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iPhone Fold: Apple avalia novo material para eliminar o maior ponto fraco dos dobráveis

Publicado em: 05/02/2026 04:44 Fonte: Tudocelular

De acordo com um relatório de cadeia de suprimentos do portal The Elec, a Apple está avaliando o uso de um filme de Poliamida Transparente (CPI) para a camada protetora de seu primeiro iPhone dobrável. A tecnologia visa superar a dureza superficial dos concorrentes, diferenciando-se pelo aumento na resistência contra riscos e danos estruturais. Atualmente, a Samsung utiliza um filme de polietileno tereftalato (PET) sobre o vidro ultrafino (UTG) em seus dispositivos dobráveis. Embora o PET seja eficiente, a Apple busca o CPI por sua dureza superficial superior e maior resiliência tátil. O material é mais oneroso, mas oferece uma proteção mais rígida contra marcas de uso diário e vincos permanentes.A Kolon Industries emergiu como a principal candidata para o fornecimento do filme CPI, possuindo a primeira linha de produção em massa do material no mundo. Paralelamente, a empresa chinesa Lens Technology deve ser a fornecedora do UTG primário, ficando responsável pela laminação final da película protetora ao vidro.Clique aqui para ler mais

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Roteador Huawei AX2S com WiFi 6 em oferta: chega de internet lenta em casa

Publicado em: 05/02/2026 04:34 Fonte: Tudocelular

Internet Wi-Fi lenta ou com sinal fraco? O roteador da Huawei – modelo AX2S – pode ser a solução que você buscava. Com suporte a redes de 2.4 GHz e 5 GHz, Wi-Fi 6 e tecnologia Mesh, o aparelho acaba de chegar a um ótimo preço no Mercado Livre. Com auxílio do cupom especial QUEROCUPOM, o dispositivo pode ser seu por R$ 152 com pagamento à vista no Pix. Confira a oferta: Roteador HUAWEI WiFi AX2S 5 GHz Wi-Fi 6 HarmonyOS Mesh+ EasyMeshVisualização de Diagnósticos do Wi-Fi Controle Parental Branco Mercadolivre R$152 Ver Oferta Sobre o dispositivoCom quatro antenas e design minimalista, que encaixa bem em qualquer ambiente da casa, o Huawei Wi-Fi AX2S traz suporte ao Wi-Fi 6, alcançando taxas de transmissão de até 1.501 Mbps, com ambas as bandas operando de forma simultânea em uma única rede.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Taxa das blusinhas: Receita Federal arrecada recorde de R$ 5 bilhões em 2025, mesmo com queda de encomendas internacionais

Publicado em: 05/02/2026 04:01

Veja os cinco municípios com maior arrecadação no Brasil O governo arrecadou o valor recorde de R$ 5 bilhões em imposto de importação em 2025 com as encomendas internacionais, de acordo com informações da Secretaria da Receita Federal. Em 2024, recorde anterior, a arrecadação totalizou R$ 2,88 bilhões. 💵Segundo o Fisco, 50 milhões de brasileiros estão "cumprindo suas obrigações tributárias" por meio das empresas habilitadas no Remessa Conforme — programa adotado para regularizar as encomendas internacionais. ➡️Em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, o governo passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas para empresas dentro do programa Remessa Conforme. 🔎A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online. ➡️À época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o texto aprovado pelo Legislativo, apesar de ter classificado a decisão como "irracional". A medida foi defendida pela indústria brasileira. Consumidor reduz compras internacionais após criação da Taxa das Blusinhas Queda de encomendas O recorde na arrecadação das encomendas internacionais aconteceu apesar da queda das remessas do exterior, que somaram 165,7 milhões de encomendas no ano passado, contra 189,15 milhões em 2024. "Embora tenha havido uma queda na quantidade total de remessas, esse fator pode ser atribuído ao fim do fracionamento (por exemplo, foi detectada uma única pessoa física sendo responsável pelo envio de mais de 10 milhões de remessas) e também ao aumento do volume de compras efetuadas dos produtos nacionais comercializados pela Internet", argumenta a Receita Federal. Segundo o governo: Houve um aumento de mais de 2,7 milhões de pessoas físicas efetuando até três compras internacionais em 2025; Houve redução na quantidade de pessoas físicas com um volume superior a cinco encomendas internacionais por ano passado. ➡️Os gastos totais com encomendas internacionais, por sua vez, subiram para R$ 18,6 bilhões (novo recorde) no último ano, contra R$ 15 bilhões em 2024. Remessa Conforme Criado em 2023, o Remessa Conforme é um programa para regularizar a importação de mercadorias. O imposto que incide sobre essas compras ficou conhecido popularmente como a "taxa da blusinha". No começo, compras até US$ 50 dólares eram isentas do imposto de importação, mas tinham que ser declaradas à Receita. Até então, o índice de mercadorias declaradas era considerado pequeno. Ainda em 2023, no entanto, os estados instituíram um ICMS de 17% para essas compras. Em agosto de 2024, o governo brasileiro, em conjunto com o Congresso Nacional, instituiu uma alíquota de 20% para as compras do exterior de até US$ 50. Ao mesmo tempo, dez estados elevaram sua tributação, por meio do ICMS, também para 20%, com validade em abril do ano passado. Posição da Receita Federal Questionada pelo g1, a Receita Federal informou que o Remessa Conforme é uma "estratégia inovadora para regularizar o expressivo volume de compras internacionais feitas via internet". "Com o PRC [Programa Remessa Conforme] o governo conseguiu elevar drasticamente o registro de declarações de importação e combater a evasão fiscal, ao mesmo tempo em que acelerou o prazo de entrega dos produtos. O número de encomendas 'não PRC' [fora do programa] no Brasil caiu de 16 milhões em 2024 para 6,5 milhões em 2025", informou o Fisco. Antes do Remessa Conforme, diz o governo, havia ausência de declarações formais em 98% dos casos de remessas postais, o que "favorecia o uso das encomendas postais internacionais como meio de fracionamento de importações (várias encomendas do mesmo produto para o mesmo destinatário), com nítidos e crescentes prejuízos à economia nacional". "Empresas que anteriormente usavam o meio Postal para realização da última milha das entregas e, na prática, não serem tributadas passaram a operar diretamente no país, se estabelecendo como empresas de remessas expressas", acrescentou a Receita Federal. O órgão destacou outras mudanças que ocorreram com o início do Remessa Conforme: Agilidade na Entrega: Fisco diz que o tempo de entrega caiu pelo tratamento aduaneiro (na alfândega) dado aos produtos, além de liberação mais rápida por conta do pagamento antecipado de impostos. "Em capitais como Rio de Janeiro e São Paulo, o tempo total entre a compra e a entrega pode ser de apenas 3 dias", diz a Receita. Previsibilidade financeira: Órgão diz que o programa elimina a incerteza sobre o valor final do produto, pois os impostos são apurados no ato da compra. "O consumidor tem clareza sobre os valores, o que permite uma melhor gestão financeira e evita custos inesperados ou boletos extras para liberar o pacote". Segurança Jurídica e Comodidade: Receita avalia que o consumidor cumpre suas obrigações de pagar impostos automaticamente, sem a necessidade de interagir com o órgão ou com os Correios para liberar o produto. "O programa oferece maior segurança e rastreabilidade em todas as operações de importação", informou. Congresso debate fim da taxa das blusinhas ➡️A Câmara dos Deputados discute um projeto de lei que zera o imposto de importação sobre compras de até US$ 50 feitas por meio de comércio eletrônico, ou seja, impõe um fim à chamada "taxa das blusinhas". Em audiência pública no Congresso Nacional, no fim do ano passado, Edmundo Lima, diretor-executivo da Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex), diz que, segundo dados oficiais do Caged, nos 12 meses posteriores à implantação da taxa houve aumento de mais de um milhão de postos de trabalho. "É importante destacar que, nos meses que precederam a taxa das blusinhas, o setor estava em nível de faturamento negativo. A gente tinha por volta de -0,6% de atividade econômica, um declínio claro", afirmou o executivo, na ocasião. Segundo ele, a taxa contribuiu para o crescimento do setor e também para o aumento da arrecadação. O governo teve alta de cerca de 17% nesses 12 meses. Um estudo da LCA Consultoria Econômica – empresa especializada em análises econômicas –, apresentado também ao Legislativo, diz que a taxação, criada para proteger o varejo a e indústria nacionais, não surtiu o efeito esperado. "A taxa não teve impacto mensurável na geração de empregos e acabou penalizando principalmente os consumidores de baixa renda, que passaram a pagar mais caro nos produtos e a consumir menos", conclui o levantamento. 🔎O relatório foi feito feito a pedido da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia – Amobitec, que representa empresas de comércio internacional e delivery, como Shein e Amazon, e que participou do debate na Câmara.

