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'Peçam saúde porque ainda tenho muita coisa pra fazer pra vocês'; Dona Onete transforma trajetória pessoal em show inédito no Festival Psica 2025

Publicado em: 18/12/2025 06:01

Dona Onete levou ao palco um show que percorre memórias pessoais, referências espirituais e canções que marcaram sua carreira. @oliverninja / @midianinja Dona Onete apresentou o espetáculo inédito “Quatro Contas” no último dia do Festival Psica 2025, no estádio Mangueirão, em Belém, no domingo (14). Homenageada desta edição, a cantora e compositora paraense, de 86 anos, levou ao palco um show que percorre memórias pessoais, referências espirituais, músicas inéditas e hits que marcaram sua carreira. A apresentação reuniu mais de 20 artistas, entre músicos, brincantes da cultura popular e integrantes do Tambor de Mina, religião afro-brasileira maranhense que se enraizou na Amazônia, e combina elementos africanos, caboclos, indígenas e católicos. Entre contas caboclas e a devoção à Nossa Senhora de Nazaré, Dona Onete traz em sua formação o sincretismo Matt Souza/Psica No repertório, Dona Onete apresentou sucessos como “Banzeiro” e “No meio do Pitiú”, além de músicas que dialogam com a religiosidade e as encantarias amazônicas. Aos 86 anos, Dona Onete transforma trajetória pessoal em show inédito no Festival Psica 📲 Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp O público acompanhou o espetáculo entre momentos de dança, coro coletivo e emoção, em uma celebração que atravessou diferentes gerações. Done Onete e sua banda em oração momentos antes do show: espiritualidade sincrética que marca a fé na Amazôinia Matt Souza/Psica O show também trouxe mensagens de cunho social. Durante a apresentação, foram exibidos no telão contatos para denúncia de violência contra a mulher, tema abordado pela artista ao longo da carreira. O encerramento ocorreu em clima festivo, com a participação dos brincantes do Cordão de Cametá, transformando o palco em uma celebração popular marcada por referências ribeirinhas. O público acompanhou o espetáculo entre momentos de dança, coro coletivo e emoção, em uma celebração que atravessou diferentes gerações. @oliverninja / @midianinja “É o show dos meus sonhos. Peçam saúde para a Dona Onete aqui porque ainda tenho muita coisa pra fazer pra vocês”, afirmou a artista após a apresentação. “Quatro Contas” integrou a programação da maior edição do Festival Psica, que reuniu cerca de 110 mil pessoas entre os dias 12 e 14 de dezembro, segundo a organização. Neste ano, o evento também foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial de Belém, pela Câmara Municipal. As origens de “Quatro Contas” O espetáculo é inspirado na trajetória pessoal e espiritual de Dona Onete e faz referência às quatro caboclas encantadas que, segundo a cantora, a acompanham desde a infância: Mariana, Jarina, Erundina e Jurema. A concepção do show partiu das memórias da artista no bairro da Pedreira, em Belém. Foi nesse ambiente que Dona Onete teve os primeiros contatos com batuques e manifestações de religiões afro-brasileiras, experiências que influenciaram sua visão de mundo e sua formação artística. O espetáculo foi organizado em blocos que apresentam essa relação com as encantarias, combinando música, narrativa e elementos cênicos. @oliverninja / @midianinja O espetáculo foi organizado em blocos que apresentam essa relação com as encantarias, combinando música, narrativa e elementos cênicos. Além da canção “Quatro Contas”, já lançada, o show apresentou músicas inéditas, como “Cobra Grande do Jatuíra” e “Festa no Reino da Encantaria". Pensado como um ritual cênico e sensorial, o espetáculo reuniu música, memória e referências culturais que marcam a trajetória de uma das principais vozes da cultura amazônica, levando o público ao agito e emoção. “Fico muito feliz em saber que foi bem aceito. Talvez hoje alguns estranhem, mas depois eles vão refletir. Dona Onete vem pra isso mesmo, pra mostrar a nossa cultura, seja ela qual for", disse. VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.

Palavras-chave: câmara municipal

Para o iPhone? LG revelará câmera oculta sob tela que pode chegar a celulares da Apple

Publicado em: 18/12/2025 06:01 Fonte: Tudocelular

Vários relatos indicam que a Apple pode apostar na tecnologia de câmeras ocultas sob a tela nos próximos anos. Agora a LG Innotek confirmou que apresentará um sensor com esta capacidade na próxima CES, entre 6 e 9 de janeiro de 2026, onde demonstrará que é capaz que resolver o maior problema das câmeras deste tipo.De acordo com a LG Innotek, a nova câmera é capaz que manter 99% da qualidade da imagem, superando a degradação de 30% em câmeras de outras fabricantes até o momento, com uso de inteligência artificial. Apesar disso, o sensor desenvolvido pela LG será usado primeiro em carros e terá apenas 1,5 megapixel, pois a fornecedora foi orientada a elevar o alcance do sensor ao máximo, mesmo que isto reduzisse a sua resolução.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

E a Siri? Apple lança IA que transforma fotos 2D em 3D em tempo real

Publicado em: 18/12/2025 05:37 Fonte: Tudocelular

Embora a Apple esteja com dificuldades para desenvolver os recursos da Apple Intelligence e em deixar a Siri mais funcional, isso não significa que a gigante de Cupertino não esteja trabalhando em novas formas de explorar esse segmento do mercado. Esta semana, a empresa apresentou o SHARP (Single-image High-Accuracy Real-time Parallax), um novo modelo de inteligência artificial capaz de gerar representações 3D a partir de uma única imagem 2D. A tecnologia foi divulgada em contexto de pesquisa e mira aplicações em visualização avançada e realidade virtual.O modelo SHARP da Apple foi treinado com milhões de cenas sintéticas desenvolvidas para simular ambientes do mundo real. A partir desse conjunto de dados, o sistema aprende padrões de profundidade e geometria, permitindo inferir a estrutura tridimensional plausível de uma imagem plana.Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Samsung e Nvidia lançam memória SOCAMM2 para servidores de IA

Publicado em: 18/12/2025 05:18 Fonte: Tudocelular

A Samsung acaba de apresentar oficialmente a segunda geração dos módulos SOCAMM2 (Small Outline Compression Attached Memory Module). Voltada para infraestruturas de IA e data centers de alto desempenho, a tecnologia chega como uma alternativa ao tradicional HBM (High Bandwidth Memory), prometendo mais velocidade, flexibilidade e consumo de energia até 45% menor. Os novos módulos SOCAMM2 utilizam chips LPDDR5X DRAM dispostos de forma compacta e horizontal. Isso garante o dobro de largura de banda em comparação aos módulos RDIMM convencionais, consumindo apenas 55% da energia. Clique aqui para ler mais

Palavras-chave: tecnologia

Praças para todos: conheça a história de Fortaleza através das praças

Publicado em: 18/12/2025 05:04

Praças de Fortaleza ajudam a contar a história da cidade Na Praça do Ferreira, o movimento tem sido constante há mais de um século. No centro, o tradicional relógio conhecido como Coluna da Hora, construído em 1933 em estilo Art Déco, simboliza o compasso do tempo que moldou a cidade. É ali, no “Coração da Cidade”, que Fortaleza ainda pulsa viva entre o passado e o presente. Além da Praça do Ferreira, a Capital abriga centenas de praças que ajudam a contar a história da cidade ao longo de quase três séculos. Atualmente, Fortaleza conta com 529 praças distribuídas pelas 12 regionais, segundo dados da Prefeitura. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp Através de obras de requalificação e iniciativas que promovem lazer e cultura, esses espaços são pontos estratégicos de integração e oportunidades, promovendo o bem-estar da população. Nelas, é possível acompanhar a transformação da cidade e observar como os espaços públicos seguem desempenhando um papel essencial. Em tempos em que a interação humana parece cada vez mais mediada pelas telas, pesquisadores apontam que as praças são espaços de reconexão entre pessoas, histórias e comunidade. Elas mostram como Fortaleza aprendeu a se reinventar, equilibrando o avanço urbano e tecnológico com o desafio contemporâneo de preservar o encontro humano em meio à era digital. Praças oferecem opções de lazer e convivência para a população. Thiago Gadelha/SVM Para o sociólogo e professor Marco Aurélio de Andrade Alves, esses locais representam a possibilidade de resgatar a convivência social em meio ao isolamento causado pela hiper conexão digital e valorização dos espaços privados. Em meio a uma metrópole que investe e se faz cada vez mais concreto e barulho, as praças ainda servem como pontos de refúgio e calmaria, reabastecendo e reanimando os moradores, e permitindo o contato direto com a natureza, resgatando-se assim seus papéis e funcionalidade. ⛲ Esta é a primeira reportagem da série “Praças para todos”, publicada pelo g1 em celebração aos 300 anos de Fortaleza, que serão completados em 2026. Evolução histórica das praças Praca do Ferreira em 1960. Agência Diário Ao longo dos séculos, as praças desempenharam um papel fundamental na organização social das cidades, refletindo os valores, tensões e transformações da sociedade. Em Fortaleza não foi diferente “Cada época carrega um sentido específico de Praça, embora, sua funcionalidade enquanto espaço público venha a permanecer e a perdurar, independente do momento histórico”, declara Marcos Aurélio. Initial plugin text Papel das praças em Fortaleza ao longo do tempo Na capital cearense, as praças ajudam a contar a história da cidade. De espaços religiosos no período colonial a centros de comércio, lazer e resistência, elas acompanharam as mudanças sociais e urbanas ao longo dos séculos. Hoje, disputadas entre o público e o privado, seguem como palco da vida coletiva. Conheça a história das principais praças de Fortaleza Lazer, convivência e bem-estar Grupo de idosos praticam atividade física toda semana na Praça João XXIII. Kid Junior/SVM As praças desempenham um papel fundamental na vida urbana, oferecendo espaços de lazer, convivência e bem-estar. Para Manuela Campos, arquiteta e urbanista da Central de Serviços Compartilhados da Coordenadoria Especial de Apoio à Governança das Regionais (Cegor), esses locais são áreas democráticas que favorecem a saúde física e mental, fortalecem os vínculos comunitários e contribuem para a qualidade ambiental e a valorização das cidades. As praças são espaços públicos essenciais para o lazer, o convívio social e a qualidade de vida da população. Elas funcionam como áreas democráticas que promovem o bem-estar físico e mental, fortalecem vínculos comunitários e contribuem para o equilíbrio ambiental e a valorização urbana, especialmente com o paisagismo e o sombreamento que ajudam a reduzir ilhas de calor . Nas áreas periféricas de Fortaleza, as praças ganham ainda mais relevância, já que, para muitas famílias de baixa renda, elas representam a única opção acessível de lazer. Praça João XXIII possui playground, quadra esportiva e estação de exercícios para a população. Kid Junior/SVM "A praça como espaço de uso e acesso gratuito inclui segmentos que possuem limitações financeiras e não conseguem acessar o mercado do lazer privado e pago, tão comuns nas cidades contemporâneas onde os shoppings, bares, restaurantes, cinemas, e outros empreendimentos se fazem templos do lazer e do consumo, palcos para o acesso à cultura”, aponta Marcos Aurélio. Porém, o sociólogo chama atenção para as desigualdades urbanas que se refletem na distribuição e na qualidade desses espaços. Segundo ele, as praças com melhor infraestrutura e manutenção estão concentradas nas áreas mais nobres, enquanto as localizadas na periferia enfrentam abandono e precarização. Sociólogo aponta que praças periféricas não são tão bem cuidadas quanto praças de bairros nobres. Thiago Gadelha/SVM Em relação à segurança, o pesquisador defende que a ocupação das praças contribui para reduzir a criminalidade, pois a presença constante de pessoas cria uma espécie de controle social espontâneo. Quanto mais pessoas habitam a praça, mais 'olhos' estão presentes, e, consequentemente, mais seguro o espaço público se tornará. Entretanto, é importante associar que este tipo de controle deve estar associado a outros mecanismos e dispositivos de segurança. Refúgio contra o mundo digital Especialistas também apontam as praças como refúgio contra o mundo digital. Para Newton Becker, professor do Instituto de Arquitetura, Urbanismo e Design da UFC, e Julia Miyasaki, doutoranda na mesma área, a expansão do ciberespaço não pode substituir a experiência de estar em um espaço público, conviver com outras pessoas e participar ativamente da vida da cidade. Embora essa tendência seja global, ela não pode ser usada como justificativa para reduzir investimentos em praças e outros espaços coletivos. Os pesquisadores reforçam que esses locais devem permanecer uma prioridade no planejamento urbano, garantindo acesso a áreas livres para lazer, cultura e convivência para todos. “O tempo da integração digital não pode compensar a impossibilidade de frequentar o espaço público. O fortalezense está cedendo às facilidades sedutoras da tecnologia e da mobilidade conveniente e barata por aplicativo. Esse movimento é global, mas não é premissa para reforçar o papel que o espaço livre público, de acesso a todos, permaneça no planejamento da cidade como prioridade”, declaram. Assista aos vídeos mais vistos do g1 Ceará:

Palavras-chave: tecnologia

Celulares com câmera 'profissional': como são as fotos feitas com esses aparelhos

Publicado em: 18/12/2025 05:04

Celulares com câmera 'profissional': como são as fotos feitas com esses aparelhos Uma nova geração de aparelhos busca ir além da “foto básica” e criar imagens excepcionais, independentemente da luz do ambiente ou da distância do objeto fotografado. 📸O Guia de Compras testou, durante os últimos dois meses, as câmeras do Huawei Pura 80 Ultra, que conta com duas lentes para zoom, e do Xiaomi 15T, um smartphone com a câmera desenvolvida em parceria com a fabricante alemã Leica. Por serem equipados com câmeras de última geração, ambos os modelos têm preços elevados. O Xiaomi 15T é o mais "barato" dos dois, custando cerca de R$ 7.500 em meados de dezembro. Ele roda Android 16. Já o Huawei Pura 80 Ultra pode ser encontrado na faixa dos R$ 13.000, caso haja disponibilidade nas lojas on-line. Por conta das restrições dos EUA, a Huawei não tem acesso aos serviços do Google e nem ao 5G. O celular acessa apenas as redes 4G. Veja a seguir o resultado dos testes realizados com as câmeras traseiras dos dois aparelhos. Os celulares foram emprestados pelas fabricantes e serão devolvidos. Huawei Pura 80 Ultra O Huawei Pura 80 Ultra se destaca pelo foco em fotografia, parecendo mais uma câmera com celular do que o contrário. O smartphone oferece conectividade e aplicativos, mas o grande diferencial está no desempenho fotográfico. O aparelho traz cinco câmeras traseiras, organizadas de forma que lembra um barbeador elétrico com várias lâminas espessas. Na imagem abaixo, o primeiro círculo à esquerda mostra a grande angular e a lente principal, o círculo maior tem as duas teleobjetivas e o inferior, o sensor de cores. Detalhe das câmeras traseiras do Huawei Pura 80 Ultra Henrique Martin/g1 Veja abaixo as resoluções: Câmera principal: 50 MP com estabilização de imagem Ultra grande angular: 40 MP Telefoto: 50 MP (zoom óptico de até 3,7x) Telefoto: 12,5 MP (zoom óptico de 9,4x) Sensor “ultra chroma”: 1,5 MP A câmera principal utiliza um sensor de 1 polegada, tecnologia geralmente encontrada apenas em câmeras profissionais com lentes intercambiáveis. Esse é o maior sensor disponível em 2025 para fotografia em celulares (e o único disponível no Brasil), presente também em marcas como Oppo, Vivo, Xiaomi, além de Sharp e Leica. Concorrentes como Samsung e Apple usam sensores menores: o iPhone 17 Pro Max tem sensor de 1/1.28 polegada, e o Galaxy S25 Ultra, de 1/1.3 polegada. Sensores maiores captam mais luz, equilibrando áreas claras e escuras e melhorando a qualidade da imagem. Veja dois exemplos abaixo, um com foto diurna e outro com foto noturna. Dois gatos ao sol, em imagem feita pelo Huawei Pura 80 Ultra Henrique Martin/g1 Mesmo nas fotos noturnas, o Huawei Pura 80 Ultra consegue equilibrar bem a iluminação da foto, destacando as áreas mais claras e mais escuras Henrique Martin/g1 Além do sensor grande, o Pura 80 Ultra oferece duas câmeras para zoom óptico: uma com 3,7x e outra com 9,4x, chamada de “teleobjetiva dupla alternável”, contra uma apenas nos modelos topo de linha. A proposta da Huawei é garantir mais nitidez e qualidade em qualquer foto. Gatos em retrato feito com o Pura 80 Ultra Henrique Martin/g1 Durante um show do Massive Attack em São Paulo, em novembro, o Pura 80 Ultra permitiu registrar imagens nítidas da banda, mesmo longe do palco. Então dá pra ir de uma imagem na grande angular assim: Foto feita com a grande angular do Pura 80 Ultra do fundo da casa de shows. Henrique Martin/g1 Até um superzoom da banda tocando no palco: Massive Attack em São Paulo, no Espaço Unimed em 13/11/2025 Henrique Martin/g1 A engenharia da câmera permite perceber a troca de lentes: ao ultrapassar o zoom de 3,7x, o celular vibra e sinaliza na tela a mudança para a lente de maior alcance, como dá para ver no vídeo que abre esta reportagem. Outro destaque é a transição rápida entre as lentes, do ultra grande angular ao zoom de quase 10x. O zoom digital chega a 100x, recurso também presente no Galaxy S25 Ultra, mas que depende de boa iluminação para manter a qualidade. O sensor “ultra chroma” é um diferencial: ele não faz fotos, mas ajuda a manter a consistência das cores, tornando-as mais realistas em todas as câmeras do aparelho. Montagem de fotos com diferentes lentes do Pura 80 Ultra com a mesma tonalidade de cores Henrique Martin/g1 Vale notar que o Pura 80 Ultra roda uma versão do Android sem serviços do Google e sem conectividade 5G (tem somente 4G), por conta do banimento da Huawei pelo governo dos Estados Unidos. Por conta disso, o uso dos recursos do sistema operacional é limitado e requer uma "gambiarra" para acessar os serviços do Google, como ocorre no celular dobrável Huawei Mate XT Ultimate Design (veja o teste). Xiaomi 15T Na hora de fotografar, o Xiaomi 15T segue caminho distinto do Huawei Pura 80 Ultra. O aparelho traz apenas três lentes na traseira, com visual discreto e genérico. A diferença é o uso de lentes desenvolvidas pela Leica, fabricante alemã de equipamentos fotográficos. Câmeras traseiras do Xiaomi 15T Henrique Martin/g1 Parcerias entre marcas de celulares e grandes nomes da fotografia não são novidade. A Huawei já teve parceria com a Leica no passado, enquanto a Jovi mantém acordo com a Zeiss. No Xiaomi 15T, a Leica fornece lentes com revestimento antirreflexo, filtro de luz infravermelha e curvatura asférica, que ajuda a corrigir distorções ópticas nas imagens. O sensor do Xiaomi 15T é menor que o do Pura 80 Ultra, com tamanho de 1/1,55”. A câmera principal e a lente zoom oferecem resolução de 50 megapixels, enquanto a grande angular tem 12 MP. O destaque do Xiaomi 15T está na capacidade de registrar fotos de alta qualidade no dia a dia, especialmente em retratos. A câmera traz filtros exclusivos da Leica, com ajustes automáticos de cor em estilos vibrante ou autêntico, além de opções em sépia e preto e branco. Exemplos de filtros e estilos fotográficos distintos do Xiaomi 15T Luiz Franco/g1 Os resultados impressionam e fogem das imagens saturadas comuns em outros celulares, como Apple e Samsung. O aparelho permite simular fotos feitas em filme 35mm negativo ou positivo, com diferenças marcantes de contraste. Veja abaixo nas duas imagens: Gato em retrato feito com o Xiaomi 15T Henrique Martin/g1 Gato em retrato feito com o Xiaomi 15T Henrique Martin/g1 Os modos tradicionais da câmera, como foto, vídeo e retrato, incluem a opção de “captura rápida”, com marcações inspiradas em lentes clássicas: 28 mm e 35 mm para grande angular, 50 mm e 75 mm para retratos e zoom. Isso incentiva um novo olhar sobre a fotografia no celular. Câmera do Xiaomi 15T no modo de Captura Rápida Reprodução Para fãs da Leica, é possível ativar o som original do obturador. O zoom óptico de 2x é menos potente que o de quase 10x do Huawei, mas aproxima bem as imagens. No modo digital, o zoom chega a 60x, embora com limitações na qualidade. Retrato feito com o Xiaomi 15T com zoom Arquivo pessoal O Xiaomi 15T roda Android 16 (o mais recente), com acesso aos serviços e aplicativos do Google. Câmeras em comparação As fotos diurnas, sem filtros, ficam bastante parecidas. Foto feita em grande angular com o Huawei Pura 80 Ultra Henrique Martin/g1 Foto feita em grande angular com o Xiaomi 15T Henrique Martin/g1 Fotos de detalhes ficam ótimas, mas o Huawei Pura 80 Ultra tem um modo "supermacro" que deixa tudo muito perto. Foto em macro feita com o Huawei Pura 80 Ultra Henrique Martin/g1 Foto em macro feita com o Xiaomi 15T Henrique Martin/g1 O supermacro do Huawei chega tão perto que, se mirar a câmera para a tela do computador ou da TV, dá para ver detalhes dos pixels (pontos) que formam as imagens. Detalhe de imagem no monitor capturada pelo Pura 80 Ultra Henrique Martin/g1 Outro destaque legal das duas câmeras é o modo noturno. No Xiaomi, grandes paisagens – como a pista de Congonhas, em São Paulo – ficam muito bem em uma noite clara. Mas preste atenção na faixa vermelha e amarela ao meio. Cena noturna capturada com o Xiaomi 15T Henrique Martin/g1 No Huawei, deu para ver o detalhe da sinalização da pista 35R de Congonhas lá na frente. Zoom da pista de Congonhas à noite pelo Pura 80 Ultra Henrique Martin/g1 Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.  Qual iPhone antigo vale mais a pena em 2025?

Palavras-chave: tecnologia

Cidade paranaense destruída por tornado liderou desmatamento da Mata Atlântica no Brasil por três décadas, indica levantamento

Publicado em: 18/12/2025 05:04

Cidade do PR destruída por tornado liderou desmatamento da Mata Atlântica por três décadas A cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no Centro do Paraná, vem perdendo floresta há anos e liderou o desmatamento da Mata Atlântica no Brasil entre 1985 e 2000, segundo o MapBiomas, sistema de validação e refinamento de alertas de desmatamento. Nesse período, foram removidos 24,9 mil hectares de mata – área maior que a metade de Curitiba – e, entre 2000 e 2024, outros 497 hectares desapareceram, o equivalente a quase 800 campos de futebol. Assista acima. Rio Bonito do Iguaçu ficou 90% destruída após ser atingida por um tornado F4 em há pouco mais de um mês, em 7 de novembro. Sete pessoas morreram e centenas ficaram feridas. À época, um especialista ouvido pelo g1 alertou que, sem florestas, as cidades ficam mais vulneráveis a eventos climáticos extremos, como tornados. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp Imagens de satélite mostram a rápida transformação da paisagem na cidade paranaense. Em 1984, uma extensa área de floresta cobria a margem direita do Rio Iguaçu no município. Hoje, restam apenas fragmentos em topos de morro e faixas estreitas ao longo de rios. De um lado, em 1985, a região de Rio Bonito do Iguaçu mantinha uma área grande de floresta. Do outro, em 2020, é possível notar que praticamente toda a área vende foi desmatada. Google Earth Outro dado chama a atenção na cidade, que tem pouco mais de 13 mil habitantes. Segundo a ONG brasileira SOS Mata Atlântica, Rio Bonito do Iguaçu perdeu cerca de 60% da vegetação nativa nas últimas três décadas. Segundo Luís Fernando Guedes, representante da ONG, a região concentra, a perda da cobertura florestal reduz a capacidade de absorver a energia dos ventos. “Historicamente, o estado aparece entre os líderes do desmatamento do bioma. Uma região com menos floresta fica mais sujeito ao impacto de eventos extremos. Se houvesse mais cobertura florestal, a energia do tornado poderia ser dissipada e os impactos seriam menores”, afirma. Rio Bonito do Iguaçu (PR), após o tornado de 7 de novembro Henrique Cabral Leia também: Recuperação: Advogada que salvou família de incêndio acorda e se comunica Barracão: Empresa é destruída por incêndio no Paraná dias antes da inauguração Bombou no g1: Zeladora passa dias recusando ligações até descobrir que era aviso de prêmio Florestas como barreiras contra desastres climáticos O climatologista Francisco Mendonça, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), afirma que o tornado na região foi resultado de fenômenos climáticos que têm se tornado mais frequentes e intensos no estado. Para ele, o avanço do desmatamento e o aquecimento das águas do oceano eliminam o anteparo natural contra os ventos fortes, o que deixa as cidades mais vulneráveis. "As matas são o anteparo natural contra a força dos ventos. Sem elas, os fenômenos se formam mais rápido, mais fortes e chegam às cidades [...] Os ventos se formam naturalmente, mas ganham força em uma paisagem cada vez mais desprotegida", afirma. O climatologista explica que eventos como o tornado do último mês ocorreram em outras épocas, mas estão se tornando mais comuns e intensos com o aquecimento do planeta. "Esses fenômenos sempre aconteceram em regiões tropicais e subtropicais, mas agora ocorrem com muito mais frequência. O ano passado foi um dos mais quentes da história da Terra, e este também está sendo. As águas do oceano se aquecem e injetam mais vapor no ar, o que torna a atmosfera mais turbulenta", diz. Segundo estudos da pesquisadora Maria Cristina Pietrovski, de 2018 a 2023, a região Sul registrou 92 tornados – a maior ocorrência em comparação com as outras regiões do país. No período, 17 deles foram no Paraná. Paraná já registrou a passagem de outros tornados antes de Rio Bonito do Iguaçu. RPC Anos antes do período analisado, outros eventos similares também causaram grandes problemas no estado, entre eles, um evento registrado em 1997, em Nova Laranjeiras, provocou quatro mortes e 72 feridos. Um dos episódios mais recentes foi em Marechal Cândido Rondon, no oeste, em novembro de 2015. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), os ventos ultrapassaram 115 quilômetros por hora. Cidades precisam se tornar resilientes Aumento de eventos climáticos extremos exigem novo modelo de construções Além da reflexão sobre o desmatamento na região, a destruição em Rio Bonito do Iguaçu provoca o debate sobre o conceito de cidades resilientes, que são municípios preparados para enfrentar e se recuperar de desastres climáticos. Para Eduardo Gomes Pinheiro, pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o planejamento urbano ainda ignora essa necessidade. “A resiliência atravessa todas as etapas do ciclo de desastres, a prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação, e deve orientar o planejamento urbano como um todo”, diz ele. Entenda: Aumento de eventos climáticos extremos no PR exige novo modelo de construções Pinheiro diz que obras públicas, por exemplo, devem considerar se reduzem ou ampliam vulnerabilidades. "Como esse tipo de raciocínio costuma ficar fora das práticas administrativas, cidades seguem sendo construídas sem infraestrutura adequada, o que intensifica perdas humanas, destruição de patrimônio, impactos na economia local e até interrupções no calendário escolar", afrma. Segundo a Defesa Civil, mais de mil moradores ficaram desabrigados após o tornado. O Governo do Paraná iniciou a construção emergencial de 320 casas pré-fabricadas. Destas, 200 serão erguidas nos terrenos atingidos e 120 em um novo bairro. As obras começaram em 17 de novembro e devem levar cerca de dois meses. Projeto mostra divisão das casas pré-fabricadas de Rio Bonito do Iguaçu Eduardo Andrade/RPC VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

Palavras-chave: tecnologia

Homem é condenado a 9 anos de prisão por ataque hacker que derrubou sistema do Tribunal de Justiça do RS

Publicado em: 18/12/2025 05:02

Tribunal de Justiça do RS Divulgação/TJRS A Justiça do Rio Grande do Sul condenou, na quarta-feira (17), um homem a 9 anos e 26 dias de reclusão, em regime fechado, por ter comandado um ataque cibernético que paralisou os serviços do Tribunal de Justiça do Estado (TJRS) em março deste ano. Ele foi sentenciado pelos crimes de invasão de dispositivo informático qualificada e interrupção de serviço de informação de utilidade pública. A decisão é da 12ª Vara Criminal do Foro Central de Porto Alegre. O réu, de 23 anos, seguirá preso e não poderá recorrer em liberdade. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Além da pena de reclusão, o juiz determinou 63 dias-multa, calculados sobre o salário mínimo vigente à época dos fatos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Como foi o ataque De acordo com a sentença, o crime aconteceu em 26 de março de 2025, quando o acusado, morador de Guarabira, no interior do estado da Paraíba, organizou uma ofensiva do tipo DDoS (Distributed Denial of Service ou Negação de Serviço Distribuída, que busca sobrecarregar um servidor até deixá-lo inacessível), contra o sistema E-Proc do TJRS, por meio do qual é possível consultar processos pela internet. Para isso, ele utilizou uma botnet (rede de dispositivos infectados) com mais de dois mil dispositivos comprometidos, espalhados por 432 redes diferentes, gerando mais de cinco mil requisições simultâneas. A ação derrubou o sistema eletrônico do tribunal durante toda a tarde daquele dia, impedindo a tramitação de processos, como Habeas Corpus, medidas protetivas e audiências. Segundo o magistrado, o ataque teve impacto direto no acesso da população à Justiça. Organização e motivação As investigações apontaram que o réu coordenava tudo por meio de um canal no aplicativo Telegram chamado “AVISOS”, onde usava o pseudônimo “POLÍCIA FEDERAL DERRUBANDO TODOS!!!”. No espaço, ele incitava outros usuários a participar da ofensiva e oferecia pagamentos via Pix. O juiz destacou que o crime foi premeditado e tecnicamente sofisticado, com objetivo de autopromoção no submundo digital e lucro fácil. Prisão e investigação Hacker suspeito de ataque contra o Tribunal de Justiça do RS é preso O caso veio à tona em março, quando o TJRS confirmou que o sistema ficou fora do ar por quase um dia inteiro. A Polícia Civil prendeu o suspeito preventivamente em julho, em Guarabira (PB), e apreendeu equipamentos eletrônicos. Segundo o Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC), o homem transmitiu o ataque ao vivo e chegou a divulgar um passo a passo para outros hackers. Homem suspeito de ataque hacker contra o sistema do TJ do RS é preso Polícia Civil/Divulgação VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Palavras-chave: cibernéticohackerhackers

Navio de guerra da Marinha construído em SC faz testes no mar de sistema de combate; vídeo

Publicado em: 18/12/2025 04:30

Marinha faz testes no mar com navio de guerra construído em SC A Marinha do Brasil faz testes no mar com a primeira fragata Tamandaré, navio de guerra construído em Santa Catarina. O objetivo é garantir a confiabilidade da embarcação. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp O navio deixou o Estaleiro Brasil Sul, em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, em 3 de dezembro, com militares e civis a bordo. A previsão é que os testes terminem no início de 2026. Na etapa atual, o navio executa os requisitos que foram contratados. São testadas todas as cadeias dos sistemas de combate e a integração entre elas. "Todos esses fatores precisam se falar para que o 'CMS', que é o Combat Management System, tenha uma gestão eficiente e possa trazer o melhor resultado", detalhou Fernando Queiroz, CEO da Águas Azuis, responsável pela execução do Programa Fragatas Classe "Tamandaré". Fragata Tamandaré em testes no mar Marinha do Brasil/Divulgação Como é a fragata Tamandaré Confira as medidas da fragata, sob inscrição F200 ⚽ 107,2 metros de comprimento, o que equivale ao comprimento de um campo de futebol; 🚁 pista para aeronave, hangar para helicóptero, radares, sensores e armamentos; 🏢 altura de 20,2 metros, o que equivale a um prédio de seis andares; 💨 velocidade de 25 nós (equivalente a cerca de 47 km/h); 📡 autonomia de 5.500 milhas náuticas. A tecnologia da fragata Tamandaré conta com: sistema de combate integrado; sensores de última geração; radares de vigilância aérea e de superfície; sonar de casco; sistemas eletro-ópticos e infravermelhos; elementos stealth para dificultar a detecção do navio em outros radares. A arquitetura é compatível com padrões da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Em termos de armamentos, as Fragatas Classe "Tamandaré" contam com: sistemas de lançamento de mísseis antinavio; mísseis antiaéreos de lançamento vertical; torpedos contra ameaças submarinas; canhão de 76 mm de tiro rápido; duas metralhadoras 12,7 mm; autoproteção contra mísseis. Em relação à tripulação, desde janeiro de 2024, os 154 militares que compõem a tripulação da "Tamandaré" participaram de cursos técnicos e operacionais voltados aos sistemas e equipamentos do navio. Em agosto deste ano, parte desse efetivo chegou a Itajaí para acompanhar os testes de mar. Essa etapa de capacitação é considerada essencial para que, em breve, esses profissionais assumam plenamente as responsabilidades de manutenção e operação do navio. A inauguração da fragata ocorreu em agosto. Após o término dos testes, o navio seguirá para os preparativos de incorporação e posterior entrega ao setor operativo da Marinha. A fragata, tipo de navio de grande porte, é a primeira de quatro embarcações do mesmo tipo que serão construídas no estado por meio de um programa nacional de defesa até 2029. O "Fragatas Classe Tamandaré" tem investimento de R$ 11 bilhões e uma transferência de tecnologia entre o Brasil e a Alemanha. Os navios vão participar da missão e marcar presença da Marinha na costa brasileira fazendo o controle de área marítima, a defesa das ilhas e a proteção das linhas de comunicações marítimas. A fragata também tem o poder de escoltar outros navios da Marinha. A Fragata "Jerônimo de Albuquerque" (F201), a segunda da classe, já está na água, recebendo os sistemas e os equipamentos necessários. A terceira fragata da classe, a "Cunha Moreira" (F202), está em construção no estaleiro, com o casco quase finalizado, enquanto o material para o quarto navio já está sendo entregue. Conheça navio de guerra construído em SC com pista para aeronave Navio de guerra da Marinha toca água pela 1ª vez Novo navio de guerra da Marinha construído em SC é lançado Fragata Tamandaré tem hangar para helicóptero Marinha do Brasil/Divulgação Polo náutico Itajaí é a cidade catarinense com o maior Produto Interno Bruto (PIB), com R$ 47,7 bilhões, e tem grande polo de indústria náutica nacional. Leia os números, segundo a secretaria de Turismo. 💰 Faturamento anual estimado em R$ 611 milhões; 🔨 Maior número de empresas do segmento em SC, com 29 ativas e 1,1 mil empregos; 🛥️ A cada 10 barcos fabricados no Brasil, 7 saem de Itajaí, segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Itajaí. Fragata Tamandaré em testes no mar em Itajaí Reprodução/Marinha do Brasil VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

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Xiaomi prepara “supercâmera” que pode revolucionar seus próximos celulares

Publicado em: 18/12/2025 04:30 Fonte: Tudocelular

A Xiaomi pode revolucionar, mais uma vez, a forma como o mercado mobile enxerga a parte fotográfica dos celulares. Informações recentes indicam que a marca trabalha em uma nova tecnologia de câmera “Ultimate Design”, inspirada no conceito de design premium usado pela Huawei, mas com uma proposta própria e ainda mais ousada. O projeto faz parte de uma parceria ampliada com a Leica, e o primeiro dispositivo a trazer o novo sistema deve ser o Xiaomi 17 Ultra. De acordo com o renomado leaker Digital Chat Station, a fabricante chinesa está desenvolvendo um conjunto de câmeras revolucionário, que inclui um sensor principal de 1 polegada e uma lente telefoto com impressionantes 200 MP de zoom. O Xiaomi 17 Pro Max ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 17 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 17 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.Clique aqui para ler mais

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Sistema antigranizo: entenda como tecnologia adotada por cidade de SC pode ajudar a reduzir prejuízos de tempestades

Publicado em: 18/12/2025 04:01

Chapecó começa a instalar as primeiras peças do sistema antigranizo 🌧️🧊 Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, será a primeira cidade do Brasil a instalar um sistema antigranizo em área urbana. A implantação começa em janeiro de 2026, com três equipamentos nos bairros Efapi e Marechal Bormann para reduzir prejuízos causados por tempestades. A tecnologia, já usada em plantações no Sul do país, tem como objetivo diminuir os gastos do município com danos provocados pelo granizo em casas e espaços públicos, segundo Walter Parizotto, diretor da Defesa Civil. “O custo desses três equipamentos não supera o valor gasto pelo município em um único evento climático, em 2019”, afirmou Parizotto. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Como a chuva de granizo se forma? As peças vêm da Espanha e devem estar instaladas e funcionando até o fim de março. Os locais foram escolhidos com base em análises técnicas, priorizando áreas com maior histórico de prejuízos e vulnerabilidade social. A escolha também levou em conta a origem das nuvens de granizo, que vêm principalmente das regiões Sul e Sudeste, onde os aparelhos serão instalados. Ainda segundo a Defesa Civil, Chapecó já teve mais de R$ 1,5 milhão em perdas na agricultura só neste ano. O sistema também deve ajudar pequenos agricultores do distrito de Marechal Bormann, que já tiveram várias perdas nas lavouras. Pedras de granizo Jhon Kenedy Vídeo mostra gritos de passageiros em forte turbulência após avião ser atingido por granizo em Chapecó Chapecó já decretou emergência após chuva de granizo: 'Terceira vez que perco praticamente todos os móveis' ☂️Sistema atua como 'guarda-chuva' Serão três equipamentos instalados em bairros de Chapecó Reprodução/ Defesa Civil O sistema dispara explosões controladas de gases que geram ondas hipersônicas na atmosfera. Essas ondas desestabilizam as nuvens e quebram as pedras de gelo, transformando o granizo em chuva comum. As nuvens são monitoradas por satélite e o disparo é automático. Segundo Parizotto, o sistema atua como um “guarda-chuva”, protegendo toda a área dentro do raio e oferecendo cobertura extra além do limite. 🧊🤔Como se forma o granizo? A chuva de granizo acontece quando o ar quente da superfície terrestre encontra nuvens densas e muito frias em pontos mais altos da atmosfera. Devido ao contraste brusco de temperatura, as gotas de água se solidificam. As pedras de gelo são formadas no interior das nuvens chamadas cumulonimbus e caem em formato de granizo. Esse tipo de tempestade ocorre com a chegada de frentes frias. Entenda como se formam as chuvas de granizo VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

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Quem era o motorista que morreu após possível salto de caminhão antes de batida em MG

Publicado em: 18/12/2025 04:01

Agnaldo Isaías da Silva pode ter pulado de caminhão para evitar colisão com árvore Reprodução/Redes Sociais O motorista que morreu no acidente de trânsito na noite de segunda-feira (15), em Iraí de Minas, no Alto Paranaíba, foi identificado como Agnaldo Isaias da Silva, de 46 anos. A principal hipótese apontada pela perícia é de que ele tenha pulado do caminhão na tentativa de se salvar antes de bater contra uma árvore. Agnaldo deixa o pai, Liberato Isaias da Silva, a mãe, Maria Francisca da Silva, a filha Emilly Ribeiro Silva, além de irmãos, cunhados, sobrinhos e amigos. A morte causou comoção na cidade, onde ele era conhecido e querido por familiares e pessoas próximas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp O corpo de Agnaldo foi velado na terça-feira (16), no salão de Velório Municipal de Iraí de Minas. O sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal, acompanhado por familiares e amigos que prestaram as últimas homenagens. Em nota, a família agradeceu as manifestações de apoio e solidariedade recebidas no momento de dor. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Motociclista é esfaqueado logo após ser atropelado Muro desaba e menino de 6 anos fica ferido Sogra é morta pelo ex-genro com tiro no peito O acidente A ocorrência foi registrada por volta das 21h36, na estrada de acesso à comunidade do Barreiro. Agnaldo foi encontrado desacordado às margens da via, e a morte foi confirmada por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda no local. De acordo com a Polícia Militar (PM), marcas de pneus indicam que o caminhão saiu da pista e seguiu até colidir contra uma árvore. Conforme a perícia técnica, a vítima pode ter saltado do veículo ao perceber o acidente iminente ou ter sido arremessada para fora com o impacto da batida contra um barranco. Após os trabalhos periciais, o corpo foi liberado para a funerária. O caminhão estava devidamente licenciado e foi liberado. ASSISTA: Segurança pública ganha reforço com tecnologia Segurança pública ganha reforço com tecnologia em Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

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Nem US$ 5 bilhões bastam: James Cameron diz que 'Avatar' ainda precisa se provar em 'Fogo e cinzas'

Publicado em: 18/12/2025 04:00

Apesar dos bilhões de dólares, James Cameron não garante o futuro de "Avatar" Para James Cameron, diretor de três das cinco maiores bilheterias da história do cinema, "Avatar: Fogo e cinzas" ainda precisa se provar para dar segurança à franquia protagonizada por alienígenas felinos azulados – por mais que os dois primeiros filmes façam parte dessa estatística. g1 já viu: 'Avatar: Fogo e cinzas' é montanha-russa estonteante na qual história é mero adendo Mas se nem os mais de US$ 5 bilhões arrecadados por "Avatar" (2009) e "Avatar: O caminho da água" (2022) garantem o futuro da série, existe algum valor que o capítulo lançado nesta quinta-feira (18) no Brasil precisa arrecadar para lhe trazer um pouco de paz de espírito? "Sim", responde ele, sem titubear, em entrevista ao g1 em um hotel em Los Angeles. Logo em seguida, começa a rir, como quem sabe a inevitável próxima pergunta: Qual é o número mágico? "Não, não, não. A gente não fala sobre isso. Isso é algo que cabe a mim saber. Mas, se anunciarmos 'Avatar 4', você vai ficar sabendo." Cameron se refere, é claro, à primeira das duas continuações de "Fogo e cinzas", já prometidas desde 2016. Para quem perdeu a conta, isso levaria a franquia a cinco filmes no total. Na campanha de divulgação do terceiro, no entanto, o cineasta de 71 anos tem dado sinais de que pode não completar o plano. "Olha, 4 e 5. Eu sei o que faria se fizermos esses filmes. E as histórias são muito boas. Eu realmente gosto quando eu as releio. É algo como: sim, eu adoraria fazer esse filme, mas isso precisa funcionar como um modelo de negócio. Há muitos empregos em jogo. Há muito dinheiro em jogo, certo?" Certo. Com um orçamento estimado em cerca de US$ 400 milhões – mesmo que sua filmagem tenha acontecido junto de "O caminho da água", o que costuma baratear o processo – e outros US$ 150 milhões destinados a marketing, o filme precisa arrecadar quase o triplo para ser considerado rentável. "Até agora, batendo na madeira, tivemos sorte, mas dois filmes não traçam muita curva, certo? Precisamos de um terceiro – precisamos de um terceiro ponto de dados para ver o quão viável essa franquia é. E até algumas das franquias de elite, como Star Wars e Marvel, tiveram seus altos e baixos, certo? E nós nem estamos nesse patamar ainda." Zoe Saldaña em cena de 'Avatar: Fogo e cinzas' Divulgação Quando dois eram um Uma continuação mais direta do segundo, "Fogo e cinzas" mantém o olhar sobre os oceanos da lua de Pandora, com foco no antigo soldado reencarnado como um dos alienígenas que ele deveria espionar (Sam Worthington). Para proteger os mares de seu novo lar da ambição inesgotável dos colonizadores humanos, ele busca novos e antigos aliados – ao mesmo tempo em que precisa lidar com a delicada nova dinâmica familiar após a perda de seu filho mais velho (Jamie Flatters). Com tramas tão ligadas, Cameron conta que os dois filmes nasceram originalmente como um só. "Percebemos que havia história demais, porque estávamos tentando encaixar muita coisa no primeiro ato do filme 2, que acabou se tornando 'O caminho da água' — incluindo a transformação do Spider (Jack Champion), sobre a qual não queremos falar muito —, então eu dividi a história ao meio e movi isso para fora, e isso se tornou o elemento central de 'Fogo e cinzas'", afirma ele. Para o diretor de "Titanic" (1997), terceira maior bilheteria de sua carreira, e dos dois primeiros "O exterminador do futuro", os fãs têm se concentrado demais no Povo das Cinzas, a tribo de Na'Vi hostis introduzidos no filme. "É na continuação dos arcos dos personagens do 2 para o 3 onde eu acho que está a força: o que acontece com o Spider, o que acontece com a Kiri (Sigourney Weaver), o que acontece com o Jake e a Neytiri (Zoë Saldaña) e o casamento deles, a história de amor deles, que agora está sendo despedaçada pela perda do filho mais velho, e pelo ódio e pela fúria dela, que se tornam bastante racistas no filme." Oona Chaplin em cena de 'Avatar: Fogo e cinzas' Divulgação Livre para poder criar o seu lugar ao sol Além do suposto sucesso garantido da franquia, Cameron também rechaça a ideia de que tem carta branca para fazer tudo o que quiser nas filmagens – por mais que o documentário sobre os bastidores do 2 mostre a invenção de diversas tecnologias pelo cineasta. "Não existe liberdade criativa ilimitada, certo?" Para ele, a liberdade vem da captura de performance dos atores, técnica na qual filma os atores com pontinhos pelo corpo e câmeras focadas em seus rostos, que permite a transferência das atuações para os alienígenas altos, azuis, e de traços felinos. Para os dois filmes, o processo todo levou 18 meses – bastante, em especial em contraste com a filmagem de um número normal. "Titanic", por exemplo, levou "só" pouco mais de seis meses. A demora compensa, segundo ele, porque libera atores para seguirem para outros projetos assim que suas interpretações são levadas para mundo virtual, onde o diretor tem controle quase absoluto. "Agora eu posso estar aqui ou posso estar filmando de um helicóptero, ou qualquer coisa entre uma coisa e outra. Então, nesse sentido, é ilimitado em termos das possibilidades de onde eu coloco a câmera e de como eu ilumino. Eu posso pegar uma cena de dia e transformá-la em uma cena noturna. Posso adicionar chuva. Posso fazer todo tipo de coisa." Sam Worthington em cena de 'Avatar: Fogo e cinzas' Divulgação

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Metro quadrado mais caro de Curitiba chega a R$ 16,2 mil em 2025, aponta pesquisa; veja bairros com maiores preços

Publicado em: 18/12/2025 03:01

Cidade de Curitiba Pedro Ribas/SMCS O bairro Batel teve o metro quadrado mais caro de Curitiba em 2025, chegando a R$ 16.240, o maior valor registrado na capital para imóveis residenciais. Veja custo do metro quadrado por bairros. O resultado consolida a região como a mais valorizada da cidade em comparação a 2024, de acordo com uma pesquisa que analisou cerca de 17 mil anúncios residenciais publicados durante o ano nas principais plataformas digitais que atuam em Curitiba. Os dados, de dezembro de 2025, são parciais e, por isso, foram projetados. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp De acordo com o levantamento, feito pela Loft, empresa de tecnologia e serviços financeiros para o mercado imobiliário, outros bairros também apresentaram altas expressivas ao longo do ano. No cenário que analisou a valorização percentual, o Centro liderou os preços, com aumento de 48% em relação a 2024 e fechou o ano com o metro quadrado em R$ 10.250. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Na mesma categoria aparecem Campo Comprido e o próprio Batel, ambos com alta de 40%. No Campo Comprido, o valor do metro quadrado chegou a R$ 12.450. Ainda segundo a pesquisa, o Cabral registrou aumento de 33%, com o metro quadrado cotado a R$ 13.180, enquanto o Bigorrilho teve alta de 31%, alcançando R$ 15.061/m². Segundo a empresa, na valorização percentual, os aumentos estão ligados à forte demanda por imóveis bem localizados e com boa infraestrutura urbana. Preço do m² de bairros de Curitiba com mais anúncios Leia também: Prejuízo: Barracão de empresa é destruído por incêndio no PR dias antes da inauguração Melhora: advogada que salvou família em incêndio acorda e se comunica com familiares Bombou no g1: Zeladora passa dias recusando ligações de aviso de prêmio de R$ 100 mil Tíquete médio No quarto trimestre de 2025, o valor médio de imóveis anunciado na capital chegou a R$ 1,11 milhão, o que representa um crescimento de 14,3% na comparação com o mesmo período de 2024. Entre os bairros com maior número de anúncios, o Cabral teve a maior valorização proporcional no tíquete médio, com alta de 39%, chegando a R$ 2,03 milhões. O Água Verde registrou crescimento de 33% no tíquete médio, chegando a R$ 1,3 milhão, enquanto o Bigorrilho avançou 23%, alcançando R$ 2 milhões. A Cidade Industrial e o Batel tiveram crescimento considerado moderado, de 4%. Balanço de preço - tíquete médio - bairros com mais anúncios VÍDEOS: Mais assistidos do g1 PR Leia mais notícias no g1 Paraná.

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Ataque hacker expõe operação de perfis falsos para divulgar produtos no TikTok, diz site

Publicado em: 18/12/2025 03:00

Cerca de 200 perfis gerados com IA promoviam produtos no TikTok, apontou reportagem do 404 Media Reuters; Reprodução Um ataque hacker revelou detalhes de uma empresa que opera centenas de perfis falsos no TikTok para promover seus clientes, mostrou reportagem publicada na quarta-feira (17) pelo site de notícias sobre tecnologia 404 Media. A Doublespeed mantém personagens gerados com inteligência artificial que servem como substitutos de influenciadores em campanhas publicitárias. "Nunca pague por um ser humano de novo", diz, em seu site. A empresa admite simular interações sobre o assunto desejado por seus clientes para fazer o assunto crescer nas plataformas e, então, ser visto por pessoas de verdade. Como interações artificiais não são permitidas pelas redes sociais, a empresa opera centenas de celulares para fingir que eles estão sendo usados por usuários reais. São as chamadas "fazendas de cliques" ou "fazendas de celulares", como destacou o 404 Media. Segundo a reportagem, o autor do ataque conseguiu controlar mais de 1.100 celulares da Doublespeed. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça 'Vejo você em 4 anos': adolescentes na Austrália se despedem das redes antes de proibição Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ainda de acordo com o site, o hacker descobriu em 31 de outubro uma brecha que lhe permitiu identificar modelos dos smartphones, contas falsas que estavam sendo operadas no TikTok e produtos que estavam sendo promovidos. Das 400 contas de TikTok da Doublespeed ao qual a reportagem teve acesso, 200 promoveram produtos, muitas vezes sem indicar que o conteúdo era feito por IA. Entre os itens promovidos, estão aplicativos de idiomas, de relacionamento e de Bíblia, além de suplementos e massageadores. Vários perfis falsos usaram um formato com várias fotos geradas por IA publicadas na mesma postagem com legendas que promovem os produtos, segundo o 404 Media. E um deles publicou vídeos gerados por IA. As regras do TikTok exigem que conteúdos são gerados ou alterados com IA sejam sinalizados desta forma por criadores. A plataforma derrubou vídeos indicados pela reportagem do 404 Media. A Doublespeed levantou US$ 1 milhão (R$ 5,5 milhões) com o fundo de investimentos Andreessen Horowitz em outubro. E já anunciou que planeja levar os seus perfis de IA para Instagram, X e Reddit. Doublespeed usa IA para promover produtos nas redes sociais, mas muitas vezes não sinaliza conteúdo desta forma Divulgação/Doublespeed Ataque no WhatsApp pode roubar senhas de usuários; veja como se proteger