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Ciências da Natureza no Enem: veja temas que mais caem na prova e como se preparar

Publicado em: 19/09/2025 03:00

Segundo domingo de prova do Enem, em 16 de novembro, tem matemática e ciências da natureza, com biologia, química e física. Freepik No segundo dia de avaliação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025, em 16 de novembro, os candidatos encaram as áreas de Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Esta reúne 45 questões de biologia, física e química. Professores ouvidos pelo g1 consideram esses exercícios a "cara do Enem": exigem a aplicação dos conteúdos das disciplinas em situações do cotidiano – como impactos das atividades humanas no ambiente, circuitos elétricos residenciais e tratamento de resíduos. Questões interdisciplinares, que misturam os assuntos das três matérias, também aparecem. 📲 Siga o canal do g1 Enem no WhatsApp Rodrigo Machado, professor de Química e coordenador da área de Ciências da Natureza do Curso Anglo ressalta que, embora a prova tenha essa característica de ser bem contextualizada, ainda é bastante conteudista. Para ter um bom desempenho, é preciso dominar o essencial dos temas mais cobrados de cada disciplina. "Apesar de existir uma distribuição entre itens fáceis, médios e difíceis, os alunos não consideram a prova fácil. Costumam achar complicada", comenta o professor. Confira abaixo os temas mais recorrentes em biologia, química e física no Enem. A lista reúne os tópicos que mais apareceram em edições anteriores, a partir de levantamentos do Curso Anglo (2019-2024) e do SAS Educação (2009-2024), com comentários de especialistas de cada área. 🧬 Temas de biologia mais cobrados no Enem Ecologia e meio ambiente (desequilíbrios em ecossistemas, ciclos biogeoquímicos, relações ecológicas, poluição e sustentabilidade) Biotecnologia e engenharia genética (transgênicos, clonagem, uso de DNA, técnicas laboratoriais) Doenças e saúde humana (principalmente viroses, parasitoses, prevenção e vacinação) Citologia e bioquímica (metabolismo energético, organelas, respiração celular) Evolução, seres vivos e fisiologia humana (seleção natural, origem da vida, classificação e características dos grupos, sistemas do corpo humano) “Os dois temas mais incidentes são ecologia e biotecnologia. O centro da questão é sempre a biologia tradicional: o aluno precisa aplicar esses conceitos a problemas do cotidiano", reforça Gabriel Mendes, professor de Biologia do Curso Anglo. ➡️ Em ecologia, é frequente itens sobre o impacto das atividades humanas no meio ambiente – e como reverter ou mitigar tais cenários. "Agricultura verde, medidas contra poluição, ou efeitos da instalação de uma nova tecnologia, como uma usina", exemplifica. A biotecnologia aparece vinculada a inovações ou situações reais. "O aluno tem de interpretar como determinada tecnologia funciona, ou como um fenômeno ocorreu, relacionando, novamente, com os conceitos da disciplina", antecipa Mendes. Doenças também aparecem com recorrência. Além de conseguir identificar as principais, o candidato deve conhecer agentes causadores, formas de transmissão e medidas de prevenção e controle. 💡 Temas de física mais cobrados no Enem Eletrodinâmica (circuitos elétricos, potência, consumo de energia) Termologia (calorimetria e termodinâmica) Mecânica (dinâmica, cinemática, forças, energia e movimento) Ondulatória (reflexão, refração, difração, tipos de onda) "Esses tópicos correspondem a cerca de 70% do total de questões da prova, porém são matérias extensas e com um grande número de conceitos", analisa Otávio Oliveira, professor de Física do Sistema de Ensino Fibonacci. ➡️ Para lidar com esse volume de assuntos, é ideal que o aluno saiba, ao menos, o essencial de cada tema da disciplina: "Em mecânica, é importante treinar questões de cinemática básica, além de entender as relações entre força, movimento, energia e momento linear. Em eletricidade, conhecer as características das cargas e circuitos elétricos, especialmente os residenciais. Em ondulatória, dominar as propriedades das ondas e fenômenos relacionados", detalha Oliveira. Ele reforça a importância da estratégia. "As questões mais difíceis contribuem menos para uma boa nota geral. Muitas envolvem cálculos, e mais de uma etapa para chegar à solução. Deixar essas para o final já dá certa vantagem ao candidato", recomenda. Enem 2025: veja cronograma de estudos para 3 tipos de alunos (vale até para quem esqueceu da prova) 🧪 Temas de química mais cobrados no Enem Química orgânica (funções orgânicas, reações, polímeros, combustíveis e biomoléculas) Química ambiental (poluição, tratamento de resíduos, reciclagem e sustentabilidade) Físico-Química (soluções, pH, eletroquímica, termoquímica, cinética e equilíbrio) Química geral e inorgânica (estequiometria, estrutura atômica, ligações químicas, tabela periódica, reações ácido-base, separação de misturas, propriedades dos materiais) Assim como em biologia e física, "as questões de química do Enem têm caráter contextual e interdisciplinar, e exigem a capacidade de interpretar situações do cotidiano e relacioná-las com conceitos químicos", aponta Wellington Campos, autor de Química do Sistema de Ensino pH. "É esperado que o estudante saiba analisar gráficos, tabelas, textos e imagens, além de resolver problemas que envolvem raciocínio lógico e interpretação de fenômenos naturais e tecnológicos", acrescenta. ➡️ Campos destaca os exercícios que abordam poluição atmosférica, como emissão de gases por automóveis e formação da chuva ácida. A resolução envolve oxirredução, propriedades de ácidos e bases, e comportamento de gases. "O exame pede que o estudante relacione isso a soluções sustentáveis, como o uso de biocombustíveis, tratamento de efluentes e controle de emissões de poluentes", destaca o professor. Outro tópico frequente é alimentação – com itens sobre composição e pH de alimentos, transformações químicas durante o cozimento, processos de conservação, valor nutricional e impactos na saúde humana. "São questões que cobram funções orgânicas, propriedades físico-químicas, e efeitos da temperatura e do pH nas reações. Também é crucial compreender interações moleculares para interpretar fenômenos como solubilidade e mudanças de estado físico", recomenda. Enem 2025: Como usar a IA para estudar na reta final (e o que evitar) ✍️ Como se preparar na reta final É consenso entre professores ouvidos pelo g1: nesses dois meses antes do Enem, a prioridade deve ser revisar os principais tópicos de cada disciplina e resolver edições anteriores da prova. "É uma estratégia essencial, pois permite identificar padrões e familiarizar-se com a linguagem utilizada no exame. Pratique a leitura atenta e a análise crítica das situações apresentadas", destaca Wellington Campos. Quanto aos exercícios interdisciplinares, que costumam intimidar alguns alunos, Rodrigo Machado, do Anglo, diz não ter segredo: "Estudando bem cada disciplina de forma independente, o aluno conseguirá resolver esses problemas quando aparecerem", tranquiliza.

