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Financeira dá golpe em 2 mil clientes após prometer retorno diário, causa prejuízo de R$ 35 mil a vítima e alega ataque hacker

Publicado em: 27/01/2026 05:03

Moradores de Matozinhos denunciam golpe milionário de financeira virtual Uma plataforma que prometia lucro diário sobre o valor investido atraiu moradores de Matozinhos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e agora é alvo de investigação da Polícia Civil por suspeita de golpe financeiro. Pelo menos 40 vítimas já registraram ocorrência na cidade, mas grupos de mensagens apontam mais de 2 mil pessoas prejudicadas em diferentes estados. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp A empresa Quona Financial se apresentava como uma gestora de capital de risco e oferecia investimentos por meio de um aplicativo na internet. O modelo era simples e atrativo: o cliente investia um valor inicial, recebia diariamente uma porcentagem de rendimento e, ao final do ciclo, recuperava o capital total aplicado. Segundo relatos, os primeiros saques funcionavam normalmente, o que aumentava a confiança e incentivava novos aportes, além de atrair novos investidores por indicação. “Você investia um capital e, por dia, sacava uma porcentagem. No final, recebia o valor total”, contou o farmacêutico Dênis Daniel Rodrigues, uma das vítimas do golpe. Vítimas relatam prejuízos e vergonha Um dos investidores afirma ter perdido R$ 35 mil após não conseguir mais sacar o dinheiro. Outro diz que perdeu R$ 25 mil. “Além de ser enganado, fica aquele sentimento de vergonha”, relatou uma vítima que preferiu não se identificar. Empresa alegou ataque hacker e pediu depósito de R$ 900 Em comunicado após receber reclamações dos clientes, a Quona Financial afirmou que sofreu um ataque hacker que teria alterado dados bancários e provocado saques indevidos. A empresa prometeu reembolsar os usuários, o que não ocorreu, segundo os denunciantes. Um boletim de ocorrência relata que a plataforma disse que as contas foram substituídas por novos perfis e que seria necessário depositar mais R$ 900 para desbloquear os valores, o que levantou ainda mais suspeitas. A TV Globo tentou contato com os responsáveis pela Quona Financial, mas não obteve resposta. LEIA TAMBÉM: Governo de MG afirma que transbordamento em mina causou danos ambientais e Vale será autuada Minas Gerais tem mais de 14 mil vagas de emprego; saiba como se candidatar Imagens mostram página de navegação da plataforma Quona Financial, financeira virtual que aplicou golpe em cerca de 2 mil pessoas Reprodução Escritório físico e recrutamento de novos investidores A empresa mantinha um escritório no centro de Matozinhos, onde treinava novos investidores. O local foi aberto por uma mulher que afirma também ter sido vítima. Karen Guerra diz que foi recrutada após ver um anúncio de oportunidade de negócio na internet e passou a atrair novos investidores, mas acabou sofrendo ameaças e prejuízos. “Eu acredito que eles me usaram. Sofri muitas ameaças, contra mim e minha família. Quero que isso se resolva”, afirmou. Polícia investiga e orienta vítimas A Polícia Civil investiga o caso e confirmou ao menos 40 denúncias formais em Matozinhos. Em grupos de aplicativos de mensagem, vítimas relatam mais de 2 mil prejuízos em cidades de Minas Gerais e de outros estados, como Rio de Janeiro e Paraná. A corporação orienta que os prejudicados registrem boletim de ocorrência e apresentem documentos que comprovem a fraude para permitir a abertura de investigação criminal. Vídeos mais assistindo do g1:

Palavras-chave: hacker

É #FAKE vídeo que mostra jovens surfando na enxurrada em favela; cenas foram criadas com IA

Publicado em: 27/01/2026 05:00

É #FAKE vídeo que mostra jovens surfando na enxurrada em favela Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo de jovens surfando em uma enxurrada que passa por ruas e becos de uma favela. É #FAKE. selo fake g1 📲 Como o vídeo chegou ao Fato ou Fake? Um leitor enviou o conteúdo por meio do nosso WhatsApp – +55 (21) 97305-9827 – e perguntou se o conteúdo era real. O material tem a sinalização de "encaminhado com frequência". 🛑 Como é o vídeo falso? Com 53 segundos de duração, o vídeo viralizou no WhatsApp a partir de sexta-feira (23). Ele tem a seguinte legenda: "Pobre precisa de pouco para se divertir". O texto omite que as cenas foram criadas com inteligência artificial (leia detalhes abaixo). Apenas a partir da segunda metade do registro, é que há trechos sinalizados com a marca d'água da plataforma MindVideo AI, que permite a criação de imagens sintéticas a partir de comandos com textos simples. As imagens mostram jovens supostamente surfando em meio a uma enxurrada que desce por ruas e becos de uma favela. O áudio reproduz o som da corrente de água, enquanto vozes alternadas dizem expressões como "olha o surfe na ladeira" e "surfe na favela". ⚠️ Por que isso é mentira? O Fato ou Fake submeteu o vídeo a duas plataformas de detecção de IA, e ambas indicaram uso desse recurso: Hive Moderation – 87% a 97% de probabilidade de o conteúdo ser sintético. Sightengine – 75% de probabilidade de o conteúdo ser sintético. Apontou ainda grandes chances de as imagens terem sido feitas com o Sora, modelo da OpenAI (dona do ChatGPT) para criação de vídeos por IA a partir de textos simples. A ferramenta de detecção Hive Moderation aponta trechos com 87% a 97% de probabilidade de uso de inteligência artificial. Reprodução A ferramenta de detecção Sightengine aponta 75% de probabilidade de o conteúdo ter sido gerado por inteligência artificial Reprodução Veja também É #FAKE que EUA foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra Mundial e 'devolveram' a ilha à Dinamarca após o fim do conflito É #FAKE que EUA foram 'donos' da Groenlândia durante a 2ª Guerra e 'devolveram' a ilha VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Palavras-chave: inteligência artificial

Galaxy S26 Ultra: Samsung deve trazer aguardado upgrade na tela que turbinará cores

Publicado em: 27/01/2026 04:17 Fonte: Tudocelular

Um novo rumor reforça que a tela deve ser um dos maiores diferenciais do Galaxy S26 Ultra, que deve empregar um aguardado upgrade — a profundidade de cor de 10-bit. Já vista em concorrentes chineses há alguns anos, a tecnologia amplia a capacidade de reprodução de tonalidades do display, e deve fazer do próximo top de linha da Samsung uma opção muito atraente para consumo de mídia.A novidade foi compartilhada pelo informante Ice Universe, que possui um histórico geralmente preciso de vazamentos, em uma publicação simples que aponta que o S26 Ultra embarcará um display de 10-bit, com "100% de certeza". O upgrade é muito aguardado e posicionaria melhor o dispositivo contra rivais chineses. O número refere-se à profundidade de cor, ou color depth em inglês — de forma resumida, a característica representa a quantidade de informação que cada pixel do painel tem disponível para reproduzir uma tonalidade. Quanto maior for essa profundidade, mais variações de cores podem ser reproduzidas.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Benchmark confirma: Windows 11 25H2 é mais rápido que o Windows 10 em games

