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Entenda por que a Justiça determinou a cassação dos mandatos de dois vereadores de BH

Publicado em: 20/12/2025 05:00

Vereadores de BH têm mandatos cassados A Justiça Eleitoral decidiu, em primeira instância, pela cassação dos mandatos dos vereadores Lucas Ganem (Podemos) e Leonardo Ângelo (Cidadania), eleitos em Belo Horizonte nas eleições de 2024. As decisões apontam irregularidades distintas cometidas durante o processo eleitoral. Apesar das sentenças, nenhum dos dois perde o mandato de forma imediata. Ainda cabem recursos contra as decisões, e os efeitos só passam a valer após o trânsito em julgado, quando não houver mais possibilidade de contestação nos tribunais. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Entenda os casos a partir dos pontos abaixo: Por que foi determinada a cassação dos mandatos de dois vereadores de BH? A cassação dos vereadores já está valendo? Qual foi o motivo da decisão pela cassação de Lucas Ganem? O que a Justiça determinou no caso de Lucas Ganem? Lucas Ganem pode perder o mandato antes do fim do processo judicial? Por que foi determinada a cassação do mandato de Leonardo Ângelo? O que a sentença apontou sobre a campanha de Leonardo Ângelo? Quais penalidades foram aplicadas a Leonardo Ângelo? As decisões afetam outros políticos ou partidos? O que acontece agora com os processos? Montagem com as fotos dos vereadores Lucas Ganem (Podemos, à esquerda da foto) e Leonardo Ângelo (Cidadania, à direita). Cristina Medeiros/CMBH + Dara Ribeiro/CMBH 1. Por que foi determinada a cassação dos mandatos de dois vereadores de BH? A Justiça Eleitoral entendeu que Lucas Ganem e Leonardo Ângelo cometeram irregularidades eleitorais graves nas eleições de 2024. No primeiro caso, foi reconhecida fraude no domicílio eleitoral. No segundo, abuso de poder econômico, uso de recursos proibidos e corrupção eleitoral. As decisões são de primeira instância e podem ser questionadas por recursos. 2. A cassação do mandato dos vereadores já está valendo? Não. As decisões não têm efeito imediato porque ainda cabem recursos ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) e a instâncias superiores. Até o fim do processo, os vereadores seguem no exercício do mandato normalmente, desde que não haja decisão favorável às cassações na própria Câmara Municipal. 3. Qual foi o motivo da decisão pela cassação de Lucas Ganem? Lucas Ganem foi alvo de decisão pelo mandato cassado por fraude na declaração de domicílio eleitoral. A Justiça concluiu que ele informou morar em Belo Horizonte sem comprovar vínculo real com o endereço declarado, mantendo ligações com outros estados, o que o tornou inelegível de forma irregular. LEIA TAMBÉM Prefeitura de BH troca presidência da Belotur a menos de dois meses do carnaval Zema diz que vai recorrer contra decisão de paralisar programa de escolas cívico-militares em MG 4. O que a Justiça determinou no caso de Lucas Ganem? A sentença determinou a cassação do mandato, a anulação dos votos recebidos e a declaração de inelegibilidade por oito anos, contados a partir das eleições de 2024. A decisão também prevê comunicação ao TRE-MG, à Câmara Municipal e a outros órgãos para apuração de possíveis crimes eleitorais. 5. Lucas Ganem pode perder o mandato antes do fim do processo judicial? Sim. Além da ação judicial, há um processo político-administrativo em andamento na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Esse procedimento é independente do processo judicial e pode resultar na cassação do mandato antes do desfecho na Justiça Eleitoral, se houver aprovação em plenário. 6. Por que foi determinada a cassação do mandato de Leonardo Ângelo? Leonardo Ângelo foi condenado por abuso de poder econômico, uso de recursos de fonte proibida, irregularidades na prestação de contas e corrupção eleitoral. A Justiça apontou a existência de uma estrutura paralela de campanha financiada de forma irregular durante as eleições de 2024. 7. O que a sentença apontou sobre a campanha de Leonardo Ângelo? Segundo a decisão, houve uso de recursos não declarados, incluindo verba de fonte vedada e prática de caixa dois. Os valores ocultados ultrapassaram R$ 450 mil. Também foram identificadas promessas de cargos públicos em troca de apoio político, caracterizando corrupção eleitoral. 8. Quais penalidades foram aplicadas a Leonardo Ângelo? A Justiça determinou a cassação do mandato, a anulação dos votos recebidos e a inelegibilidade por oito anos. Após o trânsito em julgado, quando não há mais possibilidade de recurso, os votos devem ser recontados, e a Câmara Municipal de Belo Horizonte será oficialmente comunicada. 9. As decisões afetam outros políticos ou partidos? Não. Nos dois casos, as sentenças tratam diretamente apenas dos vereadores cassados. No processo de Leonardo Ângelo, a decisão menciona a atuação de uma campanha majoritária, mas o candidato citado não é parte na ação e teve as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral. 10. O que acontece agora com os processos? Os casos seguem na Justiça. Enquanto houver possibilidade de recurso, não há afastamento automático dos vereadores. A aplicação das penalidades depende da confirmação das sentenças em instâncias superiores da Justiça Eleitoral ou de decisão da Câmara Municipal. Vídeos mais assistidos do g1 MG

Palavras-chave: câmara municipal

CEO e diretora flagrados em show do Coldplay estão juntos? Como a relação começou? Executiva quebra silêncio e dá detalhes

