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Primeiro a Lua, depois Marte? Por que nova missão da Nasa é importante

Publicado em: 31/03/2026 10:25

Astronautas da missão Artemis 2 da Nasa Reuters via BBC Em questão de poucos dias, a Nasa pretende lançar a missão Artemis 2, que irá enviar quatro astronautas em direção à Lua. Sua viagem em torno do nosso vizinho mais próximo abrirá o caminho para um novo pouso e, eventualmente, uma base lunar. O programa Artemis, da Nasa, exigiu anos de trabalho, envolveu milhares de pessoas e seu custo estimado, até aqui, é de US$ 93 bilhões (cerca de R$ 487 bilhões). Mas, para algumas pessoas, existe uma clara sensação de que "já estivemos lá e já fizemos isso". Mais de 50 anos atrás, as missões americanas Apollo fizeram história quando o ser humano pisou, pela primeira vez, na superfície lunar. E, com seis pousos ao todo, parecia que a Lua havia sido totalmente retirada da lista de objetivos a serem alcançados no espaço. Então, por que os EUA vêm dedicando tanto tempo, esforço e dinheiro nesta corrida para retornar ao nosso satélite natural? Artemis I é o primeiro passo para a colonização da Lua 1/3 dos brasileiros duvida da ida à Lua às vésperas de nova missão da Nasa; veja as provas científicas do feito Recursos valiosos O terreno pode parecer seco, poeirento e um tanto estéril, mas é muito mais do que isso. "A Lua tem os mesmos elementos que temos aqui na Terra", segundo a professora Sara Russell, cientista planetária do Museu de História Natural de Londres. "Um exemplo são as terras raras, que são muito escassas na Terra, e pode haver partes da Lua com concentração suficiente para permitir sua mineração." Existem também metais, como ferro e titânio, além de hélio, que é empregado para tudo, desde supercondutores até equipamento médico. Mas o recurso que mais nos atrai é o mais surpreendente: a água. "A Lua tem água capturada em alguns dos seus minerais e também quantidades substanciais de água nos polos", segundo Russell. A professora destaca que existem crateras permanentemente na sombra, onde pode se acumular gelo. Ter acesso à água é fundamental para viver na Lua. Ela não só fornece água potável, mas pode também ser repartida em hidrogênio e oxigênio, para fornecer aos astronautas ar para respirar e até combustível para espaçonaves. Pelúcia viajará com astronautas para 'avisar' sobre gravidade zero em missão histórica à Lua; entenda A corrida pela dominação do espaço As missões americanas Apollo, nos anos 1960 e 1970, foram impulsionadas pela corrida espacial entre os Estados Unidos e a União Soviética (1922-1991). E, desta vez, a concorrente americana é a China. A China vem avançando rapidamente o seu programa espacial. O país levou robôs e veículos de exploração para a Lua com sucesso e afirma que irá levar seres humanos até 2030. Ser o primeiro país a hastear sua bandeira na poeira lunar ainda traz prestígio. Mas, agora, o que realmente importa é onde você a coloca. Os EUA e a China querem ter acesso às regiões com maior abundância de recursos, o que significa garantir para si o melhor terreno lunar possível. O Tratado do Espaço Sideral das Nações Unidas de 1967 afirma que nenhum país pode tomar posse da Lua. Mas, em relação ao que for encontrado por lá, não há tanta clareza. "Você não pode ser dono de um terreno devido ao tratado da ONU, mas você pode basicamente operar naquele terreno sem interferência de ninguém", explica a primeira astronauta britânica, Helen Sharman. "Por isso, o importante agora é tentar capturar o seu pedaço de terra. Você não pode ser dono dele, mas pode usá-lo. E, quando você estiver lá, ele é seu pelo tempo que quiser." Abrir o caminho para Marte A Nasa tem seus olhos voltados para Marte e pretende enviar pessoas para lá na década de 2030. Considerando os obstáculos tecnológicos que precisam ser superados, este é um prazo bastante ambicioso. Mas é preciso começar em algum lugar e, para isso, os EUA escolheram a Lua. "Ir para a Lua e permanecer lá por um período prolongado é muito mais seguro, mais barato e mais fácil como teste para aprendermos a viver e trabalhar em outro planeta", afirma Libby Jackson, chefe de espaço do Museu de Ciências de Londres. Em uma base lunar, a Nasa pode aperfeiçoar a tecnologia para fornecer o ar e a água de que os astronautas necessitam. Eles precisarão descobrir como gerar energia e construir habitats para proteger as pessoas das temperaturas extremas e da perigosa radiação espacial. "São todas tecnologias que, se você experimentar pela primeira vez em Marte e elas saírem errado, será potencialmente catastrófico", explica Jackson. "É muito mais seguro e muito mais fácil experimentá-las na Lua." Mistérios ainda a serem descobertos Os cientistas não veem a hora de colocar suas mãos (com luvas, é claro) em material trazido da Lua. As rochas trazidas pelos astronautas da Apollo transformaram nosso conhecimento sobre o satélite natural da Terra. "Elas nos disseram que a Lua foi formada por um evento incrivelmente dramático, quando um corpo do tamanho de Marte se chocou com a Terra e os pedaços que saíram formaram a Lua", explica Russell. "Sabemos disso devido às rochas da Apollo." Mas ela conta que ainda há muito a ser descoberto. Como a Lua já fez parte da Terra, ela detém um registro de 4,5 bilhões de anos de história do nosso planeta. E, sem placas tectônicas, vento ou chuva para apagar esse registro, a Lua é uma cápsula do tempo perfeita. "A Lua é um fantástico arquivo da Terra", segundo Russell. "Ter um novo lote de rochas de uma área diferente da Lua seria fantástico." Inspiração para uma nova geração As imagens granuladas e em preto e branco das missões Apollo transformaram o sonho do espaço em realidade. E, embora apenas alguns poucos sortudos dos que assistiram a elas tenham se tornado astronautas, muitos seguiram carreira em ciência, tecnologia e engenharia. Espera-se que as missões Artemis, transmitidas ao vivo em 4k, inspirem uma nova geração. "Vivemos em um mundo de tecnologia", explica Libby Jackson. "Precisamos de cientistas, engenheiros e matemáticos. E o espaço tem a brilhante capacidade de incentivar as pessoas sobre esses temas." Novos empregos e uma economia espacial em expansão oferecerão aos Estados Unidos um retorno dos bilhões de dólares sendo despejados na Artemis — e em derivações da tecnologia das missões para uso na Terra. Mas Helen Sharman afirma que o nosso retorno à Lua também dará ao mundo um impulso bastante necessário. "Se realmente nos unirmos, podemos produzir muitas coisas benéficas para a humanidade", afirma ela. "Aquilo nos mostra o que os seres humanos são capazes de fazer." Artemis II: a contagem regressiva para a próxima missão à Lua

