Arquivo de Notícias

Inscrição para concurso público na Câmara de Mogi das Cruzes termina nesta terça-feira; salários vão até R$ 10.069,96

Publicado em: 04/11/2025 06:40

Câmara Municipal de Mogi das Cruzes abre concurso público As inscrições para o concurso público da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes terminam nesta terça-feira (4). No total, são oferecidas 18 vagas , além de cadastro de reserva. O interessado deve efetuar a inscrição no site da organizadora (confira as vagas abaixo). Os salários variam entre R$ 4.192,43 e R$ 10.069,96. Os benefícios oferecidos são vale-refeição, vale-alimentação e convênio médico. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Para os cargos de nível fundamental, o valor da taxa de inscrição é de R$ 54,90 e para ensino médio é R$ 67,90. Já para ensino superior completo, o valor é de R$ 98,80. No edital, o candidato pode conferir quem tem direito à isenção da taxa e como solicitar. Confira aqui como se inscrever e acesse o edital completo Prova A prova está prevista para o dia 18 de janeiro , em Mogi das Cruzes, com duração de três horas. O exame será composto por perguntas objetivas relacionadas a conhecimentos gerais - língua portuguesa, matemática e raciocínio lógico para alguns cargos - e conhecimentos específicos de acordo com o cargo pretendido. Mais informações ainda podem ser obtidas pelo Diário Oficial de Mogi das Cruzes. Clique aqui para acessar ao Diário Oficial de Mogi das Cruzes Confira as vagas completas O cargo que exige ensino fundamental é: Agente Legislativo Operacional Vagas: 1; Salário: R$ 4.192,43; Carga horária: 40h. Os cargos que exigem ensino médio são: Assessor de Cerimonial Vaga: 1 vaga; Salário: R$ 7.746,24; Carga horária: 40h. Assistente Técnico de Áudio Vaga: 1 vaga; Salário: R$ 4.848,43; Carga horária: 40h. Oficial Legislativo de Transportes Vagas: 5 vagas; Salário: R$ 4.848,43; Carga horária: 40h. Técnico Legislativo Vagas: 6 vagas; Salário: R$ 5.965,80; Carga horária: 40h. Técnico Legislativo em Informática Vagas: 2 vagas; Salário: R$ 5.001,16; Carga horária: 40h. Os cargos que exigem ensino superior são: Analista de Recursos Humanos Vaga: 1 vaga; Salário: R$ 8.250,50; Carga horária: 40h. Assessor de Imprensa Legislativo Vagas: cadastro reserva; Salário: R$ 8.250,50; Carga horária: 40h. Assessor Legislativo Contábil e Financeiro Vagas: cadastro reserva; Salário: R$ 10.069,96; Carga horária: 40h. Contador Vaga: 1; Salário: R$ 8.510,39; Carga horária: 40h. Engenheiro de Telecomunicações Vagas: cadastro reserva; Salário: R$ 8.014,86; Carga horária: 30h. Leia também Câmara de Mogi das Cruzes abre inscrições para concurso público; salários vão até R$ 10.069,96 Vestibulinho da Etec: inscrição termina nesta sexta-feira; Alto Tietê tem mais de 2 mil vagas Câmara Municipal de Mogi das Cruzes Diego Barbieri/Câmara Municipal de Mogi das Cruzes Assista a mais notícias do Alto Tietê

Palavras-chave: câmara municipal

Exposição imersiva abre em Belém com experiências sensoriais e tecnológicas

Publicado em: 04/11/2025 06:00

Exposição imersiva “A Energia que Navega com o Pará” abre em Belém. Marcus Passos/g1 Pará Belém recebe a partir desta terça-feira (4) a exposição gratuita “A Energia que Navega com o Pará”, instalada em um barco atracado no deck da Estação das Docas. A iniciativa convida o público para uma jornada que une inovação, cultura, sustentabilidade e responsabilidade social. As visitas devem ser agendadas previamente aqui neste link. A programação segue até o dia 30, de terça a domingo, com dois tours diários, às 10h e 16h30, com capacidade para até 35 pessoas por grupo. 📲 Clique e siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Imersão artística e histórica pela Amazônia No roteiro, os visitantes percorrem oito ambientes imersivos, que retratam as vivências amazônicas através dos visuais da artista Dannoelly Cardoso e das fotografias de Walda Marques. Além disso, um espaço sensorial oferece uma imersão nos sons, cheiros e sabores do Pará. A exposição revisita fatos históricos, destacando a iluminação pública pioneira no século XIX, quando Belém foi a primeira capital da Amazônia a ter energia elétrica. Esta passagem serve de pano de fundo para discussões atuais sobre sustentabilidade e responsabilidade social. Os visitantes também têm acesso a palestras, oficinas e atrações culturais, além de uma mostra dos projetos do Instituto Equatorial, aprofundando temas essenciais para o desenvolvimento sustentável. Aprendizado sobre eficiência energética O passeio termina com jogos interativos e realidade aumentada que ensinam boas práticas para o consumo consciente de energia e preservação ambiental, conectando conhecimento à tecnologia de forma envolvente. Michelle Miranda, analista de Responsabilidade Social da Equatorial Pará, diz: “Belém é uma potência artística e cultural que estará ainda mais em evidência neste mês de novembro. A proposta é convidar o público a refletir sobre o papel da energia e mostrar que inovação e sustentabilidade caminham juntas”. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Confira outras notícias do estado no g1 PA

Palavras-chave: tecnologia

Avião tecnológico faz mapeamento geológico no Tocantins em busca de terras raras e metais preciosos