Palavras-chave: tecnologia

Quem era Carmen Dora Brandão, dona da Sorveteria Bicota, que fez praça 'trocar' de nome em Uberlândia

Publicado em: 19/09/2025 03:00

Carmen Dora Brandão morreu em Uberlândia aos 83 anos Divulgação Carmen Dora Brandão está eternizada em Uberlândia na forma dos seus sorvetes artesanais que atravessaram gerações por meio da Sorveteria Bicota. A empresária, de 83 anos, morreu na quinta-feira (18), mas a causa da morte não foi divulgada. O velório ocorre na Funerária Ângelo Cunha, na Avenida Getúlio Vargas, 2.052, até 10h30. O sepultamento ocorre no Cemitério São Pedro. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp A Bicota Em 2023, Carmen contou ao g1 a história da sorveteria, e se perguntar para um morador de Uberlândia onde a Praça Rui Barbosa fica, provavelmente, muitos não saberão. No entanto, se a pergunta for como chegar à Praça da Bicota, a maioria responderá quase que instantaneamente. Sorveteira mais antiga da cidade, com quase 50 anos de história, a Bicota ficou tão famosa que fez a praça "trocar" de nome. E contando histórias por décadas, tinha na dona Carmen Dora Brandão o segredo do sabor mais tradicional do comércio: o sorvete de coco queimado. Tudo começou em 1977, a partir da influência de uma prima de Carmen. “Minha prima abriu uma sorveteria em Bonito (MS) e veio nos visitar. Então decidimos abrir uma aqui também. Depois, ficou para eu e meu irmão cuidarmos”, lembrou. Mas de onde surgiu o nome? “Isso na minha terra tinha aquele negócio mandar beijo, mandava a bicota, então virou a sorveteria da bicota, por causa disso”, explicou Carmen. Praça "troca" de nome Quando a sorveteria foi aberta, a Avenida Floriano Peixoto passava bem próxima ao prédio, mas anos depois, a praça foi construída. Oficialmente, o nome do "calçadão" é Rui Barbosa, mas é conhecida popularmente como a “Praça da Bicota”, justamente por causa da sorveteria. “A Avenida Floriano Peixoto passava aqui. Ficava muito cheio, os jovens vinham muito para cá, não tinha shopping, e aqui era o ponto de encontro. O prefeito da época fez o calçadão para controlar o trânsito, que não fluía. Desde essa época, sempre foi a Praça da Bicota”, lembrou. Praça Rui Barbosa (praça da Bicota) em 16-10-1998. Arquivo Público de Uberlândia/Divulgação Sabores tradicionais Quando foi aberta, a sorveteria tinha apenas oito sabores e desde o início Carmen se apaixonou não só pelo sorvete, mas também por fazê-lo. Até próximo da morte, quase 50 anos depois, ela acompanhou diariamente a produção, mantendo a qualidade que sempre consagrou o estabelecimento. “Venho cedo, vou embora depois que fecha. Eu gosto de fazer e gosto de ver, de acompanhar as frutas sendo selecionadas, fazer tudo isso é muito bom. Tem alguns sabores que eu faço questão de fazer”, afirmou em 2023. Um desses sabores que ela fazia questão de produzir era o de coco queimado. Não à toa é o que mais se destaca nas vendas até hoje. “É uma coisa que só a gente tem, porque é muito difícil de fazer, então ele vende muito. Você não vê em outra sorveteria assim, é muito complicado fazer sem sabor artificial”, completou. Dos oito sabores do início, alguns seguem no cardápio, como ameixa, milho verde e coco branco. Contando todos os sabores, o estabelecimento vende mais de 60 kg de sorvete em dias úteis. O volume de vendas é ainda maior no fim de semana e em feriados. Por mês, são mais de duas toneladas vendidas. Leia também: Dia do Sorvete: A sorveteria que fez praça 'trocar' de nome Uberlândia recebe R$ 160 milhões do PAC para obras de drenagem Onda de calor eleva temperaturas a até 38 °C na região Negócio de família Afonso e Carmen, recebendo comenda na Câmara Municipal de Uberlândia Carmen Dora Brandão/Arquivo Pessoal Quem cuidava da sorveteria junto com Carmen era o irmão Afonso Maria Brandão, que faleceu durante a pandemia. A perda foi difícil para a sorveteira, que mesmo assim seguiu no comércio. Mantendo as tradições e traços acolhedores, a sorveteria também buscou, em família, a expansão. Mas o sorvete não perdeu qualidade e segue passando pelo crivo rigoroso de Dona Carmen. A produção segue concentrada na sorveteria da praça. “A gente tem que manter nosso gosto e nosso padrão, para sempre agradar os clientes”, finalizou. VEJA TAMBÉM: Comércio de Uberlândia registra alta na venda de bebidas e sorvetes Comércio de Uberlândia registra alta na venda de bebidas e sorvetes VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Palavras-chave: câmara municipal

Huawei Mate 80: linha deve manter reconhecimento facial 3D

Publicado em: 19/09/2025 01:56 Fonte: Tudocelular

Atualização (19/09/2025) - MR Segundo rumores, a linha Huawei Mate 80 traria sistema de reconhecimento facial 3D sob a tela. No entanto, parece que a empresa irá reservar esta tecnologia para os flagships de 2026. Um novo vazamento trouxe mais detalhes sobre o assunto. Anteriormente, um informante afirma que a Huawei apresentaria a tecnologia de reconhecimento facial 3D sob a tela antes da Apple. Logo após o vazamento, muitos usuários especulavam que a tecnologia viria equipada na linha Mate 80.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Câmara aprova criação de loteria municipal em São José dos Campos

Publicado em: 19/09/2025 01:15

Paço em São José dos Campos Divulgação/Prefeitura de São José dos Campos A Câmara Municipal de São José dos Campos aprovou, na madrugada desta sexta-feira (19), o projeto de lei que institui o serviço de Loteria Municipal. O texto foi aprovado por 16 votos a favor e 5 contrários. A proposta, enviada pela Prefeitura, prevê a criação de uma loteria local como forma de arrecadar recursos para financiar políticas públicas no município. Veja abaixo como votou cada vereador. ✅ Votaram a favor: Claudio Apolinário (PSD) Fabião Zagueiro (PSD) Gilson Campos (PRD) Juliana Fraga (PT) Lino Bispo (PL) Marcão da Academia (PSD) Marcelo Garcia (PRD) Milton Vieira Filho (Republicanos) Rafael Pascucci (PSD) Renato Santiago (União) Roberto do Eleven (PSD) Rogério da Acasem (PP) Senna (PL) Sidney Campos (PSDB) Thomaz Henrique (PL) Zé Luís (PSD) 🚫 Votaram contra: Amélia Naomi (PT) Carlos Abranches (Cidadania) Fernando Petiti (PSDB) Roberto Chagas (PL) Sérgio Camargo (PL) Segundo o texto, a exploração poderá ser feita de maneira direta pela administração ou por meio de concessão, permissão ou autorização. A venda de bilhetes e apostas poderá ocorrer tanto em pontos físicos quanto em plataformas digitais. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Os valores arrecadados serão destinados, prioritariamente, ao pagamento de prêmios, impostos e custos operacionais. O saldo remanescente será revertido para os cofres municipais. Os prêmios não resgatados dentro do prazo legal também ficarão com o Executivo. A lei ainda estabelece regras de segurança, como prevenção contra fraudes, política de compliance e proteção de dados pessoais. A regulamentação, incluindo o nome fantasia da loteria, será definida pelo Poder Executivo. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Palavras-chave: câmara municipal

