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Vereadores rejeitam por 14 votos a 8 abertura de comissão processante contra prefeito de Rio Preto

Publicado em: 19/05/2026 15:42

Pedidos de comissão processante feitos contra o prefeito de Rio Preto agitam a Câmara A Câmara dos Vereadores de São José do Rio Preto (SP) rejeitou por 14 votos a 8 os pedidos de investigação contra o prefeito Fábio Cândido (PL), em sessão na manhã desta terça-feira (19). A maioria dos vereadores votou contra dois pedidos de Comissão Processante (CP). Os requerimentos foram protocolados na semana passada por dois autores: Fabiano de Jesus, suplente de vereador pelo PSOL e membro do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Municipal (Atem); e pela médica Merabe Muniz, que foi exonerada como servidora da saúde logo no início da gestão do prefeito. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Ambos denunciaram uma série de irregularidades por parte da administração municipal, incluindo o convênio de quase R$ 12 milhões que chegou a ser firmado em abril entre a Prefeitura e a Santa Casa do município de Casa Branca, para mutirão de exames, e que é investigado por uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) da própria Câmara. Por 14 votos a 8, vereadores de São José do Rio Preto (SP) rejeitaram nesta terça-feira (19) dois pedidos para abertura de Comissão Processante para investigar o prefeito Fábio Cândido (PL) TV TEM/Reprodução Por causa da repercussão negativa, a Prefeitura cancelou o convênio no começo de maio e agora cobra do hospital de Casa Branca a devolução de R$ 4,7 milhões que foram pagos antecipadamente. Os pedidos de Comissão Processante foram rejeitados por 14 vereadores. Veja a seguir a lista dos votos contra e favor da abertura de investigação: VOTARAM CONTRA Anderson Branco (PP) Alex de Carvalho (PSB) Bruno Marinho (PRD) Bruno Moura (PL) Celso Peixão (MDB) Felipe Alcala (PL) Francisco Júnior (UNIÃO) Professor Tadeu (UNIÃO) Jonathas Santos (REPUBLICANOS) Júlio Donizete (PSD) Klebinho Kizumba (PL) Márcia Caldas (PL) Paulo Pauléra (PP) Rossini Diniz (MDB) VOTARAM A FAVOR Abner Tofanelli - PSB Alexandre Montenegro - PL Jean Dornelas - MDB João Paulo Rillo - PT Odélio Chaves - PODEMOS Pedro Roberto - Republicanos Renato Pupo - Avante Robson Ricci - PSD Com a rejeição, os pedidos são arquivados pela Câmara Municipal. O resultado dos votos foi motivo de protesto das pessoas que lotaram a galeria. Elas passaram a vaiar os vereadores que votaram contra as comissões processantes. Durante a sessão, um homem com faixa em apoio ao prefeito Fábio Cândido, dentro da galeria, foi denunciado pelo público por portar um canivete no bolso. Após pedido dos guardas municipais, o indivíduo se retirou do local. O convênio investigado por uma CEI da Câmara, formada no início do mês, previa o pagamento de R$ 11,9 milhões pela Prefeitura de Rio Preto para a Santa Casa de Casa Branca para a realização de realização de aproximadamente 63 mil exames de imagem num prazo de 90 dias. Por causa da repercussão negativa, o prefeito Fábio Cândido anunciou a anulação do contrato por “cautela administrativa” e “segurança jurídica”. O prefeito ainda determinou que a entidade conveniada devolvesse R$ 4,7 milhões que foram pagos antecipadamente. Na quinta-feira passada (dia 14), o Executivo informou que já recebeu R$ 850 mil como parte do ressarcimento. Segundo a administração municipal, o restante do valor deverá ser devolvido gradualmente, conforme cronograma que ainda será apresentado pela Santa Casa daquela cidade. Em meio à crise, o então secretário municipal de Saúde, Rubem Bottas, pediu afastamento do cargo no início de maio. Frederico Duarte assumiu a pasta e será responsável por uma sindicância determinada pelo prefeito para apurar o caso. O secretário municipal de Saúde licenciado, Rubem Bottas, durante audiência na Câmara dos Vereadores de Rio Preto TV TEM/Reprodução Investigações em andamento A CEI formada na Câmara ouviu o depoimento do presidente do Conselho Municipal de Saúde, Fernando Araújo, na sexta-feira (15). Ele afirmou aos membros da comissão que o conselho foi “induzido ao erro” pela administração municipal durante a análise do convênio. A CEI tem prazo inicial de 120 dias, prorrogáveis, para concluir os trabalhos. A comissão é presidida por Renato Pupo (Avante), tem Abner Tofanelli (PSB) como relator, Bruno Moura (PL) como membro titular e João Paulo Rillo (PT) como suplente. Fernando Araújo, presidente do Conselho de Saúde de Rio Preto (SP), presta depoimento a vereadores membros da CEI que apura suspeitas de irregularidades em convênio da Prefeitura com a Santa Casa de Casa Branca TV TEM/Reprodução O caso ainda é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF), pelo Ministério Público em Rio Preto, e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). O MPF instaurou inquérito civil e recomendou a suspensão imediata de qualquer gasto relacionado ao convênio. Segundo o órgão, há indícios de fragilidade fiscal, ausência de capacidade técnica e operacional da entidade para executar os serviços previstos e possível intermediação irregular de empresas. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

Palavras-chave: câmara municipal

Buscador do Google, Chrome e ChatGPT passam a identificar imagens criadas por IA

Publicado em: 19/05/2026 15:32

Buscador do Google, Chrome e ChatGPT passam a identificar imagens criadas por IA. Divulgação/Google O Google anunciou nesta terça-feira (19) que mais empresas passarão a adotar o SynthID, tecnologia da companhia que ajuda a identificar imagens criadas por inteligência artificial. Entre as empresas anunciadas estão a OpenAI, dona do ChatGPT, além da Kakao e da ElevenLabs. Segundo o Google, todas vão incorporar o SynthID em seus produtos. O SynthID é uma marca-d’água digital imperceptível que já estava disponível no Gemini e, até então, só conseguia identificar imagens e vídeos criados pelas ferramentas de IA do próprio Google. A partir de agora, uma imagem gerada pelo ChatGPT, por exemplo, também poderá trazer elementos que ajudam a indicar que o conteúdo foi criado por IA. Além disso, usuários poderão verificar se uma imagem foi produzida com IA diretamente pelo buscador do Google e pelo navegador Google Chrome. "Desde o lançamento, o SynthID já aplicou marcas d'água em mais de 100 bilhões de imagens e vídeos, além de 60 mil anos de conteúdos em áudio", afirmou a empresa. Esta reportagem está em atualização.

