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Morre Eloi Braz Sessim, ex-prefeito de Tramandaí e Cidreira

Publicado em: 28/08/2025 13:48

Elói Brás Sessim, ex-prefeito de Cidreira e Tramandaí, durante as obras do estádio conhecido como "Sessinzão" Silvio Ávila/Agência RBS Eloi Braz Sessim, ex-prefeito de Tramandaí e Cidreira, no Litoral Norte do RS, morreu na manhã desta quinta-feira (28), aos 75 anos. Ele estava internado no Hospital de Tramandaí, onde fazia tratamento por conta de complicações cardíacas. O político também enfrentava o mal de Parkinson. Sessim marcou a história do Litoral Norte ao comandar duas prefeituras. Também ficou conhecido por obras polêmicas, como o estádio municipal de Cidreira, apelidado de "Sessinzão". Saiba mais abaixo. Em nota, a Câmara de Vereadores de Tramandaí lamentou a morte. "Neste momento de dor, o Legislativo Municipal expressa seus mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos", diz a Casa. Leia abaixo a íntegra 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Em Tramandaí, foi prefeito entre os anos de 1979 e 1983 e novamente entre 1986 e 1988. Já em Cidreira, comandou o Executivo entre 1993 e 1996. Em 2022, chegou a ser preso em razão de uma sentença condenatória por crime de concussão e contra a administração pública. O político deixa três filhos. O velório tem início previsto para as 14h desta quinta e será realizado na Câmara Municipal de Tramandaí. Trajetória marcada por obras e polêmicas Durante sua atuação como gestor público, Sessim ganhou notoriedade por projetos de grande impacto, como o estádio municipal de Cidreira, que recebeu o nome de Estádio Antônio Braz Sessim e era conhecido como "Sessinzão". O estádio foi inaugurado em 1996. O nome é uma homenagem ao pai do então prefeito, Elói Braz Sessim. O local tem capacidade para aproximadamente 18 mil pessoas. A população atual de Cidreira é de 17 mil habitantes. No verão, a população do balneário chega a cerca de 40 mil pessoas, de acordo com estudos do governo do estado. Partidas de Grêmio e Internacional foram realizadas no local no final dos anos 1990 e em 2007, pelo Campeonato Gaúcho. No entanto, o local não é sede partidas desde então e está interditado desde 2010. Destino do Estádio Sessinzão, em Cidreira, será definido na Justiça Nota da Câmara de Vereadores de Tramandaí "A Câmara Municipal de Tramandaí manifesta profundo pesar pelo falecimento de Eloi Braz Sessim, que marcou sua trajetória na vida pública como prefeito de Tramandaí (1979–1983 e 1986–1988) e de Cidreira (1993–1996), além de ter exercido a presidência da Câmara de Vereadores de Tramandaí entre 1977 e 1979. Ele deixa três filhos, Andréia, Daniela e Júnior Sessim, tendo Andréia e Júnior seguido seu legado e também exerceram o cargo de vereadores nessa Casa Legislativa. A despedida acontecerá na Câmara de Vereadores de Tramandaí, em horário ainda a ser definido. Neste momento de dor, o Legislativo Municipal expressa seus mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Palavras-chave: câmara municipal

Senac oferece atividades gratuitas abertas ao público nesta sexta-feira em Presidente Prudente; veja programação

Publicado em: 28/08/2025 13:40

Unidade do Senac, em Presidente Prudente (SP) Senac O “Casa Aberta Senac 2025” oferece nesta sexta-feira (29) atividades gratuitas de tecnologia, bem-estar, criatividade e prestação de serviços abertas ao público, em Presidente Prudente (SP). 📱 Participe do Canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp O evento acontece das 9h às 20h30. A programação aborda os seguinte temas: Painel Vivo: transformar para criar, com Itamar Xavier Exposição Fotográfica: uma foto, uma história Toca aí, DJ! Rima solta – improvisando ideias, com Igor Henrique Entre Casulos – uma experiência sensorial Design em Camadas: oficina de terrários Além da Tela: a magia do desenvolvimento de jogos Circuito Criativo: monte seu Saruê com Arduino Casa Inteligente: conectando o futuro Pista Criativa: animando em 3D com Blender Primeiro Take: montando sua narrativa com StopMotion Do Papel ao Personagem: explorando o espaço com PaperToys EPI em Foco: uma jornada nas alturas Zona Restrita: vivência em espaço confinado Escape Room: missão RH Minecraft Business: minha primeira empresa em blocos Passport to English: sua viagem começa aqui Aromas Naturais: criação de room spray vegano Farmácia na Prática: vidrarias, equipamentos e demonstração de técnicas de manipulação Make Express: olhos que falam, lábios que encantam Rosto em Foco: oficina de autocuidado facial Pausa para o Bem-Estar: quick massage para aliviar o estresse Confere Aí! – sua pressão e glicose Minutos que contam: Atendimento a parada cardiorrespiratória EnvelheSer – uma experiência sensorial Parto simulado, cuidado real Escalda-pés terapêutico Feira de Troca de Livros – venha renovar sua estante! Os horários das atividades podem ser consultados no link. As atividades comemoram a entrega parcial do novo prédio da instituição, que já se encontra em funcionamento. O crescimento da unidade representa um marco importante para a educação profissional no Oeste Paulista, com espaços modernos e equipados com tecnologia de ponta. Após a finalização das obras, o Senac terá capacidade para atender 3 mil estudantes por dia, sendo 900 por período, em Presidente Prudente. Em 2026, a unidade passará a oferecer, pela primeira vez, o curso de Ensino Médio Técnico em Multimídia, que alia formação geral com preparação prática para o mundo do trabalho. Serão ofertadas duas turmas com início das aulas em 26 de janeiro de 2026, totalizando 80 estudantes, sendo 50% bolsistas, parte do Programa Senac de Gratuidade, voltado a alunos com renda familiar de até dois salários mínimos por pessoa. A estrutura final contará com dois prédios, o atual, hoje em revitalização, e o novo, que será concluído no próximo ano. A obra possui 14 novas salas de aula, 17 laboratórios, entre eles, de hardware, software, ateliê de design e arquitetura, multiprocedimentos, beleza, enfermagem, farmácia e meio ambiente, além das áreas de convivência internas e externas com paisagismo moderno. Os ambientes dedicados a moda, cozinha e sala-bar e restaurante serão entregues em breve. “A ampliação foi planejada para desenvolver jovens e adultos em diversas áreas do conhecimento, contribuindo para a inclusão produtiva, o fortalecimento da economia regional e foco no desenvolvimento profissional. Essa expansão vai promover um acesso ainda maior da comunidade ao Jeito Senac de Educar, com vagas gratuitas e metodologia voltada aos aspectos do mundo do trabalho”, disse a gerente do Senac em Presidente Prudente, Katia Cristina Martins. O prédio antigo passa por revitalização e vai alocar, em sua arquitetura circular, outras sete salas de aula convencionais e uma experimental, a biblioteca e o auditório, além dos setores administrativos. Até o final do ano, a unidade terá 650 vagas gratuitas abertas para diversos cursos de qualificação e aperfeiçoamento profissional. As oportunidades fazem parte do Programa Senac de Gratuidade. “O evento aproxima a comunidade do Senac e do mundo do trabalho de forma leve e inspiradora. Nosso objetivo é mostrar, na prática, como o Senac contribui para a formação profissional e o desenvolvimento pessoal. Ao abrir as portas da unidade, convidamos a comunidade a conhecer de perto nossa estrutura, proposta pedagógica e os diferenciais que oferecemos em cada área de atuação, aproximando o público ao Jeito Senac de Educar”, explicou a gerente. Serviço📍 O Senac fica localizado na Avenida Manoel Goulart, nº 2.881, no Jardim das Rosas, em Presidente Prudente. VÍDEOS: Tudo sobre a região de Presidente Prudente Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.

