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Três bancos são condenados a indenizar idosa que caiu em golpe da falsa central telefônica

Publicado em: 24/08/2025 16:12

Justiça condena três bancos a indenizar idosa que caiu em golpe da falsa central telefônica Reprodução/ RBS TV A Justiça de São Vicente, no litoral de São Paulo, condenou três bancos a indenizarem uma idosa de 78 anos, que caiu em um golpe da falsa central telefônica. Na decisão em 1ª instância, o juiz Fernando Eduardo Diegues Diniz determinou que as instituições financeiras devolvam mais de R$ 33 mil à aposentada, referente ao valor subtraído pelos estelionatários, além de uma indenização de R$ 5 mil. Cabe recurso a decisão. O golpe ocorreu em 8 de março de 2023, quando os criminosos ligaram à aposentada informando que o cartão de crédito dela havia sido clonado e perguntando se ela fez compras em uma loja de gesso em Guarujá. Na ocasião, a vítima negou e pediu para que o cancelamento fosse realizado. No entanto, ela foi informada que para que fosse cancelado, teria que cortar o cartão de crédito ao meio e entregá-lo, junto ao celular dela, para um funcionário que retiraria na casa dela, no bairro Jardim Rio Branco, em São Vicente. A promessa foi de que ela receberia novos cartões. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. "Como a pessoa que falava no telefone comigo tinha todos os meus dados, acreditei que era verdade. Concordei em fazer como ele me pediu, só que aí o tempo foi passando e ele não me trouxe o combinado. Liguei para os telefones do cartão e descobri que tinha caído no golpe", disse a aposentada, que preferiu não ser identificada. O advogado Fabricio Posocco, que defende a aposentada, contou que a vítima teve R$ 23.181,23, subtraídos indevidamente da conta da correntista pelos estelionatários, sendo R$ 8.643 no cartão do Banco Itaú, R$ 7.590 no do Carrefour e R$ 6.947 no do Bradescard. Além disso, segundo o advogado, o Banco Itaú obrigou a aposentada a fazer um empréstimo de R$ 10 mil para cobrir o saldo da conta bancária, que ficou negativo diante da fraude. Segundo ele, as instituições alegaram que o golpe ocorreu em ambiente externo às agências. "Os bancos basicamente alegaram que ela tinha caído no golpe pelo telefone, feito tudo por ela mesma, atendido a questão dos golpistas e que a responsabilidade era toda dela, que não tinham nada a ver com a história", explicou Posocco. No entanto, a defensa conseguiu evidências de que os bancos não guardaram os dados da aposentada de forma correta, já que os estelionatários sabiam informações das últimas operações dela, CPFL, nome da mãe, conta do banco e nome do gerente. Posocco explicou que a defesa mostrou que 21 operações foram realizadas em um estabelecimento específico. "Não funcionou esse mecanismo de segurança do banco em relação às compras do perfil do cliente". Segundo o advogado, foi solicitado que o banco demonstrasse especificamente os horários das operações realizadas, mas que as instituições não apresentaram provas. "O que realmente corroborou a ideia de que as compras foram, na verdade, realizadas de maneira fraudulenta". Ao g1, a vítima contou que após perceber que havia caído em um golpe ficou nervosa. "Chorei muito, me senti muito mal porque me enganaram. É difícil para a gente que tem mais idade mexer nessas coisas eletrônicas e de aplicativo de banco". Sentença Na decisão de 19 de julho, o juiz Fernando Eduardo Diegues Diniz afirmou que, de alguma forma, os criminosos sabiam do endereço e telefone da vítima, bem como a condição de titular de cartões de crédito, o que sugere que houve descuido na guarda dos dados sigilosos pelos administradores. "A autora foi ludibriada por terceiros e, de certa forma, concorreu à ocorrência dos fatos. Contudo, os réus dispunham ou deveriam dispor, conforme exaustivamente destacado -, de meios para evitar a ocorrência da fraude", afirmou Diniz. A aposentada contou que se sente aliviada com a decisão do juiz, pois teve que fazer empréstimo para pagar a conta que não havia feito. "Estou feliz que resolveu porque posso não ter estudado, mas não sou desonesta, e quando falei que não tinha feito compra nenhuma, o banco não acreditou em mim". Posocco afirmou que o magistrado foi "extremamente sensível" em relação ao caso, reconhecendo exatamente todos os prejuízos que a idosa teve, determinando o cancelamento desses prejuízos e a devolução dos valores. Para o advogado, a situação se mostra importante porque o direito da aposentada foi reconhecimento diante de uma falha grande dos bancos. O que dizem os bancos? Em nota, o banco Carrefour informou que adotará as medidas cabíveis, incluindo o cancelamento das cobranças relacionadas ao caso. A instituição reforçou que cumprirá integralmente a decisão judicial definitiva, respeitando todos os trâmites legais. Procurado, o banco Bradesco informou que se trata de uma ação externa, na qual golpistas se passam por funcionários de instituições financeiras e induzem o cliente a realizar transações ou procedimentos nos próprios dispositivos, sem perceber que está sendo vítima de golpe. Segundo o Bradesco, por questões de sigilo bancário, o caso é tratado diretamente com a cliente, e afirmou que nem a BIA (Bradesco Inteligência Artificial), nem o banco realizam ligações solicitando senhas, chaves de segurança, instalação de aplicativos para inspeção ou limpeza remota, ou acesso ao aplicativo para realização de transações. A instituição reforçou, ainda, que qualquer mensagem suspeita pode ser encaminhada ao canal de denúncias: evidencia@bradesco.com.br, que realiza a avaliação e, quando necessário, aciona as operadoras de telefonia para desabilitar números que estejam se passando pelo banco. O banco Itaú disse, em nota, que tem como valor central o compromisso com a satisfação dos clientes e, por isso, está sempre atento às necessidades e oportunidades de melhoria em seus produtos e serviços. Sobre o caso, o banco informou que aguarda decisão final do processo, que se encontra em andamento. Confira 5 dicas para proteger seus dados na internet 'Hacker do bem' dá 5 dicas para proteger seus dados na internet VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

Foguete lançado à altura de prédio de 60 andares dá vitória a estudantes do AC em olímpiada: 'Experiência incrível'

