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LOA 2026: Câmara de Petrolina aprova orçamento de R$ 2,3 bilhões; veja como fica a previsão de gastos

Publicado em: 04/12/2025 21:25

Câmara de Vereadores de Petrolina aprova Lei Orçamentária Anual Nesta quinta-feira (4), os vereadores da Câmara Municipal de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, votaram o Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) do município para 2026. Em sessão realizada na sede da Casa Vereador Plínio Amorim, o orçamento foi aprovada por 21 votos em 1ª votação e 2ª votação, com um valor de mais de R$ 2 bilhões (R$ 2.386.690.222,00). De autoria do Poder Executivo, a Lei 046/2025 define quanto e onde será gasto o dinheiro público municipal no período de um ano, com base no valor total arrecadado pelos impostos. Em 2024, o orçamento previsto pela LOA para o ano de 2025 foi de R$ 2.007.794.775,00. Com isso, a LOA de 2026 prevê R$ 378,8 milhões a mais em receitas, o que representa um aumento de 18,86%. 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça Prefeitura de Petrolina anuncia pacote de R$ 170 milhões para obras de saúde, infraestrutura e mobilidade Lei Orçamentária Anual do município de Petrolina tem orçamento aprovado no valor de R$ 1,7 bilhões Pablo Luan / TV Grande Rio Veja abaixo como está prevista a distribuição de gastos: Despesas por função para o ano de 2024 Durante a sessão, também foi feita a revisão do plano plurianual, que reúne os objetivos e metas dos próximos 4 anos para o município. O projeto também foi aprovado em 1ª votação e em 2ª votação por 21 votos e apresenta um valor de mais de R$ 10 bilhões. Confira abaixo: Resumo dos Valores Previstos na Despesa PPA Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

Palavras-chave: câmara municipal

Consumo das famílias desacelera no terceiro trimestre de 2025, diz IBGE

Publicado em: 04/12/2025 20:56

Economia do Brasil desacelera, no período de julho a setembro A economia desacelerou no Brasil de julho a setembro. O Produto Interno Bruto do terceiro trimestre foi de 0,1%. As famílias estão consumindo menos. Juros, inflação. Tomara que essas palavras passem bem longe dos ouvidos da Laura, que por enquanto só se interessa por outros sons. O PIB ainda não faz parte do mundo de um bebê. Mas os pais sabem que cada brinquedo entra na conta. Ultimamente, o consumo dessa família está do tamanho dela. "A gente compra mais para ela. Para a gente, a gente deu uma segurada, realmente, porque as contas deram uma apertada. A gente está focando no principal, no necessário para ela", conta a estudante Paula Sayão, mãe de Laura. Segundo o IBGE, o consumo das famílias desacelerou no terceiro trimestre. Já o consumo do governo continuou crescendo. O economista Armando Castelar explica que esses dois números são inseparáveis: "Se a gente não conseguir segurar o gasto público, a gente vai ser obrigado a manter essa taxa de juros muito alta para poder ficar segurando o consumo das famílias. 01,%, 0,1%, 0,1%. O consumo das famílias e a oferta de serviços foram iguais ao indicador principal: o pequeno crescimento do PIB. Esses números significam que o carro pisou no freio, mas continua andando para frente. Sem parar e muito menos sem andar de ré. O que, em termos econômicos, seria bem diferente. "A gente está tendo um pouso suave. A economia está desacelerando, está ajudando a trazer a inflação para baixo, que é o que o Banco Central está buscando, mas sem apertar o mercado, exagerar no desemprego, sem gerar uma grande recessão, sem aumentar o desemprego de uma forma que seria muito dolorosa”, diz Armando Castelar. Pouso suave. O "pouso" fica evidente na comparação com o ritmo de crescimento no primeiro e no segundo trimestres de 2025. Já o "suave" foi garantido pelo bom desempenho de alguns setores. Apesar da desaceleração dos serviços - que representam quase 70% da economia -, as exportações aumentaram mais de 3%, mesmo no auge das sanções do governo americano. Uma das razões foi a agilidade do agro, que cresceu 0,4% e foi capaz de encontrar novos compradores, driblando as tarifas americanas. "Quando ele cortou a nossa compra, nós conseguimos aumentar a exportação para o México, para a Argentina, para o Paraguai, para o Uruguai e realmente não caiu a exportação e não caiu a venda”, diz o pecuarista Aldo Resende Teles. Criatividade e agilidade também no comércio para compensar a calmaria no consumo das famílias. O lugar que parece uma loja de brinquedos é uma startup de tecnologia para sugerir o presente ideal. O setor de informação e comunicação, que abrange esse ramo de negócios, cresceu 1,5%. E a empresa também faz a própria entrega, atuando assim no setor de transportes, um dos que mais cresceram: quase 3% (2,7%). Foi de lá que saiu o presente que chegou até a casa da Laura. Ela vai fazer seis meses e, a todo momento, revela semelhanças com a economia brasileira do período em que nasceu. Agora, por exemplo: uma carinha adormecida, mas crescendo devagarzinho. Para quem prefere evitar os gráficos, é possível ler a economia nos prédios em obras. A construção civil é uma manifestação concreta do ritmo da atividade. Sensível ao crédito e ao nível dos investimentos, aliás, como todo o setor industrial. A indústria extrativa despontou com a produção de petróleo e gás. A construção cresceu 1,3%. A transformação, com as fábricas de alimentos, têxteis e metalúrgicas, ficou quase no zero a zero. O setor de eletricidade, gás, água e esgoto encolheu. Na média, a indústria teve o melhor trimestre de 2025: alta de 0,8%. Um resultado de resiliência, na avaliação dos economistas. A indústria cresce mesmo com o crédito caro, sob efeito da taxa básica de juros, que subiu em um esforço do Banco Central para conter a inflação. Para não parar, a construtora investiu nos projetos populares. "Hoje, a gente está sentindo uma velocidade de vendas menor no médio padrão porque o crédito está mais difícil para a população. A construção civil não está desvinculada da economia. Então, se a economia vai bem, prospera com uma taxa de juros menor, a construção civil vai bem. Quando a taxa é muito elevada, a gente diminui o ritmo de crescimento”, explica Yorki Estefan, diretor da Conx. A taxa básica de juros começou o ano em 12,25% e chegou a 15% em junho. E a inflação, boa parte do ano acima de 5%, caiu para o teto da meta do BC, 4,5% em novembro, segundo a prévia da inflação oficial. A economista Tatiana Pinheiro diz que o governo precisa controlar os gastos para que os juros voltem a baixar. "Essa expectativa de corte de juros que as pessoas têm, que o mercado tem, que os economistas têm, depende de um estado onde as receitas e despesas estejam equilibradas. É necessário que a gente caminhe para esse caminho de receitas, pelo menos receitas iguais ao total de despesas no ano que vem”, afirma Tatiana Pinheiro, economista-chefe da Galapagos Capital. Os investimentos reagiram com alta de 0,9%. Poderia ser mais. "O Brasil tem ali 17%, a taxa de investimento é de 17%. Quando a gente olha a América Latina, a taxa de investimento médio, tirando o Brasil, é de 22%”, diz Tatiana Pinheiro. Em um ranking com 51 países, o PIB do Brasil aparece na 34ª posição. O Ministério da Fazenda comentou o PIB. Disse que o resultado veio pouco abaixo das previsões de mercado e que surpreendeu principalmente o menor crescimento do setor de serviços. Mas que, em contrapartida, os desempenhos da agropecuária e da indústria vieram acima do esperado. Consumo das famílias desacelera no terceiro trimestre de 2025, diz IBGE Reprodução/TV Globo LEIA TAMBÉM Juros altos desaceleram consumo das famílias e impactam resultado do PIB, diz Fazenda PIB do Brasil desacelera e avança 0,1% no 3º trimestre, diz IBGE

