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Windows 12: Microsoft descarta lançamento para 2026 e prioriza sistema atual

Publicado em: 04/03/2026 05:15 Fonte: Tudocelular

A Microsoft descarta o lançamento do Windows 12 para 2026, optando por uma estratégia de refinamento do ecossistema atual, segundo o Windows Central. Fontes ligadas ao roadmap da companhia revelam que a prioridade absoluta envolve a correção de falhas críticas de interface e a otimização de recursos neurais no Windows 11. Relatórios que ganharam tração em comunidades como o Reddit basearam-se em dados imprecisos que confundiram o projeto CorePC de 2023 com o cenário de desenvolvimento atual. Esta iniciativa de arquitetura modular, que visava a separação de estados e maior segurança do núcleo, não possui previsão de ser convertida em um sucessor comercial nos próximos meses, mantendo o foco da engenharia na plataforma já estabelecida.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Formiga transforma CO₂ em armadura de pedra no próprio corpo

Publicado em: 04/03/2026 05:04

Formiga transforma CO₂ em rocha no próprio corpo Divulgação Pesquisadores descobriram que uma formiga consegue sequestrar o CO₂ acumulado no ambiente e transformá-lo em rocha, incorporando o mineral ao próprio casco como uma espécie de “armadura”. 🐜 O estudo mostra que a formiga Sericomyrmex amabilis, uma espécie agricultora da América Latina, sequestra CO₂ dentro do próprio ninho e o converte diretamente em um mineral que passa a revestir seu corpo. O mecanismo pode oferecer novos insights sobre tecnologias de captura e armazenamento de carbono, consideradas essenciais no enfrentamento do aquecimento global. Fóssil de formiga mais antiga do mundo é encontrado na Bacia do Araripe, no Ceará Como elas transformam CO₂ em ‘armadura’ As formigas agricultoras vivem em colônias densas e subterrâneas. A respiração das formigas e dos fungos cultivados pode elevar a concentração de CO₂ nas câmaras internas. Sem ventilação adequada, o gás pode atingir níveis tóxicos para os insetos. Segundo o estudo, a biomineralização ajuda a reduzir esse acúmulo, funcionando como uma espécie de sistema de “limpeza” química do ar do ninho. Ao transformar o CO₂ em carbonato sólido, o gás deixa de circular no ambiente interno. O processo é incomum. A maioria dos animais que produz estruturas mineralizadas utiliza carbono dissolvido em fluidos corporais. No caso da S. amabilis, a conversão ocorre diretamente na superfície da cutícula. O mecanismo funciona como uma versão biológica acelerada do intemperismo geológico — processo natural em que rochas reagem com CO₂ atmosférico e formam minerais carbonatos, ajudando a regular o clima da Terra ao longo de milhões de anos. 🐜 A camada mineral reveste quase todo o corpo do inseto, com espessura entre 7 e 20 micrômetros. Para comparação, um fio de cabelo humano tem, em média, cerca de 70 micrômetros de diâmetro. Ou seja, é uma camada muito fina. Apenas regiões que precisam de maior sensibilidade ou flexibilidade, como as pontas das antenas e das pernas, ficam livres do revestimento. O que isso pode ensinar sobre clima A mineralização do carbono é considerada uma das formas mais estáveis de armazenamento de CO₂. Diferentemente do carbono capturado por plantas, que pode retornar rapidamente à atmosfera pela decomposição, o carbono incorporado a minerais pode permanecer estável por milhares de anos. Hoje, pesquisadores buscam maneiras de acelerar artificialmente esse tipo de processo para capturar e armazenar carbono de forma permanente. Isso porque o CO₂ é um dos principais gases do efeito estufa, e o volume de emissões vem subindo a cada ano. Os pesquisadores acreditam que entender como essas formigas conseguem formar dolomita rapidamente, em temperatura ambiente e sem condições extremas de pressão, pode ajudar a revelar caminhos químicos e biológicos ainda pouco explorados. Em escala global, uma colônia de formigas não altera o clima do planeta. Mas a descoberta mostra que a natureza já realiza, de forma eficiente, um tipo de engenharia química que a humanidade tenta reproduzir para enfrentar o aquecimento global.