Publicado em: 24/08/2025 16:08

Estudantes do Ifac alcançaram posição mais alta no pódio "O Acre existe e também faz foguetes" Esse é o lema do estudante João Augusto do Nascimento de Queiroz, de 17 anos, do 3º ano integrado em informática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac). Ele fez parte do grupo acreano que conquistou medalha de ouro na Jornada dos Foguetes, organizada pela Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG), que aconteceu em Barra do Piraí, no Rio de Janeiro, entre 18 e 21 de agosto. O evento reuniu estudantes que se destacaram nas competições da Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG). A equipe acreana, também formada pelas estudantes Jéssica Moura e Katriele Barbosa, lançou um foguete a mais de 200 metros de distância, o equivalente a um prédio de 60 andares. (Veja acima) 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Estudantes do campus Tarauacá também haviam participado de uma etapa da jornada na qual conquistaram a medalha de prata. Ao g1, o estudante de Sena Madureira, no interior do Acre, contou que apesar das dificuldades durante o processo de testes, o grupo conseguiu desenvolver o projeto que foi pensado e subiu no topo do pódio "No começo utilizávamos garrafas pets, coifas de maçã e papel paraná. Mas as maiores dificuldades foram os custos materiais, já que testamos muitos foguetes, e também a falta de um espaço apropriado para os lançamentos dentro da cidade. [A competição] Foi uma experiência incrível", afirma. Os estudantes que formaram a equipe costumam participar de diversos projetos científicos do Ifac e já vêm desenvolvendo os foguetes artesanais, impulsionados por misturas químicas. De volta ao Acre, João Augusto busca inspirar outros jovens do Acre a participar de feiras de ciências. Os estudantes também integram o projeto de extensão Ciência em Ação, que tem o objetivo de despertar o interesse de jovens pelos estudos científicos. "A ideia é levar oficinas de foguetes para escolas e comunidades, desde o ensino fundamental até o ensino médio. Queremos mostrar que a ciência pode ser divertida e transformadora", explicou. 'Intercâmbio cultural' Estudantes foram acompanhados pela professora de física Karla Vilas Boas Arquivo pessoal Os estudantes viajaram acompanhados pela professora, Karla Leite Vilas Boas, que ressalta a importância de programas que integram cultura e educação afim de mostrar aos alunos que a ciência não é algo distante de suas realidades. Ainda conforme a educadora, a participação em competições desse tipo também incentiva o desenvolvimento dos alunos em várias competências. "Os meninos são colocados para fazer uma prática experimental, onde envolve muita química, física, matemática, habilidade de trabalho em grupo, e pesquisa", conta. Karla foi quem iniciou o projeto em 2023, com oficinas que envolveram estudantes de todo o ensino médio. No ano passado, por conta de uma greve, a iniciativa foi interrompida, mas foi retomada este ano e já com classificação para a competição nacional. "É na jornada desse intercâmbio cultural com alunos de todos os estados que eles trocam experiências e descobrem novas culturas. Através de programas como a Jornada de Foguetes, eles tem uma oportunidade prática de aprendizado", destaca. Galerias Relacionadas

Palavras-chave: tecnologia

Justiça Eleitoral condena vereador eleito e empresário em esquema de compra de votos ligado a apostas no RS

Publicado em: 24/08/2025 15:08

Sérgio Bueno da Rocha Reprodução/ RBS TV A Justiça Eleitoral condenou o vereador eleito Sérgio Rocha Bueno e o empresário Valdenir Bueno Dorneles por esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2024 em Boa Vista das Missões, no Norte do Rio Grande do Sul. Sérgio teve o diploma cassado, foi declarado inelegível por oito anos e perdeu todos os votos recebidos. A sentença reconheceu que ambos participaram do esquema com o objetivo de lucrar com apostas eleitorais. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O g1 entrou em contato com a defesa de ambos, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Cabe recurso da decisão. O caso foi relatado por Paulo Roberto Galvão Ignacio, ex-prefeito da cidade. Segundo ele, Valdenir, conhecido na cidade como “Aníbal”, teria investido mais de R$ 600 mil na compra de votos para garantir a eleição de Sérgio Rocha Bueno, o “Serginho”, que obteve 438 votos, a maior votação da história do município para o cargo de vereador. O objetivo, conforme a denúncia do Ministério Público Eleitoral, era apostar que um candidato sem nenhuma chance venceria, e depois garantir a vitória dele comprando votos. Em 2024, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução que explicita o ilícito eleitoral de prática de apostas — inclusive pela internet — cujo objeto envolva o resultado das eleições. Fazer esse tipo de aposta de forma repetida, ainda mais se envolver promessas de dinheiro ou outras vantagens para eleitores, pode atrapalhar a eleição e influenciar o voto das pessoas. Isso é considerado uma prática ilegal e pode ser punida como abuso de poder econômico ou compra de votos, com base na Constituição e nas leis eleitorais. Valdenir foi condenado ao pagamento de multa no valor de R$ 53.205, mesma penalidade imposta a Sérgio, que também teve seu diploma cassado e foi declarado inelegível por oito anos. Os votos recebidos por Sérgio foram declarados nulos, e o juiz determinou o recálculo dos quocientes eleitoral e partidário, com comunicação à Câmara Municipal para os procedimentos cabíveis. A sentença destaca que Valdenir financiou a campanha de Sérgio e realizou apostas de alto valor, lucrando com a vitória do candidato. “Seria um plano perfeito”, escreveu o juiz, ao apontar que o empresário usou a baixa visibilidade de Sérgio para atrair apostadores e garantir retorno financeiro elevado. A Justiça ainda considerou que houve dolo específico na conduta dos representados, com interferência direta na liberdade de voto e na igualdade entre os candidatos. A sentença rejeitou a alegação de ilegitimidade passiva de Valdenir, mesmo ele não sendo candidato, e aplicou a penalidade máxima prevista na legislação. Suspeita de apostas e compra de votos em eleição para vereador Eleitores tiveram prejuízos O aposentado Setembrino Lício de Oliveira, de 77 anos, relata que investiu R$ 60 mil, o valor que havia ganhado arrendando a terra para plantar soja. Ele conta que apostou que um candidato tradicional, atual presidente da Câmara, faria mais votos que Serginho — e perdeu. “Achei que ganhava fácil. O outro já era conhecido, o Serginho ninguém conhecia”, afirmou Oliveira. Outro morador, João Pedro Brizola Dorneles, diz que apostou R$ 300 mil que a soma de votos de três candidatos tradicionais venceria a de Serginho e um aliado. Também perdeu. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Palavras-chave: câmara municipal

SENAI abre 400 vagas gratuitas para cursos técnicos semipresenciais no Vale do Aço

Publicado em: 24/08/2025 14:18

Senai abre 2 mil vagas para cursos gratuitos de tecnologia voltados para mulheres no Espírito Santo Divulgação O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) abriu 400 vagas para cursos técnicos semipresenciais gratuitos no Vale do Aço. As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de setembro e as aulas começam no dia 15 de setembro. Em Ipatinga, as opções são os cursos técnicos em Automação Industrial, Eletrotécnica e Qualidade. Já em Timóteo, estão disponíveis os cursos de Eletrotécnica e Qualidade. 📲Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp De acordo com o edital, os cursos são destinados a pessoas de baixa renda que estejam cursando ou já tenham concluído o ensino médio. Também podem se inscrever trabalhadores da indústria e egressos do SENAI. Como funciona o curso O formato semipresencial combina aulas teóricas e atividades práticas, como laboratórios, estudos de caso e visitas técnicas. A proposta é permitir que os alunos conciliem os estudos com o trabalho e outros compromissos pessoais. As aulas contam com atividades online no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e encontros presenciais semanais nos laboratórios do SENAI. Requisitos para inscrição Para participar, é necessário: Ter concluído o ensino fundamental e estar cursando ou já ter concluído o ensino médio; Declarar baixa renda; Possuir acesso a computador com internet, já que parte da formação é online; Ter disponibilidade para comparecer às aulas presenciais na unidade escolhida. Datas importantes Inscrições e matrículas: até 5 de setembro Aula inaugural: entre 3 e 6 de setembro Ambientação online: de 8 a 12 de setembro Início das aulas: 15 de setembro Os interessados devem se inscrever pelo site do SENAI. VEJA TAMBÉM: Concurso da Educação em MG: inscrições começam nesta segunda (21) com salários de quase R$ 7 mil; veja vagas na região Concurso da Educação em Minas: inscrições encerram nesta quinta (21) com 1,8 mil vagas no Leste e Nordeste Senac está com 92 vagas abertas para cursos gratuitos em Governador Valadares Senai de Ipatinga oferece curso de capacitação Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.

