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Extremismo afeta populações mais vulneráveis, diz Marina Silva

Publicado em: 13/11/2025 18:39

Ministros da região Amazônica anunciam volta de comissão para preservação da floresta A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou nesta quinta-feira (13) que a COP30 acontece em um momento marcado por tensões geopolíticas que colocam à prova o multilateralismo. “O avanço do unilateralismo e de discursos extremistas compromete a estabilidade global e aprofunda injustiças, afetando sobretudo as populações mais vulneráveis”, disse a ministra. ➡️ Multilateralismo é quando vários países trabalham juntos para resolver problemas que afetam todos, como o clima ou a paz mundial — é a essência do esforço nas COPs. Os ministros do Meio Ambiente de países que têm a Amazônia em seu território participaram de um encontro no estande da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). São eles: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. COP30: Durante encontro com ministros do Meio Ambiente de países que têm a Amazônia em seu território, Marina Silva fala sobre ameaçaao multilateralismo. MMA Soberania ameaçada Ao lado do ministro venezuelano, mas sem citar um país específico, a ministra falou sobre solidariedade a governos com a soberania ameaçada. “Multilateralismo é sinônimo de cooperação, de solidariedade e, sobretudo, de respeito à autodeterminação de cada povo. Nesse sentido, somos todos solidários com qualquer um de nós que seja atacado em sua soberania”, afirmou a ministra. O ministro do Ecossocialismo da Venezuela, Ricardo Molina, disse que o país está vivendo “condições duras” com uma “ameaça bélica constante”. Mas afirmou que as ameaças não irão avançar porque “o povo venezuelano está preparado para enfrentar qualquer tipo de condição”. 👉🏽 Entenda: o governo Trump protagonizou uma escalada de tensões com o regime Maduro, que prepara táticas de guerrilha contra eventual ataque direto dos EUA. Colômbia proíbe mineração na Amazônia A ministra do Meio Ambiente da Colômbia, Irene Vélez Torres, fez um “convite” aos participantes do encontro. Ela afirmou que a Colômbia foi o primeiro país a declarar o seu território amazônico como “zona de reserva de recursos naturais renováveis”, uma zona “livre da mineração”. Segundo Torres, 42% do território do país é de floresta amazônica. A ministra colombiana também reforçou a importância de combater o narcotráfico e os crimes ambientais na região. Encontro no estande da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) reúne ministros do Meio Ambiente da Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. MMA Retorno de comissão especial entre os países No encontro, os ministros anunciaram o retorno da Comissão Especial para o Clima e Meio Ambiente, um trabalho de cooperação entre os oito países para a preservação da floresta. No escopo, já estão tecnologias de monitoramento da vegetação. “Temos um painel técnico-científico voltado para o monitoramento da Amazônia, para servir de base na formulação de políticas públicas tanto em relação à mudança do clima, à biodiversidade, aos recursos hídricos e pesqueiros”, disse Marina.

Palavras-chave: tecnologia

Câmara arquiva denúncia de cassação de Izaque Silva por quebra de decoro parlamentar em Presidente Prudente

Publicado em: 13/11/2025 18:36

Câmara de Presidente Prudente arquiva um dos processos contra o vereador Izaque Silva As denúncias que pediam a cassação do mandato do vereador Izaque Silva (PL) foram arquivadas pela Câmara Municipal de Presidente Prudente (SP). As votações ocorreram em duas sessões extraordinárias realizadas nesta quarta (12) e quinta-feira (13). O processo por quebra de decoro parlamentar foi aberto após o vereador ter ofendido os denunciantes com xingamentos durante uma sessão no dia 30 de junho deste ano. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Segundo a Câmara Municipal, no decorrer da apuração dos fatos, Izaque já havia feito um pedido de desculpas, aceito por todos os vereadores. Mesmo assim, as comissões realizaram o fechamento dos trabalhos e encaminharam ao plenário, que foi soberano. As denúncias foram aprovadas no dia 12 de agosto, após terem sido investigadas por duas Comissões Processantes de Inquéritos, que tiveram 90 dias para ouvir os envolvidos e requisitar documentos. Conforme o Legislativo, no primeiro dia, a Comissão Processante (CP) foi formada pelo presidente da Câmara, Cesar Saito Babu (PP), o vereador e relator Edgar Caldeira (União Brasil) e o membro Demerson Dias (Republicanos). O resultado teve 10 votos favoráveis contra 3 ao arquivamento. Já no segundo dia, a CP foi constituída pelos vereadores Demerson Dias, como presidente, Cesar Saito Babu, como relator e Guilherme Alencar (Republicanos), como membro. O arquivamento se deu após votação, com 9 votos a favor contra 4, julgando a denúncia improcedente. Câmara arquiva denúncia de cassação de Izaque Silva, vereador do PL de Presidente Prudente (SP) Gustavo Luz/TV TEM Quem é Izaque Silva? Conforme apurado pela TV TEM, Izaque Silva é natural de Pirapozinho e formado em Gestão Pública. Casado com Lucimara Rodrigues Silva, com quem tem 4 filhos. Foi vereador por oito mandatos no município de Presidente Prudente, sendo o mais votado nas eleições de 2012 e 2016, com 3.761 e 3.791 votos, respectivamente. Ele foi presidente da Câmara Municipal no Biênio 2009/2010 e Deputado Federal em 2014, com 33.724 votos, levando a condição de suplente na Câmara Federal. Onde ocupou o cargo de Deputado Federal de janeiro de 2017 a fevereiro de 2018. Câmara arquiva denúncia de cassação de Izaque Silva, vereador do PL de Presidente Prudente (SP) Reprodução/Câmara Municipal Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região

Palavras-chave: câmara municipal

Municípios do Acre são condenados a pagar R$ 400 mil por irregularidades em cavalgadas

