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PAT de Itapetininga inicia semana com mais de 300 vagas de emprego; confira

Publicado em: 22/09/2025 11:50

PAT de Itapetininga está com dezenas de vagas abertas com ou sem experiência. Reprodução O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Itapetininga (SP) oferece 339 vagas de emprego na segunda-feira (22) . Confira a lista completa de vagas abaixo. Ao todo, são 78 oportunidades para quem não possui experiência, 170 para candidatos com experiência, 26 vagas para jovem aprendiz, dez para estágio, 32 para Pessoas com Deficiências (PcDs) e 23 para vagas na região. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Os interessados nas vagas devem comparecer pessoalmente ao PAT, que fica na Rua Monsenhor Soares, nº 251, no Centro, e funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Vagas com experiência: Açougueiro - 5 Ajudante de Cozinha - 1 Ajudante Geral - 4 Almoxarife - 2 Analista Fiscal (Curso Superior Completo) - 1 Analista de P&D (Curso Superior ) - 1 Analista de Qualidade (Curso Superior ) - 1 Armador - 12 Assistente de Operações - 1 Assistente de Suporte Técnico II - 1 Assistente de Vendas - 2 Auxiliar Administrativo - 1 Auxiliar de Almoxarifado (Conhecimento em peças de caminhão e ferramentaria) - 1 Auxiliar de Compras - 2 Auxiliar de Cozinha (Sushiman) - 1 Auxiliar de Eletricista de Veículos - 1 Auxiliar de Escritório - 1 Auxiliar de Estoque - 1 Auxiliar de Limpeza - 1 Auxiliar de Manutenção Predial - 1 Auxiliar de Mecânico de Autos - 1 Auxiliar de Mecânico de Motos - 2 Auxiliar de Mecânico de Ônibus - 1 Auxiliar de Mecânico Diesel - 2 Auxiliar de Produção - 5 Auxiliar de Sondagem - 1 Auxiliar Técnico (Elétrica) - 1 Balconista - 2 Balconista de Padaria - 1 Carpinteiro - 10 Caseiro - 1 Chapeiro - 2 Controlador de Acesso - 1 Coordenador de Tecnologias Médicas - 1 Eletricista - 2 Eletricista de Veículos - 2 Eletricista Industrial - 1 Empregada Doméstica - 3 Encarregado Florestal - 1 Jardineiro - 1 Líder de Jardinagem - 1 Mecânico Alinhador - 1 Mecânico Automotivo - 1 Mecânico de Caminhão - 1 Mecânico de Motos - 1 Mecânico de Ônibus - 1 Mecânico Diesel - 3 Motoboy - 1 Motorista de Caminhão - 2 Motorista de Caminhão Toco (CNH D, MOPP) - 1 Motorista Entregador (CNH C) - 1 Motorista Socorrista (CNH C ) - 3 Operador de Caixa - 3 Operador de Guindaste (Crane Car) - 1 Operador de Máquinas Florestais (CNH B) - 1 Pedreiro - 34 Planejador de Obras - 1 Serralheiro - 10 Serralheiro Industrial - 1 Serviços Gerais - 5 Soldador - 1 Técnico de Manutenção de Equipamentos Biomédicos - 1 Técnico de Pós-Vendas - 1 Técnico de Telecomunicações (Suporte Técnico) - 1 Torneiro Mecânico - 1 Tratorista - 2 Vendedor Interno - 8 Vagas sem experiência: Ajudante Geral - 1 Analista de Laboratório (Curso Técnico na área) - 1 Assistente Técnico - Criador de Conteúdo - 1 Atendente de Telemarketing - 25 Auxiliar de Câmara Fria - 1 Auxiliar de Chapeiro - 2 Auxiliar de Manutenção de Piscinas - 1 Auxiliar de Mecânico (CNH B) - 1 Auxiliar de Produção - 6 Chapeiro - 1 Consultor Comercial - 1 Divulgador - 1 Gestor Comercial - 1 Mecânico de Ar Condicionado - 1 Montador de Brinquedos (CNH B) - 1 Operador de Loja - 1 Promotor de Vendas - 1 Serviços Gerais - 5 Vendedor (Vendas Internas e Externas, ser MEI) - 15 Vendedor Interno - 11 Vagas de 1º emprego: Assistente de Loja, 1º Emprego - 3 Jovem Aprendiz Mercado - 2 Jovem Aprendiz Produção - 1 Serviços Gerais, 1º Emprego - 20 Vagas de estágio: Estágio Administrativo - 4 Estágio Engenharia - 1 Estágio Gestão da Produção - 4 Estágio Marketing - 1 Vagas para PCD: Almoxarife (com experiência) - 1 Auxiliar Agrícola (com experiência) - 1 Auxiliar de Limpeza (com experiência) - 1 Auxiliar de Manutenção Predial (com experiência) - 1 Frentista - 26 Jardineiro (com experiência) - 1 Operador de Loja - 1 Vagas para a região de Itapetininga: Ajudante de Motorista (com experiência, vaga para São Miguel Arcanjo) - 1 Caseiro (com experiência, vaga para Porangaba) - 1 Fonoaudiólogo (vaga para trabalhar em Campina do Monte Alegre) - 1 Nutricionista (vaga para trabalhar em Campina do Monte Alegre) - 1 Servente de Obras (vaga para trabalhar na região) - 16 Técnico em Segurança do Trabalho (sem experiência, curso, vaga pra trabalhar na região) - 1 Técnico em Enfermagem (vaga para trabalhar em Campina do Monte Alegre) - 1 Terapeuta Ocupacional (vaga para trabalhar em Campina do Monte Alegre) - 1 Confira outros destaques do g1: g1 em 1 minuto: Quem eram os homens encontrados mortos após desaparecerem no PR Quem eram os homens encontrados mortos após desaparecerem durante viagem ao interior do PR para cobrar dívida Especialista explica que manchas funcionam como impressões digitais da onça-pintada Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

Palavras-chave: tecnologia

Prefeita de Juiz de Fora veta projeto que previa o retorno de pessoas em situação de rua à cidade de origem

Publicado em: 22/09/2025 11:44

Moradores em situação de rua em Juiz de Fora, foto de arquivo Reprodução/TV Integração A prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), vetou integralmente o projeto de lei n.º 38/2025, aprovado em 25 de agosto pela Câmara Municipal, que criava o programa “De Volta para Minha Terra”. A decisão foi publicada na última quinta-feira (18) no Atos do Governo. A proposta, de autoria da vereadora Roberta Lopes (PL), previa apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade social que desejassem retornar à cidade de origem, tendo como objetivo “promover a reintegração social, reconstruir vínculos familiares e devolver dignidade a cidadãos em situação de vulnerabilidade”. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Para a prefeita, o projeto é inconstitucional, pois atribuía funções diretas a órgãos da Prefeitura, como a Secretaria de Assistência Social e a Secretaria de Direitos Humanos. 🔎 De acordo com a Constituição Federal e a Lei Orgânica do Município, somente o Executivo pode propor leis que criem programas, políticas públicas ou obrigações para secretarias municipais. Outro ponto apontado por Margarida foi o impacto financeiro. “O projeto geraria despesas permanentes sem indicar a origem dos recursos nem apresentar estudo de impacto orçamentário, conforme exige a Lei de Responsabilidade Fiscal. Por isso, foi considerado inviável”, explica a prefeita no veto. Em nota enviada ao g1, a Prefeitura reforçou que “o projeto aprovado pela Câmara Municipal foi vetado integralmente por apresentar vício de iniciativa e ausência de estimativa orçamentária, em desacordo com a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal”. Agora, após o veto da prefeita, a proposta retorna à Câmara, que pode manter ou derrubar o veto e, se este for derrubado, o projeto é promulgado e se torna lei. LEIA TAMBÉM: Projeto que proíbe arquitetura hostil é rejeitado por vereadores de Juiz de Fora Projeto para levar pessoas em situação de rua de volta à cidade de origem é aprovado em Juiz de Fora Entenda mais sobre o programa O programa tinha como objetivo oferecer os seguintes serviços e benefícios: Transporte para o destino solicitado, a partir de convênios com os entes federados competentes; Suporte logístico para o transporte de pertences pessoais, caso necessário; Auxílio na emissão de documentos necessários para o deslocamento; Intermediação com programas sociais da cidade de destino, quando aplicável; Acompanhamento social, com a realização de entrevistas e levantamentos socioeconômicos. A coordenação do programa ficaria sob a responsabilidade do órgão competente. De acordo com a proposta, o morador deveria: estar em situação de vulnerabilidade social; comprovar vínculo com o município de destino, ou ter um núcleo familiar no local; O auxílio só poderia ser concedido apenas uma vez para cada pessoa. Projeto de lei recebeu vistas O projeto de lei começou a tramitar na Câmara em fevereiro deste ano e teve oito pedidos de vista — quando o parlamentar solicita mais tempo para analisá-lo antes da votação. Ele foi aprovado em três discussões no dia 25 de agosto e recebeu uma emenda aditiva da vereadora Kátia Franco (PSB), que incluia a obrigatoriedade do transporte de animais de estimação dos moradores em situação de rua. Votaram contra a matéria os parlamentares do PT: Cida Oliveira, Juraci Scheffer, Laiz Perrut e Letícia Delgado. Os vereadores André Vieira (Republicanos), Antônio Aguiar (União), João do Joaninho (PSB), Maurício Delgado (Rede) e Vitinho (PSB) estavam ausentes na 3ª e ultima discussão, que resultou na aprovação da proposta. ASSISTA TAMBÉM: Projeto contra a arquitetura hostil é rejeitado por vereadores em Juiz de Fora Projeto contra a arquitetura hostil é rejeitado por vereadores em Juiz de Fora VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