Publicado em: 27/01/2026 02:10 Fonte: Tudocelular

O Windows 11 finalmente superou o Windows 10 em desempenho bruto para jogos. Com a chegada da atualização 25H2, a Microsoft eliminou o gargalo que afastava entusiastas, entregando taxas de quadros superiores em títulos AAA. A mudança é crucial agora que o suporte oficial ao sistema anterior foi encerrado, deixando milhões de usuários em busca de uma migração segura e eficiente.Testes rigorosos realizados pelo canal Hardware Unboxed revelam que a versão 25H2 inverteu o cenário de 2024. Enquanto o Windows 11 22H2 frequentemente perdia para o antecessor, a nova build domina os benchmarks. Utilizando uma RTX 5090, o sistema registrou ganhos médios de 1,2% em 1080p e saltos de até 5% em resoluções 1440p e 4K.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: windows

Chefe de esquema de 'gatonet' é condenado após movimentar R$ 5 milhões por ano e comprar carros de luxo

Publicado em: 27/01/2026 02:00

Autoridades fazem cerco à pirataria de serviços de TV Soumith Soman/Pexels Um homem apontado como líder de um esquema de "gatonet" e lavagem de dinheiro de 2017 a 2021 em Penápolis (SP) teve sua pena ampliada pela Justiça de São Paulo. Em dezembro, ele tinha sido condenado a 6 anos e 8 meses de reclusão em regime semiaberto. Na última quarta-feira (21), a pena foi elevada a 7 anos e 6 meses de prisão em regime fechado. Ainda é possível recorrer da decisão. Na sentença, a Justiça apontou que ele oferecia um serviço ilegal por meio do site Control IPTV, que permitia assinar pacotes com canais de TV, além de filmes e séries sob demanda, sem autorização dos detentores de direitos sobre os conteúdos. O serviço ilegal se baseava no portal meupainel.me, uma espécie de central para gerenciar usuários e pagamentos de vários sites ilegais, incluindo Price IPTV, Tech Canais, LH Canais, DVConect, Plis Canais, Factory IPTV, IPTV Fast e Turbo TV. 💡 IPTV é a sigla em inglês para "televisão por protocolo de internet", serviço em que o conteúdo é transmitido pela internet, em vez de antena ou cabo. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 O plano básico custava R$ 25 por mês para cada usuário, segundo denúncia da Alianza, associação de empresas contra pirataria audiovisual na América Latina. A partir de ferramentas disponíveis na internet, a entidade estimou que a plataforma tenha alcançado cerca de 17 mil usuários únicos e, então, projetou o faturamento anual do esquema em R$ 5,2 milhões. Com o dinheiro do "gatonet", ele buscou ocultar R$ 13 milhões por meio de empresas de fachada, patrimônios em nomes de terceiros e milhares de transferências que buscavam dificultar o rastreamento do dinheiro, disse a Justiça. Ele comprou bens de alto valor, incluindo um imóvel de R$ 1,1 milhão e quatro carros de luxo, sendo dois BMW, um Porsche e um Land Rover. Um dos carros foi registrado em nome de um terceiro, que foi condenado a 4 anos de reclusão em regime semiaberto pelo crime de ocultação de bens e poderá recorrer. Outros três veículos foram registrados em nome de sua empresa de fachada. A Justiça apontou que mais quatro homens participaram do esquema. Eles tinham sido condenados em dezembro, com penas de 5 anos e 9 meses de prisão em regime semiaberto para cada um e também poderão entrar com recurso. Combate ao 'gatonet' derruba centenas de sites e apps piratas no Brasil em 2025 Como funcionam tecnologias que extraem dados de celulares e que a PF tem usado no Brasil 'Sentimento horrível', diz brasileira vítima de foto editada de biquíni pelo Grok, IA de Musk Cerco à pirataria A investigação teve origem na segunda fase da Operação 404, que atua contra pirataria digital. A etapa, realizada em novembro de 2020, terminou com a prisão em flagrante do homem apontado como chefe do esquema, que foi liberado com o pagamento de fiança e retomou a operação ilegal. Nos últimos anos, autoridades têm realizado operações para impedir esquemas de oferta ilegal de serviços piratas de TV por assinatura e outras plataformas protegidas por direitos autorais. A Operação 404, que ganhou esse nome em referência ao erro que indica que o usuário acessou uma página não encontrada, existe desde 2019 sob coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A oitava fase, realizada em novembro de 2025, bloqueou 535 sites e 1 aplicativo de streaming, além de cumprir 44 mandados de busca e apreensão, 4 ordens de prisão preventiva e 3 prisões em flagrante. No mesmo mês, uma operação na Argentina derrubou 22 aplicativos ilegais usados em TV boxes, que também são conhecidos como aparelhos de IPTV e caixinhas de TV. Foi a segunda fase de uma operação que já tinha derrubado outros 14 serviços. A investigação durou meses e encontrou escritórios que pareciam empresas legítimas, mas serviam como centrais da pirataria. Um deles tinha até mesmo um setor de Recursos Humanos para seus cerca de 100 funcionários. No esquema criado na Argentina, cada usuários dos serviços pagava até US$ 5 por mês (R$ 27), o que contribuiu para um faturamento anual estimado em mais de US$ 150 milhões (R$ 800 milhões). Cerco ao 'gatonet' derruba milhares de sites e apps piratas no Brasil

Palavras-chave: tecnologia

Xiaomi 18: vazamento detalha novo painel OLED RGB de 6,3 polegadas da TCL CSOT

Publicado em: 27/01/2026 01:30 Fonte: Tudocelular

A Xiaomi está preparando o terreno para dominar o segmento de flagships compactos com o futuro Xiaomi 18. Vazamentos da cadeia de suprimentos revelam que a marca chinesa garantirá um salto de imagem sem precedentes em telas de 6,3 polegadas, desafiando diretamente a hegemonia da Apple no setor de aparelhos potentes e reduzidos. De acordo com o renomado informante Digital Chat Station, a fabricante TCL CSOT iniciou a produção em massa de um novo painel OLED RGB customizado. Este componente é o forte candidato a equipar a versão base do Xiaomi 18, prometendo resolver o maior dilema dos aparelhos menores: a densidade de pixels.Embora o painel possua resolução nominal de 1.5K, o grande diferencial técnico reside no arranjo de subpixels RGB. Diferente das matrizes padrão, essa tecnologia entrega uma densidade de pixels (PPI) equivalente a painéis 2K.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