Palavras-chave: tecnologia

Vítima de Palmas perde R$ 250 mil após cair em golpe virtual na compra de imóvel, diz polícia

Publicado em: 04/12/2025 20:37

Morador de Palmas perde R$ 250 mil após cair em golpe, diz polícia Uma operação policial realizada nesta quinta-feira (4) cumpriu mandados de busca e apreensão contra um grupo de Mato Grosso suspeito de aplicar golpes virtuais. Uma das vítimas é moradora de Palmas e perdeu cerca de R$ 250 mil por meio de fraude eletrônica. De acordo com a Polícia Civil do Tocantins, pelo menos 13 pessoas, todas do estado vizinho, teriam envolvimento com o golpe que fez uma vítima na capital. A delegada Luciana Midlej, responsável pela investigação, informou que o que chamou a atenção dos investigadores foi o grande volume de dinheiro movimentado em contas bancárias dos alvos. O golpe, segundo a delegada, ocorria da seguinte forma: as vítimas eram induzidas a comprar imóveis pela internet, como lotes ou terrenos, pois acreditavam que seriam bons negócios. Os suspeitos se passavam por proprietários de áreas que estavam à venda. Assim, as vítimas caíam no golpe e, pela movimentação financeira, a polícia acredita que o grupo fez uma grande quantidade de vítimas. “O que chamou muita atenção da equipe da DRCC foram as movimentações financeiras de alguns alvos, nas quais constatamos grande volume de dinheiro de entrada e saída, em um único mês. Em algumas contas, em torno de R$ 500 mil foram movimentados por pessoas que não possuem renda compatível", explicou a delegada. Cumprimento de mandados de busca e apreensão em Cuiabá Divulgação/Polícia Civil 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp LEIA TAMBÉM: Marido que confessou matar mulher e enterrar corpo em mata tem histórico de violência doméstica contra a vítima, diz SSP Terceiro envolvido na morte de pastores em assentamento é preso suspeito de prestar apoio logístico no crime Filho diz que empresário morto a tiros era religioso e dedicado ao trabalho e à família: 'Lutava pelos sonhos dele' Na operação Terra Prometida foram apreendidos celulares, e suspeitos prestaram depoimento. Nesta etapa, a polícia vai analisar o conteúdo dos aparelhos e apurar se há mais pessoas envolvidas na aplicação do golpe cibernético. Equipes da Divisão Especializada na Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), que atuaram na operação Terra Prometida, contaram com o apoio de divisões de Inteligência Policial, Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária e Crimes Rurais e Abigeato, além de policiais civis do Mato Grosso. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Palavras-chave: cibernético

Pais de Benício cobram na Câmara de Manaus ações para evitar novas mortes por erro médico

Publicado em: 04/12/2025 20:17

CMM recebe família de criança vítima de erro médico e reafirma compromisso com a busca por justiça. Divulgação/CMM Os pais de Benício Xavier, de 6 anos, que morreu após receber uma dosagem incorreta de adrenalina durante atendimento em um hospital particular de Manaus, usaram a tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM) na quarta-feira (3) para cobrar mudanças que evitem novas mortes causadas por falhas médicas. A ida do casal Joyce e Bruno Freitas ao plenário ocorreu após solicitação do vereador João Paulo Janjão (Agir), aprovada pelos parlamentares e pela Mesa Diretora. Visivelmente emocionados, eles relataram o atendimento que resultou na morte do menino e pediram apoio dos vereadores na busca por justiça e por melhorias no sistema de saúde. “Nenhuma mãe leva seu filho ao hospital para morrer; nenhum pai entrega seu filho a profissionais esperando que ele volte morto. Senhores vereadores, criem mecanismos, aperfeiçoem protocolos, organizem sistemas. O que nós queremos é garantir que nenhuma criança seja vítima de um erro tão básico e devastador”, disse o pai, Bruno Freitas. LEIA TAMBÉM: Caso Benício: técnica de enfermagem é suspensa de forma cautelar pelo Coren-AM Polícia investiga se erro durante intubação contribuiu para a morte Médica e técnica de enfermagem ficam frente a frente em acareação nesta quinta Reações na CMM Após o pronunciamento, vereadores demonstraram solidariedade à família. O vereador Professor Samuel (PSD) afirmou que a tragédia sensibilizou toda a cidade e se colocou à disposição para ajudar. Sérgio Baré (PRD) também lamentou a perda e disse que o momento exige união em torno da busca por justiça. Investigação Caso Benício: Médica e técnica de enfermagem ficam frente a grente para depoimento No dia 26 de novembro, o Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CREMAM) informou que instaurou processo ético, em caráter sigiloso, para apurar a conduta da médica Juliana Brasil Santos. O Hospital Santa Júlia também disse que afastou, além da médica, a técnica de enfermagem, No relatório do hospital enviado à Polícia Civil, ao qual a Rede Amazônica teve acesso com exclusividade, Juliana reconhece que errou ao prescrever adrenalina na veia de Benício Xavier. No documento enviado, a médica narra que comentou com a mãe da criança que a medicação deveria ser administrada por via oral. Ela afirmou também ter se surpreendido por a equipe de enfermagem não questionar a prescrição. Já a técnica de enfermagem Raiza Bentes, que atendeu a criança, disse que apenas seguiu a prescrição médica ao aplicar a dose de adrenalina. Segundo o delegado Marcelo Martins, o caso é investigado como homicídio doloso qualificado. A investigação, que já colheu depoimentos e analisou prontuários, avalia a possibilidade de que o episódio seja tratado como homicídio doloso qualificado pela crueldade. Apesar do pedido de prisão preventiva da médica pelo delegado, a Justiça negou por entender que não há, até o momento, "fundamentos suficientes" para manter a prisão. A profissional segue respondendo o processo em liberdade. Infográfico - Caso Benício Arte g1