Moraes suspende lei de SP que exigia autorização de municípios para motos por aplicativo

Publicado em: 22/09/2025 11:40

Autorizar mototáxi em SP depende das prefeituras O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta segunda-feira (22) a lei estadual que obrigava autorização das prefeituras para o funcionamento de motos por aplicativo em São Paulo. A decisão é liminar, ou seja, provisória, e ainda será analisada pelo plenário do STF. A lei havia sido sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas em junho deste ano. A norma determinava que os municípios regulamentassem o serviço antes que ele pudesse operar. Entre as exigências para os motociclistas estavam: ter CNH na categoria A com autorização para atividade remunerada; manter veículo dentro da idade máxima definida pelas prefeituras; apresentar certidão negativa de antecedentes criminais; contratar seguro para passageiros; comprovar contribuição ao INSS. Quem operasse fora dessas regras seria considerado transportador ilegal de passageiros. A Confederação Nacional de Serviços (CNS) entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a lei. A entidade alegou que a norma invadia competência da União para legislar sobre trânsito e transporte e criava barreiras de entrada para a atividade econômica. O procurador-geral da República e a Advocacia-Geral da União também se manifestaram contra a lei. Segundo eles, a legislação federal já prevê que cabe aos municípios regulamentar e fiscalizar o serviço, mas sem exigir autorização prévia nem dificultar a entrada de motoristas. Argumentos de Moraes Na decisão, Moraes afirmou que a lei paulista impunha exigências extras e criava uma "barreira de entrada" para a atividade. Ele citou precedentes do STF que consideraram inconstitucionais restrições a aplicativos de transporte individual por violarem a livre iniciativa e a livre concorrência. O ministro destacou ainda que o serviço de transporte por aplicativos já é uma realidade social e que submeter a atividade a regimes de autorização esvazia sua função econômica. E agora? Com a decisão de Moraes, a Lei nº 18.156/2025 fica suspensa até julgamento definitivo do caso pelo plenário do STF.O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) sancionou uma lei que condiciona a liberação do serviço de transporte de moto por aplicativo à autorização e regulamentação pelos municípios. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (24). A sanção ocorreu em meio a um impasse jurídico em torno do assunto. O que diz SP? A Assembleia Legislativa de São Paulo e o governo estadual defenderam a lei, dizendo que ela tratava de temas ligados à saúde e à proteção do consumidor. Eles apresentaram dados sobre aumento de internações de motociclistas e sobre o número de mortes no trânsito no estado. Moto por app: serviço oferecido pela 99 e Uber é alvo de impasse jurídico em SP Reprodução O que dizem as empresas de moto por app Procuradas, a 99 e a Uber pediram para a reportagem entrar em contato com a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) A Amobitec, por sua vez, disse na ocasião da sanção da lei, que ela "é inconstitucional e representa um grave retrocesso para a mobilidade, a geração de renda e a segurança jurídica em todo o estado". Afirmou ainda que "essa medida não apenas cria insegurança jurídica, mas afeta diretamente milhões de trabalhadores e usuários em todo o estado de São Paulo que, ao contrário dos outros estados brasileiros, podem ser proibidos de usar os serviços de motoapp". A entidade argumentou que, "ao delegar aos municípios a prerrogativa de autorizar — ou, na prática, proibir — o transporte por aplicativo com motos, a lei viola frontalmente a Constituição Federal, que garante a livre iniciativa (art. 1º, IV) e reserva à União a competência exclusiva para legislar sobre trânsito e transporte (art. 22, XI)". Para a associação, a aprovação do projeto pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) "sem debate qualificado e num tempo fora do usual" passa por cima do debate de meses na Câmara Municipal. 🔁 Vaivém das decisões A disputa judicial sobre o serviço começou em janeiro, quando a 99 lançou oficialmente a modalidade na capital. No dia 14 daquele mês, a empresa passou a ofertar corridas por moto, modelo já presente em cidades da Grande São Paulo e em capitais como Salvador e Rio de Janeiro. Desde então, o serviço já foi alvo de diferentes decisões: ora liberando, ora proibindo a operação na cidade. Veja a cronologia: Janeiro de 2023: Prefeitura publica decreto municipal proibindo o serviço de moto por aplicativo na capital, quando esse tipo de tecnologia passou a ser cogitado pelas plataformas; 14 de janeiro de 2025: 99 lança o serviço em São Paulo, mesmo com o decreto em vigor, e a prefeitura promete fiscalização e multa de R$ 1 milhão por dia à empresa. A Uber entra posteriormente no processo; 14 de maio de 2025: O juiz Josué Vilela Pimenta, da 8ª Vara da Fazenda Pública, julga improcedente a ação movida pela prefeitura contra a 99. Na decisão, reconhece que o município tem poder para regulamentar, mas não para proibir o serviço; 16 de maio de 2025: Em 2ª instância, o desembargador Eduardo Gouvêa suspende novamente a atividade, sob pena de multa diária. Ele recomenda que a prefeitura regulamente o serviço em até 90 dias; 26 de maio de 2025: O mesmo desembargador reafirma a proibição do serviço e determina multa diária em caso de descumprimento.

Palavras-chave: câmara municipaltecnologia

Metrô vai escolher 3 empresas para fazer as obras da Linha 19-Celeste, que ligará o Centro de SP a Guarulhos

Publicado em: 22/09/2025 11:18

A nova linha terá 17,6 km de extensão e atenderá 15 estações. Divulgação/Governo de SP O Metrô de São Paulo realiza nesta segunda-feira (22) a sessão inaugural de licitação para definir a empresa responsável pelo primeiro lote das obras civis da Linha 19-Celeste, que conectará o Centro da capital paulista ao município de Guarulhos. O projeto está orçado inicialmente em R$ 19,5 bilhões e será dividido em três lotes, segundo o edital. A ideia do governo de São Paulo é contratar três empresas diferentes para tocarem a obra simultaneamente, a fim de acelerar a construção. O prazo de conclusão será de 75 meses (6 anos e 2 meses) após a assinatura dos contratos. As obras devem começar em 2027 e terminar em 2033. Após a entrega, a operação da linha será concedida à iniciativa privada. A sessão inicial contempla o Lote 01, que inclui cinco estações: Bosque Maia, Guarulhos-Centro, Vila Augusta, Dutra e Itapegica. O vencedor da concorrência será responsável por encomendar um dos três tatuzões que serão usados na escavação dos túneis, tecnologia essencial para atravessar áreas densamente urbanizadas e rios como Tietê, Tamanduateí e Cabuçu de Cima. Com a abertura dos envelopes, o Metrô vai analisar as propostas financeiras e técnicas para a definição dos vencedores. Após isso, é possível homologar os vencedores, assinar os contratos e iniciar os projetos executivos, seguidos pelas obras. A construção da linha será dividida em três lotes, com leilão nos dias 22, 23 e 24 de setembro: Lote 1: da estação Bosque Maia a Itapegica Lote 2: da estação Jardim Julieta e Vila Maria Lote 3: da estação Catumbi a Anhangabaú A Linha 19-Celeste está projetada para atender 630 mil passageiros por dia Divulgação/GESP A Linha 19-Celeste terá 17,6 km de extensão, 15 estações e deve atender cerca de 630 mil passageiros por dia, segundo estimativas oficiais, segundo o governo de São Paulo. Além das estações, o contrato prevê a construção de 18 poços de ventilação e saída de emergência (VSE), além da readequação das estações São Bento (Linha 1-Azul) e Anhangabaú (Linha 3-Vermelha), que serão conectadas à nova linha. Também serão implantados sistemas auxiliares como escadas rolantes, elevadores, ventilação, iluminação, detecção de incêndio e painéis elétricos. A licitação lançada nesta segunda-feira (24) inclui a elaboração do projeto executivo e a execução das obras civis. Futura Linha 19 A Linha 19 será a primeira ligação direta entre Guarulhos — segundo município mais populoso do estado — e o Centro de São Paulo. A operação da linha será definida futuramente pelo governo do estado e contará com 31 trens. A expectativa é que o trajeto entre as duas regiões seja reduzido em até uma hora, com integração às linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha do Metrô, além de possíveis conexões com linhas de trem. As estações previstas são: Bosque Maia, Guarulhos-Centro, Vila Augusta, Dutra, Itapegica, Jardim Julieta, Vila Sabrina, Cerejeiras, Santo Eduardo, Vila Maria, Catumbi, Silva Teles, Cerealista, São Bento e Anhangabaú. Estações da Linha 19-Celeste do Metrô, que vai ligar o Centro de São Paulo com a cidade de Guarulhos. Reprodução/Metrô Se não houver decisões judiciais de última hora, o leilão eletrônico deve atrair forte concorrência entre grupos nacionais e estrangeiros. Algumas construtoras tentaram barrar a licitação e alterar o edital, mas os recursos foram negados pelo Metrô. De acordo com a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), a construção envolverá mais de 5,7 milhões de m³ de escavação, 1,37 milhão de m³ de concreto, 187 mil toneladas de aço e 610 mil m³ de calda de cimento. Serão utilizados métodos como três tuneladoras (tatuzões), NATM (método austríaco de escavação) e valas a céu aberto, com destaque para os trechos mais profundos e desafiadores, como nas estações Cerealista, São Bento e Anhangabaú, em áreas com solo arenoso e lençol freático elevado.