'Não vai passar impune', diz João Campos sobre denúncia de monitoramento de secretário do Recife pela polícia

Publicado em: 26/01/2026 22:08

'Não vai passar impune', diz João Campos após denúncia de monitoramento O prefeito do Recife, João Campos (PSB), se pronunciou, na noite desta segunda-feira (26), sobre a denúncia de que a Polícia Civil estaria espionando, de forma supostamente ilegal, o chefe de Articulação Política e Social da prefeitura, Gustavo Queiroz Monteiro. Num reel publicado no Instagram, ele disse que acionar a Justiça para responsabilizar os envolvidos (veja vídeo acima). "Eu quero dizer a vocês [seguidores] que vou tomar todas as medidas cabíveis na Justiça brasileira porque isso não vai passar impune. A democracia brasileira não permite, nem permitirá, nenhum arroubo autoritário", afirmou. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE Segundo a denúncia, um carro funcional utilizado pelo secretário foi vigiado por policiais civis entre agosto e outubro de 2025 e chegou a ter um rastreador instalado pelos agentes. O irmão dele, Eduardo Monteiro, também teria sido monitorado. "O que está em jogo não é a polícia investigar, mas é fazer isso da forma certa. [...] Perseguição sem ordem judicial, sem nenhuma formalidade. Rastreador sendo colocado em carro oficial da prefeitura sem ordem judicial. Isso é criminoso, isso é absurdo. Se não fosse a imprensa livre denunciando isso, onde é que isso ia parar?", declarou João Campos. Em entrevista coletiva, o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, confirmou o monitoramento e disse que a investigação ocorreu para apurar uma denúncia sobre recebimento de propina e que o veículo da frota da prefeitura, usado pelo servidor municipal, era o foco da apuração e negou qualquer irregularidade (saiba mais abaixo). Ainda segundo a SDS, a investigação preliminar não resultou em instauração de inquérito policial, "uma vez que não foi constatada a prática de nenhum ato ilícito". Ainda de acordo com a denúncia, havia um grupo no WhatsApp, com membros da Polícia Civil, em que agentes e delegados trocavam informações sobre a rotina de Gustavo Monteiro. A existência do grupo, intitulado "Nova Missão", foi confirmado pela Secretaria de Defesa Social (SDS). No grupo, os policiais compartilhavam fotos do carro, e, em determinado momento, citam a compra e colocação de uma "tag", aparelho utilizado para rastrear o veículo. O equipamento foi instalado quando o veículo estava estacionado num supermercado. No vídeo, o prefeito questionou quem teria dado a ordem para que o grupo fosse criado e afirmou que a iniciativa era "ilegal" e "imoral". Ele declarou, ainda, que "não vale tudo dentro de uma instituição tão séria como a Polícia Civil, com 200 anos". "Será que iam construir provas falsas, uma realidade que não existe para incriminar pessoas inocentes? Até porque, depois que saiu a notícia, a SDS disse que foi arquivado e que nada foi encontrado. Cadê a formalidade disso tudo?", disse. João Campos falou sobre denúncia sobre monitoramento supostamente ilegal de secretário do Recife Montagem/g1 Denúncia anônima Na coletiva de imprensa, o secretário Alessandro Carvalho disse que deu a ordem para iniciar a investigação, depois que chegou à SDS um documento com imagens do secretário e de seu irmão, bem como uma foto do carro em um estacionamento. Carvalho afirmou que a denúncia foi feita de forma anônima. No documento, Gustavo Monteiro é referido como "'braço direito do prefeito', amigo de faculdade e responsável pela arrecadação e distribuição dos recursos financeiros" e como alguém que "coordena toda a operação de arrecadação [de propina], e coloca seus irmãos para executar". Já o irmão, Eduardo Monteiro, seria ligado ao gabinete do prefeito, "conhecido e temido por todos os fornecedores" e "faz a operação acontecer em todas as secretarias com a cobrança da propina" para "arrecadar o dinheiro e até com manipulação em licitações para beneficiar as empresas que melhor podem arrecadar". Na denúncia, é dito que Eduardo Monteiro receberia pagamentos em dinheiro, em estacionamentos de shoppings, com valores de 4% a 5% de "faturamentos mensais" de fornecedores da prefeitura. O pai dos dois, Henrique Monteiro, também é citado, como alguém conhecido "na Secretaria de Saúde com mesma finalidade" e que "já operou na Secretaria de Cultura do Recife". A denúncia também diz que exceções à suposta cobrança de propina seriam empresas de Romero Jatobá, pai do vereador Romerinho Jatobá (PSB), presidente da Câmara Municipal, que seriam "beneficiadas com manipulação desde a licitação até a contratação dos empregados". Segundo a Polícia Civil, o conteúdo da operação "Nova Missão" foi vazado supostamente por um policial investigado por outro crime. Governo nega irregularidade Sobre o monitoramento, a Polícia Civil informou que, conforme entendimento consolidado do Supremo Tribunal Federal (STF), denúncias anônimas, por si só, não são suficientes para a instauração de inquérito policial, e são utilizadas apenas como fonte de informação. O secretário Alessandro Carvalho disse que a verificação prévia, antes da instauração de inquérito, ocorre para que uma simples denúncia anônima não cause "constrangimento com a instauração de um inquérito a quem não tinha justa causa para se instaurar o procedimento". Questionado sobre a instalação de equipamento rastreador no carro, o secretário negou que houvesse ilegalidade e necessidade de mandado expedido pela Justiça, mesmo em investigação anterior à instauração de inquérito. No entanto, o advogado criminalista Yuri Herculano disse ao g1 que seria necessária uma autorização judicial para que o monitoramento fosse feito. "Para que haja essa invasão de privacidade, preciso ter elementos mais robustos, um inquérito instaurado, autorização judicial para isso", declarou. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Palavras-chave: câmara municipal

Justiça condena EMS a ressarcir União por falha em transferência de tecnologia para produção de medicamento contra câncer