Publicado em: 20/12/2025 04:01

Executiva flagrada com CEO em show do Coldplay relata ameaças de morte Cinco meses depois de ser flagrada ao lado do CEO da empresa em que trabalhava durante um show do Coldplay e se alvo de polêmica mundial, a diretora de Recursos Humanos Kristin Cabot decidiu romper o silêncio. Em entrevista ao jornal “The New York Times”, a executiva de 53 anos contou, pela primeira vez, sua versão. Ela relatou ameaças de morte, perseguição, exposição de dados pessoais, perda do emprego, impactos emocionais sobre os filhos e o peso de se tornar alvo de um julgamento público que ultrapassou fronteiras. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O episódio ocorreu em 16 de julho, durante um show do Coldplay em Boston, nos Estados Unidos. Cabot apareceu abraçada com Andy Byron, então CEO da empresa de tecnologia Astronomer, durante a tradicional “Kiss Cam”, que projeta casais no telão do estádio. Ao perceberem que estavam sendo exibidos, os dois se afastaram rapidamente, em uma reação que chamou a atenção do público e até do vocalista da banda, Chris Martin. Do palco, ele comentou que o casal parecia estar “tendo um caso ou que era muito tímido”. A cena foi registrada pela fã Grace Springer e publicada no TikTok. Em poucos dias, o vídeo ultrapassou 100 milhões de visualizações e se espalhou por redes sociais, telejornais e portais de notícias em diversos países. Cabot e Byron foram rapidamente identificados, e a repercussão foi imediata. O que acontece quando uma traição no trabalho é exposta? Casal tem reação inusitada em show do Coldplay e surpreende Chris Martin Reprodução/TikTok Cabot disse ao jornal que tentou, ao mesmo tempo, conversar com os filhos, preservar a relação com o então marido, Andrew Cabot — com quem já negociava o divórcio — e lidar com as consequências profissionais. A tentativa de manter algum controle sobre a própria narrativa, porém, foi engolida pela reação nas redes. Ela se tornou alvo de xingamentos, piadas e acusações. Foi chamada de “destruidora de lares”, “interesseira” e “amante”. Em um posto de gasolina, foi reconhecida por uma desconhecida que a chamou de “nojenta” e disse que “adúlteros são a escória da humanidade”. Segundo ela, durante semanas recebeu cerca de 600 ligações por dia e paparazzi passaram a se posicionar em frente à sua casa. Carros circularam lentamente pela rua e seus dados pessoais foram divulgados na internet. A executiva relatou ter recebido entre 50 e 60 ameaças de morte. Por que falar agora? Cabot contou que só decidiu falar agora porque percebeu que o silêncio estava consolidando uma imagem sobre ela que não refletia a realidade. “O silêncio é a aceitação”, afirmou ao "The New York Times". “Eu pensei: meu Deus, é isso que vai ficar marcado para o resto da minha vida.” Com apoio da família, Cabot contratou uma consultora de comunicação para ajudá-la a contar sua versão dos fatos e tentar minimizar os danos a si mesma e às pessoas próximas. Na entrevista, ela disse que não mantinha um relacionamento sexual com Byron. Segundo Cabot, antes daquela noite, os dois nunca haviam sequer se beijado. “Tomei uma decisão errada, bebi alguns drinks, dancei e me comportei de maneira inadequada com meu chefe. Não é algo trivial. Assumi a responsabilidade e abandonei minha carreira por isso. Esse é o preço que escolhi pagar.” Ela afirmou ainda que queria que os filhos entendessem que erros podem acontecer, mas que ninguém deveria ser ameaçado de morte por causa deles. Como tudo começou Criada no estado do Maine, Cabot contou que construiu sua carreira após passar por áreas como publicidade e vendas até chegar aos recursos humanos. Ao longo da trajetória, disse sempre ter se apresentado como uma profissional rigorosa e dedicada. Em 2024, ela se reuniu com Andy Byron no contexto profissional da Astronomer. Segundo Cabot, os dois perceberam rapidamente afinidade de estilo e pensamento. Ela assumiu oficialmente o cargo de diretora de RH da empresa em novembro daquele ano. No começo de 2025, enquanto almoçavam perto do escritório da companhia em Nova York, Cabot mencionou seu casamento em tom melancólico. Byron perguntou o que havia acontecido, e ela disse que pensava em se separar. Segundo Cabot, ele respondeu que vivia uma situação semelhante. Para ela, esse reconhecimento mútuo fortaleceu a relação profissional. Eles passaram a compartilhar confidências, riam juntos e, segundo a executiva, sentimentos intensos surgiram rapidamente. Ainda assim, afirmou que sabia que não poderia continuar se reportando a Byron caso a relação evoluísse. A separação do marido ainda era recente quando Cabot aceitou ir ao show do Coldplay com amigos. Fã da banda, ela convidou Byron para acompanhá-la. Antes do evento, encontraram um pequeno grupo de amigos próximos em uma churrascaria. No caminho para o estádio, Cabot descobriu que o futuro ex-marido também estaria no show, embora em outro setor. Seus assentos ficavam em uma área VIP, descrita por ela como escura e reservada. Os dois beberam alguns drinks e, conforme o show avançava, passaram a agir como um casal. Segundo Cabot, aquela foi a primeira e única vez em que se beijaram. Executiva flagrada com CEO em show do Coldplay relata ameaças de morte e perseguição Reprodução Do telão ao colapso Ao ver sua imagem projetada no telão do estádio, Cabot relatou ter sentido como se “alguém tivesse apertado um interruptor”. O que antes parecia alegria se transformou em pânico. Ela levou as mãos ao rosto e se desvencilhou de Byron, que tentou se esconder. Naquele momento, disse ter pensado em duas coisas: Primeiro, que Andrew Cabot estava em algum lugar no estádio e ela não queria humilhá-lo. Segundo, que Byron era seu chefe. “Sou a chefe de RH e ele é o CEO. É tão clichê e tão ruim”, afirmou. Os dois correram para o bar do estádio e começaram a discutir como lidar com a exposição. Ainda antes de deixarem o local, concordaram que precisariam informar o conselho da empresa. Já de madrugada, no apartamento de Cabot na região de Boston, tentaram definir quem escreveria o e-mail, o que seria dito e quem o enviaria. Segundo ela, crises de pânico começaram a surgir. Por volta das 4h da manhã, Cabot recebeu uma mensagem com a captura de tela de um vídeo no TikTok. Às 6h, quando o e-mail foi enviado ao conselho, o vídeo já se espalhava rapidamente pelas redes. Impactos profissionais e familiares Cabot contou que dirigiu até a casa do ex-marido para conversar com os filhos antes que soubessem do episódio por terceiros. Disse que a filha de 14 anos chorou ao ouvir a explicação. Em seguida, participou de uma teleconferência com o conselho da Astronomer. Segundo ela, os conselheiros reconheceram que todos cometem erros, mas afirmaram que a empresa precisaria investigar o caso. No sábado seguinte, Andy Byron pediu demissão. A história já era notícia em veículos de vários países. Cabot alugou uma casa nas montanhas para tentar se recompor, mas afirmou que passou o fim de semana sem dormir. Seus dados pessoais foram divulgados, e o telefone não parava de tocar. A polícia reforçou a vigilância em sua casa, e ela instalou câmeras de segurança. Após a investigação, a Astronomer teria pedido que ela retornasse ao cargo, segundo Cabot. Ela disse ter recusado, afirmando não conseguir se imaginar à frente do RH sendo alvo de chacota. A demissão negociada foi anunciada em 24 de julho. O jornal “The New York Times” procurou a empresa, que se recusou a comentar o caso. Medo, isolamento e julgamento Segundo Cabot, por semanas ela quase não saiu do quarto. Mensagens que indicavam conhecimento detalhado de sua rotina a aterrorizaram. Em um episódio, reproduziu uma dessas ameaças para a mãe sem perceber que os filhos ouviam atrás da porta. A partir daí, disse que todos passaram a temer espaços públicos. Com o fim do verão, a situação começou a se estabilizar. Cabot entrou com o pedido de divórcio. Andrew Cabot divulgou um comunicado confirmando que eles já estavam separados na época do show e pedindo privacidade. Os filhos voltaram à escola com acompanhamento psicológico. Cabot retomou atividades como jogar tênis e começou a refletir sobre o retorno ao mercado de trabalho. Ela disse que manteve contato com Byron, mas que os dois decidiram se afastar definitivamente em setembro. Chris Martin se surpreende com reação de casal em show do Coldplay Por que o vídeo viralizou A professora Brooke Duffy, da Universidade Cornell, afirmou ao jornal que escândalos desse tipo frequentemente recaem de forma mais dura sobre mulheres. Segundo Duffy, situações envolvendo traição e exposição pública costumam se transformar em uma dissecação moral feminina. Embora Byron também tenha sido alvo de críticas, o peso maior teria recaído sobre Cabot. Ela negou a ideia de que tenha alcançado cargos de liderança por favores sexuais. Disse que trabalha desde os 13 anos e que, após o divórcio do primeiro marido, sustentou sozinha a família. “Passei grande parte da minha carreira afastando assédios. A ideia de que conquistei meu lugar dormindo com homens me enfurece”, afirmou. Cabot disse ainda que as críticas mais duras vieram de outras mulheres, tanto nas redes sociais quanto presencialmente. Ao pensar no futuro profissional, afirmou temer que o episódio continue a defini-la. Ainda assim, disse querer deixar uma mensagem clara para os filhos. “Você pode errar. Pode fazer besteira. Mas ninguém deveria ser ameaçado de morte por isso.”

