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VÍDEO: Com pedido de retirada há 12 anos, árvore de grande porte cai em cima de carro e assusta pessoas em bar, no PR

Publicado em: 19/10/2025 14:53

Câmera flagra árvore de grande porte caindo em cima de carro, no PR A câmera de segurança de um bar registrou o momento em que uma árvore de grande porte caiu em cima de um carro em Maringá, no norte do Paraná. O veículo pertence ao dono do estabelecimento. Assista acima. As imagens mostram vários homens sentados em frente ao estabelecimento, quando são surpreendidos com a planta atingindo em cheio o veículo. A raiz da árvore, da espécie Sibipiruna, chegou a se desprender por inteiro do chão. Apesar do susto, ninguém se feriu. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Maringá no WhatsApp O caso aconteceu na início da noite de sexta-feira (17), no bairro Parque das Palmeiras. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), foram registradas rajadas de vento de cerca de 55,1 quilômetros por hora. Árvore caiu em cima do carro do proprietário do bar. Cedida/Bar do Rodela O dono do bar contou à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, que em 2013 havia registrado um protocolo para retirada da árvore e poda de outros dois exemplares próximos ao estabelecimento. ➡️ Veja também: Maringá tem maior percentual de moradores vivendo em ruas arborizadas do Brasil Em setembro de 2015, o local foi vistoriado. Contudo, somente em 2018, um engenheiro agrônomo, emitiu um laudo atestando que a árvore estava "completamente desiquilibrada", "com elevado peso na copa" e em "declínio vegetativo e fitossanitário". Em 2018, engenheiro da prefeitura de Maringá emitiu laudo para retirada da árvore. Cedida Em nota ao g1, a prefeitura de Maringá informou que, após a queda, a árvore foi recolhida do local. "No momento, a atual administração realiza uma reestruturação e reorganização do setor de arborização urbana, para agilizar a emissão de pareceres técnicos e dos serviços de arborização na cidade. O município finaliza elaboração de processo licitatório para contratação de uma empresa que fará 12,5 mil remoções e 50 mil podas de árvores, mediante parecer técnico dos engenheiros, o que garantirá mais agilidade aos serviços", informou a prefeitura. LEIA TAMBÉM: De revolução arquitetônica a fracasso imobiliário: 1º 'prédio giratório' do mundo tem futuro incerto após duas décadas Três dias internado: Bombeiro que resgatou mulher que se pendurou para fora de prédio durante incêndio recebe alta VÍDEO: apartamento pega fogo no Paraná, vítima escapa e se pendura em suporte de ar-condicionado para salvar mãe e criança Árvore cai e atinge carro em cheio, no Paraná Cedida/Bar do Rodela VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Norte e Noroeste.

Palavras-chave: tecnologia

Florianópolis abre seleção para professores e profissionais da educação; confira áreas

Publicado em: 19/10/2025 14:25

Sala de aula vazia de escola de Santa Catarina Roberto Zacarias/Secom/Divulgação A Prefeitura de Florianópolis lançou edital de formação de um cadastro reserva de professores e outras funções na área da educação para o ano letivo 2026. O processo terá prova escrita para todos os cargos em 23 de novembro. Os salários podem chegar a 6.056,38, a depender da função. O processo tem vagas para professor, professor auxiliar, administrador escolar, orientador educacional, supervisor escolar, monitor escolar e auxiliar de sala/profissional de apoio. Ao todo, são 28 áreas e a depender da função a seleção vai exigir prova de títulos e prova prática. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp As inscrições acontecem exclusivamente pela internet até 6 de novembro, no site da banca organizadora: o Instituto Legalle. A taxa varia entre R$ 26 e R$ 60, a depender do cargo. Doadores de sangue e de medula óssea podem solicitar isenção até 21 de outubro (confira o edital completo). A carga horária varia de 10 a 40 horas semanais, e os selecionados tem como benefícios auxílio-lanche ou alimentação e vale-transporte. O processo é válido até o início do ano letivo 2027 e a contratação vai atender a demanda das unidades educacionais de Florianópolis. Cargos com vagas disponíveis: Monitor escolar Auxiliar de sala/auxiliar de sala/profissional de apoio Professor auxiliar: professor auxiliar de atividades de ciências; professor auxiliar de educação especial (profissional de apoio da educação especial); professor auxiliar de educação infantil; professor auxiliar de ensino fundamental; professor auxiliar de tecnologia educacional; professor auxiliar intérprete educacional. Professor (magistério) nas diversas áreas de atuação: professor de anos iniciais; professor de artes cênicas e/ou teatro; professor de artes música; professor de artes plásticas e/ou visuais; professor de ciências; professor de dança; professor de educação especial sala multimeios; professor de educação física; professor de educação infantil; professor de espanhol; professor de geografia; professor de história; professor de inglês; professor de libras língua brasileira de sinais; professor de matemática; professor de português; professor de português e inglês. Especialistas do Magistério: administrador escolar; orientador educacional e supervisor escolar. LEIA MAIS: oportunidades de carreira em Santa Catarina Superconcurso da saúde em SC abre 511 vagas SC anuncia concurso público com 60 vagas para a Polícia Científica UFSC abre concurso com 135 vagas e salários de até R$ 7,1 mil Concurso da saúde em SC abre 511 vagas e terá provas nos primeiros dias de 2026 VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Palavras-chave: tecnologia

As 'crianças-souvenir' que crescem separadas dos pais migrantes e condenadas a futuro de miséria e exclusão