Palavras-chave: tecnologia

Polícia Federal cumpre mandados contra armazenamento de imagens de abuso sexual infantil em Juiz de Fora

Publicado em: 28/08/2025 13:09

A Polícia Federal realizou, na manhã desta quinta-feira (28), uma operação contra o armazenamento de imagens de abuso sexual infantil em Juiz de Fora. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na cidade. De acordo com a PF, as investigações começaram após informações indicarem que um suspeito fazia download e armazenava fotos e vídeos com cenas de abuso contra crianças e adolescentes. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Foram apreendidos dois celulares e um pendrive, que serão analisados pela perícia. Ninguém foi preso. Ainda conforme a PF, a operação faz parte do combate aos crimes cibernéticos, especialmente aqueles relacionados ao abuso e à exploração sexual de menores. LEIA TAMBÉM: Operação 'Caminhos Seguros' prende suspeitos de violência sexual em Cataguases e Além Paraíba Idoso é preso por suspeita de estuprar a neta de 4 anos em São João del Rei Câmeras de monitoramento auxiliam na prisão de homem por estupro de vulnerável em MG ASSISTA TAMBÉM: Homem é preso suspeito de estuprar criança em Muriaé Homem é preso suspeito de estuprar criança em Muriaé VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

Palavras-chave: cibernético

'Em Narcos, os traficantes enterravam dinheiro, hoje 'bancarizam' e colocam no mercado de capitais', diz Receita

Publicado em: 28/08/2025 13:00

Marcia Meng: ‘Fintechs envolvidas bancarizaram dinheiro do crime organizado em SP’ A superintendente da Receita Federal em São Paulo, Marcia Meng, disse nessa quinta-feira (28) que a atuação do crime organizado está se sofisticando no Brasil devido a brechas na regulação das chamadas fintechs em território nacional. Segundo Meng, a operação Carbono Oculto - comandada por uma força-tarefa nacional de vários órgãos federais e estaduais - desvendou uma “bancarização” do dinheiro sujo do crime organizado, que tem entrado no sistema financeiro formal justamente por conta dessas empresas financeiras de tecnologia. Para Meng, ao contrário dos bancos, essas organizações não prestam contas aos órgãos públicos dos reais donos do dinheiro que movimentam no país. “O crime organizado tomou conta de todos os elos da cadeia produtiva de combustível. Mas nessa operação de hoje a gente vê a bancarização do crime organizado. Nós conseguimos perceber atrás da Receita Federal uma inteligência financeira por trás [do esquema]. Essa fintechs envolvidas bancarizaram dinheiro do crime organizado”, disse. “E uma vez dentro do sistema financeiro, dificilmente algum de nós vai questionar quando recebe um bem de dentro do sistema, se ele está vindo de forma regular ou irregular. Isso é uma brecha regulatória muito sensível para todos nós”, declarou. Como há muita mistura de postos regulares e irregulares [...] a gente procura fazer o bloqueio apenas naqueles que a gente tem uma certeza mais absoluta que é exclusivamente do grupo criminoso. Mas, isso não consegue blindar eventualmente de alguém que não tem relação com o crime ter o seu dinheiro bloqueado se ele estiver em um desses fundos. É aí que está o grande risco. O risco não é mais só do crime, mas passa a ser da sociedade como um todo. Marcia Meng e Robinson Barreirinhas, representantes da Receita Federal em São Paulo, durante coletiva de imprensa da megaoperação Carbono Oculto. Montagem/g1/Reprodução/TV Globo A representante da Receita Federal citou a série “Narcos”, da Netflix — que retrata a ascensão do Cartel de Medellín, na Colômbia, comandado por Pablo Escobar — para comparar como o PCC vem atuando no Brasil. Segundo ela, a facção estaria usando a combinação de fintechs e fundos de investimento imobiliário de forma semelhante às estratégias adotadas pelo cartel colombiano para movimentar dinheiro ilícito. “A gente ainda tem a questão da blindagem patrimonial dentro do mercado de capitais. Esses fundos de investimento são fundos imobiliários. Eles não só ocultam quem é o real beneficiário daquele bem que está em um fundo imobiliário. Eles também fazem com que aquele capital passe a render”, afirmou. “Se a gente olhar para o passado, em Narcos a gente conseguiu ver, que os antigos traficantes enterravam aquele dinheiro e ele perdia o valor. Era consumido pela umidade e perdido. Hoje, não, o crime organizado bancariza o dinheiro do crime organizado e coloca no mercado de capitais para render”, explicou Meng. O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, destacou que é preciso retomar a discussão da regularização dessas empresas no país com urgência. “É preocupante essa bancarização. Nós dizemos que há um paraíso fiscal hoje no Brasil formado por fintechs mais os fundos de investimento agora. No momento que as fintechs não tem obrigações de transparência em relação, por exemplo, à Receita Federal, o que tem acontecido? As fintechs não têm agências bancárias. Então, o dinheiro entra ali por meio de contas bolsão dentro de instituições financeiras normais. Só que essa conta tá em nome da fintech, não do real destinatário”, explicou. Wagner Moura como Pablo Escobar em cena da primeira temporada de 'Narcos' picture-alliance/AP/Netflix/D. Daza “Nós não temos informações de quem é aquele titular do dinheiro. Só quem tem essa informação é a própria fintech. E a partir daí ela pega esse dinheiro e repassa para gestores de bens, que investem em algum fundo. Que é cotista único de outro fundo, que é cotista único de outro e outro fundo. Que injeta esse recurso no mercado de novo via empréstimo ou aquisição de debêntures. Essa empresa então tem a lavagem de dinheiro e adquire bens como mais de 1.500 caminhões, mais de 350 veículos leves que estamos vendo nessa operação”, afirmou Barreirinhas. A Receita Federal diz que já identificou ao menos 40 fundos de investimentos (multimercado e imobiliários), com patrimônio de R$ 30 bilhões, controlados pelo Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo o órgão, as operações aconteciam justamente no mercado financeiro de São Paulo, por integrantes infiltrados na famosa Faria Lima. Esses fundos de investimentos foram utilizados como estruturas de ocultação de patrimônio, afirmam os auditores federais. A Receita Federal afirmou, ainda, que esses 40 fundos são fechados com um único cotista, geralmente com outro fundo de investimento, criando camadas de ocultação do dinheiro criminoso. PF cumpre mandados em operação contra PCC Esses fundos financiaram a compra de um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (mais duas usinas em parceria ou em processo de aquisição), 1.600 caminhões para transporte de combustíveis e mais de 100 imóveis pelo Brasil. Entre os bens adquiridos com dinheiro desses fundos também estão seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões. A principal fintech investigada atuava como banco paralelo da organização criminosa e movimentou sozinha R$ 46 bilhões não rastreáveis no período. As principais empresas alvos da operação são as seguintes: Grupo Aster/Copape (donos de usinas, formuladoras, distribuidoras e rede de postos de combustíveis usada pela organização criminosa); BK Bank (fintech financeira utilizada para movimentar dinheiro por meio de contas bolsão não rastreáveis); Reag (fundo de investimento usado na compra de empresas, usinas e para blindagem do patrimônio dos envolvidos). “Nós conseguimos a partir de hoje chegar nas pessoas certas, por uma séria de informações [compartilhadas]. A Receita Federal hoje é a maior empresa de inteligência de dados da América Latina e tem que estar a serviço dos outros órgãos da Segurança Pública e nós vamos fazer por cooperação”, disse Robinson Barreirinhas em coletiva de imprensa na sede do MP-SP, nesta quinta (28). Polícia civil, Federal e Receita Federal se concentram para saída de megaoperação Carbono Oculto, com participação da Receita Federal Divulgação/Receita Federal LEIA MAIS: 'Beto louco' e 'primo': quem comandava esquema bilionário do PCC no setor de combustíveis PCC estava em todo o setor de produção de cana-de-açúcar e obrigava empresários a venderem propriedades, diz MP Megaoperação com 1.400 agentes mira esquema bilionário do PCC no setor de combustíveis, com 350 alvos; R$ 7,6 bi foram sonegados De acordo com os auditores federais, essas empresas financeiras também financiavam outras companhias importadoras que atuavam na compra, no exterior, de produtos como nafta, hidrocarbonetos e diesel, com recursos de formuladoras e distribuidoras vinculadas à organização criminosa. Esses produtos eram comercializados em uma rede de mais de 1 mil postos de combustíveis, que atuavam em dez estados brasileiros: São Paulo, Bahia, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins. “A maioria desses postos tinha o papel de receber dinheiro em espécie ou via maquininhas de cartão e transitar recursos do crime para a organização criminosa por meio de suas contas bancárias no esquema de lavagem de dinheiro. Somente entre 2020 e 2024, foram importados mais de R$ 10 bilhões em combustíveis pelos investigados”, dizem os auditores fiscais da Receita Federal. “As formuladoras, as distribuidoras e os postos de combustíveis também eram usados para lavar dinheiro de origem ilícita. Há indícios de que as lojas de conveniência e as administradoras desses postos, além de padarias, também participavam do esquema”, completou o órgão. Entre 2020 e 2024, a movimentação financeira desses postos foi de R$ 52 bilhões, com recolhimento de tributos muito baixo e incompatível com suas atividades. Os postos já foram autuados pela Receita Federal em mais de R$ 891 milhões. Cerca de 140 postos eram usados de outra forma. Eles não tiveram qualquer movimentação entre 2020 e 2024, mas, mesmo assim, foram destinatários de mais de R$ 2 bilhões em notas fiscais de combustíveis. Possivelmente, essas aquisições simuladas serviram para ocultar o trânsito de valores ilícitos depositados nas distribuidoras vinculadas à organização criminosa, disse o órgão federal. Infográfico: Como funcionava o esquema bilionário do PCC no setor de combustíveis Arte/g1 Força-tarefa nacional A megaoperação desta quinta-feira (28) é composta por três operações distintas, que ganharam os nomes de ‘Quasar’, ‘Tank’ e 'Carbono Oculto' (que tem a participação da Receita). A força-tarefa nacional é composta por cerca de 1.400 agentes que cumprem mandados de busca, apreensão e prisão em oito estados brasileiros para desarticular um intrincado esquema criminoso no setor de combustíveis, comandado por integrantes do PCC. Esquema de controle de fundos e fintechs da Faria Lima controlados pelo PCC, segundo a Receita Federal. Reprodução/Receita Federal Segundo as investigações, mais de 350 alvos – pessoas físicas e jurídicas – são suspeitos da prática de crimes contra a ordem econômica, adulteração de combustíveis, crimes ambientais, lavagem de dinheiro, fraude fiscal e estelionato. As irregularidades foram identificadas em diversas etapas do processo de produção e distribuição de combustíveis no país. Os tentáculos do PCC no setor têm lesado não apenas os consumidores que abastecem seus veículos no Brasil, mas toda uma cadeia econômica ligada aos combustíveis. As autoridades fazendárias estimam que o esquema criminoso sonegou mais de R$ 7,6 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais. A Operação Carbono Oculto é integrada por membros do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), Ministério Público Federal (MPF) - por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), da Polícias Federal, Civil e Militar de São Paulo. Órgãos como Receita Federal do Brasil, Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE/SP) - por meio do Grupo de Atuação Especial para Recuperação Fiscal (GAERFIS) – também participam da megaoperação nesta quinta-feira (28). O cumprimento dos mandados também tem ajuda dos Ministérios Públicos dos estados. “A organização criminosa PCC está associada a uma rede de organizações criminosas, cujos vínculos são estabelecidos de forma permanente ou eventual, e convergente, de modo a assegurar a efetividade das atividades econômicas ilícitas, notadamente por meio da sua inserção na economia formal, como é o setor de combustível e o sistema financeiro”, dizem os membros do MP de São Paulo. Megaoperação mira braço do PCC no setor de combustíveis, com 350 alvos

