Arquivo de Notícias

A desorganização que virou um negócio de R$ 320 mil por mês

Publicado em: 21/02/2026 02:00

Startup criada para escolas de música fatura R$ 320 mil por mês em SC Empreender não é apenas ter uma boa ideia. É também lidar com rotinas que poucos gostam: agenda, cobranças, relatórios, burocracia. Em uma escola de música, onde professores, alunos, horários e pagamentos precisam funcionar em harmonia, qualquer desorganização pode comprometer o negócio inteiro. Foi a partir desse desafio que nasceu uma startup que hoje atende escolas em todo o país. Criada por Matheus Valim, a plataforma de gestão foi desenvolvida para automatizar processos e modernizar a administração de escolas de música. O sistema organiza desde matrículas e cobranças até a comunicação entre alunos, professores e gestores, funcionando como uma “secretaria digital” na palma da mão. “É um sistema feito para ajudar a escola a se organizar, automatizar processos e deixar o negócio mais moderno”, resume o empreendedor. Startup criada para escolas de música fatura R$ 320 mil por mês em SC Reprodução/PEGN A ideia surgiu de forma quase informal. O primeiro protótipo foi criado pelo pai de Matheus, que já trabalhava com tecnologia, para ajudar um amigo da família que tinha uma escola de música em Cuiabá, no Mato Grosso. A instituição enfrentava dificuldades de gestão, e a solução simples, desenvolvida em um fim de semana, começou a mostrar resultados rapidamente. Anos depois, a família se mudou para Florianópolis, em busca de oportunidades acadêmicas e profissionais. Foi na capital catarinense, conhecida pelo ecossistema de inovação e tecnologia, que Matheus decidiu transformar a ferramenta em negócio. Músico de formação e vindo de uma família ligada à música, ele percebeu que o problema enfrentado pelo amigo se repetia em dezenas de escolas pelo Brasil. “Quando surgiu a oportunidade de empreender, a gente pensou: será que esse sistema não pode ajudar outras escolas também?”, conta. A resposta veio com o crescimento da base de clientes. Hoje, a plataforma atende cerca de 1.200 escolas de música em todo o país, que somam aproximadamente 120 mil alunos e mais de 15 mil professores. A empresa opera a partir de Florianópolis e está incubada em um hub de tecnologia ligado à Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), ambiente que ajudou a estruturar o negócio. “Foi uma virada de chave para a empresa. A gente começou a ter mais visão de negócio e recebeu apoio de outros empreendedores, mentorias e programas de capacitação”, diz Matheus. Startup criada para escolas de música fatura R$ 320 mil por mês em SC Reprodução/PEGN Um dos diferenciais da startup está no modelo de precificação. A mensalidade é proporcional ao número de alunos atendidos pela escola, o que torna o serviço acessível para instituições pequenas e escalável para as maiores. Segundo o empreendedor, escolas que adotam o sistema registram, em média, crescimento de 44% no faturamento no primeiro ano, impulsionado pela organização e pela automação dos processos. “O professor fica mais organizado, o aluno acompanha aulas e materiais, e a gestão ganha tempo para focar no crescimento”, explica. Na prática, o impacto é sentido no dia a dia. Em São Paulo, uma das clientes trocou planilhas e anotações manuais por poucos cliques. “Eu levava dias para fechar o mês. Agora, em cinco minutos, está tudo pronto”, relata a dona de uma escola de música na zona sul da capital. O sistema também melhora a rotina dos professores, que passam a ter acesso organizado à agenda, conteúdos e histórico dos alunos. “A gente consegue focar em dar aula e preparar o conteúdo. Isso otimiza muito o tempo”, avalia um professor que utiliza a plataforma. Com faturamento médio mensal de cerca de R$ 320 mil, a startup mostra como tecnologia, nicho bem definido e entendimento profundo do cliente podem transformar um problema cotidiano em um negócio escalável. Para Matheus, mais do que números, o projeto carrega um propósito. “A música é uma forma de desenvolvimento pessoal. E empreender dessa forma é também desenvolver as pessoas ao nosso redor”, afirma. Startup criada para escolas de música fatura R$ 320 mil por mês em SC Reprodução/PEGN Emusys 📍Rua Santa Luzia, 100, Sala 518 - Trindade, Florianópolis – SC, 88.036-540, Brasil 📞Telefone: (48) 99178-4321 (Whatsapp, não aceita ligações) 🌐 Site: https://www.emusys.com.br 📧E-mail: contato@emusys.com.br 📘Facebook: https://www.facebook.com/emusys/ 📸Instagram: https://www.instagram.com/emusys.oficial/ Ária Musical 📍Rua caramuru 454, Saúde - São Paulo, SP – CEP: 04138-001 🌐Site: https://ariamusical.com.br/ 📧 E-mail: ariamusical2020@gmail.com 📸 Instagram: https://www.instagram.com/ariamusical/

Palavras-chave: tecnologia

Regras da Anvisa sobre cannabis medicinal devem impulsionar pesquisas e produção no DF

Publicado em: 21/02/2026 02:00

Anvisa publica regras para cultivo e pesquisa de cannabis medicinal A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, no começo deste mês, resoluções que detalham como vai funcionar o cultivo de cannabis no Brasil. As regras entram em vigor em agosto, quando começa também um "sandbox experimental" – período de cinco anos no qual a Anvisa vai testar atividades relacionadas à cannabis fora do modelo industrial tradicional e em pequena escala. A coordenadora do Centro de Referência sobre Drogas e Vulnerabilidades Associadas da Universidade de Brasília (UnB), Andrea Gallassi, já comemora o avanço. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Em entrevista ao g1, Andrea explica que as novas regras devem facilitar muito a realização de estudos científicos. Até aqui, cada nova pesquisa exigia uma autorização específica da Anvisa. "Isso mudou. Com as novas resoluções, você amplifica o processo da pesquisa científica. Em uma única autorização guarda-chuva, cabem várias pesquisas”, explica. Além de investigar as novas aplicabilidades terapêuticas, a autorização para pesquisa permite analisar rótulos e produtos com cannabis – incluindo óleos produzidos por associações de pacientes. “No modelo sandbox, como estão chamando o modelo regulatório experimental, vamos poder analisar os óleos para verificar qualidade e poder ajudar associações a extraírem produtos adequados”, detalhe. 🔎 O pacote também cria um ambiente regulatório experimental para testar, sob supervisão da agência, modelos de fornecimento fora do padrão industrial — como os adotados por associações de pacientes. 🔎 Com isso, a Anvisa normatiza toda a cadeia produtiva, do cultivo ao uso dos produtos, e passa a permitir que empresas cultivem a planta para fins medicinais e farmacêuticos. Detalhes de uma flor de cannabis Reprodução Mudanças na ponta As mudanças também podem favorever a atuação de entidades como a Associação Brasileira do Pito do Pango (Abrapango), que atua na defesa do acesso seguro e humanizado à cannabis medicinal. A ONG, que tem sede em Brasília, oferece suporte jurídico e técnico a pacientes, capacita profissionais da saúde e também produz e comercializa medicamentos à base de cannabis. Para Monica Barcelos, diretora executiva da Abrapango, a tendência é de expansão consistente. “As associações já produzem dados reais de uso terapêutico no Brasil. Isso deve evoluir para protocolos mais estruturados, estudos clínicos observacionais e parcerias científicas, gerando evidências nacionais em condições como TEA [transtorno do espectro autista], dor crônica, doenças neurodegenerativas, entre outras”, afirma. Monica destaca que o marco regulatório traz segurança jurídica para as pesquisas, destravando financiamentos, parcerias com universidades e aprovação ética. Segundo ela, isso garante mais estudos com melhor qualidade metodológica e validação científica real, além de permitir que a academia desmistifique os estigmas sobre o tema. A confirmação disso tudo, no entanto, só virá quando a Anvisa publicar os editais de chamamento do "sandbox" regulatório. "Só então, saberemos se as associações serão incluídas de forma justa ou se permaneceremos em um modelo excludente", finaliza. Quem pode cultivar❓ Universidades, instituições de ciência e tecnologia, órgãos de segurança pública e fabricantes de medicamentos estão autorizados a cultivar para pesquisa científica, inclusive variedades da planta com maior teor de THC. 🚨Todo processo será feito sob regras de segurança e fiscalização. Na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a nova regulamentação permite estruturar oficialmente um programa científico dedicado à Cannabis sativa, com foco em genética, manejo, industrialização e políticas públicas 👉 Em novembro de 2025, a Anvisa já havia concedido uma autorização excepcional para pesquisas da Embrapa, válida exclusivamente para fins científicos e sem comercialização. Agora, com o pacote de fevereiro deste ano, a expectativa é ainda mais positiva. Segundo Daniela Bittencourt, pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, o ambiente regulatório mais definido abre oportunidade para o Brasil construir uma cadeia produtiva estruturada. Na prática, isso envolve estruturar quatro pilares: Cultivares: genética, sementes e melhoramento; Sistemas de produção: protocolos agronômicos, manejo e sanidade, indoor/outdoor conforme o caso; Pós-colheita e qualidade: padronização, estabilidade e controle de contaminantes; Economia, zoneamento e políticas públicas: modelos produtivos viáveis, inclusão e subsídios técnicos para regulação. “A regulamentação cria um ambiente mais previsível para transformar pesquisa em solução: viabiliza planejamento de infraestrutura, parcerias e rotinas de rastreabilidade e controle, e dá mais segurança para que a cadeia se organize com padrões de qualidade”, afirma. Ainda assim, Bittencourt aponta desafios: é preciso maior clareza sobre o caminho para o cultivo e uso medicinal de materiais com maior teor de THC, além da regulamentação do cânhamo para fins industriais. 🍀O cânhamo industrial é uma planta da espécie Cannabis sativa cultivada para uso industrial e comercial. Com baixo teor de THC, pode ser usado em medicamentos, cosméticos, alimentos, roupas, acessórios e até instrumentos musicais. Além disso, a pesquisadora chama a atenção para necessidade de haver políticas públicas, que estimulem o setor industrial e garantam inclusão produtiva, com participação de pequenos produtores. "Se o país seguir alinhando regulação, ciência e políticas públicas, a cannabis pode se conectar de forma consistente à agenda nacional de bioeconomia e desenvolvimento”, declara. O cannabis medicinal é um óleo extraído da planta da maconha Profissão Repórter LEIA TAMBÉM: AGRESSÃO: 'Vamos pegar eles’: veja prints de conversa de Pedro Turra antes de agressão em festa do DF; adolescente morreu ACIDENTE: 5 policiais militares ficam feridos após acidente com viaturas no DF Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Palavras-chave: tecnologia

Amazon força uso de IA, robô apaga sistemas da AWS e humanos levam a culpa

Publicado em: 21/02/2026 02:00 Fonte: Tudocelular

A Amazon confirmou, em comunicado ao Financial Times, que falhas humanas de configuração em ferramentas de IA causaram pelo menos duas interrupções na infraestrutura da AWS. O incidente mais grave resultou em uma queda de 13 horas após um agente autônomo deletar e tentar recriar um ambiente de produção. O caso principal envolve o Kiro, um assistente de codificação lançado em julho de 2025. Segundo relatórios internos, o agente de IA generativa determinou de forma autônoma que o melhor curso de ação para uma tarefa era a exclusão completa do ambiente de software. A ação afetou o serviço AWS Cost Explorer em regiões da China continental, impossibilitando o gerenciamento de custos por parte dos clientes.A Amazon Web Services alegou que o problema não reside na autonomia da tecnologia, mas sim em um erro de configuração de permissões. O engenheiro responsável pelo monitoramento teria concedido ao Kiro acesso de administrador sem a exigência de uma revisão por pares, o que permitiu que o comando de exclusão fosse executado sem intervenção humana.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Família dividida entre Caprichoso e Garantido curte junta a primeira noite do Carnaboi 2026 em Manaus

Publicado em: 21/02/2026 01:10

Duas noites de Carnaboi 2026 terão transmissão na Rede Amazônica Nem a rivalidade entre os bois-bumbás Caprichoso e Garantido é capaz de separar uma família apaixonada pela cultura popular. Na primeira noite do Carnaboi 2026, nesta sexta-feira (20), no Sambódromo de Manaus, parentes torcedores dos bois Caprichoso e Garantido mostram que a festa pode ser vivida em clima de união e diversão. A estagiária da área de tecnologia Alefe Souza é torcedora do Garantido e contou que a tradição de acompanhar os bois vem de longa data e atravessa gerações da família, sempre juntos independente do vermelho ou azul. “Lá em casa todo mundo é dividido. Minha mãe e minha irmã são Caprichoso, minha avó é Garantido, e fica aquela discussão saudável”, disse, aos risos. Segundo Alefe, apesar das cores diferentes, o sentimento é o mesmo. “É super divertido. A gente acompanha a temporada bovina desde o início até o final. É um amor pelo boi que vem da infância e segue com a gente ao longo da vida”, afirmou. “A gente vai crescendo, vai envelhecendo, mas continua junto acompanhando. É muito gratificante viver isso em família”, completou. HORÁRIO DOS SHOWS: Veja programação completa dos dois dias de Carnaboi 2026 em Manaus A estagiária da área de tecnologia Alefe Souza curte o Carnaboi 2026 em Manaus com a família. Patrick Marques/g1 AM Transmissão do Carnaboi 2026 O Carnaboi 2026 em Manaus inicia nesta sexta-feira e segue no sábado (21), com entrada gratuita. O evento é transmitido ao vivo pela Rede Amazônica e pelo g1. Os espectadores poderão acompanhar nos seguintes horários: 📺 Sexta-feira (20), após o Globo Repórter, às 22h50 📺 Sábado (21), após o Altas Horas, por volta das 23h30 Pela internet, a transmissão em tempo real acontece no g1 Amazonas de forma simultânea com a TV. Além das apresentações ao vivo, os internautas poderão conferir entrevistas com os brincantes, itens e artistas dos bois, além de detalhes sobre que acontece nos bastidores. Para acompanhar clique aqui.