Publicado em: 04/11/2025 05:04

Governo Federal inicia mapeamento geológico no Tocantins Um mapeamento aerogeofísico está sendo realizado em cidades do sul e sudeste do Tocantins para identificar locais com potencial para mineração. O levantamento é feito por meio de uma aeronave equipada para registrar variações do campo gravitacional, radiação e magnetismo no subsolo. Conforme o geólogo da Agência de Mineração do Tocantins (Ameto), Sanclever Freire Peixoto, o mapeamento deve passar por 20 cidades do Tocantins (veja lista dos municípios abaixo). "Embora as técnicas empregadas sejam voltadas principalmente à prospecção de minerais metálicos como cobre, ouro, zinco, chumbo, prata, ferro, manganês, níquel, elementos de terras raras, dentre outros, fundamentais para a transição energética. Os dados gerados também oferecem inúmeras aplicações como na agricultura, gestão ambiental e planejamento territorial", contou. A pesquisa é coordenada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) e conta com investimentos de R$ 10,5 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento. No Tocantins, a base do projeto fica em Porto Nacional. Os serviços em solo tocantinense são feitos pela empresa LASA Prospecções S.A. (Xcalibur Smart Mapping) e começaram no fim de outubro, com previsão de encerramento em dezembro de 2025. LEIA TAMBÉM Secretaria de Educação do Tocantins diz que pagamentos de contratos investigados pela PF estão suspensos Rios, praias e Ilha do Bananal: conheça cidade no TO que abriu concurso com 350 vagas e salários de até R$ 7,5 mil Aeronave usada no mapeamento aerogeofísico no Tocantins Igo Estrela/Serviço Geológico do Brasil O último levantamento aerogeofísico feito no Brasil ocorreu em 2015. Conforme o diretor de Geologia e Recursos Minerais do SBG, Valdir Silveira, o Tocantins é um estado prioritário por causa de seu potencial geológico. "A prioridade a gente se baseia no potencial geológico que a região nos fala. A geologia que a gente conhece, mas que ainda precisa conhecer mais, demonstra o estado com um grande potencial para conter depósitos de bens minerais para transição energética e para segurança alimentar, que é para o agronegócio. A gente acredita que o Tocantins seria uma nova fronteira para o setor mineral do Brasil", explicou. A partir das informações coletadas será possível identificar os locais onde há presença de minerais ou não. Com essas informações, gestores dos municípios podem organizar o crescimento das cidades e locais de preservação. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Como funciona o mapeamento Equipamentos usados no mapeamento aerogeofísico Igo Estrela/Serviço Geológico do Brasil Para fazer o mapeamento é necessária uma equipe de pilotos, geofísicos, geólogos, programadores e especialistas em processamento de dados, conforme Sanclever. O avião tem um sensor na ponta da cauda e voa a 100 metros de altura. Dentro dele, estão instalados equipamentos que farão a coleta de informações das áreas sobrevoadas. "Começa a fazer a leitura de magnetometria, que é o campo magnético. Ele mede o campo magnético terrestre, mede o campo gravimétrico terrestre e mede a gamaespectrometria, ou seja, faz três medições ao mesmo tempo. São leituras contínuas de pulsos eletromagnéticos. Os instrumentos medem e depois isso é transformado em imagem", explicou o diretor de geologia. A aeronave voa em linhas de norte a sul, em uma distância de 500 metros de um ponto ao outro, até cobrir a área de análise. Por isso, será comum ver o avião ir e voltar em um determinado espaço. "Essas medições são feitas ao longo de linhas de voo preestabelecidas, que permitem identificar estruturas geológicas e potenciais depósitos minerais sem a necessidade inicial de sondagens diretas", contou Sanclever. Conforme o Serviço Geológico do Brasil, o programa faz uso de alguns métodos geofísicos, como: Eletromagnético no Domínio do Tempo - mapeia a distribuição de condutividade elétrica no subsolo, utilizado na exploração de minerais como cobre, grafita e níquel, além da pesquisa de águas subterrâneas; Gravimetria Strapdown – mede variações no campo gravitacional terrestre, essencial para compreender a arquitetura litosférica profunda e localizar novos depósitos minerais; Magnetometria – usada na exploração de minerais metálicos, mede variações no campo magnético terrestre e identifica estruturas geológicas; Gamaespectrometria – detecta emissões de raios gama de isótopos presentes no solo e nas rochas, sendo fundamental para o mapeamento geológico; Gravimetria Gradiométrica – tecnologia avançada que permite o estudo de contextos tectônicos e a descoberta de depósitos minerais em alta resolução. O mapeamento aerogeofísico deve ser realizado em todo o país, como parte do Plano Nacional de Mineração 2030/2050, do Plano Decenal de Mapeamento Geológico Básico (PlanGeo) e do Plano Plurianual da União (PPA). Base dos trabalhos de mapeamento aerogeofísico no Tocantins está instalada em Porto Nacional Igo Estrela/Serviço Geológico do Brasil Cidade onde será feito o mapeamento no Tocantins Almas Arraias Aurora do Tocantins Chapada da Natividade Combinado Conceição do Tocantins Dianópolis Lavandeira Natividade Novo Alegre Novo Jardim Paranã Pindorama do Tocantins Ponte Alta do Bom Jesus Ponte Alta do Tocantins Porto Alegre do Tocantins São Valério Silvanópolis Taguatinga Taipas do Tocantins Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Palavras-chave: tecnologia

Paraná abre concurso público com 60 vagas e salários de R$ 12,9 mil

Publicado em: 04/11/2025 05:04

Sede da Secretaria da Fazenda Sefa A Secretaria de Estado de Fazenda do Paraná (Sefa) abriu nesta segunda-feira (3) um concurso público com 60 vagas para o cargo de Agente Fazendário Estadual. Os salários são de R$ 12.960,00, com carga horária de 40h semanais. Conforme o Governo do Estado, são vagas para funções de Administrador, Analista Fazendário, Contador, Economista, Estatístico e Profissional de Tecnologia da Informação. Veja mais detalhes abaixo. ✅ Siga o g1 PR no WhatsApp Segundo edital, os contratados poderão ser locados para atuar em qualquer unidade da Secretaria de Estado da Fazenda ou da Receita Estadual, tanto em Curitiba quanto no interior do Paraná. O agente fazendário atua no equilíbrio das contas do estado, além disso, é responsável pela fiscalização e transparência dos recursos públicos. As inscrições podem ser feitas pelo site do concurso público até 3 de dezembro, com taxa de R$ 130. Candidatos atendidos por lei têm até 11 de novembro para solicitar isenção do boleto. CONFIRA O EDITAL SE INSCREVA AQUI Veja vagas e salários Agente Fazendário Estadual - Função: Administrador - 12 vagas + cadastro reserva - salário de R$ 12.960,00; Agente Fazendário Estadual – Função: Analista Fazendário - 9 vagas + cadastro reserva - salário de R$ 12.960,00; Agente Fazendário Estadual – Função: Contador - 25 vagas + cadastro reserva - salário de R$ 12.960,00; Agente Fazendário Estadual – Função: Economista - 7 vagas + cadastro reserva - salário de R$ 12.960,00; Agente Fazendário Estadual – Função: Estatístico - 1 vaga + cadastro reserva - salário de R$ 12.960,00; Agente Fazendário Estadual – Função: Profissional de Tecnologia da Informação - 6 vagas + cadastro reserva - salário de R$ 12.960,00. LEIA TAMBÉM: Foz do Iguaçu: Sonho de Niemeyer volta a ganhar vida após 10 anos de abandono Aventura: Casal vai do PR ao AM de Corcel para entregar carro para comprador BR-373: Quem são as vítimas ejetadas de carro que morreram em grave acidente Provas O concurso de Agente Fazendário Estadual conta com as seguintes fases: Prova objetiva 1 (conhecimentos gerais) - de caráter eliminatório e classificatório; Prova objetiva 2 (conhecimentos específicos) - de caráter eliminatório e classificatório; Prova discursiva - de caráter eliminatório e classificatório. A seleção acontece em 25 de janeiro de 2026, nas cidades de Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel. A prova objetiva conta com 130 questões, com disciplinas de conhecimentos básicos e específicos. O concurso público tem validade de dois anos após a data de publicação do resultado final, podendo ser prorrogado. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Paraná.

