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Exames, renegociação de dívidas, cursos e mais: confira serviços gratuitos no Grande Recife

Publicado em: 08/12/2025 06:00

'Pega a dica': confira serviços gratuitos no Grande Recife Diversas oportunidades de atendimentos e serviços gratuitos em instituições públicas e privadas estão disponíveis no Grande Recife ao longo da segunda semana de dezembro. Entre as opções, estão o mamógrafo móvel para mulheres e homens trans residentes no Recife, serviços de saúde clínica e odontologia em Olinda, cursos de tecnologia e renegociação de dívidas. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Confira, abaixo, o "Pega a dica", a agenda semanal do g1 que mostra onde encontrar serviços de graça na Região Metropolitana do Recife: Mamógrafo móvel no Recife Atendimentos de saúde em Olinda Mutirão de renegociação de dívidas Cursos gratuitos de tecnologia Ações de prevenção ao HIV/Aids Curso de capacitação profissional Atendimento jurídico Consultas e serviços de saúde Tratamento de esporotricose para gatos em Jaboatão Tratamento de esporotricose para gatos no Recife Mulheres aguardam para serem atendidas no caminhão do mamógrafo móvel no Recife. Hugo Aquino/Sesau/PCR Mamógrafo Móvel no Recife A prefeitura do Recife oferece 1.920 vagas para mamografia ao longo do mês de dezembro com o Mamógrafo Móvel. A iniciativa itinerante percorre 24 pontos da cidade, cada um com 80 vagas diárias, sendo 40 pela manhã (8h às 12h) e as outras 40 à tarde (13h às 17h). Podem realizar o exame mulheres e homens trans com idade entre 50 e 74 anos. Os resultados ficam disponíveis em até 30 dias na unidade onde o exame foi feito ou no centro de saúde mais próximo. 📄 Sem necessidade de agendamento 🪪 Apresentar documento de identificação, cartão do SUS e comprovante de residência 📍 Locais e datas na programação completa ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Atendimentos de saúde em Olinda A prefeitura de Olinda oferece consultas médicas, serviços de enfermagem e odontológicos em diversos bairros entre segunda (8) e sexta-feira (12), por meio de dois serviços: a Clínica Móvel e o Odontomóvel. No caso do Odontomóvel, os serviços oferecidos são de limpeza, restauração simples e orientações de saúde bucal. Confira a programação: 👩🏻‍⚕️ Clínica Móvel Terça-feira (9): Rua dos Carneiros, 133, Caixa D’Água (ação Saúde nos Terreiros); Quarta-feira (10): Rua Recife, 382, Jardim Brasil II; Quinta-feira (11): Rua Benjamin Constant, 500, Salgadinho; Sexta-feira (12): Rua Estrada do Passarinho, 1762, Passarinho (ação Saúde nos Igrejas). 🦷 Odontomóvel Segunda-feira (8): Rua Guarujá, 32, Tabajara; Terça-feira (9): Rua Benjamin Constant I, 500, Sítio Novo; Quarta-feira (10): Av. Brasil, 476, Rio doce. Referência: Vila Olímpica. Atendimento exclusivo para mães e filhos atípicos; Quinta-feira (11): Rua Travessa Farmacêutica Gonçalves de Freitas, s/n, Varadouro; Sexta-feira (12): Rua Estrada do Passarinho, 1762, Passarinho (ação Saúde nos Igrejas). ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Mutirão de renegociação de dívidas O Procon Pernambuco vai realizar um mutirão de acordos financeiros para consumidores quitarem suas dívidas neste fim de ano. O mutirão acontece entre terça (9) e quinta-feira (11) e é voltado para os contribuintes que têm débitos com a Compesa e a Neoenergia. O evento é realizado das 8h às 14h, na sede do Procon Pernambuco, que fica na Rua Floriano Peixoto, 141, no bairro de São José. ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Cursos de tecnologia O Compaz Miguel Arraes, no bairro da Caxangá, Zona Oeste do Recife, recebe até o dia 19 de dezembro a Carreta Digital. O projeto do Ministério das Comunicações oferece cursos de robótica e manutenção de celular para pessoas alfabetizadas a partir dos 13 anos, sem limite máximo de idade. Os cursos acontecem no período da tarde e noite, com turmas das 14h às 16h; das 16h às 18h; das 18h às 20h e das 20h às 22h. Cada turma tem carga horária de 2 horas. Como participar: As inscrições podem ser feitas na recepção do Compaz; Apresentar RG, CPF e comprovante de residência do Recife; Menores de idade devem estar acompanhados de um responsável. 📍 Local: Av. Caxangá, 653, Madalena - Recife ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Ações de prevenção ao HIV/Aids Com o tema “Direitos e cuidado: viver com HIV é viver com dignidade”, a Secretaria de Saúde do Recife promove ações de prevenção, cuidado e garantia de direitos para pessoas que vivem com HIV e Aids durante o Dezembro Vermelho, mês de conscientização e prevenção ao HIV/Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis. Confira a programação: Atendimentos “Prepara a Prevenção” – PrEP, PEP, testagem e orientações 📍 Sábado (13), das 8h às 17h - Policlínica Clementino Fraga: Rua Japaratuba, 260, Vasco da Gama - Recife 📍 20/12, 8h às 16h – Policlínica Gouveia de Barros: Rua do Pombal, 115, Santo Amaro -Recife 📍 27/12, 8h às 17h – Unidade de Saúde da Família (USF) Guilherme Robalinho: Rua do Patrocínio, 264, Pina - Recife Vamos Prevenir: Instalação de dispenses de preservativos em equipamentos de assistência social, como Centros POP e Abrigo Noturno Irmã Dulce. 🎥 Quarta-feira (10) e dia 15 de dezembro - Cine Prevenção: Exibições de filmes e rodas de conversa em diversos Centros POP: 📍 Quarta-feira (10) – Centro POP Neuza: Rua Dr. João Coimbra, 66, Madalena - Recife 📍 15/12 - Centro POP José Pedro: Rua Srg. Waldir Correia, 247, Boa Viagem -Recife ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Curso de capacitação profissional Jovens em busca de oportunidade de trabalho podem se inscrever para um curso de capacitação oferecido pelo Coletivo Coca-Cola Jovem, do Instituto Coca-Cola Brasil. As aulas são online e há 3 mil vagas disponíveis em Pernambuco. Durante a formação, os participantes têm acesso a conteúdos sobre planejamento de carreira, educação financeira, elaboração de currículo e preparação para entrevistas. Além disso, a iniciativa ajuda os jovens a participarem de seleções para empresas parceiras. O curso pode ser realizado pelo WhatsApp, plataforma online e aplicativo, disponível no sistema Android e IOS. Para participar, os jovens precisam: ter entre 16 e 29 anos; ter concluído o ensino fundamental; conexão à internet. 🖥️ Inscrições na internet. 🎓 Certificado após conclusão do curso. ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Atendimento jurídico no Recife Quem precisa de atendimento jurídico, mas não tem condições de pagar pelos serviços de um advogado, pode recorrer ao escritório modelo da faculdade Estácio no Recife e de uma Câmara Privada de Conciliação e Mediação, que funciona por meio de convênio com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Os serviços estão disponíveis no Núcleo de Práticas Jurídicas da faculdade, no bairro da Madalena, na Zona Oeste do Recife. Para ser atendido, é preciso morar na capital pernambucana. Segundas e quintas: 8h às 12h; Quartas: 8h às 17h; Sextas: 8h às 11h. 📍 Núcleo de Práticas Jurídicas da Estácio Recife: Avenida Engenheiro Abdias de Carvalho, 1678, Madalena, Recife. ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Consultas e serviços de saúde O Centro Integrado de Saúde (CIS), do Centro Universitário dos Guararapes (UniFG), oferece serviços de saúde gratuitos no Recife e em Jaboatão. Os atendimentos acontecem na clínica-escola da instituição e são voltados a todos os públicos, mediante agendamento. No campus Recife, é oferecido apenas atendimento psicológico. Já em Jaboatão dos Guararapes, são oferecidos os seguintes serviços de saúde: Fisioterapia dermatofuncional; Fisioterapia neurofuncional; Fisioterapia traumato-ortopédica; Fisioterapia geriátrica; Acupuntura e ventosaterapia; Aferição de pressão arterial; Teste de glicemia; Orientação sobre amamentação; Nutrição social; Atendimento psicológico; Psicoterapia individual. 📍 Campus Jaboatão: Rua Comendador José Didier, 27, Piedade - Jaboatão. 📍 Campus Recife: Avenida Governador Carlos de Lima Cavalcanti, 155, Boa Vista - Recife. ⏰ Agendamento por ligação e WhatsApp nos números (81) 3461-5550 e (81) 3461-5529. ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Tratamento de esporotricose para gatos em Jaboatão O Centro de Vigilância Ambiental (CVA) de Jaboatão dos Guararapes disponibiliza, de forma gratuita, o tratamento de gatos infectados com esporotricose (infecção na pele causada pelo fungo Sporothrix). A doença provoca feridas na pele do animal, e o tratamento tem duração mínima de seis meses. A medicação é disponibilizada pelo município, tanto para o animal quanto para a população. A cada 30 dias, o gato é reavaliado pela equipe médica. Para conseguir o atendimento, basta levar o animal até o Centro de Vigilância, de segunda a quarta-feira, das 8h30 às 11h30. 🐈 Tratamento para esporotricose em gatos em Jaboatão. ⏰ Atendimento de segunda a quarta, das 8h30 às 11h30. 📍 Centro de Vigilância Ambiental de Jaboatão dos Guararapes: Avenida Eixo da Integração, s/n, Muribeca (próximo à UPA de Engenho Velho). ⚠️ Não é necessário agendamento, mas o tutor deve apresentar RG, CPF e comprovante de residência e levar o animal num dia de atendimento. ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Tratamento de esporotricose para gatos no Recife Os tutores de gatos podem procurar a emergência, ou marcar uma consulta por telefone, no Hospital Veterinário do Recife, para tratamento da esporotricose nos felinos. O atendimento e a medicação são gratuitos. A cada consulta, já fica marcado o retorno para pegar o novo ciclo de medicação (uma caixa com 30 comprimidos por mês) e o acompanhamento da saúde do animal. 🐈 Tratamento de esporotricose para gatos no Recife. ⏰ Atendimento de segunda a sexta, das 7h às 18h. 📍 Hospital Veterinário do Recife: Avenida Professor Estevão F. da Costa, 23, Cordeiro - Recife. ⚠️ Não é necessário agendamento, mas o tutor deve apresentar RG, CPF e comprovante de residência e levar o animal num dia de atendimento. ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias V