Palavras-chave: tecnologia

'Eu te perdoo', diz viúva a assassino de Charlie Kirk em discurso ovacionado por multidão nos EUA; veja vídeo

Publicado em: 22/09/2025 11:16

Funeral do influenciador americano Charlie Kirk reúne quase 100 mil pessoas A viúva de Charlie Kirk, Erika Kirk, emocionou milhares de pessoas ao declarar publicamente que perdoa o assassino do marido durante o funeral realizado neste domingo (21) em Glendale, no Arizona. Ovacionada pela multidão, ela disse: “Eu o perdoo porque é isso que Cristo faria”, após lembrar que o influenciador conservador tentava salvar jovens como o homem que o matou. (Veja vídeo.) O funeral reuniu quase 100 mil pessoas, entre elas autoridades políticas, lideranças cristãs e admiradores do ativista, que tinha 31 anos. O presidente dos Estados Unidos Donald Trump, o bilionário Elon Musk, o vice-presidente J.D. Vance e integrantes do alto escalão do governo norte-americano compareceram à cerimônia. Ao fazer seu discurso, Erika, que assumiu a presidência da organização liderada pelo marido, se emocionou ao ser ovacionada pelo público. Ela também disse que sente saudades dele todos os dias. LEIA TAMBÉM: Donald Trump, Elon Musk e J.D. Vance: saiba quais autoridades estavam presentes no funeral de Charlie Kirk Emocionada, afirmou que Charlie buscava orientar e transformar vidas, inclusive a de jovens em situação de vulnerabilidade. Charlie Kirk foi assassinado no dia 10 de setembro, enquanto discursava para estudantes da Universidade Utah Valley. O atirador, que baleou o influenciador no pescoço, foi preso e a promotoria do caso deve pedir pena de morte. Trump, último a discursar, agradeceu a contribuição de Kirk ao movimento conservador e declarou que o influenciador "não será esquecido pela história". Já Pence destacou que, mesmo diante da tragédia, o funeral se tornou uma celebração da vida do ativista. Viúva de Charlie Kirk se emociona ao perdoar assassino do marido. Reprodução/TV Globo/Fantástico Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.

Palavras-chave: vulnerabilidade

Achados arqueológicos revelam aldeia ancestral e vestígios de seringal na Terra do Meio, no Pará

Publicado em: 22/09/2025 11:14

Achados arqueológicos revelam aldeia ancestral e vestígios de seringal no Pará Rafael Vilela Pesquisadores do projeto Amazônia Revelada voltaram de uma expedição arqueológica em territórios da Terra do Meio, no sudoeste do Pará, com descobertas sobre o passado pouco conhecido da região. Utilizando uma tecnologia que lança feixes de raios infravermelhos a partir de um avião para mapear estruturas sob a floresta, eles identificaram cerca de 50 possíveis sítios arqueológicos. Desses achados, quatro sítios foram selecionados para escavação, sendo três na Reserva Extrativista (RESEX) Riozinho do Anfrísio e um na RESEX Rio Iriri. Na RESEX Riozinho do Anfrísio, a análise das imagens da tecnologia LiDAR revelou a existência de uma aldeia circular de mais de 200 metros de diâmetro. Segundo os pesquisadores, a estrutura aponta para uma ocupação com casas, terraços, pátios, praças centrais, estradas e áreas de descarte. Durante as escavações, foram coletados fragmentos de cerâmica, ferramentas de pedra e carvão utilizado em fogueiras. O material permitirá a identificação do período de ocupação por meio de datação por carbono. Os artefatos de cerâmica encontrados surpreenderam os especialistas, pois não se assemelham a nenhum dos já conhecidos. Todos estão em fase de lavagem, separação e catalogação para análises de tipo de argila e modo de fabricação. O objetivo, de acordo com o instituto de pesquisa, é comparar os desenhos e técnicas com outros povos já identificados, buscando desvendar modos de vida das populações ancestrais que viveram na região, considerada uma das menos estudadas da Amazônia pela arqueologia. Já na RESEX Rio Iriri, as escavações trouxeram à tona o que se supõe ter sido uma casa habitada por seringueiros desde o início do século XX, período marcado pela exploração do látex sob um regime análogo ao escravidão durante o ciclo da borracha. Foram encontrados o piso da casa, buracos de postes, o esteio de uma porta e árvores exóticas, como mangueiras e laranjeiras, além de cafezais e plantas ornamentais. Os indícios revelam aspectos do cotidiano dos primeiros extrativistas da região e uma tentativa de subsistência em condições severas. A expedição envolveu 40 pessoas, entre estudantes da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), pesquisadores, comunicadores locais e professores, incluindo o indígena Carlos Augusto Tijolo e o coordenador da pesquisa, Vincius Honorato. As etapas seguintes incluem a produção de mapas, envio de fragmentos de carvão para datação em laboratório estrangeiro e análise detalhada das cerâmicas. Equipe encontra aldeia circular com mais de 200 metros de diâmetro e artefatos inéditos em escavações em reservas extrativistas de Altamira (PA). Rafael Vilela O que é a Terra do Meio? A Terra do Meio é uma vasta região localizada no sudoeste do Pará, formada por um mosaico de unidades de conservação, reservas extrativistas e terras indígenas. Com mais de 8 milhões de hectares, o território compreende áreas como as Reservas Extrativistas do Rio Iriri, Riozinho do Anfrísio e Rio Xingu, além da Estação Ecológica da Terra do Meio, o Parque Nacional da Serra do Pardo e as terras indígenas Cachoeira Seca, Xipaya e Kuruaya. Conectada por uma malha de rios entre o Xingu e o Iriri, a Terra do Meio é marcada pela rica biodiversidade e vive sob constantes ameaças de garimpo ilegal, desmatamento e ocupações irregulares, o que reforça a importância da proteção e do manejo sustentável da região. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Leia as últimas notícias do estado no g1 Pará

Palavras-chave: tecnologia

EPTV lança campanha para incentivar doação de créditos da nota fiscal para entidades assistenciais

Publicado em: 22/09/2025 10:58

EPTV lança campanha para incentivar doação de créditos da nota fiscal para ONGs A EPTV, afiliada da TV Globo, lança nesta segunda-feira (22) uma campanha para incentivar a doação dos créditos da Nota Fiscal Paulista a entidades assistenciais da área de cobertura da emissora. O programa do Governo do Estado de São Paulo, criado para combater a sonegação e estimular o pedido da nota fiscal, devolve parte do ICMS pago em forma de créditos. Esses valores podem ser destinados a instituições sociais cadastradas, que utilizam os recursos em projetos de saúde, educação, assistência social e proteção a pessoas em situação de vulnerabilidade. O vídeo da ação será exibido no intervalo da programação de Campinas e Região, Piracicaba e Região, São Carlos e Araraquara e Ribeirão Preto e Franca. Assista acima. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Como doar Sistema para consultar bilhetes da Nota Fiscal Paulista Reprodução O processo é simples e pode ser feito pelo site ou aplicativo da Nota Fiscal Paulista: Acesse o site oficial (https://www.nfp.fazenda.sp.gov.br) ou baixe o aplicativo da Nota Fiscal Paulista; Faça login com CPF e senha cadastrados ou entre com o cadastro do gov.br; No menu, selecione “Entidades” e depois “Doação de Cupons com CPF (Automática)”; Clique em “pesquisar”, escolha a entidade que deseja apoiar e defina por quanto tempo quer manter a doação; Confirme a operação; Depois disso, sempre que informar o CPF em uma compra, os créditos irão automaticamente para a instituição escolhida. Apoio às entidades da região Diversas entidades dependem dessas doações para manter suas atividades. Muitas atuam diretamente no atendimento a crianças, adolescentes, idosos e famílias em situação de vulnerabilidade. O repasse dos créditos é fundamental para ampliar projetos sociais e garantir a continuidade dos serviços prestados à comunidade. Chance de ganhar prêmios Além de ajudar instituições locais, quem doa ainda concorre a sorteios mensais da Nota Fiscal Paulista. A cada R$ 100 em cupons fiscais doados, o consumidor recebe bilhetes eletrônicos que podem valer prêmios de até R$ 1 milhão. Nota Fiscal Mineira Além do interior de São Paulo, os consumidores também podem doar créditos para entidades de Minas Gerais por meio do Nota Fiscal Mineira. A diferença em relação à Nota Fiscal Paulista está principalmente na forma de premiação e no impacto solidário. Entenda: enquanto a paulista oferece créditos para abatimento no IPVA e sorteios em dinheiro, a mineira foca em sorteios mensais com prêmios em dinheiro e permite que o consumidor indique até três entidades sociais para receberem parte do prêmio, ampliando o alcance da ajuda social. Ambos os programas incentivam o consumidor a pedir o CPF na nota, mas a Nota Fiscal Mineira privilegia a participação direta em sorteios e o fortalecimento das instituições locais. Como participar? Para ajudar as entidades em Minas Gerais, o consumidor deve incluir seu CPF na nota e cadastrar-se no portal (notafiscalmineira.fazenda.mg.gov.br) ou aplicativo oficial do programa para concorrer aos sorteios. Ao indicar entidades sociais cadastradas, parte dos prêmios ganhos pode ser destinada a essas instituições sem nenhum custo adicional para o cidadão. Esse mecanismo é uma forma simples e eficiente de destinar recursos para entidades que atuam em assistência social, saúde e outras áreas do terceiro setor, fortalecendo a rede de apoio local e promovendo a solidariedade fiscal. VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas.