Polícia investiga contrato de R$ 108 milhões de wi-fi da Prefeitura de SP com ONG ligada a filme sobre Bolsonaro

Publicado em: 19/05/2026 15:15

Os pontos de wi-fi gratuitos instalados pela Instituto Conhecer Brasil na periferia de São Paulo. Reprodução/PMSP A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar a ONG Instituto Conhecer Brasil por supostas irregularidades em um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para a instalação de 5 mil pontos de wi-fi gratuito na periferia, pelo prazo de 12 meses. A proprietária da ONG, Karina Ferreira da Gama, também comanda a produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme "Dark Horse" ("Azarão", em português), sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. As duas empresas funcionam no mesmo endereço, na Avenida Paulista, região central da capital. (Entenda mais abaixo.) O produtor-executivo e roteirista do filme é o deputado federal Mário Frias, que destinou R$ 2 milhões em emendas parlamentares ao instituto. A investigação contra a ONG foi aberta a pedido do Ministério Público de São Paulo, após denúncia apresentada por um diretório do Partido dos Trabalhadores de Sapucaia do Sul, no interior do estado. Vídeos em alta no g1 Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o caso é investigado pela 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Administração do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC). “A investigação apura os crimes de frustração do caráter competitivo de procedimento licitatório, fraude na execução de contrato administrativo e emprego irregular de verbas ou rendas públicas envolvendo a Prefeitura de São Paulo. Diligências estão sendo adotadas para o total esclarecimento dos fatos", informou a pasta, em nota. O g1 também procurou a ONG Instituto Conhecer Brasil e a empresária Karina Gama para comentarem o inquérito do MP, mas não recebeu retorno até a última atualização dessa reportagem. Procurada, a Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia informou que a contratação foi realizada por meio de chamamento público transparente e sem contestações. Sobre o inquérito, a pasta diz que respondeu, dentro do prazo, a todos os questionamentos do inquérito mencionado, ainda em janeiro deste ano: "Até o momento, não houve novas solicitações do Ministério Público à Pasta." (Leia mais abaixo.) Ministério Público Nessa semana, o promotor Ricardo de Barros Leonel, da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, instarou um inquérito após denúncia do vereador Nabil Bonduki (PT). A investigação corre sob sigilo no órgão. Segundo o vereador petista, há indícios de irregularidades no chamamento público e na execução do contrato pela empresa de Karina Gama. Endereço das duas empresas que pertencem à empresária Karina Gama. Reprodução/TV Globo O vereador argumenta que o chamamento público teria tido apenas uma participante, o próprio Instituto Conhecer Brasil, e questiona a ausência de concorrência, levantando suspeitas sobre possível direcionamento do processo licitatório. Ele também aponta indícios de um suposto superfaturamento de mais de R$ 27 milhões no valor do contrato. Em seu site oficial, a ONG se descreve como entidade de “organização e execução de projetos de educação, cultura, turismo, pesquisa e tecnologia”, possuindo expertise no planejamento, coordenação e execução de eventos de grande repercussão nacionais e internacionais”. A descrição não faz nenhuma menção à experiência na instalação de equipamentos de telecomunicações ou redes de internet e wi-fi público. A denúncia também foi feita pelo site The Intercept Brasil, que também revelou os áudios do senador Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para financiar o filme. Descrição do site do Instituto Conhecer Brasil, contratado pela gestão Ricardo Nunes (MDB) para instalar wi-fi na periferia de São Paulo. Reprodução/Instituto Conhecer Brasil O prazo final de entrega dos 5 mil pontos instalados em favelas e periferias da cidade de São Paulo era junho de 2025, mas até a presente data, a própria prefeitura admitiu que o contrato não havia sido finalizado, instalando apenas 3.200 pontos. Segundo a apuração do g1, ao menos três aditivos contratuais já foram assinados entre a ONG e a secretaria, mudando as datas de entrega total do serviço. De acordo com o promotor Ricardo de Barros Leonel, apesar dea secretaria já ter prestado informações iniciais sobre o contrato ao MP-SP e já haver uma investigação do contrato no Tribunal de Contas do Município (TCM), “mostra-se necessário o aprofundamento da apuração, a fim de verificar a eventual ocorrência de atos de improbidade administrativa, enriquecimento ilícito e danos ao erário”. Cronograma inicial de instalação das redes de wi-fi em São Paulo, segundo o contrato firmado entre a ONG e a Prefeitura de São Paulo. Reprodução/PMSP O que dizem as partes A Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia diz que a empresa vai instalar os outros 1.800 pontos até o final de 2026. "Como já informado ao Intercept no ano passado, a Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT) também informa à TV Globo que a contratação do Instituto Conhecer Brasil para a instalação de 5 mil pontos do WiFi Livre na cidade foi realizada por meio de chamamento público transparente e sem contestações. Todo o processo é público e pode ser consultado", disse a pasta. "A organização social cumpriu todas as exigências previstas no edital, e a prestação do serviço está em andamento com 3.200 pontos de Wi-Fi implementados e 1.800 pontos previstos para 2026", declarou a gestão Nunes. O vereador Nabil Bonduki (PT) e o prefeito Ricardo Nunes (MDB). Montagem/g1/Juliana Hipólito/Rede Câmara e Fernando Frazão/Agência Brasil Filme sobre Jair Bolsonaro O Instituto Conhecer Brasil (ICB) tem como única sócia a empresária Karina Ferreira Gama, que também é sócia única da empresa Go Up Entertainment LTDA, produtora do filme. As duas empresas funcionam no mesmo endereço, na Avenida Paulista, 807, sala 2315. O IBC também recebeu R$ 2 milhões de emendas parlamentares do deputado federal Mário Frias, que é produtor executivo e roteirista do mesmo filme. A destinação desse dinheiro é alvo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), que deu mais um mês para que o parlamentar justifique o dinheiro enviado ao instituto da empresa parceira. Nesta sexta-feira (15), o ministro Flávio Dino determinou a abertura de uma apuração preliminar para investigar supostas irregularidades na destinação dessas emendas parlamentares a um grupo de entidades ligadas a uma produtora cinematográfica do filme sobre Jair Bolsonaro. A empresária Karina Ferreira Gama, dona da Go Up Entertainment LTDA e do Instituto Conhecer Brasil, que recebeu dinheiro do deputado Mário Frias (PL). Reprodução/Redes Sociais A medida foi tomada após pedidos apresentados pelos deputados Tabata Amaral (PSB-SP) e Pastor Henrique (PSOL-RJ) dentro de uma ação que contesta a destinação de emendas. Os pedidos de apuração citam a existência de um "ecossistema" de pessoas jurídicas interconectadas que compartilham endereço, gestão e infraestrutura, sob o comando de Karina Ferreira da Gama. Entre as entidades citadas, estão: Instituto Conhecer Brasil (ICB) Academia Nacional de Cultura (ANC) Go Up Entertainment Conhecer Brasil Assessoria Detalhe do cartaz de Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro com o ator Jim Caviezel. Divulgação via BBC As notas da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT): "A Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT) informa que respondeu, dentro do prazo, a todos os questionamentos do inquérito mencionado, ainda em janeiro deste ano. Até o momento, não houve novas solicitações do Ministério Público à Pasta". "A Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT) informa que o procedimento instaurado pelo MP foi encerrado em janeiro de 2026 e não apontou problemas ou irregularidades na parceria com o Instituto Conhecer Brasil. Todos os questionamentos foram devidamente respondidos dentro do prazo. Vale destacar que ofícios requisitando informações são atos comuns e se prestam exatamente para a fiscalização das parcerias públicas".