Palavras-chave: tecnologia

'Avatar: Fogo e cinzas' e 'O caminho da água' nasceram como um filme só, diz James Cameron

Publicado em: 20/12/2025 04:00

James Cameron defende a liberdade criativa da captura de performance usada em 'Avatar' "Avatar: Fogo e cinzas" e o capítulo anterior da franquia nasceram como um só filme na cabeça de seu criador, o cineasta James Cameron. g1 já viu: 'Avatar: Fogo e cinzas' é montanha-russa estonteante na qual história é mero adendo O novo episódio, em cartaz nos cinemas brasileiros desde quinta-feira (18), se tornou algo próprio quando o diretor/corroteirista percebeu que tinha "história demais" — por mais que ambos tenham sido filmados ao mesmo tempo. "Estávamos tentando encaixar muita coisa no primeiro ato do filme 2, que acabou se tornando 'O caminho da água' (2022) — incluindo a transformação do Spider (Jack Champion), sobre a qual não queremos falar muito —, então eu dividi a história ao meio e movi isso para fora, e isso se tornou o elemento central de 'Fogo e cinzas'", afirma o cineasta, em um hotel de Los Angeles, em entrevista ao g1. Até por isso, o filme é uma continuação muito mais direta de seu antecessor do que o subtítulo sugere — e também muito mais ligado aos oceanos da lua de Pandora, onde a história acontece desde o estrondoso sucesso do primeiro "Avatar", que arrecadou quase US$ 3 bilhões desde 2009. A trama acompanha novamente o antigo soldado reencarnado como Na'Vi (Sam Worthington), agora lidando com as consequências emocionais e familiares da perda do filho mais velho (Jamie Flatters). Para proteger os mares de seu lar da ambição dos colonizadores humanos, ele busca novos e antigos aliados enquanto enfrenta uma nova dinâmica dentro da própria família — especialmente na relação com Neytiri (Zoë Saldaña). Mais do que a introdução do Povo das Cinzas, a tribo hostil de Na’Vi apresentada no filme, Cameron diz que o coração da história está na continuidade direta dos arcos iniciados em "O caminho da água". "É na continuação dos arcos dos personagens do 2 para o 3 onde eu acho que está a força: o que acontece com o Spider, o que acontece com a Kiri (Sigourney Weaver), o que acontece com o Jake e a Neytiri e o casamento deles, a história de amor deles, que agora está sendo despedaçada pela perda do filho mais velho, e pelo ódio e pela fúria dela, que se tornam bastante racistas no filme." Sam Worthington em cena de 'Avatar: Fogo e cinzas' Divulgação Uma ideia na cabeça e um Cameron na mão A captura de performance — tecnologia que transfere com precisão as atuações dos atores para os personagens digitais — de "Fogo e cinzas" e "O caminho da água" levou cerca de 18 meses, um tempo muito maior do que o de uma filmagem tradicional. As gravações de "Titanic", outro sucesso gigantesco da carreira de Cameron, levaram cerca de seis meses, por exemplo. Com os "Avatar", o processo lhe dá uma liberdade inédita. Por mais árduo que seja o processo do registro das atuações, depois disso os atores estão livres para seguirem para o próximo projeto — e o cineasta, por sua vez, tem controle quase absoluto sobre as performances. "Agora eu posso estar aqui ou posso estar filmando de um helicóptero, ou qualquer coisa entre uma coisa e outra. Posso pegar uma cena de dia e transformá-la em uma cena noturna. Posso adicionar chuva. Posso fazer todo tipo de coisa." Apesar da ambição técnica e do histórico de sucesso da franquia, o futuro de "Avatar" ainda não está garantido. Mesmo com mais de US$ 5 bilhões arrecadados pelos dois primeiros filmes, Cameron diz que a série ainda precisa se provar como modelo de negócio sustentável. "Até agora, batendo na madeira, tivemos sorte, mas dois filmes não traçam muita curva, certo? Precisamos de um terceiro — precisamos de um terceiro ponto de dados para ver o quão viável essa franquia é." Oona Chaplin em cena de 'Avatar: Fogo e cinzas' Divulgação Com orçamento estimado em cerca de US$ 400 milhões e outros US$ 150 milhões destinados a marketing, "Fogo e cinzas" precisa arrecadar quase o triplo desse valor para ser considerado rentável. "Até algumas das franquias de elite, como 'Star Wars' e Marvel, tiveram seus altos e baixos. E nós nem estamos nesse patamar ainda", afirma. As histórias de "Avatar 4" e "Avatar 5" já estão escritas, segundo o diretor, mas sua realização depende do desempenho do terceiro capítulo. "Eu sei o que faria se fizermos esses filmes. E as histórias são muito boas. Mas isso precisa funcionar como um modelo de negócio. Há muitos empregos em jogo. Há muito dinheiro em jogo." Zoe Saldaña em cena de 'Avatar: Fogo e cinzas' Divulgação

Palavras-chave: tecnologia

Carro de mãe e filho mortos em acidente em MG ficou entre dois veículos

Publicado em: 20/12/2025 04:00

Mãe e filho de 3 anos morrem em acidente na BR-153 O veículo em que estavam mãe e filho que morreram após acidente registrado na quinta-feira (18) na BR-153, em Prata, no Triângulo Mineiro, foi atingido pela frente e pela traseira. A informação foi confirmada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta sexta-feira (19). Segundo o inspetor Filipe Saad, até o momento não é possível determinar a dinâmica do acidente. As circunstâncias só serão esclarecidas após a finalização do Laudo Pericial de Sinistro de Trânsito (LPST). "A previsão é de que ele fique pronto em cinco dias, mas as equipes dependem de algumas informações, então esse prazo pode ser prorrogado", afirmou. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp As vítimas foram identificadas como Marcela de Oliveira Silva, de 42 anos, e seu filho Luis Eduardo Vieira Rodrigues de Oliveira, de 3 anos. De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma carreta teria atingido o carro em que estavam mãe e filho. No entanto, a informação não foi confirmada pela PRF. Marcela morreu no local. A criança chegou a ser socorrida em estado grave e levada para o Pronto Socorro Municipal de Prata, mas não resistiu aos ferimentos. O pai da criança, que também estava no veículo, também foi levado ao mesmo hospital após entrar em estado de choque. Na manhã de sexta-feira (19), segundo a unidade hospitalar, ele permanecia internado em observação, sem risco. Marcela era artesã, zootecnista e mestre em Produção Animal pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Atuava com papelaria criativa e, em sua última postagem nas redes sociais, no dia 14 de dezembro, compartilhou um trabalho de encadernação personalizada com a mensagem: “Que 2026 venha leve, suave e cheio de luz”. Traslado para a Paraíba De acordo com a Funerária LIV, responsável pela preparação e transporte dos corpos, Marcela e Luis Eduardo serão levados para Alagoa Grande (PB), cidade natal da família. Na manhã de sexta-feira, os familiares ainda decidiam se o traslado seria feito por via terrestre ou aérea para agilizar o processo. O prefeito de Alagoa Grande, Neto Carneiro (PRD), lamentou a tragédia e contou ao g1 que Marcela pertencia a uma família tradicional da cidade, com histórico político. Ela é filha do ex-vereador Moacir Carlos e sobrinha do atual presidente da Câmara Municipal, Marcelo Carlos da Silva (PP). O avô de Marcela também foi vereador na cidade. A família viajava de férias para a Paraíba, quando sofreu o acidente. Nas redes sociais, o prefeito divulgou uma nota de pesar lamentando a morte de Marcela e do filho e se solidarizando com os familiares. Marcela e o filho Luis Eduardo, vítimas do acidente na BR-153 Redes sociais/Reprodução Acidente envolveu carreta e três carros O acidente envolveu três carros e uma carreta na tarde de quinta-feira (18), no km 94 da BR-153, próximo a Prata. Segundo o Corpo de Bombeiros, eles estavam em um dos veículos de passeio atingidos pela carreta. Ao g1, o comandante do Corpo de Bombeiros de Prata, tenente André Mariano, afirmou que as equipes retornavam de uma ocorrência quando se depararam com o acidente. LEIA TAMBÉM: Motorista morre em acidente com possível salto de caminhão Quem era o motorista que morreu após possível salto de caminhão Após falhas mecânicas, megacarga chega em Campo Florido Pai da criança e condutor do veículo saiu ileso Corpo de Bombeiros/Divulgação O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a concessionária Triunfo Concebra e equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) também atuaram na ocorrência. De acordo com a concessionária, o acidente ocorreu por volta das 14h20, e a rodovia permaneceu interditada nos dois sentidos por quase três horas para atendimento às vítimas, retirada dos veículos e limpeza da via. Infográfico - acidente na BR-153, em Prata, no Triângulo Mineiro Arte/g1 VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Palavras-chave: câmara municipal

Quem era adolescente promessa das corridas de cavalos que morreu aos 16 anos em acidente na reta final de prova no RJ

Publicado em: 20/12/2025 01:00

Adolescente promessa das corridas de cavalos morre após queda no Hipódromo da Gávea Joaquim Pavoski Dapper tinha apenas 16 anos, mas já carregava um grande sonho: ser um dos principais nomes do turfe brasileiro. Ele morreu após sofrer uma queda durante um páreo no Hipódromo da Gávea, no Rio de Janeiro, no dia 9 de dezembro. Desde então, estava internado, mas não resistiu. A morte cerebral foi confirmada na quarta-feira (17). Natural de Faxinalzinho, no Norte do Rio Grande do Sul, cidade com pouco mais de 2,5 mil habitantes, ele começou a montar aos 12 anos e conquistou espaço no meio das corridas de cavalos. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Conhecido nas pistas como J. Pavoski, o adolescente estreou no Hipódromo da Gávea há três meses: venceu logo na primeira participação. Joaquim era filho de Ivonei Dapper, secretário de Comércio e Turismo de Faxinalzinho, e de Jucélia Pavoski Dapper, vereadora. Prefeitura e Câmara Municipal divulgaram notas de pesar pelo falecimento do adolescente, destacando o impacto da perda para a comunidade: "Neste momento de dor e consternação, a Administração Municipal expressa suas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com Joaquim", diz a publicação. O Jockey Club Brasileiro também lamentou a morte e ressaltou a trajetória do aprendiz: "Reiteramos nosso compromisso de apoiar os profissionais do esporte em todas as circunstâncias e agradecemos a dedicação de todos que acompanharam a trajetória de J. Pavoski." Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre velório ou cerimônia de despedida. Joaquim Pavoski Dapper era promessa do turfe e morreu após acidente em hipódromo no RJ Sylvio Rondinelli/Jockey Club Brasileiro O acidente No dia do acidente, Joaquim estava no grupo intermediário da prova, atrás dos líderes, quando caiu a poucos metros da linha de chegada (veja vídeo acima). O primeiro atendimento foi feito pela equipe médica do hipódromo. Depois, ele foi levado para o Hospital Miguel Couto e, no sábado (13), transferido para o Hospital Pasteur. A morte cerebral foi confirmada na quarta-feira (17), e um exame complementar no dia seguinte oficializou o óbito, segundo o Jockey Club Brasileiro. Joaquim Pavoski Dapper era promessa do turfe e morreu após acidente em hipódromo no RJ Divulgação/Câmara Municipal de Faxinalzinho VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Palavras-chave: câmara municipal

Empresa chinesa dona do TikTok fecha acordo para vender operação da plataforma nos EUA

Publicado em: 19/12/2025 21:40

Empresa chinesa dona do TikTok fecha acordo para vender a filial da rede social nos EUA A empresa chinesa dona da rede social TikTok fechou um acordo para vender a operação da filial plataforma nos Estados Unidos. A companhia ByteDance fechou o negócio com três empresas: Oracle, uma das primeiras criadoras de bancos de dados dos Estados Unidos; Silver Lake, uma firma de investimentos que compra partes de empresas de tecnologia - como o X e o Airbnb; MGX, um fundo dos Emirados Árabes que investe em inteligência artificial. Elas serão responsáveis por armazenar os dados dos usuários americanos em data centers da Oracle. Também vão assumir o controle do algoritmo que determina o que os americanos veem quando abrem o aplicativo, além de tomar decisões de moderação sobre o que pode ou não ser publicado. Essas três empresas vão controlar 45% do TikTok. O restante será divido entre investidores menores. As informações são de um memorando interno que o CEO do TikTok, Shou Chew, enviou aos funcionários. A imprensa americana teve acesso ao documento. O CEO deu a entender que o acordo será celebrado no dia 22 de janeiro de 2026. O negócio é para manter o TikTok funcionando nos Estados Unidos depois de uma batalha que já dura seis anos. Começou em 2019, quando autoridades apontaram que o crescimento do aplicativo poderia fazer com que o governo chinês tivesse acesso aos dados dos usuários americanos e pudesse usá-los para influenciar pessoas. Foi em meio às manifestações “Vidas Negras Importam”, amplificadas em grande parte pelas redes sociais, que Donald Trump transformou a questão em bandeira política. No verão de 2020, assinou um decreto para banir o TikTok nos Estados Unidos, caso a rede social não fosse vendida para uma empresa americana. Citou risco à segurança nacional. O TikTok virou bandeira de campanha de Trump para tentar a reeleição, disputa que ele perdeu para Joe Biden. Mas o novo presidente continuou a luta de maneira silenciosa. Os dados dos americanos no TikTok passaram a ser armazenados nos servidores da Oracle. No Congresso, os dois partidos - democrata e republicano - manifestaram preocupação com uma possível interferência da China. Os parlamentares aprovaram uma lei que também exigia a venda da operação do TikTok nos Estados Unidos para uma empresa local, sob pena de banir a plataforma. O prazo para isso vencia no começo de 2025, quando Trump assumiu, mas o presidente estendeu o prazo várias vezes até 16 de dezembro. São 170 milhões de usuários do TikTok nos Estados Unidos. A plataforma é uma das maiores para lançar movimentos - principalmente entre os mais jovens. O acordo para manter o TikTok funcionando mostra que, quando se entende o escopo cultural das redes sociais, o governo americano aplica dois pesos e duas medidas. Trump já chamou de censura e de ataque à liberdade de expressão as tentativas da Europa e do Brasil de regular as redes sociais para combater a desinformação e o discurso de ódio e antidemocrático. O acordo com o TikTok escancara a contradição: censura quando são os outros, segurança nacional quando se trata deles mesmos. LEIA TAMBÉM TikTok assina acordo para venda nos Estados Unidos, diz agência ByteDance assina acordo para transferir controle do TikTok nos EUA a nova empresa

Lançamento do foguete que faria 1º voo comercial espacial do Brasil é adiado pela 3ª vez; entenda o que acontece agora

Publicado em: 19/12/2025 21:12

Foguete sul-coreano HANBIT-Nano posicionado na plataforma de lançamento no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão Força Aérea Brasileira (FAB) O lançamento do foguete que fará o primeiro voo comercial partindo do Brasil, previsto para esta sexta-feira (19), foi adiado pela terceira vez, segundo comunicado emitido pela Força Aérea Brasileira (FAB), pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Innospace, empresa responsável pelo foguete sul-coreano HANBIT-Nano. O cancelamento aconteceu pela necessidade da realização de inspeção técnica no funcionamento da válvula utilizada para o abastecimento do tanque de metano líquido do segundo estágio do foguete. Uma nova data de lançamento não foi divulgada. O período deve ser informado somente após uma definição entre as autoridades brasileiras e a empresa sul-coreana. Terceiro adiamento Esta é a terceira vez que o lançamento do foguete HANBIT-Nano é reprogramado. Em 21 de novembro, véspera da data inicialmente prevista, a missão já havia sido adiada para a realização de ajustes adicionais no veículo e avaliação do desempenho durante o voo. O lançamento foi remarcado para 17 de dezembro. Entretanto, a missão precisou cancelada após a detecção de uma "anomalia no dispositivo de resfriamento do sistema de fornecimento de oxidante do primeiro estágio do foguete, durante o procedimento de inspeção final de lançamento". O problema foi corrigido com a troca de componentes do foguete e a data foi remarcada para a sexta-feira (19). Nesta sexta-feira, o horário de lançamento estava previsto para às 15h34, mas foi alterado para às 17h devido ao tempo nublado em Alcântara. O horário foi alterado novamente para às 21h, após ser identificado um problema no fornecimento de energia elétrica em solo no local de lançamento. O que acontece agora? ❓ A janela de lançamento do foguete — período em que ele pode ser lançado — segue aberta até o dia 22 de dezembro de 2026. Caso até essa data o foguete não seja lançado, uma nova janela de lançamento deve ser informada. O período deve ser definido entre a empresa responsável pelo foguete, a Força Aérea Brasileira e a Agência Espacial Brasileira. As datas devem considerar condições climáticas favoráveis para o lançamento. Conheça o HANBIT-Nano Como é o foguete que fará o primeiro voo comercial partindo do Brasil? O HANBIT-Nano é capaz de atingir a atmosfera e chegar ao espaço em até três minutos, tem 21,9 metros de altura, pesa 20 toneladas e possui 1,4 metro de diâmetro (veja mais detalhes abaixo). Em sua trajetória até a órbita da Terra, ele pode chegar a 30 mil km/h. Em números simplificados, ele equivale à altura de um prédio de sete andares, pode voar até 30 vezes mais rápido que um avião comercial e tem peso semelhante ao de quatro elefantes africanos. Batizada de Spaceward, a missão envolve um trabalho coordenado pela Força Aérea Brasileira (FAB) e pela Agência Espacial Brasileira (AEB). O objetivo é levar ao espaço cinco satélites e três dispositivos que auxiliarão pesquisas em mais de cinco áreas, desenvolvidas por instituições do Brasil e da Índia. Foguete que fará o 1º voo comercial no Brasil levará ao espaço satélites para estudos ambientais, de comunicação e análise solar 1º lançamento do Brasil de foguete comercial é adiado para dezembro 🌌🔭 Quando lançado, o foguete HANBIT-Nano poderá ser visto a olho nu dos céus de Alcântara (MA) e em parte do litoral de São Luís (MA). Se bem-sucedido, o lançamento pode representar um avanço do Brasil rumo ao mercado global de lançamentos espaciais. A compensação monetária paga pela Innospace ao governo brasileiro para a missão não foi informada. Ao g1, a Agência Espacial Brasileira (AEB) informou que a Innospace firmou um acordo de prestação de serviços pelo valor mínimo de retribuição ao Estado com o Governo Brasileiro. Essa modalidade não prevê lucro. ENTENDA: Como será e por que 1º voo comercial de foguete no Brasil pode colocar país na rota do mercado espacial Conheça a sala de controle e entenda como funciona a operação de lançamento do foguete do 1º voo comercial espacial no Brasil Arte: Como é o foguete HANBIT-Nano Arte/g1 Nova fase Foguete HANBIT-Nano será lançado neste sábado (22) no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão INNOSPACE A Operação Spaceward, que vai lançar o HANBIT-Nano, marca o início de uma nova era do Programa Espacial Brasileiro. O foguete pode inserir o Brasil no mercado global espacial, contribuir na melhora da tecnologia dos dispositivos espaciais e atrair novos investimentos estrangeiros, alavancando o Programa Espacial Brasileiro. A abertura da base ao mercado de lançamento de foguetes comerciais em Alcântara começou a se tornar possível devido a um Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) assinado pelos governos brasileiro e dos EUA, em 2019. Pelo acordo, dispositivos desenvolvidos com tecnologia norte-americana e por empresas privadas autorizadas por ele poderiam ser lançados de Alcântara, e o Brasil ficaria habilitado a receber uma compensação monetária. Isso porque são os EUA que produzem grande parte dos componentes presentes em foguetes lançados no mundo. Porém, os norte-americanos não autorizam esses dispositivos a serem lançados por países nos quais eles não possuem acordos na área espacial. Com a assinatura, em 2019, o processo foi simplificado. "Antigamente não era proibido, mas para cada lançamento que você fizesse, precisava de uma autorização especial. Agora, é muito mais fácil", explicou Marco Antonio Chamon, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB). Arte: Por que Alcântara? Arte/g1

Palavras-chave: tecnologia

VÍDEO mostra primeiro voo de protótipo de carro voador da Embraer

Publicado em: 19/12/2025 20:55

Vídeo mostra voo de protótipo de carro voador, no interior de SP (Reprodução/Eve Air Mobility) Um vídeo mostra o primeiro voo do protótipo de carro voador criado pela Eve Air Mobility, empresa controlada pela Embraer. As imagens foram produzidas pela própria desenvolvedora da aeronave e divulgadas com exclusividade ao Jornal Nacional nesta sexta-feira (19). O teste foi realizado em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo. O voo durou cerca de um minuto. A aeronave subiu verticalmente até aproximadamente 12 metros de altura, sem movimentos laterais. O protótipo do carro voador entrou em operação por controle remoto, sem passageiros ou piloto. "Foi um voo muito suave, muito estável, muito controlado. Então, a gente ficou muito satisfeito com essa resposta. Faz parte do processo de desenvolvimento do veículo comercial", avaliou o diretor de tecnologia da Eve, Luiz Valentini. Protótipo de carro voador voa por cerca de 1 minuto, em teste no interior de São Paulo Reprodução/Eve Air Mobility Segundo a Eve, este modelo ainda não possui cabine para passageiros. Na versão final, a expectativa é que a aeronave transporte até quatro passageiros, além do piloto, em viagens de curta distância de até 100 quilômetros, como, por exemplo, entre bairros ou cidades próximas. A proposta é que o veículo funcione como uma alternativa ao trânsito em grandes centros urbanos. De acordo com a empresa, o carro voador é totalmente elétrico, tem cerca de 12 metros de comprimento por 15 metros de largura e é impulsionado por oito rotores e uma hélice. A Eve planeja iniciar as operações comerciais em 2027, mas enfrenta concorrência de outras empresas que também desenvolvem aeronaves semelhantes, como a norte-americana Joby Aviation e a chinesa EHang, que apostam no serviço de táxi aéreo. Carro voador da Embraer faz primeiro voo Divulgação/Eve A projeção da empresa é a de que a frota mundial de eVTOLs pode chegar a 30 mil unidades até 2045. A expectativa é que mais de 3 bilhões de passageiros sejam transportados nesse período. "Esse voo vai ajudar pra poder confirmar os primeiros pedidos, que foi o que aconteceu neste ano com o primeiro contrato firme, no meio do ano, com um cliente brasileiro. Cinquenta veículos, e vai poder sair da nossa fábrica, no Vale do Paraíba", disse o CEO da Eve, Johann Bordais. Antes de entrar em operação, o carro voador ainda precisará passar por centenas de testes e pelas etapas de certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). "A Anac, para os eVTOLs, vai sempre analisar e regular aspectos de segurança. E outras coisas virão. Pilotos: como serão treinados. Os mecânicos, os que estamos chamando de vertiportos, que são os aeroportos onde essas aeronaves vão pousar, ela tem que recarregar, tem que levar uma estrutura de energia. Então tudo isso está sendo analisado. Mas sempre segurança em primeiro lugar", afirmou o presidente da Anac, Tiago Chagas Faierstein. Carro voador da Eve, subsidiária da Embraer Reprodução/TV Vanguarda Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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'CEI da Sucata' que investiga suposto desvio de materiais na Emdurb realiza primeira reunião em Bauru

Publicado em: 19/12/2025 20:40

'CEI da Sucata' define cronograma de trabalho em primeira reunião em Bauru A Comissão Especial de Inquérito (CEI), conhecida como “CEI da Sucata”, realizou na manhã desta quinta-feira (19) a primeira reunião na Câmara Municipal de Bauru (SP). O encontro teve como objetivo definir o cronograma de trabalho, estabelecer prioridades e agendar os próximos compromissos. Estiveram presentes seis vereadores membros da CEI, além de um representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Participaram os vereadores Marcelo Afonso (PSD), presidente da comissão; Júlio César (PP), Edson Miguel (Republicanos), Arnaldinho Ribeiro (Avante), Estela Almagro (PT) e Márcio Teixeira (PL). Seis dos sete membros da CEI da Sucata estiveram presentes na primeira reunião Câmara Municipal de Bauru/Divulgação O relator da CEI, vereador Sandro Bussola (MDB), não compareceu ao encontro. Inicialmente, foi identificado pelas redes sociais que o parlamentar estava em viagem aos Estados Unidos. Após a reunião, Bussola enviou nota à TV TEM informando que já tinha compromissos familiares agendados antes da instauração da CEI. Segundo ele, como as reuniões são gravadas e registradas em atas, já tomou conhecimento de todas as deliberações. A comissão vai investigar denúncias sobre a destinação irregular de materiais danificados após um vendaval que atingiu a cidade em 22 de setembro de 2025. O temporal causou estragos em diversos pontos da cidade, como queda de árvores, danos em semáforos, na rede elétrica, em residências e em prédios públicos, além de destruir parte da cobertura do Terminal Rodoviário. Processo de reconstrução da estrutura do telhado do Terminal Rodoviário em Bauru (SP) Joabe Guaranha/Prefeitura de Bauru A denúncia aponta que a Emdurb teria vendido materiais inservíveis e sucatas de forma direta, sem a realização de leilão público, o que pode contrariar a legislação vigente. Durante o encontro desta sexta-feira, os vereadores decidiram solicitar à Emdurb o envio de documentos, como a ordem de serviço da venda dos materiais, a relação de funcionários envolvidos, extratos bancários e um relatório com os bens patrimoniais. Também foram definidas duas diligências: uma visita à sede da Emdurb, marcada para a próxima terça-feira, e outra ao delegado responsável pelo inquérito na Polícia Civil, ainda sem data definida. Em nota, a Emdurb nega irregularidades e afirma que todos os procedimentos foram realizados dentro da legalidade. A empresa também informou que abriu um processo interno para apurar os fatos. O caso também é investigado pela Polícia Civil. A próxima reunião da CEI está marcada para o dia 5 de janeiro, quando está prevista a oitiva da presidente da Emdurb, Ghislaine Magrini. Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

Palavras-chave: câmara municipal

Suspeito de tráfico de drogas, quem era o ex-vereador de João Alfredo que foi morto em ação policial

Publicado em: 19/12/2025 20:12

Ex-vereador morre após ação policial com a PM José Joacir Cristóvão da Silva, conhecido como Oim, ex-vereador de João Alfredo, morreu aos 47 anos durante uma operação da Polícia Militar realizada na tarde da quinta-feira (18), em Vertentes, no Agreste de Pernambuco. Ele respondia a várias ações penais na Justiça por crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, receptação, receptação qualificada, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e prisões em flagrante. Os processos tramitavam em diferentes unidades do Judiciário, entre elas a Vara Única da Comarca de João Alfredo, a Vara Criminal da Comarca de Surubim e a Vara Única da Comarca de Bom Jardim, conforme registros judiciais citados na Justiça Eleitoral. ✅ Receba as notícias do g1 Caruaru e região no seu WhatsApp Suspeito de chefiar organização criminosa Em 2024, José Joacir foi alvo de uma operação da Polícia Federal que o apontou como suspeito de chefiar uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas. A investigação era conduzida pela Polícia Federal do Mato Grosso do Sul e apurava a atuação de um grupo com ramificações em vários estados do país. Na ocasião, a Polícia Federal informou ter cumprido 12 mandados de prisão temporária, sete prisões em flagrante e 16 mandados de busca e apreensão em nove cidades de seis estados: Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, Santa Catarina e Goiás. Histórico eleitoral Segundo a plataforma Divulgacand, do Tribunal Superior Eleitoral, José Joacir teve a candidatura a vereador considerada inapta em 2024, quando concorreu pelo partido Podemos. O indeferimento ocorreu devido à existência de ações penais em andamento. Antes disso, ele havia sido eleito vereador de João Alfredo em 2016 pelo PSB e reeleito em 2020 pelo PSD, chegando a ocupar a presidência da Câmara Municipal. As informações constam nos registros oficiais da Justiça Eleitoral. Em 2020, José Joacir foi o vereador de João Alfredo eleito com o maior número de votos, com o total de 1.710 votos. Ainda de acordo com dados declarados ao TSE, o ex-vereador informou ter ensino fundamental incompleto como grau de instrução. João Alfredo José Joacir Cristóvão da Silva teve a candidatura inapta em 2024 Reprodução/TSE

