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Novo app do ChatGPT integra inteligência artificial generativa ao painel do seu carro via CarPlay

Publicado em: 31/03/2026 16:15 Fonte: Tudocelular

A OpenAI lançou um novo aplicativo dedicado do ChatGPT para o Apple CarPlay. Com isso, os motoristas poderão interagir com a IA diretamente no sistema do carro. Essa é mais uma das novidades do iOS 26.4 e promete oferecer respostas e interações sem distrações visuais para o motorista. ChatGPT chega ao Apple CarPlay para revolucionar a assistência de voz nos veículos O ChatGPT agora tem uma versão própria para o Apple CarPlay, o que possibilita ao usuário uma interação totalmente baseada em áudio, sem texto na tela. As principais funcionalidades incluem responder perguntas, ajudar com tarefas e conversas. O suporte chega oficialmente pouco tempo depois da chegada do iOS 26.4.Integração nativa: como a interface do ChatGPT se adapta às telas automotivas O suporte não chegou a ser mencionado no changelog, mas está disponível nesta versão do sistema operacional da maçã. A interface, no caso, é basicamente a mesma que se vê no modo de conversação do iPhone, mas dá para visualizar as abas de Chats com interações recentes e Projetos.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: inteligência artificial

Por dentro da sala de controle da Artemis, a nova missão da Nasa à Lua

Publicado em: 31/03/2026 16:10

Os cientistas que projetam os foguetes recebem os aplausos e os astronautas ficam com a glória. Mas, na hora de voar até a Lua, o centro real das ações fica em um conjunto de escritórios de concreto construído nos anos 1960, no Estado americano do Texas. O Centro de Controle de Missões Christopher C. Kraft, Jr., da Nasa, fica na periferia da cidade de Houston. Ele recebeu o nome do homem que criou este conceito logo no início da era espacial. A ideia de Kraft era reunir, em uma única sala e sob a coordenação de um diretor de voo, todas as pessoas responsáveis pela espaçonave. O controle da missão original que supervisionou o primeiro pouso na Lua e nos trouxe a frase "o fracasso não é uma opção", quando uma parte da espaçonave Apollo 13 explodiu a caminho do nosso satélite natural, está, agora, preservado como Marco Histórico Nacional dos Estados Unidos. Isso inclui os cinzeiros, xícaras de café e tudo o mais. Mas, do outro lado do salão, fica o seu equivalente moderno, para as missões lunares do século 21. A sala de controle da missão Artemis e o seu propósito são essencialmente os mesmos. "A estrutura criada por Chris Kraft, como o primeiro diretor de voo, realmente resistiu ao teste do tempo", afirma Fiona Antkowiak, uma dentre os nove diretores de voos designados para a Artemis 2, a primeira missão lunar tripulada da Nasa desde 1972. Programada atualmente para lançamento em abril de 2026, a Artemis 2 levará quatro astronautas em um looping para além da Lua, cobrindo a maior distância já percorrida por seres humanos. Eles serão as primeiras pessoas a serem lançadas ao espaço pelo novo e gigantesco foguete SLS, voando na cápsula Orion. Ou seja, há muito trabalho em jogo. A equipe de Houston será responsável por manter a missão no seu curso e trazer a tripulação de volta para a Terra com segurança, 10 dias depois. Trabalhando em três turnos, 24 horas por dia, o controle da missão se manterá em comunicação com a espaçonave, enviará comandos e monitorará tudo, desde a trajetória e os sistemas de propulsão até os batimentos cardíacos dos astronautas. "O papel do controle da missão, em última análise, é manter os astronautas em segurança, manter a espaçonave Orion em segurança e atingir os objetivos da missão", explica Antkowiak. "Nós estruturamos o nosso trabalho para cumprir estes pontos em ordem de prioridade." Ambiente saudável e com diversidade Entre o logotipo de "minhoca" da Nasa, dos anos 1980, na parede de fundo, e as luzes de LED hexagonais suspensas do teto, a sala de controle de missão atual é uma mistura do novo e do velho. Os consoles de cor cinza sob medida com os botões volumosos e monitores em preto e branco da era Apollo foram substituídos por teclados e telas sensíveis ao toque. Mas os nomes das mesas datam das primeiras missões. O suporte à vida, por exemplo, ainda é supervisionado pelo Eecom (Oficial de Emergência, Ambiental e de Materiais de Consumo, na sigla em inglês). Ele foi fundamental para manter os astronautas vivos durante o resgate da Apollo 13. O ar, agora, também é muito mais limpo do que costumava ser, já que o fumo é proibido e as xícaras de porcelana foram substituídas por canecas de viagem de plástico. Mas, além da tecnologia, a maior mudança provavelmente foi a aparência dos próprios controladores da missão. Se você observar qualquer fotografia do controle da missão Apollo, verá que todos os controladores eram homens brancos jovens, vestindo camisas brancas, com bolsos cheios de canetas e réguas. Poppy Northcutt foi a primeira mulher engenheira a entrar para a equipe, em meados da década de 1960. Na época, a sala mais parecia um clube só para meninos. Hoje em dia, não só os trajes são muito mais informais, mas a equipe de controle da missão tem muito mais diversidade. E, frequentemente, as mulheres estão na liderança. A sala onde tudo acontece Cada aspecto do voo será supervisionado desta sala. Os controladores da missão em terra trabalharão com os astronautas no espaço para manter a Artemis 2 no seu curso. Para evitar confusões, todas as comunicações com a tripulação são realizadas por um comunicador de cápsula, abreviado em inglês "capcom" (um nome que data dos primeiros voos espaciais Mercury, 1958-1963). Mas quem dá as ordens finais é o diretor de voo. "O principal é que você tem um diretor de voo no console e aquela pessoa detém a autoridade final para tomar qualquer decisão rápida", conta Antkowiak. Os sistemas desta complexa espaçonave, em grande parte, são automáticos. Mas, mesmo assim, acompanhar tudo e lidar com eventuais problemas é uma tarefa além do que um pequeno grupo de pessoas pode fazer sozinho em uma sala. É aqui que entra em ação outra equipe, que fica na Sala de Avaliação da Missão Orion (Mer, na sigla em inglês), no mesmo edifício. "A Mer tem uma perspectiva única e diferente do diretor de voo e sua equipe operacional", segundo o chefe da Orion Mer, Trey Perryman. "Não somos responsáveis pela operação, nem pela resposta imediata a cada questão, mas por monitorar o desempenho da espaçonave em minuciosos detalhes e liderar a resolução de problemas. Existe uma diferença entre reagir a um problema e resolvê-lo." Os engenheiros que trabalham na Orion Mer são os mesmos que projetaram e construíram a espaçonave. Por isso, eles conhecem cada