Arquivo de Notícias

AMD Ryzen AI 7 445 surge em primeiro teste vazado e deve mirar notebooks acessíveis

Publicado em: 17/12/2025 04:17 Fonte: Tudocelular

Continuando os diversos vazamentos da próxima geração de chips da AMD para notebooks, o inédito Ryzen AI 7 445 foi o modelo mais recente a ser encontrado no banco de dados do Geekbench. Sem um equivalente direto na família disponível atualmente, o componente parece mesclar especificações de CPU e GPU para oferecer um pacote simples, que deve mirar em notebooks de preço mais baixo.O processador foi visto em múltiplos resultados no Geekbench AI, benchmark dedicado a analisar a performance de um chip em Inteligência Artificial, curiosamente equipando um dispositivo da japonesa Fujitsu. A máquina possuía ainda 16 GB de RAM e sistema operacional Windows 11 Home. A parte interessante dos registros é que a família Ryzen AI 400, de codinome Gorgon Point, é esperado para chegar como uma revisão dos atuais Ryzen AI 300 Strix Point e Krackan Point, aplicando pequenas mudanças, como frequências mais altas. Com isso dito, ao observarmos a ficha técnica, o Ryzen AI 7 445 não possui um equivalente direto na geração anterior.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

1º voo comercial de foguete no Brasil é adiado

Publicado em: 17/12/2025 04:02

O primeiro lançamento de um foguete comercial no Brasil, marcado para esta quarta-feira (17), foi adiado. A informação foi divulgada pela empresa Innospace, sul-coreana responsável pela produção do projétil e confirmada pela Força Aérea Brasileira (FAB). O novo lançamento está previsto para esta sexta-feira (19), na Base de Alcântara (MA). 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Em nota, a Innospace afirmou que o adiamento ocorreu para "garantir tempo para a substituição de componentes" após uma anomalia ser detectada no dispositivo de resfriamento do sistema de fornecimento de oxidante do primeiro estágio durante o procedimento de inspeção final para o lançamento. Ainda segundo a Innospace, "a medida envolve apenas a substituição de alguns componentes do sistema de refrigeração e que o foguete não apresenta defeitos estruturais". "Embora normalmente sejam necessários três dias para novas operações de lançamento, como a substituição das peças pode ser feita com o foguete já posicionado na plataforma, o lançamento poderá ocorrer dois dias depois", diz a nota. Já a FAB afirmou que "mantém suas infraestruturas, sistemas e equipes técnicas plenamente operacionais, garantindo todo o suporte necessário para a realização do lançamento, em coordenação com os demais órgãos envolvidos". O g1 solicitou um posicionamento a Agência Espacial Brasileira (AEB) sobre o adiamento, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O HANBIT-Nano Como é o foguete que fará o primeiro voo comercial partindo do Brasil? O HANBIT-Nano é capaz de atingir a atmosfera e chegar ao espaço em até três minutos, tem 21,9 metros de altura, pesa 20 toneladas e possui 1,4 metro de diâmetro (veja mais detalhes abaixo). Em sua trajetória até a órbita da Terra, ele pode chegar a 30 mil km/h. Em números simplificados, ele equivale à altura de um prédio de sete andares, pode voar até 30 vezes mais rápido que um avião comercial e tem peso semelhante ao de quatro elefantes africanos. Batizada de Spaceward, a missão envolve um trabalho coordenado pela Força Aérea Brasileira (FAB) e pela Agência Espacial Brasileira (AEB). O objetivo é levar ao espaço cinco satélites e três dispositivos que auxiliarão pesquisas em mais de cinco áreas, desenvolvidas por instituições do Brasil e da Índia. Foguete que fará o 1º voo comercial no Brasil levará ao espaço satélites para estudos ambientais, de comunicação e análise solar 🌌🔭 O lançamento do foguete HANBIT-Nano ocorrerá em dois estágios e poderá ser visto a olho nu dos céus de Alcântara (MA) e em parte do litoral de São Luís (MA). Arte: Como é o foguete HANBIT-Nano Arte/g1 Se bem-sucedido, o lançamento pode representar um avanço do Brasil rumo ao mercado global de lançamentos espaciais. A compensação monetária paga pela Innospace ao governo brasileiro para a missão não foi informada. Ao g1, a Agência Espacial Brasileira (AEB) informou que a Innospace firmou um acordo de prestação de serviços pelo valor mínimo de retribuição ao Estado com o Governo Brasileiro. Essa modalidade não prevê 'lucro'. ENTENDA: Como será e por que 1º voo comercial de foguete no Brasil pode colocar país na rota do mercado espacial O foguete sul-coreano HANBIT-Nano na plataforma de lançamento em Alcântara (MA) Força Aérea Brasileira Localização 'privilegiada' Construído na década de 1980, o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado no litoral do Maranhão, conta com atrativos geográficos que fazem a área ser bastante atrativa e cobiçada para o lançamento de dispositivos espaciais. 📌 Dentre os motivos, está a localização próxima à linha do Equador — faz com que os foguetes gastem menos combustível e, com isso, o custo da operação seja menor. Além disso, a área fica próxima a uma ampla extensão do litoral, tem baixa densidade do tráfico aéreo e um amplo leque de inclinações orbitais para os lançamentos. 💨Quanto menor a latitude — sendo zero na Linha do Equador — , melhor é considerado o local para a realização de lançamento de foguetes. A velocidade de rotação de superfície, necessária para colocar o foguete em órbita, é maior quanto mais próximo do meridiano que divide os hemisférios Norte e Sul. Isso exige menor consumo de combustível da aeronave e menor tempo de viagem à órbita. Arte: Por que Alcântara? Arte/g1 Apesar destas qualidades, a base se tornou por décadas subutilizada. Entre os motivos, estão o grave acidente há mais de 20 anos no local e questões fundiárias. A tragédia interferiu para a consolidação do Brasil no mercado espacial, com redução da atividade em Alcântara a partir de 2003. ➡️ O acidente aconteceu há três dias do lançamento do foguete VLS-1, protótipo que colocaria em órbita dois satélites nacionais de observação terrestre. A estrutura estava montada e o dispositivo passava por ajustes finais, quando um dos motores teve uma ignição prematura e o protótipo foi acionado antes do tempo. A torre acabou explodindo e 21 civis que trabalhavam no local morreram. Já a questão fundiária levou Alcântara até à cortes internacionais. Os conflitos pela terra com as comunidades quilombolas que viviam na região antes da instalação da base viraram processos judiciais que se arrastaram por décadas. Maior desastre espacial brasileiro completa 20 anos; veja o que mudou Brasil pede desculpas e reconhece que violou direitos de quilombolas por implantação do Centro de Lançamento de Alcântara Nova fase Foguete HANBIT-Nano será lançado neste sábado (22) no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão INNOSPACE A Operação Spaceward, que vai lançar o HANBIT-Nano, marca o início de uma nova era do Programa Espacial Brasileiro. O foguete pode inserir o Brasil no mercado global espacial, contribuir na melhora da tecnologia dos dispositivos espaciais e atrair novos investimentos estrangeiros, alavancando o Programa Espacial Brasileiro. A abertura da base ao mercado de lançamento de foguetes comerciais em Alcântara começou a se tornar possível devido a um Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) assinado pelos governos brasileiro e dos EUA, em 2019. Pelo acordo, dispositivos desenvolvidos com tecnologia norte-americana e por empresas privadas autorizadas por ele, poderiam ser lançados de Alcântara, e o Brasil ficaria habilitado a receber uma compensação monetária. Isso porque são os EUA que produzem grande parte dos componentes presentes em foguetes lançados no mundo. Porém, os norte-americanos não autorizam esses dispositivos a serem lançados por países nos quais eles não possuem acordos na área espacial. Com a assinatura, em 2019, o processo foi simplificado. "Antigamente não era proibido, mas para cada lançamento que você fizesse, precisava de uma autorização especial. Agora, é muito mais fácil", explicou Marco Antonio Chamon, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB). Foguete da Innospace já posicionado na plataforma do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) Divulgação/Innospace