Palavras-chave: câmara municipal

Meta começa a remover menores de 16 anos de suas redes sociais na Austrália

Publicado em: 04/12/2025 19:55

Logo do Instagram Getty Images A Meta anunciou na última quinta-feira (3) que começou a excluir as contas de usuários menores de 16 anos no Instagram, Threads e Facebook na Austrália, antes da entrada em vigor no país da primeira lei no mundo que proíbe as redes sociais para crianças. O governo australiano exige que as principais plataformas online, incluindo também TikTok e YouTube, bloqueiem o acesso das pessoas com menos de 16 anos até o dia 10 de dezembro, quando a nova legislação entrará em vigor. Redes sociais proibidas para menores de 16 na Austrália: como vai funcionar Centenas de milhares de adolescentes devem ser afetados pela proibição. O Instagram, por exemplo, tem quase 350.000 contas de australianos com idades entre 13 e 15 anos. As empresas de tecnologia podem enfrentar multas de 49,5 milhões de dólares australianos (US$ 32 milhões ou R$ 169 milhões) caso não adotem "medidas razoáveis" para cumprir a norma. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "Estamos trabalhando arduamente para remover todos os usuários que entendemos terem menos de 16 anos até 10 de dezembro. O cumprimento da lei será um processo contínuo, em várias etapas", disse um porta-voz da Meta. Os menores podem baixar e salvar seu histórico online, acrescentou o porta-voz da empresa americana. A drástica queda de acessos a sites pornôs após novos controles para menores de idade no Reino Unido "Antes de você completar 16 anos, vamos notificá-lo de que, em breve, você terá permissão para recuperar o acesso às plataformas, e seu conteúdo será restaurado exatamente como você o deixou", afirma uma mensagem da Meta às pessoas afetadas. Alguns aplicativos e sites populares, como Roblox, Pinterest e WhatsApp, que também é da Meta, estão isentos, mas a lista passará por uma revisão constante. Quem vai verificar a idade daqui para frente? A Meta afirmou que cumprirá a lei australiana, mas pediu que as lojas de aplicativos tenham a responsabilidade de verificar a idade dos usuários, em vez das plataformas de redes sociais. "O governo deveria exigir que as lojas de aplicativos verifiquem a idade e obtenham a autorização dos pais sempre que adolescentes menores de 16 anos baixem aplicativos, eliminando a necessidade de que os adolescentes comprovem sua idade várias vezes em diferentes plataformas", disse o porta-voz da empresa. O YouTube também criticou a proibição australiana. A empresa afirmou nesta semana que a nova lei deixaria os jovens do país "menos seguros", já que menores de 16 anos poderiam continuar acessando o site sem a necessidade de ter uma conta e, assim, evitar os filtros de conteúdo da plataforma. A ministra das Comunicações da Austrália, Anika Wells, considerou o argumento "estranho". "Se o YouTube nos recorda que não é seguro e que há conteúdo inadequado para usuários com restrição de idade em seu site, isso é um problema que o YouTube deve resolver", afirmou Wells esta semana. A ministra disse aos jornalistas que alguns adolescentes australianos cometeram suicídio porque os algoritmos "se apegavam" a eles, direcionando estas pessoas para conteúdos que minavam sua autoestima. "A lei específica não solucionará todos os danos que acontecem na internet, mas facilitará que as crianças busquem uma versão melhor de si mesmas", afirmou. Na semana passada, um grupo de defesa dos direitos na rede apresentou uma ação para impedir a proibição. O Digital Freedom Project contestou a nova legislação no Supremo Tribunal australiano, por considerá-la um ataque "injusto" à liberdade de expressão. As autoridades australianas acreditam que os adolescentes farão de tudo para tentar evitar a lei. As diretrizes alertam que eles podem tentar usar identificações falsas ou recorrer à Inteligência Artificial para que suas fotos pareçam de pessoas mais velhas. Assim, as plataformas devem criar os próprios recursos para evitar que isso aconteça, embora "provavelmente nenhuma solução seja 100% eficaz", segundo o órgão de controle da segurança na internet do país. Há grande interesse em saber se as amplas restrições da Austrália funcionarão, já que as agências reguladoras de todo o mundo enfrentam os perigos potenciais das redes sociais. A Malásia informou que planeja impedir que menores de 16 anos se registrem em perfis de redes sociais no próximo ano, enquanto a Nova Zelândia adotará uma proibição semelhante.

MPF pede suspensão de leis que permitem construções na Via Costeira

Publicado em: 04/12/2025 15:51

Via Costeira, em Natal Sandro Menezes O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública buscando a suspensão e a posterior anulação das leis que reduziram a proteção das áreas de preservação existentes na Via Costeira, em Natal. A lei que permite construções na Via Costeira e em outras quatro áreas de interesse turístico e paisagístico (AEITPs) foi sancionada pela prefeitura de Natal em dezembro do ano passado. Em outubro deste ano, a prefeitura publicou regras para as construções na área. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Antes dessa ação do MPF, o Ministério Público Estadual também havia ingressado com uma ação pedindo a nulidade da lei que dispõe sobre o uso e ocupação do solo nas AEITPs. Segundo Ministério Público Federal, a ação visa garantir a proteção das áreas de preservação permanente da Via Costeira de Natal e de todo o ecossistema associado à região. Segundo o órgão, a redução as lei reduziram irregularmente a proteção das áreas de preservação. "O objetivo central é impedir que mudanças recentes nas leis e normas municipais e estaduais abram caminho para a ocupação desordenada, colocando em risco a integridade ambiental desse importante trecho da capital potiguar, e exigir a elaboração e a execução de um Plano de Proteção e Gestão Ambiental da Via Costeira de Natal", informou o MPF. A ação foi movida contra: o município de Natal; a Câmara Municipal de Natal; a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte; e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema/RN). Na Justiça, o MPF questiona legislações de âmbito municipal e estadual que contrariam a legislação federal (como o Código Florestal e a Lei da Mata Atlântica), além de licenças concedidas sem o devido respaldo ambiental e legal. Para os procuradores da República Camões Boaventura e Victor Mariz, autores da ação, qualquer intervenção na Via Costeira deve ser analisada de forma cautelosa e sob os diversos aspectos, como ecológicos, sociais, culturais e econômicos. 