Palavras-chave: tecnologia

Como apreensão de meia tonelada de droga deu origem a operação contra 'núcleo político' do CV no AM

Publicado em: 21/02/2026 00:00

Polícia Civil mira núcleo político do Comando Vermelho no Amazonas A Polícia Civil do Amazonas deflagrou a operação "Erga Omnes" contra um grupo ligado ao Comando Vermelho suspeito de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção, na sexta-feira (20). A ação, que ocorreu em Manaus e em outros seis estados, é resultado da investigação de uma apreensão de mais de meia tonelada de drogas e sete fuzis, em agosto de 2025, na capital amazonense. Na operação de sexta, a polícia cumpriu 14 mandados de prisão, sendo oito deles no Amazonas. Entre os presos, estão a ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus e um servidor do Tribunal de Justiça do estado. Outras nove pessoas são consideradas foragidas, entre elas, Allan Kleber Bezerra Lima, apontado como líder do "núcleo político". Segundo apurado pela Rede Amazônica, a atuação do grupo entrou no radar da polícia em 6 de agosto de 2025, quando 523 quilos de maconha do tipo skunk, sete fuzis de uso restrito, duas lanchas e um carro foram apreendidos no bairro Educandos, na Zona Sul de Manaus. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp De acordo com o relatório de ocorrências da PM, uma equipe estava em patrulhamento próximo à ponte do Educandos e viu duas pessoas em atitude suspeita, que fugiram em direção às margens do rio. Os policiais foram até o local e encontraram 10 suspeitos desembarcando caixas com droga de duas lanchas para um carro. Houve troca de tiros e nove suspeitos conseguiram fugir. Um homem, que estava dentro do carro usado pelo grupo, foi preso em flagrante. No veículo, foram encontrados meia tonelada de maconha e sete fuzis, sendo seis de calibre 7.62 e um de calibre 5.56. Além da droga e das armas, também foram apreendidos o carro e duas lanchas com motores 200HP. A partir do caso, a Polícia Civil abriu inquérito para identificar quem comandava o esquema, quem financiava e como funcionava o transporte da droga. Apressão de mais de meia tonelada de drogas levou às investigações que resultaram na operação 'Erga Omnes'. Divulgação/Polícia Militar Grupo tinha estrutura organizada, diz polícia Durante o inquérito, a polícia descobriu uma cadeia de comando com operadores logísticos, financiadores e colaboradores que facilitavam o esquema criminoso. Eles eram divididos de maneira organizada, com tarefas delimitadas e núcleos operacionais. 💰A estimativa da polícia é que a quadrilha tenha movimentado cerca de R$ 70 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano desde 2018. A facção tinha ainda rotas definidas para trazer a droga da Colômbia e distribuir os entorpecentes pelo país a partir do Amazonas. Para isso, empresas de fachada, nos ramos de transporte e locação, foram criadas. Elas eram usadas para ocultar a movimentação dos valores oriundos do tráfico, segundo a polícia - análises indicam incompatibilidade entre o volume financeiro movimentado e a capacidade econômica declarada pelos envolvidos. Além disso, a cobertura logística dessas empresas "fantasma" maquiava o transporte das drogas, dando suporte logístico ao Comando Vermelho. Carros também eram alugados em nome de terceiros para dificultar o rastreamento pelas autoridades. Os elementos reunidos apontam, ainda, indícios de tentativas de obtenção indevida de informações sigilosas relacionadas a procedimentos criminais, com o objetivo de antecipar ações policiais e judiciais que atrapalhassem o tráfico. Segundo a polícia, o grupo teria movimentado cerca de R$ 70 milhões desde 2018, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano. LEIA TAMBÉM: Mulher é presa no PA em operação para desarticular 'núcleo político' do Comando Vermelho no AM Alvos incluem servidor público e ex-assessores No Amazonas, estão entre os alvos um servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), uma integrante da Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus e ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus, David Almeida, além de ex-assessores parlamentares e um policial militar. O prefeito da capital não é investigado. O g1 tenta contato com a defesa dos presos na operação, mas não obtivemos retorno até a última atualização desta reportagem. Veja quem foi preso no estado: Izaldir Moreno Barros – servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas; Adriana Almeida Lima – ex-secretária de gabinete de liderança na Assembleia Legislativa do Amazonas; Anabela Cardoso Freitas – investigadora da Polícia Civil e integrante da Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus. Foi chefe de gabinete do prefeito da capital até 2023; Alcir Queiroga Teixeira Júnior – citado na investigação como ligado a movimentações financeiras suspeitas; Josafá de Figueiredo Silva – ex-assessor parlamentar; Osimar Vieira Nascimento – policial militar; Bruno Renato Gatinho Araújo; – investigado por participação no esquema Ronilson Xisto Jordão – preso em Itacoatiara. Mandados também foram cumpridos em outros seis estados. Entre eles, a prisão de Lucila Costa Meireles, de 42 anos, também apontada como integrante do núcleo político. Ela já exerceu cargos de assessoria parlamentar, inclusive na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas e na Câmara Municipal de Manaus. Os investigados devem responder por organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção e violação de sigilo funcional. INFOGRÁFICO - Operação contra 'núcleo político' do CV no Amazonas [VALE ESTE] g1

Palavras-chave: câmara municipal

Presidente da Unafisco se torna investigado após criticar inquérito sobre suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo

Publicado em: 20/02/2026 22:10

Presidente da Unafisco vira investigado depois de criticar operação que apura suspeita de vazamento de dados sigilosos de ministros do STF Depois de criticar a operação que apura as suspeitas de vazamentos de dados sigilosos de ministros do Supremo, o presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal virou investigado dentro do inquérito das fake news, comandado por Alexandre de Moraes. Kléber Cabral prestou depoimento à Polícia Federal. O depoimento ocorreu nesta sexta-feira (20), três dias depois de a Polícia Federal cumprir mandados de busca e apreensão, determinados pelo ministro Alexandre de Moraes a partir de pedido da Procuradoria-Geral da República. O STF - Supremo Tribunal Federal informou que a operação foi um desdobramento do inquérito das fake news, conduzido por Moraes, para apuração de possível vazamento indevido de dados sigilosos de ministros do Supremo, do procurador-geral da República e de seus familiares. Quatro servidores públicos foram alvos da operação. Um deles é auditor da Receita Federal. Os outros três, cedidos por outros órgãos. Eles tiveram os celulares apreendidos, foram afastados da função pública, tiveram os passaportes cancelados, estão proibidos de sair do país e usando tornozeleira eletrônica. A Receita Federal afirmou que uma auditoria está em andamento e que irregularidades já detectadas foram comunicadas ao ministro Alexandre de Moraes. Na quarta-feira (18), dia seguinte à operação, o presidente da Unafisco, Kléber Cabral, deu entrevista à imprensa com críticas à ação contra os servidores públicos, às medidas cautelares determinadas por Alexandre de Moraes - como uso de tornozeleira eletrônica - e à divulgação dos nomes dos alvos. Uma das entrevistas foi ao programa Estúdio i, da GloboNews: “Há uma mensagem, que eu preciso registrar, subliminar, que isso afeta muitos auditores, que é o seguinte: esse tipo de medida busca humilhar, busca constranger e busca amedrontar. E o pior é que dá certo”, diz Kléber Amaral. No dia seguinte, Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal intimasse Kléber Cabral a prestar depoimento. A decisão foi sigilosa. O presidente da Unafisco não sabia em que condição iria depor - se como testemunha ou investigado. Kléber Cabral foi ouvido pela Polícia Federal na tarde desta sexta-feira (20) por videoconferência. O teor do depoimento não foi divulgado por causa do sigilo da investigação. Presidente da Unafisco se torna investigado após criticar inquérito sobre suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo Jornal Nacional/ Reprodução Em nota, divulgada no início da noite, a Unafisco afirmou que Kléber Cabral foi ouvido na condição de investigado no âmbito do chamado inquérito das fake news, apenas em razão das declarações concedidas à imprensa na quarta-feira (18); e que, conforme informado pela autoridade policial, o procedimento tramita sob sigilo, razão pela qual o presidente da entidade não poderá comentar o conteúdo do depoimento neste momento. Na noite desta sexta-feira (20), entidades divulgaram manifestações em apoio ao presidente da Unafisco. O Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado e o Instituto Servir Brasil afirmaram que acompanham o caso e que a liberdade de expressão e o exercício do mandato associativo são prerrogativas essenciais ao funcionamento do Estado democrático de direito. A Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais enfatizou a relevância da atuação independente das carreiras fiscais. A Confederação Nacional dos Servidores Públicos manifestou preocupação com a convocação por declarações públicas e destacou a proteção constitucional à liberdade de manifestação. A Delegacia Sindical de São Paulo do Sindifisco Nacional declarou solidariedade a Kléber Cabral. LEIA TAMBÉM Andréia Sadi: Auditor confirmou que acessou dados de parente de Gilmar Mendes, diz presidente da Unafisco Presidente da Unafisco que criticou investigação do STF depõe à PF após determinação de Moraes PF investiga vazamento de dados de ministros do STF; operação mira funcionários da Receita Federal

Palavras-chave: vazamento de dados

Mundo se reúne na Índia para discutir futuro da IA

Publicado em: 20/02/2026 21:32

Lula diz que quer negociar terras raras com Trump Na Índia, a cúpula sobre impacto da inteligência artificial entrou no segundo dia, com foco em investimentos e clientes. O mundo se reuniu na Índia para discutir o futuro da inteligência artificial. E chegou de tuk tuk, no caos constante do trânsito de Nova Déli. É a tradição que às vezes salva a mobilidade. Mas depois de desembarcar tudo dentro do centro de convenções, aponta para o futuro. Como o sistema japonês de refrigeração para computação quântica. O Aritra Sarkar explica que o poderoso e pequeno chip na ponta precisa de um ambiente a - 270ºC para entregar o poder de processamento que a IA precisa. Projetos mais visualmente atrativos são os favoritos do público. Robôs guiados por inteligência artificial ainda causam frisson, atraem multidões por lá. Mas a revolução pode estar atrás de um simples banner, em um conceito novo que uma startup está apresentando de como pretende mudar o sistema financeiro de países para bilhões de pessoas. Os indianos querem que a IA mude a segurança. Um sistema está em teste em polícias estaduais. Ainda não resolve crimes, diz Jaya Prakoki, mas dá uma mãozinha com o cruzamento de dados, como detalhes de ocorrências e reconhecimento facial. Mais de 600 startups estão no evento querendo vender o futuro, hoje. E governos também entram na disputa. Enquanto os presidentes discutem rumos, limites, democratização e regulação da IA, em uma área, eles querem captar investimentos e clientes. Mundo se reúne na Índia para discutir futuro da IA Jornal Nacional/ Reprodução O Brasil não levou um stand. Organizou um evento onde seis ministros apresentaram ações e visões do governo brasileiro para inteligência artificial. Em uma entrevista a uma TV local, Lula disse que quer negociar terras raras com o mundo. Esses elementos químicos são fundamentais para a fabricação de ímãs e supercondutores indispensáveis em equipamentos de alta tecnologia. O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo. Lula disse que pretende discutir o tema com o presidente americano, Donald Trump. Neste sábado (21), o brasileiro vai ser recebido pelo primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. Durante a visita de Estado, há a expectativa de que os dois líderes assinem um memorando de entendimento sobre terras raras. LEIA TAMBÉM Brasil, França e Índia se unem em defesa da regulação mundial da inteligência artificial Em discurso na cúpula sobre o impacto da IA, Lula destaca a dualidade da tecnologia e defende a regulamentação das big techs

Dedé Santana recebe alta médica, em Goiânia

Publicado em: 20/02/2026 21:06

Dedé Santana é internado em Goiânia O humorista Dedé Santana, de 89 anos, recebeu alta médica nesta sexta-feira (20). Ele foi internado no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira de Goiás (Hugol) após acordar indisposto, segundo o Espetáculo Abracadabra, do qual faz parte. Dedé voltou ao hotel e deve retomar a agenda no sábado (21). Em nota, a assessoria informou que a equipe médica optou pela realização de exames para uma avaliação completa do quadro clínico (veja nota completa abaixo). ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp De acordo com a assessoria do artista, os resultados dos exames foram tranquilizadores. Dedé permanecerá em repouso até retomar os compromissos da agenda. Dedé Santana recebe alta médica após ser internado em Goiânia Divulgação/Redes sociais LEIA TAMBÉM: Dedé Santana é internado em Goiânia Dedé Santana e Diego Hypólito apresentam o circo musical 'Abracadabra' em Goiânia Dona Ruth prepara festa com tema de circo para o aniversário do neto Léo, filho de Marília Mendonça e Murilo Huff Internação O artista, que se apresentará no Reder Circus em Abracadabra no dia 28 de fevereiro, em Goiânia deu entrada no hospital no início da manhã. Ao g1, Wander Rabelo, sócio de Dedé em outras unidades circenses, afirmou que "ele teve uma oscilação de pressão". A assessoria ainda agradeceu as manifestações de carinho, mensagens e orações recebidas ao longo do dia. Segundo o comunicado, Dedé retorna normalmente às apresentações do Abracadabra Circo Musical, com sessões às 17h e 20h. Musical Abracadabra Dedé Santana e Diego Hypolito se encontram em Goiânia para o circo musical “Abracadabra”, idealizado por Frederico Reder. Apontado como a única experiência do gênero com padrão Broadway no país, o espetáculo conta com orquestra ao vivo acompanhando os cantores durante toda a apresentação. O musical une tecnologia à magia do circo com telão de led de 100m² e mais de 250 refletores de luzes interativas que compõem o espetáculo com malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos. Nota O humorista Dedé Santana recebeu alta médica no início da noite desta sexta-feira (20), após atendimento no Hugol – Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira, em Goiânia. O artista deu entrada na unidade hospitalar pela manhã, depois de apresentar uma indisposição. Por precaução, a equipe médica, em comum acordo com a produção do Abracadabra Circo Musical, optou pela realização de exames para uma avaliação completa do quadro clínico. Com os resultados considerados tranquilizadores, Dedé foi liberado e segue para o hotel, onde permanecerá em repouso. A previsão é que neste sábado ele retorne normalmente às apresentações do Abracadabra Circo Musical, com sessões às 17h e 20h. A produção do espetáculo agradece as inúmeras manifestações de carinho, mensagens e orações recebidas ao longo do dia, assim como a atenção e o respeito da imprensa, que acompanharam o caso com responsabilidade. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Palavras-chave: tecnologia

Tremembé, Areias e Jambeiro têm queda de empregos formais em 2025, aponta estudo da Unitau/Caged

Publicado em: 20/02/2026 20:42

Levantamento mostra cenário do mercado de trabalho no Vale Tremembé registrou o fechamento de 1.112 vagas formais de emprego em 2025. Os dados são do levantamento do Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais da Universidade de Taubaté (Nupes/Unitau), com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Segundo o estudo, o resultado tem relação com o perfil de cidade-dormitório, característico de municípios com menor proporção de empregos formais em relação à população - leia mais abaixo. A retração representa uma queda de 18,94% em relação a 2024, a maior registrada entre as cidades analisadas. Na sequência aparecem Areias, com redução de 9,94%, e Jambeiro, com queda de 8,2% nos postos de trabalho. Além da diminuição das vagas, Tremembé também figura entre os municípios com menor proporção de empregos formais em relação à população. O índice é de 8,9%, ficando atrás apenas de Arapeí (7,1%) e Potim (6,07%). Cidade de Tremembé. Reprodução/TV Vanguarda Para o Nupes, essa relação entre número de empregos e população é um indicador importante para entender o papel econômico das cidades. Municípios com baixa proporção tendem a ter perfil de cidade-dormitório, como é o caso de Tremembé, enquanto outros funcionam como polos de atração de trabalhadores. Em Taubaté, por exemplo, a proporção de empregos formais em relação à população chega a 27,7%. Já em São José dos Campos, o índice é ainda maior: 29,2%. De acordo com o Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais da Universidade de Taubaté, o levantamento deve contribuir para análises sobre os rumos do mercado de trabalho na região, especialmente diante das transformações provocadas pelo avanço da inteligência artificial. O que dizem as prefeituras? A Prefeitura de Tremembé informou, em nota, que cerca de 50% das vagas fechadas no ano passado estão relacionadas ao encerramento de contratos temporários da administração pública e de vínculos firmados por meio de processos seletivos.Ainda segundo a gestão municipal, as reposições já foram realizadas por meio de concurso público. A Prefeitura de Areias informou que o setor público é o principal empregador do município. Segundo a gestão, a cidade não possui indústrias de grande ou médio porte, e o comércio aparece como o segundo maior gerador de empregos. A administração destacou ainda que os dados devem ser analisados em conjunto com informações sobre MEIs, já que muitos trabalhadores atuam como prestadores de serviço, o que influencia os índices de empregos formais. A Pefeitura de Jambeiro também foi procurada pelo g1 e aguardamos retorno. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Palavras-chave: inteligência artificial

Governador do TO faz ultrapassagem em local proibido durante gravação de anúncio de obra; VÍDEO

Publicado em: 20/02/2026 20:28

Wanderlei Barbosa é flagrado cometendo infração gravíssima em vídeo em vídeo publicitário O governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) foi filmado cometendo uma infração gravíssima de trânsito ao anunciar obras em uma rodovia estadual. As imagens, publicadas na tarde desta sexta-feira (20), mostram o político realizando uma ultrapassagem sobre linha amarela contínua enquanto passava pela ponte do Rio Tocantins, próximo a São Salvador do Tocantins. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ultrapassar sobre pontes ou em locais com linha amarela contínua é uma infração gravíssima (leia mais abaixo). Dentro do veículo também estavam o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), Amélio Cayres (Republicanos), e o presidente da Câmara Municipal de Palmas (Republicanos), Marilon Barbosa, irmão do governador. Ambos aparecem nas imagens sem o uso do cinto de segurança. O g1 solicitou posicionamento ao Governo do Estado, à Câmara Municipal de Palmas e à Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), questionando a situação dos políticos no trânsito. No entanto, não houve retorno de nenhuma das partes até a última atualização desta reportagem. No registro, Wanderlei Barbosa fala sobre o orgulho de assinar uma ordem de serviço de mais de R$ 18 milhões para a reconstrução de trechos viários. “Ainda não sabemos como está o estado total dessa rodovia, mas vamos deixá-la reconstruída e pronta para o uso, da mesma maneira que vai para Paranã”, afirmou no vídeo. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Vídeo gravado durante anúncio registrou infração de trânsito Reprodução/Instagram de Wanderlei Barbosa LEIA TAMBÉM: O que se sabe sobre o adolescente que vai receber R$ 60 mil de indenização por perder testículo ao levar chute em escola O que se sabe e o que falta esclarecer sobre estupro em frente à viatura e base de segurança Relatório da CGU aponta 'indicativo de risco de sobrepreço' na reconstrução de ponte que desabou entre TO e MA Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ultrapassar sobre pontes ou em locais com linha amarela contínua é uma infração gravíssima. A penalidade inclui sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa de R$ 1.467,35, valor que pode ser multiplicado. Esta manobra é considerada uma das mais perigosas por ser a principal causa de colisões frontais. Ainda de acordo com o CTB, o transporte de passageiros sem o cinto de segurança, é considerado infração grave. A penalidade inclui multa de R$ 195,23 e a perda de cinco pontos na CNH. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Palavras-chave: câmara municipal