Palavras-chave: tecnologia

Incêndio destrói ônibus escolar em Santa Isabel

Publicado em: 28/08/2025 12:36

Ônibus escolar pegou fogo em Santa Isabel Aniele Santos/TV Diário Um ônibus escolar pegou fogo na manhã desta quinta-feira (28), na Estrada do Ouro Fino em Santa Isabel. Ninguém ficou ferido. Esse é o segundo coletivo que pega fogo na cidade no intervalo de três meses. Por isso, a Câmara Municipal convocou uma reunião de urgência para discutir medidas de prevenção. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado às 7h09, para o atendimento da ocorrência. Não houve vítimas. A Prefeitura notificou a Auto Viação Suzano e deu 30 dias para a renovação de parte da frota, podendo romper o contrato em caso de não cumprimento. A empresa informou que não havia irregularidades no coletivo (veja a nota completa abaixo). A administração municipal explicou que se reuniu com representantes de secretarias municipais , da Câmara e da Viação Suzano. E determinou um prazo de 30 dias para que a empresa renove parte da frota de ônibus e faça a inclusão imediata de seis novas vans para reforçar o atendimento. Caso a determinação não seja cumprida, a Prefeitura afirma que vai romper o contrato com a empresa. Reunião de urgência A Câmara Municipal de Santa Isabel convocou uma reunião de urgência após o incidente. Os secretários municipais de Trânsito, Domingos Martins de Oliveira, e da Educação, Maria Donizete de Queluz Camargo e um representante da Viação Suzano foram convocados. O encontro acontece às 15h, desta quinta-feira. Esse é o segundo incêndio registrado no município em três meses. Em maio, um outro coletivo pegou fogo no bairro Monte Negro. O objetivo da reunião é definir ações preventivas, responsabilidades e melhorias na fiscalização do transporte escolar. A Câmara informou que recebeu o relatório de fiscalização da frota de ônibus escolares. Segundo o Legislativo, após a vistoria, a Prefeitura notificou a empresa responsável e determinou um prazo para regularizar as pendências apontadas. O que diz a empresa A Auto Viação Suzano informou que o veículo estava licenciado e segurado, além de todas as vistorias obrigatórias em dia junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). A empresa afirmou ainda que os coletivos passam por manutenações preventivas periódicas e por um rigoroso controle técnico. Relatos de falhas são avaliados e resolvidos antes da execução do serviço. A Viação Suzano apontou que existem indícios de que o incêndio pode ter sido criminoso, uma vez que não foram encontradas irregularidades. A empresa apura essa hipótese e afirmou que mantém veículos reservas vistoriados e autorizados. A Viação Suzano reafirmou o compromisso com a segurança, a transparência e a legalidade. Leia também Adolescente encontrada morta na cama: polícia procura arma do crime e analisa celular de suspeito do homicídio Carreta bate em mureta e despenca cerca de 12 metros no vão entre as pistas do Rodoanel Mário Covas Incêndio destrói parte de casa na Vila Industrial, em Mogi das Cruzes Ônibus pega fogo e causa congestionamento na Rodovia Mogi-Dutra Ônibus do transporte escolar pega fogo em Santa Isabel Assista a mais notícias do Alto Tietê

Palavras-chave: câmara municipal

Fake news sobre PIX retirou ‘fintechs’ do radar, Haddad anuncia que instituições serão monitoradas de perto a partir desta sexta

Publicado em: 28/08/2025 12:12

Após o aparecimento de informações falsas no início do ano, que levou o governo a recuar de um monitoramento mais próximo das "fintechs", ou seja, de empresas de tecnologia, por parte da Receita Federal, o governo vai ter um monitoramento mais detalhado dessas empresas, informou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Palavras-chave: tecnologia

TV TCL por menos de R$ 2.300: modelo com suporte a HDR e Google TV em oferta com cupom

Publicado em: 28/08/2025 12:05 Fonte: Tudocelular

A TCL C6KS pode ser o modelo que você busca se quer contar com um modelo de TV em sua sala. Nesse sentido, o modelo se destaca pelo uso da tecnologia QD-Mini LED, suporte a HDR e design de espessura fina. O modelo está em destaque entre as ofertas de hoje. Os interessados podem obter esse equipamento no Mercado Livre por R$ 2.993 à vista via Pix. Mas, é possível fazer a aquisição de forma parcelada em até 21x no cartão Mercado Pago para clientes Meli+ ou 12x nos demais modelos. Para chegar no valor citado, basta aplicar o cupom T3NHOCUPOM8 no ato da compra. Smart TV Advanced 50 C6KS 4k QD-Mini Led TCL Mercadolivre R$2293 Ver Oferta Sobre a televisãoDe modo geral, esse modelo de TV de 50 polegadas combina tecnologia QD-Mini LED com painel HVA, oferecendo contraste ultra-alto, brilho intenso e gama de cores ampla, prometendo ser comparável ao OLED. Seu design é ultrafino e elegante, com controle de iluminação em até 180 zonas, garantindo imagens precisas e detalhadas.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Suspeito de 'esfaqueamento em série' no DF estava em prisão domiciliar