Palavras-chave: tecnologia

Câmara de Três Corações aprova lei que proíbe uso de 'enforca-gatos' em castração de animais

Publicado em: 19/05/2026 15:04

Câmara de Três Corações aprova lei que proíbe uso de ‘enforca-gatos’ em castração A Câmara Municipal de Três Corações (MG) aprovou, por unanimidade, um projeto de lei que proíbe o uso de abraçadeiras de nylon, conhecidas popularmente como “enforca-gatos”, em procedimentos de castração de animais domésticos. A proposta surge após a morte da cadela Chiara, que gerou comoção na cidade. 📲 Siga o g1 Sul de Minas no Instagram O texto foi aprovado em segunda votação e segue agora para sanção do prefeito. A medida valerá tanto para o setor público quanto para clínicas privadas. A iniciativa é de autoria do vereador e presidente da Câmara, Wesley Rezende Dardaque (Podemos), que afirmou que o projeto nasceu da repercussão do caso. “O nosso projeto nasce, como você bem disse, de uma dor da sociedade. Esse caso não é diferente, ele nasceu com a situação que aconteceu com a cadela Chiara”, disse. Chiara era um animal comunitário do bairro Cotia e morreu no dia 13 deste mês, após apresentar complicações depois de uma castração. Segundo o vereador, um dos fatores investigados foi o uso das abraçadeiras de nylon durante o procedimento. “Eu procurei entender os motivos que teriam levado às complicações, e um dos fatores teria sido a utilização da abraçadeira de nylon no procedimento”, afirmou. Leia também: Cadela que teve complicações graves após castração pelo serviço municipal morre após 14 dias em Três Corações, MG Cadela castrada pelo serviço municipal tem complicações graves e caso vira denúncia em Três Corações Reprodução EPTV O vereador disse ainda que pesquisou legislações sobre o tema e constatou que não há proibição em nível estadual ou federal. “Nós temos um projeto de lei de 2021 e outro de 2023, um na Assembleia Legislativa de Minas e outro no Congresso Federal, que tratam dessa proibição. Mas nenhum dos dois ainda é lei”, explicou. Com a aprovação, Três Corações passa a se destacar entre as cidades que avançaram na regulamentação do tema. Segundo Dardaque, apesar de não ser proibida até então, a prática já não era recomendada por conselhos da área. “Os conselhos que regulamentam a profissão dos médicos veterinários já não aconselham mais a utilização desses itens”, disse. Fiscalização e multa A lei prevê que a fiscalização será feita pela Prefeitura, por meio de um departamento específico de defesa animal. Veterinários que descumprirem a norma estarão sujeitos a multa. “A punição é de 774 UFM, que, convertendo para os valores atuais, dá cerca de R$ 2.500”, explicou o vereador. Além da fiscalização oficial, moradores também poderão denunciar irregularidades. “Todo e qualquer cidadão que identificar esse tipo de conduta pode fazer um boletim de ocorrência ou a denúncia através dos canais oficiais da Prefeitura”, afirmou. Cadela castrada pelo serviço municipal tem complicações graves e caso vira denúncia em Três Corações Reprodução EPTV Tramitação Após a aprovação no Legislativo, o projeto segue para análise do Executivo. Caso seja vetado, o texto retorna à Câmara. “Esse veto que o prefeito aplica no projeto é votado pela Câmara, podendo ela mantê-lo ou também destituí-lo”, explicou Dardaque. O vereador afirmou acreditar que a proposta será sancionada nos próximos dias. Vereadores de Três Corações aprovam Lei que proíbe uso do material durante procedimento Investigações O caso da cadela Chiara segue sob investigação. A Polícia Civil instaurou inquérito, e o Ministério Público aguarda a conclusão das apurações. O Conselho Regional de Medicina Veterinária informou que abrirá um processo na Comissão de Ética para analisar o ocorrido. Já a Prefeitura de Três Corações negou que tenha havido negligência ou maus-tratos, e afirmou que irá apurar o caso, se necessário. Sobre o projeto de lei, o município informou que ainda não respondeu aos questionamentos. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

Palavras-chave: câmara municipal

Camisa do Brasil na Copa do Mundo é a mais cara entre países campeões e tem alta acima da inflação