um dos seus parafusos, componentes, circuitos e válvulas. A equipe da Mer inclui um grupo europeu, responsável pelo módulo de serviço anexado à Orion, que é de fundamental importância. Fornecido pela Agência Espacial Europeia (Esa, na sigla em inglês) e construído pela Airbus, na Alemanha, esta metade da espaçonave contém o motor principal e o combustível necessário para alimentar a espaçonave, além da água e do ar que irão manter os astronautas vivos. "Somos quem mais conhece a espaçonave", afirma Perryman. "Por isso, nós apoiamos todos os seus operadores por toda a missão, para ajudá-los a entender o que está acontecendo, onde eles podem precisar de um pouco mais de ajuda da engenharia e resolver eventuais problemas, pois é de fundamental importância trazer a tripulação para casa." As simulações É possível que todos os estágios da Artemis 2 funcionem exatamente conforme o planejado, do lançamento até o pouso no mar. A primeira missão não tripulada, Artemis 1, foi à Lua e voltou com poucas falhas. Mas o histórico dos voos espaciais humanos indica que é aconselhável se preparar para qualquer eventualidade. Quase todas as missões lunares Apollo sofreram algum tipo de anomalia, desde propulsores com defeito até computadores sobrecarregados. Todos os problemas foram resolvidos e todas as missões foram salvas, graças ao conhecimento combinado da tripulação, do controle da missão e da Mer. Antes que qualquer missão deixasse o solo, a maior parte das contingências havia sido estudada, preparada e simulada em terra. Os astronautas da Apollo passaram meses das suas vidas trancados em um simulador de espaçonave, aprendendo a voar e pousar. Paralelamente, o controle das missões Apollo e Mercury passou por falhas e mais falhas durante as simulações, para desenvolver o conhecimento necessário para as viagens reais. Durante a segunda missão para a Lua, por exemplo, o foguete foi atingido por um raio, segundos após o lançamento. A descarga desligou a energia no módulo de comando, com os astronautas se precipitando em direção ao espaço no topo de um foguete gigante, com todos os alarmes soando e a espaçonave, aparentemente, fora de controle. Mas Houston havia vivenciado isso durante uma simulação e sugeriu que a tripulação selecionasse uma chave obscura no painel de controle da espaçonave: SCE para Aux. SCE significa Equipamento de Condicionamento de Sinal, o sistema que processava os dados de sensores para transmissão para a Terra. Com a chave selecionada, a energia voltou e os astronautas prosseguiram em sua viagem para caminhar na Lua. Prevendo os problemas A tecnologia da Artemis 2 é muito mais sofisticada que a da missão Apollo. E, para ter certeza de que eles a conheçam por dentro e por fora, os controladores da missão também passaram meses levando a espaçonave até o seu ponto de ruptura. "Nosso objetivo é fazer uma simulação com 10 coisas se quebrando em três horas", explica Antkowiak. "Na missão real, esse número deverá ser menor e estamos preparados para cuidar disso." "Sabemos que, ao entrarmos, haverá problemas", destaca Perryman. "Você pode imaginar um cenário onde, talvez, um propulsor falhe e um sistema de navegação em outra parte também falhe. É importante compreender não apenas se podemos recuperá-los, mas também, se não pudermos, o que isso significa para a missão." O que diferencia a Artemis 2 de qualquer outra missão em mais de 50 anos se baseia em uma decisão a ser tomada dois dias após o início da viagem. Depois do lançamento, a Artemis 2 irá orbitar a Terra para ajustar sua trajetória e permitir que a tripulação e os controladores de voo verifiquem os sistemas da espaçonave. Este intervalo incluirá um período em que os astronautas assumirão o controle manual da espaçonave, algo que os pilotos, altamente treinados, com certeza aguardarão ansiosamente. Por fim, no segundo dia, o diretor de voo de plantão irá reunir a sala e definir: todos os sistemas estão aptos a mandar a Orion para a Lua? "É a chamada injeção translunar", segundo Antkowiak. "É uma decisão imensa — você precisa ter certeza de que a espaçonave está pronta para sustentar a tripulação por até 10 dias e, depois que você tomar esta decisão, não há muitas formas rápidas de voltar para casa." Outro aspecto incomum da Artemis 2 é que a tripulação ficará sem contato com a Terra por cerca de 40 minutos, quando a Orion desaparecer atrás da Lua. A trajetória e as leis da física indicam que a espaçonave certamente dará a volta, mas isso não irá necessariamente diminuir a tensão na sala de controle. "Nós certamente gostamos de ter comunicação com a nossa espaçonave", reconhece Antkowiak. "É uma bela, confusa e calorosa sensação poder ouvir a tripulação e ver os dados de telemetria chegando." "Acho que, quando chegarmos perto do momento da volta das comunicações, você terá uma sala inteira de pessoas no controle da missão simplesmente olhando para suas telas, esperando que os dados retornem no momento certo." A volta para casa Mas, para a tripulação, este período fora de contato com o controle da missão provavelmente representará outro clímax da viagem. Serão apenas eles e a Lua, enquanto voam sobre áreas da superfície lunar nunca antes observadas diretamente por olhos humanos. A programação, segundo o cronograma oficial, é que os astronautas passem esse tempo olhando pela janela, tirando fotos, filmando vídeos e registrando seus pensamentos. Depois que a Orion circundar a Lua, a física também determina que eles voltarão rapidamente para casa. Ao se aproximar da Terra, a cápsula irá viajar a cerca de 40.200 km/h. E, quando entrar na atmosfera terrestre, a Orion enfrentará temperaturas de mais de 2000 °C — potencialmente, os minutos mais perigosos da viagem. Durante a missão Artemis 1, em 2022, o escudo térmico foi danificado na reentrada e esta foi uma das razões do grande atraso da Artemis 2. Perryman considera muito bem os riscos do retorno à Terra. Ele estava presente no controle da missão quando o ônibus espacial Columbia se desintegrou durante a reentrada, em janeiro de 2003, matando os sete astronautas a bordo. "O acidente do Columbia deixou em mim uma marca permanente", ele conta. "Ele com certeza está em um canto da minha mente, dizendo que o que fazemos neste prédio, na minha sala e com o diretor de voo e sua equipe tem uma importância imensa." Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Technology. Primeiro a Lua, depois Marte? Por que nova missão da Nasa é importante Missão Artemis: como diversidade étnica e de gênero marca retorno da humanidade à Lua Os planos da primeira missão tripulada da Nasa à Lua em 50 anos em 2026 Em imagens, a evolução da sala de controle das missões da Nasa, dos primórdios à Artemis