Palavras-chave: tecnologia

Fone open-ear: g1 testa 4 modelos que não tampam o ouvido

Publicado em: 04/03/2026 05:04

Fones de ouvido padrão aberto: g1 testou 4 modelos Bruna Azevedo/g1 O fone do tipo open-ear é aquele que não tampa o ouvido. Ele fica apoiado perto da orelha e direciona o som para dentro, mas sem bloquear a audição do que acontece ao redor. Essa característica aumenta a percepção do ambiente, o que pode evitar distrações e ampliar a segurança do usuário. Além disso, são modelos mais confortáveis, já que não entram no canal auditivo e não possuem a borrachinha que pode incomodar e ficar suja de cera (veja como limpar). Fone over-ear em formato de piercing no ouvido Henrique Martin/g1 O ponto negativo, no entanto, é a falta de isolamento acústico. Como o ouvido fica aberto, todo ruído que vem de fora é perceptível. Por conta disso, o uso é mais indicado para locais de trabalho ou dentro de casa. Na rua, qualquer motocicleta, caminhão ou ônibus que passe ao lado pode ocultar totalmente o que se está ouvindo, seja uma música ou um podcast. Ou o som alto de uma academia de ginástica. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O Guia de Compras testou quatro modelos de fones open-ear: Huawei FreeClip 2, JBL Soundgear Sense, Motorola Buds Loop e Philips TAQ2000. Três deles – Huawei, Motorola e Philips – têm o formato em "C", que se encaixa na orelha de forma parecida com um piercing. Já o modelo da JBL é voltado para esportes e fica preso por um gancho que passa sobre a orelha. Da esquerda para a direita: fones da Huawei, Motorola, Philips e JBL Henrique Martin/g1 Veja o resultado dos testes a seguir e, ao final, a conclusão. Huawei FreeClip 2 O Huawei FreeClip 2 é o fone mais caro do teste, vendido na faixa dos R$ 1.000 nas lojas da internet no início de março. O encaixe pode causar estranhamento e, dependendo do ângulo, alguma pressão e incômodo, mas não cai. Dos modelos nesse formato, o da Huawei e o da Motorola são os mais confortáveis – o Philips aperta um pouco no começo. A qualidade sonora é excelente, muito parecida com a encontrada nos fones da Motorola e da JBL. Funciona bem para música clássica, eletrônica ou pop sertanejo. É curioso ouvir bem os graves, médios e agudos e, ao mesmo tempo, conseguir perceber alguém falando com você. O aplicativo Huawei AI Life (para Android e iOS) permite ajustes de equalização e dos comandos por toque. Movimentos da cabeça podem servir para atender chamadas – é esquisito, mas funciona. Da esquerda para a direita, apps dos fones da Huawei, JBL, Motorola e Philips Reprodução A bateria tem duração estimada de 9 horas de uso nos fones e mais 29 horas no estojo, a maior entre os modelos avaliados. Um ponto negativo é o design da caixa de carregamento, que torna o ato de guardar os fones um desafio nas primeiras vezes. JBL Soundgear Sense O JBL Soundgear Sense foge do conceito de “piercing”, com um formato que deixa a saída de som sobre o ouvido. O produto custava R$ 800 nas lojas on-line pesquisadas em março. O fone fica preso a um gancho atrás da orelha, indicado para esportes. Ele vem com um arco plástico que conecta as duas pontas, passando por trás do pescoço para aumentar a segurança e evitar quedas. Fone JBL Soundgear Sense com adaptador para arco Henrique Martin/g1 A qualidade do som é excelente e, dos quatro fones, é o que permite perceber mais detalhes nas músicas. O reforço de graves da JBL está presente, mas de forma menos exagerada. O app JBL Headphones (para Android e iOS) traz equalizador, controles de gestos e de músicas. A bateria tem duração estimada em 6 horas de uso, mais 18h no estojo, o maior entre os testados e não cabe bem no bolso. Moto Buds Loop O Moto Buds Loop pode ser um fone estilo piercing, que custava R$ 900 em fevereiro, ou um acessório de moda em sua versão com cristais Swarovski, por R$ 1.400. Moto Buds Loop versão cristais Swarovski Divulgação O encaixe no ouvido é simples e não pressiona a cartilagem. A qualidade sonora é excelente, similar à dos fones da Huawei e da JBL, com tecnologia desenvolvida em parceria com a Bose. O volume é um pouco mais alto que o dos concorrentes. O app Moto Buds (apenas para Android) oferece os controles básicos e funções de inteligência artificial, como um recurso de gravação e transcrição de conversas ativado pelo estojo. Nos testes, a função funcionou uma vez, travou e não voltou a operar. A bateria tem duração estimada em 8 horas de uso, mais 29 horas no estojo de carregamento. Philips TAQ2000 O Philips TAQ2000 é o fone open-ear mais barato do teste, vendido por R$ 200 em março. Dos quatro, é o que aperta mais no encaixe e leva um tempo para se acostumar. Seu preço baixo o transforma no campeão da relação custo-benefício. A qualidade sonora é um pouco inferior que a dos concorrentes, mas suficiente para o uso no dia a dia em um escritório, por exemplo. O perfil sonoro é mais neutro, sem exageros nos graves. Em sentido horário: Huawei e JBL (em cima), Philips e Motorola (embaixo) Henrique Martin/g1 O aplicativo Philips Fone de Ouvido (para Android e iOS) surpreende com uma função que gera sons da natureza ou ruído branco para ajudar na concentração ou relaxamento, similar a um recurso presente nos AirPods, da Apple. A bateria dura, segundo a Philips, 7 horas contínuas nos fones e 21 horas adicionais no estojo. Conclusão Fones estilo open-ear são diferentes dos modelos que estamos acostumados. Eles perdem em isolamento de ruído e força dos graves, mas ganham por permitir que o usuário esteja ciente o tempo todo do seu entorno. Por isso, não servem para toda situação. Usar na rua ou no transporte público é inviável, pois o barulho externo pode abafar completamente o som. Dos quatro fones avaliados, três têm excelente qualidade sonora – Huawei FreeClip 2, JBL Soundgear Sense e Motorola Buds Loop –, com preço mais elevado. O da Philips surpreende pelo valor de R$ 200 com uma boa qualidade de som, o que é mais que suficiente para testar o formato antes de partir para um modelo mais caro. Os fones testados foram enviados por empréstimo e serão devolvidos aos fabricantes. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

É #FAKE imagem de satélite que mostra antes e depois de ataque a base dos EUA no Catar; conteúdo foi manipulado com IA

Publicado em: 04/03/2026 05:03

É #FAKE imagem de satélite que mostra antes e depois de ataque a base dos EUA no Catar; imagem foi manipulada por IA Reprodução Circula nas redes sociais uma montagem que supostamente mostra o "antes e depois" de um radar dos Estados Unidos no Catar destruído após o ataque de um drone do Irã. É #FAKE. g1 🛑 Como é a montagem falsa? Publicado no sábado (28) no X, onde teve mais de 943 mil visualizações, o post tem a seguinte legenda, em inglês: "Antes vs. depois: Um radar americano no Catar foi completamente destruído hoje em um ataque de drone iraniano". A descrição omite que o conteúdo foi manipulado com inteligência artificial (IA) – leia detalhes abaixo. A montagem mostra o que seriam duas imagens de satélite que mostram o mesmo local, mas em momentos distintos. A da esquerda exibe uma estrutura preservada; e a da direita, o que seria a área após o suposto bombardeio. O conteúdo viralizou no dia em que se iniciou o mais recente ataque direto dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. O presidente Donald Trump declarou que o principal objetivo seria destruir o programa nuclear iraniano. ⚠️ Por que isso é mentira? O Fato ou Fake submeteu a montagem ao SynthID Detector, plataforma do Google que verifica conteúdos gerados com a ferramenta de IA da própria empresa (veja infográfico a seguir). Resultado da análise: "Feito com IA do Google – Synth ID identificado em todo ou parte do conteúdo carregado". SynthID Detector aponta que imagem foi feita ou manipulada com IA do Google Reprodução Essa tecnologia insere uma marca d'água para identificar esse tipo de material. Embora imperceptível para humanos, o "selo" é detectável pelo sistema. Diferentemente de outros modelos que geram deepfakes a partir de vídeos reais, a IA do Google produz cenas hiper-realistas do zero, ou seja, sem a referência de algo verdadeiro publicado anteriormente. A imagem da esquerda é similar a uma imagem de satélite de uma base americana localizada no Bahrein (e não no Catar). Está disponível desde fevereiro de 2025 no Google Earth. Além disso, a comparação entre as duas imagens da fake evidencia que, apesar da suposta destruição, vários elementos (como veículos e sombras) permanecem exatamente na mesma posição (veja abaixo). Além disso, é possível notar três veículos do mesmo porte e formato estacionados nos mesmos lugares em ambas as imagens, a do antes e a do depois. Reprodução Embora a imagem seja falsa, há registros de ataques a bases americanas na região. Uma reportagem publicada pelo g1 no próprio sábado mostrou que um míssil do Irã atingiu uma base da Marinha dos EUA no Bahrein (assista abaixo). O texto informou que bases militares no Golfo — incluindo Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar, Jordânia e Kuwait — foram atacadas pela Guarda Revolucionária Iraniana. Vídeo mostra momento em que míssil iraniano atinge base dos EUA no Bahrein É #FAKE imagem de satélite que mostra antes e depois de ataque a base dos EUA no Catar; imagem foi manipulada por IA Reprodução Veja também O que é #FATO e o que é #FAKE na guerra entre EUA e Irã O que é #FATO e o que é #FAKE na guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Filhas herdam dívidas milionárias em SC após virarem sócias de empresas na infância: 'Tinha 5 anos quando faliu', diz jovem