Palavras-chave: tecnologia

O 'álbum novo' de cantora folk que nem ela conhecia – criado com inteligência artificial

Publicado em: 24/08/2025 14:03

Emily Portman diz que a versão criada por inteligência artificial de sua música é "assustadora" Getty Images via BBC No mês passado, a premiada cantora britânica Emily Portman recebeu uma mensagem de um fã elogiando seu novo álbum e dizendo: "A música folk inglesa está em boas mãos". Isso normalmente seria um elogio, mas a artista de Sheffield ficou intrigada. Então, ela seguiu um link postado pelo fã e foi levada ao que parecia ser seu mais recente lançamento. "Mas eu não reconheci, porque eu não tinha lançado um novo álbum", diz Portman. "Descobri um álbum meu novo em diversos lugares – no Spotify, no iTunes e em todas as plataformas online." "Chamava-se Orca, e era uma música evidentemente gerada por inteligência artificial, mas que, acredito eu, havia sido bem treinada usando minhas músicas reais." As 10 faixas tinham nomes como Sprig of Thyme e Silent Hearth – que eram "incrivelmente próximas" de títulos que ela poderia ter criado. Foi algo que Portman, vencedora do prêmio BBC Folk Award em 2013, achou "muito assustador". Quando ela clicou para ouvir, a voz – supostamente dela – estava um pouco estranha, mas cantava "em um estilo folk provavelmente o mais próximo possível do meu que a IA consegue produzir", diz ela. A instrumentação das músicas também era assustadoramente semelhante. O álbum Orca foi lançado sob o nome de Emily Portman em uma série de plataformas digitais, incluindo o YouTube BBC A música gerada por IA já é abundante na internet hoje. Mas ela é frequentemente lançada sob nomes fictícios ou imitando grandes estrelas — e sem que apareça em suas páginas oficiais de streaming. Agora existe uma tendência crescente de artistas consagrados (mas não super estrelas) virando alvos de conteúdo falso que aparece repentinamente em suas páginas no Spotify e outros serviços de streaming. Até mesmo músicos já falecidos tiveram "novos" materiais gerados por IA adicionados aos seus catálogos. Portman não sabe quem publicou o álbum usando seu nome ou o porquê disso. Ela foi falsamente creditada no disco como artista, compositora e detentora dos direitos autorais. O produtor listado nos créditos é Freddie Howells — mas ela afirma que esse nome não significa nada para ela e que não há nenhum vestígio online de um produtor ou músico com esse nome. Quanto à música em si, embora tenha sido bem feita o suficiente para convencer alguns fãs, a falta de algum elemento humano real na criação faz o álbum soar "vazio e perfeito demais", diz ela. "Eu nunca vou conseguir cantar sendo tão perfeitamente afinada. E não é esse o ponto. Eu nem quero. Eu sou humana." Alguns dias depois, outro álbum apareceu nas páginas de streaming de Portman. Desta vez, era possível perceber que houve bem menos esforço para imitá-la. Eram "20 faixas de baboseiras instrumentais", diz ela. "Só AI slop [termo em inglês para designar conteúdo de baixa qualidade criado por inteligência artificial]." Ela entrou com uma processo na Justiça por direitos autorais para que os álbuns sejam retirados do ar e disse que o episódio redobrou sua "crença na importância da criatividade real e em como ela comove as pessoas". "Espero que a música da IA ​​não tenha feito isso com as pessoas", continua ela. "Embora eu tenha recebido um e-mail de alguém perguntando: 'Cadê o Orca? Estou escutando o disco repetidamente'. Então houve pessoas que foram enganadas pelo disco." Josh Kaufman diz que a música produzida por IA imitando seu estilo soa como "uma demo com teclado Casio e letras em inglês macarrônico" Getty Images via BBC Quem postou os álbuns online receberá royalties por ele. Mas nenhuma música do Orca teve mais de 2 mil reproduções no Spotify — portanto, a receita com o disco não deve ultrapassar US$ 6 (R$ 32) por faixa. De acordo com a Luminate, empresa de análise da indústria musical, todos os dias é feito o upload de cerca de 99 mil músicas para serviços de streaming, geralmente por meio de dezenas de serviços de distribuição, que solicitam os dados do artista. Se essas informações estiverem incorretas e uma música for listada erroneamente sob o nome de um artista já existente, cabe aos artistas ou à gravadora reclamar para removê-la. Portman diz que algumas plataformas foram rápidas em remover o Orca de suas plataformas, mas o Spotify demorou três semanas para fazê-lo. E ela ainda não recuperou o controle de seu perfil de artista no Spotify. Em um comunicado, o Spotify disse: "Esses álbuns foram adicionados incorretamente ao perfil errado de uma artista diferente que tem o mesmo nome e foram removidos após serem sinalizados". Portman questiona isso. Embora haja outra cantora com o mesmo nome que o seu no Spotify, os álbuns falsos não soavam como ela e não foram adicionados ao seu perfil desde então. Ela diz que a experiência "angustiante" parece "o início de algo bastante distópico" — e também destaca a falta de proteção legal para os artistas. Ela suspeita que artistas independentes estejam sendo alvos dessas ações porque nomes mais famosos costumam ter mais proteção e poder para remover lançamentos fraudulentos rapidamente. Músicas geradas por IA e tocadas em lojas rende debates entre artistas e associações; entenda 'Assinatura da nossa alma' Assim como Portman, o músico, produtor e compositor nova-iorquino Josh Kaufman, que tocou no álbum Folklore de Taylor Swift, foi alertado por seus ouvintes sobre material falso com seu nome. "Eu comecei a receber mensagens de fãs e amigos sobre algumas músicas novas que eu teria acabado de lançar e sobre como elas eram uma grande mudança [de estilo]", diz ele. "Eu acho que a maioria das pessoas percebeu que se tratava de outra pessoa usando meu perfil de artista como forma de lançar uma música estranha, claramente gerada por computador." No caso de Kaufman, sua identidade foi usada para lançar uma faixa chamada Someone Who's Love Me, que soava como "uma demo com teclado Casio e letras em inglês macarrônico". "Foi constrangedor e, depois, meio confuso", diz. "Isso [música] é o que fazemos, certo? Isso é a assinatura da nossa alma, e que outra pessoa possa simplesmente ter acesso a isso..." Ele é um dos diversos artistas de folk-rock e Americana que tiveram faixas falsas postadas usando seus nomes nas últimas semanas — aparentemente todas da mesma fonte. Outros incluem o vocalista do Wilco, Jeff Tweedy, J Tillman (agora conhecido como Father John Misty), Sam Beam (também conhecido como Iron & Wine), Teddy Thompson e Jakob Dylan. Todos os lançamentos usaram o mesmo estilo de arte com IA e foram creditados a três gravadoras, duas com nomes aparentemente indonésios. Muitos listaram o mesmo nome de um compositor — Zyan Maliq Mahardika. Esse nome também foi creditado em outras músicas que imitam músicos cristãos e bandas de metalcore dos EUA. O Spotify disse que alertou a distribuidora sobre o problema e removeu essas faixas, pois elas "violavam nossa política contra a personificação de outra pessoa ou marca". A empresa acrescentou que "removeria qualquer distribuidor que permitisse repetidamente esse tipo de conteúdo em nossa plataforma". O mesmo estilo de design foi usado para lançar músicas falsas sob o nome de diversos artistas BBC Kaufman criou uma playlist com todas as faixas que conseguiu encontrar e deu a ela um nome depreciativo. "É mais divertido rir disso do que se sentir mal", diz ele. "Mas é desconcertante que isso possa acontecer." E é estranho para ele — como músico e produtor que geralmente passa despercebido do grande público — ser alvo disso. "Por que não procurar algum artista grande? Se você está tentando ganhar royalties de algum tipo", questiona. Ele não faz ideia de para quem esses royalties possam ter ido. "Para ser sincero, nem sei quem é o inimigo", diz ele. "É um computador? É uma pessoa sentada em algum lugar criando essa música só para atrapalhar alguém?" Uma coisa é certa: ele quer que empresas como o Spotify sejam mais proativas na prevenção de músicas fraudulentas em suas plataformas. Tatiana Cirisano, da empresa de análise de mídia e tecnologia Midia Research, afirma que a IA está "tornando mais fácil para os fraudadores" enganarem os ouvintes, que também são mais "passivos" nessa era dos algoritmos. Ela acredita que pessoas mal-intencionadas podem estar se passando por artistas da vida real na esperança de que suas faixas fraudulentas "acumulem streams suficientes" — centenas de milhares — para lhes render um belo dinheiro. "Eu acho que as falsificações de IA estão focadas em artistas menos conhecidos na esperança de que seus esquemas passem despercebidos, em vez de mirarem em uma super estrela que poderia imediatamente alertar o Spotify", diz ela. Mas os serviços de streaming e distribuidores estão "trabalhando duro" e melhorando seus sistemas de identificação, ela enfatiza, "ironicamente, também usando IA e aprendizado de máquina". "Acho que está claro para todos que cada parte interessada deve fazer a sua parte", diz ela. "Mas é complicado." Música nova de artista morto Quando uma nova música apareceu no mês passado na página de artista verificado do cantor country americano Blaze Foley, foi uma grande surpresa para Craig McDonald, dono da gravadora de Foley – principalmente porque Foley morreu em 1989. A "baboseira de inteligência artificial", como McDonald descreve, evidentemente não fazia parte do estilo "cantor e compositor texano de coração" de Foley. "Blaze tinha talento para compor, mas, junto com esse talento, uma autenticidade completa", diz ele. "Como costumam dizer, [ele tinha] três acordes e a verdade. E claramente não era isso." McDonald, que administra a Lost Art Records, está preocupado que imitações de IA possam prejudicar a credibilidade de artistas como Foley, especialmente para pessoas que não conhecem seu som. Ethan Hawke (à esquerda) e Ben Dickey cantaram após a exibição de um filme biográfico sobre Blaze Foley no Texas em 2018 Getty Images via BBC O que Foley teria achado de tudo isso? "Blaze talvez tivesse gostado, porque na foto que acompanhava a música, ele parecia bem mais magro, com uns 15 kg a menos, e ainda ganhou um corte de cabelo moderno", ri McDonald. "Mas ele também diria: 'Quero aqueles 10% de cada centavo que o Spotify está arrecadando. Mandem para mim'." Considerando que a era do streaming já causou grandes perdas na renda de muitos artistas, Emily Portman diz que esse caso parece um "golpe muito baixo". Além de ter que lidar com um impostor de inteligência artificial, ela agora está gravando seu primeiro álbum solo (de verdade) em 10 anos — o que, ao contrário da IA, exige tempo, dinheiro e profunda criatividade pessoal. Ela diz que o disco custará pelo menos R$ 70 mil no total, para pagar as pessoas de verdade que tocam, produzem, lançam e promovem o disco. Mas o resultado, ela se entusiasma, será algo genuíno e humano. "Estou realmente ansiosa para trazer música de verdade ao mundo!" LEIA TAMBÉM: Por que música viral feita por inteligência artificial com vozes de Drake e The Weeknd preocupa artistas Paul McCartney: 'Não deixem a inteligência artificial roubar os artistas' Inteligência artificial: o curioso fenômeno das bandas virtuais de K-pop Trilha do consumo: Lojas investem em músicas geradas por Inteligência Artificial G1 em 1 Minuto: Quais as profissões mais impactadas pela inteligência artificial?