Publicado em: 13/11/2025 18:19

Equipamentos que machucam os animais, como esporas, foram flagradas durante o evento Foto: Reprodução/MP-AC Por conta de irregularidades nas Cavalgadas de 2024, os municípios de Cruzeiro do Sul e Mâncio Lima, ambos no interior do Acre, foram condenados a pagar, ao todo R$ 400 mil em indenizações devido à constatação de uso de esporas e chicotes, reservatórios de água improvisados, entre outras irregularidades. (Confira mais abaixo) O Estado também foi incluído no processo e condenado por suposta negligência de órgãos fiscalizadores. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Ao g1, a Secretaria de Estado da Casa Civil e a Secretaria de Estado de Indústria Ciência e Tecnologia (Seict), organizadoras do evento, juntamente com a Procuradoria-Geral do Estado do Acre (PGE-AC), afirmaram que não foram notificados sobre o assunto. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Já o Procurador Geral de Cruzeiro do Sul, Raphael Sanson, e o Procurador Geral de Mâncio Lima, Stanley Smith, também afirmaram que os municípios ainda não foram notificados (Confira o posicionamento mais abaixo). Conforme a acusação do Ministério Público do Acre, o evento causou danos coletivos de natureza ambiental e moral aos municípios. As indenizações serão revertidas ao Fundo Especial do Ministério Público do Estado do Acre (Funemp-AC), e destinados a projetos de proteção e defesa do meio ambiente. Entre os maus-tratos apontados pelas equipes e descritos em um relatório do Núcleo de Apoio Técnico (NAT) estão: Uso de materiais e equipamentos vedados no evento, como espora e chicotes; Reservatórios de água improvisados ao longo do trajeto; Ausência de barreiras físicas adequadas para separação entre os participantes da Cavalgada e o trânsito regular de veículos; Invasão da área destinada aos animais por motocicletas; Inexistência de barreiras físicas para delimitar a área destinada aos cavalos e cavaleiros Riscos à integridade física dos pedestres; Consumo de bebidas alcoólicas por participantes e a dispersão desorganizada de animais. Recomendações Antes dos eventos, o MP afirma que fez recomendações tanto para a cavalgada em Cruzeiro do Sul quanto em Mâncio Lima, com medidas preventivas para garantir a segurança e o bem-estar dos animais, como a divulgação do itinerário, a exigência de documentação sanitária, o fornecimento de água e alimento aos animais. "As provas apresentadas pelo estado, demonstraram a omissão que, por meio de seus órgãos fiscalizadores, deixou de cumprir o dever de proteção ambiental e de tutela da fauna", alega o órgão. A Justiça reconheceu a responsabilidade solidária dos entes públicos e condenou ambos ao pagamento de R$ 200 mil por danos morais coletivos. Cavalgada em 2024 A Cavalgada da Expoacre Juruá, ocorrida em 4 de agosto, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, reuniu quase 10 mil pessoas de acordo com números divulgados pelo governo. O percurso iniciou na rotatória do Bairro Cohab e finalizou no estádio Arena do Juruá. Já a XIX Cavalgada Hermecílio Barreto Lima de Mâncio Lima, interior do Acre, foi festejada em 26 de maio. Evento fez parte da programação de comemoração do aniversário de 47 anos da cidade. Na festividade, brigas causadas pela ingestão de álcool foram registradas. Reveja os telejornais do Acre

Palavras-chave: tecnologia

Relator dá parecer favorável à cassação do mandato da vereadora Brisa Bracchi

Publicado em: 13/11/2025 18:06

Brisa Bracchi (PT), na Câmara Municipal de Natal Otávio Augusto/Câmara Municipa de Natal O relator da Comissão Especial Processante da Câmara Municipal de Natal, Fulvio Saulo (Solidariedade), deu parecer favorável para à cassação do mandato da vereadora Brisa Bracchi (PT). O relatório final da comissão foi concluído nesta quinta-feira (13). O processo que pede a cassação da vereadora foi aberto em agosto, protocolado pelo vereador Matheus Faustino (União), que apontou que a parlamentar teria usado R$ 18 mil de emendas impositivas para financiar um evento que celebrou a prisão do ex-presidente Bolsonaro (PL). A alegação é de que o evento teve cunho político. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Em nota, a vereadora Brisa Bracchi disse que a decisão do relator foi tomada cerca de 24 horas depois das alegações finais da defesa e que o ele ignorou "grande parte das alegações apresentadas pela defesa, bem como os depoimentos e outros documentos apresentados, reforçando o processo de perseguição política". (Veja, mais abaixo, a nota completa da vereadora). Segundo o vereador Fulvio Saulo, o relatório foi concluído nesta semana porque há um prazo de 90 dias para o encerramento do processo. Comissão Especial que vai analisar pedido de cassação de Brisa Bracchi é definida "Caso a gente não cumpra isso nos 90 dias, o processo finda e todo esse trabalho não vai valer de nada. Ele perde juridicamente a competência, e a gente pode jogar por água abaixo", explicou. O documento tem previsão de ser votado pelos membros da comissão na segunda-feira (17), às 9h, para posterior votação dos 29 vereadores. A convocação para plenário deve ser feita até o dia 19, segundo o relator. "O nosso entendimento é pela cassação, entendendo que a vereadora descumpriu o que diz as normas, o nosso regimento interno à respeito da questão do decoro parlamentar", disse o relator. Segundo o relator, a defesa apontou que "a denúncia tinha cunho de perseguição política e de gênero, por ela ser mulher". "E essas argumentações fogem efetivamente do fato de ela ter destinado uma emenda para um evento cultural. E, próximo do evento acontecer, usou-se a prisão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro como efetivamente o foco principal do evento", disse. Para o Fulvio, ela cometeu um ato que compromete a imagem da Câmara e da sociedade. "Existem regramentos, como a lei de licitação, que é utilizada pela Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), por exemplo, que diz como deve ser usado para eventos. Então, não é porque o evento é público que tem que ter uma regra específica - a lei de licitação já diz. Esse regramento não foi seguido na hora que ela efetivamente convocou a sociedade para ir para um evento que teria cunho político". O que diz a vereadora Brisa Em nota, a vereadora reafirmou que a decisão final cabe ao Plenário da Câmara Municipal de Natal, "espaço legítimo de manifestação da vontade popular expressa nas urnas". A vereadora informou que a defesa dela é "técnica, sólida e consistente", e demonstra "de forma clara que não há qualquer prova que sustente um pedido de cassação". "Estamos confiantes na força da verdade, da democracia, da análise isenta do conjunto dos vereadores e do apoio popular que sustenta esse projeto coletivo", citou. A vereadora convocou ainda "todas e todos que acreditam na justiça, na democracia e na defesa do voto popular para seguirem atentos e mobilizados" e disse que segue "firme, de cabeça erguida, ao lado da verdade e da justiça". Vídeos mais assistidos do g1 RN

Palavras-chave: câmara municipal

Blue Origin lança supernave New Glenn pela 2ª vez, com satélites que vão estudar Marte

