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Operação prende suspeito de armazenar conteúdo de abuso sexual infantil, em João Pessoa

Publicado em: 02/04/2026 07:05

Operação prende suspeito de armazenar conteúdo de abuso sexual infantil, em João Pessoa Divulgação/Polícia Civil da Paraíba A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, no início da manhã desta quinta-feira (2), a operação "Infância Protegida II", em João Pessoa. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido contra um homem de 31 anos suspeito de armazenar arquivos com conteúdo de abuso sexual infantil. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito teria praticado os crimes tanto no imóvel onde residia com colegas de trabalho, na capital paraibana, quanto em sua cidade natal, localizada no interior de Pernambuco. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A ação foi realizada por equipes da Delegacia de Crimes Cibernéticos (DECC) no bairro de Manaíra. Durante o cumprimento do mandado, os policiais apreenderam o dispositivo eletrônico que, segundo as investigações, era utilizado para armazenar o material ilegal. O homem é investigado por armazenamento de conteúdo relacionado a abuso sexual infantil, crime previsto na legislação brasileira. O material apreendido vai passar por perícia e o caso segue em investigação. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba .

Palavras-chave: cibernético

Eu Te Explico #174: impactos da chuva e medidas de mitigação adotadas pelos órgãos públicos

Publicado em: 02/04/2026 07:00

O período chuvoso acende um alerta para pessoas que moram em áreas de risco ou em ocupações irregulares. Outro ponto preocupante é o alagamento das ruas causado pelos temporais. No episódio 174 do podcast Eu Te Explico, a apresentadora Camila Oliveira aborda os impactos da chuva e as medidas de mitigação que devem ser adotadas por órgãos públicos para evitar desastres e salvar vidas. 🎧 PODCAST: ouça mais episódios do Eu Te Explico Juliana Paes é uma das convidadas do podcast Eu Te Explico Natally Acioli/g1 Os convidados do episódio são a urbanista especialista em Gestão de Cidades e Planejamento Urbano, Juliana Paes; e o diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Adriano Silveira. Juliana tem 25 anos de experiência no setor público e privado com atuação em urbanismo, no planejamento urbano e desenvolvimento territorial, na elaboração de Planos Diretores e legislação complementar, em prospecção e estudos de viabilidade de negócios imobiliários, legalização de empreendimentos, em gestão pública, relacionamento com instituições, agentes financeiros e comunidades. Ela também é consultora técnica especializada, palestrante e professora. Além disso, atua como presidente da Sociedade Brasileira de Urbanismo (SBU) e Fundadora e Presidente da - Associação de Mulheres da Engenharia, Agronomia e Geociências (AMEAG-BA), entidades ligadas ao sistema Confea/Crea. Camila Oliveira entrevista o diretor-geral da Codesal, Adriano Silveira Natally Acioli/g1 Silveira é formado em Administração Pública e especialista em Finanças, possui mais de 20 anos de experiência na gestão pública e na iniciativa privada. Na capital baiana, foi diretor de Operações da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) entre 2017 e 2022, coordenando ações de organização urbana. À frente da Codesal, atua na gestão de riscos e desastres urbanos, com foco em prevenção, monitoramento e resposta a emergências, fortalecendo ações de proteção à vida em parceria com a equipe técnica. Por meio de nota, a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) informou que atua com o programa de contenção de encostas para previnir desastres naturais. Em Salvador, já são 135 obras concluídas desde 2014 e outras 26 em andamento. Já no interior, 22 obras foram concluídas e 16 estão em execução, ampliando a presença do estado em municípios sujeitos a riscos de deslizamento. No total, o programa já beneficiou cerca de 407 mil pessoas em toda a Bahia. Os investimentos somam R$ 316 milhões em obras concluídas e R$ 141,2 milhões investidos em obras que estão em andamento. As soluções incluem tecnologias como solo grampeado, cortinas atirantadas e sistemas de drenagem, sempre adaptadas a cada território, uma política que vai além da obra física e atua diretamente na prevenção e na proteção de vidas. Ainda na nota, a Conder detalhou que, além das contenções de encostas, também executa sete obras de macrodrenagens em toda o estado. A maior parte das intervenções está em Salvador, onde estão em execução cinco intervenções, a exemplo das obras de micro e macrodrenagem de Bonfim, Boa Viagem e Massaranduba, na Cidade Baixa, com um investimento total nas cinco obras de R$482,2 milhões. 🎧 Ouça também... Eu Te Explico #173: a sociedade vive uma epidemia de violência contra a mulher e feminicídio? Eu Te Explico #172: corrida de rua - como começar com segurança, evitar lesões e o que está por trás do 'boom' do esporte Eu Te Explico #171: Alfabetização na idade adequada e os desafios da educação básica Você pode ouvir o Eu Te Explico no g1, GloboPlay, Spotify, Deezer e Amazon Music. Siga o Eu Te Explico para ser avisado sempre que tiver novo episódio. 🎧 Veja trechos do episódio #174 do Eu Te Explico 🎧 VÍDEOS: Cortes do Eu Te Explico Podcast Eu Te Explico Produção e edição: Natally Acioli Coordenação: Ailma Teixeira e Jade Coelho Roteiro e apresentação: Camila Oliveira

Palavras-chave: tecnologia

Freio na inovação: Samusung deve repetir peça nos dobráveis para segurar preços

Publicado em: 02/04/2026 06:39 Fonte: Tudocelular

A Samsung prepara o lançamento de pelo menos três celulares dobráveis ainda este ano: o Galaxy Z Flip 8, o Galaxy Z Fold 8 e o inédito Wide Fold (ou Z Fold 8 Wide). No entanto, os usuários em busca de um grande salto na qualidade visual podem sofrer uma decepção.De acordo com informações do portal ET News, os três aparelhos vão compartilhar painéis OLED fabricados com o material orgânico M13. A decisão marca o terceiro ano consecutivo em que a empresa opta por esta tecnologia, presente desde os modelos Galaxy Z Fold 6 e Z Flip 6. Para efeito de comparação, a tela do Galaxy S26 Ultra já utiliza o material M14, muito mais moderno, enquanto as versões base do S26 e S26 Plus mantêm o padrão antigo. A escolha possui um impacto direto nas especificações técnicas dos dispositivos, porque o material M14 é até 30% mais brilhante e consome menos energia, além de oferecer uma vida útil até 20% maior em relação à geração anterior. O motivo para a pausa na evolução tecnológica é puramente financeiro, motivado pela atual crise de memória RAM e pelo aumento generalizado no custo de outros componentes essenciais.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Smart TVs Samsung recebem atualização com Tizen 9.0, modo IA otimizado e mais novidades