Publicado em: 19/05/2026 14:51

Modelo veste uniforme da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, vendida pela Nike por R$ 749,99 Divulgação via BBC Vendida por R$ 749,99 nas lojas oficiais, a camisa do Brasil para a Copa do Mundo é a que mais pesa no bolso dos torcedores entre os oito países que já venceram o torneio. A BBC News Brasil comparou o preço dos uniformes oficiais com a renda média da população de Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Espanha, Argentina e Uruguai. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 No Brasil, o valor corresponde a cerca de 17,5% da renda média mensal per capita, segundo o Banco Mundial, calculada em US$ 859 — o equivalente hoje a R$ 4.289. O cálculo considera o Produto Interno Bruto (PIB) do país convertido em dólares e dividido pelo número de habitantes. O valor adotado pelo Banco Mundial é superior ao calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a PNAD Contínua, que leva em conta a renda líquida. Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal Segundo o IBGE, a renda média mensal da população brasileira é de R$ 3.367, cenário em que a compra da camisa da seleção comprometeria 22,2% da renda. Mas os dados do Banco Mundial foram adotados pela reportagem para garantir uma base única de comparação entre os países. Se o cálculo levasse em conta o salário mínimo, por exemplo, o preço da camisa equivaleria, no Brasil, a 46,3% do valor total recebido por mês. Essa comparação, porém, teria limitações. Enquanto no Brasil cerca de um terço dos trabalhadores recebem salário mínimo, na Alemanha apenas 6% da população ganha o piso salarial legal do país. Por isso, o indicador não funciona como um bom termômetro da renda média da população em cada território. Neymar em jogo que eliminou o Brasil da Copa do Mundo, no Catar, em 2022; uniforme de 2026 ainda não entrou em campo Suhaib Salem/Reuters via BBC Alemanha é o país 'mais barato' para se comprar a camisa da seleção Entre os países que já conquistaram o troféu, os preços mais altos proporcionalmente à renda estão nos três sul-americanos da lista. Nas nações europeias, os torcedores não precisam desembolsar mais do que 5,9% da renda média mensal para comprar uma camisa oficial. O manto, como a peça é chamada por alguns brasileiros, representa 3,7% da renda mensal de um alemão, 4% da de um inglês, 4,8% da de um francês, 5,2% da de um italiano e 5,9% da de um espanhol, o percentual mais alto da Europa entre os campeões. Entre os vizinhos do Brasil, é preciso gastar 9,2% da renda média mensal na Argentina para comprar a camisa oficial e 9,9% no Uruguai. Embora os percentuais sejam bem mais altos do que os registrados na Europa, ainda ficam cerca de 8% abaixo do valor brasileiro. Modelo veste uniforme da Alemanha para a Copa do Mundo de 2026, vendida por € 150 pela Adidas por $ 219.999 pesos argentinos Divulgação via BBC Ao converter euros, reais e pesos para dólares nas cotações desta terça-feira (19/5), o preço absoluto da camisa brasileira aparece como o segundo mais barato da lista (US$ 149,1), à frente apenas da Argentina (US$ 107,5). No entanto, quando a comparação leva em conta a renda da população, o Brasil dispara como o país mais caro para adquirir a peça. As comparações foram feitas pela BBC News Brasil a partir do cruzamento de dados do Banco Mundial com informações das lojas oficiais da Nike e da Adidas, marcas responsáveis pela comercialização dos uniformes dessas seleções. Os valores se referem às chamadas camisas de jogador. No caso da Nike, responsável pelo uniforme brasileiro, a empresa afirma que a peça utiliza uma tecnologia que permite a circulação de ar na pele, ajudando o corpo a se manter fresco em temperaturas elevadas e deixando o material mais leve. Segundo as fabricantes, essas seriam as mesmas peças usadas pelos atletas em campo. A comparação considerou esse modelo porque, embora existam versões mais baratas no Brasil — como uma camiseta branca simples estampada apenas com o logo da CBF, vendida por R$ 149,90 —, nem todos os países oferecem alternativas equivalentes, já que alguns comercializam apenas os chamados modelos de jogador. Até a publicação desta reportagem, a Nike não respondeu aos questionamentos da BBC News Brasil sobre quais fatores impactam a precificação da camisa. Modelo veste o uniforme da Argentina para a Copa do Mundo de 2026, vendido pela Adidas por $ 219.999 pesos argentinos Divulgação via BBC Variação de preço no Brasil supera a inflação O preço pago por uma camisa da seleção sempre foi considerado alto no Brasil. Em 1998, às vésperas da Copa do Mundo da França, a peça custava R$ 84. O valor representava 64,6% do salário mínimo da época, de R$ 130 — percentual superior ao atual, de 46,3%. Foi naquele ano que a Nike assumiu a produção dos uniformes oficiais em parceria com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Ainda assim, a valorização da camisa desde então ficou acima da inflação. Se fosse corrigido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), indicador oficial do IBGE para medir a variação do custo de vida, o valor de R$ 84 em 1998 equivaleria hoje a R$ 438 — isto é, R$ 312 a menos do que o cobrado nesta Copa. Os reajustes entre uma Copa e outra variaram bastante ao longo do tempo. Entre os Mundiais de 2014, no Brasil, e de 2018, na Rússia, o aumento foi de 36,7%. Já entre a Copa da Rússia e a do Catar, em 2022, a alta chegou a 55,6%, quando o preço saltou de R$ 449,90 para R$ 699,99. Foi um aumento de 55,6%, enquanto o IPCA acumulado foi mais baixo, de 29,1% — pela inflação, portanto, a camisa deveria ter custado até R$ 581. Para a próxima edição, sediada por Canadá, Estados Unidos e México a partir do dia 11 de junho, o aumento foi menor: 7,1%, com o preço passando de R$ 699,99 para R$ 749,99. Ainda assim, a variação ficou acima da inflação acumulada no período, segundo a qual a peça deveria custar, no máximo, R$ 735.

Palavras-chave: tecnologia

Gemini Omni: nova tecnologia do Google permite editar vídeos 'conversando' com a IA

Publicado em: 19/05/2026 14:45

Gemini Omni: nova tecnologia do Google permite editar vídeos 'conversando' com a IA. Reprodução/Google/YouTube O Google apresentou nesta terça-feira (19) o Gemini Omni, um novo modelo de IA voltado à criação e edição de vídeos com aspecto ultrarrealista. O anúncio foi feito durante o Google I/O 2026, evento para desenvolvedores realizado em Mountain View, na Califórnia (EUA). 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Segundo a empresa, a ferramenta permite combinar imagens, áudio, vídeo e texto para gerar vídeos de alta qualidade. Também é possível enviar um vídeo já gravado e pedir alterações por meio de comandos em texto, sem precisar usar programas profissionais de edição, como o Adobe Premiere. O Google afirma que o usuário pode modificar detalhes específicos ou transformar completamente uma cena apenas conversando com a IA. Entre os exemplos citados pela empresa estão mudar ações em um vídeo, adicionar personagens e objetos ou alterar ambientes, ângulos e estilos visuais mantendo a consistência da gravação original. Vídeos em alta no g1 Segundo o Google, o Omni utiliza o conhecimento do Gemini para conectar linguagem, imagens e contexto. A empresa afirma que a ferramenta não apenas cria cenas realistas, mas também consegue entender o que deveria acontecer em seguida para dar continuidade aos vídeos. A tecnologia estará disponível a partir desta terça em todo o mundo para assinantes dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra. A IA poderá ser usada no app do Gemini, no Google Flow e no YouTube Shorts. Segundo o Google, o Omni também será liberado gratuitamente no YouTube Shorts e no aplicativo YouTube Create ainda nesta semana. Vídeo criado com o Gemini Omni Divulgação/Google Vídeo criado com o Gemini Omni. Divulgação/Google Usuário pode criar um 'deepfake' com voz e aparência A big tech também disse que a pessoa poderá criar um avatar digital com sua própria voz e aparência, em uma função que basicamente é um deepfake. "Estamos comprometidos em desenvolver IA de forma responsável e temos políticas claras para proteger os usuários de danos e governar o uso de nossas ferramentas de IA", ressaltou a empresa ao anunciar o avatar digital. Todo conteúdo criado ou editado pelo Omni terá automaticamente o SynthID, marca-d’água digital imperceptível do Google usada para identificar mídias geradas por inteligência artificial. O Google também afirmou que trabalha em uma versão mais potente da ferramenta, chamada Omni Pro, mas não revelou detalhes nem previsão de lançamento. Disse apenas que ela está "prevista para breve". Google já possui outra IA de vídeo O Google já possui o Veo 3, modelo de IA capaz de gerar vídeos realistas. Mas, segundo Koray Kavukcuoglu, diretor de tecnologia do Google DeepMind e arquiteto-chefe de IA do Google, os dois sistemas têm propostas diferentes. "O Veo funciona no modelo tradicional de ‘texto para vídeo’, gerando imagens em movimento a partir de um comando escrito. Já o Gemini Omni é um modelo multimodal nativo, construído desde o início sobre a estrutura do Gemini", afirmou ao g1. "Isso significa que ele [o Omni] consegue receber e combinar diferentes tipos de arquivos, como fotos, áudios e textos, em um único comando para gerar o resultado final", completou. Instants:como funciona o novo recurso do Instagram Ex-chefe do WhatsApp no Brasil cria ONG para denúncias contra big techs

Sob protestos, base de Nunes aprova relatório da CPI das HIS que poupa construtoras e funcionários da atual gestão

Publicado em: 19/05/2026 14:31

Movimentos de moradia fazem protesto durante última sessão da chamada CPI dos imóveis de interesse social, na Câmara Municipal de SP, nesta terça-feira (19). Laura Cassano/TV Globo Os vereadores da base de apoio do prefeito Ricardo Nunes (MDB) aprovaram nesta terça-feira (19) o relatório final da chamada CPI das habitações de interesse social (HIS). A votação teve protestos, vaias e bate-boca entre integrantes da CPI e integrantes de movimentos de moradia da cidade que queriam a continuidade das investigações do colegiado. Apesar dos votos contrários da oposição, o relatório final propôs o indiciamento do ex-prefeito João Doria (sem partido) e de pequenas empresas, mas excluiu as grandes construtoras da cidade que fraudaram o sistema de renúncia fiscal para imóveis destinados às famílias de baixa renda, assim como também livraram funcionários do atual prefeito. O relatório foi aprovado por 4 votos favoráveis e dois contrários. Os votos a favor do relatório final foram dados pelos vereadores Murillo Lima (PP), Isac Felix (PL), Marcelo Messias (MDB) e Kenji Palumbo (Podemos), todos da base de apoio de Nunes. A oposição tentou incluir no texto final a sugestão e indiciamento de construtoras como Vitacon, uma das maiores construtoras que se beneficiou com a falta de controle sobre as isenções fiscais na cidade e que teve os representantes convidados a depor na CPI, mas a sugestão foi barrada pelos vereadores governistas. Apesar da derrota, o vice-presidente da CPI, o vereador Nabil Bonduki (PT), ingressou com uma ação na Justiça de SP para tentar continuar com as investigações da comissão. 🔎 Instalada em setembro de 2025, a CPI da HIS investiga possíveis fraudes na produção e comercialização de moradias populares em São Paulo, incluindo compra por investidores, aluguel irregular e uso de apartamentos em plataformas como Airbnb. Após o protocolo da ação, a Justiça de São Paulo deu prazo de cinco dias para que a Câmara Municipal e o presidente da CPI da Habitação de Interesse Social (HIS), vereador Rubinho Nunes (União), expliquem o encerramento das investigações da comissão. A decisão, assinada nesta segunda-feira (18) pelo juiz Evandro Carlos de Oliveira, da 7ª Vara da Fazenda Pública, foi tomada após Bonduki (PT) alegar que a tramitação ocorreu de forma “atropelada". O parlamentar pedia a suspensão da votação do relatório e dos atos posteriores ao encerramento da fase de investigação da comissão. Prédio em SP. Reprodução/TV Globo A oposição na CPI da HIS defende um endurecimento das investigações sobre fraudes envolvendo moradia popular e quer incluir no relatório final pedidos mais amplos de apuração (leia mais abaixo). Na decisão, o magistrado não concedeu nem negou a liminar solicitada pela oposição. O juiz determinou apenas que as autoridades apontadas no processo se manifestem antes de analisar o pedido de urgência. Segundo Bonduki, ele recebeu o relatório final, com 1.739 páginas, apenas às 11h desta segunda, ou seja, 24 horas antes do horário previsto para o documento ser votado. “Vamos votar um relatório sem ler?”, questionou o parlamentar. Prefeitura de SP envia lista de moradias sociais a CPI que investiga fraudes, mas vereadores apontam falhas Bonduki disse que apresentou propostas ao relator da CPI, vereador Dr. Murillo Lima (PP), e quer que novas medidas sejam incorporadas ao texto antes da votação. Entre os pontos defendidos por Bonduki está a inclusão de uma lista de pessoas e empresas que deveriam ser investigadas por suspeitas de fraudes relacionadas à política de moradia popular. Ele também afirmou considerar importante ouvir a Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), responsável pelo licenciamento e emissão do habite-se dos empreendimentos. Segundo o parlamentar, a oposição defende que já conste no licenciamento a identificação de quais unidades são enquadradas como HIS e HMP, para facilitar fiscalização e controle. O vereador Nabil Bonduki (PT), vice-presidente da CPI dos HIS na Câmara Municipal, questiona empresário durante depoimento nesta terça-feira (4). Juliana Hipólito/Rede Câmara O que diz o relatório O relatório final da CPI, obtido pelo g1 nesta segunda, propôs medidas como proibição do uso de apartamentos populares em plataformas de aluguel de curta temporada, como Airbnb, limitação da compra de unidades HIS e HMP a um imóvel por CPF e criação de mecanismos mais rígidos de fiscalização sobre empreendimentos incentivados. O texto também sugere multas, suspensão da comercialização e cassação de alvarás de empresas que descumprirem regras da política habitacional da cidade. Entre os principais encaminhamentos apresentados no relatório estão: proibição de aluguel de curta temporada em unidades HIS e HMP; limitação da compra de apartamentos populares a uma unidade por CPF; criação de mecanismos de priorização para famílias já cadastradas na fila da habitação popular; criação de mecanismos de autodenúncia e reforço da fiscalização; criação de uma ouvidoria na Secretaria Municipal de Habitação para denúncias de irregularidades; aplicação de multas e cassação de alvarás de empresas que descumprirem regras da política habitacional; disponibilização pública e didática do relatório da CPI em plataforma online. O relatório também recomenda o envio das conclusões ao Ministério Público Estadual e Federal, à Polícia Federal e à Polícia Civil para eventual investigação de responsabilidades civis, penais e administrativas relacionadas ao uso irregular de benefícios concedidos à habitação social. O vereador Rubinho Nunes, presidente da CPI da HIS Douglas Ferreira /Rede Câmara Airbnb inicia 'pente-fino' Donos de apartamentos em São Paulo anunciados no Airbnb, plataforma de aluguel de curta temporada, começaram a receber notificações sobre possíveis irregularidades e risco de exclusão dos anúncios no site. Desde maio de 2025, um decreto da prefeitura de São Paulo proíbe que unidades de Habitação de Interesse Social (HIS) sejam destinadas ao aluguel de curta temporada. A regra foi estabelecida depois da descoberta de um esquema de fraudes das construtoras. Em um comunicado via e-mail enviado ao dono de um imóvel cadastrado na plataforma, o Airbnb disse que "iniciou análises sobre eventuais irregularidades em acomodações anunciadas na plataforma na cidade de São Paulo, com base na listagem oficial fornecida nesta data pela Prefeitura de São Paulo". Airbnb diz à CPI que retirará anúncios de apartamentos populares em SP "Nos próximos dias, os anfitriões que tenham anúncios irregulares receberão uma notificação da plataforma com detalhes sobre a remoção dos seus anúncios", diz o comunicado ao qual o g1 teve acesso. No final de março, a prefeitura enviou à Câmara Municipal uma lista de empreendimentos imobiliários aprovados com incentivos municipais para a produção de moradia para a população de baixa renda. Essa lista está sendo usada pela plataforma para identificar imóveis que estejam em desconformidade com a legislação. Em nota, a empresa disse que tem atuado de forma contínua e colaborativa com a Câmara Municipal e com a Prefeitura de São Paulo, que iniciou a análise dos imóveis em 27 de abril e que, na última segunda (4), enviou o comunicado sobre anúncios irregulares aos anfitriões da cidade de São Paulo.

Palavras-chave: câmara municipal

Operação contra furto de energia elétrica por mineradoras de bitcoin é realizada no interior de SP

Publicado em: 19/05/2026 13:53

Polícia descobre estrutura de furto de energia usada para mineração de bitcoin em Jundiaí Equipes da Delegacia de Investigações Criminais Patrimoniais (Deic) de São Paulo e da CPFL Piratininga cumpriram, nesta terça-feira (19), em Jundiaí e Louveira (SP), uma operação contra furto de energia elétrica por mineradoras de bitcoin. Conforme o boletim de ocorrência, a polícia e a concessionária encontraram imóveis que não possuíam medidores de energia e apresentavam consumo elevado, o que, segundo as investigações, levantou suspeitas de fraude. Um dos locais fica no Distrito Industrial de Jundiaí, e o outro no bairro Terra Nobre, em Louveira (SP). 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Para a TV TEM, a companhia informou que ainda não há um valor estimado do prejuízo ocasionado pelo furto de energia. A empresa também destacou que a prática do crime prevê pena de um a quatro anos de prisão, além de multa. Ainda segundo a CPFL, a prática de minerar bitcoin consiste no uso de computadores de alta potência para validar transações na rede e adicionar novos blocos ao blockchain, tecnologia de registro distribuído que armazena dados em blocos interligados criptograficamente. Deic e CPFL cumprem operação contra furto de energia em Jundiaí Divulgação/CPFL Piratininga Deic e CPFL cumprem operação contra furto de energia em Jundiaí Divulgação/CPFL Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

Palavras-chave: tecnologia

Deputados começam análise de proposta da LDO com foco em segurança e infraestrutura para 2027 no Acre

Publicado em: 19/05/2026 13:44

Deputados começam discussão do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2027 Hugo Costa/Rede Amazônica A proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 (PLDO) começou a tramitar na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) após ser enviada pelo governo do estado na última sexta-feira (15). A previsão é de mais de R$ 12 bilhões, segundo projeções iniciais. O texto deve ser lido em plenário nesta terça-feira (19) e também deve haver convocação para reuniões das comissões responsáveis pela análise da matéria e definição do relator. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A votação da LDO está prevista para o fim de junho, após a realização de uma audiência pública com deputados, representantes do governo e sociedade civil. 👉 A proposta estabelece as metas e prioridades que vão orientar a elaboração do orçamento estadual do próximo ano e servirá de base para a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027. Para este ano, os deputados aprovaram orçamento de mais de R$ 12,4 bilhões para 2026. Deputados avaliam LDO e projetos de lei antes do recesso parlamentar no Acre LEIA TAMBÉM: Proposta da LDO de 2027 é enviada para análise de deputados na Aleac LDO é aprovada com orçamento de mais de R$ 2,1 bilhões para 2026 em Rio Branco Entre os pontos previstos estão investimentos em infraestrutura, desenvolvimento humano, segurança pública, meio ambiente, cultura, turismo, inovação e fortalecimento da gestão pública. O texto também prevê políticas voltadas para mulheres, crianças e adolescentes, igualdade étnico-racial e ações climáticas, além de medidas ligadas ao combate a incêndios florestais, monitoramento ambiental, bioeconomia e segurança hídrica. A proposta de 2027 marca ainda o último ano de vigência do Plano Plurianual (PPA) 2024-2027, que reúne as metas e ações do estado para um período de quatro anos. Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias visa discutir orçamento para o próximo ano no Acre Hugo Costa/Rede Amazônica Debates Líder da oposição na Aleac, o deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) afirmou que pretende discutir mecanismos que garantam reajustes e avanços nos planos de carreira dos servidores públicos já na LDO. “Precisamos criar as amarras e as garantias prévias para que, quando chegar na discussão do orçamento, como foi o caso do ano passado, não se tenha as polêmicas que foram necessárias serem levantadas”, disse. O parlamentar também criticou o que chamou de subestimação das receitas do estado durante a elaboração orçamentária. “Na medida que você subestima as receitas, você também subestima os orçamentos das diversas áreas do governo, seja da educação, da saúde e também dos servidores dos poderes”, afirmou. Edvaldo Magalhães, deputado estadual pelo PCdoB e líder de oposição na Aleac Júnior Andrade/Rede Amazônica O deputado Tadeu Hassem (Republicanos) também defendeu maior atenção para a segurança pública, especialmente nas cidades de fronteira, e citou ainda a sensação de insegurança vivida pela população do Alto Acre, apesar dos indicadores apresentados pelo governo. “Existe uma defasagem nos investimentos, sobretudo da segurança pública. O que precisa ser feito de fato, no nosso entendimento, é avançar em tecnologia e dar maior transparência para a sociedade”, disse. Tadeu Hassem (Republicanos), deputado estadual na Aleac Júnior Andrade/Rede Amazônica Já o líder do governo na Casa, deputado Manoel Moraes (PP), destacou que a análise deve passar pelas comissões e pela audiência pública antes da votação final. Segundo ele, áreas como saúde, educação, produção e infraestrutura devem continuar entre as prioridades do Executivo estadual. “A LDO é a que vai dar diretrizes do que o governo vai fazer no próximo ano. A gente tem de ver como ela veio, fazer uma audiência pública para achar os melhores caminhos”, declarou. Manoel Moraes (PP), deputado estadual e líder do governo na Aleac Júnior Andrade/Rede Amazônica VÍDEOS: g1

Palavras-chave: tecnologia

Positivo Vision R15M: notebook com Minitela e Lumina BAR em oferta hoje na Shopee

Publicado em: 19/05/2026 13:38 Fonte: Tudocelular

O Positivo Vision R15M é um modelo de notebook que promete oferecer uma experiência suficiente para o dia a dia. Suas especificações são adequadas para lidar com tarefas do dia a dia, mas apenas as mais leves. Então, é um dispositivo que entrega desempenho para produtividade e estudos. As pessoas interessadas no equipamento podem optar pela compra dele na Shopee por R$ 2.807,97 à vista via Pix com cupom da própria loja. Entretanto, também dá para obter o produto de forma parcelada, com pagamento em até 12x, totalizando R$ 3.054. Notebook Vision R15M AMD Ryzen 5-5625U Linux 16GB RAM 512GB SSD Wi-Fi 6 15” IPS Shopee R$2.807 Ver Oferta Sobre o notebookO Positivo Vision R15M é um notebook projetado para produtividade, multitarefas e uso profissional, trazendo recursos exclusivos como a Minitela integrada de 1,54" abaixo do teclado. Ele vem equipado com o processador AMD Ryzen 7 5825U, 16 GB de RAM e SSD NVMe de 512 GB, oferecendo desempenho sólido para trabalho, estudos e até jogos leves.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

PF é investigado por supostas ameaças a estudantes da UFMT que denunciaram ‘lista de estupráveis’

Publicado em: 19/05/2026 12:45

Alunos da UFMT foram ameaçados por pai de um estudante de engenharia Um policial federal é investigado por suspeita de ameaçar estudantes do curso de engenharia civil da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá, que teriam denunciado uma suposta lista que classificava alunas como “estupráveis”. A informação foi divulgada nesta terça-feira (19) pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM). Na última semana, o homem se apresentou como pai de um aluno do curso e teria intimidado colegas envolvidos nas denúncias. Segundo a Polícia Civil, o suspeito foi intimado para prestar depoimento, mas ainda não compareceu à unidade policial. Dias antes, ele registrou um boletim de ocorrência relatando que o filho estaria sendo ameaçado por outros estudantes. Conforme o registro, esse teria sido o motivo para ele ir até a universidade. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Câmeras da universidade mostram o suspeito caminhando pelos corredores da UFMT Imagens das câmeras de segurança da universidade mostram o suspeito caminhando pelos corredores com uma mochila, um boné preto e um objeto na cintura semelhante a uma pasta (veja vídeo acima). A delegada Liliane Diogo, titular da DEDM e responsável pelo caso, informou que recebeu a documentação enviada pela UFMT na última segunda-feira (11), quando instaurou o procedimento investigativo. Entenda o caso Manifestantes levaram cartazes repudiando o caso João Lucas Rodrigues Tessaro No inicio de maio, um aluno do curso de Direito da universidade foi afastado das aulas após ser apontado como envolvido na criação da lista. Em mensagens divulgadas nas redes sociais, estudantes comentavam sobre um “ranking de alunas mais estupráveis” dos cursos da universidade. O caso provocou protestos de estudantes e gerou repercussão dentro da universidade. Áudios que circulam em grupos de mensagens também reforçariam a conduta investigada. O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) deu um prazo de cinco dias para a UFMT informar quais medidas internas estão sendo adotadas em relação ao caso. A medida foi adotada após o MPMT instaurar um procedimento administrativo para apurar possíveis crimes após o vazamento de uma troca de mensagem entre os alunos citando, de forma clara, a intenção de abusar sexualmente de colegas da turma. Segundo a universidade, o diretor da Faculdade de Arquitetura, Engenharia e Tecnologia (Faet), Roberto Barbosa Silva, acompanhou os estudantes até a delegacia após as ameaças. A situação deixou estudantes e familiares preocupados com a segurança dentro do campus. O suspeito já foi identificado pela Polícia Civil e deverá prestar depoimento. O Ministério Público determinou o envio de ofício à Reitoria da UFMT para que a instituição informe quais providências internas estão sendo adotadas em relação à denúncia. Além disso, o Centro Acadêmico de Direito (CADI) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) deverão encaminhar ao MP, no mesmo prazo, todas as provas e documentos que possuam sobre o caso.

Palavras-chave: tecnologia

Vereadores de Toledo são condenados após pedirem R$ 300 mil de propina para aprovar Projeto de Lei

Publicado em: 19/05/2026 12:43

Vereadores de Toledo são condenados após pedirem propina Os vereadores Edmilson Dias Barbosa (MDB), conhecido como Dudu Barbosa, e Valdomiro Nunes Ferreira (PL), conhecido como Valdomiro Bozó, foram condenados por corrupção passiva após pedirem R$ 300 mil de propina para aprovar um Projeto de Lei (PL). Ambos são vereadores eleitos na cidade de Toledo, no Oeste do estado. Segundo o Ministério Público (MP-PR), eles pediram propina a uma empresa do ramo de energia renovável em troca da aprovação de um projeto de lei relativo à construção de uma central de geração hidrelétrica. O nome da empresa não foi divulgado. O órgão explica que a empresa não fez o pagamento, e foi ela quem denunciou o crime. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp A decisão foi publicada pela 1ª Vara Criminal de Toledo na segunda-feira (18). Os dois foram condenados a sete anos de prisão em regime semiaberto e também perderam os cargos públicos. Cabe recurso da decisão. O g1 procurou a defesa dos vereadores, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. O g1 tenta contato com os partidos dos parlamentares. Dudu Barbosa (MDB) e Valdomiro Bozó (PL), de Toledo Câmara Municipal de Toledo Segundo a investigação da 4ª Promotoria de Justiça de Toledo, o projeto para o qual os vereadores pediram propina era importante para a empresa de energia porque permitiria a passagem de tubulações necessárias para a construção de uma Central de Geração Hidrelétrica (CGH) no Rio São Francisco. O projeto foi aprovado por unanimidade em segundo turno na Câmara de Toledo. Leia também: Desaparecimento: Paranaense que desapareceu enquanto esperava esposa é encontrado morto em rio na Argentina Primas desaparecidas: Ex-namorada suspeita de ajudar foragido é presa no interior de São Paulo Fã de Neymar: Menino que conheceu jogador após tratamento contra leucemia comemora convocação Vereados foram afastados do cargo Em agosto de 2025, o MP-PR pediu um afastamento de 180 dias para ambos os vereadores. Eles ficaram afastados até fevereiro deste ano, quando a 1ª Vara Criminal de Toledo revogou a medida cautelar. Então, os vereadores voltaram a participar das atividades legislativas. No entanto, três dias após o retorno, o MP-PR solicitou outro afastamento de mais 180 dias, que está em vigência até os dias de hoje. Na segunda-feira (18), os vereadores de Toledo votaram a cassação dos mandatos dos parlamentares. O pedido foi aprovado em primeiro turno, mas segue para votação em segundo turno nesta terça (19). VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

Palavras-chave: câmara municipal

Tudo em um: Google revela o modelo Omni e acelera processos com o Gemini 3.5 Flash

Publicado em: 19/05/2026 12:34 Fonte: Tudocelular

O Google anunciou nesta terça-feira, 19, o lançamento do Gemini 3.5 Flash e a introdução da família de modelos Omni. A nova geração da tecnologia de IA promete velocidade de processamento e capacidade inéditas para executar tarefas complexas de maneira autônoma.O Gemini 3.5 Flash chega a diversos produtos da empresa para resolver o alto custo computacional do setor. O modelo consegue gerar quase 300 tokens por segundo e apresenta um desempenho equivalente ao do antigo sistema 3.1 Pro com uma fração do custo financeiro. Testes técnicos mostram que a novidade supera as versões Flash anteriores e atinge o mesmo nível do concorrente GPT 5.5 da OpenAI. A diretora sênior de gerenciamento de produtos do Gemini, Tulsee Doshi, explicou que a eficiência da nova versão permite criar interfaces mais inteligentes e viabiliza a execução de ações mais elaboradas. "Certas coisas como o controle da interface de usuário são caras de fazer porque o modelo precisa pesquisar a página, saber onde clicar e agir através de múltiplas etapas", detalhou a executiva. O ganho de velocidade do Flash torna essas ações economicamente possíveis.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

VÍDEO: só um vereador vai à Câmara e sessão no Paraná dura menos de 20 segundos: 'Declaro fracassada'

Publicado em: 19/05/2026 12:30

Só um vereador vai à Câmara e sessão dura menos de 20 segundos: 'Declaro fracassada' Uma sessão de uma Câmara Municipal de Vereadores durou menos de 20 segundos após apenas um vereador comparecer à reunião. O caso aconteceu nesta segunda-feira (18) em Nova Tebas, cidade de cerca de 6,9 mil habitantes da região central do Paraná. A cena foi registrada em vídeo nas redes sociais da Câmara, que faz transmissão oficial de todas as sessões. As imagens mostram o vice-presidente da casa, o vereador Vanderley Borgert (PP), acompanhado de um assessor jurídico. O político inicia os trabalhos de maneira protocolar e encerra logo em seguida. Assista acima. "Invocando a presença de Deus, declaro aberta a 11ª sessão ordinária [do ano]. Considerando a falta de quórum regimental, declaro fracassada a sessão. Agradeço a todos por acompanharem nossas sessões. Boa noite a todos", disse ele. ✅ Siga o g1 PR no WhatsApp Em nota institucional, a Câmara informou que sete dos nove vereadores cumpriam agenda em Brasília, e que, conforme o Regimento Interno, é necessária a presença da maioria dos políticos para a realização de uma sessão. Veja a nota completa mais abaixo. A vereadora que não viajou e não foi à Câmara justificou à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, que não compareceu à sessão porque sabia que os colegas estariam ausentes e que o quórum mínimo não seria atingido, mesmo com a presença dela. Os vereadores que foram à capital viajaram para participar da XXVII Marcha à Brasília em Defesa dos Municípios, que iniciou nesta segunda (18) e vai até esta quinta-feira (21). Eles pediram diárias de R$ 1,2 mil para cinco dias de evento, contabilizando um a mais devido à viagem. Como uma servidora pública também foi acompanhá-los e recebeu as diárias, o gasto total dos cofres públicos é de R$ 48 mil. "O evento reúne representantes de municípios de todo o país e possui caráter institucional e oficial, com debates sobre pautas municipalistas, captação de recursos, fortalecimento dos municípios e participação em reuniões junto a autoridades federais. A viagem foi realizada por deslocamento terrestre; considerando a logística da viagem e a distância entre o município de Nova Tebas (PR) e Brasília (DF), motivo pelo qual foram concedidas cinco diárias aos vereadores participantes", diz a Câmara. Leia também: Acidente: Pintor tenta abater galinhas para o almoço e morre com disparo acidental de espingarda de pressão Foragido: Polícia divulga fotos de pastor acusado de intermediar assassinato de diretor de empresa a mando do CEO Flagrante: Motorista se contradiz e tenta mentir para a polícia, mas é pego com carga de maconha escondida em fundo falso de caminhonete Gravação mostra um assessor jurídico (à esq.) e o vice-presidente da Câmara, o vereador Vanderley Borgert (PP) Reprodução O que diz a Câmara Veja, abaixo, a íntegra da nota oficial emitida pela Câmara Municipal de Nova Tebas nesta terça-feira (19): "Os vereadores Aline Hrysyk, Hamilton Sonaldo de Góis, Hoanderson Martins Berger, Odair Medeiros de Oliveira, Orildo Vieira da Luz, Sidinei Schon e Valdeir José dos Santos, da Câmara Municipal de Nova Tebas, esclarecem que a sessão ordinária prevista para o dia 18 de maio de 2026 não foi realizada em razão da ausência de quórum regimental mínimo para abertura dos trabalhos legislativos. As ausências ocorreram em virtude de agenda oficial em Brasília/DF, onde os parlamentares participam da XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada entre os dias 18 e 21 de maio de 2026. O evento reúne representantes de municípios de todo o país e possui caráter institucional e oficial, com debates sobre pautas municipalistas, captação de recursos, fortalecimento dos municípios e participação em reuniões junto a autoridades federais. A viagem foi realizada por deslocamento terrestre, considerando a logística da viagem e a distância entre o Município de Nova Tebas/PR e Brasília/DF, motivo pelo qual foram concedidas 5 (cinco) diárias aos vereadores participantes. Os vereadores reforçam que não recebem pagamento por sessão realizada, sendo a remuneração efetuada por meio de subsídio mensal fixo, conforme determina a legislação vigente. Nos termos do Regimento Interno da Câmara Municipal, para abertura e realização das sessões é necessária a presença mínima da maioria dos vereadores em exercício. Ressalta-se, ainda, que todos os trabalhos legislativos da Câmara Municipal de Nova Tebas encontram-se em dia, com a pauta administrativa e legislativa regularmente organizada, garantindo o pleno funcionamento das atividades da Casa. A Câmara Municipal de Nova Tebas reafirma seu compromisso com a transparência, legalidade e responsabilidade no exercício da função pública, sempre buscando representar os interesses da população novatebense". Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Campos Gerais e Sul

Palavras-chave: câmara municipal

Embraer abre inscrições para programa de estágio com 200 vagas em diferentes cidades do Brasil; veja como se candidatar

Publicado em: 19/05/2026 12:21

Unidade da Embraer no aeroporto em São José dos Campos Divulgação/Embraer A Embraer, fabricante brasileira de aeronaves com sede em São José dos Campos, abriu nesta terça-feira (19) as inscrições para um programa de estágio com 200 vagas em diferentes cidades do país. Podem se candidatar estudantes do ensino superior de diversas áreas do conhecimento, como do ramo corporativo e administrativo, área de engenharia e operações, além de tecnologia e técnico. A maior parte das vagas está concentrada nas cidades de São José dos Campos, Botucatu, Taubaté, Gavião Peixoto, Sorocaba e na capital paulista, mas também há vagas em outras cidades. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Segundo a Embraer, as vagas são para atuação no modelo 100% presencial. A empresa informou que é necessário que os candidatos morem nas regiões das cidades com vagas ou tenham disponibilidade para mudança. Vídeos em alta no g1 As inscrições para o processo seletivo devem ser feitas pela internet, até o dia 5 de junho, pelo site da empresa - clique aqui. O início do programa para os aprovados está previsto para setembro de 2026. De acordo com a Embraer, metade das vagas será destinada a grupos sub-representados, principalmente mulheres, pessoas negras, pardas e pessoas com deficiência (PCDs). Segundo a empresa, os aprovados terão direito a bolsa-auxílio e benefícios, como convênio médico, convênio odontológico, seguro de vida, refeição na Embraer, fretado, programas de incentivo para atividade física (wellhub/gympass), recesso remunerado, além da possibilidade de efetivação após o término do estágio. Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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