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Goiás tem o município com a maior fiscalização eletrônica por número de veículos do Brasil, aponta pesquisa

Publicado em: 08/12/2025 05:04

Santa Cruz de Goiás é o município com a maior fiscalização eletrônica por número de veículos em rodovias do Brasil Reprodução/Prefeitura de Santa Cruz de Goiás Santa Cruz de Goiás, na região sudeste do estado, ocupa o primeiro lugar no ranking de fiscalização eletrônica por número de veículos em rodovias do Brasil. É o que apontou o estudo do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) em parceira com a Universidade Federal do Paraná (UFPR). O relatório dividiu o ranking de monitoramento nas rodovias e nas vias urbanas (veja destaque abaixo). O relatório foi publicado no site do ONSV. Segundo o documento, nos estados onde o nível de fiscalização eletrônica de velocidade é maior, o número de infrações de velocidade por câmera de segurança é menor. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Os dados sobre fiscalização eletrônica de velocidade foram extraídos dos relatórios do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e do Portal de Dados Abertos do Governo Federal (Brasil 2024). LEIA TAMBÉM: Consórcio suspende radares de Goiânia por falta de pagamento Depois de sete meses sem fiscalização eletrônica nas ruas e avenidas de Goiânia, novos radares começam a ser instalados Multas aplicadas por seis radares em rodovia de Goiás serão canceladas por erro em equipamento, diz Dnit; veja locais Indicadores Segundo o relatório, a velocidade é um dos principais fatores de risco para a ocorrência e a gravidade dos acidentes de trânsito. Por isso, o estudo pode contribuir para novas recomendações práticas na gestão de velocidades nas cidades, destacou a pesquisa. O estudo dividiu o ranking de fiscalização de velocidade em rodovias e vias urbanas. Além de Santa Cruz, aparecem no ranking em rodovias por 10 mil veículos: Itauçu (7 mil habitantes), Palmelo e Avelinópolis (2 mil habitantes). Veja ranking das cidades com a maior fiscalização eletrônica de velocidade em rodovias do Brasil Reprodução/Indicadores Brasileiros sobre Fiscalização de Velocidade ONSV/UFPR Segundo o estudo, Goiás é o estado com maior nível de fiscalização eletrônica de velocidade em vias urbanas (2,00 câmeras de segurança por 10 mil veículos). Goiânia é a capital com maior número de câmeras de segurança em vias urbanas a cada 10 mil veículos. Santa Cruz de Goiás De acordo com dados do IBGE, Santa Cruz de Goiás possui 1.054 veículos, com destaque para automóveis (549), caminhonete (188) e motocicleta (183). Com 1.109,007 km², a cidade tem 2,71 habitantes por quilômetro quadrado e uma média de dois moradores por residência. As primeiras residências foram construídas junto à cruz erguida pelo bandeirante Manoel Dias da Silva e também à capela de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da cidade. A exploração de ouro na região levou à fixação das primeiras famílias e ao crescimento da cidade. Hoje, Santa Cruz é famosa pelas Cavalhadas e a Cachoeira do Ló. Santa Cruz é famosa pelas Cavalhadas e a Cachoeira do Ló Reprodução/Prefeitura de Santa Cruz de Goiás Veja também: Fiscalização nas estradas registra mais de 28 mil infrações neste ano em Goiás Fiscalização nas estradas registra mais de 28 mil infrações neste ano em Goiás 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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Veja secretarias que estão sem gestor nomeado após exoneração em massa no retorno de Wanderlei Barbosa ao governo do Tocantins

Publicado em: 08/12/2025 05:00

Diário publica termo de reassunção ao cargo para Wanderlei Barbosa Após o retorno de Wanderlei Barbosa (Republicano) ao cargo de governador do Tocantins, todo o primeiro escalão foi exonerado e parte das secretarias já teve seus responsáveis nomeados. Porém, várias ainda estão sem gestor (veja lista abaixo). Esta é a segunda exoneração em massa no Poder Executivo do Estado. Wanderlei Barbosa ficou afastado por três meses devido às investigações da Operação Fames-19, que apura o desvio de recursos públicos destinados a compras de cestas básicas na pandemia. Nesse período, Laurez Moreira (PSD) assumiu o cargo e exonerou os aliados do governador. Com a volta de Wanderlei na sexta-feira (5), os nomeados por Laurez foram exonerados. LEIA TAMBÉM Wanderlei Barbosa retorna ao cargo de governador do TO após três meses afastado por suspeita de desviar dinheiro de cestas básicas Delegado exonerado há cinco dias, secretário de educação e comandante da PM: quem são os secretários que retornam com Wanderlei Secretarias estratégicas como Segurança Pública, Educação, Fazenda e Comunicaçã tiveram seus gestores definidos. Os servidores faziam parte da gestão de Wanderlei Barbosa. Já outras pastas ontinuam sem gestores nomeados. Os nomes devem ser anunciados ao longo da semana. Veja as secretarias, agências e institutos que ainda não tiveram um responsável nomeado: Secretaria de Estado de Parcerias e Investimentos Secretaria Extraordinária de Participações Sociais Secretaria de Estado da Igualdade Racial Secretaria de Estado dos Esportes e Juventude Secretaria de Estado da Mulher Secretaria de Estado do Turismo Secretaria de Estado de Assuntos Institucionais Secretaria de Estado da Cultura Controladoria Geral do Estado Secretaria de Estado das Cidades, Habitação e Desenvolvimento Regional Secretaria de Estado da Pesca e Aquicultura Secretaria de Estado dos Povos Originários e Tradicionais Secretaria de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social Secretario Extraordinaria de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Palmas Secretaria Extraordinária de Representação em Brasília Secretaria Extraordinária de Ações Estratégicas Secretaria Extraordinário de Ações Governamentais Secretaria Extraordinária de Políticas de Governo Descentralizadas Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins - IGEPREV TOCANTINS Instituto Natureza do Tocantins - NATURATINS Junta Comercial do Estado do Tocantins - JUCETINS Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura - AGETO Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Tocantins - FAPT Agência Tocantinense de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos - ATR Agência de Mineração do Estado do Tocantins - AMETO Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins - RURALTINS Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins - ADAPEC Agência Tocantinense de Saneamento - ATS Agência de Metrologia, Avaliação da Conformidade, Inovação e Tecnologia do Estado do Tocantins - AEM Instituto de Terras do Estado do Tocantins - ITERTINS Departamento Estadual de Trânsito - DETRAN/TO Palácio Araguaia Governador José Wilson Siqueira Campos Carlos Eller/Governo do Tocantins Conforme o Diário Oficial Extraordinário, alguns secretários irão responder interinamente por algumas secretarias. São eles: Bruno Sousa Azevedo, nomeado Secretaria de Segurança Pública, também responderá interinamente pela Secretaria da Cidadania e Justiça. Katiuscy​a Alves Barbosa Chaves, chefe de gabinete do governador, responderá interinamente pela Secretaria Executiva da Governadoria. Luciano Lima Costa, Secretário Executivo da Saúde, responderá interinamente pela Secretaria da Saúde. Adams Cirino Gregório, Diretor de Gestão de Projetos, Processos e Inovação, responderá interinamente pela Agência de Tecnologia da Informação. Maurício Parizotto Lourenço, superintendente de Contabilidade Geral da Sefaz, responderá interinamente pela Secretaria do Planejamento e Orçamento. Lilian Martins Venturini, Secretária Executiva, responderá interinamente pela Secretaria da Agricultura e Pecuária. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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Fone pirata nunca mais: QCY H3 com ANC e bateria de longa duração em oferta com cupom

Publicado em: 08/12/2025 04:36 Fonte: Tudocelular

Lançado sob a proposta de unir som imersivo, conforto e tecnologia, o QCY H3 pode ser uma ótima opção para quem está atrás de um headset com cancelamento ativo de ruídos (ANC) e não quer pagar muito. Alcançando um dos seus menores preços históricos, o fone acaba de chegar a um ótimo valor no Mercado Livre! Com auxílio do cupom MELIPROMOS, o modelo pode ser adquirido nas cores preto, branco, azul e violeta por R$ 228 com pagamento via Pix. Para quem prefere a versão laranja, o preço é um pouco maior: R$ 239. Confira: Headset Qcy H3 Anc Adaptativo Bluetooth 5.3 Multiponto 60h Cor Preto Mercadolivre R$228 Ver Oferta Headset Qcy H3 Anc Adaptativo Bluetooth 5.3 Multiponto 60h Cor Branco Mercadolivre R$228 Ver Oferta Headset Qcy H3 Anc Adaptativo Bluetooth 5.3 Multiponto 60h Cor Azul Mercadolivre R$228 Ver Oferta Headset Qcy H3 Anc Adaptativo Bluetooth 5.3 Multiponto 60h Cor Violeta Mercadolivre R$228 Ver Oferta Headset Qcy H3 Anc Adaptativo Bluetooth 5.3 Multiponto 60h Cor Laranja Mercadolivre R$239 Ver Oferta Sobre o QCY H3Dono de uma estrutura dobrável que pode facilitar na hora do transporte, o QCY H3 tem haste ajustável e traz almofadas que se adaptam ao formato das orelhas do usuário, garantindo o uso confortável por longas horas.Clique aqui para ler mais

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Tecnologia brasileira visa reduzir número de amputações por diabetes

Publicado em: 08/12/2025 04:01

Tecnologia brasileira visa reduzir número de amputações por diabetes Uma tecnologia quer cortar o número de amputações por diabetes pela metade. Não é filme de ficção, é ciência brasileira. O nome dessa invenção é Rapha e foi desenvolvida na UnB, em Brasília. É basicamente um curativo de látex natural junto com luzes de LED. Algo simples, mas com um efeito gigante contra o chamado pé diabético, uma complicação da doença que causa feridas e infecções nos pés. Funciona assim: o látex ajuda o corpo a criar novos vasinhos de sangue, e as luzes de LED ativam as células da pele, fazendo com que as feridas cicatrizem muito mais rápido. Para entender o impacto dessa inovação, só no Brasil há em média 50 mil amputações por ano por causa do pé diabético. A nova tecnologia pode ajudar milhares de pessoas, no mundo todo, inclusive as mais pobres. "É uma ferida que é muito comum em pessoas de baixa renda. É muito comum em pessoas com pouco acesso à educação. É muito usual a gente ter um elevado nível de amputação por conta desse tipo de problema social. Isso acontece no Brasil, nos Estados Unidos, na Europa, na África", diz Suélia Fleury Rosa, professora na UnB e na Universidade Cornell. Tirar a ideia do papel demorou quase 20 anos. O projeto teve que passar pelo que chamam de "vale da morte" da inovação – aquela fase difícil entre dar certo no laboratório e conseguir virar um produto na prateleira. "A gente estudou, a gente questionou, aplicou questionários, a gente aplicou sistemáticas científicas, aplicou metodologias científicas e comprovou que era mais eficaz e eficiente. A ponto de chegar um produto no mercado que tivesse aceitabilidade e que dialogasse com aquele que era nosso principal ator, que era o usuário final", explica Fleury Rosa. Agora, já tem aprovação de segurança do Inmetro e só falta o "ok" final da Anvisa para essa tecnologia chegar ao SUS. "Eu me sinto realizada, mas ainda não fechei a missão. Então a meta é começar a ver ele sendo utilizado, né? E as pessoas terem mais essa opção", afirma Fleury Rosa. Tecnologia brasileira visa reduzir número de amputações por diabetes DW LEIA TAMBÉM: Diabetes altera coração, rins e vasos anos antes do diagnóstico: por que a doença silenciosa segue matando tanto Pré-diabetes: remissão é possível mesmo sem perda de peso, aponta estudo

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Microplásticos podem desencadear Alzheimer, Parkinson e outras lesões no cérebro, diz estudo; saiba quais

Publicado em: 08/12/2025 04:01

Jovem precisa falar e se movimentar durante cirurgia para retirar tumor no cérebro Um novo estudo publicado na revista Molecular and Cellular Biochemistry identificou cinco mecanismos pelos quais os microplásticos podem prejudicar o cérebro humano, ampliando o risco de doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson. A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade de Tecnologia de Sydney (UTS), em parceria com a Universidade de Auburn, nos Estados Unidos. As conclusões reforçam um alerta crescente na ciência: além de poluir oceanos e alimentos, os microplásticos podem invadir o organismo, atingir órgãos profundos — incluindo o cérebro — e desencadear processos inflamatórios capazes de acelerar doenças já em expansão no mundo. Hoje, mais de 57 milhões de pessoas vivem com demência, e os números devem crescer nas próximas décadas. Quanto ingerimos? 250 gramas por ano O professor associado Kamal Dua, da UTS, afirma que um adulto pode ingerir cerca de 250 gramas de microplásticos por ano — o equivalente a “um prato cheio”. Essas partículas chegam ao organismo por várias rotas: frutos do mar contaminados; sal de cozinha; alimentos processados; saquinhos de chá; tábuas de corte de plástico; bebidas engarrafadas; roupas e carpetes sintéticos, que liberam fibras; poeira doméstica. Embora parte seja eliminada pelo corpo, estudos mostram que microplásticos conseguem se acumular em tecidos, inclusive no cérebro. As cinco maneiras pelas quais os microplásticos danificam o cérebro A revisão sistemática mapeou cinco vias principais de agressão às células cerebrais: Ativação exagerada do sistema imune do cérebro. As partículas são tratadas como “invasores”, levando à ativação de células imunológicas que, ao tentar destruí-las, geram inflamação e dano aos tecidos. Estresse oxidativo intenso. Os microplásticos aumentam a produção de moléculas tóxicas chamadas espécies reativas de oxigênio e enfraquecem os sistemas antioxidantes naturais. Isso causa lesões celulares e acelera processos neurodegenerativos. Ruptura da barreira hematoencefálica. Essa estrutura funciona como um “filtro de segurança” do cérebro. A pesquisa mostra que microplásticos enfraquecem essa barreira, tornando-a permeável e permitindo a entrada de toxinas e moléculas inflamatórias. Prejuízo às mitocôndrias. As partículas interferem na produção de ATP, molécula que fornece energia às células. Com menor energia disponível, neurônios perdem funcionalidade e morrem com mais facilidade. Danos diretos aos neurônios. Todos esses mecanismos atuam juntos, levando à destruição de células nervosas. Relação com Alzheimer e Parkinson O estudo aponta rotas específicas pelas quais os microplásticos podem agravar ou acelerar doenças neurodegenerativas: Alzheimer: aumento do acúmulo de beta-amiloide e tau, proteínas tóxicas associadas à doença. Parkinson: estímulo à agregação de α-sinucleína, que danifica neurônios dopaminérgicos. Os pesquisadores ressaltam que, embora o conjunto de evidências seja preocupante, ainda não há prova direta de que microplásticos causem essas doenças, mas há “fortes indícios de que podem agravar quadros já existentes”. Maioria dos microplásticos são invisíveis a olho nu Projeto MicroMar/Arquivo pessoal Pesquisas em andamento: pulmões, cérebro e novas rotas de exposição O primeiro autor, Alexander Chi Wang Siu, estuda no laboratório de Murali Dhanasekaran, na Universidade de Auburn, como microplásticos alteram a função de células cerebrais. Em paralelo, o pesquisador Keshav Raj Paudel investiga, na UTS, como as partículas são inaladas e se depositam nos pulmões — outra via importante de exposição. Como reduzir a exposição aos microplásticos Embora os riscos ainda estejam sendo estudados, os autores defendem medidas imediatas de prevenção: evitar tábuas e recipientes de plástico reduzir o consumo de alimentos processados optar por roupas de fibras naturais evitar o uso de secadora de roupas, que libera microfibras priorizar garrafas e embalagens reutilizáveis de vidro ou metal “Precisamos mudar nossos hábitos e usar menos plástico”, afirma Paudel. Impacto em políticas públicas Os pesquisadores esperam que os achados ajudem a moldar políticas ambientais, incluindo: redução da produção de plástico gestão mais eficiente de resíduos regulamentação de microplásticos em alimentos e embalagens estratégias de proteção à saúde pública “Os microplásticos são um poluente onipresente. Entender seu impacto no cérebro é crucial para proteger a saúde das próximas gerações”, conclui Dua. Mar do norte capixaba é um dos mais poluídos por microplásticos no litoral brasileiro. Ent

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As palavras que você não pode dizer na internet

