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Sicredi reinaugura agência em novo endereço de Valinhos

Publicado em: 22/10/2025 11:10

Agência está localizada na Avenida Independência, 137, próxima à Prefeitura, e conta com com 435 metros quadrados. Crédito: Júlio César Costa Inovação, conforto e mais acolhimento aos associados é o que promete a nova agência da Sicredi Iguaçu PR/SC e Região Metropolitana de Campinas/SP, inaugurada em Valinhos, na última quinta-feira, na Avenida Independência, 137, próximo à Prefeitura, no centro da cidade. O espaço, que já está aberto para receber o público, conta com 435 metros quadrados e foi idealizado para proporcionar um atendimento personalizado e ainda mais próximo aos seus associados. “É uma satisfação muito grande estar aqui em Valinhos para esta reinauguração. Agora, temos mais espaço físico para atender nossos associados, um espaço mais agradável e moderno. Uma das marcas do Sicredi é a proximidade com seu associado e, além de oferecer toda tecnologia para o acesso aos produtos e serviços, oferecemos também esse espaço físico para recebê-lo. Queremos que se sinta em casa", destacou o presidente da Sicredi Iguaçu, Eleutério Benin, durante o evento, que contou ainda com a presença do prefeito de Valinhos, Franklin Duarte de Lima, e outras autoridades locais. Benin adiantou ainda que a cidade de Campinas deve receber em 2026, mais duas agências do Sicredi, além de uma sede, com 73 estações de trabalho. “Esta é uma região muito importante, que gera muitos negócios e com muitas possibilidades de novos associados, que são também os donos, pois em uma cooperativa, todos que se associam têm direito a participação nos lucros e ao voto na assembleia que elege a diretoria. É algo conjunto e nosso objetivo é oferecer o melhor aos nossos associados", reforçou o presidente. A cidade de Valinhos foi a primeira da RMC (Região Metropolitana de Campinas) a receber uma agência do Sicredi e, atualmente, conta com 3.500 associados. Para o gerente da agência, Ederson Farinazze, a sensação de estar em um ambiente novo é “a melhor possível! Estou muito feliz e animado para receber as pessoas aqui e trabalhar para atender bem nossos associados. Temos um time incrível de 13 colaboradores e um ótimo clima organizacional.” Um desses colaboradores é o gerente de Agronegócio, Thiago de Oliveira Melo, que está há seis anos no Sicredi. “Cuidar do agronegócio é maravilhoso. Sou muito feliz por poder ajudar essas pessoas que trabalham duro e colocam a comida na mesa de todos nós. Agora, temos esse espaço lindo para recebê-los melhor ainda", destacou. Time do Sicredi, em Valinhos, sob a liderança do gerente, Ederson Farinazze, pronta para receber os associados na nova casa. Crédito: Júlio César Costa Cooperativismo: um projeto coletivo de desenvolvimento Márcia Helfenstein Koch, diretora executiva da Sicredi Iguaçu, destaca o olhar humano e social da cooperativa. Crédito: Júlio César Costa Com quase 120 anos de existência, o Sicredi tem como essência o cooperativismo, modelo de organização social e econômica, que une pessoas com os mesmos interesses para trabalharem e crescerem juntas. “O cooperativismo é formado por pessoas e, assim, agregamos os aspectos econômico e social, para transformar, em conjunto, a sociedade, gerando mais oportunidades e mais proximidade. Atualmente, temos muitos projetos sociais em andamento, que têm impactado milhares de pessoas em todo o Brasil”, ressalta a diretora executiva da Sicredi Iguaçu, Márcia Helfenstein Koch, que também esteve presente no evento em Valinhos. A diretora destaca ainda que o olhar humano para o mundo é também um olhar interno, já que o Sicredi foi eleito, pelo segundo ano consecutivo, como a Melhor Empresa Para Trabalhar, de acordo com o ranking Great Place To Work Brasil (GPTW). “Valorizamos as pessoas, investimos no desenvolvimento delas por meio de planos de carreira e prezamos por manter um ótimo clima organizacional", completa. A União faz a Vida e APAE de Valinhos Presidente da Sicredi Iguaçu, Eleutério Benin, assina termo de parceria com representantes da APAE de Valinhos. Crédito: Júlio César Costa A reinauguração da agência foi marcada pela assinatura do contrato de parceria entre a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Valinhos com o projeto social, A União faz a Vida, do Sicredi, que tem o objetivo de levar os princípios e os valores do cooperativismo a crianças e adolescentes. Atualmente, o projeto está presente em 14 municípios, 62 escolas e 13 APAES, impactando 950 professores e mais de 9 mil alunos.

Palavras-chave: tecnologia

Câmara de Pirajuí aprova abertura de comissão processante contra presidente do legislativo

Publicado em: 22/10/2025 10:41

Câmara de Pirajuí aprovou CP contra o presidente da Casa Legislativa Instagram/ Reprodução Com seis votos favoráveis, a Câmara Municipal de Pirajuí (SP) abriu uma comissão processante contra o presidente do legislativo, Ademir José Alves (PSDB) , por contratos supostamente fraudulentos, assinados no final de 2024. O legislativo tem 11 vereadores, porém 3 não puderam votar na abertura da comissão por serem citados nas denúncias de supostas irregularidades. A CP, aprovada na sessão da última segunda-feira (20), será presidida por Danilo Ferreira da Silva (PSB), e terá Eukles José Campos (PSDB), como relator e Roberto Leandro Bandeira Bento (MDB), como membro. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Em nota, o presidente do legislativo disse que, quando assumiu a presidência da Câmara, todos os contratos já estavam firmados. Veja abaixo os vídeos mais acessados no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ainda assim, Ademir afirmou que apurou e verificou que não havia nenhuma irregularidade nos contratos. Disse também que as empresas e os profissionais contratados seguem prestando seus serviços “com qualidade e responsabilidade dentro da Casa”. Ele encerrou a nota dizendo “estar tranquilo e colaborando com as investigações, passando todas as informações sobre os contratos para o Ministério Público”, que também apura as denúncias a pedido dos vereadores. Entre as irregularidades apontadas estão a falta de clareza e publicidade em contratações diretas com dispensa de licitação; nomeações irregulares de cargos comissionados e valores elevados de contratos firmados. Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

Palavras-chave: câmara municipal

Projeto Antifacção prevê até 30 anos de prisão para crimes de organização criminosa e seguirá nesta quarta para o Planalto