🔎 A Via Costeira abrange mais de 1,3 milhão de metros quadrados, com aproximadamente 9 km de extensão entre as praias de Ponta Negra e Areia Preta. Essa área é hoje ocupada parcialmente por hotéis e empreendimentos de turismo, porém ainda possui diversos terrenos sem construções. Prefeitura publica regras para construções na Via Costeira, mas MPRN pede suspensão da lei O que é pedido na ação Na ação civil pública, o MPF busca a suspensão imediata da íntegra ou de trechos das leis e da instrução normativa, por meio de decisão liminar. Também solicita que a Justiça: suspenda as licenças concedidas para a região pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) ou Idema após a entrada em vigor do novo Plano Diretor (7 de março de 2022), com exceção das que comprovem se enquadrar nas regras do Código Florestal; seja proibida a emissão de novas licenças ou alvarás de construção que violem as regras das áreas de preservação ambiental; e que os dois órgãos ambientais promovam a devida fiscalização da área. Ao final do processo, o MPF pede a nulidade das normas e que os réus sejam obrigados a disciplinar o uso e a ocupação do solo. Uma das cobranças do órgão é a formulação de um Plano de Proteção e Gestão Ambiental da Via Costeira de Natal, que deve abranger: medidas de proteção e de recuperação das áreas de preservação permanente; adaptação e mitigação dos efeitos da erosão; que tenha participação social e consulta a especialistas em sua elaboração. “Frustradas as diversas tentativas de solução extrajudicial - que envolveu a realização de reuniões, estudos, recomendações, audiência pública e diversas comunicações -, não restou alternativa ao Ministério Público Federal senão a propositura da presente ação judicial, a fim de evitar a perpetuação e a intensificação de danos irreversíveis ao patrimônio público e ambiental, bem como proteger o direito das presentes e futuras gerações a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, nos termos da Constituição Federal”, relataram os membros do MPF. Ilegalidades Para o MPF, os atos normativos aprovados nos últimos anos legislam sobre temas que não são de competência municipal ou estadual, contrariaram legislações federais já estabelecidas e tramitaram sem respeitar exigências legais. Entre as normas contestadas estão a íntegra ou trechos do Plano Diretor de Natal e que alterou as regras para construções nas chamadas AEITP, nas quais se insere a Via Costeira de Natal. A nova regra permite intervenções em terrenos atualmente vazios, localizados em áreas de preservação permanente e que, segundo o MPF, deveriam permanecer "não edificáveis" pela importância ecológica. Riscos De acordo com o MPF, estudos técnicos, incluindo laudos produzidos por especialistas do MPF e por peritos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), atestam que a Via Costeira é formada por áreas de preservação permanente, compostas predominantemente por ecossistemas de restingas e dunas. Essas formações contribuem no: controle da erosão, atuando como barreiras naturais e reservatórios de sedimentos, protegendo a costa; permitem a infiltração eficiente da água da chuva, recarregando os aquíferos subterrâneos; e, especificamente a restinga, é um importante berçário de espécies marinhas e costeiras, favorecendo a diversidade da fauna e da flora. Os estudos apontam que a ocupação intensiva, segundo o MPF, pode ampliar os processos erosivos, com o risco de danos irreversíveis e inestimáveis. "O cenário é reforçado pela situação da vizinha praia de Ponta Negra, que pertence à mesma enseada da qual faz parte a Via Costeira, e onde a erosão já demandou a implantação de um aterro hidráulico ('engorda’), a um custo superior a R$ 110 milhões", informou o MPF. De acordo com o MPF, dados registrados no Estudo de Impacto Ambiental (EIA/Rima) desse aterro hidráulico indicam que a erosão avança exatamente em direção à Via Costeira. Outro ponto relevante diz respeito aos possíveis efeitos negativos relacionados ao Parque das Dunas, localizado vizinho à área, que é a maior reserva de mata atlântica sobre dunas do Brasil e segundo maior parque urbano do país. Cenário crítico O MPF apontou também que a intensificação dos eventos climáticos extremos e o aumento do nível do mar, amplamente documentados por estudos científicos, devem ser considerados na legislação que define os parâmetros de uso e ocupação do solo na Via Costeira. “É fundamental priorizar a adaptação, mitigação e reversão das atividades impactantes, em vez de acelerar o uso desses espaços de maneira incompatível com os parâmetros constitucionais e legais, agravando o já crítico cenário atual”, diz trecho da ação. A análise pericial aponta que a Via Costeira – além das infraestruturas que já existem em sua área – faz fronteira com os bairros de Areia Preta e Praia do Meio, o que aumenta as preocupações com riscos de desastres e segurança populacional, já que os territórios são especialmente suscetíveis aos processos erosivos e de movimento de massa. Na ação, o órgão ressalta ainda a urgência da suspensão das leis, diante da possibilidade concreta de prejuízos difíceis ou mesmo impossíveis de reparar ao meio ambiente, à biodiversidade e à segurança da população. Além do risco de desastres ambientais a partir das modificações produzidas na área, o MPF aponta que já se identifica a grande pressão imobiliária sobre a Via Costeira. "Eventual demora na solução do caso pode causar prejuízo ao patrimônio público pelo elevado custo da reparação de danos ambientais e estruturais complexos e pelo desvio de recursos que poderiam ser aplicados em medidas preventivas", citou o MPF. O MPF indica também que o interesse público será onerado duplamente, já que as áreas desocupadas, que hoje funcionam ajudando a conter os danos decorrentes do avanço do mar, receberão edificações que atenderão a interesses estritamente privados, deixando de cumprir esse papel protetor. P "Por consequência, para que as construções particulares não sucumbam ao avanço do mar, serão necessários novos gastos de recursos públicos - em obras de contenção ou mesmo mais uma engorda", citou o MPF. Histórico A apuração do MPF foi iniciada a partir de representação encaminhada por mais de 20 organizações da sociedade civil, entre elas o Fórum Direito à Cidade, vinculado ao Departamento de Arquitetura e Urbanismo e ao Instituto de Políticas Públicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o Coletivo Salve Natal e o Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU). Em setembro de 2024, o MPF e o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) expediram uma recomendação conjunta para suspensão de novas autorizações ou licenças de construção até a conclusão de diagnósticos técnicos e ambientais na Via Costeira. No entanto, os gestores não acataram os pedidos. "Pelo contrário, a prefeitura do Natal publicou, em outubro deste ano, a instrução normativa que flexibiliza ainda mais as regras de licenciamento para empreendimentos na região - seja de uso residencial ou comercial - e relativiza até mesmo o dever de garantir acesso público à praia, violando o interesse da população", citou o MPF. Em junho deste ano, o MPF e o MPRN realizaram uma audiência sobre o caso com ampla participação popular. A manifestação dos cidadãos foi no sentido de que a Via Costeira deve ser destinada ao interesse da coletividade, com prioridade para esporte, lazer, contemplação, preservação paisagística e ambiental, e não para novos grandes empreendimentos privados. A vista daquela área para o Morro do Careca, inclusive, foi lembrada como um símbolo essencial da identidade natalense. Vídeos mais assistidos do g1 RN