Palavras-chave: vulnerabilidade

Prefeitura na Bahia abre sindicância após publicar lista com nomes de mais de 600 pessoas que vivem com HIV

Publicado em: 22/09/2025 10:55

Prefeitura na BA divulga nomes de pessoas que vivem com HIV ao suspender benefício A Prefeitura de Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia, anunciou que abriu uma sindicância interna para investigar o vazamento de dados que resultou na divulgação dos nomes de mais de 600 pessoas que vivem com HIV no município. Os nomes foram publicados na Portaria da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SEMOB) - na edição de sábado (20) do Diário Oficial do Município - que tratava da suspensão do benefício do passe livre no transporte coletivo urbano, conforme decisão judicial. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Além das pessoas que vivem com HIV, também tiveram os nomes divulgados pacientes com fibromialgia e anemia falciforme. A prefeitura informou que a sindicância será conduzida com o objetivo de identificar as causas do vazamento e responsabilizar eventuais envolvidos, além de implementar novas medidas para evitar futuros incidentes. A gestão municipal afirmou que o resultado será publicado dentro de 15 dias e reiterou que tem feito "todo o possível para reparar o erro e evitar que situações como esta ocorram novamente". 'Falha do sistema' Prefeitura na Bahia publica lista com nomes de pessoas que vivem com HIV ao suspender benefício Reprodução/Redes Sociais No domingo (21), procurada pela g1, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana informou que a divulgação dos nomes foi feita após uma falha do sistema. Atualmente, um diagnóstico positivo para o vírus HIV não é mais considerado uma "sentença de morte". Embora a cura ainda não tenha sido descoberta, a expectativa de vida de pessoas que vivem com o vírus HIV foi transformada ao longo dos anos com os avanços da medicina. Com o tratamento adequado, é possível levar uma rotina ativa e saudável. Além disso, há medicamentos que atuam na proteção contra o vírus, como a profilaxia pré-exposição, mais conhecida como PrEP. Segundo o Ministério da Saúde, a função do remédio é justamente evitar que o HIV infecte o organismo. Pode ser tomado esporadicamente, até 24 horas antes de uma relação sexual sem proteção, ou diariamente. Nesse caso, a recomendação é para pessoas que deixam de usar preservativo com frequência, que têm histórico de infecções sexualmente transmissíveis ou estão em situação de vulnerabilidade ao HIV. Suspensão do passe livre Segundo foi informado no Diário Oficial, a medida cumpre decisão judicial que revogou uma tutela provisória de urgência anteriormente concedida pela Justiça. De acordo com a portaria, os beneficiários devem devolver seus cartões no prazo de cinco dias úteis, além de apresentar defesa escrita ou documentos junto à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, sob pena de suspensão ou cancelamento definitivo do benefício. A portaria ainda estabelecia que as defesas devem ser protocoladas presencialmente na sede da Secretaria Municipal de Mobilidade, no bairro Mangabeira, durante o horário de expediente. Secretaria de Saúde desmente surto de HIV entre jovens na Bahia Proteção de informações sensíveis A divulgação desse tipo de dado pode configurar violação à normas constitucionais e legais de proteção de informações sensíveis. A Constituição Federal assegura a inviolabilidade da intimidade, da vida privada e do sigilo de dados. Já a Lei Geral de Proteção de Dados considera como sensíveis os dados referentes à saúde. O Código de Ética Médica e normas do Sistema Único de Saúde (SUS) também afirmam que existe a necessidade de confidencialidade em informações relacionadas à saúde e orientam que a identidade de pessoas que vivem com HIV deve ser protegida para evitar estigmatização e discriminação. LEIA TAMBÉM: Vazamento de dados expõe 16 bilhões de senhas, diz site; especialistas contestam número Influenciadora que teve vídeos íntimos vazados após roubo de celular diz que foi assaltada em corrida por aplicativo na Bahia Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻

Motociclista fica ferido após bater em poste caído no DF

Publicado em: 22/09/2025 10:41

Motociclista bate em poste caído em Águas Claras, no DF Um motociclista, de 40 anos, ficou ferido depois de bater em um poste que caiu na quadra 107 de Águas Claras, no Distrito Federal. O acidente aconteceu na madrugada desta segunda-feira (22), durante o forte vento que atingiu a região (veja vídeo acima). A vítima é o editor da Globo DF, Marcelo Pahl. Ele foi levado para o Hospital de Base. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do DF em tempo real e de graça Às 10h desta segunda, o Iges-DF disse que Marcelo passou por atendimento da equipe do trauma e segue sob cuidados médicos. De acordo com a Neoenergia, o acidente aconteceu com um poste de iluminação pública, que já foi retirado do local. A distribuidora de energia diz que outro poste será colocado no lugar em breve. Como foi o acidente Segundo Ivan Pereira de Santana, porteiro de um prédio próximo ao local do acidente, o poste caiu no meio da Avenida dos Alecrins, por volta das 3h30 da madrugada, e ele colocou um cone na rua para sinalizar o acidente. No entanto, uma hora depois, o motociclista que estava seguindo na rua, no sentido EPTG, não viu a sinalização e bateu no poste. O motociclista ficou desacordado e precisou de atendimento médico. "Ele estava em alta velocidade e acabou colidindo com o poste. Teve uma médica, moradora, que o marido é bombeiro, eles escutaram o barulho do acidente e vieram prestar socorro. Ele estava respirando, mas estava saindo muito sangue pela boca", conta Ivan. Eles chamaram o Corpo de Bombeiros, que encaminhou o motociclista ao Hospital de Base de Brasília. O homem precisou ser internado. O que diz o Iges-DF "O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) informa que o paciente M.P deu entrada no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) na madrugada desta segunda-feira, 22, passou por atendimento da equipe do trauma e segue sob cuidados médicos. O Instituto esclarece que, por normas em vigor, é impedido de informar a veículos de comunicação social o estado de saúde e os dados pessoais de pacientes atendidos em unidades administradas pelo órgão, no caso o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Hospital Cidade do Sol (HSol) e as 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) Essa medida segue regras estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), pela Resolução nº 1.638/2002 e pelo Código de Ética Médica, além da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD – Lei nº 13.709/2018), que asseguram a confidencialidade das informações de pacientes, exceto quando há autorização expressa do próprio paciente ou de familiares legalmente habilitados. O IgesDF reafirma seu compromisso de oferecer cuidado integral, seguro e humanizado a todos os usuários em suas unidades." Motociclista fica ferido após bater em poste caído reprodução LEIA TAMBÉM: HOMEM PRESO por filmar mulheres em restaurante, em Brasília, já foi investigado por fotografar jovem em banheiro da UnB CONFUSÃO EM ÔNIBUS: Torcedor do Vasco morre após ser esfaqueado por torcedores do Flamengo no DF Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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Moradores fazem homenagem para família do TO que morreu em acidente na BR-153 em Goiás: 'Cidade está em luto', diz amigo

Publicado em: 22/09/2025 10:25

Moradores de Jaú do TO fazem homenagem para família que morreu em acidente na BR-153 Moradores de Jaú do Tocantins, no sul do estado, organizaram uma caminhada para prestar homenagens ao casal José Mário da Silva Souto, de 38 anos, Dayane Pereira dos Santos, de 32 anos, e os quatro filhos deles, que morreram durante um acidente na BR-153. “Foi um choque, a cidade está em luto, porque eram uma família querida e morava com a gente [amigo] há mais de cinco anos”, contou Acrísio José Matos, amigo e vizinho do casal. O acidente aconteceu na noite de sábado (20). A família morava na cidade de Jaú do Tocantins e estava viajando de carro para participar de um aniversário em Campinorte, em Goiás, quando se envolveu em um acidente com uma caminhonete, um caminhão e uma moto. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Quatro filhos do casal morreram no acidente. São eles: José Victor, de 17 anos, Emanuela, de 14 anos, José Arthur, de 10 anos e Théo, de 3 anos. Família morre após acidente na BR-153, em Campinorte Reprodução/Instagram da Prefeitura de Jaú do Tocantins Além da família, um casal que estava na moto também perdeu a vida. As vítimas foram identificadas como Rosemara Ferreira e Wellitom Vieira, ambos de 42 anos. Acrísio José de Matos contou, durante entrevista à TV Anhanguera, que a família de José Mário e Dayane era muito conhecida e querida por todos da cidade. “Cheguei a reformar um açougue para eles, eram excelentes pessoas. Ele [José Mário] era trabalhador, a mulher [Dayane] parecia um robozinho, trabalhava 24h, nunca vi uma pessoa daquele jeito, uma família querida, linda e bonita. Até difícil de falar, mas é lamentável, a cidade está em choque”. Últimas homenagens Conforme apurado pela TV Anhanguera, por volta das 17h desta segunda-feira (22), serão realizadas as últimas homenagens à família de José Mário e Dayane em Jaú do Tocantins. Os moradores vão fazer uma concentração na Igreja Matriz Paróquia São João Batista e sair em caminhada. A Prefeitura de Jaú do Tocantins também decretou luto oficial de três dias, que se iniciou no domingo (21). Segundo o município, não haverá funcionamento nos órgãos públicos municipais na segunda-feira. Durante o período de luto, todas as festividades públicas e eventos oficiais previstos para o município estão suspensos, exceto os considerados indispensáveis. Os corpos de José Mario, Dayane e os filhos deles foram velados na Câmara Municipal de Campinorte e devem ser sepultados na cidade, onde viviam seus parentes. LEIA MAIS: Prefeitura no Tocantins decreta luto após morte de pai, mãe e quatro filhos em acidente na BR-153, em Goiás Três pessoas morrem após acidente entre dois carros em rodovia do Tocantins O acidente Vídeo mostra caminhão tombado após acidente na BR-153 De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro da família seguia pela BR-153 quando foi atingido na traseira por uma caminhonete. Após a colisão, a motorista teria perdido o controle da direção e invadido a pista contrária, momento em que bateu em um caminhão carregado de bebidas. A corporação informou que, com a força da batida, todos os passageiros do banco traseiro foram lançados para fora do veículo. Em seguida, o caminhão atingiu uma moto e tombou na pista. O motociclista e a passageira morreram no local. O motorista do caminhão sofreu ferimentos e foi encaminhado ao Hospital Municipal de Campinorte. O motorista da caminhonete fugiu do local, após o acidente. A Polícia Militar de Goiás o localizou, e ele fez o teste de bafômetro, que acusou 0,89 mg/l. Ele foi preso em flagrante e teve o veículo apreendido. Atenderam a ocorrência PRF, Corpo de Bombeiros, Samu e Instituto Médico Legal (ML). Ele não teve o nome divulgado e não foi possível localizar a defesa até a última atualização desta reportagem. Inforgráfico: acidente deixa oito mortos em GO Arte/g1 Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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Vereadoras vão à Corregedoria da Câmara de SP após ofensas: 'bandejão da municipalidade', 'sempre mostrando os peitinhos'