Publicado em: 02/04/2026 06:31 Fonte: Tudocelular

Após liberar o Tizen 8.0 com interface One UI em novembro de 2024, a Samsung começou a lançar uma nova atualização para suas smart TV hoje. A nova versão é baseada no Tizen 9.0 e já está sendo disponibilizada para modelos selecionados, como a Samsung S90C, conforme relatado pelo SamMobile.Dentre as novidades do Tizen 9.0 para televisores Samsung estão tela inicial renovada, linhas com palavras-chave sugeridas para descobrir novos conteúdos, classificação automática de aplicativos, Gaming Hub atualizado com novo visual, novas experiências relevantes no Samsung Daily+. A interface da pesquisa do sistema, o teclado e o Hub de assinaturas também foram melhorados com itens reposicionados para otimizar o uso geral, enquanto o modo Conexão Fácil agora suporta espelhamento de tela com resolução 4K em PCs com Windows.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Novo Honor Play 80 Pro chega ao mercado como o pesadelo dos carregadores portáteis

Publicado em: 02/04/2026 06:28 Fonte: Tudocelular

A HONOR anunciou o lançamento do modelo HONOR Play 80 Pro para o mercado de celulares intermediários. Trata-se de um aparelho que aposta em bateria de maior capacidade para uma autonomia prolongada, além de especificações técnicas equilibradas para uso no dia a dia. Honor Play 80 Pro: O novo titã da autonomia chega com especificações robustasA bateria desse modelo é o grande destaque. Os 7.000mAh de capacidade colocam o modelo acima da média do mercado atual, além de ser um aparelho voltado para usuários que priorizam longos períodos longe da tomada. Suas especificações técnicas incluem uma tela de 6,8 polegadas de tecnologia TFT LCD com brilho máximo de 850 nits.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Como a nova missão da Nasa à Lua pode beneficiar Trump

Publicado em: 02/04/2026 06:22

Astronautas chegam ao local de lançamento da missão Artemis 2 na Flórida Getty Images A primeira viagem ao espaço profundo – muito além da órbita da Terra – desde 1972 ocorre em um momento crucial da Presidência do americano Donald Trump. Os Estados Unidos estão profundamente divididos em temas que vão dos ataques americanos em curso no Irã à imigração e economia. Assim, uma bem-sucedida missão Artemis, que enviará quatro astronautas à Lua nesta quarta-feira (1º/4), pode dar impulso ao governo Trump. Os benefícios potenciais são grandes: uma vantagem competitiva em relação à China, a possibilidade de uma corrida por recursos lunares e um raro momento de unidade nacional. Oficialmente, a missão — que levará a tripulação mais longe no espaço do que qualquer pessoa já foi — é um passo intermediário, segundo a Nasa (agência espacial americana), rumo a uma base lunar permanente e, eventualmente, ao planeta Marte. 'Estrelas e listras no planeta Marte' Embora o interesse dos EUA em retornar à Lua seja anterior à sua entrada na política, Trump criou diretamente o que viria a ser o programa Artemis em seu primeiro mandato (2017-2021), ao prometer "lançar astronautas americanos para fincar estrelas e listras (em referência a bandeira americana) no planeta Marte". Ele também viu oportunidades militares e criou um novo braço do Pentágono, a Força Espacial. Em seu segundo mandato, no entanto, o objetivo de Trump mudou para a Lua. Em dezembro do ano passado, ele assinou uma ordem executiva que prevê o retorno dos EUA à Lua até 2028 e o estabelecimento de uma base permanente no local até 2030. A ordem afirma que a superioridade americana no espaço é uma medida da visão nacional e da força de vontade do país, contribuindo para sua força, segurança e prosperidade. A ordem executiva não mencionou a concorrência lunar com a China, um fator que o administrador da Nasa, Jared Isaacman, destacou publicamente. "Nos encontramos diante de um verdadeiro rival geopolítico, que desafia a liderança americana na disputa pela supremacia espacial", disse Isaacman em um evento da Nasa em 24 de março. "Desta vez, o objetivo não são bandeiras e pegadas", acrescentou. "Desta vez, o objetivo é permanecer. Os EUA nunca mais abrirão mão da Lua." Batalha por influência ideológica na Terra Durante a corrida espacial na Guerra Fria (1947-1991) com os soviéticos, o objetivo de chegar à Lua era quase inteiramente geopolítico. Com os EUA e a Rússia envolvidos em uma disputa por influência ideológica na Terra, o espaço se tornou mais uma arena para demonstrar superioridade tecnológica, algo que, para os EUA, se tornou cada vez mais urgente após o lançamento soviético do Sputnik, em 1957 — o primeiro satélite do mundo — causar impacto no país. O lançamento soviético do Sputnik em 1957 — o primeiro satélite do mundo — foi um alerta para os EUA Universal History Archive/Universal Images Group via Getty Images O então presidente dos EUA, John F. Kennedy, tornou a missão explicitamente política, tanto em público quanto em privado. "Isso é importante por razões políticas", disse Kennedy em uma conversa gravada na Casa Branca em 1962, posteriormente desclassificada, com o administrador da Nasa, James Webb. "Isso é, gostemos ou não, uma corrida." Após 50 anos, NASA lança primeira missão tripulada em direção à Lua Corrida espacial com a China A nova corrida pela Lua envolve os EUA e a China, além dos planos em constante mudança para colocar astronautas na superfície lunar nos próximos anos. A exploração da Lua pode ter um ângulo econômico potencialmente lucrativo num momento em que os dois países travam disputas comerciais. Sean O'Keefe, ex-gestor da Nasa, afirmou à BBC que os países que pousarem na Lua terão a vantagem de explorar e desenvolver os recursos disponíveis. "Depois de todos esses anos pensando que a Lua não passava de um monte de poeira, nós entendemos que ela tem uma quantidade enorme de hélio-3", disse O'Keefe, acrescentando que o elemento pode ser potencialmente usado para operar compactos reatores nucleares com uma certa durabilidade. "Isso abre uma série de oportunidades." Além disso, a Lua tem água em estado sólido, o que pode ser usado para foguetes de propulsão, e também tem terras raras como lítio, platina e outros materiais essenciais para eletrônicos e tecnologias de energia limpa. No planeta Terra, o mercado de terras raras é dominado pelas operações chinesas de mineração, algo tido como um ponto de preocupação do governo Trump. O valor desses recursos disponíveis na Lua ainda não foi calculado, mas pode ser gigantesco. O hélio-3 sozinho atualmente é negociado por mais de US$ 20 mil por grama (cerca de R$ 103 mil), sendo um dos recursos mais valiosos da Terra. 'Corrida ao ouro na Lua' Clayton Swope, veterano do Diretório de Ciência e Tecnologia da CIA (agência de inteligência dos EUA) e ex-conselheiro de assuntos espaciais no Congresso americano, compara a "corrida ao ouro na Lua" à expedição de Lewis, Clark e Sacagawea pelo Oeste americano no início dos anos 1800. "Nós não sabíamos direito o valor da porção ocidental dos EUA, do Noroeste-Pacífico, mas nós sabíamos que estavam lá", afirma Swope. "Parte da missão lunar é tentar descobrir o valor daquilo. Nós não podemos colocar um preço ou um punhado de dólares na Lua, mas não podemos escapar da competição e da rivalidade com a China." O governo Trump certamente vê o espaço como outra arena para os EUA exercerem seu domínio. "Sob as políticas de 'América Primeiro' do presidente Trump, os EUA vão liderar a humanidade no espaço e entrar em uma nova era de feitos transformadores na tecnologia e na exploração espacial", afirma Liz Huston, porta-voz do governo americano. A geração de Trump cresceu em meio às imagens do astronauta Neil Armstrong dando em julho de 1969 os históricos primeiros passos na Lua, que também estão marcados na consciência coletiva. A geração de Trump cresceu com imagens do astronauta Neil Armstrong dando seus históricos primeiros passos na Lua em julho de 1969 NASA/Newsmakers Em 1969, os EUA viviam um período conturbado. Soldados americanos lutavam e morriam numa impopular guerra no Vietnã. Havia tensões relacionadas à luta por direitos civis. Os assassinatos do reverendo Martin Luther King e do político Robert Kennedy ainda eram sentidos pelo país. E a divisiva figura de Richard Nixon ainda ocupava a Casa Branca. Apesar das divisões políticas, estima-se que algo entre 125 milhões e 150 milhões de americanos tenham assistido ao pouso da Apollo 11 na Lua, num raro momento de orgulho nacional num período difícil da história americana. A população dos EUA estimada em 1969 era de 202 milhões de pessoas. Orgulho nacional Alguns especialistas afirmam que a missão Artemis poderia replicar isso em 2026, num momento em que os americanos estão novamente polarizados e em guerra com outro país. "O espaço é uma das poucas áreas que americanos com diferentes visões políticas pode curtir e assistir juntos", diz Esther Brimmer, pesquisadora sênior especialista em políticas para o espaço do think tank (centro de estudos e debates) Council of Foreign Relations. "O programa espacial é algo com que muitos americanos cresceram e que é visto como um ponto de orgulho", acrescenta Brimmer. "É bastante unificador em termos de impacto social." "O programa espacial é algo com o qual a maioria dos americanos cresceu e vê como motivo de orgulho", disse Esther Brimmer, pesquisadora sênior no Council on Foreign Relations Joe Raedle/Getty Images O astrofísico David Gerdes tinha cinco anos quando Armstrong caminhou na Lua. "Uma das minhas primeiras memórias é terem me deixado ficar acordado além da minha hora habitual de dormir, cochilando sob um cobertor em frente à nossa TV em preto e branco, assistindo Walter Cronkite reportando o pouso da Apollo 11", conta Gerdes, atualmente professor na Case Western Reserve University, em Ohio, nos EUA. "Muitas e muitas pessoas de todas as idades foram inspiradas pela tecnologia, pela bravura e pelo espírito dos astronautas." Por um momento, Gerdes acrescenta, aquilo transcendeu divisões partidárias. "De fato, eu espero que o retorno à Lua por um grupo mais diverso de americanos do que aqueles que participaram da missão na década de 1960 possa realmente ajudar a unir o país." LEIA TAMBÉM: O que os astronautas vão comer na missão à órbita da Lua? Cardápio tem até chocolate e café