Padre é preso por ser suspeito de abusar sexualmente de adolescentes religiosos e em situação de vulnerabilidade, no Paraná

Publicado em: 24/08/2025 12:46

Padre foi preso na manhã deste domingo (24), em Cascavel. Polícia Civil (PC-PR) Um padre de 41 anos foi preso temporariamente na manhã deste domingo (24), em Cascavel, no oeste do Paraná. Ele está sendo investigado por ser suspeito de praticar abusos sexuais contra jovens da comunidade católica e de adolescentes em situação de vulnerabilidade. Entenda mais abaixo. Ele foi preso por policiais do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (NUCRIA) que também cumpriram um mandado de busca de apreensão na casa dele. Segundo a polícia, o padre está sendo investigado desde o dia 16 de junho deste ano. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp Durante a investigação, 11 pessoas foram ouvidas. Dentre elas, três vitimas foram identificadas, sendo uma adolescente na época do crime e dois adultos. Segundo a polícia, o padre estava tentando entrar em contato de forma insistente com vítimas e testemunhas e, por isso, foi necessário decretar a prisão temporária dele. O nome do padre não foi divulgado pela polícia. O g1 tenta localizar a defesa dele. LEIA TAMBÉM: De Toledo à Aparecida: Paranaense caminha mais de mil quilômetros por 20 dias para conhecer Santuário: ‘Uma das melhores coisas que fiz na vida’ São José dos Pinhais: Motociclista invade marcha estudantil da PM, atropela oito alunos e morre após bater em estrutura de concreto Mega-Sena: Quatro apostas do Paraná acertam quina e faturam prêmios; veja cidades e valores "Comportamento predatório", irregularidades na gestão financeira de paróquia e exercício ilegal da medicina Segundo a polícia, foi possível apurar na investigação que o padre possui um "padrão de comportamento predatório" desde 2010, quando ainda era seminarista. Na época, ele tentou abusar de outro seminarista. A polícia informou que a maioria das vítimas eram jovens envolvidos em atividades religiosas. A investigação ainda apurou que ele atraía adolescentes em situação de vulnerabilidade social com ofertas de dinheiro, viagens, presentes e convites para pernoitar na casa dele. Conforme a polícia, também foram identificadas irregularidades na gestão financeira da paróquia onde o padre atuou com pároco até o fim de 2024. Na investigação, a polícia também descobriu que ele oferecia "terapias complementares" em um consultório próprio, praticando o exercício ilegal da medicina. Padre foi afastado da Igreja Católica antes de ser preso Segundo a Polícia Civil, após o aparecimento das primeiras evidencias dos casos de abuso, o padre foi afastado das funções eclesiásticas no dia 14 de agosto. O g1 questionou a Arquidiocese de Cascavel sobre o caso, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem. O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil (PC-PR) com o objetivo de identificar novas vítimas e testemunhas. Denúncias podem ser feitas ao Nucria pelo telefone (45) 3326-4909, ou pelo canal nacional de denúncias de violação de direitos humanos, o Disque 100, ou o Disque-Denúncia do Paraná, pelo 181. Violência e abuso sexual infantil: veja os sinais e saiba como proteger as crianças VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias da região em g1 Oeste e Sudoeste.

Palavras-chave: vulnerabilidade

Concursos e seleções oferecem 432 vagas com salários de até R$ 13,2 mil em PE; saiba como se inscrever

Publicado em: 24/08/2025 11:53

Prova de concurso público Divulgação/ TJ-MA Concursos públicos e seleções simplificadas que estão com inscrições abertas em Pernambuco oferecem, ao menos, 432 vagas de emprego. As oportunidades abrangem cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários de até R$ 13,2 mil. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Confira, abaixo, a lista que o g1 preparou com as principais informações sobre cada processo seletivo: Câmara municipal de Lagoa do Carro Inscrições até 25 de agosto; 7 vagas de nível fundamental, médio e superior; Salários de até R$ 2,2 mil; Confira o edital. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) Professores: Inscrições até 28 de agosto; 100 vagas para docentes com ou sem pós-graduação; Salários de até R$ 13,2 mil; Confira o edital. Técnicos-Administrativos: Inscrições até 4 de setembro; 77 vagas de ensino médio e superior para técnicos-administrativos; Salários de até R$ 4,9 mil; Confira o edital. Câmara Municipal de Bezerros Inscrições até 31 de agosto; 14 vagas de nível fundamental, médio, técnico e superior; Salários de até R$ 3,5 mil; Confira o edital. Faculdade de Petrolina (Facape) Inscrições até 8 de setembro; 51 vagas para docente auxiliar, assistente e adjunto; Salários de até R$ 8,5 mil; Confira o edital. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Inscrições até 18 de setembro; 52 vagas para docente; Salários de até R$ 13,2 mil; Confira o edital. Prefeitura de Angelim Inscrições até 18 de setembro; 131 vagas de nível fundamental, médio, técnico e superior; Salários de até R$ 7,5 mil; Confira o edital. ⬇️ Veja como estudar legislação para concursos: Como estudar legislação para concurso? VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Palavras-chave: câmara municipaltecnologia

Setor de supermercados cresce 260% ao longo de dez anos em Rio Preto, apontam dados da prefeitura

Publicado em: 24/08/2025 11:19

Setor de mercados cresce 260% em Rio Preto e atrai novas redes O setor de supermercados registrou crescimento expressivo nos últimos dez anos em São José do Rio Preto (SP), com aumento de 260% no número de estabelecimentos. Atualmente, a cidade conta com 209 supermercados, segundo dados da Secretaria Municipal da Fazenda, contra 80 em 2015. O crescimento atrai grandes redes, que planejam inaugurar novas unidades. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Uma das redes supermercadistas do Paraná investe cerca de R$ 60 milhões na construção de sua sexta loja em Rio Preto, localizada na região norte. O empreendimento, com 6 mil metros quadrados de área de vendas, 400 vagas de estacionamento e galeria de lojas, deve ser concluído até o final de setembro e vai gerar aproximadamente 500 novas oportunidades de trabalho. "São José do Rio Preto é uma cidade em franca expansão, muito acolhedora e com pessoas trabalhadoras. Por isso, a empresa está trazendo para a cidade a sexta unidade do grupo, sendo a terceira na bandeira atacadista", afirma o gerente da nova loja, Jorcelio Gomes Silva, em entrevista à TV TEM. Uma das redes do Paraná investe cerca de R$ 60 milhões na construção da sexta loja em Rio Preto. Reprodução/TV TEM O investimento faz parte de uma tendência de expansão observada em toda a região metropolitana de São José do Rio Preto. Segundo Carlos Eduardo Malagguti, diretor regional da Associação Paulista de Supermercados(Apas), as redes enxergam na cidade uma grande oportunidade de instalar suas empresas por meio de estudos que auxiliam na escolha de locais estratégicos. De acordo com o levantamento da Apas, o noroeste paulista possui atualmente 1.250 supermercados e, no ano passado, o setor gerou pouco mais de 1.400 vagas de emprego. "Quanto mais concorrência, melhor o serviço para o cliente. Modernizamos processos, implantamos tecnologia e conseguimos oferecer benefícios maiores ao consumidor", explica Malagguti. Além do exemplo mencionado pela reportagem, outras redes supermercadistas estão com unidades em construção, reforçando a expansão e a competitividade do setor em Rio Preto e região. Segundo Carlos, as redes enxergam na cidade uma grande oportunidade de instalar suas empresas. Reprodução/TV TEM Veja mais notícias da região em g1 Rio Preto e Araçatuba. VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

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Unemat abre inscrições para vestibular; veja prazos e valores

Publicado em: 24/08/2025 11:03

Campus da Unemat em Cáceres Secom-MT A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) abre na próxima segunda-feira (25) as inscrições para o Vestibular 2026/1. Ao todo, serão ofertadas 2.350 vagas em 59 cursos de graduação, distribuídos em 11 municípios do estado. As inscrições custam R$ 80 para o seletivo por prova e R$ 160 para o seletivo por histórico escolar. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Os candidatos devem realizar as inscrições pagas em 25 de agosto e 16 de outubro. Já as inscrições com isenção de taxa deverão ser feitas entre 1º e 8 de setembro. O processo seletivo será realizado em duas modalidades, com prova objetiva e redação e com análise do histórico escolar do Ensino Médio. Estudantes que ainda estejam cursando o 3º ano do Ensino Médio também podem participar, desde que apresentem o histórico escolar provisório dos 1º e 2º anos, disponível na secretaria da escola. As provas serão aplicadas no dia 30 de novembro, das 13h às 18h, em Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Cáceres, Cuiabá, Diamantino, Juara, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra. Como será a seleção por prova O vestibular será composto por duas fases aplicadas no mesmo dia: 1- Prova objetiva, com questões de: Ciências da Natureza e suas Tecnologias Matemática e suas Tecnologias Ciências Humanas e suas Tecnologias Linguagens, Códigos e suas Tecnologias 2- Prova de redação Resultado e início das aulas O resultado final será divulgado a partir de 30 de janeiro de 2026. As aulas do primeiro semestre letivo começam em 23 de fevereiro. Cursos com ingresso por histórico escolar: Administração (Noturno): Diamantino, Juara, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra Arquitetura e Urbanismo (Integral): Barra do Bugres Ciência da Computação: Alto Araguaia (Noturno), Barra do Bugres (Noturno) e Cáceres (Matutino) Ciências Biológicas (Noturno): Alta Floresta, Cáceres, Nova Xavantina e Tangará da Serra Ciências Econômicas (Noturno): Sino Educação Física: Cáceres (Matutino) e Diamantino (Noturno) Engenharia Civil (Integral): Nova Xavantina, Sinop e Tangará da Serra Engenharia de Produção Agroindustrial (Noturno): Barra do Bugres Engenharia Elétrica (Integral): Sinop Engenharia Florestal (Noturno): Alta Floresta Geografia (Noturno): Cáceres e Sinop Gestão e Inovação em Agronegócios (Noturno): Tangará da Serra História (Noturno): Cáceres Jornalismo (Noturno): Tangará da Serra Letras (Noturno): Alto Araguaia, Cáceres, Pontes e Lacerda, Sinop e Tangará da Serra Matemática (Noturno): Barra do Bugres, Cáceres e Sinop Pedagogia (Noturno): Cáceres, Juara e Sinop Sistemas de Informação (Noturno): Sinop Tecnologia em Alimentos (Noturno): Barra do Bugres Zootecnia (Matutino): Pontes e Lacerda Cursos com ingresso por prova: Agronomia (Integral): Alta Floresta, Cáceres, Nova Mutum, Nova Xavantina e Tangará da Serra Ciências Contábeis (Noturno): Cáceres, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra Direito: Alta Floresta (Noturno), Barra do Bugres (Noturno), Cáceres (Matutino), Diamantino (Noturno) e Pontes e Lacerda (Noturno). Enfermagem (Integral): Cáceres, Diamantino e Tangará da Serra Medicina (Integral): Cáceres

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Vivo Y500 chega em breve com maior bateria já usada pela marca

Publicado em: 24/08/2025 10:40 Fonte: Tudocelular

A vivo — chamada no Brasil de JOVI para evitar problemas com a operadora de telefonia — confirmou recentemente o lançamento do Y500, seu mais novo smartphone intermediário que será revelado ao público em breve. Chamado de "um smartphone poderoso e durável" pela marca chinesa, o dispositivo não teve muitos detalhes revelados em seu teaser, mas acaba de ganhar novas informações pelo informante Digital Chat Station na rede social Weibo. Além da certificação de resistência contra água já indicada no teaser e do design com grande módulo traseiro circular para as câmeras — similar ao Y300 Pro na imagem acima —, o aparelho deve trazer tela plana, plataforma MediaTek Dimensity 7300 e capacidade de bateria de nada menos que 8.200 mAh. Essa é a maior bateria vista até então em um modelo da marca, sendo superada apenas pelo recente Honor X70 com seus 8.300 mAh, ou por celulares robustos de empresas como BlackView e Ulefone. Ele ainda aponta que algumas companhias já trabalham com modelos com capacidade de 10.000 mAh para o próximo ano, mostrando que esse pode ser o próximo patamar para os smartphones intermediários. Uma delas pode ser a realme, que comentou sobre o anúncio de um celular de 15.000 mAh, mas fontes apontam que este não passa de um conceito para demonstrar os avanços no uso da tecnologia de silício-carbono.Clique aqui para ler mais