Publicado em: 08/12/2025 03:00

Redes sociais Getty Images via BBC Talvez você já tenha notado que as pessoas evitam certas palavras nas redes sociais. Os usuários são os primeiros a admitir que isso pode soar ridículo. Mas muitos deles acham que não têm escolha. Algospeak é o nome em inglês para a chamada "linguagem algorítmica": uma linguagem totalmente codificada, construída em torno da ideia de que os algoritmos das redes sociais ignoram conteúdo que inclua palavras ou frases proibidas, seja para alimentar agendas políticas das empresas de tecnologia ou para limpar os nossos feeds para os anunciantes. As companhias responsáveis pelas redes sociais juram que é tudo bobagem. O porta-voz do YouTube Boot Bullwinkle explica em detalhes. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 "O YouTube não tem uma lista de palavras restritas ou proibidas", declarou ele à BBC. "Nossas políticas refletem nosso entendimento de que o contexto é importante e as palavras podem ter intenções e significados diferentes. A eficácia desta abordagem flexível fica evidente a partir da diversidade de temas, vozes e pontos de vista observada no YouTube." A Meta (responsável pelo Facebook e pelo Instagram) e o TikTok disseram o mesmo: nunca fazemos isso, é um mito. Mas a verdade é um pouco mais complicada. Existem inúmeros exemplos de empresas de redes sociais manipulando silenciosamente qual conteúdo é promovido e qual é ignorado, às vezes contradizendo suas próprias políticas de transparência e neutralidade. E, mesmo se isso não se restringir a palavras específicas, especialistas afirmam que as gigantes da tecnologia, de fato, restringem sutilmente certos conteúdos. O problema é que nunca ficamos sabendo por que uma postagem não faz sucesso. Será que dissemos algo que perturbou os algoritmos ou simplesmente o nosso vídeo é de má qualidade? O fato é que esta ambiguidade incentivou um regime generalizado de autocensura nas redes sociais. De um lado do espectro, pessoas falam sobre assuntos sérios com linguagem estúpida. Mas, em casos extremos, alguns usuários querem apenas viralizar e, por isso, simplesmente evitam certos temas por completo. Em um mundo em que as redes sociais são a principal fonte de notícias e informações para uma parcela cada vez maior do público, isso pode significar que existem ideias que algumas pessoas nunca irão ouvir. LEIA MAIS: Cerco ao 'gatonet' derruba milhares de sites e apps piratas no Brasil Coreia do Sul prende suspeitos de hackear 120 mil câmeras para criar vídeos sexuais Criadores de conteúdo afirmam que vídeos no TikTok convidando o espectador a visitar canais do YouTube recebem menos visualizações. A plataforma nega qualquer manipulação neste sentido. CFOTO/Future Publishing via Getty Images O homem da ilha Pergunte a Alex Pearlman. Ele é um criador de conteúdo com milhões de seguidores no TikTok, Instagram e YouTube, onde faz postagens engraçadas, com tiradas políticas irônicas. Pearlman afirma que a censura do algoritmo é uma presença constante no seu trabalho. "Para falar apenas do TikTok, eu raramente pronuncio a palavra 'YouTube'", ele conta. "Pelo menos na minha experiência, observando as estatísticas, se eu disser uma frase como 'visite meu canal no YouTube', o vídeo será um fracasso." Ele não é o único. A experiência levou Pearlman e outros criadores a acreditar que o TikTok não quer que você encaminhe as pessoas para os concorrentes e irá derrubar o seu vídeo, se fizer esta sugestão. O TikTok, a propósito, afirma que não faz nada deste tipo. Mas Pearlman afirma que, às vezes, os exemplos chamam mais a atenção. Pearlman fez diversos vídeos sobre Jeffrey Epstein (1953-2019), o financista condenado por crimes sexuais e que está no centro de controvérsias envolvendo figuras poderosas da política e dos negócios. Mas, no final de agosto, ele percebeu algo estranho. "Foi exatamente na época em que surgia material sobre Epstein em toda parte", ele conta. "Do nada, tive diversos vídeos sobre Epstein excluídos no TikTok em um único dia." Os mesmos vídeos permaneceram intocados no Instagram e no YouTube, mas haviam infringido alguma regra do TikTok que ele não conseguia identificar. "Não é como se eles viessem e destacassem qual a sentença que violou as normas. Eles meio que nos deixam tentando identificar o que a caixa preta está dizendo." Pearlman afirma que seus recursos foram negados e o TikTok deixou "marcas" na sua conta, que ameaçam sua capacidade de ganhar dinheiro com o aplicativo. "Pouco tempo depois, começamos a observar menos contas famosas falando diretamente sobre Epstein", ele conta. Para Pearlman, a impressão é que outros criadores teriam enfrentado problemas similares e estavam tentando agradar os algoritmos. Ele não parou de fazer vídeos sobre Epstein, mas tentou uma estratégia diferente. "Comecei a falar sobre ele em linguagem codificada", ele conta. "Comecei a chamá-lo de 'Homem da Ilha'", uma referência à famosa ilha particular de Epstein. "O problema da linguagem em código é que uma grande parte do público não irá saber de quem você está falando." Telefonei para um porta-voz do TikTok. Eles não comentaram o problema de Pearlman sobre Epstein e declinaram a falar para a reportagem. Mas a plataforma enviou algumas informações gerais a respeito. Resumidamente, o TikTok afirma que este é um equívoco que não reflete a forma de funcionamento da plataforma. O botão secreto O TikTok, a Meta e o YouTube afirmam que os algoritmos que controlam o seu feed são sistemas complexos e interconectados, que usam bilhões de dados para fornecer conteúdo relevante e satisfatório. E as três plataformas publicam informações para explicar como esses sistemas funcionam. O TikTok, por exemplo, afirma que baseia suas recomendações prevendo a probabilidade de que cada usuário individual irá interagir com o vídeo. As empresas declaram que removem ou suprimem postagens, mas apenas quando o conteúdo viola claramente as normas estabelecidas pela comunidade, que são projetadas para equilibrar segurança e liberdade de expressão. O TikTok, a Meta e o YouTube afirmam que sempre notificam os usuários sobre suas decisões e publicam regularmente relatórios de transparência, com detalhes sobre suas decisões de moderação. Mas, na prática, as plataformas de redes sociais interferiram repetidas vezes em quais vozes são amplificadas ou enterradas, contradizendo sua retórica sobre abertura e equidade, segundo investigações realizadas pela BBC e por grupos ativistas, pesquisadores e outros órgãos de imprensa. Investigações separadas da BBC e da organização Human Rights Watch concluíram que o Facebook e o Instagram restringiram sistematicamente usuários palestinos e conteúdo de apoio aos direitos humanos dos palestinos, nas semanas que se seguiram aos ataques do Hamas em Israel, em 7 de outubro de 2023. Um porta-voz da Meta declarou à BBC que a empresa comete "erros", mas qualquer acusação de que ela teria suprimido vozes específicas deliberadamente é "inequivocamente falsa". Em 2019, documentos vazados demonstraram que o TikTok instruiu moderadores a suprimir conteúdo de usuários "feios", pobres, com deficiências ou LGBTQIA+ porque este material criava um ambiente "menos atraente e elegante". Na época, o TikTok afirmou que a prática era uma medida anti-bullying "grosseira" que não era mais adotada. O mesmo vazamento mostrou que políticas do TikTok proibiam transmissões ao vivo "controversas", quando os usuários criticavam governos. O TikTok afirmou que esta política "não se destinava ao mercado dos Estados Unidos". Em 2023, o TikTok admitiu ter um botão secreto, usado para fazer viralizar certos vídeos específicos. Esta ferramenta foi supostamente empregada para agradar parcerias comerciais e, às vezes, os funcionários cometiam abusos. Questionado se esta prática ainda está em vigor, o TikTok não respondeu até a publicação desta reportagem. "Bem, se eles têm um botão para viralizar, eles também têm um botão para esfriar as coisas", conclui Pearlman. "É um simples processo de raciocínio." Se o TikTok tem um botão para viralizar vídeos, provavelmente terá também um 'para esfriar as coisas', conclui o criador de conteúdo Alex Pearlman Getty Images via BBC O YouTube já enfrentou controvérsias parecidas. Um grupo de criadores de conteúdo LGBTQIA+, por exemplo, processou a plataforma em 2019, acusando a empresa de desmonetizar vídeos contendo palavras como "gay" ou "trans". A ação foi rejeitada e o YouTube afirma que nunca manteve políticas para proibir ou desmonetizar conteúdo LGBTQIA+. As empresas de redes sociais, de fato, colocam a mão na balança. E, em alguns casos, falam a respeito livremente. O TikTok, por exemplo, tem uma série de páginas na Web explicando em detalhes o seu sistema de recomendação. A empresa afirma estar dedicada a "manter a neutralidade do conteúdo ou, em outras palavras, o sistema de recomendação é projetado para incluir todas as comunidades e ser imparcial em relação ao conteúdo recomendado". Mas alguns vídeos não são criados iguais. A companhia declarou que seu feed também é projetado para "respeitar contextos locais e normas culturais" e "fornece uma experiência segura para o público em geral, particularmente para adolescentes". O problema é que as políticas que regem as redes sociais são severas e, em grande parte, invisíveis, segundo a professora Sarah T. Roberts, diretora do Centro de Pensamento Crítico sobre a Internet da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos. As pessoas raramente sabem quais são os limites, segundo Roberts, ou quando as plataformas promovem silenciosamente algumas postagens e escondem outras. "É uma instrumentalização das regras que inicialmente surpreende e, mesmo quando vamos mais a fundo, não faz sentido para as pessoas comuns", afirma ela. "Em vista dessa opacidade, as pessoas criam todo tipo de teorias folclóricas." O festival de música que não existiu Para Roberts, criar mecanismos para se esquivar de várias regras, sejam elas reais ou imaginárias, simplesmente faz parte da cultura e pode levar tudo para uma estranha direção. Em agosto de 2025, milhares de usuários de redes sociais entraram online para postar sobre um fantástico festival de música em Los Angeles. As pessoas elogiaram muito os cenários da cantora Sabrina Carpenter e se deliciavam com as histórias sobre os shows de luzes. Mas o festival não existia e Carpenter nem estava presente. Tudo era mentira e você supostamente deveria saber disso. Naquele mês, ocorreram manifestações em massa em várias partes dos Estados Unidos, contra as batidas do Serviço de Imigração e Alfândega do país (ICE, na sigla em inglês). Mas, online, muitas pessoas acreditavam que as empresas de tecnologia estavam escondendo as notícias. O "festival de música" era uma expressão em código que surgiu espontaneamente e se espalhou, à medida que as pessoas tentavam se comunicar em linguagem levemente velada para enganar os algoritmos. "Estamos em Los Angeles, na Califórnia, no exato momento em que está acontecendo um festival de música", disse o criador de conteúdo Johnny Palmadessa em um vídeo no TikTok. Ele deu destaque às palavras como dica para os espectadores. Uma barulhenta multidão de manifestantes marchava atrás dele, entoando cânticos e mostrando cartazes. "Sim, vamos chamar isso de 'festival de música', para garantir que o algoritmo mostre este belo concerto para você", prosseguiu Palmadessa no vídeo. "Senão, corremos o risco de que este vídeo seja derrubado." Em agosto, criadores de conteúdo descreveram vídeos sobre os protestos em Los Angeles (EUA) como sendo imagens de um 'festival de música', acreditando que isso impediria sua derrubada pelos algoritmos das redes sociais Reuters via BBC Mas aqui está o mais estranho. Não houve evidência de que as empresas responsáveis pelas redes sociais tenham, de fato, suprimido notícias do protesto, segundo o linguista Adam Aleksic, autor do livro: Algospeak: How Social Media is Transforming the Future of Language ("Algospeak: como as redes sociais estão transformando o futuro da linguagem", em tradução livre). "É claro que o TikTok evitará que grupos de conteúdo excessivamente político se acumulem, mas, de forma geral, eles permitem a cobertura de protestos", declarou Aleksik, em um vídeo sobre o assunto. "Na verdade, aquilo do 'festival de música' começou principalmente entre pessoas hipercorretoras, que não sabiam ao certo o que o algoritmo iria ou não censurar." Ironicamente, o uso da expressão "festival de música" levou as pessoas a interagir com aqueles vídeos porque queriam fazer parte do grupo. Isso viralizou ainda mais os vídeos, segundo Aleksik. E, como os vídeos do "festival de música" eram mais populares que as imagens normais do protesto, aquilo convenceu as pessoas de que a censura era real. Os pesquisadores chamam este fenômeno de "imaginário algorítmico". As pessoas mudam seu comportamento em resposta a crenças sobre o funcionamento dos algoritmos das redes sociais. Sejam essas crenças corretas ou não, o comportamento do usuário acaba moldando o próprio algoritmo. Está tudo na nossa cabeça? Algospeak não é algo novo. A linguagem algorítmica é empregada em muitos vídeos sobre Epstein, a Faixa de Gaza e uma longa lista de assuntos controversos. "Nenhum de nós sabe o que funciona ou não. Estamos apenas jogando tudo contra a parede para ver o que fica", explica a popular criadora de conteúdo Ariana Jasmine Afshar, dedicada ao ativismo de esquerda. Isso não significa que as empresas de redes sociais não tenham participação importante na formação do discurso público. Entre 2023 e 2025, a Meta suprimiu abertamente conteúdo político. Esta política foi revertida em uma série de mudanças drásticas tomadas após a posse do presidente americano Donald Trump para seu segundo mandato. É concebível que, naquela época, utilizar linguagem eficientemente dissimulada possa ter enganado os algoritmos projetados para sepultar suas visões políticas. Afshar foi uma das muitas pessoas que postaram vídeos sobre os protestos apelidados de festivais de música. As palavras em código fizeram diferença? "Não faço ideia", responde ela. Afshar não tem dúvidas de que as empresas responsáveis pelas redes sociais interferem em postagens sobre assuntos controversos. Ela conta que sofreu isso pessoalmente e, em alguns casos, tem certeza de que a linguagem destinada a enganar os algoritmos a ajudou a evitar a censura. Mas ela admite que seu próprio sucesso é uma evidência de que as empresas permitem que a controvérsia política se desenvolva nas redes sociais. Afshar relata que um representante do Instagram chegou a entrar em contato com ela no ano passado para felicitá-la pelo seu trabalho, oferecendo estratégias para que ela melhore ainda mais seus resultados na plataforma. Um porta-voz da Meta confirmou que o Instagram entra em contato com seus criadores de conteúdo populares para ajudá-los. "É real", mas é difícil separar os fatos da ficção, segundo Afshar. E os caprichos das gigantes da tecnologia são vagos e mudam constantemente. "Para falar a verdade, elas realmente me deixam confusa." Se você quiser compreender o que realmente está acontecendo, a solução é examinar o que as empresas de redes sociais tentam conseguir, segundo Sarah Roberts. Para ela, na verdade, a questão não é política. É dinheiro. As empresas responsáveis pelas redes sociais ganham dinheiro com publicidade. Isso significa, em última análise, que seu objetivo é produzir aplicativos que muitas pessoas desejem usar, oferecer conteúdo que deixem os anunciantes confortáveis e fazer tudo o que for preciso para que os órgãos reguladores do governo saiam do caminho, explica ela. Toda mudança de algoritmo e toda decisão de moderação de conteúdo se resume a este objetivo: o lucro. As empresas de redes sociais defendem que o propósito do seu trabalho de moderação e recomendações é criar um ambiente seguro e receptivo para seus usuários. "E isso é verdade na maior parte do tempo", afirma Roberts. "Os interesses de moderação de conteúdo estão alinhados aos melhores interesses da ampla maioria dos usuários." "Mas, se e quando elas precisarem se desviar, elas fazem." "Se as pessoas estiverem insatisfeitas com alguns aspectos da nossa vida como cidadãos, será que a melhor forma de nos expressarmos é simplesmente mergulhar em plataformas que lucram com essa frustração e insatisfação?", questiona ela. "Acho que precisamos começar a analisar, como sociedade, se esta é a nossa melhor forma de participação." * Thomas Germain é jornalista da BBC, especializado em tecnologia. Ele escreve há quase uma década sobre inteligência artificial, privacidade e os confins mais profundos da cultura da internet. Seu nome de usuário é @thomasgermain no X (antigo Twitter) e no TikTok. Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Innovation.

A corrida pelas riquezas do fundo do mar - O Assunto #1615

Publicado em: 08/12/2025 00:45

O solo do oceano é um imenso depósito de elementos químicos. Entre eles, cobre, ferro e zinco, essenciais para a produção de chips, baterias de carros elétricos e painéis solares. Eles são encontrados a cerca de 5 km de profundidade, onde somente máquinas conseguem suportar a pressão da água e as baixíssimas temperaturas. E o potencial econômico do fundo do mar gera uma corrida internacional por sua exploração comercial. O presidente dos EUA, Donald Trump quer impulsionar a atividade até em águas internacionais, que representam 66% de toda a área do oceano. Mas a quem pertencem essas riquezas? Eleita secretária-geral da Autoridade Internacionais dos Fundos Marinhos, a oceanógrafa brasileira Letícia Carvalho é entrevistada de Victor Boyadjian neste episódio. Letícia explica a necessidade de haver um marco legal para a exploração de águas profundas e em que pé estão as discussões sobre isso. Letícia responde quais são os instrumentos internacionais necessários para garantir que as regras de exploração comercial sejam cumpridas. Antes, a conversa é com Luigi Jovane, geofísico e professor do Instituto Oceanográfico da USP. É ele quem detalha quais são os minerais encontrados no fundo do oceano e qual a importância deles para a economia mundial. O professor fala quais são as tecnologias envolvidas neste tipo de exploração e quais são os riscos envolvidos para o meio ambiente. Convidados: Letícia Carvalho, Secretária-Geral da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA, na sigla em inglês); e Luigi Jovane, professor do departamento de Oceanografia Física, Química e Geológica do Instituto Oceanográfico da USP. O que você precisa saber: EUA apoiam mineração em águas profundas sem regras da ONU e acendem alerta ambiental Mineração em alto-mar pode colapsar cadeia alimentar dos oceanos, alerta estudo Trump libera mineração em alto-mar, desafia órgão da ONU e ignora alertas ambientais Oceanos não devem se tornar 'faroeste' da exploração, alerta ONU O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Amanda Polato, Sarah Resende, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Carlos Catelan. Apresentação neste episódio: Victor Boyadjian. A exploração comercial do fundo do mar O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações. Equipamento Victor 6000 utilizado para pesquisas em águas profundas é visto debaixo d'água em foto não datada Olivier Dugornay - Ifremer - CCBY/Handout via REUTERS

Palavras-chave: tecnologia

Caso Benício: pais denunciam sucessão de erros em atendimento que terminou com morte do filho de 6 anos

Publicado em: 07/12/2025 23:03

Imagens exclusivas revelam como foi o atendimento ao menino Benício, vítima de um erro médico Benício, de 6 anos, chegou andando ao Hospital Santa Júlia, em Manaus, com tosse seca e febre. A suspeita era laringite. "Eu falei para o meu esposo: 'vamos levar ele na emergência?' Porque eu acredito que seja a garganta dele que está muito inflamada”, diz a mãe, Joice Xavier de Carvalho. A família passou quase 14 horas dentro do hospital. Imagens exclusivas exibidas pelo Fantástico mostram a família em sala de espera e durante o atendimento. O pai, Bruno Mello de Freitas, acompanhou o menino o tempo todo: "Nenhum pai, nenhuma mãe, leva seu filho para um hospital para morrer. Ainda mais da forma que o Benício morreu. Dessa sucessão de erros, dessa negligência que a gente verificou". Era sábado, dia 22 de novembro. Na triagem, o quadro não foi considerado grave. "Só podia entrar um no consultório, eu entrei com ele. E aí, ela pediu para avaliar ele. Falou que ele ia fazer adrenalina. Ela não explicou o meio, só falou fazer a adrenalina." Imagens mostram Benício em sala de emergência Reprodução/Fantástico Um mês antes, Benício tinha sido atendido no mesmo hospital, com o mesmo quadro. A mãe diz que Benício foi tratado com adrenalina por inalação. Segundo o pediatra Márcio Moreira, do Hospital Israelita Albert Einstein, "sendo um caso de laringite, a gente usa adrenalina inalatória regularmente. A gente faz a inalação com a adrenalina e espera uma melhora rápida, mesmo que fugaz". A adrenalina, produzida pelo corpo e também sintetizada como medicamento, é indicada para inalação em quadros leves. A versão injetável, na veia, é usada em situações graves, como paradas cardiorrespiratórias, e administrada em doses muito pequenas, lentamente, geralmente na terapia intensiva. "Para mim estava tudo certo que seria inalação. Então, eu não questionei ela. Eu só falei ok", lembra Joice. A médica que atendeu Benício era Juliana Brasil Santos. A prescrição de Juliana indicava adrenalina pura, não diluída, aplicada na veia, em três doses que somavam 9 miligramas. A família seguiu com a prescrição para a ala da enfermaria. Imagem da prescrição de adrenalina para Benício Reprodução/Fantástico Joice questionou ao ver o soro injetável: "Cadê a inalação para adrenalina? Sempre foi por inalação". Segundo ela, a técnica de enfermagem Raíza Bentes respondeu que também nunca fez na veia, mas que estaria indicado na prescrição médica. Os pais afirmam que, logo após receber a adrenalina na veia, Benício ficou pálido e reclamou de dor no coração. Joice lembra: "Aí eu começo a entrar em desespero. Meu marido fala: 'corre e chama o médico'". Raíza foi atrás da médica. "Eu informei que tinha administrado a medicação e que a criança tinha tido reação. (…) Falei que foi adrenalina. E aí ela pegou e falou ‘tá bom'", conta a técnica de enfermagem. Em mensagens de WhatsApp para outro médico, Juliana escreveu: "Eu que errei na prescrição". Depois, em relatório ao hospital, reafirmou que "prescreveu erroneamente". Benício foi levado às pressas para a sala vermelha, de emergências. Os pais dizem que ele estava consciente, mas tinha dificuldade para respirar. Quatro horas depois, o menino foi transferido para a UTI. Passou um período com o pai, fez uma refeição e, horas depois, foi intubado. "Eu falava com ele internamente: 'bora, filho. Bora. Melhora essa oxigenação'. Eu rezava muito", afirma Bruno. Benício teve seis paradas cardíacas e não resistiu. "É uma dor muito grande que vou levar para a minha vida toda", diz o pai. "Pelo que a gente está analisando, verificando, observando, é uma sucessão de erros." Investigação A polícia investiga falhas na intubação e a ausência de checagem do farmacêutico da unidade. O presidente do Conselho Regional de Farmácia do Amazonas, Reginaldo Silva Costa, afirma: “Certamente, o profissional farmacêutico teria identificado a superdose e solicitado ao profissional prescritor que pudesse rever a sua prescrição". "Percebe-se um erro estrutural, sequencial de protocolos, de cuidados", diz o delegado Marcelo Martins. "E aí você vê que o Benício não teve chance." Questionado se o menino foi vítima de um crime, ele responde: "Com certeza, um homicídio. A médica simplesmente emitiu uma prescrição médica e não revisou, que seria uma conduta básica de dupla checagem. A técnica de enfermagem poderia também ter realizado a dupla checagem. E teria evitado esse resultado". A técnica de enfermagem se defende: "Eu administrei a medicação conforme a prescrição médica. Não tive auxílio, estava sozinha". Raíza Bentes trabalha como técnica há sete meses. Ela foi suspensa pelo Conselho Regional de Enfermagem e responde em liberdade. Em nota, sua defesa afirma que só irá se manifestar após o término das investigações e que ela seguiu a prescrição conforme orientação da enfermagem do hospital. Juliana Santos Brasil foi afastada do hospital. À Justiça, apresentou um vídeo alegando que o sistema de prescrição eletrônica teria trocado, sem que ela percebesse, adrenalina por inalação por adrenalina na veia. O superintendente de tecnologia da informação (TI) do hospital afirma: “Sem ação do médico, o sistema não faz nada de forma automatizada.” Perguntado se houve erro do sistema, ele diz: "Do sistema, a gente pode garantir que não foi", afirma João Alexandre de Araújo. A médica conseguiu um habeas corpus preventivo para não ser presa durante as investigações. Seu advogado reafirmou que houve falha no sistema de nos procedimentos seguintes. "Foi uma multiplicidade de fatores, desde o momento que há uma quebra da dupla ou tripla checagem, a ausência de um farmacêutico", diz Felipe Braga, advogado de defesa. "Eu não considero que ela errou". O diretor médico do hospital, Guilherme Macedo, afirma que "toda a gestão está envolvida em elaborar planos de ações (…) para que o hospital evite situações semelhantes e com desfecho trágico como foi esse". Benício era filho único e faria 7 anos no dia de Natal. "A gente sempre vai lembrar dele. Da criança que ele era. Uma criança pura. Meiga. Não era desobediente. O ser vivo mais puro que eu já encontrei, que eu conheci na humanidade", diz o pai. Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Palavras-chave: tecnologia

Ato pró-anistia a Bolsonaro reúne manifestantes na Avenida Paulista em SP

Publicado em: 07/12/2025 22:01

Apoiadores do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) participam de uma caminhada pela anistia na Avenida Paulista, neste domingo, 7 de dezembro de 2025. O ato foi organizado pelo Padre Kelmon FÁBIO VIEIRA/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro realizaram a 2ª Caminhada pela Anistia na tarde deste domingo (7). O grupo se concentração às 13h em frente à Gazeta, na Avenida Paulista, e seguiu em direção à Catedral da Sé. Organizado pelo Padre Kelmon e pelo vice-prefeito de São Paulo, Coronel Mello Araújo, o ato pediu anistia para Bolsonaro e liberdade aos condenados pelo 8 de janeiro. Segundo a metodologia do Monitor do Debate Político do Cebrap, em parceria com a ONG More in Common, 1,4 mil pessoas participaram do ato. Com a margem de erro de 12%, o cálculo aponta um público, no momento de pico, entre 1,2 mil e 1,5 mil participantes. A contagem foi feita a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial. Para a contagem, foram tiradas fotos em 2 diferentes horários (13h40 e 15h08) durante toda amanifestação, totalizando 4 imagens. Duas fotos tiradas às 15h08 foram selecionadas, que foi momento de pico do ato. As imagens cobriam toda a extensão da manifestação, sem sobreposição. Em nota enviada na última quinta-feira (5), a Secretaria da Segurança Pública informou que a Polícia Militar mobilizou equipes do BAEP, CPAM-1 e CPTran para acompanhar a manifestação. Apoiadores do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) participam de uma caminhada pela anistia na Avenida Paulista, neste domingo, 7 de dezembro de 2025. O ato foi organizado pelo Padre Kelmon. FÁBIO VIEIRA/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO

Palavras-chave: inteligência artificial

Zona Azul de Santos terá parquímetro virtual para pagar vagas de estacionamento

Publicado em: 07/12/2025 20:00

Zona Azul de Santos, SP, ganha parquímetro virtual com pagamento via QR Code e PIX. Divulgação/Prefeitura de Santos A Prefeitura de Santos, no litoral de São Paulo, anunciou a instalação de parquímetros virtuais em todas as quadras com estacionamento rotativo Zona Azul. A novidade, que dispensa cadastro e aplicativo, começa a funcionar nesta segunda-feira (8). A tecnologia estará disponível por meio de QR Codes fixados nas placas de sinalização do sistema. Ao estacionar, o usuário poderá escanear o código com o próprio smartphone e será direcionado imediatamente para a página de pagamento, a ser feito via PIX. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Segundo a administração municipal, uma das vantagens da nova modalidade é a ausência de necessidade de cadastro, eliminando o processo de download de aplicativos ou a criação de contas (veja mais abaixo como usar). Para o presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Santos), Antonio Carlos Silva Gonçalves, a iniciativa reforça o compromisso da administração municipal com a modernização e praticidade dos serviços oferecidos à população. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "Os parquímetros virtuais tornam o processo mais simples, rápido e acessível. É uma solução que melhora a experiência do usuário e contribui ainda mais para a eficiência do sistema como um todo", destacou em nota divulgada pela prefeitura. Como usar? ▶️Aponte a câmera do celular para o QR Code disponível nas placas de sinalização; ▶️Após escanear, você será direcionado automaticamente para uma página web; ▶️Informe a placa do veículo; ▶️Selecione o tempo de permanência ou o valor desejado; ▶️Realize o pagamento via PIX; ▶️A validação é feita automaticamente no sistema central, sem necessidade de comprovante físico no veículo. Outras formas de pagamento 📱Aplicativo Zona Azul Santos ✅WhatsApp (81) 4003-1476 (selecionando o número correspondente ao projeto Zona Azul Santos) 🚗Sistema Sem Parar 🏪Estabelecimentos parceiros - Postos de Venda físicos. Zona Azul em Santos (SP), também pode ser pago pelo aplicativo. Matheus Tagé/AT Valores e áreas Santos conta hoje com 1.609 vagas distribuídas em áreas comerciais e de serviços como Centro, Gonzaga e Boqueirão. O objetivo da Zona Azul é promover a rotatividade de veículos em regiões de grande fluxo, onde há concentração de comércios, hospitais, escolas e outros equipamentos de uso coletivo. Valores dos tíquetes: 💲60 minutos: R$ 3,25 💲90 minutos: R$ 4,88 💲120 minutos: R$ 6,50 Em vagas especiais nas áreas de Zona Azul, idosos também devem ativar o tíquete virtual. Pessoas com deficiência são isentas de pagamento, conforme legislação municipal, porém, em ambos os casos, o uso da credencial obrigatória deve ser respeitado. Zona Azul em Santos (SP). Vanessa Rodrigues/AT Zona Azul para turistas? Entenda: A Câmara de Santos discutiu uma cobrança de Zona Azul exclusiva para turistas. Saiba mais: Câmara de Santos discute cobrança de Zona Azul exclusiva para turistas VÍDEOS: g1 em 1 minuto

Palavras-chave: tecnologia

Temas da Unesp 2026: 2ª fase aborda Chico Mendes, Platão e conflito na Caxemira; veja opiniões

Publicado em: 07/12/2025 18:54

Temas da Unesp 2026: 2ª fase aborda Platão, cálculo de mol e ativismo ambiental O primeiro dia da segunda fase da Unesp 2025, neste domingo (7), trouxe questões variadas e, segundo candidatos de Araraquara (SP), um nível de dificuldade considerado alto em áreas específicas. (Veja abaixo as opiniões de candidatos e de professores sobre a prova). VEJA AQUI O CADERNO DE PROVA DO 1º DIA DA 2ª FASE DA UNESP 2026 Os candidatos tiveram 5 horas para responder 24 questões de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Ciências da Natureza e suas tecnologias, além de Matemática e suas tecnologias. Na segunda, serão 12 questões sobre Linguagens e suas tecnologias e uma redação. Em humanas, apareceram temas como o conflito entre Índia e Paquistão pelo controle de recursos hídricos na Caxemira; uma charge sobre voto de cabresto, ativismo ambiental de Chico Mendes e demarcação indígena, e um mapa da América Latina invertido, associado ao contexto geopolítico da Segunda Guerra Mundial. LEIA TAMBÉM: EXEMPLO: Com 4 faculdades, idoso de 66 anos tenta vaga em Letras na Unesp: 'estudar faz bem pra cabeça' FOTOS: veja galeria do dia de prova da 2ª fase da Unesp em Araraquara 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Já nas áreas de exatas e biológicas, estudantes relataram perguntas envolvendo cálculo de mol (Química), porcentagem e juros do setor financeiro (Matemática) e cadeia alimentar (Biologia). Em Filosofia, Kant e Platão foram os principais referenciais cobrados, enquanto História abordou elementos do Brasil Colônia e da Independência. Entre expectativas, incertezas e apontamentos sobre lacunas na formação escolar, os candidatos concordam que a diversidade de conteúdos marcou o primeiro dia da segunda fase. A aposta agora é no desempenho nas áreas de Linguagens e Redação para equilibrar o resultado final na segunda-feira (8). O diretor do cursinho Oficina do Estudante afirmou que a prova, no geral, cobrou do candidato conhecimento prévio, e o aluno tinha que ter base teórica. "As questões exigiam que os candidatos soubessem algo da matéria, do conteúdo, para ser aplicado na prova e dialogar com as questões. Questões que exigiam do candidato, uma leitura atenta, alguns itens A e B com vários comandos dentro do mesmo item, o que elevava o tempo para se fazer a questão. No geral, uma prova típica ao Unesp, do jeito que o Unesp tem cobrado nos últimos anos", afirmou. (veja abaixo opiniões de professores por área). Veja alguns temas abordados na prova: Chico Mendes, conflito na caxemira e relevo brasileiro estão entre os temas da segunda fase da Unesp 2026 Reprodução, Mukesh Gupta/Reuters e Reprodução Revolução Industrial inglesa – condições de trabalho e erosão de padrões de vida. Transformações econômicas no Brasil (1808–1822) – chegada da Corte portuguesa e impactos na independência. Charge política de 1946 – reforma da lei eleitoral e contexto político pós‑Estado Novo. Arte latino-americana (Torres-García, 1943) – Escola do Sul e significados da América Latina. Conflito Índia–Paquistão – origem histórica, disputa religiosa e questão hídrica na Caxemira. Déficit habitacional no Brasil – políticas públicas e regularização fundiária. Relevo brasileiro (Planalto da Borborema) – definição de planalto e efeitos orográficos no clima. Chico Mendes – luta dos seringueiros, defesa ambiental e criação das reservas extrativistas. Definição de filosofia – diversidade de conteúdos e atitude filosófica. Democracia e política – Platão (sofocracia) e Byung-Chul Han (infocracia digital). Ética kantiana – imperativo categórico versus imperativo hipotético. Epistemologia moderna – empirismo de John Locke e oposição ao inatismo. Processo Haber-Bosch – produção de fertilizantes nitrogenados e impactos ecológicos. Fototropismo em plantas – ação do hormônio AIA e efeito da luz unilateral. Envelhecimento ovariano – fatores críticos, aneuploidia e síndrome de Down. Química do alumínio – reações da bauxita, sulfato de alumínio e eletrólise ígnea. Gasogênio na Segunda Guerra Mundial – produção de “gás de água” e equilíbrio químico. Ibuprofeno – função orgânica, fórmula molecular e titulação com NaOH. O que os estudantes acharam da prova Para muitos candidatos, o nível de dificuldade variou conforme a formação escolar. Beatriz Rosa Azevedo, 17 anos, aluna de escola estadual e candidata a Psicologia em Bauru, disse ter sentido o impacto da falta de disciplinas como Filosofia e Geografia em sua grade curricular. “Achei bem difícil, porque não fiz cursinho e algumas matérias eu não tive aula. Matemática, física e química deu para responder mais tranquilo, mas filosofia e geografia foram complicadas”, afirmou. Sobre História, contou que conseguiu se apoiar na interpretação dos textos, mas reconheceu dificuldade ao se deparar com itens sobre economia do Brasil Colônia e pós-Independência. Apesar da primeira prova, mantém boas expectativas para o segundo dia e aposta em um tema de redação ligado a redes sociais ou internet. A candidata Rebeca Fornazari Lastori, 18 anos, que presta Direito em Franca, avaliou que a parte de humanas estava “bem tranquila”, mas encontrou maior obstáculo nas questões de exatas. “Eu tive que inventar algumas respostas porque não sabia. Química caiu bastante, principalmente orgânica, e biologia trouxe cadeia alimentar”, relatou. Candidatos avaliaram a prova da 2ª fase da Unesp Araraquara Douglas Braz/g1 Para ela, a esperança está no segundo dia, quando aparecem Linguagens e Redação, área em que diz ter mais domínio. Ainda assim, afirma não conseguir prever o tema deste ano. Já Gabriel Henrique de Oliveira, 18 anos, candidato a Relações Internacionais na Unesp Franca, destacou que o início da prova parecia mais acessível, mas o nível aumentou na parte de exatas. Ele também mencionou a presença marcante de conteúdos filosóficos: “Falou bastante sobre Kant e outros pensadores”. O estudante admitiu que não estudou tanto quanto planejava, devido ao acúmulo de provas ao longo do ano, o que acabou elevando a sensação de dificuldade. Destaques Já para os amigos Maria Clara Libório, 17 anos, candidata a medicina veterinária em Jaboticabal, e Bruno Rossini, 25, que presta Letras, duas questões da prova se destacaram. A primeira tratava do ativismo ambiental de Chico Mendes, relacionando sua atuação com a demarcação de terras indígenas e episódios de violência no campo. A segunda, de filosofia e sociologia, fazia referência a “A República”, de Platão, e abordava debates sobre democracia e redes sociais, especialmente a postura acrítica que, segundo o enunciado, pode levar à alienação, à idolatria de líderes e à transformação da população em massa de manobra. Veja o que disseram professores do Oficina do Estudante sobre o 1º dia da 2ª fase da Unesp: Gabriel Gamberini, professor de física: "Tivemos, no primeiro dia da prova da Unep, a questão 19 trazendo no item A, energia mecânica, uma questão bem tranquila, e o item B, resultante sem tripla, também bem tranquila. A questão 20 cobrou do candidato espelho plano, puxando ali para a ótica geométrica, talvez com alguma relação de triângulos para resolver. E, na questão 21, vimos uma questão de potência elétrica, que envolve a segunda Lei de Ohm. Então, foi uma prova um pouco mais puxada para aplicação de fórmula, mais direta: praticamente aplicar a fórmula e calcular o resultado". Victor Rysovas, professor de história: “A prova foi bastante equilibrada, com uma questão de história geral, duas questões de história do Brasil, uma questão de contexto de América Latina. São temas interessantes, falando de trabalho, como é sempre esperado, falando de voto, participação política, que também é um tema clássico: falar das constituições, a participação política. E eu acho que outra coisa interessante de dizer é que a Unesp usou um mapa que normalmente se trabalha na geografia para contextualizar o momento de produção do mapa, então isso é interessante. Trouxe uma questão de Brasil, começo do século 19, também é um tema interessante. Revolução Industrial, Brasil no século 19, com texto de produção de um mapa na década de 1940. Essa é uma pergunta um pouco menos previsível, mas também interessante. E depois, a questão do voto. Então, uma prova equilibrada, não é uma prova trivial: exige atenção, tem interpretação de charge, tem interpretação de texto. Então, uma prova bastante bonita, bastante equilibrada, que a gente tem na prova de história". Sebastian Fuentes, professor de geografia: "Quatro questões de geografia, bem atualizada, não tão bem distribuída, teve uma questão de geografia geral e três de geografia do Brasil. A questão mais complexa foi a questão 7, que era uma questão muito específica de geologia, então que os órgãos precisariam, de fato, lembrar sobre determinado tema. Ao mesmo tempo, a prova abordou temas em que era possível o aluno poder dialogar com muitas discussões atuais, por exemplo, a questão fundiária dentro da parte urbana, ao mesmo tempo sobre conflitos envolvendo a Índia e o Paquistão, e por último, um tema bem interessante, pediu para o aluno relembrar sobre a questão do Chico Mendes e tudo relacionado ao Chico Mendes". Fábio Vilar de Menezes, professor de biologia: "A Unesp foi muito feliz na elaboração da prova da 2 fase de seu vestibular 2026. Vários temas da biologia foram contemplados: ecologia, com entrofização e ciclo do nitrogênio; biologia molecular, com ácidos nucleicos; fisiologia vegetal, com auxinas; citologia e ciclo menstrual. Portanto, dentro das 3 questões propostas para a biologia, trouxe uma boa abrangência, além de excelente coerência com os tópicos certamente estudados pelos candidatos." Silvio Sawaya, professor de humanidades: “A prova de Humanidades da Unesp foi bem tranquila. Foram quatro questões ligadas ao que foi estudado durante o ano. Ela pedia alguns conceitos estudados, então não estava tudo no texto: era necessário que o candidato tivesse domínio sobre a matéria. Caiu uma questão sobre filosofia e atitude filosófica; uma sobre democracia, ligando a democracia grega antiga com Platão e a democracia, hoje, ligada aos meios digitais e ao consumo; uma questão sobre epistemologia do John Locke; e uma de ética do Kant. São questões em que o candidato tinha que utilizar o texto, mas, ao mesmo tempo, inserir os conceitos e mostrar que tinha domínio sobre o assunto. A questão mais difícil foi a questão sobre a democracia. Para nós aqui, a da democracia de Platão e a democracia hoje, essa comparação, exigia dos alunos um pouco mais de domínio daquilo que eles aprenderam em filosofia". Carlos André de Aguiar Vitorino, professor de química: “A prova de Química veio dentro do esperado, é uma prova tranquila de fazer. É um pouco extensa em relação à quantidade de coisas que devem ser respondidas, porque, embora sejam três questões, o item A e o item B, cada um tem três ou duas coisas a serem respondidas. As coisas não são de aprofundamento elevado. A prova teve uma gama grande de conteúdos a serem explorados: falou desde distribuição eletrônica, tratamento de água, reações inorgânicas, eletrólitos... como são muitos itens a serem respondidos, a banca acaba abrangendo uma quantidade muito grande de conteúdos. Mas, de novo, nada que o estudante não seja preparado para fazer". Rodrigo do Carmo Silva, professor de matemática: “Tivemos uma prova com nível de dificuldade de médio para difícil, mas que manteve a similaridade com os anos anteriores. Tivemos questões cobrando: uma questão de geometria espacial envolvendo tronco de pirâmides e cubos; uma questão envolvendo porcentagem e juros compostos, com ênfase no item B, que trabalha poder de compra (ganho ou perda real frente à inflação); e uma questão envolvendo análise combinatória, com os agrupamentos formados em cadeados codificados". REVEJA VÍDEOS DA EPTV CENTRAL: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

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Jovens transformam antigo lixão de Ponta Porã em floresta urbana em formação

Publicado em: 07/12/2025 18:08

Jovens transformam antigo lixão em floresta urbana em formação Famasul Um antigo lixão desativado de Ponta Porã, antes marcado por mau cheiro, resíduos e solo degradado, começa a ganhar uma nova paisagem: a de uma floresta urbana em formação. A transformação é conduzida pelo grupo Agrofronteiras, vencedor da edição 2025 do programa Jovem Sucessor Rural, do Senar/MS. A iniciativa reúne reflorestamento, educação ambiental, resgate cultural e mobilização comunitária. A ideia de revitalizar o espaço surgiu quando o grupo identificou que o antigo lixão — localizado próximo ao perímetro urbano — estava em processo de desativação. Para os jovens, a proximidade com a população e o impacto visual da área degradada tornavam o local ideal para dar início a um projeto de recuperação ambiental. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp "Nos chamou a atenção o lixão. Fica localizado próximo ao perímetro urbano do município. Imaginamos que seria um bom local para a implementação do projeto de recuperação de áreas degradadas", explica Ewerton Fernandes, um dos integrantes do grupo. O primeiro passo foi uma visita técnica para avaliar as condições do solo e da água. O cenário encontrado evidenciou o tamanho do desafio: solo extremamente compactado, presença de resíduos como fraldas, restos de animais e materiais hospitalares, além da ausência de condições mínimas para o plantio. A equipe precisou recorrer a análises técnicas, apoio institucional e uma série de tecnologias para viabilizar o reflorestamento, como hidrogel para retenção de água, adubação, irrigação e terraceamento do terreno. Espécies nativas e resgate cultural A escolha das plantas usadas no reflorestamento seguiu critérios ambientais e culturais. Entre as primeiras mudas plantadas estão 75 moringas, 75 ipês-roxos, 75 patas-de-vaca e mais de 100 mudas de erva-mate. Segundo os jovens, as espécies foram selecionadas pelo potencial de fitorremediação — capacidade de recuperar áreas contaminadas — e pela ligação com a história da cidade. “A erva-mate é a ‘princesinha dos ervais’. Além de ajudar na recuperação do solo, ela faz parte da identidade cultural da região. Sempre disse ao grupo que ela seria a cereja do bolo”, afirma Ewerton. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Parcerias viabilizaram o projeto A recuperação só foi possível graças ao apoio da prefeitura, do Sindicato Rural e de servidores municipais, que forneceram insumos, ferramentas, terraceamento, irrigação e manutenção. O IFMS também participou com professores e acadêmicos no plantio. Moradores da região acompanham o processo e, segundo o grupo, demonstram satisfação com a transformação do espaço. Primeiros resultados Segundo os jovens, o terraceamento e a adubação começaram a devolver nutrientes ao solo. As mudas já apresentam desenvolvimento e atraem espécies de fauna para o local, indicando o início da regeneração ecológica. A expectativa é de que, nos próximos meses e anos, a área ganhe densidade florestal, favorecendo o retorno gradual da biodiversidade. A experiência reforçou o protagonismo da juventude rural e deixou lições de união e responsabilidade socioambiental. Com a vitória no Jovem Sucessor Rural, o grupo planeja formalizar a associação e ampliar ações de recuperação ambiental em outras áreas do município. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Palavras-chave: tecnologia

Paraíba tem 402 vagas abertas em concursos e seleções com salários de mais de R$ 16 mil

Publicado em: 07/12/2025 17:44

Concursos na Paraíba em setembro Freepik/Banco de imagens A Paraíba tem sete editais de concurso público e processos seletivos com vagas abertas neste mês de dezembro. São 402 oportunidades em diferentes áreas. Confira as oportunidades disponíveis e como concorrer. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Concurso da Câmara de Bayeux Vagas: 21 vagas Nível: fundamental, médio e superior Salário: de R$ 1,6 mil até R$ 2,5 mil Inscrições: até 26 de dezembro de 2025 Provas objetivas: 25 de janeiro de 2026 Resultado final: 30 de janeiro de 2026 Edital do concurso da Câmara Municipal de Bayeux CFO 2026 da Polícia Militar da Paraíba Vagas: 30 Salário: entre R$ 3 mil até R$ 8,7 mil Inscrições: até 23 de dezembro Edital do CFO 2026 da Polícia Militar da Paraíba CFO 2026 do Corpo de Bombeiros da Paraíba Vagas: 15 Salário: entre R$ 3 mil até R$ 8,7 mil Inscrições: até 26 de dezembro Edital do CFO 2026 do Corpo de Bombeiros Concurso da Caixa Econômica Federal Vagas: 15 na PB (3 para arquiteto e 12 para engenheiro civil) Nível: superior Salários: entre R$ 12.371 e R$ 16.495 Inscrições: até 8 de dezembro de 2025 Edital do concurso da Caixa Econômica Federal Concurso da Prefeitura de Condado Vagas: 26 Nível: todos Salário: entre R$ 1.518 e R$ 3.650,82 Inscrições: até 14 de dezembro Provas objetivas: 8 de fevereiro de 2026 Resultado final: 10 de abril de 2026 Edital do concurso da prefeitura de Condado Concurso da Prefeitura de Pilõezinhos Vagas: 52 Nível: todos Salário: entre R$ 1.518 e R$ 4.370,97 Inscrições: até 21 de dezembro Provas objetivas: 8 de fevereiro de 2026 Resultado final: 10 de abril de 2026 Edital do concurso da prefeitura de Pilõezinhos Concurso da Prefeitura de Malta Vagas: 13 Nível: todos Salário: entre R$ 1.518 e R$ 2.640,00 Inscrições: até 14 de dezembro Provas objetivas: 8 de fevereiro de 2026 Resultado final: 10 de abril de 2026 Edital do concurso da prefeitura de Malta Processos seletivos do IBGE Vagas: 251 na Paraíba Nível: médio Salários: entre R$ 2.676,24 e R$ 3.379,00 Inscrições: até 11 de dezembro Provas: 22 de fevereiro de 2026 Resultado: 30 de abril Edital do concurso do IBGE Edital de concursos – saiba como ler Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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Ato contra feminicídio na Paulista reuniu 9,2 mil pessoas, segundo metodologia da USP

Publicado em: 07/12/2025 17:40

Protesto contra feminicídios reúne manifestantes em SP O ato para protestar contra o aumento dos casos de feminicídio e outras formas de violência contra as mulheres na Avenida Paulista, em São Paulo, reuniu 9,2 mil pessoas, segundo metodologia do Monitor do Debate Político do Cebrap em parceria com a ONG More in Common, que usa inteligência artificial para analisar imagens aéreas da multidão capturadas por drones. Com a margem de erro de 12%, o cálculo aponta um público entre 8,1 mil e 10,3 mil participantes no momento de pico. Como foi feita a contagem, segundo o levantamento: Foram tiradas fotos em três diferentes horários (14h30, 15h45 e 16h), totalizando 12 imagens. Foram selecionadas 4 fotos tiradas às 15h45, momento de pico do ato. As imagens cobriam toda a extensão da manifestação, Para o cálculo da multidão, foi utilizado o método Point to Point Network (P2PNet), desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Chequião, na China¹ e da empresa Tencent. O software foi treinado com um dataset anotado de fotos de multidão da Universidade de Xangai e outro dataset anotado de fotos brasileiras da Universidade de São Paulo; No método, um drone tira fotos aéreas da multidão e o software analisa essas imagens para identificar e marcar automaticamente as cabeças das pessoas. Usando inteligência artificial, o sistema localiza cada indivíduo e conta quantos pontos aparecem na imagem. Esse processo garante uma contagem precisa, mesmo em áreas densas; O método atualmente possui uma precisão de 72,9% e uma acurácia de 69,5% na identificação de cada indivíduo. Isso significa na prática que há um erro percentual absoluto médio de 12%, ou seja, em uma mensuração de público de 100 mil pessoas, o valor real pode variar entre 88 mil e 112 mil (12 mil para menos, ou para mais). Segundo o movimento Levante Mulheres Vivas, houve convocação de atos em pelo menos 20 estados e no Distrito Federal. 🔎 Pela lei brasileira, feminicídio é o homicídio de uma mulher cometido por razões da condição de ser mulher, como violência doméstica, familiar, menosprezo ou discriminação de gênero, com penas como reclusão de 20 a 40 anos. O Brasil registrou mais de mil casos de feminicídio em 2025. Apenas no Distrito Federal, foram 26 mortes neste ano. O caso mais recente ocorreu na sexta-feira (5), quando a cabo do Exército Maria de Lourdes Freire Matos foi assassinada por um soldado dentro de um quartel. Os atos foram convocados após uma sequência de crimes que ganharam repercussão nacional, incluindo assassinatos ocorridos em Brasília, em São Paulo e em Santa Catarina. Protesto em São Paulo Protesto contra violência às mulheres reúne manifestantes na Avenida Paulista ANGÉLICA ALVES/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO Na capital paulista, milhares de pessoas se concentraram ao meio-dia em frente ao Masp, na Avenida Paulista. O grupo exibiu faixas e cartazes com frases como “Mulheres Vivas” e caminhou pela região central da cidade. O protesto foi marcado por referência a dois casos registrados neste domingo: o assassinato da farmacêutica Daniele Guedes Antunes, de 38 anos, em Santo André, e a morte de Milena de Silva Lima, de 27 anos, em Diadema — ambas atacadas por ex-companheiros. Segundo informações da Polícia Militar e moradores, Milena de Silva Lima, de 27 anos, foi atacada pelo ex-companheiro João Victor de Lima Fernandes, de 30 anos. O casal estava separado havia dois meses e tinha um filho. "Todas merecem dignidade, todas merecem proteção. Tomamos a rua para dizer que nenhuma mulher será esquecida", disse a deputada federal Erika Hilton durante o protesto. Protesto contra violência às mulheres reúne manifestantes na Avenida Paulista ANGéLICA ALVES/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO Protesto contra violência às mulheres reúne manifestantes na Avenida Paulista TV Globo Imagem aérea de protesto contra feminicídio na Av. Paulista Reprodução/GloboNews Protesto contra feminicídios reúne mulheres na Avenida Paulista Tuane Fernandes/Reuters Protesto contra violência às mulheres reúne manifestantes na Avenida Paulista Cíntia Acayaba/g1 Protesto contra violência às mulheres reúne manifestantes na Avenida Paulista Cíntia Acayaba/g1 Violência contra mulher: como pedir ajuda

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