Publicado em: 04/03/2026 04:31

Mulheres herdam dívidas milionárias em SC após virarem 'donas' de empresas na infância Quase oito mil empresas em Santa Catarina têm pelo menos um sócio com menos de 18 anos, segundo dados da Junta Comercial do Estado. A prática é permitida por lei, mas acende um alerta para pais e responsáveis: os menores podem acabar envolvidos em dívidas sem nunca terem participado de nenhuma decisão sobre os negócios (entenda mais abaixo). É o caso da estrategista de marca Isabella Lehnen, de 28 anos, e da gerente de projetos em Tecnologia da Informação (TI) Rafaella D'avila, de 36 anos. As duas foram incluídas pelos pais como sócias de empresas quando ainda eram criança e adolescente. Anos depois, os negócios faliram e os nomes delas passaram a ser ligados a dívidas milionárias. ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Nascida em 1997, Isabella não tinha nem aprendido a falar a primeira palavra quando os pais a colocaram como sócia de uma empresa. Antes do primeiro aniversário, ela já tinha o próprio CPF. "Eu acredito que eu tinha em torno de cinco anos quando a falência da empresa aconteceu. E aí começaram a entrar as cobranças, as dívidas, os processos trabalhistas. Oficiais de justiça buscando por mim, menor de idade, dentro da casa", relata. Ela conta que chegou a usar um nome falso para se proteger. Segundo ela, se alguém batesse à porta e perguntasse seu nome, tinha sempre um outro para dizer. "Eu realmente não entendia. Sabia que tinha me esconder dessas pessoas. Então, se alguém batesse na porta de casa e perguntasse o meu nome, eu tinha um nome falso para dizer. Não lembro qual que era, se era Claudia, se era Flávia, se era alguma coisa assim... mas eu sei que eu não podia dizer que eu era Isabella", conta. Isabella Lehnen, de 28 anos, herdou dívidas após ser colocada como sócia de empresa aos cinco anos NSC TV/ Reprodução Dívida milionária Já Rafaella D'avila recebeu um pedido da mãe aos 16 anos: assinar um documento para que as duas fossem sócias de uma empresa. Ela descobriu, aos 23 anos, 32 dívidas trabalhistas que, somadas, chegavam a R$ 3 milhões. "Ela falou assim: 'Olha, para abrir empresa', foi o que ela me disse, 'precisava colocar sócio, então eu vou te colocar como 1% mais para ajudar na nossa família, mas vai ficar tudo bem. A gente vai crescer junto como família e vai ser muito bom'. Então, esse foi o discurso. Era minha mãe, eu tinha 16 anos, falei 'claro', fui lá e assinei." "Eu vim a descobrir com os advogados que a minha vida financeira... que eu ia ficar impossibilitada de ter nome limpo, não poderia comprar uma casa, ter um carro, que tudo ia ser tomado pra pagar as dívidas trabalhistas. Foi um choque e um trauma muito grande", disse. Filhos herdam dívidas milionárias em SC após virarem 'donos' de empresas na infância NSC TV/ Reprodução ⚖️ O que diz a lei? A legislação brasileira permite que uma criança se torne sócia de uma empresa — basta que os pais ou responsáveis legais assinem os documentos em nome dela. "Hoje a gente tem dentro do nosso Código Civil, no artigo 974, uma brecha na lei que permite que incapazes sejam sócios de empresas. Não pode ser sócio-administrador, mas pode figurar na cadeia societária", explica a advogada criminalista Larissa Kretzer. Em Santa Catarina, segundo dados da Junta Comercial do Estado, 7,9 mil empresas têm um ou mais sócios com menos de 18 anos. O levantamento, feito a pedido da NSC TV, revelou que, em um dos casos, um bebê com apenas dez dias de vida foi incluído como sócio de uma empresa. Luta por mudança na legislação André Santos é um dos fundadores do Movimento 'Criança Sem Dívida', que oferece apoio emocional e jurídico a pessoas do Brasil todo que vivem nessas condições. "A gente quer que a lei entenda que o abuso financeiro infantil é uma violação de direitos. A gente entende também que essa responsabilização precisa ter limites e esses limites precisam ser seguidos. E a gente entende que a responsabilização precisa tomar um rumo que faça sentido e que não comprometa vidas que se iniciaram e que se iniciaram numa posição completamente desfavorável", defende. O movimento já alcançou a criação do projeto de lei 4966/2025, que proíbe o uso do CPF de menores de idade na abertura de empresas e que tramita no Congresso. "Quando o judicial ou o governo olham, eles não veem uma idade. Eles veem só um CPF e um nome. Mas como tudo isso aconteceu, quando foi feito... isso não é analisado. A cobrança é feita", lamenta Rafaella. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Palavras-chave: tecnologia

Galaxy S26: entenda como a IA dedicada do Exynos 2600 aprimora as câmeras

Publicado em: 04/03/2026 02:40 Fonte: Tudocelular

A Samsung aprimora a fotografia computacional através do Exynos 2600, o primeiro processador de 2nm a integrar o Visual Perception System (VPS). Essa IA dedicada rompe a barreira das arquiteturas tradicionais, permitindo que a câmera compreenda o cenário antes mesmo do usuário tocar no botão de captura. Diferente dos processadores anteriores, que utilizavam um Image Signal Processor (ISP) em uma estrutura serial e rígida, o novo chipset adota uma arquitetura de processamento paralelo. Enquanto o sensor capta a luz, o VPS analisa simultaneamente a semântica da cena, identificando quais pixels pertencem ao rosto, ao cabelo ou ao cenário de fundo.Essa análise é fundamental para a tecnologia CAX (Content Aware Preview, Video, and Capture). Através dela, o Exynos 2600 aplica tratamentos de nitidez e redução de ruído de forma cirúrgica. Regiões complexas, como fios de cabelo e sobrancelhas, recebem algoritmos de preservação de detalhe, enquanto a pele é processada de forma independente para evitar texturas artificiais.O Samsung Galaxy S26 Plus está disponível na Amazon por R$ 8.279. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Samsung Galaxy S26 está disponível na Amazon por R$ 6.749. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. (atualizado em 04 de March de 2026, às 02:28)Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Snapdragon X2 Elite Extreme: chip vaza em benchmark e ameaça modelos da Apple e Intel

Publicado em: 04/03/2026 02:38 Fonte: Tudocelular

A Qualcomm já se prepara para garantir mais uma opção de plataforma no mercado de notebooks Windows de alto desempenho. O ainda não lançado Snapdragon X2 Elite Extreme apareceu em um vazamento no Geekbench, indicando que a disputa com Apple, Intel e AMD pode ficar ainda mais acirrada em 2026.O teste estaria ligado a uma configuração do Asus Zenbook A16 com 48 GB de RAM. No Geekbench 6.6.0, o chip marcou 4.033 pontos em single-core e 23.198 em multi-core, números que o colocam em uma posição bastante competitiva para garantir uma experiência premium aos usuários que buscam alternativas para fugir do óbvio em performance para laptops. Embora ainda preliminares, os resultados já desenham um cenário interessante para o Windows on Arm. Afinal, os chipsets da Qualcomm estão cada vez mais robustos e permitindo ao público o uso de aplicações populares com total compatibilidade com o software da Microsoft, que pode receber processo de update à parte do x86.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

'Cara de um, Focinho de Outro' traz animação com divertida mensagem ecológica; g1 já viu

Publicado em: 04/03/2026 01:00

Os projetos originais da Disney/Pixar não obtiveram bons resultados nos últimos anos. Tirando as sequências (como “Divertida Mente 2”), as animações originais desta parceria, como “Elementos” e, mais recentemente, “Elio”, não conseguiram conquistar público e crítica como nos tempos áureos desta parceria. Mas com “Cara de Um, Focinho de Outro”, que estreia nesta quinta-feira (5), pode ser que essa má fase fique para trás. O 30º filme lançado pela Disney/Pixar (desde “Toy Story”, de 1995) tem uma história bem divertida (mesmo que não seja inovadora), ótimas piadas e personagens realmente carismáticos. Além disso, o longa traz uma boa mensagem sobre meio ambiente e ecologia, que agrada às crianças e não entedia os mais crescidos. A trama é centrada em Mabel, uma jovem que aprendeu a amar os animais e a natureza desde criança, graças aos ensinamentos de sua avó. Por causa disso, ela vive brigando com o prefeito Jerry para proteger os bichos de seus projetos, que podem afetar as áreas naturais da cidade onde vive. Assista ao trailer do filme "Cara de Um, Focinho de Outro" Um dia, Mabel descobre uma tecnologia desenvolvida na universidade onde estuda que permite que sua mente seja transferida para um robô com aparência de uma marmota. A jovem usa o invento para conhecer melhor o reino animal, onde faz amizade com diversos bichos. Especialmente o Rei George, um castor boa praça, que lhe ensina as regras de convivência entre as espécies na região que ela quer proteger. Só que um incidente inesperado faz com que Mabel precise correr contra o tempo para salvar seus novos amigos, antes que aconteça algo que pode afetar tanto os animais quanto os humanos. Pequeno grande mundo Dizer que a técnica de animação de “Cara de Um, Focinho de Outro” é muito bem feita é algo óbvio demais. Afinal, a Pixar não parou de evoluir nesse quesito para apresentar filmes que sempre fascinaram o público a cada novo trabalho. Mas neste longa, chama a atenção que, além de deixar o movimento dos personagens mais ágil, os animadores souberam criar ótimas sequências para mostrar o reino animal de um ângulo diferente, até mágico, que ajuda o espectador a embarcar na história. Mabel (na boca do urso) tenta se adaptar a conviver com os animais em 'Cara de Um, Focinho de Outro' Divulgação O longa tem alguns aspectos que lembram “Vida de Inseto”, lançado em 1998, ao mostrar como funcionaria o universo dos bichos, com semelhanças com o dos seres humanos, o que rende boas piadas. Mas, dessa vez, isso é expandido e mostrado como se houvesse diferentes reinos habitados por outras espécies. Chega até a lembrar a consagrada série “Game of Thrones”, com suas intrigas e reviravoltas. Claro, tudo de maneira leve e cômica, para não assustar as crianças. Além disso, vale destacar as várias referências que aparecem no filme, como “Avatar”, e até mesmo com obras da própria Disney/Pixar, como o “Up: Altas Aventuras”, “Lightyear” e o curta “For The Birds”. Mas as mais divertidas são as que misturam clássicos como “Os Pássaros”, de Alfred Hitchcock, e “Tubarão”, de Steven Spielberg. Não tem como não rir desta sequência quando ela acontece. Amigo, estou aqui O que torna “Cara de Um, Focinho de Outro” um ótimo entretenimento, além do bom humor, é a construção da amizade que se forma entre Mabel e o Rei George. Enquanto ela é bem proativa e intensa em seu desejo de salvar a natureza, ele se mostra super calmo e “de boa” com os outros animais. Essa diferença faz com que, pouco a pouco, o respeito e a consideração entre eles cresçam e a relação dos dois seja o grande coração do filme. Mabel e o Rei George ficam amigos em 'Cara de Um, Focinho de Outro' Divulgação O mérito disso está na boa estreia de Daniel Chong na direção de longas de animação. O cineasta, que também escreve o roteiro ao lado de Jesse Andrews, mostra ter um bom domínio tanto nos momentos mais cômicos quanto também nos mais emotivos, sem exagerar na dose, o que poderia resvalar num sentimentalismo barato. Chong também acerta em não tornar seus personagens rasos e estereotipados. Especialmente os humanos. O melhor exemplo disso é o prefeito Jerry, que, à primeira vista, parece ser um vilão cheio de clichês. Mas, à medida que a trama se desenvolve, vão surgindo elementos que o deixam mais tridimensional e até com camadas, o que o torna mais interessante. Até os alívios cômicos, como a Dra. Sam, que cria a máquina que transfere a mente de Mabel para a marmota-robô, apresentam características além daquelas apenas para fazer rir. Isso mostra um cuidado maior do diretor/roteirista e sua equipe de entregar algo melhor do que os projetos mais recentes da Pixar. Mabel segura a sua versão robótica numa cena de 'Cara de Um, Focinho de Outro' Divulgação A versão dublada do filme tem como principal destaque a estreia da atriz Renata Sorrah, famosa como a Nazaré da novela “Senhora do Destino”, como uma das dubladoras. Ela dá a voz à Rainha dos Insetos, que se torna peça importante da trama numa das cenas mais inesperadas da animação. Na versão original, a personagem é interpretada por Meryl Streep. Infelizmente, por não ter cópias legendadas, o público não poderá ouvir os trabalhos de Streep e de atores conhecidos, como Jon Hamm (“Top Gun: Maverick”), que dubla o prefeito, e Dave Franco (“Juntos”), como o Rei dos Insetos. Mas a dublagem brasileira, mais uma vez, dá conta do recado muito bem. “Cara de Um, Focinho de Outro” transmite bem sua mensagem de proteger a natureza e dá a sensação de que a Disney/Pixar voltou aos tempos de glória após um período bastante turbulento ao final da sessão. Uma dica: quem ficar até o final dos créditos vai assistir a mais duas cenas extras. A primeira é até engraçadinha. Mas a segunda é bem melhor. Vale conferir. Cartela resenha crítica g1 Arte/g1