Publicado em: 22/10/2025 10:33

O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, vai enviar nesta quarta-feira (22) à Casa Civil um projeto de lei que endurece as penas para organizações criminosas. O texto cria a modalidade qualificada desse crime — quando houver domínio de território —, facilita ações contra empresas usadas pelo crime organizado e regula a gravação de conversas entre criminosos e advogados dentro da prisão (leia mais abaixo). A proposta, que já chegou a ser chamada de "antimáfia", foi batizada pelo governo de Projeto de Lei Antifacção. Para entrar em vigor, o texto precisará ser aprovado no Congresso, o que ainda não tem data para ocorrer. MP faz operação contra lavagem de dinheiro do PCC em loja de brinquedos infantis de SP Pelo projeto, a pena atual de 3 a 8 anos de prisão para quem integra, promove ou financia uma organização criminosa será elevada para 5 a 10 anos de prisão. Quem é condenado por integrar organização criminosa está sujeito à pena desse crime somada às penas dos demais crimes praticados pelo grupo — por exemplo, tráfico, corrupção ou homicídio. 🔎O projeto também cria a "organização criminosa qualificada", com pena de 8 a 15 anos de prisão quando a atuação do grupo envolver o controle de territórios ou de atividades econômicas por meio de violência ou ameaça — mirando, por exemplo, nas milícias. 🔎Esse crime passa a ser considerado hediondo, o que significa que será inafiançável e não poderá ser perdoado por indulto ou anistia. Versão anterior do texto, elaborada por um grupo de trabalho a pedido do Ministério da Justiça, previa pena de 12 a 20 anos para a modalidade qualificada, que acabou reduzida no projeto final após análises internas no ministério. Há ainda a previsão de pena de 12 a 30 anos de prisão, uma das mais altas da legislação brasileira, em caso de homicídio praticado a mando de uma organização criminosa qualificada. Causas de aumento de pena A punição para a organização criminosa poderá ser aumentada de dois terços até o dobro quando houver: uso de arma de fogo ou explosivo; morte ou lesão corporal de agente de segurança; participação de criança ou adolescente no grupo; envolvimento de servidor público; infiltração do crime no setor público, em licitações e contratos com governos; atuação transnacional e remessa de dinheiro para o exterior. Todas essas inovações se devem à preocupação com a atuação de facções criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC), que, segundo investigações recentes, têm usado empresas para lavar dinheiro e participado de licitações de serviços públicos como transporte coletivo e coleta de lixo. Operação flagra irregularidades em postos de combustíveis de organização criminosa investigada por ligação com o PCC Reprodução/TV Globo Outras mudanças Além de elevar as penas, o projeto do Ministério da Justiça também prevê medidas para facilitar a investigação, como a infiltração de policiais e de colaboradores (delatores) nas organizações criminosas e a criação de empresas fictícias para fingirem ser parte do esquema a fim de desbaratá-lo. O texto estabelece regras para manter essas atuações em sigilo durante as investigações. Dentro do sistema prisional, a proposta prevê novas regras para monitorar as conversas entre presos ligados a organizações criminosas e seus advogados, seja no parlatório ou por videochamada. Para gravar as conversas, será necessário ordem judicial e a existência de indícios de que a comunicação com o advogado está servindo a fins criminosos. Esse ponto pode gerar debates no mundo jurídico devido à regra geral de sigilo nas conversas entre advogados e seus clientes. A proposta do ministério prevê ainda que a Justiça determine uma intervenção judicial em empresas que estiverem sendo usadas por organizações criminosas, com a nomeação de um gestor externo. Também será possível que os contratos dessas empresas com o poder público sejam suspensos cautelarmente durante a fase de investigação, a partir de uma decisão judicial ou administrativa. O tema das relações entre empresas e o crime organizado ganhou relevância nacional no final de agosto, quando o Ministério Público de São Paulo e a Polícia Federal deflagraram uma operação contra a lavagem de dinheiro do PCC, a Carbono Oculto. Revelou-se na ocasião que empresas de combustíveis e fintechs — que usam a tecnologia para facilitar o acesso a serviços financeiros — sediadas na avenida Faria Lima, centro financeiro de São Paulo, estariam envolvidas com atividades criminosas da facção. O que ficou de fora O projeto finalizado por Lewandowski deixou de fora a criação de uma agência nacional para combater o crime organizado. A ideia estava no texto inicial que um grupo de trabalho formulou e era defendida sobretudo por membros do Ministério Público. Houve críticas por parte da Polícia Federal (PF). Prevaleceu no Ministério da Justiça o entendimento de que essa iniciativa poderia ser inconstitucional, pois retiraria das instituições de segurança pública listadas na Constituição a atribuição de combater o crime. O texto final também não trará alterações nas penas para crimes eleitorais cometidos no contexto de organização criminosa, como compra de votos e caixa dois. Na primeira versão, previa-se dobrar as penas dos delitos do Código Eleitoral quando ligados ao crime organizado. No entanto, já existem outros projetos no Congresso, apresentados por parlamentares, com esse mesmo teor. Há preocupação de que o crime organizado se infiltre na política por meio de eleições.

Palavras-chave: tecnologia

A biotecnologia que transforma o lodo em solução sustentável

Publicado em: 22/10/2025 10:31

A biotecnologia que transforma o lodo em solução sustentável – Crédito: Divulgação/Legun Biotecnologia. O acúmulo de lodo nas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e de Água (ETAs) no Brasil tem se tornado um desafio silencioso, mas de crescente gravidade para o saneamento básico e o meio ambiente. Estudos e pesquisas apontam que a gestão ineficiente desse subproduto, rico em sólidos e, muitas vezes, em contaminantes, representa riscos ambientais e de saúde pública que exigem uma reavaliação urgente das metodologias tradicionais. O lodo, resultado inevitável dos processos de tratamento, contém a matéria orgânica e inorgânica removida da água e do esgoto. Seu acúmulo descontrolado, especialmente em lagoas de tratamento, leva ao assoreamento, o que reduz drasticamente a capacidade operacional das estações, diminuindo sua eficiência no tratamento de efluentes e comprometendo a qualidade da água lançada nos corpos hídricos. A necessidade de remoção, geralmente por meio de custosas dragagens, impõe um fardo financeiro significativo aos municípios e concessionárias, como observado em casos onde os custos de remoção podem superar orçamentos anuais destinados ao saneamento. O acúmulo de lodo nas lagoas de tratamento compromete a capacidade operacional das estações e representa riscos ambientais e de saúde pública – Crédito: Divulgação/Legun Biotecnologia. O Paradoxo do Uso Agrícola: Benefício e Contaminação Diante da enorme quantidade de resíduo gerado, o uso do lodo (ou biossólido, após tratamento) como fertilizante na agricultura surge como uma solução de economia circular, aproveitando seu teor de nutrientes como nitrogênio, fósforo e matéria orgânica. Pesquisas, como as desenvolvidas por instituições agronômicas e pela Embrapa, confirmam que a aplicação do biossólido pode, de fato, aumentar a fertilidade do solo, elevando parâmetros como a saturação por bases e reduzindo o alumínio trocável. O aproveitamento pode, inclusive, reduzir o consumo de fertilizantes minerais, especialmente os fosfatados. No entanto, essa solução carrega um risco considerável. O lodo de ETEs, em particular, pode concentrar contaminantes originários de efluentes domésticos e industriais, incluindo metais pesados (como Cádmio, Chumbo, Cromo e Mercúrio), microrganismos patogênicos (como Salmonella e Shigella), e substâncias orgânicas potencialmente tóxicas. A Resolução nº 375/2006 do CONAMA e outras normativas do MAPA buscam regulamentar o uso, estabelecendo limites rigorosos para a presença desses elementos. Apesar da regulamentação, estudos alertam para o efeito cumulativo desses constituintes inorgânicos no solo. O monitoramento periódico é fundamental, pois mesmo em concentrações consideradas reduzidas no lodo, a aplicação contínua ao longo dos anos pode levar à bioacumulação na cadeia alimentar, representando um risco direto à saúde humana e ao ecossistema. O lodo de ETAs, que utiliza coagulantes à base de alumínio ou ferro, também exige cautela, pois, dependendo do pH do solo, o alumínio pode se tornar tóxico para as culturas. Inovação Biotecnológica: O Caminho da Legun Em contrapartida às dificuldades e riscos das metodologias convencionais de destinação do lodo, emerge a metodologia Legun, que propõe uma abordagem radicalmente diferente e favorável à sustentabilidade ambiental. A tecnologia se baseia na bioaumentação, um processo natural e altamente eficiente que utiliza a própria biologia do sistema de tratamento. A Legun trabalha com o isolamento e a multiplicação de microrganismos autóctones – bactérias benéficas retiradas do próprio esgoto local e cultivadas em laboratório. Ao serem reintroduzidos nas lagoas de tratamento em maior número e potencializados, esses microrganismos aceleram a degradação da matéria orgânica, tratando o lodo in loco, ou seja, no fundo das próprias lagoas. Funcionário da Legun aplica o inóculo biotecnológico na lagoa de tratamento, acelerando a degradação do lodo in loco – Crédito: Divulgação/Legun Biotecnologia. Os benefícios comprovados da metodologia Legun, segundo análises e casos de sucesso, são significativos e endereçam os principais gargalos do setor: Eliminação do Acúmulo de Lodo e da Dragagem: A tecnologia tem demonstrado uma redução drástica do volume de lodo acumulado, chegando a índices de 95% de eficácia em alguns projetos. Isso elimina a necessidade da custosa e logisticamente complexa dragagem e transporte do resíduo, que em cidades de médio porte pode exigir milhares de viagens de caminhão. Segurança e Sustentabilidade Ambiental: Ao degradar o lodo dentro da estação, a Legun minimiza o risco de contaminação associado ao transporte e à disposição final (como aterros sanitários ou uso agrícola não monitorado) de um resíduo potencialmente perigoso. O processo é natural e não utiliza produtos químicos adicionais, garantindo que o tratamento do efluente e, consequentemente, o descarte final do lodo residual, ocorra com o mínimo impacto ambiental. Eficiência e Economia Operacional: Além da redução do lodo, a bioaumentação otimiza a eficiência geral da ETE/ETA, restaurando a capacidade de tratamento das lagoas assoreadas. Isso se traduz em uma redução substancial de custos operacionais, que, em alguns casos, alcança apenas 10% do valor de uma remoção convencional por dragagem e descarte. Além disso, a solução biotecnológica da Legun traz um benefício que vai além da estação: ao utilizar microrganismos autóctones, nativos do próprio ecossistema, o processo biológico continua atuando mesmo após a saída do efluente tratado, promovendo melhora da qualidade dos corpos hídricos receptores. Ou seja, a biologia segue ativa, contribuindo para a melhoria contínua da qualidade da água, reduzindo odores e acelerando a regeneração ambiental de rios, lagoas e córregos. A biotecnologia da Legun transforma o lodo em solução sustentável, reduzindo até 95% do volume e eliminando a necessidade de dragagem – Crédito: Divulgação/Legun Biotecnologia. A transição para um saneamento mais resiliente e seguro exige o abandono de práticas que apenas movem o problema de lugar. A abordagem da Legun, que utiliza a própria natureza para solucionar um dos maiores passivos ambientais do setor, a destinação do lodo, aponta para o futuro do saneamento, unindo alta performance técnica com a responsabilidade ambiental.

Palavras-chave: tecnologia

Unimed Londrina inaugura oficialmente hospital próprio da Cooperativa

Publicado em: 22/10/2025 10:15

O Hospital Unimed foi oficialmente inaugurado em uma série de eventos que marcaram a entrega de um dos maiores investimentos em saúde suplementar da região. A estrutura, com 29 mil m² de área construída e capacidade inicial para até 150 leitos, representa um marco para o Sistema Unimed no Paraná. Participaram da solenidade autoridades como o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, a secretária municipal de Saúde, Vivian Feijó, além de representantes de instituições públicas e privadas, diretoria da Unimed Londrina, cooperados, parceiros e integrantes do Sistema Unimed. Em seu discurso, o diretor-presidente da cooperativa, Dr. Celso Fernandes Junior, destacou o trabalho conjunto que possibilitou a construção do hospital: “Agradeço aos médicos cooperados, colaboradores, parceiros e ao Sistema Unimed, que caminharam conosco nesse projeto. Este hospital é a concretização de um sonho coletivo.” Com investimento de mais de R$ 260 milhões, o hospital conta com 12 salas cirúrgicas modernas, incluindo uma equipada para cirurgia robótica e outra exclusiva para procedimentos de hemodinâmica. Também estão disponíveis exames de imagem de alta precisão (ressonância magnética, tomografia, ultrassonografia e raio-X) e serviços completos de internação, maternidade, pediatria, além de UTIs adulto, pediátrica, neonatal e cardiológica. O projeto arquitetônico, desenvolvido pela Giacomo Arquitetura, priorizou ambientes acolhedores e multifuncionais. Já a execução da obra ficou sob responsabilidade da A.Yoshii Engenharia , com entrega ágil e padrão técnico elevado. Último evento de inauguração teve corrida e música Divulgação O último evento de inauguração foi a corrida noturna realizada em 4 de outubro, que reuniu 2 mil atletas ao redor do novo hospital. A arena montada para o evento foi palco de emoção, celebração e superação, encerrando com um show vibrante da banda Queen Tribute Brazil. O público celebrou cada momento em uma atmosfera única de luz, música e movimento. Início das operações As atividades no Hospital Unimed estão previstas para começar no fim de outubro. Até lá, as equipes profissionais seguem em treinamentos técnicos nas novas instalações. A agenda de especialidades médicas será liberada gradualmente, conforme adequações operacionais. Mais que um novo hospital, o empreendimento reforça o compromisso do ecossistema de saúde integrado da Unimed Londrina, com mais de 50 anos de experiência e foco no cuidado humanizado, na tecnologia e na excelência médica. Mais informações: (43) 3375-5001

Palavras-chave: tecnologia

Aprovado projeto que permite pagamento de débitos de veículos por Pix em blitz

Publicado em: 22/10/2025 10:14

Projeto de Lei cria o Programa de Regularização de Débitos de Veículos Automotores (PRDVA) em Alagoas Reprodução/Ascom Sefaz Uma novidade para os motoristas alagoanos foi aprovada na terça-feira (21) na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE-AL). O Projeto de Lei que cria o Programa de Regularização de Débitos de Veículos Automotores (PRDVA), de autoria do deputado estadual Fernando Pereira (PP). O projeto introduzir a tecnologia do Pix para resolver pendências financeiras de veículos de forma imediata durante abordagens de fiscalização. Com a aprovação, motoristas parados em blitz, por exemplo, terão a possibilidade de regularizar débitos como IPVA, taxa de licenciamento e multas de trânsito no ato da abordagem. O pagamento será feito de forma instantânea via Pix, impedindo a remoção do veículo e prejuízos maiores para o condutor. O deputado Fernando Pereira destacou a importância da medida para desburocratizar e humanizar a fiscalização e reforçou que o objetivo central do projeto é garantir praticidade, justiça e sensibilidade social. Além de beneficiar diretamente os condutores, a iniciativa é vista como um passo para modernizar o processo de arrecadação do estado, o tornando mais ágil, transparente e eficiente. Com a luz verde da Assembleia, a proposta segue agora para a sanção do governador de Alagoas, Paulo Dantas, para que possa entrar em vigor. Veja os vídeos que estão em alta no g1

Palavras-chave: tecnologia

Century e TOTVS ampliam parceria e reduzem em 30% o tempo das rotinas administrativas

Publicado em: 22/10/2025 10:07

Century fortalece parceria estratégica com a TOTVS e reduz em pelo menos 30% o tempo gasto em rotinas administrativas - Crédito: Divulgação Com mais de 70 anos de história, o Grupo Century é referência nacional no desenvolvimento de soluções tecnológicas voltadas à recepção de sinais de TV e entretenimento digital. Fundada com o propósito de democratizar o acesso à informação e à tecnologia, a empresa se consolidou como uma das maiores fabricantes brasileiras de antenas parabólicas, receptores e conversores digitais. Ao longo das décadas, a Century evoluiu para além da fabricação, investindo continuamente em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Neste sentido, desde 2014 conta com a TOTVS como sua parceira estratégica de tecnologia, adotando em sua operação o ERP TOTVS Backoffice - Linha Protheus, além de soluções complementares para a produção, gestão de pessoas e área de marketing. “As soluções da TOTVS são fundamentais para o bom funcionamento das nossas operações administrativas, fiscais, contábeis e de gestão de pessoas. Com o TOTVS Backoffice - Linha Protheus, por exemplo, temos uma estrutura robusta e integrada, que garante controle, automação e agilidade desde o setor de compras até o financeiro”, destaca Raphael Pat, coordenador de TI da Century. Segundo o executivo, a automação proporcionada pelo sistema gera impactos mensuráveis: “conseguimos reduzir em pelo menos 30% o tempo gasto em rotinas administrativas, além de aumentar significativamente a confiabilidade dos dados e minimizar erros operacionais.” Century fortalece parceria estratégica com a TOTVS e reduz em pelo menos 30% o tempo gasto em rotinas administrativas - Crédito: Divulgação Neste momento, a Century está em período de implantação do Configurador de Tributos, funcionalidade do módulo fiscal do TOTVS Backoffice - Linha Protheus, que simplifica a configuração tributária e vai deixar a empresa preparado para realizar simulações e calcular alíquotas em qualquer cenário, inclusive para qualquer mudança gerada pela Reforma Tributária. “O Configurador de Tributos também será um grande avanço, pois automatizará a geração de TES (tipos de entrada e saída de produtos), eliminando falhas recorrentes nas rotinas fiscais”, completa Raphael. A implantação da ferramenta deve acontecer até final de 2025. E como a Century não para de evoluir seu portfólio e segue acompanhando as transformações do setor para atender tanto ao público tradicional da TV aberta via satélite quanto ao novo perfil de consumo mais digital e mais conectado, investiu também em tecnologia para digitalizar e otimizar a produção em si. Atualmente, a empresa conta com o sistema especializado TOTVS Manufatura - Linha Protheus. Entre os módulos implantados recentemente, destaque para o Desenvolvedor de Produtos, que passou a ser utilizado pela Century para resolver um problema recorrente no processo de importação de produtos da China. “Antes da adoção do módulo, era comum haver alterações nos pedidos de invoice até o momento do embarque — especialmente na composição dos componentes. Por exemplo, um item que deveria conter 10 unidades de um único fabricante acabava sendo entregue com componentes de dois fabricantes (5 unidades de cada). Muitas vezes, essas alterações só eram percebidas na etapa do planejamento e controle de produção (PCP), quando o produto já estava em produção”, comenta Raphael. Com este módulo, todas as alterações na lista técnica de materiais passaram a ser gerenciadas de forma centralizada, com rastreabilidade completa, já que o sistema registra quem fez a alteração, quando e o que foi alterado. “E para aumentar ainda mais a segurança, adotamos um processo de dupla checagem: o colaborador responsável pela edição não pode aprovar a alteração, sendo necessária a validação por outro usuário autorizado. Somente após essa aprovação a BOM é liberada para o PCP e, então, para a produção.” Para a gestão de seus colaboradores, a Century conta com soluções de RH da TOTVS, com destaque para o portal e app Meu RH, que trouxe ainda mais autonomia e praticidade à equipe de Recursos Humanos, que hoje gerencia digitalmente processos como ponto eletrônico e holerites, com acesso facilitado pelos colaboradores. Century fortalece parceria estratégica com a TOTVS e reduz em pelo menos 30% o tempo gasto em rotinas administrativas - Crédito: Divulgação Já na frente comercial e de marketing digital, o RD Station Marketing fortalece a atuação online da Century, com foco em geração de leads, relacionamento e performance. “A integração com outras plataformas e a possibilidade de customizações fazem toda a diferença no nosso cenário. Conseguimos adaptar o sistema à medida que a empresa cresce, mantendo a eficiência e a estabilidade operacional”, complementa Raphael. A parceria com a TOTVS acompanha um novo momento da Century, que hoje amplia sua atuação para além do mercado tradicional e entra com força no segmento de provedores regionais de internet (ISPs). O público da Century é amplo e abrange desde consumidores finais em todo o Brasil — especialmente em regiões onde o sinal terrestre de TV é limitado — até parceiros, revendedores e integradores de soluções em telecomunicações. Essa capilaridade é sustentada por uma trajetória pautada pela confiança, inovação e compromisso com a qualidade. "A TOTVS tem orgulho de ser parceira da Century há mais de uma década, apoiando sua jornada de transformação digital e crescimento com soluções robustas e adaptáveis. Ver uma empresa com tanta história e impacto no Brasil seguir se reinventando com o apoio da nossa tecnologia é o que nos move. Seguiremos lado a lado, contribuindo para que a Century avance cada vez mais, com inovação, eficiência e resultados concretos", afirma Wilson de Godoy, diretor-executivo da TOTVS Sudeste Meridional. Para saber mais sobre as soluções da TOTVS, acesse: https://www.totvs.com/ Sobre a TOTVS Maior empresa de tecnologia do Brasil, a TOTVS cria soluções para potencializar a evolução das pessoas e das empresas. Com mais de 70 mil clientes no Brasil e em diversos países da América Latina, possui um ecossistema completo de tecnologia baseado em 3 unidades de negócio: TOTVS Gestão, com ERPs, soluções cross e sistemas especializados que garantem mais produtividade, eficiência e governança; RD Station, com ferramentas digitais de marketing, vendas e relacionamento para as empresas impulsionarem seus negócios e crescerem; e TOTVS Techfin, o ERP banking que oferece soluções de crédito B2B e pagamento para ampliar, simplificar e democratizar o acesso das empresas a serviços financeiros. Nos últimos 5 anos, a TOTVS investiu R$3 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, com destaque para Inteligência Artificial, buscando inovar cada vez mais para ser o trusted advisor de seus clientes. As empresas que movem o país confiam na TOTVS. O Brasil que faz faz com TOTVS. Para mais informações, acesse o site. Informações para a imprensa: IDEAL Axicom – totvs@ideal-axicom.com

Crianças e adolescentes assistem mais a vídeos de influenciadores digitais do que a séries e filmes, diz pesquisa

Publicado em: 22/10/2025 10:01

Técnica do ‘cérebro podre’: alunos usam app que transforma textos longos em vídeos curtos Vídeos de influenciadores digitais são o formato mais visto por crianças e adolescentes brasileiros na internet. Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, divulgada nesta quarta-feira (22), 46% dos usuários de 9 a 17 anos assistem a esse tipo de conteúdo várias vezes ao dia. Em seguida, aparecem séries, filmes e programas (35%), tutoriais (29%) e vídeos de pessoas jogando videogame (23%). O estudo, realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), mostra também dados específicos da faixa etária de 11 a 17 anos. Estes são os tipos favoritos de vídeo deles: 66%: de pessoas abrindo embalagens; 65%: de tutoriais ; 61%: de produtos recebidos de marcas; 54%: de visitas a lojas ou eventos; 53%: de divulgação de jogos de apostas; 52%: de desafios com marcas; 39%: de sorteios ou concursos. 📱Metade pediu aos pais algum produto após ver propaganda Criança mexe em um smartphone enquanto ouve música com fones de ouvido Anne-Sophie Bost/AltoPress/PhotoAlto Uma das consequências da exposição excessiva a redes sociais é o contato constante com publicidade. Mais da metade dos usuários de 11 a 17 anos afirmou ter visto propaganda digital em diferentes plataformas: Redes sociais: 55% Sites de vídeo: 52% Televisão: 52% Jogos on-line: 26% Do total, 51% pediram algum produto após ver propaganda na internet. As preferências variam por gênero: Meninas: 33% pediram materiais escolares, e 20%, livros, revistas e gibis; Meninos: 27% pediram jogos ou videogames, e 15%, moedas virtuais para jogos. Além disso, 63% pesquisaram produtos na internet e 44% buscaram informações sobre marcas no último ano. 🖥️85% dos usuários têm perfil em ao menos uma plataforma digital O WhatsApp é a plataforma mais usada “várias vezes ao dia” por crianças e adolescentes, seguido por YouTube, Instagram e TikTok: WhatsApp: 53% (várias vezes ao dia) e 15% (todos os dias ou quase todos) YouTube: 48% (várias vezes ao dia) Instagram: 48% (várias vezes ao dia) e 11% (todos os dias ou quase todos) TikTok: 46% (várias vezes ao dia) e 11% (todos os dias ou quase todos) O estudo mostra ainda que 85% dos usuários de 9 a 17 anos possuem perfil em pelo menos uma plataforma digital. A proporção cresce com a idade: 64% entre 9 e 10 anos; 79% entre 11 e 12 anos; 91% entre 13 e 14 anos; 99% entre 15 e 17 anos. 🖱️Celular vence TV entre os dispositivos mais usados O levantamento aponta que 92% da população de 9 a 17 anos usa internet, o que equivale a 24,5 milhões de crianças e adolescentes — proporção estável em relação à edição anterior. O celular continua sendo o principal meio de acesso (96%), seguido por: Televisão: 74% Computador: 30% Videogame: 16% Dispositivos vestíveis ou assistentes pessoais: 7% cada Pela primeira vez, a pesquisa investigou a frequência de uso dos aparelhos: 74% usam o celular várias vezes ao dia 35% assistem à TV diariamente 8% usam computador de mesa ou portátil todos os dias 📶Atividades on-line: trabalhos escolares dominam uso As atividades mais comuns continuam ligadas à escola e à busca de informações: 81% pesquisaram para trabalhos escolares 70% buscaram informações sobre temas de interesse 48% leram ou assistiram notícias 31% procuraram informações sobre saúde A criação de conteúdo também é expressiva: 33% produziram vídeo, música ou imagem e postaram; 20% escreveram e publicaram ideias ou pensamentos. ⌨️65% dos usuários de 9 a 17 anos usaram IA generativa Pela primeira vez, a TIC Kids Online analisou o uso de inteligência artificial generativa (IA) por esse público: 59% usaram IA para pesquisas escolares ou estudos; 42% para buscar informações; 21% para criar conteúdo; 10% para conversar sobre emoções. No total, 65% dos usuários de 9 a 17 anos usaram IA generativa para alguma dessas finalidades. O uso é mais frequente entre adolescentes de 15 a 17 anos do que entre crianças de 9 a 10 anos — por exemplo, 68% contra 37% no caso das pesquisas escolares.

Palavras-chave: inteligência artificial

iPhone 18: rumores afirmam que chip Apple A20 pode ser muito mais caro

Publicado em: 22/10/2025 09:38 Fonte: Tudocelular

Apesar de ter lançado a linha iPhone 17 há pouco mais de um mês, como de costume a Apple já se prepara para o lançamento do ano que vem – e junto com isso, rumores começam a surgir. Agora, um novo boato afirma que o chip A20, que deverá equipar a nova linha iPhone 18, deverá ser consideravelmente mais caro.Assim como especulado anteriormente, o Apple A20 deverá ser o primeiro chip a contar com a tecnologia de fabricação de 2 nm, sendo também o alicerce para os futuros chips da série M6; que podem equipar computadores e tablets da marca no futuro. A expectativa é que a atualização para a nova litografia traga melhorias em desempenho e eficiência.O Apple iPhone 17 Pro Max está disponível na Mercadolivre por R$ 10.810. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Apple iPhone 17 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 9.999. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Apple iPhone Air está disponível na Mercadolivre por R$ 7.675. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. (atualizado em 22 de October de 2025, às 13:56)Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Caixa de som Bluetooth e RGB da Aiwa aparece com ótimo preço em oferta

Publicado em: 22/10/2025 09:00 Fonte: Tudocelular

A caixa de som Bluetooh Aiwa AWS-SP-01 é um speaker portátil que promete proporcionar autonomia agradável e som equilibrado para os usuários menos exigentes. Agora, o alto-falante aparece em oferta na Amazon Brasil por R$ 189 no pagamento à vista via PIX. Entretanto, há a opção de pagar via parcelamento, mas o valor sobe para R$ 199 que pode ser dividido em 6x de R$ 33,17. Aiwa AWS-SP-01 Amazon R$189 Ver Oferta Sobre a Aiwa AWS-SP-01A Aiwa SP-01 é uma caixa de som Bluetooth que aposta em som potente, luzes RGB dinâmicas e boa autonomia, características que a colocam em destaque entre as opções da categoria acessível. O modelo vem equipado com dois woofers de 10 W RMS e um radiador passivo para proporcionar um som estéreo equilibrado. O modelo conta com Bluetooth 5.3 e tecnologia TWS, permitindo pareamento com outra caixa de som da marca para formar um sistema de áudio mais imersivo. Segundo a fabricante, o alcance da conexão chega a 10 metros, mantendo estabilidade e baixa latência durante o uso.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Polícia investiga uso de IA para criar imagens pornográficas de alunas de escola particular no interior de SP

Publicado em: 22/10/2025 08:30

Delegacia de Defesa da Mulher de Indaiatuba (SP) Gustavo Biano/EPTV A Polícia Civil de Indaiatuba (SP) investiga o possível uso de inteligência artificial (IA) para criar imagens pornográficas usando o rosto de adolescentes que estudam em uma escola particular da cidade. Pelo menos 14 adolescentes foram à delegacia e denunciaram terem sido vítimas das montagens. As meninas têm entre 13 e 18 anos. O primeiro caso foi registrado em 11 de setembro deste ano, após a mãe de uma aluna procurar a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) porque uma amiga da filha descobriu as fotos em um site de conteúdo adulto. Segundo o boletim de ocorrência, as imagens tinham milhares de curtidas e mostravam as meninas usando o uniforme escolar. Os rostos usados nas montagens eram de diversas estudantes do colégio, distribuídas entre várias turmas. G1 Explica: Deepfake Identificação dos responsáveis À Polícia Civil, a mãe da adolescente também relatou que as responsáveis pelas vítimas disseram em um grupo da escola que iriam à delegacia registrar a ocorrência e, instantes depois, as fotos foram removidas do site. Três meninos de 14 anos foram apontados no boletim de ocorrência como “possíveis responsáveis pela disponibilização das fotos e montagens”. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi registrado como vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro e simular participação de criança ou adolescente em cena de sexo. “A autoridade policial realizou oitivas com as vítimas e realiza diligências para esclarecer todos os fatos. Detalhes serão preservados por envolver menor de idade e por se tratar de crime sexual”, destacou. O que diz a escola O g1 pediu um posicionamento sobre o caso ao colégio, localizado no Jardim Dom Bosco, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem. *Estagiária sob supervisão. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

Palavras-chave: inteligência artificial

Feira do Vale da Eletrônica destaca tendências e novas tecnologias em MG; veja a programação

Publicado em: 22/10/2025 08:02

Feira do Vale da Eletrônica destaca inteligência artificial e 'internet das coisas' Divulgação/FIVEL Santa Rita do Sapucaí (MG) recebe entre quarta (22) e sexta-feira (24) a 17ª edição da Feira Industrial do Vale da Eletrônica (Fivel). O evento será realizado no campus da Escola Técnica de Eletrônica (ETE) e deve reunir empresas, pesquisadores e investidores ligados à área de tecnologia e inovação. A entrada é gratuita. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Considerada uma vitrine da indústria tecnológica brasileira, a feira deve receber cerca de 7 mil visitantes durante os três dias de atividades. A programação conta com palestras, rodadas de negócios, fóruns temáticos e oficinas, além de cerca de 100 estandes voltados à apresentação de novas soluções e tendências da Indústria 4.0. De acordo com a organização, nesta edição a Fivel vai apresentar inovações voltadas a automação rural, agronegócio, cidades inteligentes, saúde digital, inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT), broadcast, automação comercial e bancária, produtos pet-tech, equipamentos biomédicos, medidores inteligentes de energia e mais. FIVEL 2025 apresenta novidades em tecnologia e negócios em Santa Rita do Sapucaí Divulgação/FIVEL O evento é promovido pelo Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (SINDVEL) e pela Associação Industrial de Santa Rita do Sapucaí, com apoio do Sebrae Minas e da Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais). Programação Quarta-feira (22/10) - 13h30: Abertura oficial (Geral) - 14h30 às 18h: Rodada de Negócios Sebrae | 📍 Auditório | Empresas do Parque Tecnológico encontram distribuidores de todo o Brasil - 16h às 22h: Praça de Alimentação Prepara Gastronomia Sebrae Quinta-feira (23/10) - 07h30: Credenciamento e café de boas-vindas | 📍 Casa de Sinhá - 08h às 17h30: I Fórum de RH do Vale da Eletrônica | 📍 Casa de Sinhá - 08h: NR 01 e Fatores de Risco Psicossociais no Trabalho | 📍 Casa de Sinhá | Palestra com Tatiane de Melo Campos, Robiana Maria dos Santos, Salvador Lopes Junior, Marcelo Viana Portela – SESI Vida FIEMG - 09h às 12h: Letramento: Diversidade, Equidade e Inclusão | 📍 Casa de Sinhá | Oficina com Lídia Silva do Carmo – SEBRAE - 13h30 às 15h30: Inteligência Emocional: Autoconhecimento | 📍 Casa de Sinhá | Oficina com Janaína Alves dos Reis e Carlos Antônio Silva – SEBRAE - 15h50 às 17h30: Coragem, Escuta e Presença | 📍 Casa de Sinhá | Oficina de lições suaves para quem trabalha com gente com Carlos Antônio Silva e Janaína Alves dos Reis – SEBRAE - 14h30 às 17h: Fórum Oportunidades de Fomento Embrapii FITEC | 📍 Auditório | FITEC, INATEL, SENAI ISI, ZETTA UFLA - 17h30 às 18h30: Canal de Denúncias e Responsabilidade Empresarial por Discriminação | 📍 Auditório | Palestra com Prof. Claudinei Chavasco (IDET) - 18h30 às 19h30: Além do Hype: Tendências Reais de Marketing para 2026 | 📍 Auditório | Palestra com Ana Flávia Andrade (Agência INTRO Digital) - 14h às 22h: Praça de Alimentação (Prepara Gastronomia Sebrae) Sexta-feira (24/10) - 15h às 16h: Talentos Seguem Líderes, Não Vagas | 📍 Auditório | Palestra com Ana Flávia Andrade (Agência INTRO Digital) - 16h30 às 17h30: Gestão de Custos e Precificação | 📍 Auditório | Palestra com Edson Clementino da Silva (AG Technologies) - 14h às 22h: Praça de Alimentação Prepara Gastronomia Sebrae - 22h30: Encerramento da Feira Serviço 17ª Feira Industrial do Vale da Eletrônica – Fivel A Fivel, realizada a cada dois anos, foi lançada em 1985 com o objetivo de promover os produtos desenvolvidos pelo Vale da Eletrônica, atual Parque Tecnológico Aberto de Santa Rita do Sapucaí. É uma feira que reúne empresas do setor eletroeletrônico para exposição e lançamento de diversos produtos e inovações tecnológicas. 📅 22 a 24 de outubro de 2025 🕐 14h às 21h 📍 Campus da ETE – Escola Técnica de Eletrônica, Santa Rita do Sapucaí (MG) 🎟️ Entrada gratuita com credenciamento pelo site VEJA TAMBÉM: Setor de indústria eletroeletrônica cresce 12% em Santa Rita do Sapucaí Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

É #FAKE vídeo que mostra prédio envidraçado desabando sobre pessoas e veículos; cenas foram criadas com IA

Publicado em: 22/10/2025 08:01

É #FAKE vídeo que mostra prédio envidraçado desabando sobre pessoas e veículos; cenas foram criadas com IA Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo que mostra um prédio envidraçado desabando sobre veículos e pessoas à margem da água, após o colapso de estruturas de concreto que davam sustentação para a rua e para o edifício. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é a publicação falsa? O vídeo foi publicado no TikTok em 18 de outubro e alcançou mais de 4,6 milhões de visualizações em quatro dias. Uma legenda afirma: "Tenha cuidados com construções nas margens dos rios". O canal que hospeda o vídeo original se identifica com o slogan "mundo estranho" e tem dezenas de vídeos de situações inusitadas, entre elas, uma mulher caindo na jaula de um tigre e um viaduto repleto de pessoas desabando sobre uma feira. ⚠️ Por que isso é mentira? O Fato ou Fake submeteu o vídeo ao SynthID Detector, plataforma do Google que verifica conteúdos gerados com a ferramenta de IA da própria empresa. Resultado da análise: "Feito com IA do Google (vídeo) – Synth ID identificado em todo ou parte do conteúdo carregado". (Veja ilustração abaixo) Essa tecnologia insere uma marca d'água para identificação de conteúdo gerado com modelos de IA do Google. Essa espécie de selo é incorporada em vídeos, imagens, áudio ou texto fabricados sinteticamente. Embora imperceptível para humanos (que não conseguem verificar o indicador apenas assistindo às cenas ou escutando os áudios), a técnica é detectável pelo sistema. Diferentemente de outros modelos de inteligência artificial que geram deepfakes a partir de vídeos reais, a IA do Google tem a capacidade de produzir cenas hiper-realistas do zero, ou seja, sem a referência de um conteúdo real já publicado. O Fato ou Fake também submeteu o vídeo à plataforma InVid para dividir o clipe várias fotografias. Em seguida, pesquisou as imagens em motores de busca, como o Google Lens, TinEye e Yandex. ➡️Essa pesquisa serve para mostrar se as mesmas imagens foram publicadas antes e em que contexto. Os resultados apontaram apenas publicações em redes sociais. Não foram encontrados registros em fontes confiáveis, como jornais, revistas e veículos de imprensa profissional, que pudessem confirmar um acontecimento verdadeiro, com dados factuais sobre quando e onde as imagens foram registrada SynthID Detector, plataforma do Google que verifica conteúdos gerados com a ferramenta de IA da própria empresa aponta: "Feito com IA do Google (vídeo) – Reprodução É #FAKE vídeo que mostra prédio envidraçado desabando sobre pessoas e veículos; cenas foram criadas com IA Reprodução Veja também Conflito Israel x Irã: as imagens que são #fato e as que são #fake Conflito Israel x Irã: as imagens que são #fato e as que são #fake VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Pesquisa da Unifap mostra que dengue afeta mais negros e periféricos no Amapá