Palavras-chave: tecnologia

Criciúma completa 100 anos: veja 10 curiosidades da Capital Brasileira do Carvão

Publicado em: 04/11/2025 05:04

Criciúma celebra aniversário de emancipação em 4 de novembro de 2025 Decom/Divulgação Criciúma é conhecida como a Capital Brasileira do Carvão e polo cerâmico, abrigando a Mina de Visitação Otávio Fontana, a única da América Latina aberta ao público. A cidade, que nasceu de imigrantes italianos e cresceu com o trabalho nas minas, completa 100 anos de emancipação político-administrativa neste mês de novembro. Além da forte ligação com o carvão e a cerâmica, Criciúma carrega uma trajetória marcada por conquistas esportivas, pluralidade cultural e curiosidades que ajudam a entender seu papel no desenvolvimento do Sul de Santa Catarina. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp "Criciúma: 100 Anos de Vida": série especial traz personagens que confundem sua história com a da cidade Para celebrar o centenário, veja 10 curiosidades que mostram como a cidade evoluiu sem perder suas raízes. 1. 🌿O nome que vem do capim O nome “Criciúma” tem origem indígena: vem do termo tupi Kyruy-Syiuâ, que significa “taquara pequena”. Os primeiros imigrantes italianos batizaram o povoado de “Cresciuma” devido à planta que era comum na região. O nome atual foi oficializado em 1948. 2. 🟢⚪🔴 A cidade nasceu da imigração italiana Fundada em 6 de janeiro de 1880, Criciúma começou com 22 famílias vindas da Itália. Depois, chegaram poloneses, alemães, portugueses, africanos e árabes, as sete etnias que ajudaram a formar a base cultural e gastronômica da cidade. Uma viagem no tempo: FOTOS antigas mostram a Criciúma de ontem Fotos históricas de Criciúma, que celebra 100 anos de emacipação em 2025 Arquivo Histórico de Criciúma 3. 🏙️ 4 de novembro de 1925: o início da história como município Criciúma foi emancipada de Araranguá em 4 de novembro de 1925. Seu primeiro prefeito foi Marcos Rovaris, que governou até 1930 e é lembrado como um dos fundadores da estrutura política e urbana do município. 4. ⬛O “ouro negro” que impulsionou o progresso A descoberta do carvão mineral no século XIX transformou Criciúma em um dos polos industriais mais importantes de Santa Catarina. O minério, conhecido como “ouro negro”, movimentou a economia e atraiu empresas, consolidando o título de Capital Brasileira do Carvão. Mina de Visitação Otávio Fontana, a única da América Latina aberta ao público Divulgação 5. 🏺Da cerâmica ao plástico: um polo industrial Além do carvão, a cidade tornou-se referência na indústria cerâmica e de descartáveis plásticos. Hoje, Criciúma é responsável por cerca de 90% da produção nacional de copos, pratos e bandejas plásticas, segundo a Câmara Municipal. 6. 🐯⚽ O Tigre e a paixão pelo futebol O Criciúma Esporte Clube, fundado em 1947, é o único time catarinense campeão da Copa do Brasil (1991). O clube já disputou a Copa Libertadores da América e tem como símbolo o Estádio Heriberto Hülse, um dos mais tradicionais do estado. Tigre é o símbolo do Criciúma no futebol João Lucas Cardoso 7. ⛏️🪨 Monumento ao Mineiro: símbolo de trabalho e resistência Inaugurado em 1946 na Praça Nereu Ramos, o Monumento ao Mineiro homenageia os trabalhadores das minas, que ajudaram a erguer a cidade com suor e coragem. É um dos marcos mais reconhecidos de Criciúma. 8. 🛝🌳 Capital Catarinense dos Parques Urbanos Desde 2023, Criciúma ganhou o título de Capital Catarinense dos Parques Urbanos, por abrigar grandes áreas de lazer, como o Parque das Nações, o Parque dos Imigrantes, o Parque da Prefeitura e o Parque Astronômico. Criciúma celebra 100 anos de conquistas, união e desenvolvimento. Um século de história que continua inspirando o futuro. Divulgação/Prefeitura de Criciúma 9. 🎨Da mina para o mundo: um artista de Criciúma O artista plástico Manoel da Silva, conhecido como Él, nasceu em Criciúma e trabalhou por duas décadas em minas de carvão antes de se dedicar às artes. Ele se destacou internacionalmente por desenvolver uma técnica própria de pintura em 3D com argamassa espatulada. 10. 👥Helena e Miguel: os nomes do momento Entre as curiosidades contemporâneas, Criciúma tem seus preferidos quando o assunto é nome de bebê. Segundo a Arpen-Brasil, Helena e Miguel foram os nomes mais registrados em 2023, mantendo uma tradição de escolhas clássicas. Com pouco mais de 214 mil habitantes, Criciúma é hoje a maior cidade do Sul de Santa Catarina e segue crescendo sem perder sua essência. Entre o carvão e a cerâmica, a fé e o futebol, o passado e a modernidade, o município chega aos 100 anos com o mesmo espírito dos imigrantes que o fundaram: trabalhar, inovar e celebrar suas origens. Jornal do Almoço do Centenário será na Praça Nereu Ramos VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

Palavras-chave: câmara municipal

Mariana, 10 anos: reparação ambiental já custou bilhões, mas bacia do Rio Doce está mais pobre em biodiversidade

Publicado em: 04/11/2025 05:03

Mariana, 10 anos: bacia do Rio Doce está mais pobre em biodiversidade, dizem especialistas Desde que recebeu uma avalanche de rejeitos de mineração da barragem da Samarco, em Mariana, dez anos atrás, o Rio Doce mudou. A tragédia favoreceu o avanço de espécies exóticas, em detrimento das nativas, e a bacia ficou mais pobre em biodiversidade. Além disso, segundo especialistas, as ações de reparação ambiental executadas na última década não foram suficientes para reverter os danos. Pelo contrário, elas podem estar contribuindo para a perda de variedade da fauna e da flora nos locais afetados. Inicialmente, essas medidas ficaram a cargo da Fundação Renova, entidade criada e mantida pelas mineradoras – Samarco e acionistas, Vale e BHP. No entanto, com a assinatura de um novo acordo de reparação com o poder público, em 2024, a Renova foi extinta, e as ações ambientais passaram a ser responsabilidade da Samarco. O g1 publica nesta semana uma série especial sobre os 10 anos do rompimento da barragem da Samarco. Além de abordar em que resultaram os processos judiciais que tratam do caso, mostraremos como estão a recuperação da área atingida no Rio Doce, as famílias que sobreviveram e foram realocadas e a área tomada pela lama. Mariana, 10 anos: ninguém foi condenado por tragédia que matou 19 pessoas, destruiu comunidades e contaminou Rio Doce Fauna simplificada e invasão de espécies exóticas De acordo com Frederico Fernandes, biólogo pesquisador da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e um dos coordenadores da Rede Terra Água, a fauna de peixes ficou mais "simplificada" desde o desastre. Ele compara os efeitos que o rompimento da barragem causou no rio aos que uma floresta sofre quando é transformada em pastagem. "Simplifica-se o habitat, e várias espécies que existiam ali passam a não ocorrer mais. Depois do rompimento, o que aconteceu com o rio é que o rejeito simplificou o habitat, transformou o habitat que tinha pedras e areias em um habitat que só se tem um tipo de fundo, o fundo com sedimento", explicou. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Segundo o pesquisador, coletas realizadas em diferentes pontos da bacia identificaram a presença majoritária de espécies exóticas, ou seja, organismos de outras áreas que foram introduzidos na região, como piranhas-vermelhas e tucunarés. "O rompimento da barragem contribuiu para a introdução de espécies exóticas, a partir do momento que as espécies nativas da calha do Rio Doce morreram. As exóticas são competidoras mais resilientes e predam ovos e larvas de espécies nativas. Algumas espécies começam a desaparecer, e isso não tem como ser recuperado", disse. ✅Mande sua denúncia, reclamação ou sugestão para o g1 Minas e os telejornais da TV Globo O mesmo está acontecendo no solo. De acordo com Geraldo Fernandes, professor de Ecologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e coordenador do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, estudos recentes identificaram que minhocas exóticas estão se espalhando rapidamente pelas áreas onde há depósito de rejeito. São espécies de outros locais do mundo, como Ásia e América Central, que acabam combatendo e eliminando as minhocas nativas. "Nós perdemos biodiversidade. [...] E a minhoca é um bicho muito importante, ela melhora as condições do solo, torna o solo menos compactado, degrada matéria orgânica e devolve nutrientes para as plantas crescerem", afirmou o professor. Mariana, 10 anos: o caminho da lama da barragem de Fundão Taxas de decomposição menores Pesquisas indicam também que as taxas de decomposição – processo em que folhas e animais mortos são transformados em material nutritivo para o solo – são muito menores nos ambientes contaminados por rejeito de mineração. "São menores porque está faltando vida no solo, faltando bactérias, fungos, e isso é muito sério, porque as plantas não se decompõem na mesma velocidade. Isso tem impactos profundos na dinâmica da floresta e prejudica produção de frutos para a fauna", explicou o professor Geraldo Fernandes. Segundo ele, a solução depende do plantio das espécies corretas, que possam fertilizar o solo adequadamente. Este, no entanto, tem sido outro problema. Reparação inadequada com 'homogeneização' De acordo com Geraldo Fernandes, as ações de reparação não têm levado em consideração a biodiversidade original da flora, e a vegetação que restou na bacia do Rio Doce já é "completamente diferente" da que existia antes. "Nós não temos uma floresta só desde Mariana até a foz do rio. Se temos vários tipos de florestas diferentes, isso significa que não posso restaurar tudo da mesma forma. [....] E o que tem sido feito é uma homogeneização, transformando o rio de cabo a rabo em uma coisa homogênea. Se deixarmos do jeito que está podemos ter vários problemas e chegar ao ponto de não retorno da vegetação. Isso tem um preço altíssimo", disse. Bote na foz do Rio Doce em Regência, no Espírito Santo, após localidade ser atingida por lama da barragem de rejeitos Ricardo Moraes/Reuters Para o professor da UFMG, é preciso repensar o processo de reparação ambiental. "As ações precisam considerar esse conhecimento ou vamos só fazer de conta que estamos restaurando o rio. Para ter água limpa é preciso ter uma floresta funcionando como uma fábrica de água limpa de forma correta. O retorno da biodiversidade, do funcionamento do Rio Doce, só vai acontecer de maneira mais eficaz se observarem esse conhecimento científico", falou. Na avaliação do pesquisador Frederico Fernandes, da UFV, a lentidão do processo de reparação também prejudica o alcance dos resultados esperados. "A gente esperava, dez anos atrás, quando houve o rompimento, que o rio hoje estivesse melhor do que está, e não foi possível. A demora é muito grande, e o tempo é uma coisa precisa nesse sentido de recuperação", afirmou. Fernandes defende a continuidade do monitoramento da concentração de metais nos peixes, a criação de uma unidade de conservação no rio e a melhora da qualidade da água, que passa pelo fim do despejo de esgoto não tratado na bacia do Rio Doce. Falta de esgotamento sanitário O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (órgão colegiado vinculado ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos), José Carlos Loss Júnior, também defende que investimentos em saneamento básico sejam prioridade na reparação. Segundo dados do Plano Integrado de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (PIRH), apenas 42 dos 211 municípios com sede na bacia têm ao menos 30% dos efluentes tratados em relação ao esgoto coletado. Além disso, somente 33% da população urbana da bacia do Rio Doce possui atendimento de esgotamento sanitário adequado. Para 58%, o serviço é precário, e 8% da população não é nem atendida. "O impacto do lançamento de efluentes é muito maior nos rios menores, esse é um ponto que precisa fazer com que aconteça de fato", disse José Carlos. Na avaliação dele, do ponto de vista de reparação da poluição causada no rio, "muito pouco" foi feito nesses dez anos. "A principal fonte de contaminação foi a lama de rejeito que caiu no rio. A retirada desse material não aconteceu, e hoje temos um efeito praticamente crônico. [...] Em períodos de cheia, a água extravasa, carreia esse material para as margens, e os municípios convivem com esse fantasma. Ainda temos muito o que fazer", afirmou. Mariana, 10 anos: ninguém foi condenado por tragédia que matou 19 e contaminou Rio Doce O que diz a Samarco Em nota, a Samarco afirmou que mais de R$ 68,4 bilhões foram investidos em diversas frentes de atuação, desde a tragédia, contemplando as ações ambientais. "Desde 2016, mais de 42 mil hectares foram cercados e protegidos, sendo que aproximadamente 31 mil hectares estão em processo de plantio ou enriquecimento com espécies nativas. Também foram cercadas e protegidas cerca de 3,9 mil nascentes". Com a assinatura do novo acordo de reparação e o fim da Fundação Renova, a mineradora ficou responsável pela recuperação ambiental da foz do Rio Doce e do litoral de Linhares. "A Samarco elaborou e submeteu às autoridades ambientais um plano robusto de recuperação, que orientará as próximas ações e investimentos necessários. Cada etapa será definida pelas autoridades, assegurando que os recursos sejam aplicados conforme as necessidades do plano", afirmou a empresa. Ainda segundo a Samarco, o monitoramento hídrico na bacia do rio Doce indica que "a qualidade da água apresenta parâmetros similares àqueles anteriores ao rompimento da barragem". Sobre o processo de reparação, a mineradora disse que mais de 200 espécies nativas são utilizadas, como jenipapo, ipê rosa e imbaúba. Elas foram selecionadas de acordo com o inventário florestal realizado na bacia do rio Doce. Há ainda uma rede de sementes, que envolve comunidades locais na coleta de sementes nativas para abastecer viveiros e plantios diretos. De acordo com a Samarco, UFMG e UFV são parceiras no processo de reparação ambiental. "O Novo Acordo estabelece indicadores ecológicos para avaliar a efetividade da recuperação ambiental das áreas atingidas, tais como a riqueza de espécies nativas, densidade de regenerantes nativos e cobertura do solo. Atualmente estão em processo de recuperação ambiental mais de 230 hectares, nos municípios de Mariana, Barra Longa, Ponte Nova, Santa Cruz do Escalvado e Rio Doce", afirmou a empresa. Relembre a tragédia Números da tragédia da Samarco em Mariana Arte/ g1

