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Estudo da Fiep aponta queda do PIB e risco de desemprego com fim da escala 6x1

Publicado em: 10/03/2026 18:36

Fim da escala 6x1 pode piorar crescimento da economia e aumentar informais, diz economista Um estudo divulgado nesta terça-feira (10) pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em parceria com a Tendências Consultoria, alerta para possíveis efeitos negativos da proposta de redução da jornada semanal de trabalho no Brasil. Segundo o levantamento, a mudança em discussão no Congresso — que pode reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais e acabar com a escala 6x1 — pode provocar queda do Produto Interno Bruto (PIB), aumento do desemprego e avanço da informalidade. A análise foi apresentada em Brasília durante o seminário “Modernização da jornada de trabalho”, promovido pela Coalizão das Frentes Parlamentares do Setor Produtivo. O encontro reuniu parlamentares, especialistas e representantes do setor produtivo para discutir mudanças nas regras trabalhistas no país. De acordo com o estudo, mudanças abruptas na jornada de trabalho podem gerar impactos econômicos relevantes, especialmente quando não são acompanhadas por ganhos de produtividade. As simulações realizadas pela consultoria indicam que, mesmo em um cenário considerado otimista, o efeito sobre a economia seria significativo. Nesse cenário, a economia teria um ganho de produtividade de 2%. Ainda assim, o PIB brasileiro poderia cair até 3,7% no primeiro ano após a mudança na jornada de trabalho. No horizonte de cinco anos, a queda acumulada poderia chegar a 4,9%. O relatório destaca que esse cenário é considerado pouco provável, já que a produtividade do trabalho no Brasil permanece praticamente estagnada há cerca de três décadas. Além das simulações econômicas, o estudo também reúne evidências de pesquisas nacionais e internacionais sobre propostas de redução da jornada de trabalho. Segundo a análise, essas experiências não garantem, necessariamente, aumento na geração de empregos. Supermercados Reprodução/ TV Gazeta Até 1,5 milhão de trabalhadores podem ser afetados O levantamento também projeta possíveis impactos sobre o mercado de trabalho. Segundo a Fiep, a redução da jornada sem aumento proporcional da produtividade pode elevar custos para as empresas. Como consequência, parte delas poderia reduzir contratações ou cortar postos de trabalho. A estimativa apresentada pelo estudo indica que cerca de 1,5 milhão de trabalhadores formais podem enfrentar risco de demissão ou migração para a informalidade. “O custo com pessoal representa uma das principais componentes da estrutura de custos das empresas, especialmente em atividades intensivas em trabalho. Elevação nesse tipo de custo podem afetar decisões operacionais e estratégicas das empresas, como redução do horário de funcionamento dos estabelecimento e demissões, gerando uma redução da atividade dessas empresas. As firmas menores e mais intensas em trabalho seriam aquelas com maior dificuldade de se adaptar ao choque de custos", argumenta Guilherme Hakme, diretor da Fiep. Pesquisas analisadas no relatório também apontam algumas estratégias que empresas tendem a adotar diante da redução das horas trabalhadas, como: diminuir o número de horas contratadas; substituir trabalhadores mais experientes por profissionais com salários menores; aumentar a rotatividade da mão de obra. Renda pode não aumentar Outro efeito apontado pelo estudo envolve o rendimento dos trabalhadores. A redução da jornada pode elevar o salário por hora trabalhada. No entanto, o salário mensal tende a permanecer estável caso as empresas reduzam as horas contratadas. Nesse cenário, cresce também a chamada dupla ocupação. Isso ocorre quando um trabalhador precisa ter dois empregos para manter o mesmo nível de renda. Apesar disso, o relatório também destaca que jornadas menores podem trazer alguns benefícios, como redução da fadiga e possível aumento de produtividade em determinadas atividades. Segundo os pesquisadores, trabalhadores mais descansados tendem a produzir mais em alguns setores. Ainda assim, esses ganhos costumam ser limitados e nem sempre compensam a redução do tempo total de trabalho. Diferenças entre setores A Fiep afirma que a indústria brasileira possui realidades muito diferentes. Alguns segmentos operam com alto nível de automação e margens maiores. Outros dependem fortemente de mão de obra e enfrentam concorrência internacional intensa. Uma mudança uniforme na jornada poderia aumentar custos para empresas com menor margem de lucro. Isso pode reduzir investimentos e afetar empregos. Para a entidade, o risco é transformar uma medida voltada ao bem-estar do trabalhador em um fator de instabilidade econômica. A federação defende que a modernização das relações de trabalho é necessária. No entanto, avalia que mudanças devem ocorrer com negociação coletiva e adaptação às características de cada setor. “A discussão dessa reforma deveria ser feita de forma mais lenta de modo a considerar um conjunto ampo de aspectos econômicos, de modo a permitir que a sociedade discuta de forma informada os custos e benefícios para empresas e trabalhadores", complementa o presidente da Fiep. O estudo também destaca que o Brasil precisa avançar primeiro em políticas de aumento da produtividade. Entre as medidas citadas estão: modernização tecnológica das empresas; qualificação contínua dos trabalhadores; políticas industriais focadas; melhora do ambiente de negócios; acesso a crédito; simplificação tributária. Metodologia usada por bancos centrais Para estimar os impactos da mudança na jornada, a Tendências utilizou um modelo econômico chamado DSGE. Esse tipo de modelo é amplamente empregado por bancos centrais e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para simular cenários macroeconômicos. Os pesquisadores analisaram dois cenários: um com ganho de produtividade e outro sem avanço significativo nessa área. Nos dois casos, os resultados indicaram impacto negativo para o emprego e para a atividade econômica no curto prazo. Experiências internacionais O estudo também analisou experiências de redução de jornada em países como Alemanha, França, Portugal, Japão, Canadá, Bélgica e Eslovênia. Segundo o levantamento, muitos desses casos registraram: efeitos nulos ou negativos sobre o emprego; queda de produtividade quando o ganho não acompanhou a redução de horas; aumento de custos para as empresas. Apenas dois estudos internacionais encontraram efeitos positivos para geração de empregos. Mesmo nesses casos, os resultados foram considerados ambíguos. Para a Fiep, o debate sobre jornada de trabalho é legítimo e precisa avançar no país. A entidade afirma que está aberta à discussão, mas defende que as mudanças sejam feitas com base em dados técnicos e diálogo entre governo, empresas e trabalhadores. Segundo a federação, decisões estruturais sobre o mercado de trabalho precisam considerar os efeitos sobre crescimento econômico, competitividade e geração de renda. "A literatura mostra que há riscos de que essa reforma gere custos desproporcionalmente maiores aos benefícios, como, ausência de geração de emprego, aumento da informalidade, e queda relevante do PIB. Pode-se discutir formas alternativas de melhorar o ganho de bem estar de parte da população com jornada de trabalho mais longa, inclusive de forma mais eficiente para esse grupo da população", afirma Guilherme Hakme. Outros estudos Outros levantamentos recentes também analisaram possíveis impactos da redução da jornada de trabalho no Brasil e apontam desafios semelhantes, especialmente em setores com baixa produtividade ou forte dependência de mão de obra. Um estudo apresentado também nesta terça (10) pelo economista André Portela, da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP), destaca que a redução da jornada com manutenção integral dos salários eleva o custo por hora trabalhada. No caso de uma mudança de 44 para 36 horas semanais, o custo da hora poderia subir cerca de 22%. Segundo o pesquisador, empresas tendem a reagir de três formas diante desse aumento: repassar parte do custo aos preços, acelerar processos de automação ou reorganizar equipes e turnos. O resultado final dependeria do nível de produtividade e da capacidade de adaptação de cada setor. Portela também ressalta que o mercado de trabalho brasileiro é muito heterogêneo. Pequenas empresas, que têm menor capacidade de investimento e tecnologia, podem enfrentar mais dificuldades para absorver mudanças abruptas. ⚠️ Análises setoriais também indicam impactos relevantes. Um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC) estima que, apenas no comércio, a adequação a jornadas menores poderia elevar a folha de pagamento em cerca de 21%. Parte desse custo tende a ser repassada ao consumidor. Segundo o levantamento, cada aumento de 1% no custo do trabalho pode elevar a informalidade em cerca de 0,34%. O estudo também projeta que o setor poderia enfrentar queda de atividade e redução de margens mesmo com reajustes de preços. 🏝️ No turismo, que utiliza amplamente a escala 6x1, o impacto sobre preços e demanda também seria significativo, segundo a CNC. 🧑‍🌾 No agronegócio, análises da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destacam que atividades rurais seguem ciclos naturais de produção e nem sempre se adaptam a jornadas fixas. Culturas como café, uva e laranja e atividades contínuas, como a pecuária leiteira, exigem trabalho em períodos específicos. Segundo a entidade, mudanças rígidas na legislação poderiam elevar custos, exigir novas contratações e afetar a competitividade internacional do setor. Estudos citados por entidades empresariais também indicam possíveis efeitos macroeconômicos mais amplos. Já o levantamento apresentado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a redução da jornada para 40 horas semanais poderia gerar aumento de custos de até R$ 267 bilhões para empresas brasileiras. A entidade também cita pesquisas que projetam impactos relevantes sobre o crescimento econômico caso a redução ocorra sem ganhos expressivos de produtividade. Para economistas ouvidos nesses estudos, o principal desafio para uma redução sustentável da jornada no Brasil é elevar a produtividade do trabalho. Sem esse avanço, a mudança pode pressionar custos, reduzir investimentos e estimular a informalidade. Ao mesmo tempo, muitos especialistas defendem que o debate deve considerar também aspectos sociais, como qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e descanso.

Palavras-chave: tecnologia

Vereador aciona MP para apurar gastos de R$ 30 mi em contratações na Secretaria de Cultura de Santos

Publicado em: 10/03/2026 18:30

Vereador Rui de Rosis (à esq.) protocolou uma denúncia contra o secretário Rafael Leal (à dir.) no MP Redes sociais O vereador Rui de Rosis Jr. (PL) pediu que o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) instaure uma Ação Civil Pública (ACP) para apurar supostas irregularidades em contratações feitas via Recibo de Pagamento Autônomo (RPA) pela Secretaria de Cultura de Santos, no litoral de São Paulo. Ele questiona o uso de mais de R$ 30 milhões destinados, segundo ele, à contratação de “serviços eventuais” prestados por pessoas físicas nos últimos cinco anos. O pedido foi formalizado na segunda-feira (9), após uma reunião entre o secretário Rafael Leal e vereadores da Câmara Municipal. O encontro havia sido solicitado pelo próprio De Rosis, que buscava esclarecimentos sobre os gastos dos últimos cinco anos. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. No requerimento, o vereador destacou que a Cultura gastou cerca de R$ 6,6 milhões em 2025 com contratações via RPA. Segundo De Rosis, esse montante, somado a outras despesas do mesmo tipo, poderia caracterizar ato de improbidade administrativa. Ainda conforme o parlamentar, o total de R$ 30 milhões citado por ele resulta da soma de cerca de 19,3 mil pagamentos feitos a 2,9 mil pessoas entre 2021 e 2025. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ele apontou que 131 pessoas teriam recebido via RPA em todos os cinco anos analisados e outras 238 em quatro anos ou mais. De Rosis também apontou cinco contratados que, segundo ele, teriam recebido aproximadamente R$ 150 mil cada no período. O vereador sustentou que as contratações estariam sendo utilizadas para favorecer amigos, cabos eleitorais e pessoas próximas ao secretário, o que, na avaliação dele, funcionaria como uma espécie de fraude a processos seletivos e concursos públicos. "Hoje o secretário esteve aqui na Câmara para tentar explicar alguma coisa, mas já adianto que não conseguiu. Respostas evasivas. Confirmou diversas denúncias, como por exemplo a substituição de mão de obra por RPAs", disse o vereador, na segunda-feira (9). A Prefeitura de Santos informou, em nota, que o secretário respondeu a todos os questionamentos, citando relatórios aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado que, segundo a administração municipal, embasam a regularidade das contratações. A prefeitura também afirmou que todos os pagamentos via RPA foram realizados de forma adequada e que o encontro com os vereadores seguiu o rito determinado pela Câmara. De Rosis afirma que pediu a abertura da ACP porque, segundo ele, o secretário não esclareceu as denúncias mais graves. “Não dá para admitir que um secretário que autoriza e paga R$ 30 milhões desconhece o que acontece na própria secretaria”, disse. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

Palavras-chave: câmara municipal

Vice-prefeito de Fortaleza dos Nogueiras é alvo de operação contra fake news no MA

Publicado em: 10/03/2026 18:18

Vice-prefeito de Fortaleza dos Nogueiras é alvo de operação contra fake news no MA Reprodução/Polícia Civil A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) realizou, nesta terça-feira (10), uma operação para combater a disseminação de notícias falsas e ataques dirigidos à autoridades públicas do Estado, com uso de inteligência artificial (IA). Um dos alvos foi o vice-prefeito de Fortaleza dos Nogueiras (MA), Rui Arruda (Podemos). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Maranhão no WhatsApp A Operação Fake Stop foi deflagrada a partir de uma decisão da 4ª Vara da Comarca de Balsas. Na última quinta-feira (5), um homem foi preso em flagrante por falsa identidade na primeira fase da operação. De acordo com as investigações, o vice-prefeito Rui Arruda é apontado como líder de um "gabinete do ódio", estruturado para promover ataques contra a prefeita do Município, Dra. Fernanda (Republicanos), por meio de perfis de redes sociais. O vice-prefeito teria atuado em crimes de associação criminosa, perseguição e difamação qualificada, utilizando perfis anônimos em redes sociais, divulgando conteúdos ofensivos e difamatórios. Segundo a Polícia Civil, ele não foi preso mas foi alvo de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, para resguardar a investigação e evitar interferência na colheita de provas. As medidas são: Proibição de contato com a vítima e demais investigados; Proibição de aproximação da Prefeitura e de órgãos da administração municipal; Proibição de uso de redes sociais; Recolhimento domiciliar no período noturno. Durante a operação, ainda foram apreendidos aparelhos celulares, computadores, mídias digitais e outros materiais de interesse investigativo, além da extração e análise de dados armazenados nos dispositivos. De acordo com o delegado regional de Balsas, Hudson Nogueira, os materiais apreendidos serão encaminhados à perícia técnica para extração e análise dos dados. As investigações seguem em andamento com o objetivo de esclarecer completamente os fatos, identificar outros possíveis envolvidos e adotar as medidas legais cabíveis. Veja os vídeos que estão em alta no g1

Palavras-chave: inteligência artificial

Santos lança o programa Emprega Mulher para ampliar qualificação e inserção feminina no mercado de trabalho; veja os cursos disponíveis

Publicado em: 10/03/2026 16:37

Inscrições para o Programa Emprega Mulher podem ser realizadas na Casa da Mulher, em Santos Prefeitura de Santos A Prefeitura de Santos lançou um novo programa chamado Emprega Mulher, com o objetivo de fortalecer a presença feminina no mercado de trabalho, ampliando o acesso a cursos de qualificação em áreas que historicamente registram baixa participação de mulheres. As inscrições para vários cursos gratuitos já estão abertas. O programa foi lançado durante cerimônia na Casa da Mulher, na sexta-feira (6). O Emprega Mulher tem como foco reduzir desigualdades de gênero e ampliar a presença feminina em setores estratégicos da economia local. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Entre as áreas prioritárias, construção civil, setor portuário, logística, setor automobilístico e outros segmentos historicamente marcados pela baixa representatividade de mulheres. A proposta prevê a formação de parcerias com empresas privadas interessadas em aderir ao programa. As organizações deverão firmar Termo de Cooperação com o Município e oferecer, sem custos para a prefeitura, cursos de capacitação, material didático e certificação às participantes. Também poderão disponibilizar benefícios adicionais, como transporte, ajuda de custo e alimentação. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Cursos Para participar, as interessadas devem realizar a inscrição de forma presencial na Casa da Mulher de Santos, na Av. Rangel Pestana, 150, Vila Matias. É necessário apresentar documento de identificação e comprovante de residência. De acordo com a prefeitura, são pelo menos 90 vagas gratuitas distribuídas em cursos nas áreas de construção civil e área portuária. O prazo de inscrição varia entre as formações, já que possuem datas de início diferentes. As aulas serão realizadas na Casa da Mulher e também em outros espaços disponibilizados pelas empresas parceiras. As formações serão oferecidas em Santos e Cubatão, abrangendo setores como construção civil, manutenção, tecnologia e energia renovável. Confira as datas previstas para o início de cada curso: Pintora imobiliária (9 de março); Eletricista instaladora predial (12 de março, 7 de maio ou 24 de junho); Instaladora de sistemas fotovoltaicos (20 de julho); Gasista de ligação (20 de julho); Armadora de ferros (3 de agosto); Instaladora hidráulica de edificações (3 de agosto); Leitura e interpretação de desenhos e projetos de obras civis (9 de novembro); Revit architecture (16 de novembro); Automação residencial- dispositivos inteligentes (2 de abril); AutoCAD 2D (8 de maio); Vistoria de container (24 de março); Auxiliar de manutenção mecânica (a confirmar); Reforma de piso vinílico e cimento queimado (17 de março); Paredes e forros drywall (17 de março); Manutenção em bancadas de pedra (17 de março); Acabamento em finais em edificações (a confirmar). VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

Palavras-chave: tecnologia

Positivo lança notebook Vision N15M com nova IA integrada e Minitela; veja o preço

Publicado em: 10/03/2026 16:02 Fonte: Tudocelular

Depois dos modelos R15M e C15M, a Positivo oficializou o seu novo notebook Vision N15M no mercado brasileiro. A marca nacional ampliou a sua linha com o foco nos consumidores que procuram por produtividade, conforto e fluidez. De acordo com a companhia, o laptop mira em estudos e home office, para tarefas como navegação na web, elaboração de planilhas, edição de textos, uso de e-mails e videochamadas. “O Positivo Vision N15M foi projetado e desenvolvido em sintonia com a evolução da categoria de entrada em nível global. Observamos uma atualização importante nesse segmento, com consumidores que continuam atentos ao custo-benefício, mas que também exigem performance fluida, mais integração com ferramentas digitais e melhor experiência no uso diário. Ampliamos o portfólio com uma ótima opção de nova geração que responde a essa demanda e oferece uma experiência completa para atividades de estudo e trabalho desde o primeiro dia de uso, combinando os recursos característicos da linha Vision.” Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Meta compra Moltbook, rede social voltada a agentes de IA

Publicado em: 10/03/2026 15:43

Moltbook: o que é real e o que é exagero na rede social pra agentes de IA? A Meta, controladora do Facebook, anunciou nesta terça-feira (10) a compra da Moltbook, uma plataforma de rede social criada para agentes de inteligência artificial, trazendo os fundadores da empresa para sua divisão de pesquisa de IA. 🔎 O que são agentes de IA? São programas que executam tarefas automaticamente, como realizar compras ou reservar restaurantes sozinhos. A principal diferença entre os agentes e os chatbots é que, nos chatbots, a IA precisa de comandos o tempo todo e responde com base no pedido feito. O agente, por outro lado, não apenas responde, mas também pensa e executa ações de forma autônoma. O desenvolvimento sinaliza uma intensa corrida entre os gigantes da tecnologia para adquirir talentos e tecnologia de IA, à medida que os agentes autônomos capazes de executar tarefas do mundo real deixam de ser novidade e passam a ser a próxima fronteira do setor. O acordo trará os co-fundadores da Moltbook, Matt Schlicht e Ben Parr, para o Meta Superintelligence Labs, a unidade liderada pelo ex presidente-executivo da Scale AI, Alexandr Wang. Schlicht e Parr vão começar a trabalhar na Meta Superintelligence Labs em 16 de março, de acordo com a Axios. A Meta não divulgou os termos financeiros do negócio. Moltbook, rede social das IAs, faz robôs conversarem entre si, mas o quanto disso é real? Moltbook: rede social foi criada apenas para agentes de IA interagirem Reprodução/Moltbook O Moltbook, um site semelhante ao Reddit, no qual bots de IA parecem trocar códigos e fazer fofocas sobre seus proprietários humanos, foi iniciado como um experimento de nicho no final de janeiro. Desde então, ele se tornou o centro de um debate crescente sobre o quanto os computadores estão próximos de possuir inteligência semelhante à humana. O presidente-executivo da OpenAI, Sam Altman, minimizou o site como uma provável moda passageira, mas disse que sua tecnologia oferece um vislumbre do futuro. "O Moltbook talvez (seja uma moda passageira), mas o OpenClaw não é", disse Altman. No mês passado, a OpenAI contratou Peter Steinberger, criador do OpenClaw, um bot de código aberto anteriormente conhecido como Clawdbot ou Moltbot, que está apoiando o projeto de código aberto. Mike Krieger, diretor de produtos da Anthropic, disse que a maioria das pessoas ainda não está pronta para dar à IA total autonomia sobre seus computadores. Schlicht defendeu a programação do Moltbook, que ele afirma que foi criada com ajuda de IA, afirmando que "não escreveu uma única linha de código" para o site. Schlicht criou o Moltbook usando principalmente seu próprio assistente pessoal de IA, Clawd Clawderberg. A ascensão do Moltbook também trouxe riscos. A empresa de segurança eletrônica Wiz disse que a abordagem deixou uma grande falha que expôs mensagens privadas, mais de 6.000 endereços de email e mais de um milhão de credenciais. A Wiz disse que o problema foi corrigido depois de entrar em contato com a Moltbook.

Polícia do Amapá prende suspeito de aplicar golpe do 'falso boleto' em mais de 200 vítimas e faturar R$ 1 milhão

Publicado em: 10/03/2026 15:15

Polícia prende suspeito de aplicar golpe do 'falso boleto' em mais de 200 vítimas A Polícia Civil do Amapá realizou nesta segunda-feira (9) a Operação Boleto Fantasma, que resultou na prisão preventiva, em Goiânia, de um homem apontado como responsável pela criação e administração de sites falsos da companhia de energia do Estado. Segundo a polícia, o esquema fez mais de 200 vítimas e causou prejuízo superior a R$ 1 milhão, ao induzir consumidores ao pagamento de boletos fraudulentos em páginas que simulavam o ambiente oficial da concessionária. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Investigação e prisão O delegado Breno Esteves, titular da DR-CCIBER, explicou que a investigação analisou elementos informativos e realizou rastreamento patrimonial, o que possibilitou identificar o responsável pelo esquema, cumprir os mandados judiciais e bloquear bens e valores que ultrapassam R$ 1 milhão. “Trata-se de uma investigação de grande relevância, porque estamos diante de um esquema que atingiu diretamente centenas de consumidores e gerou expressivo prejuízo financeiro à população. A Polícia Civil conseguiu identificar o responsável pela estrutura criminosa, efetuar sua prisão e avançar no bloqueio patrimonial, demonstrando que fraudes eletrônicas dessa magnitude serão apuradas com firmeza, técnica e integração entre as forças policiais”, destacou o delegado. LEIA MAIS: Jovem de 19 anos é morta por estrangulamento em loja de Santana, no Amapá Celular de jovem estrangulada em Santana foi trocado por crack; polícia investiga latrocínio Apoio em Goiás e apreensões A operação contou com o apoio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos de Goiás, onde foram cumpridos três mandados de busca e apreensão — dois em Goiânia e um em Senador Canedo — além de um mandado de prisão preventiva. Operação da Polícia Civil Polícia Civil/divulgação Durante o cumprimento das ordens judiciais, o suspeito também foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, após a localização de uma pistola calibre 6,35 mm com sete munições. Foram apreendidos também eletrônicos, 10 relógios importados, 143 dólares, 50 libras esterlinas e seis pulseiras de ouro. Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

Palavras-chave: cibernético

Comissão de Segurança Pública pede que PGR avalie investigação de trend ‘caso ela diga não’

Publicado em: 10/03/2026 15:10

Trend 'Caso ela diga não' estimula violência contra as mulheres e vira caso de polícia A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) um requerimento que pede que a Procuradoria Geral da República (PGR) avalie a abertura de uma investigação sobre a conduta dos autores do vídeo “caso ela diga não”. Os vídeos da “trend” (tendência) mostram homens reagindo de diferentes formas quando uma mulher nega um pedido de casamento. Os conteúdos, que viralizaram nas redes sociais, simulam violência contra mulheres, com homens portando armas de fogo e facas e executando golpes de artes marciais. A indicação, instrumento aprovado pelo colegiado, é uma sugestão de ação a um órgão. A decisão final cabe à PGR. No pedido, o deputado pede: a instauração de inquérito ou procedimento investigatório criminal para apurar as condutas relacionadas à trend mencionada, identificando autores e avaliando a tipificação dos crimes de apologia à violência contra a mulher e outros correlatos; a comunicação às plataformas de redes sociais (como X, Instagram, TikTok, YouTube) para que forneçam informações sobre o alcance das publicações, dados de autoria e medidas administrativas adotadas; o envio de recomendações a órgãos de segurança pública e entidades de defesa da mulher para o monitoramento e prevenção desse tipo de conteúdo; a adoção de providências judiciais cabíveis para a responsabilização dos envolvidos e a remoção definitiva dos conteúdos ilícitos. Montagem mostra exemplos de vídeos da trend “treinando caso ela diga não”, em que criadores simulam reações violentas após rejeição a pedidos de namoro ou casamento. Reprodução/TikTok O requerimento aprovado é do deputado Pedro Campos (PSB-PE) e foi votado de forma simbólica na comissão - quando os parlamentares fazem um acordo. Além de combater o feminicídio, o parlamentar disse que o requerimento tem o objetivo de “puxar a orelha” das redes sociais. “É algo absurdo, um incentivo e apologia à violência contra a mulher. Nós não podemos aceitar que seja tratado como piada homens simulando violência contra as mulheres”, afirmou Campos. “É uma conduta criminosa e não podemos permitir que esse tipo de incentivo de violência contra a mulher circule nas redes sociais como se isso fosse algo normal”, disse. A Diretoria de Crimes Cibernéticos da Polícia Federal (PF) já derrubou os perfis e abriu inquérito para investigar a trend ''caso ela diga não'. A informação foi confirmada ao blog da jornalista Julia Duailibi. A corporação deu início a uma ofensiva para desarticular a propagação desses conteúdos, que incitam a violência contra mulheres. Tiktok remove vídeos O TikTok removeu vídeos associados à trend “treinando caso ela diga não” após reportagens e o início de investigação da Polícia Federal sobre o conteúdo, que simulava agressões a mulheres. Ao menos 20 posts mapeados pelo g1 foram retirados do ar após a plataforma solicitar links encontrados pela reportagem, na segunda-feira (9). Nos vídeos, os criadores simulavam situações de abordagem romântica, geralmente um pedido de namoro ou casamento. Em seguida, aparece a frase “treinando caso ela diga não” ou variações semelhantes. Depois da legenda, os autores encenam reações agressivas diante da possibilidade de rejeição. Em muitos casos, as simulações incluem socos em objetos, movimentos de luta ou golpes com faca. Procurado, o TikTok afirmou que os conteúdos violam as regras da plataforma e que foram removidos após serem identificados. Os perfis seguem no ar. “Os referidos conteúdos violam nossas Diretrizes da Comunidade e foram removidos da plataforma assim que identificados. Nosso time de moderação segue atento e trabalhando para identificar possíveis conteúdos violativos sobre o tema. Não permitimos discurso de ódio, comportamento de ódio ou promoção de ideologias de ódio”, afirmou a plataforma.

Palavras-chave: cibernético

É #FAKE que Lula disse que Brasil 'está sob ameaça real de invasão' em discurso durante encontro com presidente da África do Sul

Publicado em: 10/03/2026 15:02

É #FAKE que Lula disse que Brasil está 'sob ameaça real de invasão' Reprodução Circulam nas redes sociais posts alegando que o presidente Lula (PT) teria dito que o Brasil está "sob ameaça real de invasão". É #FAKE. g1 🛑 Como são os posts? Publicados no X e no Facebook nesta segunda-feira (9), eles atribuem, na legenda, uma declaração a Lula: "'A gente está sob ameaça real de invasão, não é uma teoria, é real e o inimigo está ameaçando abertamente. Precisamos nos preparar'. 👉🏽 É preciso que cada brasileiro resguarde e proteja a Soberania do Brasil". As publicações exibem um trecho real do discurso do petista realizado nesta segunda, durante a visita de Estado do presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. No vídeo, Lula diz: "Aqui, na América do Sul, nós nos colocamos como uma região de paz. Aqui ninguém tem bomba nuclear, aqui ninguém tem bomba atômica, aqui os nossos drones são para agricultura, para fins de tecnologia e não para guerra. Então nós pensamos em defesa como dissuasão, mas eu não sei se o companheiro Ramaphosa percebe que, se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente". O conteúdo viralizou após o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversar com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, para evitar que o país classifique ações criminosas brasileiras, como o PCC e o Comando Vermelho (CV), como Organizações Terroristas Estrangeiras. Em caráter reservado, diplomatas mencionam o temor de que os EUA utilizem o combate ao narcotráfico e a classificação para justificar operações militares na região. ⚠️ Por que isso é falso? O Fato ou Fake consultou a transcrição completa do discurso, disponível no site oficial do governo, e não encontrou qualquer fala similar. Procurada por e-mail pelo Fato ou Fake, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) desmentiu as publicações: "A informação não procede, conforme é possível confirmar na transcrição e no vídeo da declaração à imprensa do presidente Lula por ocasião da visita de Estado do presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, nesta segunda-feira (09.03). O conteúdo é público e pode ser consultado no link https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/discursos-e-pronunciamentos/declaracao-a-imprensa-do-presidente-lula-por-ocasiao-da-visita-de-estado-do-presidente-da-africa-do-sul-cyril-ramaphosa. Vale lembrar que a agenda foi transmitida ao vivo e acompanhada pela imprensa". A nota também enviada acrescenta: "A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República repudia a divulgação de boatos falsos com objetivos políticos, que visam única e exclusivamente desinformar a população e manipular a opinião pública". No discurso, Lula mencionou as similaridades entre Brasil e África do Sul e disse que, se os países não se prepararem, podem ser invadidos. Ele também destacou que as nações deveriam cooperar no segmento de defesa: "Então, nós pensamos em defesa como dissuasão, mas eu não sei se o companheiro Ramaphosa percebe que, se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente. Então essa é uma coisa que o Brasil tem necessidade similar à necessidade da África do Sul e que, portanto, nós precisamos juntar o nosso potencial e ver o que a gente pode produzir junto, construir junto. Não precisamos ficar comprando dos senhores das armas, nós poderemos produzir. O que precisa é nós nos convencermos que ninguém vai ajudar a gente, a não ser nós mesmos". Mauro Vieira conversa com Marco Rubio sobre viagem de Lula É #FAKE que Lula disse que Brasil está 'sob ameaça real de invasão' Reprodução Veja também O que é #FATO e o que é #FAKE na guerra entre EUA e Irã O que é #FATO e o que é #FAKE na guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica . .. É #FAKE VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Palavras-chave: tecnologia

A revolução dos agentes de IA nas cobranças

Publicado em: 10/03/2026 15:01

A revolução dos agentes de IA nas cobranças – Crédito: Divulgação. A gestão de cobranças é um dos grandes desafios das áreas financeiras. Dessa forma, muitas empresas buscam soluções que permitam recuperar valores em aberto com mais produtividade e menos esforço operacional. Por isso, o Agente de IA de Cobrança da Neofin surge como uma solução inovadora que utiliza inteligência artificial para automatizar negociações, responder dúvidas financeiras e aumentar a recuperação de crédito. Basicamente, o agente funciona como um assistente financeiro inteligente, capaz de interagir com clientes, entender suas intenções e conduzir negociações de forma humanizada. O que é o agente de cobrança da Neofin O Agente de IA de Cobrança da Neofin é uma tecnologia baseada em inteligência artificial conversacional que automatiza o atendimento financeiro das empresas, principalmente nas etapas relacionadas à cobrança, negociação de dívidas e esclarecimento de dúvidas sobre pagamentos. A ferramenta opera principalmente por meio do WhatsApp, um dos canais mais utilizados pelos consumidores para comunicação com empresas. A partir desse canal, o agente consegue atender clientes em tempo real, respondendo mensagens, enviando informações financeiras e conduzindo negociações de forma automática, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Diferente de sistemas tradicionais de cobrança que apenas disparam mensagens em massa, o agente da Neofin possui capacidade de interpretação de contexto e intenção, permitindo conversas mais naturais e personalizadas com cada cliente. Como o agente de cobrança funciona na prática O funcionamento do agente de cobrança da Neofin pode ser dividido em algumas etapas principais. Primeiramente, o sistema é integrado à base de dados da empresa, permitindo que o agente tenha acesso a informações como faturas em aberto, histórico de pagamentos, condições de negociação e políticas de cobrança. Quando o cliente entra em contato ou recebe uma mensagem de cobrança, o agente inicia uma conversa automática. Durante essa interação, a inteligência artificial consegue identificar diferentes tipos de solicitações, como: Pedido de prazo adicional para pagamento Solicitação de segunda via de boleto Dúvidas sobre valores ou vencimentos Interesse em renegociar a dívida Promessa de pagamento A partir dessa identificação, o agente responde de forma adequada e pode até mesmo fechar acordos de renegociação automaticamente, seguindo as regras definidas pela empresa. Por exemplo, se um cliente perguntar se existe desconto para pagamento imediato, o agente pode oferecer uma condição definida pela empresa em sua política e gerar o link de pagamento na hora, o que aumenta consideravelmente as chances de pagamento. O cliente é atendido no momento em que ele busca a empresa para pagar. Automação com inteligência e escala Um dos principais diferenciais do Agente de IA de Cobrança da Neofin aparece nos resultados mensuráveis obtidos nas operações de cobrança. Em renegociações realizadas de forma totalmente autônoma pelo agente, os indicadores mostram ROIs superiores a 370%, demonstrando que interações automatizadas, quando estruturadas com base em políticas claras e interpretação de intenção do cliente, conseguem transformar conversas em recuperação efetiva de caixa. Outro dado relevante está relacionado ao atendimento fora do horário comercial. Aproximadamente 19% das interações acontecem fora do expediente tradicional, período em que muitas empresas teriam custos elevados para manter equipes disponíveis. Com a atuação da IA, houve economia de 95,4% nesses atendimentos, alcançando um ROI de 2.077%, ao mesmo tempo em que o cliente continua tendo suporte no momento em que precisa. Na frente de produtividade interna, os resultados também são expressivos. Mais de 55% das interações são resolvidas diretamente pelo agente, sem necessidade de escalonamento para operadores humanos. Isso permitiu preservar cerca de 3,4 dias de trabalho da equipe financeira por mês, o equivalente a aproximadamente 16% do tempo útil mensal, liberando profissionais para atividades mais estratégicas. Esses números mostram que o impacto da inteligência artificial na cobrança vai além da automação de mensagens. Ao assumir grande parte do volume operacional, a tecnologia reduz custos, melhora a eficiência do atendimento e permite que as equipes financeiras se concentrem em análises e decisões que realmente impactam a saúde financeira da empresa. Benefícios para as empresas A aplicação do agente de cobrança da Neofin traz benefícios diretos para a gestão financeira das empresas. Um dos principais impactos está na redução da inadimplência, já que respostas rápidas e negociações imediatas aumentam as chances de pagamento. Outro benefício relevante é a economia de tempo da equipe financeira. Muitas dúvidas recorrentes dos clientes — como envio de boletos, confirmação de valores ou prazos — passam a ser resolvidas automaticamente pelo sistema. Com isso, os profissionais da área financeira podem concentrar seus esforços em atividades mais estratégicas, como análise de crédito, planejamento de fluxo de caixa e negociação de casos mais complexos. Além disso, o agente também gera dados estruturados sobre o comportamento dos clientes, permitindo identificar padrões de inadimplência, motivos de atraso e oportunidades de melhoria nas políticas de cobrança. Aplicações no dia a dia das empresas No cotidiano das empresas, o agente de cobrança da Neofin pode ser utilizado em diversas situações. Uma das aplicações mais comuns é o envio de lembretes automáticos de vencimento multicanais e personalizados, que ajudam a reduzir atrasos antes mesmo que a inadimplência aconteça. Outra aplicação é a negociação automática de dívidas, permitindo que clientes encontrem soluções rápidas sem precisar falar diretamente com um atendente. O agente também pode atuar no suporte financeiro, respondendo perguntas frequentes sobre pagamentos, planos contratados, valores em aberto ou condições de renegociação. Empresas de diversos setores podem utilizar essa tecnologia, como escolas, indústrias e distribuidoras, empresas de serviços recorrentes, escritórios contábeis, condomínios e negócios que trabalham com faturamento mensal. A cobrança como estratégia financeira A adoção de agentes inteligentes representa uma mudança na forma como as empresas lidam com a cobrança. Em vez de um processo manual, reativo e muitas vezes desgastante, a cobrança passa a ser tratada como uma operação estratégica baseada em dados e automação inteligente. Ao unir inteligência artificial, atendimento conversacional e análise de dados, o agente de cobrança da Neofin transforma a recuperação de crédito em um processo mais escalável e amigável para o cliente. E então, o que está esperando para conhecer?