Publicado em: 13/11/2025 17:57

Blue Origin, de Jeff Bezos, lança supernave New Glenn A Blue Origin, do bilionário Jeff Bezos, fez nesta quinta-feira (13) o segundo lançamento da New Glenn, sua nave mais poderosa e que concorre com a Starship, da SpaceX, de Elon Musk. O rival parabenizou Bezos no X, depois da decolagem. Elon Musk, dono da SpaceX, parabeniza o rival Jeff Bezos e a Blue Origin pelo segundo voo da supernave New Glenn Reprodução/X Esta foi a primeira missão paga da supernave, que tem altura equivalente a 32 andares. Ela não teve tripulantes. A viagem foi financiada pela Nasa, a agência espacial americana, para levar ao espaço dois satélites Escapade, que vão estudar o planeta Marte. A decolagem aconteceu por volta das 18h (horário de Brasília) na Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, na Flórida, nos Estados Unidos. Pouco depois da partida, como programado, o propulsor da New Glenn se separou do veículo e pousou em uma plataforma no Oceano Atlântico, a 600 km do local de lançamento. Essa manobra falhou em janeiro, no voo inaugural da supernave, devido a uma falha no motor. Supernave New Glenn, da empresa de Jeff Bezos, pousa na plataforma Por volta das 18h30, durante sua trajetória fora da Terra, a New Glenn soltou os satélites Escapade no espaço. Os dois satélites deverão fazer uma viagem de 22 meses até Marte. A chegada ao Planeta Vermelho é esperada para setembro de 2027. Dali em diante, os satélites deverão orbitar Marte em conjunto, durante 11 meses. A ideia é analisar como os ventos solares — fluxos de partículas carregadas de alta energia vindas do Sol — interagem com o campo magnético do planeta e como essa interação pode contribuir para a perda da tênue atmosfera marciana. Blue Origin New Glenn lançamento REUTERS/Steve Nesius Quanto a Nasa pagou A Nasa pagou US$ 18 milhões (cerca de R$ 95 milhões) à Blue Origin, segundo a agência Reuters, que citou dados do governo americano. Toda a viagem da Escapade custou US$ 55 milhões (quase R$ 300 milhões), o que, ainda de acordo com a Reuters, é um preço modesto comparado aos programas espaciais de bilhões de dólares da agência espacial americana. Lançamento New Glenn sexta-feira (13) REUTERS/Steve Nesius O CEO da Blue Origin, Dave Limp, disse que a equipe tem trabalhado em outras oito cápsulas e vários motores para a New Glenn e falou sobre a parceria da empresa com a Nasa. "Essa missão representa o que a Nasa faz de melhor: parcerias e a capacidade de ser um pouco mais ousada, realizando projetos científicos a um custo que antes não era possível alcançar". "O objetivo é alcançar um ritmo muito mais rápido à medida que aprendemos com cada um desses voos. Então, vamos continuar acelerando conforme avançamos." Além da carga da Nasa, a New Glenn também carregou uma tecnologia de demonstração da empresa privada de satélites Viasat. Lançamento New Glenn REUTERS/Joe Skipper New Glenn decola para segundo teste no espaço Reprodução Propulsor da nave New Glenn volta para a Terra Reprodução Propulsor da missão New Gleen pousa em plataforma no mar Reprodução Reveja o 1º voo da New Glenn, em janeiro: Blue Origin lança novo foguete New Glenn

Palavras-chave: tecnologia

Com plano de fechamento gradual, Hosmac segue com atendimento a mais de 3 mil pacientes: 'Nada muda'

Publicado em: 13/11/2025 17:48

Após repercussão sobre possível fechamento, Hosmac seguirá em funcionamento Após a repercussão de um plano que prevê o fechamento gradual do Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac), em Rio Branco, a Secretaria de Saúde (Sesacre) informou, nesta quinta-feira (13), que os atendimentos continuam normalmente. O Hosmac é o único hospital do Acre voltado exclusivamente ao atendimento psiquiátrico. Segundo a Sesacre, a unidade faz cerca de 3 mil atendimentos por mês, com uma média de 150 por dia. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Atualmente, 11 pacientes vivem internados, sendo sete deles abandonados pelas famílias. Alguns estão há até 40 anos no local. A unidade atende tanto casos de emergência quanto pacientes em tratamento contínuo. O Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) possui ainda uma ala psiquiátrica com 18 leitos, conforme a Sesacre. A discussão sobre o futuro do hospital voltou à tona quando o Ministério Público Estadual (MP-AC) e a Saúde firmaram um acordo, no início do mês, com o objetivo de melhorar e ampliar a Rede de Atenção Psicossocial (Raps). O acordo busca garantir mudanças na política de saúde mental e reduzir internações e fortalecer o atendimento comunitário. (Veja detalhes abaixo) O possível fechamento da unidade gerou reação imediata entre parlamentares e usuários da rede. O secretário estadual de Saúde, Pedro Pascoal, informou que qualquer mudança no modelo de atendimento só ocorrerá quando a rede de saúde mental do Acre estiver plenamente estruturada. Hospital de Saúde Mental do Acre faz mais de 3 mil atendimento mensais Júnior Aguiar/Sesacre "Enquanto não houver uma rede estruturada, o Hosmac continuará funcionando. Nosso compromisso é fortalecer o atendimento nos municípios, com a criação e habilitação de novos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e leitos regionais. Mas, neste momento, nada muda, os pacientes continuarão sendo atendidos no hospital”, afirmou nesta quinta. Pascoal acrescentou que trabalha em parceria com o MP-AC para habilitar novos leitos psiquiátricos no interior, como nas regionais do Juruá e Alto Acre, e criar residências terapêuticas para pacientes de longa permanência. “Hoje temos 11 pacientes considerados moradores. A ideia é desinstitucionalizar, com acompanhamento próximo e reinserção social assistida. Mas pra isso, precisamos da rede funcionando, e ela ainda não está”, completou. Secretário de Saúde, Pedro Pascoal, confirmou em entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (13) que o Hosmac continuará funcionando normalmente Júnior Andrade / Rede Amazônica Protesto Ainda na manhã desta quinta, familiares de pacientes e funcionários do hospital cobraram explicações e pediram a continuidade dos atendimentos durante um protesto. Com cartazes com pedidos de apoio, os manifestantes disseram temer que o fechamento da unidade deixe pessoas sem o acompanhamento adequado. Raimunda Lima, mãe de um paciente de 38 anos que tem esquizofrenia, relatou que o filho depende do hospital para se estabilizar. “Peço ajuda ao Samu, à polícia e eles têm que algemar ele porque é violento. Aí trazem ele pro Hosmac, que é quando melhora. Minha rotina é do hospital pra casa, não tenho vida. Não consigo dormir e tenho que tomar cinco remédios para ficar bem. As mães que cuidam dos filhos sofrem demais, a maioria nem tem o apoio dos pais”, lamentou. LEIA MAIS: No AC, governo estuda acabar com Hospital de Saúde Mental e reforçar Caps: ‘vai ter que mudar’ Pacientes reclamam de falta de medicamentos no Hospital de Saúde Mental em Rio Branco Hosmac funciona sem barreira para proteção de pacientes e servidores contra a Covid-19, aponta CRM O enfermeiro José Maria, que atua há 12 anos no Hosmac, disse os pacientes e servidores vivem com receio e insegurança. “A gente vive o dia a dia dos nossos pacientes e acompanha tudo de perto. Se fechar o hospital, as famílias vão sofrer bastante porque tem paciente que tem familiar adoecendo junto. Nossa preocupação maior é com os pacientes e com a população que depende dessa unidade”, contou. Familiares de pacientes e funcionários do hospital estiveram em frente ao Hosmac na manhã desta quinta-feira (13) para cobrar explicações Aline Pontes/Rede Amazônica Entenda o caso O debate sobre o fechamento do Hosmac não é recente. Em 2019, o governo chegou a discutir a transformação da unidade em um hospital geral, com leitos psiquiátricos integrados, seguindo as diretrizes da Lei Federal nº 10.216, de 2001, que determina a substituição gradual dos hospitais psiquiátricos por serviços comunitários, como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps). À época, o governo reconhecia a necessidade de reformular o atendimento em saúde mental, mas enfrentava falta de estrutura e pacientes em situação de abandono. Seis anos depois, o cenário pouco mudou, o Estado ainda depende do Hosmac para atender casos graves e segue sem rede suficiente para absorver a demanda. No início do mês, com a assinatura do acordo, Estado entregou ao MP-AC e ao Judiciário um plano de ação, que define regras, prazos e quem será responsável por cada etapa. Entre as medidas pactuadas estão: Reativação do Grupo Condutor Estadual da Raps Implementação de um programa de educação permanente e qualificação profissional Qualificação do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Outras Drogas III (Caps AD III) Implantação de seis leitos de saúde mental em unidades hospitalares Elaboração de um Plano Estadual de Desinstitucionalização, que prevê o fechamento gradual da unidade de saúde O plano prevê ampliar e fortalecer o Centro de Convivência e Cultura (Cecco) Arte de Ser. Também inclui ajustes no atendimento de urgência e emergência em saúde mental e a criação de um modelo de cofinanciamento da Raps. A Sesacre deve executar as ações, a Promotoria de Justiça fará o monitoramento, com acompanhamento do Judiciário. O acordo quer garantir que as políticas de saúde mental sigam os princípios da reforma psiquiátrica e da atenção psicossocial. Também assegura que o cuidado às pessoas com transtornos mentais e em situação de vulnerabilidade seja contínuo e completo. VÍDEOS: g1