Vereadores aprovam tributação de serviços de aplicativo em São José dos Campos

Publicado em: 19/09/2025 01:05

Imagem de arquivo - Vereadores aprovam tributação de serviços de aplicativo em São José dos Campos NSC TV/Reprodução Os vereadores de São José dos Campos aprovaram, na madrugada desta sexta-feira (19), em sessão ordinária na Câmara Municipal, um projeto que altera a lei sobre o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). O projeto aprovado pretende regulamentar a prestação de serviços realizada por meio de plataformas digitais, como, por exemplo, aplicativos de transporte, serviços de hospedagem e marketplaces, instituindo um regime de substituição tributária. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp O texto foi aprovado com 16 votos a favor e 5 votos contrários. Veja abaixo como votou cada vereador. ✅ Votaram a favor: Carlos Abranches (Cidadania) Claudio Apolinário (PSD) Fabião Zagueiro (PSD) Fernando Petiti (PSDB) Gilson Campos (PRD) Lino Bispo (PL) Marcão da Academia (PSD) Marcelo Garcia (PRD) Milton Vieira Filho (Republicanos) Rafael Pascucci (PSD) Renato Santiago (União) Roberto Chagas (PL) Roberto do Eleven (PSD) Rogério da Acasem (PP) Sidney Campos (PSDB) Zé Luís (PSD) 🚫 Votaram contra: Amélia Naomi (PT) Juliana Fraga (PT) Senna (PL) Sérgio Camargo (PL) Thomaz Henrique (PL) Na prática, o projeto atribui às empresas que prestam esse tipo de serviço a responsabilidade de recolhimento do imposto. Na justificativa, o prefeito Anderson Farias (PSD) explicou que "a legislação atualmente vigente não contempla de forma adequada essa nova dinâmica de prestação de serviços, o que torna necessárias as alterações ora propostas". "O objetivo é alinhar a tributação municipal à realidade econômica atual, reconhecendo o papel central desempenhado pelas plataformas digitais como intermediadoras da nova economia e, ao mesmo tempo, evitando perdas na arrecadação decorrentes da dificuldade em identificar individualmente todos os prestadores e tomadores de serviços". Câmara de São José dos Campos vota projetos que aumentam impostos e taxas Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Palavras-chave: câmara municipal

IPTU, lixo, iluminação pública e ITBI: Veja como cada vereador de São José dos Campos votou nos projetos

Publicado em: 19/09/2025 00:36

Imagem de arquivo - Vereadores de São José dos Campos em sessão na Câmara - 2025. Cleverson Nunes/CMSJC A Câmara Municipal de São José dos Campos (SP) aprovou, nesta quinta (18) e sexta-feira (19), uma série de projetos de lei complementares que podem reajustar a cobrança de impostos na cidade. Entre os projetos aprovados estão a atualização Planta Genérica de Valores Imobiliários (PGV), que pode aumentar em 50% o valor do IPTU até 2027; uma cobrança adicional na contribuição da iluminação pública; a mudança na forma como é cobrada a taxa de lixo; além de alteração na regra do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) na cidade. O g1 reuniu os votos dos vereadores em cada projeto. Veja abaixo como os parlamentares votaram em cada proposta: Adicional na contribuição de iluminação pública Os vereadores de São José dos Campos aprovaram, na noite desta quinta-feira (18), em sessão ordinária na Câmara Municipal, o projeto de lei da Prefeitura que estabelece mudança na contribuição do custeio da iluminação pública - saiba mais sobre a proposta clicando aqui. Com a aprovação do projeto, um valor adicional deve ser cobrado para melhorias do sistema de monitoramento de segurança. O projeto foi aprovado com 14 votos favoráveis e 7 contrários. Veja como cada vereador votou: ✅ Votaram a favor: Claudio Apolinário (PSD) Fabião Zagueiro (PSD) Gilson Campos (PRD) Lino Bispo (PL) Marcão da Academia (PSD) Marcelo Garcia (PRD) Milton Vieira Filho (Republicanos) Rafael Pascucci (PSD) Renato Santiago (União) Roberto Chagas (PL) Roberto do Eleven (PSD) Rogério da Acasem (PP) Sidney Campos (PSDB) Zé Luís (PSD) 🚫 Votaram contra: Amélia Naomi (PT) Carlos Abranches (Cidadania) Fernando Petiti (PSDB) Juliana Fraga (PT) Senna (PL) Sérgio Camargo (PL) Thomaz Henrique (PL) ITBI - Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis Os vereadores de São José dos Campos aprovaram, por 14 votos a 7, um projeto de lei do Executivo que altera a regra do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) na cidade - saiba mais sobre a proposta clicando aqui. Com a aprovação do projeto, o imposto passa a ser baseado no valor de mercado declarado pelas partes, mantendo a alíquota de 2%. Veja abaixo como votou cada vereador: ✅ Votaram a favor: Claudio Apolinário (PSD) Fabião Zagueiro (PSD) Gilson Campos (PRD) Lino Bispo (PL) Marcão da Academia (PSD) Marcelo Garcia (PRD) Milton Vieira Filho (Republicanos) Rafael Pascucci (PSD) Renato Santiago (União) Roberto Chagas (PL) Roberto do Eleven (PSD) Rogério da Acasem (PP) Sidney Campos (PSDB) Zé Luís (PSD) 🚫 Votaram contra: Amélia Naomi (PT) Carlos Abranches (Cidadania) Fernando Petiti (PSDB) Juliana Fraga (PT) Senna (PL) Sérgio Camargo (PL) Thomaz Henrique (PL) Taxa de lixo Os vereadores de São José dos Campos aprovaram em sessão ordinária, na noite desta quinta-feira (18), um projeto de lei que muda o cálculo da cobrança da taxa de lixo na cidade - saiba mais sobre a proposta clicando aqui. Atualmente, a cobrança é dividida igualmente para os moradores de área urbana, com taxa de R$ 125,44. Com o projeto de lei, o valor deve subir. Para uma casa de 70 a 150 metros quadrados, com quatro coletas semanais, o valor passaria para R$ 163,00 - um acréscimo de 29%. Em outros casos, a taxa pode subir para R$ 410 - alta de 226%. O projeto foi aprovado com 14 votos a favor e 7 votos contrários. Veja abaixo como votou cada parlamentar: ✅ Votaram a favor: Claudio Apolinário (PSD) Fabião Zagueiro (PSD) Gilson Campos (PRD) Lino Bispo (PL) Marcão da Academia (PSD) Marcelo Garcia (PRD) Milton Vieira Filho (Republicanos) Rafael Pascucci (PSD) Renato Santiago (União) Roberto Chagas (PL) Roberto do Eleven (PSD) Rogério da Acasem (PP) Sidney Campos (PSDB) Zé Luís (PSD) 🚫 Votaram contra: Amélia Naomi (PT) Carlos Abranches (Cidadania) Fernando Petiti (PSDB) Juliana Fraga (PT) Senna (PL) Sérgio Camargo (PL) Thomaz Henrique (PL) Planta Genérica de Valores Imobiliários (PGV) Os vereadores de São José dos Campos aprovaram, nesta quinta-feira (18), um projeto para revisão da Planta Genérica de Valores Imobiliários da cidade, com atualização dos valores do metro quadrado. Com a aprovação, o projeto pode aumentar em 50% o valor do IPTU até 2027 - saiba mais sobre a proposta clicando aqui. O projeto foi aprovado com 13 votos a favor e 8 votos contrários. Veja abaixo como votou cada vereador: ✅ Votaram a favor: Claudio Apolinário (PSD) Fabião Zagueiro (PSD) Gilson Campos (PRD) Lino Bispo (PL) Marcão da Academia (PSD) Marcelo Garcia (PRD) Milton Vieira Filho (Republicanos) Rafael Pascucci (PSD) Renato Santiago (União) Roberto do Eleven (PSD) Rogério da Acasem (PP) Sidney Campos (PSDB) Zé Luís (PSD) 🚫 Votaram contra: Amélia Naomi (PT) Carlos Abranches (Cidadania) Fernando Petiti (PSDB) Juliana Fraga (PT) Roberto Chagas (PL) Senna (PL) Sérgio Camargo (PL) Thomaz Henrique (PL) Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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OPPO Find X9: linha tem especificações do display confirmadas em novos teasers