Palavras-chave: tecnologia

Para dizer adeus aos óculos, o HCO oferece a tecnologia mais avançada do mundo

Publicado em: 02/04/2026 06:01

O HCO conta com mais de 2.700 metros quadrados de muita inovação, conforto e tecnologia Cristiano Ribeiro Há quanto tempo você usa óculos? Dez, quinze, vinte anos? Para muitas pessoas, os óculos fazem parte da rotina há tanto tempo que parecem definitivos. Mas o que antes era uma necessidade permanente, hoje pode se tornar apenas uma lembrança. Dizer adeus aos óculos é um sonho antigo e, para muitos pacientes, esse sonho já se tornou realidade. Em Uberlândia, o HCO oferece a tecnologia mais avançada do mundo para quem deseja corrigir o grau com segurança, conforto e resultados consistentes. Desenvolvido pela líder mundial em óptica, a ZEISS, o Visumax 800 realiza a correção do grau em poucos segundos, sem dor e com recuperação extremamente rápida. Quando a tecnologia transforma um sonho em realidade. A cirurgia refrativa evoluiu de forma significativa nos últimos anos, e o Visumax 800 representa o que há de mais moderno nessa evolução. O equipamento utiliza laser de femtosegundo de altíssima precisão, permitindo corrigir miopia, astigmatismo e outras condições refrativas de forma minimamente invasiva e altamente previsível. O procedimento é rápido, seguro e confortável. Muitos pacientes relatam melhora visual ainda no mesmo dia, com mínimo desconforto e retorno acelerado às atividades do dia a dia. Diferenciais que colocam o HCO entre os centros mais avançados do país. O HCO está entre os poucos hospitais de olhos do Brasil a contar com o Visumax 800, tornando-se referência nacional em cirurgia refrativa de alta tecnologia. Pioneiro na incorporação desse equipamento no país, o hospital reafirma seu compromisso com inovação, excelência médica e experiência do paciente. Esse investimento posiciona Uberlândia no mapa da oftalmologia de ponta, atraindo pacientes de diversas regiões que buscam o mais alto padrão em segurança, precisão e resultados. Mais conforto, mais segurança, mais liberdade. Entre os principais benefícios do Visumax 800 estão: Correção do grau em poucos segundos Procedimento sem dor Técnica minimamente invasiva Alta precisão e previsibilidade Recuperação visual extremamente rápida Aliada a um corpo clínico altamente especializado, a tecnologia garante resultados consistentes e um alto índice de satisfação, oferecendo tranquilidade em todas as etapas do tratamento. Enxergar sem óculos muda mais do que a visão. Abandonar os óculos vai além da estética. Significa mais liberdade para praticar esportes, trabalhar, dirigir e viver com mais conforto e autonomia. É uma mudança que impacta diretamente a qualidade de vida. No HCO, essa transformação já faz parte da história de milhares de pacientes que decidiram dar um passo à frente e enxergar o mundo de uma nova forma. Quer ficar por dentro de conteúdos exclusivos sobre saúde ocular, dicas de visão, novidades em tratamentos e as tecnologias mais modernas da oftalmologia? Siga o HCO no TikTok: @hco.uberlandia e acompanhe vídeos informativos, educativos e atualizados para cuidar melhor da sua visão e conhecer tudo o que a medicina oftalmológica pode oferecer. Agende sua avaliação e descubra se você pode realizar esse sonho: 📞 (34) 99774-2400 📍 Av. Getúlio Vargas, 1700 – Uberlândia 🌐 www.hcouberlandia.com.br Responsável Técnico: Dr. José Marcos Santos Gonçalves – CRM/MG 016984

Palavras-chave: tecnologia

Assassin's Creed Shadows recebe grande melhoria dedicada aos jogadores no PS5 Pro

Publicado em: 02/04/2026 05:29 Fonte: Tudocelular

A Ubisoft confirmou uma atualização importante para Assassin’s Creed Shadows no PS5 Pro, com lançamento marcado para 7 de abril, às 7h (horário do Pacífico). A novidade chega junto ao Title Update 1.1.9 e introduz suporte à versão aprimorada do PSSR (PlayStation Spectral Super Resolution), tecnologia baseada em inteligência artificial voltada para reconstrução de imagem. O recurso já estava presente no jogo desde o lançamento, porém a nova versão amplia significativamente a qualidade visual.Com a nova atualização, todos os modos gráficos de Assassin's Creed Shadows — Performance, Balanced e Quality — passam a apresentar melhorias consistentes. Mesmo com diferentes resoluções internas e uso de escalonamento dinâmico, o resultado final mantém maior nitidez, reduzindo o tradicional compromisso entre desempenho e fidelidade visual.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

UberLÂNDIA E.C: Uber estreia no futebol com naming rights de time da Série D

Publicado em: 02/04/2026 05:18 Fonte: Tudocelular

A Uber anunciou oficialmente um acordo de naming rights com o Uberlândia Esporte Clube, transformando um trocadilho em uma das parcerias mais contextualizadas do marketing esportivo mundial. A iniciativa, válida para a temporada de 2026, é inédita para a gigante da tecnologia: esta é a primeira vez no mundo que a Uber adquire os naming rights de um clube de futebol. A partir deste sábado (4), na estreia da Série D do Brasileirão, o time passa a adotar oficialmente a grafia UberLÂNDIA em suas comunicações e uniformes.O diferencial aqui é a preservação da identidade. Diferente de outros acordos que alteram drasticamente o nome das equipes, a marca do patrocinador foi incorporada de forma a honrar o legado centenário do clube, mantendo sua razão social e história intactas.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Apple, 50 anos: funcionário mais antigo ganhou ações que hoje valem milhões e viu big tech quase quebrar

Publicado em: 02/04/2026 05:03

Chris Espinosa tinha só 14 anos quando começou a trabalhar na Apple Reprodução Vídeo Institucional Apple / Apple Fandom Chris Espinosa tinha só 14 anos quando começou a trabalhar na Apple, em 1976. Meio século depois, ele segue na empresa. No mercado de tecnologia, essa é uma história cada vez mais rara. Hoje, aos 64 anos, Espinosa é considerado o funcionário mais antigo da Apple. A trajetória dele foi destaque em uma reportagem do jornal "The New York Times", que contou como o veterano participa, até hoje, do desenvolvimento do sistema operacional da Apple TV. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Espinosa representa um perfil típico da geração baby boomer: profissionais que constroem toda a carreira em uma única empresa. Esse tipo de percurso se tornou incomum, sobretudo no Vale do Silício, onde trocar de emprego com frequência virou regra. Nascidos entre meados dos anos 1940 e o início da década de 1960, os baby boomers cresceram em um mercado de trabalho baseado na estabilidade. A promessa era clara: dedicação agora, segurança mais tarde. Como mostrou uma reportagem do g1 publicada em agosto no ano passado, gerações mais antigas entraram no mercado em um período de vínculos duradouros, benefícios garantidos e progressão de carreira atrelada ao tempo de casa. “O lema era: trabalho agora para viver melhor depois”, explicou o especialista em mercado de trabalho Ricardo Nunes. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Foi nesse ambiente que surgiram profissionais como Espinosa. Pessoas que ficaram décadas na mesma empresa e ajudaram a construí-la passo a passo. Hoje, o cenário é outro. Profissionais mais jovens enfrentam um mercado marcado pela precarização, pela automação e pela alta rotatividade para conseguir avança na carreira, segundo Nunes. No setor de tecnologia, mudar de emprego a cada dois ou três anos se tornou algo comum. Uma carreira construída dentro da Apple Espinosa foi o oitavo funcionário da Apple. Na época, a empresa ainda funcionava na casa de infância de Steve Jobs e montava computadores manualmente. Ao longo de quase 50 anos, ele passou por várias funções. Trabalhou como programador, cuidou da documentação de produtos e, atualmente, atua no desenvolvimento do sistema da Apple TV. Ao Times, Espinosa descreveu o início da empresa como um período instável. Segundo ele, havia grandes promessas, mas também muita incerteza. Mesmo quando deixou a Apple por um curto período para estudar na Universidade da Califórnia, em Berkeley, ele manteve vínculo com a empresa. Trabalhou meio período e escreveu o extenso manual do Apple II, com mais de 200 páginas. A carreira também atravessou momentos difíceis. Nos anos 1980 e 1990, a Apple enfrentou crises e promoveu demissões em massa. Espinosa contou que só não foi desligado porque sua indenização seria alta, já que ele acumulava muitos anos de empresa. Sem diploma universitário e com experiência concentrada quase exclusivamente na Apple, ele chegou a pensar no futuro. Decidiu ficar. “Eu estava aqui quando acendemos as luzes. Posso muito bem ficar até que as apaguemos”, afirmou ao jornal. Além da estabilidade, funcionários antigos da Apple também se beneficiaram financeiramente do crescimento da empresa. Segundo o New York Times, Espinosa recebeu 2 mil ações da Apple após a abertura de capital, em 1980. O bônus fazia parte de um plano criado por Steve Wozniak para recompensar os primeiros funcionários. Hoje, essa quantidade de ações valem cerca de US$ 114 milhões, valor equivalente a R$ 588 milhões. Esse modelo é comum em empresas de tecnologia. Além do salário, trabalhadores recebem ações da companhia. Se a empresa cresce, os papéis se valorizam. Para quem permanece por muitos anos, o resultado pode ser uma fortuna. Espinosa não revelou detalhes atuais sobre salário ou bônus. Ainda assim, sua trajetória mostra como esse tipo de benefício pode pesar na decisão de ficar. A transformação da Apple Ao longo das cinco décadas de Espinosa na empresa, a Apple mudou radicalmente. Após o crescimento inicial, a companhia enfrentou crise financeira e perdeu o rumo nos anos 1990. A virada veio em 1997, com o retorno de Steve Jobs. Segundo Espinosa disse ao New York Times, os primeiros 20 anos da Apple foram marcados por "arrogância". Já as décadas seguintes redefiniram a eletrônica de consumo, com produtos como o iPod e o iPhone. Hoje, a Apple está entre as empresas mais valiosas do mundo. Vale trilhões de dólares e tem bilhões de dispositivos em uso. Por que os jovens pedem mais demissão? Veja como pensa cada geração Espinosa é considerado o funcionário mais antigo da Apple. Arquivo institucional Apple Espinosa representa um perfil típico da geração baby boomer: Vídeo Institucional Apple/ Reprodução

Palavras-chave: tecnologia

Cidade de SP tem 3,9 mil empreendimentos travados por liminar que suspendeu revisão da Lei de Zoneamento

Publicado em: 02/04/2026 05:03

Prédios em construção na região da Barra Funda, Zona Oeste de SP JACQUES LEPINE/ESTADÃO CONTEÚDO A decisão liminar que suspendeu a emissão de alvarás para novas construções em São Paulo mantém paralisado, há mais de um mês, o licenciamento de 3.884 empreendimentos imobiliários. O número se refere a projetos submetidos à análise da prefeitura antes da determinação do Tribunal de Justiça (TJ-SP), em 24 de fevereiro. A gestão Ricardo Nunes (MDB) já entrou com recurso no Órgão Especial da corte e, paralelamente, estuda meios de destravar obras em áreas da cidade que não tiveram o zonamento alterado na revisão de 2024 – alvo dos questionamentos do Ministério Público (MP-SP). Segundo a titular da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, Elisabete França, a falta de um consenso sobre a abrangência da liminar está entre os fatores que resultam no cenário de insegurança jurídica que paralisa até mesmo a emissão de "Habite-se" para obras já concluídas. 🔎 O Habite-se é uma certidão expedida pelas prefeituras que atesta a legalidade e a segurança de uma construção. "Os técnicos ficam preocupados, diante da medida judicial, de estar liberando coisas que não podem ser liberadas", afirmou, durante debate promovido pela Comissão do Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB-SP) na última quinta-feira (26). Justiça suspende demolições e novos prédios em SP por ver falhas na revisão do zoneamento Ainda de acordo com a secretária, a pasta estuda na Procuradoria-Geral do Município (PGM) meios de retomar parcialmente a emissão dos alvarás, a partir da identificação dos projetos que "por ventura poderiam não estar contidos no texto da liminar". Outra possibilidade é a criação de regras para áreas específicas da cidade, aos moldes dos decretos que regulamentam as operações urbanas. "Se for necessário, com certeza a gente vai fazer", afirmou Elisabete França. Aprovada em 2024 pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), a revisão do Zoneamento ampliou as áreas da cidade com incentivos para a construção de prédios mais altos, especialmente nos arredores de corredores de ônibus e estações de trem e metrô – os chamados Eixos de Estruturação da Transformação Urbana. O estímulo ao mercado imobiliário intensificou a verticalização em bairros valorizados, como Pinheiros, na Zona Oeste, e Vila Mariana, na Zona Sul. LEIA TAMBÉM: Assédio de construtoras cresce na Vila Mariana, e moradores protestam com placas: 'Nossas casas não estão à venda’ Moradores de Pinheiros fazem protesto contra demolição de casas por construtora em quadra histórica do bairro Ao conceder a liminar, o TJ entendeu que o processo legislativo não cumpriu requisitos de participação popular e planejamento técnico exigidos pela Constituição estadual, acolhendo argumentos do Ministério Público de São Paulo. "A continuidade da implementação de políticas públicas de ocupação urbana de acordo com as regras impugnadas traduzem riscos de modificações irreversíveis à vida comunitária", escreveu o desembargador Luis Fernando Nishi. A Câmara Municipal também recorreu no TJ e entrou com um pedido de suspensão de liminar no Supremo Tribunal Federal (STF), no último dia 13, alegando que a medida causa prejuízos à economia da capital e à produção habitacional. Prédios em construção na cidade de São Paulo Luiz Franco/g1 "A Procuradoria apresentou dados do impacto negativo da liminar em vigor, dentre eles a interrupção da aprovação de 375 unidades de habitação de interesse social por dia, o comprometimento de até 197 mil postos de trabalho no setor da construção civil e de até R$ 90 bilhões de investimentos deste mesmo segmento, bem como a perda de R$ 4,2 milhões por dia em outorga onerosa destinada ao FUNDURB", diz nota da presidência da Câmara. Para o advogado Marcelo Terra, membro do conselho jurídico do Sindicato de Habitação (Secovi-SP), a liminar gerou cenário de “total caos” no licenciamento urbanístico da capital. Ele afirma que a decisão é “genérica demais” e, por não trazer recortes geográficos ou delimitar de forma objetiva quais casos seriam alcançados, acabou paralisando uma gama ampla de pedidos — de grandes empreendimentos a hospitais, escolas e residências particulares. No debate da OAB-SP, Terra disse que, na prática, a suspensão tem atingido até mesmo processos relacionados a obras aprovadas sob legislações anteriores, que não estão sendo questionadas. “O texto da liminar é muito abrangente, ele é genérico demais: 'Não se emita qualquer licença, não se emita ordem de demolição, não se emita corte de vegetação'", afirmou o advogado, que classificou a situação como de "calamidade pública." Alcance da determinação do TJ O alcance da decisão tem gerado dúvida entre advogados. Ao mesmo tempo em que prevalece o entendimento de que a medida vale para a cidade toda, há também quem interprete que o licenciamento poderia ser retomado com base na legislação anterior. Segundo a secretaria, dos 1.021 alvarás para novas edificações emitidos em São Paulo desde que foi regulamentada a revisão do Zoneamento, em novembro de 2014, apenas 10% estão localizados em quadras que tiveram regras alteradas. Por meio de nota, a Prefeitura de São Paulo dise que aguarda "urgente revisão" da medida cautelar pelo TJ. Segundo a administração municipal, além dos alvarás para novas construções, a liminar trava 575 solicitações de alvarás de demolição. Bairro do Tatuapé, na Zona Leste da cidade, passa por intenso processo de verticalização desde os anos 2000 Fábio Tito/G1

Palavras-chave: câmara municipal

Kombi, ônibus, fogão a lenha: mergulho com câmera revela cidade 'escondida' em maior lago do Sudeste

Publicado em: 02/04/2026 04:02

Mergulho com câmera revela cidade 'escondida' em maior lago do Sudeste As águas do Lago de Furnas, no Sul de Minas, escondem muito mais do que paisagens turísticas. A dezenas de metros de profundidade, cidades que foram parcialmente inundadas permanecem preservadas desde a formação da represa, um cenário que vem sendo revelado por mergulhadores que dedicam anos à exploração dessas ruínas submersas. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram 📺Até o dia 10 de abril, o g1 Sul de Minas e a EPTV percorrem o Lago de Furnas na expedição especial “Travessia das Águas”, que mostra a dimensão, a importância econômica e as histórias de quem vive da água em torno do maior reservatório de água doce do Sudeste e um dos maiores do Brasil. Além das reportagens especiais no portal e de conteúdos exibidos nos telejornais da EPTV, é possível acompanhar os bastidores da expedição em um diário de bordo em tempo real. 📹 Acompanhe em tempo real os bastidores da viagem Instrutor de mergulho, Roberto Obvioslo é um dos principais nomes nesse trabalho. A relação dele com o lago começou ainda na infância, quando acompanhou o pai durante a construção da usina. “Aquele lance do lago encher e inundar algumas áreas sempre me deixou curioso para saber o que realmente aconteceu”, relembra. Mergulho com câmera revela cidade 'escondida' em maior lago do Sudeste Scubaminas Mergulho Essa curiosidade se transformou em missão. Há cerca de dez anos, já como mergulhador profissional, ele passou a buscar vestígios das antigas cidades encobertas pela água — especialmente na região de São José da Barra (MG). Rua inteira preservada O trabalho começou com buscas baseadas em relatos de antigos moradores. Aos poucos, as descobertas foram se multiplicando. Primeiro, um curral ainda de pé. Depois, ruínas isoladas. Até que veio uma das maiores revelações: uma rua inteira submersa. “A gente encontrou uma rua completa. A partir daí, começamos a mapear tudo. Marcávamos os pontos, mas sem explorar de imediato”, conta Roberto. 🌊 Cidades submersas no Lago de Furnas: A formação da represa inundou antigas cidades do Sul de Minas, cujas estruturas permanecem preservadas a dezenas de metros de profundidade. 🤿 Exploração por mergulhadores: O instrutor de mergulho Roberto Obvioslo dedica há cerca de 10 anos sua vida a explorar e documentar essas ruínas submersas. 🗺️ Mapeamento histórico: Relatos de antigos moradores ajudaram a localizar estruturas como currais, ruínas isoladas e até uma rua inteira submersa. Após o mapeamento, teve início uma nova etapa: a exploração detalhada. No fundo do lago, surgiram elementos que ajudam a reconstruir o cotidiano das antigas comunidades. Fogão a lenha, pisos, estruturas de casas e até construções praticamente intactas. “Tem casa que está inteira. Só parte do telhado desceu, mas dá para identificar tudo certinho”, afirma o mergulhador. Mergulhadores encontraram construções praticamente intactas Scubaminas Mergulho Leia também: Do camping à lancha: 5 rotas para explorar o Lago de Furnas e aproveitar o melhor de cada região Casa no meio da água? Flutuantes viram 'point' e transformam o Lago de Furnas em novo polo de experiências turísticas Sem CEP e sobre a água: ambientalista constrói casa flutuante e escolhe viver no rio em MG Furnas: lago criado para ser ‘caixa d’água do Brasil’ tem 11 vezes o volume da Baía de Guanabara e 'cidades submersas' Apesar da riqueza histórica, o objetivo não é retirar objetos do fundo do lago. O trabalho é, acima de tudo, de preservação. “O que está lá, fica lá. A gente só registra com fotografia”, explica. Uma exceção envolve a criação de um possível museu. Entre os itens já resgatados está um penico, que passou por processo de conservação para conter a ferrugem. A ideia é, futuramente, expor também uma telha, um tijolo e um pedaço de madeira — peças simbólicas da chamada "antiga Barra". Uma das descobertas mais surpreendentes foi uma ponte totalmente preservada, encontrada por acaso durante buscas por um carro que havia caído no lago. “A gente procurava essa ponte há muito tempo e não achava. Quando fomos atrás do carro, encontramos ela inteira, do jeito que era”, relata. Além das ruínas urbanas, as expedições revelam outros achados curiosos. Entre eles, uma escuna naufragada, uma Kombi, um ônibus e diversos equipamentos perdidos ao longo dos anos. 📸 Preservação em primeiro lugar: Os objetos não são retirados; o trabalho é feito com registros fotográficos para preservar o patrimônio histórico. 🏛️ Possível museu: Alguns itens simbólicos, como um penico, telha, tijolo e madeira, foram resgatados para futura exposição sobre a “antiga Barra”. 🌉 Descoberta surpreendente: Uma ponte totalmente preservada foi encontrada por acaso durante a busca por um carro submerso. Galerias Relacionadas Mergulhos extremos As explorações exigem preparo técnico avançado. Os mergulhos chegam a profundidades de até 80 metros, podendo alcançar quase 90 metros em algumas condições. “Não tem mergulho raso aqui. O mais raso é em torno de 40 metros”, explica. A visibilidade varia conforme a profundidade. Em áreas mais rasas, a água é clara, mas a partir dos 15 metros a luminosidade diminui rapidamente, exigindo o uso de lanternas. Peixes ainda podem ser vistos em níveis mais altos do lago Scubaminas Mergulho A vida aquática também muda com a profundidade. Espécies como mandi, tilápia, tucunaré e traíra são vistas em níveis mais altos, mas praticamente desaparecem nas regiões mais profundas. Nem todas as histórias relacionadas às áreas submersas permanecem apenas debaixo d’água. Em um período de seca severa, o nível do lago baixou tanto que um antigo cemitério emergiu. “Dava para ver os túmulos, tudo. Depois, a área foi desmanchada pela prefeitura”, relata o mergulhador. Histórias que emergem A construção da Usina de Furnas e a formação do lago, em 1963, deixaram marcas profundas em quem testemunhou de perto esse processo. É o caso do aposentado Abrão Alves Andrade, de 86 anos, morador de São José da Barra (MG). Ele ainda se lembra de quando o pai pediu para que ele avisasse aos vizinhos que "a água estava chegando". "Meu pai me disse: 'arreia o cavalo e vai na Barra Velha avisar o povo que a água está aí'. Mas as pessoas não acreditaram, disseram que eu era bobo e não sabia de nada", conta o idoso. O padre José Ronaldo Rocha, que morava em Guapé (MG), tinha apenas 12 anos quando tudo aconteceu. “À medida que a água ia subindo, as pessoas iam sendo retiradas das suas casas. Ficavam no grupo escolar, que era mais alto.” Moradores saem das casas que seriam tomadas pelas águas após a formação do Lago de Furnas em Guapé (MG) Redes sociais Em áreas rurais, o resgate chegou a ser feito com lanchas, balsas e até helicópteros. Ele também se recorda da demolição das construções antes da inundação completa. “Desciam tratores com cabos de aço, puxando e derrubando as casas. Era uma coisa meio desesperadora.” O impacto econômico foi imediato e severo. Terras férteis e plantações inteiras foram perdidas. “Tinha muito milho granado, muito arroz. A água veio e se perdeu tudo”, relata. Ele conta que chegou a improvisar uma jangada para aproveitar o que restava das plantações. “Fazia jangada de bananeira para buscar milho e fazer pamonha.” As aventuras, no entanto, eram perigosas. “Minha mãe brigava, porque eu entrava na água até o peito para pescar.” 'Nós pensávamos que era igual o dilúvio' José Dalton Barbosa, de 77 anos, guarda lembranças vívidas de quando, ainda menino, viu uma cachoeira desaparecer sob as águas. “Eu morava na roça, à margem do Rio Sapucaí, em Guapé. Tinha uma cachoeira, uma coisa linda”, recorda. Segundo ele, o lugar tinha um desnível de cerca de 20 metros e era rico em peixes — cenário que mudaria completamente com o avanço da represa. No início, poucos acreditavam que a inundação realmente aconteceria. “Quando começou aquela conversa, falando que ia fechar, ia tampar tudo, nós pensávamos que era igual ao dilúvio de Noé”, conta. Initial plugin text A desconfiança só começou a desaparecer quando topógrafos passaram a medir as terras e marcar níveis de inundação. A pressa fez com que muitas perdas fossem inevitáveis. “Nós fomos pegar um caminhão de telha, quando viu, a água já tinha cercado a estrada”, conta. Animais também ficaram para trás. Até mesmo o comportamento da natureza impressionou. “As cobras ficavam na superfície da água, enroladas, com a cabeça para fora. Era muita cascavel”, relata. 🕰️ Memórias da inundação (1963): Moradores relatam surpresa, descrença e caos com a chegada das águas após a construção da Usina de Furnas. 🚜 Impacto social e econômico: Houve demolições forçadas, perda de terras férteis, plantações e animais. 🌱 Benefícios a longo prazo: Com o tempo, surgiram ganhos como turismo, agricultura mais produtiva e desenvolvimento regional. Entre perdas e ganhos Apesar das dificuldades iniciais, José Dalton acredita que, com o tempo, a região acabou se beneficiando. Ele destaca o potencial turístico e o avanço da agricultura com novas tecnologias. “Hoje as terras são muito mais produtivas”, afirma. Para o morador, sem a represa, o município teria permanecido estagnado. “Nós estaríamos lá na beira do rio ainda, como se fosse na pré-história.” Já na avaliação do padre José Ronaldo, o lago trouxe benefícios ao longo do tempo, mas à custa de um período extremamente doloroso. “Na época foi caótico. Depois o pessoal foi vendo que podia trazer coisas boas.” Ele ainda destaca a força da população que permaneceu. “É um povo que resistiu para reconstruir a cidade.” Infográfico - Usina de Furnas em números Arte g1 Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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Ouro em neurociência e mentoria de Nobel: quem é a brasileira de 20 anos premiada por artigo sobre biologia quântica