Publicado em: 26/01/2026 20:14

Imagem de arquivo mostra as dependências da farmacêutica EMS, em Hortolândia (SP). William de Freitas A Justiça Federal do Rio condenou a farmacêutica EMS, que tem sede em Hortolândia (SP), e o Instituto Vital Brazil, a ressarcirem a União por falhas em uma parceria para a produção do medicamento mesilato de imatinibe, usado no tratamento de câncer, distribuído pelo SUS. A decisão foi assinada pela juíza federal Vivian Machado Siqueira, da 29ª Vara Federal do Rio de Janeiro, e aponta que não houve transferência integral da tecnologia prometida na parceria firmada entre a farmacêutica, o Instituto Vital Brazil (IVB) e o Ministério da Saúde. Apesar de o medicamento ter sido entregue normalmente aos pacientes, a magistrada concluiu que a parte do contrato que previa a transferência de tecnologia para produção nacional não foi cumprida. Por isso, a Justiça reconheceu nulidade parcial dos contratos e determinou a devolução do valor pago a mais, relacionado à etapa que não foi executada. Ainda cabe recurso da decisão. Em nota, a EMS afirmou que a transferência de tecnologia foi realizada totalmente e que não houve pagamento de valores superiores aos praticados no mercado. O g1 entrou em contato com o Instituto Vital Brazil e a reportagem será atualizada quando obtiver resposta. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias da região de Campinas em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 O que dizia a parceria? A Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) foi firmada em 2012. O objetivo era que o Instituto Vital Brazil, ligado ao governo do estado do Rio de Janeiro, passasse a dominar a tecnologia necessária para produzir o medicamento mesilato de imatinibe, nas apresentações farmacêuticas de 100 mg e 400 mg, para o tratamentode leucemia mieloide crônica e outras neoplasias hematológicas. "Do ponto de vista estratégico, o acordo visava a nacionalização da produção deste medicamento oncológico considerado estratégico pelo Ministério da Saúde, reduzindo a dependência externa de insumos e proporcionando o domínio nacional da tecnologia integral do Imatinibe", informa o texto da decisão. Durante a vigência da PDP, de 2013 a 2018, a União pagou valores maiores do que os praticados no mercado, de acordo com o documento da decisão na Justiça. Esse custo extra, segundo as regras do programa, só seria justificável se houvesse a transferência completa de conhecimento, como fabricação dos comprimidos, domínio da fórmula e autonomia produtiva. O que a Justiça identificou? Sede da Justiça Federal no Rio de Janeiro Gabriel Barreira/G1 Na sentença, a juíza afirma que o Instituto Vital Brazil se limitou a atividades como controle de qualidade e embalagem secundária, sem passar a produzir o medicamento de fato. Depoimentos e documentos analisados ao longo do processo apontam que o laboratório público não chegou a ter estrutura industrial para fabricar o medicamento, nem perspectiva concreta de alcançar essa capacidade, mesmo mais de dez anos após o início da parceria. A decisão também afirma que a EMS tinha conhecimento dessas limitações mas continuou recebendo valores que incluíam a parcela destinada à transferência de tecnologia. "De modo simétrico e complementar, se o parceiro privado tomou conhecimento inequívoco de que oparceiro estatal não construiria a planta industrial nem absorveria efetivamente a tecnologia, deveria ter alertadoformal e tempestivamente o Ministério da Saúde, proposto medidas alternativas concretas para viabilizar ocumprimento do objeto contratual ou, não sendo possível superar os óbices identificados, sustado imediatamente aexecução contratual [...] e devolvido eventuais valores recebidos indevidamente", diz a decisão. Ainda de acordo com o texto da sentença, a continuidade do contrato com o recebimento de valores maiores que os praticados no mercado, sem que houvesse a trasnferência integral de tecnologia para produção do medicamento, "configura enriquecimento sem causa" e "violação frontal aos princípios constitucionais da moralidade administrativa e da boa-fé". Não houve prejuízo aos pacientes, segundo o documento, já que o medicamento foi entregue regularmente e utilizado no tratamento oncológico pelo SUS. Quanto deve ser devolvido? O valor total do ressarcimento ainda será calculado em uma fase posterior do processo, chamada de liquidação de sentença. Segundo a decisão, o cálculo deve considerar a diferença entre o que foi pago durante a parceria e os preços de mercado. A magistrada determinou que a responsabilidade seja dividida da seguinte forma: EMS: 90% do valor a ser devolvido Instituto Vital Brazil: 10% Os valores serão corrigidos monetariamente e acrescidos de juros. O que diz a EMS? Em nota, a EMS afirmou que "transferência de tecnologia prevista no âmbito da parceria foi realizada totalmente", o que seria comprovado pelo registro sanitário da Anvisa que habilita o Instituto Vital Brazil a produzir o medicamento. Veja na íntegra: "A decisão judicial mencionada refere-se a uma parceria firmada no passado, assinada em 2012, que envolveu o fornecimento de medicamentos e transferência de tecnologia ao sistema público de saúde até 2018, respeitando o cronograma aprovado e seguindo toda a regulamentação prevista para as PDPs. A transferência de tecnologia prevista no âmbito da parceria foi realizada totalmente. Ela é comprovada pelo fato de existir o registro sanitário da ANVISA que habilita o IVB a produzir o medicamento. Este documento é público. A decisão judicial e o Ministério Público reconheceram a legalidade do modelo adotado e a regularidade do fornecimento do medicamento ao sistema público de saúde, afastando qualquer caracterização de fraude ou de dano integral ao erário, sendo certo que a ação foi proposta por um ator privado. Não houve pagamento de valores superiores aos praticados no mercado. É importante diferenciar os preços estabelecidos em processos licitatórios daqueles relacionados à transferência de tecnologia, que possuem naturezas e critérios distintos no âmbito das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), como reconhece a própria decisão judicial. O tema permanece em discussão no âmbito judicial, inclusive quanto a aspectos específicos, como a definição de valores, não havendo decisão definitiva ou valor exigível neste momento. A EMS já interpôs os recursos cabíveis e segue avaliando, de forma criteriosa e responsável, todas as medidas processuais adequadas à defesa de seus direitos. A EMS reafirma seu compromisso com parcerias estruturantes, com a ampliação do acesso a medicamentos e com a observância da legalidade, da segurança jurídica e regulatória em todas as suas iniciativas." VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região na página do g1 Campinas

Palavras-chave: tecnologia

Integração entre Jaé e Riocard segue sem prazo e passageiros continuam usando dois cartões no Rio