Palavras-chave: tecnologia

Custos do sistema de ônibus já subiram R$ 492 milhões neste ano em SP e pressionam Nunes a aumentar tarifa em 2026

Publicado em: 17/12/2025 04:01

Frota de ônibus da cidade de São Paulo durante a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB). Montagem/g1/Divulgação/Secom/PMSP Prestes a decidir sobre o aumento das tarifas de ônibus de São Paulo para 2026, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) tem um dilema econômico de difícil resolução: o aumento dos custos de operação dos ônibus da cidade, que subiu mais que a arrecadação da tarifa e obriga a gestão municipal a colocar mais dinheiro no sistema. De acordo com os dados públicos da SPTrans, entre janeiro e outubro deste ano o custo total do sistema já subiu R$ 492,7 milhões, na comparação com o mesmo período de 2024. No mesmo intervalo de tempo de dez meses, a arrecadação da tarifa cresceu R$ 410,3 milhões, mesmo assim obrigando a Prefeitura de São Paulo a repassar R$ 6 bilhões em subsídios às empresas até outubro, apesar do aumento de R$ 0,60 no valor do transporte no início de janeiro. Essa alta do custo acima do valor arrecadado fez aumentar em mais de R$ 81 milhões o valor do subsídio público para a operação do sistema. O custo total do sistema em 2025 já soma R$ 10,34 bilhões, enquanto a arrecadação tarifária foi de apenas R$ 4,3 bilhões. O valor de R$ 6 bilhões de subsídios é o maior da história da cidade, e nem considera os meses de novembro e dezembro. Esse repasse geral já é R$ 106 milhões maior do que o do ano passado, segundo os dados da SPTrans. O valor passou de R$ 5,9 bilhões entre janeiro e outubro de 2024 para R$ 6,030 bilhões no mesmo intervalo em 2025, conforme tabela abaixo. Em termos percentuais, o custo geral de operação do sistema de transportes da capital paulista cresceu cerca de 5% em 10 meses, valor acima da inflação de 3,92% acumulada até novembro de 2025, segundo o Índice Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo IBGE, que mede a inflação do país. Aumento dos custos do transporte público na capital paulista em 2025, até o mês de outubro. Reprodução Se a prefeitura não tivesse aumentado o valor da tarifa em janeiro de 2025, os repasses usados para cobrir as despesas do período seriam ainda maiores. Em nota enviada ao g1, a SPTrans diz que o aumento percentual dos custos foi ainda maior: de 5,96%, quase o dobro da inflação do período, mas que não é considerada “uma disparada nos custos”. Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana e Transportes (SMT), “a variação de 5,96% registrada entre 2024 e 2025 está dentro do previsto no contrato de concessão e, portanto, não representa nenhum descontrole financeiro”. “Importante ressaltar que os custos da operação são influenciados diretamente por fatores alheios à administração municipal, como inflação e alterações tributárias federais. O subsídio é uma política necessária para a manutenção de benefícios como as gratuidades e a integração entre ônibus. Sem ele, a tarifa de ônibus na cidade estaria em R$ 11,78 e não em R$ 5,00”, declarou a nota. Revisão quadrienal dos contratos TCM autoriza revisão dos contratos das empresas de ônibus com a prefeitura Além dos custos anuais, o Tribunal de Contas do Município (TCM) autorizou nesta semana a revisão dos preços dos contratos com as empresas de ônibus da cidade. A revisão quadrienal, como é chamada, deveria ter sido feita em maio deste ano. E as empresas de ônibus alegam que esse atraso na revisão já gerou um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão para as companhias que operam os 32 lotes de linhas de ônibus da SPTrans na cidade. A falta desse pagamento adicional foi o alegado pelas empresas de transporte da cidade para não pagar o 13° salários dos funcionários, que provocou a paralisação dos motoristas em 9 de dezembro. Em maio de 2024, a SMT contratou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para calcular o tamanho desse reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão, que está previsto no acordo firmado em 2019 com as empresas de ônibus. A Fipe, que foi contratada por cerca de R$ 1,1 milhão, concluiu haver um desequilíbrio nos contratos porque a Taxa Interna de Retorno (TIR) deveria ser de 9,88% e não de 9,1% (índice praticado atualmente pela SPTrans). O TIR é um indicador financeiro que determina a rentabilidade de uma concessão considerando os custos de execução do serviço e o retorno obtido pela empresa. É um método de reavaliação feito em várias partes do mundo que, na prática, é uma reavaliação do modelo de concessão de transportes a cada quatro anos, prevendo a deterioração e o avanço na qualidade do serviço prestado pelas concessionárias. Reunião entre prefeitura e empresas de ônibus coloca fim à paralisação de ônibus Em São Paulo, a mesma correção foi feita em 2023 para a Concessionária ViaQuatro do Metrô, da Linha 4-Amarela, que determinou que o governo de São Paulo deveria repassar R$ 682,6 milhões à empresa por perdas contratuais com a pandemia. Para a ViaMobilidade, esse valor foi de R$ 297,8 milhões, totalizando mais de R$ 980 milhões a serem pagos pelo governo paulista a essas empresas até 2040. No contexto das empresas de ônibus da capital, a revisão quadrienal significa que haverá mais custos para o sistema de transporte em 2026, que obrigarão a gestão municipal a fazer mais repasses ao sistema de transporte da cidade. O subsídio previsto para 2026 é de R$ 6,2 bilhões, segundo proposta orçamentária enviada pelo Executivo à Câmara Municipal de São Paulo. O texto deve ser votado nesta quarta-feira (17) entre os vereadores da cidade e não incluiu esses custos adicionais da revisão quadrienal. Na segunda-feira (15), o secretário de Transportes, Celso Caldeira, publicou a proposta de termo de aditamento aos contratos de concessão do serviço de transporte público de passageiros na cidade. É a autorização para celebração dos acordos para aumento no valor dos contratos das empresas. Os termos e valores desses aumentos ainda não foram divulgados pela gestão Nunes. Aumento de tarifa em 2026 Nunes diz que decisão sobre aumento da tarifa de ônibus em SP sair após 20 de dezembro A tarifa de ônibus da capital paulista ficou congelada em R$ 4,40 durante toda a pandemia e recebeu aumento apenas em janeiro de 2025, passando para os atuais R$ 5,00, alta de 13%. Em conversa com o Bom Dia SP, da TV Globo, o prefeito afirmou que a decisão sobre a tarifa de 2026 só sairia na 2ª quinzena de dezembro e dependia de estudos da SPTrans sobre os valores do custo do sistema para o próximo ano, que é eleitoral e pode ter o próprio Nunes como candidato ao governo de São Paulo. Na conversa, ele justamente afirmou que a revisão quadrianual dos contratos é que definiria o valor do transporte público da cidade no próximo ano. Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite da segunda, Nunes disse que o estudo da SPTrans deve ser apresentado só depois do dia 20 de dezembro. “Não tenho como falar sobre isso [aumento de tarifa] agora. Todo final do ano, a partir do dia 20, a SPTrans traz um estudo do custo, é um estudo bem profundo. Eu não sei o que eles vão me trazer. Se eu puder, a nossa intenção é sempre diminuir impostos e tarifas, mas existe uma questão do equilíbrio”, disse o prefeito (veja vídeo acima). Se o prefeito decidir manter o valor de R$ 5, a prefeitura vai ter que colocar mais dinheiro público no sistema em 2026. E esse aumento do subsídio, segundo o especialista em transportes Ciro Biderman - professor de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV) – não incentiva a melhoria da qualidade do transporte na cidade. “O gargalo está no próprio subsídio. Porque você tem uma situação em que as empresas sabem que o que faltar dos custos será compensado ´[com recursos públicos]. Então, não tem tanto incentivo para puxar mais passageiros para o sistema e elas não se preocupam tanto [com qualidade]”, disse ao SP2. “Elas [as empresas] acabam perdendo passageiros porque os ônibus tão sempre atrasados, o passageiro fica esperando um tempão nos pontos. Eles conseguem garantir frota nova, mas não frequência. E por isso acabam perdendo passageiros e sabem que, mesmo assim, no final o subsídio vai compensá-los. Então, esse subsídio é muito perverso que acabou ficando em SP”, finalizou.