Palavras-chave: câmara municipal

Mortes de ex-servidora pública e filho de 3 anos causam comoção, em Ceres

Publicado em: 19/12/2025 20:00

A morte de Marcela de Oliveira Silva, de 42 anos, ex-servidora pública de Ceres, e do filho Luís Eduardo Vieira Rodrigues de Oliveira, de 3 anos, causou forte comoção na cidade do norte goiano. Mãe e filho morreram após um grave acidente registrado na tarde de quinta-feira (18), na BR-153, em Prata, no Triângulo Mineiro. Apesar de residir atualmente em São Paulo, Marcela tinha uma trajetória profissional e pessoal ligada a Ceres, onde atuou como servidora pública e manteve vínculos afetivos e familiares. Ela viajava com o esposo e o filho quando o carro em que estavam se envolveu em uma colisão com três veículos de passeio e uma carreta, no km 94 da rodovia federal. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Segundo o Corpo de Bombeiros, Marcela morreu ainda no local do acidente. O filho foi socorrido em estado grave e encaminhado ao Pronto-Socorro Municipal de Prata, mas não resistiu aos ferimentos. O pai da criança também foi levado ao hospital e permanece em observação médica. A dinâmica do acidente segue sendo apurada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A rodovia ficou interditada por quase três horas, nos dois sentidos, para atendimento às vítimas e remoção dos veículos. Além dos bombeiros, equipes do Samu, da concessionária Triunfo Concebra e da PRF atuaram na ocorrência. Marcela de Oliveira Silva e o filho, Luís Eduardo, de 3 anos, morreram em um acidente na BR-153, em Prata (MG). Marcela era ex-servidora pública do município de Ceres, que manifestou pesar pela morte Reprodução/Instagram de Dimalu Acessórios LEIA TAMBÉM: Auxiliar de saúde bucal morre em acidente na GO-060 Ônibus tomba com quase 50 ocupantes e deixa passageiros gravemente feridos, diz PRF Mulher morre em acidente após moto bater em carro e invadir igreja, em Goiás Nota de pesar e manifestações de solidariedade Diante da tragédia, a Câmara Municipal de Ceres publicou uma nota oficial de pesar, destacando a trajetória de Marcela como ex-servidora da Casa e prestando solidariedade aos familiares e amigos. No comunicado, o Legislativo ceresino lamentou profundamente a perda e manifestou condolências neste momento de dor. Nas redes sociais, moradores de Ceres, amigos, ex-colegas de trabalho e familiares expressaram choque e tristeza com a morte de Marcela e do filho. Comentários falam de incredulidade, dor e lembranças afetivas, reforçando o impacto da perda na comunidade. “Minha ex-professora Mazinha… ainda sem acreditar”, escreveu uma internauta. “Uma dor insuportável estamos sentindo. Só Cristo para confortar”, comentou outra. “Muito triste ver minha amiga partir tão cedo com seu filhinho”, disse uma amiga da família. O caso transformou uma tragédia ocorrida fora do estado em um luto coletivo em Ceres, cidade que marcou a história de Marcela e agora se despede, com pesar, dela e do filho. Acidente na BR-153, em Prata (MG), envolveu três carros de passeio e uma carreta. Marcela de Oliveira Silva, ex-servidora pública de Ceres, e o filho dela, de 3 anos, morreram após a colisão Divulgação/Corpo de Bombeiros 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

Palavras-chave: câmara municipal

Bazar oferece perfumes e eletrônicos abaixo do preço para ajudar o hospital do câncer

Publicado em: 19/12/2025 19:46

Bazar do Bem – Solidariedade que Salva Vidas Divulgação Na próxima terça-feira (23), o Hospital de Câncer Alfredo Abrão, em Campo Grande, vai realizar um bazar com mais de 20 mil produtos novos, doados pela Receita Federal. Os preços serão abaixo do mercado e toda a renda será destinada ao hospital, referência no tratamento de câncer. Os produtos foram doados pela Receita Federal de Ponta Porã (MS), através do Programa Cidadania Fiscal. O bazar será realizado no hospital, na Rua Marechal Rondon, nº 1053. As vendas serão a partir das 8h às 18h, com pagamento por Pix, dinheiro, débito ou crédito. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 O “Bazar do Bem – Solidariedade que Salva Vidas” ainda define os preços, mas já divulgou alguns itens que estarão disponíveis. Entre os eletrônicos, haverá celulares Xiaomi dos modelos Note 50, 14C e Poco, e smartwatches. O público também encontrará roupas, malas e garrafas térmicas. Entre os destaques estão perfumes importados. O valor arrecadado será usado na construção de um bunker para abrigar o novo Acelerador Linear, equipamento de última geração utilizado em radioterapia. Segundo o hospital, a tecnologia vai garantir mais precisão, segurança e agilidade nos tratamentos, aumentando as chances de cura e a qualidade de vida dos pacientes. Sueli Lopes Telles, presidente do HCAA ressalta a importância do bazar nos futuros projetos do hospital. “A construção do bunker é prioridade. Ele abrigará este equipamento, que simboliza um marco histórico para a oncologia no Estado e um grande benefício para nossos pacientes. Cada contribuição, cada compra realizada no bazar, se transforma em esperança, em mais chances de tratamento e em vidas salvas.” Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Palavras-chave: tecnologia

Primeiro voo de protótipo nacional de carro voador é considerado “suave e estável”

Publicado em: 19/12/2025 19:46

Carro voador da Eve, subsidiária da Embraer Divulgação A Eve Air Mobility, empresa subsidiária da Embraer, realizou, nesta sexta-feira (19), o primeiro voo do protótipo do carro voador. Na avaliação do diretor de tecnologia da Eve, Luiz Valentini, o voo foi suave e estável. "Foi um voo muito suave, muito estável, muito controlado. Então, a gente ficou muito satisfeito com essa reposta. Faz parte do processo de desenvolvimento do veículo comercial", avaliou. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp O voo inaugural foi realizado no início da manhã desta sexta, na maior pista de aviação do hemisfério sul, que fica na planta da fábrica da Embraer em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo. Segundo a Eve, o voo inaugural inicia a fase de testes de voo dos carros voadores. Os eVTOLs ainda precisam da certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar. O CEO da empresa, Johann Bordais, a expectativa agora é que, em 2027, a Eve possa produzir o primeiro protótipo de certificação. "Esse primeiro voo marca uma campanha de ensaios e voos para este veículo, este protótipo de engenharia. Nos próximos 12 meses, vai voar centenas de voos. O ano que vem nós vamos produzir o primeiro protótipo de certificação. Junto vamos ter seis veículos, e junto com a Anac vamos poder começar esse processo de certificação para chegar em 2027", afirmou. A empresa disse que, durante o voo do protótipo, foi verificada a integração dos oito propulsores e avaliado o gerenciamento de energia, além de poderem observar o nível de ruído emitido. Ainda segundo a Eve, o protótipo se comportou conforme o esperado. Protótipo do carro voador da Embraer faz 1º voo no interior de SP Protótipos Popularmente chamados de carros voadores, os eVTOLs (veículos elétricos de pouso e decolagem vertical) são produzidos em Taubaté (SP), em uma planta com capacidade para fabricar até 480 unidades por ano. Os veículos continuam em fase de testes e devem entrar em operação em 2027. O modelo tem capacidade para cinco pessoas (quatro passageiros e um piloto) e autonomia de 100 quilômetros, o que permite cobrir trajetos urbanos curtos, como conexões entre cidades e centros comerciais, por exemplo. Atualmente, há cerca de 3 mil unidades do carro voador encomendadas. A Eve prevê iniciar as entregas dos eVTOLs em 2027, mesmo ano em que pretende começar as operações comerciais com os veículos elétricos de decolagem e pouso vertical. A projeção da empresa é a de que a frota mundial de eVTOLs pode chegar a 30 mil unidades até 2045. A expectativa é que mais de 3 bilhões de passageiros sejam transportados nesse período. "A ANAC, para os eVTOLs vai sempre analisar e regular aspecto de segurança. E outras coisas virão. Pilotos: como serão treinados. Os mecânicos, os que estamos chamando de veritportos, que são os aeroportos onde essas aeronaves vão pousar, ela tem que recarregar, em que levar uma estrutura de energia. Então tudo isso está sendo analisado. Mas sempre segurança em primeiro lugar", afirmou o presidente da ANAC, Tiago Chagas Faierstein. Carro voador da Embraer faz primeiro voo Divulgação/Eve A empresa também estima que a operação e venda dos eVTOLs podem gerar receita de US$ 280 bilhões (mais de R$ 1,5 trilhão) até 2045. No começo do mês, a empresa recebeu um empréstimo de R$ 200 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O valor é usado para trabalhar na fase de integração dos motores elétricos, além de fazer testes do protótipo para certificação do eVTOL, preparando o veículo para a campanha de testes para obtenção do certificado junto à Anac. As diferenças entre helicóptero, eVTOL e avião elétrico Daniel Ivanaskas/Arte g1 Protótipo de 'carro voador' em escala real Divulgação/Eve Air Mobility Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Palavras-chave: tecnologia

Programa de energia solar leva capacitação técnica a comunidades ribeirinhas do AM

Publicado em: 19/12/2025 19:33

Projeto é realizado em parceria com o Senai, com apoio do Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS) e da Suframa Divulgação Um programa educacional especializado em energia solar, desenvolvido pela BYD Indústria de Baterias LTDA, está levando capacitação técnica a comunidades ribeirinhas fora da região metropolitana de Manaus. A iniciativa integra os investimentos da empresa em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) voltados à região Norte e soma mais de R$ 1,1 milhão destinados ao fortalecimento da qualificação profissional e ao avanço tecnológico local. O projeto é realizado em parceria com o Senai, com apoio do Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS) e da Suframa, e tem como foco a inclusão produtiva e o desenvolvimento socioeconômico de comunidades que enfrentam limitações de acesso à energia elétrica. Ao todo, 320 alunos serão capacitados em 16 turmas, a bordo da embarcação Samaúma, barco-escola do Senai. A formação abrange sistemas fotovoltaicos, inversores de frequência, fundamentos da Indústria 4.0, eletricidade, tecnologia da informação, saúde e segurança, sustentabilidade e aplicações práticas da energia solar, preparando os alunos para atuar em um mercado em expansão e considerado estratégico para o país. “A energia solar é mais do que uma solução tecnológica. Em regiões isoladas, ela se torna essencial para garantir autonomia, desenvolvimento e oportunidades reais”, afirmou Tyler Li, presidente da BYD no Brasil. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Para o diretor regional do Senai no Amazonas, Rogério Azevedo, a iniciativa moderniza e fortalece a atuação histórica da instituição na região. “Com mais de 45 anos de experiência com os barcos-escola, poder ampliar esse trabalho com foco em novas tecnologias reforça nosso compromisso com a formação profissional e o desenvolvimento da Amazônia”, destacou. Além da qualificação, o programa também avalia soluções de energia off-grid com baterias de lítio, capazes de oferecer fornecimento energético independente da rede convencional, tecnologia considerada adequada à realidade ribeirinha, que enfrenta desafios de infraestrutura elétrica.

Palavras-chave: tecnologia

Fugini revela como tradição e tecnologia moldam sua produção

Publicado em: 19/12/2025 19:24

Tomates seguem da lavoura diretamente para o processamento. Divulgação Nos primeiros raios da manhã, quando as pessoas da cidade ainda nem começaram o dia, tem início um percurso desconhecido por milhões de brasileiros: o caminho do tomate, do milho e de diversos outros vegetais até a mesa. Muito antes de serem transformados em molhos e temperos, eles percorrem um trajeto que envolve tecnologia de ponta, pesquisa, manejo agrícola sustentável, colheita e processamento. Tudo começa pela escolha das sementes, selecionadas para garantir resistência, produtividade e sabor. Depois, vêm o preparo do solo, a irrigação planejada, os cuidados do plantio e o acompanhamento diário do desenvolvimento das plantas, mobilizando produtores e agrônomos em diferentes regiões do país até o momento da colheita. A partir daí, entra em cena uma logística complexa de caminhões e centros de recebimento, que trabalham com agilidade para que os vegetais cheguem às fábricas em condições adequadas para o processamento. Ali dentro, passam por triagem, lavagem, seleção e controles rígidos que determinam seu destino, seja para uso em polpas, extratos, molhos prontos ou outras aplicações que, finalmente, chegarão à mesa do consumidor. Da terra ao processo: tecnologia a serviço do campo Dentro desse percurso está a Fugini, marca brasileira que faz parte da rotina da cozinha, unindo tradição familiar, inovação tecnológica e respeito por quem faz o alimento nascer. Fundada há quase 30 anos em Monte Alto, no interior de São Paulo, a Fugini cresceu de forma progressiva, com raízes fortes e atenção constante ao que sustenta a colheita. O cuidado com a qualidade sempre foi o ponto de partida, e a relação de longa data com produtores rurais consolidou uma cultura que valoriza o trabalho humano no campo. A marca reconhece nesses agricultores uma fonte essencial de conhecimento, capaz de orientar escolhas e garantir que cada etapa respeite o ciclo natural do cultivo. Ao mesmo tempo, a empresa decidiu olhar para o futuro. Na última década, investiu fortemente em modernização de processos, incorporando tecnologias avançadas, incluindo drones, satélites e sistemas de inteligência artificial, para aprimorar o plantio, a colheita e o processamento do tomate. A tecnologia, no entanto, nunca ocupou o lugar da experiência: funciona como uma lente que amplia a precisão do olhar agrícola, ajudando a medir as condições do solo, prever demandas produtivas e analisar nível de maturação para garantir a qualidade do alimento, mantendo as pessoas no centro das decisões. A empresa utiliza sistemas que diminuem desperdícios, otimizam o uso da água, melhoram o aproveitamento de energia e monitoram indicadores ambientais. Cada avanço tem um propósito claro: garantir que o caminho dos tomates, dos milhos e de tantas outras matérias-primas seja eficiente sem perder o equilíbrio com o entorno. O compromisso ambiental não é tratado como um capítulo à parte, mas como núcleo da modernização. Tanta inovação também se reflete na embalagem: a Fugini foi pioneira na adoção do stand up pouch, o sachê que hoje está no centro das cozinhas, e do bico dosador, que tornou o uso mais prático e a conservação mais eficiente. Cuidado que dá resultado Esse encontro entre tradição e futuro se revela num produto final de qualidade. Hoje, a Fugini é líder nacional em molhos de tomate, milho-doce e outros vegetais prontos para consumo, com um portfólio que abrange também doces e outros molhos. Mais de 70% dos produtos não têm conservantes, além de terem baixo teor de sal e açúcar, pensados para entregar sabor com mais leveza, praticidade e equilíbrio. E, como vimos acima, tudo isso começa lá no campo, em uma trajetória emblemática. A matéria-prima chega fresca à fábrica, onde passa por processos que preservam o sabor natural. A tecnologia ajuda a controlar temperatura, tempo e textura, enquanto a experiência garante que o produto final mantenha a essência que tornou os produtos da Fugini presença cativa na mesa dos brasileiros. Saiba mais sobre a Fugini.