Publicado em: 22/09/2025 08:36

As vereadoras Zoe Martínez (PL) e Amanda Vettorazzo (União Brasil) brigaram nas redes sociais Montagem/g1/Richard Lourenço/Rede Câmara As vereadoras Amanda Vettorazzo (União), ligada ao MBL, e a cubana Zoe Martínez (PL) protocolaram na última sexta-feira (19) representações uma contra a outra na Corregedoria da Câmara Municipal de São Paulo, após uma discussão nas redes sociais que acabou em troca de ofensas. O motivo da briga foi a PEC da Blindagem, aprovada pela Câmara dos Deputados, que dificulta a abertura de ações penais contra deputados e senadores no país. Na quarta-feira (17), Vettorazzo publicou uma crítica nas redes sociais contra parlamentares de direita que votaram a favor da PEC. Na postagem, ela afirmou: “Graças aos bolsonaristas e ao centrão, a partir de agora deputados e senadores só serão investigados ou processados no STF com aval prévio da Câmara ou do Senado”. E completou: “O bolsonarismo deu imunidade eterna ao centrão”. A publicação foi rebatida por Zoe Martínez, que iniciou uma série de críticas, chamando Amanda Vettorazzo de "bandejão da municipalidade" e dizendo que ela fazia parte do "movimento Bumbum Livre" — uma alusão ao Movimento Brasil Livre (MBL), que apoiava o bolsonarismo, mas rompeu com o grupo nas eleições de 2022. Ao responder à ex-colega da direita, Vettorazzo chamou Zoe de "forasteira", o que foi interpretado por Martínez como xenofobia, devido à sua origem cubana. Zoe também publicou vídeos em que Amanda Vettorazzo aparece criticando o fato de a parlamentar bolsonarista ter nascido em Cuba. Em um dos vídeos, Vettorazzo diz que Martínez deveria voltar para seu país de origem: "Pena que o Gugu não está vivo, porque deveria ter aquele quadro 'De volta para sua terra', porque essa cubana deveria voltar lá para a terra dela", afirmou. Postagem das vereadoras que Amanda Vettorazzo (União Brasil), ligada ao MBL, e a cubana Zoe Martínez (PL) Reprodução/Redes Sociais Martínez respondeu nas redes sociais: “Ser forasteira nunca foi uma opção. Foi a única forma de resistir, de proteger a mim e aos meus. Cada passo que dei fora da minha terra foi marcado pela necessidade de sobreviver, não pelo luxo de escolher. (...) O preconceito contra um é a afronta contra todos. Amanda Vettorazzo é uma vereadora que não gosta de imigrantes!”. Em outra publicação, Zoe fez uma provocação adicional, dizendo que Vettorazzo “vive mostrando os peitinhos e de vestidinho curtinho hahaha cada um se vira como pode”. Na representação apresentada à Corregedoria, Amanda Vettorazzo afirma que Zoe Martínez a acusou de “ter comportamento promíscuo, obsceno e despudorado”. “Os insultos têm caráter libidinoso e referem-se aos órgãos sexuais, buscando diminuí-la, profanar, desonrar, manchar e macular sua dignidade como mulher e parlamentar”, escreveu Vettorazzo. Martínez respondeu com outra representação, alegando que foi ofendida diretamente, rebaixada por sua nacionalidade e teve sua dignidade como mulher e parlamentar atacada. Questionada, a Câmara dos Vereadores ainda não informou quais os próximos passos agora. O que dizem Martínez também afirmou, em nota à reportagem, que se sentiu ofendida por sua condição de imigrante: “O engraçado é que essa turma [do MBL] adora puxar briga para aparecer. Mas quando não sustenta o debate, apela para o pessoal. Usar essa história para me atacar é xenofobia, é baixo e incompatível com a dignidade de qualquer mandato. Atacar minha origem é atacar não apenas a mim, mas também os mais de 350 mil imigrantes que vivem hoje em São Paulo — cidadãos que vieram para cá em busca de dignidade e liberdade”, escreveu. Procurada pela reportagem, Vettorazzo rebateu, dizendo que “o histórico da vereadora Zoe Martínez, em apenas nove meses de mandato, é marcado por discussões e ofensas contra colegas”. “O padrão parece ser o de uma pessoa desequilibrada: palavras de baixo calão e ataques com conotação sexual. Já foi assim com a vereadora Janaína, com a vereadora Cris Monteiro, e agora contra mim”, afirmou. “Os ataques da vereadora Zoe aconteceram durante suas agendas em Nova York, mas ela aparentemente encontrou bastante tempo para me ofender. Eu, por outro lado, passei seis horas em plenário me dedicando à aprovação do PL Anti-Oruam, que entrou em discussão no mesmo dia”, completou. Histórico Janaína e Zoe Martinez batem boca na Câmara de SP por causa de requerimento para NY No mês passado, Zoe Martínez já tinha protagonizado um barraco público contra a vereadora Janaína Paschoal (PP), no plenário da Câmara Municipal, em razão de uma viagem de Martínez e outros vereadores à Nova York, que seria paga com dinheiro público. Janaína Paschoal foi contra a viagem de Zoe, dizendo que ela queria "passear em Nova York com o dinheiro do povo": "Toma vergonha na sua cara. Toma vergonha", disse Janaína ao microfone. Martínez rebateu a colega: “Você tem que aprender a fazer política. Você trata a gente como um monte de burros. Acha que a única jurista aqui é você”, declarou. Após o bate-boca, o requerimento de viagem aos Estados Unidos foi tirado da pauta. Mas Zoe Martínez e Rubinho Nunes (União Brasil) viajaram mesmo assim, pagando os custos com dinheiro próprio.

Palavras-chave: câmara municipal

Policial acusado de matar lutador Leandro Lo é demitido da PM mais de três anos depois do crime