Palavras-chave: câmara municipal

SteamOS ganha funcionalidade útil relacionada aos controles Xbox

Publicado em: 17/12/2025 04:01 Fonte: Tudocelular

A Valve liberou uma atualização do cliente beta do Steam Deck que adiciona um novo aviso ao SteamOS ao detectar controles Xbox com firmware incompatível conectados via Bluetooth. A mudança busca reduzir problemas de pareamento e falhas de conexão enfrentadas por usuários do console portátil. O alerta aparece quando um controle Xbox apresenta firmware conhecido por causar incompatibilidades com o SteamOS, sistema baseado em Linux. Segundo a Valve, a medida pretende informar o usuário de forma clara sobre a origem do problema, evitando tentativas repetidas de conexão sem sucesso.De acordo com as notas oficiais da nova atualização do SteamOS, a única forma de resolver a incompatibilidade com controles Xbox segue sendo atualizar o firmware do controle em um PC com Windows, usando o aplicativo Xbox Accessories. No próprio Steam Deck, não há ferramentas para aplicar essa correção.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Para brigar com OLED: Samsung confirma novas TVs Micro RGB mais acessíveis para 2026

Publicado em: 17/12/2025 03:28 Fonte: Tudocelular

A Samsung confirmou nesta terça-feira (16) que oferecerá em 2026 uma linha completa de TVs Micro RGB, tecnologia lançada neste ano que funciona como uma evolução do Mini LED convencional, e promete competir com o OLED ao oferecer cores intensas e brilho alto. A principal novidade da família é a expansão para tamanhos menores, que chegam às 55 polegadas, o que deve tornar esse tipo de painel um pouco mais acessível.A gigante sul-coreana apresentou sua primeiro TV Micro RGB em agosto, em tamanho único de 115 polegadas, posicionada como uma alternativa premium, apesar de ainda estar abaixo do OLED. De fato, a tecnologia Micro RGB é uma evolução do Mini LED convencional, prometendo entregar cores superiores, com 100% de cobertura da gama BT.2020, e brilho muito intenso, ultrapassando 4.000 nits. O display continua sendo LCD, precisando de uma iluminação traseira, mas tem como diferencial a adoção de novas lâmpadas Mini LED menores que, em vez de utilizarem coloração única (branco ou azul), são compostas de lâmpadas vermelhas, verdes e azuis (RGB). Já adotada por marcas como Hisense e, em breve, LG e Sony, a solução é conhecida de forma ampla como RGB Mini LED.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Google e Vivo anunciam processo para facilitar transferência de número eSIM em celulares Android

Publicado em: 17/12/2025 02:36 Fonte: Tudocelular

O Google e a Vivo anunciaram uma nova funcionalidade voltada a simplificar a transferência de linhas eSIM entre celulares Android no Brasil. A iniciativa resulta de uma parceria entre as empresas e elimina etapas tradicionais do processo, como contato com a operadora ou uso de QR Codes, ao centralizar a migração diretamente nas configurações do sistema. A novidade passa a valer para clientes Vivo com aparelhos Android e surge em um momento de transição do mercado, marcado pela substituição gradual do chip físico pelo virtual. Segundo as empresas, o objetivo envolve tornar a troca de smartphones mais rápida e totalmente digital, reduzindo atritos durante a ativação da linha.Os chips de operadora virtuais, os ditos eSIM, têm ficado cada vez mais comuns para usuários que trocam de celular constantemente ou que já possuem acesso à essa tecnologia. Para quem viaja para fora do Brasil, o recurso se mostra uma excelente opção para adquirir um número no exterior e ter acesso à internet móvel por curtos períodos. Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Novo iPad mini pode vir com tela OLED e chip A20 Pro de 2 nm

Publicado em: 17/12/2025 01:50 Fonte: Tudocelular

O iPad mini pode ser um modelo avançado tanto em potência quanto em tecnologias embarcadas. De acordo com um vazamento de um kit de depuração do macOS, a Apple já estaria testando o novo modelo com o chip A20 Pro, o mesmo que deve equipar o iPhone 18 Pro. Essa pode ser a primeira vez que o tablet pequeno implementa um processador nivelado com o dos iPhones topo de linha. Algo que chama atenção é o fato de a plataforma ter a possibilidade de ser produzida com o processo de 2 nanômetros da TSMC, sendo o mais avançado da atualidade. O Apple iPhone 17 Pro Max está disponível na Mercadolivre por R$ 10.480. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Apple iPhone 17 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 9.627. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Apple iPad mini ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Apple iPad mini 6 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Apple iPad mini 5 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.(atualizado em 17 de December de 2025, às 06:26)Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Como será o 1º voo comercial de foguete lançado do Brasil e o que está a bordo

Publicado em: 17/12/2025 00:01

Como é o foguete que fará o primeiro voo comercial partindo do Brasil? A tarde desta quarta-feira (17) deve registrar um momento histórico para o programa espacial brasileiro. Pela primeira vez, o Brasil vai participar e coordenar ativamente o lançamento de um foguete comercial a partir do território nacional. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp O lançamento do HANBIT-Nano consolida a realização de um sonho antigo, após a tragédia envolvendo o Veículo Lançador de Satélites que matou 21 pessoas, em 2003. Ao todo, cerca de 500 profissionais trabalham nos preparativos e no lançamento do foguete no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no litoral do Maranhão, com a participação da FAB, da Agência Espacial Brasileira (AEB) e especialistas contratados pela Innospace. Foguete da Innospace já posicionado na plataforma do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) Divulgação/Innospace Veja também: Como será e por que 1º voo comercial de foguete no Brasil pode colocar país na rota do mercado espacial Segundo a Força Aérea Brasileira, os últimos detalhes já foram ajustados e o HANBIT-Nano já está posicionado para levar ao espaço cinco satélites e três dispositivos (entenda mais abaixo) que vão auxiliar em pesquisas em mais de cinco áreas desenvolvidas por entidades do Brasil e da Índia. Cronologia da contagem regressiva ... Nesta quarta-feira (17), o lançamento está programado para acontecer às 15h45. Mas antes disso, a preparação segue uma sequência rígida de etapas para garantir que tudo ocorra de forma segura. Não há garantia, inclusive, de que o lançamento irá acontecer, caso algum fator meteorológico ou técnico aponte para a insegurança da missão. Sala de operações no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) Divulgação/FAB No dia 22 de novembro, foi exatamente o risco de falha na missão que abortou o lançamento e provocou a remarcação da missão para o mês seguinte. Mas caso o foguete não seja lançado nesta quarta (17), ainda poderá acontecer durante a 'janela de lançamento', até o dia 22 de dezembro. Porém, segundo a FAB, até o momento todas as condições apontam para o sucesso na missão, que é acompanhada por equipes técnicas especializadas que atuam de forma integrada. Antes do início da contagem regressiva, serão feitos planejamentos e testes, como a verificação dos sistemas do foguete, a integração dos estágios e das cargas úteis, ensaios de comunicação e checagens de segurança. Com a ativação da cronologia, o Centro de Controle passa a comandar todas as ações do lançamento. No caso do HANBIT-Nano, estão previstas cerca de nove horas de atividades até o acionamento do motor. Durante esse período, ocorrem verificações e decisões conhecidas como “GO” ou “NO-GO”, em que cada área confirma se está tudo em condições de seguir adiante. Qualquer problema — seja no clima, nos sensores, na comunicação ou no abastecimento — pode interromper a contagem. Participam dessa fase: Todas as áreas operacionais do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), como o Centro de Controle, responsável pelas decisões da missão; A Telemetria, que acompanha os dados em tempo real; Os Radares, que monitoram a trajetória do foguete; Casamata, que coordena o disparo. Uma falha em qualquer um desses pontos pode provocar atraso, reinício da contagem ou até o cancelamento do lançamento. Nos minutos finais, a atenção se volta para os sistemas de disparo, pressão dos tanques, ignição, softwares de bordo e condições do tempo, como vento e chuva. Esses fatores estão entre as principais causas de adiamentos de lançamentos em todo o mundo. O que será lançado? O foguete levará ao espaço, para a órbita da Terra, cinco satélites e três dispositivos que vão auxiliar em pesquisas em mais de cinco áreas desenvolvidas por entidades do Brasil e da Índia. São eles: Satélite Jussara-K: Desenvolvido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em parceria com startups e instituições nacionais, ele tem como missão coletar dados ambientais em regiões de difícil acesso; Satélites FloripaSat-2A e FloripaSat-2B: Desenvolvidos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) serão usados para validar uma espécie de comunicação em órbita; PION-BR2 - Cientistas de Alcântara: Desenvolvido pela UFMA, em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a startup PION e levará ao espaço mensagens de alunos da rede pública de Alcântara; Satélite SNI-GNSS: Vai determinar com precisão a velocidade, posição e altitude do foguete e para essa tecnologia poderá ser aplicada em outros dispositivos como drones, carros e navios. Ele foi desenvolvido pela Agência Espacial Brasileira (AEB) em parceria com as empresas Concert Space, Cron e HORUSEYE TECH; Solaras-S2: Será responsável por monitorar fenômenos solares que podem impactar comunicações, navegação e sistemas tecnológicos na Terra. Foi desenvolvido pela empresa indiana Grahaa Space; Sistema de Navegação Inercial (INS): Dispositivo vai validar um algoritmo de navegação que irá auxiliar na futura aplicação em sistemas de navegação embarcados em missões espaciais. Foi desenvolvido pela empresa Castro Leite Consultoria (CLC). Dois dos satélites que estarão a bordo do foguete HANBIT-Nano Divulgação/FAB Terá ainda, a bordo do foguete, um outro dispositivo desenvolvido pela empresa Castro Leite Consultoria (CLC), entretanto por solicitação do fabricante, a Força Aérea Brasileira (FAB) teve acesso a apenas dados de um. Como é a base de Alcântara? Infográfico: Entenda as vantagens da base de Alcântara Arte/g1 Construído na década de 1980 o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no litoral do Maranhão foi escolhido para sediar um centro espacial que atendesse aos requisitos técnicos e logísticos do Programa Espacial Brasileiro. Um dos motivos é a extensa costa do litoral, a capacidade de abrigar lançamentos próximos a linha do Equador e de angular de órbitas. 📌A localização próxima à linha equatorial faz com que lançamentos a partir do local gastem menos combustível e tenham, consequentemente, o custo da operação reduzida. Além disso, há uma baixa densidade de tráfego aéreo na região e um amplo leque de inclinações orbitais para os lançamentos. Apesar destas qualidades, o local se tornou por décadas subutilizado. Entre os motivos para a subutilização estão o grave acidente há mais de 20 anos no local e questões fundiárias. A tragédia interferiu para na consolidação do Brasil no mercado espacial, com redução da atividade em Alcântara a partir de 2003. Como é o foguete Arte: Como é o foguete HANBIT-Nano Arte/g1 Produzido pela empresa sul-coreana Innospace, o HANBIT-Nano tem 21,9 metros de altura, pesa 20 toneladas e tem 1,4 metro de diâmetro. Durante o seu lançamento, o foguete pode atingir uma velocidade de 30 mil km/h. A velocidade é necessária para que ele alcance a órbita e possa 'escapar' da gravidade terrestre. A viagem até atingir a atmosfera e entrar em órbita deve durar cerca de 3 minutos. 🌌🔭 O lançamento do foguete HANBIT-Nano ocorrerá em dois estágios e poderá ser visto a olho nu dos céus de Alcântara (MA) e em parte de São Luís (MA).

Palavras-chave: tecnologia

Mais rápido que um avião e capaz de chegar ao espaço em minutos: como é o foguete que fará o 1º voo comercial no Brasil

Publicado em: 17/12/2025 00:01

Como é o foguete que fará o primeiro voo comercial partindo do Brasil? Capaz de atingir a atmosfera e chegar ao espaço em até três minutos, será lançado nesta quarta-feira (17), a partir das 15h, o foguete sul-coreano HANBIT-Nano, na Base de Alcântara (MA). Este será o primeiro lançamento de um foguete comercial a partir do Brasil. O g1 fará a transmissão ao vivo do lançamento. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp 🚀 Produzido pela empresa sul-coreana Innospace, o HANBIT-Nano tem 21,9 metros de altura, pesa 20 toneladas e possui 1,4 metro de diâmetro (veja mais detalhes abaixo). Em sua trajetória até a órbita da Terra, ele pode chegar a 30 mil km/h. Em números simplificados, ele equivale à altura de um prédio de sete andares, pode voar até 30 vezes mais rápido que um avião comercial e tem peso semelhante ao de quatro elefantes africanos. Batizada de Spaceward, a missão envolve um trabalho coordenado pela Força Aérea Brasileira (FAB) e pela Agência Espacial Brasileira (AEB). O objetivo é levar ao espaço cinco satélites e três dispositivos que auxiliarão pesquisas em mais de cinco áreas, desenvolvidas por instituições do Brasil e da Índia. Foguete que fará o 1º voo comercial no Brasil levará ao espaço satélites para estudos ambientais, de comunicação e análise solar 🌌🔭 O lançamento do foguete HANBIT-Nano ocorrerá em dois estágios e poderá ser visto a olho nu dos céus de Alcântara (MA) e em parte do litoral de São Luís (MA). Arte: Como é o foguete HANBIT-Nano Arte/g1 Se bem-sucedido, o lançamento pode representar um avanço do Brasil rumo ao mercado global de lançamentos espaciais. A compensação monetária paga pela Innospace ao governo brasileiro para a missão não foi informada. Ao g1, a Agência Espacial Brasileira (AEB) informou que a Innospace firmou um acordo de prestação de serviços pelo valor mínimo de retribuição ao Estado com o Governo Brasileiro. Essa modalidade não prevê 'lucro'. ENTENDA: Como será e por que 1º voo comercial de foguete no Brasil pode colocar país na rota do mercado espacial O foguete sul-coreano HANBIT-Nano na plataforma de lançamento em Alcântara (MA) Força Aérea Brasileira Localização 'privilegiada' Construído na década de 1980, o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado no litoral do Maranhão, conta com atrativos geográficos que fazem a área ser bastante atrativa e cobiçada para o lançamento de dispositivos espaciais. 📌 Dentre os motivos, está a localização próxima à linha do Equador — faz com que os foguetes gastem menos combustível e, com isso, o custo da operação seja menor. Além disso, a área fica próxima a uma ampla extensão do litoral, tem baixa densidade do tráfico aéreo e um amplo leque de inclinações orbitais para os lançamentos. 💨Quanto menor a latitude — sendo zero na Linha do Equador — , melhor é considerado o local para a realização de lançamento de foguetes. A velocidade de rotação de superfície, necessária para colocar o foguete em órbita, é maior quanto mais próximo do meridiano que divide os hemisférios Norte e Sul. Isso exige menor consumo de combustível da aeronave e menor tempo de viagem à órbita. Arte: Por que Alcântara? Arte/g1 Apesar destas qualidades, a base se tornou por décadas subutilizada. Entre os motivos, estão o grave acidente há mais de 20 anos no local e questões fundiárias. A tragédia interferiu para a consolidação do Brasil no mercado espacial, com redução da atividade em Alcântara a partir de 2003. ➡️ O acidente aconteceu há três dias do lançamento do foguete VLS-1, protótipo que colocaria em órbita dois satélites nacionais de observação terrestre. A estrutura estava montada e o dispositivo passava por ajustes finais, quando um dos motores teve uma ignição prematura e o protótipo foi acionado antes do tempo. A torre acabou explodindo e 21 civis que trabalhavam no local morreram. Já a questão fundiária levou Alcântara até à cortes internacionais. Os conflitos pela terra com as comunidades quilombolas que viviam na região antes da instalação da base viraram processos judiciais que se arrastaram por décadas. Maior desastre espacial brasileiro completa 20 anos; veja o que mudou Brasil pede desculpas e reconhece que violou direitos de quilombolas por implantação do Centro de Lançamento de Alcântara Nova fase Foguete HANBIT-Nano será lançado neste sábado (22) no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão INNOSPACE A Operação Spaceward, que vai lançar o HANBIT-Nano, marca o início de uma nova era do Programa Espacial Brasileiro. O foguete pode inserir o Brasil no mercado global espacial, contribuir na melhora da tecnologia dos dispositivos espaciais e atrair novos investimentos estrangeiros, alavancando o Programa Espacial Brasileiro. A abertura da base ao mercado de lançamento de foguetes comerciais em Alcântara começou a se tornar possível devido a um Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) assinado pelos governos brasileiro e dos EUA, em 2019. Pelo acordo, dispositivos desenvolvidos com tecnologia norte-americana e por empresas privadas autorizadas por ele, poderiam ser lançados de Alcântara, e o Brasil ficaria habilitado a receber uma compensação monetária. Isso porque são os EUA que produzem grande parte dos componentes presentes em foguetes lançados no mundo. Porém, os norte-americanos não autorizam esses dispositivos a serem lançados por países nos quais eles não possuem acordos na área espacial. Com a assinatura, em 2019, o processo foi simplificado. "Antigamente não era proibido, mas para cada lançamento que você fizesse, precisava de uma autorização especial. Agora, é muito mais fácil", explicou Marco Antonio Chamon, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB). Foguete da Innospace já posicionado na plataforma do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) Divulgação/Innospace

Palavras-chave: tecnologia

STJ nega pedido da Novo Nordisk e mantém prazo original da patente da semaglutida no Brasil