Palavras-chave: câmara municipal

Conheça o Office Cidade Aruna

Publicado em: 04/12/2025 15:41

Edifício corporativo é um dos projetos mais avançados do país em construção sustentável e o primeiro do Brasil a ser construído em um ecossistema urbano com madeira engenheirada. O prefeito de Maringá, Silvio Barros, levou à COP30 — Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, em Belém (PA), um dos projetos mais inovadores da construção sustentável brasileira: O Office Cidade Aruna, o primeiro edifício corporativo de alto padrão dentro de um ecossistema, que conta com design internacional, localização estratégica e soluções pensadas para transformar o jeito de trabalhar e elevar o nível de Maringá, com lançamento oficial de vendas no dia 03 de dezembro. A apresentação ocorreu no dia 18, durante o painel “Construindo para Florestas: Acelerando a Construção Baseada em Madeira para Clima, Florestas e Meios de Subsistência”, que reuniu lideranças globais da área de habitação, bioeconomia e sustentabilidade. Na condição de prefeito de Maringá e presidente da Comissão de Meio Ambiente e Mitigação Climática da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Barros representou as cidades brasileiras no debate climático internacional. Como porta-voz municipalista destacou em diversos painéis, soluções de habitação acessível, construções sustentáveis e integração entre clima, florestas e desenvolvimento urbano. Também defendeu um conjunto de iniciativas propostas pela FNP para contribuir com o combate às mudanças climáticas, com foco na redução das emissões de gases de efeito estufa. Uma dessas iniciativas trata da utilização do poder de compras do governo para contratar prédios públicos carbono neutro ou carbono negativo sempre que possível. “Além da decisão política de reduzir as emissões dos prédios públicos, é fundamental estimular o setor privado a também construir em madeira — e Maringá aprovou a primeira lei do país com esse princípio”, afirmou Barros. Como decorrência, a PRC Empreendimentos — reconhecendo o diferencial que esse tipo de construção pode representar no mercado — apresentou o Office Cidade Aruna. E o prefeito ilustrou sua palestra em reuniões da COP30 mostrando o empreendimento e o projeto do novo quartel do Corpo de Bombeiros da cidade, que igualmente será construído em madeira engenheirada por decisão do Governo do Paraná. Divulgação O prefeito explica ainda que “mitigar as emissões da construção civil é fundamental para alcançar as metas do Acordo de Paris. Para isso, foi instituído o Conselho Intergovernamental de Construção e Clima, que já conta com a adesão de mais de 70 países e no qual o tema vem sendo amplamente discutido”, conclui Silvio Barros. A apresentação do Office na conferência impressionou os participantes e reforçou a estratégia brasileira de destacar as cidades como protagonistas das soluções ambientais, especialmente nesta edição da COP sediada em Belém. Ao participar do bloco de debates da sessão sobre Construções Sustentáveis em Madeira, Silvio Barros levou à comunidade internacional um exemplo prático de como inovação urbana, bioeconomia e responsabilidade ambiental podem caminhar juntas. O edifício corporativo, que será erguido no Cidade Aruna, em Maringá, consolida a madeira engenheirada como alternativa de alto desempenho estrutural, capaz de capturar e armazenar CO₂ e reduzir emissões ao longo do ciclo de vida da construção. Com 25 pavimentos e 120 unidades comerciais, o projeto une eficiência energética, design internacional e integração com a natureza por meio de biofilia e paisagismo ativo. A busca pela certificação internacional LEED reforça o compromisso da incorporadora PRC Empreendimentos com práticas construtivas sustentáveis. Além do impacto ambiental, o Office apresenta uma proposta arquitetônica multifuncional: coworking, áreas de descompressão, restaurante slow food, rooftop panorâmico, salas moduláveis e ambientes planejados para favorecer criatividade, networking e qualidade de vida no trabalho. Com mais de 23 mil m² de área construída e seis tipologias de plantas, o edifício se posiciona como novo marco da construção corporativa no Brasil. O projeto reúne profissionais de referência nacional e internacional, como a A5 Arquitetura, responsável pelo conceito e pelos interiores; a AT Arquitetura, autora do projeto executivo; e a JA8 Arquitetura Viva, do botânico Ricardo Cardim, que propõe um paisagismo vivo integrado ao edifício, ampliando conforto térmico, purificação do ar e conexão com o verde. Para Raphael Ferreira, diretor da PRC Empreendimentos, a apresentação do Office na COP30 reforça o potencial transformador do empreendimento. “O Office nasce como um símbolo do futuro urbano que queremos construir, onde sustentabilidade, inovação e bem-estar caminham juntos. Ficamos honrados com o reconhecimento do prefeito Silvio Barros, que entendeu plenamente a proposta do projeto e decidiu levá-lo à COP30 como exemplo brasileiro de soluções climáticas reais. É um estímulo para continuarmos avançando", ressalta Ferreira. A participação de Silvio Barros na COP30 e a apresentação do Office Cidade Aruna consolidam Maringá como referência em urbanismo sustentável. Ao unir tecnologia, design e compromisso ambiental, o edifício corporativo simboliza uma nova geração de espaços de trabalho que refletem o futuro das cidades: eficientes, verdes e pautados pelo equilíbrio entre desenvolvimento e natureza. Divulgação Incorporadora de Maringá (PR) apresenta HUB de inovação para cidades no maior evento global de smart cities, em Barcelona Iniciativa da PRC e da Ecosystems integra o projeto Cidade Aruna Maringá e vai conectar atores públicos, privados, ICTs e pesquisadores em um ambiente aberto para o desenvolvimento de soluções urbanas. A apresentação aconteceu durante o primeiro dia do Smart City Expo World Congress, em Barcelona, na Espanha. O maior evento global sobre smart cities marcou a apresentação de um projeto inédito na América do Sul: um HUB de inovação vocacionado ao desenvolvimento de soluções para cidades inteligentes. A iniciativa é parte do Cidade Aruna Maringá, empreendimento de alto padrão da incorporadora PRC que promete redefinir o conceito de urbanismo em uma cidade referência em planejamento urbano - e que conta com um dos melhores IDHs do país. Dentro da apresentação do Cidade Aruna, também esteve em destaque o Office Cidade Aruna, o primeiro edifício corporativo de alto padrão dentro de um ecossistema, que conta com diferenciais que impulsionam sua jornada, como arquitetura contemporânea e ambientes integrados com o verde, estrutura planejada para produtividade, e um espaço que valoriza seu nome, sua marca e sua trajetória. Esse empreendimento terá lançamento oficial de vendas no dia 03 de dezembro. Durante o Smart City Expo World Congress 2025, realizado em Barcelona (Espanha) em novembro, o HUB Cidades foi apresentado a uma comitiva de empreendedores, incorporadores e lideranças municipais, reforçando o papel de Maringá na nova geração de territórios inteligentes do Brasil. Concebido e operado pela Ecosystems Builders, o HUB surge como uma peça-chave no projeto para aproximar o que muitas vezes se desenvolve de forma desconectada: planejamento urbano, mobilidade, tecnologia e a vida em comunidade, reunindo atores públicos e privados, pesquisadores e instituições de ensino, sob os preceitos de inovação e sustentabilidade. Neste ambiente, startups, universidades e empresas irão cocriar soluções para temas de grande relevância para as cidades, como: mobilidade, energia, sustentabilidade, conectividade e bem-estar urbano, dentro de um ecossistema planejado que extrapola os limites do empreendimento e conecta o território à cidade e à economia do conhecimento. Divulgação “O HUB Cidades nasce para projetar Maringá no mapa global da inovação urbana e representa um novo modo de pensar e viver as cidades. Será um ambiente de experimentação e de aprendizado contínuo, onde ideias se transformam em soluções e o conhecimento se converte em qualidade de vida. É um movimento pioneiro que conecta o mercado imobiliário à economia do futuro e reafirma o papel de Maringá como cidade-laboratório de inovação e sustentabilidade”, destaca Raphael Ferreira, diretor da PRC. A escolha de Barcelona como ponto de partida para o HUB Cidades é simbólica. Nas últimas décadas, a capital catalã redefiniu o conceito de cidade inteligente, transformando-o em um instrumento de desenvolvimento econômico, social e cultural. Como destaca Jean Vogel, CEO e fundador da Ecosystems Builders, essa visão passou a direcionar políticas públicas e se tornou uma marca da cidade, que hoje é um polo global de atração de talentos e qualidade de vida. “Esse modelo, que une estratégia territorial e inteligência coletiva, inspira a criação do HUB Cidades como um espaço que repensa a própria forma como vivemos, planejamos e transformamos nossos territórios. Tecnologia é apenas um componente nesse ecossistema”, afirma Vogel, que liderou iniciativas de Ciência, Tecnologia e Inovação em Santa Catarina, foi diretor executivo do Ágora Tech Park e atualmente preside a Câmara de Smart Cities da FIESC.

Palavras-chave: tecnologia

É #FAKE vídeo de operários 'tingindo' frutas e verduras em fábrica na China; cena foi criada com inteligência artificial

Publicado em: 04/12/2025 15:36

É #FAKE vídeo que mostra frutas sendo tingidas artificialmente em fábrica na China; cena foi criada com IA Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo que supostamente mostra operários de uma fábrica "tingindo" frutas artificialmente na China. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é o vídeo? Publicado nesta terça-feira (2) no X, onde alcançou mais de 3,7 milhões de visualizações, o post tem a seguinte descrição (em inglês): "Se isso é a China agora, imagina no futuro...". O vídeo mostra uma sequência de cenas em que trabalhadores vestido de branco e com toucas na cabeça aparecem "tingindo" frutas, legumes e verduras com sprays e em bacias de água colorida. Uma das imagens exibe tomates verdes em uma esteira ficando vermelhos após receberem um jato de uma máquina. Nos comentários, usuários questionaram se a cena é verdadeira, mas o material foi completamente criado com inteligência artificial (IA). Depois da publicação, o post recebeu uma nota da comunidade do próprio X, dizendo: "Observe que este vídeo utiliza IA para criar cenas de coloração de frutas, marcadas com a marca d'água 'AI生成' (tecnologia de IA). Detectores de IA confirmam que 99,9% do conteúdo é gerado automaticamente e não se trata de imagens reais". ⚠️ Por que isso é falso? O Fato ou Fake submeteu o vídeo ao Hive Moderation, ferramenta que detectam o uso de IA em imagens, vídeos e áudio. Resultado: há 99,9% de chances de o conteúdo ter sido criado com esse recurso (veja abaixo). Além disso, o vídeo apresenta uma marca d'água em chinês (AI生成|) que significa "gerado por IA" e uma caixa de texto sobreposta às imagens, também em chinês, indicando que o conteúdo é sintético: "As imagens do vídeo são compostas digitalmente e não existem na realidade". HiveModeration aponta uso de IA em vídeo de frutas sendo "tingidas" artificialmente. Reprodução É #FAKE vídeo que mostra frutas sendo tingidas artificialmente em fábrica na China; cena foi criada com IA Reprodução Veja também É #FAKE vídeo de idosos em asilo explicando fantasias de Halloween nos EUA É fake vídeo de idosos explicando fantasias cômicas para Halloween; tudo foi feito com IA VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Câmara propõe projeto para aumento de 150% no salário dos vereadores em Araçatuba