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Tesla admite que robotáxis são operados remotamente por humanos em certas situações

Publicado em: 31/03/2026 10:22 Fonte: Tudocelular

A Tesla admitiu oficialmente que seus robotaxis nem sempre operam de forma totalmente independente. Em resposta a uma investigação conduzida pelo senador democrata Ed Markey, a fabricante revelou que operadores humanos podem assumir o controle direto dos veículos em situações raras ou de emergência. A confissão joga luz sobre o "lado humano" da autonomia, um aspecto que as empresas do setor costumam manter sob sigilo para preservar a imagem de tecnologia autossuficiente.Diferente de concorrentes como Waymo e Zoox, que apenas fornecem "sugestões" ao software, a Tesla confirmou que seus assistentes remotos têm autorização para assumir o controle físico da direção.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Nova TV TCL C7L 4K estreia com brilho extremo de 3000 nits e tecnologia VRR de até 288Hz

Publicado em: 31/03/2026 08:58 Fonte: Tudocelular

A TCL expandiu sua linha de TVs para 2026 com a chegada da linha C7L. Trata-se de um modelo que vem com a promessa de acirrar a concorrência no segmento intermediário premium, com direito a nova tecnologia de retroiluminação, altas taxas de atualização suportadas e maiores níveis de brilho. TCL C7L 4K eleva o padrão do segmento Mini LED com foco em fluidez de 144Hz e precisão de cores De modo geral, o aparelho possui suporte à resolução 4K (3840 × 2160) e taxa de atualização de 144 Hz. Além disso, há a presença da tecnologia SQD-Mini LED, que apresenta uma evolução do QD-Mini LED e o brilho também é destaque pelos níveis de até 2700 nits em HDR (3000 nits em equipamentos selecionados).Outros pontos de exibição de imagem que merecem ser exaltados são o melhor controle de iluminação local, assim como a capacidade de mostrar cores mais precisas com quantum dots.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Meta, Snapchat, TikTok e YouTube não cumprem totalmente proibição de contas para menores, diz Austrália