Publicado em: 16/12/2025 22:23

O que acontece com o paladar de quem usa Ozempic, Wegovy e Mounjaro O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu negar, por unanimidade, recurso da Novo Nordisk que pedia que o Brasil estendesse a patente da semaglutida, substância usada em medicamentos como Ozempic e Rybelsus. A decisão da Quarta Turma do STJ foi tomada nesta terça-feira (16). A decisão era considerada decisiva porque poderia adiar a entrada de genéricos no país: a patente atual expira em março de 2026 e versões concorrentes já estão sob análise na Anvisa. Pela regra brasileira, as empresas têm direito há 20 anos de exclusividade com suas tecnologias a partir do pedido de patente. A empresa alega que houve atraso na avaliação no Brasil e pedia que a Justiça “devolvesse” esse período. E qual seria o impacto? Se o pedido fosse aceito, a exclusividade do Ozempic, por exemplo, que terminaria em 2026, poderia ser estendida até 2038. Enquanto a empresa tentava a Justiça, o Ministério da Saúde tem corrido para garantir novas versões brasileiras: a pasta pediu que a Anvisa acelere a aprovação de 20 novas canetas de semaglutida e liraglutida. Com isso, assim que a patente cair, o mercado nacional teria várias opções -- o que baratearia o produto. Com isso, segundo especialistas, a decisão do STJ pode influenciar diretamente o acesso ao tratamento no país: Apesar de ser uma doença multifatorial e não defenderem a caneta como única opção, especialistas apontam que esses medicamentos podem ser ativos importantes no tratamento na rede pública, que não tem, hoje, nenhum medicamento disponível. A única opção é a bariátrica, mas que também não chega a todo mundo – apenas 10% de todas as cirurgias são feitas pelo SUS. A queda das patentes deve abrir espaço para genéricos com preços mais acessíveis, o que pode permitir a inclusão na rede pública. ☑️ O que é a semaglutida? A semaglutida é um análogo (substância muito parecida) ao hormônio GLP-1. Nosso corpo produz esse hormônio e ele é secretado principalmente pelas células do intestino. Ele vai até o cérebro, no hipotálamo, e estimula algumas células, diminuindo o apetite. Com isso, vem sendo usada no tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade. Controle sobre venda de Ozempic e similares no Brasil Adobe Stock O alto custo é justamente o entrave no acesso: Segundo o Ministério da Saúde, no cenário de hoje, seriam gastos R$ 8 bilhões por ano para atender os pacientes. Com isso, a inclusão na rede pública foi rejeitada. "Esse valor representa quase o dobro do orçamento do Farmácia Popular em 2025. Com a entrada de novos medicamentos genéricos no mercado e aumento da concorrência, os preços devem cair de forma significativa - em média, estudos apontam que os genéricos induzem queda de 30% nos preços. Esse é um fator determinante para a análise de sua possível incorporação ao SUS", afirma o Ministério da Saúde. A chegada das canetas na rede pública seria o primeiro passo em um tratamento contra obesidade, segundo especialistas. Hoje, quem tem a doença recebe medicamentos apenas para a comorbidade como diabetes, hipertensão, gordura no fígado. Não há nada que ajude a tratar a raiz do problema, que é o excesso de peso. Para a saúde pública, quanto maior a concorrência menor o custo. Por outro lado, representantes da indústria afirmam que restringir as possibilidades de extensão reduz o tempo efetivo de proteção — que pode cair para poucos anos devido à demora do INPI — e desestimula investimentos e inovação no país. O que foi discutido no STJ? O medicamento vem revolucionando – segundo especialistas – o tratamento para as doenças. Recentemente, foi incluído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na lista de medicamentos essenciais para para casos diabetes tipo 2 com comorbidades associadas. A substância está aprovada no Brasil pela Anvisa desde 2018, com a chegada do Ozempic, produzido pela Novo Nordisk. Depois, a empresa anunciou a chegada do Rybelsus, uma versão da semaglutida não em caneta, mas em comprimido. 🔴 Muito antes de ser aprovado pela Anvisa, a Novo Nordisk havia acionado o INPI, que é responsável pelas patentes no país, para registrar o medicamento e a tecnologia. Patentes são mecanismos legais que garantem exclusividade de exploração de um produto ou tecnologia por um período determinado — no caso brasileiro, 20 anos. Esse também é um prazo padrão na Europa, por exemplo. A lógica é permitir que empresas recuperem investimentos em pesquisa e desenvolvimento. No Brasil, havia um adicional na lei que permitia que a patente fosse estendida se a empresa pedisse, mas isso foi mudado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na pandemia com as discussões sobre a vacina contra a Covid-19. Com a mudança, empresas deixaram de ter esse “tempo extra” e passaram a acionar a Justiça para tentar recompor o prazo. O que a Novo Nordisk alega é que o instituto demorou para dar o registro e isso fez com que ela fosse prejudicada no tempo de exploração da tecnologia que desenvolveu. No caso do Ozempic, ela alega que o atraso chegou a 12 anos. A decisão do STF colocou o Brasil no mesmo patamar regulatório que a Europa. Então, não é nenhum absurdo que seja assim. São 20 anos a partir da publicação preliminar porque isso dá à empresa o direito de processar alguém que copiar a ideia. Então, em tese a empresa poderia começar a explorar e teve o tempo que é de direito mantido. De acordo com a defesa do laboratório EMS, o STJ aplicou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2021, segundo o qual não há previsão no ordenamento jurídico brasileiro para a prorrogação de patentes em razão de atrasos administrativos na análise pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). “A Corte Superior deixou claro que não há autorização legal para a extensão do prazo de patentes. Com isso, ganha a coletividade e o Sistema Único de Saúde poderão ter acesso à semaglutida a preços mais baixos”, afirmam os advogados Guilherme Coelho e Elias Nóbrega, sócios do escritório Bermudes Advogados. Como isso pode afetar quem trata obesidade? A decisão do STJ ocorre em um momento em que o Brasil enfrenta o crescimento da obesidade. Hoje, 7 em cada 10 adultos estão acima do peso, e 31% já são obesos. A doença cresce mais rapidamente entre as populações que dependem do SUS, o que aprofunda desigualdades. Para especialistas, o país já vive um cenário crítico que exige políticas preventivas e ampliação do acesso a tratamentos eficazes. Apesar da dimensão do problema, o tratamento disponível na rede pública é limitado. O SUS não oferece nenhum medicamento específico para obesidade. O cuidado se concentra nas consequências — diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares — e não na doença em si. ➡️ A única alternativa terapêutica disponível é a cirurgia bariátrica, mas o acesso é restrito: apenas 10% de todos os procedimentos feitos no país, são feitos no sistema de saúde público. É nesse contexto que a chegada de versões genéricas das canetas de semaglutida e liraglutida é vista como estratégica pelos especialistas. Apesar de reforçarem que não pode ser vista como única medida, já que a obesidade é uma doença multifatorial e que exige tratamento multidisciplinar e melhoria no acesso à alimentação de qualidade para a população. O g1 conversou com pesquisadores e especialistas de mercado que explicam que com a queda de patente, os preços das canetas devem cair. Assim como aconteceu com a liraglutida, que a EMS passou a produzir a versão brasileira por R$ 300 cada caneta. Segundo os especialistas, a rapidez com que os preços podem cair depende da resposta do mercado. Ou seja, quantas canetas já estariam disponíveis. Nesta segunda-feira (9) o Ministério da Saúde confirmou que pediu urgência na análise de 20 canetas, algumas delas de semaglutida, na Anvisa. A agência ainda vai analisar os casos, mas há a expectativa de pelo menos duas marcas aprovadas ainda este ano. Isso pode criar um cenário em que, se mantendo a queda da patente, o mercado nacional já teria novas opções -- movimento que reduziria os preços. A pesquisadora Lia Hasenclever, que estuda o impacto de patentes no sistema público de saúde, afirma que, normalmente, quando o medicamento perde a patente, a queda de preço depende da concorrência. "Com o movimento das empresas e do Ministério da Saúde, já temos sinais de que esse valor começa a cair e essa queda pode ser drástica”, aponta Lia. 💸 Hoje, uma caneta custa cerca de R$ 1 mil, o que torna o tratamento inviável para a maioria da população, até mesmo para o SUS. 🔴 Em agosto, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) chegou a debater a inclusão das canetas, mas deu parecer contrário por causa do alto custo. Segundo o Ministério da Saúde, no cenário de hoje, seriam gastos R$ 8 bilhões por ano para atender os pacientes. Enquanto isso, na contramão de quem espera pelo remédio na rede pública, há uma exploração estética do medicamento, que revela uma desigualdade no acesso à saúde no país. Estamos vendo pessoas fazendo o uso estético desses medicamentos. Enquanto isso, pacientes que precisam não têm acesso. Isso cria uma desigualdade no tratamento, só quem tem dinheiro tem direito de tratar a obesidade? Não pode ser assim. A médica endocrinologista Maria Edna de Melo, coordenadora de advocacy na Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), explica que a realidade no SUS de quem tem obesidade é de não ter acesso a um tratamento efetivo. Existe um ciclo vicioso em que só se controla as doenças causadas pela obesidade, não ela em si. E aí a vida do paciente é tomar dois ou três medicamentos para a hipertensão, um medicamento para o colesterol, medicamentos para as dores. Uma vez que essas medicações ficam disponíveis no SUS, a gente vai conseguir tratar melhor dos pacientes. Seria uma revolução para o sistema. A especialista reforça que espera que se houver uma incorporação, isso deve acompanhar o rigor de outras medicações para a prescrição, que seja analisado caso a caso a necessidade e que o paciente tenha suporte de nutricionista e outras especialidades para tratar de forma ampla a doença. “Isso pode abrir portas para um tratamento mais estruturado no sistema público e revolucionar a longo prazo a saúde. Hoje, as doenças que mais custam ao país são consequências da obesidade. Reduzir esses índices é custar menos ao sistema”, explica Melo.