Cabo da PM é afastado após chutar as costas e derrubar adolescente no Carnaval de Campo Grande

Publicado em: 20/02/2026 20:26

Vídeo mostra policial chutando jovem em faixa de pedestre durante o Carnaval A Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) afastou o cabo da Polícia Militar que chutou e derrubou uma adolescente de 15 anos durante o Carnaval, em Campo Grande. O caso aconteceu na madrugada de terça-feira (17), último dia de festa na cidade. A Polícia Militar abriu um inquérito para investigar as circunstâncias da ação. Segundo o secretário estadual de Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, o policial ficará afastado até o fim da investigação, que deve ser concluída em até 30 dias. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Videira informou que, durante a investigação, tanto o agente quanto os outros policiais da equipe serão ouvidos. O secretário disse que o militar tinha histórico considerado positivo, mas teve uma conduta contrária às normas da corporação. “O policial tinha comportamento classificado como excepcional, mas teve uma conduta contrária às doutrinas policiais. Também estamos analisando fatores como o tempo de trabalho e o nível de estresse no momento da ocorrência”, disse o secretário. Adolescente relata agressão O vídeo da agressão viralizou nas redes sociais. As imagens mostram a adolescente atravessando a faixa de pedestres quando é atingida por trás e cai no chão. Veja o vídeo acima. Ao g1, a adolescente disse que sente dores, principalmente no braço, e que não recebeu ajuda após cair. Segundo ela, os policiais que faziam a segurança se aproximaram após uma discussão e começaram a agredi-la e à irmã com cassetetes. “Eles já vieram batendo o cassetete em mim e na minha irmã. Depois, um policial mandou a gente ir embora. Quando virei as costas, ele me deu um chute e eu caí”, relatou. Agressão no Carnaval Polícia abre investigação Em nota, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS) confirmou a agressão e informou que soube do caso por meio do vídeo divulgado nas redes sociais. A PMMS afirmou que não concorda com desvios de conduta nem com ações fora das normas internas. Segundo a corporação, se houver excessos, os responsáveis poderão sofrer sanções previstas em regulamento. A Polícia Militar também afirmou que ações individuais não representam o padrão da tropa durante o Carnaval. Segundo a instituição, o policiamento foi reforçado e contou com tecnologias como drones e portais de segurança. Gif policial chutando jovem em MS Redes sociais Braço de adolescente ficou machucado após agressão Diogo Nolasco/ TV Morena Jovem atravessava faixa de pedestre quando foi vítima de agressão policial. Redes sociais/ Reprodução Veja vídeos de Mato Grosso do Sul

Palavras-chave: tecnologia

Unafisco diz que presidente depôs à PF como investigado após declaração à imprensa

Publicado em: 20/02/2026 18:27

Presidente da Unafisco presta depoimento à PF Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco) disse em comunicado que o presidente da entidade, Kleber Cabral, prestou depoimento à Polícia Federal nesta sexta-feira (20) na "condição de investigado". O depoimento, prestado por videoconferência por 1 hora, ocorreu em um desdobramento do inquérito que apura a divulgação de fake news. A oitiva foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A TV Globo apurou que, no depoimento, Cabral prestou esclarecimentos sobre as colocações que fez ao participar do Estúdio i. Na quarta-feira (18), Cabral deu entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, e fez críticas à operação da PF contra auditores da Receita Federal por suspeita de vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo. Na entrevista, o presidente da Unafisco afirmou que medidas impostas aos auditores alvos da operação constrangem a categoria e impactam diretamente sua atuação (assista ao vídeo abaixo). "Esse tipo de medida busca humilhar, constranger e amedrontar. Se você perguntar hoje quem está disposto a organizar um grupo de fiscalização para investigar autoridades, provavelmente não encontrará ninguém. Tornou-se menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades da República", declarou. É menos arriscado fiscalizar PCC do que altas autoridades da República, diz presidente da Unafisco Leia a íntegra da nota da Unafisco "O presidente da Unafisco Nacional, auditor-fiscal Kléber Cabral, prestou depoimento hoje, de modo remoto, à Polícia Federal. Ele foi ouvido na condição de investigado no âmbito do chamado Inquérito das Fake News, apenas em razão das declarações concedidas à imprensa na quarta-feira, 18 de fevereiro. Conforme informado pela autoridade policial, o procedimento tramita sob sigilo, razão pela qual o presidente da entidade não poderá comentar o conteúdo do depoimento neste momento." A operação da PF contra auditores Na terça-feira (17), a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em Salvador, em Guarujá e São José do Rio Preto. As medidas foram determinadas por Moraes a partir de uma representação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os quatro alvos da operação tiveram os celulares apreendidos, foram afastados da função pública e vão usar tornozeleira eletrônica. Eles também tiveram os passaportes cancelados e estão proibidos de sair do país. Os quatro foram ouvidos pela polícia e podem responder por violação de sigilo funcional, acesso indevido a sistemas de informação e vazamento de dados sigilosos. Na quinta-feira (19), a Receita Federal afastou de cargo de chefia auditor que foi alvo de operação sobre o acesso ilegal a dados de ministros do STF e parentes. Na entrevista à GloboNews, o presidente da Unafisco afirmou que um auditor da Receita confirmou ter acessado dados de um parente do ministro Gilmar Mendes, mas negou que se tratassem de informações sigilosas de contas bancárias. Segundo ele, o auditor — que atua no interior de São Paulo — foi ouvido pela administração da Receita e relatou que fez um acesso em novembro do ano passado para verificar se a pessoa era uma conhecida de longa data com o mesmo sobrenome. “Pode fazer isso? Não pode”, disse Cabral. De acordo com o presidente da Unafisco, o auditor não ultrapassou a tela inicial de vínculo de parente, relacionada a uma declaração de 2008. “Ele só ficou naquela telinha inicial. Quem é que vai querer pegar dados de alguém de 2008 para acessar hoje?”, afirmou. Cabral disse ainda que o servidor negou ter acessado dados sigilosos de contas bancárias e disse que o caso “não tem absolutamente nada a ver com os fatos que estariam sendo investigados”. O STF declarou que a operação foi autorizada depois que "foram constatados diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema da Receita Federal e o vazamento das informações sigilosas". Em nota, a Receita Federal afirmou que uma auditoria está em andamento e que irregularidades já detectadas foram comunicadas ao relator do caso no Supremo; que os sistemas são rastreáveis e permitiram identificar acessos indevidos.