Palavras-chave: tecnologia

Tribunal Superior Eleitoral aprova regras para uso de inteligência artificial na propaganda eleitoral de 2026

Publicado em: 03/03/2026 23:13

Tribunal Superior Eleitoral aprova regras para uso de inteligência artificial na propaganda eleitoral de 2026 Jornal Nacional/ Reprodução O Tribunal Superior Eleitoral aprovou nesta terça-feira (3) as regras para uso de inteligência artificial na propaganda eleitoral de 2026. Uma das principais preocupações do Tribunal Superior Eleitoral é com o combate à desinformação e o uso ilícito de inteligência artificial. Plataformas que identificarem conteúdo eleitoral irregular ou forem notificadas por usuários devem adotar providências imediatas para cortar o impulsionamento e o acesso a tal conteúdo. O TSE incluiu uma norma que proíbe a divulgação de qualquer novo conteúdo produzido por inteligência artificial que modifique imagem ou voz de candidato 72 horas antes e 24 horas depois da eleição. Inclusive conteúdo produzido pela própria campanha. Ferramentas de inteligência artificial também estão proibidas de sugerir candidatos ao eleitor. O TSE quer evitar que algoritmos favoreçam alguma candidatura. O Tribunal reforçou que, fora desse período, também é proibido fabricar ou manipular vídeos e áudios para distorcer fatos e imagens que prejudiquem ou favoreçam uma candidatura. Os candidatos podem usar inteligência artificial, por exemplo, para produzir uma música ou uma peça publicitária. Mas terão que deixar claro e em destaque que o conteúdo publicado foi criado por IA e informar quando o eleitor estiver interagindo com robôs gerados pela ferramenta. Propagandas que não respeitarem essa legislação deverão ser retiradas pelas plataformas na internet ou por determinação judicial. O candidato pode ter o registro cassado. LEIA TAMBÉM Eleições 2026: regras barram IA três dias antes da votação e proíbem plataformas de sugerir candidatos Eleições 2026: TSE aprova resolução com calendário eleitoral; saiba as principais datas Eleições 2026: TSE proíbe disseminação de conteúdo novo feito por IA 72 horas antes do pleito

Palavras-chave: inteligência artificial

Escala 6x1: Lula pede acordo entre trabalhadores, empresários e governo e defende jornada diferenciada por categoria

Publicado em: 03/03/2026 21:44

Lula participa da 2ª Conferência Nacional do Trabalho Reprodução O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta terça-feira (3) a construção de um acordo entre empresários, trabalhadores e governo na discussão do fim da escala de trabalho 6 por 1. Lula também defendeu que as jornadas de trabalho sejam diferenciadas por categoria. "Não iremos contribuir para prejudicar os trabalhadores e também não queremos contribuir para prejuízo da economia brasileira. Queremos contribuir para, de forma bem pensada e harmonizada, a gente possa encontrar uma solução. Qual é a jornada ideal? Para muitas categorias tem jornada diferenciada. Pode ter até regra geral, mas na hora de regulamentar vai ter que cair na especificidade de cada categoria", disse o presidente. As declarações de Lula sobre o tema foram dadas durante discurso na abertura da Conferência Nacional do Trabalho, no Anhembi, em São Paulo. "Estamos tentando construir um conjunto de propostas que interessa a empresários e trabalhadores para dar mais comodidade nesse mundo nervoso para que as pessoas tenham mais tempo de estudar, ficar com família, descansar", afirmou. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Principal bandeira de campanha do presidente Lula na economia em sua busca por uma nova reeleição no fim deste ano, o projeto que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sofre resistência do setor produtivo. O principal argumento é que haverá aumento de custos, o que tende a ser repassado ao consumidor. Lula estava acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ministros Luiz Marinho (Trabalho), Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento). Tebet defendeu o fim da escala de trabalho 6x1 e afirmou que "dizer que o Brasil vai quebrar com o fim da escala 6x1 é não conhecer a realidade do Brasil". "Estudos que o presidente Lula determinou que fizéssemos através do Ipea mostra que é plausível e mais do que justo garantir a dignidade dos trabalhadores com o fim da escala 6x1. Falta apenas boa vontade para sentar à mesa. Jamais empurrar com a barriga ou protelar aquilo que garante dignidade para todos", disse a ministra. Já o ministro Fernando Haddad defendeu que a população se engaje na discussão do tema. Haddad disse que o Brasil sofreu no passado políticas públicas "equivocadas" e que uma recuperação complexa "exige ambiente político construído a duras penas no contato com o Congresso e Judiciário. "Temos que pensar mais em produzir com nossa força de trabalho com coisas de ponta, que agregam valor. Pensar em como utilizar força de trabalho, não apenas limitar jornada, o que vamos fazer com tempo disponível para o trabalho, o que vamos produzir. Estamos muito acanhados", disse. "Tem que olhar para os países que superaram o subdesenvolvimento e nos mirar nesses exemplos para pensar o que vai fazer com as 40 horas semanais para construir o futuro das próximas gerações. Envolvimento e engajamento num plano de desenvolvimento é também tarefa da classe trabalhadora", completou. O ministro Luiz Marinho disse que a redução da jornada de trabalho pode gerar impacto nos custos das empresas, mas "seguramente pode melhorar de forma determinante o ambiente de trabalho, a condição de vida das pessoas". "Temos que apostar, portanto, na produtividade. Precisamos de ganho de produtividade que vem com investimento e tecnologia, conhecimento e o prazer do trabalho." Projeto de lei com urgência Mais cedo, Marinho informou que o governo pode enviar um projeto de lei com urgência ao Congresso Nacional, sobre o fim da jornada 6 por 1, se julgar que o tema não está caminhando com a "velocidade desejada" nos textos em análise pelo Legislativo. 🔎Projetos com urgência de autoria do presidente da República trancam a pauta do Congresso caso não seja analisado em até 45 dias pela a Câmara e, posteriormente, em até 45 dias pelo Senado. "Motta [presidente da Câmara dos Deputados] se comprometeu a tocar as PECs que estavam lá, mas que trabalharia também os projetos de lei vigentes. PL pode ter uma velocidade maior do que as PECs. Mas o governo não descarta, a depender da conversa com o Hugo Motta e Alcolumbre [presidente do Senado], mandar um projeto de lei com urgência se perceber que as coisas não irão caminhar na velocidade desejada", disse o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.