Publicado em: 19/09/2025 00:11 Fonte: Tudocelular

Atualização (19/09/2025) - MR Com a proximidade do lançamento da linha OPPO Find X9, a fabricante chinesa confirma gradualmente as especificações do flagship. Desta vez, publicou teasers com configurações a respeito da tela. Como na linha vivo X300, o OPPO Find X9 e OPPO Find X9 Pro terão display com proteção ocular capaz de atingir 1 nit. A marca afirma que será a primeira do mercado com essa tecnologia.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

iPhone Air: primeiras impressões do celular fininho e quais são seus rivais

Publicado em: 19/09/2025 00:00

iPhone Air: primeiras impressões do celular fininho e quais são seus rivais O Air começa a ser vendido no Brasil nesta sexta-feira (19), com os iPhone 17 e 17 Pro/Pro Max. É a primeira vez que o lançamento dos celulares da marca ocorre ao mesmo tempo que os Estados Unidos e a Europa. Fininho, leve e com truques divertidos que ajudam muito a não cortar nenhum amigo na hora da selfie. Essas são as primeiras impressões do inédito iPhone Air. O Guia de Compras teve acesso ao celular e conta a seguir as primeiras impressões. iPhone Air visto de lado Henrique Martin/g1 Sabe aquele celular que cabe direitinho no bolso da calça, sem fazer volume? O iPhone Air tem apenas 5,6 mm de espessura e pesa 165 gramas. Abrir sua caixa e vê-lo pela primeira vez é surpreendente. O aparelho faz parte de uma nova tendência dos fabricantes de privilegiarem o design dos smartphones, deixando de lado alguns recursos – ele traz só uma câmera traseira. Mas não é o único fininho do mercado. A Samsung tem o Galaxy S25 Edge, por exemplo, com 5,.8 mm de espessura. Um dobrável da chinesa Honor tem 4,1 mm de espessura aberto. Os preços do iPhone Air começavam em R$ 10.499 (256 GB) e chegavam a R$ 13.499 (1 TB) nas lojas on-line pesquisadas em setembro. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O que o iPhone Air tem de diferente? Apesar da espessura bastante fina, o aparelho vem com um platô na parte traseira, onde fica a câmera. A Apple chama de platô (ele está presente no 17 Pro/Pro Max também), mas é um “calombo” mesmo, como na maioria dos smartphones de 2025. O mais interessante é que essa área que não ocupa nem um terço do aparelho guarda os principais componentes do celular – como processador, câmera e alto-falante. Faz a gente pensar qual será o próximo passo dos fabricantes de celular, com um espaço tão pequeno para as partes mais importantes. O resto da parte traseira é apenas a bateria. Interior do iPhone Air Divulgação/Apple É uma pena que a Apple ainda use baterias de íons de lítio – nada contra a tecnologia, desde que ela funcione direito. As marcas chinesas recém-chegadas ao Brasil já adotaram uma nova tecnologia de silício-carbono que permite ter capacidades de carga maiores em espaços pequenos. Quando o conceito do platô da Apple se juntar ao carbono-silício, teremos celulares muito finos mesmo. Se a bateria dura as 27 horas prometidas, ainda não dá para saber antes de testar. A câmera solitária na traseira é o ponto mais curioso do iPhone Air. O sensor único tem 48 megapixels de resolução, com zoom óptico de 2x. Câmera do iPhone Air: 48 megapixels de resolução. E junta pó e marcas de dedos na carcaça. Henrique Martin/g1 À primeira vista, as fotos saem ótimas. A câmera parece ser bastante versátil, conseguindo dar o zoom de 2x (óptico, aproximando a imagem de 48 megapixels direto no sensor). O zoom digital chega a 10x e é bastante nítido. Faz falta a lente grande angular, um problema que também ocorre no iPhone 16e, o mais barato da marca hoje. A resolução da câmera frontal é de 18 megapixels, como em todos os iPhone 17. Seu principal destaque é o recurso de “palco central”, que muda sozinho a orientação e o zoom da foto, dependendo do número de pessoas. A funcionalidade é divertida, chama a atenção na hora da selfie, mas não veio ativada por padrão. Os botões de controle – liga e desliga, volume, ação e controle da câmera – são similares aos do iPhone 16 ou 17. Uma coisa que deu para notar é que, pelo menos no modelo preto, o iPhone Air pega muitas marcas de dedos na traseira e nas bordas. A Apple afirma que é o iPhone mais resistente já produzido, e o Air passa essa sensação de ser bem firme. A estrutura do aparelho é feita de titânio nas bordas e com o “ceramic shield”, que é um vidro extremamente forte, na frente e na traseira. É um jeito de tentar evitar ao máximo que o aparelho quebre sob pressão. Acidentes acontecem, como esquecer o celular no bolso traseiro do jeans e sentar em cima. Na época do lançamento do iPhone 6 Plus, em 2014, ocorreu um raro momento em que o aparelho poderia ser flexível demais e quebrar. Esse é o primeiro iPhone à venda no Brasil sem uma gaveta para o chip da operadora. O Air usa apenas o eSIM, que é o “chip” virtual. Essa troca foi feita para economizar espaço no corpo do dispositivo e tentar ampliar a área da bateria. O sistema iOS 26 ajuda na migração de um chip convencional (físico) para o eSIM (digital), mas é aconselhável consultar a operadora do celular antes de fazer a troca. Os outros lançamentos da Apple no Brasil nesta sexta-feira - 17, 17 Pro e 17 Pro Max - vêm com a gavetinha de chip. A tela do Air também é maior que a de um iPhone "básico". Com suas 6,5 polegadas, o Air substitui na linha o antigo iPhone 16 Plus (6,7"). iPhone Air: tela de 6,5" com 120Hz de taxa de atualização Henrique Martin/g1 O display tem uma mudança perceptível para quem vem do iPhone 16 ou anteriores: a atualização automática de 120 Hz. A taxa de atualização significa quantas vezes a tela “pisca” para trocar uma imagem e, quanto maior, mais rápido aparece a informação para quem está usando o aparelho. Isso é um diferencial na hora de ver vídeos e jogar. São quatro cores disponíveis: preto, branco, dourado e azul. De longe, é difícil diferenciar os modelos mais claros – todos parecem brancos. Vendo de perto, os detalhes ficam mais perceptíveis. iPhone Air: preto, branco, dourado e azul são as cores disponíveis Henrique Martin/g1 A Apple também mandou o iPhone Air com alguns acessórios: um "bumper", espécie de capinha que só protege as bordas, com a alça transversal para pendurar o telefone. O "bumper é um pouco difícil de encaixar e tirar, tem que pegar o jeito indo pelo canto do aparelho. Ele, na teoria, ajuda a aumentar a proteção do Air sem deixar a parte central do aparelho mais grossa. A alça transversal, bem, é para quem curte moda. Ela se encaixa na base do "bumper" e é facilmente ajustável. Vale notar que as duas partes são vendidas separadas: o bumper custa R$ 449, a alça, R$ 719. iPhone Air com "bumper" e a alça transversal Divulgação Provavelmente veremos em breve a ideia copiada por sites chineses que vendem capinhas para celular. Quais as diferenças do iPhone Air para os concorrentes? Samsung Galaxy S25 Edge: 5,8 mm de espessura, com duas câmeras Divulgação O principal concorrente do iPhone Air é o Samsung Galaxy S25 Edge, lançado em maio, que é um pouco mais “grosso”: 5,8 mm. A sensação de segurar um é parecida com a do Air – faz se perguntar como aquilo pode ser tão fino. O Edge tem duas câmeras: a principal com 200 megapixels de resolução, também com 2x de zoom óptico. A segunda câmera é uma grande angular de 12 MP. Em setembro, o Galaxy S25 Edge era vendido por R$ 8.100 (256GB) e R$ 8.999 (512 GB) nas lojas da internet. Alguns modelos dobráveis chegam a ser mais finos quando abertos. O Galaxy Z Fold7 tem somente 4,2 mm aberto, por exemplo. O Honor Magic V5, ainda não lançado no Brasil, tem 4,1 mm de espessura aberto. Mas não conta muito comparar as espessuras dos dobráveis, já que os aparelhos cabem no bolso fechados e aí ficam mais grossos. iPhone Air Samsung Galaxy S25 Edge Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. 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Palavras-chave: tecnologia