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Mãe e filha investem R$ 300 em marmitas e hoje faturam R$ 40 mil por mês

Publicado em: 24/08/2025 10:30

Mãe e filha investem R$ 300 em marmitas e hoje faturam R$ 40 mil por mês Com apenas R$ 300, a fisioterapeuta Laís Almeida e sua mãe, Euriza Carvalho, deram início a um negócio de marmitas saudáveis em Uberaba (MG). A ideia, que começou de forma despretensiosa durante a pandemia, hoje se transformou em uma empresa consolidada, com produção de cerca de 2 mil refeições por mês e faturamento médio de R$ 40 mil. A inspiração veio das lembranças de família e do valor simbólico das panelas herdadas da avó. “Ela dizia que essas panelas eram sagradas e iam me trazer muita sorte. Quando a gente começou, eu senti que tinha que usá-las”, conta. No início da pandemia, mãe e filha buscavam emprego, mas a crise mudou os planos. “Eu estava sozinha na cidade, procurando trabalho, e minha mãe também. Resolvemos unir forças e vender comida aqui no prédio”, relembra Laís. O prato de estreia foi a feijoada, preparada em versão mais saudável, sem carnes embutidas. A primeira compra foi simples: arroz, feijão e embalagens. O investimento inicial de R$ 300, planejado para durar dois finais de semana, rapidamente se multiplicou. Logo vieram pedidos maiores. Uma cliente sugeriu que as marmitas fossem congeladas, para facilitar a rotina corrida. A observação virou um divisor de águas: mãe e filha passaram a estudar técnicas de congelamento, ampliaram o cardápio e profissionalizaram a operação. Com o aumento da demanda, deixaram o apartamento e adaptaram uma nova casa como linha de produção. “A crise gerou oportunidade. A gente começou com o que tinha em mãos e até ganhou panelas de outras pessoas”, diz Laís. Estratégia e tecnologia Além do sabor, o crescimento do negócio foi impulsionado pelo marketing gastronômico. Enquanto Laís organiza divulgação e vendas, Dona Euriza garante o tempero e a qualidade. O segredo, segundo ela, é “fazer tudo com delicadeza, selar bem as verduras e degustar sempre a comida”. Outro passo decisivo foi a adoção de uma plataforma de pedidos que funciona 24h. “Ela funciona como um e-commerce 24 horas. Mesmo quando não estamos atendendo, o cliente pode agendar as marmitas da semana inteira. Isso facilitou a compra e ajudou a organizar métricas e processos”, explica Laís. Atualmente, as refeições são vendidas em média a R$ 25 cada. Os combos também se tornaram uma estratégia importante para fidelizar clientes e incentivar hábitos alimentares saudáveis. Planos e dicas para empreendedores Agora, mãe e filha sonham ainda mais alto: ter uma fábrica de três andares, pontos de distribuição em outras cidades e ampliar a produção. Mas, até lá, seguem investindo em aprendizado e constância. Laís também compartilha dicas para quem deseja empreender no setor: Conhecer bem o produto e o público – entender qual problema seu negócio resolve. Precificação correta – calcular custos, insumos e margem de lucro para garantir renda. Divulgação – colocar o produto para aparecer, oferecer amostras e ouvir os clientes. “Ainda bem que é com a minha mãe”, resume Laís sobre a parceria que transformou a cozinha de família em uma empresa de sucesso. Mãe e filha investem R$ 300 em marmitas e hoje faturam R$ 40 mil por mês Dona Razão/ Divulgação Dona Razão Comidas Saudáveis LTDA 📍 Rua Colômbia, 30 – Bairro Fabrício, Uberaba/MG – CEP: 38067-090 📞 Telefone: (34) 99653-2972 🌐 Site: donarazao.com.br ✉️ E-mail: donarazaouberaba@gmail.com 📘 Facebook: Dona Razão 📱 Instagram: @donarazaouberaba

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As 'supervacas' que fizeram do Brasil o maior exportador de carne do mundo