Palavras-chave: tecnologia

Secretário de Segurança Pública da BA avalia crescimento do número de mulheres na chefia do tráfico: 'Se especializaram'

Publicado em: 16/12/2025 20:46

Tecnologia de reconhecimento facial já prendeu mais de 2 mil pessoas, afirma secretário O secretário de Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, avaliou, nesta terça-feira (16), o crescimento do número de mulheres na chefia do tráfico no estado, durante participação no programa Boa Noite Bahia, da Bahia FM. Para Werner, a atuação, que antes acontecia de forma subsidiária, sem ação direta, passou a ter protagonismo com a prisão ou morte dos companheiros dessas suspeitas, ou porque elas "se especializaram" diante do crescimento das organizações criminosas. "A partir de investigações, a gente passou a notar o protagonismo de mulheres dentro da estrutura criminal. (...) Participavam mais ativamente da distribuição, da compra e venda de armas, da lavagem de dinheiro. Essa é uma característica, em sua maioria, das mulheres que estão nos maiores escalões do tráfico", pontuou. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia O secretário destacou também o "modus operandi" dessas mulheres e citou o caso da advogada Pollyanne França Gomes, conhecida como "Rainha do Sul". 'Rainha do Sul' é casada com chefe de facção Reprodução Presa em Salvador em 27 de novembro, durante uma operação que capturou outros 14 suspeitos, a mulher é apontada pela Polícia Civil(PC) como braço direito e companheira de Leandro da Conceição Santos Fonseca, chefe do Bonde do Maluco. "Começa a se relacionar com essa liderança, e, a partir desse relacionamento, começa a fazer o papel de continuidade daquela liderança, a voz fora do presídio. Passando a ter um poder de comando, a partir do empoderamento. E utiliza, inclusive, de estar como conjugue, de ter a possibilidade de ter a visita íntima para gastar mais tempo arquitetando os planos para serem transmitidos", disse. Vale destacar que, em outra ação, deflagrada na segunda-feira (15), outras 10 mulheres de outro grupo criminoso foram presas. Entre elas, Kananda Hemerly Moreira, apontada como viúva de um dos chefes da facção Comando Vermelho, que seguia coordenando ações, mesmo após a morte do companheiro. A suspeita foi o principal alvo da Operação "Costa Segura", deflagrada pelas polícias Civil, Militar e Federal. A função dela no grupo criminoso era fornecer drogas e armas de fogo, além de negociar remessas de drogas. Além de administrar o tráfico de armas e drogas, a investigada também tinha passagem por estelionato após negociar uma pistola, receber R$ 10 mil pela arma e não fazer a entrega. O g1 tenta localizar a defesa da suspeita. Kananda Hemerly Moreira foi presa nesta segunda-feira em Ilhéus Divulgação Tráfico, faminicídio e transgressões Ainda durante a participação no programa, o secretário da Segurança Pública abordou outros assuntos, como o combate ao tráfico de drogas e armas e à violência a mulher. Marcelo Werner aproveitou para comemorar os resultados do "Baralho Lilás". Iniciativa inédita no Brasil instituída para fortalecimento do combate à violência contra a mulher, o projeto foi lançado pelo Governo da Bahia na última sexta-feira (12). A ferramenta exibe 16 procurados por crimes praticados na capital baiana, na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e no interior do estado. "É fundamental essa ação. Essa é uma política cara, que, além de combate e repressão, de educação. A gente precisa fomentar que todas as pessoas em volta daquelas mulheres percebam quando elas estão sendo vítimas, e denunciem". O primeiro deles foi preso na segunda (15), três dias depois. Segundo a pasta, Danilo Medeiros, que é investigado pelos crimes de ameaça e estupro de vulnerável, foi encontrado no bairro de Nossa Senhora das Grotas, em Juazeiro, no norte do estado. Ele ocupava a carta Dama. "Conseguimos, com 3 dias de lançado o baralho, já o primeiro preso, e, inclusive, o aumento de denúncias", destacou Werner, que não pontuou os números. Danilo Medeiros dos Santos era um dos 16 procurados SSP-BA O secretário avaliou também os casos de transgressões dentro da polícia, com os casos de policiais militares condenados recentemente por crimes cometidos durante o serviço. Entre eles, os agentes acusados de roubar celulares de torcedores do Esporte Clube Vitória, em Salvador. Nesse caso, as imagens das câmeras corporais foram essenciais para comprovar os crimes. "A nossa missão, enquanto policial, é uma missão vocacionada. É a gente se revestir do sentimento de proteger e servir, mesmo com o sacrifício da própria vida. Eu posso garantir, nesses 20 anos de segurança pública, que nós temos uma das polícias mais comprometidas. A grande maioria é de pessoas do bem, e aquela minoria que for cometer delitos não deve estar na corporação", ressaltou. Werner destacou ações que tem sido tomadas para melhorar o funcionamento da segurança no estado. "A gente tem investido em capacitação, em melhores meios, melhores infraestrutura, mais equipamentos de proteção, mais armamento". Imagens de câmeras corporais mostram PM's condenados por roubo agredindo torcedores em Salvador Reprodução/TV Bahia LEIA MAIS: Mulher de 35 anos suspeita de chefiar organização criminosa é presa no interior da Bahia Mulher apontada como gestora financeira de facção criminosa é presa na Bahia Presa na Suíça após embarcar na BA com cocaína faz parte de grupo especializado em tráfico internacional de drogas, diz polícia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

Palavras-chave: tecnologia

Câmara de Salto de Pirapora cassa mandato de vereador após denúncia de irregularidades

Publicado em: 16/12/2025 19:28

Câmara de Salto de Pirapora cassa mandato de vereador por irregularidades no mandato Luciano Camargo/JC Salto de Pirapora/Divulgação A Câmara de Salto de Pirapora (SP) cassou nesta segunda-feira (15) o mandato do vereador Cristiano Aparecido Braga (PSD) por quebra de decoro parlamentar e outras irregularidades. A sessão durou cerca de sete horas e o parlamentar disse que irá recorrer da decisão. A denúncia contra o parlamentar incluía várias supostas irregularidades que teriam sido praticadas pelo parlamentar ao longo do mandato. Algumas foram descartadas. As acusações de desvio de finalidade relacionada à Guarda Civil Municipal da cidade (GCM), e de quebra de decoro parlamentar envolvendo publicações na cidade foram julgadas procedentes por sete votos favoráveis e dois contrários. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Ainda durante a sessão, o parlamentar argumentou que procuraria a Justiça para anular a decisão da câmara. Ele confirmou esse posicionamento na terça-feira (16). Justiça negou liminar ao vereador Em 11 de novembro, ainda vereador, Cristiano entrou na Justiça com um pedido de liminar para impedir as ações da câmara e da comissão, no sentido de paralisar os trabalhos. A liminar pedia a suspensão imediata de todos os atos do processo político-administrativo, impedindo sua apreciação em plenário, com a proibição de qualquer ato administrativo ou político que vise cassar, suspender, afastar ou restringir o exercício de seu mandato. Entretanto, a juíza Renata Fanin Pupo dos Santos negou a liminar, na mesma data em que o vereador foi cassado. “No caso, por se tratar de mandado de segurança impetrado contra atos da Comissão Processante da Câmara Municipal, a atuação do Poder Judiciário deve se limitar ao controle de legalidade, verificando a existência de eventual vício ou abuso de poder, sem adentrar o mérito, respeitando-se a competência da Casa Legislativa para deliberar.” Veja os vídeos que estão em alta no g1 O g1 pediu mais detalhes sobre o processo à Câmara de Salto de Pirapora, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem. Com a decisão da câmara, Eduardo Sussumo assume a cadeira vaga. Câmara de Salto de Pirapora (SP) cassa mandato de vereador por quebra de decoro Câmara de Salto de Pirapora/Divulgação Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM p