Câmara de São José dos Campos aprova mudança na cobrança da taxa de lixo; veja como cada vereador votou

Publicado em: 18/09/2025 23:03

Imagem de arquivo - Coleta de lixo em São José dos Campos André Luis Rosa Os vereadores de São José dos Campos aprovaram em sessão ordinária, na noite desta quinta-feira (18), um projeto de lei que muda o cálculo da cobrança da taxa de lixo na cidade. O projeto foi aprovado com 14 votos a favor e 7 votos contrários. Veja abaixo como votou cada parlamentar: ✅ Votaram a favor: Claudio Apolinário (PSD) Fabião Zagueiro (PSD) Gilson Campos (PRD) Lino Bispo (PL) Marcão da Academia (PSD) Marcelo Garcia (PRD) Milton Vieira Filho (Republicanos) Rafael Pascucci (PSD) Renato Santiago (União) Roberto Chagas (PL) Roberto do Eleven (PSD) Rogério da Acasem (PP) Sidney Campos (PSDB) Zé Luís (PSD) 🚫 Votaram contra: Amélia Naomi (PT) Carlos Abranches (Cidadania) Fernando Petiti (PSDB) Juliana Fraga (PT) Senna (PL) Sérgio Camargo (PL) Thomaz Henrique (PL) Atualmente, a taxa de lixo é cobrada junto ao carnê do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), mas o projeto propõe a alteração da lei que regulamenta a base de cálculo da cobrança. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp No documento enviado à Câmara Municipal, o prefeito de São José argumentou que o objetivo da mudança é “fortalecer a política pública de coleta, tratamento e destinação dos resíduos a fim de beneficiar toda a população e promover maior equilíbrio fiscal e social”. Com a aprovação, a base de cálculo da cobrança vai passar a seguir dois critérios: o tamanho da área construída de cada imóvel, comércio ou indústria o número de vezes que a coleta é feita por semana Atualmente, a cobrança é dividida igualmente para os moradores de área urbana, com taxa de R$ 125,44. Com o projeto de lei, o valor subiria. Para uma casa de 70 a 150 metros quadrados, com quatro coletas semanais, o valor deve passar para R$ 163,00 - um acréscimo de 29%. Em outros casos, onde a coleta é feita mais vezes por semana e os imóveis são maiores, a taxa pode subir para R$ 410 - alta de 226%. São José dos Campos quer mudar taxa de lixo e contribuição da iluminação Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Palavras-chave: câmara municipal

Trump conclui viagem ao Reino Unido em clima de acolhimento e com parceria reforçada com o governo britânico

Publicado em: 18/09/2025 22:28

Donald Trump termina a viagem ao Reino Unido com parceria reforçada com os britânicos O presidente dos Estados Unidos concluiu a viagem ao Reino Unido num clima de acolhimento por parte do governo britânico e com uma parceria reforçada entre os dois países. Donald Trump passou a última noite no Castelo de Windsor - endereço da família real, que já abrigou mais de 40 monarcas e que, nesta quarta-feira (17), foi palco de um jantar de estado, com a presença de grandes executivos dos setores de tecnologia e de finanças. Entre eles, o CEO da Apple, Tim Cook, da OpenAI, Sam Altman, da Nvidia, Jensen Huang, e o dono da Fox News, Rupert Murdoch. Na manhã desta quinta-feira (18), ele se despediu do Rei Charles. "Um grande cavalheiro, um grande rei". Dali, seguiu de helicóptero para os compromissos de governo, todos eles marcados bem longe de Westminster - a área central de Londres - onde nos últimos dias houve protestos contra o americano. Em Chequers, na casa de campo do governo britânico, Trump foi recebido pelo primeiro-ministro, Keir Starmer, e a esposa, Victoria. Reino Unido e Estados Unidos assinaram um acordo bilionário no setor de tecnologia, com foco em inteligência artificial, computação quântica e energia nuclear. Trump e Starmer participaram de uma entrevista coletiva, e foram questionados sobre a Guerra em Gaza. Disseram que concordam sobre a necessidade de paz, o envio de mais ajuda humanitária e a libertação imediata dos reféns que continuam nas mãos dos terroristas do Hamas. Trump foi questionado sobre a promessa do Reino Unido de reconhecer o Estado Palestino neste mês de setembro. Ele evitou comentários, mas disse que esse é um dos poucos pontos de discórdia entre os dois. Os jornalistas também perguntaram sobre a Guerra na Ucrânia. Starmer cobrou mais pressão sobre o Kremlin e disse que o americano tem esse poder. Nessa viagem ao Reino Unido, Trump falou com todas as letras: está decepcionado com o presidente russo Vladimir Putin. Os dois tinham se encontrado no Alasca em agosto, prometeram avanços na negociação da guerra, e até agora, nada. O presidente americano acredita que o aumento de investimentos na OTAN, a Aliança Militar capitaneada pelos Estados Unidos, pode ajudar a resolver o conflito. Nesses últimos três dias, Trump teve direito a banquete, carruagem e até upgrades na cerimônia real. Se tornou o primeiro presidente americano a ter direito a duas visitas de estado. "É uma das maiores honras da minha vida", ele descreveu. Os britânicos - que queriam mimá-lo para mantê-lo por perto e reforçar o relacionamento histórico entre os dois países - consideram missão cumprida. Donald Trump termina a viagem ao Reino Unido com parceria reforçada com os britânicos Reprodução/TV Globo

Governo Milei intervém no câmbio pelo 2º dia seguido para conter disparada do dólar

Publicado em: 18/09/2025 22:03

Governo Milei decide intervir no câmbio na Argentina O governo argentino realizou nesta quinta-feira (18) uma nova intervenção no câmbio para conter a alta do dólar frente ao peso, com a venda de US$ 379 milhões em reservas pelo Banco Central. Somados aos US$ 53 milhões negociados na véspera, o total de reservas vendidas pelo BC alcançou US$ 432 milhões em dois dias. A pressão sobre o peso cresceu à medida que investidores correram para dolarizar suas carteiras, diante da crise do governo de Javier Milei. (leia mais abaixo) 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Desde a adoção do regime flutuante, em abril, o BC não realizava intervenção no câmbio. O movimento derrubou os ativos de risco da Argentina nesta quinta: o índice acionário S&P Merval fechou em queda de 4,93%, enquanto os títulos soberanos recuaram, em média, 3,8%. A turbulência no mercado também levou o índice de risco do país — indicador da confiança dos investidores — a superar 1.400 pontos-base durante o pregão, atingindo o nível mais alto em um ano. No início do mês, o governo argentino já havia anunciado que faria intervenções no câmbio. A medida ocorre em meio à queda expressiva do peso frente ao dólar desde a adoção do regime flutuante. Segundo o governo, o Tesouro Nacional passará a atuar diretamente na compra e venda de dólares para garantir que haja oferta suficiente e evitar movimentos bruscos de desvalorização. A forte intervenção do BC manteve a taxa de câmbio oficial no mercado interbancário estável em 1.474,5 pesos por dólar. Nesta quinta-feira, a autoridade monetária passou a divulgar os limites de sua banda diária de negociação, estabelecendo 1.474,83 para vendas e 948,76 para compras. O teto da banda cambial, mecanismo criado para limitar a valorização do dólar no mercado argentino, é corrigido diariamente com um acréscimo de 1% ao mês desde o fim das restrições cambiais promovidas pelo governo. Ontem, esse limite foi estabelecido em 1.474,40 pesos. Pelo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), sempre que a cotação no atacado ultrapassa esse valor, o Banco Central está autorizado a intervir com venda de reservas para conter a alta. A decisão de Milei de voltar a intervir no câmbio surpreendeu o mercado por vir de um governo de agenda ultraliberal. Em abril, por exemplo, o próprio governo havia comemorado o fim do “cepo” — sistema que restringia a compra de dólares pelos argentinos para tentar controlar o valor do peso. Por que o governo Milei voltou a intervir no câmbio? 1. Queda do peso argentino e risco de inflação Embora tenha conseguido reduzir a inflação que ultrapassava 200% ao ano, por meio de um plano severo de cortes nos gastos públicos, o governo Milei ainda não conseguiu gerar plena confiança na economia nem atrair um bom volume de investimentos estrangeiros. O presidente ainda enfrenta dificuldades para acumular reservas em dólar, essenciais para garantir o pagamento das dívidas argentinas e reduzir a vulnerabilidade do peso. Em última instância, essas reservas facilitariam até a prometida transição para a dolarização da economia. Na tentativa de recuperar a confiança dos investidores, Milei tem dado passos calculados. Quando extinguiu o “cepo”, em abril, o câmbio passou a flutuar de forma mais livre. Por um lado, a medida agradou ao mercado por seu viés liberal. Por outro, enfraqueceu ainda mais o peso, já que a demanda por dólares é maior. 🔎 Em outras palavras: enquanto os argentinos buscam proteger suas economias comprando dólares, o governo tenta evitar que a desvalorização do peso volte a pressionar os preços. Cotação do Peso argentino Arte/g1 Apesar de algum sucesso inicial, as reservas voltaram a cair em 2025, e chegaram a cerca de US$ 7 bilhões negativos após o fim do “cepo”. Começa um círculo vicioso: com pouco dinheiro em caixa, o governo tem menor capacidade de intervir, e o peso tende a se desvalorizar ainda mais. Fora isso, a valorização do dólar encarece importações, reduz a confiança na moeda local e alimenta a inflação — fator central para a manutenção do apoio popular a Milei. Diante disso, o governo argentino endureceu as regras para operações em moeda estrangeira com credores comerciais. Assim, os bancos ficaram proibidos de ampliar sua posição em câmbio à vista no último dia do mês, medida que busca evitar manobras capazes de aumentar a demanda por dólares e pressionar o peso. Até então, o governo vinha elevando a taxa de juros de referência para tentar conter a valorização do dólar frente ao peso, mas a estratégia não se mostrou suficiente. Agora, segundo Carlos Henrique, diretor de operações da Frente Corretora, a nova intervenção é uma “contenção de crise”. "O governo já vinha tentando reduzir a volatilidade com aumento de juros e restrições bancárias, mas a pressão sobre o peso tornou a intervenção direta inevitável, refletindo problemas que vinham se acumulando desde antes da crise política atual e a incapacidade de resolver a crise fiscal”, afirma. Para Henrique, embora Milei já tivesse recorrido a intervenções indiretas, a medida anunciada ontem representa uma “mudança drástica” em relação à sua política econômica liberal. “Ao intervir, o governo abandona temporariamente a ideia de que o mercado deve se autorregular e assume um papel de controle, característico de políticas mais heterodoxas”. 2. Escândalo de corrupção envolvendo Karina Milei Milei também enfrenta crises políticas que fragilizam seu governo e afastam investidores. No fim de agosto, um escândalo — com direito a áudios vazados, acusações de corrupção e disputas internas — atingiu a cúpula do poder argentino. Nos áudios, Diego Spagnuolo, ex-aliado do governo, acusa Karina Milei, irmã do presidente e secretária-geral da Presidência, de envolvimento em corrupção. Presidente argentino, Javier Milei, e sua irmã Karina Milei. Gustavo Garello/ AP Photo Spagnuolo é ex-chefe da Agência Nacional para a Deficiência (Andis). Segundo ele, Karina e o subsecretário Eduardo “Lule” Menem teriam exigido propina de indústrias farmacêuticas para a compra de medicamentos destinados à rede pública. Segundo relatório do Bradesco BBI, escândalos políticos como esse “fragmentam o cenário, minando a reputação e a confiança. A perda de influência no Congresso leva a uma expansão fiscal não planejada, em conflito com as metas do FMI”. 🔎 Quando investidores estrangeiros retiram recursos, há menos dólares em circulação, o que aumenta a demanda pela moeda americana em relação ao peso. Isso faz com que o peso perca valor, já que o câmbio passa a refletir uma moeda mais escassa diante da demanda existente. 3. Tensão eleitoral Tudo isso aconteceu às vésperas das eleições em Buenos Aires, que aconteceu no dia 7 de setembro para definir novos deputados e senadores nacionais. O partido de Milei sofreu uma dura derrota na província, a mais importante do país, responsável por quase 40% dos eleitores da Argentina. No pleito, estavam em disputa 46 cadeiras na Câmara de Deputados e 23 no Senado, além da eleição de vereadores em 135 municípios da província (excluindo a cidade de Buenos Aires). Com 99% das urnas apuradas, o Peronismo ficou com 47,3% dos votos, enquanto o partido de Milei, A Liberdade Avança, obteve 33,7%. A diferença, de 13,6 pontos, um resultado inesperado, é considerada uma verdadeira surra eleitoral. Das 10 eleições provinciais realizadas este ano na Argentina, Milei ganhou apenas duas. A partir do segundo ano de mandato, Milei e seu partido acumularam derrotas relevantes no Congresso, que derrubou cortes de gastos públicos e anulou decretos presidenciais. “A instabilidade política atuou como catalisador para a desvalorização da moeda, forçando Milei a intervir”, afirma Henrique. Javier Milei, à época candidato à presidência da Argentina, ergue uma nota de dólar com seu próprio rosto Natacha Pisarenko/AP