Palavras-chave: tecnologia

Redação do Enem 2025: professor aposta em IA, mobilidade e jornada 6x1 no tema, e dá dicas de como estudar

Publicado em: 04/11/2025 05:03

Redação do Enem 2025: IA, mobilidade e jornada 6x1 são apostas, e professor dá dicas Em tempos de vestibular, a curiosidade sobre o tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) envolve os candidatos. Embora seja impossível prever o futuro, uma análise sobre as tendências sociais, políticas e de grandes eventos mundiais pode ajudar a direcionar os estudos. Ficar atento aos assuntos em alta é a chave para os candidatos, segundo Victor Matheus dos Santos, professor de redação do Colégio Oficina do Estudante, de Campinas (SP). Assim, Inteligência Artificial (IA), sustentabilidade e mobilidade urbana são algumas das apostas para as provas deste ano. “O Enem sempre vai abordar um problema [...] a melhor forma de estudar isso, na verdade, é você estar imerso no cotidiano, ler e ler matérias”, comenta o professor. Principais apostas O professor de redação explica que não existem fórmulas certeiras que permitam adivinhar qual é o tema da redação, mas é possível perceber tendências e recorrências que, ao serem observadas ao longo dos anos, indicam caminhos prováveis. 📝 A partir dessa análise, ele estabeleceu uma lista com três eixos temáticos que devem ficar no radar do aluno durante o preparo: Sustentabilidade e meio ambiente: o tema ganha força com a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) no Brasil. No entanto, o professor destaca que a sustentabilidade pode aparecer não de forma direta, mas se conectando a questões sociais, como o boom imobiliário ou a habitação em cidades-sede de grandes eventos. Inteligência Artificial (IA): embora seja um tema muito debatido, o professor reforça que ainda é muito relevante e pode aparecer não apenas na redação, mas também em questões de interpretação de texto na prova objetiva. Mobilidade urbana: para Santos, este é um tema que ainda não foi abordado em sua totalidade pelo Enem, em especial na forma como os problemas da mobilidade afetam o dia a dia das pessoas. Além desses temas, o professor orienta os estudantes a olharem para assuntos que foram muito debatidos ao longo do ano, mas que podem passar "debaixo do radar", o que inclui questões estruturais do mundo do trabalho. A dica é estudar: a relação entre vida e trabalho; a jornada 6x1; a “uberização”; e o trabalho por aplicativo. “Se esse aluno está pesquisando, está atualizado com o cotidiano dele, no final, ele não vai ter que fazer nenhum esforço adicional”, diz. Como estudar? Redação do Enem: veja checklist para revisar o texto antes de entregar Freepik Estudantes do AC são premiados pelo MEC por alto desempenho na redação do Enem Santos comenta que, por causa da ansiedade da “reta final”, muitos alunos querem sair produzindo, “escrevem dois, três textos por dia”. Porém, ele explica que isso não tem impacto positivo e que, na realidade, pode até ser prejudicial, pois deixa o estudante cansado para o dia da prova. “Pior coisa é o candidato chegar no dia da prova acabado, porque passou três semanas super ansioso, estudando às vezes o dobro, o triplo do que fazia, e aí chegar para o dia da prova e aquela carga desaba de uma vez”, fala. Ele recomenda continuar com a rotina de escrita, trabalhando um texto por semana. Além disso, orienta que o vestibulando leia bastante, pois, mesmo sem conseguir revisar todo o conteúdo da redação, poderá retomar assuntos que foram importantes ao longo do ano. Outra forma de estudar pode ser assistindo a filmes e séries, aproveitando o momento de lazer para fazer uma escolha mais direcionada. Deste modo, é possível relaxar ao mesmo tempo em que ganha repertório para as provas. E cita dois filmes como sugestão: Não Olhe Para Cima: aborda questões ambientais e negacionismo científico. Parasita: discute a desigualdade e as relações de trabalho. “Às vezes naquele momento de lazer, fazer a escolha entre assistir qualquer coisa ou assistir um filme que envolva um tópico importante como sustentabilidade, mobilidade urbana, a questão das relações de trabalho [...] a gente despreza um pouco a força que tem esse tipo de estudo, sabe?”, comenta. Dá para estudar redação com IA? Sobre o uso de ferramentas de inteligência artificial na preparação para a redação, o professor comenta que o recurso pode ser útil para otimizar a correção, mas precisa ser usado com consciência e criando prompts que delimitem critérios objetivos. “A gente tem que aprender a usar ela [a IA] de uma maneira mais produtiva. Acho que nesse sentido vai ajudar bastante, mas só colocar o texto no ChatGPT e pedir para ele dar um jeito, muitas das vezes pode sair pior do que o esperado”, explica. E conclui dizendo que o mais importante, segundo o professor, é confiar na escrita autoral, um modelo pronto não vai substituir a autenticidade da escrita. “Por mais que você duvide da forma como você escreve, por mais que você não tenha tanta segurança na sua escrita, uma escrita bem trabalhada e autoral é muito melhor do que qualquer modelo pronto. Isso não tem discussão”, afirma. LEIA TAMBÉM 10 prompts de IA para estudar no vestibular: professor ensina como usar e evitar ciladas Diferenças entre a redação do Enem e da Unicamp Para uma última dica, o professor destacou algumas diferenças nas abordagens das provas de redação entre o Enem e a Unicamp, que cobra essa atividade na segunda fase: Diferenças nas redações do Enem e da 2ª fase da Unicamp VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas.