Publicado em: 24/08/2025 10:05

A 'supervaca' zebu foi melhorada geneticamente no Brasil até atingir suas melhores condições Getty Images via BBC Estamos no início de maio em Uberaba (MG), importante centro agropecuário do interior do Brasil. Cerca de 400 mil pessoas e quase 2,5 mil cabeças de gado estão reunidas para uma vibrante celebração da cultura pecuarista do país. Ali acontece a feira anual ExpoZebu, dedicada à "supervaca" zebu — uma raça de gado geneticamente modificada, apreciada pela sua carne e que domina a produção pecuária brasileira. O país exportou 2,9 milhões de toneladas de carne bovina em 2024. Será que as supervacas brasileiras podem alimentar o mundo? O gado e seus genes "Os zebus são enormes. São altos, alguns têm 1m80, grandes chifres, pele branca e uma corcunda sobre o pescoço", descreve a fotógrafa Carolina Arantes. Ela passou 10 anos documentando o desenvolvimento do gado zebu no Brasil. "Eles foram cruzados e criados por muitos anos, até atingirem o nível que pode fornecer a melhor carne", ela conta. Existem exemplares de vacas e touros cuja genética é particularmente valorizada pelos produtores. Eles são levados às feiras como a ExpoZebu, para serem exibidos e vendidos pelo melhor preço. "A ExpoZebu é a principal feira de gado do Brasil, talvez a principal feira da raça zebu de todo o mundo", segundo Arantes. "Os animais passam por jurados que escolhem os melhores exemplares." Os zebus são caracterizados pela sua corcunda Getty Images via BBC Uma equipe de vaqueiros cuida dos zebus durante sua participação na feira. "O tratamento e a dedicação aos animais são incríveis", ela conta. "Eles dão banho nos animais com muito cuidado todos os dias, cortam o seu pelo e os preparam para que fiquem bonitos. Os vaqueiros ficam disponíveis 24 horas por dia para aqueles zebus." Todo este esforço se justifica. Afinal, ganhar um prêmio na ExpoZebu pode significar enorme retorno financeiro para os donos dos animais. Além da avaliação, existem leilões em que os produtores oferecem lances pelos melhores exemplares. No ano passado, uma única vaca foi vendida na ExpoZebu por R$ 25 milhões. É claro que este tipo de animal não chega ao matadouro. Seu material genético contribui, em grande parte, para criar a próxima geração de zebus. Um touro chamado Gabriel se tornou uma celebridade, devido à quantidade de crias geradas com seu sêmen: foram produzidos 600 mil bezerros. Tudo isso gerou enorme crescimento do rebanho de gado zebu no Brasil. E Arantes afirma que a quantidade continuará aumentando. "Existem no Brasil 225 milhões de vacas", segundo ela. "E a intenção dos produtores é duplicar esta cifra." Os números são impressionantes, mas o gado zebu não vive no Brasil há tanto tempo assim. A chegada dos zebus "O início da indústria pecuarista brasileira foi liderado pela expansão imperial portuguesa na América no século 16", explica o historiador Oscar Broughton, da Escola de Estudos Orientais e Africanos da Universidade de Londres. "Predominava, então, o gado crioulo, composto por animais relativamente pequenos, importados da Península Ibérica. Eles proporcionavam uma fonte de proteínas barata e de fácil conservação, na forma de carne seca salgada, para alimentar as populações escravizadas." "Mas produzir grandes quantidades de carne para abastecer as populações urbanas não era uma opção particularmente adequada", destaca ele. No século 19, além de precisar alimentar o crescente número de pessoas que moravam nas suas cidades, o Brasil estava ansioso para aproveitar o mercado internacional, que estava no seu apogeu. "A globalização levou à expansão da produção de carne bovina, particularmente em lugares como a Argentina e o Uruguai", prossegue o historiador. "A demanda, principalmente da Europa e da América do Norte, aumentou exponencialmente. Por isso, os legisladores e pecuaristas brasileiros procuraram expandir a indústria." Até então, o gado era criado principalmente no sul do Brasil, com seu clima temperado. Mas, para satisfazer a nova demanda mundial, a produção de carne de vaca precisou se estender para o norte, em ambientes de clima mais tropical. Mas, naquelas regiões, o gado crioulo passava mal. A raça zebu se adaptou ao clima tropical, que prevalece na maior parte do território brasileiro Getty Images via BBC "Eles eram muito vulneráveis às pragas e o calor reduzia muito as taxas de reprodução", segundo Broughton. A solução foi recorrer ao gado zebu, que, naquele momento, florescia na Índia e era muito mais apropriado para as pastagens tropicais do Brasil. "O zebu é muito mais resistente às altas temperaturas, doenças e pragas do que outros animais europeus. E também já estava acostumado à menor abundância de pasto", explica o historiador. "Os zebus se adaptaram melhor aos trópicos devido às suas patas mais compridas e ao seu metabolismo mais lento, que permitem que eles conservem energia de forma muito mais eficaz. Por sua vez, seus cílios são muito mais longos e os protegem contra o sol intenso e o pó." Por tudo isso, o Brasil registrou importações em massa de gado zebu no final do século 19. "Entre 1893 e 1914, o Brasil importou mais de 2 mil cabeças de zebu da Índia para fins de reprodução", conta Broughton. "Como resultado, no início do século 20, o zebu passou a ser o tipo dominante de gado no Brasil, gerando sua própria raça nacional, conhecida como induzebu ou indubrasil." LEIA TAMBÉM: O que é o 'RG do boi' e por que ele é importante para a Amazônia e o seu bife 'A indústria virou pó': como agro e mineração já superam manufatura no Brasil O início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) marcou o auge da demanda por produtos pecuários, principalmente na Europa. "As nações europeias não só estavam interessadas na carne enlatada e congelada para alimentar seus soldados e populações civis, mas também no couro, botas, coldres, porta-munição, slings de transporte e outros tipos de equipamento para os soldados de infantaria", prossegue o historiador. "Por isso, o Brasil aumentou massivamente sua produção de vacas na primeira metade do século 20 e começou a superar seus concorrentes mais próximos, a Argentina e o Uruguai." Este crescimento prosseguiu com a nova guerra que se seguiria anos depois. "Durante a Segunda Guerra Mundial [1939-1945], houve um efeito similar, que impulsionou as exportações brasileiras", segundo ele. "Como resultado, a carne de vaca se tornou o produto de exportação mais valioso do Brasil, superando o café e o açúcar." Após o golpe militar no Brasil em 1964, os novos governantes acreditavam que a produção de carne bovina seria fundamental para impulsionar a economia do país. O Brasil importou mais de 2 mil zebus entre o final do século 19 e o início do século 20, para povoar suas pastagens Getty Images via BBC Na década de 1970, surgiu a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que empregaria a ciência e a tecnologia para aumentar a produção de carne. "Os cientistas da Embrapa trabalharam muito em conjunto com os pecuaristas para expandir a produção, introduzindo novos tipos de pasto da África, mais resistentes ao calor", explica Broughton. "Eles também desenvolveram curas para as doenças que afetavam o gado e trabalharam para alterar a acidez do solo e aumentar a produção de soja, que é uma fonte importante de alimento animal. Com isso, a fronteira pecuarista brasileira se moveu mais para o norte, para novas regiões como a bacia amazônica." A maior importância da carne na economia brasileira ofereceu aos pecuaristas enorme influência sobre a administração do país. "Surge neste período uma nova força política, conhecida como [a bancada] BBB: bala, boi e Bíblia", destaca o historiador, "uma coalizão conservadora no Congresso, favorável ao agronegócio, às armas e aos grupos cristãos evangélicos." "Atualmente, esta é uma força muito poderosa no Brasil. Eles foram fundamentais para o impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016, e são fortes aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que apoiou a expansão do agronegócio no Brasil." Carne assada "Nossos produtores fizeram um trabalho incrível, melhorando a genética desses animais. Temos as melhores raças de zebu do mundo", garante o professor Cássio Brauner, do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Pelotas (RS). Brauner afirma que o programa permitiu que o Brasil se tornasse o maior exportador mundial de carne bovina. E o mercado segue em crescimento, graças à demanda chinesa. O churrasco é um ritual de domingo para muitas famílias brasileiras Getty Images via BBC Um dos principais motivos deste rápido crescimento é o seu baixo custo de produção frente ao mercado internacional. "Temos este sistema de produção de baixo custo, pois a nossa indústria da carne é baseada no pasto, que é muito barato", destaca o professor, "e o custo da mão de obra é muito competitivo, em comparação com outros países, como os Estados Unidos." Com o passar dos anos, os próprios brasileiros passaram a aumentar seu consumo de carne. "Uma tradição na maioria dos nossos Estados é o churrasco de domingo", relembra Brauner. "Aos domingos, não se trabalha, as pessoas estão em casa e o churrasco é o plano ideal para reunir a família." E, no churrasco de domingo, um dos cortes de carne consumidos é justamente o cupim, que provém da corcunda do gado zebu. O alto custo climático Espera-se, agora, um crescimento ainda maior da produção, já que o Brasil foi declarado livre da febre aftosa, em junho passado. Mas há uma desvantagem: a pecuária contribui significativamente para as mudanças climáticas. "O impacto ambiental ocorre de duas maneiras", segundo o professor de Economia Marcos Barrozo, da Universidade DePaul de Chicago, nos Estados Unidos. "No seu trato digestivo, as vacas produzem metano, um poderoso gás de efeito estufa que contribui para o aquecimento do planeta. Seu efeito estufa em curto prazo é 80 vezes mais potente que o do CO₂, mas o metano se dissipa a longo prazo." "O efeito indireto se dá pela mudança de uso da terra", prossegue o professor. "As vacas precisam pastar e, para criar espaço, frequentemente é necessário destruir a floresta natural no Brasil." E a expansão da pecuária para o norte significa que grande parte dessa floresta natural está na Amazônia. O desmatamento também reduz a quantidade de dióxido de carbono absorvida pelas árvores da Amazônia. E este processo é contínuo, à medida que os pecuaristas criam novas pastagens para alimentar o gado. O dado positivo é que a alta velocidade de crescimento do zebu faz com que eles gerem menos metano e consumam menor quantidade de pasto por quilo de carne produzida. "As supervacas zebus podem ganhar muito peso com relativa rapidez", explica ele. "E, por viverem menos, é possível produzir mais carne em menos tempo, com menos emissões diretas e menor uso da terra." Os zebus têm um ciclo de vida mais curto e, por isso, eles geram menos emissões de gases do efeito estufa Getty Images via BBC Alguém poderá perguntar por que não se transfere a pecuária para o sul do Brasil. Afinal, a Argentina consegue produzir carne sem a Amazônia. "É aqui que entra a política", explica o professor. "Tente convencer um pecuarista em um Estado da Amazônia que ele não deveria se dedicar à pecuária." "Embora esta atividade na Amazônia seja notavelmente improdutiva, ela continua sendo uma das poucas, senão a única fonte de renda e de impostos para os governos locais." Mas, voltando à pergunta inicial: será que as supervacas brasileiras podem alimentar o mundo? Bem, elas certamente estão tentando. É possível que nem todas as pessoas comam carne de zebu brasileiro no futuro, mas será possível aproveitar sua genética. À medida que as temperaturas continuam aumentando pelo mundo e as condições para a produção de gado se tornam mais difíceis, é provável que cada vez mais países decidam seguir o exemplo do Brasil, importando seu próprio gado zebu. "Acredito que as supervacas irão ajudar", afirma Cássio Brauner. "Esses animais difundirão a genética de que precisamos para ajudar outros países a melhorar sua produção em outras partes do mundo." * Ouça neste link o episódio do programa de rádio The Inquiry, do Serviço Mundial da BBC (em inglês), que deu origem a esta reportagem. LEIA MAIS EM: Como a carne virou 'vilã' em mudança climática e entrou na mira da COP26 Três semanas após início do tarifaço, governo avalia que indústria sofrerá mais que o agro Como o tarifaço de Trump impacta nas exportações de carne bovina do Brasil? Exportação de carne bovina para os EUA recua quase 70% após tarifas