Publicado em: 02/04/2026 04:02

Quem é a brasileira de 20 anos premiada por artigo sobre biologia quântica Aos 20 anos, Gabriela Frajtag reúne conquistas que vão de ouro em olimpíada de neurociência à participação em programa científico em Israel, sob mentoria de uma vencedora do Nobel. A jovem foi premiada em concurso internacional de artigos científicos com um texto sobre biologia quântica. Recém-formada pela Ilum Escola de Ciência, do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), ela foi a única brasileira entre os vencedores e agora se prepara para o mestrado na Unicamp. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp A jovem representou o Brasil com o ensaio “The Quantum of Biology: History and Future”, sobre a relação entre física quântica e biologia. No texto, ela revisita a origem da área, destaca os principais marcos e discute desafios e possíveis aplicações em seres vivos. Ao todo, 97 pessoas participaram do concurso, incluindo acadêmicos, cientistas e estudantes de diferentes áreas. Oito foram premiadas e vão dividir cerca de R$ 300 mil. Os três primeiros recebem 80% do total. Gabriela recebeu o Prêmio Especial de Graduação, no valor de US$ 3 mil (cerca de R$ 16 mil). "Existe muita força na ciência brasileira. Eu acho que é importante também mostrar que existem jovens e pesquisadores brasileiros que estão participando de discussões internacionais sobre temas muito novos", diz. Gabriela Frajtag, brasileira vencedora do Prêmio Especial de Graduação, da FQxI Gabriela Frajtag/Arquivo pessoal Da curiosidade à ciência A jovem conta que o interesse por ciência e tecnologia surgiu na infância e a levou das olimpíadas escolares a iniciativas no Brasil e no exterior. Em 2023, após deixar o Rio de Janeiro para estudar em Campinas, Gabriela foi selecionada entre 40 alunos para a Escola de Biologia Quântica, um programa científico internacional de cinco dias, em Paraty (RJ). Foi lá que soube do concurso e decidiu se inscrever. "Eu pensei que eu poderia escrever um panorama histórico, que é algo que eu adoro. Eu adoro escrever sobre ciência, adoro ler sobre ciência, adoro principalmente história", diz Gabriela. O que começou de forma despretensiosa ganhou força. Hoje, ela se prepara para o mestrado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Mesmo em áreas majoritariamente masculinas, a paixão pela ciência se manteve. "Quando descobrir aquilo que te move, uma pergunta, uma área, continua, persista. Às vezes, fazer ciência pode parecer difícil, com muitos desafios, mas é importante que a tua curiosidade faça você continuar investigando e descobrindo coisas novas, e aprendendo sempre", motiva. Gabriela Frajtag no Sirius, em Campinas (SP) Gabriela Frajtag/Arquivo pessoal Brasil afora Do ouro na Olimpíada de Neurociência do Rio de Janeiro à participação em um programa internacional em Israel, Gabriela acumula experiências na área. Ela integrou o Programa Kupcinet-Getz, em Rehovot, liderado pela Nobel de Química de 2009, Ada Yonath. Ada está entre as poucas mulheres que receberam o Nobel de Química. O programa, oferecido pelo Instituto Weizmann de Ciências, selecionou Gabriela e outros 21 estudantes. Ela e um mexicano foram os únicos latino-americanos na edição de 2023. Durante sete semanas, entre julho e agosto, Gabriela acompanhou a rotina de laboratório, assistiu a palestras e aprofundou estudos, como a resistência de bactérias a antibióticos. Foi também a primeira vez que viajou sozinha para outro país. Gabriela Frajtag ao lado de Ada Yonath, ganhadora do Prêmio Nobel de Química em 2009, em Israel Gabriela Frajtag/Arquivo pessoal *Estagiária sob supervisão de Gabriella Ramos. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

Palavras-chave: tecnologia

Veja o que abre e fecha em BH na Semana Santa

Publicado em: 02/04/2026 04:01

Vista panorâmica de BH na manhã desta segunda-feira (26); no detalhe, o Parque Municipal, no Centro Lucas Franco/TV Globo O funcionamento dos serviços públicos de Belo Horizonte será alterado entre esta quinta-feira (2), ponto facultativo no município, e o domingo (5) de Páscoa. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Veja abaixo o que abre e fecha na capital mineira na Semana Santa: 💉 Saúde Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Hospital Metropolitano Odilon Behrens, Central de Internação, Samu, Serviço de Urgência Psiquiátrica Noturno, Centros de Referência em Saúde Mental e laboratórios das UPAs: funcionam normalmente 24h. Centros de saúde: funcionam nesta quinta-feira, das 7h às 17h, e fecham de 3 a 5 de abril. Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais: funcionam das 7h às 17h nesta quinta-feira, e das 8h às 18h entre 3 e 5 de abril. Serviço de Atenção à Saúde do Viajante: funciona nesta quinta-feira das 8h às 17h, e fecha de 3 a 5 de abril. Central de Atendimento a Liminares, Centros de Esterilização de Cães e Gatos, Laboratórios regionais e Central, Centros de Referência a Saúde do Trabalhador, Centro de Controle de Zoonoses, Laboratórios de Zoonoses, Academias da Cidade, Centros de Especialidades Médicas, o Centro de Treinamento e Referência, os Centros de Testagem e Aconselhamento, as Unidades de Referência Secundária, Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem, o Centro Municipal de Oftalmologia, os Centros de Reabilitação e os Centros de Especialidades Odontológicas: funcionam nesta quinta-feira, das 7h às 17h, e fecham de 3 a 5 de abril. Centros de Convivência: não funcionam. Teleconsultas: funcionam nesta quinta-feira, das 8h às 20h, e não funcionam de 3 a 5 de abril. 🌲 Parques municipais e zoológico Zoológico e Jardim Botânico de Belo Horizonte: abertos de 2 a 5 de abril, das 8h às 17h (entrada até 16h). Aquário do Rio São Francisco (dentro do zoológico): aberto de 2 a 5 de abril, das 8h30 às 16h30 (entrada até 16h). Parque Municipal Américo Renné Giannetti, Parque Municipal Tião dos Santos, Parque Municipal Ursulina de Andrade Mello, Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado, Parque Municipal Monsenhor Expedito D'Ávila (Julien Rien) e Parque Municipal Ismael de Oliveira Fábregas: abertos de 2 a 5 de abril (lista completa e horários disponíveis aqui). ✝️ Cemitérios públicos Cemitérios municipais: abertos das 7h às 17h, exclusivamente para realização e atendimento de velórios e sepultamentos. O plantão para agendamentos funciona das 7h às 18h. 🛏️ Assistência social Diretorias Regionais de Assistência Social (Dras), Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centro-Dia de Referência para as Pessoas com Deficiência, Centro-Dia de Referência para as Pessoas Idosas, Serviço de Atenção ao Migrante: não funcionam. Abrigos, Casas de Passagem, Residências Inclusivas, Repúblicas e Pós Alta Hospitalar: funcionam normalmente. Sepultamento gratuito: plantão, das 7h às 19h, na Rua Rio de Janeiro, 1187, 5º andar - Centro. O telefone é (31) 3277- 9834. 🏳️‍🌈 Direitos Humanos Conselho Tutelar: funciona normalmente, em regime de plantão centralizado, atendimento 24h, na Rua Rio de Janeiro, 1187 - 8º andar - Centro. Centro de Referência das Juventudes, Centros de Referência da Pessoa Idosa, Centro de Referência LGBT e Centro Especializado de Atendimento à Mulher: não funcionam. 🍽️ Segurança alimentar e nutricional Restaurantes Populares I, II, III e IV: funcionam normalmente nesta quinta-feira. De 2 a 5 de abril, funcionam com oferta de almoço exclusivamente à população em situação de rua. Refeitório Popular João Bosco Murta Lages (Câmara Municipal): não funcionam nos dias 2 e 3 de abril. 🎭 Equipamentos culturais Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte e centros culturais: não funcionam. Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado, Casa do Baile, Museu Casa Kubitschek, Museu Histórico Abílio Barreto, Museu da Imagem e do Som, Museu da Moda de Belo Horizonte: funcionam normalmente. Cine Santa Tereza: sem programação nos dias 2 e 3 de abril, programação normal nos dias 4 e 5. Teatro Marília, Teatro Francisco Nunes e Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/ Teatro Raul Belém Machado: sem programação de 2 a 5 de abril. 🚌 Transporte público Ônibus municipais: funcionam com quadro de horários de dia útil atípico nesta quinta-feira e com quadro de domingo/feriado na sexta-feira (3). Nos dias 4 e 5, operam com quadro de horários de sábado e domingo, respectivamente. 🗑️ Limpeza urbana Serviços de limpeza urbana: funcionam normalmente nesta quinta-feira e no sábado. Não funcionam na sexta-feira. 🐶 Hospital veterinário Complexo Público Veterinário: não funciona. 📃 Outros serviços BH Resolve e Procon Municipal: não funcionam. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Vídeos mais vistos no g1 Minas:

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Governo Trump diz que Pix cria 'desvantagem' para gigantes de cartão de crédito

Publicado em: 02/04/2026 00:25

PIX é imparável? Especialistas analisam concorrência com cartões nos EUA Um relatório divulgado pela Casa Branca nesta quarta-feira (1º) ressaltou novamente o Pix como um sistema prejudicial às gigantes de cartão de crédito, como Visa e Mastercard. "O Banco Central criou e regula o Pix; stakeholders dos EUA temem que o BC [Banco Central] dê tratamento preferencial ao sistema, prejudicando fornecedores americanos de serviços de pagamentos eletrônicos. O uso do Pix é obrigatório para instituições com mais de 500.000 contas." 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Esta não é a primeira vez que o governo Trump cita o Pix como um risco a empresas americanas. Em julho de 2025, o sistema brasileiro de pagamento instantâneo entrou na mira do governo dos Estados Unidos. No documento que oficializou o processo, a gestão Trump não mencionou o PIX diretamente, mas fez referência a “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, inclusive os oferecidos pelo Estado brasileiro. "O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo", disse o Escritório do Representante de Comércio dos EUA na época. Golpe do PIX Divulgação O Relatório de Estimativa do Comércio Nacional de 2026, do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, ainda cita: Mineração ilegal de ouro no Brasil Extração ilegal de madeira Leis trabalhistas brasileiras PL dos Mercados Digitais Regulamentação da Lei Geral de Proteção de Dados Taxa de uso de rede Satélites Sobre a mineração ilegal de ouro no Brasil, o relatório narra preocupação com a competição desleal que as mepresas americanas, 'que seguem padrões ambientais e trabalhistas', estão sujeitas. "Relatórios indicam que o ouro ilícito representa 28% da atividade de mineração total no país". Em relação a extração ilegal de madeira, o relatório extima que quase '50% da madeira colhida no Brasil — e 90% da madeira da Amazônia brasileira — seja ilegal'. O relatório cita o enfraquecimento da fiscalização, produção agrícola e corrupção como principais fatores que permitem as práticas ilegais. "Espécies de alto valor como o ipê e o mogno são as principais afetadas." A falta de uma 'proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado' também vulnerabiliza a competitividade de empresas dos EUA, diz o relatório. Vista da Casa Branca Reuters/g1 O projeto que trata da regulação econômica dos mercados digitais, conhecido como 'PL dos Mercaods Digitais', também é visto como um risco à concorrência. Apesar do projeto ainda não ter avançado no Congresso, o relatório ressalta que 'os critérios de designação afetariam desproporcionalmente empresas dos EUA e permitiriam multas de até 20% do faturamento global.' O relatório expressa preocupação com o atraso da implementação de uma regulação da LGPD. "Desde agosto de 2025, empresas dos EUA que lidam com dados brasileiros devem ter contratos atualizados e um Encarregado de Dados (DPO) nomeado." Ainda nas páginas destinadas ao Brasil, o documento fala de consultas da Anatel sobre a regulação de 'serviços de valor adicionado' e plataformas digitais, incluindo obrigações de remuneração. "Em novembro de 2024, o Ministério das Comunicações anunciou que o governo desistiria da abordagem de taxas de rede", diz o relatório. Já sobre os satélites, o relatório da Casa Branca expõe que operadores estrangeiros de satélite precisam pagar taxas anuias de exploraçãos mais altas que empresas brasileiras. "O Brasil permite que entidades brasileiras adquiram o direito exclusivo de operar satélites e frequências. No entanto, operadores estrangeiros obtêm apenas um direito não exclusivo (direito de exploração) por no máximo 15 anos, devendo readquiri-lo posteriormente."

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