Palavras-chave: inteligência artificial

AirPods Pro 3 e Galaxy Buds3 Pro permitem tradução em tempo real, mas tem uma 'pegadinha'; g1 testou

Publicado em: 04/11/2025 05:03

Fones que 'traduzem' vários idiomas: g1 testa AirPods Pro 3 e Galaxy Buds3 Pro Os AirPods Pro 3, da Apple, e Galaxy Buds3 Pro, da Samsung, são fones sem fios que "traduzem" diversos outros idiomas para o português, direto no seu ouvido. É como se fosse o "peixe Babel" da série de ficção científica "O Guia do Mochileiro das Galáxias" transportado para o mundo real. Só que, no lugar do peixinho alienígena, são fones de ouvido. A tradução funciona direito em várias línguas, com uma pegadinha: quem faz essa tarefa é a inteligência artificial no celular, não o fone de ouvido sozinho. O acessório só reproduz o som da voz robótica nos seus ouvidos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Na Apple, são apenas seis idiomas traduzidos, por enquanto. Na Samsung, mais de 30. Mas a tecnologia não funciona com qualquer fone. No caso da Apple, é restrito a modelos da fabricante. Na Samsung, a tradução de chamadas e de conversas é compatível com qualquer fone de ouvido. Mas apenas parte dos recursos (chamada modo Escuta) é exclusiva para os fones da marca. O Guia de Compras testou os dois modelos de fones "tradutores" e conta a seguir como eles funcionam. Os resultados são bastante parecidos, com poucas diferenças. Veja a seguir. AirPods Pro 3 (à esquerda) ao lado do Galaxy Buds3 Pro Henrique Martin/g1 Como é nos AirPods Pro 3 Com quais fones funciona: AirPods Pro 2 e 3, AirPods 4 com ANC (cancelamento de ruído). Com quais celulares é compatível: todos com Apple Intelligence (15 Pro/Pro Max, todos das linhas 16 e 17). Quais idiomas traduz: alemão, espanhol (Espanha), francês, inglês (EUA e Reino Unido) e português. A Apple promete lançar novos idiomas até o final de 2025. Preço dos fones: R$ 2.600 (valor consultado no final de outubro nas lojas da internet) O app Traduzir, quando aberto com os AirPods Pro 3 conectados a um iPhone 17 (leia o teste), mostra a opção Traduzir ao Vivo. Basta escolher os idiomas, fazer um download das línguas selecionadas e iniciar a conversa. Vale notar que, por enquanto, a Samsung tem mais opções de idiomas, incluindo orientais. O resultado é que você fala no seu idioma, a mensagem traduzida aparece na tela. Traduções ao vivo: no iPhone 17 (à esquerda) e no Galaxy S25 Edge (à direita) Reprodução Os AirPods reproduzem o som nos ouvidos, com um intervalo de poucos segundos. É preciso virar a tela do smartphone para a outra pessoa ler ou pressionar o “play" para a voz traduzida (do seu idioma) sair pelos alto-falantes. A Samsung tem um diferencial interessante na mesma função: ao dividir a tela, o outro lado fica virado para a frente da outra pessoa. Assim, não é preciso girar o telefone para mostrar a frase. Caso seu interlocutor esteja usando AirPods compatíveis com a Tradução ao Vivo, ele vai conseguir ouvir a conversa no idioma dele. As conversas têm um pequeno atraso de segundos na tradução, já que todo o processamento da linguagem é feito pela IA no celular (mesmo se não tiver conexão à internet). Quando o papo acabar, é só encerrar com o “X" na tela do iPhone. Os resultados foram muito parecidos com os obtidos nas traduções com a Samsung em alemão e inglês. Os microfones dos AirPods Pro 3 pareceram melhor calibrados para a conversação. Alguns ruídos captados podem se tornar palavras na conversação feitas pelo concorrente. Mas ambos têm problemas de entender as marcas de pontuação em português. É comum uma pergunta se tornar uma afirmação. A Apple permite ativar o recurso de Tradução ao Vivo de diversos modos: direto no app Traduzir, configurando o botão de Ação do iPhone para abrir o aplicativo, usando a assistente virtual Siri com o comando “Siri, iniciar tradução ao vivo” e por um atalho na Central de Controle. O mais legal e inesperado (pela forma) é pressionar as duas hastes dos AirPods Pro 3 para abrir a Tradução ao Vivo. O aplicativo Traduzir do iPhone ainda funciona no viva-voz, com microfone e alto-falantes, nos recursos Traduzir, Conversa e Câmera (com tradução de imagens). Apenas o Tradução Ao Vivo é restrito aos AirPods 3 e demais aparelhos compatíveis. Modo de tradução ao vivo no iPhone: ao vivo ou por telefone Reprodução Além do modo ao vivo, a tradução no iPhone/AirPods Pro 3 também permite traduzir ligações telefônicas. Basta ligar (ou atender) e clicar no botão “mais" na tela para escolher a tradução em tempo real. Como é nos Galaxy Buds3 Pro Com quais fones funciona: Algumas funções (modo Escuta) são exclusivas para os Galaxy Buds3 (Pro, Buds3 e FE) e Buds Core. Outras, como a tradução de chamadas e de conversas, funciona em qualquer fone, com ou sem fios. Com quais celulares é compatível: todos os modelos com Galaxy AI (linhas Z, S e alguns da série A lançados nos últimos dois anos) Quais idiomas traduz para o português: 31 línguas, incluindo alemão, espanhol, francês, inglês, russo, coreano, japonês e chinês. Preço dos fones: R$ 1.400 (valor consultado no final de outubro nas lojas da internet) O aplicativo Intérprete funciona com dois modos: Escuta e Conversa. O Conversa é o mais parecido com a Tradução ao vivo da Apple. Basta abrir o app, escolher os idiomas a serem traduzidos e iniciar o papo. Como acontece nos iPhones, a tradução é lida por uma voz automática no fone de ouvido e aparece na tela. Um diferencial da Samsung é que não é preciso girar o celular para mostrar a tradução do que você diz. O Intérprete divide a tela em duas partes, cada uma com o texto virado para quem está lendo – se quiser, dá para inverter a posição. O processo de tradução no modo Conversa é similar ao que ocorre nos AirPods Pro 3, com um pequeno atraso de segundos até a voz chegar aos fones. Nos testes em alemão e inglês, os resultados foram bem parecidos com os dos AirPods Pro 3, com a diferença de o Samsung captar mais ruídos externos e inserir na conversação. Ambos tiveram problemas de entender a entonação de pontuação em português, como perguntas que se tornam afirmações. Já o modo Escuta é mais parecido com aqueles serviços de tradução simultânea em aulas e palestras. Essa é a funcionalidade exclusiva dos fones da marca. Serve para momentos em que você precisa ouvir a tradução e entender o que está sendo dito, sem precisar falar com outra pessoa. Ao encerrar os dois modos, é só sair do Intérprete. A última conversa estará lá guardada, basta tocar no microfone para reiniciar o processo. A tela de tradução do Galaxy S25 Edge fica invertida para quem lê a tradução; app permite usar recursos no WhatsApp Reprodução A Samsung também permite usar o recurso de tradução ao vivo em ligações telefônicas, incluindo as pelo WhatsApp e no Google Meet. Conclusão O uso de inteligência artificial para traduzir conversas é, finalmente, uma boa utilização da tecnologia entre tantas outras funcionalidades questionáveis presentes em quase todo celular de 2025. Os produtos da Apple (AirPods Pro 3 e iPhone 17) e da Samsung (Galaxy Buds3 Pro e Galaxy S25 Edge) entregam o que prometem, que é uma tradução simples e rápida, mas sujeita a algumas falhas. Só não dá para levar a sério tudo que os fabricantes dizem, como o fato de os fones “traduzirem” as frases. Eles são só uma parte do processo todo, que é feito mesmo pelo celular. De qualquer forma, os resultados das duas marcas é bastante satisfatório e vai ajudar bastante quem não entender nada de um idioma durante uma viagem e traduzir conversas de forma básica. Veja a seguir uma lista com os fones testados e celulares compatíveis com a tecnologia de tradução por inteligência artificial. Os preços iam de R$ 350 a R$ 2.600 nos fones de ouvido e de R$ 5.500 a R$ 8.000 nos celulares. Os valores foram consultados nas principais lojas da internet no final de outubro. AirPods Pro 3 AirPods 4 com cancelamento de ruído iPhone 17 Galaxy Buds3 Pro Galaxy Buds Core Galaxy S25 FE Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. 5 diferenças entre o iPhone 17 e o iPhone 16

Microsoft Edge recebe suporte a Chaves de Acesso com sincronização em nuvem

Publicado em: 04/11/2025 04:38 Fonte: Tudocelular

O Microsoft Edge tem recebido recursos rapidamente para competir com o Google Chrome e agora ele ganhou mais uma função que facilitará o preenchimento de senhas usando Chaves de Acesso (Passkeys) em vários dispositivos. Trata-se da sincronização de Chaves de Acesso, o que permite que você use as mesmas credenciais em todos os dispositivos.O suporte para as Passkeys com sincronização chega com a versão 142 do Edge estável lançado hoje. Com isso, as Chaves de Acesso são armazenadas no Gerenciador de Senhas da sua conta Microsoft, sincronizadas com criptografia de ponta a ponta e protegidas pelo PIN, reconhecimento facial ou impressão digital do seu dispositivo. Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Criminosos ampliam o uso da inteligência artificial nas fraudes

Publicado em: 04/11/2025 04:02

Polícia Civil do RS prende quatro suspeitos de aplicar fraudes milionárias com inteligência artificial Na semana passada, acompanhei mais uma edição do Annual Women’s Retirement Symposium, seminário que discute como proteger o patrimônio das pessoas aposentadas ou a caminho de fazê-lo. O tema central foi o aumento de fraudes e golpes impulsionados pela utilização de inteligência artificial. Norte-americanos acima dos 55 anos detêm 70% da riqueza pessoal do país – e se tornaram os principais alvos dos criminosos. Acredito que situação semelhante ocorre no Brasil, por isso as informações são valiosas para nós. Norte-americanos acima dos 55 anos detêm 70% da riqueza pessoal do país – e se transformaram nos principais alvos dos criminosos cibernéticos Age without limits Segundo levantamento do instituto Pew Research, 73% dos americanos já foram vítimas de algum tipo de fraude. O FBI estima que, ano passado, idosos nos Estados Unidos perderam US$ 4,885 bilhões, o equivalente a 26 bilhões de reais – valor que representa um aumento de 43% em relação a 2023. O mais grave é o crescimento de golpes relacionados a criptomoedas, sendo que o grupo mais afetado foi o da faixa acima dos 60. Matthew Strope, coordenador da área contra fraudes da consultoria financeira Robinhood, alertou para o nível de sofisticação alcançado com o uso da inteligência artificial: “um cliente recebeu uma ligação com a voz da neta aos prantos, explicando que tinha se envolvido num acidente de trânsito. Em seguida, um suposto advogado entrou no circuito pedindo dinheiro para resolver o problema. A voz da jovem havia sido clonada a partir de uma postagem que ela fizera numa rede social”. A técnica dos criminosos consiste em explorar a emoção das vítimas e criar um senso de urgência, portanto a recomendação é: dar uma pausa, refletir e se proteger. A pausa é para pôr a cabeça para funcionar: no caso citado, por que um advogado estaria no local do acidente? Esse momento de reflexão serve para a pessoa se livrar da pressão a que está sendo submetida e evita que caia numa cilada. As instituições financeiras têm criado mecanismos para impedir os golpes, bloqueando movimentações que fujam do perfil dos clientes. Ainda assim, não é o bastante. O mais importante é se manter alerta. O chamado phishing-based malware é um ataque cibernético no qual a vítima é induzida a instalar um software malicioso através de um link ou arquivo infectado. O objetivo é roubar dados, controlar sistemas e causar danos financeiros. Exemplos comuns incluem um e-mail que parece ser do seu banco, dizendo que sua conta será bloqueada, ou dos correios, avisando sobre uma encomenda que ficou retida. Para se proteger, tenha sempre em mente: Desconfie de mensagens urgentes ou alarmantes. Verifique o remetente e o domínio do e-mail. Nunca baixe arquivos de fontes desconhecidas. Use antivírus e mantenha o sistema atualizado. Ative a autenticação em dois fatores, que exige duas formas distintas de verificação para confirmar a identidade do usuário.

Brasileira que gravou estrondo em sala do Louvre onde ladrões roubaram joias volta e acha galeria fechada e poucos seguranças

Publicado em: 04/11/2025 04:01

Exclusivo: vídeo de brasileira registra pancadas dos ladrões na janela do Museu do Louvre A brasileira Aline Lemos Ferreira, que registrou em vídeo o momento em que fortes pancadas foram ouvidas nas janelas da Galeria de Apolo, no Museu do Louvre, pouco antes de ladrões roubarem joias, retornou ao museu após a reabertura e contou que o espaço segue fechado, com um funcionário posicionado na entrada. "Dessa vez foi tudo tranquilo e consegui ver tudo o que queria. A segurança para entrar estava normal, só raio-x, igual antes. Notei mais funcionários presentes só. Mas lá dentro não percebi nenhuma diferença na segurança, em algumas salas nem tinha nenhum funcionário. A Galeria de Apolo segue fechada. Colocaram uma cobertura nas portas e um funcionário do lado de fora", afirmou ao g1. Aline está em Paris desde o início de outubro para realizar parte do seu doutorado em biotecnologia vegetal e deve permanecer na França até o fim de janeiro. No dia 19 de outubro, ela fazia sua primeira visita ao museu no primeiro horário, às 9h. O roubo aconteceu por volta de 9h30 (4h30 no horário de Brasília). Ao menos sete suspeitos foram presos. A estudante filmava a entrada da sala e o teto da Galeria Apolo, quando o barulho chamou sua atenção e a fez interromper a gravação. As imagens foram obtidas com exclusividade pelo g1 (assista acima). "Eu estava bem próxima da janela no momento, quando começou um barulho de batidas bem alto. Nesse momento a funcionária da sala já alertou todos para saírem correndo. O museu tinha acabado de abrir, então não tinha quase ninguém nesse salão ainda", relatou a brasileira, na época. "Eu termino o vídeo filmando a entrada da sala, e as batidas foram na janela que estava do meu lado. Eu parei de filmar, fui ver o que era. Na sequência, começou a motosserra. Saímos correndo e a funcionária trancou o salão, e não deu para ver nada, pois eles demoraram um pouco para quebrar o vidro e as portas já estavam fechadas", disse. Roubo do Louvre: brasileira estava a 2 metros de janela por onde entraram ladrões Segundo as autoridades francesas, a ação durou sete minutos e teve o envolvimento de pelo menos quatro suspeitos. Oito peças foram levadas. A procuradora de Paris, Laure Beccuau, disse que os ladrões estavam encapuzados, usaram pequenas motosserras para abrir as vitrines e fugiram de moto. 🖼O Louvre é o museu mais visitado do mundo e abriga a Mona Lisa, obra-prima do gênio italiano Leonardo da Vinci. Ao todo, há no museu 33 mil obras, entre antiguidades, esculturas e pinturas. Segundo Aline, o vidro da janela parecia ter uma proteção, o que impediu que visse os bandidos. "O vidro da janela era protegido com alguma cobertura, não dava para ver nem vulto, nada. Saímos por conta do barulho mesmo." Turistas brasileiros contam como foi a evacuação do Museu: 'Parecia manada' Galeria Apolo, do Musei do Louvre, momentos antes do roubo neste domingo (19) Arquivo Pessoal/Aline Lemos A brasileira também relatou que, após o alerta, os visitantes foram retirados do salão. "Nós evacuamos os salões e ficamos na entrada principal aguardando. Depois de uns 20 minutos deixaram todo mundo retornar para dentro do museu." Aline chegou a voltar para o interior do Louvre, mas logo houve uma nova evacuação. "Foi muito chato isso, liberarem a entrada e depois ter que sair novamente sem entender nada. Aí, sim, decidiram evacuar todo o museu definitivamente. E a parte de fora também, nas pirâmides. Vou tentar voltar lá com certeza, porque não tive tempo de ver praticamente nada." Aline Lemos no Museu do Louvre momentos antes do roubo neste domingo (19) Arquivo Pessoal/Aline Lemos Brasileiro mostra evacuação no Museu do Louvre, em Paris, após assalto de joias Momento em que visitantes do Museu do Louvre foram informados de que precisavam evacuar o local Danilo Carvalho Gomes/Arquivo Pessoal