Publicado em: 19/10/2025 14:16

As irmãs Esti, Aminah e Fatma foram criadas por parentes na Indonésia enquanto sua mãe trabalhava na Arábia Saudita. BBC/Hanna Samosir Aviso: o artigo contém informações que podem ser consideradas perturbadoras. Elas são conhecidas na Indonésia como "crianças-souvenir". Essa alusão pejorativa a lembrancinhas de viagem é aplicada a milhares de filhas e filhos de trabalhadores migrantes que tiveram relacionamentos em outros países. Muitas dessas crianças acabam indo morar na Indonésia, mas crescem sem os pais, enquanto enfrentam estigma social, exclusão e violência. Historicamente, essas crianças têm dificuldade para obter documentos de identidade, o que limita o acesso a escolas e serviços de saúde e contribui para pobreza, gravidez precoce, casamento infantil e abuso. Grande parte dessas "crianças-souvenir" vive na província de Nusa Tenggara Ocidental, uma das principais fontes de trabalhadores migrantes da Indonésia. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Crescendo em isolamento Siti Aminah, 23, é uma dessas "crianças-souvenir". Na década de 1990, sua mãe deixou Lombok, uma das ilhas da província de Nusa Tenggara Ocidental, a leste de Bali e a oeste de Sumbawa, em busca de trabalho na Arábia Saudita. Lá, ela teve um casamento sem registro oficial (prática conhecida localmente como nikah siri) com um homem paquistanês e depois com um homem saudita, e voltou brevemente à Indonésia para dar à luz. Siti Aminah afirma ter sofrido exclusão escolar. BBC/Hanna Samosir Na Indonésia, as "crianças-souvenir" geralmente nascem desses casamentos, que são celebrados segundo a lei islâmica, mas que não constam no registro civil. A mãe de Aminah deixou os seis filhos com diferentes familiares em Lombok Oriental. Criada sem os pais, Aminah enfrentou discriminação. Ela lembra que os vizinhos diziam: "Você é árabe. Os pais das suas irmãs são todos diferentes". Quase 14 mil crianças nasceram de meninas de até 14 anos no Brasil em 2023 Fatma, irmã mais velha de Aminah, relata tratamento ainda mais severo. "Se minha mãe não nos mandasse dinheiro, elas gritavam conosco e às vezes nos batiam", afirma. Endang Susilowati, coordenadora de Atenção a Migrantes na província, explica: "Muitos trabalhadores migrantes indonésios se casam e se divorciam porque precisam de companhia ao enfrentar uma vida difícil no exterior". A pequena Fatma cresceu na casa de um parente em Lombok Oriental. Arquivo pessoal via BBC A BBC entrou em contato com a mãe de Fatma e Aminah, mas ela não quis comentar. As irmãs são apenas algumas das muitas crianças de trabalhadores migrantes que enfrentam dificuldades por serem "crianças-souvenir". ONGs locais em Lombok, como o Instituto Rudat, oferecem assistência legal a esses filhos e buscam garantir documentos de identidade que permitam acesso à educação e a serviços de saúde. O risco do casamento infantil O instituto Rudat alerta que o estigma aumenta a vulnerabilidade das "crianças-souvenir" em relação ao casamento precoce. A Indonésia ocupa o quarto lugar mundial em casamento infantil, e a província de Nusa Tenggara Ocidental registra a maior taxa do país. Incapaz de suportar o tratamento que recebem de familiares, Fatma abandonou o ensino médio para cuidar dos irmãos mais novos e se casou aos 15 anos. "É melhor casar. Assim alguém pode cuidar de você", diz. Fatma se casou pela primeira vez quando tinha 15 anos. BBC/Hanna Samosir Segundo especialistas, o casamento precoce geralmente termina em separação. Foi o que ocorreu com Fatma, que aos 25 anos já tinha três casamentos não registrados e dois filhos. A lei indonésia estabelece 19 anos como idade mínima para casar. O casamento infantil é considerado forma de violência sexual segundo a Lei nº 12 de 2022 sobre Crimes de Violência Sexual (Undang-Undang Tindak Pidana Kekerasan Seksual — UU TPKS). Quem realiza ou permite casamentos infantis pode ser condenado a até nove anos de prisão ou a multa de até 200 milhões de rúpias (cerca de R$ 12.340). Na prática, porém, a aplicação da lei é ineficiente. Embora a legislação permita que os pais solicitem permissão especial para casar menores de idade, muitos casamentos infantis acontecem sem autorização e não são registrados oficialmente. Gravidez precoce Os casamentos infantis expõem adolescentes a gestações de alto risco. O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA, na sigla em inglês), braço da Organização das Nações Unidas (ONU) voltado à saúde reprodutiva e à igualdade de gênero, alerta que mães adolescentes têm maior probabilidade de sofrer complicações, como hipertensão, endometriose pós-parto e infecções. Seus filhos também correm risco de nascer prematuros, com baixo peso ou morrer na infância. Aminah deu à luz aos 16 anos um bebê prematuro que morreu dois meses depois. Pouco depois, relata Aminah, seu lar se desfez porque o marido "se tornou cada vez mais agressivo". Sem diploma, Aminah teve opções limitadas. De acordo com ONGs locais, o estigma dificulta que "crianças-souvenir" encontrem emprego. Aminah trabalhou como empregada doméstica em Jacarta por seis meses. Aos 19 anos, migrou para a Arábia Saudita para trabalhar por canais ilegais, já que a Indonésia impôs uma moratória ao envio de trabalhadores migrantes para o país em 2015. Lá, enfrentou condições de trabalho "desumanas" que a levaram a pensar em suicídio. "Nos batiam até ficarmos roxas, nos torturavam fisicamente", diz Aminah. Ela relata que, ao retornar à Indonésia, descobriu que o dinheiro que tinha enviado havia sido roubado. "Voltei para casa sem nada", afirma. O Instituto Rudat diz ter registrado casos semelhantes. "As famílias que recebem os depósitos geralmente enfrentam dificuldades, porque aqui é difícil encontrar emprego. Quando há dinheiro guardado, acabam levando", explica Zurhan Afriadi, do Rudat. Esti, 18 anos, tem um filho e dois casamentos não registrados. BBC/Hanna Samosir 'Círculo vicioso' Apesar das dificuldades, houve progressos. Desde o ano passado, graças a fundos de ONGs, o governo forneceu documentos de identidade a quase todas as "crianças-souvenir" que vivem em Lombok Oriental, permitindo-lhes acesso à escola e a cuidados médicos. Mesmo assim, o assédio e a exclusão persistem. "O estigma continua; é preciso eliminá-lo aos poucos", diz Turmawazi, funcionária de uma ONG. Esti, irmã mais nova, abandonou a escola e se casou aos 14 anos. Teve um filho, mas depois se separou do marido. Para sustentar a si e ao filho, trabalhou em um ferro-velho, ganhando o mínimo para eles dois. O Instituto Rudat alerta que esse ciclo se repete: muitas "crianças-souvenir" tornam-se trabalhadores migrantes e enfrentam novamente as mesmas dificuldades. Aminah, Fatma e Esti querem quebrar esse ciclo. Aminah depende da renda do marido imigrante para criar o filho. Esti decidiu não migrar e criar o filho sozinha. Fatma, casada novamente com um parceiro que a apoia, defende mudanças sistêmicas. "É uma pena para crianças como eu, que continuaremos nesse círculo vicioso", afirma Fatma.

Palavras-chave: vulnerabilidade

PRF inaugura nova sede em Campos com estrutura moderna e foco em integração entre forças de segurança

Publicado em: 19/10/2025 13:16

Segundo a PRF, a inauguração das instalações é estratégica, considerando o papel da cidade como um importante polo rodoviário. PRF Foi inaugurado nesta sexta-feira (17) o novo prédio da 8ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Campos dos Goytacazes. As obras começaram no início do ano passado, no Parque dos Rodoviários, e a nova sede já está em funcionamento. Segundo a PRF, o objetivo é oferecer uma estrutura mais moderna, com tecnologia e melhor infraestrutura para aprimorar tanto o atendimento ao público quanto o trabalho dos agentes nas rodovias da região. Durante a inauguração, o diretor-geral da PRF, Antônio Fernando de Souza, destacou a importância da cooperação entre as forças de segurança. “Sabemos o quão importante é fazer um real enfrentamento ao crime organizado que tanto ameaça a sociedade brasileira e, entendemos que, para aumentar a eficiência do trabalho na segurança pública, o único caminho viável é aumentar a nossa integração e interação com as outras forças da segurança pública. Juntos nós podemos ter forças suficientes para enfrentar o crime organizado.” Veja os vídeos que estão em alta no g1 O evento contou com a presença do tenente-coronel do 8º Batalhão da PM, Maurício Arthur Barbosa, e da delegada da 134ª Delegacia de Polícia do Centro de Campos, Carla Tavares, que reforçaram o papel da nova unidade na ampliação das ações conjuntas entre as corporações. Com o novo prédio, a PRF espera agilizar serviços e reforçar o policiamento nas rodovias federais que cortam o Norte Fluminense.