Palavras-chave: tecnologia

Suspeitos de tentar matar empresário com granada em drone realizaram dois ataques, diz polícia

Publicado em: 05/02/2026 04:00

Dívida milionária motivou tentativa de homicídio com drone em Itaberaí Suspeitos de tentar matar um empresário em Itaberaí, no noroeste de Goiás, realizaram duas tentativas de ataque com granada lançada por drone, segundo a Polícia Civil. As ações aconteceram entre os dias 15 e 17 de janeiro, e, de acordo com a investigação, o grupo pretendia continuar os atentados. Segundo o delegado regional de Goiás, Kleber Rodrigues, os criminosos não recuaram após a falha do primeiro ataque e chegaram a retornar à região com uma nova granada e uma arma de fogo, o que levou à antecipação das prisões por risco à vida da vítima. O processo corre em segredo de Justiça, e a defesa dos presos não foi localizada. LEIA TAMBÉM: Empresário sofre tentativa de assassinato com granada lançada por drone por causa de dívida de R$ 1,5 milhão, em Itaberaí Empresário escapou de ataque com granada por causa de falha técnica, diz delegado Explosivos de ‘grande calibre’ de uso exclusivo das Forças Armadas são encontrados em Goiânia, diz polícia Granada e equipamentos apreendidos pela polícia: segundo a investigação, o mesmo tipo de artefato explosivo usado na tentativa de ataque foi encontrado dentro do carro dos suspeitos no momento da prisão, em Mato Grosso Reprodução/TV Anhanguera Dois ataques com drones e granada de guerra De acordo com a polícia, na primeira tentativa, no dia 15, a granada ficou presa ao drone e não explodiu após o equipamento colidir com o telhado da casa do empresário. Dois dias depois, em 17 de janeiro, os suspeitos voltaram ao local com um segundo drone, tentando resgatar o primeiro equipamento e o artefato explosivo usando uma corda e um gancho. “A granada não chegou a ser acionada por uma falha técnica. O segundo drone não teve força suficiente para puxar o primeiro e também caiu”, explicou o delegado Ricardo Ramos, do Grupo de Investigação de Homicídios de Itaberaí, GIH. A polícia ressaltou que o explosivo apreendido é do tipo fragmentário, considerado armamento de guerra, com potencial letal em um raio de até 15 metros. Dívida milionária e escalada de ameaças A investigação aponta que o atentado foi motivado por uma dívida de mais de R$ 1 milhão, relacionada à compra de sementes agrícolas. Após o empresário pedir prazo para pagamento, as ameaças começaram de forma velada e evoluíram para mensagens diretas enviadas à vítima e a familiares. Mesmo após a primeira tentativa frustrada, os suspeitos continuaram fazendo intimidações, questionando se a vítima “tinha gostado do presente” e afirmando que novos ataques aconteceriam. Segundo a polícia, os criminosos usavam perfis falsos em redes sociais, com imagens criadas por inteligência artificial, além de números de telefone registrados em CPFs de terceiros. Prisões e investigação em andamento Três homens foram presos em Mato Grosso. Dois deles foram detidos em Canarana, dentro de um veículo, quando retornavam em direção a Goiás. O terceiro foi localizado em Primavera do Leste. Segundo a polícia, o grupo se deslocava constantemente entre cidades para dificultar o monitoramento. Durante a abordagem, os policiais encontraram outra granada do mesmo modelo e uma pistola, o que, segundo o delegado, demonstrou a intenção de manter a cobrança violenta. A polícia acredita que os presos atuavam como executores e investiga a existência de um mandante, apontado como o verdadeiro credor da dívida. Os suspeitos devem responder por tentativa de homicídio qualificado, extorsão e porte de artefato explosivo de uso restrito. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Palavras-chave: inteligência artificial

Taiwan diz que ligação entre Trump e Xi 'estabiliza' a segurança regional

Publicado em: 05/02/2026 02:41

Donald Trump e Xi Jinping conversam por telefone O vice-ministro das Relações Exteriores de Taiwan, Chen Ming-chi, disse, nesta quinta-feira (5), que a ligação telefônica entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu homólogo chinês, Xi Jinping contribui para 'estabilizar' a região. A declaração foi feita à agência de notícias France-Presse poucas horas depois de a agência chinesa Xinhua informar que Xi disse a Trump que os dois poderiam resolver as divergências bilaterais com base no “respeito mútuo”, mas que os EUA deveriam “agir com cautela” em suas vendas de armas a Taiwan. Após a conversa, em uma publicação nas redes sociais, o republicano disse que a ligação foi "longa e detalhada". Segundo o presidente norte-americano, além do comércio, os dois falaram sobre questões militares, a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, a situação atual com o Irã, Taiwan, e sobre a viagem que Trump pretende fazer ao gigante asiático em abril. "[Falamos] sobre a compra de petróleo e gás dos Estados Unidos pela China, e sobre a China considerar comprar produtos agropecuários adicionais, incluindo o aumento da cota de soja para 20 milhões de toneladas na safra atual (eles se comprometeram com 25 milhões de toneladas para a próxima safra!)", escreveu Trump. O republicano também afirmou que tanto o relacionamento dos EUA com a China quanto o seu relacionamento pessoal com Xi Jinping são "extremamente bons", reiterando que ambos os líderes sabem "o quão importante" é mantê-los assim. "Acredito que muitos resultados positivos serão alcançados nos próximos três anos da minha presidência relacionados ao presidente Xi e à República Popular da China", completou o republicano. Em resposta, o presidente chinês afirmou que está disposto a fazer coisas "boas e grandes" em prol da relação entre a China e os Estados Unidos, reiterando que o bom relacionamento entre os dois países é de "grande importância". As informações são da mídia estatal chinesa. O presidente chinês também disse que Trump deveria melhorar a comunicação e que os dois presidentes deveriam "lidar com as diferenças de forma adequada". Relações conturbadas A conversa entre os dois líderes aconteceu pouco tempo depois de o presidente chinês ter uma reunião virtual com o presidente russo, Vladimir Putin, e apenas dois dias após Trump ter anunciado a criação de um estoque estratégico de minerais críticos para conter a China. "Por anos, empresas americanas correram o risco de ficar sem minerais críticos durante interrupções de mercado", disse Trump durante evento no Salão Oval na última segunda-feira (2). "Hoje estamos lançando o que será conhecido como Project Vault [Projeto Caixa-Forte], para garantir que empresas e trabalhadores americanos nunca sejam prejudicados por qualquer escassez", acrescentou. Washington tem se mobilizado para contrabalançar o que os formuladores de políticas consideram manipulação chinesa nos preços de lítio, níquel, terras raras e outros minerais críticos, essenciais para a produção de veículos elétricos, armamentos de alta tecnologia e diversos outros produtos industrializados. Essa situação tem dificultado a operação das mineradoras americanas há anos. Terras raras: o que são, onde estão e por que os EUA se importam com elas *Com informações das agências de notícias Reuters e AFP Trump e Xi Jinping se encontram em Busan, na Coreia do Sul, nesta quinta-feira (30). Reuters/Evelyn Hockstein

Palavras-chave: tecnologia

Transforme a inteligência artificial em sua aliada

Publicado em: 05/02/2026 02:00

Na coluna de terça-feira, falei de golpes que estão em alta na internet. Aprender a se virar no mundo digital é essencial, mesmo para quem acha que não tem intimidade com a tecnologia. Aqui entra uma aliada eficiente: a inteligência artificial (IA). Ferramentas como o ChatGPT; o Google Gemini; o Microsoft Copilot; e, mais recentemente, a Apple Intelligence, são capazes de nos ajudar a enfrentar a burocracia, simplificar a vida e a não ser “derrotado” pelo sistema. Você não tem ideia de como se sentirá mais amparado quando tiver que lidar com serviços de qualidade sofrível e a má vontade de atendentes pouco solícitos, ou documentos prolixos e quase incompreensíveis. Inteligência artificial: uma ferramenta para descomplicar a vida e ganhar um tempo precioso mesmo para quem não é um nativo digital Ageing without limits A inteligência artificial generativa é o tipo de tecnologia que vem dominando as manchetes. Esses chatbots (programas de computador projetados para simular e processar conversas humanas) produzem textos, áudios, imagens e vídeos em segundos, com base em comandos de um usuário. O conteúdo é extraído de enormes bancos de dados nos quais essas IAs foram treinadas – a internet em geral ou um conjunto de dados menor –, os chamados grandes modelos de linguagem, ou LLMs. O fundamental é criar um prompt, isto é, o comando que será dado à IA, o mais claro e detalhado possível. Em vez de fazer um pedido genérico, seja bem específico em sua demanda. Por exemplo: não peça uma sugestão de férias para o verão, porque é vago demais. Pense em tudo o que perguntaria a um agente de turismo e escreva um prompt do tipo: quero três propostas de viagem de férias durante o verão tendo como destino o Nordeste, com a duração de uma semana e orçamento econômico que inclua passagem aérea saindo do Rio de Janeiro, hospedagem em hotel simples e previsão de gastos com alimentação e transporte. A IA generativa supera de longe a pesquisa padrão na web porque você pode ir aprofundando o assunto com as perguntas subsequentes. Ao pedir mais detalhes, ela vai “aprendendo” como atender às solicitações com maior precisão. Outra dica: peça ao programa para sugerir perguntas nas quais você nem tinha pensado. Comece treinando com coisas simples do dia a dia: uma receita com os ingredientes que estão prestes a vencer na geladeira ou as melhores maneiras de economizar na conta do celular. Está com dificuldade para elaborar um e-mail para a central de atendimento de uma empresa? Ou tentando uma compensação por bagagem extraviada? Peça à IA para ajudá-lo a começar com um comando como: “Rascunhe uma carta para...” e depois adicione os detalhes. Certifique-se de que a revisão gramatical fique por conta dela. Robôs de IA também podem resumir documentos longos – é preciso fazer o upload (subir) do arquivo – simplificando jargões ou resumindo tópicos complicados. Seja claro: diga que ela tem que dar as explicações como se você tivesse dez anos. Importante: não tome o que a IA produz como verdade absoluta, porque ela pode “alucinar”, apresentando conteúdos tendenciosos e às vezes imprecisos. No prompt, reforce a exigência de que as informações devem ter origem em fontes de referência e ser confiáveis. Tenha especial cuidado com conselhos financeiros, jurídicos e médicos. A orientação de profissionais qualificados para assuntos relevantes é indispensável. Não forneça dados financeiros ou pessoais reveladores e, por fim, lembre-se: você está diante de uma ferramenta poderosa, mas que não é uma solução em si. Drones de guerra, robôs humanoides e disputa EUA x China: confira retrospectiva dos avanços da Inteligência Artificial em 2025

Xiaomi 17T Pro: vazamento revela bateria colossal e novo padrão de resistência

Publicado em: 05/02/2026 01:53 Fonte: Tudocelular

Segundo dados obtidos pelo informante Digital Chat Station e registros na base de dados GSMA, o Xiaomi 17T Pro será a versão internacional do Redmi K90 Ultra, trazendo como principal destaque uma bateria massiva de 8.500 mAh com carregamento rápido de 100W. O novo flagship posiciona-se como o modelo mais resistente da série "T" até hoje. O aparelho será equipado com a certificação IP69, que garante proteção não apenas contra imersão prolongada, mas também contra jatos de água de alta pressão e alta temperatura.Outra evolução estrutural confirmada é a transição para um sensor de impressão digital ultrassônico 3D. Diferente dos sensores ópticos tradicionais presentes nas gerações anteriores, essa tecnologia utiliza ondas sonoras para mapear a digital, permitindo o desbloqueio rápido mesmo com os dedos molhados ou sujos.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Adeus, “MagSafe”! Galaxy S26 deve chegar sem tecnologia de recarga que todos queriam

Publicado em: 05/02/2026 01:00 Fonte: Tudocelular

Apesar de vários rumores indicarem que a linha Galaxy S26 pode ter carregamento magnético do tipo "MagSafe", o conhecido Ice Universe veio a público jogar um "balde de água fria" nos fãs da Samsung. Isso porque o vazador confirmou aquilo que algumas capinhas já tinham reforçado no começo desta semana: o Galaxy S26 Ultra, bem como os modelos S26 e S26 Plus, não devem ter ímãs integrados. Assim, esses aparelhos não devem suportar o alinhamento automático com acessórios do padrão Qi2, como carregadores, suportes, carteiras e power banks. Clique aqui para ler mais

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Tudo para a casa em um só lugar transforma a experiência de reformar

Publicado em: 05/02/2026 00:02

O banheiro deixou de ser apenas um ambiente funcional para se tornar um espaço de cuidado, bem-estar e conforto. Nesse novo olhar sobre a casa, a bacia eletrônica DAX surge como uma solução que une tecnologia, design e praticidade, trazendo para o cotidiano residencial recursos antes vistos apenas em projetos de alto padrão. Mais higiene, mais conforto e muito mais praticidade no dia a dia Acervo Vilarejo Ao incorporar funções inteligentes, a bacia eletrônica DAX transforma pequenos gestos em experiências mais agradáveis. Assento com aquecimento, acionamento automático, sistema de lavagem com controle de temperatura e pressão e secagem integrada elevam o padrão de higiene e conforto. Tudo é pensado para oferecer uma rotina mais eficiente e acolhedora, especialmente em diferentes épocas do ano. O cuidado com o conforto térmico também faz parte dessa proposta. Em dias mais frios, o aquecimento do assento proporciona uma sensação imediata de bem-estar. Já no uso diário, a tecnologia embarcada garante uma experiência contínua, silenciosa e intuitiva, adaptada ao ritmo da casa e às necessidades de quem utiliza o espaço. A bacia eletrônica une inovação, conforto térmico e higiene avançada Acervo Vilarejo Outro ponto de destaque é a economia de água. A bacia eletrônica DAX conta com sistemas de descarga inteligentes que utilizam apenas o volume necessário, contribuindo para o uso consciente dos recursos sem abrir mão da performance. Uma escolha alinhada ao conforto moderno e à responsabilidade no consumo. Para conhecer de perto a bacia eletrônica DAX e entender como essa solução pode transformar o seu banheiro, visite uma loja Vilarejo e conte com a consultoria especializada que orienta cada escolha com técnica, sensibilidade e atenção aos detalhes. Visite uma das lojas em Araruama, Maricá, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes, Niterói ou no CasaShopping – RJ.