Palavras-chave: tecnologia

Com hospital em obras há quase 3 anos, moradores cobram conclusão de reforma na Aleac

Publicado em: 03/03/2026 21:41

Após reunião na Aleac, 1ª etapa de obra deve ser entregue em abril Com o Hospital-Geral Doutor Baba de Feijó, no interior, em obra há quase três anos, os moradores do município se reuniram nesta terça-feira (3) com deputados e sindicalistas na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O grupo foi recebido pela Comissão de Saúde Pública e Assistência Social, com participação do prefeito de Feijó, Railson Ferreira, e vereadores. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp O encontro ocorre após moradores fecharem um trecho da BR-364 em por três dias em protesto por melhorias na saúde e a conclusão do hospital. Após três dias de bloqueio e protesto, a via foi liberada no fim da tarde de 22 de fevereiro. Representantes dos moradores de Feijó cobram conclusão da obra do hospital do município Sérgio Vale/Asscom Aleac A reforma na unidade iniciou em agosto de 2023 e o primeiro bloco deveria ser entregue em maio de 2025. Contudo, a primeira empresa contratada teve o contrato rescindido em ano passado. A atual empresa começou a trabalhar na reforma ainda em 2025. Pamela Moraes, gestora de organismos de políticas para as mulheres (OPMs) do município, contou que os moradores precisam buscar por atendimentos nos hospitais de outros municípios por conta da reforma. "O primeiro documento que temos é de dois anos atrás, com previsão de entrega para maio de 2025. Como não foi entregue, fizemos um segundo movimento, realizamos uma audiência pública, foi dado um novo prazo e, mais uma vez, descumprido", relatou. Entrega do primeiro bloco deve ocorrer em abril Arquivo/Secom Previsão para abril Conforme a Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), a expectativa é que a entrega da primeira etapa do hospital ocorra até 30 abril deste ano. A definição da data foi um dos encaminhamentos da reunião. Outro encaminhamento foi realização de uma audiência pública na Câmara Municipal de Vereadores quando no dia em que a obra for entregue. A obra teve investimento de mais de R$ 5 milhões e, conforme o secretário de Obras Públicas, Ítalo Lopes, ao site da Aleac, parte dos atrasos esteve ligada à aquisição de dutos e equipamentos de ventilação que são produzidos fora do estado. "Até o final de março a gestão da saúde começa a retornar para o prédio para reorganização interna, e até o final de abril o primeiro bloco estará disponível para atendimento à população”, prometeu. LEIA MAIS Plano de terceirização de hospital causa polêmica no interior do Acre MP-AC apura terceirização da saúde de Rio Branco aprovada por vereadores No AC, 74% das terceirizadas que prestam serviços para Educação estão com irregularidades Ainda segundo ele, seria mais viável uma nova construção do que a reforma do hospital. "Quando o recurso vem para reforma, eu não posso simplesmente devolver ao Ministério da Saúde. Reformar hospital em funcionamento é um dos cenários mais complexos da administração pública”, destacou. O secretário destacou que a obra será concluída por etapa. “Não é interessante para ninguém manter uma obra indefinida. Estamos trabalhando para entregar essa etapa e reorganizar o restante da estrutura”, argumentou. Ao g1, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) disse que cuida da parte assistencial do hospital e afirmou que, durante as obras, os atendimentos estão sendo feitos em um hospital provisório. Moradores fecham trecho da BR-364 durante protesto por reforma do Hospital Geral de Feijó Polêmicas no Hospital de Feijó À época do protesto, os moradores denunciariam que, além da demora na reforma do hospital, uma suposta negligência médicas e problemas estruturais que dificultavam o atendimento. Em janeiro de 2024, a família de Maria Daiane Souza da Silva, de 25 anos, acusou uma equipe médica da maternidade do Hospital de Feijó de negligência após ela morrer. A mulher foi submetida a uma cesariana para retirada do 3º filho, teve hemorragia e uma parada cardíaca na madrugada e não resistiu. Outra família enlutada acusou o Hospital de negligência devido a morte de Diogo Silva Albuquerque, de 12 anos, no dia 19 de maio de 2025. Ele morreu de sepse associada a celulite por conta de um ferimento na perna. A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) disse que não houve omissão ou demora no atendimento. Já em fevereiro de 2024, o Ministério Público do Acre (MP-AC) chegou a abrir um procedimento administrativo para apurar se houve falha do Hospital de Feijó, por ter se negado a realizar um aborto em gestante de feto anencéfalo (sem cérebro). Reveja os telejornais do Acre

Palavras-chave: câmara municipal

Guerra no Irã marca novo estágio de desenvolvimento de armas de guerra, com sistemas de inteligência artificial