Publicado em: 22/09/2025 08:34

O policial militar Henrique Otavio Oliveira Velozo, preso por ter matado o campeão mundial de jiu-jitsu Leandro Lo, em agosto de 2022. Reprodução/Instagram O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), demitiu o tenente da Polícia Militar, Henrique Otávio Velozo, acusado de assassinar o campeão mundial de jiu-jítsu Leandro Lo. A demissão foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta segunda-feira (22) e afirma que decisão cumpre decisão do Tribunal de Justiça Militar de SP, que em junho já tinha determinado a perda de posto e patente do tenente dentro da Polícia Militar. ✅ Clique aqui para se inscrever no canal do g1 SP no WhatsApp A demissão acontece mais de três anos depois do crime, que aconteceu em agosto de 2022. Naquela ocasião, Henrique Velozo deu um tiro na cabeça de Leandro Lo, após os dois se envolverem em uma briga dentro de um show de pagode no Clube Sírio, na Zona Sul da capital paulista. Com a demissão, Velozo deixar de receber o salário mensal de R$ 10,8 mil que foi garantido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), até que os processos administrativos tivessem concluídos na Justiça Militar e dentro da PM. O g1 procurou a defesa de Henrique Velozo, que disse, por meio de mensagem, que “ele será absolvido e regressará as fileiras da Polícia Militar do Estado de São Paulo”, declarou o advogado Cláudio Dalledone Jr. Julgamento criminal adiado Começou hoje, em São Paulo, o julgamento do policial militar acusado de matar o campeão mundial de jiu-jitsu, Leandro Lo Apesar de estar fora da corporação, Henrique Velozo ainda não foi julgado pela Justiça. No último dia 05 de agosto, o júri que vai deliberar sobre a pena dele pelo crime foi adiado pela 2ª vez, por conta de um bate-boca entre os advogados do agora ex-PM e os promotores do caso, no Tribunal Criminal da Barra Funda. A discussão cancelou o júri que colocaria fim ao crime que ocorreu em agosto de 2022. Após a saída dos jurados do plenário 6, no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste, o juiz determinou a dissolução do júri e o remarcou para os dias 12, 13 e 14 de novembro deste ano, a partir dar 10h. A confusão começou quando o advogado de defesa do tenente Velozo, Cláudio Dalledone, e o promotor do caso, João Calsavara, discutiram após o representante do PM insinuar que, na noite do crime, Leandro Lo “fumava algo com cheiro de maconha dentro da balada” onde o crime aconteceu, na Zona Sul da capital paulista. No momento da discussão, a testemunha que estava sendo ouvida era o delegado João Eduardo da Silva, que presidiu o inquérito de homicídio. Ele disse em juízo que não foi provado por meio de laudos que o lutador tenha consumido maconha no dia do assassinato. O juiz advertiu as duas partes que não era o momento para debates entre as partes, uma vez que a primeira testemunha ainda estava sendo ouvida. Cláudio Dalledone então exibiu fotos de amigos de Leandro Lo que estavam com ele na noite do crime, insinuando que eles eram fortes e grandes e que, portanto, Henrique Velozo teria agido em legítima defesa contra o grupo ao ser intimidado e sacado a arma. O juiz então advertiu novamente Dalledone, dizendo que ele fazia perguntas a uma testemunha que não tinha condições de responder, já que não foi a responsável por produzir o laudo técnico do crime. O magistrado indeferiu várias perguntas da defesa de Henrique Velozo, e Dalledone ameaçou deixar o plenário, alegando estar sendo desrespeitado pelo promotor. “Estou saindo do plenário. (...) Pede para o promotor de Justiça respeitar advogado”, afirmou Dalledone para um dos advogados assistentes da acusação. O delegado do caso deixou, então, o plenário e o juiz chamou o promotor e a defesa para uma conversa privada. Ao retornar, o magistrado anunciou não haver mais condições de continuar o julgamento e que uma nova data seria marcada. “Seus cabelos brancos não fazem jus ao seu comportamento”, disse um dos advogados de defesa ao promotor João Calsavara. A partir daí, a família de Leandro Lo também reagiu e criticou a defesa do PM acusado de assassinato. “Só adiou o sofrimento. Fizeram circo”, disse a mãe do lutador, Fátima Lo, ao g1. Após a fala, ela se emocionou e chorou na saída do plenário: “Me deu uma coisa ruim quando o vi, ele tem um semblante horrível: o assassino”, completou. Ela comentou que a defesa do policial mais uma vez tumultuou o júri. "Quero justiça, porque está lá provado tudo o que aconteceu, mas o advogado de defesa tumultuou [o julgamento] e acabou adiando. Só adiou o meu sofrimento... está acabando comigo, isso. Porque eu estava na esperança que dia 7, três anos após a morte dele, que ele [Henrique Velozo] iria começar a pagar, cumprir a pena dele. E não foi assim. Mas a justiça ainda vai vir", comentou a mãe do lutador (veja vídeo abaixo). Mãe de Leandro Lo chora ao saber do 2° adiamento de júri: 'Só adiou minha angústia’ O que disse a 1ª testemunha Antes do bate-boca, o delegado do caso narrara em juízo que Velozo cometeu o crime no show e, na sequência, se dirigiu a uma casa noturna de prostituição. Ele permaneceu com uma garota de programa no motel anexo à casa até às 16h do dia do assassinato, que ocorreu às 2h daquela mesma data. No depoimento aos jurados, o delegado João Eduardo da Silva também narrou que o corpo de Leandro Lo tinha marcas nas pálpebras similares a chutes, que o PM acusado de assassinato teria dado na cabeça do lutador depois de atirar contra ele. Como seria o julgamento Antes do novo adiamento, tanto a acusação quanto a defesa iriam mostrar aos jurados vídeos feitos, respectivamente, por Inteligência Artificial (IA) e animação com suas versões para o que ocorreu (veja acima e saiba mais abaixo). Os filmes seriam anexados ao processo do caso. Onze testemunhas foram arroladas pelas partes para serem ouvidas. O réu também será interrogado. O júri depois decidirá se condena ou absolve o acusado. A sentença será dada pelo juiz Roberto Zanichelli Cintra, da 1ª Vara do Júri. Família de Leandro Lo faz usa IA para simular como policial militar matou lutador em SP Henrique Velozo está preso preventivamente pelo crime. Ele será julgado por homicídio doloso triplamente qualificado por motivo torpe, perigo comum (ter colocado outras pessoas em risco) e recurso que dificultou a defesa da vítima. A expectativa da Promotoria é que ele seja condenado a pelo menos 20 anos de prisão, em razão das três qualificadoras do crime. O promotor João Carlos Calsavara será o representante do Ministério Público (MP) no julgamento. "Vou pedir a condenação com todas as qualificadoras possíveis", falou Calsarava ao g1. "É um crime abjeto, covarde, cruel, onde a vítima foi sempre provocada. A vítima nem sabia que o acusado estava dentro daquele local e armado". Segundo a defesa de Henrique, o PM, que estava sem uniforme e de folga, alega que atirou para se defender de Leandro Lo. O disparo atingiu a cabeça da vítima, que chegou a ser socorrida e levada para um hospital, onde morreu. O lutador tinha 33 anos. O policial fugiu depois do crime e foi preso depois. IA da acusação Família de Leandro Lo usa inteligência artificial para mostrar versão de amigos sobre o crime que matou o lutador, em 2022. Reprodução/Instagram O caso ocorreu em 7 de agosto de 2022 durante show de pagode do grupo Pixote no Clube Sírio, na Zona Sul. O vídeo com a IA feito pelos advogados assistentes de acusação mostra o PM, que estava à paisana, discutindo com Leandro, que estava no lugar a lazer. Em seguida, o lutador imobiliza Henrique com um golpe de luta. Após se afastar, o PM saca a arma e atira em Leandro. Depois se aproxima e chuta a cabeça da vítima, que está caída no chão. E foge, se escondendo numa casa de prostituição, onde ficou bebendo até se entregar à polícia. Esse vídeo com IA foi publicado nesta semana por familiares de Leandro em redes sociais no Instagram (veja acima). Apesar de o Sírio ter câmeras de segurança, nenhuma delas gravou o crime. Laudo da perícia tem fotos da reconstituição do caso (feita a partir de depoimentos de testemunhas - o réu não participou dela) e um croqui 3D (da balada). Animação da defesa PM que matou Leandro Lo disse que foi provocado e levou golpe de lutador antes de atirar Entre os vídeos produzidos pela defesa do réu, seus advogados também fizeram uma animação que mostra Leandro provocando e agredindo Henrique dentro da balada. Em seguida, o lutador agrediu o PM, derrubando-o no chão. No vídeo também publicado nas redes sociais, o próprio PM afirma que o lutador teria lhe aplicado um golpe chamado de "baiana". Na sequência, Leandro imobiliza o policial com um "mata-leão" até o tenente perder a consciência (veja vídeo acima). Henrique também conta que, na sequência, ele se levantou e pediu para Leandro parar. Mas o lutador avançou na direção do policial, que sacou a arma como advertência. Nisso, um dos cinco amigos do lutador tentou tirar a arma da mão do agente, e ela disparou, atingindo Leandro. Essa animação com a versão da defesa também tem sido divulgada publicamente por seus advogados nas redes sociais. Defesa do PM Henrique Velozo também produz animação gráfica para mostrar motivo do assassinato de Leandro Lo. Reprodução/Instagram O que dizem os advogados O advogado Claudio Dalledone, que defende Henrique, disse ao g1 que vai quer usar a animação produzida por computação gráfica no julgamento, assim como "quaisquer outros recursos tecnológicos que possibilitem elucidar o caso aos jurados". “Nesses três anos, a família do lutador deu a versão deles sobre o crime. Nós temos provas robustas no processo de que o meu cliente foi provocado e que Leandro Lo sempre arrumava confusões em boates e casas noturnas", afirmou. "O julgamento será a oportunidade de nós mostrarmos que a verdade é que o tenente Velozo foi atacado primeiro, imobilizado e chegou a perder a consciência com o mata-leão que foi aplicado no meio da festa, como mostra a animação digital que nós preparamos para usar no julgamento." “Meu cliente agiu em legítima defesa das agressões, e a verdade vai ser restabelecida. Até aqui, só a família falou a versão dela. O processo estava em segredo de Justiça e, por ocasião do julgamento, não está mais. É a oportunidade de mostrarmos o que dizem as testemunhas e os vídeos que nós conseguimos do comportamento do lutador”, declarou Dalledone, que pretende mostrar ainda vídeos que mostram Leandro brigando com outras pessoas fora de torneios de jiu-jítsu. No julgamento, o promotor João Calsavara terá os advogados Adriano Salles Vanni, Julia Mariz, Cecilia Souza, William Carmona e Roselle Adriane Soglio - contratados pela família de Leandro como assistentes da acusação. O g1 procurou eles para comentar o assunto, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Adiamento em maio O julgamento do PM que matou Leandro estava previsto para maio de 2025, mas foi adiado depois que os advogados do policial alegaram cerceamento de defesa e conseguiram uma liminar para adiar o júri. Em junho deste ano, o Tribunal de Justiça Militar (TJM) decidiu que Henrique deveria perder o posto de trabalho e a patente de tenente. À época, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que iria acatar a decisão. Procurada nesta semana, a pasta informou que "até o momento, não houve publicação oficial sobre a perda de posto e patente." De cordo com a defesa de Henrique, ele ainda continua recebendo o salário de R$ 10 mil da corporação, em razão de o processo que corre na Justiça Militar não ter sido encerrado. Trajetória Saiba quem é o lutador Leandro Lo, baleado na cabeça após discussão em SP Leandro Lo foi campeão mundial de jiu-jítsu por oito vezes. A última conquista, na categoria meio-pesado, foi em 2022, a primeira em 2012, na categoria peso-leve. Nas redes sociais, ele narra os dois títulos como “as duas conquistas mais importante da carreira”. “O primeiro [título] é a sensação de conseguir ser campeão mundial, esse foi eu ainda consigo ser campeão mundial, as duas melhores sensações da minha vida. Obrigado todos que estão sempre comigo na alegria na tristeza!”, disse ele numa postagem nas redes sociais dois meses atrás, quando relembrou o aniversário das conquistas mundiais. Campeão mundial de jiu-jítsu, Leandro Lo é baleado na cabeça em São Paulo LEIA MAIS: PM suspeito de atirar e matar campeão mundial de jiu-jítsu é preso após decisão da Justiça CARREIRA: Veja quem é Leandro Lo, o lutador oito vezes campeão mundial DEPOIMENTO: Mãe de Leandro Lo diz que PM que matou seu filho também era do jiu-jítsu, conhecia o atleta e provocou a confusão em show Familia de Leandro Lo cria animação em inteligência artificial (IA) para mostrar como foi o crime contra o lutador, a partir de perspectiva dos amigos que o acompanhavam na noite do crime, em agosto de 2022. Montagem/g1/Reprodução/Instagram .

Palavras-chave: inteligência artificial

Como o Brasil ajudou a criar a ONU?

Publicado em: 22/09/2025 08:04

Sede das Nações Unidas (ONU) em Nova York, nos Estados Unidos. Getty Images via BBC Oito brasileiros participaram, como delegados, da Conferência de San Francisco, a convenção com representantes de 51 países realizada no final da Segunda Guerra Mundial que criaria a Organização das Nações Unidas em 1945. O embaixador Pedro Leão Velloso (1887-1947), então ministro interino das Relações Exteriores, chefiou a comissão, que contava com outros dois embaixadores, Carlos Martins Pereira e Souza (1884-1965) e Cyro de Freitas Valle (1896-1969). ✅ Clique aqui para seguir o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Completavam o grupo militares e a bióloga e educadora Bertha Lutz (1894-1976), única mulher do grupo — e conhecida por seu ativismo feminista. De acordo com o embaixador Eugênio Vargas Garcia, doutor em história das relações internacionais pela Universidade de Brasília, o presidente Getúlio Vargas (1882-1954), "foi conservador em sua escolha" dos nomes da comitiva, exceto "por incluir a única mulher como delegada", Lutz — assinalou Garcia em seu livro O Sexto Membro Permanente - O Brasil e a Criação da ONU. A tese de Garcia, corroborada por muitos pensadores contemporâneos, é de que o Brasil teve um papel muito importante na criação do organismo internacional — tão importante que mereceria ter um assento permanente no Conselho de Segurança da instituição, como ocorre com China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos, os países que têm poder de veto sobre todas as resoluções da ONU. Um ano antes do encontro de San Francisco, a Conferência de Dumbarton Oaks, em 1944, aprovou as propostas que norteariam a criação daquela então nova organização internacional. O Brasil não teve representação nesse evento, mas foi o único país a ser cogitado como dono de uma sexta cadeira permanente, como explica Garcia. Em artigo acadêmico publicado em 2011 sobre o tema, o embaixador contextualiza essa questão. Ele conta que no comitê diretor do evento, levantou-se a importância do Brasil quando foi aventada a necessidade de "acomodar algum dos países latino-americanos". Contudo, nas discussões posteriores, foi lembrado que "o Brasil não era uma 'grande potência' e seu futuro político e econômico ainda era incerto". Além disso, pairavam dúvidas sobre a capacidade militar do país. Tudo isso fez com que a proposta acabasse rejeitada. Segundo Garcia, tanto britânicos quanto soviéticos rejeitaram "enfaticamente" a ideia e acabaram seguidos pelos norte-americanos, de forma unânime. De cogitado a candidato Mas se as tratativas então haviam ocorrido pelas costas dos próprios diplomatas brasileiros, foi com a publicação das conversas de Dumbarton que o tema passou a ser visto com interesse pelo governo do Brasil. Afinal, seguindo a mesma lógica do "falem mal, mas falem mal de mim", se o país foi cogitado, ainda que não tenha sido aceito, significava então que havia sido um candidato a integrar o grupo dos grandões. O ministro interino Velloso levou a história ao presidente Vargas. E o plano virou então priorizar a participação brasileira nos debates seguintes. O presidente deu sinal verde para que o ministro também abrisse um canal de conversas com o governo norte-americano. Pesquisador sênior no Instituto de Estudos de Desenvolvimento e Paz da Universidade de Duisburg-Essen, na Alemanha, o cientista político Leonardo Bandarra ressalta à BBC News Brasil que esse anseio brasileiro em fazer parte do clube é anterior à própria ONU. Ele lembra que o país foi "o único latino-americano" a participar da primeira composição do conselho da Liga das Nações, instituição internacional criada em 1919 e considerada a predecessora da ONU. Lula fará discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU Pelo que conta o embaixador Garcia, o presidente Franklin Roosevelt (1882-1945) nutria simpatia pelo projeto varguista. Ele teria dito ao primeiro ministro britânico Winston Churchill (1874-1965) que iria "cuidar dos meus bons amigos brasileiros, porque eles vão esperar serem incluídos no Conselho Permanente". "O Brasil teve um papel muito relevante entre aqueles que não eram potências porque tinha participado do esforço de guerra [na Segunda Guerra]", comenta à BBC News Brasil o especialista em relações internacionais Pedro Brites, professor na Fundação Getulio Vargas (FGV) . "O Brasil fazia parte do hemisfério liderado pelos Estados Unidos e então era considerado pelos norte-americanos um ator-chave." No xadrez da política internacional, era conveniente para os americanos terem um aliado no continente. Do lado brasileiro, os argumentos principais era a contribuição dada pelo país ao esforço dos Aliados para a derrota do nazifascismo na Segunda Guerra e, claro, as dimensões continentais que demonstram visualmente a importância do país. (Parênteses deste repórter. Certa vez ouvi de um embaixador brasileiro em missão no exterior que ele fazia questão de manter visível um mapa-múndi em sua sala por uma única razão: em toda e qualquer situação em que precisava se reunir com autoridade estrangeira, o tamanho que o Brasil ocupava no mapa já era motivo para fazer com que ele tivesse argumentos mais fortes em qualquer debate.) A bióloga e educadora Bertha Lutz (1894-1976) ficou conhecida por seu ativismo pelos direitos das mulheres. Arquivo Nacional via BBC Promessa não cumprida Mas o Brasil não conseguiu o almejado assento permanente. Garcia credita o fracasso, em partes, à morte de Roosevelt, em 12 de abril de 1945. Para ele, foi um "duro golpe às aspirações brasileiras", já que o então mandatário americano mantinha "contínuo apoio a Vargas" e era "grande simpatizante da causa brasileira". A participação brasileira na Conferência de San Francisco, com os oito membros sob a liderança de Velloso, foi vista como última chance para que o Brasil conseguisse a vaga permanente. Essa participação "projetou o Brasil no contexto internacional", conforme avalia à BBC News Brasil o jurista e cientista político Enrique Natalino, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Ele ressalta que o país, graças ao esforço da diplomacia, mesmo vivendo um período político conturbado, recém-saído da ditadura do Estado Novo, conseguiu "se empenhar de modo bastante contundente" para liderar os interesses da América Latina na Conferência de San Francisco e na elaboração da carta fundadora da ONU. "O papel do Brasil na fundação da ONU foi, de fato, notável e um ponto de grande orgulho na diplomacia brasileira. O Brasil foi uma das apenas 21 nações a assinar a Declaração das Nações Unidas em 1942, alinhando-se contra o Eixo. Na Conferência de San Francisco em 1945, onde a carta da ONU foi redigida, o Brasil teve uma participação ativa e influente, defendendo fortemente o princípio da igualdade soberana das nações e buscando um papel mais destacado para os países médios", contextualiza à BBC News Brasil o cientista político Márcio Coimbra, ex-diretor da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). Em seu livro, Garcia lembra que Bertha Lutz teve um papel importante para que, desde o nascedouro, o organismo encampasse a luta pelos direitos da mulher. "Lutz se bateu para que fosse expressamente reconhecido às mulheres o direito de ocupar qualquer cargo na estrutura do Secretariado da organização, mesmo aqueles que fossem preenchidos como resultado de eleições, além de se consagrar na Carta da ONU o princípio fundamental da igualdade dos seres humanos, sem distinção de sexo, credo, língua ou raça", escreveu o embaixador. Ele destacou que a carta ressalta, em seu preâmbulo, "a fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor do ser humano, na igualdade de direito dos homens e das mulheres, assim como das nações grandes e pequenas" e ainda que o artigo oitavo do documento frisa que "as Nações Unidas não farão restrições quanto à elegibilidade de homens e mulheres destinados a participar em qualquer caráter e em condições de igualdade em seus órgãos principais e subsidiários". Mas quanto ao assento permanente, Velloso e a delegação brasileira saíram do encontro apenas com promessas: de que o aumento das cadeiras ainda estava em discussão, de que o assunto seria tratado em reunião em futuro próximo e de que, claro, a delegação brasileira seria informada. Quase como aquela mãe que fala para a criança que está de olho em um doce algo como "na volta a gente compra". Foi um compromisso nunca cumprido. Em junho de 1945, um telegrama enviado pelo secretário de Estado norte-americano Edward Stettinius (1900-1949) a Velloso jogou a pá de cal nas aspirações brasileiras. "Eu espero muito sinceramente que você e o presidente Vargas e o povo brasileiro entenderão que esta decisão de modo algum reflete qualquer falta de consideração à importância da contribuição que o Brasil fez e continuará a fazer nos próximos anos à causa da paz e da segurança mundiais. Representa ao contrário uma visão circunstanciada dos melhores interesses da organização que nós aqui estamos conjuntamente nos esforçando para criar. Desejo acrescentar em nome da delegação dos Estados Unidos nossa própria esperança e expectativa de que o Brasil será eleito como um dos membros iniciais [não permanentes] do Conselho de Segurança", escreveu ele. Primeiro a falar O presidente Lula durante discurso na 79ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, EUA, em 24 de setembro de 2024. EPA-EFE/REX/Shutterstock via BBC De qualquer forma, muitos atribuem a isso o fato de que o Brasil tradicionalmente é o primeiro país a discursar todos os anos na Assembleia Geral da ONU. Seria então uma espécie de prêmio de consolação à nação que quase abocanhou um assento permanente na instituição. "A ideia é de que o Brasil fosse o primeiro a falar para que todos o ouvissem. Afinal, o primeiro discurso é ouvido por todos. Isso foi um reconhecimento. Mesmo sem a vaga permanente, o Brasil acabou ganhando o poder de iniciar os debates", pontua Bandarra. "Como cogitou-se que ele fosse um membro permanente do Conselho de Seguranças isso nunca foi à frente, ficou essa prática muito honrosa e gestual do Brasil ter a primeira palavra", analisa à BBC News Brasil o jurista Luís Fernando Baracho, professor de direito internacional e de relações internacionais da Universidade São Judas Tadeu e um dos editores do blog Fora da Cadência, sobre política internacional. Para ele, essa prerrogativa "é sempre uma oportunidade para o país em termos de política externa", a chance de ser "personagem importante no teatro global". "O Brasil é um dos fundadores da ONU e tem uma riquíssima tradição na instituição", diz à BBC News Brasil o jurista e historiador Rubens Beçak, professor na Universidade de São Paulo (USP). Beçak ressalta, inclusive, que o diplomata brasileiro Oswaldo Aranha (1894-1960) costuma ser lembrado por ter presidido a sessão da Assembleia Geral da ONU de 1947 que aprovou a resolução criadora do Estado de Israel. De acordo com Coimbra, a trajetória do Brasil nesse momento foi de conquistas. Aranha "entrou para a história" ao presidir a Assembleia Geral em 1947 e, para os Estados Unidos, o país "era visto como um parceiro crucial e um líder regional estável", um "aliado que compartilhava valores democráticos e que poderia ajudar a contrabalançar a influência de outras potências". "O empenho brasileiro foi genuinamente valorizado como o de uma nação que aspirava a um papel construtivo e de liderança na nova ordem mundial", enfatiza o cientista político. Para a socióloga Carolina Pavese, doutora em relações internacionais pela London School of Economics, o histórico da participação brasileira na criação da ONU deixa a influência e prestígio como legado. "Como potência média, o multilateralismo e a diplomacia são ferramentas estratégicas para que a gente consiga promover melhor os nossos interesses e agendas", diz à BBC News Brasil ela, que é professora na Fundação Instituto de Administração (FIA) e no Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). Tudo isso, ressalta Pavese, é feito de acordo com o entendimento brasileiro "de governança" e a partir de "nossas prioridades enquanto nação". Pesquisador no Instituto Mackenzie, o historiador Victor Missiato acredita que esses primeiros passos do Brasil na ONU acabaram sedimentando uma imagem que o país tem até hoje no cenário internacional. "O Brasil foi aliado dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, o único país sul-americano que participou efetivamente da Segunda Guerra", contextualiza ele, à BBC News Brasil. "E teve protagonismo muito grande na criação da ONU, principalmente por meio de um ativismo diplomático ao tomar a frente e liderar esse discurso." De acordo com o pesquisador, o país "soube aproveitar a visão" global de que a América do Sul "tem um líder" e que também se trata de "uma região mais apaziguada". Estas foram as sementes do multilateralismo apregoado pelo Brasil até hoje — e do papel que a nação advoga para si de construir pontes entre o Sul e o Norte. "De ser o país do diálogo", resume Missiato.

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'Rostos Virgens': quadrilha usava pessoas em vulnerabilidade para fraudar reconhecimento facial e desviar benefícios de clientes

Publicado em: 22/09/2025 08:02

'Rostos Virgens': quadrilha usava pessoas em vulnerabilidade para fraudar reconhecimento f Golpistas que desviaram benefícios sociais de milhares de vítimas usavam a tática de buscar "rostos virgens" para burlar o sistema de reconhecimento facial da Caixa Econômica Federal. Essa e outras estratégias, que incluíram o uso de imagens de inteligência artificial foram reveladas em reportagem do Fantástico, da TV Globo. A quadrilha precisava desses rostos que nunca tinham passado pelo reconhecimento facial do banco. O motivo era que eles não podiam repetir a biometria – um rosto já usado em golpes anteriores não funcionava em um novo. O objetivo final era criar clientes falsos, usando dados verdadeiros roubados das vítimas. E para conseguir esses "rostos virgens", os criminosos recorriam à rua, como apontou a investigação da Polícia Federal (PF). O perito Paulo Cesar Baroni, especialista em reconhecimento facial da Polícia Federal do Rio de Janeiro, informou que os golpistas se aproveitaram de pessoas em situação de vulnerabilidade social. A investigação indicou que eles começaram a pegar "moradores de rua mesmo, utilizando essas imagens". Um áudio interceptado pela PF detalha a busca por essas pessoas: "Sim, por isso que eu te perguntei, cadê o suco com os cracudos? Porque passou a facial do cracudo, pediu o doc, vai ter que tirar uma foto 3x4, aí o moleque que monta”. Além da exploração de vulneráveis, o grupo criminoso usou muitas estratégias avançadas para burlar a segurança. A polícia encontrou milhares de fotos que haviam sido geradas por inteligência artificial (IA). Estas imagens eram usadas para cumprir a exigência do sistema de ter um documento à mão. Bandidos usavam rostos de pessoas em situação de rua para aplicar golpes. Reprodução/TV Globo/Fantástico Cada fotografia virava um novo usuário, permitindo mais um golpe. O especialista da PF contou para a reportagem que os criminosos não tinham preocupação em expor a imagem de ninguém, usando inclusive seus próprios rostos. Uma mensagem encontrada confirmou a prática: “Vou até fazer a minha barba pra pintar a cara de novo” Para aumentar ainda mais a variedade de rostos, os criminosos alteravam a própria aparência para posar para fotos. Eles mudavam a cor da pele e o corte do cabelo. O grupo descobriu que o sistema estava aceitando "qualquer face" para o cadastro, mesmo quando a imagem não batia com o esperado pelas informações cadastrais, desde que fosse uma selfie “bem tirada”. Como funcionava o golpe No esquema, o funcionário envolvido no golpe apagava os dados dos beneficiários. Em seguida, criava um novo. O cadastro era reiniciado com outro e-mail, outro celular e um novo reconhecimento facial, mas mantendo o mesmo CPF, nome e data de nascimento da vítima. Assim, o dinheiro era desviado diretamente para os criminosos. A maioria das vítimas era de baixa renda. O delegado da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Wanderson Pinheiro da Silva, destacou o impacto social, afirmando que ficar "um, dois meses sem receber um benefício assistencial" causa "todo um desgaste emocional" nas famílias, que precisam buscar uma agência, contestar e aguardar o ressarcimento. A quadrilha tinha acesso a "todos os benefícios pagos pelo aplicativo Caixa Tem, como o FGTS, Bolsa Família, abono salarial, enfim, tudo", explica o delegado.

VLC ganha suporte nativo para Windows 11 em PCs Arm

Publicado em: 22/09/2025 07:58 Fonte: Tudocelular

O VLC, um dos reprodutores de mídia mais populares do mundo, acaba de receber a atualização que dá a ele o suporte nativo ao Windows 11 em PCs com arquitetura Arm. A novidade chega na versão 3.0.22 RC1, que não apenas abre caminho para rodar o software de forma otimizada em chips Arm64, como também traz uma série de ajustes e correções aguardadas. Apesar de esse suporte estar em testes há mais de um ano, apenas agora se aproxima de se tornar realidade para todos os usuários. Curiosamente, a mesma atualização também inclui uma correção para o Windows XP Service Pack 3, atendendo aos poucos que ainda possuem esse sistema operacional já desfasado. Clique aqui para ler mais

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