Palavras-chave: tecnologia

Como a crise do clima pode afetar o seu chocolate do dia a dia?

Publicado em: 04/11/2025 04:01

O chocolate pode acabar por causa da crise climática? Já pensou em ficar sem o chocolate da sobremesa? Não por dieta ou convicção, mas porque ele pode se tornar um produto tão caro e raro no mercado, que pode ser difícil encontrar um pedaço dele para comprar. 🔴 E como isso poderia acontecer? Porque o clima está mudança tanto e mundo ficando tão mais quente, que isso está afetando a produção de um dos doces mais populares do mundo. 🍫 A produção do cacau, matéria-prima do chocolate, depende de temperaturas estáveis e de umidade constante. A árvore do cacaueiro cresce apenas em regiões tropicais, próximas à linha do Equador. Mas, nos últimos anos, o aumento das temperaturas e a redução das chuvas têm afetado justamente os principais países produtores. O que está acontecendo com o cacau? Mais de 60% de todo o cacau do mundo vem de quatro países da África Ocidental: Costa do Marfim, Gana, Nigéria e Camarões. Esses países vêm enfrentando períodos de seca mais longos e calor mais intenso, o que tem reduzido as safras. O calor muda a delicada combinação do clima que é necessária para que o produto possa prosperar. No ano passado, ano mais quente que a Terra já enfrentou, a safra de cacau caiu e isso fez o preço disparar: 🍫 Em 2024, a tonelada de cacau ultrapassou os US$ 11 mil na Bolsa de Nova York — mais que o dobro do valor registrado no ano anterior. No Brasil, o cenário também preocupa. O país é um dos principais produtores de cacau do mundo, mas a maior parte das plantações fica no Nordeste, uma região cada vez mais quente e seca. A combinação de calor extremo, falta de chuva e avanço de pragas coloca em risco a produtividade. O efeito chega direto ao bolso do consumidor. O chocolate ficou mais caro, e especialistas alertam que essa tendência pode continuar se as mudanças climáticas se agravarem. Insegurança alimentar O impacto das mudanças climáticas na agricultura vai muito além do preço do chocolate. À medida que o planeta aquece, culturas inteiras ficam ameaçadas, e isso coloca em risco a segurança alimentar global. As plantações de grãos, frutas e café dependem de um equilíbrio sensível entre temperatura, umidade e regime de chuvas. Quando esse equilíbrio se rompe — com secas prolongadas, ondas de calor ou enchentes — a produtividade cai. 🔴 No Brasil, essa vulnerabilidade já é visível. O café, por exemplo, vem sendo afetado por temperaturas mais altas nas áreas tradicionais de cultivo em Minas Gerais e São Paulo. O arroz também sofre com a irregularidade das chuvas e com enchentes, como as que atingiram o Rio Grande do Sul. Esses impactos não são apenas econômicos: eles afetam diretamente a oferta de alimentos básicos e aumentam o custo da comida, um dos principais motores da inflação. O resultado é que o clima deixou de ser uma questão apenas ambiental — tornou-se um fator central de desigualdade e de insegurança alimentar no mundo.

Palavras-chave: vulnerabilidade

Quem dorme tarde tende a se viciar mais em redes sociais? Pesquisa alerta para dependência entre jovens

Publicado em: 04/11/2025 04:01

Quem dorme tarde tende a se viciar mais em redes sociais? Pessoas com hábitos noturnos são mais propensas a se viciar no uso de redes sociais, algo que traz inúmeras consequências negativas. Isso é o que mostrou um novo estudo publicado na revista científica "PLOS One". ➡️Os pesquisadores da Universidade de Portsmouth e da Universidade de Surrey, ambas no Reino Unido, resolveram investigar a possível relação entre os notívagos (pessoas que preferem ficar acordadas até tarde) e o uso problemático da tecnologia. A análise revelou que a solidão e a ansiedade são os principais fatores mediadores dessa relação. Jovens notívagos tendem a se viciar mais facilmente em redes sociais. Freepik Anna-Stiina Wallinheimo, pesquisadora da Escola de Psicologia, Esporte e Ciências da Saúde da Universidade de Portsmouth, explica que o estudo aponta para um ciclo vicioso. "Jovens adultos naturalmente mais ativos à noite frequentemente se veem fora de sintonia socialmente, o que pode gerar solidão e ansiedade. Muitos recorrem então aos smartphones e às redes sociais para lidar com isso", comenta Wallinheimo. Ela ainda pondera que, apesar das redes parecerem uma alternativa para fugir da solidão, a tendência é que essas ferramentas piorem o problema. De acordo com os pesquisadores, análises anteriores já mostravam que notívagos são mais vulneráveis ao uso problemático da tecnologia, mas pouco se sabia sobre os motivos por trás da associação desses dois fatores. "Esses jovens não usam tecnologia apenas porque ela está disponível. Eles usam para tentar aliviar o desconforto emocional", acrescenta a pesquisadora. Mulheres jovens sofrem mais com ansiedade causada pelo uso excessivo de telas, mostra estudo Problema entre jovens Para o estudo, os pesquisadores entrevistaram 407 jovens adultos entre 18 e 25 anos. Foram utilizados "instrumentos psicológicos validados" para investigar como a preferência circadiana (ou seja, o horário que iam dormir) se relaciona com uma possível dependência de redes sociais. 🤳🏻O uso problemático dos celulares costuma trazer sintomas como: Sentimento de ansiedade quando o aparelho está distante Negligência de responsabilidades em favor do uso do celular Verificação compulsiva de notificações Já quando o problema é o vício nas redes, a tendência é o uso excessivo e descontrolado, que passa a interferir na rotina. Wallinheimo alerta que os jovens notívagos parecem estar mais propensos a desenvolver esse tipo de dependência, justamente por usarem os smartphones como uma estratégia de enfrentamento para lidar com problemas de saúde mental. LEIA TAMBÉM: Crianças e adolescentes no celular: uso exagerado afeta o cérebro e a concentração; veja o que fazer Sem celular na escola: alunos citam 'crises de abstinência', melhora nas notas e mais socialização; 'como a saída de um vício', diz professora Necessidade de acompanhamento psicológico Os pesquisadores alertam que, com os níveis de depressão, ansiedade e isolamento entre jovens atingindo níveis cada vez mais altos, os resultados do estudo reforçam a importância do acompanhamento psicológico. Eles destacam que, nesse contexto, os jovens notívagos são considerados um grupo de maior risco. Simon Evans, pesquisador da Escola de Psicologia da Universidade de Surrey e um dos autores do estudo, destaca que é necessário elaborar estratégias para enfrentar esse problema. "Em vez de simplesmente dizer aos jovens para passarem menos tempo no celular, precisamos entender as razões por trás desse uso. Isso significa oferecer estratégias eficazes para lidar com solidão e ansiedade, especialmente à noite", defende. Eles ainda defendem a criação de centros de apoio direcionados a jovens adultos, que muitas vezes não percebem como alterações no padrão de sono e dificuldades emocionais podem agravar o vício nas redes. "Se conseguirmos ajudar os jovens a entender que o celular e as redes sociais não são a solução para a solidão ou a ansiedade – mas parte do problema –, talvez possamos começar a mudar esse cenário", projeta Wallinheimo.