Palavras-chave: vulnerabilidade

Excedente de energia renovável gera problema para sistema elétrico brasileiro; entenda

Publicado em: 18/09/2025 21:25

Excedente de energias renováveis ameaça a segurança do sistema elétrico brasileiro O Brasil tem produzido muito mais energia renovável do que precisa. Parece ser uma notícia boa, mas, para o sistema elétrico, tem sido um problema. Essa energia a mais está vindo principalmente dos parques eólicos e solares do Nordeste. O excedente ameaça a segurança do sistema elétrico brasileiro. Quando isso acontece, o Operador Nacional do Sistema Elétrico pede que essas usinas sejam desligadas, e isso tem ocorrido todos os dias. Desde 2022, os cortes têm sido cada vez maiores. Nesta quarta-feira (17), por exemplo, foram cortados cerca de 11 gigawatts, potência equivalente a uma hidrelétrica de Itaipu. "Precisa cortar, na verdade, porque é muito mais geração do que demanda. Então você precisa ter no sistema sempre um equilíbrio de geração com demanda", afirma Luiz Eduardo Barata, presidente da Frente Nacional dos Consumidores de Energia. Para o ex-diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico, faltou planejamento para evitar que a superoferta de energia renovável virasse um problema. "As mudanças, que teriam que ser profundas, sérias, abrangentes, elas estão sendo substituídas por medidas tópicas, pontuais, para resolver problemas que são grandes." A representante da energia eólica estima que os prejuízos causados pelos cortes cheguem a R$ 5 bilhões nos últimos três anos. O setor entrou na Justiça pedindo ressarcimento desses valores. "O problema é maior agora pelo fato da energia de telhado, que é essa energia que só entra das 10h da manhã às 16h, ele estar gerando muito e está ocupando todo espaço do sistema", afirma Elbia Gannoum, presidente da ABEEólica. Atualmente, mais de 20 milhões de brasileiros se beneficiam dessa tecnologia e dos descontos nas contas de luz pela energia solar nos telhados. Mas essa geração está fora do controle do Operador Nacional do Sistema Elétrico, que não pode cortar essa fonte. O representante do setor nega que isso seja um problema. "Na verdade, esse aumento da geração distribuída, que é a chance de cada brasileiro, consumidor, produzir a própria energia, ele contribuiu para diminuir o custo da energia elétrica de todos os brasileiros. Nós estamos ajudando o sistema, tirando a carga do sistema e dividindo os benefícios da geração distribuída com todos os consumidores", diz Carlos Evangelista, presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída. Outros países do mundo como Estados Unidos, Alemanha e Austrália enfrentam problemas semelhantes ao do Brasil. Governo, empresas e instituições ligadas ao assunto defendem um novo planejamento para o setor elétrico. Mas não há soluções rápidas para o excedente de energia no país. "É conseguir aumentar a demanda. Se nós conseguirmos instalar datacenters no local certo, a indústria do hidrogênio verde no local certo, a gente começa a mitigar o problema. Existem outras medidas também, como o uso de baterias. Por quê? Essa geração a mais que se geraria durante o dia, que supera a demanda, nós estocaríamos as baterias e, obviamente, à noite, quando o sol se põe, nós usaríamos essa energia." O Operador Nacional do Sistema declarou que tem atuado com o Ministério de Minas e Energia, a Aneel e a Empresa de Pesquisa Energética no aprimoramento do marco regulatório e na revisão de regulamentos e políticas públicas para garantir a eficiência operacional do sistema elétrico. Excedente de energia renovável gera problema para o sistema elétrico brasileiro; entenda Reprodução/TV Globo

Palavras-chave: tecnologia

Empresário é condenado a 14 anos de prisão por dirigir bêbado e causar morte de mulher em Brodowski

Publicado em: 18/09/2025 21:13

Fabrício de Luna Vieira (de branco) na chegada ao julgamento, em Brodowski, SP Reprodução/EPTV O empresário Fabrício de Luna Vieira, de 42 anos, foi condenado a 14 anos e quatro meses de prisão em regime fechado por dirigir bêbado e provocar um acidente de carro em 2019, em Brodowski (SP) que matou a dona de casa Katiuscia Bianca, de 31 anos. A sentença do Tribunal do Júri foi divulgada na noite desta quinta-feira (17). Vieira foi condenado por homicídio doloso mediante recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima, devido à morte de Katiuscia, e por duas tentativas de homicídio, por conta dos ferimentos causados ao noivo dela, Igor de Morais Alves, e à filha do casal que também estava no carro. O réu não teve direito a recorrer em liberdade, e a Justiça determinou o cumprimento imediato da pena. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp De acordo com informações da EPTV, afiliada da TV Globo, no local, ele deixaria o tribunal em uma viatura policial para ser levado ao sistema prisional. A reportagem não conseguiu falar com a defesa de Fabrício até a última atualização desta notícia. Mãe se emociona ao lembrar da filha morta há seis anos por empresário que dirigia bêbado O júri começou às 12h30 na Câmara Municipal de Brodowski e se estendeu por mais de oito horas até a noite. Primeiro foram ouvidas quatro testemunhas de acusação, uma de defesa, além do noivo da vítima e o réu. Na sequência, ocorreram os debates entre acusação e defesa antes de os jurados se reunirem para dar o parecer final, que o considerou culpado. Relembre o caso O acidente aconteceu na noite de 13 de janeiro de 2019, na Rodovia Cândido Portinari (SP-334), em Brodowski. Segundo a Polícia Rodoviária, o carro dirigido pelo empresário bateu na traseira do veículo da família, que foi arremessado contra uma árvore no acostamento. A dona de casa Katiuscia Bianca morreu no local. O marido, o mecânico Igor de Moraes Alves, de 22 anos, e a filha do casal, de 1 ano, ficaram feridos, mas foram liberados após atendimento médico. Em depoimento, Igor contou que a esposa se jogou sobre a cadeirinha da filha para protegê-la no momento da colisão. Relembre o acidente na reportagem da EPTV Empresário será julgado por acidente que matou dona de casa em Brodowski, SP LEIA TAMBÉM Empresário que matou mulher ao dirigir bêbado vai a júri: 'Seis anos e ele nunca admitiu a culpa', diz família da vítima Mulher morre e 2 ficam feridos em colisão com motorista suspeito de embriaguez em Brodowski, SP Menina pede para brincar com mãe morta há 6 anos por empresário que dirigia bêbado: 'Muito angustiante', diz avó Carro da família foi atingido na traseira e capotou na Rodovia Cândido Portinari em Brodowski, SP Reprodução/EPTV “Foi instinto de mãe, porque ela saiu só com um arranhão. A Katiuscia foi a verdadeira heroína da nossa filha. Quando tirei ela do carro, o corpo estava inteiro abraçado na cadeirinha”, disse. Na época, o caso foi registrado como homicídio culposo, lesão corporal culposa e embriaguez ao volante, mas o Ministério Público posteriormente denunciou Fabrício por homicídio doloso, ao entender que ele assumiu o risco de provocar a morte ao dirigir após beber. No processo, uma das principais provas apresentadas pelo Ministério Público é a gravação feita pela Polícia Militar no dia do acidente, em que Fabrício admite ter ingerido bebida alcoólica antes de dirigir e se recusa a fazer o teste do bafômetro. O mecânico Igor Moraes Alves era noivo de Katiuscia Bianca e pai da filha dela Arquivo pessoal O réu chegou a ser pronunciado ainda em 2019, para a realização do Tribunal do Júri, mas uma sucessão de recursos adiou o julgamento para este ano. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

Palavras-chave: câmara municipal

Carteira Nacional de Identidade tem se mostrado mais segura do que outros documentos contra fraudes financeiras

Publicado em: 18/09/2025 20:49

Carteira Nacional de identidade tem se mostrado mais segura contra fraudes financeiras A Carteira Nacional de Identidade, substituta do antigo RG, tem se mostrado mais segura do que outros documentos contra fraudes de natureza financeira. São mais de 33 milhões de brasileiros com a CIN - Carteira de Identidade Nacional - em mãos. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os estados que mais emitiram o novo documento desde 2022. Mas o destaque vai para Novo Santo Antônio, no Piauí, que se tornou a primeira cidade do país com 100% da população com a CIN. Obter a primeira via do documento, que substitui o RG, é bem simples e de graça. "É imprescindível a apresentação da certidão de nascimento ou casamento. A fotografia é tirada na hora, a coleta digital é feita aqui no momento do atendimento", diz Marina Andrade, diretora de gestão das unidades de atendimento integrado. O advogaod Daividson Gomes Gonçalves tirou a dele em um posto de atendimento em Belo Horizonte. "A importância é você se identificar nos órgãos públicos, a questão da segurança que está sendo proposta também. É um documento que facilita sua vida", afirma. A Carteira de Identidade Nacional traz mais segurança sim. Um estudo sobre mais de 30 milhões de transações financeiras de janeiro a agosto de 2025, revelou que o novo documento é até 10 vezes mais seguro contra fraudes, em relação ao RG. E até 5 vezes mais eficaz do que a Carteira Nacional de Habilitação, também é utilizada como documento para identificação. De acordo com a pesquisa, 87% das transações analisadas - feitas com a Carteira de Identidade Nacional - não apresentaram riscos como adulterações e falsificações. A carteira tem duas travas de segurança: uma numeração usada também nos passaportes - a MRZ - e um QR Code. "A utilização das tecnologias para essa carteira tem padrões internacionais. A gente pode citar o QR Code que tem uma verificação rápida, ágil, o MRZ que é um padrão de codificação que existem nessa carteira de identidade nacional e que não existem em outros documentos. E também existe um outro fator que não é por segurança por si só, mas um fator que dificulta a fraude que é a numeração única de identificação da população", destaca Carolina Bechelany, delegada da Polícia Civil. A psicóloga Adenice Emiliana Leita diz que se sente mais segura com o documento novo para ela e para os filhos. "Eu acho importante estar tudo correto, as minhas coisas são todas muito corretas, então quanto mais segurança melhor". Carteira Nacional de Identidade tem se mostrado mais segura do que outros documentos contra fraudes financeiras Reprodução/TV Globo

Palavras-chave: tecnologia

Cássia terá loteria municipal e prefeitura prevê arrecadação de R$ 250 mil por ano

Publicado em: 18/09/2025 20:09

Loteria em Cássia: empresa que venceu licitação vai repassar 5% da arrecadação A cidade de Cássia (MG) vai ganhar uma loteria municipal. Um edital foi aberto e a empresa vencedora terá que repassar 5% de toda a arrecadação obtida com as apostas para os cofres públicos. Segundo a prefeitura, o dinheiro será destinado a projetos voltados para a população nas áreas de cultura, esporte, educação e saúde. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Atualmente, a cidade conta apenas com uma casa lotérica, cujas arrecadações não ficam no município. A expectativa do Executivo é que, com a loteria municipal, esse cenário mude já nos próximos meses. Conforme a Prefeitura de Cássia, a arrecadação municipal caiu cerca de 2% ao mês em 2025. A administração acredita que a novidade pode ajudar a reverter a queda. "Há uma expectativa mais ou menos de R$ 250 mil anuais no começo", disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Cultura de Cássia, Frank Arantes. Cássia, no Sul de Minas Reprodução EPTV O orçamento atual do município é de R$ 120 milhões. Segundo a prefeitura, o dinheiro extra vai reforçar investimentos em diferentes setores. "Vai poder usar na cultura, no esporte, na educação, na saúde e vai ajudar muito com nossa administração esse dinheiro que vai estar entrando aí no decorrer do ano", afirmou o secretário. Apostas e expectativa da população O produtor rural Ronaldo Barros, morador da cidade, aposta na loteria todas as semanas e disse acreditar que a implantação da loteria municipal pode ser positiva. "Tem os cinco, que é o dia do meu nascimento. O dia do meu casamento, meu pai, ano, que é 44. Então tem aquelas manias. Nada, nada. Até hoje não ganhei nada. Aqueles prêmios pequenos de R$ 30, com 11 pontos, 12 pontos, aqueles vez em quando você ganha, né", contou. Apesar disso, Ronaldo afirma que apoia a novidade. "Se for um negócio legalizado e que traga renda para o município seria interessante, o pessoal da cidade tem que prestigiar, com certeza, né? E eu serei um deles". Prefeitura de Cássia Reprodução EPTV Loterias na região Cássia não é a primeira cidade da região a discutir o tema. Em Alfenas, a prefeitura enviou à Câmara Municipal um projeto semelhante, que prevê concessão dos serviços por 10 anos. O texto está na Comissão de Legislação e Justiça e prevê que os recursos sejam destinados para saúde pública, educação, segurança, trânsito, assistência social, cultura e esporte. Já em Campo Belo, um projeto parecido chegou a ser aprovado em 2023, mas, segundo a atual administração, não foi implantado por questões técnicas e econômicas, como a falta de estrutura de tecnologia da informação que garantisse segurança ao sistema. Segundo a Prefeitura de Cássia, o departamento jurídico do município está analisando a documentação da empresa vencedora da licitação para dar prosseguimento à abertura da loteria municipal. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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