Palavras-chave: tecnologia

Como ultrassom inaugura nova era de tratamento de câncer sem cirurgias

Publicado em: 19/10/2025 12:38

A histotripsia é uma das várias abordagens que usam o ultrassom em tratamentos avançados contra o câncer. Erica Bass/ Rogel Cancer Center/ Michigan Medicine via BBC Se Zhen Xu não tivesse irritado seus colegas de laboratório com barulho, talvez ela nunca tivesse descoberto um tratamento revolucionário para o câncer de fígado. Como estudante de doutorado em engenharia biomédica na Universidade do Michigan, nos Estados Unidos, no início dos anos 2000, Xu estava tentando encontrar uma maneira que permitisse aos médicos destruir e remover tecidos doentes sem a necessidade de uma cirurgia invasiva. Ela teve a ideia de usar ondas sonoras de alta frequência — ultrassom — para quebrar mecanicamente o tecido, e estava testando essa teoria em corações de porcos. O ultrassom não deveria ser audível aos ouvidos humanos, mas Xu estava usando um amplificador tão potente em seus experimentos que outros pesquisadores com quem ela compartilhava o laboratório começaram a reclamar do barulho. "Nada funcionava", lembra. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Então, ela decidiu atender ao pedido dos colegas aumentando a frequência dos pulsos de ultrassom, o que elevaria o nível sonoro para além do alcance da audição humana. Para sua surpresa, aumentar o número de pulsos por segundo — o que também significava que cada pulso seria reduzido a um microssegundo — não só incomodou menos as pessoas ao redor, mas também se mostrou mais eficaz no tecido vivo do que sua abordagem anterior. Enquanto observava o resultado, um buraco apareceu no tecido cardíaco do porco, menos de um minuto após a aplicação do ultrassom. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Casos de câncer em jovens adultos de até 50 anos aumentam 284% no SUS entre 2013 e 2024 "Achei que estava sonhando", disse Xu, que hoje é professora de engenharia biomédica na Universidade de Michigan. Décadas depois, a descoberta de Xu, conhecida como histotripsia, é uma das várias abordagens que usam o ultrassom — que inaugura uma nova era de tratamentos avançados contra o câncer, oferecendo aos médicos métodos não invasivos para livrar pacientes de tumores cancerígenos usando som em vez de cirurgia. Aumentar o número de pulsos de ultrassom produzidos a cada segundo levou Xu a fazer uma descoberta. Erica Bass/ Rogel Cancer Center/ Michigan Medicine via BBC Em outubro de 2023, a histotripsia foi aprovada pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) para o tratamento de tumores no fígado. No ano seguinte, um pequeno estudo financiado pela HistoSonics, empresa criada para comercializar a tecnologia criada por Xu, descobriu que o método obteve sucesso em 95% de tumores hepáticos. Embora efeitos colaterais como dor abdominal e sangramento interno possam acontecer, pesquisas indicam que as complicações são raras e o método é geralmente seguro. Em junho, o Reino Unido se tornou o primeiro país europeu a aprovar a histotripsia. O tratamento foi disponibilizado pelo NHS (sistema nacional de saúde britânico) como um projeto piloto do seu Innovative Devices Access Pathway, voltado para necessidades clínicas ainda não atendidas. "As pessoas associam o ultrassom à imagem", diz Julie Earl, pesquisadora do Instituro de Pesquisa em Saúde Ramón y Cajal, na Espanha, que estuda a tecnologia. Mas, segundo ela, um número crescente de pesquisas indica que o ultrassom também pode destruir tumores, conter doenças metásticas (cânceres que se espalharam para outras parte do corpo) e aumentar a eficácia de outros tratamentos contra o câncer, tudo isso sem a necessidade de cirurgia. Como o ultrassom funciona Para muitas pessoas, a palavra "ultrassom" leva à associação imediata com exames de imagem durante a gravidez. Para criar uma imagem médica como um ultrassom, um transdutor portátil envia ondas de som de alta frequência para o corpo, que ricocheteia os tecidos internos. Um sensor no dispositivo capta as ondas que retornam e converte essa atividade em sinais elétricos, que são usados para criar uma imagem do que está acontecendo sob a pele. No tratamento, as ondas de ultrassom são concentradas em uma pequena área do tumor para destruí-lo. Para o tratamento de câncer de fígado, dispositivos de histotripsia direcionam as ondas de ultrassom para uma zona focal de aproximadamente 2x4 milímetros, "basicamente, do tamanho da ponta de uma canetinha", diz Xu. Em seguida, o braço robótico guia o transdutor sobre o tumor para atingir a área certa. O ultrassom é aplicado em rajadas rápidas. Esses pulsos criam pequenas "microbolhas" que se expandem e depois colapsam em questão de microssegundos, desintegrando o tecido tumoral. O sistema imunológico do paciente é então capaz de eliminar os restos. Tudo acontece muito rápido, sem toxicidade e de uma forma não invasiva, geralmente permitindo que os pacientes voltem para casa no mesmo dia. Embora o tempo exato do tratamento varie, a maioria dos procedimentos é concluída de uma a três horas, de acordo com a HistoSonics. Os tumores geralmente são destruídos em uma única sessão, embora os pacientes com lesões maiores ou múltiplas precisem de várias sessões. Apesar de os benefícios da histotripsia serem promissores, existem perguntas ainda sem respostas. Não há, por exemplo, dados robustos de longo prazo sobre a recorrência do câncer após o tratamento. Alguns pesquisadores levantam preocupações sobre a possibilidade da histotripsia dispersar células cancerígenas à medida que os tumores são fragmentados dentro do corpo, podendo ser transportadas para outras áreas. Essa preocupação, contudo, não se confirmou em estudos com animais até o momento. Ao ajustar a quantidade de energia ultrassônica produzida, o dispositivo de histotripsia pode controlar a quantidade de tecido afetado. Erica Bass/ Rogel Cancer Center/ Michigan Medicine via BBC Pesquisas sugerem que a histotripsia pode não funcionar contra todos os tipos de câncer. O osso pode bloquear o ultrassom de alcançar seu alvo, tornando impossível tratar tumores em determinadas partes do corpo. E o uso da histotripsia em órgãos cheios de gases, como os pulmões, pode ser perigoso e potencialmente causar danos a tecidos saudáveis que ficam próximos. Mas a HistoSonics está atualmente estudando a histotripsia como potencial tratamento para tumores no rim e no pâncreas. 'Cozinhando' o câncer com ultrassom A histotripsia não é o primeiro tratamento que usa o ultrassom contra o câncer. O ultrassom focalizado de alta intensidade (HIFU), uma tecnologia mais antiga e estabelecida, também pode ser usado para atacar tumores. O "jato" concentrado de ultrassom é aplicado em um tumor para gerar calor que basicamente "cozinha" o tecido, diz Richard Price, co-diretor do Centro de Imunoterapia do Câncer por Ultrassom Focalizado na Universidade de Virgínia, nos EUA. "Se você pegar uma lupa e segurar ao sol sobre uma folha seca, você poderia, de fato, começar a queimar a folha", diz Price. O HIF faz essencialmente a mesma coisa com o tecido cancerígeno, só que usando energia sonora. Na oncologia, o HIFU é mais conhecido como uma forma não invasiva de tratamento de câncer de próstata, e sua aplicação parece ser tão eficaz quanto a cirurgia, de acordo com um estudo de 2025. Os pacientes podem sentir algum desconforto e efeitos urinários ao acordar, mas a recuperação é geralmente mais rápida do que após terapias intensivas, como cirurgia. Tanto a histotripsia quanto a terapia por HIFU são geralmente realizadas com uso de anestesia geral, para que os pacientes não se mexam durante o tratamento, minimizando a possibilidade de danos acidentais a órgãos ou tecidos próximos. Porém, a histotripsia não gera o calor produzido pelo HIFU, que pode prejudicar tecidos saudáveis próximos. A tecnologia de HIFU é bem estabelecida para o tratamento do câncer de próstata que depende do aquecimento do tecido. Getty Images via BBC Mas nem todos os cânceres podem ser tratados com HIFU — mais uma vez, ossos ou gases podem impedir o ultrassom de atingir os tumores. Normalmente, não é uma opção para pacientes cujo câncer de próstata se espalhou pelo corpo. Ainda assim, pesquisadores em diversos países estão conduzindo estudos na esperança de tratar outros cânceres, como o de mama. Ultrassom e outros medicamentos Pesquisadores afirmam que o poder do ultrassom também poderia ser potencializado ao combiná-lo com outras formas existentes de tratamento do câncer. Pesquisas recentes sugerem, por exemplo, que injetar microbolhas na corrente sanguínea e estimulá-las com ultrassom pode abrir temporariamente a barreira hematoencefálica. Essa barreira geralmente impede que toxinas presentes no sangue entrem e danifiquem o cérebro. Mas abri-la propositalmente durante o tratamento de sangue poderia permitir que os medicamentos alcançassem os tumores que devem atacar. "Essa parte não invasiva é incrível, mas o componente de entrega de medicamentos é realmente incomparável em qualquer outro lugar", diz Price. Deepa Sharma, cientista pesquisadora do Sunnybrook Health Sciences Centre, em Ontário, no Canadá, afirma que esses benefícios não se limitam ao câncer cerebral. Ela estudou a combinação do ultrassom e microbolhas em diversos tipos de câncer, constatando que ela pode melhorar amplamente a entrega de medicamentos. A pesquisa de Sharma também sugere que as microbolhas potencializadas com ultrassom podem aumentar os efeitos da radiação ao danificar a vasculatura dos tumores, levando a um maior número de células mortas. Esses resultados indicam que médicos poderiam usar quantidades menores de tratamentos tóxicos contra o câncer, como quimioterapia e radiação, se elas forem combinadas com ultrassom e microbolhas. "A radioterapia cura o câncer, mas também causa muitos efeitos colaterais a longo prazo", diz Sharma. Se seus efeitos podem ser potencializados graças às microbolhas estimuladas por ultrassom, segundo ela, os médicos poderiam teoricamente usar doses menores para obter os mesmos efeitos do tratamento com menos efeitos devastadores. O ultrassom também parece ser uma boa opção para imunoterapia, um tratamento cuja abordagem busca estimular o sistema imunológico a combater células cancerígenas que podem estar escapando ou se escondendo das defesas naturais do corpo. À medida que o ultrassom focalizado aquece e danifica os tumores, ele parece tornar esses tecidos mais visíveis para o sistema imunológico e, portanto, mais vulneráveis às suas defesas, diz Price, cujo centro de pesquisa se concentra no uso do ultrassom aliado à imunoterapia. Segundo Price, um caminho para pesquisas futuras é determinar se essa combinação pode funcionar contra cânceres em estágio avançado. O câncer metastático é muito mais difícil de tratar do que a doença localizada — quando o câncer se espalha pelo corpo, não basta remover um único tumor. O Santo Graal — objetivo final — seria que os médicos pudessem algum dia usar o ultrassom para forçar um tumor a sair do esconderijo ao fragmentá-lo, permitindo que o sistema imunológico detectasse suas características e lançasse um ataque sistêmico contra células cancerígenas em outras partes do corpo, diz Price. Isso ainda precisa ser testado em qualquer tipo de ensaio clínico, mas, teoricamente, os médicos poderiam "tratar 10, 15, 20 tumores apenas no tratamento de um", afirma. Dito isso, Price alerta que os ensaios com ultrassom e imunoterapia ainda estão em estágios relativamente iniciais. Isso significa que são necessárias muito mais pesquisas para determinar se, quando ou como essa abordagem combinada poderia transformar o cuidado aos pacientes. Mas as técnicas de ultrassom já em uso estão abrindo uma nova era na oncologia — uma era que tem como objetivo substituir ou, pelo menos melhorar terapias eficazes, porém devastadoras, como cirurgias, quimioterapia e radioterapia. "O câncer é terrível", diz Xu. "E o que o torna ainda pior é o próprio tratamento." O ultrassom não é uma "cura mágica" para o câncer, afirma. Assim como qualquer tratamento médico, ele tem limitações e efeitos indesejáveis. Mas assim como ela conseguiu poupar seus colegas de laboratório dos ruídos irritantes décadas atrás, a pesquisadora espera que sua descoberta— e de outros cientistas — ajudem pacientes a evitar sofrimentos desnecessários nos anos que virão.