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Treinamento extremo, pouco espaço e nenhum erro: os bastidores da missão Artemis II à Lua

Publicado em: 05/02/2026 00:01

Artemis II: a contagem regressiva para a próxima missão à Lua Depois de mais de 50 anos desde que humanos estiveram perto da Lua, a missão Artemis II promete abrir um novo capítulo da exploração espacial. Mas, antes de embarcarem rumo ao satélite natural, os quatro astronautas vivem uma rotina intensa e exaustiva — marcada por treinamento extremo, ambientes apertados e zero margem para falhas. A cápsula Orion, que será o lar da tripulação por 10 dias, tem apenas 9 metros cúbicos, tamanho equivalente ao de duas vans pequenas. Nesse espaço mínimo, cada movimento é calculado, repetido e ensaiado inúmeras vezes para garantir que nada saia do script quando estiverem a 400 mil quilômetros da Terra. *Após a matéria do Fantástico ir ao ar no último domingo (1), foi anunciado o adiamento da missão lunar para março, após a identificação de um vazamento de hidrogênio líquido durante um teste técnico. Simuladores, silêncio e precisão absoluta Desde 2023, os astronautas treinam em simuladores que reproduzem fielmente a rotina dentro da Orion. Ali, aprendem a comer, dormir, operar sistemas vitais e até enfrentar cenários extremos — como a temida perda total de comunicação com o controle da NASA. Em uma missão que viajará até o lado oculto da Lua, isso não é apenas possível: é inevitável. “Estamos construindo a confiança necessária para apoiar uns aos outros”, explicou um dos astronautas durante o treinamento, reforçando que o trabalho em equipe é tão fundamental quanto a tecnologia. Entre águas profundas, jatos supersônicos e geologia extrema A preparação não se limita à cápsula. A rotina inclui voos em jatos supersônicos, sessões de estudo de geologia em ambientes de clima extremo e longos períodos em tanques de águas profundas — usados para simular a sensação de microgravidade e a dificuldade de se mover em trajes espaciais. Cada exercício tem o objetivo de testar resistência, tomada de decisão e capacidade de manter a calma em condições adversas. A demanda é tão intensa que os próprios astronautas admitem: não existe espaço para improviso. A quarentena: o último obstáculo antes do lançamento Na semana passada, os quatro membros da Artemis II entraram oficialmente em quarentena, etapa obrigatória para qualquer missão tripulada para que não corra risco de levar doenças para dentro da cápsula. A bordo da Orion, qualquer infecção — até mesmo uma gripe — pode comprometer sistemas, planejamento e, em último caso, a segurança da missão. Enquanto isso, o gigantesco foguete SLS, com quase 100 metros de altura, já está posicionado na plataforma para testes finais. A NASA prevê o lançamento a partir do próximo domingo, dia 8. Uma viagem ao desconhecido — e ao recorde Durante os 10 dias de missão, a nave fará um trajeto que lembra um “8” no espaço. No ponto mais distante, a cápsula chegará a 7 mil quilômetros além da Lua, ultrapassando o recorde da Apollo 13 e tornando a tripulação os seres humanos que mais longe estiveram da Terra. O momento mais tenso da missão acontece no lado oculto da Lua. Quando a nave passar por trás do satélite, o sinal de rádio com a Terra será completamente perdido. Serão apenas os quatro astronautas — e a imensidão silenciosa do espaço. O ensaio que tornou tudo possível A Artemis II só existe porque a Artemis I, lançada quatro anos antes, provou que a Orion era capaz de viajar os quase 385 mil quilômetros até a Lua e retornar sem tripulação. A missão durou quase um ano e serviu como ensaio geral para o grande retorno humano à órbita lunar. Mais do que exploração: o começo de uma nova era Para especialistas, a Artemis inaugura um período em que a humanidade não apenas visita o espaço — ocupa o espaço. Como definiu um dos ex-comandantes da Estação Espacial Internacional, “Apollo era só o começo; agora, estamos entrando na fase de ocupar o espaço”. Do treinamento ao lançamento, a Artemis II exige força física, precisão técnica e resiliência psicológica. Em cada etapa, os astronautas enfrentam o mesmo desafio: não errar. Se tudo ocorrer como planejado, o silêncio da Lua — que dura meio século — será rompido mais uma vez. E, com isso, a humanidade dará um passo decisivo rumo ao seu próximo endereço no futuro. LEIA TAMBÉM: Artemis II: Nasa adia missão lunar para março devido a vazamento de hidrogênio líquido Artemis I: entenda importância da missão da Nasa que vai voltar à Lua 50 anos depois do programa Apollo Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.

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Fim de acordo nuclear entre EUA e Rússia deve acelerar corrida armamentista mundial: 'Era o último freio'

Publicado em: 05/02/2026 00:01

Encontro de Putin e Trump no Alasca Drew Angerer/AFP Os Estados Unidos e a Rússia, as maiores potências nucleares do mundo, estão agora sem limites de produção e posicionamento de ogivas atômicas, após o vencimento do tratado New START na quarta-feira (4). Essa nova realidade, inédita no cenário pós-Guerra Fria, vai acelerar a corrida nuclear global e joga o mundo no desconhecido, segundo especialistas ouvidos pelo g1. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ➡️ Assinado em 2010, o New START era um acordo entre Washington e Moscou limitando a quantidade de ogivas nucleares que os países poderiam ter prontas para uso em seus arsenais — até 1.550, cada. O tratado também impunha um teto para o número e o uso de armas nucleares e regulamentava onde elas poderiam estar armazenadas. (leia mais detalhes sobre o New START abaixo). Considerado elemento vital para prevenir uma escalada nuclear pelo mundo, o New START era também o último tratado do tipo entre EUA e Rússia — os dois países já tiveram outros acordos nucleares, mas todos foram desfeitos. O vencimento do tratado, para os especialistas ouvidos pelo g1, ocorre impulsionado pela ascensão da China como potência nuclear global e consolida o fim da lógica de não proliferação de armas nucleares que predominava no mundo desde o fim da Guerra Fria. Nessa nova realidade, o descompasso declarado entre as maiores potências nucleares escancara uma corrida armamentista nuclear mundial que será encabeçada por EUA, Rússia e China em um contexto de desconfiança mútua no panorama geopolítico global e que deve causar uma proliferação de ogivas pelo mundo nos próximos meses, segundo os especialistas. “O fim do New START remove o último freio institucional que ainda continha essa corrida armamentista e, com isso, escancara e acelera uma dinâmica de competição nuclear que já estava em curso. O New START era um pilar, e sua ausência muda o ambiente estratégico mundial”, afirmou ao g1 o professor de Relações Internacionais da UFF e pesquisador de Harvard Vitelio Brustolin. Segundo Brustolin, o New START "administrava" a rivalidade entre EUA e Rússia. Sem ele, cada lado precisará assumir o pior cenário para planejar suas forças militares e nucleares. Mesmo assim, o Tratado de Proliferação Nuclear (TNP) já seria suficiente para evitar uma corrida nuclear, segundo Brustolin. O problema é que o TNP não é respeitado: a China, por exemplo, expande rapidamente seu arsenal à revelia dos termos do tratado. (Leia mais abaixo) A China, inclusive, é o que fator que mudou a lógica e fez os EUA deixarem o New START "morrer", segundo os especialistas. O movimento de Washington indica que a Rússia já não importa mais tanto quanto antes e também não tanto quanto Pequim neste momento. Os EUA, inclusive, estão focados na contenção do país asiático, que nos últimos anos se colocou como superpotência mundial. O presidente norte-americano, Donald Trump, defende que a China precisaria estar incluída em qualquer novo acordo de controle de armas nucleares. O presidente chinês Xi Jinping, por sua vez, alega que o país não precisaria ser incluído em um tratado do tipo porque EUA e Rússia já levam vantagem. Com esse impasse, fica evidente a entrada do mundo em uma "3ª Era nuclear", com um aumento de arsenais sem limites em que nenhum líder mundial confia no outro, afirmou ao g1 Gunther Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM e professor convidado da Unifa. Tratado New START: o último limitante dos arsenais de EUA e Rússia China: rápida expansão nuclear e preocupação dos EUA 3ª Era nuclear: Um mundo de incertezas com proliferação de ogivas nucleares Tratado New START: o último limitante dos arsenais de EUA e Rússia O tratado New START foi firmado em 2010 pelos então presidentes Barack Obama, dos EUA, e Dmitry Medvedev, da Rússia, e serviu para estabelecer diversos limites e mecanismos de transparências entre os dois países em busca de deter uma escalada nuclear. Os principais limites impostos pelo acordo a EUA e Rússia são os seguintes: Posicionar no máximo 700 meios de lançamento de ogivas nucleares, entre: mísseis balísticos intercontinentais em terra, mísseis lançados por submarinos e bombardeiros pesados capazes de transportar armas nucleares; Ter no máximo 1.550 ogivas nucleares prontas para uso imediato (posicionadas nos armamentos citados acima); Posicionar no máximo 800 armamentos capazes de lançar ogivas nucleares: incluindo mísseis posicionados em silos terrestres, em submarinos ou em bombardeiros nucleares. A Rússia tinha ao menos 5.429 ogivas nucleares em seu arsenal, enquanto os EUA tinham ao menos 5.177 ogivas em janeiro de 2025, segundo dados do levantamento mais recente do Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (Sipri), referência em armamentos nucleares. Veja no infográfico abaixo o míssil balístico intercontinental mais poderoso de cada país e uma linha do tempo do tratado New START. Infográfico mostra capacidades nucleares de EUA e Rússia e histórico do tratado New START. Kayan Albertin/Arte g1 Além disso, outros termos do New START incluíam: Manter armas nucleares russas e norte-americanas a uma distância segura, que demore no mínimo 30 minutos para atingir o outro país; Até 18 inspeções rigorosas por ano de uma equipe de peritos ao arsenal nuclear de cada país; Compartilhamento mútuo de dados sobre arsenal nuclear a cada dois anos; Notificações prévias ao lançamento de mísseis balísticos intercontinentais; Compartilhamento mútuo de informações sobre movimentações de armamentos nucleares. Apesar de ter parado de ser cumprido integralmente pelos dois países ao longo dos anos, o New START teve um papel efetivo e importante para limitar os arsenais, segundo Vitelio Brustolin. Tanto os EUA quanto a Rússia deram indícios de que respeitaram até o fim do acordo o limite de no máximo 1.550 ogivas nucleares prontas para uso. No texto do tratado disponível no site do Departamento de Estado norte-americano, os EUA reconhecem que o New START reforça a segurança nacional do país por impor limites verificáveis às armas russas de destruição de massa. "Sem as medidas de verificação do New START, haveria uma redução no conhecimento dos EUA sobre as forças nucleares russas. Com o tempo, teríamos menos confiança em nossas avaliações das forças russas e menos informações para embasar decisões sobre as forças nucleares dos EUA", afirmou o Departamento de Estado no documento. Outros acordos de controle de armas nucleares que os EUA e a Rússia tiveram nas últimas décadas, que já haviam sido extintos antes do New START, foram: SALT I (1972) : congelou a construção de novos mísseis balísticos intercontinentais e submarinos com capacidade de disparar esses mísseis com ogivas nucleares; START I (1994): redução real de ogivas nucleares, que desmantelou os arsenais estratégicos soviéticos remanescentes da União Soviética; SORT (2002): limitou número de ogivas operacionais e serviu como transição para o New START. China: rápida expansão nuclear e preocupação dos EUA Mísseis balísticos intercontinentais DF-5C com capacidade de carregar ogivas nucleares são exibidos diante de espectadores em desfile militar em Pequim, na China, em 3 de setembro de 2025. China Daily via Reuters A China está em franca expansão de seu arsenal nuclear e produz cerca de 100 novas ogivas por ano desde 2023, segundo o Sipri. Isso fez com que o país se tornasse um grande ator no cenário atual de corrida armamentista. Pequim tinha ao menos 600 ogivas segundo dados de janeiro de 2025 do Sipri. Segundo o professor Gunther Rudzit, a China está buscando essas ogivas porque ainda não está em pé de igualdade militar com os EUA para se alçar de vez à condição de superpotência mundial. Com isso, Pequim deverá buscar, no mínimo, 1.000 mísseis com ogivas nucleares para pronto uso. O problema é que isso causará uma reação dos EUA, que por sua vez também fará com que Moscou também aumente seu arsenal. Segundo estimativas do Sipri, a China pode atingir um estoque de 1.500 ogivas nucleares até 2035 e se equiparar com EUA e Rússia no número de mísseis balísticos intercontinentais capazes de carregar ogivas nucleares até 2030. Também segundo o Sipri, o governo de Xi Jinping concluiu em 2025 a construção de cerca de 350 silos para o lançamento desses mísseis. Washington tem cerca de 400 desses projéteis em seu arsenal, já Moscou tem até 330 deles. Além da expansão das ogivas nucleares, a China também moderniza seu Exército e apresentou em setembro, em um grandioso desfile militar, novos armamentos com visual futurista e novos mísseis balísticos intercontinentais. Tudo isso fez com que o objetivo de médio e longo prazo dos EUA se tornasse "deter" o China e, para isso, será necessário começar a conter Pequim desde já, segundo afirmou o Departamento de Guerra dos EUA em sua Estratégia Nacional de Defesa publicada em janeiro. A China protestou contra a nova estratégia dos EUA dizendo que aumentará a “coordenação estratégica” com a Rússia. Na quarta-feira (4) os dois países prometeram novamente aprofundar seus laços em busca de estabilidade para fazer frente ao Ocidente. 3ª Era nuclear: Um mundo de incertezas com proliferação de ogivas nucleares A nova realidade de corrida armamentista nuclear não se restringirá apenas ao eixo Washington-Moscou e afetará o mundo todo, tanto os nove países que já possuem armas nucleares quanto os demais, que podem querer construir seu próprio arsenal nuclear diante do atual cenário de insegurança. Veja no infográfico abaixo quantas ogivas tem cada um dos nove países com status nuclear: Infográfico mostra os 9 países com ogivas nucleares no mundo e o tamanho do arsenal de cada um. Kayan Albertin/Arte g1 Alemanha, Polônia, Ucrânia e, fora da Europa, Coreia do Sul e até o Japão já deram indícios que poderiam recorrer à alternativa nuclear como precaução. Segundo os especialistas, isso em si já dá indícios de uma maior escalada que pode piorar o cenário de segurança mundial. "Quanto mais armas atômicas existirem no mundo, maior a chance da humanidade se matar". Isso porque, quanto mais países tiverem acesso a bombas atômicas, mais a humanidade ficará "refém" da racionalidade de líderes mundiais. Além disso, nesse cenário, uma eventual guerra nuclear não seria restrita a Rússia, China e EUA. Entre os exemplos concretos disso está uma fala do chanceler alemão, Friedrich Merz, na semana passada, que disse no Parlamento europeu que os líderes da UE estão tratando sobre o futuro das políticas nucleares da Alemanha e do bloco europeu como um todo. O professor Gunther Rudzit também destaca uma aliança militar firmada entre a Arábia Saudita e o Paquistão para que Riade tenha acesso às armas nucleares paquistanesas e possa as utilizar se necessário. "O caso da Arábia Saudita já é o primeiro exemplo dessa nova realidade de um país que buscou ter armas nucleares indiretamente se aliando com um país que já as têm", explicou. Outros indícios de intensificação dessa corrida armamentista podem aparecer em detalhes como: no projeto do Domo de Ouro, de Donald Trump; quando novos mísseis e outros armamentos capazes de carregar ogivas nucleares são testados; quando há escalada da retórica nuclear; e quando são descobertos dados sensíveis, como o aumento substancial de ogivas chinesas. Segundo Rudzit, outro elemento que também deve ser levado em consideração na escalada armamentista nuclear mundial é a Inteligência Artificial, que é um elemento central da modernização dos arsenais militares ao redor do mundo. Ao mesmo tempo que ter um domínio e sofisticação maiores da tecnologia em relação ao rival, aumenta o perigo de delegar "Com o advento dos mísseis hipersônicos, a necessidade de acelerar as contramedidas para tentar derrubá-los aumentou. A resposta tem que ser muito rápida e o ser humano não consegue raciocinar nessa velocidade. O grande medo de muitos pesquisadores e cientistas é que, diante desses mísseis, alguns armamentos sejam colocados sob o controle exclusivo da IA", afirmou Rudzit.

Após um mês de buscas por crianças no Maranhão, força-tarefa volta a percorrer áreas que já passaram por varredura

Publicado em: 05/02/2026 00:00

uw As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, continuam após um mês do desaparecimento, em Bacabal, no Maranhão. As equipes atuam com apoio de cães farejadores, aplicativos de georreferenciamento e helicóptero para tentar localizar as crianças, que desapareceram no dia 4 de janeiro. De acordo com o Corpo de Bombeiros do Maranhão, nesta etapa, as equipes estão voltando a percorrer áreas que já passaram por varredura e foram mapeadas. A ideia é buscar todos os detalhes que possam ajudar a elucidar o caso. Diariamente, os agentes entram na mata, fazem vistoria em um sistema de ''pente-fino'' e mapeiam as áreas já percorridas. O objetivo é encontrar vestígios, como roupas, calçados ou objetos que possam indicar o trajeto feito pelos irmãos e ajudar a reduzir o raio de busca. Em alguns pontos, o acesso é considerado extremamente difícil, o que exige o uso de helicóptero para que os trabalhos possam avançar. Ágatha e Allan estavam acompanhados do primo Anderson Kauan, de 8 anos, e foram vistos pela última vez na comunidade onde vivem. Três dias depois, Kauan foi encontrado por lavradores em uma estrada de terra, a quase quatro quilômetros de casa. Os dois irmãos já não estavam mais com ele. Mesmo após 30 dias, a família diz que mantém a esperança. A mãe, Clarice Cardoso, conta que não consegue dormir e sente a ausência dos filhos todas as noites. “A única coisa que eu quero é que eles me deem alguma notícia, para aliviar meu coração”, afirmou. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Ela afirma que a polícia tem ido até a comunidade, mas que ainda não apresenta respostas concretas. “Eles só falam que estão nas buscas”, relatou. Segundo o coronel Célio Roberto, nas condições em que as crianças estariam, após tantos dias, elas já estariam exaustas. Para os investigadores, o fato de não ter sido encontrado nenhum vestígio, além dos pontos indicados pelos cães até a margem de um rio, é considerado intrigante. A Polícia Civil informou que o trabalho agora está concentrado em uma comissão de investigação criada especificamente para o caso, que já ouviu dezenas de pessoas, checou informações e descartou algumas pistas. Uma das linhas iniciais de investigação considera a possibilidade de as crianças terem entrado na mata. No entanto, a família afirma não acreditar nessa hipótese, já que não foi encontrado nenhum vestígio nem na terra nem no rio. O secretário de Segurança Pública do Maranhão informou que não divulgará detalhes da investigação para não atrapalhar o andamento do caso nem causar ainda mais sofrimento à família. Mãe cobra respostas sobre desaparecimento dos filhos Buscas por crianças desaparecidas completam um mês sem pistas no Maranhão Um mês após o desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, a família segue sem respostas sobre o paradeiro das crianças. A mãe, Clarice Cardoso, diz que vive dias de angústia e incerteza. A Polícia Civil afirma que as buscas estão concentradas na comissão criada para investigar o caso. “Eu não desejo pra ninguém essa dor, uma dor insuportável. Cada dia só piora, a gente não tem notícia”, disse a mãe. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp O último rastro das crianças foi encontrado por cães farejadores em uma cabana abandonada, chamada pelos policiais de “casa caída”. O local fica a cerca de 3,5 km, em linha reta, da comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, ponto de onde os irmãos e o primo, Anderson Kauã, desapareceram. Sem novas pistas, a avó das crianças relatou o impacto emocional que o desaparecimento causou na família. “Tá sendo um pesadelo, uma angústia, e não termina, não acaba. A gente sem nenhuma informação de nada”, disse a avó. Segundo a polícia, vários depoimentos foram colhidos e surgiram suspeitas sobre a possível localização das crianças, mas nenhuma pista concreta foi confirmada. Equipes especializadas em salvamento em áreas rurais continuam nas buscas. Imagens obtidas com exclusividade pelo g1 mostram o atual estágio das buscas pelos irmãos. Nos vídeos, equipes do Corpo de Bombeiros e do Exército Brasileiro realizam varreduras em áreas de mata e em pontos alagados da região. O que diz a investigação Caso de crianças desaparecidas completa um mês sem pistas no Maranhão Em entrevista ao g1, o delegado-geral adjunto operacional da Polícia Civil, Ederson Martins, integrante da força-tarefa que atua no caso, afirmou que a investigação segue em andamento e que ainda não há conclusão. “Já temos 30 dias de investigação, uma investigação bem robusta, com muitas páginas e dezenas de pessoas ouvidas”, afirmou o delegado. Uma comissão especial criada pela Polícia Civil, formada por dois delegados de São Luís, e uma delegada de Bacabal, conduz o inquérito, que já ultrapassa 200 páginas. De acordo com o delegado, diversas diligências foram realizadas ao longo desse período, incluindo reconstruções e análises técnicas. “Temos a reconstrução do trajeto do carroceiro, desde o local onde ele foi localizado até a entrega no povoado, além da reconstrução do local onde as crianças estiveram juntas pela última vez, com a participação, inclusive, de um menor, após autorização judicial”, explicou. O delegado informou ainda que a Polícia Civil está reunindo relatórios de todas as forças que atuaram nas buscas. Segundo ele, o Corpo de Bombeiros, a Marinha e o Exército também vão repassar à Polícia Civil toda a documentação referente às buscas. Questionado sobre a possibilidade de divulgar novos detalhes sobre as investigações, Ederson Martins afirmou que, por enquanto, apenas as informações já divulgadas podem ser confirmadas. O delegado reforçou que ainda faltam pistas e que a conclusão só será possível após esgotar todas as possibilidades. 🔎 As primeiras buscas Buscas por crianças desaparecidas no Maranhão completam 15 dias com reforço da Marinha Corpo de Bombeiros do Maranhão Nos primeiros 20 dias de buscas pelas crianças, a força-tarefa percorreu mais de 200 quilômetros em operações por terra e por água, incluindo áreas de mata fechada e de difícil acesso. A Marinha informou que foram realizadas buscas ao longo de 19 quilômetros do rio Mearim, sendo que cinco quilômetros foram vasculhados minuciosamente. No dia 23 de janeiro, as buscas entraram em uma nova etapa, com buscas na mata reduzidas e foco na investigação policial. A mudança ocorreu após as equipes concluírem a varredura completa das áreas inicialmente mapeadas. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), as equipes permanecem em prontidão para retomar as buscas em locais específicos caso novos indícios surjam. Mais de mil pessoas, entre agentes das forças de segurança estadual e federal, além de voluntários, participaram das ações. As equipes continuam atuando em áreas de mata fechada, rios e lagos, com participação de investigadores da Polícia Civil, agentes da Força Estadual Integrada de Segurança Pública, do Centro Tático Aéreo (CTA), do Batalhão de Choque da Polícia Militar, do Exército Brasileiro e do Corpo de Bombeiros Militar. A força-tarefa segue concentrada na base instalada no quilombo São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, onde as crianças moravam e foram vistas pela última vez. 'Casa caída' e o último rastro dos irmãos Veja como é a 'casa caída' onde crianças desaparecidas há 13 dias estiveram no MA Uma das pistas mais importantes dadas pelo primo, Anderson Kauã, à equipe foi a existência de uma casa abandonada no trajeto. Ele descreveu o local como “uma casa caída”, com uma cadeira velha, botas velhas e um colchão velho. Segundo o menino, a estrutura estava tão destruída que não dava para permanecer dentro. As investigações e o rastreio dos cães confirmam a informação do menino. "Os cães farejadores sentiram o cheiro dessas três crianças, inclusive da forma como o próprio Kauã descreveu", afirma Maurício Martins, secretário de Estado de Segurança/MA. Ele contou que ele e os primos chegaram a se abrigar ao pé de uma árvore próxima à casa. Ali teria acontecido a separação: Anderson Kauã seguiu por um lado da choupana, e as outras duas crianças, pelo outro. "Ele não fala se ele seguiu para procurar ajuda ou para tentar voltar ao ponto inicial. As duas outras crianças já estavam extenuadas e ele resolveu seguir", afirma Ederson Martins, delegado de polícia/MA. Após alta médica, Anderson recebeu autorização judicial para participar das buscas e contou como o grupo se perdeu. ➡️ As informações dadas por ele ajudaram a reconstruir o trajeto. Segundo o menino, eles saíram para buscar maracujá perto da casa do pai dele e, para não serem vistos por um tio, decidiu entrar por outro caminho da mata. De acordo com relato dele, a intenção inicial era seguir até um “pé de maracujá”, que ficava próximo da casa do pai dele. Para não serem vistos por um tio, o menino decidiu entrar por outro lado da mata, tentando dar a volta por dentro do matagal. A partir daí o grupo teria se perdido. O menino afirmou que em nenhum momento eles foram acompanhados por um adulto na trilha e que não encontraram frutas que pudessem comer. Cães farejadores e uso de tecnologias Além do grande efetivo, as buscas mobilizaram um amplo aparato operacional e tecnológico para varredura em áreas de mata e em ambientes aquáticos, com o apoio de cães farejadores, mergulhadores, botes e lanchas. Reprodução Além do grande efetivo, as buscas mobilizaram um amplo aparato operacional e tecnológico para varredura em áreas de mata e em ambientes aquáticos, com o apoio de cães farejadores, mergulhadores, botes e lanchas. Também foram utilizados drones equipados com câmeras termais, capazes de identificar variações de calor em áreas de difícil acesso. Duas aeronaves do Centro Tático Aéreo foram deslocadas para a região, sendo empregadas no sobrevoo de áreas de mata e no apoio ao deslocamento de equipes de salvamento para locais de difícil acesso por via terrestre. Para a varredura no leito do rio Mearim, a Marinha utilizou o side scan sonar, equipamento de alta tecnologia capaz de identificar qualquer objeto ou corpo estranho submerso, mesmo em águas turvas, característica do rio Mearim. LEIA TAMBÉM: Crianças desaparecidas no MA: Forças de segurança intensificam buscas no rio Mearim com uso de sonar e restringem acesso à área Uma das três crianças que estavam desaparecidas é encontrada com vida no Maranhão Como é a 'casa caída' onde crianças desaparecidas há 13 dias estiveram no MA Crianças desaparecidas no Maranhão: veja cronologia do caso Protocolo Amber Alert Informações divulgadas de Ágatha Isabelly e Allan Michael no sistema Amber Alert do Ministério da Justiça Reprodução A força-tarefa adotou também o protocolo Amber Alert, alerta internacional em caso de desaparecimento de crianças. ➡️ O sistema Amber Alert emite alertas emergenciais em casos de desaparecimento ou sequestro de crianças e utiliza plataformas da Meta, como Facebook e Instagram, para divulgar informações e imagens das vítimas em um raio de até 200 quilômetros do local do desaparecimento. ⚠️ O alerta é ativado por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e permanece ativo no feed de usuários da região. As notificações incluem dados como nome, características físicas e contato para envio de informações (veja na imagem acima). Segundo o MJSP, o protocolo é utilizado de forma excepcional, quando há indícios de que a criança ou adolescente esteja em risco de morte ou de lesão corporal grave. INFOGRÁFICO - Crianças desaparecidas em Bacabal, no Maranhão Arte/g1

Palavras-chave: tecnologia

'Recebi US$ 1,99': Amazon envia cheques para alguns brasileiros após acordo judicial nos EUA

Publicado em: 05/02/2026 00:00

Logo da Amazon, gigante da tecnologia. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo Alguns brasileiros começaram a receber uma carta vinda dos EUA com um cheque da Amazon no valor de até US$ 51 (cerca de R$ 269). O documento faz parte de um acordo de US$ 2,5 bilhões firmado pela empresa com o governo norte-americano após a identificação de práticas abusivas relacionadas ao serviço Amazon Prime. O ressarcimento faz parte de um acordo firmado pela Amazon em 25 de setembro de 2025 em um processo judicial movido pela Federal Trade Commission (Comissão Federal do Comércio). O órgão alegou que a empresa usou práticas enganosas para inscrever consumidores no Amazon Prime e dificultou o cancelamento do serviço. A Amazon disse que o valor em dólar é válido aos clientes que assinaram o Prime entre 23 de junho de 2019 e 23 de junho de 2025 nos Estados Unidos. Ou seja, pessoas que fizeram a assinatura pelo site "amazon.com", e não pelo "amazon.com.br", no Brasil. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A empresa informa que, além dos cheques, parte dos pagamentos será feita automaticamente por meio de aplicativos de pagamento eletrônico, como PayPal ou Venmo. Procurada, a Amazon Brasil confirmou o envio do cheque e disse que "mais informações sobre o acordo podem ser encontradas no site do administrador: https://www.subscriptionmembershipsettlement.com/". O g1 perguntou quantos brasileiros foram ressarcidos, mas a empresa não comentou. LEIA TAMBÉM: O que robôs comentam no Moltbook, rede social só para IAs ChatGPT classifica brasileiros do Sudeste como 'mais inteligentes', aponta estudo Brasileiro recebeu só US$ 1,99 Brasileiro Luan Melito recebeu US$ 1,99 com acordo da Amazon Arquivo pessoal O brasileiro Luan Melito é um dos contemplados e recebeu um cheque de US$ 1,99 (cerca de R$ 10). Ele contou que a conta do Amazon Prime é registrada no Brasil, mas que, em uma compra internacional, precisou mudar o idioma do site porque a entrega era nos EUA. “Quando chegou a carta, eu achei que era golpe, mas descobri que outras pessoas também estavam recebendo”, disse ao g1. 🤔 Por que ele recebeu tão pouco? Em um site exclusivo dedicado ao reembolso, a empresa diz que alguns clientes podem receber valores menores porque o cálculo já considera possíveis reembolsos, créditos ou estornos feitos anteriormente. Além disso, segundo a Amazon, há casos de pessoas que se inscreveram em testes do Prime que cobravam uma quantia pequena ou simbólica pela assinatura. Segundo a carta recebida por Luan, ele tem até 21 de fevereiro de 2026 para depositar o cheque. No entanto, afirma que não conseguiu acessar o valor porque não sabe como fazer o resgate. Luan diz que tentou seguir as orientações disponíveis no site indicado pela Amazon, mas o sistema exige a inserção de um PIN para o depósito, informação que não aparece no cheque. O documento também não esclarece se o valor pode ser depositado em bancos no Brasil. O g1 procurou a Amazon para esclarecer essas dúvidas e aguarda retorno. Outros brasileiros relataram ter recebido valores maiores do que Luan. O g1 encontrou nas redes sociais relato de pessoas que receberam US$ 12 (R$ 63), US$ 15 (R$ 79), US$ 25 (R$ 130) e US$ 51(R$ 269). "Receber pelos Correios um cheque da Amazon, direto dos EUA, foi inusitado. Como nunca tinha visto um cheque dos EUA, nem sei se ele é válido ou se consigo depositar. Acabei de eleger isso como uma das três coisas mais esquisitas que já aconteceram na minha vida”, escreveu outro brasileiro no Facebook que recebeu US$ 15. Além de Luan, o g1 encontrou outros quatro brasileiros que receberam o documento, mas não havia obtido retorno deles até a última atualização desta matéria. Brasileira postou no Threads que recebeu US$ 12.99 da Amazon. Reprodução/Threads Vídeos de alimentos e objetos falantes criados com IA inundam as redes Fim do orelhão: Anatel começa retirada definitiva no Brasil Crise da memória RAM pode deixar celulares, notebooks e até carros mais caros no Brasil

Palavras-chave: tecnologia

Musk quer levar data centers ao espaço, mas especialistas veem grandes obstáculos

Publicado em: 04/02/2026 22:39

Elon Musk em imagem de março de 2025 Matt Rourke/AP Elon Musk afirmou que deseja colocar até um milhão de satélites em órbita para formar grandes data centers espaciais movidos a energia solar. A ideia é levar o processamento de IA para fora da Terra, já que os data centers usados para treinar e operar esses modelos consomem grande quantidade de energia. Para viabilizar o projeto, Musk uniu duas de suas principais empresas nesta segunda-feira (2), após a SpaceX, fabricante de foguetes do bilionário, comprar a xAI, companhia de inteligência artificial também controlada por ele. “A inteligência artificial baseada no espaço é obviamente a única maneira de alcançar escala”, escreveu Musk no site da SpaceX na segunda-feira, acrescentando sobre suas ambições na área da energia solar: “No espaço, sempre faz sol!” SpaceX, xAI, X, Starlink... entenda a movimentação nas empresas de Musk Satélites gigantes e superchips: como serão os data centers no espaço? Veja os vídeos que estão em alta no g1 Mas cientistas e especialistas do setor afirmam que mesmo Musk enfrenta obstáculos técnicos, financeiros e ambientais enormes para alcançar esse objetivo. Confira. Sentindo o calor Captar energia solar no espaço poderia aliviar a pressão sobre as redes elétricas da Terra e reduzir a necessidade de enormes data centers, que ocupam grandes áreas e consomem volumes elevados de água para refrigeração. Mas o espaço apresenta seus próprios problemas. Os data centers geram uma quantidade enorme de calor. Apesar do espaço parecer oferecer uma solução por ser frio, ele também é um vácuo, que retém o calor dentro dos objetos da mesma forma que uma garrafa térmica. “Um chip de computador sem refrigeração no espaço superaqueceria e derreteria muito mais rápido do que um na Terra”, disse Josep Jornet, professor de engenharia elétrica e da computação na Northeastern University. Uma solução seria construir painéis gigantes de radiadores que emitem luz infravermelha para expelir o calor, diz Jornet, observando que a tecnologia já funcionou em pequena escala, inclusive na Estação Espacial Internacional (EEI), da Nasa. Mas, segundo Jornet, para sustentar data centers do porte imaginado por Musk, seriam necessárias estruturas enormes e frágeis, nunca construídas antes. Ainda assim, Musk demonstra confiança. “Podem anotar o que eu digo”, disse Musk em uma prévia de um episódio do podcast Cheeky Pint que vai ao ar na quinta-feira. “Em 36 meses, mas provavelmente mais perto de 30 meses, o lugar economicamente mais atraente para se colocar IA será o espaço. E aí, estar no espaço vai ficar absurdamente melhor.” Reino Unido abre investigação contra o X por imagens de conteúdo sexual do Grok Polícia francesa faz buscas em escritórios do X, de Musk, em investigação sobre pornografia infantil e deepfakes Detritos flutuantes Outro desafio é o aumento do lixo espacial e o risco de colisões. Um único satélite com defeito, que se rompa ou perca a órbita, pode desencadear uma sequência de choques, afetando serviços como comunicações de emergência e previsão do tempo. Musk afirma que, em sete anos de operação da Starlink, houve apenas um “evento de geração de detritos de baixa velocidade”. Ainda assim, a rede colocou cerca de 10 mil satélites em órbita — número muito inferior aos milhões que ele planeja lançar no futuro. “Podemos chegar a um ponto crítico em que a probabilidade de colisão será muito grande”, disse John Crassidis, da Universidade de Buffalo, ex-engenheiro da NASA. “E esses objetos estão se movendo muito rápido – a 28.000 km/h. Podem ocorrer colisões muito violentas.” Sem equipes de reparo Mesmo sem colisões, satélites falham, chips se degradam e componentes quebram — e não há equipes de manutenção no espaço. Chips GPU usados ​​por empresas de IA, por exemplo, podem ser danificados e precisar de substituição. “Na Terra, o que você faria seria enviar alguém até o data center”, disse Baiju Bhatt, CEO da Aetherflux, uma empresa de energia solar espacial. “Você substitui o servidor, substitui a GPU, faz uma espécie de cirurgia nele e o coloca de volta no lugar.” No espaço, isso não é possível. Além disso, os chips ficam expostos a partículas de alta energia vindas do Sol, o que aumenta o risco de danos. Bhatt afirma que uma solução alternativa é equipar o satélite com chips extras para substituir os que apresentarem defeito. No entanto, essa é uma proposta muito cara, visto que cada chip provavelmente custará dezenas de milhares de dólares, e os satélites Starlink atuais têm uma vida útil de apenas cerca de cinco anos. Corrida espacial da IA Musk também não está sozinho nessa disputa. A empresa Starcloud, de Washington (EUA), lançou em novembro um satélite com um chip de IA da Nvidia para testar seu desempenho no espaço. O Google estuda data centers orbitais no Projeto Suncatcher. Já a Blue Origin, de Jeff Bezos, anunciou planos para lançar mais de 5 mil satélites, com foco principal em comunicações. Musk, porém, tem uma vantagem estratégica: os foguetes. No ano passado, a Starcloud precisou usar um dos foguetes Falcon (de Musk) para enviar seu chip ao espaço. A Aetherflux planeja enviar um conjunto de chips, que chama de Cérebro Galáctico, ao espaço em um foguete da SpaceX ainda este ano. E o Google também pode precisar recorrer a Musk para lançar seus dois primeiros protótipos de satélites até o início do próximo ano. Pierre Lionnet, diretor de pesquisa da associação comercial Eurospace, afirma que Musk costuma cobrar dos concorrentes muito mais do que cobra de si mesmo — até US$ 20.000 por quilo de carga útil, contra US$ 2.000 internamente. Ele disse que os anúncios de Musk esta semana indicam que ele planeja usar essa vantagem para vencer esta nova corrida espacial. “Quando ele diz que vamos colocar esses centros de dados no espaço, é uma forma de dizer aos outros que ficaremos com esses baixos custos de lançamento”, disse Lionnet. “É uma espécie de demonstração de poder.” Veja mais: Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas

Câmara de Campinas suspende vereador Otto Alejandro por 45 dias por infração ética

Publicado em: 04/02/2026 21:25

Otto Alejandro (PL), vereador de Campinas Câmara Municipal de Campinas A Câmara Municipal de Campinas aprovou, na noite desta quarta-feira (4), o projeto de resolução da Corregedoria para suspensão temporária do mandato do vereador Otto Alejandro (PL), por 45 dias, em razão de caracterização de infração ética. A Corregedoria analisou representação formulada por vereadores que envolvia a denúncia de supostos casos de violência doméstica, ameaça, injúria e dano. Na esfera judicial, o parlamentar foi absolvido de todos os casos. O relatório concluiu pela existência de infração ética de elevada gravidade, caracterizada "por condutas públicas consideradas incompatíveis o Código de Ética Parlamentar". Segundo a Corregedoria, a sanção "possui caráter ético-institucional, pedagógico e preventivo, voltado à proteção da credibilidade da Câmara perante à sociedade". O projeto foi aprovado por 31 votos favoráveis e um contrário, do próprio vereador Otto Alejandro, e passa a valer a partir da publicação da resolução. Durante o período de suspensão, o parlamentar não irá receber os vencimentos. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp O g1 procurou a assessoria do vereador para comentar o resultado, e a reportagem será atualizada assim que o parlamentar se manifestar. Antes da votação, Otto defendeu na tribuna a inexistência de processo judicial em curso contra ele, mas destacou que respeitaria a decisão dos vereadores Na mesma sessão, o Plenário da Casa aprovou, por 24 votos favoráveis e 7 contrários, o arquivamento da Comissão Processante (CP) criada para investigar suposta quebra de decoro por Otto Alejandro. Vereador de Campinas é investigado por abuso de autoridade após ameaçar guardas VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

Palavras-chave: câmara municipal