Palavras-chave: vulnerabilidade

Governo quer compensação financeira entre empresas para que estabelecimentos aceitem todos cartões de vale-refeição

Publicado em: 13/11/2025 17:47

G1 em 1 minuto: novas regras do governo para vale-refeição e vale-alimentação O secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Francisco Macena, afirmou nesta quinta-feira (13) que o governo busca uma solução tecnológica para que as empresas de vale-refeição façam compensações financeiras de modo que os restaurantes aceitem quaisquer bandeiras de cartões. Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um decreto que regulamenta as mudanças no vale-refeição e alimentação. 💳Entre as alterações, foi instituída a chamada "interoperabilidade", para permitir que qualquer maquininha de cartão passe a aceitar vales de todas as bandeiras. ⏱️O prazo para que essa regra comece a valer é de 360 dias. Em entrevista ao g1, Macena explicou que, com a mudança, o trabalhador que recebe o benefício não precisará mais ficar procurando em qual estabelecimento está credenciado seu vale. Ou seja, a ideia é que qualquer restaurante que aceite o benefício receba o pagamento independentemente da bandeira. "O restaurante é só credenciado da Alelo, por exemplo, e meu vale é VR. O restaurante recebe meu VR, registra dentro do sistema da Alelo e a Alelo recompensa o VR. Tem uma câmara de compensação entre todas as empresas que qualquer restaurante independente da bandeira que esteja credenciada receba todas e aquilo é compensado. Hoje, com a tecnologia, é totalmente possível fazer isso", disse o secretário. O secretário citou como exemplo o que ocorre atualmente no sistema das empresas de ônibus em São Paulo. "Você pega qualquer ônibus com bilhete único, são várias empresas, não é uma empresa só, e o trajeto que você andou isso vai para uma pizza única e depois distribui o pedaço dessa pizza para cada um segundo sua parte. É como aconteceria", explicou Macena. "Tem várias soluções no mercado, temos que estabelecer qual é a governança, tem critério de transparência. Isso vai ser costurado com todas as empresas, aliás, todo esse processo a gente costurou com todas as empresas", emendou. Outras mudanças Além da interoperabilidade, o decreto assinado na terça-feira pelo presidente Lula também prevê: criação de um teto de 3,6% na taxa cobrada de restaurantes por empresa de vale-refeição. As empresas terão 90 dias para se adequar a essas regras; prazo máximo de 15 dias para repasse dos valores pagos – entra em vigor em 90 dias. Atualmente, esse prazo é de até 30 dias após a transação, em média, podendo chegar a 60 dias; determinação para que os sistemas de pagamento com mais de 500 mil trabalhadores deverão migrar para o modelo de arranjo aberto em até 180 dias; proibição de práticas consideradas abusivas, como: deságios, descontos, benefícios indiretos, prazos incompatíveis com repasses pré-pagos; e vantagens financeiras não relacionadas à alimentação, com vigência imediata; e obrigação das empresas beneficiárias de orientar os trabalhadores e cumprir todas as normas do programa. Após o anúncio das mudanças, a Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), que reúne mais de 20 empresas do segmento, criticou o decreto. Segundo a associação, as novas regras "ameaçam a essência do programa social, fragilizam a fiscalização da alimentação e reduzem controle dos benefícios". O secretário Macena afirmou que houve um processo de amplo diálogo com todo o setor e que o governo vai continuar o dialogando com toda a cadeia. "Agora, a prerrogativa de normatizar, a prerrogativa de acompanhar e fiscalizar é uma prerrogativa do governo, destinada ao Ministério do Trabalho a fiscalização e criou-se um comitê gestor com a Fazenda e Casa Civil para promover as regulamentações", disse. "Hoje, a Fazenda tem condição de acompanhar o desempenho financeiro dessas empresas para a gente não tomar nenhuma medida que inviabilize o programa, que não é nosso interesse, e também exercer as fiscalizações devidas contra benefícios indevidos, promoções, contra uso de um recurso que tem incentivo fiscal para objetivos que fogem ao objetivo central do programa", disse. Segundo Macena, atualmente são cerca de 740 mil estabelecimentos credenciados entre bares, restaurantes e supermercados. Com as alterações, há um potencial de se chegar a mais de dois milhões de empresas elegíveis para utilizar o benefício. Muitas dessas empresas, de acordo com o secretário, no momento não aceitam o vale pelas restrições atuais como taxa, prazo e critérios de credenciamento. "A gente vai rever todo o processo de credenciamento. O comitê gestor vai debruçar sobre o credenciamento das empresas. Novas empresas querem entrar no programa e deixar claro também que os critérios de credenciamento do estabelecimento que fornece a refeição, a alimentação, é uma responsabilidade de todos, todos vão ter que cumprir os mesmos critérios de credenciamento", disse. Ele afirmou ainda que as normas de fiscalização valerão para todos, que terão de respeitar as regras. "Com a tecnologia, nós temos condições de ampliar substantivamente para combater qualquer tipo de fraude", afirmou o secretário-executivo. "Não estamos inviabilizando nenhuma empresa de operar, pelo contrário. Estamos criando condições iguais para que todas possam operar, para que tenha competitividade e abra o mercado, preservando o direito dessas empresas continuarem atuando", concluiu. VA e VR: atualmente, são cerca de 740 mil estabelecimentos credenciados entre bares, restaurantes e supermercados. Marcelo Camargo/Agência Brasil