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Estação de Telessaúde de Santos passa a funcionar no Parque Tecnológico; veja o que muda

Publicado em: 24/08/2025 09:15

Estação de Telessaúde Integrada e Bem-estar de Santos agora opera no Parque Tecnológico, no bairro Vila Nova. Francisco Arrais/Prefeitura de Santos A Estação de Telessaúde Integrada e Bem-estar de Santos, no litoral de São Paulo, mudou de endereço. A unidade, que antes funcionava em uma escola no Embaré, agora opera no Parque Tecnológico, no bairro Vila Nova. A alteração para a Rua Henrique Porchat, n.º 47, ocorreu na quinta-feira (21), com objetivo de acolher um público maior na região central. De acordo com a administração municipal, o novo ambiente é resultado de um Termo de Cessão de Espaço, assinado pela prefeitura, o Programa Santos Jovem Doutor e a disciplina de Telemedicina da Universidade de São Paulo (USP). ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Segundo a prefeitura, a estação de telessaúde é uma espécie de cápsula equipada com tecnologia, mas com um ambiente que remete ao aconchego de uma sala de estar. O espaço oferece atendimento biopsicossocial remoto por meio de uma equipe multidisciplinar de saúde, além de ações educativas e informativas. Internamente, a estação conta com três câmeras para monitoramento em 360 graus e sistema próprio de higienização. “Neste programa, educação, saúde e tecnologia caminham juntos. Vamos abrir ainda mais as portas desta unidade para um maior número de pessoas, que por vezes não alcançam a policlínica, mas podem utilizar a estação para um atendimento à distância num lugar seguro, confortável e tecnológico para cuidar da sua saúde”, explicou a secretária de Educação e vice-prefeita, Audrey Kleys, em nota publicada pela prefeitura. Santos Jovem Doutor Ainda segundo a administração municipal, a estrutura da estação estará integrada a uma área dedicada ao programa Santos Jovem Doutor. O espaço conta com sala ampla e tecnologia de ponta, projetada para formação de professores e uso educacional dos estudantes, além de funcionar como ponto de assistência à população. Desde 2015, o programa Santos Jovem Doutor capacita alunos do 7º ao 9º ano da rede municipal em saúde, ciência e cidadania. Desta forma, os jovens se tornam multiplicadores do conhecimento dentro das escolas e comunidades, abordando temas como prevenção, empatia e direitos humanos. A primeira estação de telessaúde foi inaugurada em 2023. Veja: G1 em 1 minuto - Santos: Santos inaugura primeira estação de telessaúde em escola do país VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

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Com expectativa de crescimento, produção da safra de grãos tem estimativa de 8,4 milhões de toneladas no Tocantins em 2025

Publicado em: 24/08/2025 09:00

Safra deste ano terá aumento, segundo o IBGE Governo do Tocantins/Divulgação A produção agrícola do Tocantins está com expectativa de crescimento até o fim de 2025. Os números têm uma estimativa de 8,4 milhões de toneladas segundo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o Governo do Estado, a previsão é ainda melhor para o setor. Os dados são referentes à safra 2024/2025 e a expectativa alta é com relação à produção até dezembro deste ano. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp "Devemos alcançar os 9 milhões de toneladas, especialmente considerando a safra em andamento nas áreas de várzea do Tocantins, onde se produz semente de soja e feijão. Então, devemos ultrapassar com tranquilidade essa marca. Esses dados refletem a adoção de tecnologias pelo nosso produtor e o Brasil só tem a ganhar com essa evolução do Tocantins”, explicou o secretário. Conforme o levantamento do IBGE, o Tocantins registrou no mês de junho uma estimativa de produção de grãos de 8.180.175 toneladas. Em julho foi para 8.422.970 de toneladas. A variação positiva nas estimativas da produção é de 242.795 toneladas. Os resultados significam uma participação do estado na produção nacional de 2,5%. Os itens com maior produção neste ano são a soja (4.916.794 t), cana-de-açúcar (2.914.492 t), milho na 2ª safra (2.263.955 t) e o arroz (721.751 t). LEIA TAMBÉM: Tocantins é o terceiro maior produtor de arroz e produção deve passar de 500 mil toneladas nesta safra Tocantins tem crescimento de 46,5% nas exportações do primeiro trimestre e China é principal parceiro comercial Para o secretário, em um período de até quatro anos, a expectativa é ultrapassar 10 milhões de toneladas de grãos produzidos no Tocantins. “O crescimento da nossa produção de grãos mostra que o Tocantins está no caminho certo. Esse resultado é fruto da dedicação dos produtores rurais, das políticas de incentivo do nosso governo e da modernização do setor agropecuário", destacou o governado Wanderlei Barbosa (Republicanos), ressaltando que o estado é referência na produção da região norte do Brasil. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também identificou expectativa de aumento para a produção do Tocantins em abril deste ano. Os dados recentes já são maiores que a safra 2023/2024, que produziu 7,6 milhões de toneladas. Para este ano, a expectativa é de uma produção que vai alcançar 8,9 milhões de toneladas, informou pelo 7º Levantamento da Safra de Grãos 2024/2025. Tocantins alcança safra de 8,9 milhões de tonelada e bate recorde na produção de grãos Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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iOS 26 finalmente remove bloqueio a acessórios de terceiros no iPhone 16

Publicado em: 24/08/2025 07:00 Fonte: Tudocelular

A Apple está em vias de lançar o iOS 26 ao público, estando atualmente na sétima versão beta para desenvolvedores e na quarta beta pra o público entusiasta. Apesar do foco maior ser na chegada do padrão visual Liquid Glass, a maior reformulação de design feita pela empresa em anos, teremos também algumas mudanças no sistema que o tornam mais aberto a colaborações de terceiros, e uma delas diz respeito ao uso de acessórios. Até então, usuários da linha iPhone 16 podem aproveitar o carregamento rápido de 25 W sem fio ao usar acessórios compatíveis e homologados com a tecnologia MagSafe junto a adaptadores de tomada de 30 W. Considerando que esta é basicamente a mesma potência entregue na recarga por fio aos aparelhos, muitos usuários acabam investindo no acessório com conexão magnética para aproveitar a comodidade sem abrir mão da velocidade, mas ficam restritos a soluções "oficiais". Isso vai mudar no iOS 26, segundo informações descobertas pelo portal MacRumors. Até o momento restritos a entregar 15 W de potência, carregadores wireless com a tecnologia Qi2 25W — ou, mais especificamente, a Qi 2.2 — chegarão aos 25 W ao serem usados em um iPhone 16, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro ou iPhone 16 Pro Max. Ou seja, usuários destes dispositivos poderão comprar acessórios de marcas como Anker, Belkin, Ugreen e tantas outras, não ficando mais limitados ao carregador oficial.Clique aqui para ler mais

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