Palavras-chave: tecnologia

Prefeito de Passos, Diego Oliveira, renuncia ao cargo após anunciar candidatura a deputado estadual

Publicado em: 31/03/2026 15:55

Prefeito de Passos deixa o cargo para concorrer como deputado estadual O prefeito de Passos (MG), Diego Oliveira, do PSD, deixou o cargo nesta terça-feira (31) após anunciar a candidatura a deputado estadual. Até a formalização da renúncia, ele manteve a agenda administrativa no município. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A mudança ocorre em um momento de reorganização política dentro do PSD local, já que o atual deputado estadual pela cidade, Cássio Soares, deve disputar uma vaga na Câmara Federal, abrindo espaço para a tentativa de Diego Oliveira de manter a representatividade de Passos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Prefeito de Passos, Diego Oliveira, renuncia ao cargo após anunciar candidatura a deputado estadual Reprodução/EPTV Com a saída do prefeito, assume o comando da prefeitura o vice-prefeito Maurício Antônio da Silva, também do PSD. A transmissão oficial do cargo será realizada em solenidade na Câmara Municipal de Passos, aberta ao público, a partir das 19h30. Com a posse de Maurício Silva no Executivo, o cargo de vice-prefeito passará a ser ocupado pelo atual presidente da Câmara, Plínio Andrade, igualmente do PSD. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

Palavras-chave: câmara municipal

Deepfake: Polícia apura suspeita de manipulação de imagens de alunas do Colégio de Aplicação da UFRGS

Publicado em: 31/03/2026 15:45

Ato em colégio de Porto Alegre pede respeito às mulheres Reprodução/RBS TV A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar suposta manipulação de imagens (deepfake) de alunas do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). As investigações tiveram início na segunda-feira (30) a partir do registro de duas ocorrências por adolescentes que teriam sido vítimas. ➡️ Deepfake é uma técnica que permite alterar um vídeo ou foto com ajuda de inteligência artificial (IA). Com ele, por exemplo, o rosto da pessoa que está em cena pode ser trocado pelo de outra; ou aquilo que a pessoa fala pode ser modificado. As imagens compartilhadas na internet teriam sido alteradas digitalmente, incluindo conteúdo pornográfico. Estudantes suspeitos de envolvimento foram suspensos cautelarmente, disse a instituição de ensino. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A escola não informou o número de alunos suspensos. Também não foi divulgada quantidade de estudantes que seriam vítimas. A Corregedoria da Universidade acompanha o caso. Em nota, a UFRGS afirma que "segue acompanhando o caso com a máxima seriedade, prestando apoio às estudantes e suas famílias, e adotará todas as medidas necessárias à responsabilização dos envolvidos, respeitando o devido processo legal". Leia abaixo a nota na íntegra Segundo a delegada Alice Fernandes, do Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente, testemunhas devem ser ouvidas nesta semana. G1 Explica: Deepfake Ato pede respeito às mulheres Estudantes do colégio realizaram um ato na manhã desta terça-feira (31) em defesa do respeito às mulheres e do uso responsável das redes sociais. O ato foi organizado pelos próprios alunos após o caso. Vestindo camisetas brancas e com cartazes com a frase "Respeito não é um favor. Respeito é um direito", os estudantes se reuniram em uma mobilização de conscientização no saguão do colégio. Participaram alunos de turmas do ensino fundamental e do ensino médio. Ato em colégio de Porto Alegre pede respeito às mulheres Reprodução/RBS TV Nota da UFRGS "A Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por meio do Colégio de Aplicação, informa que tomou conhecimento de relatos envolvendo a produção e circulação de conteúdos digitais manipulados (deepfakes) com imagens de estudantes. Desde o primeiro momento, a Direção do Colégio, juntamente com o Núcleo de Orientação Educacional, Serviço Social e Psicologia Escolar (NOPE), iniciou a escuta das estudantes envolvidas, bem como a apuração dos fatos junto aos alunos mencionados. Medidas imediatas já foram adotadas, incluindo contato com as famílias, aplicação de suspensão cautelar dos estudantes envolvidos e o encaminhamento dos procedimentos administrativos cabíveis, com acompanhamento da Corregedoria da Universidade. Até o momento, as informações apuradas indicam a existência de um número restrito de materiais, ainda não acessados pela instituição, sendo que as investigações seguem em andamento para a devida verificação dos fatos. A UFRGS reafirma seu compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes, com o combate a todas as formas de violência, inclusive digital, e com a promoção de um ambiente educacional seguro, ético e respeitoso. A Universidade segue acompanhando o caso com a máxima seriedade, prestando apoio às estudantes e suas famílias, e adotará todas as medidas necessárias à responsabilização dos envolvidos, respeitando o devido processo legal." VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Palavras-chave: inteligência artificial

É #FAKE que vídeo mostre navios de guerra do Japão no Estreito de Ormuz; imagens registram exibição militar de 2022

Publicado em: 31/03/2026 15:37

Japão não enviou navios para o Estreito de Ormuz g1 Japão não enviou navios para o Estreito de Ormuz g1 Circula nas redes sociais uma publicação dizendo que o Japão enviou navios de guerra ao Estreito de Ormuz para ajudar o governo Donald Trump a restabelecer o fluxo de navios comerciais na região, considerada vital para o fluxo do petróleo mundial. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é o post? Publicado em 22 de março no X, onde já foi visto mais de 126 mil vezes, o post exibe o vídeo de embarcações militares japonesas, incluindo um porta-aviões, em alto mar. A legenda diz: "Por pressão do pedófilo, o Japão envia seus navios ao Estreito de Ormuz para ajudar Trump! O Japão se meteu numa fria e não vai sair nada bem dessa aventura. Seus navios não poderão retornar em segurança". Mas isso não é verdade. Embora seja real — e não produto de inteligência artificial (IA) –, o vídeo mostra uma exibição militar ocorrida em novembro de 2022. Ao Fato ou Fake, a Embaixada do Japão no Brasil disse: ""Não há navios da Força de Autodefesa do Japão atualmente enviado para o Estreito de Ormuz. Esta postagem no X é uma informação falsa". O Estreito de Ormuz é uma passagem marítima estreita e estratégica, controlada pelo Irã, que conecta o Golfo Pérsico ao mar aberto. Cerca de 20% de todo o petróleo comercializado globalmente passa pela região. Com o início das ofensivas de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã em 28 de fevereiro, o regime islâmico determinou o fechamento da passagem marítima para navios cargueiros americanos e de países aliados a Washington, aumentando a pressão sobre a oferta global de petróleo. Em resposta, Donald Trump pressionou aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), do Golfo e da Ásia a conduzir ações militares no Estreito para restabelecer o fluxo dos navios. Em 22 de março, a agência de notícias Reuters noticiou que o Japão avaliava a possibilidade de enviar embarcações especializadas para desminar o Estreito de Ormuz, mas isso ocorreria somente após um cessar-fogo (leia mais abaixo). Em 24 de março, a Otan declarou que um grupo de 22 países, que inclui também aliados no Oriente Médio e na Ásia, estaria se preparando para o restabelecimento total da rota -- sem deixar explícito como isso ocorreria na prática. Por fim, nesta segunda-feira (30) o jornal americano "The Wall Street Journal" publicou uma reportagem relatando o presidente americano Unidos considera encerrar a guerra mesmo que o Estreito de Ormuz permaneça fechado. Irã mostra momento em que chefe da Marinha dá ordem para fechar Estreito de Ormuz ⚠️ Por que o post é mentira? Para confirmar a origem do conteúdo, o Fato ou Fake selecionou um frame (imagem estática) do vídeo viral e fez a busca reversa por essa "foto" no Google Lens. Essa pesquisa serve para verificar se um conteúdo havia sido reproduzido anteriormente na internet – e em que contexto. O resultado apontou para um vídeo publicado em 6 de novembro de 2022 pela Jiji Press, uma agência de notícias japonesa. Naquele dia, a marinha japonesa realizou uma exibição de suas embarcações militares na Baía de Sagami, ao largo da costa da província de Kanagawa. Ao todo, 18 navios de 12 nações, incluindo Austrália, Canadá, Índia e Estados Unidos, bem como um total de seis aviões de combate franceses e americanos, participaram do evento. O Fato ou Fake consultou Leonardo Paz, pesquisador do Núcleo de Prospecção e Inteligência Internacional da Fundação Getúlio Vargas (FGV NPII), que explicou os limites impostos pela Constituição japonesa de 1947 sobre as Forças Armadas do país: "A Constituição japonesa foi redigida sob a supervisão americana no Pós-Guerra, de maneira a tornar o Japão um regime pacifista, como se comprova pelo Artigo 9. Isso significa que as Forças Armadas japonesas são orientadas para a defesa do próprio território e priorizaram, ao longo de todas as últimas décadas, o uso de equipamentos mais defensivos, como sistemas anti-aéreos". No entanto, o pesquisador analisa que recentemente o Japão aprovou um conjunto de leis de segurança que testam os limites da Constituição pacifista: "A partir de 2015, o Japão teve uma mudança dessa lógica [de defesa]. Agora, existe em curso uma concepção de autodefesa coletiva, e não só autodefesa pura. A autodefesa pura é você pensar só no seu próprio território. Já a autodefesa coletiva permite ao Japão projetar poder de forma defensiva em apoio a aliados, quando um ataque contra eles ameaça a própria segurança do país. É nesse contexto que o Japão passou a comprar equipamentos mais ofensivos, comprar novos caças F-35 e reconfigurou porta-helicópteros para tornar dois porta-aviões operacionais". Com relação à intervenção do Japão no Estreito de Ormuz, o pesquisador descartou o envio de embarcações de guerra no atual momento do conflito: "Para garantir o domínio do Estreito de Ormuz, você teria que ocupar basicamente a parte sul do Irã, obviamente limpar todo tipo de equipamento de defesa e criar uma zona também de exclusão aérea para interceptar os drones que viessem de mais longe. Então, assim, é dificílimo [fazer isso]. O Japão não é o país que tem condição de ajudar nessa questão. O que o Japão já se colocou à disposição de fazer, eventualmente, num contexto em que o conflito já esteja arrefecido, uma embarcação chamada Mine Sweeper para desminar o Estreito. Mas fora isso, a capacidade militar do Japão é muito pequena". Japão não enviou navios para o Estreito de Ormuz g1 Veja também É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho em zoológico na China É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho de visitantes em zoológico na China VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Palavras-chave: inteligência artificial

Senai Bahia abre inscrições para 230 vagas em cursos de pós-técnico com bolsas de estudo para ex-alunos

Publicado em: 31/03/2026 15:21

Estudantes de Pós-Técnico em aula prática no laboratório de Biotecnologia Sistema FIEB O Senai Bahia está com inscrições abertas para 230 vagas em cursos de pós-técnico, voltados para quem já tem formação técnica ou diploma de graduação. Os interessados podem se candidatar até 3 de maio pela internet ou nas Centrais de Atendimento ao Candidato (veja unidades no fim da reportagem). Do total de vagas oferecidas, 100 são bolsas de estudo 100% gratuitas, destinadas a alunos diplomados nos cursos técnicos ou em cursos de graduação do SENAI BAHIA, que atendam aos requisitos do regulamento do processo seletivo disponível no site da especialização. Além das bolsas, o Senai Bahia oferece desconto de 30% na primeira mensalidade para os candidatos. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Veja os vídeos que estão em alta no g1 Para se candidatar é preciso ter concluído curso técnico ou graduação (bacharelado ou tecnológico) em áreas afins. As vagas são para os cursos de: Biotecnologia Vegetal Cibersegurança Desenvolvimento de Aplicações para Inteligência Artificial Gestão Integrada de QSMS e Responsabilidade Social Manutenção Veiculos Elétricos e Híbridos Planejamento de Manutenção Industrial Processo de Fabricação Mecânica Projetos Mecânicos Robótica Industrial Sistemas Fotovoltaicos Tecnologia e Inovação em Cosmético Com duração de 10 meses, a formação tem como objetivo atender à demanda da indústria por profissionais especializados, diante do surgimento de oportunidades ligadas à indústria 4.0, foco na sustentabilidade dos processos industriais, novas tecnologias e energias renováveis. Confira lista das Centrais de Atendimento ao Candidato: 📍Alagoinhas: Praça Barão do Rio Branco, n° 55 - Centro 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 19h, e aos sábados, das 8h às 12h 📍Barreiras: Rua das Turbinas, 940 - Bela Vista 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 12h, e das 13h30 às 17h30 📍Camaçari: Avenida Jorge Amado, Loteamento Espaço Alpha, Lote 8/17, Quadra 1.3 - Jardim Limoeiro 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 19h, e aos sábados, das 8h às 12h 📍Eunápolis: Avenida David Jonas Fadini, 2599 - Distrito Industrial 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 17h 📍Feira de Santana: Avenida Eduardo Fróes da Mota, nº 5.000 - Campo Limpo 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 19h, e aos sábados, das 8h às 12h 📍Ilhéus: Rodovia Jorge Amado, BR-415, KM13 - Banco da Vitoria 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 12h, e das 13h às 17h 📍Jacobina: Rua Florisvaldo Barberino, nº 267 - Felix Tomaz 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 12h, das 13h às 17h, e das 18h às 22h 📍Jequié: Rua Otávio Mangabeira quadra J, lote 16/17 - Mandacarú (Centro Industrial) 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 17h, e aos sábados, das 8h às 12h 📍Juazeiro: Rodovia BA-210, KM 0 S/N - Distrito Industrial 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 12h, das 13h às 17h, e das 18h às 22h 📍Lauro de Freitas: Avenida Luiz Tarquínio Pontes, n° 938 - Aracuí 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 19h, e aos sábados, das 8h às 12h 📍Luís Eduardo Magalhães: Rua José de Alencar, quadra D4, S/N, loteamento Aroldo Cruz - Florais Léa 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 12h, e das 13h30 às 17h30 📍Salvador (Cimatec Piatã): Avenida Orlando Gomes, n°1845 - Piatã 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 21h e aos sábados, das 8h às 12h 📍Salvador (Dendezeiros): Avenida Dendezeiros do Bonfim, n° 99 - Bonfim 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 19h e aos sábados, das 8h às 12h 📍Serrinha: Estrada Vicinal de Aparecida, S/N - Avenida Aparecida 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 13h às 17h, e das 18h às 22h 📍Teixeira de Freitas: Avenida São Paulo, n° 558 - Vila Verde 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 12h, e das 13h às 21h 📍Vitória da Conquista: Avenida Olivia Flores, n° 3.900 - Universidade 🕐Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 17h, e aos sábados, das 8h às 12h Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

Advogado é investigado por manipular imagem com IA para julgamento da Chacina do Curió

Publicado em: 31/03/2026 14:21

Sala de julgamento da Chacina do Curió - TJCE Sara Parente/TJ-CE Um advogado é investigado pela Polícia Civil do Ceará por manipular uma imagem obtida por uma câmera de segurança, com uso de Inteligência Artificial (IA), para utilizar em um julgamento do caso que ficou conhecido como Chacina do Curió - a morte de 11 pessoas na periferia de Fortaleza. Oito policiais militares foram condenados por participar de crimes naquela noite, enquanto outros 21 PMs foram absolvidos. Conforme documentos obtido pelo g1, a investigação foi aberta pela Polícia Civil após um pedido do Ministério Público do Ceará (MPCE), feito em outubro de 2025, para apurar o cometimento do crime de fraude processual no curso de processo penal. A Perícia Forense do Ceará (Pefoce) identificou "grandes divergências" na imagem apresentada pelo advogado durante o julgamento, na comparação com a imagem original. Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp O g1 opta por não divulgar o nome do advogado neste momento, porque ele ainda é investigado pela Polícia Civil, sem indiciamento. O nome do PM que ele representou no julgamento também não será identificado. A Polícia Civil foi procurada para comentar o andamento da investigação criminal, mas não se manifestou até o momento desta publicação. O Ministério Público respondeu que "aguarda a distribuição dos autos pela Justiça para se manifestar". Também procurada, a Ordem dos Advogados do Brasil - Secção Ceará (OAB-CE) disse que ainda não foi informada sobre a investigação contra o advogado. Policiais condenados por chacina do Curió Como aconteceu a suposta fraude Em documento enviado à Polícia Civil em outubro de 2025, o Ministério Público do Ceará pontuou que um advogado anexou aos autos de um processo, três dias antes do julgamento, "uma fotografia distorcida e com vestígios de edições" oriunda de um laudo da Perícia Forense do Ceará - datado de 2016. À época, o laudo pericial sobre a imagem de câmera de segurança concluiu "que havia, no vídeo, fatores de degradação das imagens, tais como pixelização, nível de ruído elevado, iluminação inadequada, presença de artefato de compreensão e qualidade de foco reduzida e que tais fatores são irreversíveis mediante processamento digital", segundo o MPCE. Porém, conforme o Ministério Público, o advogado "juntou imagem da perícia, mas desta feita com nitidez e qualidade superior à do próprio vídeo, trazendo informação que o veículo não é um Toyota Etios, mas um da marca Chevrolet". Perícia Forense comparou imagem original com a imagem apresentada pelo advogado. Reprodução. O advogado teria dito, na tréplica do julgamento, ao apresentar a imagem editada, que "isso daqui foi jogado no Gemini, inteligência artificial, e foi dado na engenharia de prompt um comando pedindo para deixar realista e descrever com a máxima realidade as características do veículo apontado. O resultado que dá? Um Cobalt". O veículo em questão, filmado pela câmera de segurança, teria sido utilizado por autores da Chacina do Curió, na madrugada de 12 de novembro de 2015. 11 pessoas foram mortas por homens encapuzados, na região da Grande Messejana, em Fortaleza, entre aquela madrugada e a noite anterior. A Pefoce foi acionada pelo MPCE para analisar a imagem apresentada pelo advogado em 2025 e comparar com o laudo de 2016. Ao sobrepor as imagens, os peritos encontraram "grandes divergências entre a posição, dimensão, faróis, logomarca e rodas dos veículos. Tais divergências são fortes indícios de adulteração e não de tratamento de imagens, pois procedimento de tratamento de imagens tem o objetivo de ressaltar informações já contidas na matriz de dados da imagem, e não deve alterar a posição dos pixels". Os peritos concluíram, ao sobrepor as imagens, que há "grandes divergências". Reprodução. Resultados dos julgamentos Cinco julgamentos sobre a Chacina do Curió já foram realizados na Justiça do Ceará. Ao total, 29 réus (todos policiais militares) foram julgados pelo júri popular - 8 deles foram condenados à prisão e os outros 21 réus foram absolvidos. As sessões judiciais ultrapassaram 330 horas de duração. Segundo informações do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), o primeiro julgamento começou no dia 20 de junho de 2023. Os réus Antônio José de Abreu Vidal Filho, Marcus Vinícius Sousa da Costa, Wellington Veras Chagas e Ideraldo Amâncio foram condenados a 275 anos e 11 meses de prisão e à perda do cargo público. A defesa deles recorreu, e as penas foram redimensionadas para 238 anos e 11 meses de prisão. No dia 29 de agosto de 2023, oito réus começaram a ser julgados. Os PMs Gerson Vitoriano Carvalho, Thiago Veríssimo Andrade Batista de Moraes, Josiel Silveira Gomes, Thiago Aurélio de Souza Augusto, Ronaldo da Silva Lima, José Haroldo Uchoa Gomes, Gaudioso Menezes de Mattos Brito Goes e Francinildo José da Silva Nascimento foram absolvidos, após nove dias de julgamento. Primeiro julgamento da Chacina do Curió foi concluído com a condenação de quatro policiais militares em Fortaleza Fabiane de Paula/Sistema Verdes Mares No terceiro julgamento, iniciado no dia 12 de setembro de 2023, o réu José Oliveira do Nascimento foi condenado a 210 anos e 9 meses de reclusão, por 11 homicídios. Já José Wagner Silva de Souza foi condenado a 13 anos e 5 meses de reclusão, pela prática de três crimes de tortura, sendo duas físicas e uma mental (mas não foi condenado pelos homicídios). Outros cinco policiais militares - Antônio Flauber de Melo Brazil, Clênio Silva da Costa, Francisco Helder de Sousa Filho, Maria Bárbara Moreira e Igor Bethoven Sousa de Oliveira – foram absolvidos de todas as acusações, por negativa de autoria, naquele julgamento. Em 25 de agosto de 2025, começou o quarto julgamento do caso. Seis dias depois, o Conselho de Sentença decidiu pela absolvição dos policiais militares Daniel Fernandes da Silva, Gildácio Alves da Silva, Luís Fernando de Freitas Barroso, Farlley Diogo de Oliveira, Renne Diego Marques, Francisco Flávio de Sousa e Francisco Fabrício Albuquerque de Sousa. No último julgamento realizado, iniciado em 22 de setembro do ano passado, Marcílio Costa de Andrade foi condenado a 315 anos, 11 meses e 10 dias de reclusão e Luciano Breno Freitas Martiniano foi sentenciado a 275 anos e 11 meses de reclusão. Para ambos foi decretada a prisão e a perda do cargo público de policial militar. Moivmento Mães do Curió fez ato do lado de fora do fórum em lembrança das vítimas da chacina Ismael Soares/SVM Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

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Tião da Zaeli renuncia cargo de vice-prefeito de Várzea Grande (MT)

Publicado em: 31/03/2026 14:17

Flávia Moretti (PL) ao lado do vice, Tião da Zaeli (PL) Camila Freitag/TVCA O vice-prefeito de Várzea Grande, Tião da Zaeli (PL), oficializou nesta terça-feira (31) a renúncia ao cargo. A saída ocorre em meio a desgastes dentro da administração e à candidatura de Zaeli à presidência da Fecomércio-MT, em maio deste ano. Com a renúncia, em eventuais afastamentos da prefeita Flávia Moretti (PL), a substituição passará a ser feita pelo presidente da Câmara Municipal, Wanderlei Cerqueira (MDB). Antes de ingressar na política, Tião da Zaeli atuava no setor empresarial e construiu a base de sua carreira política justamente na defesa de pautas ligadas ao comércio e ao desenvolvimento econômico regional. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp

Palavras-chave: câmara municipal

Nova dança no mercado: TikTok busca aval para virar fintech no Brasil

Publicado em: 31/03/2026 13:49 Fonte: Tudocelular

Enquanto testa novos anúncios mais agressivos ao abrir o app, a rede social TikTok quer expandir a sua atuação no Brasil e entrar de vez no mercado financeiro. A ByteDance, empresa controladora do aplicativo chinês, solicitou a aprovação do Banco Central para operar como uma fintech de pagamentos e de crédito no país. A informação foi publicada pela agência Reuters nesta terça-feira, 31, e parte de fontes anônimas com conhecimento direto dos planos corporativos.O movimento da gigante de tecnologia envolve dois pedidos de licença distintos. O primeiro busca a autorização para a companhia atuar como instituição de pagamento emissora de moeda eletrônica, cuja aprovação permite a oferta de contas pré-pagas com a manutenção de saldos e a realização de transferências dentro do próprio aplicativo. O segundo protocolo visa a criação de uma sociedade de crédito direto. Esse formato específico de fintech não capta depósitos do público, mas utiliza capital próprio para conectar tomadores de empréstimos e credores. A estratégia mira a oferta de serviços financeiros básicos aos brasileiros, de forma semelhante ao modelo de expansão adotado pelo Nubank nos últimos anos.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Tecnologia GaN e SiC permite à Honor criar fonte de 360W compacta para laptops de alta exigência

Publicado em: 31/03/2026 13:11 Fonte: Tudocelular

A HONOR anunciou um novo adaptador de energia compacto com potência de 360W. Nesse sentido, o acessório é voltado para notebooks gamer de alto desempenho, e a apresentação desse tipo de produto faz parte da expansão do ecossistema de hardware da empresa para 2026. Honor lança adaptador compacto de 360W para notebooks gamer Em geral, a alta potência suportada se dá pelo foco do produto em notebooks para jogos de alta performance, que normalmente são dispositivos que consomem mais energia. O item foi exibido por um executivo da marca em seu perfil na rede social Weibo e promete oferecer uma solução interessante para o que se propõe.Novo carregador de 360W da Honor aposta em potência e portabilidade O adaptador parece ter um design mais compacto, o que ajuda na portabilidade e o coloca à frente de outros modelos tradicionais de alta potência. A ideia aqui é oferecer um produto capaz de alimentar os notebooks poderosos com placas de vídeo dedicadas e um consumo energético maior.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Cientistas criam menor QR Code do mundo e indicam novo caminho para armazenamento

Publicado em: 31/03/2026 12:45 Fonte: Tudocelular

Pesquisadores austríacos entraram para o Guinness ao desenvolver um QR Code funcional menor que muitas bactérias. A invenção miraria em ser uma solução inovadora de armazenamento físico de dados em longo prazo, sendo capaz de guardar até 2 TB de informações na área equivalente de uma folha de papel.Criado pela equipe da TU Wien, Universidade Técnica de Viena (Áustria), o novo código é 37% menor que o recordista anterior. A grande promessa da tecnologia é a alta densidade de informação: ao gravar dados nessa escala em materiais estáveis, seria possível armazenar 2 TB de dados na área de uma única folha A4. Além da economia de espaço físico, apesar da maioria dos SSDs M.2 já serem bastante compactos, essa mídia teria um apelo sustentável, pois não exige qualquer tipo de energia elétrica para manter as informações salvas ou para acessá-las.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Meta lança dois óculos inteligentes Ray-Ban para usuários de lentes com grau

Publicado em: 31/03/2026 12:44

A Meta lançou dois óculos inteligentes da Ray-Ban nesta terça-feira (31), ampliando sua atuação em uma área que se tornou um dos poucos sucessos da empresa na corrida por dispositivos com recursos de inteligência artificial. Os novos óculos, disponíveis para pré-venda nos EUA a partir de US$ 499, ampliam as opções para usuários com necessidade de correção visual. O presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, disse em janeiro que "bilhões de pessoas usam óculos ou lentes de contato para correção da visão". A Meta informou que os novos produtos — Ray-Ban Meta Blayzer Optics e Ray-Ban Meta Scriber Optics — estarão disponíveis em óticas nos EUA e em mercados internacionais selecionados a partir de 14 de abril. A empresa afirma que os novos modelos oferecem opções de ajuste que os tornam adaptáveis ao formato de rosto de cada usuário. As vendas globais de óculos inteligentes atingiram 9,6 milhões de unidades no ano passado, com a Meta respondendo por cerca de 76,1% do total, disse o diretor de pesquisa da IDC, Ramon Llamas. Ele acrescentou que as vendas devem chegar a 13,4 milhões de unidades em 2026. A Meta lançou os óculos Meta Ray-Ban Display por US$ 799 no ano passado, seu primeiro modelo com tela integrada, permitindo que os usuários leiam mensagens, sigam instruções de navegação e interajam com serviços de IA sem precisar de um telefone. No início deste ano, no entanto, a Meta atrasou o lançamento global do modelo, citando escassez de oferta e forte demanda. Os óculos Display também podem ser encomendados com lentes de prescrição por um adicional de US$ 200. A rival Snap criou uma subsidiária independente para seus óculos inteligentes de realidade aumentada e se prepara para lançar o produto ao consumidor. Enquanto isso, o Google firmou parceria com a Warby Parker para lançar óculos com inteligência artificial.

Palavras-chave: inteligência artificial

Irã ameaça atacar Apple, Google, Microsoft, Tesla, Meta, NVIDIA e outras empresas dos EUA

Publicado em: 31/03/2026 12:28 Fonte: Tudocelular

A Guerra do Irã tem afetado empresas em todo o mundo, mas a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) anunciou hoje que atacará instalações de 18 empresas de tecnologia dos EUA na região do conflito. Dentre elas estão Apple, Google, Meta (dona do Facebook, Instagram e WhatsApp), Microsoft e outras.O alerta foi emitido pela IRGC em uma publicação no Telegram, onde a Guarda Revolucionária diz que atacará 18 grandes empresas de tecnologia dos EUA a partir das 20h (horário do Teerã, 13h30 no horário de Brasília) de 1º de abril de 2026. A mensagem diz: Vocês ignoraram nossos repetidos alertas e, hoje, vários cidadãos iranianos foram martirizados em ataques terroristas perpetrados por vocês e seus aliados israelenses. Em resposta a essas operações, de agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Huawei aumenta receita anual para US$ 127,5 bilhões, mas crescimento em 2025 foi mais lento

Publicado em: 31/03/2026 12:15

Estande da Huawei da World Artificial Intelligence Conference em Xangai, China, em julho de 2025 REUTERS/Go Nakamura A chinesa Huawei Technologies anunciou nesta terça-feira (30) um crescimento de 2,2% na receita em 2025. O avanço foi impulsionado principalmente pelas áreas de infraestrutura de rede e de dispositivos de consumo, enquanto o negócio de computação em nuvem teve queda no faturamento. A empresa, que tem sede em Shenzhen, alcançou receita de US$ 127,5 bilhões em 2025, alta de 2,2% em comparação com o ano anterior. O resultado mostra uma desaceleração significativa frente ao crescimento de 22,4% registrado em 2024. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O desempenho de 2025 representa a segunda maior receita anual da Huawei, abaixo apenas do recorde de US$ 128,9 bilhões obtido em 2020. O lucro líquido cresceu 8,6%, chegando a US$ 9,8 bilhões. A área de consumo, que reúne smartphones e outros aparelhos digitais, registrou aumento de 1,6% na receita, para US$ 49,8 bilhões. A divisão de infraestrutura de tecnologia da informação e comunicação, principal fonte de faturamento da empresa, teve crescimento de 2,6% nas vendas, que somaram US$ 54,2 bilhões, segundo comunicado da Huawei. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Já o negócio de computação em nuvem (embora menor, mas relevante para a companhia) apresentou queda de 3,5% na receita, reflexo da forte concorrência no mercado chinês. A área de soluções automotivas inteligentes, voltada ao apoio a montadoras tradicionais no desenvolvimento de veículos com tecnologia avançada, registrou alta expressiva de 72,1% na receita, que alcançou US$ 6,5 bilhões.

Palavras-chave: tecnologia

Vírus 'espionam' sinais uns dos outros e podem ser enganados por rivais, mostra estudo

Publicado em: 31/03/2026 12:00

Colônia da bactéria Bacillus subtilis cultivada em meio sólido; estruturas mostram como microrganismos se organizam e crescem coletivamente. Elvina Smith Vírus são capazes de "escutar" conversas químicas trocadas por outras espécies de vírus — e essa espionagem pode sair pela culatra. É isso o que mostra um estudo publicado nesta terça-feira (31) na prestigiada revista científica "Cell" por pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A descoberta revela que a comunicação viral é mais complexa e imprevisível do que se imaginava, e abre caminho para entender como infecções se desenvolvem em ambientes com múltiplos vírus presentes ao mesmo tempo. 🦠 Os vírus estudados são os chamados fagos, que infectam bactérias e são encontrados em abundância no solo. Ao invadir uma célula bacteriana, esses vírus enfrentam uma escolha estratégica: matar a célula imediatamente, liberando cópias de si mesmos para infectar outras bactérias próximas, ou se camuflar dentro do genoma da bactéria e aguardar um momento mais favorável. Essa segunda opção, chamada lisogenia, é uma forma de dormência: o vírus fica "adormecido" dentro da célula hospedeira, sem causar dano imediato, à espera de melhores condições. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Para tomar essa decisão, alguns fagos usam um sistema de comunicação química chamado "arbítrio". Durante a infecção, eles liberam pequenas moléculas no ambiente. Quando essas moléculas se acumulam, é sinal de que muitas células já foram infectadas e o estoque de hospedeiros está escasso: hora de entrar em modo de espera. Mas quando a concentração é baixa, o caminho é atacar. O sistema funciona como um termômetro da situação, uma leitura do ambiente antes de agir. ❗O que o novo estudo revelou é que esse sinal NÃO fica restrito aos vírus da mesma espécie. Outros fagos, alguns deles muito distantes geneticamente do emissor, conseguem captar essas mensagens e responder a elas, mesmo que o sinal não tenha sido feito para eles e não reflita de forma precisa a situação em que se encontram. "Quando um fago detecta sinais de outra espécie, ele tende a entrar em dormência em vez de matar a célula e liberar novos vírus, mesmo que a mensagem não tenha sido feita para ele e não reflita sua própria situação", disse ao g1 a ecologista molecular Robyn Manley, da Universidade de Exeter e autora do estudo. O resultado é que o vírus que interceptou o sinal errado pode tomar a decisão errada. Se há muitas células disponíveis para infectar, mas o fago está lendo um sinal alheio que diz o contrário, ele vai se esconder quando deveria atacar, perdendo oportunidades de se replicar. Esse erro pode ser custoso: vírus que escolhem lisogenia quando deveriam entrar em lise dependem da sobrevivência da bactéria hospedeira para persistir. E vírus que fazem o caminho inverso — atacam quando não há hospedeiros suficientes — produzem cópias que não encontram para onde ir e acabam destruídas no ambiente. Biofilme da bactéria Bacillus subtilis com 24 horas de crescimento; em verde, células vivas, e em vermelho, células mortas ou danificadas. Elvina Smith / University of Exeter Comunicação sem fronteiras Mas a história tem uma camada a mais. Os pesquisadores identificaram que a espionagem pode, em alguns casos, ser vantajosa para o vírus que emitiu o sinal. Quando um fago já está integrado ao genoma bacteriano (ou seja, em estado de dormência), ele pode se beneficiar se outro vírus recém-chegado "ouvir" seus sinais e optar por também entrar em dormência, em vez de destruir a célula que os abriga a ambos. Nesse cenário, o fago dormente está, efetivamente, manipulando o comportamento do intruso. "Isso pode beneficiar o vírus que enviou o sinal, pois impede que outro vírus mate as células, mas pode ter um custo para o vírus que responde", explicou Manley. "Em outras palavras, a comunicação viral não é apenas cooperação. Às vezes, é manipulação." A descoberta não é apenas curiosidade científica. O sistema de comunicação por arbitrium foi descrito pela primeira vez em 2017, em um artigo publicado na Nature pelo grupo do Instituto Weizmann de Ciência, em Israel. À época, o achado já foi considerado surpreendente: vírus até então eram vistos como partículas passivas, sem capacidade de coordenar comportamentos coletivos. O novo estudo vai além e mostra que essa comunicação extrapola as fronteiras da espécie: com consequências imprevisíveis. "Não víamos mais os vírus como partículas passivas que reagem apenas ao hospedeiro. Agora vemos que alguns vírus conseguem perceber o ambiente, integrar diferentes sinais e ajustar sua estratégia de infecção", disse a pesquisadora. Nossos resultados acrescentam uma camada a mais: os vírus não respondem apenas ao hospedeiro — eles também podem responder a outros vírus e, em alguns casos, influenciar o comportamento uns dos outros. LEIA TAMBÉM: Astronauta da Nasa flagra fenômeno luminoso raro durante tempestade vista do espaço; entenda Em fenômeno inédito, cientistas descobrem planeta que acelera sua própria destruição; entenda O teste de DNA em osso que pode reescrever a história do Egito antigo Micrografia eletrônica de transmissão mostra fagos com cauda, vírus que infectam bactérias. Citizen Phage Library e Bioimaging Centre / University of Exeter Os experimentos foram feitos com fagos e bactérias do gênero Bacillus, comuns no solo. Mas as implicações podem alcançar outros sistemas biológicos. Manley aponta que muitos vírus que infectam humanos também alternam entre fases ativas e dormentes, o vírus do herpes simples é um exemplo claro, capaz de permanecer latente por longos períodos antes de se reativar. Contudo, ainda não há evidências de que o mesmo tipo de comunicação química ocorra nesses vírus, mas o campo é novo e as interações entre vírus em ambientes complexos são pouco compreendidas. "Possivelmente existem sistemas semelhantes em vírus que infectam humanos", disse Manley. "Compreender como os vírus decidem quando se ativar ou permanecer dormentes é central para prever a dinâmica das doenças." Os próximos passos da equipe incluem investigar o quão disseminadas são essas interações entre espécies virais e como elas se comportam em ambientes mais complexos, próximos da realidade, longe das condições controladas de laboratório. A meta é construir uma visão mais completa de como vírus se comportam em comunidade, não isoladamente. LEIA TAMBÉM: Como a inteligência artificial padroniza a forma como as pessoas se expressam e pensam O que acontece quando um clone é clonado repetidas vezes? Ciência finalmente tem a resposta Nasa gastará US$ 20 bilhões em base na Lua e cancela estação orbital lunar

Palavras-chave: inteligência artificial