Publicado em: 26/01/2026 19:57

Integração entre Jaé e Riocard segue sem prazo e passageiros continuam usando dois cartões no Rio A promessa de integração entre as bilhetagens do sistema de transporte público do estado e do município, prometida no ano passado, não se concretizou até o início de 2026. Com isso, passageiros seguem precisando usar dois cartões diferentes para se locomover pela capital e a Região Metropolitana. Os cartões utilizados são: Jaé (municipal): pode ser usado em BRT, ônibus de linha, VLT, vans e “cabritinhos”. A tarifa é de R$ 5. O sistema foi implantado há quase seis meses. Riocard (estadual): válido em barcas, metrô, trem e ônibus intermunicipais. Atualmente, o metrô é o único modal estadual que aceita o Jaé, com tarifas que variam de R$ 7,90 a R$ 8,80, dependendo da integração. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Passageiros enfrentam dificuldades Paes critica demora do estado em integrar transportes com Jaé A estudante Vitória Helena Matias, que mora e faz estágio no Rio, precisa usar dois cartões diferentes para chegar ao trabalho. Com o Riocard, ela paga R$ 7,60 para embarcar no trem na Central. Ao chegar em Deodoro, precisa do Jaé para seguir de ônibus até Senador Camará, pagando mais R$ 5. “Eu não acho prático usar dois cartões. Acho que um só seria muito melhor, até porque na correria do dia a dia eu mesmo confundo às vezes na hora de passar no ônibus. Às vezes eu passo o Riocard e não funciona. Não é prático”, diz Vitória. A situação se repete com Sarah, que utiliza o Riocard para pegar a barca em Paquetá e, depois, o Jaé para seguir até Madureira. Histórico Washington Reis, ex-secretário estadual de Transporte e Mobilidade Urbana Reprodução/TV Globo Em janeiro de 2025, o então secretário estadual de Transportes, Washington Reis, afirmou que a integração viria após uma licitação da bilhetagem eletrônica. Secretária Maína Celidônio falou sobre o programa de recuperação de linhas de ônibus. Reprodução Já em maio, a secretária municipal de Transportes, Maina Celidônio, disse que o convênio com o governo do estado estava em fase final e que a solução seria implementada ainda em 2025. Em julho, a secretaria estadual passou a ser comandada por Priscila Sakalem, que declarou que a prioridade era reduzir o valor da passagem do metrô e integrar os sistemas. “Hoje temos dois sistemas diferentes operando com tecnologias distintas. Estamos perseguindo essa integração”, afirmou Sakalem na época. Secretária Priscila Sakalem em entrevista ao RJ1 Reprodução/TV Globo Notas das secretarias A Secretaria Estadual de Transportes declarou que as tratativas para encontrar a melhor solução técnica e operacional para a integração com o cartão Jaé seguem evoluindo. Já a Secretaria Municipal de Transportes informou que mantém constante diálogo com o governo do estado para viabilizar, de forma gradual, a ampliação da aceitação do Jaé em todos os modais estaduais. Nenhuma das pastas, no entanto, apresentou prazo para a efetiva integração dos sistemas.

Palavras-chave: tecnologia

Estudantes de Martinópolis protestam após transporte deixar de ser 100% gratuito

Publicado em: 26/01/2026 19:49

Moradores de Martinópolis fazem manifestação após prefeitura comunicar mudança no transporte intermunicipal gratuito Ana Palacio/TV TEM Estudantes de Martinópolis (SP) fizeram uma manifestação na tarde desta segunda-feira (26) contra a prefeitura após um comunicado sobre mudanças no transporte intermunicipal gratuito oferecido pelo município. Há cerca de um mês, a prefeitura informou nas redes sociais que o benefício destinado a estudantes de nível técnico, profissionalizante e universitário passaria a custear apenas 50% do valor do transporte escolar a partir de 2026, conforme a lei municipal n.º 2.418 de 2005. Nos últimos anos, no entanto, o valor vinha sendo pago de forma integral pelo município. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Diante disso, moradores se manifestaram contra a decisão, e o caso foi encaminhado ao Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP). De acordo com a coordenação do Movimento Estudantil Martinopolense, cerca de 150 pessoas, entre pais, estudantes e pessoas ligadas à educação, participaram do protesto de forma pacífica. O grupo se reuniu nas proximidades da rodoviária e seguiu em caminhada até a prefeitura. No paço municipal, os manifestantes leram recomendações do Ministério Público encaminhadas ao município. O ato foi acompanhado pela Guarda Municipal e pela Polícia Militar. Em nota à TV TEM, o MPSP informou que foi instaurado um Inquérito Civil para apurar uma possível violação do direito social à educação pela Prefeitura de Martinópolis. Segundo o órgão, a apuração envolve a ameaça de descontinuidade do transporte universitário gratuito, política pública consolidada há mais de uma década e prevista na Lei Municipal n.º 2.372 de 2011. Ainda conforme o Ministério Público, o procedimento segue em andamento, sem mais detalhes divulgados até o momento. O que diz a prefeitura A Prefeitura de Martinópolis informou, em nota, que a decisão foi motivada por fatores técnicos e de segurança. Segundo o município, a frota atual tem idade avançada, o que dificulta a formalização de contratos de seguro e gera riscos operacionais. A administração municipal também apontou a falta de motoristas no quadro funcional e limitações financeiras como impedimentos para a manutenção do modelo anterior com segurança. Ainda de acordo com a prefeitura, não houve mudança de entendimento sobre a importância da educação. O município afirma que foi necessária uma adequação administrativa na prestação do serviço, com a transição do modelo previsto na Lei Municipal n.º 2.732 de 2011 para o formato estabelecido na Lei n.º 2.418 de 2005, visando viabilidade jurídica e financeira. A lei de 2011, citada pela prefeitura e pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), garantia a gratuidade do transporte a estudantes que frequentavam instituições da cidade ou da região e que atendessem a critérios como residência no município e matrícula regular. Já a lei de 2005, que passará a valer a partir de 2026, prevê auxílio financeiro de 50% do custo mensal do transporte para instituições próximas e de 100% para instituições localizadas a 50 quilômetros ou mais de Martinópolis. Os requisitos permanecem os mesmos, como residência no município, matrícula ativa em curso técnico ou superior, deslocamento diário, renda familiar bruta de até R$ 2,5 mil e patrimônio familiar de até R$ 70 mil. Segundo a prefeitura, qualquer novo ajuste dependerá da disponibilidade orçamentária e da viabilidade legal, conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal. Sobre o questionamento do Ministério Público, a administração informou que prestou todos os esclarecimentos solicitados pelo órgão e pela Câmara Municipal, reforçando as informações já apresentadas. Em nota, a prefeitura afirmou que a alternativa imediata é a implementação do subsídio financeiro previsto na legislação vigente, com repasse direto ao aluno ou responsável, para que o estudante organize o próprio deslocamento. Comunicado da Prefeitura de Martinópolis a respeito do passe escolar de 50% para estudantes Reprodução/redes sociais Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

Palavras-chave: câmara municipal

Harry Styles: Fãs reclamam de venda de ingressos, e deputados acionam Procon e mais órgãos

Publicado em: 26/01/2026 19:34

Haary Styles em cena do clipe 'Aperture' Reprodução/YouTube Os deputados Guilherme Cortez e Erika Hilton, do Psol, apontaram supostas irregularidades na venda de ingressos dos shows de Harry Styles em São Paulo, marcados para os dias 17 e 18 de julho. Ambas as medidas foram divulgadas nas redes nesta segunda-feira (26), após fãs do cantor mencionarem problemas na compra ingressos e alegarem que cambistas teriam sido privilegiados pela bilheteria. No Brasil, a responsável pela venda desses ingressos é a TicketMaster. Em nota enviada ao g1, um porta-voz negou a existência de irregularidades e afirmou que a empresa está "totalmente disponível para cooperar com as autoridades e fornecer quaisquer informações necessárias". O que fizeram os deputados Erika Hilton acionou a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon SP). A deputada federal pediu uma investigação do que chamou de "esgotamento anormal e aparentemente irregular dos ingressos" dos shows, assim como os "fortes indícios de atuação organizada de cambistas e de falhas estruturais na comercialização". "Como as primeiras pessoas das filas, tanto a geral quanto a PCD, não conseguiram comprar ingressos, mas os cambistas já tinham ingressos em mãos? Houve venda prévia aos cambistas? Para os cambistas, não havia limites de vendas de ingressos? Os cambistas faziam parte da campanha publicitária de venda do Banco Santander?", escreveu Hilton em um post. Fila de dois quarteirões marca listening party de novo single de Harry Styles em loja de SP "Isso tudo precisa ser esclarecido. A TicketMaster, responsável pela venda de ingressos no Brasil, já está sendo processada pelos órgãos reguladores dos Estados Unidos por práticas comerciais lesivas em parcerias com cambistas e plataformas de vendas de ingressos", continuou Hilton. Já o deputado estadual Cortez afirmou que acionou o Procon, o Ministério Público e a Secretaria de Segurança. Ele disse que é necessário investigar "atos ilícitos", "modo de operação criminosa" e "venda de ingressos através de plataformas não oficiais". Cortez disse também ter recebido "várias provas da ação de cambistas durante a pré-venda do show do Harry Styles". Em outro post, ele afirmou: "Há uma indústria lucrando às custas da extorsão dos sonhos de fãs, que envolve cambistas, produtoras e ticketerias. Esse conluio age cobrando taxas abusivas, que ultrapassam o valor dos próprios ingressos, e desnecessárias (como, por exemplo, a taxa de envio por e-mail), além de facilitar a ação de cambistas, que revendem por valores ainda maiores". O que diz a TicketMaster O g1 entrou em contato com a assessoria da TicketMaster, que negou irregularidades e afirmou que a empresa está à disposição para cooperar com as autoridades e fornecer informações. "A Ticketmaster não apoia o cambismo, nem vende ingressos antecipadamente para cambistas, nem tem parcerias com operadores de revenda que os privilegiem em relação aos fãs. Qualquer suposição contrária a isto está incorreta. De acordo com nossos Termos e Condições, ingressos oferecidos em plataformas de revenda ilegais ou não autorizadas podem ser cancelados e disponibilizados novamente para venda aos fãs", diz a nota. "Na bilheteria física, a venda de ingressos é feita estritamente de acordo com as diretrizes definidas pelo organizador do evento, incluindo limites de compra por pessoa e por CPF. Os ingressos são vendidos para qualquer pessoa fisicamente presente na fila, por ordem de chegada e dentro dos limites estabelecidos. Para eventos de alta demanda, a disponibilidade em certas seções pode esgotar rapidamente, pois as compras são concluídas simultaneamente em vários balcões de atendimento." "Trabalhamos continuamente para impedir que agentes mal-intencionados acessem tickets. O setor vive em meio a uma corrida de cambistas que usam bots cada vez mais sofisticados, e investimos centenas de milhões de dólares em tecnologia e equipes dedicadas focadas na prevenção do abuso. Esse trabalho complementa nossos controles operacionais tanto em ambientes de vendas online quanto presenciais", continua a nota. "Para este evento, assim como em todas as vendas da Ticketmaster, os preços dos ingressos e quaisquer taxas aplicáveis foram claramente publicados antecipadamente em nosso site. A Ticketmaster não cobra taxa para emitir ingressos, sejam comprados online ou na bilheteria física -- ou seja emitidos digitalmente ou em formato impresso. Qualquer taxa local aplicada à compra da bilheteria é cobrada pelo local, não pela Ticketmaster." "Levamos a sério as preocupações levantadas pelos fãs e permanecemos totalmente disponíveis para cooperar com as autoridades e fornecer quaisquer informações necessárias. Nosso foco é, e continuará sendo, apoiar artistas e ajudar fãs reais a acessarem ingressos da forma mais justa e transparente possível", finaliza a nota. Harry Styles no Brasil O cantor se apresentará nos dias 17 e 18 de julho Estádio Morumbis, em São Paulo, com participação especial da banda Fcukers. Os preços variam entre R$ 265 (arquibancada, meia-entrada) e R$ 1.410 (pit, inteira). A pré-venda começa no dia 26 e a venda geral, no dia 28, pela Ticketmaster. Os shows fazem parte da turnê "Together, Together" para promover o disco "Kiss All The Time. Disco, Ocasionally". O álbum será lançado no dia 6 de março.

Palavras-chave: tecnologia

Fake news e candidatos ligados ao crime: o que esperar do combate às fraudes eleitorais em MT

Publicado em: 26/01/2026 19:11

Fake news e candidatos ligados ao crime: o que esperar do combate às fraudes eleitorais em MT Divulgação O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) apresentou nesta segunda-feira (26) um plano para enfrentar os principais desafios da eleição deste ano, o que inclui combate às fake news e candidatos ligados ao crime organizado. Esse tipo de fiscalização deve contar com parceria com a Polícia Civil. Além disso, o TRE também destacou um investimento maior em campanhas de cadastro de eleitores, com foco na participação dos jovens. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Entre as principais metas do tribunal está no maior alistamento de jovens entre 16 e 17 anos. Das 157 mil pessoas nessa faixa etária, somente 28% possuem o título de eleitor, segundo o TRE-MT. Neste ano, as eleições são voltadas para escolher deputados estaduais e federais, senadores, governador e presidente da República. Uma das preocupações da Justiça Eleitoral, contudo, é com o combate às fake news e deepfakes que usam Inteligência Artificial para criar imagens falsas. Para o diretor geral do TRE-MT, Mauro Diogo, o combate neste segmento deve ser focado em acelerar o julgamento dos processos para preservar a lisura da eleição. "Principal preocupação é a lisura, quer seja por candidatos apoiados por facções, quer seja a desinformação. O combate contra a desinformação será o Ministério Público Eleitoral, que vai juntar informações e provas, e caberá à Justiça Eleitoral para julgar esses casos. Investimos na rapidez dos processos. As demandas que chegarem neste campo serão analisados com rapidez", afirmou. Para os próximos quatro meses, a Justiça Eleitoral espera atender cerca de 100 mil eleitores que devem procurar cartórios e postos para novos alistamentos, transferências de outros estados e regularização de títulos cancelados. Esse cenário deve elevar o número total de eleitores para mais de dois milhões até 6 de maio, quando se encerra o cadastro eleitoral, exatamente 150 dias antes das eleições. Para se ter uma ideia, o orçamento destinado às eleições deste ano é de R$ 21,7 milhões, o que equivale a R$ 8,60 por eleitor.

Palavras-chave: inteligência artificial

Casa Dourada recebe encontro de música, cinema e cultura amazônica com Negritudes Globo e Psica

Publicado em: 26/01/2026 18:09

Gang do Eletro, Mestre Dimmi e Carimbó Sensacional: pré-motins traz um drops da diversidade sonora da Amazônia Psica Shows gratuitos da Gang do Eletro, Moraes MV, Mestre Dimmi e do grupo Carimbó Sensacional, além da exibição do filme Boiúna e debates sobre cultura periférica, ancestralidade e narrativas amazônicas, integram a programação do Pré-Motins, evento inédito que acontece no dia 29 de janeiro, na Casa Dourada, no bairro da Cidade Velha, em Belém. Para participar, basta se inscrever gratuitamente pela internet a partir desta segunda-feira (26). Esquenta para o Motins, encontro pan-amazônico que será realizado em março, o Pré-Motins marca a primeira parceria entre o Psica e o Negritudes Globo, iniciativa da Globo voltada à valorização das narrativas negras na cultura brasileira. A programação se organiza a partir de três eixos: ancestralidade, encantarias e tecnologia amazônida, propondo diálogos entre inovação cultural e narrativas do território. Para Jeft Dias, diretor da Psica Produções, o diálogo com o Negritudes acontece de forma orgânica. “O Festival Negritudes Globo tem muitas afinidades com o Festival Psica e com o Motins. Ambos se centram na potência da negritude e da periferia, falam de cultura, criatividade, música e arte. A gente acaba se encontrando porque o Psica, além de ser amazônida, é também um festival preto e periférico, que discute música, gastronomia e cultura a partir dos territórios”, afirma. Segundo Ronald Pessanha, líder do Negritudes Globo, a parceria amplia o alcance das narrativas produzidas na Amazônia. “O Negritudes nasceu com o propósito de dar visibilidade às potências negras que são fonte de inovação, criatividade e tendências da nossa brasilidade. Chegar em Belém, junto com o Psica, nos enche de orgulho e mostra que, somando forças, é possível abrir espaço para os talentos locais e valorizar a riqueza da cultura afro-indígena amazônica”, destaca. Jeft lembra que o Movimento Psica atravessou recentemente um ciclo de reflexões sobre a conexão pan-amazônica, simbolizada pelo ciclo da dourada, peixe que cruza diferentes territórios do bioma - tema das duas últimas edições do festival. “Falamos muito sobre trocas, deslocamentos e encontros entre culturas amazônicas. Agora o foco é entender onde essas conexões nos levaram, quais diálogos se fortaleceram e como isso se reflete na criação artística”, explica o diretor do Psica. Programação A programação começa às 15h, com a exibição do filme Boiúna, inspirado na lenda da cobra-grande e nas relações entre território, memória e ancestralidade. A obra integra o circuito de exibições independentes no Pará e dialoga com imaginários amazônicos contemporâneos. Após a sessão, haverá falas de Tayana Pinheiro e Jhanyffer, artistas e pesquisadoras ligadas ao audiovisual e às narrativas do território. Na sequência, representantes do Festival Psica e do Negritudes Globo apresentam a proposta da parceria inédita entre os dois projetos. A partir das 15h40, o rapper paraense Moraes MV sobe ao palco, com uma performance marcada pela oralidade, pela experiência urbana e pelas referências amazônicas. Às 15h55, o debate sobre amazofuturismo propõe uma conversa sobre estética, encantarias e tecnologias ancestrais da Amazônia, com mediação de Pitel, influenciadora e comunicadora, e participação de Naré, músico e diretor, Andrey Rodrigues, do projeto Caboquisse, que atua com identidade e cultura amazônica, e Bruna Suelen, diretora criativa e escritora. Às 16h45, um segundo debate discute as narrativas do Brasil a partir do território ancestral amazônico e das memórias de povos originários e de matriz africana, reunindo pesquisadoras, artistas e agentes culturais da região. No fim da tarde, a música assume o protagonismo. Às 17h30, a banda Gang do Eletro coloca a pista para ferver ao frenético som do “treme”. A programação encerra às 18h, com Mestre Dimmi e o grupo Carimbó Sensacional, representantes do carimbó, um dos ritmos mais tradicionais do Norte do país, reafirmando a curadoria do evento, que propõe um panorama da multiplicidade sonora da Amazônia, do eletrônico periférico às raízes populares. Motins Ao lado do Psica de Nazaré e do Festival Psica, o Motins integra os três atos que concretizam anualmente o Movimento Psica. O circuito tem como objetivo fortalecer intelectual e tecnicamente o mercado cultural amazônida, conectando artistas, produtores, pesquisadores e agentes da cultura de toda a região por meio de mesas, palestras, rodadas de negócios, mostras de artes e cinema, e shows no Aposta Psica. Negritudes Globo O Negritudes Globo é uma iniciativa que nasce do compromisso de valorizar e ampliar a presença das narrativas negras no centro da cultura brasileira. Por meio de encontros, conteúdos e eventos realizados em diferentes regiões do país, o movimento ocupa territórios, promove conexões locais e cria espaços de visibilidade e troca que reconhecem a potência criativa negra em múltiplas expressões culturais. Programação – Pré-Motins 📍 Casa Dourada – Cidade Velha, Belém 15h – Exibição do filme Boiúna + falas 15h30 – Abertura Psica e Negritudes Globo 15h40 – Moraes MV 15h55 – Debate: Amazofuturismo 16h45 – Debate: Narrativas do Brasil a partir do território amazônico 17h30 – Gang do Eletro 18h – Mestre Dimmi e Carimbó Sensacional Serviço Pré-Motins 📅 Data: 29 de janeiro 📍 Local: Casa Dourada – Rua Dr. Malcher, 15, Cidade Velha, Belém ⏰ Horário: a partir das 15h 🎟️ Entrada: via inscrições gratuitas online: https://www.instagram.com/festivalpsica/

Palavras-chave: tecnologia

Justiça concede liberdade provisória a Lobo do Batel, influencer suspeito de chefiar golpe bilionário

Publicado em: 26/01/2026 18:06

José Oswaldo Dell'Agnolo é conhecido nas redes como Lobo do Batel Reprodução/Redes sociais O influencer José Oswaldo Dell'Agnolo, conhecido como Lobo do Batel e considerado o principal suspeito de chefiar um golpe bilionário por meio de um esquema financeiro clandestino, teve liberdade provisória concedida pela Justiça Federal. A decisão é de quinta-feira (22). De acordo com o documento, assinado pela juíza Gabriela Hardt, da 23ª Vara Federal de Curitiba (PR), a prisão preventiva foi substituída por uma série de medidas cautelares, incluindo a obrigatoriedade do uso de tornozeleira eletrônica. Veja a lista abaixo: 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Proibido de manter contato com acusados, investigados e vítimas; Proibido de exercer qualquer função no mercado financeiro; Proibido de fazer qualquer tipo de operação comercial; Uso de tornozeleira eletrônica; Proibido de sair da região metropolitana de Curitiba; Recolher-se em dias de folga ou no período noturno; Estar em prisão domiciliar. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo a juíza, as medidas cautelares foram aprovadas porque os crimes supostamente cometidos por José Oswaldo não possuem caráter violento ou sequer representam grave ameaça à pessoa. Além disso, ela alega que o influencer foi preso em território nacional e próximo à região da operação da Polícia Federal, mesmo tendo propriedades em divisas estrangeiras e sendo procurado pela Difusão Vermelha da Interpol. Lobo do Batel é natural de Piraju, no interior de São Paulo. A Polícia Militar informou que ele é investigado por integrar um esquema de fraudes envolvendo plataformas digitais de investimento, com vítimas em diversas regiões do país. No momento da prisão, os agentes encontraram mais de R$ 5 milhões em dinheiro vivo, em reais e dólares, além de relógios e celulares. A captura dele ocorreu após os policiais receberem informações de que o suspeito estaria hospedado em um hotel no bairro Ilhota. Em nota enviada ao g1, a defesa de José Oswaldo afirma que o investigado nunca tentou fugir do sistema prisional e o pedido de substituição foi feito apenas 40 dias depois da prisão a pedido dele. Além disso, os representantes informaram que o Ministério Público Federal (MPF) se manifestou a favor da substituição da prisão preventiva, mas que isso não representa impunidade. José Oswaldo deve atender a todos os chamados da Justiça para esclarecer os fatos. Golpes em Piraju A Polícia Civil aponta que José Oswaldo causou um prejuízo de ao menos R$ 250 mil em Piraju. A corporação afirma que há seis boletins de ocorrência por estelionato registrados contra ele no município, que tem pouco mais de 30 mil habitantes. O suspeito era considerado foragido desde agosto de 2025, quando foi registrado em Piraju um boletim de ocorrência relacionado ao seu desaparecimento. Foragido suspeito de fraude bilionária é encontrado com mais de R$ 1 milhão em espécie dentro de hotel de SC PM/Divulgação De acordo com a polícia, o valor já identificado como prejuízo em Piraju supera o orçamento anual de três departamentos da prefeitura: Departamento de Governo e Gestão - R$ 225 mil; Departamento de Planejamento - R$ 131 mil; Unidade de Controle Interno: R$ 118 mil. Prisão de policiais por suborno Após a prisão de José Oswaldo, dois policiais militares de Santa Catarina foram presos suspeitos de cobrar dinheiro para não deter o investidor. Segundo a investigação, Bruno Israel dos Santos Czerwonka e Milton Prestes dos Santos Junior teriam ido ao local indicado por denúncia sobre o paradeiro de José Oswaldo e saído com cerca de R$ 500 mil e dólares. A defesa dos policiais afirmou, na época, que nenhum valor foi apreendido com eles e questionou a consistência da denúncia. Apontado como líder de esquema bilionário Foragido suspeito de fraude bilionária é encontrado com mais de R$ 1 milhão em espécie dentro de hotel de SC PM/Divulgação Seis dias antes da prisão em Itapema, a Polícia Federal deflagrou uma operação contra grupos suspeitos de movimentar mais de R$ 1 bilhão em um esquema de instituições financeiras clandestinas. Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de ativos que podem chegar a R$ 66 milhões e do sequestro de imóveis e veículos para garantir o ressarcimento das vítimas. Segundo a PF, os investigados usavam empresas ligadas à área de tecnologia e um banco digital para captar recursos, oferecendo contratos com rentabilidade fixa, baixo risco e ganhos acima do mercado, alguns deles associados ao uso de supostos algoritmos e inteligência artificial. Atuação irregular A investigação apontou que as empresas e o banco digital não tinham autorização da CVM nem do Banco Central para atuar. Após o colapso do esquema, os responsáveis teriam interrompido pagamentos, deixado de prestar contas e passado a ocultar patrimônio. Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

Finep lança edital de R$ 150 milhões para fortalecer pesquisa e inovação na Amazônia Legal; saiba como participar

Publicado em: 26/01/2026 16:31

Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) Divulgação A Finep, agência de fomento vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), realiza nesta quarta-feira (28), às 16h, um encontro presencial na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), em Belém. O evento, aberto ao público, vai apresentar detalhes da chamada “Infraestrutura para a Amazônia Legal — Pró-Amazônia 2025”, que destina R$ 150 milhões a projetos de pesquisa e inovação na região. A iniciativa tem o objetivo de reduzir desigualdades regionais, promover a interiorização da pesquisa científica e formar profissionais qualificados em áreas estratégicas. Durante o encontro, representantes da Finep vão explicar as regras do edital, o processo de inscrição e esclarecer dúvidas das Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs), públicas e privadas. Inovação e sustentabilidade Os recursos, provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), são não reembolsáveis e abrangem gastos com equipamentos, serviços, bolsas de pesquisa e infraestrutura. As propostas poderão contemplar temas como biotecnologia e biodiversidade, agricultura sustentável e agroecologia, energias renováveis, recursos hídricos, desenvolvimento urbano sustentável, saúde pública e tecnologia da informação e comunicação, incluindo inteligência artificial e conectividade. O presidente da Finep, Luiz Antônio Elias, disse que "o edital representa um marco para desenvolver o ecossistema local, demonstrando compromisso com a construção de um ambiente de renovação robusto e competitivo a nível internacional”. Regras e prazos Podem participar instituições com CNPJ próprio sediadas na Amazônia Legal. Cada uma poderá submeter até três propostas como Executora, com até duas instituições coexecutoras, sendo no máximo uma de fora da região. O valor solicitado por proposta deve ser entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões. O cadastro básico e envio de documentos devem ser feitos até 30 de janeiro, às 17h. Já o envio das propostas completas encerra em 26 de fevereiro, também às 17h. Mais informações estão disponíveis no portal financiamento.finep.gov.br. Dúvidas podem ser enviadas ao e-mail cp_proamazonia2025@finep.gov.br. Serviço Agenda Pró-Amazônia – Pará 📅 Data: 28 de janeiro (quarta-feira) 🕓 Horário: 16h 📍 Local: Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM) — Av. Almirante Barroso, 426, Belém/PA 🎫 Participação gratuita, sem necessidade de inscrição VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará