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Casos de coqueluche em Ribeirão Preto causam preocupação; saiba como se proteger

Publicado em: 15/09/2025 04:01

Casos de coqueluche em Ribeirão Preto causam preocupação após três anos sem infectados Dados da Secretaria Municipal de Saúde mostram que Ribeirão Preto (SP) registrou 23 casos de coqueluche até o início de agosto. A situação acende um alerta para autoridades de saúde e especialistas, que apontam a queda nas coberturas vacinais como principal fator para a doença, que pode causar complicações graves, especialmente em bebês com menos de 1 ano. Em 2024, a cidade voltou a registrar casos após três anos consecutivos sem nenhuma ocorrência. Foram 88 pessoas infectadas, o maior número dos últimos 10 anos. 📱Siga o g1 Ribeirão Preto e Franca no Instagram Casos zerados por três anos seguidos A coqueluche voltou a aparecer de forma expressiva após um período de controle eficaz graças à vacinação. De acordo com a Vigilância em Saúde de Ribeirão Preto, de 2021 a 2023, a cidade não registrou nenhum caso da doença. A médica pediatra e infectologista Silvia Fonseca, que tem acompanhado a evolução da doença no município e o avanço das ocorrências após anos de estabilidade, vê os casos com preocupação. A gente já tinha conseguido controlar a coqueluche. Zerar os casos por três anos foi uma conquista importante, graças a vacinação. Ver esses números voltando a subir, é frustrante, especialmente porque temos vacina e sabemos que ela funciona" O cenário de estabilidade por três anos foi resultado direto da ampla cobertura vacinal, especialmente após a inclusão da vacina dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto) para gestantes, implantada em 2014. Essa vacina tem o objetivo de transferir anticorpos da mãe para o bebê durante a gestação, protegendo a criança nos primeiros meses de vida, período em que ela ainda não completou o esquema vacinal. Desde então, com o avanço da imunização, os números vinham diminuindo gradativamente. De acordo com a especialista, doenças como a coqueluche são altamente transmissíveis e precisam de uma cobertura vacinal próxima de 95% para se manter sob controle. Quando a imunização cai, os casos reaparecem. A vacina é o principal meio de prevenção da coqueluche TOMAZ SILVA/AGÊNCIA BRASIL via BBC Casos da coqueluche em Ribeirão Preto Segundo dados da Vigilância Epidemiológica, o maior pico de coqueluche em Ribeirão Preto ocorreu em 2013, com 90 casos confirmados. LEIA TAMBÉM SUPERAÇÃO: Menino vence leucemia e é o 1º a ter alta em novo centro de transplante em Ribeirão Preto CONQUISTA: Gêmeas siamesas recebem alta após primeira cirurgia para separação de crânios em Ribeirão Preto, SP IMUNIZAÇÃO: Ribeirão Preto amplia vacinação contra gripe para toda população; veja como receber Foi justamente naquele ano que o município, alinhado às diretrizes do Ministério da Saúde, passou a reforçar as ações de imunização, sobretudo com a introdução da vacina dTpa para gestantes. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a taxa de cobertura da dTpa até junho deste ano era de 19,66%. No ano todo de 2024, o índice foi de 89,89%. O gráfico abaixo mostra a queda expressiva após 2013, seguida por um período de estabilidade sem casos, e, agora, uma nova ascensão em 2024 e 2025. Silvia explica que esse padrão é típico de doenças com alta transmissibilidade e dependentes de cobertura vacinal elevada para se manterem sob controle. “A gente observa surtos cíclicos da coqueluche quando a vacinação cai. Não é uma surpresa epidemiológica. O que surpreende é que, mesmo com vacina disponível, a gente ainda veja crianças adoecendo gravemente”, afirma. Ela alerta que a queda na imunização de bebês, adultos e gestantes durante a pandemia pode ter favorecido o retorno da doença. Durante a pandemia, muita gente deixou de vacinar. As gestantes pararam de ir ao pré-natal com frequência. Crianças perderam doses do calendário. E mesmo os adultos, que deveriam receber reforço com a dTpa, não procuraram a vacina. O vírus da Covid tirou o foco de todo o resto" Bebês são os mais vulneráveis A coqueluche costuma ser mais grave em bebês com menos de 1 ano, principalmente nos menores de 2 meses, que ainda não iniciaram ou não completaram o esquema vacinal. É justamente essa faixa etária que mais preocupa os especialistas. A doutora lembra que, em casos mais severos, a coqueluche pode levar à internação em UTI, complicações pulmonares e até à morte. “O bebê pequeno não tem defesa. Ele depende da mãe vacinada para receber anticorpos durante a gestação. Se a mãe não toma a dTpa, ele nasce desprotegido e pode evoluir rapidamente para um quadro grave. A bactéria da coqueluche produz uma toxina que paralisa os cílios das vias respiratórias. O bebê não consegue eliminar o muco e começa a se afogar na própria secreção. É muito angustiante". Além da vulnerabilidade dos bebês, a volta da doença acende outro alerta: a população adulta também pode se infectar e transmitir, muitas vezes sem saber que está contaminada. “Um adulto com coqueluche pode não ter os sintomas clássicos. Ele vai achar que está com uma tosse prolongada, uma virose comum, e vai conviver com um bebê em casa, sem saber que está passando a bactéria”, afirma Silvia. Principal prevenção contra a coqueluche é a imunização Divulgação/Semcom O que é a coqueluche? A coqueluche, também conhecida como "tosse comprida", é uma doença infecciosa que afeta as vias respiratórias, causa crises de tosse seca e falta de ar. A doença atinge principalmente bebês e crianças. É altamente transmissível, já que o contaminado pode infectar outras pessoas através de gotículas da tosse, espirros ou mesmo ao falar. Segundo o Ministério da Saúde, em alguns casos, a transmissão pode ocorrer por objetos recentemente contaminados com secreções de pessoas doentes, mas isso é pouco frequente. A coqueluche pode ser tratada com antibióticos, principalmente no início do quadro. No entanto, o medicamento tem efeito limitado sobre os sintomas mais avançados, como a tosse. Por isso, além do tratamento, é fundamental o isolamento do paciente infectado para evitar surtos, especialmente em ambientes escolares ou domiciliares com crianças pequenas. “O antibiótico interrompe a transmissão da bactéria, mas a toxina já produzida continua agindo no organismo. A pessoa pode continuar tossindo por semanas. Um caso confirmado deve ficar afastado por pelo menos cinco dias após o início do antibiótico. Se não houver tratamento, o isolamento precisa durar até 21 dias após o início da tosse”, explica Silvia. Como prevenir? A principal forma de prevenção é a vacina, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 6 anos, gestantes e profissionais da área da saúde. Adultos também podem se proteger com a dose de reforço, que deve ser aplicada a cada 10 anos. No primeiro ano de vida, os bebês recebem a vacina pentavalente em três etapas: aos 2, 4 e 6 meses. Depois, são recomendadas doses de reforço aos 15 meses e novamente aos 4 anos. A pentavalente protege contra cinco doenças: difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e influenza tipo B. 'Morrer por coqueluche em 2025 é inadmissível' Para Silvia Fonseca, a atual situação exige uma resposta imediata das autoridades de saúde, das famílias e da sociedade. Ela reforça que a imunização é a única forma eficaz de interromper o ciclo de transmissão da doença. É como andar de carro sem cinto e com o motorista bêbado. A gente tem o recurso, tem a vacina, sabe como funciona. Morrer por coqueluche em 2025 é inadmissível. A gente precisa vacinar os bebês, os adultos, os adolescentes, as gestantes. Só assim a gente quebra essa cadeia. Não dá para esperar a próxima onda O que é coqueluche, doença que acendeu o alerta no Brasil e em países da Europa *Sob supervisão de Thaisa Figueiredo e Hélio Carvalho Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

Palavras-chave: vulnerabilidade

Windows 11 testa integração com controle do Xbox para alternar entre apps

Publicado em: 15/09/2025 03:39 Fonte: Tudocelular

A Microsoft está dando mais um passo para aproximar o Xbox da experiência no Windows 11. A empresa iniciou testes que permitem usar o botão central do controle do console como atalho direto para a exibição de tarefas, facilitando a troca entre aplicativos e jogos. A mudança está em fase experimental para membros do programa Windows Insider, mas deve chegar em breve a todos os usuários do sistema.Na prática, ao pressionar longamente o botão do Xbox, o sistema abrirá a tela de multitarefa do Windows 11. A função não substitui o atalho de desligar o controle, que continua funcionando normalmente, mas cria uma forma para alternar constantemente entre game e navegação. Essa é uma adaptação pensada, especialmente, para a onda de consoles portáteis com Windows, como o Asus ROG Ally e modelos similares que devem receber suporte ampliado. Segundo a Microsoft, os PCs portáteis terão ainda um alternador de tarefas com animações exclusivas, otimizado para o uso em telas menores.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Universidade de SC entre as melhores do país abre concurso com 135 vagas e salários de até R$ 7,1 mil

Publicado em: 15/09/2025 03:00

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Além da Banca/UFSC A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) anunciou um concurso público com 135 vagas para professores do magistério superior. Na nona posição de melhor universidade do país, a instituição pública oferece salários que podem chegar a R$ 7.180,60, já com auxílio-alimentação e dedicação exclusiva. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp O edital já está disponível para consulta (confira mais abaixo), mas as inscrições iniciam em 5 de dezembro e seguem até 8 de janeiro de 2026. As vagas são para diferentes cidades onde há centros da UFSC. Vagas e áreas por cidades Florianópolis: são 76 vagas para diferentes departamentos ligados à saúde; Blumenau: áreas da educação e engenharia; Araranguá: tecnologia educacional e conhecimento da saúde; Curitibanos: biociências e saúde; Joinville: vaga no Departamento de Engenharias da Mobilidade. Segundo o edital, para cargos com carga horária de 20 horas semanais o salário-base é de R$ 3.090,43, totalizando R$ 4.090,43 com o vale-alimentação. Na modalidade de 40 horas semanais, o salário é de R$ 4.326,60, com mais R$ 1 mil de auxílio-alimentação, totalizando R$ 5.326,60. Os cargos que exigem dedicação exclusiva têm renumeração de R$ 6.180,86, chegando a R$ 7.180,86 com o vale-alimentação. Edital, cronograma e taxa de inscrição Acesse o Edital nº 039/2025/DDP completo no site da universidade; Inscrições: 14h do dia 05/12/2025 até 23h59 do dia 08/01/2026; O valor de inscrição varia entre R$ 144,18 a R$ 428,08. LEIA TAMBÉM: ensino superior e oportunidades de carreira em SC VEJA o ranking das melhores universidades do Brasil Udesc abre concurso público com 40 vagas com salários de até R$ 15 mil Confira concursos e seleções com inscrições neste mês de setembro PMSC lança processo seletivo com quase 500 vagas para agentes temporários em 19 municípios PMSC lança processo seletivo com quase 500 vagas para agentes temporários em 19 municípios VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Palavras-chave: tecnologia

Starlink, serviço de internet de Musk, apresenta instabilidade nesta segunda

Publicado em: 15/09/2025 02:09

Starlink, serviço de internet de Musk, apresenta instabilidade nesta segunda A Starlink, serviço de internet de Elon Musk, apresenta instabilidade nesta segunda-feira (15). Usuários começaram a registrar problemas por volta da 1h, segundo o Downdetector, plataforma que monitora falhas em sites e redes sociais. De acordo com o portal, cerca de 40 mil usuários enfrentam problemas nos Estados Unidos. A empresa confirmou o problema no serviço e afirmou que funcionários investigam o caso. Usuários reportam problemas com a Starlink nos EUA Reprodução/Downdetector No Brasil, a plataforma registra cerca de 100 reclamações. Usuários reportam problemas com a Starlink no Brasil Reprodução/Downdetector Serviço da Starlink é prestado por meio de operadoras credenciadas Getty Images via BBC ➡️​O que é a Starlink? O que é e como funciona a Starlink, serviço de internet de Elon Musk É um braço da SpaceX, a companhia de exploração espacial de Elon Musk. Com a Starlink, o grupo trabalha para lançar e formar uma "constelação" de satélites para levar conexão de internet a áreas remotas com pouca ou nenhuma estrutura. Alguns exemplos são: áreas rurais pequenos vilarejos desertos alto mar Amazônia A tecnologia também funciona em movimento, em meios de transporte como: aviões lanchas e barcos navios (cruzeiros) carros e motorhomes Os satélites da Starlink ficam em órbita terrestre baixa, a uma altitude de cerca de 550 quilômetros, o que significa que eles estão próximos da Terra (inclusive, é possível vê-los daqui), tornando o envio de sinal bem mais rápido. Para comparação, os satélites geoestacionários ficam a uma distância de 35 mil km. Segundo a Starlink, os satélites se movem automaticamente para evitar colisões com lixos espaciais. Também há sensores de navegação para que os equipamentos possam encontrar a melhor localização, altitude e orientação para envio de sinal de internet. Quem lança os satélites é a própria SpaceX, que usa seu foguete Falcon 9 para isso (veja na imagem abaixo). A empresa tem hoje cerca de 3 mil equipamentos operando e, no futuro, espera chegar a 42 mil em órbita na Terra. "Quanto mais satélites, maior a cobertura na área terrestre", explica ao g1 Ricardo Caranicola, professor de engenharia eletrônica no Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). Foguete Falcon 9 envia satélites Starlink para orbitar da Califórnia (EUA). Divulgação/SpaceX

Palavras-chave: tecnologia

UnB inaugura 'supercomputador' e prepara graduação em inteligência artificial para 2026; entenda

Publicado em: 15/09/2025 02:00

Vice-reitor e o secretário de TI da UnB, Marcelo Monte Karam, ao lado do 'supercomputador' Luiza de Paula /g1 A Universidade de Brasília (UnB) inaugura nesta segunda-feira (15) um Laboratório Multiusuário Institucional de Inteligência Artificial e Supercomputação (LmiSUP). No evento, no auditório da AdUnB, no campus Darcy Ribeiro, será lançado também um edital para grupos de pesquisa, ensino e inovação da universidade. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Como vai funcionar? G1 em 1 Minuto: Quais as profissões mais impactadas pela inteligência artificial? O acesso ao laboratório será disponibilizado de forma completamente virtual, por meio de uma VPN, rede privada virtual que conectará os estudantes e pesquisadores ao sistema. Segundo a universidade, o LmiSUP abriga o primeiro cluster de supercomputação com aceleradores de IA da UnB, com capacidade de realizar mais de um quatrilhão de operações por segundo. 🧮 Só por curiosidade, um quatrilhão, por extenso, se escreve assim: 1.000.000.000.000.000. São quinze zeros. Esse poder de processamento permite realizar tarefas que levariam semanas ou meses em computadores convencionais. "A nova infraestrutura abre caminho para avanços em diferentes áreas. Na pesquisa farmacêutica, por exemplo, será possível testar milhares de combinações de moléculas em tempo recorde, acelerando a descoberta de medicamentos [...] Já na pesquisa médica, viabiliza análises complexas de imagens e dados genômicos, apoiando diagnósticos mais rápidos e personalizados", garante a universidade. 🖥️ O laboratório é uma expansão do que já vem sendo idealizado pela universidade desde o ano passado. 🖥️ Os planos incluem ainda um curso de graduação em inteligência artificial. A primeira turma deve começar em 2026. O projeto é dirigido pelo atual vice-reitor da universidade, o professor Márcio Muniz de Farias. O objetivo é ampliar o acesso à infraestrutura de ponta e impulsionar a produção científica e tecnológica no Brasil. A partir do laboratório, os estudantes de diversas graduações e pós terão acesso a uma tecnologia que, segundo o vice-reitor ampliará o trabalho a ser elaborado. "Dentro das suas atividades de pesquisa, por exemplo, um aluno de pós-graduação tem uma atividade de pesquisa que precisa de alto poder computacional, digamos que você vai fazer uma simulação, uma simulação de química, por exemplo, estudando novas moléculas, ou uma simulação das condições climáticas. São tipos de simulações que demandam alto poder computacional". disse o vice-reitor. Curso em IA Ultrassonografia 8D: Inteligência Artificial dá spoiler do rostinho de bebês O curso em IA ainda está em fase de planejamento, mas deve ter um currículo de quatro anos. A previsão é de que as aulas comecem no primeiro semestre de 2026, no campus Darcy Ribeiro. A UnB ainda não informou quantas vagas pretende oferecer na primeira turma. As aulas do curso em IA serão direcionadas a todos os discentes que desejam adquirir conhecimentos acerca da inteligência para impulsionar sua formação e vida profissional. O curso pode ser integralizado por meio do acesso convencional à universidade, como o vestibular, ENEM e o Programa de Avaliação Seriada (PAS). Para estudantes de outras graduações, terá status de disciplina optativa ou complementar. Além disso, segundo o vice-reitor, as aulas serão dadas em diversos níveis, contemplando não só os alunos, mas também os servidores. "A gente vai ter aula de letramento digital em inteligência artificial para todos os servidores, a começar com os servidores dos decanatos". afirmou. Além dessa iniciativa, a universidade já possui: 🤖 Laboratório de Inteligência Artificial (AiLab): realiza projetos para organizações públicas e particulares que visam facilitar os processos de cada problema apresentado. Também oferece estágio para acadêmicos ligados ou não a UnB. O Laboratório já fez projetos para o jurídico brasileiro, entregando programas que geram celeridade nas burocracias jurídicas. 🖥️ Centro Integrado de Pesquisa em Inteligência Artificial (Cen.IA): une pesquisadores nacionais e internacionais em busca de inovação no meio tecnológico. 🤖 O laboratório é uma iniciativa conjunta entre as seguintes instituições: Comissão de Políticas de Inteligência Artificial e Supercomputação da UnB Decanato de Pesquisa e Inovação (DPI) Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) Parque Científico e Tecnológico (PCTec) Centro Integrado de Pesquisa em Inteligência Artificial (CenIA) Além de contar com a colaboração da Secretaria de Assuntos Internacionais (INT), o Centro de Prevenção a Incidentes Cibernéticos (Ciberlab), a Epicentor - Governança e Segurança Digital e a Intel. LEIA TAMBÉM: GRADUAÇÃO: UnB deve inaugurar graduação em inteligência artificial em 2026 FUTURO: Brasília com 199 anos? Veja projeção feita por especialistas de IA Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

The Town 2025 tem último dia com 'pop farofa', Joelma empolgante e Katy Perry acrobática e futurista

Publicado em: 15/09/2025 01:20

Katy Perry agita público do The Town com o hit ‘Dark Horse’ Neste domingo (14), quinto e último dia de festival, o The Town foi marcado por shows pop dançantes, divertidos, e até meio "farofa". Joelma fez um dos melhores shows do festival, enaltecendo a cultura paraense e convidando Zaynara, Gaby Amarantos e Dona Onete ao palco. Já Katy Perry fez uma performance acrobática e futurista. O show da artista foi divertido, mas teve muita enrolação. A ausência de Anitta foi sentida no show de J Balvin, que compensou com acenos ao funk e participação de Pedro Sampaio e MC Fióti. O DJ, aliás, foi "onipresente" com música "Cavalinho", que tocou duas vezes em shows diferentes. Camila Cabello se declarou ao público brasileiro, e cantou o hit sertanejo "Ai se eu te pego". E Ludmilla trouxe Victoria Monét para, juntas, cantarem o single "Cam Girl". Iza apresentou um pouco de sua nova era, focada no reggae. Jota.Pê estreou com a missão de conquistar um público que ainda não o conhece. E Dennis convocou sua filha Tília para sua "festa farofeira". O público total do dia foi de 75 mil pessoas. FOTOS: Veja imagens do 5º dia FOTOS: Famosos vão ao festival Veja, abaixo, como foram os shows no quinto dia do The Town 2025. Katy Perry Katy Perry no 5º dia de The Town Fabio Tito/g1 Katy Perry brincou de ser uma “atleta de ginástica olímpica” em seu show neste domingo (14), no The Town. Com várias acrobacias, a cantora ficou de ponta cabeça em mais de um momento de sua apresentação, que foi divertida, mas teve enrolação de sobra. A cantora fez falas carismáticas, mas excessivamente longas. O mesmo vale para o lero lero dos cinco videozinhos exibidos entre os seis atos, com conceito futurista digno de jogo de videogame. A cantora entrou no palco Skyline após os telões exibirem um vídeo que brincava com ideias como robôs e extraterrestres. Com imagens que parecem ter sido geradas por inteligência artificial, a figura de Katy surgiu como se ela estivesse prestes a ser arremessada para o Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Em seguida, ela apareceu no palco, pendurada em uma estrutura metálica. Leia mais sobre o show de Katy Perry The Town. Ludmilla Ludmilla e Victoria Monét cantam “Cam Girl” no The Town Neste The Town, Ludmilla veio falar de amor e tesão. Última atração do palco The One, ela caprichou no show deste domingo (14), deixando claro que é a popstar mais romântica do Brasil. Também veio relembrar que sabe muito bem preparar show para festival. Não se sabe quanto ela investiu no show de hoje, mas dada a estrutura, não foi pouco. Para o show, uma plataforma com um grande telão ficou em cima do palco, expelindo fogo, emitindo luzes e abrindo no meio. Foi dessa abertura que ela saiu, cantando “Sou Má” para um público curioso. Acompanhada de dançarinas seminuas, ela revisitou seu repertório mais sensual e romântico, de “Não Quero Mais” a “Sintomas de Prazer”. Leia mais sobre o show de Ludmilla The Town. Camila Cabello Camila Cabello canta e toca no violão o hit brasileiro ‘Ai se eu te pego’, de Michel Teló Camila Cabello tocou “Ai se eu te pego”, famosa na voz de Michel Teló, em seu show no The Town. “Me sinto um pouco brasileira… treinei muito meu português para cantar essa música”, explicou. Prejudicada por problemas técnicos como falhas na equalização do som e em seu microfone, a cantora americana de 28 entregou uma performance aquém de seu talento para o público formado na maioria por fãs da headliner Katy Perry. Leia mais sobre o show de Camila Cabello no The Town. Dennis DJ convida Tília Dennis DJ e Bonde do Tigrão empolgam público do The Town Dennis DJ apresentou uma festa farofeira com trechos de hits próprios, remixes curtíssimos de sucessos de outros artistas e dois convidados. O Bonde do Tigrão esquentou o show, mas a filha do DJ, a jovem candidata a popstar Tília, esfriou. O futuro distópico do figurino e do cenário em nada combinou com a proposta do show. Dificilmente a trilha de um filme tipo “Mad Max” teria canções sobre jogar a mão para o alto, sentar, festejar, bumbum e similares. Mas a disparidade entre a parte visual e a musical foi detalhe perto da participação de Tília, uma nepo baby do pop. O DJ ainda misturou sucessos próprios e remixes de hits de outros artistas como “Cuff it”, de Beyoncé. Emendou “Viva la vida” do Coldplay com “I gotta feeling” do Black Eyed Peas, por exemplo. Uma festa farofeira que botou o The Town para cantar e dançar. Leia mais sobre o show de Dennis DJ no The Town. J Balvin G1 no The Town: J Balvin canta "Bum Bum Tam Tam" com MC Fioti J Balvin, um dos maiores nomes do pop latino, convidou o funkeiro MC Fioti e o DJ Pedro Sampaio para sua apresentação no The Town. O público se empolgou com as duas participações, mas foi abalado por uma frustração ainda maior: a ausência de outra convidada, Anitta. No restante da apresentação, Balvin mostrou que o pop latino tem se fortalecido no Brasil. O cantor, que em 2022 chegou a se apresentar para apenas 3 mil pessoas no Rio, reuniu um público considerável no festival em São Paulo. Mesmo com um show simplório (ele trouxe poucos dançarinos e um problema no telão prejudicou a visão dos fãs), o cantor pareceu surpreso com a adesão a músicas como "Amarillo" e "Azul", menos conhecidas em seu repertório. Leia mais sobre o show de J Balvin no The Town. Joelma convida Dona Onete, Gaby Amarantos e Zaynara Joelma encerra show com “Banzeiro” e canta junto com artistas paraenses Joelma mostrou por que é uma das maiores popstars do Brasil: ela fez um dos melhores shows do The Town 2025. Neste domingo, a artista cantou para uma enorme plateia, sedenta por hits que vão do calypso ao carimbó. A cantora também chamou para o palco Dona Onete, Gaby Amarantos e Zaynara. O show começou com bailarinos dançando ao som de batidas instrumentais, e os telões exibindo imagens de rios, árvores, a típica bota de Joelma e a bandeira de seu estado, o Pará. Aliás, a bandeira paraense foi erguida por fãs em vários momentos do show, em diferentes cantos da plateia. A apresentação driblou a temperatura de 18ºC: Joelma, Gaby Amarantos, Dona Onete e Zaynara não deixaram ninguém parado. Todo mundo saiu de lá com o corpo quentinho de tanto dançar e berrar hits que exaltam o que há de melhor na cultura brega. Leia mais sobre o show de Joelma no The Town. Iza 'Estou realizando um sonho', diz Iza ao cantar 'Pesadão' com Olodum no The Town Vestida como uma Cleópatra moderna, Iza abriu com grande estilo seu projeto reggae neste domingo, ao se apresentar no The Town. A cantora mesclou o próprio repertório com várias versões, acenando à história do gênero sobretudo no Brasil – com direito a uma prévia da nova música. O show tinha todo jeito de culto, em um palco que simulava um templo azul. Começou com um manifesto e uma espécie de bênção: Célia Sampaio, a “dama do reggae” maranhense, entrou abrindo os caminhos para a cantora. Ela contou com a participação de Toni Garrido, do Cidade Negra, e animou muito o público ao chamar o Olodum para uma celebração samba-reggae, com “Faraó”. Eles também deram o jeitão carnavalesco para “Pesadão”, da cantora. Foi um show bem a cara de Iza, que caprichou no reggae em sua própria linguagem pop. Leia mais sobre o show de Iza no The Town. Jota.Pê convida João Gomes João Gomes e Jota.pê cantam 'Lembrei de Nós' no The Town Jota.Pê fez sua estreia no The Town neste domingo (14). O artista abriu seu show com "Crônicas de um sonhador", de seu álbum de estreia (2015) e focou nas faixas de sua carreira na primeira metade da apresentação. Mas também trouxe seu amigo João Gomes para cantar hits do bem-sucedinho projeto "Dominguinho". Durante o show, Jota disse que tinha a missão de fazer com que as pessoas que estavam ali (e não conheciam seu trabalho) permanecessem até o final do show. Metade do público fazia parte desse time. E o artista, que em 2017 fez parte do time de Lulu Santos no The Voice, conseguiu o feito e encerrou a apresentação batendo sua meta. Leia mais sobre o show de Jota.Pê no The Town.

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Katy Perry vira ginasta em show que até diverte, mas tem muita enrolação no The Town

Publicado em: 15/09/2025 01:19

Katy Perry agita público do The Town com o hit ‘Dark Horse’ Katy Perry brincou de ser uma “atleta de ginástica olímpica” em seu show neste domingo (14), no The Town. Com várias acrobacias, a cantora ficou de ponta cabeça em mais de um momento de sua apresentação, que até foi divertida, mas teve enrolação de sobra. A cantora fez falas carismáticas, mas excessivamente longas. O mesmo vale para o lero lero dos cinco vídeos exibidos entre os atos, com imagens de conceito futurista digno de um bom jogo de um videogame, mas que soou bastante repetitivo. A cantora entrou no palco Skyline após os telões exibirem um vídeo que traz a figuras como robôs e extraterrestres. Com imagens que parecem ter sido geradas por inteligência artificial, a figura de Katy surgiu como se ela estivesse prestes a ser arremessada para o Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Em seguida, ela apareceu no palco, pendurada em uma estrutura metálica. Ela começou o show com “Artificial” — a plateia mais gritava pela presença da popstar do que pela música em si, cuja letra parecia desconhecida para a maioria do público. Também não dava para ouvi-la direito. A cantora foi prejudicada pelo som do microfone, que estava baixíssimo, mas o problema foi solucionado minutos depois. Ainda no primeiro ato, Katy cantou “Chained to Rhyhtm”, “Teary Eyes” e “Dark Horse” — nessa, os fãs brincaram cantando “meu nome é Júlia”, na viradinha do refrão, em referência a um meme brasileiro que viralizou anos atrás. A americana contou com uma plateia bem cheia, que se contagiou por sua presença e, principalmente, por seus hits dos anos 2000 e 2010. Foi justamente o segundo ato de seu show que mais contagiou o público com a sequência de "Woman's World", “California Gurls”, “Teenage Dream”, “Hot n cold”, “Last Friday Night (TGIF)” e “I Kissed a Girl”. Durante o sucesso sáfico, Katy se enrolou em uma bandeira LGBT e celebrou a comunidade. Katy Perry no 5º dia de The Town Fabio Tito/g1 A energia oscilou depois disso. Além de Katy trazer hits espaçados, ela costurou uma série de firulas, que até eram engraçadinhas, mas demoradas. "Disseram que seria difícil trazer a turnê para cá, porque custaria muito dinheiro. Eu falei: O que? Desculpe, mas os meus maiores fãs estão no Brasil", disse a americana, em um dos poucos momentos de fala mais direta. "Não importa se estou em alta ou baixa, uma coisa constante são meus fãs brasileiros.” "Eu sou gostosa": fã sobe ao palco e ensina a Katy Perry frase em português Em “The one that got away”, a cantora trouxe para o palco um fã da plateia. André, de Indaiatuba, protagonizou o momento fofo. Ela se jogou no colo dele, falou coisas em seu ouvido e fez piadas com o jovem, que levou ao palco uma bandeira do Brasil ilustrada com Katy. Ele também a ensinou falar “eu sou gostosa” em português, o que arrancou gritos do público. A verdade é que Katy Perry tem vozeirão, presença de palco e ótimas músicas. Seu pop tutti-frutti é um dos sons mais marcantes das últimas décadas. No The Town, o público se entregou à apresentação com a alma, mas viu a energia “subir e descer” com frequência, devido aos momentos de enrolação. Ela encerrou a apresentação ao som do hit “Firework”, que agitou as pessoas na mesma medida de “Roar”, “ET” e “Part of Me”. Essa foi a quinta vez que a cantora veio ao Brasil para se apresentar. Um ano atrás, ela cantou no Rock in Rio, em um show emocionante que teve a presença de Cyndi Lauper e aconteceu exatamente no mesmo dia em que Katy lançou o álbum “143”. Como não emplacou nenhuma faixa no Top 200 do Spotify Global, o disco virou indicativo da dificuldade da artista em renovar sua popularidade. Mesmo assim, a artista mostrou no festival que continua preparando apresentações com figurinos, cenários e momentos memoráveis e emocionantes. Ela tinha ali a fórmula nas mãos, pecou apenas por adicionar elementos descartáveis. As duas horas de seu show poderiam (e mereciam) melhor aproveitamento. Katy Perry no 5º dia de The Town Fabio Tito/g1 Cartela resenha crítica g1 Arte/g1

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Os melhores e os piores shows do The Town 2025... Os destaques e as decepções do festival

Publicado em: 15/09/2025 01:18

G1 elege os melhores e os piores shows do The Town 2025 A segunda edição do festival The Town terminou neste domingo (14), em São Paulo. Em cinco dias divididos em duas semanas de evento, cerca de 400 mil pessoas assistiram a grandes apresentações, mas também houve decepções. Os mais sortudos foram os fãs de Bruno Mars, que puderam celebrar não apenas um, mas dois shows de altíssimo nível. Por outro lado, alguns astros internacionais não conseguiram corresponder à expectativa dos fãs. Outros foram prejudicados por escalações em dias ou horários desfavoráveis. As listas de melhores e piores shows do The Town foram feitas com base nas resenhas do g1, que fez a cobertura de todas as apresentações dos palcos Vista e The One, os dois maiores espaços do festival. ENQUETE: Não concorda? Vote no seu show favorito VEJA OS 10 MELHORES SHOWS DO THE TOWN 10º) Mariah Carey Mariah Carey canta ‘Without You’ no The Town Após um inesquecível show no Rock in Rio do ano passado, Mariah Carey teve que enfrentar uma plateia em parte apática. Ela não saiu da zona de conforto, mas mostrou que segue arrebatadora graças aos hits e à sua grande voz. Ao entrar nas baladas como “Hero” e “Without You” (e mais tarde, “My All”) que o show decolou. Se tem uma linguagem que brasileiro fala, é a sofrência. Ainda mais na voz de Mariah Carey. Econômica em movimentos, ela compensou nos vocais. Mole pra ela: Mariah brinca, sem esforço ou careta, por agudos impensáveis para nós, reles mortais. Leia mais sobre o show de Mariah Carey no The Town. 9º) Iza 'Estou realizando um sonho', diz Iza ao cantar 'Bonde Pesadão' com Olodum no The Town Vestida como uma Cleópatra moderna, Iza abriu com grande estilo seu projeto reggae. A cantora mesclou o próprio repertório com várias versões, acenando à história do gênero sobretudo no Brasil – com direito a uma prévia da nova música. A roupagem pop e conceitual, com dançarinos cobertos com mantos azuis, é bem do estilo dela e deixou o show inegavelmente belo. Em um The Town com pouquíssimos convidados, Iza foi uma das raras artistas até aqui a trazer três de uma vez: Olodum, Toni Garrido e Célia Sampaio. Foi um show bem a cara da cantora, que caprichou (e mostrou que conhece) no reggae em sua própria linguagem pop. Leia mais sobre o show de Iza no The Town. 8º) Ludmilla Ludmilla e Victoria Monét cantam “Cam Girl” no The Town Ludmilla trouxe a cantora americana Victoria Monet para um show R&B e sexy, mas o público preferiu as partes dedicadas ao funk e pagode. Última atração do palco The One, ela caprichou no show, deixando claro que é a popstar mais romântica do Brasil. Também veio relembrar que sabe muito bem preparar show para festival. Ela revisitou o próprio repertório para incluir músicas lentas, que têm melodia e jeitão R&B. Não abriu mão do disco “Vilã” (um de seus menos conhecidos), e deu um novo ar a “5 Contra 1” ao sensualizar com dançarinas em uma cama. Leia mais sobre o show de Ludmilla no The Town. 7º) Ivete Sangalo Ivete Sangalo canta 'Eva' no The Town Ivete Sangalo mostrou por que é aposta certeira em qualquer festival. A combinação dos hits alegres (muito bem executados por uma banda competentíssima) com o carisma e a energia fora do comum da artista baiana é capaz de animar até o público mais morno de uma noite gelada. "A noite está fria mas eu vou esquentar vocês", prometeu logo ao entrar no palco com uma sequência de sucessos imbatíveis. "Acelera Aê", "Festa" e "Abalou" foram tocados com certa confusão -- Ivete pediu para diminuir a fumaça, que atrapalhava a visão do palco --, mas o público não se importou, e pulou como poucas vezes aconteceu nesta edição. Leia mais sobre o show de Ivete Sangalo no The Town. 6º) Iggy Pop Iggy Pop mostra voz potente com clássico 'Passenger' O papo “o rock morreu” não tem vez com Iggy Pop. Do topo dos seus 78 anos, o artista que cantou no The Town neste domingo (7) teve energia de dar inveja em muito novinho – deixando claro que, se não for para ser assim, ele nem se apresenta. Nesta noite, o Padrinho do Punk subiu ao palco ao som de cachorros latindo. Já começou tirando o colete (durou 5 segundos no corpo) e cantando sucessos como “T.V. Eye”, “Gimme Danger” e “Search and Destroy”, de quando ele era um jovem maluco do grupo Stooges, no fim dos anos 1960. Iggy encerrou com “Louie Louie” e, batendo no peito, saiu triunfante. Quem sabe não o vemos aqui de volta, com oitenta e tantos anos. Em se tratando de Iggy Pop, nunca dá para saber. Leia mais sobre o show de Iggy Pop no The Town. 5º) Burna Boy Com batidas africanas pesadas, Burna Boy entrega show potente e o auge vem com ‘Last Last" Burna Boy mostrou por que é um dos nomes mais talentosos do afrobeats, o pop africano dançante que mistura batidas da Nigéria com o rap americano e o dancehall caribenho. O cantor nigeriano apresentou sua mistura pulsante para jovens que pareciam não o conhecer tão bem. Com uma baita presença de palco e banda afiada, Burna encheu o show de batidas que bebem de ritmos mais manjados como R&B e estilos dançantes da África Ocidental. No show, esse som pesado se traduziu em sons graves que fizeram o peito do público tremer. A voz igualmente grave também chamou atenção de quem foi apresentado a ele nesta noite. Leia mais sobre o show de Burna Boy no The Town. 4º) Pedro Sampaio Pedro Sampaio faz multidão encarar "cavalinho" no The Town Pedro Sampaio teve um dos públicos mais animados de toda a edição. Mas isso custou caro: antes do show no festival no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, o DJ carioca revelou que nunca gastou tanto em uma apresentação. Ele não revelou números, mas disse que o investimento foi na casa dos milhões. A estrutura incluiu cinco plataformas que subiam e desciam, um balé com 22 dançarinos e câmeras filmando o DJ no palco para um ponto de vista cinematográfico no telão. Isso, sem falar em toda a pirotecnia e numa insistente chuva de papel picado. Leia mais sobre o show de Pedro Sampaio no The Town. 3º) Matuê Não foi só Matuê que cantou ‘Kenny G’; a plateia fez parte no show O cearense Matuê subiu ao palco do The Town para um mar de jovens extasiados. Assim como fez no Rock in Rio 2024, ele se apresentou no dia do headliner Travis Scott — com quem compartilha o estilo musical, o jeitão psicodélico e milhares de fãs adolescentes. O rapper se apresentou à noite, reunindo uma multidão impressionante que sabia os versos sobre droga e sexo na ponta da língua. Matuê mal precisou se esforçar para engajar o público, mas trouxe cenário e look à altura, além dos convidados Teto, Wiu e Brandão. Leia mais sobre o show do Matuê no The Town. 2º) Joelma, Dona Onete, Gaby Amarantos e Zaynara Joelma encerra show com “Banzeiro” e canta junto com artistas paraenses Joelma mostrou por que é uma das maiores popstars do Brasil: ela fez um dos melhores shows do The Town 2025. Ela cantou para uma enorme plateia, sedenta por hits que vão do calypso ao carimbó. A cantora chamou para o palco Dona Onete, Gaby Amarantos e Zaynara. A celebração do Norte do país, sobretudo ao Pará, veio em peso — desde as convidas paraenses às falas das cantoras, que fizeram questão de bater no peito para falar da região, que costuma ser preterida em grandes festivais do Sudeste. O show foi um ótimo exemplo de que há, sim, demanda por apresentações para além do eixo sudestino. Leia mais sobre o show de Joelma e convidadas no The Town. 1º) Green Day Público faz coro ao som de 'Basket Case' do Green Day Com quase duas horas de duração, o show do Green Day foi um verdadeiro espetáculo. O trio americano colocou o festival no bolso, ao contagiar uma multidão com toda sua rebeldia punk exemplar. Quando o trio entrou no palco, o público já estava em catarse. Sentimento que se intensificou ainda mais durante o restante do show. Eles chegaram com “American Idiot”, hit que avacalha o sonho americano. Foi quando trocaram o verso “eu não faço parte de uma agenda caipira” por “eu não faço parte de uma agenda MAGA”, em uma crítica a Donald Trump e seu lema “torne a América grandiosa de novo”. Ao fim da faixa, o vocalista Billie Joe disse: “Feliz dia da independência, Brasil”. Leia mais sobre o show do Green Day no The Town 2025. VEJA OS 5 PIORES SHOWS DO THE TOWN 2025 5º pior) MC Cabelinho MC Cabelinho canta X1 e público do The Town faz rodinha MC Cabelinho animou adolescentes, mas cantou pouco. O artista de 29 anos apresentou seu repertório sobre ostentação, drogas e sexo, muitas e muitas vezes apontando o microfone para um mar de jovens completar as letras. Eles sabiam todas, afinal Cabelinho é, hoje, um dos nomes mais populares da geração Z -- os nascidos a partir de 1995 dominaram o Autódromo de Interlagos, em São Paulo, neste primeiro dia de festival. O artista é conhecido por fazer a ponte entre o funk carioca e o trap, vertente mais arrastada do rap, que nos últimos anos ganhou as paradas musicais e um espaço considerável nesse tipo de evento. Leia mais sobre o show de MC Cabelinho no The Town. 4º pior) Capital Inicial Capital Inicial convoca o tchururutchuru no The Town com 'Natasha' O Capital Inicial levou ao The Town um show praticamente idêntico ao que mostrou em suas últimas participações no Rock in Rio, festival dos mesmos organizadores, que teve a participação da banda em oito edições. No palco do Autódromo de Interlagos, o grupo de Brasília repetiu o setlist com os sucessos de sempre, lançados entre o fim dos anos 1980 e início de 2000, sem grandes surpresas nos arranjos. Leia mais sobre o show do Capital Inicial no The Town 2025. 3º pior) Jason Derulo Jason Derulo canta 'Wiggle' no The Town Jason Derulo cantou pouco e sensualizou muito em seu show no The Town desta sexta-feira (12). O americano fez uma apresentação digna de performance criada por inteligência artificial. Cantou hits de balada pop, seduziu com o corpão de academia e gerou cortes para seu perfil no TikTok. Ele fez questão de fazer um show divertido, mas o público pouco engajou em sua energia. Ele domina a fórmula do TikTok, e isso ficou evidente. Como ele mesmo disse, alguns momentos irão para o seu perfil — e assim como seu show, o TikTok do astro tem bastante exibicionismo e pouco canto. Leia mais sobre o show de Jason Derulo no The Town. 2º pior) Duda Beat Duda Beat faz cover de Kate Bush e canta 'Wuthering Heights' no The Town Duda Beat fez um show para um público pequeno e as poucas pessoas que foram ao seu show responderam à apresentação com a mesma energia entregue pela cantora. Talvez Duda tenha ficado surpresa com o público enxuto e, abalada, fez um show morno. Tecnicamente, seu vozeirão estava intacto para notas graves — não tanto para agudas como em seu cover de “Wuthering Heights”, da Kate Bush. Quanto à performance de palco, a pernambucana parecia deslocada de sua própria apresentação. Leia mais sobre o show de Duda Beat no The Town. 1º pior) Natasha Bedingfield Natasha Bedingfield canta 'Unwritten' no The Town Natasha Bedingfield foi a única artista internacional a abrir o palco Skyline. Ela sequer é a Natasha mais famosa do festival. Ficou com um honroso segundo lugar, atrás daquela que tinha 17 anos e fugiu de casa. Estreante no Brasil, a britânica de 43 anos fez o que dela se esperava: um show tímido com versos de sílabas alongadas, covers e seu maior hit ("Unwritten") no final. Outras cantoras foram lembradas, como Chaka Khan (“I’m Every Woman”) e Billie Eilish (“Birds of a Feather”). “Quero ouvir as vozes de vocês, mesmo sabendo que está tão cedo”, disse pouco depois, com certo nervosismo. Puxou um coro, mas quase ninguém respondeu. Por sorte, o show já se encaminhava para o final. Leia mais sobre o show de Natasha Bedingfield no The Town. g1

Palavras-chave: inteligência artificial

150 vezes maior que o PIX: entenda a plataforma que a Receita Federal prepara para a reforma tributária

Publicado em: 15/09/2025 00:00

Prédio da Receita Federal em Florianópolis Sindifisco Florianópolis/Divulgação A Receita Federal informou nesta semana que prepara uma plataforma tecnológica inédita no mundo para operacionalizar os pagamentos dos impostos sobre produtos e serviços. De acordo com o Fisco, o sistema será 150 vezes maior do que o PIX – ferramenta de transferências em tempo real do Banco Central. Por ele, transitarão cerca de 70 bilhões de documentos anualmente. "A diferença é que, no PIX, você tem pouca informação. Você tem quem manda, quem recebe e o valor. Na nota, tem um monte de outras informações sobre o produto, sobre quem emite, sobre o crédito. O número de documentos é o mesmo, mas o volume de cada documento é em torno de 150 vezes do PIX. Por isso que a gente fala que é 150 vezes [maior que o PIX]", explicou o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas. ➡️Milhares de pessoas – envolvendo técnicos da Receita Federal, desenvolvedores contratados pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), interlocutores do mercado financeiro e até engenheiros das "big techs" (gigantes de tecnologia) – trabalham para viabilizar a ferramenta. Lula sanciona texto que regulamenta a reforma tributária; veja o que muda Jornal Nacional/ Reprodução Veja perguntas e respostas ➡️Por que essa plataforma está sendo criada? O novo sistema está sendo criado para viabilizar e estruturar o pagamento dos futuros impostos sobre valor agregado, previstos na reforma tributária sobre o consumo (aprovada em 2024 pelo Congresso Nacional, e sancionada no início deste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva). A reforma prevê que serão criados dois tributos (CBS e IBS) para ficar no lugar dos atuais PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Além disso, também haverá um imposto seletivo (conhecido como imposto do pecado) para produtos com "externalidades negativas", ou seja, que geram danos à saúde e ao meio ambiente. Cigarros e bebidas alcoólicas serão sobretaxados. Na reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional, os futuros IVAs (CBS federal, IBS estadual e municipal) serão não cumulativos, ou seja, os impostos não incidirão sobre valores tributários já pagos em etapas anteriores da cadeia produtiva. E os valores serão cobrados no "destino", ou seja, onde os produtos e serviços são consumidos. Um dos módulos da plataforma, chamado de "split payment", permitirá que o valor dos tributos seja direcionado em tempo real para o governo, estados e municípios — reduzindo a sonegação fiscal. O novo sistema também permitirá o cálculo do imposto já pago em cadeias anteriores da produção, permitindo o abatimento rápido pelas empresas. De acordo com o governo, a nova plataforma tecnológica também reduzirá os erros de cálculo, ou de classificação dos produtos, pelas empresas. Será oferecida, por exemplo, uma calculadora oficial e, no caso de erro, o empresário será avisado antes de ser autuado. A outra funcionalidade da nova plataforma também será o cálculo da devolução de impostos para a população carente por meio do chamado "cashback". ➡️Por que ela vai reduzir a sonegação? A expectativa do governo, e de tributaristas, é de que a nova plataforma reduza a sonegação por conta, principalmente, do chamado "split payment" - que é o cálculo, e recolhimento imediato, dos futuros impostos sobre o valor agregado do governo, estados e municípios quando o pagamento for eletrônico. O novo sistema, de acordo com a Receita Federal, também acabará com o problema das chamadas "noteiras", ou seja, empresas de fachada criadas para fraudar o Fisco que emitem notas fiscais falsas ou com informações adulteradas para encobrir operações ilegais. Além disso, também não será mais possível o empresário pagar os impostos com atraso quando o pagamento for eletrônico. 💵A Receita Federal não divulga estimativas, mas o tributarista Lucas Ribeiro, fundador e CEO da ROIT, empresa de tecnologia focada em soluções para a reforma tributária, aponta que o "split payment" pode permitir ao governo federal arrecadar de R$ 400 bilhões a R$ 500 bilhões a mais por ano – cifras equivalentes à sonegação fiscal. Segundo o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, a nova plataforma não vai significar aumento da fiscalização, mas sim melhora. "Não vai aumentar a fiscalização pelo seguinte: eu não consigo fiscalizar quem não emite nota hoje em dia. Que quem tem nota, já tem a informação. Quem não emite nota, vai continuar não emitindo do mesmo jeito. Vai ter uma redução do volume de fiscalização com uma melhor qualidade. Aumento de qualidade, não é aumento de fiscalização", disse Barreirinhas, ao g1. ➡️Vai aumentar imposto? Uma das premissas da reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional é que não haja aumento da carga tributária sobre o consumo no Brasil, que já é elevada na comparação com o resto do mundo - algo que penaliza, principalmente, a população de baixa renda (que paga proporcionalmente mais imposto). Alguns setores, entretanto, como o de serviços, alegam que pode haver aumento de sua carga de tributos, pois eles não são intensivos e mão de obra e não conseguem realizar tantos abatimentos (impostos pagos em outras etapas da cadeia) quando a indústria, por exemplo - que será beneficiada. A reforma tributária prevê que as alíquotas dos futuros impostos serão ajustadas para manter o atual peso dos tributos sobre o consumo no Brasil. Até o momento, a previsão é de a alíquota de referência brasileira (cobrada da maior parte das empresas, que não contam com exceções) seja uma das maiores do mundo. ➡O que o sistema que está sendo preparado pela Receita faz é recolher os futuros impostos sobre o consumo, calcular e permitir o abatimento de tributos pagos em cadeias anteriores da produção e, também, viabilizar o cálculo do cashback para a população de baixa renda (devolução de parte dos tributos pagos). Embora o novo sistema tributário sobre o consumo feche brechas à sonegação fiscal e, com isso, arrecade mais por um lado, também está previsto na reforma tributária uma desoneração completa dos investimentos e das exportações — algo que vai gerar perda de arrecadação por outro. Isso também será levado em conta na hora de calcular a futura alíquota do imposto sobre o consumo. ➡️Quem vai utilizá-la? As empresas que vendem produtos e serviços usarão a plataforma, assim que ela estiver operacional. O foco da Receita Federal são as empresas que realizam compras e vendas de produtos e serviços entre si, no chamado "business to business". "O 'split payment' vai ser no 'business to business'. No varejo, vai ser aquele 'split' [recolhimento de tributos] por estimativa. Não faz muita diferença pra gente. Aí, no final do mês, ele faz o ajuste ali", disse Barreirinhas, da Receita Federal. ➡️Quando ela vai começar a operar? Já em fase de testes, em um projeto-piloto com quase 500 empresas, o planejamento da Receita Federal é de que o novo sistema esteja funcionando em 2026 sem gerar cobrança efetiva (alíquota será pequena, de 1%, que poderá ser abatida em outros tributos). A partir de 2027, quando haverá a extinção do PIS e da Cofins, o sistema do "split payment" começará a operar em toda a economia para a CBS (tributo federal), focado principalmente nas negociações entre empresas — o chamado "business to business", sem abranger o varejo. De 2029 a 2032, haverá a transição do ICMS estadual e do ISS municipal para o IBS, com a redução gradual das alíquotas do ICMS e do ISS e o aumento gradual da alíquota do IBS (o futuro tributo sobre consumo dos estados e municípios). Presidente Lula sanciona regulamentação da Reforma Tributária

Palavras-chave: tecnologia

Iza diz que sua era reggae 'demorou para começar': 'é algo que me acompanha desde sempre'

Publicado em: 14/09/2025 22:21

Iza fala sobre sua era no reggae: 'Começou, mas demorou pra começar' Depois de levar Olodum, Toni Garrido e Célia Sampaio ao palco do The Town 2025, Iza falou sobre sua "era reggae". Em entrevista ao g1, a artista afirmou que está namorando a nova fase há dois anos e que ela "começou, mas demorou para começar". "Porque é uma coisa que me acompanha desde sempre", explicou a artista. "Estou abraçando esse meu lado mais lúdico e profetiza da coisa. Às vezes eu subo no palco e começo a falar um monte de coisa, o que sinto vontade de falar. E acho que essa vulnerabilidade e essa busca por falar coisas que estão dentro do meu coração tem tudo a ver com coisas que o reggae defende", diz. "O reggae faz parte da minha vida desde sempre. A música que mais me deixou conhecida no início da minha carreira foi 'Pesadão', que foi abençoada pelo Marcelo Falcão." A artista também analisou se o Brasil entrou em um momento de valorização do reggae nacional. Além de seus projetos, também foi anunciado recentemente a participação de Edson Gomes no Lollapalooza 2026. "Estou achando isso muito louco. Às vezes a gente se pergunta se os conteúdos que estamos vendo estão ali por causa da nossa bolha. Mas não." "Está todo mundo se voltando para essa história maravilhosa que é o reggae no nosso país, que se veste de outras formas, como o Olodum, como o xote e várias outras vertentes. Fico muito feliz que está todo mundo muito ligado no reggae." "É maravilhoso para o meu trabalho, faz com que eu consiga conhecer novas pessoas, e que novas pessoas consigam também conhecer meu som", comemora. Iza no The Town Fábio Tito/g1

Palavras-chave: vulnerabilidade

'Não foi programada para isso': especialistas alertam para risco de uso de IA como terapeuta

Publicado em: 14/09/2025 22:20

Tendência que preocupa especialistas: transformar a inteligência artificial em terapeuta Cada vez mais pessoas usam a inteligência artificial para fazer terapia. Aplicativos e plataformas oferecem atendimentos que imitam conversas com psicólogos. Mas especialistas alertam que a prática pode trazer riscos. Uma pesquisa americana revelou que entre as pessoas que usam IA e afirmam ter algum problema de saúde mental, metade usa robôs como apoio emocional, para desabafar, compartilhar sentimentos e pedir conselhos. O Fantástico decidiu testar essa tendência. A repórter Renata Ceribelli uso um programa de IA como psicoterapeuta digital, sob a supervisão de um especialista real, o psicanalista e professor da USP, Christian Dunker. Logo no início, a ferramenta pediu para que ela contasse um pouco sobre sua vida. As respostas eram automáticas, mas formuladas de uma forma que pareceria haver alguém do outro lado. O teste revelou que a inteligência artificial consegue demonstrar empatia e até sugerir conselhos, o que fez com que Renata se sentisse compreendida em alguns momentos. Mas especialistas destacam que essa sensação pode ser enganosa. A pesquisadora Fernanda Bruno, que coordenou um dos primeiros estudo sobre o assunto no Brasil, destaca as razões pelas quais os usuários optam pelos aplicativos como terapeutas. "Primeiro, o aplicativo não julga. Segundo, está disponível o tempo inteiro, não tem ausência. Terceiro, não envolve dinheiro na relação", explica. Psicólogos lembram que, ao contrário de um profissional, a IA não tem formação, não faz diagnóstico e não consegue lidar com crises graves. "Não existem evidências de que possa haver psicoterapia realizada por IA. Porque a IA não foi programada para isso", alerta Alessandra Santos de Almeida, presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP). Outro problema é a falta de sigilo. Ao usar aplicativos de IA, informações íntimas podem ser armazenadas e usadas por empresas, sem a garantia de confidencialidade que existe no consultório. As plataformas, por outro lado, defendem o uso da tecnologia. A empresa Open IA, dona do ChatGPT, afirma, em nota que: "Está trabalhando para que o programa responda com cuidado, orientado por especialistas, e incentive aqueles em crise emocional a buscar ajuda profissional". Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.

Quadrilha internacional usa dados de vítimas de enchentes em esquema milionário de lavagem de dinheiro com fintechs

Publicado em: 14/09/2025 21:16

Esquema fez fortuna transformando uma das áreas mais pobres de São Paulo num laranjal Uma investigação exclusiva do Fantástico revelou que moradores do Jardim Pantanal, um dos maiores e mais pobres bairros da zona leste de São Paulo, foram usados por uma organização criminosa internacional em um esquema de lavagem de dinheiro. A quadrilha se aproveita da vulnerabilidade da população para aplicar golpes e movimentar milhões de reais por meio de fintechs. Santielle de Souza, moradora do bairro, foi uma das vítimas. Ela perdeu tudo na enchente que atingiu o Jardim Pantanal em 2022 e dias depois das fortes chuvas, um grupo bateu à sua porta. "Eles vinham nas casas, aí perguntavam se não queria fazer um cadastro para pegar uma cesta e ganhar R$ 100 para ajudar na enchente. Só que precisava dar o RG", lembra. Ela fez o cadastrou, recebeu o dinheiro, mas a cesta nunca chegou. E surgiram só problemas: multas de trânsito, contas bloqueadas e CPF inválido. Os dados são usados para abrir contas bancárias em nome das vítimas. Essas contas viram ferramentas para lavar dinheiro. A investigação mostrou que os dados dos moradores são repassados a empresas de fachada, que transferem os valores para fintechs ligadas à quadrilha. Uma dessas empresas, a RMD Administração Empresarial, teria movimentado R$ 480 milhões. Parte do dinheiro passa pela 2GO Instituição de Pagamentos, em nome do policial civil Cyllas Salerno Elias, preso durante a operação. O esquema foi descoberto por acaso, a mais de 700 km da capital, na cidade de Rosana. Um morador investiu em uma plataforma digital que prometia lucros por tarefas online. Ele perdeu R$ 33 mil e denunciou o caso à polícia. A investigação revelou que o site está hospedado fora do país e que o golpe é sofisticado, com uso de robôs para aplicar fraudes em larga escala. Já foram identificadas mais de 3 mil vítimas em todo o Brasil. O núcleo da quadrilha é formado por brasileiros e chineses. Entre os nomes apontados pela polícia estão Ricardo Daffre, Carlos Donizete de Souza, Lin Chen, Jie Zhang, Jie Wang, Yao Ji e Xiangguo Li. Cinco deles estão presos. Lin Chen e Yao Ji seguem foragidos. As defesas dos investigados negam envolvimento. O advogado de Xiangguo Li e Yao Ji afirma que não há provas concretas contra os dois. A defesa de Ricardo Daffre diz que ele colabora com a Justiça e é inocente. Já o advogado de Cyllas Salerno Elias afirmou que a 2GO forneceu todos os dados à polícia e que a fraude ocorreu no banco de origem. As defesas de Jie Wang e Jie Zhang não se manifestaram. O Fantástico não conseguiu contato com os advogados de Lin Chen e Carlos Donizete. Alguns moradores do Jardim Pantanal chegaram a ser denunciados à Justiça. Mas os promotores concluíram que eles também são vítimas. "Usaram de má fé contra muitos pais e mães de família, até senhoras, idosos mesmo, que estavam esperando alimento e tiveram seus nomes usados", lamenta Santielle. Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.

Palavras-chave: vulnerabilidade

Como lodo de esgoto se transforma em fertilizante natural usado por produtores rurais no estado de SP

Publicado em: 14/09/2025 20:01

Como compostagem transforma esgoto em fertilizante usado por produtores rurais em SP Um fertilizante orgânico feito com lodo de esgoto do aterro de lixo de Paulínia (SP) é usado em plantações de produtores rurais de nove cidades das regiões de Campinas (SP) e Piracicaba (SP). O fertilizante é obtido a partir de uma técnica de compostagem que aproveita os dejetos do aterro da cidade e os une à madeira de carvalho fragmentada. ➡️ O lodo é um resíduo rico em matéria orgânica produzido durante o processo de tratamento do esgoto. Normalmente, o componente é descartado em aterros sanitários, onde se junta a todo tipo de lixo. Além dos problemas ambientais, o descarte também é caro para as estações de tratamento. A produtora rural Mariangêla Storani tem plantações de café orgânico em Vinhedo (SP) e Jundiaí (SP) e não usa adubo químico há oito anos. O uso do fertilizante de lodo tem gerado resultado positivo, segundo ela. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no Whatsapp "Eu fiz a análise de terra há um mês, no Instituto Agronômico de Campinas, e mesmo sem usar adubo químico nenhum, a minha terra está bem saudável, e os pés produziram bem", explica a produtora. Produtores rurais usam fertilizante a partir de lodo de esgoto tratado no aterro de Paulínia (SP) Mariangêla Storani O Ecoparque de Paulínia, estação que produz o fertilizante dentro do aterro da cidade, aponta que 113 agricultores de 40 cidades no estado de São Paulo usam o produto em larga escala. Entre elas, as nove da região: Artur Nogueira Campinas Capivari Cosmópolis Indaiatuba Limeira Louveira Valinhos Vinhedo Produtores rurais usam fertilizante a partir de lodo de esgoto tratado no aterro de Paulínia Divulgação/Orizon A tecnologia de transformar lodo de tratamento de esgoto em fertilizante orgânico já foi alvo de pesquisas. A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP) mostrou que o processo de secagem do resíduo aumentava a vida útil dos aterros sanitários. Rafael de Farias Nascimento, especialista em compostagem na Orizon Valorização de Resíduos, companhia que produz o fertilizante no Ecoparque, defende que, além de atender produtores de orgânicos, o insumo gera economia cíclica, já que os dejetos são reutilizados e voltam a ser nutrientes. "A gente consegue finalizar um ciclo. O que foi uma planta um dia volta a ser um nutriente através de um fertilizante. A gente consegue fechar exatamente aquele ciclo produtivo do nutriente", explica Rafael. Como o fertilizante é feito? Apesar de levar o mesmo nome, a compostagem usada na fabricação do fertilizante é mais complexa que a praticada por quem possui composteiras em casa, já que esse segundo processo é puramente biológico e forma um adubo a partir da reciclagem matéria orgânica, como restos de alimentos. 🚯 Na compostagem para criar a fertilização, a massa do lodo passa por uma homogeneização e é misturada com outra matéria-prima, o carvalho, e em seguida, é deixada descansando sob exposição do oxigênio. "Eu tenho dutos que sopra ar lá dentro [onde está o lodo]. É esse ar que vai suprir o oxigênio desses micro-organismos, e então, durante um período entre 30, 40, às vezes até 60 dias. O padrão é 45 dias. A massa fica parada, é onde acontece a compostagem. É um processo natural, o que a gente faz é acelerar", explica o especialista em compostagem. O especialista explica que a produção do fertilizante também passa por descontaminação em que o lodo é exposto a temperaturas de até 80 °C. "O lodo vem da estação de tratamento, e já vem um pouco tratado. Quando chega aqui, ele é higienizado pelo processo térmico", diz. "Nessa temperatura, todos os patógenos, ovos de helmintos [vermes], todos os que fazem doença para o ser humano, eles são praticamente zerados. Então, todo o lodo, todo o produto final, ele é higienizado", garante. Produtores rurais usam fertilizante a partir de lodo de esgoto tratado no aterro de Paulínia Divulgação/Orizon "Então, por isso que, no final, a gente tem a certificação que é um fertilizante seguro de uso na agricultura, que ele é livre de qualquer doença, tanto de humanos, quanto para plantas também", explica. Desconfiança inicial Lodo gerado no tratamento de esgoto em Piracicaba é transformado em fertilizante Segundo Nascimento, o uso de dejetos de suínos e galinhas como fertilizantes já era comum, então alguns produtores não olharam a ideia com estranheza, mas outros demonstraram receio com a proposta. Ele garante, no entanto, que a conversa sobre os benefícios do fertilizante tem desmistificado. "O fertilizante pode ser utilizado em todo tipo de cultura: cultura de cana-de-açúcar, cultura de cítricos." "O que mais utiliza o nosso fertilizante hoje é a cultura de cana-de-açúcar e a cultura de banana, que é uma cultura que utiliza muito o fertilizante orgânico, então, é o nosso maior mercado consumidor", explica. Mariangêla Storani conta que pesquisou antes de fazer a primeira compra. Ela adotou a opção orgânica nos quatro alqueires com 40 mil pés de café em Vinhedo nos 150 mil em 10 alqueires em Jundiaí. "Eu pesquisei bastante. Pensei que vai que contamina o fruto, e eu vou contaminar quem tá trabalhando. Mas eu olhei e vi que é muito seguro, não tem problema nenhum, não tem contaminação nenhuma. Tanto que ele nem cheiro tem", diz a produtora de café. Além disso, ela sentiu uma diferença no gasto: usando o fertilizante orgânico vindo de dejetos, ela gastou cerca de R$ 8 mil reais em uma safra. Com fertilizantes químicos, ela afirma que o gasto pode chegar até R$ 35 mil. "A diferença é R$ 215 a tonelada", finaliza. Lodo de esgoto vira adubo e colabora com meio ambiente e produtores VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja a reportagem completa na página do g1 Campinas

Palavras-chave: tecnologia

Vereador é indiciado por lesão corporal grave em show de Hugo e Guilherme em MT

Publicado em: 14/09/2025 19:45

Homem foi nocauteado com um suco durante confusão com amigos de vereador em MT O vereador de Água Boa (MT) Rodrigo Rosa Fidelis (União), de 33 anos, e três amigos foram indiciados pela Polícia Civil por lesão corporal grave em uma confusão durante o show da dupla sertaneja Hugo e Guilherme, no dia 4 de julho. O pedido foi enviado ao Ministério Público, nessa sexta-feira (12). Um vídeo registrado na data do crime mostra um amigo do vereador e outro homem trocando agressões na feira, até que um terceiro suspeito, também amigo do parlamentar, dá um soco na cabeça da vítima por trás (assista acima). Os suspeitos foram identificados como João Santini Filho e Rodrigo Saibit. Já o vereador não aparece nas imagens, apesar da denúncia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp O terceiro indiciado não teve a identidade divulgada. O g1 entrou em contato com a Câmara Municipal de Água Boa, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem, e tenta localizar a defesa dos demais envolvidos na confusão. Quem é o vereador denunciado por confusão generalizada em show de Hugo e Guilherme em MT Conforme o delegado responsável pelo caso, Bruno Gomes, após todos os levantamentos e análises de videomonitoramento, entrevistas de testemunhas, requisições de exames periciais e laudos médicos acerca das lesões da vítima, foi possível concluir o inquérito e manifestar pelo indiciamento dos quatro envolvidos no fato. As investigações tiveram início após um homem, de 33 anos, denunciar o parlamentar por agressão. Segundo o delegado, a vítima deverá passar por procedimento cirúrgico no maxilar e no ombro. Na época, ele contou à polícia que estava no camarote do show quando o vereador, supostamente embriagado, reuniu amigos e começou a incitar uma briga. Para evitar a confusão, o homem chamou a namorada para sair da festa. No entanto, o vereador continuou incentivando os amigos a brigar. Na saída do evento, enquanto o casal se alimentava, a vítima foi surpreendida pelo grupo. Segundo o boletim de ocorrência, os amigos do vereador atacaram a vítima "sem motivos", agredindo-a com socos e chutes. A vítima disse que, ao tentar se defender, foi golpeada por trás com um soco na nuca, caindo e perdendo a consciência. Rodrigo Rosa Fidelis, vereador de Água Boa (MT) Câmara Municipal de Água Boa Os envolvidos serão investigados por lesão corporal Reprodução

Palavras-chave: câmara municipal

PAT de Itapetininga começa a semana com oferta de mais de 300 vagas de emprego; confira

Publicado em: 14/09/2025 18:15

PAT de Itapetininga está com dezenas de vagas abertas com ou sem experiência. Reprodução O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Itapetininga (SP) oferece nesta segunda-feira (15) 320 vagas de emprego. Confira a lista completa de vagas abaixo. Ao todo, são 68 oportunidades para quem não possui experiência, 167 para candidatos com experiência, nove vagas para jovem aprendiz, 11 para estágio, 33 para Pessoas com Deficiências (PcDs) e 27 para vagas na região. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Os candidatos interessados em preencher as vagas devem comparecer pessoalmente ao PAT, que fica na Rua Monsenhor Soares, 251, no Centro, e funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Confira a lista: Vagas com experiência Açougueiro (5); Ajudante Geral (3); Almoxarife (2); Armador (12); Assistente de Vendas (2); Auxiliar Administrativo (1); Auxiliar Comercial (2); Auxiliar Contábil (1); Auxiliar de Almoxarifado (Conhecimento em peças de caminhão e ferramentaria) (1); Auxiliar de Assistência Técnica (1); Auxiliar de Compras (2); Auxiliar de Cozinha (2); Auxiliar de Eletricista de Veículos (1); Auxiliar de Estoque (1); Auxiliar de Expedição (1); Auxiliar de Limpeza (1); Auxiliar de Manutenção Predial (1); Auxiliar de Mecânico de Autos (1); Auxiliar de Mecânico de Motos (2); Auxiliar de Mecânico de Ônibus (1); Auxiliar de Mecânico Diesel (2); Auxiliar de Pedreiro (1); Auxiliar de Produção (5); Auxiliar de Sondagem (1); Auxiliar Técnico (Elétrica) (1); Balconista (1); Balconista de Padaria (1); Carpinteiro (10); Caseiro (1); Chapeiro (1); Controlador de Acesso (1); Coordenador de Tecnologias Médicas (1); Diarista (2); Eletricista (2); Eletricista de Veículos (2); Eletricista Industrial (1); Empregada Doméstica (3); Encarregado Florestal (1); Fiscal de Prevenção de Perdas (1); Jardineiro (1); Mecânico Alinhador (1); Mecânico Automotivo (2); Mecânico de Caminhão (1); Mecânico de Motos (1); Mecânico de Ônibus (1); Mecânico de Veículos Automotores à Diesel (1); Mecânico Diesel (2); Moleiro (1); Motoboy (1); Motorista de Caminhão (2); Motorista Entregador (CNH C) (1); Operador de Caixa (3); Operador de Guindaste (Crane Car) (1); Operador de Máquinas (CNH D) (1); Pedreiro (34); Planejador de Obras (1); Serralheiro (10); Serralheiro Industrial (1); Serviços Gerais (4); Soldador (2); Soldador Mecânico (1); Técnico de Manutenção de Equipamentos Biomédicos (1); Televendas - Telemarketing (5); Torneiro Mecânico (1); Tratorista (1); Vendedor Interno (5). Vagas sem experiência Analista de Laboratório (Curso Técnico na área) (1); Assistente Técnico - Criador de Conteúdo (1); Atendente de Telemarketing (25); Atendente/Vendedor (1); Auxiliar de Câmara Fria (1); Auxiliar de Chapeiro (1); Auxiliar de Loja (1); Auxiliar de Manutenção de Piscinas (1); Auxiliar de Produção (1); Auxiliar de Vendas (1); Balconista (1); Consultor Comercial (1); Desenhista Auto Cad (1); Divulgador (1); Estoquista (2); Gestor Comercial (1); Mecânico de Ar Condicionado (1); Montador de Brinquedos (CNH B) (1); Motorista Carreteiro (CNH E) (1); Operador de Caixa (2); Operador de Loja (2); Operador de Loja - Frios (1); Operador de Loja - Mercearia (2); Serviços Gerais (5); Trabalhador Rural - vaga para casal (1); Vendedor Interno (11). Vagas de 1º emprego - Jovem Aprendiz Assistente de Loja - 1º Emprego (3); Jovem Aprendiz Ajudante Geral (1); Jovem Aprendiz Auxiliar Administrativo (1); Jovem Aprendiz Mercado (2); Jovem Aprendiz Panificadora (1); Jovem Aprendiz Produção (1). Vagas de estágios (11 vagas) Estágio Administrativo (4); Estágio Administrativo Financeiro (1); Estágio Engenharia (1); Estágio Gestão da Produção (4); Estágio Marketing (1). Vagas para PCD Almoxarife (com exp) (1); Auxiliar Agrícola (com exp) (1); Auxiliar de Limpeza (com exp) (1); Auxiliar de Manutenção Predial (com exp) (1); Frentista (sem exp) (26); Jardineiro (com exp) (1); Operador de Loja (sem exp) (1); Sushiman (com exp) (1). Vagas para região de Itapetininga Acompanhante de Idoso (com exp, vaga para São Paulo/SP) (1); Ajudante de Motorista (com exp, vaga para São Miguel Arcanjo/SP) (1); Caseiro (com exp, vaga para Tatuí/SP) (1); Caseiro (com exp, vaga para Porangaba/SP) (1); Entrevistador de Campo (sem exp, vaga para trabalhar em Angatuba/SP) (8); Fonoaudiólogo (vaga para trabalhar em Campina do Monte Alegre/SP) (1); Nutricionista (vaga para trabalhar em Campina do Monte Alegre/SP) (1); Servente de Obras (sem exp, vaga para trabalhar na região) (10); Técnico em Segurança do Trabalho (sem exp, curso, vaga para trabalhar na região) (1); Técnico em Enfermagem (vaga para trabalhar em Campina do Monte Alegre/SP) (1); Terapeuta Ocupacional (vaga para trabalhar em Campina do Monte Alegre/SP) (1). Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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