Publicado em: 28/08/2025 12:02

Delegado da 15ª DP Ataliba Neto diz que suspeitos fizeram 'esfaqueamento em série' no DF Jonathan Bruno Dias Santos, de 30 anos, foi preso suspeito de fazer um "esfaqueamento em série" em Ceilândia, no Distrito Federal, na quarta-feira (27). Segundo a Polícia Civil, ele possui extensa ficha criminal e estava cumprindo prisão domiciliar. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Jonathan Bruno e um comparsa esfaquearam cinco pessoas entre a madrugada e manhã de quarta. Duas vítimas morreram. O comparsa de Jonathan nos crimes ainda não foi identificado e está foragido. Extensa ficha criminal Jonathan Bruno Dias Santos, de 30 anos, foi preso após onda de crimes em Ceilândia reprodução Jonathan Bruno foi preso por agentes da 23ª Delegacia no início da tarde de quarta. Ele foi indiciado por dois crimes de latrocínio (roubo seguido de morte) e duas tentativas. Ele é alvo de sete inquéritos policiais, todos com prisão em flagrante, pelos crimes: dano qualificado roubo tráfico furto corrupção de menores Jonathan Bruno também já foi alvo de nove mandados de prisão, que foram cumpridos, e duas recomendações de prisão. Esfaqueamentos Dupla suspeita de matar 2 pessoas e tenta matar outras 3 durante assaltos no DF reprodução Segundo o delegado da 15ª Delegacia de Polícia, Ataliba Neto, Jonathan Bruno Dias Santos e sua dupla escolheram vítimas aleatórias para assaltar e fazer um "esfaqueamento em série" na quarta (27). Em todos os casos, os suspeitos usaram uma faca para exigir dinheiro ou pertences das vítimas, sendo que a maioria vive em situação de vulnerabilidade. Uma foto mostra os dois suspeitos juntos (veja acima). A polícia informou que o homem foragido é o que aparece usando a camiseta vermelha. Veja os crimes cometidos pelos suspeitos entre a madrugada e manhã de quarta, em Ceilândia: Assalto por volta de 0h, na QNN 18: a vítima foi um homem de 65 anos, que sobreviveu. Ele foi atacado com aproximadamente 15 golpes de faca e socorrido pelo SAMU. Assalto pelas 2h, na EQNM 2/4: vítima foi um homem de 39 anos, que também foi esfaqueado e sobreviveu. Assalto às 3h, na QNN 2: vítima foi um homem de 24 anos. Ele foi ferido com golpes no pescoço e abdômen após reagir ao roubo. O homem sobreviveu e está internado. Assalto às 7h, na QNN 12: vítima foi atacada e morta; ainda não identificada. Assalto às 8h20, na QNN 1: vítima foi um homem de 25 anos. Ele foi abordado e negou entregar o dinheiro. Depois foi esfaqueado na cabeça e morreu. A Polícia Civil diz que informações sobre o segundo suspeito foragido podem ser denunciadas através do telefone 197, de forma anônima. LEIA TAMBÉM: SAÚDE: Falta de médicos fecha UTIs para recém-nascidos em Ceilândia; DF estuda migrar equipe de Brazlândia VEJA DETALHES: Condomínio onde Bolsonaro está preso tem quadras, quatro igrejas e pista de skate Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Palavras-chave: vulnerabilidade

Governo Trump demite diretora de agência de prevenção de doenças por tensões com Kennedy Jr.; demissão é inválida, diz defesa

Publicado em: 28/08/2025 12:01

Susan Monarez, diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), da agência federal de saúde. Ela foi indicada por Trump para o cargo em março de 2025. REUTERS/Kevin Mohatt/File Photo A Casa Branca anunciou a demissão da diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês), Susan Monarez, na quarta-feira, menos de um mês após ela assumir o cargo. A defesa de Monarez afirmou que ela deixará o cargo e contesta a demissão, que chamou de inválida. Seu cargo foi chancelado pelo Senado dos EUA após receber indicação do Donald Trump, e apenas o presidente pode a demitir, segundo seus advogados. ✅ Clique aqui para seguir o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A demissão da diretora do CDC, além da renúncia de quatro funcionários da alta cúpula da agência governamental de saúde, ocorre em meio a tensões com o secretário da Saúde, Robert Kennedy Jr. por políticas de vacinação e diretrizes de saúde pública, e uma tentativa de politização da saúde no país, segundo funcionários do governo. (Entenda abaixo) Antivacina, Kennedy Jr. promoveu mudanças radicais nas políticas de vacinas nos EUA desde que assumiu a pasta de Saúde, incluindo a retirada das recomendações federais de vacinação contra a Covid-19 para mulheres grávidas e crianças saudáveis, em maio, além de ter demitido todos os membros do painel consultivo de vacinas do CDC, em junho, substituindo-os por conselheiros de sua escolha, incluindo ativistas antivacina. Um dos funcionários que pediu demissão afirmou que as recomendações atuais do CDC colocam em risco jovens americanos e gestantes. O porta-voz da Casa Branca, Kush Desai, afirmou na noite de quarta-feira que Monarez “não estava alinhada com a agenda do presidente de Tornar a América Saudável Novamente”. Segundo Desai, como Monarez havia “se recusado a pedir demissão apesar de informar à liderança do HHS que pretendia fazê-lo, a Casa Branca decidiu demiti-la de seu cargo no CDC”. Os advogados de Monarez, Mark S. Zaid e Abbe David Lowell, negaram que ela tenha renunciado ou sido oficialmente demitida, declarando em nota que “como pessoa íntegra e dedicada à ciência, ela não irá pedir demissão”. Os advogados acusaram Kennedy de persegui-la por ela se recusar a apoiar “diretrizes anticientíficas” e a dispensar especialistas em saúde. A diretora médica do CDC, Debra Houry, e o diretor do Centro Nacional de Imunização e Doenças Respiratórias, Demetre Daskalakis, também renunciaram, disse Houry à Reuters. Em cartas de renúncia revisadas pela agência, ambos citaram o avanço da desinformação sobre saúde, especialmente vacinas, ataques à ciência, politização da saúde pública e tentativas de cortar o orçamento e a influência do CDC. O diretor do Centro Nacional de Doenças Infecciosas Emergentes e Zoonóticas, Daniel Jernigan, também deixou o cargo dias após a agência confirmar o primeiro caso humano de miíase (screwworm) nos EUA, ligado a um surto em andamento na América Central. A diretora do Escritório de Dados, Vigilância e Tecnologia em Saúde Pública do CDC, Jen Layden, também pediu demissão, informou a NBC News. “Recentemente, o exagero dos riscos e a disseminação de desinformação custaram vidas, como demonstra o maior número de casos de sarampo nos EUA em 30 anos e o ataque violento à nossa agência”, escreveu Houry em sua carta de renúncia. Cortes orçamentários propostos pelo governo do presidente Donald Trump e planos de Kennedy de reorganizar a agência prejudicariam sua capacidade de enfrentar esses desafios. Politização A Casa Branca tentou reduzir o orçamento do CDC em quase US$ 3,6 bilhões, deixando-o com US$ 4 bilhões para 2026. Kennedy anunciou um plano de demissões no início do ano que cortou 2.400 funcionários do CDC, embora cerca de 700 tenham sido recontratados. “Não posso mais atuar neste cargo por conta da politização contínua da saúde pública”, escreveu Daskalakis, que se recusou a comentar. O HHS não informou o motivo da saída de Monarez nem comentou as renúncias. “Susan Monarez não é mais diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças. Agradecemos por seu serviço dedicado ao povo americano”, publicou o órgão em sua conta oficial no X. O CDC tem enfrentado grandes desafios sob a liderança de Kennedy, incluindo um tiroteio em sua sede em Atlanta no início do mês. O sindicato que representa os trabalhadores da agência disse que o episódio “agrava meses de maus-tratos, negligência e difamações sofridas pela equipe do CDC”. Fiona Havers, ex-funcionária do CDC que renunciou em junho por discordar da política de vacinação, descreveu as demissões recentes como “devastadoras para o CDC”, acrescentando que os líderes que saíram atuavam como “escudo entre os cientistas de carreira do CDC e os ataques de RFK Jr. e desta administração à saúde pública”. Mudanças radicais Em uma carta de renúncia direcionada a Houry e publicada por Daskalakis no X, o ex-diretor criticou as recomendações de vacinação da agência, afirmando que elas colocam jovens e gestantes em risco e condenou a decisão de Kennedy de demitir o painel de especialistas. Ele alertou que as políticas de saúde pública do governo poderiam levar os EUA de volta a uma era pré-vacinas, em que apenas os mais fortes sobrevivem, comprometendo a segurança e o bem-estar do país. Kennedy anunciou nesta quarta-feira novas mudanças na elegibilidade para vacinas contra a COVID-19. Monarez, cientista do governo federal, foi confirmada pelo Senado dos EUA em 29 de julho após Trump indicá-la no início do ano e empossada por Kennedy em 31 de julho. Ela foi a segunda indicada por Trump ao cargo, após o presidente retirar, em março, a indicação de Dave Weldon, ex-deputado republicano e crítico de vacinas aliado de Kennedy, horas antes de sua audiência de confirmação. Durante sua sabatina, Monarez afirmou não haver evidências de ligação entre vacinas e autismo, contrastando com Kennedy, que tem promovido a alegação desmentida de tal relação. Kennedy lançou uma investigação nacional sobre as causas do autismo e disse nesta quarta-feira que haverá novidades em setembro sobre mudanças que terão “impacto significativo” nesse campo. “Temos anúncios que sairão em setembro sobre autismo, mudanças que vão impactar profundamente os resultados”, declarou Kennedy em evento ao lado do governador do Texas, Gregg Abbott.