Palavras-chave: câmara municipal

MP-SP investiga pagamentos irregulares de R$ 13,4 milhões na saúde pública de Sorocaba

Publicado em: 16/12/2025 19:18

Unidade São Bento, em Sorocaba (SP): pagamentos a empresa gestora da logística farmacêutica nas UBSs é investigado pelo MP-SP Google Maps/Reprodução O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) abriu um inquérito civil para investigar possíveis pagamentos irregulares que somam mais de R$ 13,4 milhões na área da saúde pública de Sorocaba (SP). O processo foi instaurado nesta terça-feira (16). Conforme a denúncia, a Prefeitura de Sorocaba realizou pagamentos à empresa Human Concierge, responsável pela logística e distribuição de insumos e medicamentos na rede municipal de saúde. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) diz que a administração municipal pagou cerca de R$ 530 mil por mês à empresa sem a vigência de contrato desde abril de 2023. A empresa administra os insumos farmacêuticos das 33 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade. Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com o documento do Ministério Público, a prefeitura realizou pagamentos mesmo sem contrato vigente e além do prazo máximo permitido para prorrogação. O inquérito também investiga a ausência de novo procedimento licitatório. LEIA TAMBÉM: COPIA E COLA: STJ nega retorno de Rodrigo Manga à Prefeitura de Sorocaba EX-PRESIDENTE MULTADO: TCE julga como irregulares contas da Câmara Municipal de Votorantim ALUMÍNIO: MP arquiva pela segunda vez denúncia de obras e vendas irregulares de lotes em área de preservação De acordo com o documento do Ministério Público, a prefeitura realizou pagamentos mesmo sem contrato vigente e além do prazo máximo permitido para prorrogação. O inquérito também investiga a ausência de um novo procedimento licitatório. O MP-SP aponta indícios de prejuízo aos cofres públicos, o que pode caracterizar improbidade administrativa, com base na Lei de Improbidade Administrativa (LIA). A denúncia foi enviada ao órgão pelo vereador Raul Marcelo (PSOL). Entre os investigados estão o prefeito afastado de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), ex-secretários e servidores da área da Saúde. Manga foi afastado do cargo em novembro de 2025 por 180 dias durante a "Operação Copia e Cola" da Polícia Federal, que investiga um esquema de corrupção em contratos da saúde. O Ministério Público determinou que a Secretaria Municipal da Saúde preste esclarecimentos sobre a falta de nova licitação em um período de dois anos e informe se há um processo licitatório em andamento e em que fase está. O TCE-SP também acompanha o caso e solicitou explicações formais da administração municipal. Em nota, a prefeitura informou que não foi notificada pelo Ministério Público sobre a instauração de inquérito civil e ressaltou que todos os pagamentos realizados seguiram rigorosamente o devido procedimento legal. "Assim que houver comunicação formal, o Município prestará todos os esclarecimentos necessários, colaborando integralmente com as autoridades competentes", cita o comunicado. Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

Palavras-chave: câmara municipal

Câmara de Rio Preto aprova projeto que propõe reforma da Previdência Social para professores e servidores públicos municipais

Publicado em: 16/12/2025 19:04

Câmara Municipal de São José do Rio Preto (SP) TV TEM / Rodrigo Carraro - Arquivo Os vereadores de São José do Rio Preto (SP) aprovaram nesta terça-feira (16) o projeto que propõe a reforma da Previdência Social para professores e servidores públicos municipais. Por 18 votos a favor e 5 contra, a proposta foi analisada em segunda discussão na sessão ordinária e determina mudanças na idade mínima para aposentadoria. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp No caso de aposentadoria comum, além de 25 anos de contribuição, as mulheres, que atualmente podem se aposentar aos 55 anos, deverão solicitar a aposentadoria com idade mínima de 62 anos. Já os homens, que se aposentam aos 60 anos, poderão encerrar as atividades com 65 anos. Para os professores, a idade mínima das mulheres é de 50 anos e passará a ser de 57 anos, e a dos homens, que atualmente é de 55 anos, será de 60 anos, com 25 anos de contribuição. Agora, o projeto será encaminhado para a sanção do prefeito Fábio Candido (PL). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja mais notícias da região em g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

Palavras-chave: câmara municipal

Vereadores de João Pessoa aprovam LOA de R$ 5,45 bilhões para 2026; orçamento aumenta 2,59%

Publicado em: 16/12/2025 18:25

Câmara Municipal de João Pessoa aprovou a Lei Orçamentária Anual de 2026 CMJP A Câmara Municipal de João Pessoa aprovou, nesta terça-feira (16), a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2026. Para o próximo ano, o chefe do executivo municipal, Cícero Lucena (MDB), vai dispor de R$ 5,45 bilhões. O aumento do orçamento deste ano para 2026 é de 2,59%. Conforme a Câmara Municipal, do valor total aprovado, cerca de R$ 47,43 milhões será destinado à Reserva de Contingência para Emendas Parlamentares. Dessa forma, cada um dos 29 vereadores de João Pessoa vai ter direito a R$ 1,63 milhão para destinação por meio de emendas impositivas no próximo ano, um aumento de 11%. Para o atual ano, os vereadores têm R$ 1,47 milhão por vereador para as emendas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp O relator da LOA 2026, o vereador Tarcísio Jardim, também residente da Comissão de Finanças, Orçamento, Obras e Administração Pública (CFO), a previsão da receita aponta que R$ 1,46 bilhão vão ser oriundos de receitas tributárias, como impostos, taxas e outras contribuições. Em relação ao crescimento das receitas tributárias, a expectativa é de um aumento de 15,96% para 2026 em comparação com 2025, levando em consideração apenas as receitas do Tesouro Municipal. No geral, a peça orçamentária foi aprovada com 392 emendas impositivas e 15 emendas de remanejamento. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Plano plurianual também foi aprovado Na mesma sessão da Câmara Municipal, os parlamentares também aprovaram o Plano Plurianual de 2026 a 2029, que é uma outra lei orçamentária que dispõe sobre as programações e ações governamentais para um período de quatro anos. O relator dessa lei disse como vai funcionar. "O resultado positivo das contas públicas projetado para o quadriênio possibilita o cumprimento das obrigações financeiras e o aumento de investimentos em áreas carentes, visando reduzir desigualdades regionais. A instituição do PPA, proposta pelo Executivo, busca atender aos princípios de transparência, participação popular, racionalidade e eficiência na gestão pública, garantindo equilíbrio econômico-financeiro”, declarou Raoni Mendes. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Palavras-chave: câmara municipal