Palavras-chave: tecnologia

Presidente Prudente reduz em até 40% mensalidade de boxes em Shopping Popular

Publicado em: 19/10/2025 12:24

Shopping Popular em Presidente Prudente (SP) Arquivo/g1 A Prefeitura de Presidente Prudente (SP) divulgou a redução em até 40% na mensalidade de comerciantes que queiram utilizar um dos 133 boxes disponíveis no Shopping Popular. O benefício foi publicado no Diário Oficial de sexta-feira (10), após aprovação da Lei N° 11.749, na Câmara Municipal, colaborando para permissões de uso no Shopping Popular ‘Ana Cardoso Maia de Oliveira Lima’, válida a partir da publicação. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Antes, os valores mensais variavam de R$ 424,29 a R$ 338,16. Agora, com a redução de 40%, as mensalidades são entre R$ 243,96 e R$ 202,90. Segundo a prefeitura, os comerciantes que já atuam no local foram beneficiados com a redução em junho de 2025. Conforme o secretário da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedepp), Tiago Oliveira, o novo edital para a concessão das 133 unidades está sendo finalizado pela equipe da pasta e será publicado nas próximas semanas, já com os valores atualizados. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

Palavras-chave: câmara municipal

Ex-presidente da Câmara de Vereadores de Rio Branco morre após sofrer infarto em casa

Publicado em: 19/10/2025 12:13

Ex-vereador de Rio Branco, Carlinhos Santiago morre de infarto em Rio Branco Reprodução O ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, Carlos Alberto Santiago de Melo, mais conhecido como Carlinhos Santiago, 69 anos, morreu na tarde deste sábado (19), em Rio Branco. Ele passou mal em casa, foi levado ao hospital, porém não resistiu. Ao g1, o sobrinho de Carlinhos, Thiago Santiago, explicou que o tio não tinha nenhuma doença conhecida pela família e que a morte teria sido inesperada. "Ele teve uma parada cardíaca, ele morreu de infarto", disse ele. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp O velório acontece na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) desde às 21h ainda de sábado. A família divulgou que o enterro ocorre neste domingo (19), às 13h no São João Batista. A Aleac divulgou uma nota de pesar, assinada pelo presidente da mesa diretora, Nicolau Junior, lamentando a morte do ex-vereador. A Prefeitura de Rio Branco também manifestou pesar pela morte de Carlinhos. (Veja abaixo) Infarto, angina e arritmia cardíaca: saiba como se proteger das doenças do coração Nota de pesa Aleac "A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), em nome do presidente, deputado estadual Nicolau Júnior, manifesta profundo pesar pelo falecimento de Carlos Santiago de Melo, ocorrido neste sábado, 18. Ex-vereador de Rio Branco, Carlinhos Santiago, como era carinhosamente chamado, deixou sua marca na política acreana. Ele pertence a uma das famílias mais tradicionais da política do Estado, e assim como outros membros, construiu uma trajetória de respeito e compromisso com a sociedade. Nicolau Junior, presidente da Mesa Diretora Assembleia Legislativa do Acre (ALEAC)" Nota de pesar Prefeitura de Rio Branco "A Prefeitura de Rio Branco, vem a público manifestar profundo pesar pelo falecimento do ex-vereador Carlinhos Santiago, que faleceu neste sábado (18), aos 69 anos, em sua casa localizada no bairro Apolônio Sales, em Rio Branco. Ele estava prestes a completar 70 anos em novembro. Carlinhos fazia parte de uma das famílias mais influentes na política do Acre, os Santiago. Que Deus conforte a família neste momento de dor e sofrimento. Rio Branco, 18 de outubro de 2025. Tião Bocalom, prefeito de Rio Branco" Ex-presidente da Câmara de vereadores de Rio Branco morre após passar mal Reprodução VÍDEOS: g1

Palavras-chave: câmara municipal

Inpe abre votação popular para escolha do nome do novo supercomputador; veja opções

Publicado em: 19/10/2025 11:54

Supercomputador vai trazer nível de detalhe inédito na previsão do tempo no país Giaccomo Voccio/g1 O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) abriu nesta semana o período de votação para a escolha do nome do novo supercomputador, instalado em Cachoeira Paulista (SP). O novo supercomputador é responsável por gerar os alertas meteorológicos do país. A promessa é de um nível de precisão inédito: será possível saber, por exemplo, em quais regiões de um bairro vai chover e em que momento (saiba mais aqui). De acordo com o Inpe, a campanha lançada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), batizada de 'Um Nome Para o Futuro' traz quatro opções para que a população possa escolher. São eles: Jaci Arani Aracy Arandu A votação ocorre nos perfis oficiais do Inpe e do MCTI nas redes sociais, até 26 de outubro. Os nomes escolhidos têm origem em línguas de povos originários brasileiros e seguem o legado do Tupã, o antigo supercomputador. Veja abaixo o significado dos nomes: Jaci: Jaci é a deusa da lua e parceira de Tupã na mitologia tupi-guarani. O mito apresenta Tupã e Jaci como forças complementares - o dia e a noite, o masculino e o feminino - cuja união simboliza o equilíbrio e a harmonia necessários para a existência. Jaci representa a sabedoria, a renovação e a proteção da natureza, sendo uma entidade feminina associada ao ciclo da noite e às forças cósmicas, o que representa bem a missão científica do INPE. Arani: Em tupi, Arani é traduzido como “relâmpago”, remetendo a rapidez, energia e clareza. Se Tupã representa o trovão, Arani simboliza a luz que o acompanha, trazendo a ideia de continuidade e renovação. O nome associa força e velocidade (atributos essenciais de um supercomputador) e ainda valoriza a representatividade feminina. Aracy: Na tradição Tupi-Guarani, significa mãe do dia ou aurora. Simboliza renovação, clareza e a promessa de um novo começo. Assim como a aurora traz a luz após a escuridão, o supercomputador proporcionará conhecimento sem precedentes sobre clima, meteorologia e meio ambiente. Arandu: Em guarani, Arandu significa “sabedoria”. O termo resulta da junção de ára (“tempo, espaço, cosmos”) e andu (“sentir, ouvir”), remetendo à capacidade de compreender profundamente o tempo e o mundo. Representa o papel do supercomputador em transformar dados da atmosfera, do oceano e da Terra em conhecimento científico, ampliando a precisão de previsões e cenários climáticos. Supercomputador O novo supercomputador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) chegou ao Brasil no dia 20 de maio. O novo equipamento foi adquirido em 2024, com um investimento de R$ 200 milhões, e está em fase de testes no Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), em Cachoeira Paulista (SP). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp O supercomputador foi adquirido por meio de licitação em 2024 pela empresa HPE-Cray. O novo sistema será operado no Inpe para a realização de previsões numéricas de tempo, clima e ambientais. O instituto destaca que o novo sistema representará um salto significativo na capacidade de processamento de dados do Inpe, pois será possível aprimorar modelos numéricos de previsão do tempo e clima, desenvolver simulações ambientais mais detalhadas e reforçar o monitoramento de eventos extremos, como secas e tempestades. Novo supercomputador do Inpe, que deve fazer a previsão do tempo mais exata, chega ao Brasil Divulgação/Inpe O novo supercomputador do Brasil será o coração da previsão meteorológica no país. Mesmo em fase de testes, já funciona sem parar: 24 horas por dia, 7 dias por semana, recebendo informações e realizando mais de trilhões de cálculos por segundo. De acordo com o Inpe, além de beneficiar o trabalho do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e da Defesa Civil, que atua em casos de desastres naturais, o equipamento também vai ajudar os setores de energia e agricultura. Inpe começa a desmontar o supercomputador Supercomputador Tupã, do Inpe, será substituido pelo novo equipamento de R$ 25 milhões. Divulgação/Inpe Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Palavras-chave: tecnologia

Fim das chuvas? Paraná amanhece com sol e termômetros a menos de 5ºC; veja previsão do tempo

Publicado em: 19/10/2025 11:41

Foto ilustrativa RPC Ponta Grossa Após dias de chuva com temporais localizados, a maior parte do Paraná amanheceu com tempo seco neste domingo (19). O sol apareceu em diversas regiões, mas não foi suficiente para evitar baixas temperaturas no sul do estado; em Palmas, os termômetros chegaram a 4,7ºC, por exemplo. As informações são do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). Segundo o órgão, durante o dia, as máximas podem chegar a 19ºC em Palmas e a até 26ºC na faixa norte do estado, em cidades como Paranavaí, Londrina e Maringá. Veja a previsão do tempo por região mais abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ponta Grossa no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 A estimativa do Simepar é que, agora, o tempo permaneça estável em todo o estado ao longo deste domingo (19) e de toda semana. A exceção é o litoral, que pode registrar pancadas de chuva neste domingo. "O dia começou com predomínio de tempo estável no interior do Paraná, onde o Sol atua com variação de nuvens. Destaque vai para o sul e sudeste em função do frio no amanhecer. Os ventos sopram, em geral, com moderada intensidade na faixa central, nos Campos Gerais e no norte pioneiro durante o dia, enquanto no período da noite fica ventoso em boa parte do estado", destaca o órgão. Para segunda-feira (20), a previsão do órgão é que o tempo continue "firme" no interior, com Sol entre algumas nuvens e temperaturas agradáveis. "As temperaturas máximas seguem ao redor dos 25ºC, 26°C. No centro-sul e sudeste, nos municípios que fazem divisa com Santa Catarina, o amanhecer ainda será gelado, com valores abaixo dos 10°C, assim como na capital. Na faixa leste a nebulosidade permanece mais densa, com sensação de frio e chuviscos a qualquer hora do dia", ressalta. Os meteorologistas também explicam que de terça (21) a quinta (23) o Sol deve continuar predominando e as temperaturas devem continuar subindo gradativamente ao longo dos dias. A nebulosidade deve ficar mais variável na faixa leste, e nas praias ainda há possibilidade de chuviscos passageiros. 🥶Amanhecer gelado Temperaturas mínimas registradas no Paraná neste domingo (19) Reprodução/Simepar Veja, abaixo, quais cidades registraram temperaturas abaixo de 10ºC neste domingo (19), segundo o Simepar: Palmas: 4,7ºC Guarapuava: 7,6ºC União da Vitória: 7,8ºC Fazenda Rio Grande: 8,1ºC Clevelândia: 8,4ºC Pinhais: 8,6ºC Santa Maria do Oeste: 9,0ºC Pato Branco: 9,1ºC Pinhão: 9,2ºC Laranjeiras do Sul: 9,3ºC Curitiba: 9,6ºC Lapa: 9,7ºC Cascavel: 9,9ºC 🌤️Previsão do tempo Veja, abaixo, a previsão do tempo divulgada pelo Simepar neste domingo (19): Domingo, 19 de outubro Previsão do tempo do Simepar para domingo, 19 de outubro Reprodução/Simepar Segunda-feira, 20 de outubro Previsão do tempo do Simepar para segunda-feira, 20 de outubro Reprodução/Simepar Terça-feira, 21 de outubro Previsão do tempo do Simepar para terça-feira, 21 de outubro Reprodução/Simepar Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Paraná

Palavras-chave: tecnologia

Trump publica vídeo de IA em que usa coroa e despeja fezes sobre manifestantes

Publicado em: 19/10/2025 11:14

Trump publica vídeo de IA em que usa coroa e despeja fezes sobre manifestantes O presidente Donald Trump, dos EUA, publicou um vídeo feito por inteligência artificial em que pilota um avião militar e solta "bombas" do que parecem ser fezes sobre os manifestantes dos protestos "No Kings" ("Sem Reis"). O vídeo, que foi publicado na rede social Truth Social, mostra Trump usando uma coroa e pilotando um avião com os dizeres "King Trump" ("Rei Trump", em inglês) na lateral. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça FOTOS: máscaras, fantasias e cartazes marcam protestos contra Trump nos EUA e no mundo Foi a primeira reação de Trump aos protestos, que reuniram manifestantes de cidades dos EUA e também da Europa. Antes disso, o Partido Republicano já havia minimizado as manifestações como "protestos antiamericanos". O presidente dos EUA, Donald Trump, postou um vídeo feito com IA para ironizar os protestos contra ele que ocorreram no sábado (18) Reprodução/Truth Social Mobilizações em série Esta foi a terceira mobilização em massa desde a volta de Trump à Casa Branca, e ocorreu em meio a uma paralisação do governo que não só fechou serviços federais, mas também testa o equilíbrio de poderes. Os manifestantes lotaram a Times Square, em Nova York, e se reuniram aos milhares em parques de Boston, Atlanta e Chicago. Grandes atos também foram registrados em Washington e no centro de Los Angeles. Houve bandas marciais, enormes faixas com o preâmbulo “We, the people” ("Nós, o povo") da Constituição dos EUA e manifestantes com fantasias. Organizadores dos protestos alertam que a forma com que o Executivo agressivo confronta o Congresso e os tribunais é um deslize rumo ao autoritarismo. Times Square, em Nova York, durante o protesto 'No Kings' deste sábado (19) Olga Fedorova/AP Photo A paralisação do governo americano, conhecida como shutdown, ocorreu após o Congresso não conseguir aprovar um projeto orçamentário para estender o financiamento federal. Com o governo impedido de gastar, milhares de servidores públicos foram colocados em licença, enquanto outros, que trabalham em serviços essenciais, podem ter os salários suspensos. Em Washington, o veterano da Guerra do Iraque Shawn Howard disse à agência de notícias Associated Press que nunca tinha participado de um protesto, mas se sentiu motivado a comparecer por ver o que considera o “desrespeito à lei” da administração Trump. Segundo ele, detenções migratórias sem devido processo e uso de tropas em cidades americanas são atitudes “antiamericanas” e sinais alarmantes de erosão da democracia.

Palavras-chave: inteligência artificial

Chocolate sem leite e glúten? fábrica aposta na inovação e cria sabor inclusivo em RO

Publicado em: 19/10/2025 11:07

Chocolate sem leite e glúten em RO Reprodução/acervo pessoal Uma fábrica de chocolate em Ouro Preto do Oeste (RO) decidiu unir inovação, sustentabilidade e inclusão alimentar para criar uma nova forma de fazer chocolate: sem leite e sem glúten. O processo desenvolvido pela chocolateira Jhanne Franco pode até parecer algo de outro mundo, mas ela garante que o sabor é tão bom ou até melhor que o tradicional. De acordo com Jhanne, ao contrário do que muita gente pensa, não é preciso usar leite para fazer um bom chocolate, apenas cacau e açúcar bastam para alcançar um sabor intenso. O processo de fabricação segue padrões rigorosos de pureza, e nenhum ingrediente com leite ou glúten entra na fábrica. “O chocolate é gostoso, saudável e sustentável. As pessoas têm um certo receio, mas quando provam se surpreendem". O segredo do sabor está na origem: o cacau rondoniense, cultivado por produtores locais. Ao g1, Jhanne conta que faz questão de valorizar o que é daqui. “Tudo o que posso comprar aqui dentro, eu compro direto dos produtores. Só recorro a outros estados quando realmente não há produção local.” O início de tudo Chocolate sem leite e glúten em RO Amanda Oliveira/g1 A fábrica nasceu quando Jhanne descobriu que sua afilhada era alérgica a leite e glúten. Em um gesto de carinho, decidiu criar um chocolate de alta qualidade que pudesse ser consumido por pessoas com as mesmas restrições. Mas o caminho até aqui não foi doce o tempo todo. Jhanne precisou investir em equipamentos, tecnologia e conhecimento para se destacar no mercado. “Eu não tinha público nem recursos. Comecei com equipamentos pequenos, produção pequena e fui reinvestindo tudo que entrava.” Segundo Jhanne, o setor de cacau fino ainda era novo em Rondônia, o que tornava tudo mais desafiador. Mas com o tempo, o estado começou a ganhar reconhecimento nacional e sua trajetória se misturou com a do próprio desenvolvimento da cacauicultura regional. “Quase ninguém falava do cacau daqui. Hoje nossos produtores estão ganhando prêmios e mostrando que Rondônia pode não ser o maior, mas pode ser o melhor. Nós crescemos juntos.” Chocolate sem leite e glúten em RO Reprodução/acervo pessoal Veja os vídeos que estão em alta no g1

Palavras-chave: tecnologia

Geração Z está derrubando governos — mas protestos nas redes sociais geram mudanças duradouras?

Publicado em: 19/10/2025 10:38

Protestos recentes no Nepal escalaram para atos violentos, deixando ao menos 70 pessoas mortas; primeiro-ministro renunciou ao cargo. Prabin Ranabhat / AFP via Getty Images O coronel Michael Randrianirina foi empossado como novo presidente de Madagascar na sexta-feira (17/10), dias após um golpe militar no país. Ele trocou o uniforme de combate por um terno e agradeceu aos jovens que foram às ruas durante semanas de protestos que levaram o presidente Andry Rajoelina a fugir do país e resultaram em seu impeachment. De Madagascar ao Marrocos, do Paraguai ao Peru, protestos liderados por jovens estão se espalhando pelo mundo, enquanto a Geração Z — pessoas nascidas entre 1995 e 2010 — demonstra sua frustração com governos e exige mudanças. Além da juventude dos participantes, esses movimentos têm em comum a forma como são organizados e impulsionados: pelas redes sociais. Mas especialistas alertam que esse mesmo fator pode ser a causa do seu enfraquecimento. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Em Madagascar, manifestações contra falta de energia e água derrubaram o governo. Uma unidade militar de elite afirmou na terça-feira (14/10) ter assumido o poder, destituindo o então presidente, após parlamentares votarem por seu impeachment. No Nepal, protestos contra corrupção e nepotismo levaram o primeiro-ministro a renunciar o cargo. No Quênia, a Geração Z foi para as ruas e para as redes sociais exigir responsabilização e reformas no governo. No Peru, uma multidão de jovens marchou até ao Congresso, ao lado de motoristas de ônibus e táxi, para demonstrar sua revolta diante dos escândalos de corrupção e aumento da insegurança. Em meio aos protestos, o Congresso peruano aprovou por unanimidade, no último dia 10, o afastamento da presidente Dina Boluarte do cargo. José Jerí, que liderava o Parlamento, assumiu interinamente a presidência, mas os protestos persistem e agora pedem sua renúncia. Na Indonésia, trabalhadores informais protestam contra os cortes em programas sociais. E no Marrocos, a população testemunha a maior manifestação antigoverno dos últimos anos. Manifestantes exigem melhorias na saúde e educação e criticam os bilhões gastos na construção de estádios para a Copa do Mundo. A Geração Z lidera manifestações antigoverno no Marrocos, pedindo por mais investimento em saúde e educação. Abu Adem Muhammed / Anadolu via Getty Images Em todas essas manifestações, as redes sociais têm desempenhado um papel fundamental, servindo de plataforma para compartilhar histórias, construir solidariedade, coordenar táticas e promover a troca de experiências com jovens de outros países. Mas, segundo Janjira Sombatpoonsiri, do Instituto Alemão de Estudos Globais e Regionais, esses protestos são apenas os mais recentes de "uma onda de 15 anos de manifestações lideradas por jovens e moldadas pela conectividade digital". Essa onda inclui a Primeira Árabe (2010-2011), o movimento Occupy Wall Street (2011-2012), o Movimento Indignados, contra a austeridade na Espanha (2011), além de protestos pró-democracia na Tailândia (2020-2021), Sri Lanka (2022) e Bangladesh (2024). 'Corrupção se torna visível' Steven Feldstein, pesquisador sênior do centro de estudos norte-americanos Carnegie Endowment for International Peace, traça a origem desse fenômeno a um período ainda anterior — durante a Segunda Revolução do Poder Popular, nas Filipinas, em 2001, quando as mensagens de texto por SMS tiveram papel central. "Jovens utilizando tecnologia para impulsionar movimentos de massa não é novidade", disse. A diferença agora está no nível de sofisticação da tecnologia, com uso generalizado de celulares, redes sociais, aplicativos de mensagem e, mais recentemente, inteligência artificial, o que facilitou a mobilização de pessoas. Jovens no Sri Lanka entraram em confronto com a polícia durante protestos em 2022. Akila Jayawardana / NurPhoto via Getty Images "Foi com isso que eles [Geração Z] cresceram e é essa a forma que eles se comunicam", destaca Feldstein. "Essa forma de organização é uma manifestação natural disso." Hoje, imagens e publicações circulam cada vez mais longe e mais rápido, ampliando tanto a indignação quanto a solidariedade das pessoas. Athena Charanne Presto, socióloga da Universidade Nacional da Austrália, afirma que as redes sociais "transformaram algo que poderia parecer apenas um post sobre estilo de vida em política e, em muitos casos, mobilizações". "A corrupção parece algo abstrato quando é mencionada em relatórios ou processos judiciais, mas quando as pessoas a veem em seus celulares, na forma de mansões, carros esportivos, bolsas de luxo, a corrupção se torna algo concreto", destaca a socióloga. "A distância entre o privilégio da elite e as dificuldades do dia a dia se torna um insulto pessoal, em que a ideia abstrata de corrupção se desintegra em pedaços palpáveis." Foi isso que aconteceu em setembro no Nepal, onde protestos se desencadearam após o filho de um político postar uma foto no Instagram posando ao lado de uma árvore de Natal feita de caixas de marcas de luxo. A situação também foi semelhante nas Filipinas. "Assim como no Nepal, isso repercutiu entre os jovens filipinos porque eles visualizaram algo que já sabiam: que as elites políticas vivem com excesso", disse Presto. "E no caso das Filipinas, esses excessos estão diretamente ligados ao fato de que os políticos estão desviando dinheiro de projetos de controle de enchentes, que atingem cada vez mais os filipinos." Manifestantes tailandeses adotaram a tática 'seja como a água' de Hong Kong, mudando locais de manifestações de última hora, via Telegram, para enganar a polícia. Getty Images via BBC As redes sociais também tornaram possível a troca de táticas de protesto entre manifestantes em diferentes países. A hashtag #MilkTeAlliance, uma rede pan-asiática pró-democracia que surgiu a partir dos protestos de Hong Kong em 2019, tornou-se um ponto de encontro para ativistas em Mianmar, Tailândia e outros países. Manifestantes tailandeses, por exemplo, adotaram a abordagem "seja como a água" usada em Hong Kong, anunciando protestos para, de última hora, mudar o local por meio de canais do Telegram, frustrando os bloqueios policiais. "Essa tática ajudou os cidadãos a escapar da vigilância e de prisões", afirma Sombatpoonsiri. Uma faca de dois gumes À medida que a dissidência online se espalha, muitos regimes autoritários respondem com censura e força. Mas especialistas alertam que tais repressões muitas vezes têm o efeito contrário ao esperado, desencadeando manifestações ainda maiores, principalmente quando imagens de violência do Estado são transmitidas ao vivo, inflamando a indignação pública. O episódio em Bangladesh, em 2021, é um exemplo claro: o governo de Awami League bloqueou a internet, prendeu dissidentes com base na Lei de Segurança Digital e usou munições reais para atirar contra estudantes ativistas. Mas uma imagem, do estudante Abu Sayed, morto a tiros pela polícia, o tornou um mártir e fez com que mais pessoas saíssem às ruas para protestar. Bangladesh viu uma nova onda de protestos após morte de estudante pela polícia. Getty Images via BBC Padrões semelhantes se repetiram no Sri Lanka, na Indonésia e no Nepal, onde a morte de manifestantes alimentou ainda mais a indignação das pessoas, endureceu as reivindicações e, em alguns casos, derrubou governos. No entanto, embora as redes sociais fortaleçam protestos, elas também os tornam mais suscetíveis à fragmentação e repressão. A organização desses movimentos sem um líder fixo oferece "flexibilidade e uma sensação de igualdade", afirma Sombatpoonsiri, mas também pode deixar os grupos mais vulneráveis a infiltrações, violência ou mudanças de agenda. Um manifestante antigoverno durante comício pedindo a revogação da Seção 112 do Código Penal tailandês, que criminaliza insultos ao monarca. Getty Images via BBC Na Tailândia, uma monarquia, debates online fragmentaram o movimento pró-democracia depois que hashtags como #RepublicofThailand (República da Tailândia, em português) e publicações com símbolos comunistas afastaram possíveis aliados. Já no Nepal e em Bangladesh, manifestações pouco coordenadas acabaram em violência. Enquanto isso, pesquisas indicam que os regimes estão usando ferramentas digitais contra ativistas. "Desde a Primavera Árabe, os governos implementaram um sistema de vigilância com uso de inteligência artificial, censura mais rígida e leis repressivas, forçando os ativistas a atuar sob risco constante", disse Sombatpoonsiri. A Primavera Árabe envolveu revoltas no Oriente Médio e no norte da África. Getty Images via BBC Especialistas também debatem o impacto a longo prazo dos protestos organizados pelas redes sociais. Um estudo da Universidade de Harvard de 2020 sugere que, nos anos de 1980 e 1990, 65% das campanhas não violentas foram bem-sucedidas, mas entre 2010 e 2019, esse índice caiu para 34%. "Mesmo quando os movimentos de massa conseguem provocar mudanças em governos ou regimes, transformações de longo prazo estão longe de serem garantidas", afirma Sombatpoonsiri. "Protestos podem evoluir para guerras civis, como aconteceu na Síria, Mianmar e no Iêmen, levando facções rivais a disputar o poder, ou autocratas podem retornar e consolidar sua influência, como no Egito, Tunísia e na Sérvia, já que as reformas falharam em desmontar a infraestrutura enraizada nos regimes anteriores." Além das hashtags Estratégias híbridas, que combinam abordagens online e offline, são essenciais para promover mudanças reais. AFP via BBC "Por natureza, [as redes sociais] não foram feitas para promover mudanças de longo prazo. Você depende de algoritmos, indignação e hashtags para manter o movimento de pé", afirma Feldstein. "A mudança exige que as pessoas encontrem uma forma de transformar um movimento online disperso em algo com visão de longo prazo, com vínculos que sejam tanto físicos quanto online." Os especialistas também enfatizam a necessidade de "estratégias híbridas". "Essas estratégias deveriam combinar ativismo online com tradicionais formas de protesto, como greves e comícios. Igualmente importantes são alianças amplas que fortaleçam a colaboração entre sociedade civil, partidos políticos, atores institucionais e movimentos baseados na internet." Protestos da Geração Z contra o governo do Peru têm confronto com a polícia e feridos Geração 'Z': jovens buscam equilíbrio entre vida profissional e pessoal

Jovem empresário morre após carro capotar em Goiânia

Publicado em: 19/10/2025 09:12

Motorista morre após carro capotar na GO-462 O jovem empresário Victor Hugo Napoleão Silva, de 22 anos, morreu após o carro capotar na GO-462, na altura do Setor Orlando de Morais, em Goiânia. O veículo seguia no sentido de Santo Antônio de Goiás, local onde a vítima morava. Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu na madrugada de sábado (18). Ao g1, a Polícia Civil de Goiás (PC-GO) informou que o carro da vítima colidiu com o retrovisor de outro veículo, momento em que perdeu o controle e capotou na pista. Victor foi encontrado pelos bombeiros com traumatismo craniano grave e teve a morte confirmada no local. A polícia destacou que as perícias necessárias para apurar o caso foram solicitadas. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Ainda de acordo com a corporação, o motorista do outro carro realizou um teste de bafômetro, que deu negativo, e permaneceu no local até a chegada da Polícia Militar de Goiás (PM-GO). Comoção Victor Hugo Napoleão Silva, de 22 anos, morreu após o carro capotar na GO-462, em Goiânia Reprodução/Instagram de Victor Hugo Napoleão Silva Em entrevista ao O Popular, uma familiar, que preferiu não se identificar, contou que o jovem estava voltando para casa após uma festa no momento do acidente. Ele era proprietário de uma sanduicheria e de uma loja de roupas na cidade. "Um amor de pessoa, muito carinhoso, respeitoso, educado com todo mundo", disse. LEIA TAMBÉM: Adolescente morre durante passeio em comemoração ao Dia das Crianças Pai, mãe e quatro filhos estão entre os mortos em acidente com caminhão, carros e moto na BR-153, diz PRF Cinco crianças e dois adultos morrem após carro cair de ponte em Goiás, dizem bombeiros A morte do empresário causou comoção em Santo Antônio de Goiás. Em nota, a prefeitura da cidade manifestou pesar pelo ocorrido. “Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares e amigos, expressando nossas mais sinceras condolências e desejando força para enfrentarem essa irreparável perda”, destacou a gestão. Nos comentários, familiares e amigos se despediram de Victor, que foi descrito como “um menino de bom coração”. “Coração e energia boa que ele tem, é até difícil de acreditar. Que Deus te receba de braços abertos 😢🖤”, escreveu um amigo. A Câmara Municipal de Santo Antônio de Goiás também lamentou a morte de Victor, que era filho de um servidor público da casa. O presidente Gabriel Machado decretou luto oficial de sete dias. “Que as boas lembranças e o amor de Victor Hugo permaneçam vivos na memória e no coração de todos que o conheceram”, destacou o texto. O corpo da vítima deve ser sepultado neste domingo (19), na cidade de Nova Veneza, às 11h. Jovem morre após acidente de trânsito, em Goiânia Reprodução/TV Anhanguera e Instagram de Victor Hugo 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Palavras-chave: câmara municipal

Plataforma reúne bens culturais do Amapá reconhecidos como patrimônio imaterial

Publicado em: 19/10/2025 09:01

Pesquisa nacional aponta que marabaixo e technobrega são práticas culturais predominantes O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) lançou neste mês a plataforma Bem Brasileiro, que reúne mais de 2 mil manifestações culturais reconhecidas como Patrimônio Cultural do Brasil. O site destaca tradições do Amapá, como o Marabaixo, a Arte Kusiwa e os ofícios das parteiras, reforçando a diversidade e a ancestralidade do povo amapaense. O lançamento marca os 25 anos da política nacional de preservação do patrimônio imaterial, criada pelo Decreto nº 3.551, de 2000. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Segundo Michel Flores, superintendente do Iphan no Amapá, a nova plataforma representa um avanço na valorização do patrimônio cultural. Clique aqui para acessar a plataforma “A plataforma amplia o acesso às informações e reforça o compromisso do Iphan com a preservação e publicização das nossas tradições (...)", afirmou. Desenvolvido em parceria com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e a Universidade de Brasília (UnB), o Bem Brasileiro funciona como um acervo virtual. O site permite consultas públicas e gratuitas sobre tradições e saberes reconhecidos como patrimônio cultural pelo Iphan. LEIA TAMBÉM: Amazônia abriga atualmente 55 milhões de árvores gigantes, revela pesquisa; Roraima e Amapá lideram concentração Exposição apresenta obras de arte sacra do artista Carlos Cantuária, em Macapá Como funciona A plataforma oferece filtros de busca por estado, data de registro, tema ou tipo de arquivo. Os bens imateriais são registrados em quatro livros: Saberes, Celebrações, Formas de Expressão e Lugares. Já os bens materiais são inscritos nos chamados Livros do Tombo, origem do termo “tombamento”. O sistema também permite cruzar informações entre bens com características semelhantes. Uma busca por “Marabaixo”, por exemplo, pode levar a registros como a Arte Kusiwa ou o Ofício das Parteiras Tradicionais, também presentes no Amapá. Além disso, o site lista mestres, grupos culturais e instituições que atuam na preservação do patrimônio imaterial em todo o país, com informações de contato. “A salvaguarda do patrimônio imaterial é responsabilidade de todos: poder público e sociedade civil”, afirma Deyvesson Gusmão, diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan. Conexão com os ODS Cada bem registrado na plataforma é associado a metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). A proposta é mostrar que preservar tradições culturais pode ajudar a enfrentar desafios sociais, econômicos e ambientais do país. Encontro de Bandeiras do marabaixo Isadora Pereira/g1 Arte Kusiwa, no Amapá Iphan/Divulgação Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

Palavras-chave: tecnologia

Patch de outubro do Windows 11 torna ferramenta de recuperação inutilizável

Publicado em: 19/10/2025 08:32 Fonte: Tudocelular

Principal (e atualmente único) sistema operacional com suporte válido para usuários domésticos, o Windows 11 tem recebido atualizações constantes que buscam estimular clientes a migrar para a solução mais recente, incluindo a entrega de funcionalidades de IA no Paint, planos para maior interação com voz e mais. No entanto, nem todo update liberado pela Microsoft se mostra eficiente em agradar ou facilitar a vida dos usuários e o mais recente exemplo vem da atualização de outubro do Windows 11 (KB5066835), identificado pelos builds Builds 26200.6899 e 26100.6899, que conseguiu danificar uma das partes mais vitais do sistema: a área de recuperação.O problema, que já foi oficialmente reconhecido pela Microsoft basicamente faz com que periféricos que usam USB não sejam reconhecidos no WinRE (Windows Recovery Environment ou Ambiente de Recuperação do Windows em português), o que faz virtualmente impossível interagir com o sistema de recuperação.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows