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Mais da metade dos vereadores de Manaquiri tem mandatos cassados por fraude à cota de gênero

Publicado em: 27/01/2026 19:59

Sede do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) g1 AM O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) manteve, por maioria, a decisão que cassou os mandatos de mais da metade dos vereadores do município de Manaquiri, no Amazonas, por fraude à cota de gênero nas eleições de 2024. A decisão foi publicada na segunda-feira (26). O município amazonense conta com onze vereadores. A decisão atinge seis deles, eleitos pelo PSD e pelo PL, depois que a Justiça Eleitoral reconheceu que os partidos registraram candidaturas femininas fictícias, apenas para cumprir o mínimo de 30% exigido pela legislação. Segundo o Tribunal, essas candidatas não fizeram campanha, tiveram votação irrisória, prestação de contas inconsistente e nenhuma movimentação real nas redes sociais, o que caracterizou as chamadas “candidaturas laranjas”. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Com isso, os votos dos dois partidos foram anulados e a Justiça Eleitoral vai refazer o cálculo das vagas da Câmara Municipal. Os vereadores afetados são: Bruno da Nonata (PSD) Janderli Carvalho (PSD) Érica Carvalho (PSD) João Moura (PL) Gesse Ventura (PL) Valdemar Bandeira (PL) Segundo o TRE-AM, ainda cabe recurso da defesa dos vereadores cassados e pedido de efeito suspensivo na esfera estadual. A Rede Amazônica tentou contato com o presidente da Câmara, Valdemar Bandeira, mas ele desligou o telefone após a equipe de reportagem se identificar. O g1 tenta contato com os representantes dos partidos. Justiça dá cinco dias para comandante da PMAM se defender em ação sobre interferência nas eleições em Parintins Veja os vídeos que estão em alta no g1

Palavras-chave: câmara municipal

'Dentro da legalidade', diz Raquel Lyra após denúncia sobre monitoramento de secretário do Recife pela polícia

Publicado em: 27/01/2026 19:50

Raquel Lyra fala sobre denúncia de monitoramento ilegal de secretário do Recife A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), falou, nesta terça-feira (27), sobre a denúncia de que a Polícia Civil monitorou, de forma supostamente ilegal, o chefe de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Queiroz Monteiro. Segundo a gestora, tudo foi feito conforme a lei (veja vídeo acima). "A polícia recebeu uma denúncia grave de corrupção, fez o seu papel de investigação dentro da legalidade, como sempre", declarou. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Raquel Lyra deu a declaração após ser questionada sobre o assunto durante um evento no museu Cais do Sertão, no Bairro do Recife, para a gravação de um videocast sobre direitos femininos. O vídeo com a fala foi publicada pelo perfil da governadora no Instagram. "Nós somos um estado, somos um governo que respeita as leis e sempre busca trabalhar para garantir transparência, isonomia. Agora, ninguém está acima da lei também. A gente precisa, claro, sempre, combater a corrupção. E foi isso o trabalho que a Polícia Civil fez", afirmou. A fala da governadora foi registrada um dia após o prefeito do Recife, João Campos (PSB), se pronunciar sobre o caso nas redes sociais. Em vídeo publicado no Instagram, ele disse que o monitoramento foi "imoral" e afirmou que vai acionar a Justiça para responsabilizar os envolvidos. Conforme a denúncia, veiculada no fim de semana, um carro funcional utilizado pelo secretário foi vigiado por policiais civis entre agosto e outubro de 2025 e chegou a ter um rastreador instalado pelos agentes. O irmão de Gustavo, Eduardo Monteiro, também teria sido monitorado. Na segunda-feira (26), o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, confirmou o monitoramento e disse que a investigação foi realizada para apurar uma denúncia anônima sobre recebimento de propina envolvendo o veículo oficial usado pelo secretário. Ele disse, ainda, que a investigação preliminar não resultou na instauração de inquérito policial, já que nenhum ato ilícito foi identificado (saiba mais abaixo). Além disso, membros da Polícia Civil, incluindo agentes e delegados, formaram um grupo no WhatsApp no qual compartilhavam informações sobre a rotina do secretário. A existência do grupo, intitulado "Nova Missão", também foi confirmada pela Secretaria de Defesa Social (SDS). O caso levantou o debate sobre a extensão da atuação da polícia antes de abrir um inquérito formal. Especialistas ouvidos pelo g1 divergem sobre o alcance desse tipo de procedimento, especialmente no uso de tecnologias de rastreamento, como "tags" de geolocalização. Governadora Raquel Lyra (PSD) falou sobre suposto monitoramento ilegal do chefe de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Queiroz Monteiro Montagem/g1 Denúncia anônima Em coletiva de imprensa na segunda-feira (26), o secretário Alessandro Carvalho disse que deu a ordem para iniciar a investigação, depois que chegou à SDS um documento com imagens do secretário e de seu irmão, além de uma foto do carro num estacionamento. No documento, Gustavo Monteiro é referido como o "'braço direito do prefeito', amigo de faculdade e responsável pela arrecadação e distribuição dos recursos financeiros" e como alguém que "coordena toda a operação de arrecadação [de propina], e coloca seus irmãos para executar". Já o irmão, Eduardo Monteiro, seria ligado ao gabinete do prefeito, "conhecido e temido por todos os fornecedores" e "faz a operação acontecer em todas as secretarias com a cobrança da propina" para "arrecadar o dinheiro e até com manipulação em licitações para beneficiar as empresas que melhor podem arrecadar". Na denúncia anônima, é dito que Eduardo Monteiro receberia pagamentos em dinheiro, em estacionamentos de shoppings, com valores de 4% a 5% de "faturamentos mensais" de fornecedores da prefeitura. O pai dos dois, Henrique Monteiro, também é citado, como alguém conhecido "na Secretaria de Saúde com mesma finalidade" e que "já operou na Secretaria de Cultura do Recife". A denúncia também diz que exceções à suposta cobrança de propina seriam empresas de Romero Jatobá, pai do vereador Romerinho Jatobá (PSB), presidente da Câmara Municipal, que seriam "beneficiadas com manipulação desde a licitação até a contratação dos empregados". Segundo a Polícia Civil, o conteúdo da operação "Nova Missão" foi vazado supostamente por um policial investigado por outro crime. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Palavras-chave: câmara municipaltecnologia

'Laranjas' que emprestavam nomes para esquema de adulteração em postos de combustíveis no PR ganhavam 'mesada' de R$ 1,5 mil

Publicado em: 27/01/2026 19:32

De 50 postos analisados em Curitiba e Região, 44 abasteciam menos do que o indicado na nota fiscal, aponta laudo da Polícia Federal TV Sergipe/Reprodução As investigações da Polícia Federal (PF) sobre um esquema de adulteração em postos de combustíveis em Curitiba e na Região Metropolitana revelaram que os criminosos abriam negócios usando os nomes de outras pessoas, que recebiam uma espécie de "mesada" de cerca de R$ 1,5 mil. O relatório final da investigação, ao qual a RPC teve acesso, aponta que os "laranjas" eram pessoas de renda baixa ou que trabalhavam informalmente. Eles emprestavam os dados para abertura de empresas, que eram usadas como fachada para lavagem de dinheiro da organização criminosa. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Apesar de os postos estarem em nome de terceiros, as investigações apontaram que a operação era controlada por um grupo autointitulado "diretoria", formado por Rafael Renard Gineste, Thiago Ramos, Gerson Lemes, Felipe Jacobs, Renato Gineste, Rodrigo Gineste e Italo Belon Neto. Leia abaixo o que diz a defesa de cada um deles. Ao longo das investigações, a PF analisou 50 postos de combustíveis. As investigações apontaram que o esquema acontecia de duas formas: fornecendo menos combustível do que o indicado na bomba ou aumentando a quantidade de etanol adicionado à gasolina. Em outubro de 2025, quando a operação foi deflagrada, o g1 divulgou a lista com os nomes dos postos investigados. Desde então, muitos desses postos foram vendidos para outros donos, que não são alvos da PF. Por esse motivo, a lista não consta nesta reportagem. Apesar de os postos estarem em nome de terceiros, as investigações apontaram que a operação era controlada por um grupo autointitulado "diretoria" Reprodução/RPC Conforme a Polícia Federal, os investigados gerenciavam lucros, adulteração e fraudes por meio de um grupo de WhatsApp. A contabilidade do esquema era registrada em planilhas que apontavam o lucro de cada posto, assim como a distribuição do valor entre os integrantes. Um deles chegou a lucrar quase R$ 249 mil em um mês. Segundo o relatório da Polícia Federal, entre as evidências da lavagem de dinheiro, está a "quantidade colossal" de depósitos fracionados em dinheiro que os postos começaram a registrar logo depois de serem adquiridos pelo grupo criminoso, com um volume em média 187% maior, conforme a investigação. "Enquanto os postos fora do controle do grupo tiveram uma média mensal de depósitos no valor de R$ 95,6 mil por posto, aqueles sob controle dos investigados perfizeram o valor médio de R$ 276,3 mil", detalha o relatório. LEIA TAMBÉM: Redução: Após Petrobrás baixar preço de gasolina em R$ 0,14, distribuidoras reduziram valores em apenas R$ 0,05 no Paraná, diz sindicato do setor Ciência: Mais de 2,6 mil fósseis mais antigos que os dinossauros são descobertos durante obras de torres de alta tensão Feminicídio: Mulher é morta a tiros pelo marido no meio da rua em Curitiba Estelionato e crime contra a ordem econômica A PF indiciou os sete homens apontados como chefes da "diretoria", além de Gustavo Ardenghi, descrito como "uma peça fundamental na estrutura de ocultação de patrimônio e suporte jurídico do esquema", mas investigado apenas no esquema de fraude a combustíveis. A Polícia Federal considerou os crimes de estelionato – por usar artifício para induzir o consumidor ao erro e obter vantagem ilícita – e por crime contra a ordem econômica – pela aquisição e revenda de combustíveis em desacordo com as normas legais. Agora, o inquérito será encaminhado para o Ministério Público Federal, que analisa o relatório e decide se apresenta, ou não, denúncia à Justiça. Somadas, as penas podem chegar a 40 anos de reclusão para cada um deles. Sete deles já são réus por lavagem de dinheiro e organização criminosa por uma ação penal decorrente da mesma operação. Rodrigo e Renato também respondem por obstrução da Justiça. Thiago, Gerson, Ítalo e Rafael estão presos. Felipe, Renato e Rodrigo são considerados foragidos. O que dizem os citados? A defesa de Gerson Lemes e Thiago Augusto de Carvalho Ramos afirmou que os fatos narrados no inquérito não demonstram a prática de qualquer crime e que confia que a análise técnica vai afastar qualquer acusação. Os advogados de Rafael Gineste negaram envolvimento dele nos crimes e dizem que, no curso do processo, poderá ser demonstrada a improcedência das acusações. O advogado de Renato Gineste, Rodrigo Gineste e Felipe Renan Jacobs informaram que, durante o andamento do processo, os três terão a oportunidade de demonstrar a regularidade das operações. A defesa de Gustavo Ardenghi afirmou que o empresário não tem envolvimento com os crimes e que está à disposição para colaborar com as investigações. A defesa de Italo Belon Neto não respondeu até a última atualização desta reportagem. Gasolina a menos e qualidade inferior Laudo da Polícia Federal detalha resultados das amostras dos combustíveis Durante as investigações, agentes da Polícia Federal coletaram, disfarçados, as amostras de gasolina comum para a investigação. Em 46 deles a perícia comprovou algum tipo de irregularidade. Deles, 28 postos eram administrados pelo grupo criminoso. As coletas aconteceram entre os dias 26 de maio e 6 de junho de 2025. Segundo o laudo da perícia ao qual a RPC teve acesso, apenas seis das 50 amostras coletadas apresentaram a quantidade correspondente ao que estava descrito na nota fiscal fornecida pelos postos. Nos outros 44 casos, os postos forneceram menos combustível do que o indicado na bomba, com diferenças que variaram de 1% até 8,1% a menos do que o pago pelo consumidor. O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) determina que a variação aceitável entre o volume real e o informado é de até 0,5% para mais ou para menos. Aparência dos combustíveis coletados também foi analisada Reprodução/RPC A perícia também analisou se o aspecto, o teor de etanol e a massa específica estavam dentro das especificações de qualidade determinadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A análise apontou que 28 das 50 amostras apresentaram qualidade inferior à exigida. Na análise da aparência, uma amostra foi reprovada, porque não apresentou aspecto límpido, homogêneo e isento de impurezas. Em relação ao teor do etanol adicionado à gasolina, 28 amostras apresentaram valores acima do permitido. Nesta avaliação, as amostras reprovadas tinham de 35% a 79% de álcool misturado à gasolina – na época da coleta das amostras, a quantidade máxima de etanol adicionado permitida era de 27%, com margem de variação aceitável de até 2% para mais ou para menos. Conforme as investigações, a adulteração dos sistemas acontecia, inclusive, por meio de um aplicativo, diretamente no celular. A prática, conforme a Polícia Federal, além de configurar crime, causa danos diretos aos veículos dos consumidores e aumenta artificialmente o lucro dos criminosos. A polícia decidiu não indiciar os responsáveis por seis dos postos que apresentaram inconformidades na época. Segundo o relatório, apesar de terem apresentado inconformidades relacionadas à volumetria do combustível, a Polícia Federal não identificou outros elementos que permitam concluir a intenção de estelionato por parte dos responsáveis. As irregularidades em todos os postos serão apuradas em um procedimento administrativo pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ligação com o crime organizado Postos de combustíveis eram usados para lavagem de dinheiro RPC A investigação demonstrou que a fraude nos postos era a base de um esquema bilionário de lavagem de dinheiro do crime organizado. Os lucros obtidos enganando o consumidor eram injetados em uma estrutura financeira que movimentou bilhões de reais, utilizando empresas de fachada e "laranjas" profissionais para ocultar a origem ilícita dos recursos. De acordo com a PF, as investigações tiveram início em 2023, quando um homem condenado por tráfico internacional e a esposa passaram a ostentar bens de luxo em um condomínio de alto padrão em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O casal tinha mais de R$ 34 milhões sem origem lícita comprovada aplicados em imóveis, veículos, barcos e outros artigos de luxo. Durante as apurações, os agentes descobriram que eles se associaram a integrantes de uma empresa de produtos químicos e de uma distribuidora de petróleo com sede administrativa em Pinhais e sede operacional em Paulínia (SP). Utilizando a empresa, os investigados compraram insumos como nafta e metanol, usados em misturas ilegais de combustíveis. Em 2019, criaram uma distribuidora de petróleo que entre 2020 e 2023 declarou faturamento de mais de R$ 7 bilhões. Segundo a PF, a companhia foi criada e funcionou com recursos ilícitos. A investigação apontou que essa distribuidora estava ligada a pessoas citadas em esquemas de fraude de combustíveis em São Paulo e no Rio de Janeiro, inclusive com conexões com facções criminosas. A PF explicou que a lavagem de dinheiro seguia três etapas: colocação, dissimulação e integração. Colocação: o dinheiro ilegal entrava na economia formal por depósitos em espécie, muitas vezes fracionados em pequenas transações, além de transferências feitas por empresas de fachada registradas em nome de laranjas. Dissimulação: os valores circulavam entre diferentes empresas do grupo, com simulações de operações e fraudes fiscais. Integração: os recursos voltavam ao mercado como se fossem legais, registrados em contabilidade fraudulenta da distribuidora. Ao todo, foram identificados R$ 594 milhões em depósitos em espécie sem origem comprovada. Parte do dinheiro foi disfarçada como "adiantamento de clientes" ou movimentada por postos e lojas de conveniência. Os valores eram transportados em carros-fortes de empresas de pagamento também controladas pelo grupo. Além disso: R$ 148 milhões entraram diretamente nas contas da distribuidora; R$ 203 milhões foram depositados nas contas de postos e conveniências; R$ 163 milhões foram para uma instituição de pagamentos do próprio grupo, usada como "barreira" para ocultar a origem; R$ 80 milhões foram distribuídos em contas de 13 operadoras financeiras; R$ 482 milhões vieram de empresas de fachada ligadas a São Paulo. Mais de 120 empresas suspeitas ainda transferiram cerca de R$ 1,4 bilhão sem qualquer justificativa. No total, os investigadores estimam que mais de R$ 20 bilhões tenham circulado entre 2019 e 2025 em empresas sem declarações fiscais correspondentes. Operação mira 46 postos de Curitiba por lavagem de dinheiro e adulteração de combustíveis VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

Palavras-chave: tecnologia

Paraíba registra quase 650 colisões de veículos contra postes em 2025; veja os municípios com mais ocorrências

Publicado em: 27/01/2026 19:30

Poste ficou pendurado após colisão com carro na principal dos Bancários, em João Pessoa Walter Paparazzo/G1 A Paraíba registrou 648 colisões de veículos contra postes ao longo de 2025. De acordo com ranking divulgado pela Energisa Paraíba, concessionária de energia elétrica no estado, a capital João Pessoa lidera o número de ocorrências, com 107 casos. Em seguida aparecem Campina Grande, com 62 registros, e Patos, com 16. Veja lista das cidades com mais ocorrências no fim da reportagem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Para reduzir os impactos desse tipo de acidente, a concessionária de energia elétrica informou que tem investido em tecnologias que permitem a recomposição automática do fornecimento de energia. Quem arca com os custos? Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os custos pelos danos causados à rede elétrica devem ser cobrados do responsável pelo acidente. O valor pode incluir a substituição de postes, transformadores e condutores danificados, variando entre R$ 4 mil e R$ 30 mil, a depender da gravidade. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Orientações em caso de acidente De acordo com Graziele Matos, gerente de Manutenção e Construção da Energisa, em situações de colisão com postes, a orientação é que o condutor permaneça dentro do veículo. Ela explicou que, em alguns casos, o fornecimento de energia pode ser restabelecido de forma rápida e automática, mas ressaltou que nem sempre isso é possível. “Muitas vezes, o impulso inicial é sair do carro, mas o ideal é ficar dentro do veículo porque pode haver cabos soltos próximo ao veículo. Em alguns casos, é possível restabelecer o fornecimento de energia em apenas alguns segundos de forma automática. Ainda assim, alguns danos são mais complexos e, além da substituição do poste, pode ser preciso a reconstrução da rede que foi danificada e substituição de equipamentos”, orienta Graziela Matos, gerente de Manutenção e Construção da Energisa. A concessionária informou ainda que tem implantado tecnologias de proteção que interrompem automaticamente o fornecimento de energia em situações de interferência nos cabos ou postes. Mesmo assim, a recomendação é que motoristas, passageiros e pedestres mantenham distância do local, devido ao risco de cabos energizados no chão ou sobre os veículos. Em casos de abalroamento, a Energisa orienta que o condutor permaneça no interior do veículo e acione o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros. A empresa também deve ser comunicada para que os reparos na rede elétrica sejam realizados com segurança, por meio do telefone 0800 083 0196. Confira a lista das cidades da Paraíba com o maior número de acidentes contra postes em 2025 João Pessoa - 107  Campina Grande – 62 Patos– 15  Santa Rita – 14  Queimadas – 12  Cajazeiras e Cabedelo – 11 (empate) Mamanguape – 10  Pocinhos, Itapororoca e Boqueirão – 09 (empate)  Monteiro, Conde e São João do Rio do Peixe – 08 (empate)  Bananeiras, Araruna, Serra Branca e Guarabira – 07 (empate) Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Palavras-chave: tecnologia

Roraima deve receber festival 'Glocal' com shows, feiras e debates sobre a Amazônia em julho

Publicado em: 27/01/2026 19:01

Diretor executivo da Rede Amazônica-RR se reúne com organizadores do Glocal Experience e com o governaor do estado g1 RR O festival Glocal, evento focado em sustentabilidade, cultura e negócios, deve desembarcar em Roraima no mês de julho de 2026. A iniciativa é da Dream Factory, empresa responsável pela organização do Rock in Rio, em parceria com a Fundação Rede Amazônica e o Governo do Estado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp As estratégias e o planejamento para uma nova edição em Roraima foram discutidos nesta terça-feira (27), em uma reunião no Palácio do Governo, em Boa Vista. A data ainda será definida. Segundo o diretor executivo da Rede Amazônica em Roraima, Joel Gomes, a previsão é que a programação ocorra no mês de julho. O objetivo da reunião foi garantir a estrutura necessária para trazer grandes nomes, especialistas e uma agenda positiva para a região. "É muito oportuno a gente conseguir fazer um planejamento com bastante antecedência. Estamos trazendo esse projeto multidisciplinar que oferece para Roraima a visibilidade de todas as suas potencialidades, sobretudo, todos os benefícios que a sociedade vem recebendo. Estamos muito satisfeitos", afirmou Joel. Embora o projeto tenha raízes no Rio de Janeiro e em Manaus (AM), a edição de Roraima promete um formato amplo. Segundo Bruno Guerra, representante da Dream Factory, a proposta é envolver a população com uma experiência completa, para além das palestras. "É um festival que vai ter festas, shows, feiras, diálogos com a comunidade, workshops. Então é algo diferente, é tudo acontecendo junto [...] a cidade vai ter que parar para viver a emoção de ter o festival aqui", disse Guerra. O evento busca abordar temas como questões migratórias, economia criativa e sustentabilidade, conectando Roraima a discussões globais. Atração de investimentos Para o governador Antonio Denarium (Progressistas), o evento funciona como uma vitrine para apresentar as capacidades produtivas do estado "de dentro para fora". "Estamos aqui no extremo norte do Brasil, na Amazônia, temos um grande potencial de mercado e as nossas potencialidades estão aí para trabalhar na atração de novos investimentos", disse o governador. O secretário de Atração de Investimentos, Aluizio Nascimento, reforçou que o festival servirá para compilar as transformações do estado e apresentá-las a investidores. "Para nós é muito importante porque vamos compilar tudo que conseguimos fazer de transformação para o restante do Brasil ", completou. O vice-governador Edilson Damião também esteve presente e pontuou a importância estratégica da localização de Roraima, vizinho à Guiana e Venezuela, para fomentar debates sobre inovação e tecnologia na região amazônica. "esse é um evento que pode atrair mais pessoas para o nosso estado, inclusive na inovação, inovação tecnológica. Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

Palavras-chave: tecnologia

É #FAKE vídeo de caminhões e tratores bloqueando via em Paris durante 'paralisação' de agricultores; cena foi criada com IA

Publicado em: 27/01/2026 19:00

É #FAKE que vídeo mostre protesto de agricultores em via de Paris contra acordo UE-Mercosul; cenas foram criadas com IA Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo supostamente mostrando uma via de Paris bloqueada por tratores e caminhões durante um protesto de agricultores franceses. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é a publicação falsa? Publicado em 7 de janeiro no X, onde acumula mais de 100 mil visualizações, o post tem a seguinte legenda: "França: Agricultores tomam conta de Paris em meio à neve. Paris está paralisada. Todas as vias de acesso a Paris estão bloqueadas! A população parisiense está preparada para ajudar com seus próprios veículos. Isso pode significar o fim da UE e de Macron". Ela omite que o vídeo foi feito com inteligência artificial (IA) – leia mais abaixo. O material fake mostra cenas aéreas de inúmeros caminhões e tratores em uma via expressa. Um áudio diz (em francês):"Vista de helicóptero, uma longa fila de caminhões e tratores cerca o anel viário. Os giroscópicos piscam na neve, o frio se mistura à fumaça dos motores. Paris está praticamente paralisada nesta noite". Na seção de comentários, usuários escreveram mensagens como estas duas: "Ou a Europa acorda ou será aniquilada"; e "Vamos derrubem esse Macroleti. Seria muito bom para Europa". Uma pessoa perguntou ao Grok, assistente de inteligência artificial do X, se o vídeo é verídico. O robô respondeu que "sim" e completou: "Protestos de agricultores franceses estão acontecendo em janeiro de 2026, com bloqueios em estradas principais e comboios de tratores rumo a Paris, principalmente contra o acordo EU-Mercosul. Há neve em vídeos, mas nem todas as vias de acesso à cidade estão paralisadas. A população ajudando e o fim da UE/Macron são especulações não confirmadas por fontes como Connexion France e Euronews". O material falso viralizou em meio a registros reais sobre os bloqueios realizados por agricultores na capital francesa em protesto contra o acordo entre a União Europeia e o Mercosul. Segundo os manifestantes, o acerto representaria uma ameaça à produção local, ao criar uma concorrência desleal com as importações sul-americanas, mais baratas (entenda o contexto ao final desta reportagem). Em 8 de janeiro, manifestantes em tratores romperam os bloqueios policiais e circularam pela avenida Champs-Élysées, em Paris, bloqueando a via ao redor do Arco do Triunfo. Dezenas de veículos agrícolas bloquearam rodovias que levam à capital, causando 150 quilômetros de congestionamento. ⚠️ Por que o vídeo é mentira? O Fato ou Fake submeteu o vídeo a duas plataformas de detecção de IA: uma rastreia uso desse recurso em vídeos; outra, em áudios. Veja os resultados das análises: Hive Moderation – Indicou probabilidade de 96% de as imagens serem sintéticas. Hyia – Apontou que a locução foi muito provavelmente gerada artificialmente. O Fato ou Fake submeteu o vídeo ao detector Hive Moderation, que aponta probabilidade de 96% de o conteúdo ter sido gerado com uso de inteligência artificial. Reprodução O Fato ou Fake também submeteu o áudio ao detector de inteligência artificial Hyia. Resultado: A ferramenta considera o fragmento como muito provavelmente gerado por IA. Reprodução 📌 Qual é o contexto da fake? Em 9 de janeiro (portanto, dois dias após a publicação da fake e um dia após o grande protesto de agricultores em Paris), os países da confirmaram a aprovação do acordo comercial com o Mercosul, para dar origem à maior zona de livre comércio do mundo. Em 13 de janeiro, agricultores franceses, pela segunda vez em uma mesma semana, protestaram contra a medida. Em 17 de janeiro, líderes dos Estados-membros dos dois blocos assinaram o acordo, após mais de 25 anos de negociações. O acordo prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos. O texto também estabelece regras comuns para áreas como bens industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios. A assinatura, no entanto, não encerra o processo: para que o tratado entre em vigor, o texto precisa ser ratificado pelos parlamentos dos países envolvidos — um caminho que tende a ser longo e politicamente sensível, sobretudo dentro da UE. Veja mais vídeos sobre o tema abaixo: Agricultores da França fazem protesto contra o acordo entre Mercosul e União Europeia Comissão Europeia aprova acordo com Mercosul Líderes assinam acordo histórico entre União Europeia e Mercosul É #FAKE que vídeo mostre protesto de agricultores em via de Paris contra acordo UE-Mercosul; cenas foram criadas com IA Reprodução Veja também É #FAKE que EUA foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra É #FAKE que EUA foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra e 'devolveram' a ilha VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Palavras-chave: inteligência artificial

Base do primeiro campus fluvial do Brasil será construída no Amapá; ordem de serviço é assinada

Publicado em: 27/01/2026 18:48

Ifap terá novo prédio do campus fluvial e concurso para docentes em 2026 O Instituto Federal do Amapá (Ifap) assinou nesta terça-feira (27), durante evento em Macapá, a ordem de serviço para a construção da base terrestre do primeiro campus fluvial do Brasil. A estrutura vai atender comunidades ribeirinhas da Amazônia. O bloco terá salas de aula, laboratórios e espaço administrativo, além de suporte tecnológico para a embarcação que fará parte do projeto. A obra está orçada em R$ 6 milhões e deve ser entregue em até seis meses. Cerca de 20 técnicos administrativos vão atuar na nova unidade. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp O campus fluvial inédito conta com o apoio da bancada federal do estado, do ministro da Educação, Camilo Santana, e do presidente Lula. No evento, o ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, ressaltou a importância da iniciativa. “Vai ser a primeira unidade no Brasil. De mais de 900 institutos federais distribuídos pelo país, o Amapá vai ter o primeiro Ifap Fluvial. Isso vai ser transformador, porque o estado tem relação direta com os rios, igarapés e lagos”, afirmou. O reitor do Ifap, Romaro Antonio Silva, destacou que o campus fluvial é um projeto inovador e genuinamente amapaense. “A expectativa é que em seis meses a empresa entregue o prédio, que vai dar suporte tecnológico à embarcação e, ao mesmo tempo, aproximar o Ifap da realidade dos ribeirinhos”, disse. Reitor do Ifap, Romaro Antonio Silva Isadora Pereira/g1 Segundo ele, o bloco dará suporte estratégico e gerencial ao novo campus, com salas de aula, laboratórios e estrutura administrativa. Segundo a reitoria, a iniciativa busca reduzir a evasão escolar, ampliar oportunidades e garantir cidadania em regiões remotas. A primeira embarcação equipada com salas de aula deve contar com: Energia solar como principal fonte de eletricidade; Sistema sustentável de coleta e tratamento de dejetos; Atuação de 40 professores e 26 técnicos; Até 800 matrículas por ano, com alternância nos atendimentos. Primeiro campus fluvial será construído no Amapá Isadora Pereira/g1 Concurso Público O reitor do Ifap anunciou o lançamento do edital do concurso público para docentes com 19 vagas em áreas estratégicas, com salário inicial de R$ 6.180,86. As inscrições começam em 6 de fevereiro e vão atender os campi de Macapá, Santana, Oiapoque, Porto Grande, Pedra Branca do Amapari, Laranjal do Jari e o polo de Tartarugalzinho, anunciado em 2024. Repasse do MIDR O ministro Waldez ressaltou ainda a transferência de R$ 9 milhões do Governo Federal para o Ifap, destinados a três projetos estratégicos: Economia circular, com ações para transformar resíduos sólidos em renda e emprego; Comunicação, com a criação de laboratórios voltados à formação de jovens em setores produtivos; Qualificação em gás e petróleo, incluindo capacitação para a rede hoteleira e atendimento às demandas emergenciais do setor. Ministro da Integração e Desenvolvimento Regional Waldez Góes Isadora Pereira/g1 LEIA MAIS: Concurso do Ifap oferece salário inicial de R$ 6,1 mil para professores efetivos; EDITAL Ifap apresenta projeto para construção de campus fluvial inédito na Amazônia Processo seletivo oferta 54 vagas e cadastro reserva para professores em Macapá; EDITAL 📚 Cursos propostos para o Campus Fluvial Formação Inicial e Continuada / Qualificação Profissional Eletricista de Sistemas de Energias Renováveis Redeiro de Pesca Agricultor Familiar / Orgânico Açaicultor Assistente Financeiro Agente de Desenvolvimento Cooperativista Condutor de Turismo de Pesca Agente de Informações Turísticas Agente de Recepção e Reservas em Meios de Hospedagem Cursos Técnicos – Forma Concomitante Técnico em Recursos Pesqueiros Técnico em Pesca Técnico em Agricultura Técnico em Cooperativismo Cursos Técnicos Técnico em Sistemas de Energia Renovável Técnico em Recursos Pesqueiros Técnico em Pesca Técnico em Agricultura Técnico em Fruticultura Técnico em Cooperativismo Técnico em Guia de Turismo Cursos Superiores Tecnologia em Produção Pesqueira Pós-Graduação lato sensu Energias Renováveis Agroextrativismo Pesqueiro e Desenvolvimento Rural Gestão de Recursos Naturais Ordem de serviço foi assinada nesta terça-feira (27) Isadora Pereira/g1 Ordem de serviço foi assinada nesta terça-feira (27) durante evento no Ifap Isadora Pereira/g1 Campus fluvial vai atender comunidades ribeirinhas da Amazônia Isadora Pereira/g1 Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

Palavras-chave: tecnologia

Coreia do Norte diz ter testado sistema que dispara vários foguetes em sequência e promete reforçar capacidade nuclear

Publicado em: 27/01/2026 18:22

Teste norte-coreano com míssil de cruzeiro estratégico de longo alcance em 28 de dezembro de 2025 KCNA via Reuters A Coreia do Norte afirmou nesta terça-feira (27) que testou um sistema de lançadores múltiplos de foguetes de grande calibre. A arma é capaz de disparar vários projéteis em sequência a longas distâncias, segundo a agência estatal KCNA. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O teste já havia sido detectado pela Coreia do Sul e pelo Japão. O governo japonês afirmou que dois projéteis caíram nas proximidades da costa leste da Coreia do Norte. Já autoridades sul-coreanas disseram que os lançamentos envolveram vários mísseis balísticos. Segundo a agência de notícias Reuters, os projéteis eram de curta distância e caíram em águas fora da Zona Econômica Exclusiva (ZEE) do Japão. De acordo com o regime norte-coreano, o líder supremo Kim Jong-un acompanhou o teste e disse que o sistema reforça a capacidade nuclear de dissuasão do país, em uma referência à estratégia de manter armas avançadas para desencorajar ataques externos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A KCNA afirmou que o sistema passou por melhorias técnicas para aumentar a precisão, a mobilidade e a capacidade de superar interferências. Quatro foguetes atingiram um alvo no mar a cerca de 358 quilômetros do ponto de lançamento. “Estou convencido de que, ao menos nos próximos anos, nenhum país será capaz de alcançar esse tipo de tecnologia nem de adquirir tal capacidade”, disse Kim Jong-un, segundo a KCNA. Kim afirmou ainda que pretende detalhar em breve planos para fortalecer o poder militar e nuclear do país, estratégia que descreveu como um eixo permanente da política de defesa nacional. Nos últimos meses, a Coreia do Norte realizou testes de mísseis de curto alcance e de sistemas de foguetes de lançamento múltiplo. Segundo o regime, os equipamentos fazem parte do núcleo do arsenal nuclear tático do país e têm como objetivo responder a ameaças dos EUA e da Coreia do Sul. O interesse internacional nesses sistemas aumentou após Pyongyang fornecer mísseis balísticos de curto alcance e artilharia à Rússia para uso na guerra na Ucrânia, no âmbito de um pacto de defesa mútua assinado com Moscou em 2024. O teste desta terça-feira coincidiu com a visita à Coreia do Sul de um alto funcionário do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. A agenda incluiu discussões sobre a modernização da aliança militar entre os dois países. Enquanto isso, o governo norte-americano tem indicado que pretende reduzir o envolvimento direto na defesa conjunta da Coreia do Sul contra a Coreia do Norte. LEIA TAMBÉM Trump diz que regime de Cuba vai cair 'muito em breve' Movimento de boicote à Copa do Mundo cresce na Europa devido a Trump, Groenlândia e imigrantes VÍDEO: Avião da Nasa sofre falha e faz pouso 'de barriga' no Texas VÍDEOS: mais assistidos do g1

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Justiça solta PMs acusados de matar jovem com tiro na cabeça em Piracicaba e MP recorre da decisão

Publicado em: 27/01/2026 18:00

Gabriel Júnior Oliveira Alves da Silva tinha 22 anos Arquivo pessoal/Reprodução OAB Piracicaba O Tribunal de Justiça (TJ-SP) de São Paulo revogou o pedido de prisão preventiva dos Policiais Militares (PM) envolvidos na morte de Gabriel Júnior Oliveira Alves da Silva, de 22 anos. O jovem foi baleado na cabeça durante abordagem da PM em abril de 2025. Os policiais militares, que também são acusados de agredir a mulher do rapaz morto, e na época era gestane, voltaram a atuar na corporação. O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) recorreu da decisão em dezembro de 2025 e aguarda resultado da ação. O recurso está em andamento. O caso segue em segredo de Justiça. Em nota, o Ministério Público informou que, em novembro de 2025, houve o indeferimento do pedido de liberdade provisória. "A defesa interpôs embargos de declaração e, sem que houvesse manifestação do MP a esse respeito, a magistrada reconsiderou sua decisão anterior e revogou a prisão preventiva dos acusados em 17/12/2025. O Ministério Público tomou ciência da decisão e recorreu em 18/12/2025. O recurso ainda está sendo processado", detalhou. O promotor de Justiça responsável pelo caso, Aluísio Antonio Maciel Neto, declarou ao g1, nesta terça-feira (27) que, diante da gravidade dos fatos, o Ministério Público espera que o TJ-SP restabeleça a prisão dos acusados. "Os fatos são extremamente graves, pois, mais do que o homicídio e agressões praticadas contra uma mulher grávida, envolveram circunstâncias de coação no curso do processo de advogado e testemunha. Pior: foram soltos às vésperas da audiência para colheita de provas, com testemunhas claramente receosas em esclarecerem os fatos", reforçou. "Os motivos para a manutenção das prisão estavam evidentes nos autos e não houve qualquer modificação fática a amparar a reconsideração de suas prisões", concluiu o promotor. Afastados do serviço operacional Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que os dois policiais militares permanecerão afastados do serviço operacional, sendo empregados em funções administrativas internas no Comando de Policiamento do Interior 9 (CPI-9), como restrição imposta pelos processos administrativos disciplinares aos quais respondem. "A Polícia Militar ressalta que não compactua com desvios de conduta e que todas as ocorrências dessa natureza são rigorosamente apuradas, com a adoção das medidas administrativas e legais cabíveis", acrescentou. Comissão dos Direitos Humanos O presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB Piracicaba (SP), Gustavo Henrique Pires, recebeu com surpresa a decisão da Justiça pela liberdade aos policiais. "[...] Causa enorme estranheza que a soltura tenha sido determinada às vésperas da primeira audiência do caso, por magistrada que havia assumido o processo recentemente, e em total discordância com a manifestação do Ministério Público, que se posicionou expressamente contra a medida e, inclusive, interpôs recurso visando à reversão da decisão", disse. A Comissão dos Direitos Humanos da OAB ressaltou, em nota enviada ao g1, que os policiais respondem por acusações de "extrema gravidade". Em trecho do documento, afirma que os PMs são apontados "em participação em grupo de extermínio, fraude processual e homicídio", apontou. "Após a soltura, a primeira audiência designada para o dia 20 de janeiro restou comprometida, diante da ausência de diversas testemunhas, muitas das quais relataram temor de represálias. E, por isso, mudaram de residência, cidade ou até de estado", acrescentou. Ainda segundo a nota da OAB, a audiência também deixou de ocorrer devido à ausência de um policial, que alegou acidente em serviço. "Trata-se do mesmo agente que anteriormente intimidou membros da Comissão de Direitos Humanos ao abordar o advogado Gustavo Henrique Pires com um fuzil, episódio que gerou forte abalo e preocupação institucional", afirmou. Vídeos mostram desespero de amigos e esposa de homem morto pela PM em Piracicaba Proteção Ainda no documento, a OAB afirma que o Ministério Público e a Comissão de Direitos Humanos entendem que os fatos apurados configuram "execução praticada por grupo de extermínio". "Diante do cenário de grave intimidação, o advogado Gustavo Henrique Pires, presidente da Comissão de Direitos Humanos, e o estagiário Bruno Sérgio, que atuaram no caso auxiliando o Ministério Público na elucidação dos fatos, foram incluídos no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos do Governo Federal", declarou em outro trecho da nota. Seis PMs são réus Em julho de 2025, a Justiça de Piracicaba (SP) aceitou a denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) e tornou réus seis policiais militares envolvidos no caso. Na ocasião, o juiz Luiz Antonio Cunha, da Vara do Júri e Execuções, também decretou a prisão preventiva de dois deles, que já estavam presos temporariamente. Outros quatro, acusados por coação durante as investigações, foram afastados das funções operacionais, realizando trabalho interno administrativo. LEIA MAIS: PM afasta 2 policiais e abre inquérito para investigar morte de jovem com tiro na cabeça em Piracicaba Após morte de jovem baleado por PM, ouvidor da polícia cobra câmeras corporais para região de Piracicaba Testemunhas foram ameaçadas e tiveram casas invadidas por PMs presos pela morte de jovem, diz OAB Um dos PMs responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e impossibilidade de defesa) e fraude processual. Outro agente de segurança responderá por tortura, enquanto os demais são acusados por coação no curso do processo. "Há materialidade e indícios de autoria diante do curso da investigação, pois chegou-se ao reconhecimento dos denunciados por pessoas idôneas, bem como imagens gravadas quando dos fatos. Indícios há, ainda, que vítimas e testemunhas apontam o que teria sido a causa do crime de homicídio, bem como eventual tortura em mulher grávida. Como se isso não bastasse, fortes são os indícios de que, após o ocorrido, vítimas e testemunhas teriam sido coagidas", analisou o juiz. O magistrado apenas não recebeu a denúncia de violação do direito de advogado por quatro dos réus. Chamado pelo nome antes de abordagem A denúncia detalha que dois dos PMs denunciados realizavam patrulhamento de rotina no bairro Vila Sônia quando avistaram Gabriel e outro rapaz caminhando pela Rua Cosmorama. Um dos policiais chamou Gabriel pelo nome, perguntou se ele estava "tranquilo", recebeu "sim" como resposta e levou o jovem para baixo de uma árvore, onde passou a agredi-lo, continua a acusação. Os autos apontam que, em seguida, a esposa de Gabriel, que estava grávida, questionou o que estava acontecendo e um PM respondeu que o rapaz seria "folgado". A mulher disse que os policiais é que seriam "folgados" e recebeu um tapa no rosto do policial, que disse "você que é folgada, sua vagabunda", acrescenta a denúncia. As investigações ainda apontam que ela recebeu empurrões e foi arrastada pelos cabelos após arremessar um prato com milho no PM. Gabriel tentava defender esposa, diz MP Ao perceber o que estava acontecendo com a esposa, Gabriel se desvencilhou da abordagem e tentou se aproximar dela. Neste momento, o policial que o abordava apontou a arma para o rapaz e atirou na cabeça dele, a média distância, aponta a acusação. O MP acrescenta que, enquanto Gabriel agonizava, um dos PMs pegou a esposa dele pelos cabelos, disse que ela estava presa e a levou para a viatura, onde disse que “o lixo do seu marido estava morrendo” e que “iria ligar na central para a ambulância demorar a chegar no local”. Ainda conforme a acusação, o outro agente vasculhou o local, recolheu duas pedras, manteve elas dentro da viatura e as apresentou à autoridade policial, alegando que tinham sido arremessadas por Gabriel contra eles. ARQUIVO: dois PMs são presos e quatro afastados pela morte de jovem, em junho Abordagem a presidente de comissão da OAB A denúncia também relata uma abordagem policial ao advogado presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que colaborou com as investigações. Segundo os autos, no dia 10 de abril, após apresentar testemunhas para prestarem depoimento e realizar visita ao bairro onde ocorreu o crime, o carro onde estavam ele e outra pessoa que o acompanhava foi interceptado por viaturas ocupadas por quatro PMs. Ao perceber a possibilidade de ser abordado, o advogado iniciou uma videochamada com uma colega de profissão. Conforme a acusação, um dos policiais dizia "é o advogado, é o advogado" e outro apontou um fuzil para o defensor, pediu para colocar as mãos na cabeça e encostar em um portão. Foi negado pedido dele para que a OAB fosse acionada. A denúncia acrescenta que o advogado teve o carro e mochila revistados e foi questionado pelos PMs sobre o motivo de estar empenhado no caso e se "não tinha entendido o recado", além de receber a determinação de não ir mais àquele local. Liberados, os dois ocupantes do veículo registraram o caso no plantão policial da cidade. "Conforme se verifica nos autos, os fatos em apuração são de extrema gravidade pois envolvem homicídio qualificado em relação a uma das vítimas, tortura em relação à mulher gestante e ainda coação no curso do processo a envolver advogado que atuava nos autos", avalia o promotor. Segundo Maciel Neto, houve intenção dos agentes públicos envolvidos, desde o início, de dificultar a investigação em curso, inclusive com alteração da cena do crime. PMs investigados pela morte de Gabriel Júnior Oliveira Alves Silva foram presos em 24 de junho, em Piracicaba Edijan Del Santo/EPTV Secretaria de Segurança A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Pauloinformou, na época do crime, em 2025, que não "compactua com excessos ou desvios de conduta por parte de seus agentes". "Todos os casos de mortes decorrentes de intervenção policial são investigados pelas corregedorias, com acompanhamento do Ministério Público e do Poder Judiciário. Para coibir a letalidade policial, a atual gestão investe na qualificação e modernização das forças de segurança, com foco na formação continuada do efetivo, na atualização dos protocolos operacionais e no uso de tecnologias de menor potencial ofensivo", completou. Advogado contesta denúncia de coação Advogado de um dos PMs acusados de coação, Juliano Valverde destacou, em nota, que seu cliente não estava no local onde Gabriel foi abordado e morto e jamais praticou qualquer ato de desvio de conduta. Quanto às denúncias do advogado da comissão da OAB abordado pelos quatro policiais, ele as classificou de "inverdades e versões desconexas". "A defesa reitera que jamais houve qualquer conduta irregular, ilegal ou criminosa praticada pelo policial militar [...] na referida abordagem, tendo sido uma abordagem comum e de rotina, sendo que a narrativa trazida pelo Ministério Público destoa totalmente do contexto fático do ocorrido", acrescentou. O defensor ainda afirma que uma investigação preliminar da Polícia Militar concluiu que a abordagem foi em "total conformidade com a lei e em cumprimento estrito do dever legal". VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba

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Após derrota na 2ª instância, gestão Nunes recorre ao STF para liberar shows sem limite de barulho em SP

Publicado em: 27/01/2026 17:37

Show do grupo Titãs, no Allianz Parque, em janeiro de 2023. Marcos Hermes/Divulgação/Titãs A gestão Ricardo Nunes (MDB) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão de 2ª instância que considerou inconstitucional a flexibilização dos limites sonoros para grandes shows na cidade de São Paulo. O recurso extraordinário foi remetido à Suprema Corte no último dia 13 e ainda não foi distribuído. A legislação municipal que colocou eventos autorizados pelo poder público entre as exceções do Programa do Silêncio Urbano (Psiu), impedindo penalidades por excesso de barulho, foi declarada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça (TJ-SP) em setembro. A regra havia sido aprovada em dezembro de 2024 por meio de um "jabuti", termo do jargão político que se refere a uma matéria estranha ao tema principal incluída de última hora em um projeto de lei em processo de aprovação no Legislativo. A lei beneficiou sobretudo grandes arenas de shows, como o Allianz Parque, que já tinha sido multado algumas vezes por emissão de ruído acima do permitido. Com a mudança, o Psiu, que prevê multa de até R$ 36 mil e fechamento administrativo em caso de reincidência, parou de fiscalizar os eventos realizados nesses espaços, apesar das queixas de moradores dos entornos. Barulho, luzes e tapumes: as festas que viram a noite e tiram o sono de vizinhos do Vale do Anhangabaú No recurso ao STF, a prefeitura afirma que a decisão do TJ "elegeu o direito ao sossego a um patamar de quase absolutismo" e que as exceções ao Psiu são exclusivas a atividades de "alta relevância social, cultural e econômica". "A norma impugnada, longe de ser um retrocesso, era um avanço na coerência administrativa, pois resolvia a esdrúxula situação em que o Município autorizava a realização de um grande evento cultural, reconhecendo seu valor social e econômico, para logo em seguida multá-lo pela produção de ruído", argumentou a Procuradoria-Geral do Município. Por outro lado, o Ministério Público estadual, autor da ação, diz que as exceções ao limite de ruído foram ampliadas sem planejamento técnico e sem participação social - o que é exigido pela Constituição do estado para a aprovação de leis urbanísticas. O Procurador-Geral de Justiça do MP-SP, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, ainda afirma que o aumento das fontes produtoras de poluição sonora "contribui negativamente para o bem-estar e qualidade de vida dos moradores" de São Paulo. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) faz juramento do cargo de prefeito de São Paulo para o mandato 2025-2028. Douglas Ferreira/Rede Câmara A Prefeitura de São Paulo tenta flexibilizar os limites sonoros para eventos na cidade há mais de três anos, sob a justificativa de que o setor de entretenimento é um grande gerador de emprego e renda. Quando o TJ-SP derrubou a flexibilização do Psiu, o prefeito Ricardo Nunes chamou a medida de "perseguição" e disse que as críticas recebidas eram "uma grande balela". Nunes também afirmou que enviaria um novo projeto de lei à Câmara Municipal, já que a ação na Justiça estava julgando a "forma" e não o "mérito" das alterações. O PL, porém, nunca foi enviado ao Legislativo. Em nota enviada ao g1, a Frente Cidadã pela Despoluição Sonora, movimento que reúne mais de 20 entidades, defendeu que a poluição sonora não deve ser tratada como mera questão de incômodo ou conflito entre vizinhos. "Qualquer tentativa de flexibilização de limites de ruído sem estudos técnicos, avaliação de impactos à saúde e processos adequados de participação social representa um retrocesso sanitário, ambiental e urbano", diz o texto. Decisão do TJ-SP Ao declarar inconstitucional a flexibilização do limite de ruídos por casas de shows e estádios de futebol nos horários noturnos na capital paulista, o TJ-SP se baseou em dois argumentos principais: a falta de pertinência temática da emenda parlamentar com o projeto de lei original, que tratava de gestão de resíduos sólidos, além da ausência de participação popular e planejamento técnico. “No caso analisado, a emenda parlamentar foi inserida no projeto de lei sem qualquer amparo técnico ou estudo urbanístico que a validasse. Ou seja, não houve o planejamento técnico necessário, tornando a alteração uma medida casuística e sem fundamentação, o que a torna inválida e inconstitucional”, escreveu a desembargadora Marcia Dalla Déa Barone na sentença. A mudança na regra do Psiu tinha sido aprovada pelos vereadores como um "jabuti": foi incluída em um projeto de lei que tratava da expansão do aterro sanitário da Central de Tratamento Leste (CTL), em São Mateus, na Zona Leste. Num caso parecido, em 2022, os vereadores da base do prefeito também aproveitaram a discussão de um projeto de lei que tratava da regulamentação das chamadas "dark kitchens" para elevar de 55 para 75 decibéis o nível de barulho produzido por esses espaços durante a noite na cidade. A norma foi considerada igualmente inconstitucional pela Órgão Especial do TJ-SP.

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Menos é mais: por que o novo botão do Spotify está tirando a paz dos usuários de Windows

Publicado em: 27/01/2026 16:19 Fonte: Tudocelular

O Spotify adicionou recentemente um novo botão na visualização em miniatura do Windows e ele gerou polêmica. Agora somado aos três botões essenciais de reprodução de conteúdo, o novo recurso gerou insatisfação por parte dos usuários, que passaram a se manifestar na página da comunidade do aplicativo. Reclamação das pessoas Anteriormente, a visualização em miniatura do serviço de streaming de músicas exibia somente os botões referentes a “Anterior, Play/Pause e Próxima”. O botão “Adicionar aos Curtidos” foi implementado entre esses controles, algo que facilita salvar alguma música sugerida durante o uso do programa, pelo menos em teoria.Porém, a mudança não agradou a todos e uma parcela dessas pessoas começaram a usar a página da comunidade para incluir uma opção de remover o botão e, assim, manter o layout mais simples, com os controles padrão.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Senai de Sertãozinho abre 600 vagas para cursos gratuitos; veja como se inscrever

Publicado em: 27/01/2026 15:49

Senai de Sertãozinho tem mais de 600 vagas abertas para cursos gratuitos O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) abriu cerca de 600 vagas em Sertãozinho (SP) para cursos gratuitos de formação profissional. As oportunidades são voltadas para cursos de nível técnico e de aprendizagem industrial em diferentes áreas (confira a lista no fim da reportagem), como eletricidade, instrumentação, manutenção mecânica, química, soldagem, tecnologia da informação e usinagem. Segundo o diretor do Senai, Rafael Cunha, os cursos de qualificação profissional são destinados a pessoas com idade a partir de 14 anos e que tenham concluído o Ensino Fundamental. Não há limite de idade para a inscrição. “São cursos para demandas da indústria da nossa região. As turmas começam de maneira imediata, então quer tiver interesse em começar o ano se profissionalizando, é uma grande oportunidade e é totalmente gratuito. Quem procura uma oportunidade de se qualificar e ingressar no mercado de trabalho tem que aproveitar essa oportunidade”, afirma Cunha. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Como se inscrever As inscrições devem ser feitas presencialmente na unidade do Senai de Sertãozinho. O endereço é Avenida Fioravante Magro, 230, Conjunto Habitacional Dr. Walter Antonio de Pádua Becker. O atendimento é das 13h às 17h. Para se inscrever é necessário apresentar CPF, RG, comprovante de residência e histórico escolar. Caso o interessado seja menor de idade, a presença de um responsável é obrigatória. De acordo com o Senai, as inscrições seguem abertas até o preenchimento total das vagas ou até as datas de início dos cursos. Cursos disponíveis em Sertãozinho Eletricista de manutenção industrial Montagem de painéis elétricos industriais Instrumentação aplicada a processos industriais Planejamento e controle da manutenção Técnicas de laboratório químico Auxiliar da qualidade em laboratórios químicos Auxiliar de laboratório físico Auxiliar de laboratório químico Auxiliar de laboratório microbiológico Controle da qualidade em juntas soldadas Desenvolvimento de jogos em Unity Realidade virtual Programação em Python Redes de computadores – Infraestruturas locais e cloud Ajustador mecânico Alunos durante aula de robótica no Senai de Sertãozinho (SP) Reprodução: EPTV Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

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Vem Busão consolida a modernização da informação no transporte coletivo de Belém

Publicado em: 27/01/2026 15:26

Logo do Vai Busão Setransbel A rotina de quem utiliza o transporte coletivo em Belém e na Região Metropolitana conta com uma ferramenta estratégica de informação e planejamento: o aplicativo Vem Busão. Desenvolvido para ampliar a previsibilidade e a organização do sistema, o app reforça o compromisso do SETRANSBEL e de suas associadas com a qualificação contínua do serviço prestado à população. Por meio da plataforma, o usuário acompanha, em tempo real, a circulação de cerca de 1.000 ônibus associados, visualizando no mapa a posição dos veículos e estimando com maior precisão o tempo de chegada às paradas. A funcionalidade contribui para a redução da espera, melhor organização da rotina e mais segurança no deslocamento diário. Frota do SETRANSBEL na rua Setransbel O aplicativo também disponibiliza os itinerários completos das linhas, permitindo o acompanhamento detalhado dos trajetos e das principais vias atendidas. Essa transparência facilita a compreensão do sistema e proporciona uma experiência de viagem mais clara e confiável. Além disso, a ferramenta de planejamento de rotas orienta o passageiro até o destino desejado, indicando paradas e linhas mais adequadas, ampliando a acessibilidade ao transporte coletivo, inclusive para usuários ocasionais. Localização em tempo real dos ônibus Setransbel Ao integrar tecnologia, informação qualificada e abrangência metropolitana, o Vem Busão fortalece a modernização do transporte coletivo e reafirma o compromisso institucional com uma mobilidade urbana mais eficiente, organizada e responsável. O sistema já está disponível em toda a frota das empresas associadas ao SETRANSBEL. Baixe o aplicativo na sua loja de apps.

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Secretário do Recife monitorado pela polícia: o que a lei permite investigar antes de um inquérito, segundo especialistas