Palavras-chave: tecnologia

Lista bilionários da Forbes: Eduardo Saverin bate recorde com a maior fortuna já registrada por um brasileiro

Publicado em: 28/08/2025 11:44

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin comparece ao segundo aniversário da 99.co e ao lançamento do 99PRO em Cingapura em 26 de maio de 2016. Roslan Rahman/AFP/Arquivo Pelo segundo ano consecutivo, Eduardo Saverin aparece como o brasileiro mais rico. Em 2025, sua fortuna cresceu de R$ 155,9 bilhões (2024) para R$ 227 bilhões, um avanço de 45,5%. Ele não só manteve a liderança como quebrou mais um recorde: maior fortuna já registrada por um brasileiro. O cofundador do Facebook foi favorecido pela valorização das ações da Meta, impulsionadas pela onda da inteligência artificial, e ampliou o recorde histórico já alcançado em 2024. O top 5 também registrou movimentos relevantes: Vicky Safra, viúva de Joseph Safra, permanece como a mulher mais rica do Brasil, em 2º lugar, com R$ 120,5 bilhões — 9,4% acima do valor de 2024. Jorge Paulo Lemann, sócio da 3G Capital e da AB InBev, manteve o 3º lugar, mas sua fortuna caiu de R$ 91,8 bilhões para R$ 88 bilhões, uma retração de 4,2%. André Esteves, do BTG Pactual, foi o grande destaque do setor financeiro: subiu do 9º lugar em 2024 para o 4º em 2025, com aumento de 56% (de R$ 32,7 bilhões para R$ 51 bilhões). Fernando Moreira Salles, do Itaú Unibanco, permaneceu entre os cinco primeiros e registrou crescimento discreto, de R$ 38,4 bilhões para R$ 40,2 bilhões (+4,5%). Quem perdeu espaço 💸 Alguns nomes tradicionais perderam espaço no ranking. Carlos Alberto Sicupira (AB InBev/3G Capital) caiu do 5º lugar em 2024 (R$ 49,3 bilhões) para o 6º em 2025 (R$ 39,1 bilhões), ainda impactado pela crise das Lojas Americanas. Alexandre Behring, também da 3G Capital, passou do 8º lugar (R$ 34,8 bilhões) para o 9º (R$ 31 bilhões). Já Marcel Herrmann Telles, sócio histórico de Lemann e Sicupira, deixou o top 10 em 2025. Novos nomes no Top 10 🤑 A principal novidade do ranking foi a entrada de Jorge Moll, fundador da Rede D’Or. Sua fortuna mais que dobrou em um ano, chegando a R$ 30,4 bilhões (+119%), o que lhe garantiu o 10º lugar. Outro destaque foi Miguel Krigsner, fundador do O Boticário, que saiu do 10º lugar em 2024 (R$ 28,6 bilhões) para o 8º em 2025 (R$ 34,2 bilhões), impulsionado pela expansão da rede de cosméticos. Veja abaixo os dez maiores bilionários do Brasil em 2025. Eduardo Saverin (Facebook/Meta) - Patrimônio: R$ 227 bilhões (+45,5%) Vicky Sarfati Safra e família (Banco Safra) - Patrimônio: R$ 120,5 bilhões Jorge Paulo Lemann (AB Inbev/3G Capital) - Patrimônio: R$ 88 bilhões André Santos Esteves (BTG Pactual) - Patrimônio: R$ 51 bilhões (+56%) Fernando Roberto Moreira Salles (Itaú Unibanco/CBMM) - Patrimônio: R$ 40,2 bilhões (+4,5%) Carlos Alberto da Veiga Sicupira (AB Inbev/3G Capital) - Patrimônio: R$ 39,1 bilhões (-20,8%) Pedro Moreira Salles (Itaú Unibanco/CBMM) - Patrimônio: R$ 38 bilhões (+5,1%) Miguel Gellert Krigsner (O Boticário) - Patrimônio: R$ 34,2 bilhões (+19,2%) Alexandre Behring da Costa (3G Capital) - Patrimônio: R$ 31 bilhões (-11,1%) Jorge Neval Moll Filho (Rede D’Or) - Patrimônio: R$ 30,4 bilhões (+119,1%) Forbes divulga ranking das 10 mulheres mais ricas do Brasil em 2025; veja quem são 1. Eduardo Saverin: R$ 227 bilhões (+45,5%) Eduardo Saverin, cofundador do Facebook Roslan Rahman/AFP/Arquivo Idade: 43 anos Onde mora: Singapura Empresa: Facebook Setor: Tecnologia Saverin é paulista — nasceu em 1982 na cidade de São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos. Ele é conhecido por ter ajudado Mark Zuckerberg a fundar o Facebook— os dois se conheceram quando estavam na faculdade. Hoje, o empresário tem 43 anos e mora em Singapura, com sua esposa e filho. Saverin também é cofundador e copresidente da B. Capital, empresa de venture capital. 🔍 Empresas de venture capital — também conhecidas como empresas de capital de risco — são aquelas que realizam investimentos em companhias inovadoras em estágio inicial ou de pequeno porte e oferecem conhecimento e ferramentas para que elas possam expandir. Normalmente, esse tipo de investimento é de alto risco, mas também pode oferecer altos retornos. Saverin se formou em economia em Harvard — onde conheceu Zuckerberg e ajudou a criar a rede social em 2004. O brasileiro foi o responsável pelo investimento inicial necessário para começar as operações da empresa, segundo o livro "Milionários Acidentais", de Ben Mezrich, publicado em 2012. Sua fortuna veio de uma participação minoritária da empresa. Ele apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2011, após a abertura de capital do Facebook, que fez valorizar sua participação. Sua fatia só não era maior porque Saverin e Zuckerberg romperam a parceria por discordarem sobre os rumos da empresa. O embate foi parar na Justiça e foi retratado no filme "A Rede Social" (2010), em que Saverin é interpretado pelo ator Andrew Garfield. Ainda assim, ele chegou a receber o título de brasileiro mais rico da história em 2024. Na época, sua fortuna ficou avaliada em US$ 155,9 bilhões, após as ações da Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, terem mostrado forte valorização. A fortuna de Saverin teve um bom impulso após a Meta Platforms, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, apresentar resultados robustos no quarto trimestre de 2023 e anunciar o primeiro plano de distribuição de dividendos da empresa. Com o resultado, ele ficou muito à frente dos demais. 2. Vicky Safra: R$ 120,5 bilhões Foto de arquivo de maio de 2014 mostra Vicky e Joseph Safra no Teatro Municipal de São Paulo. Silvana Garzaro/Estadão Conteúdo Idade: 73 anos Onde mora: Suíça Empresa: Banco Safra Setor: Finanças Nascimento: Grécia/naturalizada brasileira Vicky Safra, de 72 anos, tem origem grega. Ela tinha apenas 17 anos quando se casou com Joseph Safra, o homem que viria se tornar o banqueiro mais rico do mundo. A fortuna da família tem raízes na Síria, com a criação de uma empresa que operava como casa bancária em 1800. Só começou a fazer parte da história do Brasil em 1953, quando o pai de Joseph Safra, Jacob Safra, se mudou com a família para o país. Por aqui, a fundação da Safra Financeira veio em 1967. Com as compras de outras instituições financeiras, em 1972 o Banco Safra se estabeleceu no Brasil. Juntos, Vicky e Joseph Safra tiveram quatro filhos e 14 netos. Joseph Safra morreu em 2020, aos 82 anos, por causas naturais. Entre os filhos, Jacob e David administram os negócios do Safra no Brasil e fora do país. Alberto deixou os negócios da família e fundou a gestora de ativos ASA. Esther também vendeu suas ações, e é casada com Carlos Dayan, da família dona do banco Daycoval. 3. Jorge Paulo Lemann: R$ 88 bilhões (-4,2%) O empresário Jorge Paulo Lemann, em foto de novembro de 2013 Felipe Rau/Estadão Conteúdo/Arquivo Idade: 85 anos Onde mora: Suíça Empresa: AB Inbev/3G Capital Setor: Bebidas/Investimentos O empresário Jorge Paulo Lemann se mantém como um dos mais ricos do Brasil, mesmo após perdas recentes com o caso Americanas. Ele é um dos principais sócios da empresa de investimentos 3G Capital Partners, que aplica recursos na varejista e em outras empresas. Nascido no Rio de Janeiro, em 26 de agosto de 1939, Lemann tem dupla nacionalidade — é filho de suíços que imigraram para o Brasil no começo do século XX. Órfão de pai aos 14 anos, foi um estudante dedicado e, seguindo os passos de um primo, se formou em economia em Harvard. Iniciou sua carreira atuando em bancos e financeiras até começar a atuar no mercado de capitais, o que o levou a se tornar, em meados da década de 1960, sócio da financeira Invesco, que quebrou em 1966. Lemann se tornou sócio, então, da corretora Libra, da qual tentou comprar o controle. No começo de 1970, o empresário vendeu sua participação na corretora por US$ 200 mil. No ano seguinte, comprou título da Corretora Garantia, onde viria a conhecer os sócios Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira. O trio se tornou investidor de uma série de empresas, como Ambev e Lojas Americanas. Mais tarde, tornou-se acionista controlador da Anheuser-Busch InBev, a maior cervejaria do mundo. Em 2016, a empresa comprou a cervejaria SABMiller por quase US$ 100 bilhões. Lemann e seus sócios também possuem participações na Restaurant Brands International, controladora do Burger King e da rede canadense de cafés Tim Hortons. 4. André Esteves: R$ 51 bilhões (+56%) Presidente e controlador do banco BTG Pactual, André Esteves, durante entrevista em São Paulo REUTERS/Nacho Doce Idade: 57 anos Onde mora: Brasil Empresa: BTG Pactual Setor: Finanças O banqueiro André Esteves, de 56 anos, começou sua carreira como estagiário no banco de investimentos Pactual. Anos depois, em uma carreira ascendente, adquiriu o controle da instituição. Em 2006, ele vendeu o Pactual ao gigante banco suíço UBS por US$ 3,1 bilhões, formando a subsidiária brasileira UBS Pactual. Em 2009, ele planejou a venda do UBS Pactual para a empresa de investimentos BTG e se tornou presidente do conselho e CEO da nova empresa. O bilionário ganhou fama também por seu sucesso à frente de grandes negócios. Em 2011, comprou parte do Banco PanAmericano, que passava por dificuldades após a descoberta de fraudes de R$ 4,2 bilhões. A aquisição foi acertada com Silvio Santos, fundador da instituição financeira. Em 2021, o BTG Pactual se tornou o maior acionista do Banco Pan, após adquirir a fatia que a Caixa Econômica Federal possuía da instituição. 5. Fernando Roberto Moreira Salles: R$ 40,2 bilhões (+4,5%) Onde mora: Brasil Idade: 79 anos Empresa: Itaú Unibanco/CBMM Setor: Finanças/Mineração Fernando, primogênito do banqueiro Walther Moreira Salles (1912-2001), é acionista do Itaú Unibanco por meio da Companhia E. Johnston de Participações. A família também controla a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), líder mundial na produção de nióbio. Em 2022, durante um processo de reestruturação, Fernando adquiriu parte das cotas dos irmãos Walther Júnior e João — mais ligados ao setor cultural — e passou a deter 50% da EJ, que possui cerca de 33% das ações do Itaú. 6. Carlos Alberto da Veiga Sicupira: R$ 39,1 bilhões (-20,8%) Empresário Beto Sicupira, em foto de novembro de 2010. Janete Longo/Estadão Conteúdo/Arquivo Idade: 77 anos Onde mora: Suíça Empresa: AB Inbev/3G Capital  Setor: Bebidas/Investimentos A maior parcela da fortuna de Beto Sicupira vem de suas ações na cervejaria AB InBev, com cerca de 3% de participação, segundo a Forbes. O bilionário é um dos principais sócios da empresa de investimentos 3G Capital, ao lado de Lemann e Telles. Filho de uma dona de casa e um funcionário público que fez carreira no Banco do Brasil, Sicupira nasceu no Rio de Janeiro, em 1º de maio de 1948. Ainda adolescente, começou a empreender com venda de carros usados. Ele cursou administração de empresas na UFRJ e também tem especialização na Universidade de Harvard. Em 2000, criou a Fundação Brava, que investe em projetos de melhoria da gestão pública e de organizações sem fins lucrativos. Ele também é um dos investidores da Fundação Estudar, entidade que oferece bolsas de estudo para estudantes talentosos nas melhores universidades do mundo. Saiba quem é Eduardo Saverin, o brasileiro mais rico do mundo Quem é Mario Araripe, o único novato brasileiro na lista de bilionários da Forbes 2025

MediaTek oficializa chip com controle recorde de zonas de iluminação em TVs Mini LED

Publicado em: 28/08/2025 11:43 Fonte: Tudocelular

A MediaTek anunciou um novo chip destinado a Smart TVs como tecnologia Mini LED RGB. O hardware se destaca por ser o primeiro do mundo com capacidade para gerenciar mais de 15 mil zonas de escurecimento local (local dimming) nesse tipo de tela. Com o novo chip Pentonic, a MediaTek promete aumentar o brilho em até 276%, ampliar a gama de cores em 18% e superar as limitações de tamanho de telas OLED em 18%, com um painel Mini LED RGB. Isso resultaria em pretos mais profundos, cores vibrantes e maior luminosidade.De acordo com a empresa, o segredo para o desempenho está na presença do motor de Inteligência Artificial integrado – a chamada Unidade de Processamento Neural (NPU), muito presente em chipsets de outros equipamentos.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Câmara aprova projeto de lei que incentiva adoção responsável de animais domésticos abandonados ou resgatados em Álvares Machado

Publicado em: 28/08/2025 11:21

Câmara aprovou projeto de lei que incentiva adoção responsável em Álvares Machado (SP) Freepik Com objetivo de divulgar informações e imagens de cães e gatos disponíveis para adoção, a Câmara Municipal aprovou um projeto de lei que cria a “Central Virtual de Adoção de Cães e Gatos”, em Álvares Machado (SP). 📱 Participe do Canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Conforme o Poder Legislativo, a medida visa incentivar a adoção responsável de animais domésticos abandonados ou resgatados. Além disso, a propositura de autoria do presidente do Legislativo, o vereador Joel Nunes (União Brasil), busca aproximar a população das entidades, grupos e protetores independentes que atuam na causa animal em Machado. Conforme o projeto, a “Central Virtual de Adoção de Cães e Gatos” deve ser veiculada no site da Prefeitura, além das redes sociais oficiais. VEJA TAMBÉM: Veja lista de abrigos que cuidam de animais abandonados na região de Presidente Prudente Ainda segundo o Legislativo, a central poderá conter: um canal específico para denúncias de maus-tratos contra animais; informações institucionais sobre entidades de proteção animal; calendário de campanhas, feiras de adoção e demais eventos relativos à causa animal. A implementação do serviço poderá ser realizada em parceria com organizações não governamentais, entidades de proteção animal e voluntários, desde que seja observada a legislação atual. A plataforma também pode agregar dados sobre protetores independentes, feiras de adoção, campanhas de castração e denúncias. Segundo o Legislativo, a “proposição não implica aumento de despesas relevantes, por aproveitar a estrutura digital já existente do município, sendo sua execução viável com o apoio de voluntários, protetores e entidades da causa animal". A Prefeitura de Álvares Machado informou ao g1 que ainda não decidiu se irá sancionar ou vetar a proposta. VÍDEOS: Tudo sobre a região de Presidente Prudente Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.

Palavras-chave: câmara municipal

Nvidia: o boom de IA ​​que impulsiona empresa mais valiosa do mundo apesar de tensões entre EUA e China

Publicado em: 28/08/2025 10:59

O diretor-executivo da Nvidia, Jensen Huang, em um discurso de abertura na Consumer Electronics Show (CES) em Las Vegas, Nevada, em 6 de janeiro de 2025 Getty Images A fabricante de chips de computador Nvidia foi impulsionada por grandes empresas de tecnologia interessadas em expandir suas capacidades em inteligência artificial, apesar das tensões entre os EUA e a China. Na quarta-feira, a empresa divulgou uma receita de US$ 46,7 bilhões (cerca R$ 247,5 bilhões) no segundo trimestre do ano, um aumento de 56% em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, a Nvidia, que tem sido pega no meio de uma guerra comercial entre os EUA e a China, afirmou que "continuou a lidar com questões geopolíticas", e suas ações caíram no pregão após o fechamento. A empresa, que se consolidou como a companhia mais valiosa do mundo, precisou navegar pelas políticas em constante mudança da administração Trump, voltadas a garantir que os EUA mantenham a liderança no desenvolvimento de IA. Nvidia anunciou investimento de meio trilhão de dólares em IA Um boom contínuo de IA Os chips sofisticados da Nvidia têm sido uma parte importante do boom de inteligência artificial. Na quarta-feira, a empresa afirmou que a demanda por seus produtos continua forte, especialmente de grandes empresas de tecnologia, incluindo a Meta, dona do Instagram, e a OpenAI, criadora do ChatGPT, enquanto competem para expandir suas capacidades em IA. "A corrida da IA começou de fato", disse o chefe da Nvidia, Jensen Huang, em uma teleconferência com analistas após a divulgação do relatório, afirmando que os gastos de quatro grandes empresas de tecnologia dobraram, chegando a US$ 600 bilhões por ano (cerca de R$ 3,2 trilhões). "Com o tempo, você pensaria que a inteligência artificial… aceleraria o crescimento do PIB", disse Huang. "Nossa contribuição para isso é uma grande parte da infraestrutura de IA." Colleen McHugh, diretora de investimentos da empresa Wealthify, disse ao programa Today da BBC que a Nvidia está "no centro desse boom de IA". "Ela é praticamente incontestável no mercado de chips para IA", acrescentou. Ela também afirmou que a empresa é "muito dependente" das gigantes de tecnologia para gerar receita e que a continuidade dos gastos com seus chips faria com que os "retornos e o preço das ações da Nvidia continuassem subindo". A receita da empresa proveniente de data centers subiu 56%, para US$ 41,1 bilhões (cerca de R$ 218,2 bilhões), mesmo ficando ligeiramente abaixo das expectativas dos analistas. Eileen Burbridge, investidora e sócia-fundadora da Passion Capital, disse que a oscilação no preço das ações foi resultado da divisão de data centers "não ter apresentado resultados tão fortes quanto esperava". No entanto, ela afirmou que a empresa teve um crescimento "inacreditável". "Claramente, muito capital entrou, e não acho injusto dizer que houve talvez um pouco de euforia ou até uma pequena bolha", acrescentou. Em julho, a Nvidia se tornou a primeira empresa do mundo avaliada em US$ 4 trilhões (cerca de R$ 21,2 trilhões). A fabricante de chips de IA, com sede em Santa Clara, Califórnia, disse que a receita no trimestre atual provavelmente chegará a US$ 54 bilhões (aproximadamente R$ 286,2 bilhões), superando as expectativas dos analistas de Wall Street. Questões Geopolíticas A Nvidia continua exposta às tensões geopolíticas entre os EUA e a China. A empresa anunciou em julho que retomaria as vendas de seus chips de inteligência artificial de alta performance para a China. A medida ocorreu após o CEO Jensen Huang conseguir convencer o governo Trump a reverter a proibição da venda dos chips H20 da empresa, desenvolvidos especificamente para o mercado chinês. O governo havia imposto a proibição devido a preocupações de que os chips pudessem beneficiar não apenas desenvolvedores de IA chineses, mas também o Exército da China. Na quarta-feira, executivos afirmaram que, no final de julho, o governo dos EUA começou a revisar licenças para a venda de chips H20 destinados especificamente a clientes chineses. A empresa acrescentou que não havia enviado nenhum H20, apesar de alguns clientes baseados na China terem recebido essas licenças nas últimas semanas. O governo dos EUA espera receber 15% da receita gerada com as vendas licenciadas dos chips H20. A Nvidia não incluiu os H20 em suas projeções para o trimestre atual e afirmou que também está fazendo lobby junto ao governo dos EUA para aprovar a venda de seus chips Blackwell para a China, que continua sendo o maior mercado de seus chips. Enquanto isso, analistas observam que a China está estimulando a competição no setor que a Nvidia atualmente domina. "As restrições de exportação dos EUA estão fomentando a fabricação doméstica de chips na China", disse o analista da Emarketer, Jacob Bourne, após a divulgação do relatório. Ele acrescentou que a questão agora é se o "mergulho da Nvidia em robótica" ajudará a empresa a manter seu papel como "indicadora da economia de IA". O imigrante ex-lavador de pratos que fundou a Nvidia, gigante dos microchips que vale mais que Google e Amazon A empresa que ultrapassou Apple e Microsoft e se tornou a mais valiosa do mundo O 'álbum novo' de cantora folk que nem ela conhecia – criado com inteligência artificial

Samsung Galaxy Z Flip 7 FE mostra desempenho da tela dobrável em teste do DXOMARK

Publicado em: 28/08/2025 10:51 Fonte: Tudocelular

Lançado em julho como o primeiro celular dobrável da família acessível FE, o Samsung Galaxy Z Flip 7 FE acaba de ter a tela dobrável analisada pelos especialistas do portal DXOMARK. Muito similar ao Galaxy Z Flip 6 em especificações, o dispositivo mostrou desempenho similar ao antigo dobrável compacto premium da marca, sendo competente apesar de apresentar algumas falhas.O display interno do Galaxy Z Flip 7 FE é equipado com painel Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, munido de resolução Full HD+ de 2640 x 1080 pixels em proporção de 21:9 e taxa de atualização de 120 Hz. Há tecnologia LTPO para reduzir a taxa para poupar bateria, suporte a HDR10+ com pico de brilho de 2.600 nits e revestimento de vidro ultrafino (UTG). Nas observações que realizou, o DXOMARK encontrou como pontos positivos a boa performance na reprodução de vídeos em HDR10 em virtude do brilho adequado e da boa fidelidade de cores, bons níveis de brilho — que atingiram picos de 2.478 nits nas medições do site — e legibilidade nas condições testadas, e toque suave e responsivo em todos os cenário analisados.O Samsung Galaxy Z Flip 7 FE está disponível na Amazon por R$ 3.998. Para ver as outras 12 ofertas clique aqui. (atualizado em 28 de August de 2025, às 10:02)Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Quem ganhou e quem perdeu: veja como mudou a fortuna de bilionários brasileiros entre 2024 e 2025

Publicado em: 28/08/2025 10:49

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin (dir.) em Cingapura em 26 de maio de 2016. Roslan Rahman/AFP/Arquivo Pelo segundo ano consecutivo, Eduardo Saverin aparece como o brasileiro mais rico. Em 2025, sua fortuna cresceu de R$ 155,9 bilhões (2024) para R$ 227 bilhões, um avanço de 45,5%. O cofundador do Facebook foi favorecido pela valorização das ações da Meta, impulsionadas pela onda da inteligência artificial, e ampliou o recorde histórico já alcançado em 2024. O top 5 também registrou movimentos relevantes: Vicky Safra, viúva de Joseph Safra, permanece como a mulher mais rica do Brasil, em 2º lugar, com R$ 120,5 bilhões — 9,4% acima do valor de 2024. Jorge Paulo Lemann, sócio da 3G Capital e da AB InBev, manteve o 3º lugar, mas sua fortuna caiu de R$ 91,8 bilhões para R$ 88 bilhões, uma retração de 4,2%. André Esteves, do BTG Pactual, foi o grande destaque do setor financeiro: subiu do 9º lugar em 2024 para o 4º em 2025, com aumento de 56% (de R$ 32,7 bilhões para R$ 51 bilhões). Fernando Moreira Salles, do Itaú Unibanco, permaneceu entre os cinco primeiros e registrou crescimento discreto, de R$ 38,4 bilhões para R$ 40,2 bilhões (+4,5%). Quem perdeu espaço 💸 Alguns nomes tradicionais perderam espaço no ranking. Carlos Alberto Sicupira (AB InBev/3G Capital) caiu do 5º lugar em 2024 (R$ 49,3 bilhões) para o 6º em 2025 (R$ 39,1 bilhões), ainda impactado pela crise das Lojas Americanas. Alexandre Behring, também da 3G Capital, passou do 8º lugar (R$ 34,8 bilhões) para o 9º (R$ 31 bilhões). Já Marcel Herrmann Telles, sócio histórico de Lemann e Sicupira, deixou o top 10 em 2025. Novos nomes no Top 10 🤑 A principal novidade do ranking foi a entrada de Jorge Moll, fundador da Rede D’Or. Sua fortuna mais que dobrou em um ano, chegando a R$ 30,4 bilhões (+119%), o que lhe garantiu o 10º lugar. Outro destaque foi Miguel Krigsner, fundador do O Boticário, que saiu do 10º lugar em 2024 (R$ 28,6 bilhões) para o 8º em 2025 (R$ 34,2 bilhões), impulsionado pela expansão da rede de cosméticos. Veja abaixo os dez maiores bilionários do Brasil em 2024. Eduardo Saverin (Facebook/Meta) – Patrimônio: R$ 155,9 bilhões Vicky Sarfati Safra e família (Banco Safra) – Patrimônio: R$ 110,1 bilhões Jorge Paulo Lemann (AB InBev/3G Capital) – Patrimônio: R$ 91,8 bilhões Carlos Alberto da Veiga Sicupira (AB InBev/3G Capital) – Patrimônio: R$ 49,3 bilhões Fernando Roberto Moreira Salles (Itaú Unibanco/CBMM) – Patrimônio: R$ 38,4 bilhões Pedro Moreira Salles (Itaú Unibanco/CBMM) – Patrimônio: R$ 36,2 bilhões Marcel Herrmann Telles (AB InBev/3G Capital) – Patrimônio: R$ 35,9 bilhões Alexandre Behring da Costa (3G Capital) – Patrimônio: R$ 34,8 bilhões André Santos Esteves (BTG Pactual) – Patrimônio: R$ 32,7 bilhões Miguel Gellert Krigsner (O Boticário) – Patrimônio: R$ 28,6 bilhões Veja abaixo os dez maiores bilionários do Brasil em 2025. Eduardo Saverin (Facebook/Meta) - Patrimônio: R$ 227 bilhões (+45,5%) Vicky Sarfati Safra e família (Banco Safra) - Patrimônio: R$ 120,5 bilhões Jorge Paulo Lemann (AB Inbev/3G Capital) - Patrimônio: R$ 88 bilhões André Santos Esteves (BTG Pactual) - Patrimônio: R$ 51 bilhões (+56%) Fernando Roberto Moreira Salles (Itaú Unibanco/CBMM) - Patrimônio: R$ 40,2 bilhões (+4,5%) Carlos Alberto da Veiga Sicupira (AB Inbev/3G Capital) - Patrimônio: R$ 39,1 bilhões (-20,8%) Pedro Moreira Salles (Itaú Unibanco/CBMM) - Patrimônio: R$ 38 bilhões (+5,1%) Miguel Gellert Krigsner (O Boticário) - Patrimônio: R$ 34,2 bilhões (+19,2%) Alexandre Behring da Costa (3G Capital) - Patrimônio: R$ 31 bilhões (-11,1%) Jorge Neval Moll Filho (Rede D’Or) - Patrimônio: R$ 30,4 bilhões (+119,1%) Eduardo Saverin, cofundador do Facebook Roslan Rahman/AFP/Arquivo 1. Eduardo Saverin: R$ 227 bilhões (+45,5%) Idade: 43 anos Onde mora: Singapura Empresa: Facebook Setor: Tecnologia Saverin nasceu em 1982 na cidade de São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos. Ele se formou em economia em Harvard, onde conheceu Zuckerberg e ajudou a criar o Facebook em 2004. Sua fortuna veio de uma participação minoritária da empresa, que viria a crescer anos mais tarde. Nos anos seguintes, Saverin e Zuckerberg discordaram sobre os rumos da empresa. O embate foi parar na Justiça e foi retratado no filme "A Rede Social" (2010), em que Saverin é interpretado pelo ator Andrew Garfield. O brasileiro fez o investimento inicial necessário para começar as operações da empresa, segundo o livro "Milionários Acidentais", de Ben Mezrich, publicado em 2012. Ele apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2011, após a abertura de capital do Facebook, que fez valorizar sua participação. A fortuna de Saverin teve um bom impulso após a Meta Platforms, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, apresentar resultados robustos no quarto trimestre de 2023 e anunciar o primeiro plano de distribuição de dividendos da empresa. Com o resultado, ele ficou muito à frente dos demais. Foto de arquivo de maio de 2014 mostra Vicky e Joseph Safra no Teatro Municipal de São Paulo. Silvana Garzaro/Estadão Conteúdo 2. Vicky Safra: R$ 120,5 bilhões Idade: 73 anos Onde mora: Suíça Empresa: Banco Safra Setor: Finanças Nascimento: Grécia/naturalizada brasileira Vicky Safra, de 72 anos, tem origem grega. Ela tinha apenas 17 anos quando se casou com Joseph Safra, o homem que viria se tornar o banqueiro mais rico do mundo. A fortuna da família tem raízes na Síria, com a criação de uma empresa que operava como casa bancária em 1800. Só começou a fazer parte da história do Brasil em 1953, quando o pai de Joseph Safra, Jacob Safra, se mudou com a família para o país. Por aqui, a fundação da Safra Financeira veio em 1967. Com as compras de outras instituições financeiras, em 1972 o Banco Safra se estabeleceu no Brasil. Juntos, Vicky e Joseph Safra tiveram quatro filhos e 14 netos. Joseph Safra morreu em 2020, aos 82 anos, por causas naturais. Entre os filhos, Jacob e David administram os negócios do Safra no Brasil e fora do país. Alberto deixou os negócios da família e fundou a gestora de ativos ASA. Esther também vendeu suas ações, e é casada com Carlos Dayan, da família dona do banco Daycoval. O empresário Jorge Paulo Lemann, em foto de novembro de 2013 Felipe Rau/Estadão Conteúdo/Arquivo 3. Jorge Paulo Lemann: R$ 88 bilhões (-4,2%) Idade: 85 anos Onde mora: Suíça Empresa: AB Inbev/3G Capital Setor: Bebidas/Investimentos O empresário Jorge Paulo Lemann se mantém como um dos mais ricos do Brasil, mesmo após perdas recentes com o caso Americanas. Ele é um dos principais sócios da empresa de investimentos 3G Capital Partners, que aplica recursos na varejista e em outras empresas. Nascido no Rio de Janeiro, em 26 de agosto de 1939, Lemann tem dupla nacionalidade — é filho de suíços que imigraram para o Brasil no começo do século XX. Órfão de pai aos 14 anos, foi um estudante dedicado e, seguindo os passos de um primo, se formou em economia em Harvard. Iniciou sua carreira atuando em bancos e financeiras até começar a atuar no mercado de capitais, o que o levou a se tornar, em meados da década de 1960, sócio da financeira Invesco, que quebrou em 1966. Lemann se tornou sócio, então, da corretora Libra, da qual tentou comprar o controle. No começo de 1970, o empresário vendeu sua participação na corretora por US$ 200 mil. No ano seguinte, comprou título da Corretora Garantia, onde viria a conhecer os sócios Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira. O trio se tornou investidor de uma série de empresas, como Ambev e Lojas Americanas. Mais tarde, tornou-se acionista controlador da Anheuser-Busch InBev, a maior cervejaria do mundo. Em 2016, a empresa comprou a cervejaria SABMiller por quase US$ 100 bilhões. Lemann e seus sócios também possuem participações na Restaurant Brands International, controladora do Burger King e da rede canadense de cafés Tim Hortons. Presidente e controlador do banco BTG Pactual, André Esteves, durante entrevista em São Paulo REUTERS/Nacho Doce 4. André Esteves: R$ 51 bilhões (+56%) Idade: 57 anos Onde mora: Brasil Empresa: BTG Pactual Setor: Finanças O banqueiro André Esteves, de 56 anos, começou sua carreira como estagiário no banco de investimentos Pactual. Anos depois, em uma carreira ascendente, adquiriu o controle da instituição. Em 2006, ele vendeu o Pactual ao gigante banco suíço UBS por US$ 3,1 bilhões, formando a subsidiária brasileira UBS Pactual. Em 2009, ele planejou a venda do UBS Pactual para a empresa de investimentos BTG e se tornou presidente do conselho e CEO da nova empresa. O bilionário ganhou fama também por seu sucesso à frente de grandes negócios. Em 2011, comprou parte do Banco PanAmericano, que passava por dificuldades após a descoberta de fraudes de R$ 4,2 bilhões. A aquisição foi acertada com Silvio Santos, fundador da instituição financeira. Em 2021, o BTG Pactual se tornou o maior acionista do Banco Pan, após adquirir a fatia que a Caixa Econômica Federal possuía da instituição. 5. Fernando Roberto Moreira Salles: R$ 40,2 bilhões (+4,5%) Onde mora: Brasil Idade: 79 anos Empresa: Itaú Unibanco/CBMM Setor: Finanças/Mineração Fernando, primogênito do banqueiro Walther Moreira Salles (1912-2001), é acionista do Itaú Unibanco por meio da Companhia E. Johnston de Participações. A família também controla a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), líder mundial na produção de nióbio. Em 2022, durante um processo de reestruturação, Fernando adquiriu parte das cotas dos irmãos Walther Júnior e João — mais ligados ao setor cultural — e passou a deter 50% da EJ, que possui cerca de 33% das ações do Itaú. Empresário Beto Sicupira, em foto de novembro de 2010. Janete Longo/Estadão Conteúdo/Arquivo 6. Carlos Alberto da Veiga Sicupira: R$ 39,1 bilhões (-20,8%) Idade: 77 anos Onde mora: Suíça Empresa: AB Inbev/3G Capital  Setor: Bebidas/Investimentos A maior parcela da fortuna de Beto Sicupira vem de suas ações na cervejaria AB InBev, com cerca de 3% de participação, segundo a Forbes. O bilionário é um dos principais sócios da empresa de investimentos 3G Capital, ao lado de Lemann e Telles. Filho de uma dona de casa e um funcionário público que fez carreira no Banco do Brasil, Sicupira nasceu no Rio de Janeiro, em 1º de maio de 1948. Ainda adolescente, começou a empreender com venda de carros usados. Ele cursou administração de empresas na UFRJ e também tem especialização na Universidade de Harvard. Em 2000, criou a Fundação Brava, que investe em projetos de melhoria da gestão pública e de organizações sem fins lucrativos. Ele também é um dos investidores da Fundação Estudar, entidade que oferece bolsas de estudo para estudantes talentosos nas melhores universidades do mundo. Saiba quem é Eduardo Saverin, o brasileiro mais rico do mundo Quem é Mario Araripe, o único novato brasileiro na lista de bilionários da Forbes 2025