Publicado em: 31/03/2026 08:55

A autoridade de segurança online da Austrália informou nesta terça-feira que avalia acionar a Justiça contra Facebook, Instagram, Snapchat, TikTok e YouTube. O órgão alega que as plataformas não estão fazendo o suficiente para impedir que crianças menores de 16 anos usem seus serviços. Especialistas afirmam que caberá aos tribunais definir quais medidas podem ser razoavelmente exigidas das empresas com base na lei, que entrou em vigor em 10 de dezembro e proíbe contas de menores. A comissária de eSafety da Austrália, Julie Inman Grant, divulgou seu primeiro relatório de conformidade desde a implementação da lei. O documento exige que 10 plataformas removam todas as contas de usuários australianos com menos de 16 anos. Segundo o relatório, 5 milhões de contas foram desativadas. Ainda assim, um número significativo de crianças continua mantendo contas, criando novos perfis e burlando os sistemas de verificação de idade. Em nota, Inman Grant disse que há “preocupações significativas” sobre o cumprimento das regras por metade dessas plataformas. O órgão reúne provas contra cinco delas por não terem adotado “medidas razoáveis” para impedir contas de menores. A Justiça pode aplicar multas de até 49,5 milhões de dólares australianos (cerca de US$ 33 milhões) em casos de falhas sistemáticas. A decisão sobre abrir ações judiciais deve sair até o meio do ano. Entre as plataformas com restrição de idade que não estão sob investigação estão Reddit, X, Kick, Threads e Twitch. A ministra das Comunicações, Anika Wells, afirmou que as cinco plataformas criticadas estão deliberadamente descumprindo a lei. “As redes sociais estão fazendo o mínimo possível porque querem que essas leis fracassem”, disse a jornalistas. “Esta é uma lei pioneira. Somos os primeiros no mundo a adotá-la. É claro que eles não querem que funcione, porque isso pode influenciar outros países que passaram a seguir o exemplo da Austrália desde 10 de dezembro”, acrescentou. A autoridade identificou “práticas inadequadas”, como permitir tentativas ilimitadas para passar na verificação de idade e incentivar usuários a tentar novamente mesmo após declararem ser menores. A Meta, dona de Facebook e Instagram, afirmou à Associated Press que está comprometida em cumprir a lei australiana. A empresa destacou, no entanto, que determinar a idade com precisão na internet é um desafio para todo o setor. A Snap Inc., controladora do Snapchat, disse ter bloqueado 450 mil contas em conformidade com a legislação e que continua removendo perfis diariamente. “O Snapchat segue totalmente comprometido em adotar medidas razoáveis previstas na lei e apoiar o objetivo de aumentar a segurança online de jovens australianos”, informou a empresa. O TikTok não comentou o caso. Já a Alphabet, dona do YouTube e do Google, não respondeu imediatamente ao pedido de posicionamento. Para Lisa Given, especialista em ciência da informação da RMIT University, em Melbourne, os tribunais devem decidir se as plataformas adotaram medidas “razoáveis” para barrar menores. “Se uma empresa diz que implementou verificação de idade e tomou todas as medidas possíveis, isso pode ser considerado razoável. Mesmo que a tecnologia não seja perfeita, a questão é: quem é responsável por isso?”, afirmou. “Esse é o ponto central: o que a Justiça vai considerar como razoável”, completou. O Reddit entrou com uma das duas ações judiciais que questionam a constitucionalidade da lei na Suprema Corte australiana. A outra foi apresentada pelo grupo Digital Freedom Project, com sede em Sydney. As duas ações argumentam que a lei é inconstitucional por violar a liberdade implícita de comunicação política no país. Uma audiência preliminar está marcada para 21 de maio, quando a Corte deve definir a data para os argumentos orais, informou o Reddit.

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Remédios podem ter reajuste de até 3,81% a partir desta terça; entenda como medida afeta pacientes

Publicado em: 31/03/2026 08:53

medicamentos Freepik Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem subir a partir desta terça-feira (31), com reajuste máximo de até 3,81%, segundo resolução publicada pelo governo federal no Diário Oficial da União. O aumento foi autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão responsável por definir os limites de preços no país. Como será o reajuste A resolução estabelece três faixas de aumento, que funcionam como um teto para os preços: Nível 1: até 3,81% Nível 2: até 2,47% Nível 3: até 1,13% Esses níveis variam de acordo com características do mercado de cada medicamento, como concorrência e participação de genéricos. Em quais níveis estão os principais medicamentos O percentual de reajuste varia conforme o nível de concorrência de cada medicamento no mercado. Em geral, remédios com muitos fabricantes —especialmente genéricos— tendem a ficar nas faixas com maior teto de aumento, enquanto produtos com pouca concorrência entram nos níveis mais baixos. Neste ano, o reajuste médio autorizado ficou em até 2,47%, o menor patamar em quase duas décadas e abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses, de acordo com a CMED. O índice vem em trajetória de queda desde 2023, após anos em que chegou a ultrapassar os 10%. Entre os tratamentos para doenças crônicas mais comuns no Brasil, a distribuição costuma seguir este padrão: Nível 1 (maior teto de reajuste): medicamentos com alta concorrência Inclui remédios amplamente disponíveis, com várias marcas e genéricos no mercado. É o caso de grande parte dos tratamentos para hipertensão e colesterol alto. Exemplos: diuréticos como hidroclorotiazida; bloqueadores de canal de cálcio, como amlodipina; inibidores da ECA, como captopril e enalapril, além de losartana; betabloqueadores, como atenolol e propranolol; estatinas, como sinvastatina e atorvastatina; metformina, usada no tratamento da diabetes. Nível 2 (concorrência intermediária): mercado com alternativas, mas ainda limitado Reúne medicamentos que já têm alguma competição, mas não na mesma escala dos mais populares. Podem entrar nessa faixa, por exemplo: versões mais recentes de tratamentos para diabetes; alguns antidepressivos e ansiolíticos mais novos; medicamentos de marca que já perderam exclusividade, mas ainda têm poucos concorrentes diretos. Nível 3 (menor teto de reajuste): baixa concorrência Inclui medicamentos com poucas opções disponíveis no mercado, geralmente mais novos ou com tecnologia mais complexa. Exemplos: insulinas de ação prolongada, como a insulina glargina. Medicamentos usados no tratamento da depressão, de forma geral, seguem a lógica da concorrência: como há diversas opções disponíveis, muitos antidepressivos tendem a se concentrar nas faixas com maior teto de reajuste. Na prática, essa divisão reflete o funcionamento do mercado farmacêutico: quanto maior a concorrência, maior tende a ser o limite de reajuste autorizado —mas também maior a chance de descontos e variações de preço para o consumidor. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Aumento não é automático Apesar da autorização para o reajuste, os preços dos medicamentos não sobem automaticamente. Cabe às farmacêuticas decidir se vão aplicar o aumento —e em que percentual, desde que respeitem o limite estabelecido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Na prática, isso significa que alguns remédios podem não ter reajuste, outros podem subir abaixo do teto permitido e os aumentos podem ser repassados de forma gradual ao longo dos próximos meses, e não necessariamente de uma só vez. Como os preços são controlados O Brasil tem um modelo de controle de preços para medicamentos. A CMED define dois valores principais: Preço Fábrica (PF): valor máximo que a indústria pode cobrar Preço Máximo ao Consumidor (PMC): teto que pode ser cobrado nas farmácias Farmácias e drogarias não podem vender acima desses limites e devem manter listas atualizadas de preços disponíveis ao consumidor. O que muda para o consumidor Para o consumidor, o efeito do reajuste não será igual para todos os medicamentos e depende, sobretudo, do tipo de tratamento e da regularidade de uso. Quem faz uso contínuo de remédios —especialmente para doenças crônicas, como hipertensão e diabetes— tende a sentir mais o impacto ao longo dos meses, já que a compra é recorrente. Ao mesmo tempo, fatores de mercado ajudam a suavizar esse efeito em alguns casos. A existência de várias marcas para o mesmo princípio ativo e a ampla oferta de genéricos aumentam a competição e podem limitar o repasse dos aumentos. Além disso, farmácias e redes de drogarias seguem adotando políticas comerciais próprias, como descontos, programas de fidelidade e promoções, que podem reduzir o preço final pago pelo consumidor. Na prática, isso quer dizer que o reajuste autorizado não se traduz, necessariamente, em aumento imediato e igual para todos os produtos. Enquanto alguns medicamentos podem encarecer de forma mais perceptível, outros tendem a ter variações menores —ou até permanecer estáveis, dependendo das estratégias adotadas pela indústria e pelo varejo.

Palavras-chave: tecnologia

Instituto Federal do Sertão Paraibano será formado por sete campi

Publicado em: 31/03/2026 08:38

Campus do IFPB de Cajazeiras fará parte do IFSertãoPB IFPB Foi sancionado na noite desta segunda-feira (30) o projeto de lei que cria o Instituto Federal do Sertão Paraibano (IFSertãoPB), a partir do desmembramento do Instituto Federal da Paraíba (IFPB). Com sede em Patos, o novo instituto vai englobar sete campi. “São sete: Patos, Sousa, Catolé do Rocha, Itaporanga, Cajazeiras, Princesa Isabel e Santa Luzia”, listou a reitora do IFPB, Mary Roberta Meira. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp O Projeto de Lei 5.874/2025 deve ser publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (31). A partir da publicação, a meta é concluir o planejamento da nova autarquia em até 180 dias. Para isso, serão criados grupos de trabalho (GTs). “Vão ser criados dois GTs. Um é do IFPB, que a gente vai dar continuidade ao trabalho. [...] No âmbito do MEC, nós teremos também a representação de dois servidores”, explicou a reitora. Mary Roberta Meira informou também que haverá a necessidade de criar cargos e, consequentemente, realizar um concurso público para preenchê-los. “A gente vai ter que ter [concurso] porque a reitoria tem que ter os servidores para poder ocupar as funções”, concluiu. Novos cargos para professores Também foi sancionado um projeto de lei que reestrutura parte do serviço público federal e cria mais de 24 mil novos cargos efetivos. Na área da educação, a nova legislação prevê a criação de 3,8 mil vagas para professores do ensino superior e mais de 9,5 mil para os Institutos Federais de educação, ciência e tecnologia.nDe acordo com o governo, as medidas podem gerar impacto de até R$ 5,3 bilhões em 2026. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Palavras-chave: tecnologia

Vereador é morto a tiros na zona rural de Munhoz, MG

Publicado em: 31/03/2026 08:31

Vereador é morto a tiros na zona rural de Munhoz (MG) Um vereador de Munhoz (MG) foi morto a tiros na noite desta segunda-feira (30), no bairro Correntes, zona rural da cidade. João Bernardes (UNIÃO), de 53 anos, foi encontrado sem vida em sua propriedade. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Segundo a Polícia Militar, a principal suspeita é de que o crime tenha sido motivado por uma disputa envolvendo gado e divisas de terras. As propriedades são separadas pelo Rio Corrente. Vereador é morto a tiros na zona rural de Munhoz (MG) Câmara Municipal de Munhoz Uma vizinha relatou ter ouvido disparos de arma de fogo próximos ao local onde o vereador costumava trabalhar. Ao verificar, encontrou o corpo da vítima. Ainda de acordo com a PM, um homem de 22 anos foi preso suspeito de envolvimento no crime. Ele ajudava os policiais a recolher munições quando foi flagrado tentando se desfazer de uma faca com sangue, o que levantou suspeitas. Os militares também identificaram que o jovem teria desavenças anteriores com o vereador. O corpo de João Bernardes foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Pouso Alegre (MG). Até o momento, não há informações sobre velório e sepultamento. João Bernardes deixa duas filhas. A Câmara Municipal de Munhoz emitiu nota de pesar, destacando o compromisso do parlamentar com a comunidade. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

Palavras-chave: câmara municipal

Senado da França vota projeto para proibir redes sociais para menores de 15 anos

Publicado em: 31/03/2026 08:29

Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país aprovou lei que proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais. França debate projeto semelhante. Hollie Adams/Reuters Os senadores franceses votam nesta terça-feira (31) um projeto de lei que pretende proibir o acesso às redes sociais para crianças menores de 15 anos. A medida segue uma tendência de outros países e, embora seja impopular entre muitos adolescentes, conta com o apoio de parte dos pais e professores. O presidente Emmanuel Macron quer que a lei esteja em vigor já no início do próximo ano letivo, em setembro. Se for aprovada, a França seguirá o exemplo da Austrália, que implementou em dezembro uma proibição inédita no mundo para menores de 16 anos em plataformas como Facebook, Snapchat, TikTok e YouTube. Diversos países na Europa e em outras regiões vêm estudando formas de restringir o uso das redes sociais, à medida que cresce a preocupação com os riscos para crianças e adolescentes. Na semana passada, um júri em Los Angeles considerou a Meta e o Google, da Alphabet Inc., negligentes por desenvolverem plataformas de redes sociais prejudiciais aos jovens. As empresas foram responsabilizadas por danos em um caso que pode abrir precedente para outros processos. “A ideia é obrigar as plataformas a adotarem sistemas de verificação de idade que sejam confiáveis, robustos e que protejam os dados pessoais”, afirmou a deputada francesa Laure Miller, autora do projeto. “É evidente que os jovens estão tendo acesso a smartphones cada vez mais cedo”, disse ela. “Isso tem um impacto significativo no desenvolvimento deles, tanto pessoal quanto cognitivo”, acrescentou, defendendo que o tema deve ser regulado pelo governo, e não deixado nas mãos das gigantes de tecnologia. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Os planos de Miller e de Macron, no entanto, podem enfrentar resistência no Senado. Embora o texto tenha sido aprovado na Câmara dos Deputados como uma proibição geral, senadores alteraram a proposta em comissão. Eles querem restringir apenas plataformas consideradas prejudiciais para crianças. Outras poderiam ser usadas com autorização dos pais. A lista de redes consideradas nocivas ainda seria definida por decreto. Se o Senado mantiver essa versão, pode haver um impasse entre as duas casas do Parlamento — embora a palavra final seja da Câmara. O estudante francês Louis Szponik, de 15 anos, não concorda com a proibição. Apesar de reconhecer que aplicativos como o TikTok podem levar à procrastinação, ele acredita que as redes sociais também ajudam na convivência e na expressão dos jovens. “É verdade que a nossa geração é muitas vezes caricaturada assim, como a geração mais nova, sempre no celular”, disse. Mas, segundo ele, as redes sociais também “têm um lado positivo, que é poder se comunicar com os amigos”.

Palavras-chave: tecnologia

Polícia cumpre mandados de prisão contra organização criminosa na Bahia e em outros cinco estados

Publicado em: 31/03/2026 08:11

As polícias Federal, Civil, Militar e Penal cumprem, nesta terça-feira (31), 13 mandados de prisão contra um grupo suspeito de tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro. Os mandados fazem parte da Operação Midas e são cumpridos na Bahia e em outros cinco estados. Além das prisões, são cumpridos 20 mandados de busca e apreensão. Os 33 mandados judiciais são cumpridos nas seguintes cidades: Camacan, Itabuna, Salvador, Irecê, Luís Eduardo Magalhães, Serrinha, Senhor do Bonfim e Andorinha (Bahia); São Paulo (São Paulo); Rio de Janeiro (Rio de Janeiro); Unaí (Minas Gerais); Petrolina (Pernambuco); Aracaju (Sergipe). De acordo com a Polícia Federal, a investigação começou na cidade de Camacan, no sul da Bahia, há cerca de dois anos. As investigações apontaram diversas ramificações da organização na Bahia e em outros estados. Entenda: foi identificado o transporte de uma remessa de drogas e armas do Rio de Janeiro para a Bahia; foi identificado o transporte de uma remessa de maconha e dinheiro da Bahia para o Rio de Janeiro; três fazendas destinadas ao cultivo de maconha foram identificadas na cidade de João Dourado, na Bahia. Nos locais, era feito o plantio de variedade geneticamente modificada para obtenção de de um teor de THC maior que o comum; em uma das fazendas, foi identificado um laboratório equipado com máquinas importadas para a produção de haxixe e "moonrock", que eram levados para o Rio de Janeiro. Cerca de 15 toneladas de maconha foram incineradas, o maquinário foi destruído e os veículos ligados ao transporte da droga foram apreendidos. *Essa reportagem está em atualização As áreas contavam com tecnologia e sistema de irrigação permanente Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

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Remédios podem ter reajuste de até 3,81% a partir desta terça; entenda como medida afeta pacientes

Publicado em: 31/03/2026 08:06

medicamentos Freepik Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem subir a partir desta terça-feira (31), com reajuste máximo de até 3,81%, segundo resolução publicada pelo governo federal no Diário Oficial da União. O aumento foi autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão responsável por definir os limites de preços no país. Como será o reajuste A resolução estabelece três faixas de aumento, que funcionam como um teto para os preços: Nível 1: até 3,81% Nível 2: até 2,47% Nível 3: até 1,13% Esses níveis variam de acordo com características do mercado de cada medicamento, como concorrência e participação de genéricos. Em quais níveis estão os principais medicamentos O percentual de reajuste varia conforme o nível de concorrência de cada medicamento no mercado. Em geral, remédios com muitos fabricantes —especialmente genéricos— tendem a ficar nas faixas com maior teto de aumento, enquanto produtos com pouca concorrência entram nos níveis mais baixos. Entre os tratamentos para doenças crônicas mais comuns no Brasil, a distribuição costuma seguir este padrão: Nível 1 (maior teto de reajuste): medicamentos com alta concorrência Inclui remédios amplamente disponíveis, com várias marcas e genéricos no mercado. É o caso de grande parte dos tratamentos para hipertensão e colesterol alto. Exemplos: diuréticos como hidroclorotiazida bloqueadores de canal de cálcio, como amlodipina inibidores da ECA, como captopril e enalapril, além de losartana betabloqueadores, como atenolol e propranolol estatinas, como sinvastatina e atorvastatina metformina, usada no tratamento do diabetes Nível 2 (concorrência intermediária): mercado com alternativas, mas ainda limitado Reúne medicamentos que já têm alguma competição, mas não na mesma escala dos mais populares. Podem entrar nessa faixa, por exemplo: versões mais recentes de tratamentos para diabetes alguns antidepressivos e ansiolíticos mais novos medicamentos de marca que já perderam exclusividade, mas ainda têm poucos concorrentes diretos Nível 3 (menor teto de reajuste): baixa concorrência Inclui medicamentos com poucas opções disponíveis no mercado, geralmente mais novos ou com tecnologia mais complexa. Exemplos: insulinas de ação prolongada, como a insulina glargina Medicamentos usados no tratamento da depressão, de forma geral, seguem a lógica da concorrência: como há diversas opções disponíveis, muitos antidepressivos tendem a se concentrar nas faixas com maior teto de reajuste. Na prática, essa divisão reflete o funcionamento do mercado farmacêutico: quanto maior a concorrência, maior tende a ser o limite de reajuste autorizado —mas também maior a chance de descontos e variações de preço para o consumidor. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Aumento não é automático Apesar da autorização para o reajuste, os preços dos medicamentos não sobem automaticamente. Cabe às farmacêuticas decidir se vão aplicar o aumento —e em que percentual, desde que respeitem o limite estabelecido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Na prática, isso significa que alguns remédios podem não ter reajuste, outros podem subir abaixo do teto permitido e os aumentos podem ser repassados de forma gradual ao longo dos próximos meses, e não necessariamente de uma só vez. Como os preços são controlados O Brasil tem um modelo de controle de preços para medicamentos. A CMED define dois valores principais: Preço Fábrica (PF): valor máximo que a indústria pode cobrar Preço Máximo ao Consumidor (PMC): teto que pode ser cobrado nas farmácias Farmácias e drogarias não podem vender acima desses limites e devem manter listas atualizadas de preços disponíveis ao consumidor. O que muda para o consumidor Para o consumidor, o efeito do reajuste não será igual para todos os medicamentos e depende, sobretudo, do tipo de tratamento e da regularidade de uso. Quem faz uso contínuo de remédios —especialmente para doenças crônicas, como hipertensão e diabetes— tende a sentir mais o impacto ao longo dos meses, já que a compra é recorrente. Ao mesmo tempo, fatores de mercado ajudam a suavizar esse efeito em alguns casos. A existência de várias marcas para o mesmo princípio ativo e a ampla oferta de genéricos aumentam a competição e podem limitar o repasse dos aumentos. Além disso, farmácias e redes de drogarias seguem adotando políticas comerciais próprias, como descontos, programas de fidelidade e promoções, que podem reduzir o preço final pago pelo consumidor. Na prática, isso quer dizer que o reajuste autorizado não se traduz, necessariamente, em aumento imediato e igual para todos os produtos. Enquanto alguns medicamentos podem encarecer de forma mais perceptível, outros tendem a ter variações menores —ou até permanecer estáveis, dependendo das estratégias adotadas pela indústria e pelo varejo.

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Tarifa de ônibus sobe para R$ 5,50 em Mogi das Cruzes nesta terça-feira

Publicado em: 31/03/2026 08:02

Mogi das Cruzes anuncia aumento no valor da passagem de ônibus A tarifa de ônibus em Mogi das Cruzes fica mais cara a partir desta terça-feira (31). A passagem passou de R$ 5,30 para R$ 5,50, um aumento de R$ 0,20. Em março de 2025, a tarifa - que era de R$ 5 - já havia aumentado R$ 0,30. Segundo a Prefeitura, o reajuste foi definido após estudos técnicos e negociações com as empresas que operam o sistema. A administração também informou que a cidade foi a última do Alto Tietê a anunciar aumento na tarifa. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Como contrapartida, a Prefeitura determinou que os novos ônibus que entrarem em circulação passem a ter ar-condicionado. A previsão é que, até maio, 26 veículos com o equipamento comecem a operar. Os novos ônibus também devem ter itens de acessibilidade e tecnologia para redução de poluentes. Ainda de acordo com a Prefeitura, um ônibus elétrico deve ser incorporado à frota até o meio do ano, sem custo para o município. Para manter o reajuste em R$ 0,20, a administração adotou medidas como a isenção de taxas para as empresas em 2026 e 2027 e mudanças nas regras de idade da frota. As propostas foram aprovadas pelo Conselho Municipal de Mobilidade Urbana. O sistema municipal conta atualmente com 123 ônibus, que atendem 81 linhas. Em 2025, cerca de 32 milhões de passageiros utilizaram o transporte coletivo na cidade. Desde o ano passado, também foram anunciadas ações como a renovação da frota, instalação de novos abrigos em pontos de ônibus e inspeções nos veículos. Passagem de ônibus passa a custar R$ 5,50 em Mogi das Cruzes Divulgação/Prefeitura de Mogi das Cruzes Assista mais notícias do Alto Tietê

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IFPB divulga edital com mais de 700 vagas para cursos técnicos

Publicado em: 31/03/2026 08:00

Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPB), campus de João Pessoa Divulgação/IFPB O Instituto Federal da Paraíba (IFPB) divulgou um edital com 740 vagas em cursos técnicos. As vagas são para maiores de 18 anos que já concluíram o Ensino Médio, com início curso previsto para o segundo semestre de 2026. De acordo com o edital, os cursos possuem duração de, no máximo, dois anos (24 meses). As inscrições acontecem de 6 a 11 de abril no site do IFPB. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Os cursos são gratuitos e não possuem taxa de inscrição. Os interessados precisam apresentar apenas o Histórico Escolar, comprovando a conclusão do Ensino Médio. Há vagas para nove cidades, entre elas João Pessoa, Campina Grande e Patos (confira abaixo). Distribuição de vagas dos cursos técnicos do IFPB: Areia: Administração e Gastronomia – 60 vagas Cabedelo (Centro): Serviços Jurídicos – 30 vagas Cajazeiras: Edificações – 40 vagas Campina Grande: Manutenção e Suporte em Informática e Mineração – 100 vagas Itabaiana: Eletromecânica – 20 vagas João Pessoa: Eletrônica, Equipamentos Biomédicos, Eletrotécnica, Instrumento Musical, Mecânica, Secretariado e Edificações – 240 vagas; Mangabeira: Cuidados de Idosos, Enfermagem – 80 vagas Patos: Eletrotécnica, Manutenção e Suporte em Informática – 80 vagas Pedras de Fogo: Modelagem do Vestuário e Informática – 60 vagas Soledade: Informática – 30 vagas Veja os vídeos que estão em alta no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Palavras-chave: tecnologia

MP mobiliza prefeitura e vereadores para criar taxa do lixo em Santa Bárbara

Publicado em: 31/03/2026 07:46

Caçamba lotada de lixo em Santa Bárbara d'Oeste Reprodução/EPTV O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) formalizou uma recomendação, neste mês, para que Santa Bárbara d'Oeste (SP) passe a cobrar dos moradores uma taxa pelo serviço de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos. Conforme o g1 apurou, a prefeitura está elaborando um projeto de lei para criação da cobrança e, nos bastidores da Câmara Municipal, existe uma movimentação para que a proposta seja colocada em votação já nesta terça-feira (31). A movimentação começou após o Executivo e o Legislativo receberem o ofício com a recomendação, que foram assinados pela promotora Alexandra Facciolli Martins, do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema), órgão vinculado ao MP. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram No documento, ela cita que a legislação torna obrigatória a taxa do lixo, pois a ausência dela configura renúncia de receita e pode impedir o município, inclusive, de acessar recursos federais destinados ao saneamento. Sem a taxa, o gestor também fica sujeito às sanções da Lei de Responsabilidade Fiscal e pode ser responsabilizado por improbidade administrativa, conforme apontou a promotora. “A não instituição da taxa ou tarifa de resíduos sólidos e/ou a não apresentação de fonte de custeio pode gerar impactos financeiros, administrativos e legais para o município, suprimindo potenciais investimentos em outras áreas sociais sensíveis, como segurança, educação e saúde pública”, diz Alexandra. Pedidos O ofício é do dia 13 de março. Nele, a promotora pede para a prefeitura, no prazo de 30 dias, apresentar um projeto de lei para criação da taxa. Para a câmara, Alexandra solicita que a proposta seja analisada, debatida e votada “com a urgência que o caso requer”. Em caso de rejeição, o Legislativo deverá apresentar uma fonte de custeio alternativa. Tentativa anterior Essa será a segunda vez que o prefeito Rafael Piovezan (PL) tentará instituir a taxa do lixo em Santa Bárbara. Em seu primeiro ano de governo, em 2021, ele enviou à câmara um projeto para criação da cobrança, mas a proposta foi rejeitada por unanimidade. VÍDEOS: Tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba

Palavras-chave: câmara municipal

HUAWEI WATCH FIT 3: estilo, tecnologia, bateria de longa duração e preço baixo na Amazon

Publicado em: 31/03/2026 07:24 Fonte: Tudocelular

Com um design sofisticado que apresenta bordas arredondadas e tela de alta qualidade, o Huawei Watch Fit 3 é um interessante smartwatch que chegou ao mercado para competir com as grandes marcas da tecnologia. Equipado com sensores que monitoram a saúde e as atividades físicas, esse elegante dispositivo entrou em oferta hoje na Amazon e pode ser comprado por um preço bastante atrativo: R$ 611 à vista, ou em até 13x no cartão Amazon, ou ainda em até 12x de R$ 56,75 sem juros nos demais cartões. Importante: para garantir 10% de desconto, é necessário APLICAR o CUPOM OLACUPOM, disponível na página do produto.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Windows 11 25H2 recebe melhorias nos recursos de touchpad e no Gerenciador de Tarefas

Publicado em: 31/03/2026 07:19 Fonte: Tudocelular

O Windows 11 começou a receber uma nova leva de atualizações no ciclo da versão 25H2, com builds liberadas para participantes do programa Insider nos canais Dev e Beta. As novidades chegaram após uma pausa nas distribuições e focam em refinamentos de usabilidade, desempenho e monitoramento de hardware.Na nova versão do Windows 11 25H2, a Microsoft aposta em melhorias práticas no dia a dia do usuário, com destaque para ajustes no touchpad e avanços no Gerenciador de Tarefas. O pacote também amplia recursos de segurança, acessibilidade e ferramentas internas do sistema.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows