Arquivo de Notícias

Conheça a mulher que transforma autoestima em poder

Publicado em: 15/12/2025 15:28

O grupo Wiitch Plant nasceu da união de empreendedoras visionárias do litoral norte de São Paulo, que, por meio de eventos fechados, têm criado uma rede poderosa de apoio e inovação entre empresárias locais. Com foco em projetos ecológicos e beneficentes, essas mulheres estão transformando o conceito de empreendedorismo, unindo força e propósito para criar um impacto positivo na comunidade e no meio ambiente. A seguir, conheça a trajetória inspiradora da Dra. Aline Shimada, do grupo Wiitch Plant. Wiitch Plant Divulgação Aos 33 anos, Dra. Aline Shimada é mais do que uma empresária de sucesso. É biomédica, esposa, mãe do pequeno Levi, de apenas 3 meses, e empreendedora apaixonada por transformar vidas. À frente da Shimada Estética e Emagrecimento, clínica referência em emagrecimento, flacidez e harmonização de glúteos, ela carrega um propósito que vai muito além da estética: ajudar mulheres reais a se reencontrarem com sua melhor versão. O início de um sonho Desde muito nova, Dra. Aline já trazia o espírito empreendedor dentro de si. Filha de pais que sempre tiveram negócios próprios, aprendeu desde cedo que empreender é mais do que abrir uma empresa — é acreditar, cair, levantar e recomeçar com o coração cheio de fé. Sua entrada na estética aconteceu de forma inesperada, mas cheia de propósito. Incentivada pela mãe, Simone, ela fez um curso de designer de sobrancelhas, sem imaginar que aquele seria o ponto de virada em sua vida. Durante um atendimento, uma cliente olhou-se no espelho e, com lágrimas nos olhos, disse: Wiitch Plant Divulgação “Fazia tempo que eu não me via. Estava perdida... muito obrigada.” Aquela frase ficou gravada em sua alma. Ali, Dra. Aline compreendeu que seu verdadeiro propósito era transformar vidas através do toque, do cuidado e da autoestima. De finanças à biomedicina: o poder de recomeçar Formada inicialmente em Finanças, Dra. Aline seguiu por um tempo o caminho tradicional, até perceber que sua verdadeira realização estava em outro lugar. Corajosa, decidiu recomeçar — mudou de área, de rotina e de destino. Hoje, é biomédica esteta, pós-graduada em Medicina Integrativa, com diversas especializações e, atualmente, cursando Enfermagem. “Eu acredito que conhecimento é a base de tudo. Estudar é a forma que encontrei de cuidar ainda melhor de cada paciente que confia em mim.” Uma jornada construída em família A história da Shimada Estética e Emagrecimento começou com Simone, mãe da Dra. Aline, que abriu a clínica enquanto ainda trabalhava na área financeira. Inspirada por ela, Dra. Aline mergulhou na estética e, juntas, transformaram o espaço em um refúgio de amor, acolhimento e transformação feminina. Hoje, mãe e filha dividem não apenas um negócio, mas um propósito: ajudar mulheres a reencontrarem sua força, sua confiança e sua essência. Mais do que estética: um reencontro com a própria essência Na clínica, cada paciente é vista como única. Dra. Aline e sua equipe unem tecnologia, ciência e empatia para entregar resultados reais, mas também emocionais. “O tratamento é um conjunto. Nós fazemos a nossa parte, mas elas também precisam fazer a delas. A estética é um caminho de fora pra dentro — mas a verdadeira mudança acontece de dentro pra fora.” Mais do que protocolos, a Shimada Estética oferece recomeços. É o lugar onde mulheres que se perderam na correria da vida voltam a se olhar com amor. Wiitch Plant Divulgação A maternidade e o novo olhar sobre o autocuidado Casada e mãe do pequeno Levi, de 3 meses, Dra. Aline vive hoje uma das fases mais intensas e transformadoras de sua vida. “Ser mãe me fez entender, mais do que nunca, a importância da mulher se cuidar e se priorizar. Quando nos tornamos mães, tendemos a colocar todos à frente, mas percebi que o amor pelo meu filho cresce ainda mais quando também cuido de mim.” “Hoje sou mulher, mãe, esposa e empreendedora. E em todas essas versões, aprendi que o autocuidado não é vaidade — é sobrevivência emocional. É olhar pra dentro e lembrar: eu também mereço cuidado.” A maternidade trouxe ainda mais propósito ao seu trabalho. Cada atendimento é um lembrete de que cuidar do corpo é também cuidar da alma. O nascimento de uma marca Dessa essência nasceu a marca Poderosaa — mais do que um nome, um movimento de mulheres que se reconhecem em suas cicatrizes e se orgulham das suas transformações. “Ser Poderosaa não é sobre aparência. É sobre olhar no espelho e enxergar tudo o que você superou. É saber que, por mais que a vida mude, o poder de recomeçar sempre estará dentro de você.” Um legado de amor, coragem e transformação Com mais de oito anos de trajetória, a Shimada Estética e Emagrecimento se tornou sinônimo de resultado, empatia e verdade. Mas para Dra. Aline, o verdadeiro sucesso está nas histórias que saem de lá com mais confiança, brilho no olhar e amor-próprio. “Meu maior propósito é provar que, quando uma mulher se reencontra, ela não muda só o corpo — ela muda o mundo ao redor dela.” “A beleza começa quando a mulher decide se colocar de volta no centro da própria vida”. Saiba mais sobre o Wiitch Plant Siga-nos no Instagram.

Palavras-chave: tecnologia

DJ que virou movimento: Jamila Martins e a revolução cultural

Publicado em: 15/12/2025 15:27

O grupo Wiitch Plant nasceu da união de empreendedoras visionárias do litoral norte de São Paulo, que, por meio de eventos fechados, têm criado uma rede poderosa de apoio e inovação entre empresárias locais. Com foco em projetos ecológicos e beneficentes, essas mulheres estão transformando o conceito de empreendedorismo, unindo força e propósito para criar um impacto positivo na comunidade e no meio ambiente. A seguir, conheça a trajetória inspiradora de Jamila Martins, do grupo Wiitch Plant. Wiitch Plant Divulgação Durante muitos anos, a música eletrônica no interior de Minas Gerais foi tratada como algo periférico, invisível e distante das políticas públicas. Em meio a esse contexto, uma jovem DJ iniciou sua carreira sem apoio, sem estrutura e sem referências femininas na área. Essa DJ era Jamila Martins — que, décadas depois, se tornaria uma das lideranças culturais mais importantes do Sul de Minas, ajudando a recuperar a autoestima cultural de uma região que enfrentou a perda de eventos, a burocratização do acesso à cultura contemporânea e a ausência de políticas que reconhecessem a música eletrônica como manifestação legítima. Sua história é marcada por resistência, estudo, coragem e visão estratégica. Infância, desafios e o início de uma carreira que parecia improvável Nascida em um contexto onde mulheres raramente ocupavam espaços de destaque na cena eletrônica, Jamila cresceu enfrentando dupla resistência: por ser mulher e por ser do interior. Enquanto grandes movimentos culturais se consolidavam em capitais, ela iniciava seus primeiros sets em ambientes improvisados, muitas vezes masculinos e pouco receptivos. Trabalhou em eventos sem retorno financeiro, aprendeu sozinha, pesquisou tendências e criou oportunidades em ambientes que não ofereciam suporte. Wiitch Plant Divulgação A falta de incentivo público, a escassez de espaços para apresentações e o preconceito com o gênero musical foram obstáculos constantes — mas também motores que impulsionaram sua determinação. De DJ a líder cultural: a construção de uma mulher-hub Com o passar dos anos, Jamila deixou de ser apenas DJ: tornou-se articuladora, estrategista e empreendedora da cultura contemporânea. Ela compreendeu cedo que, para o interior ter voz, não bastava produzir eventos — era preciso criar estrutura, continuidade e rede. Em um cenário onde a música eletrônica era vista com desconfiança, Jamila assumiu o papel de ponte entre artistas, poder público, comunidade e educadores, atuando como a pessoa que não apenas executa, mas integra e conecta todos os pontos do ecossistema cultural. Foi nesse processo que surgiu sua atuação como mulher-hub — conceito que descreve quem cria caminhos em territórios onde antes havia apenas isolamento cultural. Jamila passou a ocupar múltiplas frentes: produtora executiva, diretora artística, professora, curadora, mediadora comunitária e representante da cena perante instituições públicas. Sua força está justamente na capacidade de transitar entre diferentes áreas, transformando demandas difusas em projetos estruturados e ações permanentes. Wiitch Plant Divulgação Além de criar oportunidades, ela desenvolveu metodologias próprias de formação, fomentou a profissionalização de novos talentos e apresentou ao poder público uma nova forma de pensar cultura contemporânea no interior. Com isso, deixou de atuar apenas como artista e assumiu a posição de liderança institucional, alguém que influencia políticas, orienta decisões e ajuda a moldar o futuro cultural da região. Sua trajetória demonstra que liderança feminina, quando aliada à técnica e à visão social, tem capacidade real de reposicionar cidades no mapa da cultura brasileira. Escola que não ensina só técnica — ensina futuro Fundada por Jamila, a Beatlife se tornou o primeiro espaço estruturado de formação de DJs no Sul de Minas. Ali, ela criou programas que não só ensinam técnica, mas também cidadania cultural, profissionalização e pertencimento. A escola já formou centenas de artistas — com isso, a Beatlife se tornou um capítulo fundamental da história da música eletrônica do interior de MG e uma referência na formação artística descentralizada no Brasil. Ao assumir a direção artística da Beatplay BR, Jamila passou a liderar uma estrutura que vai além da lógica tradicional de agências. A Beatplay não se organiza como uma empresa de venda de shows, mas como um movimento cultural, voltado à formação, fortalecimento e gestão administrativa de artistas da música eletrônica. O trabalho envolve planejamento estratégico, construção de identidade, orientação de carreira, suporte operacional e desenvolvimento de projetos que ampliam a atuação dos DJs no mercado. Em um setor historicamente marcado pela predominância masculina, Jamila ocupa uma posição rara, conduzindo um núcleo que funciona como hub de apoio, e não apenas como intermediário comercial. Com olhar técnico, sensibilidade estética e compromisso com diversidade, ela estrutura carreiras, projeta novos talentos e consolida um modelo de gestão que coloca a cultura — e não apenas o mercado — no centro das decisões. A partir dessa abordagem, a Beatplay BR se tornou uma plataforma que fortalece artistas, organiza suas demandas e amplia a presença da música eletrônica mineira no cenário nacional, sem depender exclusivamente da lógica de contratantes ou do circuito comercial tradicional. A superação que levou de volta a cultura eletrônica Depois de anos sem receber eventos de grande relevância socio-cultural por causa da burocracia e da falta de apoio institucional, Pouso Alegre voltou ao circuito cultural graças à articulação de Jamila. O principal marco foi o Showcase Beatplay, realizado em 29 de novembro de 2025, que reuniu artistas, intervenções urbanas e público diverso. O evento simbolizou a retomada da cultura contemporânea na cidade, abrindo espaço para novas iniciativas e apontando caminhos para maior diálogo entre produtores e gestão pública. “Raízes Futuras”: música eletrônica, literatura mineira e vozes periféricas Em sua frente autoral, Jamila prepara o álbum “Raízes Futuras”, projeto que mistura música eletrônica, literatura mineira e participação de percussionistas, mulheres artistas e crianças periféricas. A obra conecta tradição e tecnologia e busca traduzir, em som, as camadas culturais do estado. “Sons da Cena”: websérie documental sobre a história da música eletrônica Jamila também é idealizadora e produtora da websérie “Sons da Cena – A história da música eletrônica em Minas Gerais”, que registra a formação e evolução do gênero no estado. A série reúne depoimentos de pioneiros, produtores culturais, artistas LGBTQIAPN+, mulheres e agentes que mantiveram viva a cultura eletrônica ao longo de décadas. O projeto se firma como registro histórico e ação educativa, contribuindo para a preservação da memória cultural mineira. De Pouso Alegre para o Brasil — e para o mundo Hoje, Jamila Martins é referência na cultura contemporânea do interior do país. Com múltiplas frentes — educação, direção artística, audiovisual, festivais e produção autoral —, ela demonstra que liderança feminina pode reconstruir territórios culturais inteiros. Sua trajetória inspira outras mulheres, fortalece artistas e mostra que inovação e música eletrônica podem nascer longe dos grandes centros. Com novos projetos e circulação em expansão, Jamila prepara a fase internacional de sua carreira, levando consigo a força cultural do Sul de Minas e abrindo portas para as próximas gerações. A história de Jamila Martins é sobre superação, território e futuro. Uma mulher que mudou a cultura eletrônica do interior — e que agora ajuda a moldar a cultura brasileira. Saiba mais sobre o Wiitch Plant Siga-nos no Instagram.

Palavras-chave: tecnologia

China já possui robô humanoide que custa o preço de um iPhone

Publicado em: 15/12/2025 13:56 Fonte: Tudocelular

O novo robô humanoide Bumi mostra que a tecnologia chinesa está anos à frente do seu principal rival: os Estados Unidos. Enquanto a Tesla planeja vender robôs a partir de US$ 20 mil, a solução da Neotix Robotics chega à China pelo preço de um iPhone! Pequeno e leve, o robô pode andar, correr, dançar, responder a comandos de voz e ser programado por meio de ferramentas de arrastar e soltar, tornando-o ideal para interações com crianças e aprendizado de robótica básica. Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Iphan lança normas para orientar preservação e intervenções no Centro Histórico de Salvador e na Cidade Baixa

Publicado em: 15/12/2025 12:44

Iphan lançou normas para orientar preservação e intervenções no Centro Histórico de Salvador e na Cidade Baixa João Souza / g1 BA O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) publicou nesta segunda-feira (15), no Diário Oficial da União (DOU), a primeira portaria com diretrizes de preservação e critérios de intervenção para o Centro Histórico e a Cidade Baixa de Salvador. Segundo o Iphan, a Portaria 297/2025, elaborada ao longo dos últimos anos com intensa participação social, busca dar transparência e previsibilidade quanto ao que pode ou não ser alterado nessas áreas, para moradores, empreendedores, órgãos públicos e toda a sociedade que vive e atua nesses territórios. As normas foram lançadas em um evento realizado no Receptivo Conceição da Praia, na capital baiana, que contou as presenças da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do presidente da autarquia, Leandro Grass. Com seis capítulos e 59 anexos, essa portaria é considerada a mais detalhada já elaborada pelo Iphan dentre todas as normas de preservação de bens tombados. Com mais de 3 mil imóveis mapeados, as áreas abrangidas pela portaria concentram milhares de residências e negócios locais, abrigando parte essencial da vida cotidiana da capital baiana. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Veja os vídeos que estão em alta no g1 Durante o evento, também foi lançado o manual de orientações para normas de preservação de bens tombados em contextos urbanos, aplicado em todo o país. O material, que entra em vigor em 22 de dezembro, é voltado a profissionais e gestores envolvidos na elaboração ou revisão de normas de preservação. Houve ainda o anúncio de um Termo de Execução Descentralizada (TED), no valor de cerca R$ 6,7 milhões, firmado entre o Iphan e o Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), para viabilizar a finalização das obras de restauração da Igreja e do Hospício da Boa Viagem, em Salvador. A intervenção inclui a recuperação do conjunto arquitetônico e a adequação do local para uso hoteleiro de caráter religioso. Normas para preservação e intervenções em Salvador De acordo com o Iphan, os pesquisadores e técnicos da instituição analisaram cada via, praça, lote, edificação, largo, escadarias, encostas e roças conventuais do Conjunto Arquitetônico, Paisagístico e Urbanístico do Centro Histórico e do Conjunto Urbano e Arquitetônico da Cidade Baixa. Com isso, os locais foram classificados de acordo com o nível de preservação atual e diretrizes e critérios de intervenção foram indicados. Um dos objetivos da portaria é reconhecer as necessidades de transformação dos bens tombados, conciliando a preservação de atributos com as demandas atuais da cidade. Entre os pontos considerados estão: a melhoria das condições de mobilidade urbana e acessibilidade; a adaptação às mudanças climáticas e o uso de novas tecnologias e materiais; a diversificação funcional e o reuso, em especial para promover a ampliação da oferta habitacional, e a ampliação das áreas permeáveis e arborizadas, reconhecendo sua relevância para a contenção das encostas, redução de alagamentos, melhoria da qualidade de vida e das condições de conforto térmico. Com a nova norma, qualquer pessoa que deseje reformar, restaurar ou construir nessas áreas saberá as regras aplicáveis a cada espaço antes da intervenção. Além disso, conforme o Iphan, a clareza dos critérios permite planejar investimentos, prever intervenções e ampliar a oferta de moradia no centro da cidade. A portaria entra em vigor 45 dias após a publicação no Diário Oficial da União e não tem efeito retroativo. Ou seja, intervenções realizadas antes da publicação e que não contrariavam regras existentes à época não terão exigências adicionais cobradas. Participação social A nova portaria é fruto de um processo colaborativo, com destaque para a participação da comunidade local. O documento foi construído em parceria com uma equipe especializada do Centro de Estudos da Arquitetura na Bahia (CEAB), da Universidade Federal da Bahia (Ufba) — composta por alguns dos maiores especialistas em patrimônio do país —, que forneceu base técnica e metodológica ao conteúdo e contratou moradores da região para integrar o grupo de levantamento e diagnóstico. O trabalho também foi construído em parceria com a Prefeitura de Salvador, especialmente por meio da Fundação Mário Leal Ferreira. O grupo que conduziu o trabalho ainda promoveu reuniões presenciais em cada setor do território tombado e consultas públicas em plataformas digitais, que receberam mais de 2.300 interações. Veja alguns avanços da Portaria 297/2025: Georreferenciamento e descrição das poligonais de tombamento do Conjunto Arquitetônico, Paisagístico e Urbanístico do Centro Histórico de Salvador e do Conjunto Urbano e Arquitetônico da Cidade Baixa; Mapeamento edifício a edifício dentro das áreas tombadas, com orientações técnicas específicas de acordo com o grau de preservação; Apontamento de diretrizes e critérios de intervenção para praças, largos, vias, escadarias, encostas e roças conventuais; Fornecimento de subsídios para o planejamento e a implementação de ações, programas e políticas públicas para os bens tombados; Orientações para compatibilização de critérios nas Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS); Detalhamento das diretrizes gerais de preservação da região, como incentivar a ampliação de áreas permeáveis e vegetadas nos lotes; preservar a relação visual entre Cidade Alta e Cidade Baixa; promover a acessibilidade nos espaços livres públicos e preservar os espaços públicos relacionados às manifestações religiosas, cívicas e populares; Inclusão das Orientações para Agenciamento e Projeto (OAP), aplicáveis a intervenções em áreas que sofreram grandes perdas ao longo do tempo. Organização do território Os dois conjuntos foram divididos em seis setores e 29 subáreas, com tabelas que tornam a consulta mais simples. Veja abaixo: Setor A – Carmo/Santo Antônio Setor B – Pelourinho/Sé Setor C – Mancha Matriz/São Bento Setor D – Preguiça/Sodré Setor E – Rua da Praia Setor F – Primeiro Aterro Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e da TV Bahia

Palavras-chave: tecnologia

Prefeitura nega dívida e consórcio aponta atraso de R$ 39 milhões em meio à paralisação de ônibus

Publicado em: 15/12/2025 12:37

Justiça autoriza greve parcial e exige 70% dos ônibus em circulação em Campo Grande A paralisação do transporte coletivo em Campo Grande, iniciada na manhã desta segunda-feira (15), expôs versões opostas da Prefeitura e do Consórcio Guaicurus sobre os motivos que levaram à suspensão do serviço, que prejudicou cerca de 110 mil usuários e envolveu aproximadamente mil trabalhadores. Enquanto a administração municipal e a Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg) afirmam que não há inadimplência e que todos os repasses estão em dia, o consórcio responsável pelo transporte coletivo sustenta que a paralisação é resultado de uma dívida acumulada desde 2022, relacionada ao descumprimento de um termo aditivo do contrato. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Prefeitura diz que pagamentos estão em dia O diretor-executivo da Agereg, Otávio Figueroa, disse que a agência possui todos os comprovantes de pagamento realizados pelo município. Segundo ele, a prefeitura repassa recursos ao consórcio por meio de subvenção, aprovada anualmente pela Câmara Municipal, como forma de reequilíbrio contratual. “Foi uma discricionalidade da chefe do Poder Executivo, da prefeita, que entendeu por bem passar esse recurso como forma de reequilíbrio contratual e ela passou rigorosamente esse ano em dia, tanto que esse último agora, que ainda não venceu, foi antecipado.” De acordo com Figueroa, somente em 2025, o consórcio recebeu mais de R$ 35 milhões em repasses do município, somando subvenções e vale-transporte. Ele também afirmou que o município arcou com gratuidades, isenções de ISS e pagamentos relacionados a estudantes, servidores e usuários da assistência social e da saúde. “Que se refere a pagamentos do município de Campo Grande, o município não está em débito com o consórcio.” Multas e qualidade do serviço Terminal Hercules Maymone vazio, nesta manhã de greve Osvaldo Nobrega/ TV Morena A Agereg afirma que, apesar dos repasses, o consórcio descumpre obrigações contratuais, como a renovação da frota e a manutenção dos veículos. “Hoje tem 197 ônibus com idade acima da média que não deveriam estar circulando na cidade de Campo Grande.” Figueroa disse ainda que a agência aplicou uma multa de R$ 12 milhões por ausência de seguro obrigatório. “O serviço está abaixo da qualidade. Por isso que a agência reguladora está multando.” Consórcio aponta dívida de R$ 39 milhões Já o diretor-presidente do Consórcio Guaicurus, Themis de Oliveira, afirmou que a paralisação tem origem no descumprimento do quarto termo aditivo do contrato, firmado em março de 2022. Segundo ele, o termo criou a diferença entre a tarifa pública, paga pelo usuário, e a tarifa técnica, que seria a remuneração real do consórcio. “Tarifa pública é o que as pessoas pagam a hora que vão entrar dentro de um ônibus. E a tarifa técnica é a tarifa que realmente é a tarifa de remuneração do consórcio.” Atualmente, de acordo com Themis, a tarifa técnica é de R$ 6,57, enquanto o usuário paga R$ 4,95. “O município teria que pagar essa diferença de R$ 4,95 para R$ 6,57. Infelizmente, isso nunca foi pago.” O presidente do consórcio afirma que a dívida acumulada chega a R$ 39 milhões. “Hoje, a dívida chega em R$ 39 milhões. Só nos últimos 12 meses, de novembro de 2024 a outubro de 2025, ela chega em R$ 8,5 milhões.” Ele também citou valores em aberto referentes ao transporte de estudantes da rede estadual, que dá mais R$ 4,8 milhões. Impacto nos salários dos trabalhadores Garagem onde ônibus estão parados durante greve dos motoristas em Campo Grande Diego Queiroz/ TV Morena Segundo Themis, a falta de pagamento inviabilizou o cumprimento da folha salarial. “Está nessa falta de pagamento a incapacidade do consórcio de fazer os pagamentos devidos para os trabalhadores.” De acordo com ele, apenas metade dos salários foi paga na semana passada. O consórcio também aponta risco de atraso no pagamento do 13º salário e do adiantamento salarial. Decisão judicial e audiência O diretor-presidente do consórcio informou que uma ação foi protocolada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) no domingo (14) e que o desembargador Palumbo determinou, em liminar, a manutenção de 70% da frota em circulação. “O desembargador entendeu que era factível, razoável, deu uma liminar, determinando que o sindicato mantenha 70% da frota rodando.” Segundo ele, até o momento, a decisão não havia sido cumprida. Uma audiência de conciliação foi marcada para esta terça-feira (16), à tarde, para reunir sindicato, prefeitura e consórcio. Tarifa e impacto para a população A Agereg afirma que pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro podem resultar em aumento da tarifa técnica e impacto direto para os cofres públicos. “Quando a gente fala de aumentar a tarifa técnica, vai aumentar o custo para a população que, direto ou indiretamente, vai financiar através dos tributos do município.” Atualmente, segundo a agência, a diferença entre a tarifa paga pelo usuário e a tarifa técnica é bancada pela prefeitura. A Prefeitura de Campo Grande afirmou que o foco imediato é a retomada do transporte coletivo. Já o presidente do consórcio disse lamentar os transtornos causados à população. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Palavras-chave: câmara municipal

Melhor memória RAM para comprar | Guia do TudoCelular

Publicado em: 15/12/2025 12:24 Fonte: Tudocelular

Componente vital em PCs, notebooks e portáteis, as memórias RAM cumprem um papel vital na escolha do seu setup e ter um conjunto eficiente e de boa qualidade é um aspecto importante para que você possa ter desempenho para o seu dia a dia, seja em tarefas básicas ou para as mais pesadas como jogar, editar fotos ou vídeos e mais. Sabendo disso, e tentando ajudar você a achar boas opções, o TudoCelular resolveu trazer um guia com boas opções de RAM para PCs e notebooks, sejam eles de ponta ou mais simples.A dinâmica do guia, como sempre, segue a mesma: abaixo a gente lista quais modelos consideramos com o link para que você possa ir diretamente para ela, sendo lá possível ver um resumo do que ela te oferece, quais suas características e onde comprar.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

FAB realiza últimos preparativos para lançamento do 1º foguete comercial em território brasileiro

Publicado em: 15/12/2025 12:23

Como é o foguete que fará o primeiro voo comercial partindo do Brasil? Técnicos brasileiros e sul-coreanos intensificam, nesta segunda-feira (15), as operações finais para o primeiro lançamento comercial de um veículo orbital a partir do território brasileiro, desde a tentativa de lançamento do Veículo Lançador de Satélites (VLS), em 2003, que matou 21 pessoas. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp A missão é batizada de SPACEWARD e acontece no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, onde o foguete HANBIT-Nano, da start-up espacial Innospace, já está posicionado para o lançamento por volta das 15h45 desta quarta-feira (17). Veja também: Como será e por que 1º voo comercial de foguete no Brasil pode colocar país na rota do mercado espacial Foguete da Innospace já posicionado na plataforma do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) Divulgação/Innospace Caso o lançamento não ocorra nesta quarta (17) poderá acontecer ainda durante a 'janela de lançamento', até o dia 22 de dezembro. Condições meteorológicas, técnicas, ou de segurança podem atrapalhar, como aconteceu durante a remarcação do lançamento que seria no dia 22 de novembro. Preparativos Há dois dias do lançamento, operadores de diversos setores aeroespaciais, como a Força Aérea Brasileira (FAB), participam do transporte do foguete, seguindo uma série de ações que incluem: Elevação e posicionamento do foguete na plataforma; Conexões dos sistemas para carregamento de propelentes (combustível e oxidante), energia, dados e instrumentação; Testes de sistemas elétricos e hidráulicos; Verificação de vazamentos e válvulas de isolamento do sistema de abastecimento; Revisão final conjunta com a Innospace, com foco em condições meteorológicas e prontidão técnica geral antes da aprovação final de lançamento. Foguete HANBIT-Nano será lançado neste sábado (22) no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão INNOSPACE Ao todo, a FAB mobilizou cerca de 500 profissionais nas operações em Alcântara, com apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB) e especialistas contratados pela Innospace. O que será lançado? O foguete levará ao espaço, para a órbita da Terra, cinco satélites e três dispositivos que vão auxiliar em pesquisas em mais de cinco áreas desenvolvidas por entidades do Brasil e da Índia. São eles: Satélite Jussara-K: Desenvolvido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em parceria com startups e instituições nacionais, ele tem como missão coletar dados ambientais em regiões de difícil acesso; Satélites FloripaSat-2A e FloripaSat-2B: Desenvolvidos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) serão usados para validar uma espécie de comunicação em órbita; PION-BR2 - Cientistas de Alcântara: Desenvolvido pela UFMA, em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a startup PION e levará ao espaço mensagens de alunos da rede pública de Alcântara; Satélite SNI-GNSS: Vai determinar com precisão a velocidade, posição e altitude do foguete e essa tecnologia poderá ser aplicada em outros dispositivos como drones, carros e navios. Ele foi desenvolvido pela Agência Espacial Brasileira (AEB) em parceria com as empresas Concert Space, Cron e HORUSEYE TECH; Solaras-S2: Será responsável por monitorar fenômenos solares que podem impactar comunicações, navegação e sistemas tecnológicos na Terra. Foi desenvolvido pela empresa indiana Grahaa Space; Sistema de Navegação Inercial (INS): Dispositivo vai validar um algoritmo de navegação que irá auxiliar na futura aplicação em sistemas de navegação embarcados em missões espaciais. Foi desenvolvido pela empresa Castro Leite Consultoria (CLC). Dois dos satélites que estarão a bordo do foguete HANBIT-Nano Divulgação/FAB Terá ainda, a bordo do foguete, um outro dispositivo desenvolvido pela empresa Castro Leite Consultoria (CLC), entretanto, por solicitação do fabricante, a Força Aérea Brasileira (FAB) teve acesso a apenas dados de um. Como é a base de Alcântara? Infográfico: Entenda as vantagens da base de Alcântara Arte/g1 Construída na década de 1980 o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no litoral do Maranhão foi escolhido para sediar um centro espacial que atendesse aos requisitos técnicos e logísticos do Programa Espacial Brasileiro. Um dos motivos é a extensa costa do litoral, a capacidade de abrigar lançamentos próximos a linha do Equador e de angular de órbitas. 📌A localização próxima à linha equatorial faz com que lançamentos a partir do local gastem menos combustível e tenham, consequentemente, o custo da operação reduzida. Além disso, há uma baixa densidade de tráfego aéreo na região e um amplo leque de inclinações orbitais para os lançamentos. Apesar destas qualidades, o local se tornou por décadas subutilizado. Entre os motivos para a subutilização estão o grave acidente há mais de 20 anos no local e questões fundiárias. A tragédia interferiu para a consolidação do Brasil no mercado espacial, com redução da atividade em Alcântara a partir de 2003. Como é o foguete Arte: Como é o foguete HANBIT-Nano Arte/g1 Produzido pela empresa sul-coreana Innospace, o HANBIT-Nano tem 21,9 metros de altura, pesa 20 toneladas e tem 1,4 metro de diâmetro. Durante o seu lançamento, o foguete pode atingir uma velocidade de 30 mil km/h. A velocidade é necessária para que ele alcance a órbita e possa 'escapar' da gravidade terrestre. A viagem até atingir a atmosfera e entrar em órbita deve durar cerca de 3 minutos. 🌌🔭 O lançamento do foguete HANBIT-Nano ocorrerá em dois estágios e poderá ser visto a olho nu dos céus de Alcântara (MA) e em parte de São Luís (MA).

Palavras-chave: tecnologia

É #FAKE que vídeo mostre casas tremendo durante terremoto de dezembro de 2025 no Japão; cena é de janeiro de 2024

Publicado em: 15/12/2025 12:03

É #FAKE que vídeo mostre casas tremendo durante terremoto de dezembro de 2025 no Japão; cena é de janeiro de 2024 Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo que supostamente mostraria casas tremendo durante o terremoto que atingiu o Japão em 8 de dezembro deste ano. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é o vídeo? Publicado no X em 8 de dezembro, o post tem a seguinte legenda, em espanhol: "O terremoto no Japão hoje. Os edifícios parecem de papelão, bamboleando de um lado para outro". O vídeo exibe uma rua com casas e postes que começam a tremer repentinamente, deixando destroços pelo chão. É possível ouvir sirenes e pessoas gritando ao redor. O conteúdo viral, no entanto, está fora de contexto: as imagens são de janeiro de 2024, quando outro terremoto atingiu o país. Um terremoto de magnitude 7,6 atingiu a costa nordeste do Japão em 8 de dezembro deste ano, ocasionando ondas de tsunami leves. O epicentro ocorreu no mar, a 80 quilômetros da cidade de Misawa, na região de Aomori. Em 11 de dezembro, outro terremoto ocorreu na mesma região do país, desta vez de magnitude 6,9. ⚠️ Por que isso é falso? Apesar de ser real — e não uma produção de inteligência artificial (IA), por exemplo —, o vídeo está fora de contexto. As imagens foram registradas em 1° de janeiro de 2024 em Anamizu, quando um terremoto também de magnitude 7,6 atingiu o Japão na região de Ishikawa, na costa oeste. O fenômeno gerou alertas de tsunami com ondas de 5 metros de altura e deixou 15 mortos. Para encontrar a origem desse conteúdo, o Fato ou Fake usou a ferramenta InVID e fragmentou o material em vários frames (imagens estáticas). Depois, selecionou uma dessas "fotos" e fez uma busca reversa no Yandex, buscador russo similar ao Google. Essa pesquisa serve para verificar o conteúdo havia sido reproduzido anteriormente por fontes confiáveis – e em que contexto. O resultado encontrou o mesmo registro publicado no YouTube da MBS News, emissora de televisão japonesa, em 11 de janeiro de 2024. A legenda explicava o contexto do vídeo: "No terremoto que atingiu a Península de Noto, na província de Ishikawa, em 1º de janeiro, e que registrou intensidade máxima 7, este vídeo foi gravado no interior de um carro em movimento na cidade de Anamizu, no momento exato em que o tremor começou". Em seguida, o Fato ou Fake buscou por imagens de satélite da cidade Anamizu disponíveis no Google Maps e encontrou o cruzamento em que a cena foi filmada (veja abaixo). Cruzamento em Anamizu, no Japão, em que tremores de terremoto de 1° de janeiro de 2024 foram registrados. Google Maps É #FAKE que vídeo mostre casas tremendo durante terremoto de dezembro de 2025 no Japão; cena é de janeiro de 2024 Reprodução Veja também É #FAKE vídeo de idosos em asilo explicando fantasias de Halloween nos EUA É fake vídeo de idosos explicando fantasias cômicas para Halloween; tudo foi feito com IA VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Palavras-chave: inteligência artificial

É #FAKE foto de Trump caminhando com andador; imagem foi criada com inteligência artificial

Publicado em: 15/12/2025 11:50

Circula nas redes sociais uma foto do presidente americano, Donald Trump, caminhando com um andador. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é o vídeo? Compartilhado na quinta-feira (11) no X, onde alcançou mais de 13,5 milhões de visualizações, o post tem a seguinte legenda: "ÚLTIMA HORA: vazou uma imagem mostrando Trump usando um andador momentos depois de assinar uma ordem executiva proibindo os estados de regulamentarem a inteligência artificial". A imagem exibe o presidente americano de terno olhando para frente e caminhando com um andador em um corredor. Na seção de comentários, alguns usuários questionaram se a imagem era verdadeira para o Grok, chatbot do X, enquanto outros apontaram que era falsa. Na realidade, o conteúdo foi produzido com inteligência artificial (IA) - leia mais abaixo. A imagem surgiu na internet como uma sátira após o presidente ter anunciado que a indústria de IA seria regulamentada federalmente e não dependeria de aprovação dos estados, em 8 de dezembro. ⚠️ Por que isso é falso? O Fato ou Fake submeteu o vídeo ao SynthID Detector, ferramenta do Google que identifica conteúdo gerados com a IA da própria empresa. Resultado da análise: "Feito com IA do Google (vídeo) – Synth ID identificado em todo ou parte do conteúdo carregado" . Essa tecnologia verifica uma marca d'água aplicada diretamente em vídeos, imagens ou áudio fabricados sinteticamente. A técnica é imperceptível para humanos, mas rastreável pelo sistema. No caso analisado, o resultado apontou esse indicador em quase todo o quadro do registro (veja abaixo). SynthID detectou nos pontos azuis a presença da marca d'água de IAs do Google. Reprodução Além disso, o Fato ou Fake utilizou o HiveModeration e o Sightengine, duas ferramentas de detecção de conteúdos de IA, que também apontaram o uso desse recurso: HiveModeration - 99,9% de chances de ser IA. Sightengine - 99% de probabilidade. A plataforma também aponta que o conteúdo tem 99% de chances de ter sido criado com o Imagen, ferramenta do Google. Veja também É #FAKE vídeo de idosos em asilo explicando fantasias de Halloween nos EUA É fake vídeo de idosos explicando fantasias cômicas para Halloween; tudo foi feito com IA VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Mais um para o cemitério: Google encerra monitoramento da Dark Web pouco após expansão

Publicado em: 15/12/2025 11:48 Fonte: Tudocelular

Finja surpresa: o Google anunciou o encerramento de mais um serviço útil. Desta vez, a vítima é o Relatório da Dark Web, a ferramenta que monitorava fóruns clandestinos para avisar se o seu endereço de e-mail, CPF ou número de telefone havia sido vazados em ataques hackers.A decisão chama a atenção pelo timing. O recurso, que nasceu como uma exclusividade para assinantes do Google One, havia sido liberado gratuitamente para todos os usuários com contas pessoais há pouco mais de um ano. Na época, a mudança foi vendida como um esforço para democratizar a segurança digital, integrando a função à ferramenta "Resultados sobre você". Agora, quem tentar acessar o painel de monitoramento encontrará um aviso sobre a descontinuação do serviço. O Google sugere que os usuários busquem alternativas para proteger seus dados, mas não oferece um substituto nativo direto com a mesma facilidade de uso e integração ao ecossistema Android.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: hackerhackers

Poços extingue charretes e inicia implantação de carruagens elétricas

Publicado em: 15/12/2025 11:45

Poços extingue charretes e inicia implantação de carruagens elétricas – Crédito: Divulgação Na última sexta-feira (12), foi aprovada pela Câmara Municipal a lei que institui a Carruagem Elétrica em Poços de Caldas, criando um novo tipo de transporte turístico no município. A medida encerra definitivamente o uso dos veículos de tração animal, que operavam na cidade desde 1983. As novas carruagens serão movidas exclusivamente a energia elétrica e terão design inspirado nas antigas charretes, com capacidade para até cinco passageiros, além de itens de segurança e acessibilidade. As rotas devem incluir pontos turísticos e culturais de Poços de Caldas, ampliando a experiência dos visitantes e reforçando o compromisso do município com a modernização do turismo e a preservação do patrimônio urbano e ambiental. Segundo o prefeito Paulo Ney, a aprovação da lei marca a conclusão de uma pauta histórica na cidade. “O fim das charretes é mais um problema resolvido em Poços de Caldas. Foi uma discussão de muitos anos, e eu tive o privilégio de participar desse projeto desde o começo. Sempre deixei claro meu compromisso com a causa animal, e hoje estamos aqui comemorando essa conquista depois de tantos anos de luta.” Protótipo de carruagem elétrica – Crédito: Divulgação Regras de operação e qualidade do serviço A prestação do serviço será feita por meio de concessão, precedida de licitação, definindo operadores, rotas, tarifas e critérios de qualidade. Entre os princípios que deverão ser seguidos pelos concessionários estão: uso exclusivo de energia limpa; integração com outros modais turísticos; acessibilidade universal; conforto, qualidade e segurança; respeito às normas de proteção ambiental. A lei também estabelece direitos e deveres dos usuários, como acesso à informação clara sobre o serviço, segurança no transporte e canais de atendimento. Crianças de até 5 anos e pessoas com deficiência terão gratuidade, enquanto estudantes e pessoas de baixa renda terão desconto de 50%.

Palavras-chave: câmara municipal

Mapa inédito indica locais dos primeiros quilombos nos Palmares

Publicado em: 15/12/2025 11:36

Mapa de Georg Marggraf indica localização, até então desconhecida, de quilombos Reprodução Um mapa guardado bem longe do Brasil, mais precisamente no acervo de uma biblioteca da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos , pode ser a peça fundamental para revelar aos brasileiros detalhes de uma história negada ao próprio país: a da vida em liberdade de negros durante o período colonial . O documento em questão é a versão original manuscrita do Brasilia Qua Parte Paret Belgis (A parte do Brasil que pertence aos Neerlandeses), do matemático e naturalista George Marggraf. Composto de nove mapas das Capitanias e Câmaras do Brasil Neerlandês, o período histórico da invasão e ocupação holandesa no Nordeste brasileiro , de 1630 a 1654, o mapa foi localizado pelo cartógrafo histórico Levy Pereira. Agora, esse documento serve de base para um grupo de pesquisadores, que inclui arqueólogos, geógrafos, historiadores e antropólogos da Universidade Federal de Alagoas (UFAL- Campus Sertão) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), que tenta encontrar vestígios do que seriam os quilombos mais antigos fundados na região do Quilombo dos Palmares, entre os estados de Pernambuco e Alagoas. Financiados pela Fundação Cultural Palmares (FCP), responsável pelo Parque Memorial Quilombo dos Palmares , e com autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o grupo realizará escavações arqueológicas em Pernambuco e Alagoas em janeiro de 2026. Essa pesquisa pode revelar detalhes inéditos e materiais históricos de como era a vida em liberdade dentro da mais famosa, duradoura e organizada comunidade quilombola que existiu no Brasil colonial. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O que o mapa permitiu achar Fundado no final de 1590 pela princesa congolesa Aqualtune e instalado na Serra da Barriga, no município de União dos Palmares, em Alagoas, o Quilombo dos Palmares foi um Estado autônomo que resistiu por quase cem anos aos ataques holandeses, luso-brasileiros e de bandeirantes paulistas. É um símbolo de resistência à escravidão dos negros que se recusavam à submissão imposta pelo sistema colonial. Documentos históricos já mostravam, entretanto, que o local descrito na Serra da Barriga seria apenas o último dos quilombos da região, conhecida pela fertilidade e boas condições para caça de animais e coleta de vegetais. Dentre esses materiais já conhecidos, estavam os relatos do comandante Johan Blaer, líder de uma expedição contra quilombos em 1645, que descrevia pelo menos outros três quilombos em áreas próximas. Mas arqueólogos enfrentavam duas dificuldades ao analisar esses relatos e tentar chegar a essas localidades. Os relatos da época descrevem rios e montanhas com nomes em desuso, e distâncias em milhas aproximadas, o que impedia precisar a identificação das áreas. "Aí entra a importância desse mapa descoberto. Os rios e algumas montanhas [que aparecem nele] também são citados no relato desse holandês", explica o arqueólogo Onésimo Santos, um dos coordenadores da pesquisa. O mapa achado em Harvard foi transposto sobre uma base cartográfica atual, o que permitiu cruzar informações com imagens de satélite de alta resolução e identificar elementos compatíveis com os três quilombos mencionados nos relatos de Blaer. Os dois primeiros estariam situados nos atuais municípios de Correntes e Lagoa do Ouro, no Agreste de Pernambuco, e o terceiro seria na região de Chã Preta e União dos Palmares, em Alagoas. Segundo o documento do oficial holandês, o primeiro estaria abandonado; o segundo, parcialmente destruído e também abandonado; já o terceiro, ativo. "A partir dessas informações cartográficas que nós obtivemos e com essas imagens de satélite atualizadas e precisas, nós visualizamos algumas geometrias do terreno, como retângulos que pareciam ser escavados e assinalamos nos mapas como áreas sensíveis", conta Santos. Por que o mapa é inédito A cartografia do matemático e naturalista George Marggraf já era conhecida, mas os mapas publicados e distribuídos ao longo dos séculos eram reproduções do original, o que, segundo Santos, permitiu o acúmulo de erros de impressão. "À medida que a chapa de cobre [usada para reproduzi-lo] ia se apagando, alguém ia retocando e refazendo. Então, assim surgiram erros", diz o pesquisador. Segundo ele, o material que está em Harvard é o original, feito à mão, pelo próprio Marggraf. Apesar de ele estar catalogado na biblioteca, ninguém nunca tinha tido acesso, nem o próprio Levy Pereira, o maior pesquisador da área no Brasil. O mapa foi achado em 2021, mas só neste ano foi possível obter o financiamento para as escavações. Nesse intervalo de tempo, foi feito o trabalho de transposição para a cartografia atual. E como o material foi parar em Harvard? Segundo Santos, durante o século 19, vários documentos do período holandês no Brasil foram vendidos e muitos foram parar em bibliotecas e arquivos no exterior. "A nossa história foi fincada sempre nas bases do colonizador. Os povos afro-indígenas, intencionalmente, foram apagados ou foram retirados, ou foi minimizada a sua participação na nossa história", lembra o arqueólogo do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas, o Neabi da UFAL, Flávio Moraes. De acordo com ele, somente a partir das décadas de 1970 e 1980, a historiografia começou a mudar e dar importância à perspectiva negra e indígena, e alguns documentos passaram a receber, também, esse olhar. "Não é que nós encontramos um mapa que estava perdido, esse mapa existia, mas estava nos arquivos da biblioteca de Harvard", complementa o arqueólogo. A importância para a história negra Documentos históricos mostram que haveria pelo menos dez quilombos anteriores ou posteriores a Palmares na região, mas muitos deles nunca foram escavados. Encontrar vestígios nesses locais, defendem os pesquisadores, é possibilitar uma nova forma de contar a história da população negra no Brasil. Nas escavações, os pesquisadores pretendem encontrar vestígios que revelem detalhes do cotidiano da população que viveu nesses locais, por exemplo, como cultivavam a terra, coletavam, caçavam, faziam seus rituais e enterravam seus mortos. "Não sabemos muito sobre a cultura material afro-brasileira, do seu cotidiano de vivência em um espaço de liberdade, como seria o Quilombo dos Palmares. Quando falamos da população negra nesse período histórico, remetemos à escravidão, pensamos em senzala, em correntes, tem uma cultura material que está nesse lugar de sofrimento", acrescenta Moraes. A Fundação Cultural Palmares também pretende traçar uma linha do tempo do desenvolvimento dessas comunidades, evidenciando como eram as tecnologias de resistência adotadas nos quilombos. "Há um tempo havia uma visão muito simplista de como eram essas ocupações. Era uma coisa quase como uma fuga sem planejamento. E pelo que vemos, existia uma mobilização importante que acontecia entre esses grupos, e no encontro também com outras comunidades indígenas ou gente branca mesmo", explica Guilherme Bruno, responsável pelo Centro de Informação e Acervo da Memória e da Cultura Afro-brasileira (Ciam) da Fundação Palmares. Segundo Bruno, há uma expectativa de demonstrar para a sociedade brasileira que a resistência à colonização e à escravização era muito mais complexa e muito mais organizada, no sentido de sociedade, do que os estudos evidenciam até então. "É uma forma de demonstrar que existia uma resistência organizada, na acumulação desses territórios, uma vez que muitos deles eram inexplorados. Eu gosto de pensar que eles [os negros] foram também grandes exploradores do interior do Brasil", diz Bruno. Os próximos passos O financiamento inicial para pesquisa é de 18 meses. Os pesquisadores vão começar as escavações em Pernambuco, com trabalho arqueológico de prospecção de superfície e abertura de sondagens, e com elas esperam encontrar principalmente dois tipos de vestígios arqueológicos: móveis, como materiais feitos para rituais e festas, e estruturas de defesa usadas pelos moradores dos quilombos para proteção. "Tanto esse documento holandês quanto documentos portugueses posteriores dizem que havia [nos quilombos] uma estrutura de cerca de madeira, praticamente uma muralha de madeira, com troncos colocados na vertical, e duas cercas com uma vala no meio", conta Santos. Embora as cercas de madeira não sobrevivam ao tempo, os pesquisadores esperam encontrar os fossos e as terras. "É isso que forma o retângulo que nós visualizamos nas imagens de satélite", acrescenta. Além disso, espera-se achar também estruturas do que seriam as casas, forjas onde seriam produzidas pontas de lança usadas em combates e caças, cerâmicas e enterramentos. Dependendo do resultado, os pesquisadores seguirão as escavações no chamado Grande Palmares, o quilombo que estaria ativo durante as expedições de 1645 em Alagoas. A ideia é fazer quatro viagens ainda em 2026. A pesquisa também deve se transformar em um material audiovisual com finalidade educativa, e pretende envolver comunidades e pesquisadores indígenas e negros da região, por meio de bolsas de pesquisa. Participam da pesquisa, além de Levy Pereira, Onésimo Santos e Flávio Moraes, o geógrafo e arqueólogo Daniel Ferreira, os historiadores Bruno Miranda, da UFRPE, Felipe Damasceno, Danilo Marques e Zezito Araújo, e o antropólogo Vágner Bijagó, no Neabi da UFAL-Campus Sertão. Também integra a equipe Leandro Pereira, responsável pelo registro audiovisual. "Uma preocupação que temos é desenvolver um projeto que seja em parceria com as partes interessadas. Se encontramos áreas de sepultamento, por exemplo, não pretendemos violar esses espaços sagrados, a não ser que tenhamos a autorização", afirma Moraes. Se os achados se confirmarem, a ideia é também ir atrás de novos financiamentos para seguir fazendo escavações arqueológicas nos pontos aos quais os pesquisadores chegaram por meio do achado do mapa que estava na biblioteca Harvard.

Palavras-chave: tecnologia

Sem adversários, Ricardo Teixeira é reeleito presidente da Câmara Municipal de SP para 2026

Publicado em: 15/12/2025 11:26

O vereador Ricardo Teixeira (União Brasil), eleito novo presidente da Câmara Municipal de São Paulo em 2025. Richard Lourenço/Rede Câmara O vereador Ricardo Teixeira (União Brasil) foi reeleito presidente da Câmara Municipal de São Paulo nesta segunda-feira (15) e comandará o Legislativo paulistano em 2026 pelo 2° ano consecutivo. Teixeira foi aclamado por maioria ampla dos 55 vereadores da cidade e não teve adversário oficial no pleito, uma vez que o partido dele decidiu retirar a candidatura de Rubinho Nunes e o PSOL, que tradicionalmente lança candidato próprio, mas não o fez desta vez e resolveu se abster da votação. No total, 49 vereadores votaram a favor da recondução dele, Houve cinco abstenções e uma única ausência - a do vereador Celso Giannazi (PSOL). Com a ajuda do prefeito Ricardo Nunes (MDB), Teixeira foi endossado por nove partidos da casa. O único que não deu apoio foi o PSOL. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O PSOL justificou a decisão de não lançar candidato próprio foi por causa das estratégias adotadas por outros partidos de apoiar Teixeira e isolar Rubinho Nunes, sem espaço para alianças entorno de outros candidatos. Além de Ricardo Teixeira, os vereadores estão votando os outros membros da Mesa Diretora da Casa para o próximo ano. Por ora, os nomes são os seguintes: Presidente: Ricardo Teixeira (União Brasil) 1ª vice-presidência: João Jorge (MDB) 2° vice: Isac Félix (PL) 1° secretário: (em votação) 2° secretário: (em votação) 1° suplente: (em votação) 2° suplente: (em votação) Corregedor Geral: (em votação) Derrota de Milton Leite O vereador Silvão Leite (União Brasil), afilhado político do ex-vereador Milton Leite. Divulgação/Rede Câmara A vitória de Teixeira é considerada por alguns como uma autonomia do presidente reeleito frente ao ex-presidente da Casa, Milton Leite, que é presidente estadual do União Brasil e não queria a reeleição dele. Leite foi o articulador da candidatura de Rubinho Nunes para a presidência, numa queda de braço com o prefeito, que não aceitava a imposição do nome preferido do ex-mandatário da Câmara, que se aposentou dos trabalhos na casa. Milton Leite sempre quis impor aos vereadores da base nunista o nome de Silvão Leite, um parlamentar, por ora, inexpressivo que ainda está em 1° mandato na Casa e não tem o traquejo necessário para comandar o maior legislativo municipal do país. Antes de ser eleito vereador ano passado, Silvão Leite tinha sido apenas presidente da escola de Samba 'Estrela do Terceiro Milênio', do Grajaú, cujo patrono é o próprio Milton Leite. Antes e depois: o vereador eleito Silvão Leite como presidente da escola de samba do Grajaú e agora como parlamentar eleito que participa em silêncio das reuniões e sessões. Montagem/g1/Reprodução/Instagram Silvão é considerado internamente como o ‘poste do Milton Leite’ entre os vereadores da própria base de apoio de Ricardo Nunes. Apesar de ter anunciado que estava aposentado das atividades legislativas e não ter concorrido a um novo cargo de vereador no passado, Milton Leite desejava manter sua influência no legislativo da cidade, indicando para o comando um dos seus substitutos. Além de Silvão Leite, o ex-presidente da Câmara é fiador das candidaturas de Silvinho Leite e da pastora Sandra Alves, todos os três do União Brasil. Os vereadores Rubinho Nunes e Ricardo Teixeira, do União Brasil, disputavam a cadeira de presidente da Câmara Municipal de SP. Montagem/g1/Rede Câmara Quem é Ricardo Teixeira Engenheiro formado pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), Ricardo Teixeira é nascido em Santos, no litoral de São Paulo, em 1958. Ele tem 67 anos e teve uma carreira ampla de servidor público na área de trânsito e infraestrutura. Com passagens pela Companhia de Engenharia e Tráfego (CET) e pela antiga Dersa, a empresa de desenvolvimento rodoviário do estado de São Paulo, o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) e na EMTU, Teixeira ocupou vários cargos públicos. Como vereador, foi reeleito em 2024 para o sexto mandato consecutivo como parlamentar da capital paulista. Ele também foi secretário de Trânsito e Mobilidade da gestão anterior de Ricardo Nunes (MDB), sendo responsável pela implantação das chamadas ‘faixas azuis’ de proteção de motociclistas nas principais avenidas da capital paulista.

Palavras-chave: câmara municipal

Doutor na Net traz modelo híbrido de saúde para Ji-Paraná

Publicado em: 15/12/2025 11:10

Plataforma digital do Doutor na Net permite agendamentos 24 horas e acesso rápido a especialistas Agência Premium / Divulgação A busca por atendimento médico rápido, humano e financeiramente acessível continua sendo um dos principais desafios do sistema de saúde no Brasil. Em Rondônia, essa realidade ganha contornos ainda mais complexos diante das longas distâncias entre cidades, carência de especialistas e dificuldade de acesso a consultas em tempo hábil. Nesse cenário, Ji-Paraná se torna palco de uma iniciativa que propõe um modelo inovador de cuidado: o Doutor na Net, startup que combina uma clínica física com uma plataforma digital de agendamento e telemedicina disponível 24 horas por dia. O projeto, que nasceu em 2022, chegou ao município com uma missão clara: simplificar a jornada do paciente, integrando consultas presenciais, exames e atendimento online dentro de um único ecossistema. A proposta une tecnologia, preços acessíveis e acolhimento — uma combinação que, segundo a empresa, responde diretamente às necessidades da população local, marcada por dificuldades de acesso e longas filas na rede tradicional. Uma ideia que nasceu da dor e virou modelo de negócio Clínica do Doutor na Net em Ji-Paraná, que oferece atendimento híbrido com consultas presenciais e serviços digitais. Agência Premium / Divulgação A concepção do Doutor na Net começou a ser desenhada durante a pandemia de Covid-19, período em que a demanda por serviços de saúde disparou ao mesmo tempo em que o acesso se tornou mais difícil. O fundador relata que, ao buscar atendimento médico, encontrou barreiras que milhões de brasileiros enfrentam diariamente: demora para marcar consultas, preços elevados e falta de praticidade. A experiência pessoal se transformou em motivação para desenvolver uma solução que eliminasse essas barreiras. “A ideia surgiu da necessidade real. A gente percebeu que, se fosse possível unir tecnologia, transparência e acolhimento, muita gente poderia ter um acesso mais justo à saúde”, explica o idealizador do projeto. A partir dessa percepção, nasce um modelo híbrido — físico e digital — baseado em três pilares: 1. Acessibilidade, com valores que caibam no bolso da população; 2. Agilidade, com processos simplificados e agendamento imediato; 3. Acolhimento, priorizando atendimento humanizado. Clínica física em Ji-Paraná: espaço para quem precisa de atendimento presencial A unidade física do Doutor na Net está localizada na Rua São João, 1325, em Ji-Paraná, e foi construída para atender pacientes que preferem ou necessitam de atendimento presencial. O espaço conta com consultório de clínico geral, sala para retornos médicos e uma área destinada a exames laboratoriais, que ajudam a agilizar diagnósticos e evitar deslocamentos desnecessários. A estrutura física é moderna, organizada e planejada para gerar uma experiência simples ao paciente — desde a recepção até o pós-atendimento. O objetivo é oferecer um modelo de atendimento que seja rápido, acolhedor e acessível, evitando a burocracia comum em clínicas tradicionais. Esse formato busca atender principalmente o público que sente insegurança com atendimento exclusivamente online ou que precisa de avaliação física imediata. Para a marca, a união entre ambiente presencial e suporte digital traz equilíbrio entre inovação e proximidade, reforçando que a tecnologia é um complemento ao cuidado humano, e não um substituto. Plataforma digital funciona 24 horas e conecta pacientes a especialistas Paralelamente à clínica física, a empresa estruturou uma plataforma digital que permite aos usuários: ● buscar especialistas de diversas áreas, ● comparar valores, ● verificar disponibilidade em tempo real, ● agendar consultas presenciais ou online, ● acessar atendimento por telemedicina. O sistema de agendamento funciona 24 horas, o que permite ao paciente marcar sua consulta quando for mais conveniente, sem depender do horário comercial. Essa autonomia, segundo a startup, é um dos diferenciais mais importantes do projeto. Outro ponto central do ecossistema digital é a transparência de preços. No site e na plataforma, os valores são exibidos diretamente, sem necessidade de contato prévio. A marca aposta que essa clareza reduz a ansiedade e as dúvidas do paciente, além de reforçar um compromisso com a acessibilidade. A telemedicina como aliada da realidade local A telemedicina, que se popularizou no Brasil após sua regulamentação emergencial durante a pandemia, é um dos pilares operacionais do Doutor na Net. O atendimento online oferece uma alternativa eficiente para pacientes que vivem em bairros afastados ou até mesmo em municípios próximos que não contam com especialistas. Com consultas virtuais guiadas por profissionais qualificados, o paciente pode obter orientação, encaminhamentos, receitas e pedidos de exames sem precisar sair de casa. Em Rondônia, onde a distância entre municípios é grande e a oferta de especialistas muitas vezes é limitada, o recurso se mostra particularmente relevante. De acordo com a startup, a telemedicina não substitui o atendimento presencial quando ele é necessário, mas complementa o cuidado e amplia o acesso. A empresa afirma que muitos pacientes chegam ao consultório presencial mais bem orientados, após triagem inicial pela plataforma. Uma visão centrada na prevenção Outro aspecto que diferencia o modelo é o foco na prevenção. A marca utiliza suas redes sociais, o site e a plataforma para informar sobre sintomas, sinais de alerta e orientações gerais de cuidado. O objetivo é ajudar o paciente a reconhecer rapidamente quando deve buscar um profissional, evitando agravamento de quadros simples. Essa abordagem educativa é importante em regiões onde parte da população não tem o hábito de realizar consultas regulares ou check-ups. A empresa acredita que, ao facilitar o acesso e esclarecer dúvidas, contribui para reduzir diagnósticos tardios e complicações evitáveis. A acessibilidade como eixo principal Desde o início, o Doutor na Net se posicionou como um serviço voltado para todas as classes sociais. Os preços acessíveis são parte central do projeto e buscam atender à realidade de quem muitas vezes deixa de procurar atendimento por não conseguir arcar com valores elevados. O fundador reforça que essa é uma escolha estratégica e social: “A gente entende que saúde não pode ser artigo de luxo. Queremos ser uma alternativa viável para quem precisa de cuidado rápido, sem abrir mão de qualidade.” Além dos valores, a experiência simplificada também favorece a inclusão. O agendamento digital é intuitivo e pode ser realizado em poucos passos, reduzindo o número de etapas e informações exigidas. Crescimento e expansão: o futuro do modelo Com a consolidação do modelo em Ji-Paraná, a meta da startup é expandir o formato híbrido para outros municípios de Rondônia e, futuramente, para outros estados. A ideia é replicar o ecossistema que une presença física, telemedicina e plataforma digital — sempre mantendo os pilares de acessibilidade, agilidade e acolhimento. Segundo a empresa, o crescimento deve ocorrer respeitando a particularidade de cada região, mapeando necessidades locais e ajustando a estrutura física e digital a cada realidade. A expansão deve priorizar cidades que sofrem com déficit de especialistas ou tempo elevado de espera para consultas, comum em grande parte do Norte do país. A perspectiva de crescimento acompanha uma tendência nacional: modelos de saúde integrados, digitais e acessíveis têm ganhado força nos últimos anos. A startup acredita que seu formato, pensado dentro da realidade rondoniense, pode se tornar referência local e posteriormente nacional. Tecnologia e humanidade caminhando juntas O surgimento do Doutor na Net revela uma mudança importante na forma como a saúde está sendo consumida e oferecida no Brasil. A combinação entre atendimento físico, telemedicina e tecnologia coloca o paciente no centro, oferecendo alternativas práticas que se ajustam à rotina, às limitações geográficas e à realidade econômica da população. Mais do que criar uma clínica ou um aplicativo, a proposta do Doutor na Net apresenta uma visão integrada de saúde: um modelo que respeita o tempo do paciente, suas urgências, suas dificuldades e sua necessidade de cuidado humanizado. Com esse posicionamento, a startup se insere em um movimento que redefine como o brasileiro busca atendimento — não mais apenas por necessidade imediata, mas com informação, autonomia e acesso real ao cuidado. Conclusão O lançamento do Doutor na Net em Ji-Paraná representa uma iniciativa relevante dentro do cenário regional de saúde. Ao propor um ecossistema híbrido, que reúne clínica física, agendamento online e telemedicina, a startup responde diretamente às demandas de uma população que precisa de atendimento simples, rápido e acessível. Com foco em prevenção, acolhimento e transparência, o projeto busca democratizar o acesso aos serviços de saúde e aponta para um modelo que pode ganhar força em outras regiões do país. Ao olhar para o futuro, o Doutor na Net aposta que tecnologia e cuidado humano não competem: caminham lado a lado.

Palavras-chave: tecnologia

Avanço de frente fria pelo Paraná faz tempestades continuarem no início da semana, diz Simepar

Publicado em: 15/12/2025 11:07

Avanço de frente fria pelo Paraná faz tempestades continuarem no início da semana A formação e o avanço de uma frente fria faz com que o início da semana seja de tempo chuvoso em todo Paraná. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), há possibilidade de tempestades na segunda (15) e na terça-feira (16). Veja os detalhes no vídeo acima. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também emitiu dois alertas de temporais para o estado para este mesmo período: amarelo e laranja. Confira as informações no final desta reportagem. Segundo o meteorologista Leonardo Furlan as pancadas de chuva podem ser "pontualmente intensas", com temporais localizados. O horário com maior instabilidade será entre a noite de segunda e a madrugada de terça, que é quando a frente fria avança pelo estado. Não estão descartadas rajadas de vento e queda de granizo. ✅ Siga o g1 Londrina e região no WhatsApp "Nas regiões do oeste e do norte do estado, são esperados temporais com rajadas de vento. E essa instabilidade atua de forma um pouco mais localizada do centro ao leste", explicou. Paraná está em alerta para temporais neste início de semana. Henrique Pereira Paranavaí registra em um dia 66% de chuva prevista para dezembro Em Bandeirantes, barragem de ribeirão transbordou e água destruiu pontes e interditou rodovia Na região norte, para esta segunda-feira, o Simepar tem previsão de 7.9 mm e 5.6 mm de chuva para Maringá e Londrina, respectivamente. Na terça-feira, esses números aumentam para 11.1 mm e 14.3 mm. No noroeste, Umuarama e Paranavaí podem registrar 7.9 mm e 10.8 mm, respectivamente, na segunda. Na terça, sobe para 21.4 mm e 12.5 mm. No oeste, Foz do Iguaçu tem previsão de 6.4 mm e Cascavel, 4.9 mm. Na terça, as previsões são de 15.4 mm e 19.2 mm. Curitiba começa a semana sem chuva, mas pode chegar a 15.3 mm na terça-feira. ➡️ Clique aqui para conferir a previsão para todas as cidades, segundo o Climatempo Leia também: Pedido de ajuda: Mulher esconde celular na calcinha para conseguir denunciar cárcere privado no Paraná, diz polícia Veja a história: Enquanto trabalhava em livro infantil sobre autismo, ilustrador se identifica com protagonista e procura diagnóstico Oportunidade: Tribunal de Justiça do PR abre concurso com salários iniciais de R$ 34 mil Alertas laranja e amarelo O Inmet emitiu dois alertas para o estado. Oeste, norte, noroeste, central, sudoeste e parte do sul estão em alerta laranja desde esta segunda-feira até 10h de terça-feira, que significa "perigo" para tempestade. Neste caso, os ventos podem chegar a uma velocidade de até 100 km/h e acumulado de chuva de até 100 mm. O estado todo está em alerta amarelo também até 10h de terça-feira, que é "perigo potencial" para temporais. A chuva pode chegar a 50 mm e ventos de até 60 km/h. Veja o mapa abaixo: Paraná todo está em alerta amarelo e parte acumula também o alerta laranja. Reproduçaõ/Inmet Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias da região em g1 Norte e Noroeste.

Palavras-chave: tecnologia