Publicado em: 27/01/2026 15:25

Advogado criminalista Yuri Herculano comenta aplicação de 'tag' em carro de secretário A denúncia de que a Polícia Civil estaria espionando, de forma supostamente ilegal, o chefe de Articulação Política e Social da prefeitura, Gustavo Queiroz Monteiro, levantou o debate sobre os limites de apurações antes da instauração de um inquérito formal (veja vídeo acima). Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que policiais podem fazer "investigações preliminares", mas há divergências sobre o alcance desse tipo de procedimento, especialmente no uso de tecnologias de rastreamento, como "tags" de geolocalização. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp A Verificação de Procedência das Informações (VPI) é um instrumento usado por órgãos de investigação para checar denúncias anônimas antes da abertura formal de um inquérito policial. Foi esse o mecanismo utilizado pela Polícia Civil para, entre outras ações, instalar uma "tag" de rastreio no veículo funcional utilizado pelo secretário. De acordo com a Secretaria de Defesa Social (SDS), a polícia começou a monitorar o secretário municipal para investigar uma denúncia anônima sobre corrupção envolvendo o carro oficial usado por ele. No entanto, conforme a pasta, não foram encontrados indícios de crime e, por isso, a investigação foi arquivada, sem a abertura de um inquérito formal. Segundo o criminalista Yuri Herculano, a regra geral do ordenamento jurídico brasileiro é a vedação ao anonimato. Para ele, a denúncia anônima, por si só, não pode justificar a instauração imediata de um inquérito policial, mas pode autorizar verificações iniciais para avaliar se a informação é plausível. “O que é que o STF entende? É possível, com base em denúncia anônima, realizar diligências preliminares para verificar a veracidade ou a verossimilhança, se aquilo realmente tem indício de ser verdade”, afirmou. Essas diligências, explica o advogado, são limitadas a atos de observação externa e não invasivos. Um exemplo são as situações em que policiais recebem uma denúncia de pontos de tráfico e passam a observar o local para verificar movimentações suspeitas. LEIA TAMBÉM: Governo nega irregularidades em monitoramento de secretário 'Não vai passar impune', diz João Campos sobre denúncia Para Herculano, o limite está justamente na invasão da esfera de privacidade do investigado. Segundo ele, ações como busca, abordagem pessoal ou instalação de rastreadores em veículos, como o caso do aplicado no veículo funcional do secretário Gustavo Queiroz Monteiro, configuram medidas invasivas e exigem requisitos formais mais rígidos. “O uso de rastreador num veículo é uma medida invasiva que atinge a privacidade do cidadão e, para que haja essa invasão de privacidade, eu preciso ter elementos mais robustos, um inquérito instaurado, autorização judicial para isso”, explicou. Na visão do criminalista, além da discussão sobre legalidade, dependendo das circunstâncias, o uso indevido de instrumentos de investigação pode configurar ilícitos administrativos ou criminais, incluindo abuso de autoridade e crimes contra a administração pública. Grupo em que policiais compartilhavam informações sobre monitoramento de secretário do Recife Reprodução/WhatsApp Proporcionalidade e avanço tecnológico Segundo a advogada criminalista Amanda Barbalho, é ponto pacífico na jurisprudência brasileira o entendimento de que denúncias anônimas não autorizam, de forma direta, a abertura de inquérito policial. Mas, para ela, as medidas utilizadas na VPI dependem da gravidade da denúncia. "O secretário [de Defesa Social] está correto em dizer que uma denúncia anônima não justifica a instauração de um inquérito policial. Isso já é pacífico na nossa jurisprudência há muitos anos. [...] Num primeiro momento, eu não entendo que seria um problema essa vigilância, como se fosse uma espionagem", explicou. Para a criminalista, a discussão se torna mais sensível quando envolve o uso de tecnologia, já que o processo penal não evoluiu na mesma velocidade dos recursos tecnológicos disponíveis atualmente. Mas, divergindo do advogado Yuri Herculano, ela compara o uso de "tags" a uma extensão de práticas tradicionais de observação, como a campana feita por policiais. "Essa 'tag' seria como um instrumento tecnológico de avanço dessa medida de ficar acompanhando, de fazer a tocaia. Para que eu preciso de um policial, pessoa física, se eu posso colocar uma 'tag'?", questionou. De acordo com a especialista, a legalidade do uso do equipamento depende diretamente do tipo de dado coletado. Caso a "tag" capte conversas, áudios ou qualquer forma de comunicação, a autorização judicial seria indispensável. Por outro lado, se a coleta se limitar a dados de geolocalização, o debate jurídico muda de figura, especialmente se o equipamento estiver instalado em um veículo oficial. "Se a 'tag' estiver limitada à coleta só dos dados de geolocalização, a gente tem outro ponto: a geolocalização de quem? Ela não foi colocada num carro pessoal, foi num carro funcional. Se o inquérito tem como princípio sigilo, a administração pública tem como princípio a publicidade dos seus atos. O funcionário público, no exercício da função, não é uma pessoa, ele é o estado, a administração, e a administração está passiva de controle", comentou. Apesar disso, Amanda Barbalho chama atenção para o caráter incomum do grau de envolvimento da Polícia Civil em uma VPI, o que, segundo ela, pode levantar suspeitas sobre a imparcialidade da condução da apuração. “Eu nunca vi um engajamento tão grande da Polícia Civil num VPI, isso é muito incomum”, disse. Ela avalia que há indicadores que levantam a possibilidade de uso político da investigação, mas ressalta que isso, por si só, não significa automaticamente ilegalidade. “Pode estar havendo um movimento político e um uso político da polícia? Pode. É provável, temos vários indicadores que sim [...]. Enquanto essa parcialidade não contamina a coleta da prova, a gente pode entender que aquilo ali não vai ser inválido como meio de investigação”, disse. Denúncia anônima SDS detalha monitoramento a carro de secretário do Recife Na segunda-feira (26), o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, disse que deu a ordem para iniciar a investigação, depois que chegou à SDS um documento com imagens de Gustavo Monteiro e de seu irmão, bem como uma foto do carro em um estacionamento. Carvalho afirmou que a denúncia foi feita de forma anônima. No documento, Gustavo Monteiro é referido como "'braço direito do prefeito', amigo de faculdade e responsável pela arrecadação e distribuição dos recursos financeiros" e como alguém que "coordena toda a operação de arrecadação [de propina], e coloca seus irmãos para executar". Já o irmão, Eduardo Monteiro, seria ligado ao gabinete do prefeito, "conhecido e temido por todos os fornecedores" e "faz a operação acontecer em todas as secretarias com a cobrança da propina" para "arrecadar o dinheiro e até com manipulação em licitações para beneficiar as empresas que melhor podem arrecadar". Na denúncia, é dito que Eduardo Monteiro receberia pagamentos em dinheiro, em estacionamentos de shoppings, com valores de 4% a 5% de "faturamentos mensais" de fornecedores da prefeitura. O pai dos dois, Henrique Monteiro, também é citado, como alguém conhecido "na Secretaria de Saúde com mesma finalidade" e que "já operou na Secretaria de Cultura do Recife". A denúncia também diz que exceções à suposta cobrança de propina seriam empresas de Romero Jatobá, pai do vereador Romerinho Jatobá (PSB), presidente da Câmara Municipal, que seriam "beneficiadas com manipulação desde a licitação até a contratação dos empregados". Segundo a Polícia Civil, o conteúdo da operação "Nova Missão" foi vazado supostamente por um policial investigado por outro crime. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

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Medicina 2026.1 na UCP de Pedro Juan tem últimas vagas para futuros médicos

Publicado em: 27/01/2026 15:19

Últimas vagas disponíveis na UCP Assessoria Estudantes que sonham em cursar Medicina ainda têm uma oportunidade importante para ingressar no ensino superior em 2026.1. A Universidade Central do Paraguai (UCP), em Pedro Juan Caballero, está com as últimas vagas disponíveis para o curso de Medicina no primeiro semestre deste ano. Reconhecida pela sua estrutura moderna e voltada à formação prática, a UCP tem se destacado por oferecer aos acadêmicos um ambiente de aprendizado que alia teoria, prática e tecnologia desde os primeiros meses de curso. A proposta pedagógica da instituição prioriza a formação de médicos preparados tanto tecnicamente quanto humanamente para o exercício da profissão. CEO da UCP de Pedro Juan, Carlos Bernardo salienta as condições favoráveis para todo acadêmico ter acesso a estrutura condizente para sua futura profissão. A universidade conta com laboratórios equipados, que permitem aos estudantes desenvolver habilidades essenciais para a atuação médica ainda nas fases iniciais da graduação. Outro diferencial é o acesso a clínicas para estágios supervisionados, possibilitando contato direto com a realidade da prática médica sob orientação de profissionais experientes. A infraestrutura da UCP é dividida entre a Sede 1 e o Centro Tecnológico, dois espaços planejados para atender as diferentes etapas da formação acadêmica. As unidades oferecem salas climatizadas, ambientes modernos e suporte tecnológico que favorecem o aprendizado e o desempenho dos estudantes ao longo do curso. Além disso, os acadêmicos contam com uma ampla biblioteca, tanto física quanto virtual, garantindo acesso a conteúdos atualizados e bases científicas fundamentais para a formação médica de qualidade. Com foco na excelência do ensino, a UCP busca preparar profissionais capazes de atuar com competência, ética e sensibilidade humana, atendendo às demandas cada vez mais complexas da área da saúde. As vagas para o primeiro semestre de 2026 são limitadas e a procura tem sido intensa. Os interessados devem se antecipar para garantir a matrícula e dar o primeiro passo rumo à realização do sonho de se tornar médico. Garanta sua vaga - UCP Assessoria

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