Palavras-chave: tecnologia

ONU cobra plano do governo para corrigir falhas de segurança e infraestrutura na COP30

Publicado em: 13/11/2025 17:46

COP: Profissionais da saúde fazem marcha e confusão é registrada na Blue Zone A Organização das Nações Unidas (ONU) cobrou ao governo brasileiro uma reação rápida para solucionar falhas de segurança e problemas estruturais que têm afetado a COP30, em Belém. A demanda foi feita em uma carta enviada pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC) a Rui Costa, ministro da Casa Civil (que coordena as atividades relacionadas à cúpula), e a André Corrêa do Lago, presidente da conferência. O envio da carta foi divulgado pela agência Bloomberg e confirmado posteriormente pela GloboNews. No documento, o secretário-executivo Simon Stiell relata que a tentativa de invasão ocorrida na noite de terça-feira, quando um grupo estimado em 150 ativistas entrou no pavilhão, deixou feridos, causou danos e expôs "brechas graves" no controle do evento. Ele destaca que o efetivo policial estava no local, mas não conteve a ação, e menciona que, na manhã seguinte, novos protestos ocorreram dentro de uma área que deveria ser restrita. "Isso contraria o plano de segurança", diz ele na carta. O texto descreve ainda uma série de vulnerabilidades, entre elas: portas sem monitoramento, contingente de segurança abaixo do necessário e ausência de garantias de resposta rápida das forças federais e estaduais. A ONU também chama atenção para problemas de infraestrutura registrados nos últimos dias, como: calor excessivo em pavilhões, falhas de climatização, infiltrações provocadas pelas chuvas e riscos associados a água próxima de instalações elétricas. "Diversas delegações expressaram séria preocupação com relação às más condições dos escritórios disponibilizados", diz o texto. "Agradeceria se fosse possível elaborar um plano, a ser comunicado às delegações, sobre como as condições nos escritórios das delegações serão melhoradas até o final do dia. A transparência em nosso processo é de suma importância", concluiu Stiell. Resposta da Casa Civil Ao g1, a Casa Civil da Presidência da República afirmou que “todas as solicitações da ONU têm sido atendidas” após o protesto que marcou o segundo dia da COP30. O órgão, que coordena as atividades relacionadas à cúpula, afirmou que não esteve envolvido "na tomada de decisão das forças de segurança pública referente aos protestos” e que “a segurança interna da Blue Zone está a cargo do Departamento das Nações Unidas para Segurança e Proteção (UNDSS, na sigla em inglês). Segundo o governo, representantes das esferas federal e estadual se reuniram na quarta-feira, 12, com o UNDSS para “a reavaliação dos meios e quantitativos policiais para preservação dos perímetros de segurança Laranja e Vermelha da COP30”, que, de acordo com a nota, “também foram ampliados”. A Casa Civil informou ainda que houve “ampliação do espaço intermediário entre as Zonas Azul e Verde para aumentar a prevenção de incidentes semelhantes”, além de atuação conjunta da Força Nacional e da Polícia Federal nesse trecho. A nota também cita o “fortalecimento do perímetro com instalação de gradis, barreiras metálicas e estruturas de contenção adicionais em pontos vulneráveis”. Sobre o conforto térmico, a Casa Civil diz que houve “instalação de novos aparelhos de ar-condicionado nas tendas” e envio de “unidades adicionais do modelo sprint nas salas com falhas de climatização”. A pasta afirmou ainda que “não houve alagamento do local do evento, e sim ocorrências localizadas, como goteiras”. Segundo o governo, os vazamentos registrados no Media Center e no Posto de Saúde 2 foram causados “por rompimento de calhas”, que já teriam sido “prontamente reparados, com substituição e vedação das estruturas”. A Casa Civil informou que todas as questões operacionais vêm sendo tratadas “diariamente nos pontos de controle realizados em conjunto com a UNFCCC”, o que, segundo a nota, garante “a correção contínua de temas inerentes a um evento dessa dimensão”. Como foi o protesto O incidente ocorreu por volta das 19h20 na terça, logo depois da entrevista coletiva que apresentou o balanço do dia. Um grupo com dezenas de pessoas tentou invadir a blue zone. Os manifestantes passaram pelas portas do pavilhão e tentaram avançar rumo aos espaços onde estavam os participantes da conferência. Eles foram impedidos e acabaram entrando em confronto com os seguranças da COP. Um porta-voz da ONU para Mudanças Climáticas informou ao g1 que equipes de segurança brasileiras e da ONU seguiram todos os protocolos estabelecidos e conseguiram conter a situação. As autoridades dos dois órgãos investigam o caso. "O local está totalmente seguro, e as negociações da conferência continuam normalmente", afirmou o porta-voz da ONU. "O incidente causou ferimentos leves em dois seguranças e pequenos danos à estrutura do local". A pedido da ONU, a Polícia Federal vai instaurar inquérito para investigar a invasão. Imagens das câmeras externas e internas da blue zone foram requisitadas e serão analisadas. Arábia Saudita trava negociações sobre plano para transição energética, dizem observadores da COP30 Manifestantes invadem área da COP30 Ronaldo Brito/Globo Amapá Vídeos do protesto mostram que a tentativa de invasão começou com a aproximação de um grupo que usava trajes indígenas. Eles passaram pelos portões da entrada principal e pela área das máquinas de raio-x. Eles se espalharam pelo saguão, perto da área de credenciamento. Logo na sequência, outros manifestantes carregando bandeiras de coletivos estudantis e faixas de protesto contra a exploração de petróleo chegaram ao espaço da blue zone e também foram contidos pelos seguranças. Protesto na COP Anderson Coelho/Reuters Após correria e bloqueio interno, os manifestantes foram retirados do espaço e as pessoas com credenciais puderam deixar o pavilhão. A segurança foi reforçada com o deslocamento de carros da Polícia Militar. Não há informações de detidos. O secretário extraordinário da COP30, Valter Correia, afirmou que a organização da conferência estava tomando todas as providências sobre o tema. "A ONU tem todos os seus protocolos de segurança. (...) Nós fazemos os pactos pacíficos de convivência com os movimentos e eles (segurança da ONU) estão aqui para garantir a segurança", afirmou. Após a confusão, autoridades federais e da ONU se reuniram para discutir o incidente. A entrada de trabalhadores noturnos no pavilhão foi adiada. Após a confusão, autoridades federais e da ONU se reuniram para discutir o incidente. A entrada de trabalhadores noturnos no pavilhão foi adiada. Barbara Carvalho/GloboNews Marcha Saúde e Clima nega relação Nesta tarde, o parque onde ocorre a COP foi o destino final da Marcha Global Saúde e Clima. A organização da Marcha informou ao g1 Pará que cerca de 3 mil pessoas participaram da caminhada em um percurso de 1,5 km. "As organizações que integram a Marcha Global Saúde e Clima vêm a público esclarecer que não têm qualquer relação com o episódio ocorrido na entrada da Zona Azul da COP30 após o encerramento da marcha", informaram os organizadores do evento. A Marcha saiu da Avenida Duque de Caxias até a sede da COP30. A manifestação envolveu médicos, enfermeiros, estudantes, lideranças indígenas e representantes de movimentos sociais pedindo políticas de saúde pública. Homem ferido na testa na COP30. Lizandra Rodrigues Seguranças isolam área na Blue Zone. Paula Paiva Paulo

Palavras-chave: vulnerabilidade

Seguro-fiança, fiador, caução ou fiança digital: qual escolher?

Publicado em: 13/11/2025 16:06

Cada modelo tem vantagens e limitações Crédito: Divulgação Em um mercado imobiliário cada vez mais competitivo, escolher a garantia certa pode definir a velocidade e a segurança de um contrato de aluguel. Entre caução, fiador, seguro-fiança e fiança digital, as diferenças vão muito além do custo: cada modelo impacta diretamente o bolso do inquilino, a proteção do proprietário e a agilidade das imobiliárias. Antes de escolher, é preciso entender as diferenças entres as quatro principais opções e avaliar qual é a melhor modalidade para cada caso. Com a digitalização acelerando processos e reduzindo burocracias, a escolha da fiança locatícia digital tem sido a mais procurada. Caução: tradição e simplicidade, mas dinheiro parado O caução continua sendo o modelo mais tradicional do mercado. Nessa modalidade, o inquilino precisa depositar antecipadamente o equivalente a até três meses de aluguel, valor que fica retido em uma conta judicial ou da administradora durante todo o período da locação. É uma solução simples, que dispensa análise de crédito complexa e costuma ser aprovada rapidamente. No entanto, o principal problema é a imobilização do capital, ou seja, o dinheiro fica parado e não cobre todas as despesas do contrato, como multas, IPTU ou condomínio. Além disso, em alguns casos, há disputas sobre a devolução do valor ao fim do contrato. Seguro-fiança: cobertura ampla, mas custo elevado O seguro-fiança é um produto tradicional do mercado segurador, que vem passando por digitalização em 2025. Ele dispensa o depósito inicial e amplia a proteção ao proprietário, cobrindo não apenas aluguéis, mas também taxas e encargos do imóvel. Apesar da segurança que oferece, o custo é considerado alto, podendo chegar a dois ou três aluguéis por ano. Além disso, tem a burocracia na contratação e no tempo de análise, o que pode atrasar a aprovação do contrato. Outro ponto crítico é a demora no repasse ao proprietário em caso de inadimplência, o que afeta o fluxo de caixa de quem depende dessa renda. Fiador: modelo em declínio A figura do fiador, uma das mais antigas garantias locatícias, vem perdendo espaço, especialmente nas grandes cidades. O processo costuma ser demorado, envolve análise de bens e comprovação de renda, além de gerar constrangimento ao inquilino, que precisa pedir a terceiros que assumam o risco da locação. Embora não haja custo direto para o locatário, a burocracia é alta, a aprovação é lenta e há risco de conflito pessoal caso ocorra inadimplência. Fiança locatícia digital: agilidade e segurança em um só produto A fiança locatícia digital representa a evolução do setor. Com tecnologia de análise de crédito instantânea, assinatura eletrônica e integração direta com plataformas imobiliárias, o modelo oferece uma experiência totalmente online, do cadastro à aprovação. A aprovação ocorre em minutos, sem imobilizar capital, e o custo costuma ser menor que o do seguro-fiança. As coberturas também são mais amplas, podendo incluir danos, encargos e taxas adicionais. Para as imobiliárias, o processo digital reduz vacância e acelera o fechamento de contratos. Outro diferencial é a velocidade de pagamento ao proprietário em caso de inadimplência, considerada a mais rápida entre todas as modalidades. Por ser uma solução recente, ainda exige um trabalho de educação junto a alguns proprietários que não conhecem a robustez do modelo. Sobre a Liveb Bank S/A A Liveb Bank fiança locatícia combina aprovação ágil, assinatura eletrônica e coberturas sob medida, ajudando imobiliárias a ocupar mais rápido e inquilinos a entrarem no imóvel sem caução. Hoje já são mais de 15 mil contratos emitidos e a meta é chegar a 100 mil até o fim de 2026. Com a maior cobertura do mercado e repasse de valores mais rápido que qualquer outra modalidade, a Liveb Bank redefine o padrão de segurança no aluguel residencial.

Palavras-chave: tecnologia

Qual garantia de aluguel escolher em 2025?

Publicado em: 13/11/2025 16:04

Caução, título de capitalização, seguro-fiança e fiança locatícia digital: qual escolher? Crédito: Divulgação Alugar um imóvel em 2025 se tornou um processo altamente competitivo. Com a redução da vacância nas principais capitais e um público cada vez mais conectado, a escolha da garantia locatícia deixou de ser mera formalidade e, agora, ela pode agilizar ou até mesmo atrasar a assinatura do contrato. Atualmente, quatro modalidades concentram a maior parte das locações: caução, título de capitalização, seguro-fiança e fiança locatícia digital. Cada uma apresenta seus prós e contras, influenciando diretamente o orçamento do inquilino, a segurança do proprietário e a rotina das imobiliárias. Com tantas opções, como saber qual é a melhor? Entenda as diferenças, avaliando os prós e contras de cada modalidade. Caução Este é o modelo mais tradicional, que costuma exigir até três meses de aluguel depositados antecipadamente. Prós: simplicidade, dispensa análise complexa, rápido de implementar. Contras: imobiliza o caixa do inquilino (dinheiro parado em uma conta judicial ou da administradora), não cobre todas as despesas do contrato e, em alguns casos, gera disputa sobre a devolução. Título de capitalização Nesta opção, o inquilino compra um título e, ao final, se não houver sinistro, pode resgatar o valor, corrigido de forma modesta. Prós: previsibilidade para ambas as partes e possibilidade de resgate. Contras: baixa rentabilidade e alto custo de oportunidade, pois o dinheiro fica parado. Além disso, a cobertura só vai até o valor aportado, o que pode não ser suficiente em caso de inadimplência prolongada ou danos ao imóvel. Seguro-fiança Produto tradicional do mercado de seguros, o seguro-fiança passa por um processo de digitalização em 2025, mas ainda enfrenta alguns desafios. Embora seja amplamente reconhecido, muitos inquilinos o evitam devido ao custo recorrente, enquanto imobiliárias apontam dificuldades operacionais que geram atritos no processo. Prós: elimina depósito inicial, amplia coberturas (aluguéis, multas, IPTU, condomínio), padroniza proteção para o proprietário. Contras: custo elevado (até 2 ou 3 aluguéis por ano em forma de prêmio), maior burocracia, demora na análise de crédito, aprovação mais lenta em alguns casos, e a principal queixa do mercado: o pagamento ao proprietário em caso de inadimplência pode demorar meses, afetando o fluxo de caixa da imobiliária e do dono do imóvel. Fiança locatícia digital (Liveb Bank) Esta é a inovação mais recente, que combina tecnologia, análise de crédito instantânea e assinatura eletrônica. Prós: aprovação em minutos, sem imobilizar capital; onboarding 100% online; facilidade para imobiliárias integrarem o processo em suas plataformas; as maiores coberturas do mercado, com pacotes que superam seguros tradicionais. Outro diferencial é a velocidade de pagamento ao proprietário, mais rápida que qualquer outra modalidade. Isso significa mais segurança para quem aluga e mais tranquilidade para as imobiliárias. Contras: como é um produto novo, alguns proprietários ainda não estão familiarizados e precisam ser educados sobre a robustez da garantia. Relatórios recentes indicam que o seguro-fiança e a fiança digital impulsionam o crescimento do setor em 2025, com destaque para o avanço das soluções digitais, que ganham espaço ao oferecer mais rapidez, escalabilidade e conveniência. Para imobiliárias que administram centenas de contratos por mês, reduzir o tempo de vacância em apenas algumas semanas pode significar milhões de reais em receita adicional. Seja qual for a opção escolhida, é essencial avaliar com atenção as coberturas, possíveis franquias, limites e regras de sinistro. Sobre a Liveb Bank S/A A Liveb Bank fiança locatícia combina aprovação ágil, assinatura eletrônica e coberturas sob medida, ajudando imobiliárias a ocupar mais rápido e inquilinos a entrarem no imóvel sem caução. Hoje já são mais de 15 mil contratos emitidos e a meta é chegar a 100 mil até o fim de 2026. Com a maior cobertura do mercado e repasse de valores mais rápido que qualquer outra modalidade, a Liveb Bank redefine o padrão de segurança no aluguel residencial.

Palavras-chave: tecnologia

Tecnologia financeira garante processo de locação mais simples e eficiente

Publicado em: 13/11/2025 16:01

Mercado imobiliário vive uma virada digital Crédito: Divulgação Nas últimas décadas, o mercado imobiliário brasileiro registrou poucos avanços no que diz respeito às garantias locatícias. No entanto, com o crescimento das fintechs (empresas que combinam tecnologia e finanças para oferecer serviços financeiros digitais), uma revolução tecnológica começa a transformar esse panorama. A aplicação de inteligência artificial, automação e soluções seguras de dados está tornando o processo de locação mais ágil e eficiente. A Liveb Bank se destaca como uma das principais empresas à frente dessa transformação. Blockchain e IA Soluções que utilizam tecnologia blockchain possibilitam registros invioláveis de contratos e transações, aumentando a confiança entre as partes e diminuindo o risco de fraudes e disputas. Com o apoio da inteligência artificial, as análises de crédito tornam-se mais ágeis e precisas. Em vez de se basearem apenas no histórico bancário, as plataformas passam a considerar centenas de variáveis comportamentais, o que amplia o acesso à locação e contribui para reduzir a inadimplência. Automação e segurança A automação reduz o tempo entre a aprovação e a assinatura do contrato. A Liveb Bank, por exemplo, consegue liberar garantias em até 24 horas, tornando o processo mais ágil para imobiliárias e proprietários. Com o uso de contratos digitais, autenticação segura e integração com cartórios e registros, a locação digital ganha confiabilidade e transparência. O avanço tecnológico no setor imobiliário mostra que inovação pode representar mais segurança. Sobre a Liveb Bank S/A A Liveb Bank S/A oferece a solução ideal para imobiliárias, proprietários e inquilinos que buscam agilidade e confiança na hora de fechar negócios. A Análise Instantânea combina tecnologia avançada e dados dos principais birôs de crédito, garantindo assertividade em cada decisão.

Investigado por matar ex a facadas dentro de casa em MG é indiciado: ‘Crime brutal motivado por sentimento de posse’, diz polícia

Publicado em: 13/11/2025 16:00

Elaine Ribeiro São José de 38 anos foi morta dentro de casa Redes sociais A Polícia Civil indiciou o homem de 48 anos investigado por matar a ex-companheira em São Francisco, no Norte de Minas. Elaine Ribeiro São José, de 38 anos, foi morta dentro de casa com vários golpes de faca no dia 2 de novembro. (Leia mais abaixo) O suspeito foi preso em flagrante momentos após o crime e permanece no sistema prisional. As investigações da Polícia Civil apontaram que ele agiu de forma premeditada. 📲Clique aqui para seguir o canal do g1 Grande Minas no WhatsApp “O suspeito teria se aproveitado de um momento de vulnerabilidade da vítima, que estava em repouso dentro de casa, para atacá-la. Após os três primeiros golpes, a mulher ainda tentou se defender, mas foi novamente contida e atingida”. Os laudos periciais constataram múltiplas lesões cortantes e contusas. O inquérito da Polícia Civil foi concluído com indiciamento do homem por feminicídio qualificado, por meio que dificultou a defesa da vítima e motivo fútil, majorado por descumprimento de medida protetiva. Segundo a PCMG, o suspeito já havia sido preso por descumprir uma medida imposta pela Justiça, mas obteve alvará de soltura. No dia 24 de outubro, foi expedido um mandado de prisão para o cumprimento de uma pena de três anos e sete meses. Ele ficou foragido por nove dias, período em que cometeu o feminicídio. “Trata-se de um crime brutal, praticado com extrema violência e motivado por um sentimento de posse. A investigação reuniu provas robustas que demonstram a premeditação e a crueldade do suspeito”, disse a delegada responsável pelo caso, Jennifer Reis, em nota enviada à imprensa. Relembre o caso O corpo de Elaine Ribeiro São José foi encontrado no quarto da residência pelo cunhado, no início da manhã de domingo (2). Ele acionou a polícia e relatou ter deixado a vítima em casa durante a madrugada, após retornarem de um evento familiar. Pela manhã, o homem tentou contato por telefone, mas Elaine não atendeu. Ao passar em frente à residência, percebeu que o portão estava entreaberto, o que causou estranheza, já que ela costumava mantê-lo fechado. Segundo a Polícia Militar, a vítima estava caída no chão, com cortes contusos na coxa. Uma faca suja de sangue foi encontrada próxima ao corpo. Os policiais também constataram marcas de sangue na cama, no chão do quarto e na sala. A PM recebeu informações de que o suspeito do crime seria o ex-marido de Elaine, que a perseguia e fazia ameaças de morte constantemente. Ele foi encontrado ingerindo bebida alcoólica em um bar e resistiu à prisão, sendo necessário o uso de técnicas de imobilização. Durante as buscas, os policiais localizaram uma bolsa contendo cartões e documentos pessoais em nome da vítima, além de um celular com capa rosa, que possivelmente pertencia à mulher. O homem admitiu ter ido até a casa da vítima, mas negou ter cometido o crime. Ao ser questionado sobre os pertences encontrados com ele, se exaltou e afirmou que não falaria mais sobre o assunto. A PM informou ainda que existiam três boletins de ocorrência registrados, nos quais ele aparece como autor e Elaine como vítima. O que é feminicídio? Vídeos do Norte, Centro e Noroeste de MG Veja mais notícias da região em g1 Grande Minas.

Palavras-chave: vulnerabilidade

Avell B.ON 16H é lançado com chip Intel e foco no mercado corporativo

Publicado em: 13/11/2025 15:47 Fonte: Tudocelular

A Avell anunciou mais uma opção de notebook para compor a sua linha B.ON de modelos corporativos. Trata-se do Avell B.ON 16H, que chega com pegada sofisticada e promete versatilidade e portabilidade. Dessa forma, ele é recomendado para profissionais que atuam nesse tipo de ambiente. De modo geral, o modelo vem com travas de privacidade dedicadas às normas da LGPD e foco em uso com vários aplicativos ao mesmo tempo. Pessoas da área da tecnologia de informação, que trabalham com base de dados e criação de códigos podem se interessas por essa novidade da marca.Segundo Vladimir Rissardi, CEO da Avell:Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: lgpdtecnologia

Morte de ex-vereador por suspeita de dengue grave é investigada

Publicado em: 13/11/2025 15:27

Wallace Victor, ex-vereador de Piau Reprodução/Redes Sociais O ex-vereador de Piau, Wallace Victor, morreu com suspeita de dengue grave na última sexta-feira (7). A vítima, de 45 anos, foi vereador por dois mandatos e presidiu a Câmara no biênio 2015/2016. Wallace estava internado no Hospital Ana Nery, em Juiz de Fora, e o laudo médico com a causa da morte ainda não foi finalizado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Segundo a Prefeitura de Piau, o óbito é investigado e, se confirmado, será a primeira morte por dengue registrada neste ano no município. Em 2025, foram registrados até o início de novembro 46 casos prováveis e 16 casos confirmados da doença. Despedida A Câmara Municipal e a Prefeitura de Piau emitiram nota de pesar em razão do falecimento do ex-vereador. Moradores, familiares e apoiadores também se manifestaram nas redes sociais. “A Câmara Municipal de Piau manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento do ex-vereador e ex-presidente desta Casa Legislativa, Wallace Esteves de Paiva, que exerceu com dedicação dois mandatos como vereador e presidiu a Câmara no biênio 2015/2016. Wallace deixa um legado de compromisso com o município e de respeito à vida pública, sendo lembrado por sua atuação firme, ética e voltada ao bem-estar da população piauense. Neste momento de dor, expressamos nossas condolências e solidariedade aos familiares e amigos, rogando a Deus que lhes conceda conforto e paz”. Prefeitura de Piau emite nota de pesar após morte de ex-vereador Reprodução/Redes Sociais Dengue em Minas Gerais Conforme dados do painel de monitoramento do Ministério da Saúde, Minas Gerais registrou em 2025: 161.275 casos prováveis de dengue; 136 mortes confirmadas por dengue; 47 óbitos em investigação. ASSISTA TAMBÉM: Liraa 2025: Juiz de Fora registra médio risco de infestação de dengue Liraa 2025: Juiz de Fora registra médio risco de infestação de dengue VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

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Ex-prefeito de São Sebastião, João Siqueira, morre aos 90 anos

Publicado em: 13/11/2025 15:13

Ex-prefeito de São Sebastião, João Siqueira, morre aos 90 anos Divulgação/Prefeitura de São Sebastião O ex-prefeito de São Sebastião, João Augusto Siqueira, morreu nesta quarta-feira (12), aos 90 anos de idade. Ele lutava contra a leucemia. A Prefeitura de São Sebastião declarou luto oficial de três dias a partir desta quinta (13). João Siqueira havia completado 90 anos justamente nesta quarta. Natural de Curitiba (PR), ele atuou como vereador entre 1988 e 1992 na cidade do litoral norte, sendo um dos responsáveis pela elaboração do Plano Diretor do município. Assumiu como prefeito da cidade em 1997 e, em 2018, foi homenageado pela Câmara Municipal pelos relevantes serviços prestados à cidade. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Palavras-chave: câmara municipal