Palavras-chave: tecnologia

Celular como assistente em viagem: 10 apps que vale a pena instalar antes das férias

Publicado em: 04/11/2025 03:03 Fonte: Tudocelular

Os tempos em que se colocavam guias turísticos e livros de conversação pesados na mala já ficaram para trás. Hoje em dia, tudo o que é necessário para uma viagem confortável cabe no bolso — o smartphone tornou-se uma ferramenta universal que substitui o guia, o tradutor e o navegador. Mas para que ele realmente trabalhe a seu favor, em vez de criar problemas, a preparação deve começar bem antes do voo. Temporadas de pico, Wi-Fi instável nos hotéis, barreiras linguísticas, taxas ocultas no câmbio, falhas no GPS numa cidade desconhecida e contas de roaming astronômicas — tudo isso transforma facilmente as tão aguardadas férias num desafio de sobrevivência. Principalmente se o seu smartphone não está preparado para a realidade fora do Brasil. A boa notícia é que a tecnologia de 2025 resolve esses problemas antes mesmo de eles surgirem. Por exemplo, um eSIM de viagem permite carregar remotamente o perfil de uma operadora local diretamente no chip integrado do aparelho — a internet conecta-se instantaneamente após o pouso, sem a necessidade de procurar uma loja de telefonia ou pagar tarifas excessivas de roaming. Operadoras globais como a Yesim oferecem cobertura em mais de 200 destinos, e os planos com modelo pay-as-you-go permitem pagar apenas pelo tráfego realmente utilizado.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

‘Oi, sumidos!’: que temas de redação do Enem não aparecem faz tempo?

Publicado em: 04/11/2025 03:00

Quais temas de redação não caem faz tempo no Enem? Todo ano, por volta de novembro, a mesma pergunta domina buscas do Google, conversas com professores na escola e grupos de Whatsapp dos adolescentes: qual vai ser o tema da redação do Enem? ✏️A intenção aqui não é esperar que os especialistas sejam videntes e acertem exatamente o que cairá em 2025. O que esta reportagem faz é: analisar o padrão que vem sendo cobrado no Exame Nacional do Ensino Médio desde 2009, quando o modelo atual de prova foi criado; detectar quais assuntos não apareceram com frequência nas últimas edições. Redação nota mil no Enem 2024: alunos de escola pública que atingiram pontuação máxima dão dicas Veja a lista de temas: 2009 — O indivíduo frente à ética nacional 2010 — O trabalho na construção da dignidade humana 2011 — Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado 2012 — Movimento imigratório para o Brasil no século 21 2013 — Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil 2014 — Publicidade infantil em questão no Brasil 2015 — A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira 2016 — Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil (tema da 1ª aplicação) 2017 — Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil 2018 — Manipulação do comportamento do usuário: o controle de dados na internet 2019 — Democratização do acesso ao cinema no Brasil 2020 — O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira 2021 — Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil 2022 - Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil 2023 - Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil 2024 - Desafios para a valorização da herança africana no Brasil 📝Quais são as características mais comuns dos temas de redação? Redação nota mil de Marina Vieira Almeida Lima, no Enem 2024. Reprodução Thiago Braga, gestor de Linguagens do Colégio e Curso pH, afirma que “cidadania e direitos humanos são, disparadamente, as prioridades do exame”, aparecendo em praticamente todos os anos. “O Inep quer avaliar se o estudante consegue identificar grupos vulnerabilizados, compreender as causas históricas e sociais das desigualdades e, principalmente, propor soluções viáveis que respeitem os direitos fundamentais”, afirma. “Há uma preocupação evidente com questões de inclusão, diversidade e justiça social.” 🧑‍🎓Pense nos temas mais recentes: mulheres, surdos, pessoas com doenças mentais, cidadãos sem registro civil, descendentes de africanos, povos tradicionais brasileiros… Há um padrão claro, como mostra Sérgio Paganim, professor e coordenador de Redação do Curso Anglo: “Os temas, nos últimos anos, têm vindo ligados a grupos sociais mais vulneráveis, cuja cidadania precisa ser defendida e cujos direitos precisam ser realmente efetivados”, explica. “A banca está procurando um perfil de estudante que seja capaz de tecer reflexão sobre problemas sociais atrelados à cidadania e à participação na vida social.” ➡️Perceba que não há espaço para temas explicitamente polêmicos, que mobilizem polarizações políticas, como direito ao aborto, redução da maioridade penal ou legalização da maconha. “A banca evita temas que dividam a sociedade de forma partidária ou que coloquem em confronto direto posições morais irreconciliáveis. O que o exame faz é trabalhar com consensos constitucionais: direitos humanos, igualdade, dignidade, respeito à diversidade”, diz Braga. Que temas não apareceram nos últimos anos? Mostra “Amazônia: Memórias para o Futuro” reúne 50 anos de cinema sobre a floresta e antecipa debates da COP 30 Agência Pará Há a garantia de que assuntos pouco abordados nas edições recentes necessariamente voltem a aparecer no Enem? Nenhuma. Mas é importante ter repertório cultural e argumentos desenvolvidos para o caso de eles mandarem um “oi, sumido” e estamparem a prova de 2025. 🌲O principal deles é meio ambiente, afirmam cinco professores ouvidos pelo g1. “Um campo que certamente pode ser mais abordado é o do meio ambiente, ainda mais neste ano, quando o Brasil sediará um evento tão importante quanto a COP30”, explica Marina Rocha, professora de redação do Colégio e Curso AZ. Paganim, do Anglo, chama a atenção para a mesma “ausência”. “Meio ambiente é uma aposta que todo mundo faz todos os anos, e há tempos não cai. A última vez foi em 2008 [ainda no formato antigo do Enem], com o tema ‘como preservar a floresta amazônica’”, diz o professor. “Temos a COP, a agenda nacional em relação à Amazônia e as discussões sobre mudanças climáticas, que relacionam o tema com a cidadania.” Outros dois tópicos foram mencionados por mais de um professor: 🖥️tecnologia: Desde 2018, com “Manipulação do comportamento do usuário: o controle de dados na internet”, assuntos diretamente relacionados a esse campo não aparecem na redação do Enem. “Vivemos uma revolução digital com inteligência artificial, proteção de dados, desinformação, impactos psicológicos das redes sociais em jovens... Há muito a ser explorado aí”, opina Braga. 👩‍💻mercado de trabalho: Apesar de, em 2023, o Inep ter abordado a questão da invisibilidade das tarefas exercidas pelas mulheres, tópicos diretamente relacionados às novas dinâmicas de empregabilidade não aparecem desde 2010 (“Trabalho na construção da dignidade humana”). “O tema tem nuances novas, como, por exemplo, a escala 6x1, o tempo de aposentadoria, a geração Nem-Nem e a chamada uberização do trabalho. Essas novas feições podem recolocar o assunto como tema da redação”, diz Paganim. Cronograma do Enem 2025 9 de novembro O candidato deverá fazer: 45 questões de linguagens (40 de língua portuguesa e 5 de inglês ou espanhol); 45 questões de ciências humanas; redação. 16 de novembro A prova trará: 45 questões de matemática; 45 questões de ciências da natureza. Veja os horários de aplicação (no fuso de Brasília), seguidos nos últimos anos: Abertura dos portões: 12h Fechamento dos portões: 13h Início das provas: 13h30 Término das provas no 1º dia: 19h Término das provas no 2º dia: 18h30 Outros vídeos de Educação Tampinha de garrafa realmente pode flutuar entre pilhas? Física explica Por que tirar glitter dá tanto trabalho?