso da palavra 'garantir' pelo enunciado: pede-se que ele tenha certeza de que ele será eleito", explica. "O estudante deve, então, analisar diferentes cenários eleitorais para decidir qual está correto. No entanto, considerando o pedido do enunciado para garantir a eleição de Aleph, nenhum dos cenários faz uma análise correta", afirma o professor. "A alternativa C, apontada pela banca da Fuvest como a resposta correta, diz que, caso dois eleitores não compareçam, Aleph precisará receber cinco votos para se eleger. Isso não é verdade, pois é possível ele se eleger com um voto se os outros receberem as seguintes quantidades de votos: 8, 8, 8, 8, 0 e 0. Todas as outras alternativas apresentam problemas similares", reforça. Procurada, a Fuvest informou que somente dará um posicionamento a respeito caso algum candidato entre com um recurso, que será, então, analisado pela banca. Comentários sobre a prova A prova foi considerada trabalhosa e inteligente por professores de cursinhos pré-vestibulares ouvidos pelo g1. Eles também destacaram a interdisciplinaridade das questões. Estão em disputa 8.147 vagas, e 111.480 pessoas se inscreveram para o vestibular. A taxa de abstenção foi de 9,17%. Neste ano, segundo a Fuvest, a prova apresentou um conteúdo mais voltado a questões ambientais, sociais e econômicas contemporâneas, abordando assuntos que ficaram em evidência nas redes sociais, como a demonização da CLT, a uberização do trabalho e a politização do carnaval, uma questão sobre Caetano Veloso e temas geopolíticos importantes, como a tentativa de anexação de Essequibo, na Guiana, por parte do governo venezuelano. "Foi uma prova impecável, uma prova inteligente e trabalhosa. Utilizou, como já havia sido anunciado pela própria Fuvest, muitas questões interdisciplinares, usando como ponte a geografia, a sociologia, a filosofia e a própria literatura", afirmou a professora Vera Lúcia Antunes, coordenadora pedagógica do Objetivo. O diretor das unidades do Poliedro Curso, Luiz Otávio Ciurcio Neto, ressaltou a contextualização como ponto alto da prova deste ano. "A prova veio muito bem contextualizada, mais do que nas edições anteriores. Mesmo nas questões mais técnicas e diretas, havia uma preocupação clara em apresentar situações reais e aplicações práticas dos conceitos. Isso fez com que o exame valorizasse o domínio teórico e a capacidade do estudante de relacionar conteúdos e perceber conexões entre diferentes áreas", disse. Exclusivo: SP1 mostra impressão da prova da Fuvest E emendou: "A interdisciplinaridade apareceu com bastante força. Raramente era possível resolver uma questão usando apenas um conteúdo isolado, uma vez que, em quase toda a prova, era necessário articular temas distintos para chegar à resposta. Esse modelo favorece o aluno que consegue integrar conhecimentos e relacionar conteúdos". "A prova manteve seu nível tradicional de exigência, mas agora está ainda mais alinhada às discussões contemporâneas, além de dialogar melhor com a BNCC. Por fim, a adoção da nova identidade visual, com readequação de tipografia, logo e diagramação, tornou a leitura da prova mais fluida e agradável", finalizou. Na avaliação do diretor-executivo da Fuvest, Gustavo Monaco, a prova foi mais trabalhosa do que nos anos anteriores e refletiu as mudanças no Programa do Vestibular aprovadas no ano passado, com mais interdisciplinaridade. ✅ Clique aqui para se inscrever no canal do g1 SP no WhatsApp Segundo a organização do vestibular, da lista de leituras obrigatórias, apenas "Nebulosas", de Narcisa Amália, não foi utilizado nas perguntas desta fase, com todas as outras oito obras selecionadas sendo citadas em pelo menos uma questão. Para Viktor Lemos, diretor-geral do Curso Anglo, a prova "foi bastante exigente em termos das abordagens propostas para os candidatos. E, no mesmo sentido que a banca vinha informando, pela maior interdisciplinaridade entre as diferentes disciplinas". "Nas questões que envolvem interpretação de texto, apenas quatro delas trouxeram temas alheios a outras disciplinas. Todo o restante dos textos ou das questões de interpretação de texto foram em conversa, em diálogo, com disciplinas como biologia, com disciplinas como inglês, com disciplinas como história, filosofia e sociologia", disse. LEIA TAMBÉM: Fuvest 2026 tem índice de abstenção de 9,17% na primeira fase do vestibular Confira o gabarito oficial da 1ª fase do vestibular Veja abaixo a análise dos professores por disciplina: Biologia Para Vera Lúcia, "a prova de biologia foi uma prova com várias questões interdisciplinares com o inglês. E, bem interessante, uma questão do lobo extinto, de recente divulgação, e, de repente, aparece a questão muito bonita da biotecnologia. Então, uma questão muito nova, moderna, atualíssima, questão de imunização, mas também teve questão de botânica e de ecologia, que são mais clássicas na biologia". Inglês A professora Vera, do Objetivo, avaliou a prova de inglês como "trabalhosa". "O aluno tem que ter domínio do vocabulário, não adiantava saber a disciplina, tinha que ter domínio do vocabulário. Então, nível médio para alto. E o trabalho dos textos longos. Então, tem que tomar cuidado com isso." Física A professora Vera considerou a avaliação de física como bastante trabalhosa. "No aspecto de que eram textos longos. O aluno mais de Exatas vê uma prova como cansativa, ler esses textos tão longos. Mas exigiu um conhecimento profundo da matéria. Questões que exigiram um conhecimento mais profundo na física, mas foi uma prova moderna, bem contextualizada. Observe essa questão onde tem o desenho do ovo, o cozimento do ovo, bem contextualizada essa questão. Outra, do buraco negro, do efeito fotovoltaico, Mas, por exemplo, não houve nenhuma questão de elétrica. Então, a física teve uma variedade grande, de profundidade de matéria até o conhecimento básico." Geografia Altieris Lima, professor de geografia da Escola SEB AZ Lafaiete destacou que o tema das mudanças climáticas foi abordado, apesar de não ter havido nenhuma questão específica sobre a COP 30. "A prova veio bastante interdisciplinar, como já esperávamos após o simulado. Apesar de não ter caído uma questão específica sobre a COP 30, o tema das mudanças climáticas apareceu em duas ótimas questões: uma sobre o sistema de crédito de carbono criado no Protocolo de Kyoto e outra sobre o monitoramento de movimentos de massa causados por eventos climáticos extremos, com foco nas cidades brasileiras e seus desafios de urbanização desordenada. No geral, foi uma prova alinhada com pautas de resiliência e adaptação às mudanças climáticas." Português Willy Rocha, professor de Língua Portuguesa da Escola SEB AZ Lafaiete, destacou a "interdisciplinaridade" e afirmou que a prova foi muito diferente neste ano. "O que chamou a atenção foi a interdisciplinaridade da prova, uma prova muito diferente, muito especial. Foram 24 questões de língua portuguesa extremamente interdisciplinares. A prova trouxe uma questão sobre Caetano Veloso, que explicava porque Caetano Veloso tinha escolhido o nome da irmã dele de Maria Betânia. Destaco também uma questão que falava das obras ‘Caminho das Pedras’ e ‘As Meninas’, falando das políticas e leis para as mulheres desde a lei geral de 1827, o acesso à educação em 1934, o estatuto da mulher casada em 1962 e a lei do divórcio em 1977.” História A professora Vera ressaltou que, na parte de história, "temos o protagonismo indígena". "Aparece desde o Marco Temporal até a catequese estratégica que houve dos indígenas, até história da arte, crítica de obra de arte. Então, por exemplo, esta obra que está no Masp, de capoeira, a visibilidade e a crítica da cultura negra. É uma tela muito importante. Uma prova realmente muito bem elaborada." Química Já a parte de química foi uma prova com "cálculos simples, de nível médio mesmo", classificou a professora Vera. "O aluno conseguia responder com conhecimento básico. Outras questões de química propuseram soluções de situações-problema." 📌 Calendário da Fuvest 2026 2ª fase: 14 e 15/12/2025 Específicas — Música: 9 a 12/12/2025 Específicas — Artes Visuais: 11/12/2025 Específicas — Artes Cênicas: 5 a 9/01/2026 1ª chamada: 23/01/2026 Candidatos da 1ª fase da Fuvest na faculdade Unip, na Chácara Santo Antônio, na Zona Sul de SP LEANDRO CHEMALLE/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

Palavras-chave: tecnologia

Imagens inéditas mostram como ficou tornozeleira queimada por Bolsonaro com ferro de solda

Publicado em: 23/11/2025 21:04

Fantástico mostra como funciona sistema de monitoramento de tornozeleiras eletrônicas Em Brasília, a repórter Delis Ortiz, da TV Globo, esteve na central que monitorava a tornozeleira eletrônica do ex-presidente Jair Bolsonaro. Foi de lá que saiu o alerta de que algo estava errado com o equipamento. A tentativa de violação, detalhada em reportagem do Fantástico, veio à tona no início da madrugada de sábado. O Centro Integrado de Monitoração Eletrônica do Distrito Federal (Cime) registrou o incidente com o dispositivo usado pelo ex-presidente. O alerta no sistema de monitoração ocorreu precisamente à meia-noite e sete de sábado, indicando "violação do dispositivo". Inicialmente, Bolsonaro comunicou aos policiais penais que faziam sua escolta que havia batido o equipamento em uma escada. Entretanto, ao receber a equipe do Cime, Bolsonaro admitiu a real causa da avaria. Ele confessou ter usado uma fonte de calor no dispositivo: “Meti um ferro quente aí”, disse o ex-presidente. Questionado sobre qual ferro havia sido usado, ele respondeu: “Não. Ferro de soldar. Solda”. Bolsonaro também informou que a ação de danificar o equipamento havia começado "Já no final da tarde". Imagens inéditas mostram como ficou a tornozeleira queimada por Bolsonaro com ferro de solda Reprodução/TV Globo A pulseira do dispositivo estava "aparentemente intacta," mas o case havia sido violado. Relatório posterior da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF) indicou que o equipamento trocado possuía "sinais claros e importantes de avaria". O documento apontou "marcas de queimadura em toda sua circunferência". A tornozeleira violada foi enviada ao Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal, onde será analisada por uma equipe multidisciplinar. Após a violação ser confirmada pela equipe de escolta, o equipamento foi trocado e um novo dispositivo foi instalado. Ao decidir pela prisão preventiva, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o incidente "constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga". Detalhe de tornozeleira queimada por Bolsonaro Reprodução Fantástico Tornozeleira queimada por Bolsonaro passa por perícia Reprodução Fantástico Bolsonaro usava a tornozeleira eletrônica desde 18 de julho, por determinação do ministro Alexandre de Moraes. O ex-presidente classificou o equipamento como uma humilhação em 21 de julho de 2025: “Isso aqui é um símbolo da máxima humilhação em nosso país”. A medida cautelar havia sido solicitada pela Polícia Federal (PF) e respaldada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), citando as ações do deputado Eduardo Bolsonaro para influenciar o governo dos Estados Unidos a pressionar as autoridades brasileiras. A tecnologia de monitoração eletrônica A monitoração eletrônica é coordenada por estruturas como o Centro Integrado de Monitoração Eletrônica do Distrito Federal (Cime), que existem em cada estado. A monitoração funciona 24 horas, 7 dias por semana. A decisão judicial é quem estabelece todas as regras de monitoração. O secretário de administração penitenciária do DF Wenderson Souza e Teles afirma que "qualquer violação, qualquer ação do monitorado que fuja dessas regras, a gente trata essa informação e comunica ao judiciário para adotar as providências cabíveis". A tecnologia de monitoramento evoluiu, e o Brasil tem mais de 170 mil tornozeleiras em uso, segundo dados do primeiro semestre de 2025. Cada dispositivo tem uma placa que integra GPS, modem e dois cartões de operadoras telefônicas diferentes, buscando evitar instabilidade ou queda de sinal. As tornozeleiras emitem sinais de localização em tempo real, são resistentes à água, e possuem baterias que necessitam ser recarregadas diariamente. Elas também emitem alertas quando o monitorado sai da área permitida ou tenta violar o equipamento. A diretora do Cime, Ivani Matos Sobrinho, destacou que o propósito da monitoração não é que o equipamento seja inquebrável, mas sim que o monitorado "cumpra regras". Qualquer tipo de violação ou tentativa de violação, seja de pulseira ou estrutural, aparece para a central "na mesma hora" na tela de monitoração, confirmou Ivani. O simples fato de "sair do portão da casa e já vai pra rua" pode ser um descumprimento de regra se a determinação for a permanência domiciliar. Apesar de centenas de alertas diários, fugas efetivas são raras, segundo o secretário Wenderson. Se o corte da pulseira for caracterizado ou se houver uma fuga, a central é avisada imediatamente. Nesse caso, a violação é registrada e comunicada "de imediato para o judiciário para adotarmos providências ou regressão de regime ou decretação da prisão". A origem dessa tecnologia, iniciada no Brasil em 2010, remonta aos anos 1970, quando um juiz do Novo México, Jack Love, se inspirou em uma tirinha do 'Homem-Aranha', onde o vilão 'Rei do Crime' usava um bracelete para vigiar o herói. Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

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