Palavras-chave: vazamento de dados

Operação contra 'núcleo político' do CV no Amazonas apreende carros de luxo, dinheiro e documentos

Publicado em: 20/02/2026 18:26

Veículos sâo apreendidos em operação da polícia no AM Celulares, eletrônicos, documentos, dinheiro em espécie e ao menos três veículos, incluindo um carro de luxo, foram apreendidos durante a operação Erga Omnes, deflagrada pela Polícia Civil do Amazonas para investigar a atuação do chamado “núcleo político” do Comando Vermelho no estado. As informações foram obtidas pela Rede Amazônica e ainda não há um balanço oficial da quantidade de bens apreendidos. Na operação, a polícia cumpriu 14 mandados de prisão, sendo oito deles no Amazonas. Entre os presos, estão a ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus e um servidor do Tribunal de Justiça do estado. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Os bens foram apreendidos em endereços ligados aos investigados em Manaus. A polícia ainda investiga de que forma os bens eram usados na operação do grupo. Segundo a polícia, a organização criminosa movimentou cerca de R$ 70 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano desde 2018, e atuava em conjunto com traficantes do Amazonas e de outros estados. As investigações apontam que os suspeitos facilitavam a contratação de empresas de fachada nos setores de transporte e logística. Na prática, essas empresas seriam usadas para comprar drogas na Colômbia e enviá-las a Manaus. Da capital amazonense, os entorpecentes seriam distribuídos para outras unidades da federação. Os investigados devem responder por organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e violação de sigilo funcional. Veículos apreendidos em operação que mira 'núcleo político' do Comando Vermelho Lucas Macedo/g1 AM LEIA TAMBÉM: Prints mostram conversas entre suspeitos do 'núcleo político' do CV e servidor do Tribunal de Justiça do AM CV trava guerra com PCC por rotas do tráfico na Amazônia após exterminar facção que já foi 3ª maior do Brasil Manaus vira epicentro do crime organizado na Amazônia, aponta relatório internacional Quem são os alvos da operação Ao todo, oito pessoas foram presas no Amazonas e seis fora do estado. Confira quem são os detidos no AM: Izaldir Moreno Barros – servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas. A polícia aponta que ele recebia pagamentos para fornecer informações sigilosas de processos em segredo de Justiça, o que teria beneficiado o grupo criminoso. Adriana Almeida Lima – ex-secretária de gabinete de liderança na Assembleia Legislativa do Amazonas. Relatórios de inteligência financeira indicam transações milionárias ligadas ao esquema; Anabela Cardoso Freitas – investigadora da Polícia Civil que integra a Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus e foi chefe de gabinete do prefeito David Almeida. A investigação diz que ela teria movimentado cerca de R$ 1,5 milhão em favor da facção por meio de empresas de fachada; Alcir Queiroga Teixeira Júnior – investigado por participação no esquema financeiro que movimentava valores suspeitos para a organização criminosa; Josafá de Figueiredo Silva – ex-assessor parlamentar de vereador, apontado pela polícia como parte da rede de influência do grupo; Osimar Vieira Nascimento – policial militar preso sob suspeita de envolvimento com as atividades do núcleo político investigado; Bruno Renato Gatinho Araújo – preso no Amazonas e incluído na lista de investigados pela operação. Ronilson Xisto Jordão – preso em Itacoatiara por suposta participação no esquema. Lucila Costa Meireles, presa fora do Amazonas, também é apontada como integrante do núcleo político. Ela já exerceu cargos de assessoria parlamentar, inclusive na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas e na Câmara Municipal de Manaus. Segundo a polícia, Lucila se apresentava como advogada sem ter registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e atuava como lobista do grupo. Mensagens analisadas indicam que ela e outra suspeita teriam pago propina a um servidor do Judiciário para obter e repassar informações de processos que tramitavam em segredo de Justiça. Além de Allan Kleber, outros oito investigados são considerados foragidos. Entre eles está Núbia Rafaela Silva de Oliveira, ex-assessora parlamentar do vereador Elisansandro Bessa (PSB). A investigação aponta que ela atuava como advogada do grupo e trabalhava em conjunto com Lucila Costa Meireles para dificultar o andamento das apurações. Relatórios e mensagens extraídas de celulares indicam que Núbia foi contratada por Allan Kleber e participava de conversas sobre pagamentos a servidores do Judiciário para acompanhar e agilizar processos de interesse da organização. Infográfico mostra como funcionava o esquema do Comando Vermelho no AM Arte/g1 A defesa de Anabela Cardoso Freitas informou que ela não possui qualquer relação com organizações criminosas nem com os demais investigados. A defesa destacou ainda que ela é servidora pública concursada e reconhecida pela idoneidade. O g1 tenta ainda localizar a defesa dos outros alvos da operação. Procurado, o Tribunal de Justiça do Amazonas informou que já adotou medidas administrativas em relação ao servidor citado na operação. A Corte afirmou que preza pela legalidade, pela transparência e pela integridade e que não compactua com condutas incompatíveis com os deveres funcionais. Já a Universidade do Estado do Amazonas declarou que não se responsabiliza por atos praticados por servidores fora do âmbito institucional. Sobre Adriana Almeida Lima, a instituição esclareceu que eventuais ações realizadas fora das dependências da universidade e do exercício das atividades acadêmicas são de responsabilidade exclusiva da professora. A UEA reafirmou compromisso com a ética, a legalidade e as normas que regem o serviço público. Em nota, a Polícia Militar do Amazonas informou que o cabo preso na operação da Polícia Civil do Amazonas vai responder pelos procedimentos na Justiça e também aos trâmites administrativos na corporação. Segundo a PM, foi instaurado procedimento na Diretoria de Justiça e Disciplina. A instituição afirmou ainda que colabora com as investigações e não compactua com desvios de conduta. Já a Prefeitura de Manaus informou que não é alvo da operação realizada na sexta-feira (20). De acordo com a nota, nem o prefeito David Almeida nem a estrutura administrativa do município fazem parte da investigação. A prefeitura declarou que mantém compromisso com a legalidade e a transparência e que eventuais servidores investigados responderão individualmente por seus atos, conforme a lei. A Câmara Municipal de Manaus orientou que os questionamentos sejam direcionados aos gabinetes dos vereadores onde os investigados trabalharam. A reportagem aguarda o retorno da Assembleia Legislativa do Amazonas. Anabela Cardoso Freitas, policial e ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus, é presa

Palavras-chave: câmara municipal

Colômbia autoriza candidatura representada por IA nas eleições legislativas

Publicado em: 20/02/2026 18:02

Computador exibe Gaitana, uma inteligência artificial representada nas redes sociais como uma mulher de pele azul e tanga de penas, que participará como candidata às eleições legislativas da Colômbia em Bogotá RAUL ARBOLEDA / AFP Com voz robótica e pele azul, Gaitana IA concorre simultaneamente ao Senado e à Câmara de Representantes, para representar a Circunscrição Especial Indígena no Legislativo. Seu criador, Carlos Redondo, explicou à RFI como surgiu o projeto da candidata. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp “Nas nossas comunidades, o ego do líder, do personagem, não existe. Cacique é o ancião que vai de casa em casa, de família em família, buscando consenso, buscando colocar as pessoas de acordo. Começamos a estudar toda essa nossa cosmovisão. O único passo que faltava era digitalizá-la”, conta Redondo.  Registrar uma IA como candidata não é legal na Colômbia. Por isso, o Conselho Nacional Eleitoral autorizou que Redondo e outro representante humano ocupem os assentos e repitam as decisões de consenso geradas por Gaitana.  Redondo explica que a plataforma é participativa. Os usuários enviam temas, a IA os sintetiza e, em seguida, coleta as opiniões de todos. Com base na maioria, ela toma uma decisão e da mesma forma atuará ao votar projetos de lei, caso seja eleita.   “Se há um projeto de lei, a Gaitana compartilha, reduz o conteúdo. Se for uma lei de 200 páginas, ela reduz a cinco infográficos, compartilha com toda a comunidade de Gaitana – que hoje já reúne mais de 10 mil integrantes, entre indígenas e afrodescendentes – e essas pessoas começam a opinar”, detalha. O criador acrescenta que a IA contabiliza as opiniões e o lado que tiver 50% mais um alcança consenso.   Mas o que aconteceria se a maioria dos usuários decidisse boicotar as decisões propostas? “Se o próprio consenso decidir que sim, que é o correto, nós, como legisladores, teremos que respeitar. É possível que isso aconteça, embora precise ser uma maioria bastante significativa – seriam necessárias cerca de 6 mil pessoas tentando sabotar Gaitana para que isso ocorresse”, responde seu criador.  Com apenas três pequenos servidores, Redondo afirma que o impacto ambiental da IA será mínimo. Ele reconhece que a tecnologia ainda é limitada em termos de segurança de dados e na capacidade de lidar com um grande volume de opiniões divergentes. Segundo ele, o projeto é, sobretudo, uma proposta antissistema.  “Nós analisamos, nos últimos quatro anos, todos os projetos de lei apresentados na Colômbia, e os mais escandalosos são homenagens à arepa com ovo [um prato típico da culinária colombiana]. É uma vergonha a maneira como essas pessoas legislavam. Então, está bem: [vamos]desumanizar isso e começar a humanizar com dados. Dentro da unidade de trabalho de um congressista, há uma equipe inteira que Gaitana não precisará, e já colocamos nos estatutos que ela renuncia a todos esses benefícios”, afirma Redondo.  Ainda é difícil medir o alcance da iniciativa, muito apoiada por jovens. Pesquisas indicam que apenas um terço dos eleitores com menos de 24 anos pretende votar.

Justiça da Paraíba decreta falência da Braiscompany, empresa envolvida em golpe de mais de R$ 1 bilhão

Publicado em: 20/02/2026 17:52

Antônio Ais Neto em uma das sedes da empresa Divulgação/Braiscompany O juiz Cláudio Pinto, da Vara de Feitos Especiais de Campina Grande, decretou a falência da Braiscompany e de três outras empresas que fazem parte do grupo, que estão envolvidas em golpes somados de mais de R$ 1 bilhão. As informações foram obtidas a partir do documento da sentença que o g1 teve acesso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A sentença, assinada em 6 de fevereiro, se baseia em alguns pontos, entre eles o fato de Antônio Neto Ais e Fabrícia Cândido, casal dono da empresa, terem sido condenados por crimes contra o sistema financeiro e estarem presos na Argentina. O juiz também pontuou que as sedes das empresas estão fechadas e desativadas, além de haver mais de 5 mil ações judiciais contra o grupo no país. A sentença ressaltou que abandono das atividades do conglomerado sem deixar representante ou recursos para pagar credores, caracterizando ato típico de falência. A falência foi decretada para as seguintes empresas: Braiscompany Soluções Digitais e Treinamentos Ltda; Braistech Centro de Inovação e Tecnologia Ltda; Brais Games Software Ltda; Brais Holding Participações Ltda. A decisão determina a coleta de todos os bens, livros e documentos das empresas, além da lacração dos estabelecimentos, para preservar o patrimônio da massa falida. Também foi ordenada a suspensão das ações e execuções contra as empresas, centralizando a cobrança no processo falimentar (procedimento para organizar a liquidação do patrimônio da empresa e distribuir o que for arrecadado entre os credores). Os representantes legais devem apresentar também a relação de credores da Braiscompay em até 10 dias. Após isso, erá publicado edital com prazo de 15 dias para habilitação de créditos e 10 dias para impugnações. Com a decretação da falência, o juiz determinou um prazo de 90 dias que pode permitir a revisão de atos praticados pelas empresas que tenham prejudicado credores. Uma outra empresa foi nomeada administradora judicial da massa falida da Braiscompany. Essa empresa deverá assumir formalmente o encargo, apresentar proposta de honorários e conduzir a arrecadação dos bens. O advogado Bernardo Ferreira, que protocolou a ação para falência da Braiscompany junto à Justiça comentou que a decisão "foi um passo importante no sentido de satisfazer os débitos da empresa" e que "existem passos a serem passos dados no processo", mas que "essa é a "única forma de "se alcançar um dia algum ressarcimento aos credores da empresa". Junta Comercial, Receita Federal, Ministério Público Federal e Fazendas Públicas vão ser comunicados formalmente sobre a falência para que nos registros dos órgãos conste a informação. Entenda o caso Argentina autoriza extradição no caso Braiscompany Antônio Inácio da Silva Neto, mais conhecido como Antônio Ais, e a esposa, Fabrícia Farias, sócios da empresa de criptoativos Braiscompany, foram presos no dia 29 de fevereiro, na cidade de Escobar, na Argentina. Em dezembro, a Justiça da Argentina autorizou a extradição de Antônio Neto e Fabrícia Farias. Ainda não há data definida para o retorno deles. O tribunal argentino também registrou que período de detenção de Antonio Neto Ais deverá ser computado no processo brasileiro. Os dois devem ser extraditados para o Brasil, para o cumprimento das penas, que, somadas, chegam a 150 anos de reclusão. O casal desviou cerca de R$ 1,11 bilhão e fez mais de 20 mil clientes como vítimas na captação de investimentos para a Braiscompany. A sede da empresa ficava estabelecida em Campina Grande. A empresa, idealizada pelo casal, era especializada em gestão de ativos digitais e soluções em tecnologia blockchain. Os investidores convertiam seu dinheiro em ativos digitais, que eram “alugados” para a companhia e ficavam sob a gestão dela pelo período de um ano. Os rendimentos dos clientes representavam o pagamento pela locação dessas criptomoedas. A Braiscompany prometia um retorno financeiro ao redor de 8% ao mês, uma taxa considerada irreal pelos padrões usuais do mercado. Milhares de moradores de Campina Grande investiram suas economias pessoais na empresa, motivados pelo boca a boca entre parentes, amigos e conhecidos. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Palavras-chave: tecnologia