Piauí anuncia R$ 8,7 milhões para pesquisas no Semiárido e novo Prêmio Niède Guidon

Publicado em: 10/03/2026 14:38

Pesquisadores catalogam material. Cristiane Araújo Em visita à Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham), o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), João Xavier, anunciou a liberação de R$ 8,7 milhões para pesquisas no semiárido piauiense. A conquista resulta da articulação entre a Fapepi, órgãos federais e o Instituto Nacional de Arqueologia, Paleontologia e Ambiente do Semiárido (Inapas). A agenda também oficializou o lançamento do Prêmio Fapepi de Popularização da Ciência “Arqueóloga Niède Guidon”. Viabilizado por chamada pública em parceria com CNPq, MCTI e Capes, o novo montante, quase o triplo do investimento anterior de R$ 3 milhões, conta com R$ 2,1 milhões do tesouro estadual via Fapepi e R$ 6,5 milhões do Governo Federal. A renovação do acordo de cooperação foi celebrada como um marco para a infraestrutura científica da região. “Estamos aqui mais uma vez honrando esse trabalho gigantesco da professora Niède Guidon para comemorarmos a renovação do Inapas. São valores de mais de R$ 8 milhões e esperamos que isso fortaleça os trabalhos e a memória da nossa querida Niède”, destacou Xavier. Para a professora e pesquisadora Gisele Daltrine, que recepcionou a comitiva Fapepi, o recurso é vital para a operação cotidiana da ciência. “A renovação deste acordo é extremamente importante porque aporta recursos aplicados para compra de equipamentos, para pesquisa e para equipe. Assim, a gente consegue dar continuidade e aprofundar as pesquisas nessa região, que é extremamente importante em termos culturais e ambientais. Como dizia a doutora Niède, é trabalho para muitas gerações”, afirmou. Objetivo é desenvolver o turismo. Maria Catiany Popularização da ciência como legado Além do reforço orçamentário, a visita oficializou o lançamento do Prêmio Fapepi de Popularização da Ciência “Arqueóloga Niède Guidon”. A honraria será entregue anualmente durante a Semana Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. ”É um reconhecimento que talvez a academia e a população não entendam que, um dos grandes trabalhos da professora Niède foi a popularização. Fazer uma pesquisa de nível internacional no semiárido piauiense parece impossível, e ela mostrou que sim, é possível”, pontuou João Xavier, ressaltando que a criação do prêmio foi uma recomendação direta do governador Rafael Fonteles para imortalizar a obra da arqueóloga. Gisele Daltrini enfatizou que a iniciativa ajuda a perpetuar a visão de desenvolvimento regional de Guidon, que sempre integrou ciência e comunidade. “Além de um reconhecimento, é uma forma de perpetuar as ações que a Niède fez ao longo dessas cinco décadas. Ela sempre acreditou que a ciência pode ser uma grande aliada ao desenvolvimento, desde a formação de guias e arqueólogos mirins até os projetos de arte-educação, como o ProArte”, recordou a pesquisadora. A ideia, segundo Gisele, é manter o legado de trazer pesquisadores, estudantes e turistas para o bioma Caatinga, formando pessoas da própria região para dar continuidade ao trabalho. “O objetivo é fazer com que a região se desenvolva com um turismo bem planejado e com ações relacionadas à ciência e à cultura”, finalizou.

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Crimson Desert tem especificações mínimas e recomendadas divulgadas; veja se roda no seu PC

Publicado em: 10/03/2026 14:37 Fonte: Tudocelular

Seu PC está preparado? A Pearl Abyss divulgou nesta terça-feira (10) as listas de especificações mínimas e recomendadas para o seu novo jogo Crimson Desert. Os dados revelam o desempenho em computadores e consoles. Os requisitos publicados pela companhia são divididos por plataformas. Ou seja, é possível encontrar as configurações esperadas para os diferentes videogames e máquinas com diferentes sistemas operacionais. Veja nas imagens abaixo:O jogo de ação e aventura de mundo aberto se passa no vasto continente de Pywel e foi produzido na BlackSpace Engine, motor gráfico proprietário do estúdio. A tecnologia permitiu inserir cenários detalhados, combates dinâmicos, exploração e descoberta.Clique aqui para ler mais

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SPIA: Governo levará monitoramento a mais 5 cidades para reduzir roubos no Piauí

Publicado em: 10/03/2026 14:32

Central de monitoramento da Secretaria de Segurança. Ascom SSP-PI O Governo do Estado vai ampliar o uso do Sistema de Policiamento por Inteligência Artificial (SPIA) para mais cinco cidades piauienses. Consolidada como uma das principais iniciativas de modernização da segurança pública no Piauí, a tecnologia apresenta resultados positivos na prevenção de crimes, especialmente roubos de veículos e celulares, segundo o delegado Yan Brayner, diretor de Inteligência Estratégica da Secretaria da Segurança Pública (SSP-PI). “O SPIA funciona por meio de inteligência artificial que reconhece placas de veículos e faces de transeuntes. As câmeras foram instaladas com base em planejamento estratégico, priorizando entradas e saídas de bairros e vias de grande circulação”, explica o delegado. O sistema identifica automaticamente veículos roubados e pessoas com mandado de prisão, permitindo atuação mais rápida das forças de segurança. Atualmente, o SPIA opera em Teresina, com 739 câmeras instaladas, o que representa 72% de execução prevista para a capital. A cidade de Parnaíba conta com 77 equipamentos, dispostos em pontos estratégicos das áreas urbanas. A próxima etapa prevê a expansão para Nazária, José de Freitas, Altos, Luís Correia e Cajueiro da Praia. Redução de crimes Além de ampliar o monitoramento, o SPIA já apresenta resultados na redução de crimes no estado, de acordo com a SSP. Os roubos de veículos caíram 33,22% no Piauí, passando de 680 casos em 2025 para 454 no mesmo período de 2026. Apenas no mês de março a redução foi de 25%. Em Teresina, os roubos com uso de arma de fogo também registraram queda significativa, saindo de 1.253 ocorrências em 2025 para 653 em 2026, uma redução de 47,8%. Já os furtos de celulares apresentaram queda de 18%. Yan Brayner destaca que o sistema deve avançar para um modelo de videomonitoramento colaborativo, permitindo a integração de câmeras de municípios e instituições privadas. “Esse investimento foi muito acertado e agora vamos partir para a ampliação do SPIA. A ideia é integrar novas cidades e futuramente possibilitar um videomonitoramento colaborativo com câmeras de outros entes públicos e do setor privado, desde que atendam aos requisitos de qualidade de imagem”, frisa o delegado. Totens de emergência Totem inteligente de monitoramento na Avenida Raul Lopes. Ascom SSP-PI Outra inovação são os 15 totens de segurança que serão instalados em áreas de grande circulação. O primeiro foi implantado na Avenida Raul Lopes, no complexo turístico da Ponte Estaiada, na capital piauiense. Dotados de botão de emergência e câmeras de alta resolução, os equipamentos permitem contato direto com a central de monitoramento da Secretaria da Segurança Pública. Ao ser acionado, uma câmera com rotação de 360 graus monitora o local até a chegada de uma viatura policial.

Ataques DDoS no Brasil: desafios da segurança digital

Publicado em: 10/03/2026 14:13

Ataques DDoS no Brasil: desafios da segurança digital – Crédito: Divulgação. Em um mundo onde praticamente tudo depende de redes e sistemas conectados, a segurança digital tornou-se parte central da soberania de qualquer país. Entre as ameaças mais recorrentes e disruptivas da atualidade estão os ataques DDoS (Distributed Denial of Service). Eles deixaram de ser ações isoladas de hackers oportunistas e passaram a integrar estratégias mais amplas de guerra cibernética, pressão geopolítica e sabotagem econômica. O que é um ataque DDoS e por que ele é tão perigoso Um ataque DDoS funciona como um congestionamento artificial da internet. Milhares ou até milhões de dispositivos comprometidos passam a enviar requisições simultâneas contra um servidor ou infraestrutura de rede, esgotando sua capacidade de processamento e tornando o serviço indisponível. Diferentemente de ataques voltados ao roubo de informações, o DDoS tem como objetivo principal a interrupção. Ele paralisa sites, aplicativos, plataformas bancárias, provedores de internet e até sistemas governamentais. Em um ambiente digitalizado, minutos de indisponibilidade significam prejuízos financeiros relevantes, quebra de confiança e impacto institucional. O Brasil entre os países mais atacados do mundo Segundo matéria publicada no Teletime, o Brasil figura entre os países que mais sofrem ataques DDoS no mundo. Esse cenário não é casual. O país possui mais de 20 mil provedores de internet (ISPs), o maior número global, criando uma infraestrutura extremamente distribuída. Embora essa característica favoreça a expansão da conectividade, também amplia os pontos de vulnerabilidade. Além disso, o Brasil é uma das maiores economias digitais da América Latina. O crescimento acelerado do setor financeiro digital, do e-commerce, das plataformas governamentais online e da infraestrutura conectada amplia a relevância do país no ambiente digital e, consequentemente, também o torna um alvo estratégico para ataques cibernéticos. Ataques de grande escala comprometem transações financeiras, sistemas logísticos, comunicações institucionais e serviços essenciais. Marinha do Brasil recebe treinamento da Sage Networks A Marinha do Brasil atua na proteção da soberania nacional, inclusive no ambiente cibernético. Sistemas de comunicação, logística, monitoramento marítimo, infraestrutura portuária e redes estratégicas dependem de alta disponibilidade para o funcionamento das operações de defesa e segurança do país. Um ataque DDoS direcionado a essas estruturas pode comprometer operações críticas, gerar instabilidade institucional e afetar a coordenação entre diferentes órgãos responsáveis pela defesa nacional. Diante desse cenário, o investimento em treinamento e capacitação tornou-se um elemento essencial para a preparação das forças armadas. Com esse objetivo, especialistas da Sage Networks realizaram dois dias de treinamentos técnicos para a Marinha do Brasil, abordando os principais conceitos relacionados a ataques DDoS, cenários de guerra cibernética e estratégias de mitigação dessas ameaças. Durante as apresentações, foram discutidos exemplos reais de ataques que impactaram infraestruturas críticas ao redor do mundo, além de estratégias de defesa voltadas à proteção de redes estratégicas e à manutenção da disponibilidade de sistemas essenciais. A iniciativa também buscou ampliar a compreensão dos líderes militares sobre o papel do ciberespaço nas disputas contemporâneas entre Estados. A preparação de lideranças militares para lidar com ameaças digitais é cada vez mais importante em um cenário internacional marcado pela intensificação da guerra cibernética. Ataques a redes, sistemas de comunicação e infraestruturas críticas podem gerar impactos semelhantes aos de operações militares convencionais. DDoS como instrumento de pressão geopolítica Nos últimos anos, ataques DDoS passaram a ser utilizados como ferramenta de pressão estratégica em cenários internacionais. Um exemplo recente ocorreu em fevereiro de 2026, quando autoridades da Dinamarca denunciaram uma série de ciberataques contra sites institucionais na Groenlândia, atribuídos a redes ligadas a hackers russos. Os ataques aconteceram no mesmo período da visita oficial do rei Frederico ao território e durante os primeiros exercícios da OTAN na chamada Operação Sentinela Árctica, voltada ao reforço militar na região. Embora não tenham comprometido dados sensíveis, as ações provocaram interrupções temporárias em páginas governamentais e evidenciaram como o ciberespaço passou a integrar disputas geopolíticas em áreas estratégicas como o Ártico. O DDoS pode funcionar como demonstração de capacidade técnica e instrumento de instabilidade. Ele não destrói infraestrutura física, mas pode comprometer comunicações, sistemas administrativos e operações críticas. Em cenários de crise, isso significa afetar desde portais governamentais e serviços financeiros até canais de coordenação institucional e comunicação pública. Mesmo ataques de curta duração podem gerar confusão operacional, sobrecarregar equipes técnicas e reduzir a capacidade de resposta das instituições. Por isso, a defesa contra DDoS deixou de ser apenas uma questão técnica e passou a integrar o debate sobre segurança nacional e resiliência digital. Defesa preventiva como estratégia de Estado Historicamente, muitos países investiram mais em resposta do que em prevenção. No entanto, em segurança cibernética, a antecipação é mais efetiva e menos custosa do que a reação. A defesa preventiva envolve monitoramento contínuo, análise inteligente de tráfego, identificação de padrões anômalos e capacidade de absorver grandes volumes de requisições maliciosas sem comprometer o serviço legítimo. Quando a proteção é bem estruturada, o usuário final sequer percebe que houve tentativa de ataque. Essa invisibilidade é um dos principais indicadores de maturidade digital. Proteger redes não é apenas evitar indisponibilidade. É certificar a continuidade operacional, preservar reputação e assegurar estabilidade econômica. Tecnologia e responsabilidade compartilhada A proteção contra DDoS exige arquitetura robusta, inteligência de tráfego e capacidade de mitigação em tempo real. Soluções de mitigação podem ser implementadas tanto em ambientes locais (on-premises), com controle direto sobre a infraestrutura, quanto em modelos baseados em nuvem, que oferecem escalabilidade e distribuição geográfica da proteção. A nuvem, em especial, democratiza o acesso à segurança, permitindo que empresas de diferentes portes adotem proteção sem a necessidade de grandes estruturas internas. Como a Sage protege empresas contra ataques DDoS A Sage Networks atua como parceira na proteção contra ataques DDoS. Especializada em segurança de infraestrutura, a empresa desenvolve soluções robustas que priorizam disponibilidade, continuidade operacional e prevenção. Hoje, a empresa ajuda a proteger mais de 20% de toda a internet do Brasil, atendendo provedores de internet, órgãos públicos e empresas privadas que não podem correr o risco de ter seus serviços fora do ar. Anti-DDoS em Nuvem: proteção escalável e imediata A solução Anti-DDoS em Nuvem da Sage oferece mitigação automática em tempo real, absorvendo grandes volumes de tráfego malicioso antes que atinjam a infraestrutura do cliente. Principais benefícios: Alta capacidade de mitigação contra os ataques volumétricos mais complexos do mercado Proteção distribuída e escalável Implementação rápida Monitoramento contínuo 24/7 Suporte multilíngue (português, inglês e espanhol) Dessa forma, a solução é indicada para empresas que precisam de agilidade, escalabilidade e segurança de alto nível sem grandes mudanças estruturais.

TikTok remove vídeos que simulavam agressões contra mulheres após reportagem e investigação da PF; perfis seguem no ar

Publicado em: 10/03/2026 14:01

Trend 'Caso ela diga não' estimula violência contra as mulheres e vira caso de polícia O TikTok removeu vídeos associados à trend “treinando caso ela diga não” após reportagens e o início de investigação da Polícia Federal sobre o conteúdo, que simulava agressões a mulheres. Ao menos 20 posts mapeados pelo g1 foram retirados do ar após a plataforma solicitar links encontrados pela reportagem, na segunda-feira (9). Nos vídeos, os criadores simulavam situações de abordagem romântica, geralmente um pedido de namoro ou casamento. Em seguida, aparece a frase “treinando caso ela diga não” ou variações semelhantes. Depois da legenda, os autores encenam reações agressivas diante da possibilidade de rejeição. Em muitos casos, as simulações incluem socos em objetos, movimentos de luta ou golpes com faca. Procurado, o TikTok afirmou que os conteúdos violam as regras da plataforma e que foram removidos após serem identificados. Os perfis seguem no ar. “Os referidos conteúdos violam nossas Diretrizes da Comunidade e foram removidos da plataforma assim que identificados. Nosso time de moderação segue atento e trabalhando para identificar possíveis conteúdos violativos sobre o tema. Não permitimos discurso de ódio, comportamento de ódio ou promoção de ideologias de ódio”, afirmou a plataforma. Montagem mostra exemplos de vídeos da trend “treinando caso ela diga não”, em que criadores simulam reações violentas após rejeição a pedidos de namoro ou casamento Reprodução/TikTok A trend ganhou força nas últimas semanas, próximo ao Dia Internacional das Mulheres, e gerou repercussão nas redes sociais. O g1 analisou vídeos publicados entre 2023 e 2025 por perfis com 883 a 177 mil seguidores, que somavam mais de 175 mil interações na plataforma. Um dos vídeos que voltou a circular nas redes é o do influenciador digital Yuri Meirelles. Ele ficou conhecido após participar do clipe “Funk Rave”, de Anitta, e do reality show “A Fazenda”, onde conheceu a atual esposa, a também influenciadora Nathalia Valente. O casal tem um filho. Yuri soma cerca de 1,6 milhão de seguidores no Instagram e 1,7 milhão no TikTok. Após a repercussão do post, ele apagou o vídeo e publicou um pedido de desculpas nas redes sociais. Segundo o influenciador, a publicação foi feita como "uma brincadeira". "Na época, foi uma brincadeira, uma trend que estava tendo, que você mostrava golpes que faria na sua mulher se ela não aceitasse o pedido de casamento", disse. "Há um ano atrás eu postei esse vídeo aqui no TikTok e hoje eu olho para trás e me dá uma vergonha absurda. Foi o maior absurdo que eu já postei na minha vida e eu vim aqui pedir perdão para vocês”. A circulação da trend também motivou a atuação de autoridades. A Polícia Federal (PF) instaurou um procedimento investigativo para apurar a divulgação de conteúdos que incitavam violência contra mulheres em perfis de redes sociais. Segundo a corporação, a apuração começou após o recebimento de denúncia sobre publicações associadas a uma tendência que incentivaria esse tipo de prática. Durante as diligências, a PF solicitou à plataforma a preservação dos dados e a retirada do material. “Também foram identificados outros vídeos vinculados à mesma tendência, que foram igualmente reportados e removidos. As informações reunidas serão analisadas para a adoção das medidas cabíveis”, acrescentou a PF em nota. Paralelamente, a Comissão de Segurança Pública da Câmara votou um requerimento pedindo para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investigue publicações do tipo e avalie eventual responsabilização criminal por apologia à violência contra mulheres. Para a pesquisadora Raquel Saraiva, presidente do Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife (IP.rec), conteúdos desse tipo tendem a se espalhar rapidamente porque geram alto engajamento nas plataformas. “As plataformas não gostam de remover conteúdo, principalmente esses conteúdos que são virais. Para o modelo de negócio delas é bom, traz lucro. Então elas lucram com esse tipo de conteúdo”, afirmou. Segundo ela, a lógica das redes favorece a disseminação desse tipo de material. “Certamente um vídeo dessa trend vai viralizar muito mais do que um vídeo educativo dizendo por que isso é violência contra a mulher”, disse. Os registros mais antigos desse formato aparecem em publicações feitas fora do Brasil, com vídeos em inglês que reproduzem a mesma ideia de simular reações violentas após uma possível rejeição feminina.

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