Publicado em: 22/10/2025 07:34

Pesquisa da Unifap mostra que dengue afeta mais negros e periféricos no Amapá Um projeto realizado por estudantes do curso de farmácia da Universidade Federal do Amapá (Unifap) revela que pessoas negras e moradores de áreas periféricas são os mais afetados pelas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya. O projeto “Vigiaedes”, apresentado na Semana Nacional da Ciência e Tecnologia no Amapá, que acontece no Sebrae em Macapá até esta quarta-feira (22), analisou dados entre 2021 e 2022 e identificou desigualdades raciais nos casos de internações e mortes causadas pela doença. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Projeto é apresentado na Semana Nacional da Ciência e Tecnologia no Amapá Crystofher Andrade/g1 Liana Barroso, de 20 anos, é pesquisadora do projeto. Ela explicou que a situação está diretamente ligada às comunidades historicamente marginalizadas. “A dengue não atinge a todos da mesma forma. Os dados mostram que a população negra é a mais afetada, e isso está diretamente ligado às condições sociais em que vivem. Nosso objetivo é levar educação e saúde para escolas e comunidades, explicando como o mosquito se desenvolve e como podemos evitar sua proliferação”, disse. LEIA MAIS: Estudo aponta avanço da salinização no Rio Amazonas e risco à água potável em arquipélago do Amapá Semana da Ciência e Tecnologia no Amapá tem foco em oceanos e clima Estudante comemora aplicação do Enem no Bailique (AP): ‘Facilita a vida de quem mora na região’ A pesquisadora também destaca que muitas pessoas negras, pardas, moradoras de periferia, enfrentam dificuldades para buscar atendimento médico. “Não é que elas não se preocupem com a saúde, mas vivem em condições que dificultam esse acesso. Muitas vezes trabalham na informalidade, moram longe dos postos e, quando conseguem atendimento, não recebem o cuidado que deveriam”, conta. Liana Barroso, pesquisadora do projeto 'Vigiaedes' da Unifap Crystofher Andrade/g1 Dados revelam desigualdade racial A análise foi feita com base em dados oficiais do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde. Entre os 13.113 casos de dengue registrados no Amapá entre 2021 e 2022, 11.944 tinham informação sobre raça ou cor. Desse total, 81,4% atingiram pessoas autodeclaradas pardas. Além disso, 88,8% das hospitalizações ocorreram entre pessoas negras (pretas e pardas). Entre a população branca, não houve evolução para óbito, seja por agravamento da doença ou por outras causas. “Essas pessoas vivem em áreas de ressaca, com água parada e pouca infraestrutura. São locais onde o mosquito se desenvolve com facilidade. Não é uma questão genética. O que causa esse impacto é o ambiente, o acesso à saúde e o racismo estrutural que ainda existe, além da falta de políticas públicas", afirmou Liana. O estudo também identificou a presença dos quatro sorotipos do vírus da dengue no estado: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A circulação simultânea desses sorotipos aumenta o risco de casos graves e reforça a necessidade de ações preventivas. O projeto atua em escolas e comunidades com campanhas educativas. “Quando ensinamos sobre o ciclo do mosquito, as crianças levam esse conhecimento para casa. Queremos que a população seja protagonista na luta contra essas doenças”, diz Liana. Projeto 'Vigiaedes' da Unifap, mostra que comunidades marginalizadas sofrem maior incidência de doenças causadas pelo Aedes Aegypti Crystofher Andrade/g1 Projeto 'Vigiaedes' da Unifap, mostra que comunidades marginalizadas sofrem maior incidência de doenças causadas pelo Aedes Aegypti Crystofher Andrade/g1 Projeto 'Vigiaedes' da Unifap, mostra que comunidades marginalizadas sofrem maior incidência de doenças causadas pelo Aedes Aegypti Crystofher Andrade/g1 Projeto 'Vigiaedes' da Unifap, mostra que comunidades marginalizadas sofrem maior incidência de doenças causadas pelo Aedes Aegypti Crystofher Andrade/g1 Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

Palavras-chave: tecnologia

Como Brasil se tornou 5º maior mercado de bets no mundo

Publicado em: 22/10/2025 07:20

Haddad diz que o Congresso precisa dar a palavra definitiva sobre a taxação das bets Empresas de apostas online devem faturar US$ 4,139 bilhões (cerca de R$ 22 bilhões) no Brasil em 2025, posicionando o país como quinto maior mercado do mundo para o setor, conforme os dados obtidos com exclusividade pela BBC News Brasil com a consultoria internacional Regulus Partners, focada no setor de esportes e lazer. As projeções, feitas com base nos relatórios financeiros de companhias abertas e em informações disponíveis sobre os valores movimentados no setor, colocam os Estados Unidos em um distante primeiro lugar, com receita líquida (descontados impostos) estimada de US$ 17,312 bilhões, seguidos por Reino Unido (US$ 9,901 bilhões), Itália (US$ 4,617 bilhões) e Rússia (US$ 4,515 bilhões). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Os números dialogam com as estatísticas da Secretaria de Prêmios e Apostas, que recentemente divulgou que as 78 empresas hoje autorizadas a operar no país faturaram R$ 17,4 bilhões no primeiro semestre de 2025. Essa é a primeira vez que o Brasil é considerado na lista de maiores mercados da Regulus Partners, já que até 2024 não havia regulamentação para a operação das bets no país. Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 Mesmo sem dados precisos de anos anteriores, Paul Leyland, especialista da área de modelos econômicos, financeiros e de negócios em jogos de azar da consultoria, destaca o crescimento agressivo do mercado brasileiro na última década, que era estimado em apenas US$ 300 milhões em 2014. "O impulso maior veio especialmente com os lockdowns na pandemia de covid-19", ele comenta. Mas não foram só as medidas de isolamento social. Uma série de fatores se combinaram para colocar o Brasil entre os cinco maiores mercados para bets no mundo. A proibição histórica dos jogos de azar, a abertura do brasileiro a novas tecnologias e ao consumo digital, a longa janela entre a legalização e a regulamentação das apostas online, a ofensiva de marketing das empresas e até o sucesso do pix estão entre os fatores elencados pelos especialistas e fontes do setor ouvidas pela reportagem. Da lotérica à tela do celular As apostas online foram legalizadas no Brasil em 2018, mas a regulamentação só veio em 2024. Por sete anos as empresas do setor operaram praticamente sem regras, ressalta o economista Victo Silva, pesquisador no Centro de Desenvolvimento Internacional da Harvard Kennedy School. Nesse intervalo, na avaliação de Silva, as bets colocaram em prática um arsenal de estratégias para atrair apostadores sem nenhum tipo de controle. Com isso, transformaram o Brasil em uma espécie de "laboratório da economia comportamental", em uma referência à área que estuda a influência de fatores cognitivos, emocionais e sociais nas nossas decisões financeiras. Ele cita como exemplo a própria experiência de consumo nos sites de apostas, uma jornada muito mais recreativa do que a de quem vai à lotérica. Na tela do celular, um cardápio extenso de apostas em eventos reais e fictícios se apresenta em meio a diversos mecanismos de incentivo, alertas de bônus, convites para "missões", recompensas e joguinhos de cassino. O ambiente não é só convidativo, ele também é intuitivo, para tornar o caminho do usuário até a aposta o mais fácil possível. "[As empresas de apostas online] criaram plataformas onde apostar é simples. No jargão econômico, os custos de transação foram removidos. Você não precisa ir até a lotérica, você faz do sofá de casa, tirando o celular do bolso", diz Silva à reportagem. O pix também entra nessa lógica. O sistema de pagamentos instantâneo e sem custo lançado em 2021 pelo Banco Central contribuiu para tornar a atividade de apostar muito mais direta. Em países como a Colômbia e o México, por exemplo, muitos apostadores fazem o depósito e retiram o prêmio em dinheiro vivo, em um estabelecimento físico, conta Antonio Forjaz, diretor-geral na América Latina da Entain, dona da Sportingbet. Nesses casos, a aposta online tem uma etapa offline, o que na prática vira um obstáculo na jornada do apostador. "Na Colômbia, por exemplo, existem depósitos que são feitos meio que em banca de jornal, em lojinhas, sabe? Aqui é diferente, tudo é pix, é tudo instantâneo", pontua o executivo, comentando que o alto nível de bancarização da população e o ecossistema de pagamentos digitais consolidado fazem do Brasil um local mais seguro para operar. Segundo ele, o país é hoje um dos mercados mais importantes para a Entain, multinacional britânica. "É tipo os EUA, um país de alto crescimento e muito foco [por parte da empresa], por já ter uma receita considerável e porque acredita-se muito no potencial", afirma. André Gelfi, diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) e sócio-diretor da Betsson, acrescenta que, além do nível elevado de bancarização, o brasileiro é muito mais aberto a novas tecnologias, a "consumir a partir do digital". "E essa é uma indústria que está toda digitalizada", comenta. Outro fator que, na visão do executivo, também explica o crescimento das apostas online no Brasil é o longo histórico de proibição de jogos de azar no país, que criou uma espécie de demanda reprimida nesse segmento. "O Brasil tem um regime de proibição quase total de jogos de azar há mais de 80 anos. Na hora em que aparece uma alternativa de jogo, de entretenimento com essas características que está no seu telefone, no seu bolso, a pessoa fala: 'Nossa, que legal! Nunca tinha visto isso'", pontua Gelfi. Brasil, o país das bets (e do futebol) A publicidade ostensiva e disseminada também é um componente importante, conforme as fontes ouvidas pela BBC News Brasil. Antes desconhecidas, as marcas das empresas de apostas hoje aparecem para os brasileiros com grande frequência. Elas estão nas camisas de jogadores de futebol, em camarotes de Carnaval, nas redes sociais, nas páginas de influenciadores e até em ônibus municipais no Rio de Janeiro e em São Paulo. Esse movimento, na avaliação do economista Victo Silva, ajudou a "normalizar" a atividade de apostar e as próprias bets. Na perspectiva das empresas, Forjaz pontua que, em um mercado em que os produtos têm pouca diferenciação, como é o caso do de apostas, a publicidade é uma estratégia para se fixar na memória dos consumidores em potencial. E, nesse sentido, o futebol tem atuado como um dos maiores impulsionadores das bets com um papel duplo, como veículo de publicidade e objeto das apostas. Nos últimos anos, as empresas de apostas despejaram centenas de milhões de reais no campeonato brasileiro de futebol. Entre os 20 times que hoje estão na série A do Brasileirão, 18 exibem marcas de bets na camisa. Os cinco maiores contratos de patrocínio somam mais de meio bilhão de reais, conforme os valores noticiados recentemente pela imprensa esportiva. No topo da lista está a Betano, com patrocínio de R$ 220 milhões ao Flamengo. A marca pertence à multinacional Kaizen Gaming International, com sede na Grécia, que declinou o pedido de entrevista feito pela reportagem. Depois vêm a romena Superbet (R$ 113 milhões ao São Paulo), a brasileira Esportes da Sorte (R$ 103 milhões ao Corinthians), a Sportingbet (R$ 100 milhões ao Palmeiras) e a brasileira H2Bet (R$ 60 milhões ao Atlético Mineiro). O investimento traduz uma afinidade que, para as empresas do setor, foi sempre muito clara: o brasileiro adora futebol e o esporte é o universo que concentra maior volume de apostas — logo, fazia sentido mergulhar nesse mundo. Deu certo. Agora, além de torcer, de cornetar a arbitragem e comentar a rodada na segunda-feira, o brasileiro palpita na bet sobre resultado de jogo, saldo de gols e aplicação de cartões. Proibir, liberar e o meio-termo Vozes como a do economista Victo Silva, entretanto, são críticas a esse casamento. Com base nos próprios princípios da economia comportamental, ele argumenta que, como o futebol é algo enraizado na sociedade brasileira, a conexão com o esporte tende a "legimitar" a atividade de apostar. Em sua visão, isso é o oposto do que o país deveria estar buscando neste momento, diante do problema crescente do vício em apostas e do comprometimento da renda de muitas famílias com a atividade, o que o economista chamou de "betização da renda das famílias" em um texto publicado durante a discussão sobre a regulamentação no ano passado. Uma análise técnica divulgada pelo Banco Central nessa época apontou que cinco milhões de pessoas pertencentes a famílias beneficiárias do Bolsa Família haviam enviado dinheiro a empresas de apostas usando o pix. Os dados levaram o Supremo Tribunal Federal (STF) a determinar a restrição ao uso de recursos de programas assistenciais para apostas online, medida implementada neste mês de outubro pela Secretaria de Prêmios e Apostas. "Quando você quer que a população pare de fumar, por exemplo, você não facilita um mecanismo que bota um maço de cigarro no bolso das pessoas, sem esforços. Você coloca travas, regula", ressalta Silva. A comparação com o ato de fumar não é gratuita: a publicidade de marcas de cigarro em eventos esportivos foi proibida no Brasil em meados dos anos 1990. Para o economista, as apostas são, assim como o cigarro, produtos conhecidos no jargão econômico como "bens tentadores", cujo consumo deveria ser desincentivado. O que não significa proibir, ele diz, já que a proibição acaba sendo contornada e abre espaço para um mercado ilegal com efeitos também bastante negativos para a sociedade. A solução, ele completa, seria encontrar o meio-termo, com políticas públicas que desincentivem as apostas — o que, na visão dele, por ora tem ficado fora do radar do governo. "As bets fizeram o dever de casa em termos de compreender a economia comportamental. Entendem muito como explorar as nossas tendências, vieses, fraquezas, comportamento de manada, legitimação social", comenta Silva. "Isso passou bastante longe, por enquanto, de uma tentativa de regulação mais responsável [por parte do governo]", completa. A regulamentação hoje em vigor proíbe a publicidade que tenha como alvo crianças e adolescentes. Desde 2023 tramita no Congresso um projeto de lei que propõe uma lista de restrições mais duras, incluindo a proibição de anúncios com atletas, artistas, influenciadores e outras figuras públicas. O PL foi aprovado no Senado em maio de 2025 e atualmente encontra-se parado na Câmara. Para André Gelfi, do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), entidade que reúne empresas por trás de 24 marcas de bets, essa discussão é "prematura". Seu argumento é de que ainda existe um grande mercado ilegal de apostas online e que a publicidade ajudaria a canalizar a demanda para as empresas que atuam legalmente e estão devidamente registradas. Forjaz, da Entain, expressa visão parecida, acrescentando que no mercado ilegal "não há verificação de identidade, proteção contra lavagem de dinheiro, verificação de utilização por menores, nenhum tipo de compromisso de comunicação nem pagamento de imposto". Sobre a relação com o futebol, o executivo afirma que os recursos injetados pelo setor no esporte têm ajudado o futebol brasileiro a se desenvolver. "Então, se tirarmos do futebol, vai ter a vantagem de não aparecer tanta marca para as pessoas? Talvez. Vai ter uma desvantagem muito clara, que os clubes não vão continuar a se desenvolver como têm se desenvolvido", completa Forjaz. Reuters via BBC

Palavras-chave: tecnologia