Publicado em: 03/03/2026 21:15

Inteligência artificial: conflito no Oriente Médio marca novo estágio do desenvolvimento de armas de guerra O conflito no Oriente Médio marca um novo estágio no desenvolvimento de armas de guerra. Agora, elas usam cada vez mais sistemas de inteligência artificial. O que os Estados Unidos estrearam, em larga escala, no sábado (28), foi seu mais avançado modelo de guerra comandado por inteligência artificial: a força-tarefa Scorpion Strike, que enviou um enxame de centenas de novos drones produzidos pelos americanos - os drones Lucas. São obra de engenharia reversa a partir de um drone de baixo custo produzido pelos próprios iranianos. No sábado (28), os drones Lucas invadiram o céu do Irã como iscas, para que os radares antimísseis iranianos revelassem suas posições e pudessem ser atacados tanto pelos próprios drones, que carregam 18 kg de explosivos cada, quanto por Tomahawks e caças de última geração. É uma nova estratégia de guerra: sobrecarregar o campo de batalha com drones kamikazes. A ideia não é americana, é chinesa. Vem sendo desenvolvida há pelo menos uma década. Em um ataque tão massivo, é praticamente impossível de serem controlados e orquestrados sem o uso da inteligência artificial. O Departamento de Defesa americano primeiro tentou desenvolver sua própria inteligência artificial militar, assinando contratos de longo prazo com empresas conhecidas, como a Lockheed Martin. Mas, depois, percebeu que, para competir com a China, teria que agir menos como um órgão do governo e mais como uma empresa de tecnologia, e passou a assinar contratos com grandes big techs e também com pequenas startups. Entre elas, a Anthropic, fundada pelos irmãos Dario e Daniela Amodei. Eles trabalhavam na OpenAI, do ChatGPT, mas se revoltaram com a velocidade e a falta de preocupação ética no desenvolvimento da tecnologia. Resolveram criar o que chamaram de “inteligência artificial responsável”, com a missão oficial de usar IA para o benefício da humanidade a longo prazo. Mesmo assim, assinaram contrato de US$ 200 milhões no verão passado com o Departamento de Guerra de Donald Trump. E o sistema de inteligência artificial da empresa - chamado Claude - foi usado na ofensiva de sábado (28). De acordo com o professor de geopolítica Craig Jones, da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, a inteligência artificial é usada de três formas principais: análise de material de inteligência - documentos secretos, imagens de satélite, comunicações interceptadas; identificação de alvos a partir dessa análise; simulação do campo de batalha - projetar, como em um videogame, as possibilidades de ataque. A cláusula de contrato da Anthropic pedia que sua tecnologia não fosse usada em armas que podem mirar e atacar um alvo de forma autônoma, sem controle dos humanos. Guerra no Irã marca novo estágio de desenvolvimento de armas de guerra, com sistemas de inteligência artificial Jornal Nacional/ Reprodução Na sexta-feira (27), um dia antes do ataque, o secretário de Guerra americano, Pete Hegseth, publicou um longo texto acusando o fundador da Anthropic de colocar a ideologia do Vale do Silício acima das vidas americanas. Ele afirmou: “O Departamento de Guerra deve ter acesso pleno e irrestrito aos modelos da Anthropic para todo e qualquer propósito legal na defesa da República”. Hegseth colocou a Anthropic como risco à cadeia de suprimentos para a segurança nacional - uma classificação que tradicionalmente só é aplicada a empresas estrangeiras, como rivais de tecnologia da China. Uma hora e meia antes, o presidente Donald Trump tinha ordenado que a Anthropic fosse banida do sistema de defesa americano. De acordo com o professor Jones, o Departamento de Guerra usou a tecnologia apesar da queda de braço entre o governo e a empresa. Ele diz que esses sistemas de inteligência artificial fazem parte da infraestrutura de guerra: são grandes redes interconectadas a um sistema. Ele firma que não dá para desligar o sistema sem reações em cadeia. Por isso que, no sábado (28), o enxame de drones Lucas entrou em formação no céu do Irã. Com ajuda dos satélites Starlink, empresa do bilionário Elon Musk, eram capazes de trocar entre si suas posições. Se um deles fosse abatido, poderiam se reorganizar sem prejudicar a operação. Foram responsáveis por começar a abrir um corredor seguro no céu para os caças que invadiram Teerã e mataram o aiatolá Ali Khamenei. Nessa nova corrida armamentista, em 2026, Pequim mostrou ser capaz de comandar um enxame de 200 drones usando apenas um soldado. O plano dos Estados Unidos é ser capaz de fazer frente a essa tecnologia, principalmente por causa de Taiwan. Washington precisa mostrar que uma invasão chinesa à ilha poderia ser contida, abatendo navios caríssimos com uma multidão de drones de US$ 35 mil cada um. O plano da China é ter, até o final de 2026, um milhão de drones que custam US$ 10 mil cada - menos de um terço do preço dos rivais americanos. Além disso, investiu pesado em sistemas eletrônicos que embaralham, fritam a comunicação dos drones adversários no ar. Enquanto a China mira na capacidade de produzir e escalar, os Estados Unidos querem ter um software de mais precisão. A briga com a Anthropic pode ser uma pedra no caminho do desenvolvimento rápido de armas de guerra. Mas, para o professor Jones, com tanto dinheiro envolvido, outras empresas estarão dispostas a continuar a tradição americana de desenvolver-se tecnologicamente através da guerra. LEIA TAMBÉM O que está por trás do confronto entre Israel, Irã e Estados Unidos e o que podemos esperar? O que revelam as imagens da sala de guerra de onde Trump supervisionou ataque ao Irã Como era o prédio e como funciona a reunião que escolhe o novo líder supremo do Irã, atacados por Israel Escalada nuclear pode ser fatal para a humanidade: 'Vida na Terra seria inviabilizada', diz especialista

Médico que morreu em acidente na BR-343 pode ter caído de moto ao tentar mudar de faixa, diz PRF

Publicado em: 03/03/2026 20:15

Após acidente que matou médico Edilson Carvalho, BR-343 tem engarrafamento O médico Edilson Carvalho de Sousa Júnior, de 55 anos, que morreu na tarde desta terça-feira (3) após um grave acidente na BR-343, em Teresina, pode ter perdido o controle da moto que pilotava durante uma manobra de mudança de faixa, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). O acidente ocorreu por volta das 12h20, no km 340 da BR-343, entre Teresina e Altos. Com o impacto da queda no solo, Edilson Carvalho não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp De acordo com a PRF, a dinâmica do acidente continua em investigação. "São informações preliminares, só podemos afirmar mesmo após a conclusão do laudo da equipe que atendeu ao acidente. O laudo tem o prazo de 5 dias para ser concluído, porém acreditamos que deve ser finalizado antes", informou a PRF ao g1. Quem era Edilson Carvalho O médico coloproctologista e professor Edilson Carvalho de Sousa Júnior tinha mais de três décadas de atuação. Ele era casado e deixa três filhos. Natural de Parnaíba, Edilson Carvalho era diretor de ensino e pesquisa do Hospital São Marcos e professor adjunto da Universidade Federal do Piauí (UFPI), lotado no Departamento de Clínica Geral do Centro de Ciências da Saúde (CCS). Ele também era palestrante e escritor. Membro titular da Sociedade Brasileira de Coloproctologia, o médico tinha experiência em cirurgia proctológica, educação médica e genética de câncer, com atuação especialmente em câncer colorretal e câncer de mama hereditário. Edilson Carvalho se formou em Medicina pela UFPI no ano de 1994. Ele concluiu o mestrado em Genética pela Universidade Federal de Pernambuco em 2000 e o doutorado em Biotecnologia pela Universidade Estadual do Ceará em 2010. Também fez pós-doutorado em Aprendizagem Expansiva na Universidade de Coimbra, em Portugal. Em 2024, o médico recebeu um certificado de reconhecimento em comemoração ao aniversário de 30 anos de formatura, do Conselho Regional de Medicina do Piauí (CRM-PI). O documento foi entregue pelo presidente do órgão, o médico João Moura Fé, e pelo médico e conselheiro Williams Cardec. Como escritor, Edilson Carvalho escreveu o livro "O Náufrago do S.S. Eugene Thayer - Parnaíba 1942", obra que revive as memórias e encantos de Parnaíba, cidade natal dele. Médico Edilson Carvalho morre em acidente na BR-343, em Teresina Reprodução/Redes sociais VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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Uepa divulga resultado do novo curso de gastronomia; veja lista de aprovados

Publicado em: 03/03/2026 19:58

Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Universidade do Estado do Pará (Uepa) divulgou, nesta terça-feira (3), o resultado do Processo Seletivo Especial para o curso de Tecnologia em Gastronomia. Ao todo, 62 estudantes foram aprovados na graduação, considerada inédita entre as universidades públicas da região Norte. VEJA AQUI A LISTA DOS APROVADOS De acordo com a instituição, 1.772 candidatos se inscreveram para concorrer às 60 vagas ofertadas, distribuídas em duas turmas, nos turnos vespertino e noturno, além de uma vaga adicional destinada a pessoa com deficiência (PcD) em cada turma. Listão de aprovados da UEPA. Sidney Oliveira/Ascom UEPA A Uepa também mantém, atualmente, uma turma de Gastronomia em Canaã dos Carajás, no sudeste do Pará, oferecida por meio de convênio com a prefeitura do município. Matrícula Os convocados devem realizar a pré-matrícula on-line nesta terça (3), pelo portal público do SIGAA. Quem tiver dificuldade de acesso poderá fazer o procedimento presencialmente, para garantir a participação no curso. ✅ Clique e siga o canal do g1 PA no WhatsApp Todos os aprovados e classificados, independentemente de terem feito a pré-matrícula virtual, precisam comparecer presencialmente nesta quarta-feira (4), das 9h às 14h, no Parque da Cidade, com entrada pelo Portão P14, na Avenida Júlio César, em Belém. Durante o atendimento, os calouros deverão apresentar a documentação exigida no edital, além de participar das comissões institucionais de Heteroidentificação, Verificação da Condição de PcD e Verificação de Renda. As aulas têm início na sexta-feira (6), com a inauguração do Polo Amazônia de Gastronomia da Uepa, localizado no Parque da Cidade: onde as atividades do curso serão realizadas. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará = Confira outras notícias do estado no g1 PA

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'Amazônia Imersiva': exposição inédita transforma obras de artistas da região em experiência 360° em Belém

Publicado em: 03/03/2026 19:37

Já se imaginou dentro de uma obra de arte? Caminhar por telas, atravessar fotografias e se ver cercado por imagens da Amazônia em cor, movimento e som por todos os lados? Essa é a proposta da exposição “Amazônia Imersiva”. O projeto inédito estreia em 10 de março, na Casa das Onze Janelas, em Belém. A mostra utiliza projeções audiovisuais em 360° para transformar obras de artistas amazônidas em uma experiência imersiva, na qual o público deixa de ser apenas observador e passa a ocupar o interior das imagens. A experiência reúne trabalhos de artistas como Ailton Krenak, Coletivo Mahku, Elza Lima, Ge Viana, Glicéria Tupinambá, Hal Wildson, Jaider Esbell, Keila Sankofa, Olinda Silvano, Paulo Desana, Roberta Carvalho, Ronaldo Guedes, VJ Suave e PV Dias. O projeto foi criado pela cantora Aíla e pela artista visual Roberta Carvalho, que também assina a curadoria de artes visuais e a codireção artística. Segundo Carvalho, a proposta do projeto também dialoga com as formas como a Amazônia foi historicamente representada. “Se por séculos foram projetadas sobre a Amazônia imagens de ausência, violência e estereótipos, agora projetamos nossa presença. Uma presença forjada na arte, nas tecnologias que criamos, nos pensamentos que cultivamos e na disputa radical pelos nossos imaginários e narrativas”, afirma. O que é uma projeção 360° No centro da exposição está uma sala de projeção imersiva, equipada com vários projetores sincronizados que cobrem paredes, teto e superfícies do ambiente. Diferente de uma exposição tradicional, onde as obras ficam penduradas nas paredes, as imagens são ampliadas, animadas e distribuídas por todo o espaço, formando um cenário visual que envolve completamente o visitante. Essa tecnologia, conhecida como projeção 360°, cria uma imagem contínua ao redor do público. O resultado é um ambiente onde pinturas, gravuras, fotografias e vídeos ganham escala monumental e movimento, fazendo o visitante se sentir dentro da obra. A trilha sonora reforça essa sensação. A música foi conduzida por Aíla e composta pelo produtor indígena Nelson D, do Amazonas, e será distribuída pelo espaço com som multicanal, semelhante ao utilizado em salas de cinema. “São muitos artistas envolvidos, desde a trilha da experiência imersiva, que mergulha em ritmos amazônicos, do marabaixo ao carimbó, até a música eletrônica, do experimental ao tecnobrega”, explica Aíla. Arte, pensamento e tecnologia A exposição ocupa três ambientes dentro da Casa das Onze Janelas. O primeiro abriga a experiência imersiva com as projeções 360°. O segundo espaço, chamado Sala Manifesta, apresenta frases, pensamentos e biografias de artistas e intelectuais da Amazônia, além da instalação “Ouriços Falantes”, em que caixas de som são incorporadas a ouriços de castanha para reproduzir vozes e reflexões sobre a região. Nesse ambiente também será possível acessar experiências com óculos de realidade virtual, com obras do acervo do festival Amazônia Mapping. Já o terceiro espaço apresenta o conceito de tecnologias ancestrais, ampliando a ideia de tecnologia para além do universo digital. A proposta é mostrar saberes ligados ao cultivo, à alimentação, à medicina da floresta e às formas de organização da vida amazônica como sistemas complexos de conhecimento. Shows e performances Além da exposição, o projeto também terá apresentações de música e imagem ao vivo. Entre elas está o espetáculo “As Amazônias”, com Aíla, Djuena Tikuna e Patrícia Bastos, acompanhado de projeções visuais de Roberta Carvalho e Priscila Tapajowara. A programação inclui ainda apresentações do grupo peruano Dengue Dengue Dengue e do projeto UAPI Amazônia Percussiva, que combinam música e arte visual em performances ao vivo. Colaboração internacional A mostra também inclui uma residência artística realizada em Belém com os artistas escoceses Tom Scholefield e Sonia Killmann, em parceria com o British Council e o Instituto Guimarães Rosa. O trabalho foi desenvolvido junto a artistas amazônicos, entre eles Renata Chebel e Nelson D., e será apresentado em um espetáculo inédito de música e imagem. Serviço Amazônia Imersiva 10 de março a 6 de maio de 2026 Casa das Onze Janelas — Cidade Velha, Belém Horários Terça a quinta: 9h às 17h Sexta a domingo: 9h às 20h Entrada gratuita. VÍDEOS com as principais notícias do Pará

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