Publicado em: 04/12/2025 15:36

Câmara Municipal de Araçatuba (SP) Reprodução/TV TEM A Câmara vai encaminhar para as comissões de Justiça e Finanças nesta quinta-feira (4) o projeto que aumenta o salário dos vereadores para R$ 16,5 mil em Araçatuba (SP). O valor atual do subsídio é de R$ 6,5 mil, ou seja, o projeto propõe um aumento de 153%. A proposta foi lida na sessão de quarta-feira (3) e terá validade para a próxima legislatura, de 2029 a 2032. O projeto é assinado pela presidente da Casa, a vereadora Edna Flor (Podemos), e pelo primeiro secretário Ícaro Morales (Cidadania). 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Segundo a direção da Câmara, entre as justificativas apresentadas estão o artigo da Constituição que estabelece que, em cidades entre 100 mil e 300 mil habitantes, o subsídio dos vereadores deve corresponder a 50% do subsídio dos deputados. Além disso, o documento alega que, desde 2006, não foram computados reajustes dos valores pagos aos parlamentares. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja mais notícias da região em g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

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Paraense morre após contrair raiva humana no Amapá; é o 3ª caso no Brasil em 2025

Publicado em: 04/12/2025 15:30

Paraense morre após contrair raiva no Amapá. Reprodução / TV Liberal O paraense Matheus Santa Rosa dos Santos, de 24 anos, de São Caetano de Odivelas, no nordeste do estado, morreu após contrair raiva humana na região de Oiapoque, no Amapá. Ele estava internado há duas semanas na UTI do Hospital Universitário Barros Barreto, em Belém, unidade de referência no tratamento de infecções. É o terceiro caso da doença no Brasil este ano, segundo o Ministério da Saúde. De acordo com a Secretaria de Saúde do Amapá (Sesa), Matheus foi atacado por um macaco enquanto pescava na região do Cabo Orange, área de manguezal no município de Oiapoque, extremo norte do estado. Dias depois do ataque, apresentou sintomas compatíveis com encefalite viral, quando foi transferido para Belém. Nesta quinta-feira (4), a Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) confirmou a morte na capital paraense. No procedimento, segundo a Sespa, foi coletada amostra biológica que será enviada ao Laboratório Central (Lacen/PA) para análise complementar sobre possível presença e variantes do vírus da raiva. A Sespa esclareceu que o traslado do corpo não é responsabilidade do Estado e que a Coordenação de Zoonoses notificou o Estado do Amapá sobre as medidas de controle, que são de competência das autoridades de saúde do estado onde ocorreu a exposição ao vírus. Amapá confirma caso de raiva humana no município de Oiapoque Diagnóstico Segundo o governo do Amapá, o paciente apresentou sintomas compatíveis com encefalite viral aguda e foi transferido para uma unidade hospitalar de referência no Pará. Exames laboratoriais realizados pelo Instituto Pasteur, em São Paulo, confirmaram a presença do vírus da raiva por meio da técnica RT-PCR. A Superintendência de Vigilância em Saúde do Amapá (SVS-AP) informou que as análises reforçam a hipótese de transmissão ligada a morcegos, principais hospedeiros da variante encontrada. A secretaria acrescentou que equipes de saúde, laboratórios e órgãos ambientais foram mobilizados para conter riscos de contaminação e investigar o foco de transmissão na região onde ocorreu o ataque. O caso foi oficialmente classificado como raiva humana, de acordo com os critérios nacionais de vigilância epidemiológica, de acordo com a Secretaria do Amapá. Após a morte, o corpo de Matheus foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO), da Polícia Científica do Pará, no bairro do Mangueirão, em Belém. A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) informou que realizou a necropsia e liberou o corpo, com coleta de amostras enviadas ao Lacen/PA para análises complementares. Segundo a Sespa, não há registros de casos ou mortes por raiva humana no Pará entre 2023 e 2025. A Coordenação de Zoonoses estadual confirmou que o Amapá foi oficialmente notificado para adoção de medidas de controle e bloqueio epidemiológico na área onde ocorreu a exposição ao vírus. Terceiro caso no Brasil Em nota, o Ministério da Saúde disse que este é o terceiro caso de raiva humana no Brasil em 2025, e o primeiro na região Amazônica. iNo PE, uma ois foram registrados nos estados do Ceará e Pernambuco, também relacionados a macacos infectados com variantes silvestres do vírus (AgV3 ou C.Jaccus). No CE, uma paciente contraiu a doença após ser mordida por um sagui; já no PE, uma mulher morreu após infecção também por um sagui. A pasta afirmou que mantém estoques estratégicos de soro e vacina antirrábica, apoia estados e municípios no atendimento pós-exposição e monitora continuamente as variantes de origem silvestre, predominantes atualmente no país. Entre 2010 e 2024, o Brasil registrou 48 casos de raiva humana, sendo 24 causados por morcegos e nove por cães, de acordo com o mesmo informe. O que é a raiva humana A raiva humana é uma doença viral quase 100% letal, causada por um vírus presente principalmente na saliva de mamíferos infectados, como morcegos, macacos, cães, gatos, raposas, bois e porcos. A transmissão ocorre por mordidas, arranhões ou contato direto com secreções infectadas. Os sintomas aparecem entre dois e dez dias após o período de incubação do vírus e incluem febre, dor de cabeça, agitação e espasmos musculares. O Ministério da Saúde alerta que qualquer pessoa agredida por mamíferos silvestres deve procurar imediatamente um serviço de saúde para iniciar o tratamento com soro e vacina antirrábica, disponíveis gratuitamente pelo SUS. Sigilo médico O Hospital Barros Barreto informou, em nota, que não divulga dados clínicos ou administrativos de pacientes, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O comunicado ressalta que todas as informações sobre o atendimento são repassadas apenas ao paciente ou aos familiares. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará

Palavras-chave: lgpd

Energisa Tocantins investe em energia solar e eficiência

Publicado em: 04/12/2025 15:29

O Brasil sediou a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), aqui na região Norte do país, em Belém. O encontro reuniu líderes mundiais, cientistas, organizações não governamentais e representantes da sociedade civil que discutiram ações para combater as mudanças do clima. A Energisa também esteve presente na COP30 com o compromisso de contribuir para a descarbonização do Brasil, com atenção especial à Amazônia Legal. Nosso propósito foi mostrar como o ecossistema de soluções do Grupo pode acelerar a transformação energética de forma sustentável, inclusiva e conectada às necessidades locais, unindo inovação, fontes renováveis e desenvolvimento regional. Painel de controle do Sistema Individual de Geração com Fonte de Energia Intermitente (SIGFI), primeira usina virtual do país implantada pela Energisa Tocantins. Acervo Grupo Energisa A sustentabilidade não é um pilar isolado no Grupo Energisa: está integrada à estratégia, por meio da chamada Energia 5D. Cada D traduz um vetor de transformação que orienta as decisões da companhia: descarbonização, digitalização, descentralização, democratização e diversificação. No Tocantins, a Energisa implantou a primeira usina virtual do país - o Sistema Individual de Geração com Fonte de Energia Intermitente (SIGFI), com investimento de R$ 53.4 milhões, combinando geração solar e baterias para equilibrar oferta e demanda. Tais soluções mostram como a GD pode impulsionar novas tecnologias, criar oportunidades de negócios e tornar o sistema elétrico mais moderno e eficiente. A combinação entre inovação, regulação adequada e participação ativa do consumidor fortalece o setor e contribui para uma matriz cada vez mais limpa e sustentável. Painéis solares do programa Luz para Todos geram energia limpa para residências fora da área de cobertura da distribuidora, evitando emissões de gases de efeito estufa. Acervo Grupo Energisa O SIGFI é uma solução do programa Luz para Todos que fornece energia elétrica a residências fora da área de cobertura da distribuidora, utilizando geração solar fotovoltaica. Como não há necessidade de construir redes de distribuição, evita-se a emissão de gases de efeito estufa (GEE), já que não é preciso suprimir vegetação para a implantação dessas redes. Além disso, a atuação ambiental se fortalece com o Projeto Nossa Energia, que já investiu aproximadamente R$12 milhões nos últimos seis anos para ampliar a conscientização sobre os impactos das mudanças climáticas. A iniciativa inclui ações práticas, como a substituição gratuita de lâmpadas, geladeiras e ventiladores para famílias de baixa renda, incentivando o consumo consciente e disseminando o cuidado com o meio ambiente em todo o estado. Com essas ações, reforçamos nosso compromisso com a sustentabilidade, a inclusão social e a construção de um futuro mais eficiente para todos. “As ações sustentáveis que desenvolvemos no Tocantins refletem o nosso compromisso com um futuro energético mais limpo e inclusivo. Cada projeto, seja de geração solar em comunidades isoladas ou de eficiência energética em instituições sociais, reforça nosso propósito de transformar positivamente a vida das pessoas e contribuir para o desenvolvimento sustentável do estado.”, reforça o diretor técnico da Energisa Tocantins, Alberto Cunha. Estrutura de geração solar fotovoltaica em comunidade isolada do Tocantins, parte do compromisso da Energisa com a sustentabilidade e inclusão social no estado. Acervo Grupo Energisa Tudo isso, porque acreditamos que o futuro da energia será construído por meio de uma matriz diversa e complementar, que combina diferentes tecnologias e fontes renováveis. Por isso, apostamos na multipotencialidade como diferencial estratégico para ampliar o acesso à energia limpa, apoiar comunidades em áreas remotas e impulsionar um futuro energético mais justo, acessível e sustentável para todos.

Palavras-chave: tecnologia

Olimpíada Brasileira de Ciências: Alunos do Piauí estão entre as 10 maiores notas do País

Publicado em: 04/12/2025 15:27

Estudantes premiadas na Olimpíada Brasileira de Ciências. Ascom Seduc As estudantes Eyshila Isabeli Santos e Evelly Natércia Soares, dos Centros Estaduais de Tempo Integral Patronato Nossa Senhora de Lourdes, em Campo Maior, e Cônego Cardoso, em Castelo do Piauí, conquistaram medalha de ouro e ficaram entre as dez maiores notas da Olimpíada Brasileira de Ciências 2025. A premiação foi entregue nessa quarta-feira (3), no auditório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em Brasília. A conquista reflete o impacto da política educacional adotada pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e coroa um percurso marcado pelo incentivo constante à participação dos estudantes em olimpíadas do conhecimento. “A escola me ajudou muito nessa preparação, sempre nos estimulando a buscar mais conhecimento. A medalha de ouro me estimula ainda mais a dedicar mais energia nos estudos e no meu futuro”, comemora Eyshila Santos, resumindo o sentimento que a levou ao pódio. Evelly viveu a mesma emoção e conta que o reconhecimento tem sabor especial. “Sempre foi meu objetivo conquistar uma medalha em alguma olimpíada do conhecimento. O dia de hoje ficará marcado para sempre na minha memória. Nós somos muito gratas ao governador Rafael Fonteles e ao secretário Washington Bandeira por terem oportunizado o dia de hoje e por acreditarem no poder transformador da educação”, agradece Evelly Natércia. Destaque piauiense em olimpíada. Ascom Seduc Para a Seduc, o desempenho das estudantes não é um caso isolado, mas reflexo direto da universalização do ensino em tempo integral e do crescimento da cultura científica dentro das escolas da rede estadual. Só este ano, 555 alunos e alunas da rede pública de ensino conquistaram medalhas e menções honrosas na Olimpíada Nacional de Ciências, o melhor resultado já registrado pelo Piauí desde a criação do torneio. Os números confirmam o salto provocado pelo Programa Seduc Olímpica, que ampliou a preparação dos jovens e o acesso às competições acadêmicas em todo o estado. Segundo o secretário Washington Bandeira, o avanço mostra a força do trabalho pedagógico de longo prazo. “É um orgulho para todos nós, que fazemos parte do Time Seduc, ver nossos jovens alçarem voo e se destacarem nas principais competições de conhecimento do país. Os estudantes Seduc foram responsáveis por quase metade de todas as medalhas obtidas pelo Piauí e alcançaram um aumento de mais de 90%, se comparado ao ano passado. Um número significativo e que reforça nosso comprometimento e foco com as competições olímpicas”, afirma o secretário. Com 1.763 premiados, considerando todas as redes de ensino, o Piauí ocupa hoje a quinta posição no ranking nacional da Olimpíada, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e, no estado, organizada pela Universidade Federal do Piauí. Integrada ao programa Mais Ciência na Escola, a competição estimula o interesse pela pesquisa e identifica jovens talentos em ciências. Estudante premiada. Ascom Seduc Na sétima edição, a Olimpíada Brasileira de Ciências reuniu mais de 4,2 milhões de estudantes, distribuídos em cinco níveis conforme a série escolar. A Seduc destaca que, nesse contexto, as duas jovens piauienses que subiram ao palco em Brasília sintetizam a mudança em curso na rede estadual, com mais oportunidades, mais preparo e mais espaço para que cada estudante descubra o próprio potencial.

Palavras-chave: tecnologia

Bookplay e Faculdade Bookplay revolucionam a trajetória de milhares de professores

Publicado em: 04/12/2025 15:23

Bookplay/Divulgação Ser professor é uma missão nobre, uma vocação que vai além da sala de aula e é repleta de desafios. Dentre as exigências diárias estão a carga horária extensa, a baixa valorização, as turmas superlotadas, a falta de materiais didáticos e infraestrutura adequada. Os profissionais lidam com a necessidade de atualização constante, resiliência e criatividade para superar dificuldades. A especialização é um diferencial reconhecido nos planos de carreira de professores em todas as esferas — municipal, estadual e federal. Em São Paulo, por exemplo, uma política implementada em 2014 garante aumento salarial de até 5% para educadores que realizam cursos de especialização e aprimoramento profissional. Desenvolver ferramentas que auxiliem esses educadores é essencial para tornar a dinâmica em sala de aula mais eficiente e interativa. Nesse cenário, o Programa de Educação Continuada se consolida como um aliado. Enquanto a Faculdade Bookplay disponibiliza cursos de pós-graduação, idiomas, livres e de extensão, o Bookplay oferece uma complementação: com livros, audiolivros, jornais e periódicos. Disponibilizado de forma acessível, o programa possuí Área Kids, Clube de Benefícios e até três perfis simultâneos por conta. Bookplay/Divulgação Solução completa Esta é a união entre a excelência acadêmica, de uma instituição reconhecida por sua nota máxima no MEC, e a inovação tecnológica de uma multiplataforma, com mais de duas décadas de experiência no mercado. Livros: mais de 70.000 mil exemplares digitais estão disponíveis na biblioteca, dando acesso a obras de referência, permitindo aprofundar os conhecimentos e aprimorar a prática em sala de aula. Cursos: mais de 800 cursos de pós-graduação e 2.500 cursos livres e de extensão, em diversas áreas, auxiliando na capacitação contínua e aplicação de novas estratégias de ensino. Banca: jornais e revistas para que o profissional se mantenha informado diariamente sobre tendências educacionais e políticas públicas, enriquecendo as aulas com informações relevantes e contextualizadas. Áudios: mais de 2.700 podcasts e conteúdos em áudio permitem que o professor aprimore seus conhecimentos de forma prática, aproveitando momentos como deslocamentos ou pausas no dia a dia para aprender de maneira dinâmica. Idiomas: cursos de inglês, espanhol e francês que vão desde o nível básico ao avançado, ampliando as oportunidades educacionais e enriquecendo a comunicação. Além de uma biblioteca ampla, com diversas categorias voltadas para a educação, incluindo Pedagogia, Educação Inclusiva, Gestão Escolar e Psicopedagogia, a plataforma conta com títulos de referência, como “Sobre a pedagogia” de Immanuel Kant; a "Formação de Professores e Práticas Pedagógicas na Educação Infantil" escrito por Lígia de Carvalho Abões Vercelli e Roberta Stangherlim e “Novas tecnologias e mediação pedagógica” de José Manuel Moran, Marcos T. Masetto e Marilda Aparecida Behrens. O acervo também conta com obras de autores como Edgar Morin, Jussara Hoffmann e Dermeval Saviani. Bookplay/Divulgação Também estão disponíveis uma variedade de planos de aula especialmente desenvolvidos para a Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II, abrangendo todo o ano letivo. Os materiais estão disponíveis para impressão, facilitando sua aplicação em sala de aula e auxiliando o professor na hora do planejamento. Esses recursos foram pensados para apoiar professores, tanto em sua formação quanto na aplicação de estratégias inovadoras em sala de aula. Formação com nota máxima no MEC Com o Programa de Educação Continuada, é possível dar um passo além na qualificação profissional. Entre os mais de 800 cursos de pós-graduação desenvolvidos pela Faculdade Bookplay, mais de 250 são focados para a educação, permitindo que cada profissional escolha a especialização mais alinhada à sua atuação. Entre os mais procurados, destacam-se: Análise do Comportamento Aplicada (ABA) ao Autismo Psicopedagogia Clínica e Institucional Educação Especial voltada para TGD e Autismo Educação Inclusiva e Especial Alfabetização e Letramento na Educação Infantil Gestão da Educação e Coordenação Pedagógica Por que buscar especialização? Buscar especialização não só melhora as práticas pedagógicas como amplia as oportunidades de carreira. Através do aprimoramento em metodologias inovadoras, o profissional pode desenvolver estratégias mais eficazes, tornando o aprendizado mais dinâmico e acessível para os alunos, permitindo também a criação de ambientes de aprendizagem mais inclusivos e participativos. Ou seja, profissionais qualificados têm um impacto direto na melhoria da educação. A especialização amplia significativamente as oportunidades de carreira, possibilitando que o profissional atue em diferentes áreas, como coordenação pedagógica, consultoria educacional e ensino superior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), profissionais com pós-graduação podem alcançar rendimentos até 150% superiores em relação àqueles que possuem apenas graduação - esses números referem-se à média geral de todas as profissões. A especialização contribui para que o profissional avance no plano de carreira, que, geralmente, inclui promoções por titulação. Em concursos públicos, a especialização pode ser utilizada como critério de desempate, colocando o candidato mais qualificado à frente. Naercio Menezes Filho, docente da Faculdade Insper e Universidade de São Paulo (USP), afirma que profissionais com pós-graduação ganham quase o dobro do que graduados. Depoimento de quem já transformou sua carreira Para muitos profissionais, a atualização constante e o acesso a conteúdos de qualidade ainda são grandes desafios. Foi o caso de Marcos Souza, professor da rede municipal, que viu sua trajetória mudar ao conhecer o Programa de Educação Continuada. “Antes de conhecer a plataforma, eu sentia dificuldade em encontrar bons materiais e tempo para me atualizar. Com os cursos e recursos oferecidos, consegui equilibrar minhas tarefas, aprimorar minha didática e conquistar uma vaga melhor na rede pública. Hoje, sou um professor mais seguro e realizado!”, conta Marcos. Professora relata o impacto da pós-graduação em sua carreira Acervo Iraci Souza Histórias como a dele se repetem. Aos 64 anos, Iraci Souza de Bauru (SP) encontrou na parceria a chance de realizar um sonho antigo. “Através da minha pós, consegui trabalhar na prefeitura como professora intérprete de Libras. Foi um sonho realizado. Hoje estou em uma ótima fase do meu emprego. Indiquei para um amigo, que também conseguiu um emprego na área dele através da pós-graduação". O Bookplay e a Faculdade Bookplay se destacam como uma parceria sólida em prol do acesso democrático à educação e vêm mudando a rotina de quem busca crescer profissionalmente sem abrir mão da praticidade. Com a qualificação certa, é possível transformar obstáculos em oportunidades! Não deixe sua carreira estagnar. Invista no seu futuro, acesse bookplay.com.br/pec/educador, conheça o Programa de Educação Continuada e tenha acesso às ferramentas que farão a diferença no seu crescimento profissional.

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Um dia não tem 24 horas: veja como funciona o relógio em Marte

Publicado em: 04/12/2025 15:22 Fonte: Tudocelular

Marte ainda desperta muita curiosidade dos cientistas, como nos indícios de lagoas antigas ou nas tempestades de poeira após altas temperaturas. Agora, uma nova descoberta pode ter indicado como funciona o horário no Planeta Vermelho. Os pesquisadores do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) aplicaram a Teoria da Relatividade, criada pelo físico Albert Einstein, para encontrar a resposta da misteriosa pergunta: “que horas são em Marte?”Segundo o físico do NIST, Bijunath Patla, o papel da descoberta permitirá auxiliar a sincronizar a navegação e a comunicação em todo o Sistema Solar, principalmente nas missões das agências espaciais.Clique aqui para ler mais

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Congresso mantém veto de Lula e permite acesso de pessoas com deficiências leves ao BPC

Publicado em: 04/12/2025 15:14

O Congresso Nacional decidiu nesta quinta-feira (4), em sessão conjunta, permitir que pessoas com deficiências consideradas leves continuem a ser habilitadas para receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A medida foi possível com a manutenção de um veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto que tornava mais rígidas as regras de acesso ao BPC. 🔎O Benefício de Prestação Continuada paga um salário mínimo mensal a pessoas com deficiência e idosos com 65 anos ou mais que não tenham condições de se sustentar ou que não possam ser sustentados por sua família. O texto, que se tornou lei em dezembro passado, era uma das apostas do Palácio do Planalto para conter gastos em 2025. Durante a passagem pelo Congresso, os parlamentares aprovaram um trecho que limitava a concessão do BPC a casos de deficiência moderada ou grave. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ao sancionar o projeto, Lula vetou este dispositivo e voltou a permitir que pessoas com deficiências consideradas pleiteiem o benefício. Com a manutenção do veto, nada muda e o acesso desse grupo ao BPC continuará permitido. Pela lei sancionada por Lula, a concessão do Benefício de Prestação Continuada a pessoas com deficiência dependerá de avaliação, seguindo regras do governo federal. INSS começou a exigir biometria pra novos pedidos de aposentadoria e BPC Parlamentares derrubam veto à isenção de taxas da Embrapa Nesta quinta, o Congresso também retomou uma proposta que isenta a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) do pagamento de taxas cobradas para registrar pesquisas, tecnologias e produtos. O texto havia sido vetado integralmente pelo presidente Lula em setembro de 2025. Embrapa no Amapá Isadora Pereira/g1 À época, o governo afirmou que a proposta contrariava o interesse público ao instituir benefício de natureza tributária sem apresentar medida compensatória.

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